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2 Reis 19-20-21-22 , Destaques da Bíblia: semana de 21 de setembro

Destaques da leitura da Bíblia: 2 Reis 19-22 . Informações para o estudo pessoal

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Pesquisa para Destaques da Bíblia desta semana: 2 Reis 19-22


(2 REIS 19:1)

“E aconteceu que, assim que o Rei Ezequias [as] ouviu, rasgou imediatamente as suas vestes e cobriu-se de serapilheira, e entrou na casa de Jeová.”

*** it-1 p. 367 Blasfêmia ***
A tradição talmúdica também prescrevia que, quando os juízes religiosos ouvissem testemunho sobre palavras blasfemas supostamente usadas pelo acusado, eles deviam rasgar suas vestes, seguindo o exemplo de 2 Reis 18:37; 19:1-4. — The Jewish Encyclopedia (A Enciclopédia Judaica), 1976, Vol. III, p. 237; veja Mt 26:65.

(2 REIS 19:7)

“Eis que ponho nele um espírito, e ele terá de ouvir uma notícia e voltar à sua própria terra; e eu hei de fazê-lo cair pela espada na sua própria terra.”’””

*** si p. 73 par. 27 Livro bíblico número 12 — 2 Reis ***
Senaqueribe volta derrotado e passa a morar em Nínive. Ali, seu deus Nisroque lhe falha mais uma vez, pois é enquanto está prostrado em adoração que seus próprios filhos o matam, em cumprimento da profecia de Isaías. — 19:7, 37.

(2 REIS 19:9)

“Ele ouviu dizer a respeito de Tiraca, rei da Etiópia: “Eis que ele saiu para lutar contra ti.” Por isso enviou novamente mensageiros a Ezequias, dizendo:”

*** it-1 p. 829 Esar-Hadom ***
Conquista do Egito. O notável feito militar de Esar-Hadom foi a conquista do Egito, vencendo o exército egípcio sob o governante etíope Tiraca (mencionado como “rei da Etiópia”, em 2Rs 19:9) e tomando a cidade de Mênfis. Esar-Hadom acrescentou assim aos seus muitos títulos o de “Rei dos reis do Egito”.

(2 REIS 19:12)

“Livraram-nas os deuses das nações que meus antepassados arruinaram, sim, Gozã e Harã, e Rezefe, e os filhos de Éden, que estavam em Tel-Assar?”

*** it-2 p. 250 Gozã ***
Gozã
Nome aparentemente aplicado tanto a um lugar como a um rio. Em 2 Reis 19:12 e em Isaías 37:12, Gozã parece abranger uma área maior do que a duma cidade, porque seus habitantes estão alistados entre as “nações” conquistadas pelos assírios. Muitos peritos, evidentemente baseando suas conclusões na similaridade de palavras, acreditam que Gozã talvez corresponda a Gauzanítis, distrito da Mesopotâmia mencionado por Ptolomeu e considerado como a “Guzana” mencionada nos registros assírios. A antiga Guzana costuma ser relacionada com a moderna Tell Halaf, no curso superior do rio Cabur, a uns 590 km ao ENE do mar da Galiléia.

*** it-2 p. 285 Harã ***
O nome Harã parece também ter abrangido a região circundante, porque Harã é alistada entre as “nações” conquistadas pelos reis da Assíria. — 2Rs 19:11, 12.

(2 REIS 19:13)

“Onde está ele — o rei de Hamate, e o rei de Arpade, e o rei das cidades de Sefarvaim, Hena e Iva?’””

*** it-1 p. 194 Arpade ***
Arpade
Cidade real do N da Síria, sempre associada na Bíblia com a cidade de Hamate. Arpade tem sido identificada com Tell Erfad (Tell Rifʽat), a cerca de 30 km ao NNO de Alepo. Situada na estrada que leva ao S, a Hamate e a Damasco, sofreu freqüentes ataques dos assírios e foi finalmente conquistada por Tiglate-Pileser III, e mais tarde por Sargão II. Neste respeito, o filho de Sargão, Senaqueribe, ao ameaçar Jerusalém em 732 AEC, mandou seu porta-voz Rabsaqué referir-se à sorte de Arpade, como evidência da incapacidade dos deuses das nações de resistir ao grande poderio da Assíria. (2Rs 18:34; 19:12, 13; Is 36:19; 37:12, 13) O profeta Isaías anteriormente predissera tal jactância. (Is 10:9)

(2 REIS 19:25)

“Não ouviste? Desde os tempos remotos é o que vou fazer. Desde os dias de outrora o formei. Agora o vou introduzir. E tu servirás para fazer desoladas cidades fortificadas, como montões de ruínas.”

*** w99 15/8 p. 14 par. 3 Viva pela fé nas promessas de Deus ***
Jeová, com ações progressivas, se torna o Cumpridor de todas as suas promessas. Por conseguinte, fala-se de Jeová como que ‘formando’, ou amoldando, seu propósito referente a eventos ou ações no futuro. (2 Reis 19:25; Isaías 46:11) Este termo vem da palavra hebraica ya•tsarʹ, relacionada com a palavra que significa “oleiro”. (Jeremias 18:4) Assim como um hábil oleiro pode amoldar um pedaço de argila para se tornar um vaso bonito, assim Jeová pode amoldar ou manobrar as coisas segundo a sua vontade. — Efésios 1:11.

(2 REIS 19:26)

“E seus habitantes terão mãos fracas; Estarão simplesmente aterrorizados e envergonhados. Terão de tornar-se como a vegetação do campo e a tenra relva verde, Grama dos telhados, quando há o crestamento diante do vento oriental.”

*** it-2 p. 251 Grama ***
Os israelitas estavam bem familiarizados com o ressecamento da grama sob o calor intenso do sol durante a época de estio. De modo que a transitoriedade da vida do homem é apropriadamente comparada com a da grama e é contrastada com a eternidade de Jeová e daquela da Sua “palavra” ou “declaração”. (Sal 90:4-6; 103:15-17; Is 40:6-8; 51:12; 1Pe 1:24, 25) Também os malfeitores são comparados à relva que murcha rapidamente. (Sal 37:1, 2) Os que odeiam Sião, bem como os prestes a serem subjugados por conquistas militares, são comparados à grama de raízes curtas, que cresce em telhados de terra, grama que murcha mesmo já antes de ser arrancada, ou que resseca no rastro do vento oriental. — Sal 129:5, 6; 2Rs 19:25, 26; Is 37:26, 27.

(2 REIS 19:28)

“Porque a tua agitação contra mim e a tua vociferação subiram aos meus ouvidos. E hei de pôr meu gancho no teu nariz e meu freio entre os teus lábios, E deveras te conduzirei de volta pelo caminho por onde vieste.””

*** it-2 p. 160 Freio ***
Jeová disse ao Rei Senaqueribe da Assíria: “Hei de pôr meu gancho no teu nariz e meu freio entre os teus lábios, e deveras te conduzirei de volta pelo caminho por onde vieste.” (2Rs 19:28; Is 37:29) Senaqueribe, não voluntariamente, mas pela mão de Jeová, foi obrigado a abandonar o sítio de Jerusalém e retornar a Nínive, onde mais tarde foi assassinado por seus próprios filhos.

*** it-2 p. 180 Gancho, colchete ***
Cativos humanos às vezes eram conduzidos por meio de ganchos nos lábios, no nariz ou na língua. Uma representação pictórica assíria mostra o rei segurando três cativos por cordas presas a ganchos nos lábios deles, ao passo que ele cega um deles com uma lança. Portanto, o Rei Senaqueribe, da Assíria, podia entender quando Jeová lhe falou de modo figurativo por intermédio do profeta Isaías: “Hei de pôr meu gancho no teu nariz e meu freio entre os teus lábios, e deveras te conduzirei de volta pelo caminho por onde vieste.” — 2Rs 19:20, 21, 28; Is 37:29.

(2 REIS 19:34)

“E eu certamente defenderei esta cidade para a salvar por minha própria causa e por causa de Davi, meu servo.”’””

*** si p. 145 par. 14 Livro bíblico número 28 — Oséias ***
Contudo, Oséias havia predito que Jeová mostraria misericórdia para com Judá e o salvaria, mas não mediante poder militar. Isto se cumpriu quando o anjo de Jeová matou 185.000 dos assírios que ameaçavam Jerusalém. (Osé. 1:7; 2 Reis 19:34, 35)

(2 REIS 19:35)

“E sucedeu, naquela noite, que o anjo de Jeová passou a sair e a golpear cento e oitenta e cinco mil no acampamento dos assírios. Quando pessoas se levantaram de manhã cedo, ora, eis que todos eles eram cadáveres.”

*** w93 1/6 p. 6 Um império perdido que embaraçou os críticos da Bíblia ***
E por que não podia Senaqueribe gabar-se de ter conquistado a capital de Judá, Jerusalém, do modo como se gabou da sua conquista de Laquis, fortaleza de Judá? Três escritores bíblicos fornecem a resposta. Um deles, testemunha ocular, escreveu: “O anjo de Jeová passou a sair e a golpear cento e oitenta e cinco mil no acampamento dos assírios. Quando pessoas se levantaram de manhã cedo, ora, eis que todos eles eram cadáveres, mortos. Portanto, Senaqueribe, rei da Assíria, partiu e foi, e retornou e passou a morar em Nínive.” — Isaías 37:36, 37; 2 Reis 19:35; 2 Crônicas 32:21.
No seu livro Treasures From Bible Times, Millard conclui: “Não há nenhum bom motivo para se duvidar deste relato . . . É compreensível que Senaqueribe não registrasse tal desastre, a ser lido por seus sucessores, porque isso o desacreditaria.” Em vez disso, Senaqueribe tentou dar a impressão de que sua invasão de Judá fora bem-sucedida e que Ezequias continuava em sujeição, enviando o tributo a Nínive.

(2 REIS 19:36)

“Partiu, pois, Senaqueribe, rei da Assíria, e foi e retornou, e passou a morar em Nínive.”

*** it-1 p. 207 Arquitetura ***
O palácio de Senaqueribe em Nínive era uma estrutura imensa de cerca de 70 aposentos, com mais de 3.000 m de área mural revestida de lajes esculpidas. (2Rs 19:36; compare isso com Jon 3:2, 3.) Credita-se também a Senaqueribe a construção do aqueduto de 48 km de extensão que levava água do rio Gômer aos jardins de Nínive.

(2 REIS 19:37)

“E sucedeu que, curvando-se ele na casa de Nisroque, seu deus, os próprios Adrameleque e Sarezer, seus filhos, golpearam-no com a espada, e eles mesmos escaparam para a terra de Ararate. E Esar-Hadom, seu filho, começou a reinar em seu lugar.”

*** si p. 73 par. 27 Livro bíblico número 12 — 2 Reis ***
Senaqueribe volta derrotado e passa a morar em Nínive. Ali, seu deus Nisroque lhe falha mais uma vez, pois é enquanto está prostrado em adoração que seus próprios filhos o matam, em cumprimento da profecia de Isaías. — 19:7, 37.

*** it-1 p. 56 Adrameleque ***
1. Filho do Rei Senaqueribe, da Assíria. Adrameleque e seu irmão Sarezer mataram seu pai enquanto ele se curvava na casa de seu deus Nisroque, em Nínive. Eles fugiram então para a terra de Ararate, aparentemente o lugar da antiga Armênia, na região montanhosa ao O do que agora é conhecido como o mar Cáspio. (2Rs 19:35-37; Is 37:36-38) Uma inscrição de Esar-Hadom, outro filho de Senaqueribe, conta que, como sucessor de seu pai, combateu e derrotou os exércitos dos assassinos de seu pai em Hanigalbat, naquela região.

*** it-1 p. 177 Ararate ***
No reinado do Rei Ezequias, foi para a “terra de Ararate” que os filhos de Senaqueribe, Adrameleque e Sarezer, fugiram, depois de assassinarem seu pai. (2Rs 19:37; Is 37:38) Jeremias predisse que Ararate estaria entre os “reinos” que viriam contra Babilônia no tempo da destruição dela, no sexto século AEC. (Je 51:27) Estas últimas referências bíblicas indicam uma terra ao N da Assíria. Eusébio e Jerônimo, e a maioria dos outros primitivos escritores “cristãos”, consideravam Ararate como equivalente da Armênia, e as traduções da Septuaginta grega de Isaías 37:38 e da Vulgata latina de 2 Reis 19:37 assim a representam. Numerosas inscrições assírias, dos reinados de Salmaneser I, Assurnasirpal II, Salmaneser III, Tiglate-Pileser III e Sargão II, no nono e oitavo séculos AEC, fazem referência a Ararate como “Urartu”. Uma inscrição de Esar-Hadom, outro filho de Senaqueribe e sucessor no trono assírio, diz que derrotou os exércitos de seus irmãos parricidas em Hanigalbat, na região da Armênia. À base de tais inscrições, e da associação feita por Jeremias de Ararate com os reinos de Mini e Asquenaz, parece que a terra de Ararate se encontrava na região montanhosa do lago Van, na antiga Armênia, com as cabeceiras do rio Tigre ao S e os montes Cáucaso ao N.

*** it-1 pp. 196-197 Arqueologia ***
Nínive, capital da Assíria, foi o sítio de escavações onde desenterraram o imenso palácio de Senaqueribe, contendo cerca de 70 aposentos, com lajes esculpidas que revestiam 3.000 m das paredes. Uma delas retrata os prisioneiros judeus sendo levados ao cativeiro após a queda de Laquis, em 732 AEC. (2Rs 18:13-17; 2Cr 32:9; FOTO, Vol. 2, p. 232) De interesse ainda maior são os anais de Senaqueribe encontrados aqui em Nínive, registrados em prismas (cilindros de argila). Em certos prismas, Senaqueribe descreve a campanha assíria contra a Palestina no reinado de Ezequias (732 AEC), porém, notavelmente, o jactancioso monarca não faz nenhuma afirmação de ter tomado a cidade, confirmando assim o relato da Bíblia. (Veja SENAQUERIBE.) O relato do assassinato de Senaqueribe, às mãos de seus filhos, é também registrado numa inscrição de Esar-Hadom, sucessor de Senaqueribe, e o assassinato é mencionado numa inscrição do rei seguinte. (2Rs 19:37)

*** it-1 p. 204 Arqueologia ***
Como ilustração, o registro bíblico declara que o Rei Senaqueribe, da Assíria, foi morto por seus dois filhos, Adrameleque e Sarezer, e foi sucedido no trono por outro filho, Esar-Hadom. (2Rs 19:36, 37) Todavia, uma crônica babilônica declarava que, no 20.° dia de tebete, Senaqueribe foi morto por seu filho numa revolta. Tanto Beroso, sacerdote babilônio do terceiro século AEC, como Nabonido, rei babilônio do sexto século AEC, em seus escritos, forneceram o mesmo relato, no sentido de que Senaqueribe foi assassinado por apenas um de seus filhos. No entanto, num mais recentemente descoberto fragmento do Prisma de Esar-Hadom, o filho que sucedeu Senaqueribe, Esar-Hadom declara especificamente que seus irmãos (plural) se revoltaram e mataram seu pai, e então fugiram. Comentando isto, Philip Biberfeld, em Universal Jewish History (História Universal Judaica; 1948, Vol. I, p. 27), diz: “A Crônica Babilônica, Nabonido e Beroso estavam equivocados; apenas o relato da Bíblia mostrou ser correto. Foi confirmado em todos os mínimos pormenores pela inscrição de Esar-Hadom e mostrou ser mais exato no tocante a este evento da história assírio-babilônica do que as próprias fontes babilônicas. Trata-se dum fato de suma importância para a avaliação até mesmo de fontes contemporâneas que não concordam com a tradição bíblica.”

(2 REIS 20:7)

“E Isaías prosseguiu, dizendo: “Tomai uma torta de figos secos, prensados.” Tomaram-na, pois, e puseram-na sobre o furúnculo, revivendo ele depois aos poucos.”

*** w03 15/5 p. 25 Cada um se sentará debaixo da sua figueira ***
H. B. Tristram, naturalista que visitou as terras bíblicas em meados do século 19, notou que o povo local ainda usava cataplasma de figos para tratar furúnculos.

*** w03 15/5 p. 25 Cada um se sentará debaixo da sua figueira ***
Figos prensados tinham também valor medicinal. Uma cataplasma de figos secos, prensados, foi aplicada no furúnculo que ameaçava a vida do Rei Ezequias, embora sua subseqüente recuperação tenha se devido principalmente à intervenção divina. — 2 Reis 20:4-7.

(2 REIS 20:11)

“Então Isaías, o profeta, começou a clamar a Jeová; e ele fez que a sombra que havia descido retrocedesse gradualmente nos degraus, isto é, nos degraus [da escada] de Acaz, dez degraus para trás.”

*** it-1 p. 709 Dia ***
Quanto à “sombra dos degraus”, mencionada em Isaías 38:8 e 2 Reis 20:8-11, isto talvez se refira ao método de calcular o tempo por meio dum relógio de sol, no qual o sol projetava sombras numa série de degraus. — Veja SOL (A Sombra Que Retrocedeu Dez Degraus).

(2 REIS 20:12)

“Naquele tempo, Berodaque-Baladã, filho de Baladã, rei de Babilônia, enviou cartas e um presente a Ezequias; pois ouvira que Ezequias tinha estado doente.”

*** it-2 pp. 813-814 Merodaque-Baladã ***
Merodaque-Baladã
[do babilônico, significando “Marduque Deu um Filho”].
“Filho de Baladã” e rei de Babilônia, que enviou cartas e um presente ao Rei Ezequias, de Judá, depois que este rei se restabeleceu duma doença. (Is 39:1) Ele é chamado “Berodaque-Baladã” em 2 Reis 20:12, mas esta diferença geralmente é atribuída a um erro de escriba, ou, então, que representa uma tentativa de transliterar uma consoante acadiana com um som entre o de “m” e o de “b”.
O nome de Merodaque-Baladã ocorre em inscrições cuneiformes assírias e babilônicas como “Marduk-apla-iddina”. Aparece ali como governante dum distrito caldeu conhecido como Bit-Yakin, situado nos brejos acima da cabeceira do golfo Pérsico e ao S de Babilônia. Ele afirma ser descendente régio, dando o nome do Rei Eriba-Marduk, de Babilônia (considerado como da parte inicial do oitavo século AEC), como seu antepassado. — Iraq (Iraque), Londres 1953, Vol. XV, p. 124.
Tiglate-Pileser III, que governava ainda no início do reinado do Rei Acaz, de Judá (761-746 AEC), refere-se a Merodaque-Baladã como governante duma tribo caldaica que lhe prestou homenagem quando os assírios fizeram uma incursão em Babilônia.
Manda Uma Delegação a Ezequias. Declara-se que Merodaque-Baladã entrou em Babilônia e se proclamou rei por ocasião da ascensão de Sargão II ao trono assírio. Merodaque-Baladã tinha o apoio dos elamitas nesta ação, e, embora Sargão logo tentasse desalojá-lo de Babilônia, o caldeu conseguiu manter a sua posição ali por um período de cerca de 12 anos, segundo a Lista de Reis Babilônios. Talvez fosse durante este tempo que ele enviou seus embaixadores ao Rei Ezequias, quer no 14.° ano do rei de Judá (732 AEC), quer pouco depois. Alguns, inclusive o historiador judeu Josefo, sugerem que o interesse de Merodaque-Baladã na saúde de Ezequias envolvia mais do que mera formalidade, e que o verdadeiro motivo era a tentativa de obter o apoio do reino de Judá, junto com o de Elão, numa coalizão contra a Assíria. De qualquer modo, a ação de Ezequias, de mostrar aos mensageiros do caldeu sua tesouraria real e seu arsenal (2Rs 20:13) foi totalmente condenada pelo profeta Isaías, como pressagiando a futura conquista de Judá por Babilônia. — Is 39:2-7.

(2 REIS 20:13)

“E Ezequias passou a escutá-los e a mostrar-lhes toda a sua casa do tesouro, a prata e o ouro, e o óleo de bálsamo, e o óleo bom, e seu arsenal, e tudo o que se achava nos seus tesouros. Não se mostrou haver nada que Ezequias não lhes mostrasse na sua própria casa e em todo o seu domínio.”

*** it-2 p. 91 Ezequias ***
Erro e Arrependimento de Ezequias. O registro bíblico declara que “Ezequias nada retribuiu de acordo com o benefício que se lhe concedeu, porque o seu coração se ensoberbeceu e veio a haver indignação contra ele e contra Judá e Jerusalém”. (2Cr 32:25) A Bíblia não diz se a sua soberba estava, ou não, relacionada com o seu ato imprudente de mostrar todo o tesouro da sua casa e todo o seu domínio aos mensageiros do rei babilônio Berodaque-Baladã (Merodaque-Baladã), enviados a Ezequias depois de ele se ter restabelecido da sua doença. Ezequias talvez mostrasse toda esta riqueza para impressionar o rei de Babilônia como possível aliado contra o rei da Assíria. Naturalmente, isto podia estimular a cobiça dos babilônios. O profeta Isaías era contra qualquer aliança com a secular inimiga de Deus, Babilônia, ou de alguma forma de dependência dela. Quando Isaías soube como Ezequias havia tratado os mensageiros babilônios, ele proferiu a profecia inspirada por Jeová, de que os babilônios, com o tempo, levariam tudo para Babilônia, inclusive alguns dos descendentes de Ezequias. No entanto, Ezequias humilhou-se e Deus permitiu bondosamente que a calamidade não ocorresse nos seus dias. — 2Rs 20:12-19; 2Cr 32:26, 31; Is 39:1-8.

(2 REIS 20:20)

“Quanto ao resto dos assuntos de Ezequias e toda a sua potência, e como fez o reservatório de água e o aqueduto, e então trouxe água à cidade, não estão escritos no livro dos assuntos dos dias dos reis de Judá?”

*** w09 1/5 p. 27 Você Sabia? ***
O Rei Ezequias construiu mesmo um túnel até Jerusalém?
Ezequias era o rei de Judá no fim do oitavo século AEC, uma época de conflito com a poderosa Assíria. A Bíblia nos conta que ele fez muito para proteger Jerusalém e garantir seu suprimento de água. Uma das obras que ele construiu foi um túnel, ou aqueduto, de 533 metros, para levar água da fonte à cidade. — 2 Reis 20:20; 2 Crônicas 32:1-7, 30.
No século 19, foi descoberto um túnel que parecia ser o mencionado na Bíblia. Ficou conhecido como o túnel de Ezequias, ou túnel de Siloé. Dentro dele foi encontrada uma inscrição que descrevia a fase final de sua escavação. O formato das letras levou a maioria dos eruditos a identificar essa inscrição com a época de Ezequias. No entanto, uma década atrás, alguns disseram que o túnel talvez tivesse sido construído 500 anos mais tarde. Em 2003, uma equipe de cientistas israelenses publicou os resultados de sua pesquisa, cujo objetivo era estabelecer uma data confiável para o túnel. A que conclusão eles chegaram?
O Dr. Amos Frumkin, da Universidade Hebraica de Jerusalém, diz: “Os testes com carbono 14 que fizemos no material orgânico no reboco do túnel de Siloé e o cálculo de datação das estalactites do túnel pelo método urânio-tório não deixam dúvida de que ele é da época de Ezequias.” Um artigo na revista científica Nature acrescenta: “As três linhas independentes de evidência — a datação por radiometria, a paleografia e o registro histórico — apontam para cerca de 700 a.C., fazendo do túnel de Siloé a estrutura bíblica da Idade do Ferro com a data mais precisa até agora.”

*** w97 15/6 pp. 9-10 Jerusalém nos tempos bíblicos: o que revela a arqueologia? ***
Suscitaram-se outras perguntas sobre o famoso túnel de Siloé, provavelmente escavado pelos engenheiros do Rei Ezequias, no oitavo século AEC, e mencionado em 2 Reis 20:20 e 2 Crônicas 32:30. Como é que as duas turmas de escavadores, escavando nas duas extremidades, conseguiram encontrar-se? Por que escolheram um rumo serpenteante, tornando o túnel bem mais comprido do que um túnel reto? Como conseguiram suficiente ar para respirar, em especial porque talvez usassem lâmpadas a óleo?
O periódico Biblical Archaeology Review forneceu possíveis respostas a essas perguntas. Dan Gill, consultor em geologia na escavação, é citado como dizendo: “Por baixo da Cidade de Davi há um bem desenvolvido sistema cárstico natural. Karst é um termo geológico que descreve uma região irregular de dolinas, cavernas e canais causados pela água freática, ao passo que penetra e flui através de formações rochosas, subterrâneas. . . . O exame geológico que fizemos dos sistemas subterrâneos de água, por baixo da Cidade de Davi, indica que foram essencialmente formados pelo hábil alargamento artificial de canais e galerias de escoamento naturais (cársticos), que foram integrados em sistemas funcionais de abastecimento de água.”
Isto talvez ajude a explicar como o túnel de Siloé foi escavado. Pode ter acompanhado o rumo tortuoso de um canal natural sob o morro. As turmas trabalhando em ambas as extremidades talvez escavassem um túnel provisório por alterar as cavernas existentes. Depois se escavou um canal em declive para a água fluir desde a fonte de Giom até o reservatório de Siloé, que se encontrava provavelmente dentro das muralhas da cidade. Foi uma verdadeira façanha de engenharia, visto que a diferença de altitude entre as duas extremidades é de apenas 32 centímetros, apesar da extensão de 533 metros.

*** w96 15/8 pp. 5-6 Lições práticas da Terra Prometida ***
Jerusalém recebia do reservatório de Siloé um suprimento de água. No entanto, no oitavo século AEC, prevendo um sítio pelos assírios, o Rei Ezequias construiu uma muralha externa para proteger o reservatório de Siloé, que assim ficou dentro das muralhas da cidade. Ele também tapou as fontes fora da cidade, para que os sitiadores assírios ficassem numa situação desesperadora, à procura de água. (2 Crônicas 32:2-5; Isaías 22:11) E não foi só isso. Ezequias arranjou um jeito de desviar um suprimento extra de água para dentro de Jerusalém!
O que Ezequias fez é considerado um dos grandes feitos de engenharia da antiguidade: a escavação de um túnel, partindo da fonte de Giom até o reservatório de Siloé. Era, em média, de 1,8 metro de altura e tinha 533 metros de extensão. Imagine só! Um túnel de mais de meio quilômetro de extensão, escavado na rocha! Hoje, uns 2.700 anos depois, quem visita Jerusalém pode caminhar por essa obra-prima de engenharia, comumente conhecida como túnel de Ezequias. — 2 Reis 20:20; 2 Crônicas 32:30.
Os esforços feitos por Ezequias para proteger e aumentar o suprimento de água de Jerusalém podem ensinar-nos uma lição. Jeová é “a fonte de água viva”. (Jeremias 2:13) Seus pensamentos, contidos na Bíblia, são capazes de sustentar a vida. É por isso que o estudo pessoal da Bíblia é essencial. Mas as oportunidades de estudar, e o conhecimento que se assimila no estudo, não caem do céu. Talvez seja preciso ‘escavar túneis’, como que através de sua atarefada rotina diária, para poder arranjar tempo. (Provérbios 2:1-5; Efésios 5:15, 16) Tendo iniciado, apegue-se à sua programação, dando prioridade máxima ao estudo pessoal. Cuide para que ninguém nem nada o prive desse precioso suprimento de água. — Filipenses 1:9, 10.

*** g96 8/6 p. 29 Observando o Mundo ***
Hipótese para o mistério do túnel
Os arqueólogos há muito se perguntam por que o túnel de Ezequias, escavado durante o oitavo século AEC, para evitar que Jerusalém ficasse sem água durante o sítio do exército assírio, seguiu um percurso tão sem rumo e tortuoso. Uma rota reta, mais eficiente, teria exigido apenas 320 metros de escavação, em vez dos 533 metros que o túnel exigiu. Uma inscrição em hebraico antigo foi encontrada na parede do túnel em 1880. Ela explica como dois grupos de trabalhadores começaram a cavar nas extremidades opostas do túnel aberto na rocha e se encontraram no meio. Isso levantou outra pergunta: como eles conseguiram fazer isso, considerando-se a rota tortuosa do túnel? Os geólogos acreditam agora que acharam a resposta. Segundo Dan Gill, do Instituto de Pesquisas Geológicas de Israel, os trabalhadores seguiram e alargaram canais naturais formados pela água que atravessava a rocha nos pontos onde havia rachaduras causadas pela tensão sísmica ou onde diferentes camadas se juntavam. Com o passar do tempo, esses canais talvez tenham se alargado bastante em certos pontos, o que talvez explique o motivo de a altura do túnel variar de 1,7 metro a até 5 metros, e também como os trabalhadores, usando lâmpadas a óleo, tinham ar suficiente. Os trabalhadores também eram hábeis, pois o êxito da escavação dependia de fazerem um declive suave de meros 31,5 centímetros no curso inteiro.

*** it-1 p. 200 Arqueologia ***
Um túnel, conhecido como o Túnel de Siloé, tinha em média 1,80 m de altura e fora aberto em rocha maciça numa distância de uns 533 m desde Giom até o reservatório de Siloé, no vale de Tiropeom (dentro da cidade). Parece assim ser o projeto do Rei Ezequias, descrito em 2 Reis 20:20, e 2 Crônicas 32:30.

*** it-2 p. 90 Ezequias ***
Uma das mais notáveis façanhas de engenharia dos tempos antigos foi o aqueduto de Ezequias. Ia desde a fonte de Giom, ao L da parte setentrional da Cidade de Davi, num trajeto bastante irregular, por uns 533 m, até o reservatório de água de Siloé, no vale do Tiropeom, abaixo da Cidade de Davi, mas dentro duma nova muralha acrescentada à parte meridional da cidade. (2Rs 20:20; 2Cr 32:30) Os arqueólogos encontraram uma inscrição em antigos caracteres hebraicos na parede do túnel estreito que tinha a altura média de 1,8 m. A inscrição reza, em parte: “E esta foi a maneira em que foi perfurado: — Enquanto [. . .] ainda (havia) [. . .] machado(s), cada homem em direção ao seu companheiro, e quando ainda faltavam três côvados para serem perfurados, [ouviu-se] a voz dum homem chamando seu companheiro, pois havia uma sobreposição na rocha à direita [e à esquerda]. E quando o túnel foi aberto, os cavouqueiros cortaram (a rocha), cada homem em direção ao seu companheiro, machado contra machado; e a água fluiu da fonte em direção ao reservatório por 1.200 côvados, e a altura da rocha acima da(s) cabeça(s) dos cavouqueiros era de 100 côvados.” (Ancient Near Eastern Texts [Textos Antigos do Oriente Próximo], editado por J. B. Pritchard, 1974, p. 321) De modo que o túnel foi cortado na rocha de ambas as extermidades, encontrando-se no meio — uma verdadeira façanha de engenharia.

*** it-2 pp. 524-525 Jerusalém ***
Ele tapou as fontes de água fora da cidade, a fim de ocultá-las e tornar as coisas mais difíceis para o inimigo, reforçando a muralha e fortificando-a. (2Cr 32:2-5, 27-30) Parece que o “aqueduto” para trazer água da fonte de Giom para dentro da cidade já tinha sido construído nessa época, sendo possivelmente um projeto de tempo de paz. (2Rs 20:20; 2Cr 32:30) Se, como se crê, era o aqueduto que inclui o túnel que passava pela vertente do vale do Cédron, terminando no reservatório de Siloé, no vale de Tiropeom, então não se tratava dum projeto pequeno, a ser concluído em poucos dias. (Veja ARQUEOLOGIA [Palestina e Síria]; GIOM N.° 2.)

(2 REIS 21:13)

“E certamente estenderei sobre Jerusalém o cordel de medir aplicado a Samaria e também o nível aplicado à casa de Acabe; e vou esfregar Jerusalém até ficar limpa, assim como se esfrega um tacho sem asas, esfregando-o e emborcando-o.”

*** re cap. 25 p. 162 par. 5 Revivificadas as duas testemunhas ***
Nas profecias das Escrituras Hebraicas, tal medição fornecia uma garantia de que se faria justiça à base das perfeitas normas de Jeová. Nos dias do iníquo Rei Manassés, a medição profética de Jerusalém atestava uma sentença inalterável de destruição daquela cidade. (2 Reis 21:13; Lamentações 2:8)

(2 REIS 21:16)

“E também sangue inocente derramou Manassés em quantidade muito grande, até encher Jerusalém de ponta a ponta, além do pecado com que fez Judá pecar, fazendo o que era mau aos olhos de Jeová.”

*** si p. 74 par. 34 Livro bíblico número 12 — 2 Reis ***
Da mesma forma, foi a culpa de sangue de Manassés que finalmente selou o destino funesto de Judá. Manassés, em adição ao pecado da adoração falsa, ‘encheu Jerusalém de sangue de ponta a ponta’. Embora Manassés se arrependesse mais tarde de seu proceder mau, a culpa de sangue permaneceu. (2 Crô. 33:12, 13) Nem mesmo o bom reinado de Josias, e exterminar ele toda a idolatria, puderam retirar a culpa de sangue comunal, remanescente do reinado de Manassés. Anos depois, quando passou a trazer seus executores contra Jerusalém, Jeová declarou que foi por Manassés ter ‘enchido Jerusalém de sangue inocente, e Jeová não consentiu em dar perdão’. (2 Reis 21:16; 24:4)

(2 REIS 22:8)

“Mais tarde disse Hilquias, o sumo sacerdote, a Safã, o secretário: “Achei na casa de Jeová o próprio livro da lei.” De modo que Hilquias deu o livro a Safã e ele começou a lê-lo.”

*** it-2 p. 331 Hilquias ***
No decorrer da restauração do templo, Hilquias encontrou o próprio “livro da lei de Jeová pela mão de Moisés”. O que tornou notável esta descoberta foi que o manuscrito, mui provavelmente, era o livro original escrito por Moisés. Hilquias entregou-o a Safã, o secretário, que levou o manuscrito ao rei. Ao ouvir a leitura do livro feita por Safã, o Rei Josias enviou a Hulda, a profetisa, uma delegação encabeçada pelo sumo sacerdote Hilquias, para indagar de Jeová em nome do rei e do povo. — 2Rs 22:3-14; 2Cr 34:14.

*** it-2 p. 603 Josias ***
Depois de o Rei Josias ter completado a purificação da terra de Judá, e enquanto mandava consertar o templo de Jeová, o sumo sacerdote Hilquias achou “o livro da lei de Jeová pela mão de Moisés”, sem dúvida, o original.

*** it-2 p. 603 Josias ***
2Rs 22:3-20;

(2 REIS 22:11)

“E aconteceu que, assim que o rei ouviu as palavras do livro da lei, rasgou imediatamente as suas vestes.”

*** w00 1/3 p. 30 Buscamos a Jeová com o coração preparado ***
A humildade abranda o coração
A humildade é um fator vital para se ter o coração preparado, porque nos torna dóceis e nos ajuda a aceitar com maior prontidão conselhos e correções amorosos. Considere o belo exemplo do Rei Josias. Durante o seu reinado, foi encontrado um documento com a Lei de Deus dada por meio de Moisés. Quando Josias ouviu as palavras da Lei e se deu conta de quanto seus antepassados se tinham afastado da adoração pura, ele rasgou suas vestes e chorou perante Jeová. Por que tocou a Palavra de Deus tão profundamente o coração do rei? O relato diz que o coração dele “se amoleceu”, de modo que se humilhou ao ouvir as palavras de Jeová. Jeová notou o coração humilde e receptivo de Josias, e abençoou-o concordemente. — 2 Reis 22:11, 18-20.

(2 REIS 22:14)

“Por conseguinte, Hilquias, o sacerdote, e Aicão, e Acbor, e Safã, e Asaías foram ter com Hulda, a profetisa, esposa de Salum, filho de Ticvá, filho de Harás, o guarda-roupa, morando ela em Jerusalém, no segundo bairro; e passaram a falar com ela.”

*** it-2 p. 525 Jerusalém ***
No tempo de Josias, o “segundo bairro” da cidade (a “cidade nova”, BJ) é mencionado pela primeira vez. (2Rs 22:14; 2Cr 34:22) Este “segundo bairro”, conforme geralmente se entende, era a parte da cidade situada ao O ou NO da área do templo. — Sof 1:10.

(2 REIS 22:20)

““É por isso que te ajunto aos teus antepassados e serás certamente recolhido ao teu próprio cemitério em paz, e teus olhos não olharão para toda a calamidade que estou trazendo sobre este lugar.”’” E eles passaram a levar a resposta ao rei.”

*** w00 15/9 p. 30 Josias era humilde e tinha o favor de Jeová ***
Mas pelo fato de Josias ter-se humilhado diante de Jeová, ele não veria a calamidade. Ele seria ajuntado aos seus antepassados e recolhido ao cemitério em paz. — 2 Reis 22:14-20; 2 Crônicas 34:22-28.
Será que a profecia de Hulda estava certa, visto que Josias morreu em batalha? (2 Reis 23:28-30) Sim, pois a “paz” na qual ele foi recolhido ao cemitério estava em contraste com a “calamidade” que sobreviria a Judá. (2 Reis 22:20; 2 Crônicas 34:28) Josias morreu antes da calamidade de 609-607 AEC quando os babilônios sitiaram e destruíram Jerusalém. E o seu ‘ajuntamento aos antepassados’, não necessariamente excluía a possibilidade de ter uma morte violenta. Uma expressão similar é usada com referência tanto à morte violenta quanto à não-violenta. — Deuteronômio 31:16; 1 Reis 2:10; 22:34, 40.

*** w00 15/12 p. 30 Lembra-se? ***
• Será que a profecia de Hulda, sobre Josias morrer “em paz”, registrada em 2 Reis 22:20, estava certa, visto que ele morreu em batalha?
Sim, ele morreu em paz no sentido de ter morrido antes da calamidade de 609-607 AEC, quando os babilônios sitiaram e destruíram Jerusalém. — 15/9, página 30.

*** it-2 pp. 352-353 Hulda ***
Quando Josias ouviu a leitura do “próprio livro da lei”, encontrado por Hilquias, o sumo sacerdote, durante a obra de restauração do templo, ele enviou uma delegação para indagar de Jeová. Esta dirigiu-se a Hulda, a qual, por sua vez, transmitiu a palavra de Jeová, que indicava que todas as calamidades decorrentes da desobediência, registradas no “livro”, recairiam sobre aquela nação apóstata. Hulda acrescentou que Josias, por se ter humilhado perante Jeová, não contemplaria essa calamidade, mas que ele seria ajuntado a seus antepassados e levado ao seu cemitério em paz. — 2Rs 22:8-20; 2Cr 34:14-28.
Alguns consideram errada a profecia de Hulda, visto Josias ter morrido numa batalha desnecessária. (2Rs 23:28-30) No entanto, a “paz” em que Josias seria ajuntado ao seu cemitério obviamente é contrastada com “a calamidade” que sobreviria a Judá. (2Rs 22:20; 2Cr 34:28) Josias morreu antes da vinda desta calamidade em 609-607 AEC, quando os babilônios sitiaram e destruíram Jerusalém. Além disso, que a expressão ‘ser ajuntado aos seus antepassados’ não necessariamente exclui ter uma morte violenta em guerra é indicado pelo uso da expressão comparável ‘deitar-se com os seus antepassados’, que se refere tanto à morte em batalha como à morte não-violenta. — Veja De 31:16; 1Rs 2:10; 22:34, 40.

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