Escola do Ministério Teocrático Semana de 5 de maio ‒ Destaques de Êxodo 23-26

Referências para a Escola do Ministério Teocrático

Programa para a Escola do Ministério Teocrático: Semana de 5 de maio


ss14 pp. 1-4 Programa da Escola do Ministério Teocrático para 2014
5 de maio Leitura da Bíblia: Êxodo 23-26
N.° 1: Êxodo 25:1-22
N.° 2: Não há registro na Bíblia de que Adão guardava o sábado (rs p. 333 §§1-3)
N.° 3: Abraão — O início da história de Abraão é um exemplo de fé (it-1 p. 27 §§6-10)


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Destaques do livro de Êxodo 23-26

Perguntas bíblicas respondidas:

23:19; 34:26 — Qual era o significado do mandamento de não cozinhar o cabritinho no leite da mãe? Diz-se que cozinhar um cabritinho (o filhote de uma cabra ou de outro animal) no leite da mãe era um ritual pagão para fazer chover. Além disso, visto que o leite da mãe foi criado para nutrir o filhote, cozinhá-lo nele seria um ato de crueldade. Essa lei ajudava o povo de Deus a entender que deviam ser compassivos.
23:20-23 — Quem era o anjo mencionado aqui, e como é que o nome de Jeová ‘estava nele’? Provavelmente, esse anjo era Jesus na sua forma pré-humana. Ele foi usado para guiar os israelitas no caminho para a Terra Prometida. (1 Coríntios 10:1-4) O nome de Jeová “está nele” no sentido de que Jesus é a principal pessoa a defender e santificar o nome de seu Pai.

Êxodo 23:2.
Não acompanhe “a multidão”
3 Numa viagem longa, o que você faria se não soubesse ao certo que caminho tomar? Poderia ser tentado a seguir outros viajantes, em especial se visse muitos deles tomarem o mesmo rumo. Isso seria arriscado. Afinal, aqueles viajantes talvez não estivessem indo para o mesmo lugar que você, ou talvez também estivessem perdidos. Nesse respeito, veja um princípio básico numa das leis dadas ao Israel antigo. Os juízes ou testemunhas que atuassem num julgamento eram alertados do perigo de “acompanhar a multidão”. (Leia Êxodo 23:2.) Sem dúvida, é muito fácil humanos imperfeitos cederem à pressão popular, pervertendo a justiça. Mas será que o princípio de não acompanhar a multidão se aplica apenas a assuntos judiciais? Não.
4 Na verdade, a pressão de fazer o que os outros fazem pode nos afetar nas mais variadas situações. Ela pode surgir de repente e ser muito difícil de enfrentar. Como exemplo disso, veja a pressão popular sofrida por Josué e Calebe. Eles faziam parte de um grupo de 12 homens enviados para espionar a Terra Prometida. Na volta, dez deles deram informações muito negativas e desanimadoras. Chegaram a dizer que alguns dos habitantes daquele lugar eram gigantes descendentes dos nefilins (filhos da união entre anjos rebeldes e mulheres). (Gên. 6:4) Mas era uma afirmação absurda. Esses híbridos perversos foram exterminados muitos séculos antes, no Dilúvio, não sobrando nem um único descendente deles. No entanto, até as mais infundadas ideias podem influenciar os fracos na fé. As informações negativas daqueles dez espias rapidamente espalharam o medo e o pânico entre o povo. A maioria logo se convenceu de que seria um erro entrar na Terra Prometida, como Jeová havia ordenado. O que Josué e Calebe fizeram nessa situação explosiva? — Núm. 13:25-33.
5 Eles não ‘acompanharam a multidão’. Embora os israelitas odiassem ouvir isso, esses dois homens falaram a verdade e apegaram-se a ela — mesmo sob a ameaça de serem mortos por apedrejamento. De onde tiraram essa coragem? Sem dúvida, boa parte veio de sua fé. Pessoas de fé veem nitidamente a diferença entre as infundadas afirmações humanas e as promessas sagradas de Jeová. Mais tarde, esses dois homens falaram da reputação de Jeová como cumpridor de todas as suas promessas. (Leia Josué 14:6, 8; 23:2, 14.) Josué e Calebe apegavam-se ao seu Deus fiel e não queriam de forma alguma magoá-lo por acompanhar uma multidão sem fé. De modo que permaneceram firmes, deixando-nos um excelente exemplo. — Núm. 14:1-10.
6 Você se sente, às vezes, pressionado a “acompanhar a multidão”? Pessoas afastadas de Jeová e que zombam de Seus padrões de moral certamente constituem uma vasta multidão hoje em dia. Na questão do entretenimento, por exemplo, essa multidão muitas vezes promove ideias infundadas. Talvez insista em dizer que a imoralidade, a violência e o espiritismo, tão comuns em programas de televisão, filmes e jogos eletrônicos, são inofensivos. (2 Tim. 3:1-5) Na escolha de entretenimento, para si ou para sua família, você permite que a consciência deturpada de outros influencie suas decisões e molde sua consciência? Não seria isso, na realidade, acompanhar a multidão?
7 Jeová nos deu uma dádiva preciosa para nos ajudar a tomar decisões: as nossas “faculdades perceptivas”. Mas elas precisam ser treinadas “pelo uso”. (Heb. 5:14) Acompanhar a multidão não ajudaria a treinar nossas faculdades perceptivas; nem o faria, por outro lado, um grande número de regras rígidas sobre assuntos de consciência. É por isso que, por exemplo, o povo de Jeová não recebe uma lista de filmes, livros e sites na internet que deve evitar. Visto que o mundo muda tão rapidamente, uma lista assim logo ficaria defasada. (1 Cor. 7:31) Pior ainda, isso nos privaria da tarefa vital de pesar bem os princípios bíblicos, com oração, e daí tomar decisões à base desses princípios. — Efé. 5:10.
8 Naturalmente, em certos casos as nossas decisões com base na Bíblia podem nos tornar impopulares. Os cristãos na escola talvez enfrentem forte pressão da “multidão” para ver e fazer o que todo mundo está vendo e fazendo. (1 Ped. 4:4) Portanto, é maravilhoso ver cristãos jovens e idosos imitarem a fé de Josué e Calebe, recusando-se a acompanhar a multidão.

Êxodo 23:19
Perguntas dos Leitores
O que podemos aprender da proibição em Êxodo 23:19: “Não deves cozinhar o cabritinho no leite de sua mãe”?
Essa ordem, que aparece três vezes na Bíblia e foi incluída na Lei mosaica, ajuda-nos a entender o que, na opinião de Jeová, é apropriado, e nos ensina também sobre sua compaixão e ternura. Além disso, destaca quanto ele abomina a adoração falsa. — Êxodo 34:26; Deuteronômio 14:21.
Cozinhar um cabritinho, ou outro animal, no leite de sua mãe seria contrário à ordem natural estabelecida por Jeová. O leite da mãe era para nutrir o filhote e ajudá-lo a crescer. Como disse um erudito, cozinhar um cabritinho no leite da mãe seria uma demonstração de “desprezo pelo relacionamento, estabelecido e santificado por Deus, entre a mãe e o filhote”.
Além disso, alguns sugerem que cozinhar um cabritinho no leite da mãe talvez tenha sido um ritual pagão para produzir chuva. Se isso estiver correto, a proibição protegeria os israelitas contra as práticas religiosas absurdas e cruéis das nações que os rodeavam. A Lei mosaica proibia especificamente os israelitas de seguirem os estatutos dessas nações. — Levítico 20:23.
Por fim, nessa lei em particular podemos notar a ternura e a compaixão de Jeová. Na realidade, a Lei continha várias ordens similares que proibiam a crueldade com os animais e evitavam que se fizesse algo contrário à ordem natural. Por exemplo, a Lei proibia que se sacrificasse um animal que tivesse ficado com a mãe por menos de sete dias, que se matasse tanto um animal quanto a sua cria no mesmo dia e que se tirasse de um ninho tanto a mãe como os ovos ou filhotes. — Levítico 22:27, 28; Deuteronômio 22:6, 7.
É evidente que a Lei não era apenas um conjunto complexo de ordens e proibições. Entre outras coisas, seus princípios ajudam-nos a aumentar nossa sensibilidade em questões morais, a fim de refletirmos melhor as qualidades maravilhosas de Jeová. — Salmo 19:7-11.

Êxo. 23:20, 21
Príncipe espiritual de Israel
2 Séculos antes da fundação da congregação cristã, Jeová tinha um líder angélico sobre seu povo Israel. Depois de tirar os israelitas do Egito, Jeová lhes disse: “Eis que envio um anjo diante de ti para guardar-te pela estrada e para introduzir-te no lugar que preparei. Guarda-te por causa dele e obedece à sua voz. Não te comportes rebeldemente contra ele, pois não perdoará a vossa transgressão; porque meu nome está nele.” (Êxo. 23:20, 21) É razoável crer que esse anjo, que tinha ‘o nome de Jeová nele’, era o Filho primogênito de Deus.

Em Êxodo 24:10
Moisés contemplou “a aparência de Jeová” quando ele, Arão e certos outros homens estavam no monte Sinai. Em Êxodo 24:10, está escrito: “E chegaram a ver o Deus de Israel. E sob os pés dele havia o que se parecia a um trabalho de lajes de safira e aos próprios céus quanto à pureza.” Mas, em que sentido Moisés e os outros homens puderam “ver o Deus de Israel”, visto que Deus dissera a Moisés: “Homem algum pode ver-me e continuar vivo”? O versículo 11 explica, pois diz: “Ele não estendeu sua mão contra os homens distintos dos filhos de Israel, mas tiveram uma visão do verdadeiro Deus, e comeram e beberam.” Assim, a aparência de Deus que Moisés e os outros viram foi por meio de uma visão.

Êxo. 25:2
8 É bíblico, porém, prover apoio financeiro. A palavra hebraica traduzida por “contribuição” significa “porção sagrada”. (Êxo. 25:2, Bíblia com Referências, nota.) Os cristãos desejam corretamente contribuir do seu tempo, de suas energias e dos seus bens materiais para promover os interesses do Reino. Nós não enriquecemos a Jeová com nossas contribuições para a Sua obra, mas é dessa forma que mostramos nosso amor a ele, e ele abençoa os que contribuem voluntariamente. — 1 Crô. 29:14-17; Pro. 3:9.

Êx 25:18
Figuras representativas de querubins foram incluídas no mobiliário do tabernáculo erguido no ermo. Das pontas da tampa da Arca erguiam-se dois querubins de ouro batido. Estes encaravam um ao outro, e se curvavam em direção à tampa em atitude de adoração. Cada um deles tinha duas asas que se estendiam para cima e recobriam a tampa como que dum modo defensor e protetor. (Êx 25:10-21; 37:7-9) Também, a face interior dos panos da tenda do tabernáculo e a cortina que dividia o Santo do Santíssimo estampavam figuras bordadas de querubins. — Êx 26:1, 31; 36:8, 35.
Estas não eram figuras grotescas, modeladas segundo as monstruosas imagens aladas que eram adoradas pelas nações pagãs nos arredores, como alguns argumentam. Segundo o testemunho unânime da antiga tradição judaica (a Bíblia guarda silêncio sobre o assunto), estes querubins tinham forma humana. Eram excelentes obras de arte que representavam criaturas angélicas de gloriosa beleza, e cada detalhe fora feito ‘segundo o modelo’ que Moisés recebeu do próprio Jeová. (Êx 25:9) O apóstolo Paulo os descreve como ‘querubins gloriosos que encobriam a tampa propiciatória’. (He 9:5) Tais querubins eram associados com a presença de Jeová: “E ali me hei de apresentar a ti e falar contigo de cima da tampa, de entre os dois querubins que há sobre a arca do testemunho.” (Êx 25:22; Núm 7:89) Por isso, dizia-se que Jeová estava “sentado sobre [ou entre] os querubins”. (1Sa 4:4; 2Sa 6:2; 2Rs 19:15; 1Cr 13:6; Sal 80:1; 99:1; Is 37:16) De maneira simbólica, os querubins serviam como “a representação do carro” de Jeová, no qual ele viajava (1Cr 28:18), e as asas dos querubins ofereciam tanto proteção vigilante como rapidez na viagem. Assim Davi, em cântico poético, descreveu a rapidez com que Jeová veio em sua ajuda, dizendo que “veio montado num querubim e veio voando”, até mesmo “nas asas dum espírito”. — 2Sa 22:11; Sal 18:10.

Êx 26:22-24
Dimensões. A Bíblia descreve o tabernáculo (evidentemente as medidas internas) como tendo 30 côvados (13,40 m) de comprimento e dez côvados (4,50 m) de altura. (Veja Êx 26:16-18.) Evidentemente tinha também 10 côvados de largura. (Veja Êx 26:22-24.) A largura pode ser calculada da seguinte maneira: a parte dos fundos, ou parede O, era construída com seis armações de painel de um côvado e meio cada uma (totalizando 9 côvados) e duas armações de painel, chamadas escoras de esquina, que evidentemente eram posicionadas de modo que cada uma acrescentasse meio côvado à dimensão interna. O perito judeu Rashi (1040-1105 EC), comentando sobre Êxodo 26:23, observou: “As oito tábuas foram dispostas em fileira, só que toda a largura dessas duas [escoras de esquina] não aparecia no interior do Tabernáculo, mas apenas meio côvado de um lado e meio côvado de outro podiam ser vistos no interior, chegando assim à largura de dez côvados. O côvado remanescente de uma tábua e o remanescente côvado da outra tábua coincidia com a largura de um côvado das tábuas do Tabernáculo nos lados norte e sul, de modo que no lado de fora não havia saliência.” — Pentateuch With Targum Onkelos, Haphtaroth and Rashi’s Commentary, Exodus (Pentateuco com Targum Onkelos, Haftarot e o Comentário de Rashi, Êxodo), traduzido para o inglês por M. Rosenbaum e A. M. Silbermann, p. 144; o grifo é dos tradutores.

N.° 1: Êxodo 25:1-22


N.° 2: Não há registro na Bíblia de que Adão guardava o sábado (rs p. 333 §§1-3)

rs p. 333 §§1-3 Sábado
Jeová Deus passou a descansar de suas obras de criação material, terrestre, depois de preparar a terra para a habitação humana. Isto está declarado em Gênesis 2:1-3. Mas, nada nos escritos da Bíblia diz que Deus tenha orientado Adão a guardar o sétimo dia de cada semana como um sábado.
Deut. 5:15: “Tens de lembrar-te de que te [Israel] tornaste escravo na terra do Egito e que Jeová, teu Deus, passou a fazer-te sair de lá com mão forte e braço estendido. É por isso que Jeová, teu Deus, te mandou observar o dia de sábado.” (Jeová relaciona aqui o dar ele a lei do sábado com a libertação de Israel da escravidão no Egito, não com eventos no Éden.)
Êxo. 16:1, 23-29: “Toda a assembléia dos filhos de Israel chegou finalmente ao ermo de Sim . . . no dia quinze do segundo mês depois da sua saída da terra do Egito. . . . [Moisés] lhes disse: ‘É o que Jeová falou. Amanhã haverá a observância sabática dum santo sábado para Jeová. . . . Seis dias haveis de apanhá-lo [o maná], mas o sétimo dia é um sábado. Não se formará nele.’ . . . Jeová disse a Moisés: . . . ‘Notai o fato de que Jeová vos deu o sábado.’” (Antes disso, demarcavam-se semanas de sete dias cada uma, mas esta é a primeira menção que se faz da observância dum sábado.)

N.° 3: Abraão — O início da história de Abraão é um exemplo de fé (it-1 p. 27 §§6-10)

it-1 p. 27 §§6-10 Abraão
[Pai Duma Multidão].
O nome dado por Jeová a Abrão (que significa “Pai É Enaltecido (Exaltado)”) quando este tinha 99 anos, e quando Ele reafirmou Sua promessa de que a descendência de Abraão seria numerosa. — Gên 17:5.
Origem Familiar e História Inicial. Abraão era a décima geração de Noé mediante Sem, e nasceu 352 anos após o Dilúvio, em 2018 AEC. Embora seja alistado primeiro entre os três filhos de Tera, em Gênesis 11:26, Abraão não era o primogênito. As Escrituras mostram que Tera tinha 70 anos quando nasceu seu primeiro filho, e que Abraão nasceu 60 anos depois, quando seu pai, Tera, tinha 130 anos. (Gên 11:32; 12:4) Evidentemente, Abraão é alistado primeiro entre os filhos de seu pai devido à sua notável fidelidade e proeminência nas Escrituras, prática seguida no caso de vários outros notáveis homens de fé, tais como Sem e Isaque. — Gên 5:32; 11:10; 1Cr 1:28.
Abraão era natural da cidade caldéia de Ur, próspera metrópole situada na terra de Sinear, perto da atual confluência dos rios Eufrates e Tigre. Estava situada a cerca de 240 km a SE da outrora cidade real de Ninrode, Babel ou Babilônia, tão notória por sua inacabada Torre de Babel.
No tempo de Abraão, a cidade de Ur estava mergulhada na idolatria babilônica e na adoração de seu deus-lua padroeiro, Sin. (Jos 24:2, 14, 15) Todavia, Abraão mostrou ser homem de fé em Jeová Deus, assim como seus antepassados, Sem e Noé; e, em conseqüência, granjeou a reputação de “pai de todos os que têm fé enquanto na incircuncisão”. (Ro 4:11) Visto que a verdadeira fé se baseia em conhecimento exato, Abraão talvez obtivesse seu entendimento pela associação pessoal com Sem (suas vidas coincidiram durante 150 anos). Abraão conhecia e usava o nome de Jeová; para citá-lo: “Jeová, o Deus Altíssimo, Produtor do céu e da terra”, “Jeová, o Deus dos céus e o Deus da terra”. — Gên 14:22; 24:3.
Enquanto Abraão ainda vivia em Ur, “antes de fixar residência em Harã”, Jeová ordenou que se mudasse para uma terra estranha, deixando para trás amigos e parentes. (At 7:2-4; Gên 15:7; Ne 9:7) Lá naquele país que Ele mostraria a Abraão, Deus disse que faria dele uma grande nação. Nessa época, Abraão era casado com sua meia-irmã, Sara, mas não tinham filhos e ambos já eram idosos. Assim, era preciso grande fé para obedecer, mas ele deveras obedeceu.
Tera, então com cerca de 200 anos e ainda o chefe patriarcal da família, concordou em acompanhar Abraão e Sara nesta longa jornada, e é por este motivo que se atribui a Tera, como pai, a mudança em direção a Canaã. (Gên 11:31) Parece que o órfão Ló, sobrinho de Abraão, fora adotado por seu tio e sua tia sem filhos, e, assim acompanhou-os. A caravana se moveu em direção ao noroeste, por uns 960 km, até alcançarem Harã, importante junção das rotas comerciais E-O. Harã se encontra onde dois uádis se juntam para formar um ribeirão que no inverno alcança o rio Balique, a uns 110 km acima do ponto em que o Balique desemboca no rio Eufrates. Abraão permaneceu ali até à morte de seu pai, Tera. — MAPA, Vol. 1, p. 234.

Referências consultadas em: Watchtower Library 2013