Pular para o conteúdo principal

Recapitulação da Escola do Ministério Teocrático | semana de 26 de outubro de 2015

ADSBYGOOGLE

Recapitulação da Escola do Ministério Teocrático: Informações para o estudo pessoal

As seguintes perguntas serão consideradas na Escola do Ministério Teocrático na semana de 26 de outubro de 2015.

1. Como o relato em 2 Reis 13:18, 19 ilustra a importância de servir a Deus de coração e com zelo? [7 de set., w10 15/4 p. 26 § 11]

2 Reis 13:18, 19

18 Eliseu também disse: “Pegue as flechas.” E ele as pegou. Ele disse ao rei de Israel: “Golpeie o chão.” Então ele golpeou o chão três vezes e parou. 19 Em vista disso, o homem do verdadeiro Deus ficou indignado com ele e disse: “O senhor devia ter golpeado o chão cinco ou seis vezes! Então o senhor golpearia a Síria até acabar com ela, mas agora o senhor golpeará a Síria apenas três vezes.”+

Está seguindo plenamente a Cristo?

11. Que relato bíblico ilustra a importância de servir a Deus com zelo e de todo coração?
11 Para ilustrar a importância de ser zeloso no serviço de Deus, note um episódio ocorrido na vida do Rei Jeoás, de Israel. Preocupado com a evidente conquista de Israel pela Síria, Jeoás dirigiu-se chorando a Eliseu. O profeta instruiu-o a atirar uma flecha pela janela em direção à Síria, indicando que Jeová daria a vitória contra essa nação. Isso com certeza reanimou o rei. A seguir, Eliseu disse a Jeoás que apanhasse suas flechas e golpeasse o chão com elas. Jeoás golpeou o chão três vezes. Eliseu ficou irado com isso, pois golpear o chão cinco ou seis vezes teria significado ‘golpear a Síria até acabar’. Agora Jeoás ganharia apenas três vitórias parciais. A sua falta de zelo limitou seu sucesso. (2 Reis 13:14-19) Que lição aprendemos desse relato? Jeová nos abençoará ricamente só se realizarmos a sua obra de todo coração e com zelo.

2. Quem era o rei de Israel quando Jonas serviu como profeta, e o que podemos aprender do ministério de Jonas em vista do que está registrado em 2 Reis 14:23-25? [7 de set., w09 1/1 p. 25 § 4]

2 Reis 14:23-25

23 No décimo quinto ano de Amazias, filho de Jeoás, rei de Judá, Jeroboão,+ filho de Jeoás, rei de Israel, tornou-se rei em Samaria, e reinou por 41 anos. 24 Ele fazia o que era mau aos olhos de Jeová. Não se desviou de todos os pecados que Jeroboão, filho de Nebate, tinha levado Israel a cometer.+ 25 Ele restabeleceu os limites do território de Israel, desde Lebo-Hamate*+ até o mar do Arabá,*+ segundo a palavra que Jeová, o Deus de Israel, havia falado por meio do seu servo Jonas,+ filho de Amitai e profeta de Gate-Héfer.+

Ele aprendeu de seus erros

Em 2 Reis 14:25 aprendemos um pouco sobre a formação de Jonas. Ele era de Gate-Héfer, uma cidade que ficava a apenas 4 quilômetros de Nazaré, onde Jesus Cristo cresceria uns oito séculos mais tarde.* Jonas foi profeta durante o reinado do Rei Jeroboão II, do reino de Israel, de dez tribos. A época de Elias já havia passado; seu sucessor, Eliseu, tinha morrido durante o reinado do pai de Jeroboão. Embora Jeová tivesse usado esses homens para eliminar a adoração de Baal, Israel estava se desviando novamente. O país estava mais uma vez sob o poder de um rei que “fazia o que era mau aos olhos de Jeová”. (2 Reis 14:24) Assim, o trabalho de Jonas não deve ter sido fácil nem agradável. No entanto, ele o cumpriu fielmente.

3. Como Acaz mostrou que não confiava nas palavras de Deus transmitidas pelo profeta Isaías, e que pergunta devemos fazer a nós mesmos ao tomar decisões importantes? (2 Reis 16:7) [14 de set., w13 15/11 p. 17 § 5]

2 Reis 16:7

7 Então Acaz enviou mensageiros a Tiglate-Pileser,+ rei da Assíria, para dizer-lhe: “Sou seu servo e seu filho. Venha e salve-me das mãos do rei da Síria e das mãos do rei de Israel, que estão me atacando.”

Quem os “sete pastores e oito príncipes” representam hoje?

5. Que decisão tola o Rei Acaz tomou?
5 Enquanto Israel e Síria se concentravam em Judá, havia uma nação militarista que tinha interesse em conquistar aquela região. Era a Assíria, potência mundial que estava em ascensão. De acordo com Isaías 8:3, 4, a Assíria levaria “os recursos de Damasco” e “o despojo de Samaria” antes de atacar o reino de Judá, ao sul. Em vez de confiar nas palavras de Deus transmitidas por Isaías, o infiel Acaz entrou num pacto desastroso com os assírios, que por fim levou Judá a ser oprimido por eles. (2 Reis 16:7-10) Sem dúvida, Acaz foi uma grande decepção como pastor de Judá. Devemos nos perguntar: ‘Quando tenho uma decisão importante a tomar, confio em Jeová ou nos homens?’ — Pro. 3:5, 6.

4. Que tática usada pelo Rabsaqué está sendo usada pelos que se opõem ao povo de Deus hoje? E que qualidade pode nos ajudar a rejeitar os argumentos falsos dos opositores? (2 Reis 18:22, 25) [14 de set., w10 15/7 p. 13 §§ 3-4]

2 Reis 18:22

22 E caso vocês me digam: ‘Nós confiamos em Jeová, nosso Deus’,+ não são os altos sagrados e os altares dele que Ezequias removeu,+ dizendo a Judá e a Jerusalém: ‘É diante deste altar em Jerusalém que vocês devem curvar-se’?”’+

2 Reis 18:25

25 Agora, será que foi sem a autorização de Jeová que vim contra este lugar para destruí-lo? O próprio Jeová me disse: ‘Vá e destrua essa terra.’”

“Não tenhas medo. Eu mesmo te ajudarei.”

Rabsaqué usou raciocínio enganoso no esforço de semear dúvidas. Ele disse: ‘Não são de Jeová os altos e altares que Ezequias removeu? O próprio Jeová me disse: “Sobe contra esta terra, e tens de arruiná-la.”’ (2 Reis 18:22, 25) Assim, Rabsaqué argumentou que Jeová não lutaria em favor de Sua nação porque estava descontente com ela. Mas a verdade era o contrário. Jeová estava contente com Ezequias e com os judeus que haviam voltado a praticar a adoração verdadeira. — 2 Reis 18:3-7.
Hoje, perseguidores astuciosos talvez apresentem fragmentos de informações verdadeiras, visando estabelecer uma base de acordo, mas sutilmente introduzem mentiras nessas informações, na esperança de semear dúvidas. Por exemplo, às vezes irmãos presos são informados de que um irmão que toma a dianteira na obra no seu país transigiu, e que não seria nada demais se eles também transigissem e abandonassem suas convicções. Mas esse tipo de raciocínio não levanta dúvidas na mente de cristãos discernidores.

5. Como o exemplo de humildade de Josias pode nos ajudar a tirar mais proveito da leitura e do estudo da Bíblia? (2 Reis 22:19, 20, nota) [21 de set., w00 1/3 p. 30 § 2]

2 Reis 22:19, 20

19 visto que o seu coração foi receptivo* e você se humilhou+ perante Jeová quando ouviu o que falei contra este lugar e os seus habitantes — que eles se tornariam um motivo de terror e objeto de maldição — e você rasgou a sua roupa+ e chorou diante de mim, eu o ouvi’, diz Jeová. 20 ‘É por isso que eu o reunirei aos seus antepassados,* e você descansará em paz na sua sepultura, de modo que os seus olhos não verão toda a calamidade que trarei sobre este lugar.’”’” Então eles levaram a resposta ao rei.

Buscamos a Jeová com o coração preparado

A humildade é um fator vital para se ter o coração preparado, porque nos torna dóceis e nos ajuda a aceitar com maior prontidão conselhos e correções amorosos. Considere o belo exemplo do Rei Josias. Durante o seu reinado, foi encontrado um documento com a Lei de Deus dada por meio de Moisés. Quando Josias ouviu as palavras da Lei e se deu conta de quanto seus antepassados se tinham afastado da adoração pura, ele rasgou suas vestes e chorou perante Jeová. Por que tocou a Palavra de Deus tão profundamente o coração do rei? O relato diz que o coração dele “se amoleceu”, de modo que se humilhou ao ouvir as palavras de Jeová. Jeová notou o coração humilde e receptivo de Josias, e abençoou-o concordemente. — 2 Reis 22:11, 18-20.

6. Como a arqueologia confirma a existência dos dois reis mencionados em 2 Reis 25:27-30? [28 de set., w12 1/6 p. 5 §§ 2-3]

2 Reis 25:27-30

27 E, no trigésimo sétimo ano do exílio de Joaquim,+ rei de Judá, no décimo segundo mês, no dia 27 do mês, no ano em que Evil-Merodaque se tornou rei de Babilônia, ele libertou* Joaquim, rei de Judá, da prisão.+ 28 Falou com ele bondosamente e o colocou numa posição mais honrada do que a* dos outros reis que estavam com ele em Babilônia. 29 Assim, Joaquim tirou a sua roupa de prisioneiro e comeu regularmente à mesa do rei todos os dias da sua vida. 30 Ele recebeu regularmente uma porção de alimento da parte do rei, dia após dia, todos os dias da sua vida.

História, não mito

UM EXEMPLO: A Bíblia conta que “Nabucodonosor, rei de Babilônia . . . levou [o rei judeu] Joaquim ao exílio, a Babilônia”. Mais tarde, “Evil-Merodaque, rei de Babilônia, no ano em que se tornou rei, levantou a cabeça de Joaquim, rei de Judá, [libertando-o] da casa de detenção”. Além disso, “dava-se-lhe [a Joaquim] constantemente a subsistência da parte do rei, diariamente, como porção devida, todos os dias da sua vida”. — 2 Reis 24:11, 15; 25:27-30.
O QUE OS ARQUEOLÓGOS DESCOBRIRAM: Nas ruínas da antiga Babilônia, os arqueólogos encontraram documentos administrativos datados do reinado de Nabucodonosor II. Eles alistam porções de alimento dadas a trabalhadores e cativos que viviam em Babilônia. As listas incluem “Yaukin [Joaquim], rei da terra de Yahud (Judá)”, e sua família. E o que dizer de Evil-Merodaque, sucessor de Nabucodonosor, será que ele existiu mesmo? Uma inscrição num vaso encontrado perto da cidade de Susa diz: “Palácio de Amil-Marduque [Evil-Merodaque], Rei de Babilônia, filho de Nabucodonosor, Rei de Babilônia.”

7. Que três pedidos Jabez fez a Jeová, e o que isso nos ensina sobre a oração? (1 Crô. 4:9, 10) [5 de out., w10 1/10 p. 23]

1 Crônicas 4:9, 10

9 Jabez era mais honrado do que os seus irmãos. Sua mãe lhe deu o nome de Jabez,* dizendo: “Foi com dores que o dei à luz.” 10 Jabez invocou o Deus de Israel, dizendo: “Quem dera que tu me abençoasses e ampliasses o meu território! Que a tua mão esteja comigo e me proteja da calamidade, para que ela não me cause nenhum dano!” Então Deus concedeu o que ele tinha pedido.

O “Ouvinte de oração”

Achegue-se a Deus
O “Ouvinte de oração”
1 CRÔNICAS 4:9, 10
SERÁ que Jeová Deus realmente atende as orações sinceras de seus fiéis adoradores? O relato bíblico sobre Jabez, um personagem pouco conhecido, mostra que Jeová é mesmo o “Ouvinte de oração”. (Salmo 65:2) Esse breve relato está registrado num lugar inesperado: no meio das listas genealógicas no início do livro de Primeiro das Crônicas. Analisemos 1 Crônicas 4:9, 10.
Tudo o que se sabe sobre Jabez está registrado nesses dois versículos. De acordo com o versículo 9, sua mãe “o chamou pelo nome de Jabez, dizendo: ‘Foi em dor que o dei à luz’”.* Por que ela escolheu esse nome? Será que o parto de seu filho lhe causou mais dor do que o normal? Será que ela era viúva e por isso lamentava o fato de seu marido não estar lá na hora em que o bebê nasceu? A Bíblia não diz. Mas um dia essa mãe teria motivos para se orgulhar muito desse filho. Os irmãos de Jabez talvez fossem homens justos, mas “Jabez tornou-se mais honrado do que os seus irmãos”.
Jabez pelo visto tinha o costume de orar. Ele começou sua oração implorando que Deus o abençoasse. Depois, fez três pedidos que refletem um coração cheio de fé.
Primeiro, Jabez implorou a Deus que ‘ampliasse o seu território’. (Versículo 10) Esse homem honrado não era ambicioso; ele não desejava as terras que pertenciam a seu próximo. Seu pedido sincero talvez estivesse mais relacionado com pessoas. Pode ser que Jabez estivesse pedindo que seu território fosse ampliado de modo pacífico para que mais adoradores do Deus verdadeiro pudessem morar nele.*
Segundo, Jabez implorou que a “mão” de Deus estivesse com ele. A mão simbólica de Deus é seu poder em ação, que ele usa para ajudar seus adoradores. (1 Crônicas 29:12) Para que seus desejos se realizassem, Jabez se dirigiu ao Deus cuja mão não é curta para os que mostram fé nele. — Isaías 59:1.
Terceiro, Jabez orou: ‘Preserva-me da calamidade, para que não me fira.’ A expressão “para que não me fira” talvez queira dizer que Jabez orou pedindo, não para escapar da calamidade, mas para não ficar excessivamente triste ou desanimado por causa dos efeitos do mal.
Em sua oração, Jabez mostrou fé no Ouvinte de oração e preocupação com a adoração verdadeira. Como Jeová reagiu? Esse breve relato termina com as palavras: “Por conseguinte, Deus fez acontecer o que [Jabez] tinha pedido.”
O Ouvinte de oração não mudou. Ele gosta muito de ouvir as orações de seus adoradores. Quem deposita fé e confiança nele pode ter esta certeza: “Não importa o que peçamos segundo a sua vontade, ele nos ouve.” — 1 João 5:14.

8. Como o resultado da guerra descrita em 1 Crônicas 5:18-22 nos fortalece para continuar nossa guerra espiritual com coragem? [12 de out., w05 1/10 p. 9 § 7]

1 Crônicas 5:18-22

18 Os rubenitas, os gaditas e a meia tribo de Manassés tinham 44.760 guerreiros valentes no seu exército, que portavam escudos e espadas e estavam armados com arcos;* eles eram treinados para a guerra. 19 Eles guerrearam contra os agarenos,+ Jetur, Nafis+ e Nodabe. 20 Visto que clamaram a Deus por socorro nessa guerra e confiaram nele,+ ele atendeu às suas súplicas e eles foram ajudados na batalha, de modo que os agarenos e todos os que estavam com eles foram entregues nas suas mãos. 21 Eles capturaram os seus rebanhos — 50.000 camelos, 250.000 ovelhas e 2.000 jumentos — além de 100.000 pessoas.* 22 Muitos foram mortos, pois a guerra era do verdadeiro Deus.+ Depois eles passaram a morar no território que era daquele povo, até o tempo do exílio.+

Destaques do livro de Primeiro das Crônicas

5:10, 18-22. Nos dias do Rei Saul, as tribos ao leste do Jordão, embora estivessem em quantidade inferior — menos da metade —, conseguiram derrotar os agarenos. Isso aconteceu porque os homens valentes dessas tribos confiavam em Jeová e buscaram a sua ajuda. Tenhamos plena confiança em Jeová à medida que travamos uma guerra contra os inimigos que são mais numerosos do que nós. — Efésios 6:10-17.

9. O que ajudou Davi a entender e respeitar o espírito da lei de Jeová sobre a santidade do sangue? E o que o exemplo de Davi deve nos motivar a fazer? (1 Crô. 11:17-19) [19 de out., w12 15/11 pp. 6-7 §§ 12-14]

1 Crônicas 11:17-19

17 Davi expressou este desejo: “Quem me dera beber da água da cisterna que fica perto do portão de Belém!”+ 18 Então os três invadiram o acampamento dos filisteus, tiraram água da cisterna que fica perto do portão de Belém e a trouxeram a Davi. Mas Davi não quis bebê-la e a derramou para Jeová. 19 Ele disse: “Em respeito ao meu Deus, eu jamais faria isso! Como eu poderia beber o sangue dos homens que arriscaram a vida?*+ Pois eles arriscaram a vida* para trazê-la.” Assim, ele não quis bebê-la. Essas são as façanhas dos três guerreiros valentes de Davi.

“Ensina-me a fazer a tua vontade”

12, 13. Por que Davi ‘derramou na terra’ a água que três de seus homens lhe trouxeram?
12 O modo de Davi valorizar os princípios que a Lei refletia e o seu desejo de segui-los merecem ser imitados. Veja o que aconteceu quando Davi expressou seu forte desejo de “beber da água da cisterna de Belém”. Três de seus homens lutaram para entrar na cidade — então ocupada pelos filisteus — e lhe trouxeram a água. No entanto, “Davi não consentiu em bebê-la, mas derramou-a para Jeová”. Por quê? Davi explicou: “Da minha parte, no que se refere ao meu Deus, é inconcebível fazer isso! Beberia eu o sangue destes homens que arriscaram as suas almas? Porque foi arriscando as suas almas que a trouxeram.” — 1 Crô. 11:15-19.
13 Davi sabia que, segundo a Lei, o sangue devia ser ‘derramado’ para Jeová e não ser usado como alimento. Ele também entendia por que se devia fazer isso. Davi sabia que “a alma da carne está no sangue”. Mas trouxeram-lhe água, não sangue. Por que Davi se recusou a bebê-la? Ele entendia o princípio por trás do requisito legal. Para Davi, aquela água era tão preciosa quanto o sangue daqueles três homens. Portanto, ele achava inconcebível bebê-la. Em vez disso, ele concluiu que devia derramá-la “na terra”. — Lev. 17:11; Deut. 12:23, 24.
14. O que ajudou Davi a ter o conceito de Jeová sobre os assuntos?
14 Davi tentava assimilar plenamente a lei de Deus. Ele cantou: “Agradei-me em fazer a tua vontade, ó meu Deus, e a tua lei está nas minhas partes internas.” (Sal. 40:8) Davi estudava a lei de Deus e meditava profundamente nela. Confiava na sabedoria dos mandamentos de Jeová. Assim, Davi ansiava obedecer não só a letra, mas também o espírito da Lei mosaica. No nosso estudo da Bíblia, é sábio meditar no que lemos e guardar isso no coração para podermos determinar o que agrada a Jeová em cada situação que se apresenta.

10. O que Davi deixou de fazer ao tentar levar a arca do pacto para Jerusalém, e que lição importante aprendemos desse relato? (1 Crô. 15:13) [26 de out., w03 1/5 pp. 10-11 §§ 11-13]

1 Crônicas 15:13

13 Visto que da primeira vez vocês não a carregaram,+ a ira de Jeová, nosso Deus, irrompeu contra nós,+ pois não procuramos saber qual era o procedimento correto.”+

Será que você pergunta: “Onde está Jeová?”

11. Por que temos de aplicar Efésios 5:10?
11 A verdadeira adoração envolve mais do que simbolizarmos a nossa dedicação pela imersão em água, assistirmos às reuniões congregacionais e participarmos no ministério de pregação. Envolve todo o nosso modo de vida. Diariamente enfrentamos pressões — algumas sutis, outras mais óbvias — que poderiam nos desviar do caminho que está em harmonia com a devoção piedosa. Como reagimos? Escrevendo aos cristãos fiéis em Éfeso, o apóstolo Paulo os exortou: “Persisti em certificar-vos do que é aceitável para o Senhor.” (Efésios 5:10) A sabedoria de se agir assim é ilustrada por muitas situações relatadas nas Escrituras.
12. Por que Jeová ficou descontente quando Davi fez com que a arca do pacto fosse levada para Jerusalém?
12 Depois de a arca do pacto ser levada de volta a Israel e ter sido guardada em Quiriate-Jearim por muitos anos, o Rei Davi quis transferi-la para Jerusalém. Ele consultou os chefes do povo e disse que a Arca seria transferida ‘se parecesse bem a eles e fosse aceitável a Jeová’. Mas não procurou saber ao certo qual era a vontade de Jeová sobre o assunto. Se tivesse feito isso, a Arca nunca teria sido carregada numa carroça e sim nos ombros dos levitas coatitas, conforme Deus já havia claramente instruído. Embora Davi com freqüência indagasse de Jeová, ele não fez isso de modo apropriado nessa ocasião. O resultado foi desastroso. Davi, mais tarde, admitiu: “Jeová, nosso Deus, irrompeu contra nós, porque não o buscamos segundo o costume.” — 1 Crônicas 13:1-3; 15:11-13; Números 4:4-6, 15; 7:1-9.
13. Que lembrete foi incluído num cântico entoado quando a Arca foi transferida com êxito?
13 Quando a Arca por fim foi transportada pelos levitas, da casa de Obede-Edom para Jerusalém, entoou-se um cântico composto por Davi. Incluía um lembrete feito de coração: “Buscai a Jeová e a sua força, procurai a sua face constantemente. Lembrai-vos dos seus atos maravilhosos que realizou, dos seus milagres e das decisões judiciais da sua boca.” — 1 Crônicas 16:11, 12.

Clique na imagem para Baixar informações completas em arquivos digitais para Computador, Tablet computer, Smartphone

Baixar informações para o estúdio pessoal para Computador, Tablet computer, Smartphone

Baixar informações para o estúdio pessoal para Computador, Tablet computer, Smartphone

Posts mais vistos

Bigamia - Definição, conceito, significado, o que é Bigamia

Bigamia: definições, conceitos e significados Definição de bigamia Bigamia. O status do homem ou a mulher casada com duas pessoas ao mesmo tempo. Não é permitido no mundo ocidental.
Bigamia é um termo jurídico que se refere à situação que ocorre quando uma pessoa entra em qualquer número de casamentos 'secundários', além do original, que é reconhecido legalmente; e você pode ser punido com prisão. Muitos países têm leis específicas que proíbe a bigamia e considerado crime qualquer casamento infantil.
Bigamia entra a classificação da poligamia, que é mais geral. Isso gera:
"O tipo de casamento em que é permitido para uma pessoa ser casada com várias pessoas ao mesmo tempo."
De acordo com esta definição:
• Poligamia decompõe-se em: "poli = muitos" e "veado = casamento", referindo-se aos "vários casamentos".
Tempo:
• Bigamia é decomposto em: "bi = dois" e "veado = casamento", referindo-se ao "apenas doi…

O que é demisexualidad | Conceitos de Psicologia.

O que é demisexualidad?Desde o final do século XX, a sexualidade tornou-se um muito menos tabu e colonizou todas as esferas da vida. Sexo na arte, ciência sexo, sexo na família e até mesmo na escola. Afinal, não há nada de errado: Se você falar mais de sexo, mais se sabe, vai ter menos preconceitos e é muito mais saudável e responsável.Os seres humanos são seres sexuais desde o nascimento até a nossa morte e, portanto, a sexualidade é parte de todos os aspectos de nossa personalidade. A sexualidade é muito mais do que atração sexual e relacionamentos, portanto, mesmo se uma pessoa não experimentar desejos sexuais de qualquer tipo, é um erro chamar assexuada e que, além de não sentir atração sexual, a pessoa continua a ser um ser sexual.
Mas vamos deixar de lado a assexualidade chamada e se concentrar por um momento sobre a demisexualidad. Sobre o que é isso? É uma condição física? Será que a orientação sexual? Ou o que?
O que é exatamente o demisexualidad?O demisexualidad não é …

Sammu-Ramat e Semiramis: A inspiração e o mito | Origem e História

por Joshua J. Mark Sammu-Ramat (reinou 806-811 A.C.) foi a rainha regente do Império Assírio, que ocupou o trono para seu filho Adad Nirari III até que ele atingiu a maturidade. Ela também é conhecida como Shammuramat, Sammuramat e, principalmente, como Semiramis. Esta última designação, "Semiramis", tem sido a fonte de controvérsia considerável para mais de um século, como estudiosos e historiadores discutem se Sammu-Ramat foi a inspiração para os mitos relativos a Semiramis, se Sammu-Ramat governou até a Assíria e se Semiramis existiu como uma personagem histórica real. O debate vem acontecendo há algum tempo e não susceptível de ser conclui uma maneira ou outra num futuro próximo mas, ainda assim, parece possível que sugerem a possibilidade que as lendas de Semiramis eram, na verdade, inspirado o reinado da rainha Sammu-Ramat e tem sua base, se não em seus atos reais, então pelo menos na impressão ela fez sobre o povo de seu tempo.

Semiramis, recebendo a pa…