Escola do Ministério Teocrático Semana de 29 de setembro ‒ Destaques de Números 33-36

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Semana de 29 de setembro


Destaques do livro de Números 33-36


*** it-1 pp. 695-696 Deuses e deusas ***
As Dez Pragas. Por meio das pragas com as quais afligiu os egípcios, Jeová humilhou e executou julgamento nos deuses deles. (Êx 12:12; Núm 33:4; FOTOS, Vol. 2, p. 642) A primeira praga, a transformação do Nilo e de todas as águas do Egito em sangue, causou desonra ao deus-Nilo, Hápi. A morte dos peixes no Nilo foi também um golpe contra a religião do Egito, pois certas espécies de peixes eram realmente veneradas e até mesmo mumificadas. (Êx 7:19-21) A rã, tida como símbolo da fertilidade e do conceito egípcio da ressurreição, era considerada sagrada para a deusa-rã, Heqt. Assim, a praga das rãs trouxe desonra a esta deusa. (Êx 8:5-14) A terceira praga resultou em os sacerdotes-magos reconhecerem a derrota, quando se viram incapazes de transformar o pó em borrachudos, por meio de suas artes secretas. (Êx 8:16-19) Atribuía-se ao deus Tot a invenção da magia ou das artes secretas, mas nem mesmo este deus pôde ajudar os sacerdotes-magos a imitar a terceira praga.
A linha de demarcação entre os egípcios e os adoradores do verdadeiro Deus veio a ficar nitidamente traçada da quarta praga em diante. Enquanto enxames de moscões invadiam os lares dos egípcios, os israelitas na terra de Gósen não foram atingidos. (Êx 8:23; 24) A praga seguinte, a pestilência no gado, humilhou deidades tais como a deusa-vaca, Hator, Ápis e a deusa-céu, Nut, imaginada como uma vaca, com as estrelas afixadas na sua barriga. (Êx 9:1-6) A praga dos furúnculos causou desonra aos deuses e às deusas considerados como possuindo habilidades curativas, tais como Tot, Ísis e Ptá. (Êx 9:8-11) A forte saraivada envergonhou os deuses considerados como tendo controle sobre os elementos naturais; por exemplo, Reshpu, o qual, pelo que parece, cria-se que controlava os raios, e Tot, do qual se dizia ter poder sobre a chuva e os trovões. (Êx 9:22-26) A praga dos gafanhotos significava uma derrota dos deuses que, segundo se pensava, garantiam abundante colheita, um destes sendo o deus da fertilidade, Min, o qual era encarado como protetor das colheitas. (Êx 10:12-15) Dentre as deidades desonradas pela praga da escuridão achavam-se os deuses-sol, tais como Rá e Hórus, e também Tot, o deus da lua, tido como o sistematizador do sol, da lua e das estrelas. — Êx 10:21-23.
A morte dos primogênitos resultou na maior humilhação para os deuses e as deusas egípcios. (Êx 12:12) Os governantes do Egito realmente chamavam a si mesmos de deuses, filhos de Rá ou Amom-Rá. Afirmava-se que Rá, ou Amom-Rá, tinha relações sexuais com a rainha. O filho nascido era, portanto, considerado como um deus encarnado e era dedicado a Rá, ou Amom-Rá, no seu templo. Assim, com efeito, a morte do primogênito de Faraó realmente significava a morte de um deus. (Êx 12:29) Isto já por si só teria sido um duro golpe na religião do Egito, e a completa incapacidade de todas as deidades se evidenciou em serem incapazes de salvar da morte os primogênitos dos egípcios. — Veja AMOM, II N.° 4.

*** it-3 pp. 694-695 Termo ***
Termos Tribais de Israel. (MAPA, Vol 1, p. 648) Na época em que Israel conquistou a Terra da Promessa, concedera-se às tribos de Rubem, de Gade e à meia tribo de Manassés o direito de receberem sua herança de terras “deste lado do Jordão em direção do nascente”. (Núm 32:1-5, 19, 33-42; 34:14, 15; Jos 13:8-13, 15-32) Depois de seis anos de guerras para subjugar os cananeus, chegou o tempo para se determinar os termos tribais ao O do Jordão para as outras nove tribos e a meia tribo remanescente de Manassés. Josué, o sacerdote Eleazar e um maioral de cada tribo foram designados por Jeová para atuar como comissão encarregada de supervisionar a distribuição de terras. (Núm 34:13-29; Jos 14:1) O procedimento adotado estava em harmonia com a anterior ordem de Deus a Moisés: “Conforme for grande o número, deves aumentar a sua herança, e conforme for pouco, deves reduzir a sua herança. A herança de cada um deve ser dada proporcional aos seus registrados. Somente por sorte se deve repartir a terra.” — Núm 26:52-56; 33:53, 54.
Portanto, parece que a distribuição da terra entre as tribos foi governada por dois fatores: o resultado indicado pelo lançamento das sortes e o tamanho da tribo. As sortes talvez estabelecessem apenas a localização aproximada da herança de terras que cada tribo receberia, o que designaria uma herança num setor ou noutro daquela terra, tal como ao N ou ao S, ao L ou ao O, ao longo da planície costeira, ou na região montanhosa. A decisão revelada pelas sortes procedia de Jeová, de modo que servia para impedir que surgissem ciúmes ou contendas entre as tribos. (Pr 16:33) Desta forma, Deus também dirigiria as coisas de tal modo que a situação de cada tribo se harmonizasse com a profecia inspirada, proferida pelo patriarca Jacó em seu leito de morte, registrada em Gênesis 49:1-33.
Depois de as sortes lançadas terem determinado a localização geográfica de determinada tribo, seria necessário especificar a extensão do seu território à base do segundo fator: seu tamanho proporcional. “Tendes de repartir a terra entre vós como propriedade, por sortes, segundo as vossas famílias. Ao numeroso deveis aumentar sua herança e ao escasso deveis reduzir sua herança. Onde a sorte lhe cair, ali se tornará sua.” (Núm 33:54) A decisão da sorte quanto à localização geográfica básica prevaleceria, mas era possível fazer ajustes no que dizia respeito ao tamanho da herança. Assim, quando se constatou que o território de Judá era grande demais, a área da sua propriedade foi reduzida, designando-se partes dela à tribo de Simeão. — Jos 19:9.
Parece que o aumento ou a diminuição da herança não ocorria apenas à base da área da propriedade, pois a tribo de Dã, embora fosse a segunda mais populosa, recebeu uma das menores parcelas no que tange a dimensões reais. Outros fatores talvez fossem considerados, como o número de cidades, o tipo de terra e a qualidade do solo. — Veja Jos 17:14-18.

*** it-2 p. 251 Grande mar ***
Os escritores bíblicos não usavam apenas o nome “Grande Mar” (Jos 1:4; 9:1, 2; 15:12, 47; 23:4; Ez 47:15, 19, 20; 48:28), mas referiam-se a ele também por outros termos abrangentes. Para eles, esta massa de água era “o mar ocidental”, visto que constituía a fronteira ocidental da terra dada por Deus. (De 11:24; 34:1, 2) Da posição de Jerusalém, era encarado como “o mar ocidental”, em contraste com “o mar oriental”, isto é, o mar Morto. (Jl 2:20; Za 14:8) Ou era chamado de “o mar dos filisteus” (Êx 23:31) ou simplesmente de “o Mar”. — Núm 34:5.

*** it-3 pp. 182-183 Pastios ***
A área dos pastios devia estender-se “desde o muro da cidade para fora por mil côvados [445 m], em todo o redor”. Mas o versículo seguinte acrescenta: “E tendes de medir fora da cidade, do lado do leste, dois mil côvados”, e assim por diante nas quatro direções. (Núm 35:4, 5) Têm-se oferecido inúmeras sugestões para harmonizar os dois dados. Alguns salientam que a Septuaginta grega reza “dois mil” no primeiro caso, em vez de “mil”. Contudo, o texto hebraico, bem como a Vulgata latina e a Pesito siríaca, rezam “mil”. Comentaristas judeus apresentam a possibilidade de que os primeiros mil côvados (Núm 35:4) fossem abertos e usados para olivais e estrebarias, ao passo que a segunda medida (Núm 35:5) destinava-se a pastios propriamente ditos, bem como a campos e vinhedos, totalizando 3.000 côvados em cada lado.
Contudo, visto que isto deduz do texto o que não se acha expresso, outra explicação parece mais provável. Assim, alguns comentaristas crêem que as medidas significam que a área destinada a pastagens era determinada por se medirem 1.000 côvados a partir de cada um dos quatro lados da cidade: leste, oeste, norte e sul. Quanto aos 2.000 côvados de cada lado, eles crêem que a expressão “fora da cidade” significa que estes 2.000 côvados não eram medidos a partir dos muros da cidade, mas que eram as medidas de cada um dos quatro lados da área de pastagens, conforme medida ao longo do seu perímetro. Se assim for, isto significaria que o espaço ocupado pela “cidade no meio” não estava incluído na contagem dos 2.000 côvados. Conforme mostra o diagrama, isto permitiria harmonizar os dois enfoques das medidas.

*** gm cap. 7 pp. 92-94 pars. 15-16 É a Bíblia contraditória? ***
15 Às vezes, os escritores bíblicos escreveram de pontos de vista diferentes sobre o mesmo acontecimento, ou apresentaram seus relatos de modos diferentes. Quando essas diferenças são tomadas em consideração, é fácil solucionar outras aparentes contradições. Um exemplo disso encontra-se em Números 35:14, onde Moisés fala a respeito do território a leste do Jordão como “deste lado do Jordão”. Josué, porém, falando sobre a terra a leste do Jordão, chamou-a de o “outro lado do Jordão”. (Josué 22:4) O que é certo?
16 Na realidade, ambos estão certos. Segundo o relato em Números, os israelitas ainda não haviam atravessado o rio Jordão para a Terra da Promessa, de modo que o leste do Jordão era ‘este lado’. Mas Josué já atravessara o Jordão. Ele se encontrava então literalmente ao oeste do rio, na terra de Canaã. De modo que o leste do Jordão, para ele, era o “outro lado”.

*** w95 15/11 pp. 10-14 Cidades de refúgio, provisão misericordiosa de Deus ***
Cidades de refúgio, provisão misericordiosa de Deus
“Estas seis cidades servirão de refúgio . . . , a fim de fugir para lá aquele que sem querer tenha golpeado fatalmente uma alma.” — NÚMEROS 35:15.
6 Quando se cometia um assassinato no antigo Israel, o sangue da vítima tinha de ser vingado. A lei de ‘vida por vida’ era cumprida quando o assassino era morto pelo “vingador do sangue”. (Números 35:19) O vingador era o parente masculino mais próximo da pessoa assassinada. Mas, que dizer do homicida desintencional?
A provisão misericordiosa de Jeová
7 Para os que acidentalmente ou sem querer matassem alguém, Deus providenciou amorosamente cidades de refúgio. Sobre estas, Moisés foi informado: “Fala aos filhos de Israel, e tens de dizer-lhes: ‘Estais atravessando o Jordão para a terra de Canaã. E tendes de escolher cidades convenientes para vós. Servirão para vós de cidades de refúgio, e para lá terá de fugir o homicida que sem querer golpear fatalmente uma alma. E as cidades têm de servir-vos de refúgio contra o vingador do sangue, para que o homicida não morra até comparecer perante a assembléia para julgamento. E as cidades que dareis, as seis cidades de refúgio, estarão à vossa disposição. Dareis três cidades deste lado do Jordão e dareis três cidades na terra de Canaã. Servirão de cidades de refúgio . . . a fim de fugir para lá aquele que sem querer tenha golpeado fatalmente uma alma.’” — Números 35:9-15.
8 Quando os israelitas entraram na Terra Prometida, constituíram obedientemente seis cidades de refúgio. Três delas — Quedes, Siquém e Hébron — encontravam-se ao oeste do rio Jordão. Ao leste do Jordão, havia as cidades de refúgio de Golã, Ramote e Bezer. As seis cidades de refúgio estavam convenientemente situadas junto a estradas bem conservadas. Em lugares apropriados ao longo delas havia placas com a palavra “refúgio”. Estas placas indicavam a direção da cidade de refúgio, e o homicida desintencional corria até a mais próxima para salvar a vida. Ali podia achar proteção contra o vingador do sangue. — Josué 20:2-9.
9 Por que providenciou Deus cidades de refúgio? Foram providenciadas para que a terra não ficasse poluída com sangue inocente e o povo não tivesse culpa de sangue. (Deuteronômio 19:10) Em benefício de quem foram providenciadas essas cidades de refúgio? A Lei declarava: “Estas seis cidades servirão de refúgio para os filhos de Israel e para o residente forasteiro, e para o colono no meio deles, a fim de fugir para lá aquele que sem querer tenha golpeado fatalmente uma alma.” (Números 35:15) Assim, para ser justo e para servir ao objetivo da justiça, ao mesmo tempo permitindo misericórdia, Jeová mandou que os israelitas separassem cidades de refúgio para os homicidas desintencionais que fossem (1) israelitas nativos, (2) residentes forasteiros em Israel ou (3) colonos de outros países que moravam nesta terra.
10 É digno de nota que, mesmo quando alguém sem querer se tornasse homicida, ele devia ser morto segundo o decreto de Deus: “Quem derramar o sangue do homem, pelo homem será derramado o seu próprio sangue.” Portanto, era somente pela provisão misericordiosa de Jeová Deus que o homicida desintencional podia fugir para uma das cidades de refúgio. Pelo visto, as pessoas em geral se condoíam daquele que fugia do vingador do sangue, pois todas elas se davam conta de que, sem querer, podiam cometer um delito similar, e precisar de refúgio e de misericórdia.
A vida na cidade de refúgio
15 O homicida desintencional tinha de permanecer na cidade de refúgio ou dentro dum raio de 1.000 côvados (uns 440 metros) fora das muralhas. (Números 35:2-4) Se ele ultrapassasse este limite, poderia encontrar-se com o vingador do sangue. Nestas circunstâncias, o vingador mataria o homicida com impunidade. Mas o homicida não ficava acorrentado ou encarcerado. Sendo morador da cidade de refúgio, tinha de aprender um ofício, ser trabalhador e servir como membro útil da comunidade.
16 Quanto tempo teria de permanecer o homicida desintencional na cidade de refúgio? Possivelmente pelo resto da vida. De qualquer modo, a Lei declarava: “Devia morar na sua cidade de refúgio até a morte do sumo sacerdote, e depois da morte do sumo sacerdote o homicida pode voltar à terra de sua propriedade.” (Números 35:26-28) Por que permitia a morte do sumo sacerdote que o homicida desintencional deixasse a cidade de refúgio? Acontece que o sumo sacerdote era uma das pessoas mais destacadas da nação. Portanto, sua morte se tornaria um acontecimento tão notável, que ficaria conhecido em todas as tribos de Israel. Todos os refugiados, nas cidades de refúgio, poderiam assim voltar aos seus lares, livres do perigo das mãos dos vingadores do sangue. Por quê? Porque a Lei de Deus decretava que a oportunidade de o vingador matar o homicida cessava com a morte do sumo sacerdote, e todos sabiam disso. Se o parente próximo vingasse a morte depois disso, ele seria assassino e por fim teria de pagar a penalidade pelo assassinato.
Efeitos duradouros
17 Quais eram os prováveis efeitos das restrições impostas ao homicida desintencional? Eram um lembrete de que ele causara a morte de alguém. É provável que depois disso sempre considerasse a vida humana como sagrada. Além disso, dificilmente esqueceria que tinha sido tratado com misericórdia. Visto que foi tratado com misericórdia, certamente desejaria ser misericordioso com outros. A provisão das cidades de refúgio, com suas restrições, beneficiava também os do povo em geral. De que forma? Certamente deve ter incutido neles que não deviam ser descuidados ou indiferentes para com a vida humana. Isso deve lembrar aos cristãos a necessidade de evitarem o descuido que poderia causar uma morte acidental. Por outro lado, também, a provisão misericordiosa de Deus, de ter cidades de refúgio, deve induzir-nos a ter misericórdia quando ela se justifica. — Tiago 2:13.
18 A provisão de Jeová Deus, de cidades de refúgio, era também vantajosa em outros sentidos. Não se formavam grupos de vigilantes para ir atrás dum homicida, presumindo sua culpa antes de ele ter sido julgado. Em vez disso, o povo o considerava inocente dum assassinato deliberado, até mesmo ajudando-o a chegar à segurança. Além disso, a provisão das cidades de refúgio era bem contrária às atuais provisões de colocar assassinos em cadeias e em penitenciárias, onde são financeiramente sustentados pelo público e muitas vezes se tornam criminosos piores, por causa da associação íntima com outros delinqüentes. A provisão das cidades de refúgio tornava desnecessário construir, manter e guarnecer dispendiosas prisões muradas, com grades de ferro, de que os presos freqüentemente procuram escapar. Na realidade, o homicida procurava a “prisão” e ficava ali durante o tempo especificado. Também tinha de ser trabalhador, fazendo assim algo que beneficiava seu próximo.
19 A provisão das cidades de refúgio para Israel, por Jeová, foi deveras misericordiosa para a proteção dos homicidas desintencionais. Esta provisão certamente promovia o respeito pela vida. No entanto, será que as antigas cidades de refúgio têm algum significado para os que vivem no século 20? Poderíamos ter culpa de sangue perante Jeová Deus e não nos dar conta de que precisamos da sua misericórdia? Há para nós hoje algum significado nas cidades de refúgio de Israel?

*** it-1 p. 505 Cidades de refúgio ***
Processo Legal. Chegando à cidade de refúgio, o fugitivo devia expor seu caso aos anciãos junto ao portão da cidade, e devia ser recebido hospitaleiramente. Para impedir que assassinos deliberados se aproveitassem desta provisão, o fugitivo, depois de ter entrado na cidade de refúgio, tinha de ser julgado junto aos portões da cidade que tinha jurisdição sobre o lugar onde ocorreu o homicídio, para provar a sua inocência. Quando julgado inocente, era devolvido à cidade de refúgio. Todavia, sua segurança só podia ser garantida se permanecesse na cidade pelo resto da sua vida, ou até a morte do sumo sacerdote. Não se podia aceitar nenhum resgate para alterar esses termos. (Núm 35:22-29, 32; Jos 20:4-6) Nem mesmo o altar sagrado de Jeová provia proteção aos assassinos, como foi ilustrado no caso de Joabe. — Êx 21:14; 1Rs 1:50; 2:28-34; veja VINGADOR DO SANGUE.

*** w04 1/8 p. 27 Destaques do livro de Números ***
35:33. A única maneira de se fazer expiação pela terra que havia sido poluída devido ao derramamento de sangue inocente seria por meio do sangue daqueles que o derramaram. Muito apropriadamente Jeová destruirá os iníquos antes de a Terra ser transformada num paraíso! — Provérbios 2:21, 22; Daniel 2:44.

*** w08 15/2 pp. 4-5 pars. 9-10 Mantenhamos a Jeová constantemente diante de nós ***
9 Manter a Jeová constantemente diante de nós nos ajudará a obedecer-lhe e, em resultado disso, receberemos bênçãos. (Deut. 28:13; 1 Sam. 15:22) Para isso é preciso ter um espírito obediente. Considere a atitude de cinco irmãs, filhas de Zelofeade, que viviam nos dias de Moisés. Entre os israelitas, eram os filhos homens que normalmente recebiam a herança do pai. Zelofeade morreu sem ter filhos homens, e Jeová ordenou que essas cinco mulheres recebessem toda a herança — sob uma condição. Elas teriam de se casar com filhos de Manassés, para que a propriedade hereditária permanecesse na mesma tribo. — Núm. 27:1-8; 36:6-8.
10 As filhas de Zelofeade acreditavam que tudo daria certo se obedecessem a Deus. “Assim como Jeová mandara a Moisés, assim fizeram as filhas de Zelofeade”, diz a Bíblia. “Concordemente, Maala, Tirza, e Hogla, e Milca, e Noa, as filhas de Zelofeade, tornaram-se esposas de filhos dos irmãos de seu pai. Tornaram-se esposas de alguém das famílias dos filhos de Manassés, filho de José, para que a sua herança continuasse na tribo da família de seu pai.” (Núm. 36:10-12) Essas mulheres obedientes fizeram o que Jeová mandara. (Jos. 17:3, 4) Com fé similar, cristãos solteiros espiritualmente maduros obedecem a Deus por se casarem “somente no Senhor”. — 1 Cor. 7:39.


N.° 1: Números 33:24-49 (4 min ou menos)

(Números 33:24-49) partiram do monte Séfer e foram acampar-se em Harada. 25 Partiram então de Harada e foram acampar-se em Maquelote. 26 A seguir partiram de Maquelote e foram acampar-se em Taate. 27 Depois partiram de Taate e foram acampar-se em Tera. 28 Partiram então de Tera e foram acampar-se em Mitca. 29 Mais tarde partiram de Mitca e foram acampar-se em Hasmona. 30 A seguir partiram de Hasmona e foram acampar-se em Moserote. 31 Partiram então de Moserote e foram acampar-se em Bene-Jaacã. 32 Depois partiram de Bene-Jaacã e foram acampar-se em Hor-Hagidgade. 33 A seguir partiram de Hor-Hagidgade e foram acampar-se em Jotbata. 34 Mais tarde partiram de Jotbata e foram acampar-se em Abrona. 35 Partiram então de Abrona e foram acampar-se em Eziom-Géber. 36 Depois partiram de Eziom-Géber e foram acampar-se no ermo de Zim, quer dizer, em Cades. 37 Mais tarde partiram de Cades e foram acampar-se no monte Hor, nos limites da terra de Edom. 38 E Arão, o sacerdote, passou a subir ao monte Hor, por ordem de Jeová, e ali morreu no quadragésimo ano da saída dos filhos de Israel da terra do Egito, no quinto mês, no primeiro [dia] do mês. 39 E Arão tinha cento e vinte e três anos de idade ao morrer no monte Hor. 40 Então o cananeu, o rei Arade, morando no Negebe, na terra de Canaã, chegou a ouvir a respeito da vinda dos filhos de Israel. 41 Com o tempo partiram do monte Hor e foram acampar-se em Zalmona. 42 Depois partiram de Zalmona e foram acampar-se em Punom. 43 A seguir partiram de Punom e foram acampar-se em Obote. 44 Partiram então de Obote e foram acampar-se em Ijé-Abarim, na fronteira de Moabe. 45 Mais tarde partiram de Ijim e foram acampar-se em Díbon-Gade. 46 Depois partiram de Díbon-Gade e foram acampar-se em Almom-Diblataim. 47 Partiram então de Almom-Diblataim e foram acampar-se nos montes de Abarim, diante de Nebo. 48 Por fim partiram dos montes de Abarim e passaram a acampar-se nas planícies desérticas de Moabe, junto ao Jordão, [na altura] de Jericó. 49 E continuaram a acampar-se junto ao Jordão, desde Bete-Jesimote até Abel-Sitim, nas planícies desérticas de Moabe.

N.° 2: Não subestime o poder do Diabo — rs p. 356 § 2–p. 357 § 2 (5 min)

rs p. 356 § 2–p. 357 § 2 Satanás, o Diabo
Jesus Cristo referiu-se a ele como “o governante do mundo”, a quem a humanidade em geral obedece, seguindo as suas instigações de desprezar os requisitos de Deus. (João 14:30; Efé. 2:2) A Bíblia também o chama de “o deus deste sistema de coisas”, que é honrado pelas práticas religiosas dos que se apegam a este sistema de coisas. — 2 Cor. 4:4; 1 Cor. 10:20.
Procurando tentar a Jesus Cristo, o Diabo “o levou . . . para cima e lhe mostrou todos os reinos da terra habitada, num instante de tempo; e o Diabo disse-lhe: ‘Eu te darei toda esta autoridade e a glória deles, porque me foi entregue e a dou a quem eu quiser. Se tu, pois, fizeres um ato de adoração diante de mim, tudo será teu.’” (Luc. 4:5-7) Revelação 13:1, 2 mostra que Satanás dá ‘poder, trono e grande autoridade’ ao sistema político global de governo. Daniel 10:13, 20 revela que Satanás tem tido príncipes demoníacos sobre os principais reinos da terra. Efésios 6:12 menciona a tais como constituindo ‘governos, autoridades, governantes mundiais desta escuridão, forças espirituais iníquas nos lugares celestiais’.
Não é de admirar que 1 João 5:19 diga: “O mundo inteiro jaz no poder do iníquo.” Mas seu poder é apenas por um período limitado, e é só por tolerância da parte de Jeová, que é o Deus Todo-poderoso.

N.° 3: Administração — A “administração” que Deus pôs em operação desde 33 EC — it-1 p. 52 § 2 (5 min)

it-1 p. 52 § 2 Administração
O que é a “administração” que Deus pôs em operação desde 33 EC?
Deus, na sua benignidade imerecida, se propôs ter “uma administração [gr.: oi•ko•no•mí•an, literalmente: “administração doméstica”] no pleno limite dos tempos designados, a saber, ajuntar novamente todas as coisas no Cristo, as coisas nos céus e as coisas na terra”. (Ef 1:10; veja Lu 12:42 n.) Esta “administração”, ou gerência, que Deus tem posto em operação desde o dia de Pentecostes de 33 EC, tem por objetivo a unificação de todas as suas criaturas inteligentes. O primeiro estágio da “administração” de Deus é ajuntar novamente “as coisas nos céus”, preparando a congregação dos herdeiros do Reino, que hão de viver nos céus sob Jesus Cristo como Cabeça espiritual. (Ro 8:16, 17; Ef 1:11; 1Pe 1:4) O segundo estágio desta “administração” é ajuntar novamente “as coisas na terra”, preparando aqueles que hão de viver no paraíso terrestre. — Jo 10:16; Re 7:9, 10; 21:3, 4.

Referências consultadas em: Watchtower Library 2013 CD‒ROM

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