Destaques do livro: Segundo das Crônicas | Leitura da Bíblia: 2 Crônicas

Destaques da leitura da Bíblia: 2 Crônicas | textos explicado e lições práticas


CRÔNICAS, OS LIVROS DAS


Dois livros inspirados das Escrituras Hebraicas, os quais, pelo visto, constituíam um único volume no original cânon hebraico. Os massoretas os consideravam uma única obra, e são considerados como um só livro nas relações que consideram as Escrituras Hebraicas como compostas de 22 ou 24 livros, e como dois livros na relação que considera o número total de livros como 39. A divisão em dois livros parece ter-se originado com os tradutores da Septuaginta grega. Nos manuscritos hebraicos, a divisão em dois começou no século 15. No texto hebraico, Crônicas aparece no fim da seção chamada de Escritos. O nome hebraico, Div•réh Hai•ya•mím, significa “Os Assuntos dos Dias”. Jerônimo sugeriu o nome de Chronicon, do qual deriva Crônicas, na Bíblia em português. Uma crônica é um registro de acontecimentos na ordem em que ocorreram. O título grego (na Septuaginta) é Pa•ra•lei•po•mé•non, que significa “Coisas Passadas por Alto (Não Ditas; Omitidas)”, isto é, dos livros de Samuel e dos Reis. No entanto, deve-se notar que as Crônicas de modo algum são mero suplemento destes livros.

DESTAQUES DE SEGUNDO CRÔNICAS


Vívido resumo da história sob reis da casa real de Davi, destacando as conseqüências da obediência a Deus e da desobediência.
Originalmente parte de um único rolo junto com Primeiro Crônicas.

O reinado de Salomão. ( 1:1-9:31)

Sua sabedoria, prosperidade; mas, imprudentemente, adquire muitos cavalos do Egito e toma por esposa a filha de Faraó.
Construção do templo; oração de dedicação de Salomão.
Visita da rainha de Sabá.

Eventos associados com o reinado de outros reis da casa real de Davi, e seu resultado. (10:1-36:23)

Após a resposta rude de Roboão, dez tribos separam-se sob Jeroboão e voltam-se para a adoração do bezerro; Roboão também abandona a lei de Deus, sendo deixado à mercê de Sisaque, do Egito.
Por Abias estribar-se em Jeová, Judá é vitorioso contra o exército de Israel, que confia na superioridade numérica e na adoração de bezerros de ouro; 500.000 são mortos.
Quando Asa se estriba em Jeová, derrota um milhão de etíopes invasores; Asa tolamente faz aliança com a Síria e fica irado ao ser censurado pelo profeta de Jeová.
Jeosafá institui programa de educação na lei de Deus; imprudentemente faz aliança matrimonial com Acabe.
Moabe, Amom e Seir invadem Judá; Jeosafá recorre a Jeová em busca de ajuda; é lembrado: ‘A batalha é de Deus!’
Jeorão (cuja esposa é filha de Acabe e Jezabel) age de modo iníquo, assim como seu filho Acazias; daí, a assassina Atalia, viúva de Jeorão, usurpa o trono.
Jeoás começa bem, sob a influência do sumo sacerdote Jeoiada; mais tarde torna-se apóstata e manda apedrejar o fiel Zacarias.
Amazias começa bem, depois adora ídolos de Seir; derrotado por Israel, é assassinado.
Uzias também começa bem; mais tarde, orgulhosamente tenta oferecer incenso no templo, é atacado de lepra.
Jotão procede bem, mas o povo age ruinosamente.
Acaz se volta para a adoração de Baal; a nação sofre severamente.
Ezequias limpa o templo; Senaqueribe invade Judá, zomba de Jeová; Ezequias estriba-se em Jeová; 185.000 assírios são mortos por um anjo.
Manassés pratica crassa idolatria e derrama muito sangue inocente; levado cativo pelos assírios; arrepende-se, é restabelecido no seu trono por Jeová.
Amom segue o mau exemplo do seu pai Manassés; não se humilha.
Josias dirige reforma religiosa zelosa, conserta templo; insiste em combater o Faraó Neco e é morto.
Jeoacaz governa brevemente, depois é levado cativo para o Egito.
Jeoiaquim age de modo detestável; seu filho e sucessor, Joaquim, é levado cativo para Babilônia.
Zedequias rebela-se contra o jugo de Babilônia; judeus são levados ao exílio; terra fica desolada por 70 anos.
Ciro, da Pérsia, emite decreto libertando os judeus para retornarem a Jerusalém a fim de reconstruir o templo.

23 de nov. Leitura da Bíblia: 2 Crônicas 1-5


(2 CRÔNICAS 1:11)

“Deus disse então a Salomão: “Visto que isto se mostrou achegado ao teu coração e não pediste riquezas, nem bens materiais, nem honra, nem a alma dos que te odeiam, nem mesmo pediste muitos dias, mas pediste sabedoria e conhecimento para ti, a fim de julgares meu povo sobre o qual te fiz rei,”

*** w05 1/12 p. 19 Destaques do livro de Segundo das Crônicas ***
1:11, 12. O pedido de Salomão mostrou a Jeová que obter sabedoria e conhecimento era importante para o rei. Nossas orações a Deus realmente revelam o que mais valorizamos na vida. Seremos sábios se analisarmos o conteúdo delas.

(2 CRÔNICAS 1:17)

“E costumava-se trazer para cima e exportar do Egito um carro por seiscentas moedas de prata e um cavalo por cento e cinqüenta; e assim era para todos os reis dos hititas e para os reis da Síria. Era por meio deles que se fazia a exportação.”

*** it-1 p. 474 Cavalo ***
Durante o reinado de Salomão, mercadores reais negociavam cavalos e carros. O preço dum cavalo era de 150 peças de prata (US$ 330, se as peças de prata eram siclos), e o preço dum carro era de 600 peças de prata (c. US$ 1.320, se eram siclos). — 1Rs 10:28, 29; 2Cr 1:16, 17.

(2 CRÔNICAS 2:8)

“E envia-me do Líbano madeiras de cedro, de junípero e de algum, pois eu mesmo sei muito bem que teus servos são experientes em cortar as árvores do Líbano, (e eis que os meus servos estão juntos com os teus servos,)”

*** it-1 p. 83 Algum ***
Algum
[hebr.: ʼal•gum•mím (2Cr 2:8; 9:10, 11); ʼal•mug•gím (1Rs 10:11, 12)].
Árvore incluída por Salomão na sua solicitação a Hirão, de Tiro, de lhe prover madeira para a construção do templo, e da qual se fizeram escadarias e escoras, bem como harpas e outros instrumentos de cordas.
A árvore chamada algum, deste relato, não pode ser identificada com certeza. Sugere-se tradicionalmente que se trata do sândalo-vermelho (Pterocarpus santalinus) agora encontrado na Índia e em Sri Lanka, embora alguns favoreçam o sândalo-branco (Santalum album), talvez por causa da declaração de Josefo, de que é similar à madeira de pinho, “mas . . . mais branca e mais lustrosa”. (Jewish Antiquities [Antiguidades Judaicas], VIII, 177 [vii, 1]) O sândalo-vermelho atinge a altura de uns 7,5 a 9 m e tem madeira dura, de fino grão e cor castanho-avermelhada, que aceita um alto grau de polimento. Sugere-se que é própria para instrumentos musicais do tipo mencionado no relato bíblico. A madeira é fragrante e é muito resistente a insetos.
O sândalo-vermelho não cresce atualmente no Líbano. Entretanto, o registro não define se as árvores de “algum” eram nativas do Líbano ou não. De qualquer modo, Hirão, mais tarde, achou por bem trazê-las de Ofir, e mesmo assim, a madeira talvez fosse importada até em Ofir, visto que este estava em condições de atuar como centro mercantil de contatos com a Índia, o Egito e outros lugares na África. (1Rs 10:11, 22) A raridade e a preciosidade da madeira entregue por Hirão são indicadas pela declaração de que “madeira de algum semelhante a esta nunca mais entrou nem se viu até o dia de hoje”. — 1Rs 10:12.

(2 CRÔNICAS 2:10)

“E eis que dou deveras trigo aos ajuntadores de lenha, aos cortadores das árvores, como mantimento para os teus servos, vinte mil coros, e vinte mil coros de cevada, e vinte mil batos de vinho, e vinte mil batos de azeite.””

*** it-1 p. 494 Cevada ***
Salomão proveu a Hirão 20.000 coros (4.400 kl) de cevada, junto com uma correspondente quantidade de trigo, e grandes quantidades de azeite e de vinho, como suprimentos para os servos do rei tírio, que preparavam materiais para o templo. (2Cr 2:10, 15)

(2 CRÔNICAS 2:13)

“E agora envio deveras um homem hábil, experiente em compreensão, pertencente a Hirão-Abi,”

*** it-2 p. 334 Hirão ***
2. O artesão perito que fez grande parte da mobília do templo de Salomão. Seu pai era tírio, mas a mãe era uma viúva “da tribo de Naftali” (1Rs 7:13, 14), “dos filhos de Dã”. (2Cr 2:13, 14) Esta aparente diferença é resolvida quando adotamos o conceito, segundo alguns peritos, de que ela nasceu na tribo de Dã, ficou viúva do primeiro marido da tribo de Naftali e depois se casou de novo com um tírio.
Hirão, rei de Tiro (N.° 1), enviou este Hirão para supervisionar a construção especial para Salomão, por causa da sua habilidade e experiência em trabalhar com materiais tais como ouro, prata, cobre, ferro, pedra e madeira. Hirão era também extraordinariamente perito em tingir, em gravar e em projetar todo tipo de dispositivos. Sem dúvida, desde a infância, parte deste treinamento técnico nas artes industriais daqueles tempos ele recebera do seu pai tírio, que era um consumado artífice em trabalhos de cobre. — 1Rs 7:13-45; 2Cr 2:13, 14; 4:11-16.
Pelo visto, o rei de Tiro chamava este homem de Hirão-Abi, que parece ser apelido que significa literalmente “Hirão, Meu Pai”. (2Cr 2:13) Com isto, o rei não queria dizer que Hirão fosse seu pai literal, mas, talvez, que ele era o “conselheiro” ou “artífice-mestre” do rei.

*** it-2 p. 334 Hirão-Abi ***
Hirão-Abi
[Hirão, Meu Pai].
Apelido dado ao “homem hábil” enviado pelo rei de Tiro para fabricar a mobília do templo de Salomão. Evidentemente, indicava que Hirão era “pai” no sentido de ser artífice-mestre. — 2Cr 2:13; veja HIRÃO N.° 2.

(2 CRÔNICAS 2:14)

“filho duma mulher dos filhos de Dã, mas cujo pai foi um homem de Tiro, experiente, para trabalhar em ouro e em prata, em cobre, em ferro, em pedras e em madeiras, em lã tingida de roxo, em linha azul e em tecido fino, e em carmesim, e em entalhar toda sorte de gravuras, e em elaborar toda sorte de projetos que se lhe dêem, junto com os teus próprios homens hábeis e com os homens hábeis de meu senhor Davi, teu pai.”

*** w05 1/12 p. 19 Destaques do livro de Segundo das Crônicas ***
2:14 — Por que a linhagem do artesão descrita nesse texto difere da encontrada em 1 Reis 7:14? O Primeiro dos Reis se refere à mãe do artesão como “mulher enviuvada da tribo de Naftali”, porque ela havia se casado com um homem daquela tribo. Mas ela era da tribo de Dã. Depois da morte de seu marido, casou-se com um homem de Tiro, e o artesão descendia desse casamento.

*** it-2 p. 334 Hirão ***
2. O artesão perito que fez grande parte da mobília do templo de Salomão. Seu pai era tírio, mas a mãe era uma viúva “da tribo de Naftali” (1Rs 7:13, 14), “dos filhos de Dã”. (2Cr 2:13, 14) Esta aparente diferença é resolvida quando adotamos o conceito, segundo alguns peritos, de que ela nasceu na tribo de Dã, ficou viúva do primeiro marido da tribo de Naftali e depois se casou de novo com um tírio.
Hirão, rei de Tiro (N.° 1), enviou este Hirão para supervisionar a construção especial para Salomão, por causa da sua habilidade e experiência em trabalhar com materiais tais como ouro, prata, cobre, ferro, pedra e madeira. Hirão era também extraordinariamente perito em tingir, em gravar e em projetar todo tipo de dispositivos. Sem dúvida, desde a infância, parte deste treinamento técnico nas artes industriais daqueles tempos ele recebera do seu pai tírio, que era um consumado artífice em trabalhos de cobre. — 1Rs 7:13-45; 2Cr 2:13, 14; 4:11-16.

(2 CRÔNICAS 2:18)

“De modo que fez setenta mil deles carregadores e oitenta mil talhadores no monte, e três mil e seiscentos supervisores para manter o povo no serviço.”

*** w05 1/12 p. 19 Destaques do livro de Segundo das Crônicas ***
2:18; 8:10 — Esses versículos mostram que o número de prepostos que serviam como encarregados e capatazes sobre os trabalhadores era de 3.600 mais 250, ao passo que 1 Reis 5:16; 9:23 mostra esse número como sendo de 3.300 mais 550. Por que essa diferença? A diferença parece estar na forma em que os prepostos eram classificados. Pode ser que Segundo das Crônicas diferencie os 3.600 prepostos não-israelitas e os 250 prepostos israelitas, ao passo que Primeiro dos Reis distingue os 3.300 capatazes dos 550 chefes de posição mais elevada. Nos dois casos, o número total dos que serviam como prepostos era de 3.850.

(2 CRÔNICAS 3:6)

“Além disso, recobriu a casa de pedra preciosa para beleza; e o ouro era ouro do país do ouro.”

*** it-2 p. 586 Jóias e pedras preciosas ***
Quando Salomão construiu o templo, ele “recobriu a casa de pedra preciosa para beleza”, ou a crivou de pedras preciosas. — 2Cr 3:6.

(2 CRÔNICAS 4:1)

“Então fez o altar de cobre, tendo ele vinte côvados de comprimento, e vinte côvados de largura, e dez côvados de altura.”

*** it-1 p. 96 Altar ***
Altares do Templo. Antes da dedicação do templo de Salomão, o altar de cobre feito no ermo servia para as ofertas sacrificiais de Israel no alto em Gibeão. (1Rs 3:4; 1Cr 16:39, 40; 21:29, 30; 2Cr 1:3-6) O altar de cobre feito depois para o templo abrangia uma área 16 vezes maior do que o feito para o tabernáculo, medindo cerca de 8,9 m de cada lado e tendo cerca de 4,5 m de altura. (2Cr 4:1) Em vista da sua altura, era essencial um meio de acesso. A lei de Deus proibia o uso de degraus até o altar, para impedir a exposição da nudez. (Êx 20:26) Alguns crêem que os calções de linho usados por Arão e seus filhos serviam para neutralizar esta ordem, e, assim, tornavam permissíveis os degraus. (Êx 28:42, 43) No entanto, parece provável que se usasse uma rampa inclinada para se chegar ao alto do altar da oferta queimada. Josefo (The Jewish War [A Guerra Judaica], V, 225 [v, 6]) indica que tal acesso era usado para o altar do templo mais tarde construído por Herodes. Se a disposição do altar do templo seguia à do tabernáculo, a rampa ficava provavelmente do lado S do altar. O “mar de fundição”, em que os sacerdotes se lavavam, seria assim de fácil acesso, visto que também ficava do lado S. (2Cr 4:2-5, 9, 10) Em outros aspectos, o altar construído para o templo, pelo que parece, foi modelado segundo o do tabernáculo, e não se fornece nenhuma descrição pormenorizada dele.

(2 CRÔNICAS 4:2)

“E ele passou a fazer o mar de fundição de dez côvados de uma borda à sua outra borda, circular em toda a volta, e sua altura era de cinco côvados e requeria um cordel de trinta côvados para circundá-lo em toda a volta.”

*** it-1 p. 300 Bacia ***
Outra bacia de grande tamanho era o enorme e ornamentado mar de fundição, posto sobre 12 touros modelados, e colocado “ao lado direito, ao leste, para o sul” da casa. Continha água para o uso dos sacerdotes. Era circular, tendo 10 côvados (4,5 m) de borda a borda, e 5 côvados (2,2 m) de altura. — 2Cr 4:2-6, 10.

(2 CRÔNICAS 4:3)

“E havia a semelhança de ornamentos em forma de bagas abaixo dele em toda a volta, circundando-o, dez por côvado, rodeando o mar em toda a volta. Os ornamentos em forma de bagas estavam em duas fileiras, fundidos na sua fundição.”

*** it-1 p. 301 Bagas ***
Os ornamentos em forma de bagas (hebr.: peqa•ʽím), que adornavam o mar de fundição e os painéis de cedro no interior do templo de Salomão talvez fossem redondos como o fruto da colocíntida. — 1Rs 6:18; 7:24; 2Cr 4:3.

(2 CRÔNICAS 4:4)

“Estava posto sobre doze touros, três enfrentando o norte, e três enfrentando o oeste, e três enfrentando o sul, e três enfrentando o leste; e o mar estava sobre eles, e todas as suas partes posteriores convergiam para o centro.”

*** w05 1/12 p. 19 Destaques do livro de Segundo das Crônicas ***
4:2-4 — Por que a representação de touros foi usada na construção da base do mar de fundição? Nas Escrituras, os touros são símbolos de força. (Ezequiel 1:10; Revelação [Apocalipse] 4:6, 7) A escolha de touros como representação era apropriada porque os 12 touros de cobre sustentavam o enorme “mar”, que pesava cerca de 30 toneladas. Fazer touros com esse objetivo não violava de forma alguma o segundo mandamento, que proibia a fabricação de objetos para adoração. — Êxodo 20:4, 5.

(2 CRÔNICAS 4:5)

“E tinha a grossura da largura da mão; e sua borda era do trabalho da borda dum copo, uma flor de lírio. Como receptáculo, podia conter [a medida de] três mil batos.”

*** w08 1/2 p. 15 Você Sabia? ***
Qual era o tamanho do mar de fundição no templo de Salomão?
O relato em 1 Reis 7:26 diz que o mar continha “a medida de dois mil batos” de água que era usada pelos sacerdotes, ao passo que o relato paralelo de 2 Crônicas 4:5 diz que ele continha “a medida de três mil batos”. Isso tem levado alguns a afirmar que essa diferença foi um erro de cópia no relato de Crônicas.
No entanto, a Tradução do Novo Mundo nos ajuda a entender como esses dois textos podem ser harmonizados. O Primeiro dos Reis 7:26 diz: “Continha a medida de dois mil batos.” Note que 2 Crônicas 4:5 diz: “Como receptáculo, podia conter a medida de três mil batos.” Assim, 2 Crônicas 4:5 refere-se à capacidade máxima da bacia do templo, isto é, o que ela podia conter, ao passo que 1 Reis 7:26 menciona a quantidade de água que geralmente era colocada na bacia. Em outras palavras, ela nunca era enchida por completo. Parece que era costume enchê-la apenas até dois terços de sua capacidade.

*** w05 1/12 p. 19 Destaques do livro de Segundo das Crônicas ***
4:5 — Qual era a capacidade total do mar de fundição? Quando cheio, o mar podia conter a medida de três mil batos, ou cerca de 66 mil litros. O nível normal, porém, provavelmente era de cerca de dois terços de sua capacidade. Primeiro dos Reis 7:26 diz: “[O mar] continha a medida de dois mil batos [44 mil litros].”

*** it-2 pp. 771-772 Mar de fundição (mar de cobre) ***
A borda do mar assemelhava-se a uma flor de lírio. Visto que a grossura deste vaso grande era “da largura da mão [7,4 cm]”, pode ter pesado perto de 27 toneladas métricas. (1Rs 7:24-26) Esta enorme quantidade de cobre procedeu dos suprimentos que o Rei Davi havia obtido nas suas conquistas na Síria. (1Cr 18:6-8) A fundição foi feita em molde de argila, na região do Jordão, e foi deveras uma façanha notável. — 1Rs 7:44-46.
Capacidade. O relato de 1 Reis 7:26 menciona o mar como ‘contendo a medida de dois mil batos’, ao passo que o relato paralelo de 2 Crônicas 4:5 fala dele como ‘contendo a medida de três mil batos’. Alguns afirmam que a diferença é o resultado dum erro de escriba no relato de Crônicas. Todavia, embora o verbo hebraico para “conter”, em cada caso, seja o mesmo, há certa margem permissível na sua tradução. Portanto, algumas traduções vertem 1 Reis 7:26 no sentido de que o vaso “levava” ou “continha” 2.000 batos, e traduzem 2 Crônicas 4:5 para rezar que ele tinha a “capacidade” ou “podia conter” 3.000 batos. (Al, NM) Isto dá a entender que o relato em Reis especifica a quantidade de água costumeiramente armazenada no recipiente, ao passo que o relato em Crônicas fornece a capacidade real do vaso, quando enchido até a borda.
Existe evidência de que o bato antigamente era igual a 22 l, de modo que, se enchido até dois terços da sua capacidade, o mar conteria normalmente cerca de 44.000 l de água. Para ter a capacidade indicada, seus lados não devem ter sido retos, mas bojudos, dando ao vaso o formato dum bulbo. Um vaso de tal forma e com as dimensões já mencionadas podia conter até 66.000 l. Josefo, historiador judeu do primeiro século EC, descreve o mar como tendo “a forma dum hemisfério”. Ele indica também que a localização do mar era entre o altar da oferta queimada e o edifício do templo, um pouco para o sul. — Jewish Antiquities (Antiguidades Judaicas), VIII, 79 (iii, 5); VIII, 86 (iii, 6).

(2 CRÔNICAS 4:6)

“Além disso, fez dez bacias e pôs cinco à direita e cinco à esquerda, para se fazer a lavagem nelas. Enxaguavam nelas as coisas que tinham que ver com a oferta queimada. O mar, porém, era para os sacerdotes se lavarem nele.”

*** it-1 p. 300 Bacia ***
Usa-se a palavra hebraica ki•yóhr (ou: ki•yór), que significa “bacia” ou “lavatório”, para a bacia do tabernáculo. (Êx 35:16 n.) Ela é também usada para as dez bacias que Salomão fez para o uso do templo, nas quais se enxaguavam as coisas que tinham que ver com a oferta queimada. — 2Cr 4:6, 14.

(2 CRÔNICAS 4:16)

“e os recipientes, e as pás, e os garfos, e todos os seus utensílios foram feitos por Hirão-Abive para o Rei Salomão, para a casa de Jeová, de cobre polido.”

*** it-2 p. 334 Hirão ***
De modo similar, a expressão Hirão-Abive (literalmente: “Hirão, Seu Pai”) parece significar ‘Hirão é seu artífice-mestre’, isto é, do rei. — 2Cr 4:16.

*** it-2 p. 334 Hirão-Abive ***
Hirão-Abive
[Hirão, Seu Pai].
Termo usado com referência ao artífice perito enviado de Tiro para supervisionar a fabricação da mobília do templo de Salomão. Parece indicar que Hirão era “pai”, não em sentido literal, mas por ser artífice-mestre. — 2Cr 4:16; veja HIRÃO N.° 2.

(2 CRÔNICAS 5:2)

“Foi então que Salomão passou a congregar os anciãos de Israel e todos os cabeças das tribos, os maiorais das casas paternas dos filhos de Israel, em Jerusalém, para que fizessem a arca do pacto de Jeová subir da Cidade de Davi, isto é, Sião.”

*** it-1 p. 129 Ancião ***
As referências a “todo o Israel, seus anciãos e seus cabeças, e seus juízes, e seus oficiais” (Jos 23:2; 24:1), aos “anciãos de Israel e todos os cabeças das tribos, os maiorais das casas paternas” (2Cr 5:2), não significam que os “cabeças”, “juízes”, “oficiais” e “maiorais” fossem diferentes dos “anciãos”, mas, antes, indicam que os assim denominados de modo específico detinham determinados cargos no corpo de anciãos. — Compare isso com 2Rs 19:2; Mr 15:1.

(2 CRÔNICAS 5:10)

“Não havia nada na Arca a não ser as duas tábuas que Moisés dera em Horebe, quando Jeová fez um pacto com os filhos de Israel quando saíam do Egito.”

*** w06 15/1 p. 31 Perguntas dos Leitores ***
Perguntas dos Leitores
Havia outros itens na arca do pacto além das duas tábuas de pedra?
Na época da dedicação do templo de Salomão em 1026 AEC, “não havia nada na Arca a não ser as duas tábuas que Moisés dera em Horebe, quando Jeová fez um pacto com os filhos de Israel quando saíam do Egito”. (2 Crônicas 5:10) Mas não foi sempre assim.
“No terceiro mês após a saída dos filhos de Israel da terra do Egito”, eles entraram no deserto do Sinai. (Êxodo 19:1, 2) Depois disso, Moisés subiu no monte Sinai e recebeu as duas tábuas da Lei. Ele relata: “Virei-me então e desci do monte, e coloquei as tábuas na arca que eu tinha feito, para que continuassem nela, assim como Jeová me ordenara.” (Deuteronômio 10:5) Essa era uma arca (ou recipiente) provisória que Jeová mandou Moisés fazer para guardar as tábuas da Lei. (Deuteronômio 10:1) A arca do pacto só ficou pronta por volta do fim de 1513 AEC.
Pouco depois de serem libertos do Egito, os israelitas começaram a reclamar por causa da comida. Por isso Jeová deu a eles o maná. (Êxodo 12:17, 18; 16:1-5) Naquela ocasião, Moisés instruiu Arão: “Toma um jarro e põe nele um gômor de maná, e deposita-o diante de Jeová como algo a ser guardado nas vossas gerações.” O relato diz: “Assim como Jeová mandara a Moisés, Arão passou a depositá-lo diante do Testemunho [um lugar para guardar documentos importantes] como algo a ser guardado.” (Êxodo 16:33, 34) Não há dúvida de que Arão pôs o maná num jarro naquela ocasião, mas ele só pôde colocá-lo diante do Testemunho depois que Moisés fez a arca e colocou as tábuas nela.
Como já mencionado, a arca do pacto foi feita por volta do fim de 1513 AEC. O bastão de Arão foi colocado nela bem mais tarde, depois da rebelião de Corá e outros. O apóstolo Paulo menciona “a arca do pacto . . . , na qual havia o jarro de ouro com o maná e a vara de Arão, que brotara, e as tábuas do pacto”. — Hebreus 9:4.
O maná foi uma provisão feita por Deus durante os 40 anos que os israelitas passaram no deserto. Parou de ser fornecido quando eles “começaram a comer dos produtos da terra” prometida. (Josué 5:11, 12) O bastão de Arão foi colocado na arca com um objetivo — servir de sinal, ou testemunho, para a geração rebelde. Isso indica que o bastão ficou ali pelo menos durante a jornada no deserto. Então, parece lógico concluir que, algum tempo depois de Israel ter entrado na Terra Prometida e antes da dedicação do templo de Salomão, o bastão de Arão e o jarro de ouro com maná foram retirados da arca do pacto.

*** it-1 p. 181 Arca do pacto ***
A Arca servia de arquivo sagrado para a segura conservação das sagradas advertências, ou testemunho, seu principal conteúdo sendo as duas tábuas do testemunho, ou os Dez Mandamentos. (Êx 25:16) Um “jarro de ouro com o maná e a vara de Arão, que brotara”, foram adicionados à Arca, porém, foram mais tarde removidos, algum tempo antes da construção do templo de Salomão. (He 9:4; Êx 16:32-34; Núm 17:10; 1Rs 8:9; 2Cr 5:10)

(2 CRÔNICAS 5:13)

“e sucedeu que, assim que os que tocavam as trombetas e os cantores eram como que um, fazendo um só som ser ouvido em louvor e em agradecimento a Jeová, e assim que elevaram o som com as trombetas, e com os címbalos, e com os instrumentos de canto, e com louvor a Jeová, “porque ele é bom, pois a sua benevolência é por tempo indefinido”, a própria casa se encheu duma nuvem, a própria casa de Jeová,”

*** w94 1/5 p. 10 par. 7 Cante louvores a Jeová ***
Também se cantava louvor a Jeová acompanhado por música instrumental na ocasião em que o Rei Salomão dedicou o templo em Jerusalém. Lemos em 2 Crônicas 5:13, 14: “Sucedeu que, assim que os que tocavam as trombetas e os cantores eram como que um, fazendo um só som ser ouvido em louvor e em agradecimento a Jeová, e assim que elevaram o som com as trombetas, e com os címbalos, e com os instrumentos de canto, e com louvor a Jeová, ‘porque ele é bom, pois a sua benevolência é por tempo indefinido’, a própria casa se encheu duma nuvem, a própria casa de Jeová, e os sacerdotes não puderam ficar de pé para ministrar por causa da nuvem; porque a glória de Jeová encheu a casa do verdadeiro Deus.” O que indica isso? Que Jeová estava escutando o melodioso louvor e também que se agradou dele, conforme indicado pela nuvem sobrenatural.

(2 CRÔNICAS 5:14)

“e os sacerdotes não puderam ficar de pé para ministrar por causa da nuvem; porque a glória de Jeová encheu a casa do [verdadeiro] Deus.”

*** w94 1/5 p. 10 par. 7 Cante louvores a Jeová ***
Também se cantava louvor a Jeová acompanhado por música instrumental na ocasião em que o Rei Salomão dedicou o templo em Jerusalém. Lemos em 2 Crônicas 5:13, 14: “Sucedeu que, assim que os que tocavam as trombetas e os cantores eram como que um, fazendo um só som ser ouvido em louvor e em agradecimento a Jeová, e assim que elevaram o som com as trombetas, e com os címbalos, e com os instrumentos de canto, e com louvor a Jeová, ‘porque ele é bom, pois a sua benevolência é por tempo indefinido’, a própria casa se encheu duma nuvem, a própria casa de Jeová, e os sacerdotes não puderam ficar de pé para ministrar por causa da nuvem; porque a glória de Jeová encheu a casa do verdadeiro Deus.” O que indica isso? Que Jeová estava escutando o melodioso louvor e também que se agradou dele, conforme indicado pela nuvem sobrenatural.

30 de nov. Leitura da Bíblia: 2 Crônicas 6-9


(2 CRÔNICAS 6:4)

“E ele prosseguiu, dizendo: “Bendito seja Jeová, o Deus de Israel, que falou com a sua própria boca com Davi, meu pai, e que pelas suas próprias mãos deu cumprimento, dizendo:”

*** w05 1/12 p. 19 Destaques do livro de Segundo das Crônicas ***
6:4. O apreço de coração pela benevolência e bondade de Jeová deve nos motivar a bendizê-lo, ou seja, louvar a Jeová com afeição e gratidão.

(2 CRÔNICAS 6:29)

“qualquer oração, qualquer pedido de favor que venha a haver da parte de qualquer homem ou de todo o teu povo Israel, por conhecerem, cada um, a sua própria praga e a sua própria dor; quando ele realmente estender as palmas das suas mãos para esta casa,”

*** w10 1/12 p. 11 Ele conhece “o coração dos filhos da humanidade” ***
Achegue-se a Deus
Ele conhece “o coração dos filhos da humanidade”
2 CRÔNICAS 6:29, 30
QUEM de nós já não se sentiu esmagado pelos desafios e problemas da vida? Às vezes pode parecer que não existe ninguém que realmente entende as dificuldades que enfrentamos ou a profunda dor que sentimos. Mas há alguém que entende plenamente nossos sentimentos — Jeová Deus. Podemos encontrar consolo nas palavras de Salomão em 2 Crônicas 6:29, 30.
Salomão orou na inauguração do templo em Jerusalém em 1026 AEC. Nessa oração, que talvez tenha levado dez minutos, Salomão louvou a Jeová como um Deus de lealdade, o Cumpridor de promessas e o Ouvinte de oração. — 1 Reis 8:23-53; 2 Crônicas 6:14-42.
Salomão implorou a Deus para que ouvisse as súplicas de seus adoradores. (Versículo 29) Apesar de Salomão mencionar muitas aflições (versículo 28), ele observou que cada adorador conhecia “a sua própria praga” e sentia “a sua própria dor”. Uma pessoa pode estar sofrendo por um motivo ao passo que outra talvez esteja passando por um problema muito diferente.
Seja qual for o caso, os que temem a Deus não precisam enfrentar seus problemas sozinhos. Em sua oração, Salomão tinha em mente o adorador individual que talvez sentisse necessidade de ‘estender as palmas das mãos’, aproximando-se de Jeová numa oração sincera. Talvez Salomão tenha se lembrado de seu pai, Davi, que quando se sentiu muito aflito disse: “Lança teu fardo sobre o próprio Jeová.” — Salmo 55:4, 22.
Como Jeová atende os pedidos sinceros por ajuda? Salomão implorou a Jeová: “Que tu mesmo ouças desde os céus, lugar da tua morada, e terás de perdoar e dar a cada um segundo todos os seus caminhos.” (Versículo 30) Salomão sabia que o “Ouvinte de oração” se importa com seus adoradores não apenas como grupo, mas também como indivíduos. (Salmo 65:2) Jeová provê a ajuda necessária, incluindo o perdão para o pecador que retorna a Ele de todo o coração. — 2 Crônicas 6:36-39.
Por que Salomão tinha certeza de que Jeová responderia aos apelos de um adorador arrependido? Continuando sua oração, ele observou: ‘Porque tu, Jeová, conheces o seu coração (pois somente tu mesmo conheces bem o coração dos filhos da humanidade).’ Jeová conhece a praga ou a dor de cada adorador fiel, e se preocupa com sua aflição. — Salmo 37:4.
A oração de Salomão pode nos consolar. Amigos talvez não entendam plenamente nossos sentimentos íntimos — nossa “própria praga” e nossa “própria dor”. (Provérbios 14:10) Mas Jeová conhece nosso coração e se importa muito conosco. Derramar nosso coração a ele em oração pode tornar nossos problemas mais fáceis de suportar. A Bíblia diz: ‘Lançem sobre ele toda a sua ansiedade, porque ele tem cuidado de vocês.’ — 1 Pedro 5:7.
[Nota(s) de rodapé]
Nos tempos bíblicos, ‘estender as palmas das mãos’, mantendo-as voltadas para cima, era um gesto que indicava oração. — 2 Crônicas 6:13.

*** w08 15/3 pp. 12-13 pars. 5-6 Jeová escuta nossos ‘clamores por ajuda’ ***
5 Salomão, filho de Davi, destacou esse fato na dedicação do templo em Jerusalém. (Leia 2 Crônicas 6:29-31.) Ele implorou a Jeová que ouvisse os clamores de todos os sinceros que orassem a Ele a respeito de ‘sua própria praga e de sua própria dor’. Como Deus reagiria às orações dessas pessoas aflitas? Salomão tinha certeza de que Deus não apenas escutaria essas orações, mas também agiria em benefício dessas pessoas. Por quê? Porque Deus realmente sabe o que há no “coração dos filhos da humanidade”.
6 Nós também podemos orar a Jeová a respeito de ‘nossa própria praga e nossa própria dor’, nossas aflições. Devemos nos sentir consolados de saber que ele entende nossas aflições e se importa conosco.

*** w04 1/1 p. 32 Deus se importa conosco? ***
Deus se importa conosco?
VOCÊ está emocionalmente sobrecarregado por causa de problemas de família, saúde, trabalho, ou outras responsabilidades de peso? Muitas pessoas se sentem assim. E quem hoje não é afetado por injustiça, crime e violência? De fato, acontece exatamente como a Bíblia diz: “Toda a criação junta persiste em gemer e junta está em dores até agora.” (Romanos 8:22) Não é de admirar que muitos perguntem: ‘Será que Deus se importa com o que acontece? Ele nos ajudará de alguma maneira?’
O sábio Rei Salomão disse a Deus em oração: “Somente tu mesmo conheces bem o coração dos filhos da humanidade.” Salomão estava certo que Deus não apenas nos conhece, mas também se importa com cada um de nós. Ele pediu a Deus para ‘ouvir desde os céus’ e responder as orações de cada pessoa piedosa que Lhe revelasse “a sua própria praga e a sua própria dor”. — 2 Crônicas 6:29, 30.
Jeová Deus ainda se importa conosco e nos convida a implorar a ele em oração. (Salmo 50:15) Ele promete responder as orações sinceras que estiverem em harmonia com sua vontade. (Salmo 55:16, 22; Lucas 11:5-13; 2 Coríntios 4:7) Jeová realmente ouve ‘qualquer oração e qualquer pedido de favor da parte de qualquer homem ou de todo o seu povo’. Assim, se confiarmos em Deus, orarmos por sua ajuda e nos achegarmos a ele, receberemos seu cuidado amoroso e sua orientação. (Provérbios 3:5, 6) O escritor bíblico Tiago nos garante: “Chegai-vos a Deus, e ele se chegará a vós.” — Tiago 4:8.

*** w97 15/4 p. 4 “O Deus de paz” cuida dos aflitos ***
Jeová não é indiferente às adversidades do seu povo. (Salmo 34:15) Está atento às necessidades de cada indivíduo que o teme, não só dos seus servos como grupo. Ao dedicar o templo na Jerusalém antiga, Salomão implorou a Jeová que ouvisse ‘qualquer oração, qualquer pedido de favor que viesse a haver da parte de qualquer homem ou de todo o seu povo Israel, por conhecerem, cada um, a sua própria praga e a sua própria dor’. (2 Crônicas 6:29) Como Salomão reconheceu, cada indivíduo tem um tipo de sofrimento a suportar. Para alguém, pode ser uma doença física. Para outro, problemas emocionais. Alguns sofrem com a morte dum ente querido. Desemprego, dificuldades financeiras e problemas familiares também são sofrimentos comuns nos tempos difíceis em que vivemos.

(2 CRÔNICAS 6:30)

“então que tu mesmo ouças desde os céus, lugar da tua morada, e terás de perdoar e dar a cada um segundo todos os seus caminhos, porque conheces o seu coração (pois somente tu mesmo conheces bem o coração dos filhos da humanidade);”

*** w10 1/12 p. 11 Ele conhece “o coração dos filhos da humanidade” ***
Achegue-se a Deus
Ele conhece “o coração dos filhos da humanidade”
2 CRÔNICAS 6:29, 30
QUEM de nós já não se sentiu esmagado pelos desafios e problemas da vida? Às vezes pode parecer que não existe ninguém que realmente entende as dificuldades que enfrentamos ou a profunda dor que sentimos. Mas há alguém que entende plenamente nossos sentimentos — Jeová Deus. Podemos encontrar consolo nas palavras de Salomão em 2 Crônicas 6:29, 30.
Salomão orou na inauguração do templo em Jerusalém em 1026 AEC. Nessa oração, que talvez tenha levado dez minutos, Salomão louvou a Jeová como um Deus de lealdade, o Cumpridor de promessas e o Ouvinte de oração. — 1 Reis 8:23-53; 2 Crônicas 6:14-42.
Salomão implorou a Deus para que ouvisse as súplicas de seus adoradores. (Versículo 29) Apesar de Salomão mencionar muitas aflições (versículo 28), ele observou que cada adorador conhecia “a sua própria praga” e sentia “a sua própria dor”. Uma pessoa pode estar sofrendo por um motivo ao passo que outra talvez esteja passando por um problema muito diferente.
Seja qual for o caso, os que temem a Deus não precisam enfrentar seus problemas sozinhos. Em sua oração, Salomão tinha em mente o adorador individual que talvez sentisse necessidade de ‘estender as palmas das mãos’, aproximando-se de Jeová numa oração sincera. Talvez Salomão tenha se lembrado de seu pai, Davi, que quando se sentiu muito aflito disse: “Lança teu fardo sobre o próprio Jeová.” — Salmo 55:4, 22.
Como Jeová atende os pedidos sinceros por ajuda? Salomão implorou a Jeová: “Que tu mesmo ouças desde os céus, lugar da tua morada, e terás de perdoar e dar a cada um segundo todos os seus caminhos.” (Versículo 30) Salomão sabia que o “Ouvinte de oração” se importa com seus adoradores não apenas como grupo, mas também como indivíduos. (Salmo 65:2) Jeová provê a ajuda necessária, incluindo o perdão para o pecador que retorna a Ele de todo o coração. — 2 Crônicas 6:36-39.
Por que Salomão tinha certeza de que Jeová responderia aos apelos de um adorador arrependido? Continuando sua oração, ele observou: ‘Porque tu, Jeová, conheces o seu coração (pois somente tu mesmo conheces bem o coração dos filhos da humanidade).’ Jeová conhece a praga ou a dor de cada adorador fiel, e se preocupa com sua aflição. — Salmo 37:4.
A oração de Salomão pode nos consolar. Amigos talvez não entendam plenamente nossos sentimentos íntimos — nossa “própria praga” e nossa “própria dor”. (Provérbios 14:10) Mas Jeová conhece nosso coração e se importa muito conosco. Derramar nosso coração a ele em oração pode tornar nossos problemas mais fáceis de suportar. A Bíblia diz: ‘Lançem sobre ele toda a sua ansiedade, porque ele tem cuidado de vocês.’ — 1 Pedro 5:7.
[Nota(s) de rodapé]
Nos tempos bíblicos, ‘estender as palmas das mãos’, mantendo-as voltadas para cima, era um gesto que indicava oração. — 2 Crônicas 6:13.

*** w08 15/3 pp. 12-13 pars. 5-6 Jeová escuta nossos ‘clamores por ajuda’ ***
5 Salomão, filho de Davi, destacou esse fato na dedicação do templo em Jerusalém. (Leia 2 Crônicas 6:29-31.) Ele implorou a Jeová que ouvisse os clamores de todos os sinceros que orassem a Ele a respeito de ‘sua própria praga e de sua própria dor’. Como Deus reagiria às orações dessas pessoas aflitas? Salomão tinha certeza de que Deus não apenas escutaria essas orações, mas também agiria em benefício dessas pessoas. Por quê? Porque Deus realmente sabe o que há no “coração dos filhos da humanidade”.
6 Nós também podemos orar a Jeová a respeito de ‘nossa própria praga e nossa própria dor’, nossas aflições. Devemos nos sentir consolados de saber que ele entende nossas aflições e se importa conosco.

*** w04 1/1 p. 32 Deus se importa conosco? ***
Deus se importa conosco?
VOCÊ está emocionalmente sobrecarregado por causa de problemas de família, saúde, trabalho, ou outras responsabilidades de peso? Muitas pessoas se sentem assim. E quem hoje não é afetado por injustiça, crime e violência? De fato, acontece exatamente como a Bíblia diz: “Toda a criação junta persiste em gemer e junta está em dores até agora.” (Romanos 8:22) Não é de admirar que muitos perguntem: ‘Será que Deus se importa com o que acontece? Ele nos ajudará de alguma maneira?’
O sábio Rei Salomão disse a Deus em oração: “Somente tu mesmo conheces bem o coração dos filhos da humanidade.” Salomão estava certo que Deus não apenas nos conhece, mas também se importa com cada um de nós. Ele pediu a Deus para ‘ouvir desde os céus’ e responder as orações de cada pessoa piedosa que Lhe revelasse “a sua própria praga e a sua própria dor”. — 2 Crônicas 6:29, 30.
Jeová Deus ainda se importa conosco e nos convida a implorar a ele em oração. (Salmo 50:15) Ele promete responder as orações sinceras que estiverem em harmonia com sua vontade. (Salmo 55:16, 22; Lucas 11:5-13; 2 Coríntios 4:7) Jeová realmente ouve ‘qualquer oração e qualquer pedido de favor da parte de qualquer homem ou de todo o seu povo’. Assim, se confiarmos em Deus, orarmos por sua ajuda e nos achegarmos a ele, receberemos seu cuidado amoroso e sua orientação. (Provérbios 3:5, 6) O escritor bíblico Tiago nos garante: “Chegai-vos a Deus, e ele se chegará a vós.” — Tiago 4:8.

(2 CRÔNICAS 7:14)

“e meu povo, que tem sido chamado pelo meu nome, se humilhar e orar, e procurar a minha face, e recuar dos seus maus caminhos, então eu mesmo ouvirei desde os céus e perdoarei o seu pecado, e sararei a sua terra.”

*** g94 22/1 p. 19 Como largar a vida dupla? ***
Mas não basta só lamentar o que está fazendo. Robert, um rapaz que usava drogas às escondidas, admite: “Eu era muito infeliz. Sabia o que era certo e o que era errado. Mesmo assim levava vida dupla.” Por isso é preciso agir com coragem! Em 2 Crônicas 7:14, Deus disse que, se pecadores se ‘humilhassem e orassem, e procurassem a sua face, e recuassem dos seus maus caminhos, então ele mesmo ouviria desde os céus e perdoaria o seu pecado’.
‘Procurar a face de Deus’ significa orar a ele, confessar o erro e suplicar perdão. Pode não ser fácil fazer isso, mas você sem dúvida se sentirá muito aliviado se o fizer.

(2 CRÔNICAS 8:2)

“que as cidades que Hirão tinha dado a Salomão — Salomão as reconstruiu e então fez os filhos de Israel morar ali.”

*** it-1 p. 389 Cabul ***
No relato paralelo dos eventos que se seguiram ao término do projeto de construções de Salomão, 2 Crônicas 8:2 menciona as cidades “que Hirão tinha dado a Salomão”, cidades que Salomão reconstruiu para serem usadas pelos israelitas. Não se declara se estas cidades eram ou não as mesmas que Salomão inicialmente deu de presente a Hirão. Se eram, então este texto indicaria que Hirão rejeitou essa dádiva. Alguns também sugerem que estava envolvida uma troca de presentes de cidades, embora isto não seja mencionado no relato de Primeiro Reis 9.

*** it-2 p. 333 Hirão ***
Ao fim dos vinte anos de construção de Salomão, este deu a Hirão 20 cidades, mas elas mostravam ser bem indesejáveis aos olhos de Hirão. (1Rs 9:10-13; veja CABUL N.° 2.) Não há certeza se Hirão devolveu estas mesmas cidades a Salomão ou lhe deu outras. (2Cr 8:1, 2)

(2 CRÔNICAS 8:3)

“Outrossim, Salomão foi a Hamate-Zobá e prevaleceu sobre ela.”

*** it-2 p. 282 Hamate-Zobá ***
Hamate-Zobá
Este lugar foi evidentemente conquistado por Salomão e assim consta no único envolvimento militar dele aludido nas Escrituras. (2Cr 8:3) A identificação exata de Hamate-Zobá é incerta. Hamate e Zobá talvez fossem reinos vizinhos (veja 1Cr 18:9; 2Cr 8:4), daí o nome composto de “Hamate-Zobá”. Que dois lugares geográficos vizinhos podem ser juntados assim é ilustrado por 1 Crônicas 6:78. O hebraico literal deste texto reza “do Jordão Jericó”, ou “do Jordão de Jericó”, e usualmente é vertido por “do Jordão, [na altura] de Jericó”. — NM, Al, BLH.

(2 CRÔNICAS 8:4)

“Então reconstruiu Tadmor, no ermo, e todas as cidades-armazéns que havia construído em Hamate.”

*** w99 15/1 p. 28 “A senhora de cabelos escuros do ermo da Síria” ***
Uma cidade na extremidade de um deserto
Palmira, a cidade de Zenóbia, ficava cerca de 210 quilômetros ao nordeste de Damasco, na extremidade norte do deserto da Síria, onde as cordilheiras do Antilíbano descem à planície. Essa cidade-oásis ficava aproximadamente na metade do caminho entre o mar Mediterrâneo, ao oeste, e o rio Eufrates, ao leste. O Rei Salomão pode tê-la conhecido como Tadmor, um lugar que era vital para o bem-estar de seu reino por duas razões: como guarnição para a defesa da fronteira norte e como um elo crucial na rota das cidades-caravanas. Por isso, Salomão “reconstruiu Tadmor, no ermo”. — 2 Crônicas 8:4.
A história não menciona Tadmor nos mil anos que se seguiram ao reinado de Salomão. Se sua identificação com Palmira estiver correta, ela começou a destacar-se depois que a Síria se tornou um posto avançado do império romano, em 64 AEC.

(2 CRÔNICAS 8:10)

“Estes eram os chefes dos prepostos que pertenciam ao Rei Salomão, duzentos e cinqüenta, os capatazes sobre o povo.”

*** w05 1/12 p. 19 Destaques do livro de Segundo das Crônicas ***
2:18; 8:10 — Esses versículos mostram que o número de prepostos que serviam como encarregados e capatazes sobre os trabalhadores era de 3.600 mais 250, ao passo que 1 Reis 5:16; 9:23 mostra esse número como sendo de 3.300 mais 550. Por que essa diferença? A diferença parece estar na forma em que os prepostos eram classificados. Pode ser que Segundo das Crônicas diferencie os 3.600 prepostos não-israelitas e os 250 prepostos israelitas, ao passo que Primeiro dos Reis distingue os 3.300 capatazes dos 550 chefes de posição mais elevada. Nos dois casos, o número total dos que serviam como prepostos era de 3.850.

(2 CRÔNICAS 8:18)

“E Hirão, por meio dos seus servos, enviou-lhe regularmente navios e servos que tinham conhecimento do mar, e estes iam com os servos de Salomão a Ofir, e foram tomar de lá quatrocentos e cinqüenta talentos de ouro e trazê-lo ao Rei Salomão.”

*** it-2 p. 96 Eziom-Géber ***
Pode-se notar que tanto no caso de Salomão como no de Jeosafá alguns dos navios se destinavam a ir não só a Ofir, mas também a Társis. (2Cr 9:21; 20:36, 37) Visto que há forte evidência de que Társis ficava na Espanha, alguns duvidam de que navios saindo de Eziom-Géber pudessem ter feito tal viagem nos tempos antigos. Sobre isso, veja o artigo TÁRSIS N.° 4, onde se apresenta a possibilidade da existência dum canal do Nilo para o mar Vermelho. Tal canal poderia também explicar como o Rei Hirão podia enviar não somente homens, mas “navios” a Eziom-Géber e Elote (Elate) para o uso de Salomão. (2Cr 8:17, 18) Por outro lado, sugeriu-se também que esses navios talvez fossem mandados para um ponto na costa filistéia, desmantelados e transportados por terra até o golfo de ʽAqaba, onde eram reconstruídos. Os que sustentam tal conceito salientam que os cruzados, mais tarde, usaram um método similar. Quer por algum canal entre o Nilo e o mar Vermelho, quer por rota terrestre, parece provável que pelo menos a madeira tenha sido suprida de florestas em outra parte, visto que a região ao redor de Eziom-Géber tem palmeirais, mas não árvores adequadas para a construção de navios.

(2 CRÔNICAS 9:1)

“E a própria rainha de Sabá ouviu as notícias a respeito de Salomão e ela passou a vir, para pôr Salomão à prova com perguntas difíceis, em Jerusalém, junto com um séquito bem impressionante e com camelos carregando óleo de bálsamo, e ouro em grande quantidade, e pedras preciosas. Por fim ela entrou até Salomão e falou com ele sobre tudo o que lhe veio a ser achegado ao coração.”

*** it-1 p. 169 Arábia ***
Por causa da grande superioridade do camelo sobre o jumento nas longas viagens pelo deserto, considera-se que sua domesticação tenha resultado em algo parecido a uma revolução econômica para a Arábia, contribuindo para o desenvolvimento dos chamados “Reinos das Especiarias” da Arábia do Sul.
Caravanas de camelos, procedentes do S mais fértil, serpenteavam pelas rotas desérticas que corriam paralelas ao mar Vermelho, avançando de um oásis para outro, e de um poço para outro, até que alcançavam a península do Sinai, ponto do qual podiam desviar-se em direção ao Egito ou continuar a subir até a Palestina ou Damasco. Além de suas altamente prezadas especiarias e resinas aromáticas, tais como o olíbano e a mirra (Is 60:6), talvez transportassem ouro e madeira de algum de Ofir (1Rs 9:28; 10:11), e pedras preciosas, como fez a rainha de Sabá em sua visita ao Rei Salomão. (1Rs 10:1-10, 15; 2Cr 9:1-9, 14)

(2 CRÔNICAS 9:4)

“e o alimento da sua mesa, e a maneira de se assentarem os seus servos, e o serviço à mesa dos seus garçons e o vestuário deles, e seu serviço de bebida e o vestuário deles, e seus sacrifícios queimados que oferecia regularmente na casa de Jeová, então se mostrou não haver mais espírito nela.”

*** w99 1/11 p. 23 Quando há bastante generosidade ***
Durante o glorioso reinado de Salomão, “todos os reis da terra”, que ouviram falar dele, vieram visitá-lo. Mas a Bíblia menciona por nome apenas um governante, a rainha de Sabá. (2 Crônicas 9:23) Que sacrifício ela fez! Mas ela foi ricamente recompensada — tanto assim, que no fim da sua visita ela ficou “de boca aberta e muito admirada”. — 2 Crônicas 9:4, A Bíblia na Linguagem de Hoje.

(2 CRÔNICAS 9:11)

“E o rei passou a fazer da madeira de algum escadas para a casa de Jeová e para a casa do rei, e também harpas e instrumentos de cordas para os cantores, e nunca antes se vira tais na terra de Judá.”

*** it-1 p. 83 Algum ***
Algum
[hebr.: ʼal•gum•mím (2Cr 2:8; 9:10, 11); ʼal•mug•gím (1Rs 10:11, 12)].
Árvore incluída por Salomão na sua solicitação a Hirão, de Tiro, de lhe prover madeira para a construção do templo, e da qual se fizeram escadarias e escoras, bem como harpas e outros instrumentos de cordas.
A árvore chamada algum, deste relato, não pode ser identificada com certeza. Sugere-se tradicionalmente que se trata do sândalo-vermelho (Pterocarpus santalinus) agora encontrado na Índia e em Sri Lanka, embora alguns favoreçam o sândalo-branco (Santalum album), talvez por causa da declaração de Josefo, de que é similar à madeira de pinho, “mas . . . mais branca e mais lustrosa”. (Jewish Antiquities [Antiguidades Judaicas], VIII, 177 [vii, 1]) O sândalo-vermelho atinge a altura de uns 7,5 a 9 m e tem madeira dura, de fino grão e cor castanho-avermelhada, que aceita um alto grau de polimento. Sugere-se que é própria para instrumentos musicais do tipo mencionado no relato bíblico. A madeira é fragrante e é muito resistente a insetos.
O sândalo-vermelho não cresce atualmente no Líbano. Entretanto, o registro não define se as árvores de “algum” eram nativas do Líbano ou não. De qualquer modo, Hirão, mais tarde, achou por bem trazê-las de Ofir, e mesmo assim, a madeira talvez fosse importada até em Ofir, visto que este estava em condições de atuar como centro mercantil de contatos com a Índia, o Egito e outros lugares na África. (1Rs 10:11, 22) A raridade e a preciosidade da madeira entregue por Hirão são indicadas pela declaração de que “madeira de algum semelhante a esta nunca mais entrou nem se viu até o dia de hoje”. — 1Rs 10:12.

(2 CRÔNICAS 9:12)

“E o próprio Rei Salomão deu à rainha de Sabá tudo do seu agrado que ela havia pedido, além [do valor] daquilo que ela trouxe ao rei. Portanto, ela se virou e foi para a sua própria terra, ela junto com os seus servos.”

*** w99 1/11 p. 20 Quando há bastante generosidade ***
A rainha de Sabá obviamente era uma mulher rica e generosa. Além disso, a sua generosidade foi retribuída. O “Rei Salomão”, diz a Bíblia, “deu à rainha de Sabá tudo do seu agrado que ela havia pedido, além do valor daquilo que ela trouxe ao rei”. (2 Crônicas 9:12) Deveras, talvez fosse o costume das realezas trocar presentes; no entanto, a Bíblia menciona especificamente a “liberalidade” de Salomão. (1 Reis 10:13) O próprio Salomão escreveu: “Far-se-á que a própria alma generosa engorde, e aquele que rega liberalmente os outros também será regado liberalmente.” — Provérbios 11:25.

(2 CRÔNICAS 9:15)

“E o Rei Salomão foi fazer duzentos escudos grandes de liga de ouro (passou a pôr em cada escudo grande seiscentos [siclos] de liga de ouro),”

*** it-1 p. 190 Armas, armadura ***
O “escudo” menor ou “broquel” (hebr.: ma•ghén) era costumeiramente usado por arqueiros e usualmente é associado com armas leves, tais como o arco. Por exemplo, era usado pelos arqueiros benjaminitas da força militar do Rei Asa, de Judá. (2Cr 14:8) O escudo menor costumava ser redondo e era mais comum do que o escudo grande, provavelmente sendo usado principalmente no combate de corpo a corpo. Que o tsin•náh e o ma•ghén hebraicos diferiam consideravelmente em tamanho parece ser indicado pelos escudos de ouro feitos por Salomão, sendo que o escudo grande era revestido com quatro vezes mais ouro do que o escudo menor, ou broquel. (1Rs 10:16, 17; 2Cr 9:15, 16) O ma•ghén, assim como o tsin•náh, parece ter constituído parte duma expressão geral para armas de guerra. — 2Cr 14:8; 17:17; 32:5.

*** it-1 p. 457 Casa da floresta do Líbano ***
Depois de Salomão ter terminado a casa, colocou nela 200 escudos grandes de liga de ouro, cada um revestido de 600 siclos de ouro (no valor de c. US$ 77.000), e 300 broquéis de liga de ouro, cada um revestido de três minas de ouro (no valor de c. US$ 19.300). Isto seria ouro no valor de mais de 21 milhões de dólares americanos nos escudos e nos broquéis. Além disso, havia um número não especificado de vasos de ouro usados na casa. (1Rs 10:16, 17, 21; 2Cr 9:15, 16, 20) Esses escudos de ouro foram levados pelo Rei Sisaque, do Egito, durante o reinado do filho de Salomão, Roboão.

(2 CRÔNICAS 9:16)

“e trezentos broquéis de liga de ouro (passou a pôr em cada broquel três minas de ouro). O rei os colocou então na Casa da Floresta do Líbano.”

*** it-1 p. 190 Armas, armadura ***
O “escudo” menor ou “broquel” (hebr.: ma•ghén) era costumeiramente usado por arqueiros e usualmente é associado com armas leves, tais como o arco. Por exemplo, era usado pelos arqueiros benjaminitas da força militar do Rei Asa, de Judá. (2Cr 14:8) O escudo menor costumava ser redondo e era mais comum do que o escudo grande, provavelmente sendo usado principalmente no combate de corpo a corpo. Que o tsin•náh e o ma•ghén hebraicos diferiam consideravelmente em tamanho parece ser indicado pelos escudos de ouro feitos por Salomão, sendo que o escudo grande era revestido com quatro vezes mais ouro do que o escudo menor, ou broquel. (1Rs 10:16, 17; 2Cr 9:15, 16) O ma•ghén, assim como o tsin•náh, parece ter constituído parte duma expressão geral para armas de guerra. — 2Cr 14:8; 17:17; 32:5.

*** it-1 p. 457 Casa da floresta do Líbano ***
Depois de Salomão ter terminado a casa, colocou nela 200 escudos grandes de liga de ouro, cada um revestido de 600 siclos de ouro (no valor de c. US$ 77.000), e 300 broquéis de liga de ouro, cada um revestido de três minas de ouro (no valor de c. US$ 19.300). Isto seria ouro no valor de mais de 21 milhões de dólares americanos nos escudos e nos broquéis. Além disso, havia um número não especificado de vasos de ouro usados na casa. (1Rs 10:16, 17, 21; 2Cr 9:15, 16, 20) Esses escudos de ouro foram levados pelo Rei Sisaque, do Egito, durante o reinado do filho de Salomão, Roboão.

(2 CRÔNICAS 9:21)

“Pois, navios pertencentes ao rei iam a Társis com os servos de Hirão. Uma vez em cada três anos os navios de Társis vinham trazendo ouro e prata, marfim, e macacos e pavões.”

*** it-2 p. 96 Eziom-Géber ***
Pode-se notar que tanto no caso de Salomão como no de Jeosafá alguns dos navios se destinavam a ir não só a Ofir, mas também a Társis. (2Cr 9:21; 20:36, 37) Visto que há forte evidência de que Társis ficava na Espanha, alguns duvidam de que navios saindo de Eziom-Géber pudessem ter feito tal viagem nos tempos antigos. Sobre isso, veja o artigo TÁRSIS N.° 4, onde se apresenta a possibilidade da existência dum canal do Nilo para o mar Vermelho. Tal canal poderia também explicar como o Rei Hirão podia enviar não somente homens, mas “navios” a Eziom-Géber e Elote (Elate) para o uso de Salomão. (2Cr 8:17, 18) Por outro lado, sugeriu-se também que esses navios talvez fossem mandados para um ponto na costa filistéia, desmantelados e transportados por terra até o golfo de ʽAqaba, onde eram reconstruídos. Os que sustentam tal conceito salientam que os cruzados, mais tarde, usaram um método similar. Quer por algum canal entre o Nilo e o mar Vermelho, quer por rota terrestre, parece provável que pelo menos a madeira tenha sido suprida de florestas em outra parte, visto que a região ao redor de Eziom-Géber tem palmeirais, mas não árvores adequadas para a construção de navios.

*** it-2 p. 732 Macaco ***
Macaco
[hebr.: qohf].
Os macacos importados pelo Rei Salomão talvez fossem do tipo de macacos de cauda longa, mencionados por antigos escritores como nativos da Etiópia. (1Rs 10:22; 2Cr 9:21) Ser a palavra hebraica qohf possivelmente aparentada com a palavra sânscrita kapi e serem os pavões considerados nativos do SE da Ásia têm dado margem à conclusão de que os macacos eram trazidos pela frota de Salomão da Índia ou do Ceilão. No entanto, os itens importados não necessariamente tinham de vir diretamente do país de origem, nem da mesma terra, em vista dos indícios de que havia intercâmbio comercial entre a Índia e a África, mesmo já antes do tempo de Salomão. — Veja PAVÃO; TÁRSIS N.° 4.

(2 CRÔNICAS 9:29)

“Quanto ao restante dos assuntos de Salomão, os primeiros e os últimos, não estão escritos entre as palavras de Natã, o profeta, e na profecia de Aijá, o silonita, e no registro das visões de Ido, o visionário, referente a Jeroboão, filho de Nebate?”

*** w12 15/2 p. 25 Natã — Leal defensor da adoração pura ***
Natã tem também seu nome ligado à composição de um relato sobre os “assuntos de Salomão”. (2 Crô. 9:29) Bem provavelmente isso significa que Natã continuou ativo nos assuntos da corte mesmo depois da morte de Davi.

*** it-1 p. 72 Aijá ***
A “profecia de Aijá”, um dos registros escritos que incluíam os assuntos de Salomão, sobreviveu até o tempo em que Esdras compilou Crônicas. — 2Cr 9:29.

7 de dez. Leitura da Bíblia: 2 Crônicas 10-14


(2 CRÔNICAS 10:11)

“E agora, meu pai, da sua parte, carregou-vos dum jugo pesado, mas eu, da minha parte, aumentarei o vosso jugo. Meu pai, da sua parte, castigou-vos com chicotes, mas eu, da minha parte, com azorragues.’””

*** it-1 p. 496 Chicote ***
Chicote
Usualmente uma corda ou um açoite de couro com cabo, flexíveis. Este instrumento tem sido usado desde tempos antigos para chicotear humanos (2Cr 10:11, 14), bem como para enxotar e dirigir animais. — Pr 26:3; Na 3:2.
O Rei Roboão gabou-se de que, ao passo que seu pai Salomão havia castigado os israelitas com “chicotes”, ele o faria com “azorragues”. A expressão de Roboão era figurativa, mas os azorragues mencionados talvez fossem açoites equipados com pontas agudas, visto que a palavra hebraica (ʽaq•rab•bím) para “azorragues” literalmente significa “escorpiões”. — 1Rs 12:11, 14 n.; 2Cr 10:11, 14.

(2 CRÔNICAS 10:14)

“e prosseguiu, falando-lhes segundo o conselho dos jovens, dizendo: “Farei mais pesado o vosso jugo, e eu, da minha parte, acrescentarei a ele. Meu pai, da sua parte, castigou-vos com chicotes, mas eu, da minha parte, com azorragues.””

*** it-1 p. 496 Chicote ***
Chicote
Usualmente uma corda ou um açoite de couro com cabo, flexíveis. Este instrumento tem sido usado desde tempos antigos para chicotear humanos (2Cr 10:11, 14), bem como para enxotar e dirigir animais. — Pr 26:3; Na 3:2.
O Rei Roboão gabou-se de que, ao passo que seu pai Salomão havia castigado os israelitas com “chicotes”, ele o faria com “azorragues”. A expressão de Roboão era figurativa, mas os azorragues mencionados talvez fossem açoites equipados com pontas agudas, visto que a palavra hebraica (ʽaq•rab•bím) para “azorragues” literalmente significa “escorpiões”. — 1Rs 12:11, 14 n.; 2Cr 10:11, 14.

*** it-1 p. 835 Escorpião ***
Em 1 Reis 12:11, 14, e em 2 Crônicas 10:11, 14, o termo hebraico ʽaq•rab•bím, traduzido “azorragues”, significa literalmente “escorpiões”. O instrumento de punição a que se faz referência talvez fosse um azorrague de pontas afiadas.

(2 CRÔNICAS 11:12)

“e em todas as diversas cidades escudos grandes e lanças; e prosseguiu reforçando-as a um grau muito alto. E Judá e Benjamim continuaram a ser seus.”

*** it-1 p. 190 Armas, armadura ***
O “escudo grande” (hebr.: tsin•náh) era carregado pela infantaria fortemente armada (2Cr 14:8) e às vezes por um escudeiro. (1Sa 17:7, 41) Era oval, ou retangular como uma porta. Pelo que parece, um similar “grande escudo” é indicado em Efésios 6:16 pela palavra grega thy•re•ós (de thý•ra, que significa “porta”). O tsin•náh era bastante grande para cobrir o corpo inteiro. (Sal 5:12) Ocasionalmente era usado para estabelecer uma sólida frente de combate com lanças estendidas. O escudo grande é às vezes mencionado junto com a lança como forma de referência a armas em geral. — 1Cr 12:8, 34; 2Cr 11:12.

(2 CRÔNICAS 11:15)

“E ele passou a constituir para si sacerdotes para os altos, e para os demônios caprinos, e para os bezerros que tinha feito.”

*** it-1 pp. 681-682 Demônio caprino ***
Demônio caprino
A palavra hebraica sa•ʽír (literalmente: peludo) refere-se a um bode ou a um cabritinho. (Le 16:18; Núm 7:16) No entanto, em quatro textos (Le 17:7; 2Cr 11:15; Is 13:21; 34:14), a palavra é geralmente considerada por tradutores como tendo um sentido além do significado comum de “bode” ou “cabritinho”.
Tanto em Levítico 17:7 como em 2 Crônicas 11:15, é claro que o termo (seʽi•rím, plural) é usado para referir-se a coisas às quais é prestada adoração e são oferecidos sacrifícios, e isto em relação à religião falsa. Os tradutores das versões Septuaginta grega e da Vulgata latina, portanto, traduziram a palavra hebraica por “as coisas insensatas” (LXX) e “os demônios” (Vg). Tradutores e lexicógrafos modernos, em geral, adotam o mesmo conceito nesses dois textos, usando “demônios” (Al, So), “sátiros” (BJ, CBC, IBB, PIB) ou “demônios caprinos” (NM; veja também Lexicon in Veteris Testamenti Libros [Léxico dos Livros do Velho Testamento], de Koehler e Baumgartner, Leiden, 1958, p. 926, e A Hebrew and English Lexicon of the Old Testament [Léxico Hebraico e Inglês do Velho Testamento], de Brown, Driver e Briggs, 1980, p. 972), sendo exceções a tradução da Liga de Estudos Bíblicos, a versão dos Missionários Capuchinhos, a Bíblia Vozes e a Versão Brasileira, que vertem o termo literalmente como “bodes” em 2 Crônicas 11:15.
As palavras de Josué, em Josué 24:14, mostram que os israelitas tinham sido até certo ponto influenciados pela adoração falsa do Egito durante sua permanência ali, ao passo que Ezequiel indica que tais práticas pagãs continuaram a afligi-los por muito tempo depois. (Ez 23:8, 21) Por esta razão, alguns peritos acham que o decreto divino, emitido no ermo para impedir que os israelitas oferecessem “sacrifícios aos demônios caprinos” (Le 17:1-7), e constituir Jeroboão sacerdotes “para os altos, e para os demônios caprinos, e para os bezerros que tinha feito” (2Cr 11:15), indicam que havia alguma forma de adoração do bode entre os israelitas, tal como a que era proeminente no Egito, especialmente no Baixo Egito. Heródoto (II, 46) afirma que foi de tal adoração egípcia que os gregos derivaram sua crença em Pã e também nos sátiros, deuses de natureza lasciva que habitavam as florestas, posteriormente representados como tendo chifres, rabo e pernas de bode. Alguns sugerem que essa forma de meio-animal, desses deuses pagãos, é a origem da prática de retratar Satanás com rabo, chifre e cascos fendidos, costume prevalecente entre professos cristãos na Era do Obscurantismo.
Não se declara, porém, exatamente o que eram tais “peludos” (seʽi•rím). Ao passo que alguns os consideram ser bodes literais ou ídolos em forma de bode, isto não necessariamente parece ser indicado; tampouco outros textos fornecem evidência desta natureza. O termo usado talvez simplesmente indique que na mente daqueles que os adoravam, esses deuses falsos eram concebidos como tendo forma caprina ou aparência peluda. Ou, pode ser que o uso de “bodes”, nessas referências, apenas seja uma forma de desprezo por todos os objetos idólatras em geral, do mesmo modo como a palavra para ídolos, em diversos textos, deriva dum termo que originalmente significava “bolotas de esterco”, não denotando, porém, que os ídolos fossem literalmente feitos de esterco. — Le 26:30; De 29:17.

(2 CRÔNICAS 11:18)

“Roboão tomou então por esposa a Maalate, filha de Jerimote, filho de Davi, e de Abiail, filha de Eliabe, filho de Jessé.”

*** it-1 p. 15 Abiail ***
4. Filha de Eliabe, irmão mais velho de Davi. (Embora a palavra hebraica bath [filha], em 2 Crônicas 11:18, também possa significar “neta”.)
A versão Almeida, revista e corrigida, diz em 2 Crônicas 11:18: “E Roboão tomou para si, por mulher, a Maalate, filha de Jerimote, filho de Davi; e Abiail, filha de Eliabe, filho de Jessé.” Isto faria parecer que Abiail era a segunda esposa de Roboão. Entretanto, o hebraico original admite uma versão diferente, e, por isso, muitas traduções modernas rezam aqui: “Maalate, filha de Jerimote, filho de Davi, e de Abiail, filha de Eliabe, filho de Jessé.” (Veja ALA, BJ, PIB.) A respeito disso, a obra Soncino Books of the Bible (Livros da Bíblia, de Soncino) diz numa nota ao pé da página sobre 2 Crônicas 11:18: “A conjunção é subentendida. Maalate era a filha de Jerimote e de Abiail. Alguns comentadores consideram Abiail como o nome de outra das esposas de Roboão.” (Editada por A. Cohen, Londres, 1952) Os pronomes no singular, usados nos versículos seguintes (19, 20) apóiam o conceito de que o versículo 18 se refere apenas a uma esposa de Roboão. Portanto, parece mais provável que Abiail era a mãe da esposa de Roboão, Maalate.

(2 CRÔNICAS 12:2)

“E aconteceu, no quinto ano do Rei Roboão, que Sisaque, rei do Egito, subiu contra Jerusalém, (porque se tinham comportado de modo infiel para com Jeová,)”

*** it-1 p. 198 Arqueologia ***
Em Carnac (antiga Tebas), às margens do rio Nilo, um enorme templo egípcio contém uma inscrição em seu muro S, confirmando a campanha do rei egípcio, Sisaque (Xexonque I), na Palestina, descrita em 1 Reis 14:25, 26, e 2 Crônicas 12:1-9. O gigantesco relevo que representa suas vitórias mostra 156 prisioneiros palestinos manietados, cada um representando uma cidade ou aldeia, cujo nome é fornecido em hieróglifos. Entre os nomes identificáveis acham-se os de Rabite (Jos 19:20), Taanaque, Bete-Seã e Megido (onde foi escavada parte de uma estela, ou coluna inscrita, de Sisaque) (Jos 17:11), Suném (Jos 19:18), Reobe (Jos 19:28), Hafaraim (Jos 19:19), Gibeão (Jos 18:25), Bete-Horom (Jos 21:22), Aijalom (Jos 21:24), Socó (Jos 15:35) e Arade (Jos 12:14). Ele até mesmo alista o “Campo de Abrão” como uma de suas capturas, sendo esta a mais antiga referência a Abraão nos registros egípcios.

*** it-1 p. 778 Egito, egípcio ***
Sisaque (conhecido como Xexonque I nos registros egípcios) fundara uma dinastia líbia de faraós (a “Dinastia XXII”), tendo por capital Bubástis, na região oriental do delta. No quinto ano do reinado de Roboão, filho de Salomão (993 AEC), Sisaque invadiu Judá com uma poderosa força de carros, cavalaria e soldados de infantaria, incluindo líbios e etíopes; ele capturou muitas cidades e até ameaçou Jerusalém. Graças à misericórdia de Jeová, Jerusalém não foi devastada, mas a sua grande riqueza foi entregue a Sisaque. (1Rs 14:25, 26; 2Cr 12:2-9) Um relevo num muro do templo em Carnac ilustra a campanha de Sisaque e alista, como capturadas, numerosas cidades em Israel e Judá.

(2 CRÔNICAS 12:4)

“E ele chegou a capturar as cidades fortificadas que pertenciam a Judá e por fim chegou até Jerusalém.”

*** it-1 p. 198 Arqueologia ***
Em Carnac (antiga Tebas), às margens do rio Nilo, um enorme templo egípcio contém uma inscrição em seu muro S, confirmando a campanha do rei egípcio, Sisaque (Xexonque I), na Palestina, descrita em 1 Reis 14:25, 26, e 2 Crônicas 12:1-9. O gigantesco relevo que representa suas vitórias mostra 156 prisioneiros palestinos manietados, cada um representando uma cidade ou aldeia, cujo nome é fornecido em hieróglifos. Entre os nomes identificáveis acham-se os de Rabite (Jos 19:20), Taanaque, Bete-Seã e Megido (onde foi escavada parte de uma estela, ou coluna inscrita, de Sisaque) (Jos 17:11), Suném (Jos 19:18), Reobe (Jos 19:28), Hafaraim (Jos 19:19), Gibeão (Jos 18:25), Bete-Horom (Jos 21:22), Aijalom (Jos 21:24), Socó (Jos 15:35) e Arade (Jos 12:14). Ele até mesmo alista o “Campo de Abrão” como uma de suas capturas, sendo esta a mais antiga referência a Abraão nos registros egípcios.

(2 CRÔNICAS 13:5)

“Não vos cabe saber que o próprio Jeová, o Deus de Israel, deu a Davi um reino sobre Israel por tempo indefinido, a ele e a seus filhos, por meio de um pacto de sal?”

*** w05 1/12 p. 20 Destaques do livro de Segundo das Crônicas ***
13:5 — O que significa a expressão “pacto de sal”? Por causa de suas qualidades conservantes, o sal tornou-se símbolo de permanência e imutabilidade. Portanto, um “pacto de sal” denota um acordo obrigatório.

*** it-2 p. 149 Fogo ***
O sal representava a isenção de corrupção e era símbolo de perseverante lealdade, conforme encontrado na expressão “pacto de sal”. (2Cr 13:5)

(2 CRÔNICAS 13:9)

“Não expelistes os sacerdotes de Jeová, os filhos de Arão e os levitas, e não estais constituindo para vós sacerdotes, como os povos das terras? Quanto a qualquer um que chegou e encheu a sua mão de poder por meio dum novilho e de sete carneiros, tornou-se ele sacerdote daquilo que não são deuses.”

*** it-1 p. 808 Encher a mão de poder ***
Mais tarde, o Rei Jeroboão, ao instituir a adoração do bezerro em Israel, investiu seus próprios sacerdotes dentre o povo em geral; os sacerdotes arônicos e os levitas permaneceram leais à adoração de Jeová centrada em Jerusalém, e, evidentemente por este motivo, eles foram expulsos do reino das dez tribos. — 1Rs 12:31; 13:33; 2Cr 13:9.

(2 CRÔNICAS 13:19)

“E Abias continuou no encalço de Jeroboão e chegou a capturar dele cidades: Betel e suas aldeias dependentes, e Jesana e suas aldeias dependentes, e Efraíne e suas aldeias dependentes.”

*** it-1 p. 766 Efraim ***
3. Cidade que em geral se acha ser a mesma que a Efraíne capturada de Jeroboão, rei de Israel, por Abias, rei de Judá. (2Cr 13:19)

(2 CRÔNICAS 14:3)

“Portanto, removeu os altares estrangeiros e os altos, e destroçou as colunas sagradas, e cortou os postes sagrados.”

*** w09 15/6 p. 12 par. 4 Seja “zeloso de obras excelentes”! ***
Asa “removeu os altares estrangeiros e os altos, e destroçou as colunas sagradas, e cortou os postes sagrados”. (2 Crô. 14:3) Jeosafá, inflamado de zelo pela adoração de Jeová, “removeu de Judá os altos e os postes sagrados”. — 2 Crô. 17:6; 19:3.

*** w09 15/6 p. 12 Seja “zeloso de obras excelentes”! ***
Asa talvez tenha removido os altos associados à adoração de deuses falsos mas não aqueles onde o povo adorava a Jeová. Ou pode ser que certos altos foram reconstruídos no final do reinado de Asa e que estes então foram removidos por seu filho Jeosafá. — 1 Reis 15:14; 2 Crô. 15:17.

*** it-1 p. 224 Asa ***
O registro em 2 Crônicas 14:2-5 declara que Asa “removeu os altares estrangeiros e os altos, e destroçou as colunas sagradas, e cortou os postes sagrados”. No entanto, 1 Reis 15:14 e 2 Crônicas 15:17 indicam que ele ‘não removeu os altos’. Por conseguinte, pode ser que os altos a que o relato anterior de Crônicas se refere fossem os da adoração pagã adotada, que infetava Judá, ao passo que o relato de Reis se refere aos altos em que o povo se empenhava na adoração a Jeová. Mesmo depois de ser erguido o tabernáculo e do posterior estabelecimento do templo, ocasionalmente se ofereciam sacrifícios a Jeová em altos, o que era aceitável a Ele em circunstâncias especiais, como nos casos de Samuel, Davi e Elias. (1Sa 9:11-19; 1Cr 21:26-30; 1Rs 18:30-39) Todavia, o lugar costumeiro, aprovado para sacrifícios, era o autorizado por Jeová. (Núm 33:52; De 12:2-14; Jos 22:29) Formas impróprias de adoração nos altos talvez tenham continuado, apesar da remoção dos altos pagãos, talvez porque o rei não procurou eliminá-las com o mesmo vigor com que removeu os locais pagãos. Ou é possível que Asa realmente tenha feito a completa remoção de todos os altos; mas, neste caso, estes surgiram de novo no decorrer do tempo, e não haviam sido removidos no término de seu reinado, o que permitiu que fossem despedaçados pelo seu sucessor, Jeosafá.

(2 CRÔNICAS 14:5)

“Conseqüentemente, removeu de todas as cidades de Judá os altos e os pedestais-incensários; e o reino continuou a ter sossego diante dele.”

*** it-1 p. 224 Asa ***
O registro em 2 Crônicas 14:2-5 declara que Asa “removeu os altares estrangeiros e os altos, e destroçou as colunas sagradas, e cortou os postes sagrados”. No entanto, 1 Reis 15:14 e 2 Crônicas 15:17 indicam que ele ‘não removeu os altos’. Por conseguinte, pode ser que os altos a que o relato anterior de Crônicas se refere fossem os da adoração pagã adotada, que infetava Judá, ao passo que o relato de Reis se refere aos altos em que o povo se empenhava na adoração a Jeová. Mesmo depois de ser erguido o tabernáculo e do posterior estabelecimento do templo, ocasionalmente se ofereciam sacrifícios a Jeová em altos, o que era aceitável a Ele em circunstâncias especiais, como nos casos de Samuel, Davi e Elias. (1Sa 9:11-19; 1Cr 21:26-30; 1Rs 18:30-39) Todavia, o lugar costumeiro, aprovado para sacrifícios, era o autorizado por Jeová. (Núm 33:52; De 12:2-14; Jos 22:29) Formas impróprias de adoração nos altos talvez tenham continuado, apesar da remoção dos altos pagãos, talvez porque o rei não procurou eliminá-las com o mesmo vigor com que removeu os locais pagãos. Ou é possível que Asa realmente tenha feito a completa remoção de todos os altos; mas, neste caso, estes surgiram de novo no decorrer do tempo, e não haviam sido removidos no término de seu reinado, o que permitiu que fossem despedaçados pelo seu sucessor, Jeosafá.

(2 CRÔNICAS 14:8)

“E Asa veio a ter uma força militar carregando escudo grande e lança, trezentos mil de Judá. E de Benjamim os que carregavam o broquel e entesavam o arco eram duzentos e oitenta mil. Todos estes eram homens poderosos, valentes.”

*** it-1 p. 190 Armas, armadura ***
O “escudo grande” (hebr.: tsin•náh) era carregado pela infantaria fortemente armada (2Cr 14:8) e às vezes por um escudeiro. (1Sa 17:7, 41) Era oval, ou retangular como uma porta. Pelo que parece, um similar “grande escudo” é indicado em Efésios 6:16 pela palavra grega thy•re•ós (de thý•ra, que significa “porta”). O tsin•náh era bastante grande para cobrir o corpo inteiro. (Sal 5:12) Ocasionalmente era usado para estabelecer uma sólida frente de combate com lanças estendidas. O escudo grande é às vezes mencionado junto com a lança como forma de referência a armas em geral. — 1Cr 12:8, 34; 2Cr 11:12.

(2 CRÔNICAS 14:9)

“Mais tarde saiu contra eles Zerá, o etíope, com uma força militar de um milhão de homens e trezentos carros, e ele chegou até Maressa.”

*** it-2 p. 231 Nações inimigas que atacavam Israel ***
Etiópia 2Cr 14:9-13

(2 CRÔNICAS 14:11)

“E Asa começou a invocar a Jeová, seu Deus, e a dizer: “Ó Jeová, no que se refere a ajudar, não te importa se há muitos ou [os] sem poder. Ajuda-nos, ó Jeová, nosso Deus, porque em ti nos estribamos e em teu nome viemos contra esta massa de gente. Ó Jeová, tu és o nosso Deus. Não deixes que algum homem mortal retenha força contra ti.””

*** w12 15/8 pp. 8-9 “Há uma recompensa pela vossa atividade” ***
Considerando o histórico de Asa, não é de admirar que ele tenha orado ao se deparar com o maior exército humano mencionado nas Escrituras. Asa sabia que Deus recompensa atos de fé. Na oração, o rei rogou a ajuda de Jeová. Ele reconheceu que, se confiasse em Deus e tivesse seu apoio, não importava o tamanho ou a força do inimigo. O nome de Jeová estava envolvido nesse conflito e, assim, Asa apelou a Ele com base nisso. O rei orou: “Ajuda-nos, ó Jeová, nosso Deus, porque em ti nos estribamos e em teu nome viemos contra esta massa de gente. Ó Jeová, tu és o nosso Deus. Não deixes que algum homem mortal retenha força contra ti.” (2 Crô. 14:11) Isso era como dizer: ‘A invasão etíope é um ataque contra ti, Jeová. Não permitas que teu nome seja desonrado por deixar que frágeis humanos derrotem os que levam teu nome.’

*** w12 15/8 p. 9 “Há uma recompensa pela vossa atividade” ***
Hoje, o povo de Jeová tem muitos opositores poderosos. Nós não os combateremos com armas numa batalha literal. Mas temos certeza de que Jeová dará vitória a todos os fiéis que travam guerra espiritual em Seu nome. As nossas batalhas pessoais talvez envolvam resistir ao prevalecente espírito de frouxidão moral, combater nossas próprias fraquezas ou proteger a família das influências aviltantes. Seja qual for a nossa adversidade, porém, a oração de Asa pode nos encorajar. A vitória dele foi vitória de Jeová. Ela mostrou o que podem esperar os que confiam em Deus. Nenhum poder humano pode ser mais forte do que Jeová.

(2 CRÔNICAS 14:14)

“Além disso, golpearam todas as cidades ao redor de Gerar, porque lhes sobreviera o pavor de Jeová; e puseram-se a saquear todas as cidades, pois sucedeu haver nelas muito saque.”

*** it-2 p. 207 Gerar ***
Depois de Jeová ter causado a derrota do impressionante exército de Zerá, o etíope, as forças do Rei Asa perseguiram o inimigo em fuga até Gerar. A seguir, os homens de Judá golpearam e saquearam “todas as cidades ao redor de Gerar” (provavelmente por elas terem sido aliadas dos etíopes); “até mesmo as tendas com o gado, de modo que levaram cativos a rebanhos em grande número, bem como camelos”. — 2Cr 14:8-15.

14 de dez. Leitura da Bíblia: 2 Crônicas 15-19


(2 CRÔNICAS 15:2)

“Por conseguinte, saiu diante de Asa e disse-lhe: “Ouvi-me, ó Asa, e todo o Judá e Benjamim! Jeová está convosco enquanto mostrardes estar com ele; e se o buscardes, deixar-se-á achar por vós, mas se o abandonardes, ele vos abandonará.”

*** w12 15/8 pp. 9-10 “Há uma recompensa pela vossa atividade” ***
Mas havia também um toque alertador nas palavras do profeta Azarias, quando disse: “Se o abandonardes, [Jeová] vos abandonará.” Que isso nunca nos aconteça, pois os efeitos podem ser trágicos. (2 Ped. 2:20-22) As Escrituras não revelam por que Jeová mandou alertar Asa, mas o rei não acatou o alerta.

*** w12 15/8 p. 9 “Há uma recompensa pela vossa atividade” ***
“Ouvi-me, ó Asa, e todo o Judá e Benjamim! Jeová está convosco enquanto mostrardes estar com ele; e se o buscardes, deixar-se-á achar por vós, mas se o abandonardes, ele vos abandonará

*** w12 15/8 p. 9 “Há uma recompensa pela vossa atividade” ***
2 Crô. 15:1, 2,

*** w12 15/8 p. 9 “Há uma recompensa pela vossa atividade” ***
Essas palavras podem fortalecer a nossa fé. Elas mostram que Jeová estará conosco desde que o sirvamos fielmente. Ao rogarmos sua ajuda, podemos confiar que ele nos ouve.

(2 CRÔNICAS 15:7)

“E vós, sede corajosos e não deixeis que as vossas mãos se abaixem, porque há uma recompensa pela vossa atividade.””

*** w12 15/8 p. 9 “Há uma recompensa pela vossa atividade” ***
“Sede corajosos”, disse Azarias. Não raro é preciso muita coragem para fazer o que é correto, mas sabemos que é possível com a ajuda de Jeová.
Visto que a avó de Asa, Maacá, “tinha feito um ídolo horrível ao poste sagrado”, o rei enfrentou a difícil tarefa de removê-la da posição régia de “senhora”. Além de enfrentar esse desafio, ele queimou o ídolo dela. (1 Reis 15:13) Asa foi abençoado por sua determinação e coragem. Nós também temos de nos apegar resolutamente a Jeová e às suas normas justas, quer nossos familiares sejam leais a Deus, quer não. Se fizermos isso, Jeová recompensará a nossa conduta fiel.
Parte da recompensa de Asa foi ver muitos israelitas do apóstata reino do norte afluírem a Judá ao perceberem que Asa tinha o apoio de Jeová. Por causa de seu grande apreço pela adoração pura, eles preferiram deixar suas casas para viver entre servos de Jeová. Daí, Asa e todo o Judá entraram alegremente ‘num pacto para buscar a Jeová de todo o coração e de toda a alma’. O resultado? Jeová ‘se deixou achar por eles e continuou a dar-lhes descanso em todo o redor’. (2 Crô. 15:9-15)

*** w12 15/8 p. 9 “Há uma recompensa pela vossa atividade” ***
Sede corajosos e não deixeis que as vossas mãos se abaixem, porque há uma recompensa pela vossa atividade.” — 2 Crô. 15:1, 2, 7.

*** it-2 p. 762 Mão ***
‘abaixar as mãos’, ficar desanimado (2Cr 15:7;

(2 CRÔNICAS 15:17)

“E os próprios altos não desapareceram de Israel. Somente o próprio coração de Asa mostrou ser pleno em todos os seus dias.”

*** it-1 p. 102 Altos ***
Asa, que sucedeu a Abijão no trono, serviu a Jeová em fidelidade e fez empenhos decisivos para eliminar do reino todos os acessórios da adoração falsa. (1Rs 15:11-13) “Removeu de todas as cidades de Judá os altos e os pedestais-incensários.” (2Cr 14:2-5) Todavia, 1 Reis 15:14 e 2 Crônicas 15:17 aparentemente indicam que os altos não foram removidos. Pode ser que Asa, embora removesse os altos da adoração de falsos deuses, deixasse aqueles onde o povo adorava a Jeová. Ou, talvez surgissem novamente os altos perto do fim do seu reinado, existindo assim para seu sucessor Jeosafá destruí-los. No entanto, nem mesmo durante o reinado de Jeosafá os altos desapareceram completamente. (1Rs 22:42, 43; 2Cr 17:5, 6; 20:31-33) A adoração que Judá praticava nos altos estava tão arraigada, que as reformas tanto de Asa como de Jeosafá não conseguiram eliminar todos eles permanentemente.

*** it-1 p. 224 Asa ***
O registro em 2 Crônicas 14:2-5 declara que Asa “removeu os altares estrangeiros e os altos, e destroçou as colunas sagradas, e cortou os postes sagrados”. No entanto, 1 Reis 15:14 e 2 Crônicas 15:17 indicam que ele ‘não removeu os altos’. Por conseguinte, pode ser que os altos a que o relato anterior de Crônicas se refere fossem os da adoração pagã adotada, que infetava Judá, ao passo que o relato de Reis se refere aos altos em que o povo se empenhava na adoração a Jeová. Mesmo depois de ser erguido o tabernáculo e do posterior estabelecimento do templo, ocasionalmente se ofereciam sacrifícios a Jeová em altos, o que era aceitável a Ele em circunstâncias especiais, como nos casos de Samuel, Davi e Elias. (1Sa 9:11-19; 1Cr 21:26-30; 1Rs 18:30-39) Todavia, o lugar costumeiro, aprovado para sacrifícios, era o autorizado por Jeová. (Núm 33:52; De 12:2-14; Jos 22:29) Formas impróprias de adoração nos altos talvez tenham continuado, apesar da remoção dos altos pagãos, talvez porque o rei não procurou eliminá-las com o mesmo vigor com que removeu os locais pagãos. Ou é possível que Asa realmente tenha feito a completa remoção de todos os altos; mas, neste caso, estes surgiram de novo no decorrer do tempo, e não haviam sido removidos no término de seu reinado, o que permitiu que fossem despedaçados pelo seu sucessor, Jeosafá.

(2 CRÔNICAS 15:19)

“Quanto a uma guerra, não ocorreu até o trigésimo quinto ano do reinado de Asa.”

*** it-1 p. 241 Asa ***
Assim, também, a aparente discrepância entre a declaração em 2 Crônicas 15:19, no sentido de que, quanto à “uma guerra, não ocorreu até o trigésimo quinto [realmente o décimo quinto] ano do reinado de Asa”, e a declaração em 1 Reis 15:16, no sentido de que “sucedeu haver mesmo guerra entre Asa e Baasa, rei de Israel, em todos os seus dias”, pode ser explicada no sentido de que, uma vez iniciados os conflitos entre os dois reis, eles depois foram contínuos, assim como Hanani predissera. — 2Cr 16:9.

(2 CRÔNICAS 16:1)

“No trigésimo sexto ano do reinado de Asa subiu Baasa, rei de Israel, contra Judá e começou a construir Ramá, para não deixar ninguém sair nem entrar até Asa, rei de Judá.”

*** w12 15/8 p. 10 “Há uma recompensa pela vossa atividade” ***
2 Crô. 16:1

*** w12 15/8 p. 10 “Há uma recompensa pela vossa atividade” ***
No 36.° ano do reinado de Asa, o Rei Baasa, de Israel, fez investidas contra Judá. Talvez para evitar que seus súditos declarassem lealdade a Asa e à adoração pura, Baasa fortificou a cidade fronteiriça de Ramá, uns dez quilômetros ao norte de Jerusalém.

*** it-1 p. 241 Asa ***
A declaração em 2 Crônicas 16:1, de que Baasa subiu contra Judá “no trigésimo sexto ano do reinado de Asa”, tem suscitado algumas dúvidas, visto que o governo de Baasa, que começou no terceiro ano de Asa e que durou apenas 24 anos, já tinha terminado uns 10 anos antes do 36.° ano do governo de Asa. (1Rs 15:33) Ao passo que alguns sugerem ter havido um erro de escriba e crêem que a referência seja ao 16.° ou 26.° ano do reinado de Asa, não é preciso presumir que houve erro para harmonizar os relatos. Comentadores judaicos citam o Seder Olam, que sugere que o 36.° ano foi contado desde a existência do reino separado de Judá (997 AEC), e correspondia ao 16.° ano de Asa (Roboão governando 17 anos, Abias 3 anos e Asa estando então no seu 16.° ano). (Soncino Books of the Bible [Livros da Bíblia, de Soncino], Londres, 1952, n. sobre 2Cr 16:1.) Este era também o ponto de vista do arcebispo Ussher.

(2 CRÔNICAS 16:3)

““Há um pacto entre mim e ti, e entre meu pai e teu pai. Eis que deveras te envio prata e ouro. Vai, rompe o teu pacto com Baasa, rei de Israel, para que se retire de mim.””

*** it-1 p. 241 Asa ***
Intriga e Guerra Contra Baasa. O Rei Baasa, de Israel, passou a bloquear o caminho de qualquer pessoa inclinada a voltar a Judá, por fortificar a cidade fronteiriça de Ramá, situada na estrada principal para Jerusalém e apenas a curta distância ao N daquela cidade. Asa, por algum processo de raciocínio humano, ou devido a acatar maus conselhos, deixou então de estribar-se unicamente em Jeová, e recorreu à diplomacia e a manobras conspiratórias para remover tal ameaça. Tomou os tesouros do templo, e os da casa real, e os enviou como suborno ao Rei Ben-Hadade I, da Síria, a fim de induzi-lo a desviar a atenção de Baasa mediante um ataque contra a fronteira N de Israel. Ben-Hadade I aceitou isso, e sua incursão contra cidades israelitas ao N interrompeu a obra de construção de Baasa, e provocou a retirada de suas forças de Ramá. Asa recrutou então todo o potencial humano disponível no inteiro reino de Judá, e removeu todos os estoques de materiais de construção de Baasa, usando-os para reforçar as cidades de Geba e Mispá. — 1Rs 15:16-22; 2Cr 16:1-6.

(2 CRÔNICAS 16:4)

“Portanto, Ben-Hadade escutou o Rei Asa e enviou os chefes das suas forças militares contra as cidades de Israel, de modo que golpearam Ijom, e Dã, e Abel-Maim, e todos os armazéns das cidades de Naftali.”

*** it-1 p. 14 Abel-Bete-Maacá, Abel de Bete-Maacá ***
Os circundantes campos férteis, bem regados, sem dúvida deram origem a outro nome merecido, Abel-Maim (significando “Curso de Água de Águas”). Sua localização tornava-a excelente lugar de armazenagem. — 2Cr 16:4.

(2 CRÔNICAS 16:9)

“Pois, quanto a Jeová, seus olhos percorrem toda a terra, para mostrar a sua força a favor daqueles cujo coração é pleno para com ele. Agiste nesciamente no que toca a isto, pois doravante haverá guerras contra ti.””

*** cl cap. 4 pp. 42-43 pars. 15-16 “Jeová é . . . grande em poder” ***
15 Jeová também usa seu poder para nos beneficiar pessoalmente. Note o que diz 2 Crônicas 16:9: “Quanto a Jeová, seus olhos percorrem toda a terra, para mostrar a sua força a favor daqueles cujo coração é pleno para com ele.” O que aconteceu com Elias, conforme mencionado no início, ilustra isso. Por que Jeová lhe fez aquelas demonstrações assombrosas de poder divino? Bem, a perversa Rainha Jezabel havia jurado matar Elias. O profeta estava fugindo para salvar a vida. Ele se sentia sozinho, assustado e desanimado — como se todo o seu trabalho árduo tivesse sido em vão. Para consolar esse homem aflito, Jeová lembrou-o vividamente da grandeza do poder divino. O vento, o terremoto e o fogo indicavam que o Ser mais poderoso do Universo apoiava Elias. Por que deveria ter medo de Jezabel, tendo o apoio do Deus Todo-Poderoso? — 1 Reis 19:1-12.
16 Embora atualmente não seja sua época de fazer milagres, Jeová não mudou desde os dias de Elias. (1 Coríntios 13:8) Ele está tão desejoso como sempre esteve de usar seu poder em favor dos que o amam. É verdade que ele reside num elevado domínio espiritual, mas não está longe de nós. Seu poder é ilimitado, de modo que a distância não é nenhum obstáculo. Na verdade, “Jeová está perto de todos os que o invocam”. (Salmo 145:18) Certa vez, quando o profeta Daniel orou a Jeová pedindo ajuda, um anjo lhe apareceu antes mesmo de ele terminar de orar! (Daniel 9:20-23) Nada pode impedir Jeová de ajudar e fortalecer aqueles a quem ele ama. — Salmo 118:6.

*** w02 15/10 p. 14 Jeová está cuidando de você ***
Jeová procura ajudar-nos
4 O Diabo percorre a Terra, procurando alguém para acusar e devorar. (Jó 1:7, 9; 1 Pedro 5:8) Em contraste com isso, Jeová procura ajudar os que precisam de sua força. O profeta Hanani disse ao Rei Asa: “Quanto a Jeová, seus olhos percorrem toda a terra, para mostrar a sua força a favor daqueles cujo coração é pleno para com ele.” (2 Crônicas 16:9) Que diferença entre a vigilância odiosa de Satanás e o cuidado amoroso de Jeová!

*** it-1 p. 241 Asa ***
Assim, também, a aparente discrepância entre a declaração em 2 Crônicas 15:19, no sentido de que, quanto à “uma guerra, não ocorreu até o trigésimo quinto [realmente o décimo quinto] ano do reinado de Asa”, e a declaração em 1 Reis 15:16, no sentido de que “sucedeu haver mesmo guerra entre Asa e Baasa, rei de Israel, em todos os seus dias”, pode ser explicada no sentido de que, uma vez iniciados os conflitos entre os dois reis, eles depois foram contínuos, assim como Hanani predissera. — 2Cr 16:9.

(2 CRÔNICAS 16:11)

“E eis os assuntos de Asa, os primeiros e os últimos, eis que estão escritos no Livro dos Reis de Judá e de Israel.”

*** w09 15/3 p. 32 Perguntas dos Leitores ***
Por outro lado, certas referências podem ser a livros que têm nomes similares aos livros da Bíblia, mas que na realidade não fazem parte dela. Podemos exemplificar isso com quatro livros antigos: o “livro dos assuntos dos tempos dos reis de Judá”, o “Livro dos Reis de Judá e de Israel”, o “Livro dos Reis de Israel” e o “Livro dos Reis de Israel e de Judá”. Embora os nomes desses livros soem parecido com os nomes dos livros bíblicos conhecidos como 1 Reis e 2 Reis, esses quatro livros não foram inspirados e não fazem parte do cânon bíblico. (1 Reis 14:29; 2 Crô. 16:11; 20:34; 27:7) Provavelmente eram apenas escritos históricos disponíveis quando o profeta Jeremias e Esdras escreveram os relatos que lemos na Bíblia.

(2 CRÔNICAS 16:12)

“E Asa, no trigésimo nono ano do seu reinado, passou a padecer dos pés até ficar muito doente; e mesmo na sua doença não buscou a Jeová, mas sim os que curavam.”

*** w12 15/8 p. 10 “Há uma recompensa pela vossa atividade” ***
2 Crô. 16:12

*** w12 15/8 p. 10 “Há uma recompensa pela vossa atividade” ***
No 39.° ano de seu reinado, Asa ficou muito doente com um padecimento nos pés. “Mesmo na sua doença não buscou a Jeová, mas sim os que curavam”, diz o relato. Pelo visto Asa negligenciava sua saúde espiritual.

*** it-1 p. 241 Asa ***
Doença e Morte. Os últimos três anos de Asa trouxeram-lhe sofrimento devido a uma enfermidade dos pés (talvez gota) e ele insensatamente procurou antes a cura física do que a espiritual.

(2 CRÔNICAS 16:14)

“Enterraram-no, pois, na sua grandiosa sepultura que escavara para si na Cidade de Davi; e deitaram-no na cama que fora enchida de óleo de bálsamo e de diversas espécies de ungüento, misturadas num ungüento de fabricação especial. Além disso, fizeram para ele uma queima fúnebre extraordinariamente grande.”

*** w05 1/12 p. 20 Destaques do livro de Segundo das Crônicas ***
16:13, 14 — Asa foi cremado? Não. A “queima fúnebre extraordinariamente grande” refere-se à queima de especiarias, não à cremação de Asa. — Nota.

*** it-1 pp. 805-806 Embalsamamento ***
As Escrituras, relatando o sepultamento do Rei Asa, declaram: “Deitaram-no na cama que fora enchida de óleo de bálsamo e de diversas espécies de ungüento, misturadas num ungüento de fabricação especial. Além disso, fizeram para ele uma queima fúnebre extraordinariamente grande.” Não se tratava da cremação do rei, mas da queima de especiarias. (2Cr 16:13, 14) E, se este uso de ungüento pode ser considerado mesmo uma forma de embalsamamento, não era do tipo praticado pelos egípcios.

*** it-1 p. 819 Enterro, lugares de sepultamento ***
Especiarias tais como mirra e aloés costumavam ser incluídas em tal enfaixamento (Jo 19:39, 40), ou o corpo talvez fosse deitado em óleo e ungüento, como se fez com o corpo do Rei Asa. (2Cr 16:14) A grande “queima fúnebre” mencionada neste último caso evidentemente era a queima de tais especiarias, que produziam assim um incenso aromático.

(2 CRÔNICAS 17:6)

“E seu coração tornou-se ousado nos caminhos de Jeová e ele até mesmo removeu de Judá os altos e os postes sagrados.”

*** w09 15/6 p. 12 Seja “zeloso de obras excelentes”! ***
Asa talvez tenha removido os altos associados à adoração de deuses falsos mas não aqueles onde o povo adorava a Jeová. Ou pode ser que certos altos foram reconstruídos no final do reinado de Asa e que estes então foram removidos por seu filho Jeosafá. — 1 Reis 15:14; 2 Crô. 15:17.

*** w09 15/6 p. 12 par. 4 Seja “zeloso de obras excelentes”! ***
Asa “removeu os altares estrangeiros e os altos, e destroçou as colunas sagradas, e cortou os postes sagrados”. (2 Crô. 14:3) Jeosafá, inflamado de zelo pela adoração de Jeová, “removeu de Judá os altos e os postes sagrados”. — 2 Crô. 17:6; 19:3.

(2 CRÔNICAS 17:17)

“E de Benjamim havia o poderoso, valente Eliada, e com ele havia duzentos mil homens armados de arco e escudo.”

*** it-1 p. 190 Armas, armadura ***
O “escudo” menor ou “broquel” (hebr.: ma•ghén) era costumeiramente usado por arqueiros e usualmente é associado com armas leves, tais como o arco. Por exemplo, era usado pelos arqueiros benjaminitas da força militar do Rei Asa, de Judá. (2Cr 14:8) O escudo menor costumava ser redondo e era mais comum do que o escudo grande, provavelmente sendo usado principalmente no combate de corpo a corpo. Que o tsin•náh e o ma•ghén hebraicos diferiam consideravelmente em tamanho parece ser indicado pelos escudos de ouro feitos por Salomão, sendo que o escudo grande era revestido com quatro vezes mais ouro do que o escudo menor, ou broquel. (1Rs 10:16, 17; 2Cr 9:15, 16) O ma•ghén, assim como o tsin•náh, parece ter constituído parte duma expressão geral para armas de guerra. — 2Cr 14:8; 17:17; 32:5.

(2 CRÔNICAS 18:25)

“Disse então o rei de Israel: “Tomai a Micaías e fazei-o voltar a Amom, chefe da cidade, e a Joás, filho do rei.”

*** it-2 p. 580 Joás ***
6. Um daqueles a quem o fiel profeta Micaías foi entregue por Acabe para ser encarcerado. Ele é chamado de “filho do rei”. (1Rs 22:26, 27; 2Cr 18:25, 26) Esta expressão talvez se refira a um descendente do Rei Acabe, ou pode denotar um oficial de descendência real ou alguém intimamente associado com a família real.

(2 CRÔNICAS 19:3)

“Não obstante, acharam-se boas coisas contigo, por teres eliminado do país os postes sagrados e teres preparado teu coração para buscar o [verdadeiro] Deus.””

*** cl cap. 24 pp. 244-245 par. 12 Nada pode “nos separar do amor de Deus” ***
12 Há um exemplo ainda mais positivo: o do bom Rei Jeosafá. Quando ele cometeu um ato tolo, o profeta de Jeová lhe disse: “Por isso há indignação contra ti da parte da pessoa de Jeová.” De fato, palavras preocupantes! Mas a mensagem de Jeová não parou por aí. Acrescentou: “Não obstante, acharam-se boas coisas contigo.” (2 Crônicas 19:1-3) De modo que, apesar de sua ira justa, Jeová não ficou cego para com a bondade de Jeosafá. Como isso é diferente do modo como agem os humanos imperfeitos! Quando ficamos aborrecidos com outros, nossa tendência é desconsiderar o que eles têm de bom. E, quando pecamos, o desapontamento, a vergonha e a culpa que sentimos nos fazem esquecer das boas qualidades que nós mesmos temos. Lembre-se, porém, de que, se nos arrependermos de nossos pecados e fizermos bastante esforço para não repeti-los, Jeová nos perdoará.

*** w05 1/12 p. 20 Destaques do livro de Segundo das Crônicas ***
19:1-3. Jeová procura o que é bom em nós, mesmo quando lhe damos razões para ficar zangado conosco.

*** w03 1/7 p. 17 par. 13 “Deus é amor” ***
13 A Bíblia revela algo mais que nos assegura o amor de Jeová: ele procura e aprecia o que há de bom em nós. Por exemplo, considere o bom Rei Jeosafá. Quando ele cometeu um ato tolo, o profeta de Jeová lhe disse: “Por isso há indignação contra ti da parte da pessoa de Jeová.” De fato, palavras preocupantes! Mas a mensagem de Jeová não parou por aí. Prosseguiu: “Não obstante, acharam-se boas coisas contigo.” (2 Crônicas 19:1-3) De modo que, apesar de sua ira justa, Jeová não ficou cego para com as “boas coisas” de Jeosafá. Não é reanimador saber que nosso Deus procura o que há de bom em nós, embora sejamos imperfeitos?

(2 CRÔNICAS 19:4)

“E Jeosafá continuou morando em Jerusalém; e começou a sair novamente entre o povo, desde Berseba até a região montanhosa de Efraim, para trazê-los de volta a Jeová, o Deus de seus antepassados.”

*** it-1 p. 342 Berseba ***
Berseba veio a representar o ponto mais meridional ao se descrever a extensão da Terra da Promessa, conforme expresso na frase proverbial, “desde Dã para baixo até Berseba” (Jz 20:1), ou, na direção inversa, “desde Berseba até Dã”. (1Cr 21:2; 2Cr 30:5) Depois da divisão da nação em dois reinos, Berseba continuou a ser usada para indicar a extremidade sul do reino de Judá, nas expressões “desde Geba até Berseba” (2Rs 23:8) e “desde Berseba até a região montanhosa de Efraim” (onde começava o reino setentrional de Israel). (2Cr 19:4) Nos tempos pós-exílicos, a expressão era usada de forma ainda mais limitada, para se referir à região ocupada pelos repatriados de Judá, que se estendia desde Berseba “até o vale de Hinom”. — Ne 11:27, 30.
Na realidade, havia outras cidades da Terra da Promessa situadas ao S de Berseba, assim como havia cidades israelitas ao N de Dã. No entanto, tanto Dã como Berseba encontravam-se em fronteiras naturais da terra. No caso de Berseba, sua localização era abaixo das montanhas de Judá, à beira do deserto. Adicionalmente, era uma das principais cidades de Judá (junto com Jerusalém e Hébron), e isto se dava, não só porque dispunha de excelentes reservas de água, em comparação com a região circunvizinha, possibilitando assim tanto a lavoura como as pastagens de manadas e rebanhos, mas também porque importantes estradas convergiam para ela, vindas de várias direções. Do Egito, uma antiga rota subia pelo “Caminho dos Poços”, atravessando Cades-Barnéia até Berseba, unindo-se a outra estrada pela qual viajavam as caravanas de camelos dos “Reinos das Especiarias” da península da Arábia, em direção à Filístia ou a Judá. De Eziom-Géber, na cabeceira do golfo de Acaba, outra rota subia pelo Arabá e então se virava para o O, ascendendo a subida de Acrabim até Berseba. Em Gaza, na planície filistéia, uma estrada que saía da estrada principal levava ao SE, a Berseba. E, ligando-a com o restante de Judá, uma estrada ia de Berseba para o NE, subindo o platô nas montanhas de Judá até Jerusalém e outros pontos mais para o N. — Gên 22:19.

(2 CRÔNICAS 19:7)

“E agora venha sobre vós o pavor de Jeová. Tomai cuidado e agi, porque com Jeová, nosso Deus, não há injustiça, nem parcialidade, nem aceitação de suborno.””

*** w11 1/8 p. 28 Um dia promissor e de grandes expectativas ***
“Venha sobre vós o pavor de Jeová”
Anthony Morris, do Corpo Governante, explicou o significado da expressão bíblica “o pavor de Jeová”. (2 Crônicas 19:7) Essas palavras não se referem a algum tipo de terror mórbido, mas sim a um desejo intenso de fazer o que é certo, um respeito tão forte e sincero que nos faz tremer de ansiedade.

(2 CRÔNICAS 19:11)

“E aqui está Amarias, o sacerdote principal sobre vós para todo assunto de Jeová; e Zebadias, filho de Ismael, líder da casa de Judá para todo assunto do rei; e como oficiais estão à vossa disposição os levitas. Sede fortes e agi, e mostre-se Jeová com aquilo que é bom.””

*** it-1 p. 104 Amarias ***
3. Sacerdote principal “para todo assunto de Jeová”, especialmente causas jurídicas, durante o reinado de Jeosafá. — 2Cr 19:11.

21 de dez. Leitura da Bíblia: 2 Crônicas 20-24


(2 CRÔNICAS 20:1)

“E depois sucedeu que os filhos de Moabe e os filhos de Amom, e com eles alguns dos amonins vieram contra Jeosafá em guerra.”

*** it-1 p. 111 Amonins ***
Amonins
[Os Povos].
Em 2 Crônicas 20:1, o texto massorético menciona alguns dos “amonins [hebr.: ʽAm•moh•ním]” como juntando-se aos filhos de Moabe e de Amom na guerra contra Jeosafá, rei de Judá. A versão Almeida, revista e corrigida, insere a palavra “outros”, para fazer o texto rezar “os filhos de Moabe, e os filhos de Amom, e com eles alguns outros dos amonitas”; ao passo que outras traduções vertem a frase em questão como rezando “alguns dos amonitas” (ALA, VB), embora isso pareça ilógico, visto que os amonitas já são mencionados no versículo. A Biblia Hebraica Stuttgartensia (n.) e a maioria das traduções modernas (IBB, BJ, BV) acham que este texto se refere aos meunins (ou meunitas) de 2 Crônicas 26:7. Este ponto de vista supõe que um erro de escriba resultou na transposição das primeiras duas consoantes (מע) do meʽu•ním hebraico, resultando assim em ʽam•moh•ním. Esta identificação com os meunins talvez encontre apoio no fato de que o restante do relato da luta contra Jeosafá menciona “os da região montanhosa de Seir” (em lugar de “os amonins”) se juntando às forças amonita-moabitas. (2Cr 20:10, 22, 23) Os tradutores da Septuaginta usaram a mesma palavra grega (mi•naí•on) para traduzir o termo hebraico em 2 Crônicas 20:1, como nos textos que se referem aos meunins, mostrando que eles entendiam tratar-se dos mesmos. — Veja MEUNINS.
Visto que este assunto é incerto, porém, algumas traduções, tais como a de Isaac Leeser (em inglês) e a Tradução do Novo Mundo, preferem simplesmente transliterar o termo, retendo assim a versão encontrada no texto massorético.

*** it-2 p. 231 Nações inimigas que atacavam Israel ***
Amom 2Cr 20:1-3, 10, 11; 2Rs 24:2

(2 CRÔNICAS 20:7)

“Não foste tu, ó Deus nosso, quem desalojaste os habitantes desta terra de diante do teu povo Israel e então a deste à descendência de Abraão, aquele que te amou, por tempo indefinido?”

*** it-1 p. 109 Amigo ***
Amigo de Deus. Entre as bênçãos divinas concedidas a Abraão achava-se o privilégio e a honra de ser chamado de “amigo [ou: amante] de Jeová”. Isto se deu por motivo da fé notável de Abraão, que ele demonstrou no máximo grau possível ao se dispor a oferecer em sacrifício o seu filho Isaque. — Is 41:8 n.; 2Cr 20:7; Tg 2:21-23; veja DECLARAR JUSTO.

(2 CRÔNICAS 20:10)

“E agora, eis os filhos de Amom e de Moabe, e [os] da região montanhosa de Seir, que não deixaste Israel invadir quando saíam da terra do Egito, mas se desviaram deles e não os aniquilaram,”

*** it-2 p. 231 Nações inimigas que atacavam Israel ***
Amom 2Cr 20:1-3, 10, 11; 2Rs 24:2

(2 CRÔNICAS 20:11)

“sim, eis que nos recompensam por chegarem para nos expulsar da nossa posse que nos fizeste possuir.”

*** it-2 p. 231 Nações inimigas que atacavam Israel ***
Amom 2Cr 20:1-3, 10, 11; 2Rs 24:2

(2 CRÔNICAS 20:17)

“Não tereis de lutar neste caso. Tomai a vossa posição, ficai parados e vede a salvação da parte de Jeová a vosso favor. Ó Judá e Jerusalém, não tenhais medo nem fiqueis aterrorizados. Saí amanhã contra eles e Jeová será convosco.’””

*** w05 1/12 p. 21 Destaques do livro de Segundo das Crônicas ***
20:17. Para ‘ver a salvação de Jeová’, precisamos ‘tomar nossa posição’, dando apoio ativo ao Reino de Deus. Em vez de tentar resolver os assuntos da nossa maneira, devemos ‘ficar parados’, tendo total confiança em Jeová.

*** w03 1/6 pp. 21-22 Fique parado e veja a salvação da parte de Jeová! ***
Como os servos de Deus reagirão?
14 O que se espera que os servos de Deus façam quando sofrerem o ataque? Novamente, a reação da nação típica de Deus nos dias de Jeosafá fornece o modelo. Note que os cidadãos dela foram ordenados a fazer três coisas: (1) tomar sua posição, (2) ficar parados e (3) ver a salvação da parte de Jeová. Como o povo de Deus agirá hoje em dia em harmonia com essas palavras? — 2 Crônicas 20:17.
15 Tomar posição: Sem vacilação, o povo de Deus continuará a manter sua posição de apoio ativo ao Reino de Deus. Continuarão a manter a sua posição de neutralidade cristã. Serão “constantes, inabaláveis” no seu serviço leal a Jeová e continuarão a louvar a Jeová publicamente pela sua benevolência. (1 Coríntios 15:58; Salmo 118:28, 29) Nenhuma pressão atual ou futura poderá fazê-los renunciar a essa posição divinamente aprovada.
16 Ficar parados: Os servos de Jeová não procurarão salvar-se, mas depositarão a sua implícita confiança em Jeová. Somente ele é capaz de resgatar seus servos do caos do mundo, e prometeu fazer isso. (Isaías 43:10, 11; 54:15; Lamentações 3:26) Confiar em Jeová incluirá confiar no canal moderno, visível, que ele tem notoriamente usado por décadas para servir os seus propósitos. Os verdadeiros cristãos, como nunca antes, terão de depositar então sua confiança nos companheiros de adoração autorizados por Jeová e seu Rei governante para tomarem a dianteira. Esses homens fiéis dirigirão o povo de Deus. Desconsiderar a orientação deles poderia resultar em desastre. — Mateus 24:45-47; Hebreus 13:7, 17.
17 Ver a salvação da parte de Jeová: A salvação será a recompensa de todos os que mantiverem sua posição de integridade cristã e confiarem na libertação por Jeová. Até a última hora — e conforme puderem — anunciarão a chegada do dia de julgamento por Jeová. Toda a criação tem de saber que Jeová é o verdadeiro Deus e que ele tem servos fiéis na Terra. Nunca mais terá de haver uma prolongada controvérsia referente à legitimidade da soberania de Jeová. — Ezequiel 33:33; 36:23.

(2 CRÔNICAS 20:20)

“E passaram a levantar-se de manhã cedo e a sair ao ermo de Tecoa. E ao saírem, Jeosafá pôs-se de pé e então disse: “Ouvi-me, ó Judá e vós habitantes de Jerusalém! Tende fé em Jeová, vosso Deus, para que mostreis ser de longa duração. Tende fé nos seus profetas e mostrai-vos assim bem sucedidos.””

*** w98 1/5 p. 20 par. 4 Executado o julgamento na baixada da decisão ***
4 Jeová exigiu mais do Rei Jeosafá e do seu povo do que apenas ficar sentados ociosos, aguardando uma libertação milagrosa. Eles deviam tomar a iniciativa de enfrentar o desafio do inimigo. O rei e ‘todos os de Judá, mesmo seus pequeninos, suas esposas e seus filhos’, expressaram uma forte fé por obedientemente se levantarem de manhã cedo e marcharem ao encontro das hostes invasoras. Em caminho, o rei continuou a dar instruções teocráticas e encorajamento, exortando-os: “Tende fé em Jeová, vosso Deus, para que mostreis ser de longa duração. Tende fé nos seus profetas e mostrai-vos assim bem sucedidos.” (2 Crônicas 20:20) Fé em Jeová! Fé nos seus profetas! Esta era a chave do êxito. Do mesmo modo hoje, ao continuarmos ativos no serviço de Jeová, que nunca duvidemos de que ele tornará nossa fé vitoriosa!

(2 CRÔNICAS 20:21)

“Ademais, aconselhou-se com o povo e colocou em posição cantores para Jeová e os que ofereciam louvor em santo adorno, os quais saíam na frente dos homens armados e diziam: “Louvai a Jeová, pois a sua benevolência é por tempo indefinido.””

*** w98 1/5 p. 20 par. 5 Executado o julgamento na baixada da decisão ***
5 Assim como os de Judá, nos dias de Jeosafá, temos de ‘dar louvor a Jeová, pois a sua benevolência é por tempo indefinido’. E como damos este louvor? Pela nossa zelosa pregação do Reino! Assim como aqueles de Judá “principiaram a clamar alegremente e a dar louvor”, assim nós acrescentamos obras à nossa fé. (2 Crônicas 20:21, 22) Portanto, demonstremos ter uma forte fé similar, ao passo que Jeová se prepara para entrar em ação contra os seus inimigos! Embora o caminho possa parecer longo, estejamos decididos a perseverar, ativos na fé, assim como seu povo vitorioso faz hoje em lugares de condições difíceis na Terra.

(2 CRÔNICAS 20:22)

“No tempo em que principiaram a clamar alegremente e a dar louvor, Jeová colocou homens de emboscada contra os filhos de Amom, de Moabe e da região montanhosa de Seir, que estavam entrando em Judá, e eles se feriram mutuamente.”

*** w98 1/5 p. 20 par. 5 Executado o julgamento na baixada da decisão ***
5 Assim como os de Judá, nos dias de Jeosafá, temos de ‘dar louvor a Jeová, pois a sua benevolência é por tempo indefinido’. E como damos este louvor? Pela nossa zelosa pregação do Reino! Assim como aqueles de Judá “principiaram a clamar alegremente e a dar louvor”, assim nós acrescentamos obras à nossa fé. (2 Crônicas 20:21, 22) Portanto, demonstremos ter uma forte fé similar, ao passo que Jeová se prepara para entrar em ação contra os seus inimigos! Embora o caminho possa parecer longo, estejamos decididos a perseverar, ativos na fé, assim como seu povo vitorioso faz hoje em lugares de condições difíceis na Terra.

(2 CRÔNICAS 20:26)

“E no quarto dia congregaram-se na baixada de Beraca, pois ali bendisseram a Jeová. É por isso que chamaram aquele lugar pelo nome de Baixada de Beraca — até o dia de hoje.”

*** it-1 p. 340 Beraca ***
2. Uma baixada em Judá, entre Belém e Hébron. É atualmente identificada com o uádi el-ʽArrub, e a vizinha Khirbet Bereikut (Berakhot) parece preservar evidência do nome original. Este vale corre E-O, ligando a terra colinosa de Judá com a região do ermo ao O do mar Salgado.
Após a vitória milagrosa sobre as forças conjuntas de Amom, Moabe e Edom, Jeosafá congregou o povo nesta baixada para bendizer a Jeová, daí o nome de Baixada de Beraca (significando “Bênção”). — 2Cr 20:26.

(2 CRÔNICAS 20:34)

“Quanto ao resto dos assuntos de Jeosafá, os primeiros e os últimos, eis que estão escritos entre as palavras de Jeú, filho de Hanani, que foram incluídas no Livro dos Reis de Israel.”

*** w09 15/3 p. 32 Perguntas dos Leitores ***
Por outro lado, certas referências podem ser a livros que têm nomes similares aos livros da Bíblia, mas que na realidade não fazem parte dela. Podemos exemplificar isso com quatro livros antigos: o “livro dos assuntos dos tempos dos reis de Judá”, o “Livro dos Reis de Judá e de Israel”, o “Livro dos Reis de Israel” e o “Livro dos Reis de Israel e de Judá”. Embora os nomes desses livros soem parecido com os nomes dos livros bíblicos conhecidos como 1 Reis e 2 Reis, esses quatro livros não foram inspirados e não fazem parte do cânon bíblico. (1 Reis 14:29; 2 Crô. 16:11; 20:34; 27:7) Provavelmente eram apenas escritos históricos disponíveis quando o profeta Jeremias e Esdras escreveram os relatos que lemos na Bíblia.

(2 CRÔNICAS 20:36)

“Assim, fez dele seu sócio para fazerem navios, para que fossem a Társis, e fizeram navios em Eziom-Géber.”

*** it-2 p. 96 Eziom-Géber ***
Pode-se notar que tanto no caso de Salomão como no de Jeosafá alguns dos navios se destinavam a ir não só a Ofir, mas também a Társis. (2Cr 9:21; 20:36, 37) Visto que há forte evidência de que Társis ficava na Espanha, alguns duvidam de que navios saindo de Eziom-Géber pudessem ter feito tal viagem nos tempos antigos. Sobre isso, veja o artigo TÁRSIS N.° 4, onde se apresenta a possibilidade da existência dum canal do Nilo para o mar Vermelho. Tal canal poderia também explicar como o Rei Hirão podia enviar não somente homens, mas “navios” a Eziom-Géber e Elote (Elate) para o uso de Salomão. (2Cr 8:17, 18) Por outro lado, sugeriu-se também que esses navios talvez fossem mandados para um ponto na costa filistéia, desmantelados e transportados por terra até o golfo de ʽAqaba, onde eram reconstruídos. Os que sustentam tal conceito salientam que os cruzados, mais tarde, usaram um método similar. Quer por algum canal entre o Nilo e o mar Vermelho, quer por rota terrestre, parece provável que pelo menos a madeira tenha sido suprida de florestas em outra parte, visto que a região ao redor de Eziom-Géber tem palmeirais, mas não árvores adequadas para a construção de navios.

(2 CRÔNICAS 21:2)

“E ele teve irmãos, filhos de Jeosafá: Azarias, e Jeiel, e Zacarias, e Azarias, e Micael, e Sefatias, todos estes sendo filhos de Jeosafá, rei de Israel.”

*** it-1 p. 282 Azarias ***
7, 8. Dois dos sete filhos de Jeosafá, alistados em segundo e em quinto lugar. Receberam de seu pai muitas dádivas e cidades fortificadas, mas, quando o irmão mais velho deles, Jeorão, tornou-se rei, esses filhos foram mortos. (2Cr 21:1-4) “Parece ilógico supor [como alguns fizeram] que o nome tenha sido usado duas vezes porque os meninos eram apenas meios-irmãos ou porque um já tinha falecido na infância.” (The Interpreter’s Dictionary of the Bible [O Dicionário Bíblico do Intérprete], editado por G. A. Buttrick, 1962, Vol. 1, p. 325) É incomum que dois irmãos tenham aparentemente o mesmo nome, mas, no hebraico, há uma ligeira diferença na grafia e na pronúncia dos dois, ʽAzar•yáh (“Jah Ajudou”) e ʽAzar•yá•hu (“Jeová Ajudou”).

(2 CRÔNICAS 21:12)

“Por fim chegou a ele um escrito da parte de Elias, o profeta, dizendo: “Assim disse Jeová, o Deus de Davi, teu antepassado: ‘Visto que não andaste nos caminhos de Jeosafá, teu pai, nem nos caminhos de Asa, rei de Judá,”

*** it-1 p. 791 Elias ***
Alguns anos depois da sua ascensão no vendaval, Elias ainda está vivo e ativo como profeta, desta feita para o rei de Judá. Por causa do proceder iníquo adotado pelo Rei Jeorão, de Judá, Elias lhe escreve uma carta, expressando a condenação de Jeová, que se cumpre pouco depois. — 2Cr 21:12-15; veja CÉU, I (Ascensão ao Céu).

(2 CRÔNICAS 21:16)

“Por conseguinte, Jeová despertou contra Jeorão o espírito dos filisteus e dos árabes que estavam do lado dos etíopes.”

*** it-1 p. 169 Arábia ***
Visto que o canto SO da Arábia está separado da África por um estreito de apenas uns 32 km de largura, os produtos da Etiópia (2Cr 21:16), tais como o marfim e o ébano, também podiam ter estado incluídos nas mercadorias desses comerciantes viajantes. — Ez 27:15.

*** it-1 p. 628 Cusita ***
A expressão, em 2 Crônicas 21:16, “do lado dos etíopes [cusitas]”, como aplicando-se a certos árabes, pode também significar “sob o controle dos etíopes”, e isto talvez forneça uma base para se aplicar o nome “cusita” a pessoas que não descendiam de Cus. Crê-se que diversos dos filhos de Cus se estabeleceram na península Arábica. — Veja HAVILÁ N.° 3; SABTÁ.

*** it-1 p. 627 Cus ***
Os “árabes que estavam do lado dos etíopes [Ku•shím]” (2Cr 21:16) possivelmente eram aquelas tribos árabes que ocupavam a costa SO da península Arábica e assim se defrontavam com a África através do mar Vermelho.

(2 CRÔNICAS 21:17)

“Eles subiram, pois, a Judá e romperam por ele, e levaram cativos todos os bens que se achavam na casa do rei, bem como seus filhos e suas esposas, e não lhe restou filho, exceto Jeoacaz, seu filho mais moço.”

*** it-1 p. 42 Acazias ***
Acazias é também mencionado como “Azarias”, em 2 Crônicas 22:6 (embora, aqui, 15 manuscritos hebraicos rezem “Acazias”), e como “Jeoacaz”, em 2 Crônicas 21:17; 25:23 (um caso de transposição do nome divino para servir de prefixo, ao invés de sufixo).

(2 CRÔNICAS 21:20)

“Veio a ter trinta e dois anos de idade quando começou a reinar e reinou por oito anos em Jerusalém. Finalmente se foi sem ser desejado. Enterraram-no, pois, na Cidade de Davi, mas não nas sepulturas dos reis.”

*** w98 15/11 p. 32 Que nome tem você? ***
Em contraste, o Rei Jeorão, de Judá, fez um mau nome para si. Ele desviou seus súditos da adoração de Jeová, e até mandou matar seus seis irmãos e alguns dos príncipes de Judá. Por fim, Jeová atingiu Jeorão com uma doença dolorosa que causou a morte dele. A Bíblia diz que Jeorão “se foi sem ser desejado”, ou conforme o expressa A Bíblia na Linguagem de Hoje, “ninguém sentiu falta dele”. — 2 Crônicas 21:20.

(2 CRÔNICAS 22:6)

“Por isso ele voltou para se curar em Jezreel das feridas que lhe infligiram em Ramá, quando lutou contra Hazael, rei da Síria. Quanto a Azarias, filho de Jeorão, rei de Judá, desceu ele para visitar Jeorão, filho de Acabe, em Jezreel, pois estava doente.”

*** it-1 p. 42 Acazias ***
Acazias é também mencionado como “Azarias”, em 2 Crônicas 22:6 (embora, aqui, 15 manuscritos hebraicos rezem “Acazias”), e como “Jeoacaz”, em 2 Crônicas 21:17; 25:23 (um caso de transposição do nome divino para servir de prefixo, ao invés de sufixo).

(2 CRÔNICAS 22:7)

“Mas era da parte de Deus que ocorreu a queda de Acazias, porque fora ter com Jeorão; e quando chegou, saiu com Jeorão a Jeú, neto de Ninsi, a quem Jeová havia ungido para decepar a casa de Acabe.”

*** it-1 p. 42 Acazias ***
Coordenando-se estes dois relatos (2Rs 9:21-28; 2Cr 22:7-9), evidentemente aconteceu o seguinte: Jeú, ao se aproximar de Jezreel, encontrou-se com Jeorão e Acazias. Jeú abateu Jeorão, mas Acazias fugiu. Nesta ocasião, Jeú não perseguiu Acazias, mas continuou até Jezreel, a fim de terminar ali a sua obra executora. No ínterim, o fugitivo Acazias tentou retornar a Jerusalém; no entanto, só conseguiu chegar a Samaria, onde tentou esconder-se. Os homens de Jeú, perseguindo Acazias, descobriram-no em Samaria e capturaram-no, e levaram-no até Jeú, que estava perto da cidade de Ibleão, não muito longe de Jezreel. Quando Jeú viu Acazias, ordenou que seus homens o matassem em seu carro. Eles o golpearam e feriram quando subia para Gur, perto de Ibleão; mas permitiu-se que Acazias escapasse, e ele fugiu para Megido, onde morreu devido a seus ferimentos. Foi então levado para Jerusalém e ali sepultado. Os relatos de sua morte não são contraditórios, mas complementares.
Segundo Crônicas 22:7 indica que a morte de Acazias ocorreu “da parte de Deus”, e, assim, Jeú atuou como executor da parte de Deus ao matar esse homem que tinha companheirismo com a condenada casa de Acabe.

(2 CRÔNICAS 22:9)

“Depois foi procurar Acazias, e por fim o capturaram, enquanto se escondia em Samaria, e o trouxeram a Jeú. Entregaram-no então à morte e enterraram-no, pois disseram: “Ele é neto de Jeosafá que buscou a Jeová de todo o seu coração.” E não havia ninguém da casa de Acazias que retivesse poder para o reino.”

*** it-1 p. 42 Acazias ***
Coordenando-se estes dois relatos (2Rs 9:21-28; 2Cr 22:7-9), evidentemente aconteceu o seguinte: Jeú, ao se aproximar de Jezreel, encontrou-se com Jeorão e Acazias. Jeú abateu Jeorão, mas Acazias fugiu. Nesta ocasião, Jeú não perseguiu Acazias, mas continuou até Jezreel, a fim de terminar ali a sua obra executora. No ínterim, o fugitivo Acazias tentou retornar a Jerusalém; no entanto, só conseguiu chegar a Samaria, onde tentou esconder-se. Os homens de Jeú, perseguindo Acazias, descobriram-no em Samaria e capturaram-no, e levaram-no até Jeú, que estava perto da cidade de Ibleão, não muito longe de Jezreel. Quando Jeú viu Acazias, ordenou que seus homens o matassem em seu carro. Eles o golpearam e feriram quando subia para Gur, perto de Ibleão; mas permitiu-se que Acazias escapasse, e ele fugiu para Megido, onde morreu devido a seus ferimentos. Foi então levado para Jerusalém e ali sepultado. Os relatos de sua morte não são contraditórios, mas complementares.
Segundo Crônicas 22:7 indica que a morte de Acazias ocorreu “da parte de Deus”, e, assim, Jeú atuou como executor da parte de Deus ao matar esse homem que tinha companheirismo com a condenada casa de Acabe.

(2 CRÔNICAS 22:11)

“No entanto, Jeosabeate, filha do rei, tomou a Jeoás, filho de Acazias, e o furtou dentre os filhos do rei que iam ser mortos, e pôs tanto a ele como a sua ama no quarto interior dos leitos. E Jeosabeate, filha do Rei Jeorão, esposa de Jeoiada, o sacerdote, (pois acontecia que ela mesma era irmã de Acazias,) manteve-o escondido por causa de Atalia e esta não o entregou à morte.”

*** it-2 p. 637 Ladrão ***
A tia do jovem Jeoás salvou-lhe a vida por ‘furtá-lo dentre os seus irmãos’, que foram mortos pela iníqua Atalia. — 2Rs 11:1, 2; 2Cr 22:11.

(2 CRÔNICAS 23:13)

“Então ela viu, e eis o rei de pé junto à sua coluna na entrada, e os príncipes e as trombetas junto ao rei, e todo o povo da terra alegrando-se e tocando as trombetas, e os cantores com os instrumentos de canto, bem como os que davam o sinal para se oferecer louvor. Atalia rasgou imediatamente as suas vestes e disse: “Conspiração! Conspiração!””

*** it-1 p. 531 Coluna ***
As colunas mais dignas de nota no templo de Salomão eram duas enormes colunas de cobre, chamadas Jaquim e Boaz, na frente do pórtico. (1Rs 7:15; 2Rs 25:17; Je 52:21; veja CAPITEL.) O Novo Dicionário da Bíblia, editado por J. D. Douglas (1966, tradução de João Bentes, p. 304) sugere que o rei se punha de pé perto de uma dessas colunas durante ocasiões cerimoniais, mas isso não pode ser confirmado, porque a Bíblia só diz que o rei estava “de pé junto à sua coluna na entrada”. (2Cr 23:13; 2Rs 11:14; 23:3) Pode ter estado de pé no portão do pátio interno ou em outro lugar elevado para falar ao povo.

(2 CRÔNICAS 24:6)

“De modo que o rei chamou Jeoiada, o cabeça, e disse-lhe: “Por que é que não exigistes uma prestação de contas dos levitas pela entrada do imposto sagrado de Judá e de Jerusalém, ordenado por Moisés, o servo de Jeová, sim, o da congregação de Israel para a tenda do Testemunho?”

*** it-1 p. 551 Contribuição ***
Algumas contribuições eram exigidas sob a Lei. Quando Moisés fez o recenseamento dos israelitas, todo varão de 20 anos de idade para cima tinha de dar um resgate pela sua alma, “meio siclo [provavelmente US$1,10] segundo o siclo do lugar santo”. Era a “contribuição pertencente a Jeová”, a fim de fazer expiação pelas suas almas e “em benefício do serviço da tenda de reunião”. (Êx 30:11-16) Segundo o historiador judeu Josefo (The Jewish War [A Guerra Judaica], VII, 218 [vi, 6]), este “imposto sagrado” foi dali em diante pago anualmente. — 2Cr 24:6-10; Mt 17:24; veja IMPOSTO.

*** it-2 p. 389 Imposto ***
Impostos Para a Manutenção do Santuário de Jeová. Os serviços do santuário eram mantidos por meio de impostos. O dízimo obrigatório era a principal fonte para a manutenção dos sacerdotes arônicos e dos levitas, e, pelo menos numa ocasião, eles receberam uma parte dos despojos de guerra, segundo uma taxa estipulada por Jeová. (Núm 18:26-29; 31:26-47; veja DÍZIMO.) Jeová também instruiu a Moisés que, depois dum recenseamento, cada pessoa registrada pagasse meio siclo (US$ 1,10) como “contribuição pertencente a Jeová”, contribuição esta em benefício da tenda de reunião. (Êx 30:12-16) Parece que se tornara costumeiro os judeus darem uma soma fixa a cada ano, embora não se fizesse anualmente um censo. Jeoás, por exemplo, invocou o “imposto sagrado ordenado . . . por Moisés”. (2Cr 24:6, 9) Os judeus da época de Neemias obrigaram-se a pagar anualmente um terço dum siclo (c. 75 centavos de dólar) para o serviço do templo. — Ne 10:32.

(2 CRÔNICAS 24:20)

“E o próprio espírito de Deus envolveu a Zacarias, filho de Jeoiada, o sacerdote, de modo que se pôs de pé acima do povo e lhes disse: “Assim disse o [verdadeiro] Deus: ‘Por que infringis os mandamentos de Jeová, de modo que não vos podeis mostrar bem sucedidos? Visto que abandonastes a Jeová, ele, por sua vez, também vos abandonará.’””

*** gt cap. 110 Concluído o ministério no templo ***
Zacarias, filho de Baraquias [chamado Jeoiada em 2 Crônicas], a quem assassinastes entre o santuário e o altar. Deveras, eu vos digo: Todas essas coisas virão sobre esta geração.”
Por causa da disciplina que Zacarias deu aos líderes de Israel, eles “conspiraram contra ele e atiraram pedras nele ao mandamento do rei, no pátio da casa de Jeová”.

(2 CRÔNICAS 24:21)

“Por fim conspiraram contra ele e atiraram pedras nele ao mandamento do rei, no pátio da casa de Jeová.”

*** it-1 p. 307 Baraquias ***
De acordo com 2 Crônicas 24:21, Zacarias foi assassinado “no pátio da casa de Jeová”. O altar de ofertas queimadas estava no pátio interior, do lado de fora e diante da entrada do santuário. Isto corresponderia à localização, feita por Jesus, desse incidente como “entre o santuário e o altar”.

(2 CRÔNICAS 24:22)

“E Jeoás, o rei, não se lembrou da benevolência que Jeoiada, pai daquele, teve para com ele, matando-lhe assim o filho, o qual, estando para morrer, disse: “Que Jeová o veja e o exija de volta.””

*** it-1 p. 307 Baraquias ***
Nos casos tanto de Abel como de Zacarias, predisse-se uma prestação de contas pelo derramamento de seu sangue. (Gên 4:10; 2Cr 24:22) Também, existe um forte paralelo entre as circunstâncias e os eventos dos dias de Zacarias, filho de Jeoiada, e os da geração que vivia quando Jesus falou essas palavras. Quando Zacarias estava à morte, ele disse: “Que Jeová o veja e o exija de volta.” Pouco depois, suas palavras proféticas começaram a cumprir-se. Uma pequena força militar síria subiu, e Jeová entregou uma grande força militar de Judá nas mãos dela, os príncipes de Judá sendo grandemente arruinados e despojados. Os sírios executaram atos de julgamento em Jeoás e o deixaram com muitas enfermidades, após o que foi assassinado por seus próprios servos. (2Cr 24:23-25) Depois de descrever a culpa de sangue daqueles a quem falava, Jesus disse: “Todas essas coisas virão sobre esta geração.” (Mt 23:36) A profecia de Jesus se cumpriu em Jerusalém e na Judéia em 70-73 EC.

28 de dez. Leitura da Bíblia: 2 Crônicas 25-28


(2 CRÔNICAS 25:6)

“Além disso, contratou de Israel cem mil homens poderosos, valentes, por cem talentos de prata.”

*** it-1 p. 86 Aliança ***
Obedecendo ao conselho divino, Amazias, de Judá, decidiu sabiamente não usar tropas mercenárias de Israel, embora isso significasse a perda de 100 talentos de prata (US$ 660.600) que lhes foram pagos como gratificação. — 2Cr 25:6-10.

(2 CRÔNICAS 25:7)

“E chegou a ele certo homem do [verdadeiro] Deus, dizendo: “Ó rei, não deixes vir contigo o exército de Israel, porque Jeová não está com Israel, [isto é,] todos os filhos de Efraim.”

*** it-1 p. 765 Efraim ***
Como a tribo dominante do reino setentrional, Efraim veio a representar o inteiro reino das dez tribos. (2Cr 25:7; Je 7:15)

(2 CRÔNICAS 25:12)

“E havia dez mil que os filhos de Judá capturaram vivos. Levaram-nos, pois, ao cume do rochedo e passaram a lançá-los do cume do rochedo; e todos eles rebentaram.”

*** it-1 p. 591 Crime e punição ***
Lançar alguém de cima dum penhasco ou lugar alto não era ordenado por lei, mas o Rei Amazias, de Judá, aplicou esta punição a 10.000 homens de Seir. (2Cr 25:12)

(2 CRÔNICAS 25:23)

“E foi a Amazias, rei de Judá, filho de Jeoás, filho de Jeoacaz, que Jeoás, rei de Israel, capturou em Bete-Semes, levando-o depois a Jerusalém e fazendo uma brecha na muralha de Jerusalém, desde o Portão de Efraim até o Portão da Esquina, quatrocentos côvados.”

*** it-1 p. 42 Acazias ***
Acazias é também mencionado como “Azarias”, em 2 Crônicas 22:6 (embora, aqui, 15 manuscritos hebraicos rezem “Acazias”), e como “Jeoacaz”, em 2 Crônicas 21:17; 25:23 (um caso de transposição do nome divino para servir de prefixo, ao invés de sufixo).

(2 CRÔNICAS 26:5)

“E tendia continuamente a buscar a Deus nos dias de Zacarias, instrutor no temor do [verdadeiro] Deus; e nos dias em que buscava a Jeová, o [verdadeiro] Deus o tornou próspero.”

*** w07 15/12 p. 10 Você tem um conselheiro espiritual? ***
Você tem um conselheiro espiritual?
COM apenas 16 anos, Uzias tornou-se rei do meridional reino de Judá. Ele governou por mais de 50 anos, desde fins do nono até o início do oitavo século AEC. Ainda bem jovem, Uzias “fazia o que era direito aos olhos de Jeová”. O que o influenciou a seguir um proceder justo? O registro histórico relata: “[Uzias] tendia continuamente a buscar a Deus nos dias de Zacarias, instrutor no temor do verdadeiro Deus; e nos dias em que buscava a Jeová, o verdadeiro Deus o tornou próspero.” — 2 Crônicas 26:1, 4, 5.
Além desse trecho bíblico, pouco se sabe sobre Zacarias, o conselheiro do rei. Mas como “instrutor no temor do verdadeiro Deus”, Zacarias exerceu uma ótima influência para o bem no jovem governante. A The Expositor’s Bible (Bíblia do Expositor) observa que Zacarias obviamente era “um homem versado em conhecimentos sagrados, rico em experiência espiritual e capaz de transmitir seus conhecimentos”. Certo erudito bíblico concluiu sobre Zacarias: “Ele era bem versado em profecias e . . . um homem inteligente, devoto e bom; e, pelo visto, exercia grande influência sobre Uzias.”
O proceder fiel de Uzias lhe trouxe muitas bênçãos, e ele “demonstrou ter força num grau extraordinário” porque “o verdadeiro Deus continuou a ajudá-lo”. De fato, o sucesso em seus empenhos seculares era conseqüência de seu sucesso espiritual “nos dias de Zacarias”. (2 Crônicas 26:6-8) Depois de ter se tornado bem-sucedido, Uzias abandonou os ensinos de Zacarias, seu conselheiro. O coração de Uzias “ensoberbeceu-se . . . a ponto de causar a ruína, de modo que agiu de maneira infiel contra Jeová”. Por causa de certo ato notadamente desrespeitoso, ele foi atacado por uma repulsiva doença de pele que o deixou incapacitado, de modo que não podia mais exercer todas as funções de um rei. — 2 Crônicas 26:16-21.
Existe alguém que você considera seu instrutor, conselheiro, que o incentiva a “buscar a Deus”? Isso pode acontecer independentemente de você ser jovem ou não, homem ou mulher. Aprecie esse conselheiro, pois seus conselhos podem ajudá-lo a continuar a fazer o que é certo aos olhos de Jeová. Escute esse cristão maduro e leve a sério os conselhos que ele lhe der. Nunca desconsidere as palavras sábias de um “instrutor no temor do verdadeiro Deus”. — Provérbios 1:5; 12:15; 19:20.

(2 CRÔNICAS 26:6)

“E ele passou a sair e a lutar contra os filisteus, e a romper pela muralha de Gate, e pela muralha de Jabné, e pela muralha de Asdode, construindo depois cidades no [território de] Asdode e entre os filisteus.”

*** it-2 p. 145 Filístia, filisteus ***
Referências Proféticas. A profecia de Joel indicou que, por venderem “os filhos de Judá” e “os filhos de Jerusalém” aos “filhos dos gregos”, os filisteus sofreriam tratamento igual. (Jl 3:4-8) Visto que as palavras do profeta Joel parecem ter sido registradas no nono século AEC, as derrotas sofridas pelos filisteus às mãos de Uzias (2Cr 26:6-8) e de Ezequias (2Rs 18:8) podem ter sido incluídas no cumprimento desta profecia.
No entanto, evidentemente, houve um cumprimento maior depois que os israelitas retornaram do exílio babilônico. O comentador C. F. Keil observa: “Alexandre, o Grande, e seus sucessores puseram em liberdade nas suas terras muitos dos prisioneiros de guerra judeus (veja a promessa do Rei Demétrio a Jônatas: ‘Mandarei embora, em liberdade, aqueles de Judá que foram feitos prisioneiros e reduzidos à escravidão em nossa terra’, Josefo, Ant. xiii 2, 3), e partes das terras dos filisteus e dos fenícios estavam por um tempo sob domínio judeu.” (Commentary on the Old Testament [Comentário Sobre o Velho Testamento], 1973, Vol. X, Joel, p. 224) (Veja Ob 19, 20.) Digno de nota, também, é o fato de que Alexandre, o Grande [ou: Magno], tomou a cidade filistéia de Gaza. Muitos dos habitantes foram mortos, e os sobreviventes foram vendidos como escravos. Diversas outras profecias também apontavam para a execução da vingança de Jeová nos filisteus. — Is 14:31; Je 25:9, 20; 47:1-7; Ez 25:15, 16; Am 1:6-8; Sof 2:5; Za 9:5-7; quanto a pormenores, veja ASCALOM; ASDODE; ECROM; GATE; GAZA N.° 1.

(2 CRÔNICAS 26:10)

“Outrossim, construiu torres no ermo e escavou muitas cisternas (porque muitíssimo gado se tornara seu), e também na Sefelá e no planalto. Havia lavradores e vinhateiros nos montes e no Carmelo, pois mostrava ser amante da agricultura.”

*** it-2 p. 158 Fortificações ***
Além dessas torres de cidade, construíam-se outras torres (hebr.: migh•dál; plural: migh•da•lím) em lugares isolados. Estas eram construídas como “postos policiais”, para proteger poços ou outras fontes de água, estradas, fronteiras, linhas de comunicação ou de suprimentos. O Rei Uzias, de Judá, é famoso por ter construído torres em Jerusalém, bem como no ermo; pelo visto, estas foram erigidas para proteger as cisternas que ele construiu para dar de beber ao seu gado. (2Cr 26:9, 10) Diversas destas torres foram encontradas no Negebe.

(2 CRÔNICAS 26:15)

“Ainda mais, fez em Jerusalém máquinas de guerra, invenção de engenheiros, para que viessem a ficar sobre as torres e sobre as esquinas para atirar flechas e grandes pedras. Em conseqüência disso, sua fama saiu à grande distância, porque foi ajudado maravilhosamente até ficar forte.”

*** it-2 p. 524 Jerusalém ***
Uzias também equipou as torres e esquinas com “máquinas de guerra”, talvez catapultas mecânicas para atirar flechas e grandes pedras. (2Cr 26:14, 15)

(2 CRÔNICAS 26:17)

“Azarias, o sacerdote, e com ele sacerdotes de Jeová, oitenta homens valentes, entraram imediatamente atrás dele.”

*** it-1 p. 282 Azarias ***
14. Sumo sacerdote, filho de Joanã, descendente de Arão. (1Cr 6:1-10) Quando o Rei Uzias tentou presunçosamente oferecer incenso no templo, talvez tenha sido este Azarias que o mandou sair, e, quando ele resistiu, Jeová golpeou o rei com lepra. (2Cr 26:16-21)

(2 CRÔNICAS 26:18)

“Puseram-se então de pé contra Uzias, o rei, e disseram-lhe: “Não cabe a ti, ó Uzias, queimar incenso a Jeová, mas cabe aos sacerdotes, filhos de Arão, aos santificados, queimar incenso. Sai do santuário; pois agiste de modo infiel e não te é para glória da parte de Jeová Deus.””

*** it-1 p. 282 Azarias ***
14. Sumo sacerdote, filho de Joanã, descendente de Arão. (1Cr 6:1-10) Quando o Rei Uzias tentou presunçosamente oferecer incenso no templo, talvez tenha sido este Azarias que o mandou sair, e, quando ele resistiu, Jeová golpeou o rei com lepra. (2Cr 26:16-21)

(2 CRÔNICAS 26:23)

“Por fim, Uzias deitou-se com os seus antepassados; e enterraram-no, pois, com os seus antepassados, [mas] no campo de inumação pertencente aos reis, porque disseram: “Ele é leproso.” E Jotão, seu filho, começou a reinar em seu lugar.”

*** it-1 p. 820 Enterro, lugares de sepultamento ***
O leproso Rei Uzias foi enterrado “com os seus antepassados, mas no campo de inumação pertencente aos reis, porque disseram: ‘Ele é leproso.’” Isto parece indicar o sepultamento do seu infeccionado corpo no solo, em vez de num túmulo escavado na rocha. — 2Cr 26:23.

(2 CRÔNICAS 27:5)

“E ele mesmo guerreou contra o rei dos filhos de Amom e por fim se mostrou mais forte do que eles, de modo que os filhos de Amom lhe deram naquele ano cem talentos de prata e dez mil coros de trigo, bem como dez mil de cevada. Foi isto o que lhe pagaram os filhos de Amom, também no segundo ano e no terceiro.”

*** it-1 p. 113 Amonitas ***
O governo forte de Uzias (829-778 AEC) mais uma vez tornou os amonitas tributários de Judá (2Cr 26:8), e o filho de Uzias, Jotão, impôs de novo este domínio sobre Amom, exigindo deles 100 talentos de prata (US$ 660.600), 10.000 coros (2.200 kl) de trigo e 10.000 de cevada. (2Cr 27:5) A capacidade dos amonitas de pagar esta grande soma durante três anos sucessivos talvez se devesse à sua posição favorável junto a uma das principais rotas de comércio da Arábia até Damasco, e à fertilidade relativa da região do vale do Jaboque, o trigo e a cevada estando ainda entre os principais produtos dessa região.

*** it-1 p. 494 Cevada ***
O Rei Jotão, de Judá, exigiu tributo do rei de Amom, inclusive 10.000 coros (2.200 kl) de cevada. (2Cr 27:5)

(2 CRÔNICAS 27:7)

“Quanto ao resto dos assuntos de Jotão e todas as suas guerras e seus caminhos, eis que estão escritos no Livro dos Reis de Israel e de Judá.”

*** w09 15/3 p. 32 Perguntas dos Leitores ***
Por outro lado, certas referências podem ser a livros que têm nomes similares aos livros da Bíblia, mas que na realidade não fazem parte dela. Podemos exemplificar isso com quatro livros antigos: o “livro dos assuntos dos tempos dos reis de Judá”, o “Livro dos Reis de Judá e de Israel”, o “Livro dos Reis de Israel” e o “Livro dos Reis de Israel e de Judá”. Embora os nomes desses livros soem parecido com os nomes dos livros bíblicos conhecidos como 1 Reis e 2 Reis, esses quatro livros não foram inspirados e não fazem parte do cânon bíblico. (1 Reis 14:29; 2 Crô. 16:11; 20:34; 27:7) Provavelmente eram apenas escritos históricos disponíveis quando o profeta Jeremias e Esdras escreveram os relatos que lemos na Bíblia.

(2 CRÔNICAS 28:1)

“Acaz tinha vinte anos de idade quando começou a reinar e reinou por dezesseis anos em Jerusalém, e não fez o que era direito aos olhos de Jeová, igual a Davi, seu antepassado.”

*** it-1 p. 40 Acaz ***
1. Filho do Rei Jotão, de Judá. Acaz começou a reinar à idade de 20 anos e continuou durante 16 anos. — 2Rs 16:2; 2Cr 28:1.
Visto que Ezequias, filho de Acaz, tinha 25 anos quando começou a reinar, isto significaria que Acaz tinha menos de 12 anos quando se tornou pai dele. (2Rs 18:1, 2) Embora a puberdade masculina costume ocorrer entre os 12 e 15 anos de idade no clima temperado, pode ocorrer mais cedo em clima quente. Os costumes de casamento também variam. Zeitschrift für Semitistik und verwandte Gebiete (Revista para Assuntos Semíticos e Relacionados, editada por E. Littmann, Leipzig, 1927, Vol. 5, p. 132) relatou que o casamento entre crianças é uma ocorrência freqüente na Terra da Promessa mesmo nos tempos modernos, citando-se o caso de dois irmãos casados, da idade de 8 e 12 anos, sendo que a esposa do mais velho freqüentava a escola com seu marido. Entretanto, um manuscrito hebraico, a Pesito siríaca, e alguns manuscritos da Septuaginta grega, em 2 Crônicas 28:1, dão a idade de Acaz ao começar a reinar como “vinte e cinco anos”.

(2 CRÔNICAS 28:20)

“Por fim chegou contra ele Tilgate-Pilneser, rei da Assíria, e causou-lhe aflição, e não o fortaleceu.”

*** it-1 p. 41 Acaz ***
Vassalagem à Assíria, e Morte. No entanto, ao invés de ter fé em Jeová, Acaz, por medo da conspiração siro-israelita, preferiu adotar o plano míope de subornar Tiglate-Pileser III, da Assíria, para vir em sua ajuda. (Is 7:2-6; 8:12) Qualquer que fosse o alívio que o ambicioso rei assírio tenha então trazido a Acaz, por esmagar a Síria e Israel, foi apenas temporário. No fim, “causou-lhe aflição, e não o fortaleceu” (2Cr 28:20), visto que Acaz impusera então a Judá o pesado jugo da Assíria.

4 de jan. Leitura da Bíblia: 2 Crônicas 29-32


(2 CRÔNICAS 29:6)

“Porque os nossos pais agiram de modo infiel e fizeram o que era mau aos olhos de Jeová, nosso Deus, de modo que o deixaram e afastaram as suas faces do tabernáculo de Jeová e apresentaram-lhe a cerviz.”

*** it-2 p. 99 Face ***
‘Afastar a face’ talvez demonstre indiferença insultante ou desprezo. (2Cr 29:6; Je 2:27; 32:33)

(2 CRÔNICAS 29:10)

“Está agora achegado ao meu coração concluir um pacto com Jeová, o Deus de Israel, para que a sua ira ardente recue de nós.”

*** it-2 p. 89 Ezequias ***
Daí, convocando os sacerdotes e os levitas, disse-lhes: “Está agora achegado ao meu coração concluir um pacto com Jeová, o Deus de Israel.” Era um pacto de fidelidade, como se o pacto da Lei, embora ainda vigente, mas negligenciado, fosse inaugurado de novo em Judá. Com grande vigor, passou a organizar os levitas nos seus serviços, e restabeleceu os arranjos para instrumentos musicais e para o canto de louvores. Era nisã, o mês de se celebrar a Páscoa, mas o templo, bem como os sacerdotes e os levitas, estavam impuros. Até o dia 16 de nisã já se limpara o templo e se restauraram os seus utensílios. Teve de se fazer então uma expiação especial por todo o Israel. Primeiro, os príncipes trouxeram sacrifícios, ofertas pelo pecado para o reino, o santuário e o povo, seguidos por milhares de ofertas queimadas apresentadas pelo povo. — 2Cr 29:1-36.

(2 CRÔNICAS 30:2)

“No entanto, o rei e seus príncipes, bem como toda a congregação em Jerusalém resolveram celebrar a páscoa no segundo mês;”

*** si p. 83 par. 28 Livro bíblico número 14 — 2 Crônicas ***
28 Planeja-se uma extraordinária Páscoa, mas, visto não haver tempo para prepará-la no primeiro mês, aproveita-se a provisão da Lei, de modo que é celebrada no segundo mês do primeiro ano do reinado de Ezequias. (2 Crô. 30:2, 3; Núm. 9:10, 11)

(2 CRÔNICAS 30:5)

“Decidiram, pois, fazer uma proclamação por todo o Israel, de Berseba a Dã, para vir e celebrar a páscoa a Jeová, o Deus de Israel, em Jerusalém; porque não tinham feito assim como multidão segundo o que está escrito.”

*** it-1 p. 342 Berseba ***
Berseba veio a representar o ponto mais meridional ao se descrever a extensão da Terra da Promessa, conforme expresso na frase proverbial, “desde Dã para baixo até Berseba” (Jz 20:1), ou, na direção inversa, “desde Berseba até Dã”. (1Cr 21:2; 2Cr 30:5) Depois da divisão da nação em dois reinos, Berseba continuou a ser usada para indicar a extremidade sul do reino de Judá, nas expressões “desde Geba até Berseba” (2Rs 23:8) e “desde Berseba até a região montanhosa de Efraim” (onde começava o reino setentrional de Israel). (2Cr 19:4) Nos tempos pós-exílicos, a expressão era usada de forma ainda mais limitada, para se referir à região ocupada pelos repatriados de Judá, que se estendia desde Berseba “até o vale de Hinom”. — Ne 11:27, 30.
Na realidade, havia outras cidades da Terra da Promessa situadas ao S de Berseba, assim como havia cidades israelitas ao N de Dã. No entanto, tanto Dã como Berseba encontravam-se em fronteiras naturais da terra. No caso de Berseba, sua localização era abaixo das montanhas de Judá, à beira do deserto. Adicionalmente, era uma das principais cidades de Judá (junto com Jerusalém e Hébron), e isto se dava, não só porque dispunha de excelentes reservas de água, em comparação com a região circunvizinha, possibilitando assim tanto a lavoura como as pastagens de manadas e rebanhos, mas também porque importantes estradas convergiam para ela, vindas de várias direções. Do Egito, uma antiga rota subia pelo “Caminho dos Poços”, atravessando Cades-Barnéia até Berseba, unindo-se a outra estrada pela qual viajavam as caravanas de camelos dos “Reinos das Especiarias” da península da Arábia, em direção à Filístia ou a Judá. De Eziom-Géber, na cabeceira do golfo de Acaba, outra rota subia pelo Arabá e então se virava para o O, ascendendo a subida de Acrabim até Berseba. Em Gaza, na planície filistéia, uma estrada que saía da estrada principal levava ao SE, a Berseba. E, ligando-a com o restante de Judá, uma estrada ia de Berseba para o NE, subindo o platô nas montanhas de Judá até Jerusalém e outros pontos mais para o N. — Gên 22:19.

(2 CRÔNICAS 30:6)

“Por conseguinte, os correios com as cartas da mão do rei e dos seus príncipes passaram por todo o Israel e Judá, sim, conforme o mandamento do rei, dizendo: “Filhos de Israel, voltai a Jeová, o Deus de Abraão, Isaque e Israel, para que ele retorne aos que escaparam, os que restam de vós, da palma da mão do rei da Assíria.”

*** it-1 p. 572 Correio ***
Correio
Homem especialmente escolhido dentre a guarda pessoal real para entregar decretos reais e outra correspondência urgente do rei a regiões distantes do seu domínio. A rapidez da entrega, por parte dos correios (hebr.: ra•tsím; literalmente: corredores) era de importância primária. Desde os tempos antigos, tais homens eram chamados de “correios”. São chamados assim em 2 Crônicas 30:6, 10; Jeremias 51:31.

(2 CRÔNICAS 30:10)

“Assim, os correios foram passando de cidade em cidade através da terra de Efraim e de Manassés, até mesmo a Zebulão; estes, porém, continuavam a motejar e a caçoar deles.”

*** it-1 p. 572 Correio ***
Correio
Homem especialmente escolhido dentre a guarda pessoal real para entregar decretos reais e outra correspondência urgente do rei a regiões distantes do seu domínio. A rapidez da entrega, por parte dos correios (hebr.: ra•tsím; literalmente: corredores) era de importância primária. Desde os tempos antigos, tais homens eram chamados de “correios”. São chamados assim em 2 Crônicas 30:6, 10; Jeremias 51:31.

(2 CRÔNICAS 30:11)

“Apenas pessoas de Aser, e de Manassés, e de Zebulão se humilharam a ponto de vir a Jerusalém.”

*** it-2 p. 89 Ezequias ***
Visto que a impureza do povo impedia sua celebração da Páscoa na época normal, Ezequias valeu-se da lei que permitia os impuros celebrarem a Páscoa um mês mais tarde. Convocou não somente Judá, mas também Israel, por meio de cartas enviadas por correios ao país inteiro, desde Berseba até Dã. Os correios se confrontaram com motejos por parte de muitos; mas alguns, especialmente de Aser, Manassés e Zebulão, humilharam-se a ponto de comparecer, bem como alguns de Efraim e de Issacar. Além disso, estavam presentes muitos adoradores não-israelitas de Jeová. Provavelmente, era difícil para alguns, do reino setentrional, que estavam a favor da adoração verdadeira, estar presentes. Eles, iguais aos mensageiros, enfrentariam oposição e zombaria, visto que o reino das dez tribos estava num estado decadente, mergulhado na adoração falsa e fustigado pela ameaça assíria. — 2Cr 30:1-20; Núm 9:10-13.

(2 CRÔNICAS 30:13)

“E passaram a ajuntar-se em Jerusalém, um povo numeroso, para celebrar a festividade dos pães não fermentados no segundo mês, uma congregação muito numerosa.”

*** it-2 pp. 125-126 Festividade dos Pães Não Fermentados ***
Nos outros dois casos, as circunstâncias eram notáveis. Um é o reavivamento da celebração da Festividade dos Pães Não Fermentados após um tempo de descaso. Este reavivamento ocorreu durante o primeiro ano do reinado do fiel Rei Ezequias. É de interesse notar que, neste caso, não houve tempo suficiente para preparar a festividade anual em 15 de nisã, porque o trabalho de limpeza e de reparação do templo durou até o 16 de nisã. Portanto, fez-se uso da Lei para celebrar a festividade durante o segundo mês. (2Cr 29:17; 30:13, 21, 22; Núm 9:10, 11)

(2 CRÔNICAS 30:23)

“Toda a congregação decidiu então realizá-lo por mais sete dias, e assim o realizaram por [mais] sete dias com alegria.”

*** it-2 p. 126 Festividade dos Pães Não Fermentados ***
Foi uma ocasião tão alegre e resultou em tal reavivamento religioso, que a celebração de sete dias mostrou ser simplesmente curta demais, e assim se reservaram mais sete dias para ela. (2Cr 30:23) O Rei Ezequias e seus príncipes contribuíram generosamente, dando 2.000 novilhos e 17.000 ovelhas para suprir alimento para as multidões presentes.

(2 CRÔNICAS 31:1)

“E assim que acabaram com tudo isso, todos os israelitas que [ali] se achavam saíram às cidades de Judá, e eles passaram a destroçar as colunas sagradas, e a cortar os postes sagrados, e a demolir os altos e os altares em todo o Judá e Benjamim, e em Efraim e em Manassés, até que acabaram; depois retornaram todos os filhos de Israel às suas cidades, cada um à sua própria propriedade.”

*** it-2 pp. 89-90 Ezequias ***
Que se tratava duma genuína restauração e reavivamento da adoração verdadeira e não apenas uma reunião emocional passageira se vê no que se seguiu. Antes de retornarem para casa, os celebrantes saíram e destroçaram as colunas sagradas, demoliram os altos e os altares, e cortaram os postes sagrados em todo o Judá e Benjamim, e até mesmo em Efraim e Manassés. (2Cr 31:1)

(2 CRÔNICAS 31:5)

“E assim que se divulgou a palavra, os filhos de Israel aumentaram as primícias do cereal, do vinho novo e do azeite, e do mel, e de todos os produtos do campo, e trouxeram abundantemente o décimo de tudo.”

*** it-2 p. 798 Mel, favo de mel ***
Visto que a maior parte do mel consumido pelos israelitas era mel silvestre, não o cultivado, o “mel” oferecido como primícias, na ocasião em que Ezequias incentivou o povo a apoiar o sacerdócio, sem dúvida, era o suco ou xarope de frutas. — 2Cr 31:5.

(2 CRÔNICAS 32:4)

“Por conseguinte, reuniu-se muito povo e eles foram tapar todos os mananciais e a torrente que fluía pelo meio da terra, dizendo: “Por que deviam os reis da Assíria chegar e realmente achar grande quantidade de água?””

*** it-2 p. 90 Ezequias ***
Em face do iminente ataque do cobiçoso Senaqueribe, Ezequias demonstrou sabedoria e estratégia militar. Tapou todas as fontes e mananciais de água fora da cidade de Jerusalém, a fim de que, no caso dum sítio, os assírios sofressem de escassez de água.

*** it-2 p. 223 Giom ***
Quando o ataque assírio se tornou iminente, no reinado de Ezequias (732 AEC), o Rei Ezequias tomou medidas para assegurar que o suprimento de água de Jerusalém não caísse nas mãos do inimigo. (2Cr 32:2-4) Todavia, possivelmente com referência a outra época, o registro de 2 Crônicas 32:30 mostra que ele tapou o fluxo de Giom através do seu canal já existente e desviou as águas para o lado ocidental da “Cidade de Davi”, bem dentro das fortificações de Jerusalém.

*** it-2 pp. 524-525 Jerusalém ***
Ezequias havia preparado a cidade para um sítio. Ele tapou as fontes de água fora da cidade, a fim de ocultá-las e tornar as coisas mais difíceis para o inimigo, reforçando a muralha e fortificando-a. (2Cr 32:2-5, 27-30) Parece que o “aqueduto” para trazer água da fonte de Giom para dentro da cidade já tinha sido construído nessa época, sendo possivelmente um projeto de tempo de paz. (2Rs 20:20; 2Cr 32:30) Se, como se crê, era o aqueduto que inclui o túnel que passava pela vertente do vale do Cédron, terminando no reservatório de Siloé, no vale de Tiropeom, então não se tratava dum projeto pequeno, a ser concluído em poucos dias. (Veja ARQUEOLOGIA [Palestina e Síria]; GIOM N.° 2.)

(2 CRÔNICAS 32:5)

“Além disso, tomou coragem e reconstruiu toda a muralha decaída e ergueu sobre ela torres, e por fora [construiu] outra muralha, e consertou o Aterro da Cidade de Davi, e fez armas de arremesso em abundância, bem como escudos.”

*** w97 15/6 p. 11 Jerusalém nos tempos bíblicos: o que revela a arqueologia? ***
Sim; em 1969, o professor Nahman Avigad descobriu ruínas daquele período. As escavações expuseram uma seção duma muralha maciça, a primeira parte dela tendo 40 metros de comprimento, 7 metros de largura e calculadamente 8 metros de altura. A muralha erguia-se parcialmente sobre rochedo e em parte sobre o lugar de casas recém-construídas. Quem construiu a muralha e quando? “Duas passagens na Bíblia ajudaram Avigad a fixar a data e o objetivo da muralha”, relatou uma revista arqueológica. Estas passagens rezam: “Além disso, tomou coragem e reconstruiu toda a muralha decaída e ergueu sobre ela torres, e por fora construiu outra muralha.” (2 Crônicas 32:5) “Também demolireis as casas para fazer a muralha inexpugnável.” (Isaías 22:10) Atualmente, os visitantes podem ver esta chamada Muralha Larga no Bairro Judeu da Cidade Velha.

*** it-1 p. 190 Armas, armadura ***
O “escudo” menor ou “broquel” (hebr.: ma•ghén) era costumeiramente usado por arqueiros e usualmente é associado com armas leves, tais como o arco. Por exemplo, era usado pelos arqueiros benjaminitas da força militar do Rei Asa, de Judá. (2Cr 14:8) O escudo menor costumava ser redondo e era mais comum do que o escudo grande, provavelmente sendo usado principalmente no combate de corpo a corpo. Que o tsin•náh e o ma•ghén hebraicos diferiam consideravelmente em tamanho parece ser indicado pelos escudos de ouro feitos por Salomão, sendo que o escudo grande era revestido com quatro vezes mais ouro do que o escudo menor, ou broquel. (1Rs 10:16, 17; 2Cr 9:15, 16) O ma•ghén, assim como o tsin•náh, parece ter constituído parte duma expressão geral para armas de guerra. — 2Cr 14:8; 17:17; 32:5.

(2 CRÔNICAS 32:8)

“Com ele há um braço de carne, mas conosco está Jeová, nosso Deus, para nos ajudar e para travar as nossas batalhas.” E o povo começou a firmar-se nas palavras de Ezequias, o rei de Judá.”

*** it-1 p. 377 Braço ***
O braço de carne, representando o poder humano, é descrito na Bíblia como indigno de confiança e como desapontando aquele que confia nele. Jeová avisa seu povo quanto à falácia e ao desastre de se confiar no braço humano. (2Cr 32:8; Je 17:5)

(2 CRÔNICAS 32:9)

“Foi depois disso que Senaqueribe, rei da Assíria, enviou seus servos a Jerusalém, enquanto estava em Laquís, ele e com ele todo o seu poderio imperial, a Ezequias, rei de Judá, e a todos os de Judá que estavam em Jerusalém, dizendo:”

*** it-1 p. 196 Arqueologia ***
Nínive, capital da Assíria, foi o sítio de escavações onde desenterraram o imenso palácio de Senaqueribe, contendo cerca de 70 aposentos, com lajes esculpidas que revestiam 3.000 m das paredes. Uma delas retrata os prisioneiros judeus sendo levados ao cativeiro após a queda de Laquis, em 732 AEC. (2Rs 18:13-17; 2Cr 32:9; FOTO, Vol. 2, p. 232)

(2 CRÔNICAS 32:21)

“E Jeová passou a enviar um anjo e a eliminar todo homem poderoso, valente, e todo líder e chefe no acampamento do rei da Assíria, de modo que ele retornou com face envergonhada à sua própria terra. Mais tarde entrou na casa de seu deus e ali se lançaram sobre ele com a espada certos [homens] que tinham saído das suas próprias entranhas.”

*** w93 1/6 p. 6 Um império perdido que embaraçou os críticos da Bíblia ***
E por que não podia Senaqueribe gabar-se de ter conquistado a capital de Judá, Jerusalém, do modo como se gabou da sua conquista de Laquis, fortaleza de Judá? Três escritores bíblicos fornecem a resposta. Um deles, testemunha ocular, escreveu: “O anjo de Jeová passou a sair e a golpear cento e oitenta e cinco mil no acampamento dos assírios. Quando pessoas se levantaram de manhã cedo, ora, eis que todos eles eram cadáveres, mortos. Portanto, Senaqueribe, rei da Assíria, partiu e foi, e retornou e passou a morar em Nínive.” — Isaías 37:36, 37; 2 Reis 19:35; 2 Crônicas 32:21.
No seu livro Treasures From Bible Times, Millard conclui: “Não há nenhum bom motivo para se duvidar deste relato . . . É compreensível que Senaqueribe não registrasse tal desastre, a ser lido por seus sucessores, porque isso o desacreditaria.” Em vez disso, Senaqueribe tentou dar a impressão de que sua invasão de Judá fora bem-sucedida e que Ezequias continuava em sujeição, enviando o tributo a Nínive.

(2 CRÔNICAS 32:23)

“E havia muitos que traziam presentes a Jeová a Jerusalém e coisas seletas a Ezequias, rei de Judá, e depois disso ele ficou elevado aos olhos de todas as nações.”

*** ip-1 cap. 29 p. 396 O rei que foi recompensado pela sua fé ***
Depois da derrota de Senaqueribe, nações vizinhas levaram a Ezequias presentes em ouro, em prata, e outras coisas preciosas. Em 2 Crônicas 32:22, 23 e 27 lemos que “Ezequias veio a ter riquezas e glória em abundância muito grande”, e que “ficou elevado aos olhos de todas as nações”. É possível que com esses presentes ele pôde reabastecer a sua casa do tesouro, que havia esvaziado ao pagar o tributo aos assírios.

(2 CRÔNICAS 32:25)

“Mas Ezequias nada retribuiu de acordo com o benefício que se lhe concedeu, porque o seu coração se ensoberbeceu e veio a haver indignação contra ele e contra Judá e Jerusalém.”

*** w05 15/10 p. 25 par. 20 Evite desenvolver um coração soberbo ***
20 Contraste isso com o exemplo do Rei Ezequias. Num certo período, sua boa reputação corria o risco de ser arruinada porque ‘seu coração se ensoberbecera’. Felizmente, ‘Ezequias humilhou-se por ter sido soberbo no coração’ e recuperou o favor de Deus. (2 Crônicas 32:25, 26) Note que a cura para a soberba de Ezequias foi a humildade. De fato, a humildade é o oposto da soberba. Portanto, no próximo artigo veremos como cultivar e preservar a humildade cristã.

*** it-2 p. 91 Ezequias ***
Erro e Arrependimento de Ezequias. O registro bíblico declara que “Ezequias nada retribuiu de acordo com o benefício que se lhe concedeu, porque o seu coração se ensoberbeceu e veio a haver indignação contra ele e contra Judá e Jerusalém”. (2Cr 32:25) A Bíblia não diz se a sua soberba estava, ou não, relacionada com o seu ato imprudente de mostrar todo o tesouro da sua casa e todo o seu domínio aos mensageiros do rei babilônio Berodaque-Baladã (Merodaque-Baladã), enviados a Ezequias depois de ele se ter restabelecido da sua doença. Ezequias talvez mostrasse toda esta riqueza para impressionar o rei de Babilônia como possível aliado contra o rei da Assíria. Naturalmente, isto podia estimular a cobiça dos babilônios. O profeta Isaías era contra qualquer aliança com a secular inimiga de Deus, Babilônia, ou de alguma forma de dependência dela. Quando Isaías soube como Ezequias havia tratado os mensageiros babilônios, ele proferiu a profecia inspirada por Jeová, de que os babilônios, com o tempo, levariam tudo para Babilônia, inclusive alguns dos descendentes de Ezequias. No entanto, Ezequias humilhou-se e Deus permitiu bondosamente que a calamidade não ocorresse nos seus dias. — 2Rs 20:12-19; 2Cr 32:26, 31; Is 39:1-8.

(2 CRÔNICAS 32:26)

“Todavia, Ezequias humilhou-se pela soberba do seu coração, ele e os habitantes de Jerusalém, e a indignação de Jeová não veio sobre eles nos dias de Ezequias.”

*** ip-1 cap. 29 p. 397 par. 30 O rei que foi recompensado pela sua fé ***
30 Aparentemente referindo-se ao incidente em que Ezequias mostrou seus tesouros aos babilônios, 2 Crônicas 32:26 diz: “Ezequias humilhou-se pela soberba do seu coração, ele e os habitantes de Jerusalém, e a indignação de Jeová não veio sobre eles nos dias de Ezequias.”

(2 CRÔNICAS 32:27)

“E Ezequias veio a ter riquezas e glória em abundância muito grande; e fez para si depósitos para a prata, e para o ouro, e para as pedras preciosas, e para o óleo de bálsamo, e para os escudos, e para todos os objetos desejáveis;”

*** ip-1 cap. 29 p. 396 O rei que foi recompensado pela sua fé ***
Depois da derrota de Senaqueribe, nações vizinhas levaram a Ezequias presentes em ouro, em prata, e outras coisas preciosas. Em 2 Crônicas 32:22, 23 e 27 lemos que “Ezequias veio a ter riquezas e glória em abundância muito grande”, e que “ficou elevado aos olhos de todas as nações”. É possível que com esses presentes ele pôde reabastecer a sua casa do tesouro, que havia esvaziado ao pagar o tributo aos assírios.

(2 CRÔNICAS 32:30)

“E foi Ezequias quem tapou a nascente superior das águas de Giom e canalizou-as diretamente para baixo, para o oeste da Cidade de Davi, e Ezequias continuou a mostrar-se bem sucedido em todo o seu trabalho.”

*** gl p. 21 Jerusalém e o templo de Salomão ***
Giom
Túnel posterior de água

*** gl p. 20 Jerusalém e o templo de Salomão ***
O Rei Ezequias tapou essa fonte e construiu um túnel para levar a água para um reservatório do lado oeste da cidade. — 2Cr 32:4, 30.

*** w97 15/6 pp. 9-10 Jerusalém nos tempos bíblicos: o que revela a arqueologia? ***
Suscitaram-se outras perguntas sobre o famoso túnel de Siloé, provavelmente escavado pelos engenheiros do Rei Ezequias, no oitavo século AEC, e mencionado em 2 Reis 20:20 e 2 Crônicas 32:30. Como é que as duas turmas de escavadores, escavando nas duas extremidades, conseguiram encontrar-se? Por que escolheram um rumo serpenteante, tornando o túnel bem mais comprido do que um túnel reto? Como conseguiram suficiente ar para respirar, em especial porque talvez usassem lâmpadas a óleo?
O periódico Biblical Archaeology Review forneceu possíveis respostas a essas perguntas. Dan Gill, consultor em geologia na escavação, é citado como dizendo: “Por baixo da Cidade de Davi há um bem desenvolvido sistema cárstico natural. Karst é um termo geológico que descreve uma região irregular de dolinas, cavernas e canais causados pela água freática, ao passo que penetra e flui através de formações rochosas, subterrâneas. . . . O exame geológico que fizemos dos sistemas subterrâneos de água, por baixo da Cidade de Davi, indica que foram essencialmente formados pelo hábil alargamento artificial de canais e galerias de escoamento naturais (cársticos), que foram integrados em sistemas funcionais de abastecimento de água.”
Isto talvez ajude a explicar como o túnel de Siloé foi escavado. Pode ter acompanhado o rumo tortuoso de um canal natural sob o morro. As turmas trabalhando em ambas as extremidades talvez escavassem um túnel provisório por alterar as cavernas existentes. Depois se escavou um canal em declive para a água fluir desde a fonte de Giom até o reservatório de Siloé, que se encontrava provavelmente dentro das muralhas da cidade. Foi uma verdadeira façanha de engenharia, visto que a diferença de altitude entre as duas extremidades é de apenas 32 centímetros, apesar da extensão de 533 metros.

*** w96 15/8 pp. 5-6 Lições práticas da Terra Prometida ***
Jerusalém recebia do reservatório de Siloé um suprimento de água. No entanto, no oitavo século AEC, prevendo um sítio pelos assírios, o Rei Ezequias construiu uma muralha externa para proteger o reservatório de Siloé, que assim ficou dentro das muralhas da cidade. Ele também tapou as fontes fora da cidade, para que os sitiadores assírios ficassem numa situação desesperadora, à procura de água. (2 Crônicas 32:2-5; Isaías 22:11) E não foi só isso. Ezequias arranjou um jeito de desviar um suprimento extra de água para dentro de Jerusalém!
O que Ezequias fez é considerado um dos grandes feitos de engenharia da antiguidade: a escavação de um túnel, partindo da fonte de Giom até o reservatório de Siloé. Era, em média, de 1,8 metro de altura e tinha 533 metros de extensão. Imagine só! Um túnel de mais de meio quilômetro de extensão, escavado na rocha! Hoje, uns 2.700 anos depois, quem visita Jerusalém pode caminhar por essa obra-prima de engenharia, comumente conhecida como túnel de Ezequias. — 2 Reis 20:20; 2 Crônicas 32:30.
Os esforços feitos por Ezequias para proteger e aumentar o suprimento de água de Jerusalém podem ensinar-nos uma lição. Jeová é “a fonte de água viva”. (Jeremias 2:13) Seus pensamentos, contidos na Bíblia, são capazes de sustentar a vida. É por isso que o estudo pessoal da Bíblia é essencial. Mas as oportunidades de estudar, e o conhecimento que se assimila no estudo, não caem do céu. Talvez seja preciso ‘escavar túneis’, como que através de sua atarefada rotina diária, para poder arranjar tempo. (Provérbios 2:1-5; Efésios 5:15, 16) Tendo iniciado, apegue-se à sua programação, dando prioridade máxima ao estudo pessoal. Cuide para que ninguém nem nada o prive desse precioso suprimento de água. — Filipenses 1:9, 10.

*** g96 8/6 p. 29 Observando o Mundo ***
Hipótese para o mistério do túnel
Os arqueólogos há muito se perguntam por que o túnel de Ezequias, escavado durante o oitavo século AEC, para evitar que Jerusalém ficasse sem água durante o sítio do exército assírio, seguiu um percurso tão sem rumo e tortuoso. Uma rota reta, mais eficiente, teria exigido apenas 320 metros de escavação, em vez dos 533 metros que o túnel exigiu. Uma inscrição em hebraico antigo foi encontrada na parede do túnel em 1880. Ela explica como dois grupos de trabalhadores começaram a cavar nas extremidades opostas do túnel aberto na rocha e se encontraram no meio. Isso levantou outra pergunta: como eles conseguiram fazer isso, considerando-se a rota tortuosa do túnel? Os geólogos acreditam agora que acharam a resposta. Segundo Dan Gill, do Instituto de Pesquisas Geológicas de Israel, os trabalhadores seguiram e alargaram canais naturais formados pela água que atravessava a rocha nos pontos onde havia rachaduras causadas pela tensão sísmica ou onde diferentes camadas se juntavam. Com o passar do tempo, esses canais talvez tenham se alargado bastante em certos pontos, o que talvez explique o motivo de a altura do túnel variar de 1,7 metro a até 5 metros, e também como os trabalhadores, usando lâmpadas a óleo, tinham ar suficiente. Os trabalhadores também eram hábeis, pois o êxito da escavação dependia de fazerem um declive suave de meros 31,5 centímetros no curso inteiro.

*** it-1 p. 200 Arqueologia ***
Um túnel, conhecido como o Túnel de Siloé, tinha em média 1,80 m de altura e fora aberto em rocha maciça numa distância de uns 533 m desde Giom até o reservatório de Siloé, no vale de Tiropeom (dentro da cidade). Parece assim ser o projeto do Rei Ezequias, descrito em 2 Reis 20:20, e 2 Crônicas 32:30.

*** it-1 p. 669 Davi, Cidade de ***
Ezequias desviou também as águas da fonte de Giom, trazendo-as para o lado O da Cidade de Davi, evidentemente, por cortar um túnel através da rocha, descoberto estar ligado com o reservatório de água de Siloé, na encosta SO do espigão. (2Cr 32:30)

*** it-2 p. 90 Ezequias ***
Uma das mais notáveis façanhas de engenharia dos tempos antigos foi o aqueduto de Ezequias. Ia desde a fonte de Giom, ao L da parte setentrional da Cidade de Davi, num trajeto bastante irregular, por uns 533 m, até o reservatório de água de Siloé, no vale do Tiropeom, abaixo da Cidade de Davi, mas dentro duma nova muralha acrescentada à parte meridional da cidade. (2Rs 20:20; 2Cr 32:30) Os arqueólogos encontraram uma inscrição em antigos caracteres hebraicos na parede do túnel estreito que tinha a altura média de 1,8 m. A inscrição reza, em parte: “E esta foi a maneira em que foi perfurado: — Enquanto [. . .] ainda (havia) [. . .] machado(s), cada homem em direção ao seu companheiro, e quando ainda faltavam três côvados para serem perfurados, [ouviu-se] a voz dum homem chamando seu companheiro, pois havia uma sobreposição na rocha à direita [e à esquerda]. E quando o túnel foi aberto, os cavouqueiros cortaram (a rocha), cada homem em direção ao seu companheiro, machado contra machado; e a água fluiu da fonte em direção ao reservatório por 1.200 côvados, e a altura da rocha acima da(s) cabeça(s) dos cavouqueiros era de 100 côvados.” (Ancient Near Eastern Texts [Textos Antigos do Oriente Próximo], editado por J. B. Pritchard, 1974, p. 321) De modo que o túnel foi cortado na rocha de ambas as extermidades, encontrando-se no meio — uma verdadeira façanha de engenharia.

*** it-2 p. 223 Giom ***
Todavia, possivelmente com referência a outra época, o registro de 2 Crônicas 32:30 mostra que ele tapou o fluxo de Giom através do seu canal já existente e desviou as águas para o lado ocidental da “Cidade de Davi”, bem dentro das fortificações de Jerusalém. Evidência da maneira em que isto foi realizado veio a lume em 1880 EC, quando se encontrou uma inscrição gravada na parede de um túnel de águas que terminava no que atualmente é conhecido como o reservatório de água de Siloé, na parte O da antiga “Cidade de Davi”. A inscrição, na antiga escrita hebraica, considerada como sendo do oitavo século AEC, descrevia a escavação do túnel através da rocha sólida por duas turmas de homens trabalhando das extremidades opostas para se encontrarem. Quando o túnel foi completamente desobstruído em 1910, verificou-se que tinha uns 533 m de extensão com a altura média de 1,8 m e estreitava-se às vezes para a largura de apenas 50 cm. Parece evidente que esta notável façanha de engenharia é o resultado das medidas adotadas por Ezequias para proteger e manter o suprimento de água procedente de Giom.

*** it-2 pp. 524-525 Jerusalém ***
Ele tapou as fontes de água fora da cidade, a fim de ocultá-las e tornar as coisas mais difíceis para o inimigo, reforçando a muralha e fortificando-a. (2Cr 32:2-5, 27-30) Parece que o “aqueduto” para trazer água da fonte de Giom para dentro da cidade já tinha sido construído nessa época, sendo possivelmente um projeto de tempo de paz. (2Rs 20:20; 2Cr 32:30) Se, como se crê, era o aqueduto que inclui o túnel que passava pela vertente do vale do Cédron, terminando no reservatório de Siloé, no vale de Tiropeom, então não se tratava dum projeto pequeno, a ser concluído em poucos dias. (Veja ARQUEOLOGIA [Palestina e Síria]; GIOM N.° 2.)

(2 CRÔNICAS 32:33)

“Por fim, Ezequias deitou-se com os seus antepassados e enterraram-no na subida às sepulturas dos filhos de Davi; e na sua morte, todo o Judá e os habitantes de Jerusalém deram-lhe honra. E Manassés, seu filho, começou a reinar em seu lugar.”

*** it-1 p. 820 Enterro, lugares de sepultamento ***
Não se pôde determinar onde se encontravam essas sepulturas reais. À base da referência às “Sepulturas de Davi”, em Neemias 3:16, e da menção da “subida às sepulturas dos filhos de Davi”, em 2 Crônicas 32:33, alguns acham provável a localização no morro SE da cidade, perto do vale do Cédron. Encontraram-se ali o que parece ser diversos antigos túmulos escavados na rocha, com as entradas em forma de poço retangular. Todavia, não se pode fazer uma identificação positiva; todo esforço de identificação foi complicado não só pela destruição da cidade no ano 70 EC, e novamente em 135 EC, mas também pelo uso da parte meridional da cidade pelos romanos como pedreira. Portanto, os acima mencionados túmulos encontram-se numa condição muito deteriorada.

11 de jan. Leitura da Bíblia: 2 Crônicas 33-36


(2 CRÔNICAS 33:3)

“De modo que reconstruiu os altos que Ezequias, seu pai, tinha demolido, e erigiu altares aos Baalins e fez postes sagrados, e começou a curvar-se diante de todo o exército dos céus e a servi-los.”

*** it-1 pp. 287-288 Baal ***
Há indícios de que Baal e outros deuses e deusas do panteão cananeu estavam relacionados, na mente de seus adoradores, com certos corpos celestes. Por exemplo, um dos textos de Ras Xamra menciona uma oferta feita à “Rainha Sapas (o Sol) e às estrelas”, e outro alude ‘ao exército do sol e à hoste do dia’.
Por conseguinte, é digno de nota que a Bíblia faz diversas referências aos corpos celestes em conexão com a adoração de Baal. Descrevendo o proceder obstinado do reino de Israel, o registro bíblico declara: “Continuaram a abandonar todos os mandamentos de Jeová . . . , e começaram a curvar-se diante de todo o exército dos céus e a servir a Baal.” (2Rs 17:16) A respeito do reino de Judá, nota-se que, bem no templo de Jeová, vieram a existir “utensílios feitos para Baal, e para o poste sagrado, e para todo o exército dos céus”. Também, o povo em todo Judá fazia “fumaça sacrificial a Baal, ao sol e à lua, e às constelações do zodíaco, e a todo o exército dos céus”. — 2Rs 23:4, 5; 2Cr 33:3; veja também Sof 1:4, 5.

(2 CRÔNICAS 33:11)

“Por fim, Jeová trouxe contra eles os chefes do exército que pertencia ao rei da Assíria e eles capturaram, pois, a Manassés nos recessos e prenderam-no com dois grilhões de cobre, e levaram-no a Babilônia.”

*** it-1 p. 41 Acaz ***
Com respeito aos “sessenta e cinco anos” citados em Isaías 7:8, os quais Isaías profetizou que seriam o período em que Efraim seria “desbaratado”, o Commentary on the Whole Bible (Comentário Sobre Toda a Bíblia), de Jamieson, Fausset e Brown, declara: “Uma deportação de Israel ocorreu dentro de um ou dois anos a contar deste tempo [o tempo da profecia de Isaías], sob Tiglate-Pileser (2 Reis 15. 29). Outra, no reinado de Oséias, sob Salmaneser (2 Reis 17. 1-6), deu-se cerca de vinte anos depois. Mas a última, que ‘despedaçou’ inteiramente Israel, de modo a ‘não ser povo’, acompanhada por uma colonização de Samaria por estrangeiros, deu-se sob Esar-Hadom, que levou também Manassés, rei de Judá, no vigésimo segundo ano do seu reinado, sessenta e cinco anos a contar do proferimento desta profecia (cf. Esdras 4.2, 3, 10, com 2 Reis 17.24; 2 Crônicas 33.11).”

*** it-1 p. 258 Assíria ***
Esar-Hadom. Durante o reinado de Manassés (716-662 AEC), os chefes do exército assírio tiveram a permissão de Jeová de levar cativo este rei de Judá para Babilônia (então sob controle assírio). (2Cr 33:11) Alguns acham que isto talvez se desse na época da campanha vitoriosa de Esar-Hadom contra o Egito. De qualquer forma, Menasi (Manassés), de Judá, é mencionado em inscrições como um daqueles que pagavam tributo a Esar-Hadom. Manassés foi mais tarde restabelecido em Jerusalém. (2Cr 33:10-13)

*** it-1 pp. 828-829 Esar-Hadom ***
O registro de 2 Crônicas 33:10-13 mostra que Manassés foi capturado pelos “chefes do exército que pertencia ao rei da Assíria” e levado para Babilônia. No passado, alguns pensavam que esta referência a Babilônia estivesse errada, achando-se que Nínive fosse o lugar para onde se levaria Manassés. Todavia, conforme se viu, Esar-Hadom, cujas inscrições mostram ter ele sido contemporâneo de Manassés, havia reconstruído Babilônia e se diz ter estado “muito menos interessado do que qualquer outro rei assírio no embelezamento de sua capital, Nínive”. (The Interpreter’s Dictionary of the Bible [O Dicionário Bíblico do Intérprete], editado por G. Buttrick, 1962, Vol. 2, p. 125) Se Manassés foi capturado durante o reinado de Esar-Hadom, não havia nada de incongruente em ele ter sido levado para Babilônia, de cuja restauração Esar-Hadom se gabava com tanta jactância. Deve-se notar, porém, que o filho de Esar-Hadom, Assurbanipal, também menciona Manassés como tributário durante o seu reinado.

(2 CRÔNICAS 33:20)

“Por fim, Manassés deitou-se com os seus antepassados e enterraram-no na sua casa; e Amom, seu filho, começou a reinar em seu lugar.”

*** it-1 p. 819 Enterro, lugares de sepultamento ***
O lugar talvez fosse perto da casa da pessoa, possivelmente num jardim (1Sa 25:1; 1Rs 2:34; 2Rs 21:25, 26); a expressão “na sua casa” não significa dentro do prédio, conforme mostra a comparação de 2 Crônicas 33:20 com 2 Reis 21:18.

(2 CRÔNICAS 34:1)

“Josias tinha oito anos de idade quando começou a reinar e reinou por trinta e um anos em Jerusalém.”

*** w05 1/12 p. 21 Destaques do livro de Segundo das Crônicas ***
34:1-3. Quaisquer circunstâncias negativas na infância de uma pessoa não a impede de conhecer a Deus e servi-lo. Uma influência positiva que Josias pode ter tido durante a sua infância foi de seu arrependido avô, Manassés. Mas, não importa quais as influências positivas que Josias talvez tenha tido, no final elas produziram excelentes resultados. O mesmo pode se dar conosco.

(2 CRÔNICAS 34:2)

“E passou a fazer o que era direito aos olhos de Jeová e a andar nos caminhos de Davi, seu antepassado; e não se desviou nem para a direita nem para a esquerda.”

*** w05 1/12 p. 21 Destaques do livro de Segundo das Crônicas ***
34:1-3. Quaisquer circunstâncias negativas na infância de uma pessoa não a impede de conhecer a Deus e servi-lo. Uma influência positiva que Josias pode ter tido durante a sua infância foi de seu arrependido avô, Manassés. Mas, não importa quais as influências positivas que Josias talvez tenha tido, no final elas produziram excelentes resultados. O mesmo pode se dar conosco.

(2 CRÔNICAS 34:3)

“E no oitavo ano do seu reinado, quando ainda era rapaz, principiou a buscar o Deus de Davi, seu antepassado; e no décimo segundo ano principiou a limpar Judá e Jerusalém dos altos, e dos postes sagrados, e das imagens entalhadas, e das estátuas fundidas.”

*** w96 1/3 pp. 8-9 par. 3 “Estai à espera de mim” ***
3 É digno de nota que Sofonias nunca mencionou o próprio rei na sua crítica, embora proclamasse os julgamentos divinos contra os “príncipes” civis de Judá (os nobres, ou chefes tribais) e “os filhos do rei”. (Sofonias 1:8; 3:3) Isto sugere que o jovem Rei Josias já mostrara inclinação para com a adoração pura, embora, em vista da situação denunciada por Sofonias, ele obviamente ainda não tinha começado as reformas religiosas. Tudo isso sugere que Sofonias profetizou em Judá nos primeiros anos de Josias, que reinou de 659 a 629 AEC. Profetizar Sofonias vigorosamente sem dúvida contribuiu para o jovem Josias perceber a idolatria, a violência e a corrupção prevalecentes em Judá naquela época, e incentivou-o a fazer a posterior campanha contra a idolatria. — 2 Crônicas 34:1-3.

(2 CRÔNICAS 34:14)

“Ora, quando traziam para fora o dinheiro que se levava à casa de Jeová, Hilquias, o sacerdote, achou o livro da lei de Jeová pela mão de Moisés.”

*** it-2 p. 331 Hilquias ***
No decorrer da restauração do templo, Hilquias encontrou o próprio “livro da lei de Jeová pela mão de Moisés”. O que tornou notável esta descoberta foi que o manuscrito, mui provavelmente, era o livro original escrito por Moisés. Hilquias entregou-o a Safã, o secretário, que levou o manuscrito ao rei. Ao ouvir a leitura do livro feita por Safã, o Rei Josias enviou a Hulda, a profetisa, uma delegação encabeçada pelo sumo sacerdote Hilquias, para indagar de Jeová em nome do rei e do povo. — 2Rs 22:3-14; 2Cr 34:14.

*** it-2 p. 603 Josias ***
2Cr 34:8-28;

*** it-2 p. 603 Josias ***
Depois de o Rei Josias ter completado a purificação da terra de Judá, e enquanto mandava consertar o templo de Jeová, o sumo sacerdote Hilquias achou “o livro da lei de Jeová pela mão de Moisés”, sem dúvida, o original.

*** it-2 p. 688 Leitura pública ***
Séculos mais tarde, Josias leu, aos ouvidos de todo o povo, “o livro da lei de Jeová pela mão de Moisés”, que Hilquias, o sacerdote, encontrara durante a obra de reparos do templo, sem dúvida o livro original da Lei, escrito por Moisés. (2Rs 23:2; 2Cr 34:14) O resultado disso foi um expurgo da adoração demoníaca em nível nacional.

(2 CRÔNICAS 34:19)

“E aconteceu que, assim que o rei ouviu as palavras da lei, rasgou imediatamente as suas vestes.”

*** w01 15/4 p. 27 Pode ser bem-sucedido apesar da sua criação ***
“Assim que o rei ouviu as palavras da lei”, escreveu Esdras, “rasgou imediatamente as suas vestes”. Esta foi uma expressão de tristeza de coração, porque se deu conta de que nem todas as ordens de Deus tinham sido cumpridas pelos seus antepassados. Foi deveras um sinal de humildade! O rei comissionou imediatamente uma delegação de cinco homens para consultarem a Jeová por meio da profetisa Hulda. A delegação trouxe de volta um relatório neste sentido: ‘Virá calamidade em conseqüência da desobediência à Lei de Jeová. Mas porque tu, Rei Josias, te humilhaste, serás recolhido ao teu cemitério em paz e não verás a calamidade.’ (2 Crônicas 34:19-28) Jeová se agradou da atitude de Josias.

(2 CRÔNICAS 34:22)

“Por conseguinte, Hilquias junto com os que o rei [designara] foram ter com Hulda, a profetisa, esposa de Salum, filho de Ticvá, filho de Harás, o guarda-roupa, morando ela em Jerusalém, no segundo bairro; e passaram a falar-lhe neste sentido.”

*** it-2 p. 525 Jerusalém ***
No tempo de Josias, o “segundo bairro” da cidade (a “cidade nova”, BJ) é mencionado pela primeira vez. (2Rs 22:14; 2Cr 34:22) Este “segundo bairro”, conforme geralmente se entende, era a parte da cidade situada ao O ou NO da área do templo. — Sof 1:10.

(2 CRÔNICAS 34:28)

“Eis que te ajunto aos teus antepassados e serás certamente recolhido ao teu cemitério em paz, e teus olhos não olharão para toda a calamidade que estou trazendo sobre este lugar e sobre os seus habitantes.’”’” Levaram então a resposta ao rei.”

*** it-2 pp. 352-353 Hulda ***
Quando Josias ouviu a leitura do “próprio livro da lei”, encontrado por Hilquias, o sumo sacerdote, durante a obra de restauração do templo, ele enviou uma delegação para indagar de Jeová. Esta dirigiu-se a Hulda, a qual, por sua vez, transmitiu a palavra de Jeová, que indicava que todas as calamidades decorrentes da desobediência, registradas no “livro”, recairiam sobre aquela nação apóstata. Hulda acrescentou que Josias, por se ter humilhado perante Jeová, não contemplaria essa calamidade, mas que ele seria ajuntado a seus antepassados e levado ao seu cemitério em paz. — 2Rs 22:8-20; 2Cr 34:14-28.
Alguns consideram errada a profecia de Hulda, visto Josias ter morrido numa batalha desnecessária. (2Rs 23:28-30) No entanto, a “paz” em que Josias seria ajuntado ao seu cemitério obviamente é contrastada com “a calamidade” que sobreviria a Judá. (2Rs 22:20; 2Cr 34:28) Josias morreu antes da vinda desta calamidade em 609-607 AEC, quando os babilônios sitiaram e destruíram Jerusalém. Além disso, que a expressão ‘ser ajuntado aos seus antepassados’ não necessariamente exclui ter uma morte violenta em guerra é indicado pelo uso da expressão comparável ‘deitar-se com os seus antepassados’, que se refere tanto à morte em batalha como à morte não-violenta. — Veja De 31:16; 1Rs 2:10; 22:34, 40.

(2 CRÔNICAS 34:33)

“Depois Josias removeu todas as coisas detestáveis de todas as terras que pertenciam aos filhos de Israel e fez todos os que se achavam em Israel prestar serviço, para servirem a Jeová, seu Deus. Em todos os seus dias, não se desviaram de seguir a Jeová, o Deus de seus antepassados.”

*** w05 1/12 p. 21 Destaques do livro de Segundo das Crônicas ***
Ação motivada por um livro
“Josias removeu todas as coisas detestáveis de todas as terras que pertenciam aos filhos de Israel”, declara 2 Crônicas 34:33, “e fez todos os que se achavam em Israel prestar serviço, para servirem a Jeová, seu Deus”. O que motivou Josias a fazer isso? Depois que Safã, o secretário, levou o recém-descoberto livro da Lei de Jeová para o Rei Josias, o rei fez com que ele fosse lido em voz alta. Josias ficou tão comovido com a leitura que zelosamente promoveu a adoração pura durante toda a sua vida.
Ler a Palavra de Deus e meditar nela pode nos afetar profundamente.

(2 CRÔNICAS 35:3)

“E prosseguiu, dizendo aos levitas, os instrutores de todo o Israel, os que eram santos para Jeová: “Ponde a Arca sagrada na casa construída por Salomão, filho de Davi, rei de Israel; não é vossa como carga sobre o ombro. Agora servi a Jeová, vosso Deus, e ao seu povo Israel.”

*** w09 1/9 p. 18 Você Sabia? ***
A Arca é mencionada pela última vez em 2 Crônicas 35:3 quando o Rei Josias a devolveu ao templo, em 642 AEC. Ela pode ter sido retirada dali pelo antecessor apóstata de Josias, o Rei Manassés, que colocou uma imagem no templo. Ou talvez tenha sido retirada para não ser danificada durante as obras de restauração que Josias fez no templo. (2 Crônicas 33:1, 2, 7; 34:1, 8-11)

*** w05 1/12 p. 20 Destaques do livro de Segundo das Crônicas ***
35:3 — De onde Josias retirou a Arca sagrada para levar até o templo? A Bíblia não nos informa se a Arca foi removida anteriormente por um dos reis iníquos ou se Josias a retirou de lá por segurança durante o extensivo trabalho de reforma do templo. A única referência histórica à Arca depois dos dias de Salomão é quando Josias a levou ao templo.

*** it-1 p. 182 Arca do pacto ***
A única referência histórica pós-salomônica à arca do pacto, quase 900 anos depois de esta ter sido feita, ocorre em 2 Crônicas 35:3, onde o Rei Josias, em 642 AEC, ordenou que fosse devolvida ao templo. Não se declara como ela fora removida. Josias ascendeu ao trono depois de alguns reis bem apóstatas, sendo que um deles colocara uma imagem na casa de Jeová, e é possível que um desses reis iníquos tivesse removido a Arca. (2Cr 33:1, 2, 7) Por outro lado, Josias patrocinou amplos consertos no templo, durante os quais a Arca talvez tivesse sido levada a outro lugar para a sua própria proteção contra danos. (2Cr 34:8-35:19)

(2 CRÔNICAS 35:4)

“E fazei preparativos conforme a casa de vossos antepassados, segundo as vossas turmas, pelo que foi escrito por Davi, rei de Israel, e pelo que foi escrito por Salomão, seu filho.”

*** it-1 p. 464 Casa paterna ***
Por ocasião da celebração da Páscoa em Jerusalém, no tempo do Rei Josias, o povo, pelo visto, entrou no pátio do templo segundo as suas casas paternas para oferecer sacrifícios. Os levitas, pelas suas turmas baseadas nas casas paternas, receberam os sacrifícios do povo e os prepararam. — 2Cr 35:4, 5, 12.

(2 CRÔNICAS 35:5)

“E ficai de pé no lugar santo segundo os grupos da casa dos antepassados, para os vossos irmãos, os filhos do povo, e o quinhão duma casa paterna, pertencente aos levitas.”

*** it-1 p. 464 Casa paterna ***
Por ocasião da celebração da Páscoa em Jerusalém, no tempo do Rei Josias, o povo, pelo visto, entrou no pátio do templo segundo as suas casas paternas para oferecer sacrifícios. Os levitas, pelas suas turmas baseadas nas casas paternas, receberam os sacrifícios do povo e os prepararam. — 2Cr 35:4, 5, 12.

(2 CRÔNICAS 35:12)

“Além disso, prepararam as ofertas queimadas de modo a dá-las aos grupos segundo a casa paterna, aos filhos do povo, para fazer uma apresentação a Jeová de acordo com o que está escrito no livro de Moisés; e assim também com o gado vacum.”

*** it-1 p. 464 Casa paterna ***
Por ocasião da celebração da Páscoa em Jerusalém, no tempo do Rei Josias, o povo, pelo visto, entrou no pátio do templo segundo as suas casas paternas para oferecer sacrifícios. Os levitas, pelas suas turmas baseadas nas casas paternas, receberam os sacrifícios do povo e os prepararam. — 2Cr 35:4, 5, 12.

(2 CRÔNICAS 35:24)

“Portanto, seus servos tiraram-no do carro e fizeram-no andar no segundo carro de guerra que era dele, e levaram-no a Jerusalém. Assim morreu ele e foi enterrado no cemitério de seus antepassados; e todo o Judá e Jerusalém pranteavam por Josias.”

*** it-1 p. 820 Enterro, lugares de sepultamento ***
A declaração de que o filho de Amom, o fiel Rei Josias, foi enterrado “no cemitério de seus antepassados”, talvez se refira aos túmulos reais na Cidade de Davi, ou às sepulturas de Manassés e de Amom. (2Cr 35:23, 24)

(2 CRÔNICAS 35:25)

“E Jeremias começou a entoar um canto fúnebre por Josias; e todos os cantores e todas as cantoras falam sobre Josias nas suas endechas até o dia de hoje; e puseram-nas por regulamento em Israel, e eis que estão escritas entre as endechas.”

*** it-1 pp. 808-809 Endecha ***
Endecha
Composição lírica ou musical que expressa profunda tristeza, tal como o pesar causado pela morte de um amigo ou de um ente querido; uma elegia. Na Tradução do Novo Mundo, “endecha” usualmente traduz a palavra hebraica qi•náh, que denota uma composição lamentosa, uma elegia ou uma lamentação.
O termo hebraico shig•ga•yóhn, no cabeçalho do Salmo 7, também é traduzido por “endecha” e talvez denote um canto muito emocional com rápidas mudanças de ritmo. (NM n.) Uma forma plural da palavra hebraica aparece em Habacuque 3:1, onde é vertida “endechas”. As endechas, por causa da sua natureza, são associadas com gemidos e lamúria (Ez 2:10), e pelo menos algumas delas foram assentadas por escrito e preservadas. Segundo Crônicas 35:25 relata que Jeremias entoou um canto pelo falecido Rei Josias e indica que antigamente existia uma coleção de endechas (hebr.: qi•nóhth), porque declara: “Todos os cantores e todas as cantoras falam sobre Josias nas suas endechas até o dia de hoje; e puseram-nas por regulamento em Israel, e eis que estão escritas entre as endechas.”

(2 CRÔNICAS 36:2)

“Jeoacaz tinha vinte e três anos de idade quando começou a reinar e reinou por três meses em Jerusalém.”

*** it-2 p. 567 Joacaz ***
3. Em 2 Crônicas 36:2, variante ortográfica do nome Jeoacaz, filho e sucessor de Josias, rei de Judá. Neste texto, certas traduções (Al, BJ, BLH, BMD, BV, CBC, MC, PIB) seguem o texto massorético e rezam Joacaz, ao passo que outras (ALA, IBB, NM) rezam Jeoacaz. — Veja JEOACAZ N.° 3.

(2 CRÔNICAS 36:6)

“Contra ele subiu Nabucodonosor, rei de Babilônia, para prendê-lo com dois grilhões de cobre, a fim de levá-lo a Babilônia.”

*** it-2 p. 489 Jeoiaquim ***
Talvez fosse no sentido de morrer sob sítio, e de seu filho, depois, ter de sair para o cativeiro, de modo que a linhagem de Jeoiaquim sofreu a perda do reinado às mãos de Nabucodonosor. Não existem meios de se confirmar a tradição judaica (registrada por Josefo) de que Nabucodonosor matou Jeoiaquim e ordenou que seu cadáver fosse lançado fora dos muros de Jerusalém. (Jewish Antiquities [Antiguidades Judaicas], X, 97 [vi, 3]) Seja qual for o meio pelo qual ocorreu a morte de Jeoiaquim, parece que os grilhões de cobre que Nabucodonosor trouxera para acorrentar Jeoiaquim não foram usados conforme planejado. — 2Cr 36:6.

(2 CRÔNICAS 36:10)

“E na volta do ano, o Rei Nabucodonosor mandou trazê-lo a si a Babilônia, junto com os objetos desejáveis da casa de Jeová. Ademais, fez rei a Zedequias, irmão [do pai] dele, sobre Judá e Jerusalém.”

*** it-2 p. 438 A conquista de Jerusalém por Babilônia ***
Três anos mais tarde, em 617 AEC, os babilônios deportaram muitos dos habitantes de Jerusalém — sua nobreza, seus homens poderosos e seus artífices — e saquearam os tesouros da cidade. (2Cr 36:5-10)

(2 CRÔNICAS 36:16)

“Eles, porém, caçoavam continuamente dos mensageiros do [verdadeiro] Deus e desprezavam as suas palavras, e zombavam dos seus profetas até que subiu o furor de Jeová contra o seu povo, até que não havia mais cura.”

*** g03 8/6 p. 19 Não use palavras agressivas ***
Os israelitas “caçoavam continuamente dos mensageiros do verdadeiro Deus e desprezavam as suas palavras, e zombavam dos seus profetas até que subiu o furor de Jeová contra o seu povo, até que não havia mais cura”. (2 Crônicas 36:16) É verdade que a razão principal de subir o furor de Deus foi o fato de o povo ser idólatra e desobediente. Mas é interessante como a Bíblia menciona de modo específico a agressividade verbal contra os profetas de Deus. Isso salienta que Deus desaprova totalmente esse tipo de proceder.

(2 CRÔNICAS 36:19)

“E passou a queimar a casa do [verdadeiro] Deus e a demolir a muralha de Jerusalém; e queimou com fogo todas as suas torres de habitação e também todos os seus objetos desejáveis, para causar a ruína.”

*** si pp. 68-69 par. 25 Livro bíblico número 11 — 1 Reis ***
Contudo, são ainda mais extraordinárias as profecias sobre a casa de Jeová, construída por Salomão. Jeová disse a Salomão que o desvio para os deuses falsos resultaria em Ele ‘decepar Israel da superfície do solo, e lançar para longe Dele a casa que santificou ao seu nome’. (1 Reis 9:7, 8) Em 2 Crônicas 36:17-21, lemos quão exatamente se cumpriu esta predição. Além do mais, Jesus anunciou que o templo que Herodes, o Grande, havia construído mais tarde naquele local teria o mesmo fim, e isso pelo mesmo motivo. (Luc. 21:6) Quão verídico também isto revelou ser! Devemos lembrar-nos dessas catástrofes e do motivo de terem acontecido, a fim de andarmos sempre nos caminhos do verdadeiro Deus.

*** si p. 156 par. 4 Livro bíblico número 33 — Miquéias ***
4 Há muitas evidências que indicam a autenticidade do livro de Miquéias. Foi sempre aceito pelos judeus como parte do cânon hebraico. Jeremias 26:18, 19 refere-se diretamente às palavras de Miquéias: “Sião será arado como mero campo e a própria Jerusalém se tornará meros montões de ruínas.” (Miq. 3:12) Esta profecia cumpriu-se com precisão em 607 AEC, quando o rei de Babilônia arrasou Jerusalém, “para causar a ruína”. (2 Crô. 36:19)

(2 CRÔNICAS 36:21)

“para se cumprir a palavra de Jeová pela boca de Jeremias, até que a terra tivesse saldado os seus sábados. Todos os dias em que jazia desolada, guardava o sábado, para cumprir setenta anos.”

*** w06 15/11 p. 32 Será que Judá realmente permaneceu desolada? ***
Será que Judá realmente permaneceu desolada?
A BÍBLIA predisse que a terra do reino de Judá seria devastada pelos babilônios e permaneceria desolada, ou desabitada, até o retorno dos judeus exilados. (Jeremias 25:8-11) O motivo mais forte para crer que essa profecia se cumpriu é o relato histórico inspirado, registrado uns 75 anos depois de o primeiro grupo de exilados ter voltado para sua terra de origem. Diz o relato que o rei de Babilônia “levou cativos a Babilônia os que foram deixados pela espada, e eles vieram a ser servos dele e dos seus filhos até o começo do reinado da realeza da Pérsia”. E, a respeito da terra de Judá, é relatado: “Todos os dias em que jazia desolada, guardava o sábado.” (2 Crônicas 36:20, 21) Existe evidência arqueológica que comprove isso?
Na revista Biblical Archaeology Review, Ephraim Stern, professor de arqueologia palestina na Universidade Hebraica, destaca: “Tanto os assírios como os babilônios devastaram grandes partes do Israel antigo, embora a evidência arqueológica sobre o resultado de suas respectivas conquistas nos conte duas histórias muito diferentes.” Ele explica: “Ao passo que os assírios deixaram fortes vestígios de sua presença na Palestina, há uma lacuna incomum depois da destruição causada por Babilônia . . . Não encontramos nenhum sinal de ocupação até o período persa . . . Não há absolutamente nenhuma evidência que sugira ocupação. Por todo aquele tempo, nem uma única cidade destruída pelos babilônios foi restabelecida.”
O professor Lawrence E. Stager, da Universidade Harvard, concorda com isso. “Por toda a Filístia, e mais tarde por toda a Judá”, diz ele, “a política de terra arrasada [praticada pelos reis babilônios] criou uma autêntica terra desabitada a oeste do rio Jordão”. Ele acrescenta: “Somente com Ciro, o Grande, sucessor persa dos babilônios, recomeça o registro arqueológico . . . em Jerusalém e em Judá, quando muitos judeus exilados voltaram para sua terra de origem.”
A palavra de Jeová a respeito de Judá permanecer desolada de fato se cumpriu. O que Jeová Deus prediz sempre se cumpre. (Isaías 55:10, 11) Podemos confiar plenamente nele e nas promessas registradas em sua Palavra, a Bíblia. — 2 Timóteo 3:16.

*** si p. 84 par. 33 Livro bíblico número 14 — 2 Crônicas ***
33 Finalmente, Zedequias se rebela contra o jugo de Babilônia, e desta vez Nabucodonosor não mostra misericórdia. A ira de Jeová é completa, e não há cura. Jerusalém cai, seu templo é saqueado e incendiado, e os sobreviventes do sítio de 18 meses são levados cativos para Babilônia. Judá fica desolado. Assim, nesse mesmo ano de 607 AEC, começa a desolação “para se cumprir a palavra de Jeová pela boca de Jeremias . . . para cumprir setenta anos”. (36:21) O cronista passa então por alto esta lacuna de cerca de 70 anos, para registrar, nos últimos dois versículos, o decreto histórico de Ciro, em 537 AEC. Os judeus cativos hão de ser libertados! Jerusalém precisa erguer-se outra vez!

*** si p. 84 par. 35 Livro bíblico número 14 — 2 Crônicas ***
35 Os versículos finais de Segundo Crônicas (36:17-23) fornecem prova conclusiva do cumprimento de Jeremias 25:12 e, em adição, mostram que é preciso contar 70 anos completos a partir da desolação total do país até a restauração da adoração de Jeová em Jerusalém, em 537 AEC. Portanto, esta desolação começa em 607 AEC. — Jer. 29:10; 2 Reis 25:1-26; Esd 3:1-6.

*** it-1 p. 513 Ciro ***
Em vista do registro bíblico, o decreto de Ciro que liberava os judeus para voltarem a Jerusalém provavelmente foi emitido em fins do ano 538 ou no começo de 537 AEC. Isto daria tempo para que os exilados judeus se preparassem para sair de Babilônia, e para empreender a longa viagem a Judá e Jerusalém (que talvez levasse cerca de quatro meses, segundo Esd 7:9), e ainda assim se estabelecerem “nas suas cidades” em Judá até o “sétimo mês” (tisri) do ano 537 AEC. (Esd 3:1, 6) Isto assinalou o fim dos profetizados 70 anos da desolação de Judá, que começaram no mesmo mês, tisri, em 607 AEC. — 2Rs 25:22-26; 2Cr 36:20, 21.

*** it-1 pp. 617-621 Cronologia ***
Desde 607 AEC até o retorno do exílio. A duração deste período é fixada pelo próprio decreto de Deus a respeito de Judá, de que “toda esta terra terá de tornar-se um lugar devastado, um assombro, e estas nações terão de servir ao rei de Babilônia por setenta anos”. — Je 25:8-11.
A profecia bíblica não permite a aplicação desse período de 70 anos a qualquer outro tempo, senão ao situado entre a desolação de Judá, acompanhada pela destruição de Jerusalém, e o retorno dos exilados judaicos à sua pátria, em resultado do decreto de Ciro. Especifica claramente que os 70 anos seriam anos de devastação da terra de Judá. O profeta Daniel entendeu a profecia assim, porque declarou: “Eu, Daniel, compreendi pelos livros o número de anos a respeito dos quais viera a haver a palavra de Jeová para Jeremias, o profeta, para se cumprirem as devastações de Jerusalém, a saber, setenta anos.” (Da 9:2) Depois de descrever a conquista de Jerusalém por Nabucodonosor, 2 Crônicas 36:20, 21, declara: “Além disso, ele levou cativos a Babilônia os que foram deixados pela espada, e eles vieram a ser servos dele e dos seus filhos até o começo do reinado da realeza da Pérsia; para se cumprir a palavra de Jeová pela boca de Jeremias, até que a terra tivesse saldado os seus sábados. Todos os dias em que jazia desolada, guardava o sábado, para cumprir setenta anos.”
Jerusalém passou a sofrer o sítio final no 9.° ano de Zedequias (609 AEC), e a cidade caiu no seu 11.° ano (607 AEC), correspondendo ao 19.° ano de governo real de Nabucodonosor (contado a partir do seu ano de ascensão, em 625 AEC). (2Rs 25:1-8) No quinto mês daquele ano (o mês de ab, correspondente a partes de julho e de agosto), a cidade foi incendiada, as muralhas foram demolidas e a maioria do povo foi levada ao exílio. No entanto, permitiu-se que “alguns do povo da terra, de condição humilde”, permanecessem ali, e estes ficaram até o assassínio de Gedalias, a quem Nabucodonosor designou, fugindo depois para o Egito, deixando assim, por fim, Judá completamente desolada. (2Rs 25:9-12, 22-26) Isto ocorreu no sétimo mês, etanim (ou tisri, correspondendo a partes de setembro e de outubro). Portanto, a contagem dos 70 anos de desolação deve ter começado por volta de 1.° de outubro de 607 AEC, terminando em 537 AEC. Foi no sétimo mês deste último ano que os primeiros judeus repatriados chegaram novamente a Judá, exatamente 70 anos desde que começou a desolação total da terra. — 2Cr 36:21-23; Esd 3:1.

(2 CRÔNICAS 36:22)

“E no primeiro ano de Ciro, rei da Pérsia, para que se consumasse a palavra de Jeová pela boca de Jeremias, Jeová despertou o espírito de Ciro, rei da Pérsia, de modo que fez passar uma proclamação através de todo o seu reino, e também por escrito, dizendo:”

*** it-1 p. 513 Ciro ***
O Decreto de Ciro Para a Volta dos Exilados. Por decretar o fim do exílio dos judeus, Ciro cumpriu sua comissão como ‘pastor ungido’ de Jeová para Israel. (2Cr 36:22, 23; Esd 1:1-4) A proclamação foi feita “no primeiro ano de Ciro, rei da Pérsia”, significando seu primeiro ano como governante da conquistada Babilônia. O registro bíblico em Daniel 9:1 menciona o “primeiro ano de Dario”, e este talvez ocorresse entre a queda de Babilônia e o “primeiro ano de Ciro” dominando Babilônia. Se for assim, significa que o escritor talvez tenha considerado o primeiro ano de Ciro como tendo começado em fins do ano 538 AEC. No entanto, se o governo de Dario sobre Babilônia for encarado como o dum vice-rei, de modo que o seu reinado era concomitante com o de Ciro, o costume babilônico terá colocado o primeiro ano do reinado de Ciro como transcorrendo de nisã de 538 a nisã de 537 AEC.

*** it-1 p. 608 Cronologia ***
Cronologia Persa. Diversos eventos bíblicos importantes ocorreram durante o período persa: a queda de Babilônia, seguida pela soltura dos judeus por Ciro e o fim dos 70 anos de desolação de Judá; a reconstrução do templo em Jerusalém, completada “no sexto ano do reinado de Dario [I, o persa]”; a reconstrução das muralhas de Jerusalém por Neemias, de acordo com o decreto emitido no 20.° ano de Artaxerxes Longímano. — 2Cr 36:20-23; Esd 3:8-10; 4:23, 24; 6:14, 15; Ne 2:1, 7, 8.
Pode-se chegar à data de 539 AEC para a queda de Babilônia não somente pelo cânon de Ptolomeu, mas também por outras fontes. O historiador Diodoro, bem como Africano e Eusébio, mostram que o primeiro ano de Ciro, como rei da Pérsia, correspondia à Olimpíada 55, ano 1 (560/559 AEC), ao passo que o último ano de Ciro é situado na Olimpíada 62, ano 2 (531/530 AEC). Tabuinhas cuneiformes atribuem a Ciro um governo de nove anos sobre Babilônia, o que, portanto, corroboraria o ano 539 como a data em que ele conquistou Babilônia. — Handbook of Biblical Chronology (Manual de Cronologia Bíblica), de Jack Finegan, 1964, pp. 112, 168-170; Babylonian Chronology, 626 B.C.-A.D. 75, p. 14; veja os comentários acima sob “Cronologia Babilônica”, também PÉRSIA, PERSAS.

*** it-1 pp. 617-621 Cronologia ***
Desde 607 AEC até o retorno do exílio. A duração deste período é fixada pelo próprio decreto de Deus a respeito de Judá, de que “toda esta terra terá de tornar-se um lugar devastado, um assombro, e estas nações terão de servir ao rei de Babilônia por setenta anos”. — Je 25:8-11.
A profecia bíblica não permite a aplicação desse período de 70 anos a qualquer outro tempo, senão ao situado entre a desolação de Judá, acompanhada pela destruição de Jerusalém, e o retorno dos exilados judaicos à sua pátria, em resultado do decreto de Ciro. Especifica claramente que os 70 anos seriam anos de devastação da terra de Judá. O profeta Daniel entendeu a profecia assim, porque declarou: “Eu, Daniel, compreendi pelos livros o número de anos a respeito dos quais viera a haver a palavra de Jeová para Jeremias, o profeta, para se cumprirem as devastações de Jerusalém, a saber, setenta anos.” (Da 9:2) Depois de descrever a conquista de Jerusalém por Nabucodonosor, 2 Crônicas 36:20, 21, declara: “Além disso, ele levou cativos a Babilônia os que foram deixados pela espada, e eles vieram a ser servos dele e dos seus filhos até o começo do reinado da realeza da Pérsia; para se cumprir a palavra de Jeová pela boca de Jeremias, até que a terra tivesse saldado os seus sábados. Todos os dias em que jazia desolada, guardava o sábado, para cumprir setenta anos.”
Jerusalém passou a sofrer o sítio final no 9.° ano de Zedequias (609 AEC), e a cidade caiu no seu 11.° ano (607 AEC), correspondendo ao 19.° ano de governo real de Nabucodonosor (contado a partir do seu ano de ascensão, em 625 AEC). (2Rs 25:1-8) No quinto mês daquele ano (o mês de ab, correspondente a partes de julho e de agosto), a cidade foi incendiada, as muralhas foram demolidas e a maioria do povo foi levada ao exílio. No entanto, permitiu-se que “alguns do povo da terra, de condição humilde”, permanecessem ali, e estes ficaram até o assassínio de Gedalias, a quem Nabucodonosor designou, fugindo depois para o Egito, deixando assim, por fim, Judá completamente desolada. (2Rs 25:9-12, 22-26) Isto ocorreu no sétimo mês, etanim (ou tisri, correspondendo a partes de setembro e de outubro). Portanto, a contagem dos 70 anos de desolação deve ter começado por volta de 1.° de outubro de 607 AEC, terminando em 537 AEC. Foi no sétimo mês deste último ano que os primeiros judeus repatriados chegaram novamente a Judá, exatamente 70 anos desde que começou a desolação total da terra. — 2Cr 36:21-23; Esd 3:1.

Nota: Não está disponível para download.
Você pode baixar informações específicas para cada semana em arquivo digital que é fornecido para a escola do Ministério teocrática.

Destaques do livro de: 2 Crônicas