O que é a soberania do consumidor?

Soberania do consumidor é uma das várias teorias econômicas que tentam explicar a dinâmica de condução a relação entre comprador e vendedor. Os economistas que defendem a teoria da soberania do consumidor afirmam que o elemento de conduzir a fabricação e o consumo é o consumidor. A pedra angular desta teoria baseia-se na crença de que os consumidores irão agir consistentemente de forma racional.
Adeptos a esta teoria normalmente acreditam que o comportamento racional do consumidor coletivamente resolverá as desigualdades no sistema. Como resultado, estes defensores dizem que ocorre a maré. Ao longo do tempo esta maré vai levantar a população como um todo para um nível de vida mais elevado. Esta teoria defende que, coletivamente, uma população irá produzir um resultado positivo macroeconómico, através de decisões individuais de consumo.
Do outro lado do argumento são aqueles que dizem que há uma fraqueza inerente esta teoria. Estes críticos apontam para publicidade e marketing esforços que fabricam artificialmente desejos no consumidor. Isto é referido como fabricado demanda.
Como resultado da demanda de manufaturados, os críticos dizem, o sistema não produz decisões racionais entre os consumidores. Críticos afirmam que a idéia do consumidor racional meramente reflete os desejos dos produtores para vender mais mercadorias. Alguns defensores ambientais afirmam que este sistema econômico produz efeitos destrutivos, incentivando o consumo excessivo.
Os defensores desta teoria dizem que uma economia orientada para o consumidor eventualmente elaboraremos as iniqüidades, levantando a todos os cidadãos em uma maré crescente. Outros discordam que os consumidores estão consistentemente racionais. Estas pessoas dizem que os fornecedores têm o poder de criar desejos através de marketing. Neste ponto de vista, estes desejos artificiais deixar o consumidor com uma necessidade artificialmente criada. A influência da publicidade na teoria da soberania do consumidor é um ponto de debate entre os economistas.
John Kenneth Galbraith, um defensor da economia keynesiana, teve problema com um princípio central da teoria de soberania do consumidor. Este princípio alegou que a economia poderia ser destilada em leis econômicas. Galbraith discordou, dizendo que as interações entre consumidores e fornecedores envolvem elementos e crenças culturais. Ele argumentou contra alegações que a soberania do consumidor eqüitativamente funcionava sem influência governamental. Como resultado, alguns defensores da teoria keynesiana dizem soberania do consumidor, na prática, cria efeitos macroeconômicos indesejáveis.
Soberania do consumidor tem suas raízes na teoria econômica neoclássica, que surgiu no final do século XIX. Precede o desenvolvimento da teoria económica neoclássica foi a teoria econômica clássica no século XVIII. Adam Smith era um defensor desta teoria, que argumenta que o condutor da economia é o valor dos bens produzidos, como eles se relacionam com custos subjacentes.