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Destaques do Gênesis 47‒50

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Destaques da Leitura da Bíblia ‒ Gênesis 47‒50

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DESTAQUES DE GÊNESIS 47‒50


Gênesis 47:19
2 Os sete anos de abundância acabaram, e a fome começou assim como Jeová predissera — uma fome, não apenas no Egito, mas “sobre toda a superfície da terra”. Quando o povo faminto, no Egito, começou a clamar a Faraó por pão, este lhe disse: “Ide a José. O que ele vos disser, isso haveis de fazer.” José vendeu cereal aos egípcios, até que o dinheiro deles acabou. Daí aceitou seu gado em pagamento. Finalmente, o povo se chegou a José, dizendo: “Compra a nós e o nosso terreno por pão, e nós, junto com o nosso terreno, nos tornaremos escravos de Faraó.” Assim, José comprou toda a terra dos egípcios para Faraó. — Gênesis 41:53-57; 47:13-20.
Provisão de Alimentação Espiritual
3 Assim como os cereais distribuídos por José significavam vida para os egípcios, assim o verdadeiro alimento espiritual é essencial para sustentar os cristãos que se tornam escravos de Jeová por sua dedicação a Ele, por meio do José Maior, Jesus Cristo. Jesus, no seu ministério terrestre, predisse que os seguidores ungidos de suas pisadas teriam a responsabilidade de distribuir essas provisões. Perguntou: “Quem é realmente o escravo fiel e discreto a quem o seu amo designou sobre os seus domésticos, para dar-lhes o seu alimento no tempo apropriado? Feliz aquele escravo, se o seu amo, ao chegar, o achar fazendo assim!” — Mateus 24:45, 46.
4 Os do restante fiel da classe deste ‘escravo discreto’ fazem hoje biblicamente todo o possível para cuidar de que as testemunhas dedicadas de Jeová, bem como os interessados do mundo, recebam alimento espiritual sustentador da vida. Este encargo é reconhecido como sagrado dever e é executado como serviço sagrado a Jeová. Além disso, o “escravo” tem organizado congregações e as tem suprido de literatura bíblica em quantidade tal, que elas têm uma abundância de ‘sementes’ do Reino para espalhar publicamente nos seus campos designados. Isto corresponde aos dias de José, quando ele ajuntou as pessoas nas cidades e lhes proveu cereais, não só para o sustento, mas também para semear, visando uma posterior colheita. — Gênesis 47:21-25; Marcos 4:14, 20; Mateus 28:19, 20.

Gênesis 47:21
LOGO depois de José ter sido constituído administrador de alimentos, ele percorreu a terra do Egito. Já tinha as coisas bem organizadas quando começaram os anos de abundância. A terra passou então a produzir de mãos cheias! José reunia os mantimentos produzidos nos campos em volta de cada cidade, armazenando-os na cidade. Ele “continuou a amontoar cereal em quantidade muito grande, como a areia do mar, até que por fim desistiram de contá-lo, porque era sem número”. — Gênesis 41:46-49.

Gênesis 47:22
Esta provisão para o sacerdócio, embora abundante, contrastava com o luxo e o poder financeiro alcançado pelo sacerdócio de nações pagãs. No Egito, por exemplo, os sacerdotes eram proprietários de terras (Gên 47:22, 26), e, por manobras astutas, por fim se tornaram os homens mais ricos e mais poderosos do Egito. James H. Breasted, em A History of the Ancient Egyptians (História dos Antigos Egípcios, 1908, pp. 355, 356, 431, 432), registra que, durante a chamada Vigésima Dinastia, o Faraó ficou reduzido a mero títere. O sacerdócio estava de posse das terras auríferas da Núbia e da grande província do Alto Nilo. O sumo sacerdote era o mais importante funcionário do fisco do Estado, logo depois do próprio tesoureiro-chefe. Ele comandava todos os exércitos e o tesouro estava na sua mão. É representado com mais destaque nos monumentos do que o Faraó.

Gên 47:29-31
Outro método de confirmar um juramento era colocar a mão sob a coxa (quadril) de outrem, assim como fez o mordomo de Abraão ao jurar que obteria para Isaque uma esposa dentre a parentela de Abraão (Gên 24:2, 9), e como fez José com Jacó, ao jurar que não enterraria Jacó no Egito. (Gên 47:29-31) A palavra “coxa” aplica-se à parte superior da perna, desde o quadril até o joelho, onde está o fêmur. Segundo o rabino judeu Rashbam, este método de jurar era usado quando um superior adjurava um inferior, como um amo ao seu servo ou um pai ao filho, que também lhe devia obediência. E, segundo outro erudito judeu, Abraham Ibn Ezra, era costume, naqueles dias, o servo prestar juramento desta maneira, colocando a mão sob a coxa do amo, o qual se sentava sobre a mão dele. Isto significava que o servo estava sob a autoridade de seu amo. — The Soncino Chumash (O Chumash de Soncino), editado por A. Cohen, Londres, 1956, p. 122.

Gên 47:29-31
Jacó estava seriamente preocupado de que seu corpo não fosse enterrado no Egito, mas, antes, junto aos seus antepassados. (Gên 47:29-31) Isto exigiu o embalsamamento do seu corpo, que de outro modo se teria decomposto durante a quente viagem do Egito até a caverna de Macpela. (Gên 50:1-3, 13) José expressou um desejo similar, e seu corpo foi igualmente embalsamado e colocado num ataúde, à espera do tempo do Êxodo para ser transferido. (Gên 50:24-26; Jos 24:32) Este desejo, sem dúvida, relacionava-se com eles partilharem a mesma fé nas promessas de Deus e era uma expressão de sua convicção quanto ao cumprimento delas no devido tempo. — He 11:13-22, 39.

Gên 48:22
Pouco antes da morte de Jacó, no Egito, esse patriarca prometeu a José: “Deveras te dou uma lombada de terra mais do que a teus irmãos, tendo-a eu tomado da mão dos amorreus com a minha espada e com o meu arco.” (Gên 48:22) Visto que a palavra traduzida “lombada” neste texto é shekhém em hebraico, alguns afirmam que Jacó se referia aqui ao terreno que comprara, perto de Siquém (hebr.: Shekhém). (Gên 33:18, 19) Todavia, esta compra foi uma transação pacífica, e não existe nenhum registro de qualquer batalha travada por Jacó em relação com esta terra. Ao passo que os filhos de Jacó, mais tarde, de fato lançaram um ataque selvagem contra o povo de Siquém, Jacó negou responsabilidade por tal ação naquela ocasião (Gên 34:30); e no seu leito de morte, amaldiçoou a ira de Simeão e de Levi, que tinha motivado tal ataque. (Gên 49:5-7) Assim, parece mais razoável compreender a promessa de Jacó como declaração profética, em que visualizou, pela fé, a conquista futura de Canaã como se já tivesse sido efetuada, Jacó ‘tomando a terra dos amorreus’ de forma indireta pela espada e pelo arco de seus descendentes.

Gên 49:1
A Profecia do Leito de Morte de Jacó. Quando Jacó disse a seus filhos: “Ajuntai-vos para que eu vos possa declarar o que vos acontecerá na parte final dos dias”, ou “nos dias vindouros” (BV), ele se referia ao tempo futuro em que suas palavras começariam a ter cumprimento. (Gên 49:1) Mais de dois séculos antes, Jeová declarara a Abrão (Abraão), avô de Jacó, que seus descendentes sofreriam aflição por 400 anos. (Gên 15:13) Por conseguinte, neste caso, o tempo futuro a que Jacó se referia como “parte final dos dias” só poderia começar depois de terminarem os 400 anos de aflição. (Para considerar os pormenores relativos ao capítulo 49 de Gênesis, veja os artigos sobre os filhos de Jacó, sob seus respectivos nomes.) Também se poderia esperar uma aplicação posterior da profecia, aplicação esta que envolveria o espiritual “Israel de Deus”. — Gál 6:16; Ro 9:6.

Gên 49:3, 4
Jacó dirigiu-se primeiro a Rubem, dizendo: “Rubem, tu és o meu primogênito, meu vigor e o princípio da minha faculdade de procriação, a excelência da dignidade e a excelência da força. Tendo impetuosidade leviana como as águas, não te sobressaias, pois subiste à cama de teu pai. Naquele tempo profanaste o meu leito conjugal. Subiu nele!” — Gên 49:3, 4.
Jacó recordou algo que desqualificava Rubem, o que influía em seus futuros privilégios. Rubem havia desonrado seu pai. Havia cometido imoralidade incestuosa com Bila, concubina de seu pai, serva de Raquel, a esposa amada de Jacó. Isto aconteceu pouco depois de Raquel morrer, ao dar à luz Benjamim. O relato bíblico não revela se Rubem, o primogênito, violou Bila, a serva, a fim de impedir que esta tomasse o lugar de Raquel nas afeições de Jacó, tornando-se assim mais favorecida do que Léia, a mãe de Rubem, ou se agiu por pura lascívia. O relato diz apenas: “E sucedeu, enquanto Israel residia naquela terra, que Rubem foi uma vez e se deitou com Bila, concubina de seu pai, e Israel soube disso.” (Gên 35:22) A Septuaginta grega acrescenta: “E isso pareceu mau aos seus olhos.” — Gên 35:21, LXX, Thomson.
Rubem não foi repudiado e expulso por causa disso. Foi muitos anos depois, ao abençoar seus filhos, que Jacó disse a Rubem, por inspiração divina: “Não te sobressaias.” Assim, Rubem foi despojado de privilégios que, de outra forma, teria como primogênito. Isto porque agira com “impetuosidade leviana como as águas”. Mostrara-se, quer instável como águas, quer turbulento e impetuoso como águas que rebentam uma represa ou que se precipitam num vale de torrente. Rubem devia ter exercido autodomínio. Devia ter mostrado o respeito dum filho pela dignidade do pai e pela honra dos dois filhos de Bila, concubina de seu pai.

Gên 49:8-12
Mais tarde, quando Jacó e toda a sua família se aproximavam do Egito, Jacó “enviou Judá na sua frente a José, para mandar informação na sua frente a Gósen”. — Gên 46:28.Superior Entre os Seus Irmãos. Por sua preocupação pelo pai idoso bem como por seu esforço nobre de preservar a liberdade de Benjamim às custas da sua própria, Judá mostrou-se superior entre os seus irmãos. (1Cr 5:2) Não era mais aquele Judá que na juventude participara no saque dos siquemitas e que tivera parte em fazer mal ao seu meio-irmão José, enganando depois seu próprio pai. Suas excelentes qualidades de liderança habilitaram Judá, como um dos cabeças das 12 tribos de Israel, a receber do seu moribundo pai uma bênção profética superior. (Gên 49:8-12) O cumprimento dela é considerado mais adiante.

Gên. 49:10
O Messias viria da tribo israelita de Judá. Quando estava para morrer, o patriarca Jacó abençoou seus filhos e predisse: “O cetro não se afastará de Judá, nem o bastão de comandante de entre os seus pés, até que venha Siló; e a ele pertencerá a obediência dos povos.” (Gên. 49:10) Muitos eruditos judaicos do passado associaram essas palavras ao Messias. Começando com o governo do Rei Davi, da tribo de Judá, o cetro (soberania régia) e o bastão de comandante (poder para comandar) permaneceram nessa tribo. “Siló” significa “aquele de quem é; aquele a quem pertence”. A linhagem real de Judá terminaria em “Siló”, como Herdeiro real permanente, visto que Deus disse a Zedequias, o último rei de Judá, que o governo seria dado a quem tinha o direito legal. (Eze. 21:26, 27) Depois de Zedequias, Jesus foi o único descendente de Davi a quem se prometeu um reinado. Antes de Jesus nascer, o anjo Gabriel disse a Maria: “Jeová Deus lhe dará o trono de Davi, seu pai, e ele reinará sobre a casa de Jacó para sempre, e não haverá fim do seu reino.” (Luc. 1:32, 33) Siló com certeza é Jesus Cristo, que era descendente de Judá e de Davi. — Mat. 1:1-3, 6; Luc. 3:23, 31-34.

Gênesis 49:19
5 Como a tribo de Gade lidaria com essa pressão implacável? Séculos antes, seu antepassado Jacó profetizou no leito de morte: “Quanto a Gade, uma guerrilha o acometerá, mas ele acometerá a retaguarda.” (Gênesis 49:19) À primeira vista, essas palavras parecem ser desanimadoras. Na realidade, porém, eram uma ordem para os gaditas contra-atacarem. Jacó garantiu-lhes que, se fizessem isso, os invasores retrocederiam humilhados, com os gaditas perseguindo a retaguarda deles.

Gênesis 49:19
5 Como a tribo de Gade lidaria com essa pressão implacável? Séculos antes, seu antepassado Jacó profetizou no leito de morte: “Quanto a Gade, uma guerrilha o acometerá, mas ele acometerá a retaguarda.” (Gênesis 49:19) À primeira vista, essas palavras parecem ser desanimadoras. Na realidade, porém, eram uma ordem para os gaditas contra-atacarem. Jacó garantiu-lhes que, se fizessem isso, os invasores retrocederiam humilhados, com os gaditas perseguindo a retaguarda deles.

Gênesis 49:21
Profecias inspiradas haviam sugerido que o Messias falaria com ‘encanto sobre os lábios’, usando “palavras de elegância”. (Salmo 45:2; Gênesis 49:21) Jesus cumpriu essas profecias por manter a sua mensagem interessante e vívida, usando “palavras cativantes” ao ensinar as verdades que ele tanto amava. (Lucas 4:22) Sem dúvida, esse entusiasmo se expressava no seu rosto, e seus olhos brilhavam em vista do vivo interesse que tinha no assunto. Que prazer deve ter dado escutá-lo, e que modelo excelente para seguirmos quando falamos a outros sobre o que aprendemos!

Gên 49:24, 25
José, provindo de Jeová Deus, tinha a ajuda Dele. Estava com o Todo-poderoso no sentido de que estava do lado de Jeová, e, por isso, era beneficiário da Sua bênção. — Gên 49:24, 25.
As tribos descendentes de José por meio de Efraim e Manassés também receberiam a bênção de Jeová. Jacó disse: “[O Todo-poderoso] te abençoará com as bênçãos dos céus acima, com as bênçãos da água de profundeza jazendo embaixo, com as bênçãos dos peitos e da madre.” (Gên 49:25) Isto garantia aos descendentes de José os necessários suprimentos de água do céu e do subsolo, bem como uma grande população. — Veja De 33:13-16; Jos 17:14-18.

Gênesis 50:2
Pouco antes da sua morte, o fiel patriarca Jacó fez este último pedido: “Enterrai-me com os meus pais na caverna que está no campo de Efrom, o hitita, na caverna que está no campo de Macpela, que está defronte de Manre, na terra de Canaã.” — Gênesis 49:29-31.
JOSÉ honrou o pedido de seu pai por se aproveitar de um costume prevalecente na época no Egito. Mandou “aos seus servos, os médicos, que embalsamassem seu pai”. Segundo o relato encontrado no capítulo 50 de Gênesis, os médicos levaram os costumeiros 40 dias para preparar o corpo. O embalsamamento de Jacó permitiu que a grande caravana de familiares e dignitários egípcios viajasse lentamente os cerca de 400 quilômetros para levar os restos mortais de Jacó a Hébron, para o enterro. — Gênesis 50:1-14.
Jacó foi embalsamado por pessoas que não compartilhavam as suas crenças religiosas. Todavia, é improvável que, quando José entregou o corpo de seu pai aos médicos, ele tenha solicitado as orações e o ritual que possivelmente acompanhavam o embalsamamento feito no Egito naquela época. Tanto Jacó como José eram homens de fé. (Hebreus 11:21, 22) Embora aparentemente não fosse ordenada por Jeová, não se fala nas Escrituras com desaprovação da preservação dos restos mortais de Jacó. O embalsamamento de Jacó não se destinava a ser um precedente para a nação de Israel ou para a congregação cristã. Na realidade, não há instruções específicas sobre o assunto na Palavra de Deus. Depois de o próprio José ter sido embalsamado no Egito, não há nenhuma menção bíblica adicional desta prática. — Gênesis 50:26.

Gênesis 50:25
Influência sobre os irmãos na fé
10 Os idosos podem também ser uma boa influência sobre seus irmãos na fé. Na sua velhice, José, filho de Jacó, realizou um simples ato de fé que teve um profundo efeito em milhões de verdadeiros adoradores que viveram depois dele. José tinha 110 anos quando “deu mandado [uma ordem] a respeito dos seus ossos”, a saber, que os israelitas levassem os ossos dele quando finalmente saíssem do Egito. (Hebreus 11:22; Gênesis 50:25) Essa ordem foi mais um raio de esperança para Israel durante os muitos anos de dura escravidão que se seguiram depois da morte de José, dando-lhes a certeza de que a libertação deles viria.

Gênesis 49:10
— Qual é o significado do “cetro” e do “bastão de comandante”? O cetro é usado por um governante como símbolo de autoridade real. O bastão de comandante é comprido e indica poder de comando. O fato de Jacó se referir a esses objetos indicava que a tribo de Judá exerceria poder e autoridade significativos até o aparecimento de Siló. Esse descendente de Judá é Jesus Cristo, a quem Jeová concedeu domínio celestial. Cristo tem autoridade real e poder para comandar. — Salmo 2:8, 9; Isaías 55:4; Daniel 7:13, 14.

Referências obtidos a partir de Biblioteca On-Line da Torre de Vigia

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