sexta-feira, outubro 02, 2015

1 Crônicas 1-2-3-4, Destaques da Bíblia: semana de 5 de outubro

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Destaques da leitura da Bíblia: 1 Crônicas 1-4. Informações para o estudo pessoal

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Pesquisa para Destaques da Bíblia desta semana: 1 Crônicas 1-4


(1 CRÔNICAS 1:6)

“E os filhos de Gômer foram Asquenaz, e Rifá, e Togarma.”

*** it-1 p. 249 Asquenaz ***
Asquenaz
1. O primeiro mencionado dos três filhos de Gômer, filho de Jafé. — Gên 10:3; 1Cr 1:6.
Em escritos judaicos dos tempos medievais (e mesmo depois) aplicou-se o termo “Asquenaz” à raça teutônica, e mais especificamente à Alemanha. Assim, mesmo hoje, judeus de países germânicos são chamados de asquenazis, em contraste com os sefarditas, os judeus da Espanha e de Portugal.

(1 CRÔNICAS 1:11)

“Quanto a Mizraim, tornou-se ele pai de Ludim, e de Anamim, e de Leabim, e de Naftuim,”

*** it-1 p. 126 Anamim ***
Anamim
Descendentes camíticos de Mizraim. Visto que Mizraim tornou-se sinônimo de Egito, é provável que os anamins se estabelecessem ali ou naquela região. (Gên 10:13; 1Cr 1:11) Um texto cuneiforme do tempo de Sargão II, da Assíria (da segunda metade do oitavo século AEC), parece referir-se a eles sob o nome de “anami”.

*** it-2 p. 667 Leabim ***
Leabim
Nome que aparece em Gênesis 10:13 e em 1 Crônicas 1:11 entre os descendentes de Cã, por meio de Mizraim. Visto que o nome em hebraico é pluralizado, muitos peritos dizem que se refere a uma tribo que derivou seu nome de um dos filhos de Mizraim. (Veja, porém, MIZRAIM.) Os de Leabim são, em geral, identificados com os líbios e, pelo menos parece, constituíam uma das tribos que habitavam a Líbia nos tempos antigos. Ao passo que a identificação é difícil, eles eram provavelmente os lu•vím mencionados em outras partes do texto hebraico, como em 2 Crônicas 12:3, onde a American Standard Version diz “lubim” e outras traduções dizem “líbios”. — CBC; NM; PIB.

(1 CRÔNICAS 1:12)

“e de Patrusim, e de Casluim (dentre quem procederam os filisteus), e de Caftorim.”

*** it-1 pp. 464-465 Casluim ***
Casluim
Um filho ou povo descendente de Mizraim, filho de Cã. O registro bíblico mostra que foi de Casluim que “procederam os filisteus”. (Gên 10:6, 13, 14; 1Cr 1:8, 11, 12) Visto que outros textos falam de os filisteus procederem de Caftor ou Creta (Je 47:4; Am 9:7), alguns peritos sugerem que a frase acima devia ser transposta, para vir depois do último descendente mencionado de Mizraim, Caftorim. Todavia, não é necessário presumir uma contradição nesses textos. O registro em Gênesis (acompanhado pelo de Crônicas) é genealógico. As outras referências aos filisteus como procedentes de Caftor provavelmente são geográficas, indicando uma migração desde o território dos caftorins.

(1 CRÔNICAS 1:13)

“Quanto a Canaã, tornou-se ele pai de Sídon, seu primogênito, e de Hete,”

*** it-2 p. 114 Fenícia ***
Origem e Nome. A história dos fenícios começa após o Dilúvio com o neto de Noé, Canaã, filho de Cã. Canaã tornou-se progenitor de 11 tribos, uma delas, os sidônios, sendo descendentes do primogênito de Canaã, Sídon. (Gên 10:15-18; 1Cr 1:13-16) Portanto, os sidônios eram cananeus. (Jos 13:4-6; Jz 10:12) Eles mesmos, bem como outros, chamavam a sua terra de Canaã. Numa moeda do tempo de Antíoco Epifânio, descreve-se a cidade siro-fenícia de Laodicéia como “uma cidade-mãe de Canaã”.
Todavia, com o tempo, os gregos preferiram chamar esses sidônios cananeus ainda por outro nome, o de fenícios. De modo que cananeu, sidônio e fenício eram nomes às vezes usados intercambiavelmente para o mesmo povo. Na profecia de Isaías, por exemplo, a Fenícia é chamada de “Canaã”. — Is 23:11; CBC; PIB; NM n.

(1 CRÔNICAS 1:14)

“e do jebuseu, e do amorreu, e do girgaseu,”

*** it-2 p. 223 Girgaseu(s) ***
Girgaseu(s)
Povo descendente de Cã, através de Canaã. (Gên 10:6, 15, 16; 1Cr 1:8, 13, 14) Os girgaseus moravam ao O do Jordão. Embora poderosos, eles e mais seis nações cananéias sofreram derrota, porque Jeová os entregou nas mãos do Seu povo. (De 7:1, 2; Jos 3:10; 24:11) Isto cumpriu a promessa que Deus fizera a Abraão, séculos antes. (Gên 15:13-21; Ne 9:7, 8) Os nomes “Girgash” e “Ben-Girgash”, encontrados em literatura ugarítica, têm sido citados como confirmação indireta da existência dos girgaseus.

(1 CRÔNICAS 1:15)

“e do heveu, e do arqueu, e do sineu,”

*** it-1 p. 204 Arqueus ***
Arqueus
Descendentes de Cã por meio de Canaã, e uma das 70 famílias pós-diluvianas. (Gên 10:17; 1Cr 1:15) Estabeleceram-se ao longo da costa mediterrânea ao O dos montes do Líbano.

(1 CRÔNICAS 1:17)

“Os filhos de Sem foram Elão, e Assur, e Arpaxade, e Lude, e Arã, E Uz, e Hul, e Géter, e Más.”

*** it-1 pp. 782-783 Elão ***
Elão
1. Um dos cinco filhos varões de Sem, de quem descenderam “famílias, segundo as suas línguas, nas suas terras, segundo as suas nações”. (Gên 10:22, 31; 1Cr 1:17) Não se especificam os nomes dos filhos de Elão; seu nome, porém, designa tanto um povo como uma região na fronteira SE da Mesopotâmia.
Historicamente, o nome Elão aplicava-se a uma região no que agora é chamado Cuzistã, no SO do Irã. Incluía a planície fértil do lado oriental do vale inferior do Tigre, regado pelos rios Carun e Carque, e evidentemente se estendia até as regiões montanhosas que ladeiam esta planície ao N e ao L, embora estes dois limites sejam os menos definidos. Uma região chamada Anxã, segundo se crê, ficava nestas regiões montanhosas e é representada em inscrições como fazendo parte do Elão desde um período bem antigo. O Elão, situado no extremo oriental do Crescente Fértil, por conseguinte, estava numa posição um tanto fronteiriça, sendo uma das regiões em que o território, povoado e geralmente dominado pelas raças semíticas, se confrontava ou fundia com raças que descendiam dos outros filhos de Noé, principalmente da linhagem jafética.
A terra do Elão era chamada elamtu pelos assírios e pelos babilônios, e Elymais pelos escritores clássicos gregos, que, às vezes, também se referiam a ela como “Susiana”, segundo a cidade de Susa, ou Susã, que outrora, evidentemente, fora a capital do Elão. Sob o Império Persa, Susa (Susã) era uma cidade real. (Ne 1:1; Est 1:2) Achava-se situada nas rotas comerciais que levavam para o SE, e também para o planalto iraniano. Os esforços de obter o controle destas rotas tornaram o Elão objeto freqüente de invasão por parte dos governantes assírios e babilônios.
Língua. Ao tratarem de Elão, obras de referência costumam afirmar que o escritor de Gênesis alistou Elão sob Sem apenas em base política ou geográfica, visto que, dizem eles, o povo de Elão não era semítico. Baseiam este conceito na afirmação de que a língua dos elamitas não era semítica. A investigação revela, porém, que as inscrições mais antigas encontradas na região geográfica chamada Elão eram “meras listas de objetos anotados pictoricamente em tabuinhas de argila, com o número de cada um deles ao lado, indicado por um sistema simples de traços, círculos e semicírculos . . . seu conteúdo, nesta época, é puramente econômico ou administrativo”. (Semitic Writing [Escrita Semítica], de G. R. Driver, Londres, 1976, pp. 2, 3) Estas inscrições poderiam razoavelmente ser chamadas de “elamitas” só no sentido de que foram encontradas no território de Elão.
O peso do argumento daqueles que se opõem à inclusão de Elão entre os povos semíticos, portanto, baseia-se principalmente em inscrições cuneiformes posteriores, consideradas como datando já bastante dentro do segundo milênio AEC, bem como no monumento de Behistun (do sexto século AEC), que contém textos paralelos em antigo persa, acadiano e “elamita”. As inscrições cuneiformes atribuídas aos elamitas supostamente estão numa língua aglutinativa (uma em que raízes de palavras são juntadas para formar palavras compostas, diferente assim das línguas flexionais). Os filólogos não tiveram bom êxito em relacionar esta língua “elamita” com alguma outra língua conhecida.
Na avaliação da informação acima, deve ser lembrado que a região geográfica em que os descendentes de Elão por fim se concentraram pode muito bem ter sido ocupada por outros povos antes ou mesmo durante a residência dos elamitas ali, do mesmo modo como os primitivos sumerianos não-semíticos residiam em Babilônia. A Encyclopædia Britannica (Enciclopédia Britânica; 1959, Vol. 8, p. 118) declara: “O país inteiro [chamado Elão] foi ocupado por uma variedade de tribos, falando na maior parte dialetos aglutinativos, embora os distritos ocidentais fossem ocupados por semitas.” — O grifo é nosso; MAPA e TABELA, Vol. 1, p. 233.
Que as inscrições cuneiformes encontradas na região do Elão, por si só, não provariam que os verdadeiros elamitas originalmente não fossem semitas, pode ser visto em muitos exemplos históricos antigos que poderiam ser citados de povos adotando outra língua por causa da dominação ou infiltração de elementos estrangeiros. Há também exemplos de povos antigos que simultaneamente usavam outra língua junto com a sua própria para fins comerciais e internacionais, assim como o aramaico se tornou uma língua franca usada por muitos povos. Os “hititas” de Karatepe fizeram inscrições bilíngües (evidentemente no oitavo século AEC) em escrita hieroglífica “hitita” e em fenício antigo. Encontraram-se em Persépolis, cidade real persa, cerca de 30.000 tabuinhas de argila do tempo do rei persa Dario I. Eram na maior parte na língua chamada “elamita”. No entanto, Persépolis não seria classificada como cidade elamita.
Mostrando adicionalmente que é insensato considerar a tabela das nações, de Gênesis, capítulo 10, como puramente geográfica e não realmente genealógica, há a evidência em forma de esculturas feitas para os reis elamitas, e datadas, pelos arqueólogos, como remontando à época de Sargão I (cujo governo eles atribuem à parte final do terceiro milênio). Estas esculturas não só apresentam a forma de figuras tipicamente acadianas (assírio-babilônicas semíticas), mas também trazem inscrições acadianas. — The Illustrated Bible Dictionary (O Dicionário Bíblico Ilustrado), editado por J. D. Douglas, 1980, Vol. 1, p. 433.

*** it-2 p. 352 Hul ***
Hul
Filho de Arã. (Gên 10:23) No entanto, em 1 Crônicas 1:17, parece que Hul é alistado como filho de Sem. No Manuscrito Alexandrino e no manuscrito hebraico Kennicott 175, 1 Crônicas 1:17 reza como Gênesis 10:23, apresentando a frase “e os filhos de Arã” antes de alistar Uz, Hul, Géter e Más. De modo que a omissão das palavras “e os filhos de”, em 1 Crônicas 1:17, no texto massorético, talvez seja um erro de escriba. Mas, não necessariamente é assim; nas Escrituras, o termo “filhos” pode incluir netos e até mesmo descendentes posteriores. (Veja uma situação talvez comparável em 1Cr 1:4, onde Sem, Cã e Jafé não são apresentados como filhos de Noé, talvez porque seu parentesco com Noé era tão bem conhecido, que o escritor original achou desnecessário fazer tal identificação.)

*** it-2 p. 781 Más ***
Más
Descendente de Sem através de Arã. (Gên 10:22, 23; 1Cr 1:17, Sy e seis manuscritos hebr.) Em 1 Crônicas 1:17, o texto massorético reza “Meseque” em vez de “Más”. Todavia, este é provavelmente um erro de escriba, visto que Meseque é alistado como “filho” de Jafé. — Gên 10:2; 1Cr 1:5.

(1 CRÔNICAS 1:18)

“Quanto a Arpaxade, tornou-se ele pai de Selá, e o próprio Selá tornou-se pai de Éber.”

*** w05 1/10 pp. 8-9 Destaques do livro de Primeiro das Crônicas ***
1:18 — Quem era o pai de Selá: Cainã ou Arpaxade? (Lucas 3:35, 36) Era Arpaxade. (Gênesis 10:24; 11:12) “Cainã” usado em Lucas 3:36 provavelmente era uma corruptela (ou distorção) do termo “caldeus”. Se esse for o caso, o texto original poderia ser vertido para “filho do caldeu Arpaxade”. Ou pode ser ainda que os nomes Cainã e Arpaxade se refiram à mesma pessoa. Não se deve ignorar o fato de que a expressão “filho de Cainã” não é encontrada em alguns manuscritos. — Lucas 3:36, nota.

(1 CRÔNICAS 1:41)

“Os filhos de Aná: Disom. E os filhos de Disom foram Hendã e Esbã, e Itrã, e Querã.”

*** it-1 p. 145 Anrão ***
3. Nome dado a um seirita, filho de Disom, grafado “Hanrão”, na tradução de João Ferreira de Almeida de 1 Crônicas 1:41. — Veja HENDÃ.

(1 CRÔNICAS 1:42)

“Os filhos de Ezer foram Bilã e Zaavã, e Ácã. Os filhos de Disã foram Uz e Árã.”

*** it-1 p. 34 Ácã ***
Ácã
Último mencionado de três filhos do Xeque Ezer, dos seiritas. (Gên 36:20, 21, 27) O texto massorético reza “Jaacã” em 1 Crônicas 1:42, mas a Septuaginta grega (Códice Alexandrino) e 22 manuscritos hebraicos rezam “Ácã”, em harmonia com Gênesis 36:27.

*** it-1 p. 722 Disã ***
Disã
[possivelmente: Antílope].
Seirita, xeque dos horeus na terra de Edom. (Gên 36:20, 21; 1Cr 1:38) Gênesis 36:28 diz que os filhos de “Disã” eram Uz e Árã, ao passo que 1 Crônicas 1:42, no texto massorético, hebraico, na Septuaginta grega e na Pesito siríaca, menciona “Disom” como progenitor deles. Esta diferença na vocalização, evidentemente em resultado do erro dum copista, é solucionada em muitas traduções em português (Al, ALA, BJ, BLH, CBC, IBB, MC, NM, So) por usarem o mesmo nome em ambos os textos, assim como faz também a recensão clementina da Vulgata latina.

*** it-1 p. 723 Disom ***
Disom
[possivelmente: Antílope].
Nome de um ou possivelmente dois homens diferentes, nas genealogias registradas em Gênesis 36:20-28 e 1 Crônicas 1:38-42.
Em Gênesis 36:20, 21 (também nos vv. 29, 30 ), alistam-se sete “filhos de Seir, o horeu”, como xeques, a saber, Lotã, Sobal, Zibeão, Aná, Disom, Ezer e Disã. Daí, nos versículos 22 a 28 , alista-se cada um dos sete xeques junto com seus filhos. No versículo 25 , um dos filhos de Aná é chamado Disom. Alguns acham que este Disom seja neto de Seir e sobrinho do xeque Disom, visto que todos os sete xeques eram “filhos” de Seir, no sentido estrito da palavra, quer dizer, da mesma geração.
Outros, porém, acreditam que este relato apresenta os sete xeques apenas como descendentes de Seir, não da mesma geração, portanto, “filhos” em sentido lato. Portanto, sugerem que o Disom do versículo 25 é o próprio xeque Disom (Gên 36:21, 26), não seu sobrinho. De acordo com este conceito, embora realmente fosse filho do xeque Aná, Disom é mencionado junto com os outros seis xeques, não por ser irmão deles, mas por ser igual a eles no sentido de ser xeque.

(1 CRÔNICAS 2:6)

“E os filhos de Zerá foram Zinri, e Etã, e Hemã, e Calcol, e Dara. Ao todo foram cinco.”

*** it-2 p. 57 Etã ***
1. Um de quatro homens, cuja sabedoria, embora grande, era superada pela de Salomão. (1Rs 4:31) Este Etã talvez fosse o escritor do Salmo 89, porque o cabeçalho identifica Etã, o ezraíta, como escritor. Em 1 Crônicas 2:6, Etã, Hemã, Calcol e Dara são todos chamados de filhos de Zerá, da tribo de Judá, e possivelmente são os mesmos homens mencionados em Primeiro Reis. Etã é chamado de pai de Azarias. — 1Cr 2:8; veja EZRAÍTA.

(1 CRÔNICAS 2:15)

“de Ozem, o sexto, de Davi, o sétimo.”

*** w05 1/10 p. 9 Destaques do livro de Primeiro das Crônicas ***
2:15 — Davi era o sétimo filho de Jessé? Não. Jessé tinha oito filhos, sendo Davi o mais jovem. (1 Samuel 16:10, 11; 17:12) Um dos filhos de Jessé provavelmente morreu sem ter filhos. Visto que ele não teria relevância nos registros genealógicos, Esdras omitiu o nome desse filho.

*** w02 15/9 p. 31 Perguntas dos Leitores ***
• Por que 1 Crônicas 2:13-15 chama Davi de sétimo filho de Jessé, ao passo que 1 Samuel 16:10, 11, indica que ele era o oitavo?
Depois de o Rei Saul, do antigo Israel, ter-se desviado da adoração verdadeira, Jeová Deus enviou o profeta Samuel para ungir um dos filhos de Jessé como rei. O registro divino desse acontecimento histórico, escrito pelo próprio Samuel no século 11 AEC, apresenta Davi como oitavo filho de Jessé. (1 Samuel 16:10-13) No entanto, o relato escrito por Esdras, o sacerdote, uns 600 anos mais tarde, diz: “Jessé, por sua vez, tornou-se pai do seu primogênito, Eliabe, e de Abinadabe, o segundo, e de Siméia, o terceiro, de Netanel, o quarto, de Radai, o quinto, de Ozem, o sexto, de Davi, o sétimo.” (1 Crônicas 2:13-15) O que aconteceu com um dos irmãos de Davi, e por que Esdras omite o nome dele?
As Escrituras dizem que Jessé “tinha oito filhos”. (1 Samuel 17:12) Pelo visto, um dos seus filhos não viveu o bastante para se casar e ter filhos. Não tendo descendentes, não podia reivindicar uma herança tribal nem seria relevante aos registros genealógicos da linhagem de Jessé.
Consideremos então os dias de Esdras. Vejamos as circunstâncias em que compilou Crônicas. O exílio em Babilônia terminou cerca de 77 anos antes, e os judeus se encontravam restabelecidos na sua terra. O rei da Pérsia havia autorizado Esdras a nomear juízes e instrutores da Lei de Deus e a embelezar a casa de Jeová. Havia necessidade de listas genealógicas precisas para confirmar as heranças tribais e garantir que apenas os autorizados servissem no sacerdócio. De modo que Esdras preparou um relato abrangente da história da nação, incluindo um registro claro e confiável da linhagem de Judá e de Davi. O nome do filho de Jessé que faleceu sem ter filhos não era relevante. Por isso, Esdras omitiu o nome.

(1 CRÔNICAS 2:16)

“E suas irmãs foram Zeruia e Abigail; e os filhos de Zeruia foram Abisai, e Joabe, e Asael, três.”

*** it-1 p. 20 Abigail ***
No entanto, é digno de nota que o registro em 1 Crônicas 2:13-16 não chama Abigail e Zeruia de ‘filhas de Jessé’, mas, antes, de “irmãs” dos filhos de Jessé, inclusive Davi. Isto permite a possibilidade de que a mãe deles tivesse primeiro casado com um homem chamado Naás, a quem deu à luz Abigail e Zeruia, antes de se tornar esposa de Jessé e mãe de seus filhos. Não se pode, por conseguinte, declarar dogmaticamente que Abigail fosse filha de Jessé. — Veja NAÁS N.° 2.

(1 CRÔNICAS 2:17)

“Quanto a Abigail, deu à luz Amasa; e o pai de Amasa foi Jeter, o ismaelita.”

*** it-2 p. 555 Jeter ***
6. Pai de Amasa, ex-chefe do exército de Davi. (1Rs 2:5, 32) O texto massorético, em 2 Samuel 17:25, chama-o de Itra, e diz que ele era israelita, mas 1 Crônicas 2:17 chama-o de ismaelita, possivelmente porque morou por um tempo entre os ismaelitas.

(1 CRÔNICAS 2:24)

“E depois da morte de Esrom em Calebe-Efrata, sendo Abias esposa de Esrom, ela lhe deu então à luz Assur, pai de Tecoa.”

*** it-1 p. 260 Assur, I ***
Assur, I
(Ásh•hur)[possivelmente: Negrume].
De acordo com o texto massorético, filho de Esrom, nascido após a morte de seu pai; bisneto de Judá. (1Cr 2:4, 5, 24; veja ESROM N.° 2.) Teve sete filhos com as suas duas esposas. (1Cr 4:5-7) É também mencionado como pai de Tecoa, o que parece significar que era o fundador da cidade deste nome.

*** it-2 p. 43 Esrom ***
Segundo a versão do texto massorético em 1 Crônicas 2:24, Esrom morreu em Calebe-Efrata, e depois disso, sua viúva Abias deu à luz Assur, pai de Tecoa. No entanto, alguns peritos acham que o texto massorético não preserva a versão original, visto que Esrom está alistado entre as 70 “almas da casa de Jacó, que vieram ao Egito”, e, por isso, deve ter morrido naquele país (Gên 46:12, 26, 27), e parece-lhes pouco provável que um lugar no Egito tivesse o nome hebraico de Calebe-Efrata. Por isso, muitos tradutores emendaram 1 Crônicas 2:24 para corresponder mais à versão da Septuaginta grega e da Vulgata latina. A Bíblia de Jerusalém verte este texto: “Depois que morreu Hesron, Caleb casou-se com Éfrata, esposa de seu pai Hesron, que lhe gerou Asur, pai de Técua.” A tradução, em inglês, de J. B. Rotherham reza: “E depois da morte de Esrom, Calebe entrou em Efrata, e a esposa de Esrom era Abias, que lhe deu à luz Assur, pai de Tecoa.” Portanto, segundo estas alterações, “Assur” ou é “filho” de Esrom com Abias, ou é “filho” de Calebe com Efrata.

(1 CRÔNICAS 2:45)

“E o filho de Samai foi Maom; e Maom foi o pai de Bete-Zur.”

*** it-1 p. 355 Bete-Zur ***
O nome Bete-Zur aparece numa lista genealógica dos descendentes de Calebe, irmão de Jerameel, em 1 Crônicas 2:45. Diz ali que Maom era “o pai de Bete-Zur”. Muitos comentadores entendem que Bete-Zur se refere à cidade deste nome, sendo Maom neste caso o pai dos que se estabeleceram ali, ou talvez o chefe ou o principal da cidade.

(1 CRÔNICAS 2:46)

“Quanto a Efá, concubina de Calebe, deu à luz Harã, e Moza, e Gazez. Quanto a Harã, tornou-se pai de Gazez.”

*** it-2 pp. 184-185 Gazez ***
Gazez
[Tosquiador].
Primeiro Crônicas 2:46 diz que Efá, concubina de Calebe, deu à luz Harã, Moza e Gazez, e depois declara que Harã “tornou-se pai de Gazez”. Portanto, pode ter havido dois homens chamados Gazez: (1) um filho de Calebe, e (2) um neto de Calebe. Mas, se a expressão: “Quanto a Harã, tornou-se pai de Gazez”, for um simples esclarecimento identificando o Gazez mencionado inicialmente, não como filho de Calebe, mas como seu neto, então significaria que havia apenas um Gazez, a saber, o filho de Harã e neto de Calebe.

(1 CRÔNICAS 2:49)

“Com o tempo ela deu à luz Saafe, pai de Madmana, Seva, pai de Macbena e pai de Gibéia. E Acsa foi a filha de Calebe.”

*** it-1 p. 401 Calebe ***
Acsa é alistada como filha de “Calebe, irmão de Jerameel” (o N.° 1 acima), que viveu cerca de um século e meio antes de “Calebe, filho de Jefuné”. (1Cr 2:42, 49) Alguns comentadores dizem que havia apenas um Calebe. Mas o grande intervalo de tempo entre o neto de Judá, Esrom, e a povoação de Canaã, impede tal conclusão. Outros dizem que ambos os Calebes devem ter tido filhas com o mesmo nome. Entretanto, mulheres foram mencionadas em genealogias apenas quando desempenharam um papel importante na história do povo de Deus. E visto que havia apenas uma famosa Acsa, ela deve ter sido a filha do segundo Calebe, filho de Jefuné. Ainda outros comentadores retirariam do versículo (1Cr 2:49) a declaração sobre Acsa como adição deslocada de escribas, mas não têm para isso nenhuma autoridade textual. Entretanto, é mais razoável pensar que o escritor original incluiu intencionalmente esta nota abrupta no versículo 49 com um objetivo especial, usando “filha” em sentido mais amplo, para significar descendente, a fim de trazer à atenção o fato de que Acsa não era somente filha de Calebe, filho de Jefuné, mas também descendente direta de Calebe, filho de Esrom.

*** it-2 p. 735 Madmana ***
1. Este nome aparece na lista de descendentes de Judá através de Calebe. Diz-se que Maacá, a concubina de Calebe, deu à luz “Saafe, pai de Madmana”. (1Cr 2:49) No entanto, a maioria dos peritos considera que o termo “pai” usado aqui tem o sentido de “fundador” e acha que Madmana, neste texto, corresponde à cidade considerada a seguir, sendo Saafe tomado como o fundador ou talvez o reconstrutor dela após a sua captura. Pode-se notar que os nomes de Quiriate-Jearim e Belém ocorrem num contexto similar nos versículos seguintes. — 1Cr 2:50, 54.

(1 CRÔNICAS 2:50)

“Estes tornaram-se filhos de Calebe. Os filhos de Hur, primogênito de Efrata: Sobal, pai de Quiriate-Jearim,”

*** it-2 p. 193 Genealogia ***
Cidades, e nomes no plural. Em algumas listas talvez se diga que determinado homem é o “pai” de certa cidade, como em 1 Crônicas 2:50-54, onde, por exemplo, Salma é chamado de “pai de Belém”, e Sobal, de “pai de Quiriate-Jearim”. Evidentemente, as cidades de Belém e de Quiriate-Jearim ou foram fundadas por estes homens, ou foram povoadas pelos descendentes deles. A mesma lista reza adicionalmente: “Os filhos de Salma foram Belém e os netofatitas, Atrote-Bete-Joabe e metade dos manaatitas, os zoritas”. (1Cr 2:54) Aqui, netofatitas, manaatitas e zoritas evidentemente eram famílias.

(1 CRÔNICAS 2:51)

“Salma, pai de Belém, Harefe, pai de Bete-Gader.”

*** it-1 p. 326 Belém ***
Entre os primeiros descendentes de Judá, filho de Jacó, acham-se mencionados “Salma, pai de Belém” (1Cr 2:51, 54) e “Hur, primogênito de Efrata, pai de Belém”. (1Cr 4:4) Esta expressão talvez aponte esses homens como antepassados dos israelitas que mais tarde ocuparam Belém.

*** it-2 p. 193 Genealogia ***
Cidades, e nomes no plural. Em algumas listas talvez se diga que determinado homem é o “pai” de certa cidade, como em 1 Crônicas 2:50-54, onde, por exemplo, Salma é chamado de “pai de Belém”, e Sobal, de “pai de Quiriate-Jearim”. Evidentemente, as cidades de Belém e de Quiriate-Jearim ou foram fundadas por estes homens, ou foram povoadas pelos descendentes deles. A mesma lista reza adicionalmente: “Os filhos de Salma foram Belém e os netofatitas, Atrote-Bete-Joabe e metade dos manaatitas, os zoritas”. (1Cr 2:54) Aqui, netofatitas, manaatitas e zoritas evidentemente eram famílias.

(1 CRÔNICAS 2:52)

“E Sobal, pai de Quiriate-Jearim, veio a ter filhos: Haroé, metade dos menuotitas.”

*** it-2 p. 193 Genealogia ***
Cidades, e nomes no plural. Em algumas listas talvez se diga que determinado homem é o “pai” de certa cidade, como em 1 Crônicas 2:50-54, onde, por exemplo, Salma é chamado de “pai de Belém”, e Sobal, de “pai de Quiriate-Jearim”. Evidentemente, as cidades de Belém e de Quiriate-Jearim ou foram fundadas por estes homens, ou foram povoadas pelos descendentes deles. A mesma lista reza adicionalmente: “Os filhos de Salma foram Belém e os netofatitas, Atrote-Bete-Joabe e metade dos manaatitas, os zoritas”. (1Cr 2:54) Aqui, netofatitas, manaatitas e zoritas evidentemente eram famílias.

*** it-2 p. 808 Menuotitas ***
Menuotitas
[Lugares de Descanso].
Segundo o texto massorético, parece tratar-se duma família de Judá, descendente através de Sobal. (1Cr 2:4, 52) Mas, alguns peritos preferem emendar o texto hebraico para rezar “manaatitas”, como no versículo 54 . (BJ, Mo) E um comentário judaico sobre Crônicas apresenta a versão alternativa, de “que supervisionava metade dos lugares de descanso”, e observa: “Sobal estava encarregado da metade dos caravançarás na terra de Judá.” — Soncino Books of the Bible (Livros da Bíblia, de Soncino), editado por A. Cohen, Londres, 1952, p. 15.

(1 CRÔNICAS 2:54)

“Os filhos de Salma foram Belém e os netofatitas, Atrote-Bete-Joabe e metade dos manaatitas, os zoritas.”

*** it-1 p. 274 Atrote-Bete-Joabe ***
Atrote-Bete-Joabe
[Coroas [isto é: cercados circulares] da Casa de Joabe].
Nome que aparece entre “os filhos de Salma”, na genealogia da tribo de Judá. (1Cr 2:54) Alguns acham tratar-se do nome duma cidade em Judá, indicando a inclusão de nomes tais como Quiriate-Jearim, Bete-Gader, Belém e outros nestas genealogias. Todavia, a mera correspondência dum nome com o duma cidade não é indício certo de que se refere a esta cidade, visto haver diversos casos de pessoas e cidades terem o mesmo nome. Não obstante, a forma ou o significado de certos nomes nas genealogias parece ser mais de natureza geográfica do que pessoal. A solução talvez se encontre na opinião de muitos peritos, de que se faz referência mais precisamente aos habitantes da cidade, do que ao próprio lugar geográfico. De modo que a expressão “pai de”, em certas ocorrências, é entendida como significando o “fundador de” ou “principal colonizador de” determinada população morando no lugar indicado.
Deve-se notar que a palavra “pai” aparece no hebraico original em Gênesis 4:20, 21, mas em algumas traduções é vertida por “antepassado” (BLH; AT) ou “fundador” (NM). Léxicos hebraicos incluem entre os possíveis significados do termo hebraico “pai” o de “governante, chefe” (A Hebrew and English Lexicon of the Old Testament [Um Léxico Hebraico e Inglês do Velho Testamento], de Brown, Driver e Briggs, 1980, p. 3), “antepassado, ancestre de tribo, nação . . . dum lugar . . . fundador duma classe ou posição social, . . . dum ofício . . . fundador, magistrado principal dum lugar”. (Lexicon in Veteris Testamenti Libros [Léxico dos Livros do Velho Testamento], de L. Koehler e W. Baumgartner, Leiden, 1958, p. 1) — Veja Is 22:20-22.

*** it-1 p. 326 Belém ***
Entre os primeiros descendentes de Judá, filho de Jacó, acham-se mencionados “Salma, pai de Belém” (1Cr 2:51, 54) e “Hur, primogênito de Efrata, pai de Belém”. (1Cr 4:4) Esta expressão talvez aponte esses homens como antepassados dos israelitas que mais tarde ocuparam Belém.

*** it-2 p. 193 Genealogia ***
Cidades, e nomes no plural. Em algumas listas talvez se diga que determinado homem é o “pai” de certa cidade, como em 1 Crônicas 2:50-54, onde, por exemplo, Salma é chamado de “pai de Belém”, e Sobal, de “pai de Quiriate-Jearim”. Evidentemente, as cidades de Belém e de Quiriate-Jearim ou foram fundadas por estes homens, ou foram povoadas pelos descendentes deles. A mesma lista reza adicionalmente: “Os filhos de Salma foram Belém e os netofatitas, Atrote-Bete-Joabe e metade dos manaatitas, os zoritas”. (1Cr 2:54) Aqui, netofatitas, manaatitas e zoritas evidentemente eram famílias.

(1 CRÔNICAS 3:5)

“E os seguintes lhe nasceram em Jerusalém: Siméia, e Sobabe, e Natã, e Salomão, quatro de Bate-Seba, filha de Amiel,”

*** it-1 p. 789 Elião ***
1. Pai de Bate-Seba. (2Sa 11:3) Chamado Amiel em 1 Crônicas 3:5.

(1 CRÔNICAS 3:6)

“e Ibar, e Elisama, e Elifelete,”

*** it-1 p. 795 Elisama ***
3. Filho de Davi, nascido em Jerusalém. Este Elisama é alistado como Elisua em 2 Samuel 5:15, em 1 Crônicas 14:5, e em dois manuscritos hebraicos em 1 Crônicas 3:6. Acha-se em geral que Elisua seja o nome correto, visto que o nome Elisama aparece novamente em 1 Crônicas 3:8, e, portanto, pode ter-se introduzido facilmente no versículo 6 por um erro de escriba. Todavia, visto que o texto massorético, hebraico, a Septuaginta grega, a Pesito siríaca e a Vulgata latina rezam “Elisama” em 1 Crônicas 3:6, reteve-se esta forma do nome na Tradução do Novo Mundo, bem como em outras traduções.

*** it-1 p. 799 Elisua ***
Elisua
[Deus É Salvação].
Um dos filhos do Rei Davi nascidos em Jerusalém. (2Sa 5:15; 1Cr 14:5) Elisua é chamado Elisama em 1 Crônicas 3:6. — Veja ELISAMA N.° 3.

(1 CRÔNICAS 3:15)

“E os filhos de Josias foram o primogênito, Joanã, o segundo, Jeoiaquim, o terceiro, Zedequias, o quarto, Salum.”

*** it-2 p. 568 Joanã ***
4. Primogênito do Rei Josias. (1Cr 3:15) Visto que em parte alguma ele é mencionado em relação à sucessão ao trono de Judá, assim como são seus três irmãos mais jovens, ele deve ter falecido antes da morte de seu pai. — 2Rs 23:30, 34; 24:17; Je 22:11; veja JOSIAS N.° 1.

(1 CRÔNICAS 3:17)

“E os filhos de Jeconias, como prisioneiro, foram Sealtiel, seu filho,”

*** w05 1/10 p. 9 Destaques do livro de Primeiro das Crônicas ***
3:17 — Por que Lucas 3:27 faz referência a Sealtiel, filho de Jeconias, como sendo filho de Néri? Jeconias era o pai de Sealtiel. No entanto, Néri pelo visto deu sua filha a Sealtiel como esposa. Lucas se referiu ao genro de Néri como filho de Néri assim como fez no caso de José, quando o chamou de filho de Eli, pai de Maria. — Lucas 3:23.

*** w92 15/7 pp. 5-6 É a Bíblia contraditória? ***
▪ Quem foi o pai de Sealtiel?
Certos textos indicam que Jeconias (o Rei Joaquim) foi o pai carnal de Sealtiel. (1 Crônicas 3:16-18; Mateus 1:12) Mas o evangelista Lucas chamou Sealtiel de “filho de Néri”. (Lucas 3:27) Parece que Néri deu sua filha a Sealtiel por esposa. Visto que os hebreus costumavam referir-se ao genro como filho, especialmente nas listas genealógicas, Lucas podia corretamente chamar Sealtiel de filho de Néri. De modo similar, Lucas chamou José de filho de Eli, o qual realmente foi o pai de Maria, esposa de José. — Lucas 3:23.

*** it-1 p. 196 Arqueologia ***
Perto da Porta de Istar, em Babilônia, foram descobertas cerca de 300 tabuinhas cuneiformes relacionadas com o período do reinado do Rei Nabucodonosor. Entre listas do nome de trabalhadores e de cativos que então viviam em Babilônia, aos quais eram fornecidas provisões, aparece o de “Yaukin, rei da terra de Yahud”, isto é, “Joaquim, o rei da terra de Judá”, levado para Babilônia no tempo da conquista de Jerusalém por Nabucodonosor, em 617 AEC. Ele foi solto da casa de detenção por Avil-Marduque (Evil-Merodaque), sucessor de Nabucodonosor, e foi-lhe concedida uma porção diária de alimentos. (2Rs 25:27-30) Cinco dos filhos de Joaquim também são mencionados nestas tabuinhas. — 1Cr 3:17, 18.

*** it-1 p. 254 Assir ***
A versão Almeida, revista e corrigida, usa o nome Assir em 1 Crônicas 3:17; todavia, muitas traduções modernas (ALA, BJ, CBC, IBB, PIB) não encaram a palavra hebraica aqui como nome próprio, mas, antes, como adjetivo comum, descrevendo Jeconias (Joaquim) como cativo ou prisioneiro em Babilônia. (2Rs 24:12-15; 25:27-30) A Tradução do Novo Mundo reza apropriadamente: “E os filhos de Jeconias, como prisioneiro [ʼas•sír], foram Sealtiel . . .”

(1 CRÔNICAS 3:18)

“e Malquirão, e Pedaías, e Senazar, Jecamias, Hosama e Nedabias.”

*** it-1 p. 196 Arqueologia ***
Perto da Porta de Istar, em Babilônia, foram descobertas cerca de 300 tabuinhas cuneiformes relacionadas com o período do reinado do Rei Nabucodonosor. Entre listas do nome de trabalhadores e de cativos que então viviam em Babilônia, aos quais eram fornecidas provisões, aparece o de “Yaukin, rei da terra de Yahud”, isto é, “Joaquim, o rei da terra de Judá”, levado para Babilônia no tempo da conquista de Jerusalém por Nabucodonosor, em 617 AEC. Ele foi solto da casa de detenção por Avil-Marduque (Evil-Merodaque), sucessor de Nabucodonosor, e foi-lhe concedida uma porção diária de alimentos. (2Rs 25:27-30) Cinco dos filhos de Joaquim também são mencionados nestas tabuinhas. — 1Cr 3:17, 18.

(1 CRÔNICAS 3:19)

“E os filhos de Pedaías foram Zorobabel e Simei; e os filhos de Zorobabel foram Mesulão e Hananias (e Selomite foi a irmã deles);”

*** w05 1/10 p. 9 Destaques do livro de Primeiro das Crônicas ***
3:17-19 — Qual era o parentesco entre Zorobabel, Pedaías e Sealtiel? Zorobabel era filho de Pedaías, que era irmão de Sealtiel. Às vezes, porém, a Bíblia chama Zorobabel de filho de Sealtiel. (Mateus 1:12; Lucas 3:27) O motivo disso pode ter sido que, após a morte de Pedaías, Sealtiel tenha criado Zorobabel. Ou talvez, visto que Sealtiel morreu sem filhos, Pedaías tenha feito o casamento de cunhado, e Zorobabel foi o primogênito dessa união. — Deuteronômio 25:5-10.

*** it-2 p. 199 Genealogia de Jesus Cristo ***
Mateus indica que Zorobabel era filho de Sealtiel (Mt 1:12), e isto coincide com outras referências. (Esd 3:2; Ne 12:1; Ag 1:14; Lu 3:27) No entanto, em 1 Crônicas 3:19, Zorobabel é chamado de filho de Pedaías. Evidentemente, Zorobabel era filho do próprio Pedaías e filho legal de Sealtiel, em razão de casamento de cunhado; ou, possivelmente, depois de falecer Pedaías, pai de Zorobabel, este foi criado por Sealtiel como seu próprio filho e por isso passou a ser reconhecido legalmente como filho de Sealtiel.

(1 CRÔNICAS 4:1)

“Os filhos de Judá foram Peres, Esrom, e Carmi, e Hur, e Sobal.”

*** it-1 p. 432 Carmi ***
A designação “filhos de Judá”, em 1 Crônicas 4:1, onde se alista Carmi, evidentemente deve ser entendida como incluindo descendentes posteriores. — Veja 1Cr 2:4-7.

(1 CRÔNICAS 4:4)

“e Penuel, pai de Gedor, e Ezer, pai de Husá. Estes foram os filhos de Hur, primogênito de Efrata, pai de Belém.”

*** it-1 p. 326 Belém ***
Entre os primeiros descendentes de Judá, filho de Jacó, acham-se mencionados “Salma, pai de Belém” (1Cr 2:51, 54) e “Hur, primogênito de Efrata, pai de Belém”. (1Cr 4:4) Esta expressão talvez aponte esses homens como antepassados dos israelitas que mais tarde ocuparam Belém.

*** it-2 p. 357 Husá ***
Husá
Quer “filho” de Ezer, da tribo de Judá, quer uma cidade de que Ezer era “pai” ou “fundador”. (1Cr 4:1, 4) Se Husá se referir a uma cidade, então talvez seja o lugar de origem de um dos poderosos de Davi, Sibecai, que provavelmente também era chamado Mebunai. (1Cr 27:11; compare isso com 2Sa 23:27; 1Cr 11:29.) Alguns acham que Husá era o nome duma cidade e a identificam com Husan, a uns 6 km ao O de Belém.

(1 CRÔNICAS 4:5)

“E Assur, pai de Tecoa, veio a ter duas esposas, Hela e Naará.”

*** it-1 p. 260 Assur, I ***
Assur, I
(Ásh•hur)[possivelmente: Negrume].
De acordo com o texto massorético, filho de Esrom, nascido após a morte de seu pai; bisneto de Judá. (1Cr 2:4, 5, 24; veja ESROM N.° 2.) Teve sete filhos com as suas duas esposas. (1Cr 4:5-7) É também mencionado como pai de Tecoa, o que parece significar que era o fundador da cidade deste nome.

(1 CRÔNICAS 4:6)

“Com o tempo, Naará deu-lhe à luz Auzão, e Hefer, e Temeni, e Haastari. Estes foram os filhos de Naará.”

*** it-1 p. 260 Assur, I ***
Assur, I
(Ásh•hur)[possivelmente: Negrume].
De acordo com o texto massorético, filho de Esrom, nascido após a morte de seu pai; bisneto de Judá. (1Cr 2:4, 5, 24; veja ESROM N.° 2.) Teve sete filhos com as suas duas esposas. (1Cr 4:5-7) É também mencionado como pai de Tecoa, o que parece significar que era o fundador da cidade deste nome.

(1 CRÔNICAS 4:7)

“E os filhos de Hela foram Zerete, Izar e Etnã.”

*** it-1 p. 260 Assur, I ***
Assur, I
(Ásh•hur)[possivelmente: Negrume].
De acordo com o texto massorético, filho de Esrom, nascido após a morte de seu pai; bisneto de Judá. (1Cr 2:4, 5, 24; veja ESROM N.° 2.) Teve sete filhos com as suas duas esposas. (1Cr 4:5-7) É também mencionado como pai de Tecoa, o que parece significar que era o fundador da cidade deste nome.

(1 CRÔNICAS 4:9)

“E Jabez tornou-se mais honrado do que os seus irmãos; e foi a sua mãe que o chamou pelo nome de Jabez, dizendo: “Foi em dor que o dei à luz.””

*** w10 1/10 p. 23 O “Ouvinte de oração” ***
O nome Jabez vem de uma raiz que pode significar “dor”.

*** w10 1/10 p. 23 O “Ouvinte de oração” ***
Analisemos 1 Crônicas 4:9, 10.
Tudo o que se sabe sobre Jabez está registrado nesses dois versículos. De acordo com o versículo 9, sua mãe “o chamou pelo nome de Jabez, dizendo: ‘Foi em dor que o dei à luz’”. Por que ela escolheu esse nome? Será que o parto de seu filho lhe causou mais dor do que o normal? Será que ela era viúva e por isso lamentava o fato de seu marido não estar lá na hora em que o bebê nasceu? A Bíblia não diz. Mas um dia essa mãe teria motivos para se orgulhar muito desse filho. Os irmãos de Jabez talvez fossem homens justos, mas “Jabez tornou-se mais honrado do que os seus irmãos”.

(1 CRÔNICAS 4:10)

“E Jabez começou a invocar o Deus de Israel, dizendo: “Se tu sem falta me abençoares e realmente ampliares o meu território, e a tua mão realmente mostrar estar comigo, e realmente [me] preservares de calamidade, para que não me fira . . .” Por conseguinte, Deus fez [acontecer] o que tinha pedido.”

*** w10 1/10 p. 23 O “Ouvinte de oração” ***
Analisemos 1 Crônicas 4:9, 10.

*** w10 1/10 p. 23 O “Ouvinte de oração” ***
Jabez pelo visto tinha o costume de orar. Ele começou sua oração implorando que Deus o abençoasse. Depois, fez três pedidos que refletem um coração cheio de fé.
Primeiro, Jabez implorou a Deus que ‘ampliasse o seu território’. (Versículo 10) Esse homem honrado não era ambicioso; ele não desejava as terras que pertenciam a seu próximo. Seu pedido sincero talvez estivesse mais relacionado com pessoas. Pode ser que Jabez estivesse pedindo que seu território fosse ampliado de modo pacífico para que mais adoradores do Deus verdadeiro pudessem morar nele.
Segundo, Jabez implorou que a “mão” de Deus estivesse com ele. A mão simbólica de Deus é seu poder em ação, que ele usa para ajudar seus adoradores. (1 Crônicas 29:12) Para que seus desejos se realizassem, Jabez se dirigiu ao Deus cuja mão não é curta para os que mostram fé nele. — Isaías 59:1.
Terceiro, Jabez orou: ‘Preserva-me da calamidade, para que não me fira.’ A expressão “para que não me fira” talvez queira dizer que Jabez orou pedindo, não para escapar da calamidade, mas para não ficar excessivamente triste ou desanimado por causa dos efeitos do mal.
Em sua oração, Jabez mostrou fé no Ouvinte de oração e preocupação com a adoração verdadeira. Como Jeová reagiu? Esse breve relato termina com as palavras: “Por conseguinte, Deus fez acontecer o que [Jabez] tinha pedido.”
O Ouvinte de oração não mudou. Ele gosta muito de ouvir as orações de seus adoradores. Quem deposita fé e confiança nele pode ter esta certeza: “Não importa o que peçamos segundo a sua vontade, ele nos ouve.” — 1 João 5:14.

*** w10 1/10 p. 23 O “Ouvinte de oração” ***
Os Targuns, paráfrases judaicas das Escrituras Sagradas, traduzem assim as palavras de Jabez: “Abençoa-me com filhos, e amplia meu território com discípulos.”

*** w05 1/10 p. 9 Destaques do livro de Primeiro das Crônicas ***
4:9, 10. Jeová respondeu a oração fervorosa de Jabez, na qual pedia um processo pacífico de aumento de território, para que pudesse acomodar mais pessoas tementes a Deus. Nós também precisamos orar com fervor a Deus, pedindo-lhe que seus adoradores se multipliquem, já que participamos zelosamente na obra de fazer discípulos.

(1 CRÔNICAS 4:12)

“Estom, por sua vez, tornou-se pai de Bete-Rafa, e de Paséia, e de Teína, pai de Ir-Naás. Estes foram os homens de Reca.”

*** it-1 p. 352 Bete-Rafa ***
Bete-Rafa
[Casa de Rafa].
O nome aparece em 1 Crônicas 4:12, onde se diz que Estom tornou-se “pai de Bete-Rafa”. O uso de “Bete” (que significa “Casa”) no nome tem induzido muitos comentadores a encarar isso como aplicando-se a uma “casa” familiar ou a um lugar. O Commentary on the Old Testament (Comentário Sobre o Velho Testamento, 1973, Vol. III, 1 Crônicas, p. 88), de Keil e Delitzsch, observa: “Estom gerou a casa (a família) de Rafa, sobre a qual também não se diz mais nada; porque eles nem podem ser relacionados com o Rafa benjamita (viii. 2), nem com os filhos de Rafa (xx. 4, 6, 8).”

(1 CRÔNICAS 4:14)

“Quanto a Meonotai, tornou-se ele pai de Ofra. Quanto a Seraías, tornou-se ele pai de Joabe, pai de Ge-Harasim; pois tornaram-se artífices.”

*** it-2 p. 565 Joabe ***
1. Filho de Seraías, descendente de Quenaz, da tribo de Judá. Joabe era “pai de Ge-Harasim” (que significa “Vale dos Artesãos”), “pois”, diz o relato bíblico, “tornaram-se artífices”. Evidentemente, Joabe era “pai” ou fundador da comunidade de artífices que moravam neste vale. — 1Cr 4:1, 13, 14; veja GE-HARASIM.

(1 CRÔNICAS 4:15)

“E os filhos de Calebe, filho de Jefuné, foram Iru, Elá e Naã; e os filhos de Elá: Quenaz.”

*** it-2 p. 422 Iru ***
Iru
[possivelmente duma raiz que significa “jumento adulto”].
O primeiro filho mencionado de Calebe, o espia; da tribo de Judá. (1Cr 4:15) Alguns eruditos pensam que o nome era realmente Ir e que o “u” era apenas a conjunção hebraica e.

(1 CRÔNICAS 4:18)

“Quanto à sua esposa judaica, ela deu à luz Jerede, pai de Gedor, e Héber, pai de Soco, e Jecutiel, pai de Zanoa. E estes foram os filhos de Bitia, filha de Faraó, que Merede tomou.”

*** it-2 p. 478 Jecutiel ***
Jecutiel
Descendente de Judá e “pai de Zanoa”. (1Cr 4:1, 18) Zanoa, nas outras ocorrências, é nome duma cidade, em vez de duma pessoa (Jos 15:56, 57), de modo que Jecutiel, como seu “pai”, provavelmente era o pai dos que se estabeleceram ali, ou foi ele mesmo seu fundador e ocupante principal.

(1 CRÔNICAS 4:21)

“Os filhos de Selá, filho de Judá, foram Er, pai de Leca, e Laadá, pai de Maressa, e as famílias da casa dos trabalhadores em tecido fino da casa de Asbéia;”

*** it-1 p. 243 Asbéia ***
Asbéia
[Faça Eu Alguém Jurar (Prestar Juramento)].
A casa de Asbéia descendia de Selá, filho de Judá, e era famosa pela produção de tecidos finos. (1Cr 4:21) Os Targuns acrescentam que o linho que fazia destinava-se a reis e sacerdotes.

*** it-1 p. 455 Casa ***
(15) uma associação de trabalhadores empenhados na mesma profissão (1Cr 4:21)

(1 CRÔNICAS 4:22)

“e Joquim, e os homens de Cozeba, e Joás, e Sarafe, que se tornaram donos de esposas moabitas, e Jasubi-Leém. E as declarações são de tradição antiga.”

*** it-1 p. 580 Cozeba ***
Cozeba
[provavelmente: Mentiroso].
Lugar em Judá onde descendentes de Selá, filho de Judá, residiam. (1Cr 4:21, 22) A maioria dos peritos acha que Cozeba é Aczibe (“Quezibe” em algumas versões), mencionada em Gênesis 38:5 e em Josué 15:44, e nesta base é tentativamente identificado com Tell el-Beida (Horvat Lavnin), a 5 km ao OSO de Adulão.

*** it-2 p. 475 Jasubi-Leém ***
Jasubi-Leém
Nome que ocorre nas genealogias de Judá, possivelmente um descendente de Selá. Todavia, alguns tradutores acham que isto significa “retornaram a Leem”, isto é, “a Belém”. — 1Cr 4:21, 22; BJ, BV, PIB, So.

(1 CRÔNICAS 4:23)

“Eles foram os oleiros e os habitantes de Netaim e de Gedera. Moravam ali com o rei na sua obra.”

*** it-1 p. 580 Cozeba ***
Os homens de Cozeba parecem ter sido incluídos na expressão “eles foram os oleiros”. — 1Cr 4:23;

(1 CRÔNICAS 4:29)

“e em Bila, e em Ezem, e em Tolade,”

*** it-1 p. 290 Baalá ***
3. Cidade na região do Negebe de Judá (Jos 15:29), evidentemente mencionada como Balá em Josué 19:3, e como Bila em 1 Crônicas 4:29. Ela foi subseqüentemente aquinhoada à tribo de Simeão, como cidade encravada. Sua localização específica é desconhecida, mas, pelo que parece, encontrava-se ao SE de Berseba.

(1 CRÔNICAS 4:33)

“E todos os seus povoados ao redor destas cidades iam até Baal. Estas foram as suas moradas e seus registros genealógicos para eles.”

*** it-1 p. 290 Baalate-Beer ***
Baalate-Beer
[Senhora do Poço].
Uma cidade de Simeão, encravada nos limites territoriais de Judá. (Jos 19:1, 8) Também chamada “Ramá do sul” (ou Negebe), é pelo visto simplesmente chamada de Baal em 1 Crônicas 4:33, e talvez seja a “Ramote do sul” de 1 Samuel 30:27. As referências a ela a colocam ao S de Berseba, bem dentro do Negebe.

(1 CRÔNICAS 4:39)

“E passaram a ir até à entrada de Gedor, até ao leste do vale, a fim de procurar pasto para os seus rebanhos.”

*** it-2 p. 207 Gerar ***
Alguns peritos sugerem alterar 1 Crônicas 4:39, 40, para rezar “Gerar” (assim como faz a LXX), em vez de “Gedor”. Esta passagem relaciona Gedor com uma região originalmente habitada por camitas, e que tinha boas pastagens, e esta descrição se enquadraria nas referências bíblicas à região ao redor de Gerar.

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