Recapitulação da Escola do Ministério Teocrático Abril 2014

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Recapitulação da Escola do Ministério Teocrático Abril 2014


As seguintes perguntas serão consideradas na Escola do Ministério Teocrático na semana de 28 de abril de 2014.

1. O que ajudou José a não cometer imoralidade com a esposa de Potifar? (Gên. 39:7-12) [3 de mar., w13 15/2 p. 4 § 6; w07 15/10 p. 23 § 16]

^ Gên. 39:7-12 Ora, depois destas coisas sucedeu que a esposa de seu amo começou a levantar seus olhos para José e a dizer: “Deita-te comigo.” 8 Mas ele se negava e dizia à esposa de seu amo: “Eis que meu amo não sabe nem o que há comigo na casa, e tudo o que tem ele entregou na minha mão. 9 Não há quem seja maior do que eu nesta casa, e ele não me vedou absolutamente nada, exceto a ti, porque és sua esposa. Portanto, como poderia eu cometer esta grande maldade e realmente pecar contra Deus?” 10 Resultou então que, falando ela a José dia após dia, ele nunca a escutava de modo a se deitar ao seu lado, para continuar com ela. 11 Mas, aconteceu que certo dia, como nos outros dias, ele entrou na casa para tratar dos seus negócios, e não havia nenhum dos homens da casa ali na casa. 12 Ela o pegou então pela sua veste, dizendo: “Deita-te comigo!” Mas ele deixou a sua veste na mão dela e fugiu, e foi para fora.
^ ***w13 15/2 p. 4 Esta é nossa herança espiritual***
6 A nossa herança espiritual inclui uma riqueza de informações exatas e valiosas do passado. Por exemplo, veja o caso de Abraão, Isaque e Jacó. Esses patriarcas e suas famílias sem dúvida conversavam sobre como agradar a Jeová. Assim, não é de admirar que o justo José rejeitasse a imoralidade sexual para não “pecar contra Deus”. (Gên. 39:7-9) Tradições cristãs também foram transmitidas oralmente ou por meio de exemplos. Entre essas, aspectos sobre a Refeição Noturna do Senhor que o apóstolo Paulo transmitiu para as congregações cristãs. (1 Cor. 11:2, 23) Hoje, os detalhes necessários para adorarmos a Deus “com espírito e verdade” constam de sua Palavra escrita.(Leia João 4:23, 24.) A Bíblia serve para o esclarecimento de toda a humanidade, mas, como servos de Jeová, temos apreço especial por ela.
^ ***w07 15/10 p. 23 Escute a voz interior***
16 O relato sobre José na casa de Potifar mostra isso. A esposa de Potifar tentou seduzir José. Embora ele tenha vivido num tempo em que nenhum livro bíblico havia sido escrito e os Dez Mandamentos não tinham sido dados, José reagiu dizendo: “Como poderia eu cometer esta grande maldade e realmente pecar contra Deus?” (Gênesis 39:9) Ele não agiu dessa maneira só para agradar seus familiares; eles moravam bem longe dali. O que ele mais queria era agradar a Deus. José conhecia o padrão de Deus para o casamento: um homem para uma mulher, os dois sendo “uma só carne”. E é provável que ele tenha ouvido falar de como Abimeleque se sentiu ao saber que Rebeca era casada — que tomá-la seria errado, lançando culpa sobre seu povo. E, de fato, Jeová abençoou o resultado dessa situação, mostrando seu ponto de vista sobre o adultério. Saber de tudo isso com certeza reforçou os alertas da consciência herdada de José, levando-o a rejeitar a imoralidade sexual. — Gênesis 2:24; 12:17-19; 20:1-18; 26:7-14.

2. Por que José é um bom exemplo para os que enfrentam injustiças ou outras dificuldades? (Gên. 41:14, 39, 40) [10 de mar., w04 15/1 p. 29 § 6; w04 1/6 p. 20 § 4]

^ Gên. 41:14 E Faraó foi mandar chamar José, para que o trouxessem rapidamente da masmorra. Ele se barbeou então e trocou as suas capas, e entrou até Faraó.
^ Gên. 41:39, 40 Faraó disse depois a José: “Visto que Deus te fez saber tudo isso, não há ninguém tão discreto e sábio como tu. 40 Tu estarás pessoalmente sobre a minha casa, e todo o meu povo te obedecerá implicitamente. Somente com respeito ao trono serei maior do que tu.”
^ ***w04 15/1 p. 29 Destaques do livro de Gênesis — II***
41:14-16, 39, 40. Jeová pode mudar as circunstâncias em favor daqueles que o servem. Quando ocorrem adversidades, é sábio confiarmos em Jeová e permanecer fiéis a ele.
^ ***w04 1/6 p. 20 Sua vida é controlada pelas circunstâncias?***
Enquanto José era escravo no Egito, ele teve de resistir aos assédios imorais da esposa do seu amo. Furiosa por ter sido rejeitada, ela acusou falsamente a José de ter tentado estuprá-la. Ele foi levado “à casa da prisão”, onde “atribularam-lhe os pés com grilhetas, sua alma entrou em ferros”. (Gênesis 39:7-20; Salmo 105:17, 18) Que provação isso deve ter sido! Por uns 13 anos, José foi ou escravo ou prisioneiro por causa das injustiças que outros lhe causaram, inclusive membros da sua própria família. — Gênesis 37:2; 41:46.

3. Como José percebeu que podia mostrar misericórdia a seus irmãos? [17 de mar., w99 1/1 p. 30 §§ 6-7]

^ ***w99 1/1 p. 30 Um ato de perdão abre o caminho para a salvação***
José tinha base para estender misericórdia. Ele já havia observado evidências de que estavam arrependidos. Por exemplo, quando José acusou seus meios-irmãos de serem espiões, ele os ouviu dizerem entre si: “Somos indubitavelmente culpados com respeito ao nosso irmão . . . É por isso que esta aflição veio sobre nós.” (Gênesis 42:21) Além disso, Judá oferecera-se para tornar-se escravo em lugar de Benjamim, para que o rapaz pudesse ser devolvido ao pai. — Gênesis 44:33, 34.
Assim, a misericórdia de José era justificada. Na verdade, ele percebeu que fazer isso poderia resultar na salvação de sua inteira família. Por isso, José mandou seus meios-irmãos retornar ao seu pai, Jacó, e dizer-lhe: “Assim disse teu filho José: ‘Deus me designou senhor para todo o Egito. Desce a mim. Não te demores. E tens de morar na terra de Gósen e tens de continuar perto de mim, tu e teus filhos, e os filhos de teus filhos, e teus rebanhos, e tuas manadas, e tudo o que tens. E vou suprir-te ali de alimento.’” — Gênesis 45:9-11.

4. Como a tribo de Benjamim cumpriu a profecia de Gênesis 49:27? [24 de mar., w12 1/1 p. 29, quadro]

^ Gên. 49:27 “Benjamim continuará a dilacerar como lobo. De manhã comerá o animal apanhado e à noitinha repartirá o despojo.”
^ ***w12 1/1 p. 29 Ela agiu com sabedoria, coragem e abnegação***
Uma profecia cumprida
Ao lutar a favor do povo de Deus, Ester e Mordecai cumpriram outra profecia bíblica. Mais de 1.200 anos antes, Jeová inspirou o patriarca Jacó a predizer o seguinte sobre um de seus filhos: “Benjamim continuará a dilacerar como lobo. De manhã comerá o animal apanhado e à noitinha repartirá o despojo.” (Gênesis 49:27) Na “manhã” da história régia de Israel, os descendentes de Benjamim incluíam o Rei Saul e outros guerreiros poderosos do povo de Jeová. Na “noitinha” dessa história régia, depois que o sol havia se posto na linhagem régia de Israel, Ester e Mordecai, ambos da tribo de Benjamim, foram bem-sucedidos na luta contra os inimigos de Jeová. Em certo sentido, eles também repartiram o despojo, visto que os muitos bens de Hamã ficaram para eles.

5. O que Êxodo 3:7-10 nos ensina sobre Jeová? [31 de mar., w091/3 p. 15 §§ 3-6]

^ Êxo. 3:7-10 E Jeová acrescentou: “Indubitavelmente, tenho visto a tribulação do meu povo que está no Egito e tenho ouvido seu clamor por causa daqueles que os compelem a trabalhar; porque eu bem sei das dores que sofrem. 8 E estou para descer, a fim de livrá-los da mão dos egípcios e para fazê-los subir daquela terra para uma terra boa e espaçosa, para uma terra que mana leite e mel, para o lugar dos cananeus, e dos hititas, e dos amorreus, e dos perizeus, e dos heveus, e dos jebuseus. 9 E agora, eis que chegou a mim o clamor dos filhos de Israel e eu vi também a opressão com que os egípcios os oprimem.10 E agora vem, e deixa-me enviar-te a Faraó, e faze que meu povo, os filhos de Israel, saia do Egito.”
^ ***w09 1/3 p. 15 “Eu bem sei das dores que sofrem”***
O Deus santo tinha um motivo para conversar com Moisés. Deus disse: “Indubitavelmente, tenho visto a tribulação do meu povo que está no Egito e tenho ouvido seu clamor por causa daqueles que os compelem a trabalhar; porque eu bem sei das dores que sofrem.” (Versículo 7) Deus não fez vista grossa ao sofrimento de seu povo nem fechou os ouvidos aos seus clamores por ajuda. Pelo contrário, ele sentia as dores deles. Veja o que Deus disse: “Eu bem sei das dores que sofrem.” Sobre as palavras “eu bem sei”, uma obra de referência diz: “A expressão sugere sentimento, carinho e compaixão.” As palavras de Jeová a Moisés revelam um Deus compassivo e atencioso.
O que Deus faria? Ele não apenas sentiu pena ou ouviu com compaixão. Sentiu-se movido a agir. Decidiu libertar seu povo do Egito e levá-lo ‘para uma terra que manava leite e mel’. (Versículo 8) Para isso, Jeová designou Moisés, dizendo: “Faze que meu povo . . . saia do Egito.” (Versículo 10) Cumprindo fielmente essa designação, Moisés conduziu Israel para fora do Egito em 1513 AEC.
Jeová não mudou. Seus adoradores hoje podem ter certeza de que ele vê suas provações e ouve seus clamores por ajuda. Ele bem sabe das suas dores. Mas Jeová não só sente compaixão por seus servos dedicados. O Deus de amor se sente movido a agir em seu favor ‘porque tem cuidado’ deles. — 1 Pedro 5:7.
A compaixão de Deus nos dá motivos para esperança. Com sua ajuda, nós, humanos imperfeitos, podemos alcançar certa medida de santidade e nos tornar aceitáveis a ele. (1 Pedro 1:15, 16) Uma cristã que tem lutado contra a depressão e o desânimo foi consolada pelo relato sobre Moisés e o espinheiro. Ela disse: “Se Jeová pode fazer com que até mesmo um pedaço de solo se torne sagrado, então talvez haja alguma esperança para mim. Esse pensamento tem me ajudado muito.”
Gostaria de aprender mais sobre o Deus santo, Jeová? É possível termos uma relação achegada com ele, pois Jeová “conhece bem a nossa formação, lembra-se de que somos pó”. — Salmo 103:14.

6. Como Jeová agiu à altura do significado de seu nome na época de Moisés? (Êxo. 3:14, 15) [31 de mar., w13 15/3 pp. 25-26 §§ 5-6]

^ Êxo. 3:14, 15 Então disse Deus a Moisés: “MOSTRAREI SER O QUE EU MOSTRAR SER.” E acrescentou: “Isto é o que deves dizer aos filhos de Israel: ‘MOSTRAREI SER enviou-me a vós.’” 15 Deus disse então mais uma vez a Moisés: “Isto é o que deves dizer aos filhos de Israel: ‘Jeová, o Deus de vossos antepassados, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó enviou-me a vós.’ Este é o meu nome por tempo indefinido e esta é a recordação de mim por geração após geração.
^ ***w13 15/3 pp. 25-26 Honre o grande nome de Jeová***
5 Como Jeová respondeu à pergunta de Moisés? Ele disse, em parte: “Isto é o que deves dizer aos filhos de Israel: ‘MOSTRAREI SER enviou-me a vós.’” E acrescentou: “Jeová, o Deus de vossos antepassados . . . enviou-me a vós.” Deus revelou que ele se tornaria o que quer que decidisse se tornar para cumprir seu propósito, e que sempreseria fiel à sua palavra. Assim, no versículo 15 lemos que o próprio Jeová disse: “Este é o meu nome por tempo indefinido e esta é a recordação de mim por geração após geração.” Essa revelação deve ter fortalecido muito a fé de Moisés e o fez sentir grande reverência por Deus.
JEOVÁ AGIU À ALTURA DE SEU NOME
6 Pouco depois de ter dado a missão a Moisés, Jeová agiu plenamente à altura de seu nome por ‘mostrar ser’ o Libertador de Israel. Ele humilhou o Egito com dez pragas devastadoras, ao mesmo tempo expondo os deuses egípcios — incluindo Faraó — como incapazes de salvar. (Êxo. 12:12) Daí Jeová abriu o mar Vermelho, conduziu Israel através dele e afogou Faraó e sua força militar. (Sal. 136:13-15) No “grande e atemorizante ermo”, Jeová mostrou ser Preservador de vidas ao prover alimento e água a seu povo, de talvez dois a três milhões de pessoas ou mais! Até mesmo fez com que suas roupas e sandálias não se gastassem. (Deut. 1:19; 29:5) Realmente, nada pode impedir Jeová de se mostrar fiel ao seu incomparável nome. Ele disse mais tarde a Isaías: “Eu é que sou Jeová, e além de mim não há salvador.” — Isa. 43:11.

7. De acordo com Êxodo 7:1, em que sentido Moisés foi feito “Deus para Faraó”? [7 de abr., w04 15/3 p. 25 § 7]

^ Êxo. 7:1 Por conseguinte, Jeová disse a Moisés: “Vê, eu te fiz Deus para Faraó, e Arão, teu próprio irmão, se tornará teu profeta.
^ ***w04 15/3 p. 25 Destaques do livro de Êxodo***
7:1 — Em que sentido Moisés foi feito “Deus para Faraó”? Moisés recebeu autoridade e poder divinos sobre Faraó. Assim, não havia motivo para ter medo daquele rei.

8. Apesar de testemunharem o poder de Jeová ao livrá-los do Egito, que atitude os israelitas logo demonstraram, e o que aprendemos disso? (Êxo. 14:30, 31) [14 de abr., w12 15/3 pp. 26-27 §§ 8-10]

^ Êxo. 14:30, 31 Assim, naquele dia, Jeová salvou Israel da mão dos egípcios e Israel chegou a ver os egípcios mortos à beira do mar.31 Israel chegou também a ver a grande mão que Jeová pôs em ação contra os egípcios; e o povo começou a temer a Jeová e a ter fé em Jeová e em Moisés, seu servo.
^ ***w12 15/3 pp. 26-27 Não olhe para “as coisas atrás”***
8 Pode imaginar a alegria dos israelitas ao marcharem como povo livre para fora da terra que os escravizava? De modo espetacular, eles testemunharam o poder divino quando Jeová causou as Dez Pragas sobre o arrogante Faraó e seu povo.(Leia Êxodo 6:1, 6, 7.) De fato, os egípcios por fim não só permitiram que os israelitas saíssem livres, mas até os instaram a partir, dando-lhes tanto ouro e prata que se podia dizer que o povo de Deus ‘despojara os egípcios’. (Êxo. 12:33-36) Os israelitas mais uma vez se alegraram quando viram a destruição de Faraó e seus exércitos no mar Vermelho. (Êxo. 14:30, 31) Testemunhar esses eventos emocionantes deve ter fortalecido muito a fé.
9 Por incrível que pareça, porém, pouco depois de sua libertação milagrosa, esse mesmo povo começou a resmungar. Sobre quê? Alimento! Ficaram descontentes com o que Jeová lhes fornecia e se queixaram: “Como nos lembramos dos peixes que costumávamos comer de graça no Egito, dos pepinos e das melancias, e dos alhos-porros, e das cebolas, e do alho! Mas agora a nossa alma está ressequida. Nossos olhos não veem nada senão o maná.” (Núm. 11:5, 6) Eles haviam distorcido seu conceito — a ponto de quererem até voltar para a terra que os escravizava. (Núm. 14:2-4) Os israelitas olharam para as coisas deixadas para trás e perderam o favor de Jeová. — Núm. 11:10.
10 O que aprendemos disso? Diante de dificuldades e problemas, não nos concentremos no que aparentemente foram coisas boas no passado — talvez até mesmo antes de conhecermos a verdade. Embora não seja errado meditar sobre as lições do passado ou nos alegrar com gratas recordações, temos de manter um conceito equilibrado e realista do passado. Caso contrário, poderíamos aumentar nossa insatisfação com as circunstâncias atuais e ser tentados a voltar ao modo de vida anterior. — Leia 2 Pedro 2:20-22.

9. Por que a expressão “vos carregar sobre asas de águias” é apropriada para descrever o cuidado amoroso de Jeová pela jovem nação de Israel? (Êxo. 19:4) [28 de abr., w96 15/6 p. 10 § 5–p. 11 § 2]

^ Êxo. 19:4 ‘Vós mesmos vistes o que fiz aos egípcios, para vos carregar sobre asas de águias e vos trazer a mim.
^ ***w96 15/6 pp. 10-11 Ascendamos com asas quais águias***
Na sombra das asas da águia
Um dos períodos mais perigosos na vida da águia é quando ela aprende a voar. Muitas morrem ao tentar voar. A inexperiente nação israelita também estava em perigo quando partiu do Egito. Assim, as palavras de Jeová aos israelitas foram muito apropriadas: “Vós mesmos vistes o que fiz aos egípcios, para vos carregar sobre asas de águias e vos trazer a mim.” (Êxodo 19:4) Fala-se de águias carregarem brevemente o filhote no dorso para que ele não se espatife nas primeiras tentativas de vôo. G. R. Driver, comentando sobre esses relatos, no periódico Palestine Exploration Quarterly, disse: “Vê-se que essa metáfora [bíblica] não é apenas um vôo da imaginação, mas que se baseia em fatos reais.”
As águias são pais exemplares também em outros sentidos. Além de os dois colaborarem em alimentar os filhotes, a mãe também toma o cuidado de picar a carne que o pai traz para o ninho, para que a aguiazinha consiga engoli-la. Já que os ninhos em geral são feitos em penhascos ou em árvores altas, os filhos ficam expostos ao tempo. (Jó 39:27, 28) O sol escaldante, comum nas terras bíblicas, poderia causar a morte do filhote, não fosse o cuidado dos pais. A águia adulta abre bem as asas, às vezes por horas seguidas, para fazer sombra para as aguiazinhas.
Por isso é muito apropriado que as asas da águia simbolizem nas Escrituras a proteção divina. Deuteronômio 32:9-12 descreve como Jeová protegeu os israelitas durante a jornada no ermo: “Pois o quinhão de Jeová é seu povo; Jacó é o lote que ele herda. Veio a achá-lo numa terra erma e num deserto vago, uivante. Começou a cercá-lo, a tomar conta dele, para resguardá-lo como a menina de seu olho. Assim como a águia remexe seu ninho, paira sobre os seus filhotes, estende as suas asas, toma-os, carrega-os nas suas plumas, somente Jeová o guiava.” Jeová nos dará a mesma proteção amorosa se confiarmos nele.

10. Em que sentido Jeová traz “punição pelo erro dos pais” sobre as gerações futuras? (Êxo. 20:5) [28 de abr., w04 15/3 p. 27 § 1]

^ Êxo. 20:5 Não te deves curvar diante delas, nem ser induzido a servi-las, porque eu, Jeová, teu Deus, sou um Deus que exige devoção exclusiva, trazendo punição pelo erro dos pais sobre os filhos, sobre a terceira geração e sobre a quarta geração no caso dos que me odeiam,
^ ***w04 15/3 p. 27 Destaques do livro de Êxodo***
Perguntas bíblicas respondidas:
20:5 — Em que sentido Jeová traz “punição pelo erro dos pais” sobre as futuras gerações? Ao atingir a idade adulta, cada pessoa é julgada à base de sua própria conduta e atitude. Mas a nação de Israel sofreu as conseqüências de ter se voltado para a idolatria ao longo das gerações posteriores. Até mesmo israelitas fiéis sentiram os efeitos disso, pois era difícil para eles manter a integridade devido ao clima de rebelião religiosa que os rodeava.

Referências consultadas no site: "Biblioteca On-Line da Torre de Vigia"

Referências ao Biblioteca On-Line da Torre de Vigia