Biografia de Aimé Césaire

Caro Negritude

26 de junho de 1913
17 de abril de 2008
Aimé Fernand David Césaire nasceu em Basse-Pointe (Martinica, ilha no coração do Caribe), em 26 de junho de 1913. Ele completou seus estudos na Martinica, em seguida, em Paris, no Louis-le-Grand alta; Ele aperfeiçoou seus estudos em Paris, na École normale supérieure. Lá ele encontra o senegalês Leopold Senghor e Léon Gontran Damas guaianese. Graças à leitura de obras de autores europeus que dizem do continente africano, os rapazes juntos descobrem os tesouros e a história da África negra. Baseado, então, a revista "Étudiant Noir", ponto fundamental de referência para estudantes negros na capital francesa e criar a "negritude" (Negritude), que inclui valores artísticos, filosóficos e espirituais dos negros da África. Este mesmo conceito foi tornar-se a ideologia de lutas do povo negro para a independência.
Césaire em toda a sua produção literária vai esclarecer que este conceito excede o dado biológico e para fazer referência a uma das formas históricas da condição humana. Volta na Martinica em 1939 e fundou as revista "trópicos", entrando em contato com André Breton e surrealismo. Césaire tinha como ideal a libertação de sua ilha natal do jugo do colonialismo Francês: graças a ele, a Martinica se tornará um departamento ultramarino da França em 1946, tornando-se tão parte do efeito da Europa. Césaire mobilizará ativamente como membro da Assembléia Geral francês de Martinica, long-de 1945 a 2001-prefeito de Fort-de-France (a capital) e será um membro-até 1956-do Partido Comunista Francês. Do ponto de vista literário Aimé Césaire é um poeta dos mais famosos representantes do surrealismo. escritor é autor de dramas que recontar o destino e as lutas dos escravos dos territórios colonizados pela França (tais como o Haiti). O poema mais conhecido de "Cahier d'un retour au pays natais" do Césaire (diário do retorno ao país de origem, 1939), tragédia de inspiração surrealista versículo, que é considerada por muitos como uma enciclopédia sobre o destino dos escravos negros, bem como a expressão de esperança para a libertação destes últimos.
Através de uma rica produção de poesia dramática e teatral especificamente dedicado seus esforços em particular para a recuperação da identidade africana antillana, não mais e certamente não branco. Entre a poesia várias coleções incluem "Les armes visitou" (armas miraculosas, 1946), "Et les chiens se taisaient" (e os cães estavam em silêncio, 1956), "Ferraments" (correntes, 1959), "Cadastro" (1961). Em 1955 publica "Discours sur le colonialisme (discurso sobre o colonialismo) que é saudado como um manifesto dos tumultos. A partir 60 dos anos, para impedir a sua actividade atinge apenas intelectuais africanos e não amplas massas, deixando o poema para dedicar-se à formação de um teatro popular negrofilo. Entre suas peças: "La tragédie du roi Christophe" (a tragédia do rei Christophe, 1963), "Une saison au Congo" (uma estação no Congo, 1967) inspirado no drama de Lumumba e "Une tempête" (uma tempestade, 1969), uma reinterpretação de uma peça de Shakespeare. A sua última obra publicada em Itália é "são negros e negros devem ficar, conversas com Françoise Vergès" (Città Aperta Edizioni, 2006). O escritor sênior retira-se da vida política em 2001, aos 88 anos de idade, deixando o guia Fort-de-France para seu golfinho Serge Letchimy, eleito por aclamação popular. AIME cesaire morre em 17 de abril de 2008, no hospital de Fort-de-France.
Artigo aportado pela equipe de colaboradores.