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Destaques do Levitico 6, 7, 8, 9

Destaques da Leitura da Bíblia ‒ Levitico 6, 7, 8, 9


Destaques do livro de Levítico 6-9

Lições para nós:

7:26, 27. Os israelitas não deviam comer sangue. No conceito de Deus, o sangue representa a vida. “A alma [vida] da carne está no sangue”, declara Levítico 17:11. A abstinência do sangue continua sendo a norma hoje para os adoradores verdadeiros. — Atos 15:28, 29.

O SACERDÓCIO SANTO É INSTITUÍDO

(Levítico 8:1-10:20)
A quem se deu a responsabilidade de cuidar dos deveres relacionados com sacrifícios e ofertas? Isso foi confiado aos sacerdotes. Conforme orientado por Deus, Moisés realizou a cerimônia de investidura de Arão, o sumo sacerdote, e dos seus quatro filhos, que seriam subsacerdotes. Pelo visto, a cerimônia durou sete dias, e o sacerdócio passou a funcionar no dia seguinte.

Perguntas bíblicas respondidas:

9:9 — O que é significativo a respeito do derramamento de sangue à base do altar e de pô-lo sobre diversos objetos? Isso demonstrava que Jeová aceitava sangue para fins de expiação. O inteiro arranjo de expiação se baseava em sangue. “Quase todas as coisas são purificadas com sangue, segundo a Lei”, escreveu o apóstolo Paulo, e “a menos que se derrame sangue, não há perdão”. — Hebreus 9:22.

Lev. 6:25; 7:1
8 Os sacrifícios que os israelitas ofertavam a Jeová eram considerados santos. (Lev. 6:25; 7:1) O termo hebraico traduzido “santidade” passa a ideia de separação, exclusividade ou santificação para Deus. Para que os nossos sacrifícios sejam aceitáveis a Jeová eles têm de estar ‘separados’, não contaminados pelas influências do mundo. Não podemos amar nada do que Jeová odeia. (Leia 1 João 2:15-17.) Obviamente, isso significa que temos de evitar toda e qualquer amizade ou envolvimento que nos macularia do ponto de vista de Deus. (Isa. 2:4; Rev. 18:4) Significa também que não podemos permitir que nossos olhos se detenham em coisas impuras ou imorais e que a nossa mente fantasie sobre tais coisas. — Col. 3:5, 6.

Levítico 6:1-7
19 Nossos pecados também podem ter outras conseqüências, em especial se outros foram prejudicados pelas nossas ações. Por exemplo, analise o relato em Levítico, capítulo 6. Ali, a Lei mosaica trata de um erro grave: apossar-se dos bens de outro israelita por meio de roubo, extorsão ou fraude. Se o pecador negasse a culpa, atrevendo-se até mesmo a jurar falsamente, tornava-se um caso da palavra de um contra outro. Porém, mais tarde o ofensor talvez sofresse devido à consciência pesada e confessasse seu pecado. Para obter o perdão de Deus, ele tinha de fazer mais três coisas: devolver o que havia tomado, pagar à vítima uma multa equivalente a 20% do valor dos bens roubados e oferecer um carneiro como oferta pela culpa. Daí, a lei dizia: “O sacerdote tem de fazer expiação por ele perante Jeová, e assim lhe tem de ser perdoado.” — Levítico 6:1-7.
20 Essa lei de Deus era muito misericordiosa, porque favorecia a vítima, cuja propriedade era devolvida e que, sem dúvida, se sentia aliviada quando o ofensor finalmente admitia seu pecado. Ao mesmo tempo, a lei beneficiava aquele cuja consciência por fim o induzia a admitir a culpa e corrigir o erro. De fato, se ele se negasse a fazer isso, não poderia esperar obter o perdão divino.
21 Embora não estejamos sujeitos à Lei mosaica, ela nos ajuda a entender um pouco da mentalidade de Jeová, incluindo o modo como ele encara o perdão. (Colossenses 2:13, 14) Se outros foram prejudicados pelos nossos pecados, Deus se agradará se fizermos o possível para corrigir o erro. (Mateus 5:23, 24) Isso talvez envolva reconhecer nosso pecado, admitir a culpa e até pedir desculpas à vítima. Então podemos apelar para Jeová, à base do sacrifício de Jesus, e ter a certeza de que fomos perdoados por Deus. — Hebreus 10:21, 22.

Lev. 7:20, 21
6 Primeiro, a pessoa tinha de dar o seu melhor. Jeová disse à nação que toda oferta devia ser sadia a fim de “ganhar aprovação”. (Lev. 22:18-20) Se houvesse algum defeito no animal, ele era considerado um sacrifício inaceitável para Jeová. Segundo, a pessoa que oferecia o sacrifício tinha de estar numa condição pura. Caso contrário, ela precisava fazer uma oferta pelo pecado ou uma oferta pela culpa para recuperar sua posição perante Jeová antes de apresentar uma oferta voluntária. (Lev. 5:5, 6, 15) Esse era um assunto sério. Jeová especificou que, se alguém numa condição impura oferecesse um sacrifício de participação em comum, o que incluía ofertas voluntárias, ele seria decepado do povo de Deus. (Lev. 7:20, 21) Por outro lado, quando a pessoa tinha uma boa posição perante Jeová e seu sacrifício não tinha defeito, ela podia sentir satisfação e alegria. — Leia 1 Crônicas 29:9.

Lev. 7:31-33
11 Certos sacrifícios estipulados na Lei mosaica eram considerados ofertas de participação em comum. Significavam paz com Jeová. O ofertante e sua família comiam a carne do animal sacrificado, talvez num dos refeitórios do templo. O sacerdote celebrante e os outros sacerdotes a serviço no templo recebiam uma parte da carne. (Lev. 3:1, nota; 7:31-33) O adorador oferecia seu sacrifício motivado puramente pelo desejo de ter uma boa relação com Deus. Era como se o adorador, sua família, os sacerdotes e o próprio Jeová participassem alegremente numa refeição, em paz.
12 Haveria privilégio maior do que, simbolicamente falando, estender um convite a Jeová para uma refeição assim e ele o aceitar? É óbvio que nesse caso o anfitrião desejaria oferecer o seu melhor para um convidado tão honrado. A provisão dos sacrifícios de participação em comum, como parte da ‘estrutura da verdade’, apontava para o fato de que, por meio do sacrifício maior de Jesus, todos os humanos que desejam podem ter uma relação achegada e pacífica com o Criador. Hoje, podemos ter a amizade e a companhia de Jeová ao sacrificarmos voluntariamente nossos recursos e energias no seu serviço.

Levítico 7:16-18.
‘UM CÓDIGO DE REGRAS DE SAÚDE’
Cerca de 3.500 anos atrás, Israel recebeu a Lei mosaica. Essa lei protegia os israelitas de muitas doenças causadas por alimentos. Veja algumas instruções:
● Não demore a comer as sobras: “No dia seguinte se pode comer o que sobrou dele. Mas o que sobrar da carne do sacrifício no terceiro dia, deve ser queimado no fogo.” — Levítico 7:16-18.
O Dr. A. Rendle Short ficou surpreso com o fato de a Lei mosaica — em comparação com as leis das nações vizinhas daquela época — conter “um código tão sábio e razoável de regras de saúde”.

Levítico 8:15; 9:9
O Poder do Sangue
3 Que papel desempenha o sangue de Cristo na nossa salvação? Desde os dias de Noé, os adoradores verdadeiros encaram o sangue como sagrado. (Gênesis 9:4-6) O sangue cumpre um papel importante no processo da vida, pois a Bíblia diz que “a alma [ou vida] da carne está no sangue”. (Levítico 17:11) Assim, a Lei mosaica exigia que o sangue do animal sacrificado fosse derramado perante Jeová. Às vezes, o sangue era também colocado sobre os chifres do altar. Obviamente, o poder expiador dum sacrifício estava em seu sangue. (Levítico 8:15; 9:9) “Quase todas as coisas são purificadas com sangue, segundo a Lei, e a menos que se derrame sangue, não há perdão.” — Hebreus 9:22.

Le 8:23, 24
Na investidura do sacerdócio em Israel, Moisés tomou parte do sangue do carneiro da investidura e colocou-o sobre a orelha direita, sobre o polegar direito e sobre o dedo grande do pé direito de Arão, e de cada um de seus filhos. (Le 8:23, 24) O sangue do sacrifício sobre este importante membro do pé direito significava que eles tinham de traçar seu rumo e andar sem se desviar, usando da melhor forma suas habilidades nos deveres sacrificiais do sacerdócio. Jesus Cristo, o grande Sumo Sacerdote, cumpriu este tipo profético quando na terra (Mt 16:21-23), e seus subsacerdotes, seus irmãos gerados pelo espírito, precisam seguir de perto as suas pisadas. — He 7:26; 1Pe 2:5, 8; Re 20:6.

Hoje, mais de 1.900 anos depois, ainda nos beneficiamos desses trechos da Bíblia de muitas maneiras. Por exemplo, nem teríamos a Bíblia se Deus não tivesse providenciado que ela fosse escrita e preservada por um povo que ele mesmo havia escolhido. (Romanos 3:1, 2) No Israel antigo, a Lei mosaica não era apenas uma relíquia sagrada a ser preservada para gerações futuras, mas, na verdade, era a constituição da nação. Alguns detalhes da Lei que talvez nos pareçam desnecessários hoje eram essenciais para a sobrevivência e o funcionamento adequado do Israel antigo. Além disso, os registros genealógicos na Bíblia eram necessários para identificar o Messias, que, conforme havia sido predito, seria um descendente direto do Rei Davi. — 2 Samuel 7:12, 13; Lucas 1:32; 3:23-31.

Referências consultadas em: Watchtower Library 2013 CD-ROM

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