PROVÉRBIOS 7-11 | Tesouros da Palavra de Deus: semana de 10-16 de outubro

TEXTOS BÍBLICOS E REFERÊNCIAS: TESOUROS DA PALAVRA DE DEUS | PROVÉRBIOS 7-11

“NÃO DEIXE O SEU CORAÇÃO SE DESVIAR”: (10 MIN)

Os conselhos que Jeová nos dá podem nos proteger. Mas, para isso, precisamos dar valor a esses conselhos. Eles precisam estar no nosso coração. (Pr 7:3) Às vezes, um servo de Jeová pode deixar seu coração se desviar. Assim, ele se torna um alvo fácil de Satanás. Provérbios, capítulo 7, fala de um jovem que foi enganado pelo seu próprio coração. Que lição tiramos dos erros desse jovem?
Visão
Pr 7:10
Tato
Pr 7:13
Paladar
Pr 7:14
Olfato
Pr 7:17
Audição
Pr 7:21
• Satanás quer nos afastar de Jeová; para isso, ele usa os cinco sentidos do corpo humano para nos levar a pecar
• A sabedoria e o entendimento vão nos ajudar a pensar nas consequências das nossas ações e a evitar situações que podem nos levar a cair

Pr 7:6-12 — Quem não tem bom senso corre o risco de se prejudicar em sentido espiritual. (w00 15/11 pág. 29 par. 4–pág. 30 par. 2)

• Tradução do Novo Mundo Provérbios 7:6-12
6 Da janela da minha casa,
Olhei para baixo através da treliça
7 E, ao observar os ingênuos,
Vi entre os jovens um rapaz que não tinha bom senso.
8 Ele passou pela rua perto da esquina dela
E foi em direção à casa dela
9 No cair da tarde, quando estava anoitecendo,
Ao se aproximar a noite e a escuridão.
10 Então vi uma mulher se encontrar com ele,
Vestida como prostituta, com astúcia no coração.
11 Ela é escandalosa e insolente.
Ela nunca fica em casa.
12 Ora está na rua, ora está nas praças;
Fica de emboscada perto de cada esquina.
• A Sentinela (2000) “Guarda os meus mandamentos e continua vivendo”
essas regras junto com o ensino bíblico que recebem dos pais. Deveras, é preciso tratar tais instruções como ‘a menina dos seus olhos’ e cumpri-las com o máximo cuidado. Essa é a maneira de evitar o efeito mortífero de desconsiderar as normas de Jeová para ‘continuar vivendo’.
“Ata [os meus mandamentos] aos teus dedos”, continuou Salomão,“e escreve-os sobre a tábua do teu coração”. (Provérbios 7:3) Assim como os dedos estão sempre à vista dos nossos olhos e são vitais para o que queremos fazer, as lições aprendidas na educação bíblica, ou por se obter conhecimento da Bíblia, devem servir constantemente de lembrete e guia em tudo o que fazemos. Devemos inscrevê-las na tábua de nosso coração, tornando-as parte da nossa natureza.
Não se esquecendo da importância da sabedoria e da compreensão, o rei exortou: “Dize à sabedoria: ‘Tu és minha irmã’; e que chames a própria compreensão de ‘parenta’.” (Provérbios 7:4) A sabedoria é a faculdade de se usar corretamente o conhecimento dado por Deus. Devemos gostar da sabedoria assim como a uma irmã muito querida. O que é compreensão? É a capacidade de perscrutar um assunto e entender o significado dele por discernir o relacionamento entre as suas partes e o todo. Devemos nos manter achegados à compreensão, como a um amigo íntimo.
Por que devemos nos apegar ao treinamento bíblico e cultivar um achego à sabedoria e à compreensão? Para “guardar [-nos] da mulher estranha, da estrangeira que amaciou as suas próprias declarações”. (Provérbios 7:5) Sim, porque fazermos isso nos protegerá contra os modos suaves e persuasivos dum estranho ou estrangeiro — de alguém imoral.
Um jovem encontra uma ‘mulher ardilosa’
O rei de Israel descreveu a seguir uma cena que ele tinha observado: “Da janela da minha casa, pela minha gelosia, olhei para baixo, para espreitar os inexperientes. Fiquei interessado em discernir entre os filhos um moço falto de coração, passando pela rua perto da esquina dela e marchando no caminho da casa dela, no crepúsculo, à noitinha do dia, ao se aproximar a noite e as trevas.” — Provérbios 7:6-9.
A janela pela qual Salomão olhou tinha uma gelosia — pelo visto, uma grade de ripas, talvez com entalhes elaborados. Ao anoitecer, a escuridão tomou conta das ruas. Ele observou um jovem especialmente vulnerável. Não tendo discernimento ou bom senso, era falto de coração. Provavelmente sabia em que tipo de vizinhança tinha entrado e o que lhe podia acontecer ali. O jovem se aproximou “da esquina dela”, no caminho para a casa dela. Quem era ela? O que é que pretendia?
O rei observador prosseguiu: “Eis que vinha ao seu encontro uma mulher em traje de prostituta e ardilosa de coração. Ela é turbulenta e obstinada. Seus pés não ficam residindo na sua casa. Ora está portas afora, ora está nas praças públicas, e perto de cada esquina ela fica de emboscada.” — Provérbios 7:10-12.
A maneira de essa mulher se vestir revelava muito sobre ela. (Gênesis 38:14, 15) Vestia-se de modo imodesto, como prostituta. Além disso, era ardilosa de coração — com a mente “cheia de malícia” e com intenção “astuta”. (A Bíblia na Linguagem de Hoje; Almeida, revista e atualizada) Ela era turbulenta e obstinada, faladeira e teimosa, extrovertida e voluntariosa, atrevida e provocante. Em vez de ficar em casa, ela preferia freqüentar os lugares públicos, estando de emboscada nas esquinas das ruas para apanhar sua vítima. Estava à espera de alguém como aquele jovem.
Uma ‘abundância de persuasão’
O jovem encontrou assim uma mulher imoral de intenção astuta. Como isso deve ter atraído a atenção de Salomão! Ele relatou: “Ela o segurou e deu-lhe um beijo. Fez a sua face atrevida e começa a dizer-lhe: ‘Cabia-me oferecer sacrifícios de participação em comum. Hoje paguei os meus votos. Por isso saí, vindo ao teu encontro, à procura da tua face, para achar-te.’ ” — Provérbios 7:13-15.
Os lábios dessa mulher eram suaves. Ela tinha uma expressão atrevida e falava de modo confiante. Tudo o que dizia era bem calculado para seduzir o jovem. Por dizer que naquele mesmo dia ela havia oferecido sacrifícios de participação em comum e pago os seus votos, dava-se uma aparência de justiça, insinuando que não lhe faltava espiritualidade. Os sacrifícios de participação em comum oferecidos no templo em Jerusalém consistiam em carne, farinha, azeite e vinho. (Levítico 19:5, 6; 22:21; Números 15:8-10) Visto que o ofertante podia tomar para si e sua família parte do sacrifício de participação em comum, ela sugeriu assim que na sua casa havia bastante para comer e beber. A insinuação era clara: O moço se divertiria ali. Ela saíra da sua casa especificamente à procura dele. Quão comovente isso era — se alguém pudesse engolir tal história. “É verdade que ela estava à procura de alguém”, diz um erudito bíblico, “mas será que ela veio à procura de apenas este sujeito específico? Apenas um tolo — talvez este — acreditaria nela”.
Além de se tornar atraente pelo aspecto da sua vestimenta, pelo som das suas palavras lisonjeiras, pelo seu abraço e pelo sabor dos seus lábios, a sedutora recorria ao olfato. Ela disse: “Arrumei o meu divã com colchas, com coisas multicolores, linho do Egito. Borrifei minha cama com mirra, aloés e canela.” (Provérbios 7:16, 17) Preparou esteticamente sua cama com linho colorido do Egito e perfumou-a com fragrâncias seletas de mirra, aloés e canela.
“Vem deveras, bebamos fartamente do amor até à manhã”, continuou, “regalemo-nos deveras mutuamente com expressões de amor”. O convite era muito mais do que apenas para um jantar agradável a dois. Ela oferecia intimidade sexual. Para o jovem, o convite prometia aventura e emoção! Como induzimento adicional, ela acrescentou: “Pois o esposo não está na sua casa; foi viajar num caminho de certa distância. Tomou na mão uma bolsa de dinheiro. Chegará à sua casa no dia da lua cheia.” (Provérbios 7:18-20) Não haveria perigo algum, assegurava-lhe ela, porque o marido estava numa viagem de negócios e não devia voltar por algum tempo. Como era talentosa em lograr uma pessoa jovem! “Ela o desencaminhou com a abundância da sua persuasão. Seduziu-o com a maciez dos seus lábios.” (Provérbios 7:21) Precisaria de um homem do calibre de José para resistir a um engodo tão atraente. (Gênesis 39:9, 12) Era esse jovem capaz de resistir?

Pr 7:13-23 — Decisões erradas podem causar uma tragédia na vida da pessoa. (w00 15/11 pág. 30 par. 3–pág. 31 par. 2)

• Tradução do Novo Mundo Provérbios 7:13-23
13 Ela o agarra e lhe dá um beijo;
Com um olhar atrevido, diz a ele:
14 “Eu tinha de oferecer sacrifícios de participação em comum;
Hoje cumpri os meus votos.
15 Por isso saí para encontrá-lo,
Para procurar por você, e o achei!
16 Arrumei a minha cama com colchas finas,
De linho colorido do Egito.
17 Borrifei a minha cama com mirra, aloés e canela.
18 Venha, vamos nos embriagar de amor até o amanhecer;
Vamos desfrutar juntos das delícias do amor,
19 Pois o meu marido não está em casa;
Ele viajou para um lugar distante.
20 Levou uma bolsa de dinheiro
E não voltará antes do dia da lua cheia.”
21 Ela o engana com grande persuasão.
Ela o seduz com sua conversa suave.
22 Num instante ele vai atrás dela, como um touro levado ao abate,
Como um tolo que vai ser punido no tronco,
23 Até que uma flecha lhe atravessa o fígado.
Assim como um pássaro que voa para a armadilha, ele não sabe que isso lhe custará a vida.
• A Sentinela (2000) “Guarda os meus mandamentos e continua vivendo”
dela”, no caminho para a casa dela. Quem era ela? O que é que pretendia?
O rei observador prosseguiu: “Eis que vinha ao seu encontro uma mulher em traje de prostituta e ardilosa de coração. Ela é turbulenta e obstinada. Seus pés não ficam residindo na sua casa. Ora está portas afora, ora está nas praças públicas, e perto de cada esquina ela fica de emboscada.” — Provérbios 7:10-12.
A maneira de essa mulher se vestir revelava muito sobre ela. (Gênesis 38:14, 15) Vestia-se de modo imodesto, como prostituta. Além disso, era ardilosa de coração — com a mente “cheia de malícia” e com intenção “astuta”. (A Bíblia na Linguagem de Hoje; Almeida, revista e atualizada) Ela era turbulenta e obstinada, faladeira e teimosa, extrovertida e voluntariosa, atrevida e provocante. Em vez de ficar em casa, ela preferia freqüentar os lugares públicos, estando de emboscada nas esquinas das ruas para apanhar sua vítima. Estava à espera de alguém como aquele jovem.
Uma ‘abundância de persuasão’
O jovem encontrou assim uma mulher imoral de intenção astuta. Como isso deve ter atraído a atenção de Salomão! Ele relatou: “Ela o segurou e deu-lhe um beijo. Fez a sua face atrevida e começa a dizer-lhe: ‘Cabia-me oferecer sacrifícios de participação em comum. Hoje paguei os meus votos. Por isso saí, vindo ao teu encontro, à procura da tua face, para achar-te.’ ” — Provérbios 7:13-15.
Os lábios dessa mulher eram suaves. Ela tinha uma expressão atrevida e falava de modo confiante. Tudo o que dizia era bem calculado para seduzir o jovem. Por dizer que naquele mesmo dia ela havia oferecido sacrifícios de participação em comum e pago os seus votos, dava-se uma aparência de justiça, insinuando que não lhe faltava espiritualidade. Os sacrifícios de participação em comum oferecidos no templo em Jerusalém consistiam em carne, farinha, azeite e vinho. (Levítico 19:5, 6; 22:21; Números 15:8-10) Visto que o ofertante podia tomar para si e sua família parte do sacrifício de participação em comum, ela sugeriu assim que na sua casa havia bastante para comer e beber. A insinuação era clara: O moço se divertiria ali. Ela saíra da sua casa especificamente à procura dele. Quão comovente isso era — se alguém pudesse engolir tal história. “É verdade que ela estava à procura de alguém”, diz um erudito bíblico, “mas será que ela veio à procura de apenas este sujeito específico? Apenas um tolo — talvez este — acreditaria nela”.
Além de se tornar atraente pelo aspecto da sua vestimenta, pelo som das suas palavras lisonjeiras, pelo seu abraço e pelo sabor dos seus lábios, a sedutora recorria ao olfato. Ela disse: “Arrumei o meu divã com colchas, com coisas multicolores, linho do Egito. Borrifei minha cama com mirra, aloés e canela.” (Provérbios 7:16, 17) Preparou esteticamente sua cama com linho colorido do Egito e perfumou-a com fragrâncias seletas de mirra, aloés e canela.
“Vem deveras, bebamos fartamente do amor até à manhã”, continuou, “regalemo-nos deveras mutuamente com expressões de amor”. O convite era muito mais do que apenas para um jantar agradável a dois. Ela oferecia intimidade sexual. Para o jovem, o convite prometia aventura e emoção! Como induzimento adicional, ela acrescentou: “Pois o esposo não está na sua casa; foi viajar num caminho de certa distância. Tomou na mão uma bolsa de dinheiro. Chegará à sua casa no dia da lua cheia.” (Provérbios 7:18-20) Não haveria perigo algum, assegurava-lhe ela, porque o marido estava numa viagem de negócios e não devia voltar por algum tempo. Como era talentosa em lograr uma pessoa jovem! “Ela o desencaminhou com a abundância da sua persuasão. Seduziu-o com a maciez dos seus lábios.” (Provérbios 7:21) Precisaria de um homem do calibre de José para resistir a um engodo tão atraente. (Gênesis 39:9, 12) Era esse jovem capaz de resistir?
‘Igual ao touro que vai ao abate’
“De repente ele vai atrás dela”, relatou Salomão, “igual ao touro que chega ao abate, e como que agrilhoado para a disciplina do tolo, até que uma flecha lhe fende o fígado, assim como o pássaro se apressa para a armadilha, e ele não sabia que envolvia a sua própria alma”. — Provérbios 7:22, 23.
O convite mostrou ser irresistível para o jovem. Jogando para o alto todo o bom senso, foi atrás dela ‘igual ao touro que vai ao abate’. Assim como um homem agrilhoado não pode escapar da punição, assim o jovem foi induzido ao pecado. Ele só notou o perigo de tudo isso depois de ‘uma flecha lhe fender o fígado’, quer dizer, até receber um ferimento que lhe podia causar a morte. A morte podia ser física, por se ter exposto a mortíferas doenças sexualmente transmissíveis. A ferida também podia causar sua morte espiritual; ‘a sua própria alma estava envolvida’. Todo o seu ser e sua vida ficaram seriamente afetados, e ele pecou gravemente contra Deus. Avançou assim para as garras da morte, como um pássaro para a armadilha!
“Não vagueies pelas suas sendas”
Aprendendo uma lição do que acabava de ver, o sábio rei exortou: “E agora, ó filhos, escutai-me e prestai atenção às declarações de minha boca. Não se desencaminhe teu coração para os seus caminhos. Não vagueies pelas suas sendas. Porque muitos são os que ela fez cair mortos e são numerosos todos os que ela matou. Sua casa são os caminhos para o Seol; descem para os quartos interiores da morte.” — Provérbios 7:24-27.
É evidente que o conselho de Salomão era o de desviar-se dos caminhos mortíferos de alguém imoral e assim ‘continuar vivendo’. (Provérbios 7:2) Quão oportuno é esse conselho para os nossos dias! Certamente é necessário evitar os lugares freqüentados por aqueles que estão à espera para apanhar uma presa. Por que devia você se expor às táticas deles por freqüentar tais lugares? Deveras, por que devia você ser “falto de coração” e andar nos caminhos de alguém ‘estrangeiro’?
A “mulher estranha”, vista pelo rei, engodou o jovem com um convite para ‘se regalarem mutuamente com expressões de amor’. Não foram muitos jovens — especialmente moças — explorados de modo similar? Mas considere o seguinte: Quando alguém procura envolvê-lo em conduta sexual ilícita, é isso verdadeiro amor ou lascívia egoísta? Por que é que um homem que realmente ama uma mulher a pressionaria a violar sua consciência cristã treinada? “Não se desencaminhe teu coração” assim, admoestou Salomão.
As palavras de um sedutor usualmente são suaves e bem calculadas. Usarmos de sabedoria e de compreensão nos ajudará a perceber o que está por trás delas. Seremos protegidos por nunca nos esquecermos dos mandamentos de Jeová. Portanto, esforcemo-nos sempre a ‘guardar os mandamentos de Deus e a continuar vivendo’ para sempre. — 1 João 2:17.

Pr 7:4, 5, 24-27 — A sabedoria e o entendimento podem nos proteger. (w00 15/11 pág. 29 pars. 2, 3 e pág. 31 pars. 3-6)

• Tradução do Novo Mundo Provérbios 7:4, 5
4 Diga à sabedoria: “Você é minha irmã”,
E chame o entendimento de “meu parente”,
5 Para que o protejam da mulher devassa,
Da mulher imoral e de suas palavras macias.
• Tradução do Novo Mundo Provérbios 7:24-27
24 Agora, meus filhos, escutem-me;
Prestem atenção ao que eu digo.
25 Não deixe o seu coração se desviar para os caminhos dela.
Não se afaste para as suas veredas,
26 Pois ela já tirou a vida de muitos,
E os que ela matou são numerosos.
27 Sua casa leva à Sepultura,
Desce aos aposentos da morte.
• A Sentinela (2000) “Guarda os meus mandamentos e continua vivendo”
essas regras junto com o ensino bíblico que recebem dos pais. Deveras, é preciso tratar tais instruções como ‘a menina dos seus olhos’ e cumpri-las com o máximo cuidado. Essa é a maneira de evitar o efeito mortífero de desconsiderar as normas de Jeová para ‘continuar vivendo’.
“Ata [os meus mandamentos] aos teus dedos”, continuou Salomão,“e escreve-os sobre a tábua do teu coração”. (Provérbios 7:3) Assim como os dedos estão sempre à vista dos nossos olhos e são vitais para o que queremos fazer, as lições aprendidas na educação bíblica, ou por se obter conhecimento da Bíblia, devem servir constantemente de lembrete e guia em tudo o que fazemos. Devemos inscrevê-las na tábua de nosso coração, tornando-as parte da nossa natureza.
Não se esquecendo da importância da sabedoria e da compreensão, o rei exortou: “Dize à sabedoria: ‘Tu és minha irmã’; e que chames a própria compreensão de ‘parenta’.” (Provérbios 7:4) A sabedoria é a faculdade de se usar corretamente o conhecimento dado por Deus. Devemos gostar da sabedoria assim como a uma irmã muito querida. O que é compreensão? É a capacidade de perscrutar um assunto e entender o significado dele por discernir o relacionamento entre as suas partes e o todo. Devemos nos manter achegados à compreensão, como a um amigo íntimo.
Por que devemos nos apegar ao treinamento bíblico e cultivar um achego à sabedoria e à compreensão? Para “guardar [-nos] da mulher estranha, da estrangeira que amaciou as suas próprias declarações”. (Provérbios 7:5) Sim, porque fazermos isso nos protegerá contra os modos suaves e persuasivos dum estranho ou estrangeiro — de alguém imoral.
Um jovem encontra uma ‘mulher ardilosa’
O rei de Israel descreveu a seguir uma cena que ele tinha observado: “Da janela da minha casa, pela minha gelosia, olhei para baixo, para espreitar os inexperientes. Fiquei interessado em discernir entre os filhos um moço falto de coração, passando pela rua perto da esquina dela e marchando no caminho da casa dela, no crepúsculo, à noitinha do dia, ao se aproximar a noite e as trevas.” — Provérbios 7:6-9.
A janela pela qual Salomão olhou tinha uma gelosia — pelo visto, uma grade de ripas, talvez com entalhes elaborados. Ao anoitecer, a escuridão tomou conta das ruas. Ele observou um jovem especialmente vulnerável. Não tendo discernimento ou bom senso, era falto de coração. Provavelmente sabia em que tipo de vizinhança tinha entrado e o que lhe podia acontecer ali. O jovem se aproximou “da esquina
• A Sentinela (2000) “Guarda os meus mandamentos e continua vivendo”
‘Igual ao touro que vai ao abate’
“De repente ele vai atrás dela”, relatou Salomão, “igual ao touro que chega ao abate, e como que agrilhoado para a disciplina do tolo, até que uma flecha lhe fende o fígado, assim como o pássaro se apressa para a armadilha, e ele não sabia que envolvia a sua própria alma”. — Provérbios 7:22, 23.
O convite mostrou ser irresistível para o jovem. Jogando para o alto todo o bom senso, foi atrás dela ‘igual ao touro que vai ao abate’. Assim como um homem agrilhoado não pode escapar da punição, assim o jovem foi induzido ao pecado. Ele só notou o perigo de tudo isso depois de ‘uma flecha lhe fender o fígado’, quer dizer, até receber um ferimento que lhe podia causar a morte. A morte podia ser física, por se ter exposto a mortíferas doenças sexualmente transmissíveis. A ferida também podia causar sua morte espiritual; ‘a sua própria alma estava envolvida’. Todo o seu ser e sua vida ficaram seriamente afetados, e ele pecou gravemente contra Deus. Avançou assim para as garras da morte, como um pássaro para a armadilha!
“Não vagueies pelas suas sendas”
Aprendendo uma lição do que acabava de ver, o sábio rei exortou: “E agora, ó filhos, escutai-me e prestai atenção às declarações de minha boca. Não se desencaminhe teu coração para os seus caminhos. Não vagueies pelas suas sendas. Porque muitos são os que ela fez cair mortos e são numerosos todos os que ela matou. Sua casa são os caminhos para o Seol; descem para os quartos interiores da morte.” — Provérbios 7:24-27.
É evidente que o conselho de Salomão era o de desviar-se dos caminhos mortíferos de alguém imoral e assim ‘continuar vivendo’. (Provérbios 7:2) Quão oportuno é esse conselho para os nossos dias! Certamente é necessário evitar os lugares freqüentados por aqueles que estão à espera para apanhar uma presa. Por que devia você se expor às táticas deles por freqüentar tais lugares? Deveras, por que devia você ser “falto de coração” e andar nos caminhos de alguém ‘estrangeiro’?
A “mulher estranha”, vista pelo rei, engodou o jovem com um convite para ‘se regalarem mutuamente com expressões de amor’. Não foram muitos jovens — especialmente moças — explorados de modo similar? Mas considere o seguinte: Quando alguém procura envolvê-lo em conduta sexual ilícita, é isso verdadeiro amor ou lascívia egoísta? Por que é que um homem que realmente ama uma mulher a pressionaria a violar sua consciência cristã treinada? “Não se desencaminhe teu coração” assim, admoestou Salomão.
As palavras de um sedutor usualmente são suaves e bem calculadas. Usarmos de sabedoria e de compreensão nos ajudará a perceber o que está por trás delas. Seremos protegidos por nunca nos esquecermos dos mandamentos de Jeová. Portanto, esforcemo-nos sempre a ‘guardar os mandamentos de Deus e a continuar vivendo’ para sempre. — 1 João 2:17.

ENCONTRE JOIAS ESPIRITUAIS: (8 MIN)

Pr 9:7-9 — O que nossa reação a um conselho revela sobre nós? (w01 15/5 pág. 29 par. 3–pág. 30 par. 2)

• Tradução do Novo Mundo Provérbios 9:7-9
7 Quem corrige o zombador procura desonra,
E quem repreende aquele que é mau prejudica a si mesmo.
8 Não repreenda o zombador, senão ele o odiará.
Repreenda o sábio, e ele o amará.
9 Dê instrução ao sábio, e ele se tornará mais sábio.
Ensine o justo, e ele aumentará em conhecimento.
• A Sentinela (2001) ‘Pela sabedoria, nossos dias se tornarão muitos’
de pessoas. Todos são convidados — os ‘faltos de coração’, ou os que não têm entendimento, bem como os inexperientes. (Provérbios 9:4) E faz-se-lhes uma promessa de vida. A sabedoria contida na Palavra de Deus, inclusive no livro de Provérbios, certamente está disponível a todos. Hoje em dia, como mensageiros da verdadeira sabedoria, as Testemunhas de Jeová se atarefam em convidar pessoas, onde quer que estejam, a estudar a Bíblia. Assimilar este conhecimento, deveras, pode resultar em vida eterna. — João 17:3.
Os cristãos precisam aceitar humildemente a disciplina da sabedoria. Isto se aplica especialmente aos jovens e aos que recentemente começaram a aprender sobre Jeová. Por causa da experiência limitada sobre os caminhos de Deus, talvez sejam ‘faltos de coração’. Não é que todas as suas motivações sejam erradas, mas requer tempo e esforço para harmonizar o coração com o que realmente agrada a Jeová Deus. Isto requer harmonizar os pensamentos, os desejos, os gostos e os objetivos com o que Deus aprova. Como é vital que criem um ‘anseio pelo leite não adulterado pertencente à palavra’. — 1 Pedro 2:2.
Deveras, não devemos todos nós ir além da “doutrina primária”? Nós certamente temos de criar interesse nas “coisas profundas de Deus” e ser nutridos pelo alimento sólido que é para as pessoas maduras. (Hebreus 5:12-6:1; 1 Coríntios 2:10) “O escravo fiel e discreto”, supervisionado diretamente por Jesus Cristo, fornece diligentemente a todos o alimento espiritual oportuno. (Mateus 24:45-47) Deleitemo-nos à mesa da sabedoria por estudar diligentemente a Palavra de Deus e as publicações bíblicas fornecidas pela classe do escravo.
“Não repreendas ao zombador”
Os ensinos da sabedoria também incluem correção e repreensão. Este aspecto da sabedoria não é bem-aceito por todos. Por isso, o encerramento da primeira parte do livro de Provérbios contém a advertência: “Quem corrige ao zombador toma para si desonra, e quem dá repreensão a um iníquo — defeito nele. Não repreendas ao zombador, para que não te odeie.” — Provérbios 9:7, 8a.
O zombador cria ressentimento e ódio ao que procura endireitar-lhe o caminho. O iníquo tem falta de apreço pelo valor da repreensão. Como é imprudente tentar ensinar a bela verdade da Palavra de Deus a alguém que odeia a verdade ou que simplesmente procura zombar dela! Quando o apóstolo Paulo estava pregando em Antioquia, ele encontrou um grupo de judeus que não amavam a verdade. Eles procuravam envolvê-lo numa discussão por contradizê-lo de forma blasfema, mas Paulo declarou simplesmente: “Visto que a repelis [a palavra de Deus] e não vos julgais dignos da vida eterna, eis que nos voltamos para as nações.” — Atos 13:45, 46.
No nosso empenho de contatar os sinceros com as boas novas do Reino, devemos ter cuidado para não nos envolver em debates e discussões com zombadores. Cristo Jesus ensinou aos seus discípulos: “Ao entrardes na casa, cumprimentai a família; e, se a casa for merecedora, venha sobre ela a paz que lhe desejais; mas, se ela não for merecedora, volte a vós a vossa paz. Onde quer que alguém não vos acolher ou não escutar as vossas palavras, ao sairdes daquela casa ou daquela cidade, sacudi o pó dos vossos pés.” — Mateus 10:12-14.
A reação de alguém sábio à repreensão é contrária à do zombador. Salomão declarou: “Dá repreensão ao sábio e ele te amará. Dá ao sábio e ele se tornará ainda mais sábio.” (Provérbios 9:8b, 9a) Quem é sábio sabe que “nenhuma disciplina parece no momento ser motivo de alegria, mas sim de pesar; no entanto, depois dá fruto pacífico, a saber, a justiça, aos que têm sido treinados por ela”. (Hebreus 12:11) Embora o conselho possa parecer penoso, por que deveríamos retaliar ou ficar na defensiva quando a aceitação dele nos tornará mais sábios?
“Transmite conhecimento a alguém justo e ele aumentará em erudição”, prossegue o sábio rei. (Provérbios 9:9b) Ninguém é sábio demais ou velho demais para aprender. Que prazer dá ver os que já estão em idade avançada aceitar a verdade e se dedicar a Jeová! Que nós também nos esforcemos a preservar o desejo de aprender e manter a mente ativa.
“Acrescentar-se-ão anos à tua vida”
Salientando o ponto principal do assunto em consideração, Salomão inclui o pré-requisito essencial para se ter sabedoria. Escreve: “O temor de Jeová é o início da sabedoria, e o conhecimento do Santíssimo é o que é entendimento.” (Provérbios 9:10) Não pode haver sabedoria piedosa sem uma profunda reverência pelo verdadeiro Deus. Alguém pode ter a mente cheia de conhecimento, mas se lhe faltar o temor a Jeová, deixará de usar este conhecimento de modo que honre o Criador. Pode até mesmo tirar conclusões erradas de fatos conhecidos, fazendo o papel de tolo. Além disso, o conhecimento de Jeová, o Santíssimo, é essencial para se obter entendimento, que é uma característica notável da sabedoria.
Que frutos produz a sabedoria? (Provérbios 8:12-21, 35) O rei de Israel diz: “Por meio de mim, teus dias se tornarão muitos e acrescentar-se-ão anos à tua vida.” (Provérbios 9:11) Longos dias e anos de vida são o resultado de se associar com a sabedoria. Deveras, “a própria sabedoria preserva vivos os que a possuem”. — Eclesiastes 7:12.
Fazermos esforços para obter sabedoria é nossa responsabilidade. Enfatizando isso, Salomão declara: “Se te tornaste sábio, tornaste-te sábio em teu próprio benefício; e se tiveres zombado, tu, somente tu, o suportarás.” (Provérbios 9:12) O sábio é sábio em seu próprio benefício, e é ao próprio zombador que cabe a culpa pelo seu próprio sofrimento. Deveras, ceifamos o que semeamos. Portanto, ‘prestemos atenção à sabedoria’. — Provérbios 2:2.
“A mulher estúpida é turbulenta”
Em contraste, Salomão diz a seguir: “A mulher estúpida é turbulenta. Ela é a própria simploriedade e não veio a saber coisa alguma. E ela se assentou à entrada da sua casa, num assento, nos lugares altos da vila, para chamar os que passam pelo caminho, os que seguem diretamente adiante nas suas veredas: ‘Quem for inexperiente, desvie-se para cá.’ ” — Provérbios 9:13-16a.
A estupidez é retratada como mulher barulhenta, indisciplinada e ignorante. Ela também construiu uma casa. E assumiu a tarefa de chamar a quem for inexperiente. De modo que os transeuntes têm uma escolha. Aceitarão o convite da sabedoria ou o da estupidez?
“Águas furtadas são doces”
Tanto a sabedoria como a estupidez convidam os que ouvem a ‘se desviar para cá’. No entanto, os atrativos são diferentes. A sabedoria convida as pessoas a um banquete de vinho, carne e pão. O que é oferecido pela estupidez nos lembra os modos duma mulher imoral. Salomão diz: “Quem for falto de coração — ela também lhe disse: ‘As próprias águas furtadas são doces, e pão comido às escondidas — é agradável.’” — Provérbios 9:16b, 17.

Pr 10:22 — Que bênçãos de Jeová nós temos hoje? (w06 15/5 págs. 26-30 pars. 3-16)

• Tradução do Novo Mundo Provérbios 10:22
22 É a bênção de Jeová que enriquece,
E ele não acrescenta a ela nenhuma dor.
• A Sentinela (2006) As alegrias de andar em integridade
3. Em que focalizaremos a nossa atenção neste artigo?
3 “A bênção de Jeová — esta é o que enriquece, e ele não lhe acrescenta dor alguma”, diz Provérbios 10:22. Não concorda que a próspera condição espiritual dos atuais servos de Jeová é uma bênção que nos alegra? Vejamos alguns aspectos de nossa prosperidade espiritual e o que significam para nós individualmente. Tirar tempo para refletir sobre os atos de bondade de Jeová para com ‘o justo que anda na sua integridade’ sem dúvida fortalecerá a nossa decisão de continuar servindo alegremente ao nosso Pai celestial. — Provérbios 20:7.
‘Bênçãos que nos enriquecem’
4, 5. De que ensino bíblico você gosta em especial, e por quê?
4 Conhecimento exato dos ensinos bíblicos. As religiões da cristandade em geral afirmam crer na Bíblia. No entanto, não são unânimes no que ensinam a respeito dela. Em muitos casos, membros da mesma religião discordam entre si sobre o que as Escrituras realmente ensinam. Como é diferente com os servos de Jeová! Independentemente de origem nacional, cultural ou étnica, nós adoramos o Deus que conhecemos por nome. Ele não é um misterioso deus trino. (Deuteronômio 6:4; Salmo 83:18; Marcos 12:29) Sabemos também que em breve será resolvida a questão primordial da soberania universal de Deus e que, por meio de nossa integridade a ele, cada um de nós está envolvido nessa questão. Sabemos a verdade sobre a condição dos mortos e estamos livres do temor mórbido de um Deus que, alegadamente, atormenta humanos no inferno ou os manda para um purgatório. — Eclesiastes 9:5, 10.
5 Além do mais, que alegria é saber que não somos produtos do acaso de uma evolução cega! Em vez disso, fomos criados por Deus, à sua imagem. (Gênesis 1:26; Malaquias 2:10) “Elogiar-te-ei porque fui feito maravilhosamente, dum modo atemorizante”, cantou o salmista ao seu Deus. “Teus trabalhos são maravilhosos, de que minha alma está bem apercebida.” — Salmo 139:14.
6, 7. Cite exemplos de mudanças na sua vida, ou na de outros, que resultaram em bênçãos.
6 Livres de hábitos e práticas prejudiciais. Os alertas sobre os perigos do fumo, do excesso no beber e da promiscuidade sexual são freqüentes na mídia. Esses avisos em geral não são atendidos. Mas o que acontece quando uma pessoa sincera aprende que o Deus verdadeiro condena essas coisas e que ele se entristece com os que as praticam? Ela se sente movida a eliminar tais práticas de sua vida. (Isaías 63:10; 1 Coríntios 6:9, 10; 2 Coríntios 7:1; Efésios 4:30) Embora faça isso principalmente para agradar a Jeová Deus, ela recebe também outros benefícios: saúde melhor e paz mental.
7 Para muitas pessoas, largar maus hábitos é muito difícil. Mesmo assim, todos os anos dezenas de milhares fazem isso. Elas se dedicam a Jeová e se submetem ao batismo em água, tornando assim público que eliminaram de sua vida as práticas que desagradam a Deus. Que encorajamento para todos nós! Isso reforça nossa determinação de não sermos mais escravos do pecado e da conduta prejudicial.
8. Que conselhos baseados na Bíblia contribuem para a felicidade familiar?
8 Vida familiar feliz. Em muitos países, a vida familiar está em crise. Muitos casamentos acabam em divórcio, muitas vezes deixando para trás filhos seriamente traumatizados. Em alguns países europeus, famílias sem pai ou mãe constituem quase 20% das unidades familiares. Como Jeová nos tem ajudado a andar no caminho da integridade nesse respeito? Leia Efésios 5:22-6:4, e observe os bons conselhos da Palavra de Deus a maridos, esposas e filhos. Aplicar esses e outros conselhos das Escrituras certamente fortalece o vínculo conjugal, ajuda os pais a criar bem os filhos e contribui para uma vida familiar feliz. Não é essa uma bênção que produz alegria?
9, 10. Em que sentido a visão de futuro das pessoas do mundo é diferente da nossa?
9 Certeza de que os problemas do mundo serão solucionados em breve. Apesar dos conhecimentos científicos e tecnológicos e dos esforços sinceros de certos líderes, os graves problemas da vida atual continuam sem solução. Klaus Schwab, fundador do Fórum Econômico Mundial, disse recentemente: “A lista de desafios que o mundo enfrenta aumenta sem parar, mas o tempo disponível para resolvê-los diminui.” Ele falou de “perigos que transcendem as fronteiras nacionais, como o terrorismo, a degradação do meio ambiente e a instabilidade econômica”. Schwab concluiu: “Hoje, mais do que nunca, o mundo enfrenta realidades que exigem ação coletiva e decisiva.” À medida que o século 21 avança, a perspectiva geral para o futuro da humanidade permanece sombria.
10 Como é gratificante saber que Jeová instituiu um arranjo capaz de resolver todos os problemas da humanidade — o Reino messiânico de Deus! Por meio deste, o Deus verdadeiro ‘fará cessar as guerras’ e trará “abundância de paz”. (Salmo 46:9; 72:7) O Rei ungido, Jesus Cristo, ‘livrará da opressão e violência o pobre, o atribulado e o de condição humilde’. (Salmo 72:12-14) Sob o governo do Reino não faltarão alimentos. (Salmo 72:16) Jeová ‘enxugará dos nossos olhos toda lágrima, e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor. As coisas anteriores já terão passado’. (Revelação [Apocalipse] 21:4) O Reino já foi estabelecido no céu e, em breve, tomará as medidas necessárias para controlar todos os assuntos da Terra. — Daniel 2:44; Revelação 11:15.
11, 12. (a) Será que a busca de prazeres produz felicidade duradoura? Explique. (b) O que resulta em felicidade verdadeira?
11 Saber o que produz felicidade verdadeira. O que realmente produz felicidade verdadeira? Segundo certo psicólogo, a felicidade se compõe de três fatores: prazer, participação (em atividades como trabalho ou ligadas à família) e sentido na vida (ter objetivos mais elevados do que os voltados para a própria pessoa). Dos três, ele alistou o prazer como o menos influente, e observou: “Isso é digno de nota, pois são muitas as pessoas que constroem a vida em torno da busca de prazeres.” Qual é o conceito da Bíblia nesse respeito?
12 O Rei Salomão, do Israel antigo, declarou: “Eu . . . disse no meu coração: ‘Ora, vem deveras, deixa-me experimentar-te com alegria. Também, vê o que é bom.’ E eis que isso também era vaidade. Eu disse ao riso: ‘Insânia!’ e à alegria: ‘Que está fazendo esta?’” (Eclesiastes 2:1, 2) Segundo a Bíblia, qualquer felicidade que o prazer ofereça é no máximo temporária. Que dizer de envolver-se num trabalho? Nós temos o trabalho mais significativo a realizar — pregar o Reino e fazer discípulos. (Mateus 24:14; 28:19, 20) Transmitir a mensagem de salvação contida na Bíblia é uma obra que pode resultar na nossa salvação e na daqueles que nos escutam. (1 Timóteo 4:16) Como “colaboradores de Deus”, sabemos que ‘há mais felicidade em dar do que em receber’. (1 Coríntios 3:9; Atos 20:35) Essa obra dá sentido à nossa vida e fornece a Deus uma resposta àquele que o escarnece, Satanás, o Diabo. (Provérbios 27:11) Sem dúvida, Jeová tem-nos mostrado que a “devoção piedosa” resulta em felicidade genuína e duradoura. — 1 Timóteo 4:8.
13. (a) Em que sentido a Escola do Ministério Teocrático é uma bênção que nos dá alegria? (b) Que benefícios você tem tirado da Escola do Ministério Teocrático?
13 Um programa de treinamento importante e eficaz. Gerhard serve como ancião numa congregação das Testemunhas de Jeová. Recordando sua juventude, ele diz: “Eu tinha muita dificuldade em falar. Sob pressão, eu mal conseguia articular as palavras e começava a gaguejar. Eu tinha complexo de inferioridade. Meus pais me colocaram num curso de correção da fala, mas seus esforços foram em vão. Meu problema era psicológico, não físico. Havia, no entanto, uma maravilhosa provisão de Jeová: a Escola do Ministério Teocrático. Matricular-me nessa escola me deu renovada coragem. Eu fazia o melhor possível para aplicar o que aprendia. E deu certo! Tornei-me mais fluente, perdi meu complexo e adquiri mais coragem no ministério. Agora até consigo proferir discursos públicos. Sou muito grato a Jeová, que me deu uma nova vida por meio dessa escola.” Não concorda que o modo como Jeová nos treina para realizar a sua obra é motivo de alegria?
14, 15. Em tempos de angústia, que ajuda está prontamente disponível? Ilustre.
14 Uma relação pessoal com Jeová e o apoio da unida fraternidade internacional. Katrin, que mora na Alemanha, ficou muito preocupada com as notícias de um grande terremoto e do resultante tsunami no Sudeste Asiático. A sua filha estava visitando a Tailândia quando ocorreu a catástrofe. Por 32 horas a mãe não sabia se a filha estava viva ou entre as vítimas cujo número aumentava a cada hora. Que alívio ela sentiu quando finalmente recebeu um telefonema dizendo que a filha estava bem!
15 O que ajudou Katrin nessas horas de ansiedade? Ela escreveu: “Passei quase o tempo todo orando a Jeová. Notei vez após vez quanta força e paz mental isso me dava. Além disso, irmãos espirituais amorosos me visitavam e davam apoio.” (Filipenses 4:6, 7) A situação dela teria sido muitíssimo pior se tivesse de enfrentar essas horas angustiantes sem os benefícios da oração a Jeová e o consolo de uma amorosa fraternidade espiritual. A nossa relação achegada com Jeová e seu Filho, junto com a estreita associação com a fraternidade cristã, é uma bênção sem igual, preciosa demais para ser considerada corriqueira ou automática.
16. Mencione um caso real que ilustra o valor da esperança da ressurreição.
16 A esperança de rever entes queridos falecidos. (João 5:28, 29) Matthias, um homem jovem, foi criado como Testemunha de Jeová. Mas, sem se dar conta das bênçãos que usufruía, ele afastou-se da congregação cristã na adolescência. Recentemente, ele escreveu: “Na realidade, nunca tive uma conversa profunda com meu pai. Ao longo dos anos, tivemos muitas discussões. Mesmo assim, meu pai sempre quis o melhor para mim. Ele me amava muito, algo que eu não compreendia na época. Em 1996, sentado ao lado da cama dele, segurando a sua mão e chorando amargamente, eu disse a ele o quanto lamentava tudo o que eu havia feito e que o amava muito. Mas ele não podia me ouvir. Depois de uma breve doença, ele faleceu. Se eu estiver vivo para ver meu pai na ressurreição, nós vamos compensar o passado. E ele com certeza ficará contente de saber que eu agora sirvo como ancião e que eu e minha esposa temos o privilégio de trabalhar como pioneiros.” Que bênção para nós é a esperança da ressurreição!

O que a leitura da semana me ensinou sobre Jeová?

Que pontos da leitura posso usar no serviço de campo?

PROVÉRBIOS 7-11 | SUGESTÕES PARA SEUS COMENTÁRIOS PESSOAIS

PROVÉRBIOS 7:1)
“Filho meu, guarda as minhas declarações, e que entesoures contigo os meus próprios mandamentos.”
w06 15/9 p. 17 Destaques do livro de Provérbios
7:1, 2 — O que está incluído em “minhas declarações” e “meus próprios mandamentos”? Além dos ensinos bíblicos, incluem as regras, ou normas, estabelecidas pelos pais para o bem da família. Os filhos devem acatá-las, bem como os ensinos bíblicos transmitidos pelos pais.
w00 15/11 p. 28 “Guarda os meus mandamentos e continua vivendo”
O rei começa com o conselho paternal: “Filho meu, guarda as minhas declarações, e que entesoures contigo os meus próprios mandamentos.
w00 15/11 p. 28 “Guarda os meus mandamentos e continua vivendo”
— Provérbios 7:1, 2.
Os pais, especialmente o pai, receberam de Deus a responsabilidade de ensinar aos filhos as normas de Deus a respeito do que é bom e do que é mau. Moisés exortou os pais: “Estas palavras que hoje te ordeno têm de estar sobre o teu coração; e tens de inculcá-las a teu filho, e tens de falar delas sentado na tua casa e andando pela estrada, e ao deitar-te e ao levantar-te.” (Deuteronômio 6:6, 7) E o apóstolo Paulo escreveu: “Vós, pais, não estejais irritando os vossos filhos, mas prossegui em criá-los na disciplina e na regulação mental de Jeová.” (Efésios 6:4) Portanto, as instruções dadas pelos pais, que devem ser prezadas ou muito estimadas, certamente incluem os lembretes, os mandamentos e as leis encontrados na Palavra de Deus, a Bíblia.
O ensino parental pode também incluir outros regulamentos — as regras da família. Essas são para o bem dos membros da família. É verdade que, dependendo das necessidades, as regras podem variar de uma família para outra. No entanto, os pais têm a responsabilidade de decidir o que é melhor para a sua família. E as regras que estabelecem costumam ser uma expressão de genuíno amor e de preocupação.
PROVÉRBIOS 7:2)
“Guarda os meus mandamentos e continua vivendo, e a minha lei, como a menina dos teus olhos.”
w00 15/11 pp. 28-29 “Guarda os meus mandamentos e continua vivendo”
Dá-se aos jovens o conselho de que acatem essas regras junto com o ensino bíblico que recebem dos pais. Deveras, é preciso tratar tais instruções como ‘a menina dos seus olhos’ e cumpri-las com o máximo cuidado. Essa é a maneira de evitar o efeito mortífero de desconsiderar as normas de Jeová para ‘continuar vivendo’.
w00 15/11 p. 28 “Guarda os meus mandamentos e continua vivendo”
Guarda os meus mandamentos e continua vivendo, e a minha lei, como a menina dos teus olhos.” — Provérbios 7:1, 2.
it-2 pp. 803-804 Menina do olho
O olho é extremamente delicado e sensível; até mesmo um cabelinho ou uma partícula de poeira entre a pálpebra e o globo ocular é prontamente notado. A parte transparente do olho (a córnea) que cobre a menina do olho tem de ser protegida e cuidada, porque, se esta parte for lesada ou se tornar enuviada devido a uma doença, poderá resultar numa visão distorcida, ou em cegueira. A Bíblia usa com força, e ainda assim com delicadeza, a expressão “a menina dos teus olhos” ao falar daquilo que mais precisa ser protegido. A lei de Deus deve ser tratada assim. (Pr 7:2)
PROVÉRBIOS 7:3)
“Ata-os aos teus dedos e escreve-os sobre a tábua do teu coração.”
w00 15/11 p. 29 “Guarda os meus mandamentos e continua vivendo”
“Ata [os meus mandamentos] aos teus dedos”, continuou Salomão,“e escreve-os sobre a tábua do teu coração”. (Provérbios 7:3) Assim como os dedos estão sempre à vista dos nossos olhos e são vitais para o que queremos fazer, as lições aprendidas na educação bíblica, ou por se obter conhecimento da Bíblia, devem servir constantemente de lembrete e guia em tudo o que fazemos. Devemos inscrevê-las na tábua de nosso coração, tornando-as parte da nossa natureza.
it-1 p. 679 Dedo da mão
Visto que os dedos se destacam de modo proeminente diante dos olhos e são vitais para a realização dos propósitos da pessoa, o povo de Deus devia figuradamente ‘atar Seus mandamentos aos seus dedos’, como constante lembrete e guia em tudo o que fizesse. — Pr 7:2, 3; compare isso com Sal 144:1.
PROVÉRBIOS 7:4)
“Dize à sabedoria: “Tu és minha irmã”; e que chames a própria compreensão de “parenta”,”
w00 15/11 p. 29 “Guarda os meus mandamentos e continua vivendo”
Não se esquecendo da importância da sabedoria e da compreensão, o rei exortou: “Dize à sabedoria: ‘Tu és minha irmã’; e que chames a própria compreensão de ‘parenta’.” (Provérbios 7:4) A sabedoria é a faculdade de se usar corretamente o conhecimento dado por Deus. Devemos gostar da sabedoria assim como a uma irmã muito querida. O que é compreensão? É a capacidade de perscrutar um assunto e entender o significado dele por discernir o relacionamento entre as suas partes e o todo. Devemos nos manter achegados à compreensão, como a um amigo íntimo.
it-2 p. 420 Irmã
Uso Figurado. O apego à sabedoria é incentivado pelo sábio escritor Salomão, ao acentuar a importância dos mandamentos de Jeová. “Dize à sabedoria: ‘Tu és minha irmã’; e que chames a própria compreensão de ‘parenta’.” — Pr 7:4.
PROVÉRBIOS 7:5)
“para guardar-te da mulher estranha, da estrangeira que amaciou as suas próprias declarações.”
w00 15/11 p. 29 “Guarda os meus mandamentos e continua vivendo”
O termo ‘estranho’ era aplicado aos que se afastavam de Jeová por se desviar da Lei. De modo que uma mulher imoral, tal como uma prostituta, é chamada de “mulher estranha”.
w00 15/11 p. 29 “Guarda os meus mandamentos e continua vivendo”
Por que devemos nos apegar ao treinamento bíblico e cultivar um achego à sabedoria e à compreensão? Para “guardar [-nos] da mulher estranha, da estrangeira que amaciou as suas próprias declarações”. (Provérbios 7:5) Sim, porque fazermos isso nos protegerá contra os modos suaves e persuasivos dum estranho ou estrangeiro — de alguém imoral.
PROVÉRBIOS 7:6)
“Pois da janela da minha casa, pela minha gelosia, olhei para baixo,”
w00 15/11 p. 29 “Guarda os meus mandamentos e continua vivendo”
O rei de Israel descreveu a seguir uma cena que ele tinha observado: “Da janela da minha casa, pela minha gelosia, olhei para baixo,
w00 15/11 p. 29 “Guarda os meus mandamentos e continua vivendo”
A janela pela qual Salomão olhou tinha uma gelosia — pelo visto, uma grade de ripas, talvez com entalhes elaborados.
PROVÉRBIOS 7:7)
“para espreitar os inexperientes. Fiquei interessado em discernir entre os filhos um moço falto de coração,”
w00 1/11 p. 15 par. 12 Você pode manter-se moralmente puro
12 Note que o moço do relato era “falto de coração”. Esta expressão nos diz que os pensamentos, os desejos, as afeições, as emoções e os objetivos dele na vida não estavam em harmonia com o que Deus aprova. Sua fraqueza moral o levou a conseqüências trágicas.
w00 15/11 p. 29 “Guarda os meus mandamentos e continua vivendo”
para espreitar os inexperientes. Fiquei interessado em discernir entre os filhos um moço falto de coração,
w00 15/11 p. 29 “Guarda os meus mandamentos e continua vivendo”
Ao anoitecer, a escuridão tomou conta das ruas. Ele observou um jovem especialmente vulnerável. Não tendo discernimento ou bom senso, era falto de coração.
PROVÉRBIOS 7:8)
“passando pela rua perto da esquina dela e marchando no caminho da casa dela,”
w00 1/11 p. 14 par. 9 Você pode manter-se moralmente puro
O moço está “passando pela rua perto da esquina dela [duma prostituta] e marchando no caminho da casa dela, no crepúsculo, à noitinha do dia”. Este é o seu primeiro erro. Nas horas do crepúsculo, seu “coração” o encaminhou, não apenas a qualquer rua, mas àquela onde ele sabe que costuma ter uma prostituta.
w00 15/11 pp. 29-30 “Guarda os meus mandamentos e continua vivendo”
Provavelmente sabia em que tipo de vizinhança tinha entrado e o que lhe podia acontecer ali. O jovem se aproximou “da esquina dela”, no caminho para a casa dela. Quem era ela? O que é que pretendia?
w00 15/11 p. 29 “Guarda os meus mandamentos e continua vivendo”
passando pela rua perto da esquina dela e marchando no caminho da casa dela,
PROVÉRBIOS 7:9)
“no crepúsculo, à noitinha do dia, ao se aproximar a noite e as trevas.”
w00 1/11 p. 14 par. 9 Você pode manter-se moralmente puro
O moço está “passando pela rua perto da esquina dela [duma prostituta] e marchando no caminho da casa dela, no crepúsculo, à noitinha do dia”. Este é o seu primeiro erro. Nas horas do crepúsculo, seu “coração” o encaminhou, não apenas a qualquer rua, mas àquela onde ele sabe que costuma ter uma prostituta.
PROVÉRBIOS 7:10)
“E eis que vinha ao seu encontro uma mulher em traje de prostituta e ardilosa de coração.”
w00 1/11 p. 14 par. 10 Você pode manter-se moralmente puro
10 Lemos a seguir: “Eis que vinha ao seu encontro uma mulher em traje de prostituta e ardilosa de coração.” Agora ele a vê! Podia ter dado a volta e retornado à sua casa, mas isso é agora mais difícil do que antes, especialmente por ele ser moralmente fraco.
w00 15/11 p. 30 “Guarda os meus mandamentos e continua vivendo”
A maneira de essa mulher se vestir revelava muito sobre ela. (Gênesis 38:14, 15) Vestia-se de modo imodesto, como prostituta. Além disso, era ardilosa de coração — com a mente “cheia de malícia” e com intenção “astuta”. (A Bíblia na Linguagem de Hoje; Almeida, revista e atualizada)
w00 15/11 p. 30 “Guarda os meus mandamentos e continua vivendo”
O rei observador prosseguiu: “Eis que vinha ao seu encontro uma mulher em traje de prostituta e ardilosa de coração.
PROVÉRBIOS 7:11)
“Ela é turbulenta e obstinada. Seus pés não ficam residindo na sua casa.”
w00 15/11 p. 30 “Guarda os meus mandamentos e continua vivendo”
Ela é turbulenta e obstinada. Seus pés não ficam residindo na sua casa.
w00 15/11 p. 30 “Guarda os meus mandamentos e continua vivendo”
Ela era turbulenta e obstinada, faladeira e teimosa, extrovertida e voluntariosa, atrevida e provocante.
PROVÉRBIOS 7:12)
“Ora está portas afora, ora está nas praças públicas, e perto de cada esquina ela fica de emboscada.”
w00 15/11 p. 30 “Guarda os meus mandamentos e continua vivendo”
Em vez de ficar em casa, ela preferia freqüentar os lugares públicos, estando de emboscada nas esquinas das ruas para apanhar sua vítima. Estava à espera de alguém como aquele jovem.
w00 15/11 p. 30 “Guarda os meus mandamentos e continua vivendo”
Ora está portas afora, ora está nas praças públicas, e perto de cada esquina ela fica de emboscada.” — Provérbios 7:10-12.
PROVÉRBIOS 7:13)
“E ela o segurou e deu-lhe um beijo. Fez a sua face atrevida e começa a dizer-lhe:”
w00 15/11 p. 30 “Guarda os meus mandamentos e continua vivendo”
Os lábios dessa mulher eram suaves. Ela tinha uma expressão atrevida e falava de modo confiante. Tudo o que dizia era bem calculado para seduzir o jovem.
w00 15/11 p. 30 “Guarda os meus mandamentos e continua vivendo”
O jovem encontrou assim uma mulher imoral de intenção astuta. Como isso deve ter atraído a atenção de Salomão! Ele relatou: “Ela o segurou e deu-lhe um beijo. Fez a sua face atrevida e começa a dizer-lhe:
PROVÉRBIOS 7:14)
““Cabia-me oferecer sacrifícios de participação em comum. Hoje paguei os meus votos.”
w00 1/11 p. 14 par. 10 Você pode manter-se moralmente puro
Tendo aceitado o beijo, escuta agora a persuasão sedutora dela: “Cabia-me oferecer sacrifícios de participação em comum”, diz ela. “Hoje paguei os meus votos.” Sacrifícios de participação em comum incluíam carne, farinha, azeite e vinho. (Levítico 19:5, 6; 22:21; Números 15:8-10) Por mencioná-los, ela talvez quisesse indicar que não lhe faltava espiritualidade e, ao mesmo tempo, deixá-lo saber que havia muitas coisas boas para comer e beber na casa dela.
w00 15/11 p. 30 “Guarda os meus mandamentos e continua vivendo”
Por dizer que naquele mesmo dia ela havia oferecido sacrifícios de participação em comum e pago os seus votos, dava-se uma aparência de justiça, insinuando que não lhe faltava espiritualidade. Os sacrifícios de participação em comum oferecidos no templo em Jerusalém consistiam em carne, farinha, azeite e vinho. (Levítico 19:5, 6; 22:21; Números 15:8-10) Visto que o ofertante podia tomar para si e sua família parte do sacrifício de participação em comum, ela sugeriu assim que na sua casa havia bastante para comer e beber. A insinuação era clara: O moço se divertiria ali.
w00 15/11 p. 30 “Guarda os meus mandamentos e continua vivendo”
‘Cabia-me oferecer sacrifícios de participação em comum. Hoje paguei os meus votos.
PROVÉRBIOS 7:15)
“Por isso saí, vindo ao teu encontro, à procura da tua face, para achar-te.”
w00 15/11 p. 30 “Guarda os meus mandamentos e continua vivendo”
Ela saíra da sua casa especificamente à procura dele. Quão comovente isso era — se alguém pudesse engolir tal história. “É verdade que ela estava à procura de alguém”, diz um erudito bíblico, “mas será que ela veio à procura de apenas este sujeito específico? Apenas um tolo — talvez este — acreditaria nela”.
w00 15/11 p. 30 “Guarda os meus mandamentos e continua vivendo”
Por isso saí, vindo ao teu encontro, à procura da tua face, para achar-te.’ ” — Provérbios 7:13-15.
PROVÉRBIOS 7:16)
“Arrumei o meu divã com colchas, com coisas multicolores, linho do Egito.”
w00 15/11 p. 30 “Guarda os meus mandamentos e continua vivendo”
Além de se tornar atraente pelo aspecto da sua vestimenta, pelo som das suas palavras lisonjeiras, pelo seu abraço e pelo sabor dos seus lábios, a sedutora recorria ao olfato. Ela disse: “Arrumei o meu divã com colchas, com coisas multicolores, linho do Egito. Borrifei minha cama com mirra, aloés e canela.” (Provérbios 7:16, 17) Preparou esteticamente sua cama com linho colorido do Egito e perfumou-a com fragrâncias seletas de mirra, aloés e canela.
PROVÉRBIOS 7:17)
“Borrifei minha cama com mirra, aloés e canela.”
w14 1/2 p. 10 Você Sabia?
A Bíblia diz que o aloés era usado para perfumar roupas e camas. (Salmo 45:8; Provérbios 7:17; Cântico de Salomão 4:14) O aloés provavelmente vinha de árvores da espécie Aquilaria, às vezes chamada de agáloco ou calambuco. Quando a madeira dessa árvore se decompõe, libera resina e um óleo perfumado. Essa madeira era moída até virar pó e então vendida como “aloés”.
w00 15/11 p. 30 “Guarda os meus mandamentos e continua vivendo”
Além de se tornar atraente pelo aspecto da sua vestimenta, pelo som das suas palavras lisonjeiras, pelo seu abraço e pelo sabor dos seus lábios, a sedutora recorria ao olfato. Ela disse: “Arrumei o meu divã com colchas, com coisas multicolores, linho do Egito. Borrifei minha cama com mirra, aloés e canela.” (Provérbios 7:16, 17) Preparou esteticamente sua cama com linho colorido do Egito e perfumou-a com fragrâncias seletas de mirra, aloés e canela.
it-1 p. 94 Aloés, madeira de aloés
Aloés, madeira de aloés
[hebr.: ʼaha•lím (plural) e ʼaha•lóhth (plural); gr.: a•ló•e].
Nome aplicado a uma variedade de árvore que contém uma substância fragrante, ou aromática, usada como perfume no período bíblico. (Sal 45:8; Pr 7:17; Cân 4:14) A maioria dos comentadores acha que a árvore aloés, da Bíblia, seja a Aquilaria agallocha, às vezes chamada de agáloco ou calambuco, e agora encontrada mormente na Índia e em regiões vizinhas. A árvore é grande e bem copada, às vezes atingindo uma altura de 30 m. O cerne do tronco e dos ramos está impregnado de resina e de óleo odorífero, dos quais provém o perfume muito apreciado. Visto que parece atingir seu estado mais aromático quando em decomposição, a madeira é às vezes enterrada para apressar sua decomposição. Reduzida a pó fino, é então comercializada como “aloés”.
PROVÉRBIOS 7:18)
“Vem deveras, bebamos fartamente do amor até à manhã; regalemo-nos deveras mutuamente com expressões de amor.”
w00 15/11 p. 31 “Guarda os meus mandamentos e continua vivendo”
A “mulher estranha”, vista pelo rei, engodou o jovem com um convite para ‘se regalarem mutuamente com expressões de amor’. Não foram muitos jovens — especialmente moças — explorados de modo similar? Mas considere o seguinte: Quando alguém procura envolvê-lo em conduta sexual ilícita, é isso verdadeiro amor ou lascívia egoísta? Por que é que um homem que realmente ama uma mulher a pressionaria a violar sua consciência cristã treinada?
w00 15/11 p. 30 “Guarda os meus mandamentos e continua vivendo”
“Vem deveras, bebamos fartamente do amor até à manhã”, continuou, “regalemo-nos deveras mutuamente com expressões de amor”. O convite era muito mais do que apenas para um jantar agradável a dois. Ela oferecia intimidade sexual. Para o jovem, o convite prometia aventura e emoção!
g94 8/2 p. 17 O que há de mau em brincar com a imoralidade?
Será que é amor?
Considere o relato bíblico em Provérbios, capítulo 7, que narra como uma prostituta seduziu um rapaz. A mulher imoral disse ao rapaz: “Vem deveras, bebamos fartamente do amor até à manhã; regalemo-nos deveras mutuamente com expressões de amor.” A idéia de ser amado sem dúvida pareceu atraente ao jovem. Mas, na verdade, a prostituta “o desencaminhou com a abundância da sua persuasão. Seduziu-o com a maciez dos seus lábios”. Não, ela não sentia genuíno amor pelo rapaz; ele era só um cliente. Ela o explorou ao máximo. — Provérbios 7:18-21.
PROVÉRBIOS 7:19)
“Pois o esposo não está na sua casa; foi viajar num caminho de certa distância.”
w00 15/11 p. 30 “Guarda os meus mandamentos e continua vivendo”
Como induzimento adicional, ela acrescentou: “Pois o esposo não está na sua casa; foi viajar num caminho de certa distância. Tomou na mão uma bolsa de dinheiro. Chegará à sua casa no dia da lua cheia.” (Provérbios 7:18-20) Não haveria perigo algum, assegurava-lhe ela, porque o marido estava numa viagem de negócios e não devia voltar por algum tempo.
PROVÉRBIOS 7:20)
“Tomou na mão uma bolsa de dinheiro. Chegará à sua casa no dia da lua cheia.””
w00 15/11 p. 30 “Guarda os meus mandamentos e continua vivendo”
Como induzimento adicional, ela acrescentou: “Pois o esposo não está na sua casa; foi viajar num caminho de certa distância. Tomou na mão uma bolsa de dinheiro. Chegará à sua casa no dia da lua cheia.” (Provérbios 7:18-20) Não haveria perigo algum, assegurava-lhe ela, porque o marido estava numa viagem de negócios e não devia voltar por algum tempo.
PROVÉRBIOS 7:21)
“Ela o desencaminhou com a abundância da sua persuasão. Seduziu-o com a maciez dos seus lábios.”
w00 15/11 p. 30 “Guarda os meus mandamentos e continua vivendo”
Como era talentosa em lograr uma pessoa jovem! “Ela o desencaminhou com a abundância da sua persuasão. Seduziu-o com a maciez dos seus lábios.” (Provérbios 7:21) Precisaria de um homem do calibre de José para resistir a um engodo tão atraente. (Gênesis 39:9, 12) Era esse jovem capaz de resistir?
g94 8/2 p. 17 O que há de mau em brincar com a imoralidade?
Será que é amor?
Considere o relato bíblico em Provérbios, capítulo 7, que narra como uma prostituta seduziu um rapaz. A mulher imoral disse ao rapaz: “Vem deveras, bebamos fartamente do amor até à manhã; regalemo-nos deveras mutuamente com expressões de amor.” A idéia de ser amado sem dúvida pareceu atraente ao jovem. Mas, na verdade, a prostituta “o desencaminhou com a abundância da sua persuasão. Seduziu-o com a maciez dos seus lábios”. Não, ela não sentia genuíno amor pelo rapaz; ele era só um cliente. Ela o explorou ao máximo. — Provérbios 7:18-21.
PROVÉRBIOS 7:22)
“De repente ele vai atrás dela, igual ao touro que chega ao abate, e como que agrilhoado para a disciplina do tolo,”
w00 15/11 p. 31 “Guarda os meus mandamentos e continua vivendo”
— Provérbios 7:22, 23.
O convite mostrou ser irresistível para o jovem. Jogando para o alto todo o bom senso, foi atrás dela ‘igual ao touro que vai ao abate’. Assim como um homem agrilhoado não pode escapar da punição, assim o jovem foi induzido ao pecado.
w00 15/11 p. 31 “Guarda os meus mandamentos e continua vivendo”
‘Igual ao touro que vai ao abate’
“De repente ele vai atrás dela”, relatou Salomão, “igual ao touro que chega ao abate, e como que agrilhoado para a disciplina do tolo,
PROVÉRBIOS 7:23)
“até que uma flecha lhe fende o fígado, assim como o pássaro se apressa para a armadilha, e ele não sabia que envolvia a sua própria alma.”
w00 1/11 p. 14 par. 11 Você pode manter-se moralmente puro
As palavras concludentes de Salomão dão o que pensar: “Ele não sabia que envolvia a sua própria alma.” Sua alma, ou vida, estava envolvida, porque “Deus julgará os fornicadores e os adúlteros”. (Hebreus 13:4)
w00 15/11 p. 31 “Guarda os meus mandamentos e continua vivendo”
Ele só notou o perigo de tudo isso depois de ‘uma flecha lhe fender o fígado’, quer dizer, até receber um ferimento que lhe podia causar a morte. A morte podia ser física, por se ter exposto a mortíferas doenças sexualmente transmissíveis. A ferida também podia causar sua morte espiritual; ‘a sua própria alma estava envolvida’. Todo o seu ser e sua vida ficaram seriamente afetados, e ele pecou gravemente contra Deus. Avançou assim para as garras da morte, como um pássaro para a armadilha!
w00 15/11 p. 31 “Guarda os meus mandamentos e continua vivendo”
Algumas doenças sexualmente transmitidas danificam o fígado. Por exemplo, em casos avançados de sífilis, os organismos bacterianos destroem o fígado. E o organismo responsável pela gonorréia pode inflamar o fígado.
w00 15/11 p. 31 “Guarda os meus mandamentos e continua vivendo”
até que uma flecha lhe fende o fígado, assim como o pássaro se apressa para a armadilha, e ele não sabia que envolvia a sua própria alma”. — Provérbios 7:22, 23.
it-2 pp. 128-129 Fígado
O relato do Rei Salomão sobre o jovem inexperiente, que sucumbe aos engodos da mulher imoral, conclui: “De repente ele vai atrás dela, . . . até que uma flecha lhe fende o fígado, . . . e ele não sabia que envolvia a sua própria alma.” (Pr 7:21-23) Esta é uma descrição bem apropriada, porque os médicos verificaram que, em estágios avançados da sífilis (assim como também se dá com muitas outras doenças), organismos bacterianos estragam o fígado. O organismo (gonococo) responsável pela gonorréia, outra doença sexualmente transmissível, em alguns casos também causa uma grave inflamação do fígado. Naturalmente, um grave dano causado ao fígado pode resultar em morte. O papel do fígado, vital para a vida, é reconhecido por ser usado figuradamente para retratar profunda tristeza. — La 2:11.
PROVÉRBIOS 7:25)
“Não se desencaminhe teu coração para os seus caminhos. Não vagueies pelas suas sendas.”
w11 15/4 p. 27 par. 17 Permite que o espírito de Deus o guie?
17 Como esse jovem poderia ter evitado esse erro desastroso? Por acatar o aviso: ‘Não vagueies pelas sendas’ da meretriz. (Pro. 7:25) Lição para nós: se queremos ser guiados pelo espírito de Deus, temos de evitar situações tentadoras. Uma maneira de alguém cair no proceder tolo do “moço falto de coração” é por ficar passando de um canal para outro na televisão ou navegar sem cuidado na internet. Poderá, mesmo sem querer, deparar-se com cenas sexualmente estimulantes. Talvez crie aos poucos o hábito impuro de ver pornografia, com efeitos devastadores sobre sua consciência e sua relação com Deus. Poria em risco a sua própria vida. — Leia Romanos 8:5-8.
w00 15/11 p. 31 “Guarda os meus mandamentos e continua vivendo”
Não se desencaminhe teu coração para os seus caminhos. Não vagueies pelas suas sendas.
w00 15/11 p. 31 “Guarda os meus mandamentos e continua vivendo”
É evidente que o conselho de Salomão era o de desviar-se dos caminhos mortíferos de alguém imoral e assim ‘continuar vivendo’. (Provérbios 7:2) Quão oportuno é esse conselho para os nossos dias! Certamente é necessário evitar os lugares freqüentados por aqueles que estão à espera para apanhar uma presa. Por que devia você se expor às táticas deles por freqüentar tais lugares? Deveras, por que devia você ser “falto de coração” e andar nos caminhos de alguém ‘estrangeiro’?
A “mulher estranha”, vista pelo rei, engodou o jovem com um convite para ‘se regalarem mutuamente com expressões de amor’. Não foram muitos jovens — especialmente moças — explorados de modo similar? Mas considere o seguinte: Quando alguém procura envolvê-lo em conduta sexual ilícita, é isso verdadeiro amor ou lascívia egoísta? Por que é que um homem que realmente ama uma mulher a pressionaria a violar sua consciência cristã treinada? “Não se desencaminhe teu coração” assim, admoestou Salomão.
PROVÉRBIOS 8:1)
“Não está chamando [a] sabedoria e não está [o] discernimento emitindo a sua voz?”
g 5/14 p. 16 ‘A sabedoria está chamando’ — você consegue ouvi-la?
‘A sabedoria está chamando’ — você consegue ouvi-la?
“Não está chamando a sabedoria e não está o discernimento emitindo a sua voz? Postou-se no cume das elevações, junto ao caminho, na encruzilhada das sendas. . . . No acesso das entradas [ou portas] ela continua a gritar alto.” — PROVÉRBIOS 8:1-3.
A SABEDORIA tem um valor incalculável. Sem ela, cometeríamos um erro após o outro. Mas onde podemos encontrar verdadeira sabedoria? O texto de Provérbios 8:1-3 se refere à sabedoria incomparável do nosso Criador. Praticamente toda a humanidade tem acesso a essa sabedoria por meio de um livro muito especial — a Bíblia. Considere o seguinte:
▪ A Bíblia é “o livro mais lido de todos os tempos” e “foi traduzida mais vezes em mais idiomas do que qualquer outro livro”, de acordo com The World Book Encyclopedia. Atualmente a Bíblia está disponível — inteira ou em parte — em quase 2.600 idiomas e pode ser lida por mais de 90% da população mundial.
▪ A sabedoria também “continua a gritar alto” num sentido mais literal. Em Mateus 24:14, lemos: “Estas boas novas do Reino serão pregadas em toda a terra habitada, em testemunho a todas as nações; e então virá o fim [do mundo atual].”
A mensagem das “boas novas” é verdadeira sabedoria porque declara que Deus tem a solução para os problemas da humanidade: o Reino de Deus, que vai governar a Terra inteira. Imagine: um só governo para toda a humanidade! (Daniel 2:44; 7:13, 14) Por saber disso, Jesus Cristo pediu em oração: “Venha o teu reino. Realize-se a tua vontade, como no céu, assim também na Terra.” — Mateus 6:9, 10.
As Testemunhas de Jeová consideram um privilégio anunciar o Reino de Deus em 239 países. Realmente, a sabedoria divina está ‘gritando alto no acesso das entradas’. Você consegue ouvi-la?
w01 15/3 pp. 25-26 “Feliz o homem que achou sabedoria”
“Ela continua a gritar alto”
O capítulo 8 de Provérbios começa com uma pergunta retórica: “Não está chamando a sabedoria e não está o discernimento emitindo a sua voz?” Sim, a sabedoria e o discernimento estão chamando mas, de forma bem dessemelhante da mulher imoral que se oculta em lugares escuros, sussurrando palavras sedutoras aos ouvidos dum jovem solitário e inexperiente. (Provérbios 7:12) “Postou-se no cume das elevações, junto ao caminho, na encruzilhada das sendas. Ao lado dos portões, na boca da vila, no acesso das entradas ela continua a gritar alto.” (Provérbios 8:1-3) A voz forte e firme da sabedoria é ouvida alta e clara nos lugares públicos — nos portões, nas encruzilhadas e nas entradas da cidade. As pessoas podem ouvir facilmente esta voz e acatá-la.
Quem pode negar que a sabedoria divina, registrada na Palavra inspirada de Deus, a Bíblia, esteja disponível a quase todos na Terra que desejam obtê-la? “A Bíblia é o livro mais lido em todos os tempos”, diz a Enciclopédia Delta Universal. Acrescenta: “Existem mais exemplares da Bíblia do que de qualquer outro livro. Ela também foi traduzida mais vezes em mais línguas do que qualquer outro livro.” A Bíblia ou partes dela está disponível em mais de 2.100 línguas e dialetos. Assim, mais de 90 por cento da família humana têm acesso a pelo menos uma parte da Palavra de Deus na sua própria língua.
As Testemunhas de Jeová proclamam publicamente a mensagem da Bíblia em toda a parte. Em 235 países pregam ativamente as boas novas do Reino de Deus e ensinam às pessoas as verdades encontradas na Palavra de Deus. Suas revistas baseadas na Bíblia, A Sentinela, publicada em 140 línguas, e Despertai!, impressa em 83 línguas, têm cada uma a tiragem de mais de 20 milhões. A sabedoria certamente continua a gritar alto em lugares públicos!
w01 15/3 p. 28 “Feliz o homem que achou sabedoria”
O fato de a palavra “sabedoria” ser do gênero feminino, tanto em hebraico como em português, não entra em conflito com o uso da sabedoria para representar o Filho de Deus.
it-2 pp. 534-535 Jesus Cristo
Sabedoria personificada. O que se encontra registrado nas Escrituras a respeito da Palavra ajusta-se notavelmente à descrição fornecida em Provérbios 8:22-31. Ali, a sabedoria é personificada, apresentada como sendo capaz de falar e agir. (Pr 8:1) Muitos dos escritores dos primeiros séculos da Era Comum, que professavam ser cristãos, entenderam que esta parte se referia simbolicamente ao Filho de Deus na sua condição pré-humana. Em vista dos textos já considerados, não se pode negar que este Filho foi ‘produzido’ por Jeová “como princípio do seu caminho, a mais antiga das suas realizações de há muito”, nem que o Filho estivera ‘ao lado de Jeová como mestre-de-obras’ durante a criação da terra, conforme descrita nestes versículos de Provérbios. É verdade que em hebraico, em que os substantivos têm gênero (assim como em português e em outras línguas), a palavra “sabedoria” é sempre feminina. Continuaria assim mesmo que a sabedoria fosse personificada, e isso não impediria que a sabedoria fosse usada figurativamente para representar o Filho primogênito de Deus. A palavra grega para “amor”, na expressão “Deus é amor” (1Jo 4:8), também é feminina, mas isto não torna Deus feminino. Salomão, o principal escritor de Provérbios (Pr 1:1), aplicou a si mesmo o título qo•hé•leth (congregante; Ec 1:1), e esta palavra também é feminina.
A sabedoria se manifesta apenas quando de algum modo é expressa. A sabedoria do próprio Deus foi expressa na criação (Pr 3:19, 20), mas por meio do Filho dele. (Veja 1Co 8:6.) Assim, também, o propósito sábio de Deus com relação à humanidade é manifestado mediante Seu Filho, Jesus Cristo, ou resumido nele. De modo que o apóstolo podia dizer que Cristo representa “o poder de Deus e a sabedoria de Deus”, e que Cristo Jesus “se tornou para nós sabedoria de Deus, também justiça e santificação, e livramento por meio de resgate”. — 1Co 1:24, 30; compare isso com 1Co 2:7, 8; Pr 8:1, 10, 18-21.
PROVÉRBIOS 8:2)
“Postou-se no cume das elevações, junto ao caminho, na encruzilhada das sendas.”
w01 15/3 pp. 25-26 “Feliz o homem que achou sabedoria”
“Ela continua a gritar alto”
O capítulo 8 de Provérbios começa com uma pergunta retórica: “Não está chamando a sabedoria e não está o discernimento emitindo a sua voz?” Sim, a sabedoria e o discernimento estão chamando mas, de forma bem dessemelhante da mulher imoral que se oculta em lugares escuros, sussurrando palavras sedutoras aos ouvidos dum jovem solitário e inexperiente. (Provérbios 7:12) “Postou-se no cume das elevações, junto ao caminho, na encruzilhada das sendas. Ao lado dos portões, na boca da vila, no acesso das entradas ela continua a gritar alto.” (Provérbios 8:1-3) A voz forte e firme da sabedoria é ouvida alta e clara nos lugares públicos — nos portões, nas encruzilhadas e nas entradas da cidade. As pessoas podem ouvir facilmente esta voz e acatá-la.
Quem pode negar que a sabedoria divina, registrada na Palavra inspirada de Deus, a Bíblia, esteja disponível a quase todos na Terra que desejam obtê-la? “A Bíblia é o livro mais lido em todos os tempos”, diz a Enciclopédia Delta Universal. Acrescenta: “Existem mais exemplares da Bíblia do que de qualquer outro livro. Ela também foi traduzida mais vezes em mais línguas do que qualquer outro livro.” A Bíblia ou partes dela está disponível em mais de 2.100 línguas e dialetos. Assim, mais de 90 por cento da família humana têm acesso a pelo menos uma parte da Palavra de Deus na sua própria língua.
As Testemunhas de Jeová proclamam publicamente a mensagem da Bíblia em toda a parte. Em 235 países pregam ativamente as boas novas do Reino de Deus e ensinam às pessoas as verdades encontradas na Palavra de Deus. Suas revistas baseadas na Bíblia, A Sentinela, publicada em 140 línguas, e Despertai!, impressa em 83 línguas, têm cada uma a tiragem de mais de 20 milhões. A sabedoria certamente continua a gritar alto em lugares públicos!
PROVÉRBIOS 8:3)
“Ao lado dos portões, na boca da vila, no acesso das entradas ela continua a gritar alto:”
g 5/14 p. 16 ‘A sabedoria está chamando’ — você consegue ouvi-la?
‘A sabedoria está chamando’ — você consegue ouvi-la?
“Não está chamando a sabedoria e não está o discernimento emitindo a sua voz? Postou-se no cume das elevações, junto ao caminho, na encruzilhada das sendas. . . . No acesso das entradas [ou portas] ela continua a gritar alto.” — PROVÉRBIOS 8:1-3.
A SABEDORIA tem um valor incalculável. Sem ela, cometeríamos um erro após o outro. Mas onde podemos encontrar verdadeira sabedoria? O texto de Provérbios 8:1-3 se refere à sabedoria incomparável do nosso Criador. Praticamente toda a humanidade tem acesso a essa sabedoria por meio de um livro muito especial — a Bíblia. Considere o seguinte:
▪ A Bíblia é “o livro mais lido de todos os tempos” e “foi traduzida mais vezes em mais idiomas do que qualquer outro livro”, de acordo com The World Book Encyclopedia. Atualmente a Bíblia está disponível — inteira ou em parte — em quase 2.600 idiomas e pode ser lida por mais de 90% da população mundial.
▪ A sabedoria também “continua a gritar alto” num sentido mais literal. Em Mateus 24:14, lemos: “Estas boas novas do Reino serão pregadas em toda a terra habitada, em testemunho a todas as nações; e então virá o fim [do mundo atual].”
A mensagem das “boas novas” é verdadeira sabedoria porque declara que Deus tem a solução para os problemas da humanidade: o Reino de Deus, que vai governar a Terra inteira. Imagine: um só governo para toda a humanidade! (Daniel 2:44; 7:13, 14) Por saber disso, Jesus Cristo pediu em oração: “Venha o teu reino. Realize-se a tua vontade, como no céu, assim também na Terra.” — Mateus 6:9, 10.
As Testemunhas de Jeová consideram um privilégio anunciar o Reino de Deus em 239 países. Realmente, a sabedoria divina está ‘gritando alto no acesso das entradas’. Você consegue ouvi-la?
w01 15/3 pp. 25-26 “Feliz o homem que achou sabedoria”
“Ela continua a gritar alto”
O capítulo 8 de Provérbios começa com uma pergunta retórica: “Não está chamando a sabedoria e não está o discernimento emitindo a sua voz?” Sim, a sabedoria e o discernimento estão chamando mas, de forma bem dessemelhante da mulher imoral que se oculta em lugares escuros, sussurrando palavras sedutoras aos ouvidos dum jovem solitário e inexperiente. (Provérbios 7:12) “Postou-se no cume das elevações, junto ao caminho, na encruzilhada das sendas. Ao lado dos portões, na boca da vila, no acesso das entradas ela continua a gritar alto.” (Provérbios 8:1-3) A voz forte e firme da sabedoria é ouvida alta e clara nos lugares públicos — nos portões, nas encruzilhadas e nas entradas da cidade. As pessoas podem ouvir facilmente esta voz e acatá-la.
Quem pode negar que a sabedoria divina, registrada na Palavra inspirada de Deus, a Bíblia, esteja disponível a quase todos na Terra que desejam obtê-la? “A Bíblia é o livro mais lido em todos os tempos”, diz a Enciclopédia Delta Universal. Acrescenta: “Existem mais exemplares da Bíblia do que de qualquer outro livro. Ela também foi traduzida mais vezes em mais línguas do que qualquer outro livro.” A Bíblia ou partes dela está disponível em mais de 2.100 línguas e dialetos. Assim, mais de 90 por cento da família humana têm acesso a pelo menos uma parte da Palavra de Deus na sua própria língua.
As Testemunhas de Jeová proclamam publicamente a mensagem da Bíblia em toda a parte. Em 235 países pregam ativamente as boas novas do Reino de Deus e ensinam às pessoas as verdades encontradas na Palavra de Deus. Suas revistas baseadas na Bíblia, A Sentinela, publicada em 140 línguas, e Despertai!, impressa em 83 línguas, têm cada uma a tiragem de mais de 20 milhões. A sabedoria certamente continua a gritar alto em lugares públicos!
PROVÉRBIOS 8:4)
““A vós, ó homens, é que estou chamando, e minha voz é para os filhos dos homens.”
w01 15/3 p. 26 “Feliz o homem que achou sabedoria”
“Minha voz é para os filhos dos homens”
A sabedoria personificada começa a falar, dizendo: “A vós, ó homens, é que estou chamando, e minha voz é para os filhos dos homens. Ó inexperientes, compreendei a argúcia; e vós, estúpidos, entendei o coração.” — Provérbios 8:4, 5.
A chamada da sabedoria é universal. Ela faz o convite a toda a humanidade. Mesmo os inexperientes são convidados a obter argúcia, ou prudência, e os estúpidos, entendimento. Deveras, as Testemunhas de Jeová crêem que a Bíblia é um livro para todas as pessoas e se esforçam imparcialmente a incentivar todos a examiná-la, para encontrar as palavras de sabedoria que ela contém.
PROVÉRBIOS 8:5)
“Ó inexperientes, compreendei a argúcia; e vós, estúpidos, entendei o coração.”
w01 15/3 p. 26 “Feliz o homem que achou sabedoria”
“Minha voz é para os filhos dos homens”
A sabedoria personificada começa a falar, dizendo: “A vós, ó homens, é que estou chamando, e minha voz é para os filhos dos homens. Ó inexperientes, compreendei a argúcia; e vós, estúpidos, entendei o coração.” — Provérbios 8:4, 5.
A chamada da sabedoria é universal. Ela faz o convite a toda a humanidade. Mesmo os inexperientes são convidados a obter argúcia, ou prudência, e os estúpidos, entendimento. Deveras, as Testemunhas de Jeová crêem que a Bíblia é um livro para todas as pessoas e se esforçam imparcialmente a incentivar todos a examiná-la, para encontrar as palavras de sabedoria que ela contém.
PROVÉRBIOS 8:10)
“Tomai a minha disciplina, e não a prata, e o conhecimento em vez de ouro escolhido.”
w01 15/3 p. 26 “Feliz o homem que achou sabedoria”
Apropriadamente, a sabedoria exorta: “Tomai a minha disciplina, e não a prata, e o conhecimento em vez de ouro escolhido.” Esta exortação é sensata, “porque melhor é a sabedoria do que os corais, e mesmo todos os outros agrados não se podem igualar a ela”. (Provérbios 8:10, 11) Mas, por quê? O que torna a sabedoria mais preciosa do que as riquezas?
“Meus frutos são melhores do que o ouro”
As dádivas que a sabedoria concede aos seus ouvintes são mais preciosas do que o ouro, a prata ou os corais.
PROVÉRBIOS 8:11)
“Porque melhor é a sabedoria do que os corais, e mesmo todos os outros agrados não se podem igualar a ela.”
w01 15/3 p. 26 “Feliz o homem que achou sabedoria”
Apropriadamente, a sabedoria exorta: “Tomai a minha disciplina, e não a prata, e o conhecimento em vez de ouro escolhido.” Esta exortação é sensata, “porque melhor é a sabedoria do que os corais, e mesmo todos os outros agrados não se podem igualar a ela”. (Provérbios 8:10, 11) Mas, por quê? O que torna a sabedoria mais preciosa do que as riquezas?
“Meus frutos são melhores do que o ouro”
As dádivas que a sabedoria concede aos seus ouvintes são mais preciosas do que o ouro, a prata ou os corais.
PROVÉRBIOS 8:12)
““Eu, [a] sabedoria, tenho residido com argúcia e acho até mesmo o conhecimento dos raciocínios.”
w01 15/3 pp. 26-27 “Feliz o homem que achou sabedoria”
Declarando o que essas dádivas são, a sabedoria diz: “Eu, a sabedoria, tenho residido com argúcia e acho até mesmo o conhecimento dos raciocínios. O temor de Jeová significa odiar o mal. A exaltação de si próprio e o orgulho, bem como o caminho mau e a boca perversa eu tenho odiado.” — Provérbios 8:12, 13.
A sabedoria dá argúcia e raciocínio a quem a tem. O homem de sabedoria piedosa tem também reverência e respeito por Deus, visto que “o temor de Jeová é o início da sabedoria”. (Provérbios 9:10) Por isso, ele odeia o que Jeová odeia. Está longe de ter altivez, arrogância, comportamento imoral e linguagem perversa. Seu ódio ao que é mau o protege contra o efeito corrompedor do poder. Como é importante que os que ocupam posições de responsabilidade na congregação cristã, bem como os chefes de família, busquem a sabedoria!
PROVÉRBIOS 8:13)
“O temor de Jeová significa odiar o mal. A exaltação de si próprio e o orgulho, bem como o caminho mau e a boca perversa eu tenho odiado.”
w07 15/7 p. 8 “Sabedoria é para proteção”
A sabedoria personificada é retratada como dizendo: “A exaltação de si próprio e o orgulho . . . eu tenho odiado.” (Provérbios 8:13) Orgulho e sabedoria são pólos opostos. É preciso agir com sabedoria e cuidar para não desenvolver um espírito altivo ou arrogante. Em especial, temos de nos precaver contra isso caso tenhamos tido sucesso em algumas áreas da vida ou exerçamos um cargo de responsabilidade na congregação cristã.
w01 15/3 pp. 26-27 “Feliz o homem que achou sabedoria”
Declarando o que essas dádivas são, a sabedoria diz: “Eu, a sabedoria, tenho residido com argúcia e acho até mesmo o conhecimento dos raciocínios. O temor de Jeová significa odiar o mal. A exaltação de si próprio e o orgulho, bem como o caminho mau e a boca perversa eu tenho odiado.” — Provérbios 8:12, 13.
A sabedoria dá argúcia e raciocínio a quem a tem. O homem de sabedoria piedosa tem também reverência e respeito por Deus, visto que “o temor de Jeová é o início da sabedoria”. (Provérbios 9:10) Por isso, ele odeia o que Jeová odeia. Está longe de ter altivez, arrogância, comportamento imoral e linguagem perversa. Seu ódio ao que é mau o protege contra o efeito corrompedor do poder. Como é importante que os que ocupam posições de responsabilidade na congregação cristã, bem como os chefes de família, busquem a sabedoria!
w01 1/12 pp. 19-20 Tema a Jeová e guarde os seus mandamentos
Afaste-se do mal
4 A Bíblia explica que “o temor de Jeová significa odiar o mal”. (Provérbios 8:13) Um léxico bíblico descreve este ódio como “atitude emocional para com pessoas e coisas que são combatidas, detestadas, desprezadas, e com que não se quer ter contato ou relacionamento”. Portanto, ter temor de Deus inclui sentir no íntimo uma aversão ou repugnância a tudo o que é mau aos olhos de Jeová. (Salmo 97:10)
w92 1/1 pp. 21-22 Tema a Jeová e glorifique o seu santo nome
Ame o Bem, Odeie o Mal
13 Jeová é inteiramente bom. Portanto, “o temor de Jeová significa odiar o mal”. (Provérbios 8:13) Sobre Jesus escreveu-se: “Amaste a justiça e odiaste o que é contra a lei. É por isso que Deus, o teu Deus, te ungiu com óleo de exultação.” (Hebreus 1:9) Se nós, iguais a Jesus, desejamos a bênção de Jeová, temos de detestar a maldade, a imoralidade, a violência e a ganância do orgulhoso mundo de Satanás. (Veja Provérbios 6:16-19.) Temos de amar o que Jeová ama e odiar o que ele odeia. Temos de temer fazer algo que desagrade a Jeová. “No temor de Jeová a pessoa se desvia do mal.” — Provérbios 16:6.
14 Jesus deixou-nos um modelo para seguirmos de perto os seus passos. “Quando estava sendo injuriado, não injuriava em revide. Quando sofria, não ameaçava, mas encomendava-se àquele que julga justamente.” (1 Pedro 2:21-23) Também nós, no temor de Jeová, podemos suportar os vitupérios, as zombarias e as perseguições que o mundo de Satanás lança sobre nós.
15 Em Mateus 10:28, Jesus nos admoesta: “Não fiqueis temerosos dos que matam o corpo, mas não podem matar a alma; antes, temei aquele que pode destruir na Geena tanto a alma como o corpo.” Mesmo que alguém que teme a Jeová seja morto pelo inimigo, as dores da morte são apenas momentâneas. (Oséias 13:14) Ao ser ressuscitado, poderá dizer: “Morte, onde está a tua vitória? Morte, onde está o teu aguilhão?” — 1 Coríntios 15:55.
16 O próprio Jesus fornece um esplêndido exemplo a todos os que amam a justiça de Jeová e que odeiam o que é mau. Seu temor de Jeová é refletido nas suas últimas palavras aos seus discípulos, conforme encontradas em João 16:33: “Eu vos disse estas coisas para que, por meio de mim, tenhais paz. No mundo tereis tribulação, mas, coragem! eu venci o mundo.” O relato de João prossegue: “Jesus falou estas coisas, e, levantando os olhos para o céu, disse: ‘Pai, veio a hora; glorifica o teu filho, para que o teu filho te glorifique . . . Tenho feito manifesto o teu nome aos homens que me deste do mundo.” — João 17:1-6.
Tema a Jeová e Louve-o
17 Podemos hoje imitar o corajoso exemplo de Jesus? Certamente que podemos, no temor de Jeová! Jesus nos fez conhecer o ilustre nome e as qualidades de Jeová. Temendo a Jeová como nosso Soberano Senhor, nós o enaltecemos muito acima de todos os outros deuses, inclusive a mística Trindade sem nome, da cristandade. Jesus serviu a Jeová com temor salutar, negando-se a se deixar enlaçar pelo temor do homem mortal. “Cristo, nos dias da sua carne, ofereceu súplicas e também petições Àquele que era capaz de salvá-lo da morte, com fortes clamores e lágrimas, e ele foi ouvido favoravelmente pelo seu temor piedoso.” Temamos nós também a Jeová, assim como Jesus fez, ao passo que continuamos a aprender a obediência pelas coisas que sofremos — tendo sempre a salvação eterna por alvo. — Hebreus 5:7-9.
18 Mais adiante, nesta carta aos cristãos hebreus, Paulo exorta os cristãos ungidos: “Sendo que havemos de receber um reino que não pode ser abalado, continuemos a ter benignidade imerecida, por intermédio da qual podemos prestar a Deus serviço sagrado aceitável, com temor piedoso e com espanto reverente.”
PROVÉRBIOS 8:14)
“Tenho conselho e sabedoria prática. Eu — compreensão; tenho potência.”
w01 15/3 p. 27 “Feliz o homem que achou sabedoria”
“Tenho conselho e sabedoria prática”, prossegue a sabedoria. “Eu — compreensão; tenho potência. Por mim é que reinam os próprios reis e os próprios dignitários continuam a decretar justiça. Por mim é que os próprios príncipes governam como príncipes e todos os nobres estão julgando em justiça.” (Provérbios 8:14-16) Os frutos da sabedoria incluem perspicácia, compreensão e potência — fatores muito necessitados por governantes, autoridades e nobres. A sabedoria é indispensável para os em poder e os que aconselham outros.
PROVÉRBIOS 8:15)
“Por mim é que reinam os próprios reis e os próprios dignitários continuam a decretar justiça.”
w01 15/3 p. 27 “Feliz o homem que achou sabedoria”
“Tenho conselho e sabedoria prática”, prossegue a sabedoria. “Eu — compreensão; tenho potência. Por mim é que reinam os próprios reis e os próprios dignitários continuam a decretar justiça. Por mim é que os próprios príncipes governam como príncipes e todos os nobres estão julgando em justiça.” (Provérbios 8:14-16) Os frutos da sabedoria incluem perspicácia, compreensão e potência — fatores muito necessitados por governantes, autoridades e nobres. A sabedoria é indispensável para os em poder e os que aconselham outros.
PROVÉRBIOS 8:16)
“Por mim é que os próprios príncipes governam como príncipes e todos os nobres estão julgando em justiça.”
w01 15/3 p. 27 “Feliz o homem que achou sabedoria”
“Tenho conselho e sabedoria prática”, prossegue a sabedoria. “Eu — compreensão; tenho potência. Por mim é que reinam os próprios reis e os próprios dignitários continuam a decretar justiça. Por mim é que os próprios príncipes governam como príncipes e todos os nobres estão julgando em justiça.” (Provérbios 8:14-16) Os frutos da sabedoria incluem perspicácia, compreensão e potência — fatores muito necessitados por governantes, autoridades e nobres. A sabedoria é indispensável para os em poder e os que aconselham outros.
PROVÉRBIOS 8:17)
“Eu mesma amo os que me amam, e os que estão à minha procura são os que me acham.”
w01 15/3 p. 27 “Feliz o homem que achou sabedoria”
A verdadeira sabedoria está à disposição de todos, mas nem todos a encontram. Alguns a rejeitam ou evitam, mesmo quando está à sua disposição. “Eu mesma amo os que me amam”, diz a sabedoria, “e os que estão à minha procura são os que me acham”. (Provérbios 8:17) A sabedoria só está acessível aos que seriamente a buscam.
PROVÉRBIOS 8:18)
“Comigo há riquezas e glória, valores hereditários e justiça.”
w01 15/3 p. 27 “Feliz o homem que achou sabedoria”
Os modos da sabedoria são justos e retos. Ela recompensa os que a buscam. A sabedoria diz: “Comigo há riquezas e glória, valores hereditários e justiça. Meus frutos são melhores do que o ouro, sim, melhores do que o ouro refinado, e meus produtos são melhores do que a prata escolhida. Ando na vereda da justiça, no meio da senda do juízo, para fazer os que me amam tomar posse de haveres; e mantenho cheios os seus depósitos.” — Provérbios 8:18-21.
Junto com qualidades e características excelentes, tais como a prudência, o raciocínio, a humildade, a perspicácia, a sabedoria prática e a compreensão, as dádivas da sabedoria incluem riquezas e honra. Quem é sábio talvez possa obter riqueza por meios justos, e prospere espiritualmente. (3 João 2) A sabedoria lhe dá também honra. Além disso, ele sente satisfação com o que obtém, e tem paz mental e uma consciência limpa perante Deus. Deveras, feliz é o homem que encontrou sabedoria. Os frutos da sabedoria são deveras melhores do que o ouro refinado e a prata seleta.
Quão oportuno é este conselho para nós, visto que vivemos num mundo materialista, que dá ênfase a se conseguir riqueza por quaisquer meios e a qualquer custo! Que nunca percamos de vista o valor da sabedoria, nem recorramos a meios injustos para obter riqueza. Nunca devemos negligenciar as próprias provisões que dão sabedoria — nossas reuniões cristãs, e nosso próprio estudo da Bíblia e das publicações fornecidas pelo “escravo fiel e discreto” — só para conseguir riqueza. — Mateus 24:45-47.
PROVÉRBIOS 8:19)
“Meus frutos são melhores do que o ouro, sim, [melhores] do que o ouro refinado, e meus produtos [são melhores] do que a prata escolhida.”
w01 15/3 p. 27 “Feliz o homem que achou sabedoria”
Os modos da sabedoria são justos e retos. Ela recompensa os que a buscam. A sabedoria diz: “Comigo há riquezas e glória, valores hereditários e justiça. Meus frutos são melhores do que o ouro, sim, melhores do que o ouro refinado, e meus produtos são melhores do que a prata escolhida. Ando na vereda da justiça, no meio da senda do juízo, para fazer os que me amam tomar posse de haveres; e mantenho cheios os seus depósitos.” — Provérbios 8:18-21.
Junto com qualidades e características excelentes, tais como a prudência, o raciocínio, a humildade, a perspicácia, a sabedoria prática e a compreensão, as dádivas da sabedoria incluem riquezas e honra. Quem é sábio talvez possa obter riqueza por meios justos, e prospere espiritualmente. (3 João 2) A sabedoria lhe dá também honra. Além disso, ele sente satisfação com o que obtém, e tem paz mental e uma consciência limpa perante Deus. Deveras, feliz é o homem que encontrou sabedoria. Os frutos da sabedoria são deveras melhores do que o ouro refinado e a prata seleta.
Quão oportuno é este conselho para nós, visto que vivemos num mundo materialista, que dá ênfase a se conseguir riqueza por quaisquer meios e a qualquer custo! Que nunca percamos de vista o valor da sabedoria, nem recorramos a meios injustos para obter riqueza. Nunca devemos negligenciar as próprias provisões que dão sabedoria — nossas reuniões cristãs, e nosso próprio estudo da Bíblia e das publicações fornecidas pelo “escravo fiel e discreto” — só para conseguir riqueza. — Mateus 24:45-47.
PROVÉRBIOS 8:20)
“Ando na vereda da justiça, no meio da senda do juízo,”
w01 15/3 p. 27 “Feliz o homem que achou sabedoria”
Os modos da sabedoria são justos e retos. Ela recompensa os que a buscam. A sabedoria diz: “Comigo há riquezas e glória, valores hereditários e justiça. Meus frutos são melhores do que o ouro, sim, melhores do que o ouro refinado, e meus produtos são melhores do que a prata escolhida. Ando na vereda da justiça, no meio da senda do juízo, para fazer os que me amam tomar posse de haveres; e mantenho cheios os seus depósitos.” — Provérbios 8:18-21.
Junto com qualidades e características excelentes, tais como a prudência, o raciocínio, a humildade, a perspicácia, a sabedoria prática e a compreensão, as dádivas da sabedoria incluem riquezas e honra. Quem é sábio talvez possa obter riqueza por meios justos, e prospere espiritualmente. (3 João 2) A sabedoria lhe dá também honra. Além disso, ele sente satisfação com o que obtém, e tem paz mental e uma consciência limpa perante Deus. Deveras, feliz é o homem que encontrou sabedoria. Os frutos da sabedoria são deveras melhores do que o ouro refinado e a prata seleta.
Quão oportuno é este conselho para nós, visto que vivemos num mundo materialista, que dá ênfase a se conseguir riqueza por quaisquer meios e a qualquer custo! Que nunca percamos de vista o valor da sabedoria, nem recorramos a meios injustos para obter riqueza. Nunca devemos negligenciar as próprias provisões que dão sabedoria — nossas reuniões cristãs, e nosso próprio estudo da Bíblia e das publicações fornecidas pelo “escravo fiel e discreto” — só para conseguir riqueza. — Mateus 24:45-47.
PROVÉRBIOS 8:21)
“para fazer os que me amam tomar posse de haveres; e mantenho cheios os seus depósitos.”
w01 15/3 p. 27 “Feliz o homem que achou sabedoria”
Os modos da sabedoria são justos e retos. Ela recompensa os que a buscam. A sabedoria diz: “Comigo há riquezas e glória, valores hereditários e justiça. Meus frutos são melhores do que o ouro, sim, melhores do que o ouro refinado, e meus produtos são melhores do que a prata escolhida. Ando na vereda da justiça, no meio da senda do juízo, para fazer os que me amam tomar posse de haveres; e mantenho cheios os seus depósitos.” — Provérbios 8:18-21.
Junto com qualidades e características excelentes, tais como a prudência, o raciocínio, a humildade, a perspicácia, a sabedoria prática e a compreensão, as dádivas da sabedoria incluem riquezas e honra. Quem é sábio talvez possa obter riqueza por meios justos, e prospere espiritualmente. (3 João 2) A sabedoria lhe dá também honra. Além disso, ele sente satisfação com o que obtém, e tem paz mental e uma consciência limpa perante Deus. Deveras, feliz é o homem que encontrou sabedoria. Os frutos da sabedoria são deveras melhores do que o ouro refinado e a prata seleta.
Quão oportuno é este conselho para nós, visto que vivemos num mundo materialista, que dá ênfase a se conseguir riqueza por quaisquer meios e a qualquer custo! Que nunca percamos de vista o valor da sabedoria, nem recorramos a meios injustos para obter riqueza. Nunca devemos negligenciar as próprias provisões que dão sabedoria — nossas reuniões cristãs, e nosso próprio estudo da Bíblia e das publicações fornecidas pelo “escravo fiel e discreto” — só para conseguir riqueza. — Mateus 24:45-47.
PROVÉRBIOS 8:22)
““O próprio Jeová me produziu como princípio do seu caminho, a mais antiga das suas realizações de há muito.”
cf cap. 13 pp. 130-131 pars. 6-7 “Eu amo o Pai”
Do versículo 22 ao 31, encontramos uma descrição inspirada da sabedoria personificada. Como sabemos que essas palavras se referem ao Filho de Deus?
7 No versículo 22, a sabedoria diz: “O próprio Jeová me produziu como princípio do seu caminho, a mais antiga das suas realizações de há muito.” Aqui, deve-se estar referindo a algo mais do que a sabedoria, porque essa qualidade nunca foi ‘produzida’. Ela nunca teve um início, pois Jeová sempre existiu e sempre foi sábio. (Salmo 90:2) O Filho de Deus, porém, foi “o primogênito de toda a criação”. Ele foi produzido, ou criado; ele é a mais antiga de todas as realizações de Jeová. (Colossenses 1:15) O Filho já existia antes da Terra e do céu, conforme descrito em Provérbios. Como a Palavra, ou o Porta-Voz do próprio Jeová, ele era a expressão perfeita da sabedoria de Jeová. — João 1:1.
w06 1/8 p. 31 Perguntas dos Leitores
Perguntas dos Leitores
Como sabemos que a descrição da sabedoria em Provérbios 8:22-31 se aplica a Jesus Cristo em sua existência pré-humana?
A descrição inspirada da sabedoria, encontrada no livro de Provérbios, diz: “O próprio Jeová me produziu como princípio do seu caminho, a mais antiga das suas realizações de há muito. . . . Antes de serem assentados os próprios montes, adiante dos morros, fui produzida como que com dores de parto . . . Quando ele preparou os céus, eu estava lá; . . . então vim a estar ao seu lado como mestre-de-obras, e vim a ser aquele de quem ele gostava especialmente de dia a dia, regozijando-me perante ele todo o tempo, . . . e as coisas de que eu gostava estavam com os filhos dos homens.”
Essa passagem não pode estar falando apenas da sabedoria divina ou da sabedoria em sentido abstrato. Por que não? Porque a sabedoria descrita aqui foi “produzida”, ou criada, como o princípio do caminho de Jeová. Jeová sempre existiu e sempre foi sábio. (Salmo 90:1, 2) Sua sabedoria não teve princípio; não foi nem criada nem produzida. Não foi “produzida como que com dores de parto”. Além disso, diz-se que essa sabedoria fala e age, o que mostra que se trata de uma pessoa. — Provérbios 8:1.
w01 15/3 pp. 27-28 “Feliz o homem que achou sabedoria”
“Fui empossada desde tempo indefinido”
A personificação da sabedoria, encontrada no capítulo 8 de Provérbios, não é um simples meio para explicar as características duma qualidade abstrata. Ela se refere também simbolicamente à criação mais importante de Jeová. A sabedoria prossegue, dizendo: “O próprio Jeová me produziu como princípio do seu caminho, a mais antiga das suas realizações de há muito. Fui empossada desde tempo indefinido, desde o começo, desde tempos mais remotos do que a terra. Quando não havia águas de profundeza, fui produzida como que com dores de parto, quando não havia mananciais fortemente carregados com água. Antes de serem assentados os próprios montes, adiante dos morros, fui produzida como que com dores de parto, quando ele ainda não havia feito a terra e os espaços abertos, nem a primeira parte das massas de pó do solo produtivo.” — Provérbios 8:22-26.
Quão bem essa descrição da sabedoria personificada se harmoniza com o que se declara a respeito da “Palavra” nas Escrituras! “No princípio era a Palavra”, escreveu o apóstolo João, “e a Palavra estava com o Deus, e a Palavra era um deus”. (João 1:1) A sabedoria personificada representa figurativamente o Filho de Deus, Jesus Cristo, na sua existência pré-humana.
Jesus Cristo é “o primogênito de toda a criação; porque mediante ele foram criadas todas as outras coisas nos céus e na terra, as coisas visíveis e as coisas invisíveis”. (Colossenses 1:15, 16)
ti p. 14 O que diz a Bíblia sobre Deus e Jesus?
Note quão de perto essas referências à origem de Jesus se correlacionam com expressões feitas pela “Sabedoria” figurativa no livro bíblico de Provérbios: “Iahweh me criou, primícias de sua obra, antes de seus feitos mais antigos. Antes que as montanhas fossem implantadas, antes das colinas, eu fui gerada; ainda não havia feito a terra e a erva, nem os primeiros elementos do mundo.” (Provérbios 8:12, 22, 25, 26, BJ) Ao passo que o termo “Sabedoria” é usado para personificar aquele que Deus criou, a maioria dos peritos concorda que se trata realmente de uma figura de linguagem que se refere a Jesus na sua condição de criatura espiritual anterior à sua existência qual humano.
it-2 pp. 534-535 Jesus Cristo
Sabedoria personificada. O que se encontra registrado nas Escrituras a respeito da Palavra ajusta-se notavelmente à descrição fornecida em Provérbios 8:22-31. Ali, a sabedoria é personificada, apresentada como sendo capaz de falar e agir. (Pr 8:1) Muitos dos escritores dos primeiros séculos da Era Comum, que professavam ser cristãos, entenderam que esta parte se referia simbolicamente ao Filho de Deus na sua condição pré-humana. Em vista dos textos já considerados, não se pode negar que este Filho foi ‘produzido’ por Jeová “como princípio do seu caminho, a mais antiga das suas realizações de há muito”, nem que o Filho estivera ‘ao lado de Jeová como mestre-de-obras’ durante a criação da terra, conforme descrita nestes versículos de Provérbios. É verdade que em hebraico, em que os substantivos têm gênero (assim como em português e em outras línguas), a palavra “sabedoria” é sempre feminina. Continuaria assim mesmo que a sabedoria fosse personificada, e isso não impediria que a sabedoria fosse usada figurativamente para representar o Filho primogênito de Deus. A palavra grega para “amor”, na expressão “Deus é amor” (1Jo 4:8), também é feminina, mas isto não torna Deus feminino. Salomão, o principal escritor de Provérbios (Pr 1:1), aplicou a si mesmo o título qo•hé•leth (congregante; Ec 1:1), e esta palavra também é feminina.
A sabedoria se manifesta apenas quando de algum modo é expressa. A sabedoria do próprio Deus foi expressa na criação (Pr 3:19, 20), mas por meio do Filho dele. (Veja 1Co 8:6.) Assim, também, o propósito sábio de Deus com relação à humanidade é manifestado mediante Seu Filho, Jesus Cristo, ou resumido nele. De modo que o apóstolo podia dizer que Cristo representa “o poder de Deus e a sabedoria de Deus”, e que Cristo Jesus “se tornou para nós sabedoria de Deus, também justiça e santificação, e livramento por meio de resgate”. — 1Co 1:24, 30; compare isso com 1Co 2:7, 8; Pr 8:1, 10, 18-21.
PROVÉRBIOS 8:23)
“Fui empossada desde tempo indefinido, desde o começo, desde tempos mais remotos do que a terra.”
w01 15/3 pp. 27-28 “Feliz o homem que achou sabedoria”
“Fui empossada desde tempo indefinido”
A personificação da sabedoria, encontrada no capítulo 8 de Provérbios, não é um simples meio para explicar as características duma qualidade abstrata. Ela se refere também simbolicamente à criação mais importante de Jeová. A sabedoria prossegue, dizendo: “O próprio Jeová me produziu como princípio do seu caminho, a mais antiga das suas realizações de há muito. Fui empossada desde tempo indefinido, desde o começo, desde tempos mais remotos do que a terra. Quando não havia águas de profundeza, fui produzida como que com dores de parto, quando não havia mananciais fortemente carregados com água. Antes de serem assentados os próprios montes, adiante dos morros, fui produzida como que com dores de parto, quando ele ainda não havia feito a terra e os espaços abertos, nem a primeira parte das massas de pó do solo produtivo.” — Provérbios 8:22-26.
Quão bem essa descrição da sabedoria personificada se harmoniza com o que se declara a respeito da “Palavra” nas Escrituras! “No princípio era a Palavra”, escreveu o apóstolo João, “e a Palavra estava com o Deus, e a Palavra era um deus”. (João 1:1) A sabedoria personificada representa figurativamente o Filho de Deus, Jesus Cristo, na sua existência pré-humana.
Jesus Cristo é “o primogênito de toda a criação; porque mediante ele foram criadas todas as outras coisas nos céus e na terra, as coisas visíveis e as coisas invisíveis”. (Colossenses 1:15, 16)
PROVÉRBIOS 8:27)
“Quando ele preparou os céus, eu estava lá; quando decretou o círculo sobre a face da água de profundeza,”
it-1 p. 532 Comandante, Bastão de
Comandante, Bastão de
Uma longa vara que servia de símbolo do direito do comandante de emitir ordens. A expressão “bastão de comandante” ocorre quatro vezes na Tradução do Novo Mundo, traduzindo o particípio mehho•qéq, que vem do radical hebraico hha•qáq, significando “inscrever” ou “gravar”, e, portanto, “decretar” ou “legislar”. (Is 30:8; Ez 4:1; Pr 8:27; Is 10:1) Na antiguidade, as leis sancionadas eram inscritas ou gravadas em tabuinhas de pedra ou de metal.
PROVÉRBIOS 8:29)
“quando fixou ao mar o seu decreto, para que as próprias águas não ultrapassassem a sua ordem, quando decretou os alicerces da terra,”
w98 1/11 pp. 8-9 par. 4 Resistirá sua obra ao fogo?
Jesus sabia tudo sobre a importância dos alicerces. Ele estava presente quando Jeová fundou a própria Terra. (Provérbios 8:29-31)
w98 1/11 p. 9 Resistirá sua obra ao fogo?
O ‘alicerce da terra’ pode referir-se às forças físicas que sustentam firmemente a ela — e a todos os corpos celestes — no seu lugar. Além disso, a própria Terra foi construída de forma tal, que nunca será “abalada” ou destruída. — Salmo 104:5.
PROVÉRBIOS 8:30)
“então vim a estar ao seu lado como mestre-de-obras, e vim a ser aquele de quem ele gostava especialmente de dia a dia, regozijando-me perante ele todo o tempo,”
cf cap. 13 pp. 130-132 “Eu amo o Pai”
O mais forte e antigo vínculo de amor
6 Já realizou alguma tarefa junto com um amigo? Percebeu que sua amizade ficou mais achegada por causa disso? Essa experiência agradável pode ajudá-lo a ter uma ideia do amor que se desenvolveu entre Jeová e seu Filho unigênito. Já citamos Provérbios 8:30 algumas vezes, mas vamos analisar mais detalhadamente esse versículo no seu contexto. Do versículo 22 ao 31, encontramos uma descrição inspirada da sabedoria personificada. Como sabemos que essas palavras se referem ao Filho de Deus?
7 No versículo 22, a sabedoria diz: “O próprio Jeová me produziu como princípio do seu caminho, a mais antiga das suas realizações de há muito.” Aqui, deve-se estar referindo a algo mais do que a sabedoria, porque essa qualidade nunca foi ‘produzida’. Ela nunca teve um início, pois Jeová sempre existiu e sempre foi sábio. (Salmo 90:2) O Filho de Deus, porém, foi “o primogênito de toda a criação”. Ele foi produzido, ou criado; ele é a mais antiga de todas as realizações de Jeová. (Colossenses 1:15) O Filho já existia antes da Terra e do céu, conforme descrito em Provérbios. Como a Palavra, ou o Porta-Voz do próprio Jeová, ele era a expressão perfeita da sabedoria de Jeová. — João 1:1.
8 O que o Filho fez durante seu longo tempo de vida antes de vir à Terra? O versículo 30 diz que ele estava ao lado de Deus, “como mestre de obras”. O que significa isso? Colossenses 1:16 explica: “Mediante ele foram criadas todas as outras coisas nos céus e na terra . . . Todas as outras coisas foram criadas por intermédio dele e para ele.” Assim, Jeová, o Criador, trouxe à existência todas as outras criações por meio de seu Filho, o Mestre de Obras — das criaturas espirituais nos céus ao imenso Universo físico, da Terra e sua extraordinária variedade de plantas e animais à criação terrestre mais importante: o ser humano. De certo modo, podemos comparar esse trabalho em equipe entre Pai e Filho à cooperação que há entre um arquiteto e um construtor. O construtor é alguém especializado em executar os projetos engenhosos do arquiteto. Quando ficamos impressionados com algum aspecto da criação, na verdade estamos louvando o Grande Arquiteto. (Salmo 19:1) Mas podemos nos lembrar também do longo e feliz trabalho em equipe entre o Criador e o seu “mestre de obras”.
9 Quando dois humanos imperfeitos trabalham juntos, às vezes surgem dificuldades de relacionamento. Isso não aconteceu entre Jeová e seu Filho. O Filho trabalhou com o Pai durante incontáveis eras e ‘regozijava-se perante ele todo o tempo’. (Provérbios 8:30) Ele tinha prazer na companhia do Pai, que por sua vez apreciava a companhia do Filho. Naturalmente, o Filho tornou-se cada vez mais parecido com o Pai, aprendendo a imitar as Suas qualidades. Assim, não é de admirar que o vínculo entre Pai e Filho tenha se tornado tão forte! Pode ser apropriadamente considerado o mais forte e antigo vínculo de amor de todo o Universo.
w06 1/8 p. 31 Perguntas dos Leitores
O livro de Provérbios diz que havia muito tempo a sabedoria estava ao lado de Jeová, o Criador, como “mestre-de-obras”. Isso com certeza se aplica a Jesus. Muito antes de vir à Terra, Jesus trabalhou tão intimamente com Jeová que a Palavra de Deus diz: “Ele é antes de todas as outras coisas e todas as outras coisas vieram a existir por meio dele.” — Colossenses 1:17; Revelação (Apocalipse) 3:14.
w06 15/9 p. 17 Destaques do livro de Provérbios
8:30 — Quem é o “mestre-de-obras”? A sabedoria personificada chama a si mesma de “mestre-de-obras”. Mais do que um recurso literário para explicar as características da sabedoria, essa personificação se refere simbolicamente ao Filho primogênito de Deus, Jesus Cristo, na sua existência pré-humana. Bem antes de nascer como homem na Terra, ele foi ‘produzido como princípio do caminho de Deus’. (Provérbios 8:22) Como “mestre-de-obras”, trabalhou ativamente com seu Pai na criação de todas as coisas. — Colossenses 1:15-17.
w01 15/3 p. 28 “Feliz o homem que achou sabedoria”
então vim a estar ao seu lado como mestre-de-obras, e vim a ser aquele de quem ele gostava especialmente de dia a dia, regozijando-me perante ele todo o tempo, regozijando-me com o solo produtivo da sua terra, e as coisas de que eu gostava estavam com os filhos dos homens”. (Provérbios 8:27-31) O Filho primogênito de Jeová estava ali ao lado do Pai, trabalhando ativamente com ele, o inigualável Criador dos céus e da Terra. Quando Jeová Deus criou o primeiro humano, o Filho estava associado com ele no projeto como Mestre de Obras. (Gênesis 1:26) Não é de admirar que o Filho de Deus esteja muito interessado na humanidade e até goste dela!
w00 15/2 p. 11 par. 6 Chegamos a conhecer “a mente de Cristo”
6 Segundo algumas estimativas científicas, o Universo físico já existe pelo menos por 12 bilhões de anos. Se estas estimativas forem mais ou menos corretas, o Filho primogênito de Deus usufruiu uma associação íntima com o Pai por períodos imensuráveis antes da criação de Adão. (Note Miquéias 5:2.) Desenvolveu-se assim uma associação terna e profunda entre os dois. Este Filho primogênito, como sabedoria personificada, é representado como dizendo na sua existência pré-humana: “Vim a ser aquele de quem [Jeová] gostava especialmente de dia a dia, regozijando-me perante ele todo o tempo.” (Provérbios 8:30) Passar eras incontáveis em associação íntima com a Fonte do amor certamente teve um profundo efeito sobre o Filho de Deus! (1 João 4:8) Este Filho passou a conhecer e a refletir os pensamentos, os sentimentos e os modos de agir de seu Pai como ninguém mais podia. — Mateus 11:27.
ti p. 14 O que diz a Bíblia sobre Deus e Jesus?
Como “Sabedoria” em sua existência pré-humana, Jesus diz adicionalmente que “estava junto com ele [Deus] como o mestre-de-obras”. (Provérbios 8:30, BJ) Em harmonia com esse papel de mestre-de-obras, Colossenses 1:16 diz de Jesus que “por meio dele, Deus criou tudo, no céu e na terra”. — A Bíblia na Linguagem de Hoje (BLH).
Assim, foi por meio desse mestre-de-obras, seu sócio minoritário, por assim dizer, que o Deus Todo-poderoso criou todas as outras coisas. A Bíblia resume o assunto da seguinte maneira: “Para nós, contudo, há só um Deus, o Pai, de quem tiveram o ser todas as coisas . . . e só um Senhor Jesus Cristo, por quem todas as coisas (foram feitas).” (O grifo é nosso.) — 1 Coríntios 8:6, So.
Sem dúvida foi a esse mestre-de-obras que Deus disse: “Façamos o homem à nossa imagem.” (Gênesis 1:26)
it-1 p. 78 Alegria
Ele também sentia grande amor pela humanidade e alegrava-se nela. As Escrituras, personificando-o na sua existência pré-humana como sabedoria, representam-no como dizendo: “Então vim a estar ao . . . lado [de Jeová] como mestre-de-obras, e vim a ser aquele de quem ele gostava especialmente de dia a dia, regozijando-me perante ele todo o tempo, regozijando-me com o solo produtivo da sua terra, e as coisas de que eu gostava estavam com os filhos dos homens.” — Pr 8:30, 31.
it-1 p. 725 Divertimentos
Divertimentos
Conforme expresso pelo escritor de Eclesiastes: “Para tudo há um tempo determinado, . . . tempo para chorar e tempo para rir; tempo para lamentar e tempo para saltitar.” (Ec 3:1, 4) A palavra “rir” traduz aqui o verbo hebraico sa•hháq. Embora seu sentido básico seja o de “rir”, esta palavra e as palavras aparentadas sehhóq e tsa•hháq também são traduzidas por expressões tais como “festejar”, ‘divertir-se’ e “servir de diversão”. (2Sa 6:21; Jó 41:5; Jz 16:25; Êx 32:6; Gên 26:8) Em Provérbios 8:30, 31, usam-se formas do verbo sa•hháq com referência ao “mestre-de-obras” ‘regozijar-se’ perante Jeová após a criação da terra, bem como para descrever o “brincar” ou “divertir-se” da criação animal no mar e nos campos. — Sal 104:26; Jó 40:20.
it-2 pp. 534-535 Jesus Cristo
Sabedoria personificada. O que se encontra registrado nas Escrituras a respeito da Palavra ajusta-se notavelmente à descrição fornecida em Provérbios 8:22-31. Ali, a sabedoria é personificada, apresentada como sendo capaz de falar e agir. (Pr 8:1) Muitos dos escritores dos primeiros séculos da Era Comum, que professavam ser cristãos, entenderam que esta parte se referia simbolicamente ao Filho de Deus na sua condição pré-humana. Em vista dos textos já considerados, não se pode negar que este Filho foi ‘produzido’ por Jeová “como princípio do seu caminho, a mais antiga das suas realizações de há muito”, nem que o Filho estivera ‘ao lado de Jeová como mestre-de-obras’ durante a criação da terra, conforme descrita nestes versículos de Provérbios. É verdade que em hebraico, em que os substantivos têm gênero (assim como em português e em outras línguas), a palavra “sabedoria” é sempre feminina. Continuaria assim mesmo que a sabedoria fosse personificada, e isso não impediria que a sabedoria fosse usada figurativamente para representar o Filho primogênito de Deus. A palavra grega para “amor”, na expressão “Deus é amor” (1Jo 4:8), também é feminina, mas isto não torna Deus feminino. Salomão, o principal escritor de Provérbios (Pr 1:1), aplicou a si mesmo o título qo•hé•leth (congregante; Ec 1:1), e esta palavra também é feminina.
A sabedoria se manifesta apenas quando de algum modo é expressa. A sabedoria do próprio Deus foi expressa na criação (Pr 3:19, 20), mas por meio do Filho dele. (Veja 1Co 8:6.) Assim, também, o propósito sábio de Deus com relação à humanidade é manifestado mediante Seu Filho, Jesus Cristo, ou resumido nele. De modo que o apóstolo podia dizer que Cristo representa “o poder de Deus e a sabedoria de Deus”, e que Cristo Jesus “se tornou para nós sabedoria de Deus, também justiça e santificação, e livramento por meio de resgate”. — 1Co 1:24, 30; compare isso com 1Co 2:7, 8; Pr 8:1, 10, 18-21.
PROVÉRBIOS 8:31)
“regozijando-me com o solo produtivo da sua terra, e as coisas de que eu gostava estavam com os filhos dos homens.”
w08 15/2 p. 14 par. 11 Jesus Cristo — o maior de todos os missionários
Durante sua existência pré-humana, Jesus percebeu o sentimento de Deus em relação aos humanos por observar os tratos de Jeová com eles. Jesus passou a amar a humanidade da mesma forma que Deus ama. Por isso, Jesus podia dizer como a sabedoria personificada: “As coisas de que eu gostava estavam com os filhos dos homens.” — Pro. 8:22, 31.
it-1 p. 78 Alegria
Ele também sentia grande amor pela humanidade e alegrava-se nela. As Escrituras, personificando-o na sua existência pré-humana como sabedoria, representam-no como dizendo: “Então vim a estar ao . . . lado [de Jeová] como mestre-de-obras, e vim a ser aquele de quem ele gostava especialmente de dia a dia, regozijando-me perante ele todo o tempo, regozijando-me com o solo produtivo da sua terra, e as coisas de que eu gostava estavam com os filhos dos homens.” — Pr 8:30, 31.
it-1 p. 725 Divertimentos
Divertimentos
Conforme expresso pelo escritor de Eclesiastes: “Para tudo há um tempo determinado, . . . tempo para chorar e tempo para rir; tempo para lamentar e tempo para saltitar.” (Ec 3:1, 4) A palavra “rir” traduz aqui o verbo hebraico sa•hháq. Embora seu sentido básico seja o de “rir”, esta palavra e as palavras aparentadas sehhóq e tsa•hháq também são traduzidas por expressões tais como “festejar”, ‘divertir-se’ e “servir de diversão”. (2Sa 6:21; Jó 41:5; Jz 16:25; Êx 32:6; Gên 26:8) Em Provérbios 8:30, 31, usam-se formas do verbo sa•hháq com referência ao “mestre-de-obras” ‘regozijar-se’ perante Jeová após a criação da terra, bem como para descrever o “brincar” ou “divertir-se” da criação animal no mar e nos campos. — Sal 104:26; Jó 40:20.
PROVÉRBIOS 8:32)
““E agora, ó filhos, escutai-me; sim, felizes são os que guardam os próprios caminhos meus.”
w01 15/3 p. 28 “Feliz o homem que achou sabedoria”
“Feliz o homem que me está escutando”
O Filho de Deus, como sabedoria personificada, disse: “Agora, ó filhos, escutai-me; sim, felizes são os que guardam os próprios caminhos meus. Escutai a disciplina e tornai-vos sábios, e não sejais negligentes. Feliz o homem que me está escutando por ficar alerta às minhas portas dia a dia, vigiando junto às ombreiras das minhas entradas. Pois, quem me achar, há de achar a vida, e ele obterá boa vontade da parte de Jeová. Mas aquele que não acerta comigo faz violência à sua alma; todos os que me odeiam intensamente são os que amam a morte.” — Provérbios 8:32-36.
Jesus Cristo é a própria personificação da sabedoria de Deus. “Cuidadosamente ocultos nele se acham todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento.” (Colossenses 2:3) Portanto, escutemo-lo atentamente e sigamos de perto os seus passos. (1 Pedro 2:21) Rejeitá-lo seria violentar a nossa própria alma e amar a morte, pois “não há salvação em nenhum outro”. (Atos 4:12) Portanto, aceitemos a Jesus como aquele que Deus providenciou para a nossa salvação. (Mateus 20:28; João 3:16) Assim teremos a felicidade resultante de ‘achar a vida e obter a boa vontade de Jeová’.
PROVÉRBIOS 8:33)
“Escutai a disciplina e tornai-vos sábios, e não sejais negligentes.”
w01 15/3 p. 28 “Feliz o homem que achou sabedoria”
“Feliz o homem que me está escutando”
O Filho de Deus, como sabedoria personificada, disse: “Agora, ó filhos, escutai-me; sim, felizes são os que guardam os próprios caminhos meus. Escutai a disciplina e tornai-vos sábios, e não sejais negligentes. Feliz o homem que me está escutando por ficar alerta às minhas portas dia a dia, vigiando junto às ombreiras das minhas entradas. Pois, quem me achar, há de achar a vida, e ele obterá boa vontade da parte de Jeová. Mas aquele que não acerta comigo faz violência à sua alma; todos os que me odeiam intensamente são os que amam a morte.” — Provérbios 8:32-36.
Jesus Cristo é a própria personificação da sabedoria de Deus. “Cuidadosamente ocultos nele se acham todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento.” (Colossenses 2:3) Portanto, escutemo-lo atentamente e sigamos de perto os seus passos. (1 Pedro 2:21) Rejeitá-lo seria violentar a nossa própria alma e amar a morte, pois “não há salvação em nenhum outro”. (Atos 4:12) Portanto, aceitemos a Jesus como aquele que Deus providenciou para a nossa salvação. (Mateus 20:28; João 3:16) Assim teremos a felicidade resultante de ‘achar a vida e obter a boa vontade de Jeová’.
PROVÉRBIOS 8:34)
“Feliz o homem que me está escutando por ficar alerta às minhas portas dia a dia, vigiando junto às ombreiras das minhas entradas.”
w01 15/3 p. 28 “Feliz o homem que achou sabedoria”
“Feliz o homem que me está escutando”
O Filho de Deus, como sabedoria personificada, disse: “Agora, ó filhos, escutai-me; sim, felizes são os que guardam os próprios caminhos meus. Escutai a disciplina e tornai-vos sábios, e não sejais negligentes. Feliz o homem que me está escutando por ficar alerta às minhas portas dia a dia, vigiando junto às ombreiras das minhas entradas. Pois, quem me achar, há de achar a vida, e ele obterá boa vontade da parte de Jeová. Mas aquele que não acerta comigo faz violência à sua alma; todos os que me odeiam intensamente são os que amam a morte.” — Provérbios 8:32-36.
Jesus Cristo é a própria personificação da sabedoria de Deus. “Cuidadosamente ocultos nele se acham todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento.” (Colossenses 2:3) Portanto, escutemo-lo atentamente e sigamos de perto os seus passos. (1 Pedro 2:21) Rejeitá-lo seria violentar a nossa própria alma e amar a morte, pois “não há salvação em nenhum outro”. (Atos 4:12) Portanto, aceitemos a Jesus como aquele que Deus providenciou para a nossa salvação. (Mateus 20:28; João 3:16) Assim teremos a felicidade resultante de ‘achar a vida e obter a boa vontade de Jeová’.
PROVÉRBIOS 8:35)
“Pois, quem me achar, há de achar a vida, e ele obterá boa vontade da parte de Jeová.”
w01 15/3 p. 28 “Feliz o homem que achou sabedoria”
“Feliz o homem que me está escutando”
O Filho de Deus, como sabedoria personificada, disse: “Agora, ó filhos, escutai-me; sim, felizes são os que guardam os próprios caminhos meus. Escutai a disciplina e tornai-vos sábios, e não sejais negligentes. Feliz o homem que me está escutando por ficar alerta às minhas portas dia a dia, vigiando junto às ombreiras das minhas entradas. Pois, quem me achar, há de achar a vida, e ele obterá boa vontade da parte de Jeová. Mas aquele que não acerta comigo faz violência à sua alma; todos os que me odeiam intensamente são os que amam a morte.” — Provérbios 8:32-36.
Jesus Cristo é a própria personificação da sabedoria de Deus. “Cuidadosamente ocultos nele se acham todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento.” (Colossenses 2:3) Portanto, escutemo-lo atentamente e sigamos de perto os seus passos. (1 Pedro 2:21) Rejeitá-lo seria violentar a nossa própria alma e amar a morte, pois “não há salvação em nenhum outro”. (Atos 4:12) Portanto, aceitemos a Jesus como aquele que Deus providenciou para a nossa salvação. (Mateus 20:28; João 3:16) Assim teremos a felicidade resultante de ‘achar a vida e obter a boa vontade de Jeová’.
PROVÉRBIOS 8:36)
“Mas aquele que não acerta comigo faz violência à sua alma; todos os que me odeiam intensamente são os que amam a morte.””
w01 15/3 p. 28 “Feliz o homem que achou sabedoria”
“Feliz o homem que me está escutando”
O Filho de Deus, como sabedoria personificada, disse: “Agora, ó filhos, escutai-me; sim, felizes são os que guardam os próprios caminhos meus. Escutai a disciplina e tornai-vos sábios, e não sejais negligentes. Feliz o homem que me está escutando por ficar alerta às minhas portas dia a dia, vigiando junto às ombreiras das minhas entradas. Pois, quem me achar, há de achar a vida, e ele obterá boa vontade da parte de Jeová. Mas aquele que não acerta comigo faz violência à sua alma; todos os que me odeiam intensamente são os que amam a morte.” — Provérbios 8:32-36.
Jesus Cristo é a própria personificação da sabedoria de Deus. “Cuidadosamente ocultos nele se acham todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento.” (Colossenses 2:3) Portanto, escutemo-lo atentamente e sigamos de perto os seus passos. (1 Pedro 2:21) Rejeitá-lo seria violentar a nossa própria alma e amar a morte, pois “não há salvação em nenhum outro”. (Atos 4:12) Portanto, aceitemos a Jesus como aquele que Deus providenciou para a nossa salvação. (Mateus 20:28; João 3:16) Assim teremos a felicidade resultante de ‘achar a vida e obter a boa vontade de Jeová’.
PROVÉRBIOS 9:1)
“A verdadeira sabedoria construiu a sua casa; talhou as suas sete colunas.”
w01 15/5 p. 28 ‘Pela sabedoria, nossos dias se tornarão muitos’
O nono capítulo do livro bíblico de Provérbios abre com as palavras: “A verdadeira sabedoria construiu a sua casa; talhou as suas sete colunas.” (Provérbios 9:1) A expressão “sete colunas”, segundo um erudito, “indica uma mansão construída em torno dum pátio, com a estrutura apoiada por três colunas em dois lados e por uma no centro do terceiro lado, que dava de frente para o espaço aberto que era a entrada”. De qualquer modo, a verdadeira sabedoria construiu uma casa sólida para acolher muitos convidados.
PROVÉRBIOS 9:2)
“Ela organizou seu abate de carne; misturou seu vinho; ainda mais, pôs em ordem a sua mesa.”
w01 15/5 p. 28 ‘Pela sabedoria, nossos dias se tornarão muitos’
Tudo está pronto para um banquete. Há ali carne, bem como vinho. A sabedoria deu atenção pessoal à preparação da refeição e à arrumação da mesa. “Ela organizou seu abate de carne; misturou seu vinho; ainda mais, pôs em ordem a sua mesa.” (Provérbios 9:2) Informações interessantes, espiritualmente esclarecedoras, evidentemente estão disponíveis nesta mesa figurativa. — Isaías 55:1, 2.
PROVÉRBIOS 9:3)
“Ela enviou as suas criadas, para que clamassem no cume das elevações da vila:”
w01 15/5 p. 28 ‘Pela sabedoria, nossos dias se tornarão muitos’
Provérbios 9:3
w01 15/5 pp. 28-29 ‘Pela sabedoria, nossos dias se tornarão muitos’
A sabedoria enviou suas criadas para fazer um convite. Elas foram a lugares públicos, dos quais clamam para o maior número possível de pessoas.
w01 15/5 p. 28 ‘Pela sabedoria, nossos dias se tornarão muitos’
“Ela enviou as suas criadas, para que clamassem no cume das elevações da vila:
PROVÉRBIOS 9:4)
““Quem for inexperiente, desvie-se para cá.” Quem for falto de coração — ela lhe disse:”
w01 15/5 p. 29 ‘Pela sabedoria, nossos dias se tornarão muitos’
Os cristãos precisam aceitar humildemente a disciplina da sabedoria. Isto se aplica especialmente aos jovens e aos que recentemente começaram a aprender sobre Jeová. Por causa da experiência limitada sobre os caminhos de Deus, talvez sejam ‘faltos de coração’. Não é que todas as suas motivações sejam erradas, mas requer tempo e esforço para harmonizar o coração com o que realmente agrada a Jeová Deus. Isto requer harmonizar os pensamentos, os desejos, os gostos e os objetivos com o que Deus aprova.
w01 15/5 p. 28 ‘Pela sabedoria, nossos dias se tornarão muitos’
‘Quem for inexperiente, desvie-se para cá.’ Quem for falto de coração — ela lhe disse:
w01 15/5 p. 29 ‘Pela sabedoria, nossos dias se tornarão muitos’
Todos são convidados — os ‘faltos de coração’, ou os que não têm entendimento, bem como os inexperientes. (Provérbios 9:4)
w99 1/7 pp. 18-19 par. 4 Famílias, louvem a Deus como parte da congregação dele
4 O que nota Jeová quando examina o coração dos nossos filhos? A maioria desses diria que ama a Deus, e isso é elogiável. No entanto, alguém que é jovem ou que há pouco está aprendendo algo sobre Jeová tem pouca experiência sobre o caminho de Jeová. Por não ter experiência, pode ser “falto de coração”, como o expressa a Bíblia. Talvez nem todos os motivos dele sejam maus, mas leva tempo para condicionar o coração para agradar a Deus. Isto envolve harmonizar os pensamentos, os desejos, os afetos, as emoções e os objetivos que se tem na vida com o que Deus aprova, tanto quanto isso é possível a humanos imperfeitos. Quando alguém amolda assim o seu íntimo de modo piedoso, ele “adquire coração”. — Provérbios 9:4; 19:8.
PROVÉRBIOS 9:5)
““Vinde, alimentai-vos do meu pão e participai em beber do vinho que misturei.”
w01 15/5 p. 29 ‘Pela sabedoria, nossos dias se tornarão muitos’
E faz-se-lhes uma promessa de vida. A sabedoria contida na Palavra de Deus, inclusive no livro de Provérbios, certamente está disponível a todos. Hoje em dia, como mensageiros da verdadeira sabedoria, as Testemunhas de Jeová se atarefam em convidar pessoas, onde quer que estejam, a estudar a Bíblia. Assimilar este conhecimento, deveras, pode resultar em vida eterna. — João 17:3.
Os cristãos precisam aceitar humildemente a disciplina da sabedoria. Isto se aplica especialmente aos jovens e aos que recentemente começaram a aprender sobre Jeová. Por causa da experiência limitada sobre os caminhos de Deus, talvez sejam ‘faltos de coração’. Não é que todas as suas motivações sejam erradas, mas requer tempo e esforço para harmonizar o coração com o que realmente agrada a Jeová Deus. Isto requer harmonizar os pensamentos, os desejos, os gostos e os objetivos com o que Deus aprova. Como é vital que criem um ‘anseio pelo leite não adulterado pertencente à palavra’. — 1 Pedro 2:2.
Deveras, não devemos todos nós ir além da “doutrina primária”? Nós certamente temos de criar interesse nas “coisas profundas de Deus” e ser nutridos pelo alimento sólido que é para as pessoas maduras. (Hebreus 5:12-6:1; 1 Coríntios 2:10) “O escravo fiel e discreto”, supervisionado diretamente por Jesus Cristo, fornece diligentemente a todos o alimento espiritual oportuno. (Mateus 24:45-47) Deleitemo-nos à mesa da sabedoria por estudar diligentemente a Palavra de Deus e as publicações bíblicas fornecidas pela classe do escravo.
w01 15/5 p. 28 ‘Pela sabedoria, nossos dias se tornarão muitos’
‘Vinde, alimentai-vos do meu pão e participai em beber do vinho que misturei. Deixai os inexperientes e continuai vivendo, e andai direito no caminho do entendimento.’ ” — Provérbios 9:3-6.
PROVÉRBIOS 9:6)
“Deixai os inexperientes e continuai vivendo, e andai direito no caminho do entendimento.””
w01 15/5 p. 29 ‘Pela sabedoria, nossos dias se tornarão muitos’
E faz-se-lhes uma promessa de vida. A sabedoria contida na Palavra de Deus, inclusive no livro de Provérbios, certamente está disponível a todos. Hoje em dia, como mensageiros da verdadeira sabedoria, as Testemunhas de Jeová se atarefam em convidar pessoas, onde quer que estejam, a estudar a Bíblia. Assimilar este conhecimento, deveras, pode resultar em vida eterna. — João 17:3.
Os cristãos precisam aceitar humildemente a disciplina da sabedoria. Isto se aplica especialmente aos jovens e aos que recentemente começaram a aprender sobre Jeová. Por causa da experiência limitada sobre os caminhos de Deus, talvez sejam ‘faltos de coração’. Não é que todas as suas motivações sejam erradas, mas requer tempo e esforço para harmonizar o coração com o que realmente agrada a Jeová Deus. Isto requer harmonizar os pensamentos, os desejos, os gostos e os objetivos com o que Deus aprova. Como é vital que criem um ‘anseio pelo leite não adulterado pertencente à palavra’. — 1 Pedro 2:2.
Deveras, não devemos todos nós ir além da “doutrina primária”? Nós certamente temos de criar interesse nas “coisas profundas de Deus” e ser nutridos pelo alimento sólido que é para as pessoas maduras. (Hebreus 5:12-6:1; 1 Coríntios 2:10) “O escravo fiel e discreto”, supervisionado diretamente por Jesus Cristo, fornece diligentemente a todos o alimento espiritual oportuno. (Mateus 24:45-47) Deleitemo-nos à mesa da sabedoria por estudar diligentemente a Palavra de Deus e as publicações bíblicas fornecidas pela classe do escravo.
w01 15/5 p. 28 ‘Pela sabedoria, nossos dias se tornarão muitos’
‘Vinde, alimentai-vos do meu pão e participai em beber do vinho que misturei. Deixai os inexperientes e continuai vivendo, e andai direito no caminho do entendimento.’ ” — Provérbios 9:3-6.
PROVÉRBIOS 9:7)
“Quem corrige ao zombador toma para si desonra, e quem dá repreensão a um iníquo — defeito nele.”
w01 15/5 pp. 29-30 ‘Pela sabedoria, nossos dias se tornarão muitos’
“Não repreendas ao zombador”
Os ensinos da sabedoria também incluem correção e repreensão. Este aspecto da sabedoria não é bem-aceito por todos. Por isso, o encerramento da primeira parte do livro de Provérbios contém a advertência: “Quem corrige ao zombador toma para si desonra, e quem dá repreensão a um iníquo — defeito nele. Não repreendas ao zombador, para que não te odeie.” — Provérbios 9:7, 8a.
O zombador cria ressentimento e ódio ao que procura endireitar-lhe o caminho. O iníquo tem falta de apreço pelo valor da repreensão. Como é imprudente tentar ensinar a bela verdade da Palavra de Deus a alguém que odeia a verdade ou que simplesmente procura zombar dela! Quando o apóstolo Paulo estava pregando em Antioquia, ele encontrou um grupo de judeus que não amavam a verdade. Eles procuravam envolvê-lo numa discussão por contradizê-lo de forma blasfema, mas Paulo declarou simplesmente: “Visto que a repelis [a palavra de Deus] e não vos julgais dignos da vida eterna, eis que nos voltamos para as nações.” — Atos 13:45, 46.
No nosso empenho de contatar os sinceros com as boas novas do Reino, devemos ter cuidado para não nos envolver em debates e discussões com zombadores. Cristo Jesus ensinou aos seus discípulos: “Ao entrardes na casa, cumprimentai a família; e, se a casa for merecedora, venha sobre ela a paz que lhe desejais; mas, se ela não for merecedora, volte a vós a vossa paz. Onde quer que alguém não vos acolher ou não escutar as vossas palavras, ao sairdes daquela casa ou daquela cidade, sacudi o pó dos vossos pés.” — Mateus 10:12-14.
PROVÉRBIOS 9:8)
“Não repreendas ao zombador, para que não te odeie. Dá repreensão ao sábio e ele te amará.”
w01 15/5 pp. 29-30 ‘Pela sabedoria, nossos dias se tornarão muitos’
Não repreendas ao zombador, para que não te odeie.” — Provérbios 9:7, 8a.
O zombador cria ressentimento e ódio ao que procura endireitar-lhe o caminho. O iníquo tem falta de apreço pelo valor da repreensão. Como é imprudente tentar ensinar a bela verdade da Palavra de Deus a alguém que odeia a verdade ou que simplesmente procura zombar dela! Quando o apóstolo Paulo estava pregando em Antioquia, ele encontrou um grupo de judeus que não amavam a verdade. Eles procuravam envolvê-lo numa discussão por contradizê-lo de forma blasfema, mas Paulo declarou simplesmente: “Visto que a repelis [a palavra de Deus] e não vos julgais dignos da vida eterna, eis que nos voltamos para as nações.” — Atos 13:45, 46.
No nosso empenho de contatar os sinceros com as boas novas do Reino, devemos ter cuidado para não nos envolver em debates e discussões com zombadores. Cristo Jesus ensinou aos seus discípulos: “Ao entrardes na casa, cumprimentai a família; e, se a casa for merecedora, venha sobre ela a paz que lhe desejais; mas, se ela não for merecedora, volte a vós a vossa paz. Onde quer que alguém não vos acolher ou não escutar as vossas palavras, ao sairdes daquela casa ou daquela cidade, sacudi o pó dos vossos pés.” — Mateus 10:12-14.
A reação de alguém sábio à repreensão é contrária à do zombador. Salomão declarou: “Dá repreensão ao sábio e ele te amará. Dá ao sábio e ele se tornará ainda mais sábio.” (Provérbios 9:8b, 9a) Quem é sábio sabe que “nenhuma disciplina parece no momento ser motivo de alegria, mas sim de pesar; no entanto, depois dá fruto pacífico, a saber, a justiça, aos que têm sido treinados por ela”. (Hebreus 12:11)
PROVÉRBIOS 9:9)
“Dá ao sábio e ele se tornará ainda mais sábio. Transmite conhecimento a alguém justo e ele aumentará em erudição.”
w01 15/5 p. 30 ‘Pela sabedoria, nossos dias se tornarão muitos’
Dá ao sábio e ele se tornará ainda mais sábio.” (Provérbios 9:8b, 9a) Quem é sábio sabe que “nenhuma disciplina parece no momento ser motivo de alegria, mas sim de pesar; no entanto, depois dá fruto pacífico, a saber, a justiça, aos que têm sido treinados por ela”. (Hebreus 12:11) Embora o conselho possa parecer penoso, por que deveríamos retaliar ou ficar na defensiva quando a aceitação dele nos tornará mais sábios?
“Transmite conhecimento a alguém justo e ele aumentará em erudição”, prossegue o sábio rei. (Provérbios 9:9b) Ninguém é sábio demais ou velho demais para aprender. Que prazer dá ver os que já estão em idade avançada aceitar a verdade e se dedicar a Jeová! Que nós também nos esforcemos a preservar o desejo de aprender e manter a mente ativa.
PROVÉRBIOS 9:10)
“O temor de Jeová é o início da sabedoria, e o conhecimento do Santíssimo é o que é entendimento.”
w06 15/9 p. 17 Destaques do livro de Provérbios
Temer a Deus é também o início da sabedoria porque não pode existir sabedoria sem conhecimento. Além do mais, qualquer conhecimento que possa ter, a pessoa que não teme a Jeová não o usará para honrar o Criador.
w06 15/9 p. 17 Destaques do livro de Provérbios
1:7; 9:10 — Em que sentido o temor de Jeová é “o princípio do conhecimento” e “o início da sabedoria”?
w01 15/5 p. 30 ‘Pela sabedoria, nossos dias se tornarão muitos’
Salientando o ponto principal do assunto em consideração, Salomão inclui o pré-requisito essencial para se ter sabedoria. Escreve: “O temor de Jeová é o início da sabedoria, e o conhecimento do Santíssimo é o que é entendimento.” (Provérbios 9:10) Não pode haver sabedoria piedosa sem uma profunda reverência pelo verdadeiro Deus. Alguém pode ter a mente cheia de conhecimento, mas se lhe faltar o temor a Jeová, deixará de usar este conhecimento de modo que honre o Criador. Pode até mesmo tirar conclusões erradas de fatos conhecidos, fazendo o papel de tolo. Além disso, o conhecimento de Jeová, o Santíssimo, é essencial para se obter entendimento, que é uma característica notável da sabedoria.
it-1 p. 545 Conhecimento
Provérbios 9:10, ao dizer que “o conhecimento do Santíssimo é o que é entendimento”, mostra que o verdadeiro entendimento de alguma coisa envolve o apreço da sua relação com Deus e dos propósitos dele.
it-1 p. 815 Entendimento
O conhecimento de Jeová Deus e o discernimento da Sua vontade, juntos com fé e confiança, portanto, constituem a base de todo o verdadeiro entendimento por parte de todas as Suas criaturas inteligentes. “O conhecimento do Santíssimo é o que é entendimento”, e isto inclui entender “a justiça, e o juízo, e a retidão, o curso inteiro do que é bom”. (Pr 9:10; 2:6-9; 16:20) Nenhum assunto de real importância pode ser plenamente entendido a menos que todos os fatores sejam encarados do ponto de vista de Jeová e vistos na sua relação com as normas, as qualidades e o eterno propósito dele.
PROVÉRBIOS 9:11)
“Pois, por meio de mim, teus dias se tornarão muitos e acrescentar-se-ão anos à tua vida.”
w01 15/5 p. 30 ‘Pela sabedoria, nossos dias se tornarão muitos’
Que frutos produz a sabedoria? (Provérbios 8:12-21, 35) O rei de Israel diz: “Por meio de mim, teus dias se tornarão muitos e acrescentar-se-ão anos à tua vida.” (Provérbios 9:11) Longos dias e anos de vida são o resultado de se associar com a sabedoria. Deveras, “a própria sabedoria preserva vivos os que a possuem”. — Eclesiastes 7:12.
PROVÉRBIOS 9:12)
“Se te tornaste sábio, tornaste-te sábio em teu próprio benefício; e se tiveres zombado, tu, somente tu, [o] suportarás.”
w01 15/5 p. 30 ‘Pela sabedoria, nossos dias se tornarão muitos’
Fazermos esforços para obter sabedoria é nossa responsabilidade. Enfatizando isso, Salomão declara: “Se te tornaste sábio, tornaste-te sábio em teu próprio benefício; e se tiveres zombado, tu, somente tu, o suportarás.” (Provérbios 9:12) O sábio é sábio em seu próprio benefício, e é ao próprio zombador que cabe a culpa pelo seu próprio sofrimento. Deveras, ceifamos o que semeamos. Portanto, ‘prestemos atenção à sabedoria’. — Provérbios 2:2.
PROVÉRBIOS 9:13)
“A mulher estúpida é turbulenta. Ela é a própria simploriedade e não veio a saber coisa alguma.”
w01 15/5 p. 30 ‘Pela sabedoria, nossos dias se tornarão muitos’
“A mulher estúpida é turbulenta”
Em contraste, Salomão diz a seguir: “A mulher estúpida é turbulenta. Ela é a própria simploriedade e não veio a saber coisa alguma. E ela se assentou à entrada da sua casa, num assento, nos lugares altos da vila, para chamar os que passam pelo caminho, os que seguem diretamente adiante nas suas veredas: ‘Quem for inexperiente, desvie-se para cá.’ ” — Provérbios 9:13-16a.
A estupidez é retratada como mulher barulhenta, indisciplinada e ignorante. Ela também construiu uma casa. E assumiu a tarefa de chamar a quem for inexperiente. De modo que os transeuntes têm uma escolha. Aceitarão o convite da sabedoria ou o da estupidez?
PROVÉRBIOS 9:14)
“E ela se assentou à entrada da sua casa, num assento, [nos] lugares altos da vila,”
w01 15/5 p. 30 ‘Pela sabedoria, nossos dias se tornarão muitos’
“A mulher estúpida é turbulenta”
Em contraste, Salomão diz a seguir: “A mulher estúpida é turbulenta. Ela é a própria simploriedade e não veio a saber coisa alguma. E ela se assentou à entrada da sua casa, num assento, nos lugares altos da vila, para chamar os que passam pelo caminho, os que seguem diretamente adiante nas suas veredas: ‘Quem for inexperiente, desvie-se para cá.’ ” — Provérbios 9:13-16a.
A estupidez é retratada como mulher barulhenta, indisciplinada e ignorante. Ela também construiu uma casa. E assumiu a tarefa de chamar a quem for inexperiente. De modo que os transeuntes têm uma escolha. Aceitarão o convite da sabedoria ou o da estupidez?
PROVÉRBIOS 9:15)
“para chamar os que passam pelo caminho, os que seguem diretamente adiante nas suas veredas:”
w01 15/5 p. 30 ‘Pela sabedoria, nossos dias se tornarão muitos’
“A mulher estúpida é turbulenta”
Em contraste, Salomão diz a seguir: “A mulher estúpida é turbulenta. Ela é a própria simploriedade e não veio a saber coisa alguma. E ela se assentou à entrada da sua casa, num assento, nos lugares altos da vila, para chamar os que passam pelo caminho, os que seguem diretamente adiante nas suas veredas: ‘Quem for inexperiente, desvie-se para cá.’ ” — Provérbios 9:13-16a.
A estupidez é retratada como mulher barulhenta, indisciplinada e ignorante. Ela também construiu uma casa. E assumiu a tarefa de chamar a quem for inexperiente. De modo que os transeuntes têm uma escolha. Aceitarão o convite da sabedoria ou o da estupidez?
PROVÉRBIOS 9:16)
““Quem for inexperiente, desvie-se para cá.” E quem for falto de coração — ela também lhe disse:”
w01 15/5 p. 30 ‘Pela sabedoria, nossos dias se tornarão muitos’
‘Quem for inexperiente, desvie-se para cá.’ ” — Provérbios 9:13-16a.
A estupidez é retratada como mulher barulhenta, indisciplinada e ignorante. Ela também construiu uma casa. E assumiu a tarefa de chamar a quem for inexperiente. De modo que os transeuntes têm uma escolha. Aceitarão o convite da sabedoria ou o da estupidez?
“Águas furtadas são doces”
Tanto a sabedoria como a estupidez convidam os que ouvem a ‘se desviar para cá’. No entanto, os atrativos são diferentes. A sabedoria convida as pessoas a um banquete de vinho, carne e pão. O que é oferecido pela estupidez nos lembra os modos duma mulher imoral. Salomão diz: “Quem for falto de coração — ela também lhe disse:
PROVÉRBIOS 9:17)
““As próprias águas furtadas são doces, e pão [comido] às escondidas — é agradável.””
w06 15/9 p. 17 Destaques do livro de Provérbios
9:17 — O que são as “águas furtadas”, e por que são “doces”? Visto que a Bíblia compara o prazer da intimidade sexual no casamento a beber água refrescante de uma fonte, as águas furtadas representam relações imorais em secreto. (Provérbios 5:15-17) A idéia de poder se safar disso sem ser descoberto dá a tais águas a sua aparente doçura.
w01 15/5 pp. 30-31 ‘Pela sabedoria, nossos dias se tornarão muitos’
“Águas furtadas são doces”
Tanto a sabedoria como a estupidez convidam os que ouvem a ‘se desviar para cá’. No entanto, os atrativos são diferentes. A sabedoria convida as pessoas a um banquete de vinho, carne e pão. O que é oferecido pela estupidez nos lembra os modos duma mulher imoral. Salomão diz: “Quem for falto de coração — ela também lhe disse: ‘As próprias águas furtadas são doces, e pão comido às escondidas — é agradável.’” — Provérbios 9:16b, 17.
Em vez de oferecer vinho misturado, “a senhora Loucura” oferece águas furtadas. (Provérbios 9:13, Pontifício Instituto Bíblico) Nas Escrituras, usufruir o prazer sexual com a esposa amada é comparado a se beber água refrescante. (Provérbios 5:15-17) Portanto, águas furtadas representam relações sexuais imorais realizadas em segredo. Para alguns, tais águas têm um sabor doce — melhor do que o de vinho — por serem furtadas e darem a ilusão de impunidade. O pão clandestino pode ter a aparência de ser mais delicioso do que o pão e a carne da sabedoria, porque é conseguido por meios injustos. Considerar coisas proibidas e feitas às escondidas como atraentes é indício de estupidez.
PROVÉRBIOS 9:18)
“Mas ele não veio a saber que ali estão os impotentes na morte, que os que ela chamou para dentro estão nas funduras do Seol.”
w01 15/5 p. 31 ‘Pela sabedoria, nossos dias se tornarão muitos’
Ao passo que o convite da sabedoria inclui a promessa de vida, a mulher estúpida não faz referência às conseqüências de se seguir os modos dela. Mas Salomão adverte: “Ele não veio a saber que ali estão os impotentes na morte, que os que ela chamou para dentro estão nas funduras do Seol.” (Provérbios 9:18) “A casa da senhora Loucura não é um lar, mas é um mausoléu”, escreve um erudito. “Se entrar nela, não sairá dela vivo.” Não é sábio levar uma vida imoral: ela é mortífera.
PROVÉRBIOS 10:1)
“Provérbios de Salomão. Filho sábio é aquele que alegra o pai, e o filho estúpido é o pesar de sua mãe.”
w01 15/7 p. 24 ‘Os justos são abençoados’
Excelente incentivo
As palavras iniciais do capítulo deixam claro a identidade do escritor da seção seguinte do livro de Provérbios. Dizem: “Provérbios de Salomão.” Identificando um excelente incentivo para seguir o proceder correto, o Rei Salomão, do Israel antigo, diz: “Filho sábio é aquele que alegra o pai, e o filho estúpido é o pesar de sua mãe.” — Provérbios 10:1.
Quanto pesar sofrem os pais quando um filho abandona a adoração do Deus verdadeiro e vivo! O sábio rei destaca o pesar da mãe, talvez sugerindo que seu pesar é mais profundo. Com certeza foi assim no caso de Doris. Ela conta: “Quando nosso filho de 21 anos abandonou a verdade, eu e meu marido, Frank, ficamos muito tristes. Mas a minha dor emocional tem sido maior do que a de Frank. Terem-se passado 12 anos não curou a ferida.”
Os filhos podem influir na felicidade do pai, e causar grande angústia à mãe. Portanto, mostremos sabedoria e alegremos os nossos pais. E, de todas as maneiras, alegremos o coração do Pai celestial, Jeová.
PROVÉRBIOS 10:2)
“Os tesouros do iníquo de nada aproveitarão, mas é a justiça que livrará da morte.”
w01 15/7 p. 24 ‘Os justos são abençoados’
“Os tesouros do iníquo de nada aproveitarão”, diz o rei, “mas é a justiça que livrará da morte”. (Provérbios 10:2) Para os cristãos verdadeiros, vivendo já bem avançados no tempo do fim, essas palavras são realmente preciosas. (Daniel 12:4) A destruição do mundo ímpio é iminente. Nenhum meio humano de segurança — material, financeiro ou militar — dará proteção na vindoura “grande tribulação”. (Revelação [Apocalipse] 7:9, 10, 13, 14) Apenas “os homens direitos, de caráter, viverão nesta nossa terra”. (Provérbios 2:21, A Bíblia na Linguagem de Hoje) Persistamos, pois, em ‘buscar primeiro o reino e a justiça’ de Deus. — Mateus 6:33.
PROVÉRBIOS 10:3)
“Jeová não fará que a alma do justo passe fome, mas repelirá a avidez dos iníquos.”
w01 15/7 p. 24 ‘Os justos são abençoados’
Os servos de Jeová não precisam esperar o prometido novo mundo para ter as Suas bênçãos. “Jeová não fará que a alma do justo passe fome, mas repelirá a avidez dos iníquos.” (Provérbios 10:3) Jeová tem fornecido farto alimento espiritual por meio do “escravo fiel e discreto”. (Mateus 24:45) O justo certamente tem motivos para ‘gritar de júbilo por causa da boa condição do coração’. (Isaías 65:14) O conhecimento é agradável para a sua alma. A busca de tesouros espirituais é seu deleite. O perverso não conhece tais prazeres.
PROVÉRBIOS 10:5)
“O filho que age com perspicácia recolhe durante o verão; o filho que age vergonhosamente está profundamente adormecido durante a colheita.”
w01 15/7 p. 25 ‘Os justos são abençoados’
O filho que age com perspicácia recolhe durante o verão; o filho que age vergonhosamente está profundamente adormecido durante a colheita.” — Provérbios 10:4, 5.
Especialmente significativas são as palavras do rei aos que trabalham numa colheita. A época de colheita não é tempo para ficar dormindo. É tempo para longas e diligentes horas de trabalho. De fato, é tempo de urgência.
Tendo em mente a colheita, não de cereais, mas de pessoas, Jesus disse aos seus discípulos: “A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos. Por isso, rogai ao Senhor da colheita [Jeová Deus] que mande trabalhadores para a sua colheita.” (Mateus 9:35-38) No ano de 2000, mais de 14 milhões de pessoas assistiram à Comemoração da morte de Jesus — mais do que o dobro do número de Testemunhas de Jeová. Quem, então, pode negar que ‘os campos estão brancos para a colheita’? (João 4:35) Os adoradores verdadeiros pedem mais trabalhadores ao Senhor, ao passo que se empenham arduamente na obra de fazer discípulos, em harmonia com as suas orações. (Mateus 28:19, 20) E Jeová tem abençoado os seus esforços! No ano de serviço de 2000, mais de 280.000 novos foram batizados. Esses também se esforçam em se tornar instrutores da Palavra de Deus. Sintamos alegria e satisfação nessa época de colheita, com uma participação plena na obra de fazer discípulos.
PROVÉRBIOS 10:6)
“As bênçãos são para a cabeça do justo, mas quanto à boca dos iníquos, ela encobre a violência.”
w06 15/9 p. 18 Destaques do livro de Provérbios
10:6; nota — De que modo ‘a boca dos iníquos encobre a violência’? Pode ser no sentido de que eles usam conversa macia para encobrir sua má intenção de prejudicar outros. Ou talvez signifique que, pelo fato de os iníquos em geral serem tratados com animosidade, a hostilidade de que são alvos os silencie.
w01 15/7 p. 25 ‘Os justos são abençoados’
‘As bênçãos são para a sua cabeça’
“As bênçãos são para a cabeça do justo”, prossegue Salomão, “mas quanto à boca dos iníquos, ela encobre a violência”. — Provérbios 10:6.
A pessoa pura e reta no coração dá ampla evidência de sua justiça. Sua fala é bondosa e edificante, suas ações são positivas e generosas. Outros a acolhem bem. Tal pessoa granjeia o apreço deles — suas bênçãos — no sentido de que falam bem dela.
O iníquo, por sua vez, está cheio de ódio ou malícia, e sua preocupação principal é prejudicar os outros. A sua fala talvez seja macia e ‘encubra a violência’ oculta em seu coração, mas ele acaba recorrendo a ataques físicos ou verbais. (Mateus 12:34, 35) Dito de outra forma, a “violência cobrirá [ou fechará] a própria boca dos iníquos”. (Provérbios 10:6, nota, NM com Referências) Isso indica que, em geral, a pessoa má recebe dos outros o que ela exibe, a saber, hostilidade. Isso como que cobre, ou fecha, a sua boca e a silencia. Que bênçãos pode tal pessoa esperar de outros?
PROVÉRBIOS 10:7)
“A recordação do justo está para ser abençoada, mas o próprio nome dos iníquos apodrecerá.”
w01 15/7 pp. 25-26 ‘Os justos são abençoados’
“A recordação do justo está para ser abençoada”, escreve o rei de Israel, “mas o próprio nome dos iníquos apodrecerá”. (Provérbios 10:7) O justo fica na boa lembrança de outros, em especial na de Jeová. Por sua fidelidade até a morte, Jesus ‘herdou um nome mais excelente’ do que o dos anjos. (Hebreus 1:3, 4) Fiéis homens e mulheres pré-cristãos são lembrados hoje pelos cristãos verdadeiros como exemplos a imitar. (Hebreus 12:1, 2) Como é diferente do nome dos iníquos, que se torna repugnante e fétido! Sim, “deve-se escolher antes um nome do que riquezas abundantes; o favor é melhor do que mesmo a prata e o ouro”. (Provérbios 22:1) Façamos um bom nome perante Jeová e o nosso próximo.
PROVÉRBIOS 10:8)
“O sábio no coração aceitará mandamentos, mas o que é tolo com os seus lábios será pisoteado.”
w01 15/7 p. 26 ‘Os justos são abençoados’
Contrastando o sábio do tolo, Salomão declara: “O sábio no coração aceitará mandamentos, mas o que é tolo com os seus lábios será pisoteado.” (Provérbios 10:8) A pessoa sábia se dá conta de que “não é do homem que anda o dirigir o seu passo”. (Jeremias 10:23) Ela reconhece a necessidade de buscar a direção de Jeová e aceitar prontamente os Seus mandamentos. A pessoa de lábios tolos, por sua vez, não entende esse fato básico. Seu falatório insensato a leva à ruína.
PROVÉRBIOS 10:9)
“Quem anda em integridade andará em segurança, mas aquele que perverte os seus caminhos dar-se-á a conhecer.”
w01 15/7 p. 26 ‘Os justos são abençoados’
O justo usufrui também um tipo de segurança que os iníquos não têm. “Quem anda em integridade andará em segurança, mas aquele que perverte os seus caminhos dar-se-á a conhecer. Aquele que pisca o olho causará dor, e aquele que é tolo com os seus lábios será pisoteado.” — Provérbios 10:9, 10.
O homem íntegro é honesto nos seus tratos. Ele granjeia o respeito e a confiança de outros. Por ser honesto é um empregado de valor e, em muitos casos, recebe maiores responsabilidades. A sua reputação de honestidade pode mantê-lo no emprego, mesmo quando esses forem escassos. Além do mais, sua honestidade contribui para um clima agradável e pacífico no lar. (Salmo 34:13, 14) Ele se sente seguro na sua relação com os membros da família. A segurança é, de fato, um fruto da integridade.
A situação é diferente com a pessoa que cede à desonestidade por lucro egoísta. O enganador talvez tente mascarar as suas mentiras com palavras sinuosas, ou com linguagem corporal. (Provérbios 6:12-14) O seu piscar de olho, com intenção maliciosa ou enganadora, pode causar muita angústia mental às vítimas de seu engano. Mais cedo ou mais tarde, porém, sua ardileza se revela. O apóstolo Paulo escreveu: “Os pecados de alguns homens manifestam-se publicamente, conduzindo diretamente ao julgamento, mas, quanto a outros homens, os pecados deles também se tornam manifestos mais tarde. Do mesmo modo também se manifestam publicamente as obras excelentes, e as que são diferentes não podem ficar escondidas.” (1 Timóteo 5:24, 25) Não importa quem esteja envolvido — pai, mãe, amigo, cônjuge ou conhecido — a desonestidade acaba sendo exposta. Quem pode confiar num homem que tem fama de desonesto?
PROVÉRBIOS 10:10)
“Aquele que pisca o olho causará dor, e aquele que é tolo com os seus lábios será pisoteado.”
w06 15/9 p. 18 Destaques do livro de Provérbios
10:10 — Como “aquele que pisca o olho” causa dor? “O homem imprestável” talvez não só recorra à “perversão de fala”, mas também tente ocultar suas motivações com a linguagem corporal, como, por exemplo ‘piscando o olho’. (Provérbios 6:12, 13) Esse tipo de engano pode causar muita aflição mental à sua vítima.
w01 15/7 p. 26 ‘Os justos são abençoados’
Aquele que pisca o olho causará dor, e aquele que é tolo com os seus lábios será pisoteado.” — Provérbios 10:9, 10.
w01 15/7 p. 26 ‘Os justos são abençoados’
A situação é diferente com a pessoa que cede à desonestidade por lucro egoísta. O enganador talvez tente mascarar as suas mentiras com palavras sinuosas, ou com linguagem corporal. (Provérbios 6:12-14) O seu piscar de olho, com intenção maliciosa ou enganadora, pode causar muita angústia mental às vítimas de seu engano. Mais cedo ou mais tarde, porém, sua ardileza se revela. O apóstolo Paulo escreveu: “Os pecados de alguns homens manifestam-se publicamente, conduzindo diretamente ao julgamento, mas, quanto a outros homens, os pecados deles também se tornam manifestos mais tarde. Do mesmo modo também se manifestam publicamente as obras excelentes, e as que são diferentes não podem ficar escondidas.” (1 Timóteo 5:24, 25) Não importa quem esteja envolvido — pai, mãe, amigo, cônjuge ou conhecido — a desonestidade acaba sendo exposta. Quem pode confiar num homem que tem fama de desonesto?
PROVÉRBIOS 10:11)
“A boca do justo é fonte de vida; mas, quanto à boca dos iníquos, ela encobre a violência.”
w01 15/7 pp. 26-27 ‘Os justos são abençoados’
‘Sua boca é fonte de vida’
“A boca do justo é fonte de vida”, diz Salomão, “mas, quanto à boca dos iníquos, ela encobre a violência”. (Provérbios 10:11) As palavras que saem da boca podem sarar ou ferir. Podem reanimar e estimular uma pessoa, ou podem abatê-la.
PROVÉRBIOS 10:12)
“O ódio é o que incita contendas, mas o amor encobre mesmo todas as transgressões.”
w01 15/7 p. 27 ‘Os justos são abençoados’
Identificando a motivação por trás do que se diz, o rei de Israel declara: “O ódio é o que incita contendas, mas o amor encobre mesmo todas as transgressões.” (Provérbios 10:12) O ódio produz contendas na sociedade, provocando brigas. Quem ama a Jeová tem de eliminar o ódio de sua vida. Como? Substituindo-o pelo amor. “O amor cobre uma multidão de pecados.” (1 Pedro 4:8) O amor “suporta todas as coisas”, isto é, “cobre todas as coisas”. (1 Coríntios 13:7; Kingdom Interlinear [Interlinear do Reino]) O amor piedoso não espera perfeição de pessoas imperfeitas. Em vez de divulgar os erros alheios, esse tipo de amor nos ajuda a desconsiderá-los, a menos que sejam transgressões sérias. O amor também suporta maus-tratos no ministério de campo, no local de trabalho ou na escola.
PROVÉRBIOS 10:13)
“Sobre os lábios do entendido acha-se sabedoria, mas a vara é para as costas do falto de coração.”
w01 15/7 p. 27 ‘Os justos são abençoados’
O rei sábio continua: “Sobre os lábios do entendido acha-se sabedoria, mas a vara é para as costas do falto de coração.” (Provérbios 10:13) A sabedoria de uma pessoa esclarecida guia os seus passos. Palavras edificantes de seus lábios ajudam outros a andar no caminho da justiça. Nem ela nem os que a escutam precisam ser conduzidos à força na direção certa — pela vara da punição.
PROVÉRBIOS 10:14)
“Os sábios são os que entesouram conhecimento, mas a boca do tolo está perto da própria ruína.”
w01 15/7 p. 27 ‘Os justos são abençoados’
‘Entesoure o conhecimento’
O que é de ajuda para que as nossas palavras sejam ‘uma torrente borbulhante de sabedoria’, e não falações triviais? (Provérbios 18:4) Salomão responde: “Os sábios são os que entesouram conhecimento, mas a boca do tolo está perto da própria ruína.” — Provérbios 10:14.
O primeiro requisito é encher a mente com o edificante conhecimento sobre Deus. Só há uma única fonte desse conhecimento. O apóstolo Paulo escreveu: “Toda a Escritura é inspirada por Deus e proveitosa para ensinar, para repreender, para endireitar as coisas, para disciplinar em justiça, a fim de que o homem de Deus seja plenamente competente, completamente equipado para toda boa obra.” (2 Timóteo 3:16, 17) Temos de entesourar conhecimento e ‘cavar’ a Palavra de Deus como que à procura de um tesouro oculto. Que busca emocionante e recompensadora!
Para que se ache sabedoria em nossos lábios, o conhecimento das Escrituras precisa também atingir o coração. Jesus disse a seus ouvintes: “O homem bom, do bom tesouro do seu coração, traz para fora o bom, mas o homem iníquo, do seu tesouro iníquo, traz para fora o que é iníquo; pois é da abundância do coração que a sua boca fala.” (Lucas 6:45) Portanto, temos de ter o costume de meditar no que aprendemos. O estudo e a meditação exigem esforço, é verdade, mas são espiritualmente muito enriquecedores. Não há motivo para alguém seguir o proceder ruinoso de um mero falante de palavras impensadas.
PROVÉRBIOS 10:15)
“As coisas valiosas dum rico são a sua vila fortificada. A ruína dos de condição humilde é a sua pobreza.”
w01 15/9 p. 24 Ande na ‘vereda da retidão’
“As coisas valiosas dum rico são a sua vila fortificada. A ruína dos de condição humilde é a sua pobreza.
w01 15/9 p. 24 Ande na ‘vereda da retidão’
Provérbios 10:15,
w01 15/9 pp. 24-25 Ande na ‘vereda da retidão’
As riquezas podem servir de proteção contra algumas incertezas na vida, assim como uma cidade fortificada oferece certo grau de segurança aos que moram nela. E a pobreza pode ser ruinosa quando ocorrem acontecimentos inesperados. (Eclesiastes 7:12) No entanto, o sábio rei pode também ter-se referido a um perigo que envolve tanto a riqueza como a pobreza. O rico pode estar inclinado a depositar toda a sua confiança na sua riqueza, imaginando que suas coisas valiosas sejam “uma muralha protetora”. (Provérbios 18:11) E o pobre talvez tenha o conceito errôneo de que sua pobreza faz com que seu futuro não ofereça esperança. Assim, ambos deixam de fazer um bom nome perante Deus.
PROVÉRBIOS 10:16)
“A atividade do justo resulta em vida; o produto do iníquo resulta em pecado.”
w01 15/9 p. 24 Ande na ‘vereda da retidão’
A atividade do justo resulta em vida; o produto do iníquo resulta em pecado.” — Provérbios 10:15, 16.
w01 15/9 p. 25 Ande na ‘vereda da retidão’
Por outro lado, quer alguém justo tenha muito quer pouco em sentido material, sua atividade reta resulta em vida. Como? Ora, ele está contente com o que tem. Não permite que a sua situação financeira interfira em sua boa posição perante Deus. O proceder na vida de um homem justo, quer ele seja rico quer pobre, dá-lhe felicidade agora e a esperança de vida eterna no futuro. (Jó 42:10-13) O iníquo não tira proveito nem mesmo quando obtém riqueza. Em vez de ser grato pelo valor protetor dela e viver segundo a vontade de Deus, ele a usa para promover uma vida de pecado.
PROVÉRBIOS 10:17)
“Quem se atém à disciplina é uma vereda para a vida, mas aquele que abandona a repreensão faz que se vagueie.”
w01 15/9 p. 25 Ande na ‘vereda da retidão’
“Quem se atém à disciplina é uma vereda para a vida”, prosseguiu o rei de Israel, “mas aquele que abandona a repreensão faz que se vagueie”. (Provérbios 10:17) Certo erudito bíblico sugere que este versículo pode ser entendido de duas maneiras. Uma possibilidade é que a pessoa que se sujeita à disciplina e segue a justiça está na vereda da vida, ao passo que aquela que abandona a repreensão vagueia para fora desta vereda. O versículo poderia também significar que “aquele que acata a disciplina mostra o caminho da vida [a outros, porque seu bom exemplo os beneficia], mas quem despreza a correção faz com que outros se extraviem”. (Provérbios 10:17, Nova Versão Internacional, em inglês) De qualquer modo, como é vital que nos atenhamos à disciplina e que não abandonemos a repreensão!
PROVÉRBIOS 10:18)
“Onde há quem encobre o ódio há lábios de falsidade, e quem divulga um relato mau é estúpido.”
w01 15/9 p. 25 Ande na ‘vereda da retidão’
Substitua o ódio pelo amor
A seguir, Salomão apresenta um provérbio de duas partes, que contém duas idéias similares; a segunda parte reforça a primeira. Ele disse: “Onde há quem encobre o ódio há lábios de falsidade.” Quando alguém nutre no coração ódio por outra pessoa e esconde isso com palavras suaves ou lisonja, está sendo fingido — tem “lábios de falsidade”. A isto, o sábio rei acrescentou: “Quem divulga um relato mau é estúpido.” (Provérbios 10:18) Em vez de esconder seu ódio, alguns fazem falsas acusações ou divulgam comentários depreciativos a respeito daquele a quem odeiam. Isto é tolice, porque a conversa caluniosa não muda em nada o que aquela pessoa é. E o ouvinte perceptivo notará a malícia e terá menos respeito pelo caluniador. De modo que aquele que divulga um relato mau prejudica a si mesmo.
O proceder justo é não recorrer nem ao engano, nem à calúnia. Deus disse aos israelitas: “Não deves odiar teu irmão no teu coração.” (Levítico 19:17) E Jesus aconselhou os seus ouvintes: “Continuai a amar [mesmo] os vossos inimigos e a orar pelos que vos perseguem; para que mostreis ser filhos de vosso Pai, que está nos céus.” (Mateus 5:44, 45) Como é melhor enchermos o coração com amor, em vez de com ódio!
it-1 p. 31 Absalão
Passaram-se dois anos. Chegou a época da tosquia das ovelhas, ocasião festiva, e Absalão organizou uma festa em Baal-Hazor, cerca de 22 km ao NNE de Jerusalém, convidando os filhos do rei e o próprio Davi. Quando seu pai se escusou de comparecer, Absalão pressionou-o a concordar em enviar Amnom, seu primogênito, em seu lugar. (Pr 10:18) Na festa, quando Amnom se estava “sentindo bem por causa do vinho”, Absalão ordenou que seus servos o matassem.
PROVÉRBIOS 10:19)
“Na abundância de palavras não falta transgressão, mas quem refreia seus lábios age com discrição.”
g 11/10 p. 19 Use a língua com sabedoria
● “Na abundância de palavras não falta transgressão, mas quem refreia seus lábios age com discrição.” (Provérbios 10:19) Quanto mais falamos, maior é o risco de dizermos algo tolo ou até mesmo prejudicial. A língua descontrolada pode ser como o fogo, espalhando rapidamente boatos maldosos e calúnias. (Tiago 3:5, 6) Mas quando ‘refreamos nossos lábios’, ou pensamos antes de falar, levamos em conta o efeito que nossas palavras podem causar. Dessa maneira, criamos a reputação de ser discretos e ganhamos o respeito e a confiança dos outros.
w01 15/9 pp. 25-26 Ande na ‘vereda da retidão’
‘Refreie os lábios’
Enfatizando a necessidade de controlar a língua, o sábio rei declarou: “Na abundância de palavras não falta transgressão, mas quem refreia seus lábios age com discrição.” — Provérbios 10:19.
“O estulto fala muitas palavras.” (Eclesiastes 10:14) Sua boca “borbulha com tolice”. (Provérbios 15:2) Isto não quer dizer que toda pessoa que fala muito seja tola. Mas quão fácil é para quem fala demais ser uma via para divulgar tagarelice ou rumores prejudiciais! Uma reputação arruinada, sentimentos feridos, relações tensas e até mesmo danos físicos podem muitas vezes ser atribuídos a conversa tola. “No falar excessivo não falta o pecado.” (Provérbios 10:19, Tradução Ecumênica) Além disso, é irritante estar com alguém que tem algo a dizer sobre todos os assuntos. Não devemos falar demais.
Aquele que controla seus lábios, não apenas evita a falsidade mas também age com discrição. Pensa antes de falar. Motivado pelo amor aos modos de agir de Jeová e pelo desejo genuíno de ajudar o seu próximo, leva em consideração como suas palavras afetam os outros. Faz declarações amorosas e bondosas. Medita em como tornar atraente e prestimoso aquilo que diz. Suas palavras são como “maçãs de ouro em esculturas de prata” — sempre delicadas e dignificantes. — Provérbios 25:11.
PROVÉRBIOS 10:20)
“A língua do justo é prata escolhida; o coração do iníquo pouco vale.”
w01 15/9 p. 26 Ande na ‘vereda da retidão’
‘Esteja apascentando a muitos’
“A língua do justo é prata escolhida”, prosseguiu Salomão, “o coração do iníquo pouco vale”. (Provérbios 10:20) Aquilo que os justos dizem é puro — como prata de alta qualidade, refinada, livre de escória. Isto certamente se dá com os servos de Jeová ao transmitirem a outros o conhecimento vitalizador da Palavra de Deus. Seu Grandioso Instrutor, Jeová Deus, os educou e lhes ‘deu a língua dos instruídos, para que soubessem responder ao cansado com uma palavra’. (Isaías 30:20; 50:4) Deveras, sua língua é como prata escolhida ao transmitirem a verdade bíblica. Aquilo que dizem é de fato infinitamente mais valioso para os sinceros do que as intenções do iníquo! Estejamos ansiosos de falar sobre o Reino de Deus e as obras maravilhosas Dele.
PROVÉRBIOS 10:21)
“Os próprios lábios do justo estão apascentando a muitos, mas os próprios tolos estão morrendo por serem faltos de coração.”
w01 15/9 p. 26 Ande na ‘vereda da retidão’
O justo é uma bênção para os em volta dele. “Os próprios lábios do justo estão apascentando a muitos”, prosseguiu Salomão, “mas os próprios tolos estão morrendo por serem faltos de coração”. — Provérbios 10:21.
Como é que ‘o justo está apascentando a muitos’? A palavra hebraica usada aqui transmite a idéia de “pastorear”. (Provérbios 10:21, nota, NM com Referências) Contém a idéia tanto de guiar como de nutrir, assim como o pastor da antiguidade cuidava das suas ovelhas. (1 Samuel 16:11; Salmo 23:1-3; O Cântico de Salomão 1:7) O justo guia ou lidera outros para o caminho da justiça, nutrindo os ouvintes com aquilo que fala. Em resultado disso, levam uma vida mais satisfatória e podem até ganhar a vida eterna.
No entanto, que dizer do tolo? Sendo falto de coração, ele mostra não ter boa motivação ou preocupação com as conseqüências do seu proceder. Uma pessoa assim faz o que quer, sem se importar com os resultados. Por isso sofre as penalidades das suas ações. Ao passo que o justo ajuda outros a continuar vivos, o falto de coração nem consegue manter a si mesmo vivo.
PROVÉRBIOS 10:22)
“A bênção de Jeová — esta é o que enriquece, e ele não lhe acrescenta dor alguma.”
w06 15/5 pp. 26-30 pars. 3-18 As alegrias de andar em integridade
3 “A bênção de Jeová — esta é o que enriquece, e ele não lhe acrescenta dor alguma”, diz Provérbios 10:22. Não concorda que a próspera condição espiritual dos atuais servos de Jeová é uma bênção que nos alegra? Vejamos alguns aspectos de nossa prosperidade espiritual e o que significam para nós individualmente. Tirar tempo para refletir sobre os atos de bondade de Jeová para com ‘o justo que anda na sua integridade’ sem dúvida fortalecerá a nossa decisão de continuar servindo alegremente ao nosso Pai celestial. — Provérbios 20:7.
‘Bênçãos que nos enriquecem’
4 Conhecimento exato dos ensinos bíblicos. As religiões da cristandade em geral afirmam crer na Bíblia. No entanto, não são unânimes no que ensinam a respeito dela. Em muitos casos, membros da mesma religião discordam entre si sobre o que as Escrituras realmente ensinam. Como é diferente com os servos de Jeová! Independentemente de origem nacional, cultural ou étnica, nós adoramos o Deus que conhecemos por nome. Ele não é um misterioso deus trino. (Deuteronômio 6:4; Salmo 83:18; Marcos 12:29) Sabemos também que em breve será resolvida a questão primordial da soberania universal de Deus e que, por meio de nossa integridade a ele, cada um de nós está envolvido nessa questão. Sabemos a verdade sobre a condição dos mortos e estamos livres do temor mórbido de um Deus que, alegadamente, atormenta humanos no inferno ou os manda para um purgatório. — Eclesiastes 9:5, 10.
5 Além do mais, que alegria é saber que não somos produtos do acaso de uma evolução cega! Em vez disso, fomos criados por Deus, à sua imagem. (Gênesis 1:26; Malaquias 2:10) “Elogiar-te-ei porque fui feito maravilhosamente, dum modo atemorizante”, cantou o salmista ao seu Deus. “Teus trabalhos são maravilhosos, de que minha alma está bem apercebida.” — Salmo 139:14.
6 Livres de hábitos e práticas prejudiciais. Os alertas sobre os perigos do fumo, do excesso no beber e da promiscuidade sexual são freqüentes na mídia. Esses avisos em geral não são atendidos. Mas o que acontece quando uma pessoa sincera aprende que o Deus verdadeiro condena essas coisas e que ele se entristece com os que as praticam? Ela se sente movida a eliminar tais práticas de sua vida. (Isaías 63:10; 1 Coríntios 6:9, 10; 2 Coríntios 7:1; Efésios 4:30) Embora faça isso principalmente para agradar a Jeová Deus, ela recebe também outros benefícios: saúde melhor e paz mental.
7 Para muitas pessoas, largar maus hábitos é muito difícil. Mesmo assim, todos os anos dezenas de milhares fazem isso. Elas se dedicam a Jeová e se submetem ao batismo em água, tornando assim público que eliminaram de sua vida as práticas que desagradam a Deus. Que encorajamento para todos nós! Isso reforça nossa determinação de não sermos mais escravos do pecado e da conduta prejudicial.
8 Vida familiar feliz. Em muitos países, a vida familiar está em crise. Muitos casamentos acabam em divórcio, muitas vezes deixando para trás filhos seriamente traumatizados. Em alguns países europeus, famílias sem pai ou mãe constituem quase 20% das unidades familiares. Como Jeová nos tem ajudado a andar no caminho da integridade nesse respeito? Leia Efésios 5:22-6:4, e observe os bons conselhos da Palavra de Deus a maridos, esposas e filhos. Aplicar esses e outros conselhos das Escrituras certamente fortalece o vínculo conjugal, ajuda os pais a criar bem os filhos e contribui para uma vida familiar feliz. Não é essa uma bênção que produz alegria?
9 Certeza de que os problemas do mundo serão solucionados em breve. Apesar dos conhecimentos científicos e tecnológicos e dos esforços sinceros de certos líderes, os graves problemas da vida atual continuam sem solução. Klaus Schwab, fundador do Fórum Econômico Mundial, disse recentemente: “A lista de desafios que o mundo enfrenta aumenta sem parar, mas o tempo disponível para resolvê-los diminui.” Ele falou de “perigos que transcendem as fronteiras nacionais, como o terrorismo, a degradação do meio ambiente e a instabilidade econômica”. Schwab concluiu: “Hoje, mais do que nunca, o mundo enfrenta realidades que exigem ação coletiva e decisiva.” À medida que o século 21 avança, a perspectiva geral para o futuro da humanidade permanece sombria.
10 Como é gratificante saber que Jeová instituiu um arranjo capaz de resolver todos os problemas da humanidade — o Reino messiânico de Deus! Por meio deste, o Deus verdadeiro ‘fará cessar as guerras’ e trará “abundância de paz”. (Salmo 46:9; 72:7) O Rei ungido, Jesus Cristo, ‘livrará da opressão e violência o pobre, o atribulado e o de condição humilde’. (Salmo 72:12-14) Sob o governo do Reino não faltarão alimentos. (Salmo 72:16) Jeová ‘enxugará dos nossos olhos toda lágrima, e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor. As coisas anteriores já terão passado’. (Revelação [Apocalipse] 21:4) O Reino já foi estabelecido no céu e, em breve, tomará as medidas necessárias para controlar todos os assuntos da Terra. — Daniel 2:44; Revelação 11:15.
11 Saber o que produz felicidade verdadeira. O que realmente produz felicidade verdadeira? Segundo certo psicólogo, a felicidade se compõe de três fatores: prazer, participação (em atividades como trabalho ou ligadas à família) e sentido na vida (ter objetivos mais elevados do que os voltados para a própria pessoa). Dos três, ele alistou o prazer como o menos influente, e observou: “Isso é digno de nota, pois são muitas as pessoas que constroem a vida em torno da busca de prazeres.” Qual é o conceito da Bíblia nesse respeito?
12 O Rei Salomão, do Israel antigo, declarou: “Eu . . . disse no meu coração: ‘Ora, vem deveras, deixa-me experimentar-te com alegria. Também, vê o que é bom.’ E eis que isso também era vaidade. Eu disse ao riso: ‘Insânia!’ e à alegria: ‘Que está fazendo esta?’” (Eclesiastes 2:1, 2) Segundo a Bíblia, qualquer felicidade que o prazer ofereça é no máximo temporária. Que dizer de envolver-se num trabalho? Nós temos o trabalho mais significativo a realizar — pregar o Reino e fazer discípulos. (Mateus 24:14; 28:19, 20) Transmitir a mensagem de salvação contida na Bíblia é uma obra que pode resultar na nossa salvação e na daqueles que nos escutam. (1 Timóteo 4:16) Como “colaboradores de Deus”, sabemos que ‘há mais felicidade em dar do que em receber’. (1 Coríntios 3:9; Atos 20:35) Essa obra dá sentido à nossa vida e fornece a Deus uma resposta àquele que o escarnece, Satanás, o Diabo. (Provérbios 27:11) Sem dúvida, Jeová tem-nos mostrado que a “devoção piedosa” resulta em felicidade genuína e duradoura. — 1 Timóteo 4:8.
13 Um programa de treinamento importante e eficaz. Gerhard serve como ancião numa congregação das Testemunhas de Jeová. Recordando sua juventude, ele diz: “Eu tinha muita dificuldade em falar. Sob pressão, eu mal conseguia articular as palavras e começava a gaguejar. Eu tinha complexo de inferioridade. Meus pais me colocaram num curso de correção da fala, mas seus esforços foram em vão. Meu problema era psicológico, não físico. Havia, no entanto, uma maravilhosa provisão de Jeová: a Escola do Ministério Teocrático. Matricular-me nessa escola me deu renovada coragem. Eu fazia o melhor possível para aplicar o que aprendia. E deu certo! Tornei-me mais fluente, perdi meu complexo e adquiri mais coragem no ministério. Agora até consigo proferir discursos públicos. Sou muito grato a Jeová, que me deu uma nova vida por meio dessa escola.” Não concorda que o modo como Jeová nos treina para realizar a sua obra é motivo de alegria?
14 Uma relação pessoal com Jeová e o apoio da unida fraternidade internacional. Katrin, que mora na Alemanha, ficou muito preocupada com as notícias de um grande terremoto e do resultante tsunami no Sudeste Asiático. A sua filha estava visitando a Tailândia quando ocorreu a catástrofe. Por 32 horas a mãe não sabia se a filha estava viva ou entre as vítimas cujo número aumentava a cada hora. Que alívio ela sentiu quando finalmente recebeu um telefonema dizendo que a filha estava bem!
15 O que ajudou Katrin nessas horas de ansiedade? Ela escreveu: “Passei quase o tempo todo orando a Jeová. Notei vez após vez quanta força e paz mental isso me dava. Além disso, irmãos espirituais amorosos me visitavam e davam apoio.” (Filipenses 4:6, 7) A situação dela teria sido muitíssimo pior se tivesse de enfrentar essas horas angustiantes sem os benefícios da oração a Jeová e o consolo de uma amorosa fraternidade espiritual. A nossa relação achegada com Jeová e seu Filho, junto com a estreita associação com a fraternidade cristã, é uma bênção sem igual, preciosa demais para ser considerada corriqueira ou automática.
16 A esperança de rever entes queridos falecidos. (João 5:28, 29) Matthias, um homem jovem, foi criado como Testemunha de Jeová. Mas, sem se dar conta das bênçãos que usufruía, ele afastou-se da congregação cristã na adolescência. Recentemente, ele escreveu: “Na realidade, nunca tive uma conversa profunda com meu pai. Ao longo dos anos, tivemos muitas discussões. Mesmo assim, meu pai sempre quis o melhor para mim. Ele me amava muito, algo que eu não compreendia na época. Em 1996, sentado ao lado da cama dele, segurando a sua mão e chorando amargamente, eu disse a ele o quanto lamentava tudo o que eu havia feito e que o amava muito. Mas ele não podia me ouvir. Depois de uma breve doença, ele faleceu. Se eu estiver vivo para ver meu pai na ressurreição, nós vamos compensar o passado. E ele com certeza ficará contente de saber que eu agora sirvo como ancião e que eu e minha esposa temos o privilégio de trabalhar como pioneiros.” Que bênção para nós é a esperança da ressurreição!
“Ele não lhe acrescenta dor alguma”
17 Jesus Cristo disse sobre seu Pai celestial: “Ele faz o seu sol levantar-se sobre iníquos e sobre bons, e faz chover sobre justos e sobre injustos.” (Mateus 5:45) Se Jeová Deus concede bênçãos até mesmo aos injustos e aos iníquos, quanto mais aos que andam no caminho da integridade! “O próprio Jeová não reterá nada de bom dos que andam sem defeito”, diz o Salmo 84:11. Nosso coração transborda de alegria ao meditarmos sobre o zelo e os cuidados especiais que Jeová tem demonstrado pelos que o amam.
18 “A bênção de Jeová” — essa tem sido a fonte da prosperidade espiritual de seu povo. E temos a garantia de que “ele não lhe acrescenta dor alguma”. (Provérbios 10:22) Por que, então, muitos servos leais de Deus enfrentam provações que lhes causam muita dor e sofrimento? Nós sofremos dificuldades e aflições por três motivos principais. (1) A nossa inclinação pecaminosa. (Gênesis 6:5; 8:21; Tiago 1:14, 15) (2) Satanás e seus demônios. (Efésios 6:11, 12) (3) O mundo perverso. (João 15:19) Embora Jeová permita que nos aconteçam coisas ruins, ele não as causa. Realmente, “toda boa dádiva e todo presente perfeito vem de cima, pois desce do Pai das luzes celestiais”. (Tiago 1:17) As bênçãos de Jeová não causam nenhuma dor.
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O Conceito da Bíblia
Deus nos abençoa com riquezas?
“A bênção de Jeová — esta é o que enriquece, e ele não lhe acrescenta dor alguma.” — PROVÉRBIOS 10:22.
SERÁ que o texto bíblico citado acima quer dizer que Deus abençoa os seus servos com riquezas materiais? Alguns acreditam que sim. Observe a declaração de um pregador e autor pentecostal australiano: “Em [meu] livro, eu vou lhe mostrar por que você precisa de mais dinheiro e em seguida como você pode ganhar mais dinheiro . . . Se você conseguir mudar seu modo de pensar e cultivar uma atitude positiva em relação ao dinheiro, tenho certeza de que você vai andar na bênção e na prosperidade de Deus e nunca mais vai ter problemas financeiros.”
Uma afirmação assim, porém, dá a entender que os pobres não têm o favor de Deus. A prosperidade material é mesmo uma evidência da bênção de Deus?
Abençoados para um propósito
A Bíblia descreve casos em que Deus abençoou servos fiéis com riquezas materiais. Jacó, por exemplo, foi embora de casa só com seu bastão, mas voltou 20 anos depois com ovelhas, touros e jumentos suficientes para formar dois acampamentos. Segundo a Bíblia, a prosperidade de Jacó foi um presente de Deus. (Gênesis 32:10) Outro exemplo: Jó perdeu tudo o que possuía, mas Jeová o abençoou depois com “quatorze mil ovelhas, e seis mil camelos, e mil juntas de gado vacum, e mil jumentas”. (Jó 42:12) E ao Rei Salomão Jeová deu uma riqueza tão grande que se fala dela até hoje. — 1 Reis 3:13.
Por outro lado, a Bíblia conta a história de vários outros adoradores de Deus que, apesar de fiéis e obedientes, eram pobres. Com certeza Deus não estava punindo alguns com pobreza ao passo que recompensava outros com prosperidade. Qual era então o propósito de Deus ao abençoar alguns de seus servos com riquezas?
Em cada caso a resposta é diferente. Jacó obteve bens materiais que serviram de alicerce para se construir uma nação, um preparativo para a chegada do Descendente prometido. (Gênesis 22:17, 18) A prosperidade de Jó não deixou nenhuma dúvida a respeito de quem lhe havia causado calamidade, santificando assim o nome de Jeová. (Tiago 5:11) E Salomão usou boa parte da riqueza que Deus lhe deu para construir um templo grandioso. (1 Reis 7:47-51) Jeová também usou Salomão de outro modo muito interessante: para escrever de experiência própria sobre o valor limitado das riquezas. — Eclesiastes 2:3-11; 5:10; 7:12.
Como Deus nos abençoa hoje
Jesus ensinou seus seguidores a ter uma atitude equilibrada com relação ao dinheiro quando lhes disse que deviam ‘parar de estar ansiosos’ pelas coisas materiais. Explicou-lhes que nem Salomão, em toda a sua glória, se vestia tão bem quanto os lírios do campo. Mas disse então: “Se Deus, pois, veste assim a vegetação do campo, . . . não vestirá ele tanto mais a vós, ó vós os de pouca fé?” Jesus garantiu aos seus seguidores que, se buscassem primeiro o Reino e a justiça de Deus, teriam comida, roupa e abrigo. (Mateus 6:25, 28-33) Como essa promessa se cumpre?
Quando colocada em prática, a orientação da Bíblia resulta em bênçãos, especialmente em sentido espiritual. (Provérbios 10:22) Mas também proporciona outros benefícios. Por exemplo, a Palavra de Deus instrui os cristãos: “O gatuno não furte mais, antes, porém, trabalhe arduamente.” (Efésios 4:28) Ela também declara que “quem trabalha com mão indolente será de poucos meios, mas a mão do diligente é a que enriquecerá a pessoa”. (Provérbios 10:4) Cristãos honestos e esforçados que seguem esses conselhos muitas vezes são empregados que os patrões valorizam. Isso pode ser uma bênção.
A Bíblia também ensina os cristãos a evitar o passatempo ganancioso da jogatina, a prática corrompedora do fumo e o hábito debilitante da bebedice. (1 Coríntios 6:9, 10; 2 Coríntios 7:1; Efésios 5:5) Os que acatam essas advertências notam que gastam menos dinheiro e que sua saúde melhora.
Riquezas mais valiosas do que prata ou ouro
Entretanto, não devemos nos basear nos benefícios materiais como a única evidência de que alguém tem a aprovação e a bênção de Deus. Por exemplo, Jesus expôs a pobreza espiritual de alguns cristãos em Laodicéia quando lhes disse: “[Tu] dizes: ‘Sou rico e adquiri riquezas, e não preciso de coisa alguma’, mas não sabes que és miserável, e coitado, e pobre, e cego, e nu.” (Revelação [Apocalipse] 3:17) Em contraste, aos cristãos de Esmirna, que eram pobres em sentido material, mas ricos espiritualmente, Jesus disse: “Conheço a tua tribulação e pobreza — mas tu és rico.” (Revelação 2:9) É provável que esses cristãos tenham passado necessidade às mãos de perseguidores por causa da sua fidelidade, contudo possuíam riquezas muito mais valiosas do que prata ou ouro. — Provérbios 22:1; Hebreus 10:34.
Jeová Deus abençoa os esforços dos que se empenham em fazer a Sua vontade. (Salmo 1:2, 3) Dá-lhes a força e os meios para enfrentar provações, sustentar a família e buscar primeiro o Reino. (Salmo 37:25; Mateus 6:31-33; Filipenses 4:12, 13) Portanto, em vez de encararem os bens materiais como a bênção principal que podem receber de Deus, os verdadeiros cristãos se esforçam para ser “ricos em obras excelentes”. Desenvolvendo um relacionamento achegado com o Criador, os cristãos ‘entesouram para si seguramente um alicerce excelente para o futuro’. — 1 Timóteo 6:17-19; Marcos 12:42-44.
w01 15/9 pp. 15-16 A bênção de Jeová nos enriquece
A bênção de Jeová nos enriquece
“A bênção de Jeová — esta é o que enriquece, e ele não lhe acrescenta dor alguma.” — PROVÉRBIOS 10:22.
A VIDA de milhões de pessoas hoje é governada por empenhos materialistas. Mas, será que as coisas materiais as fazem felizes? “Não me lembro de uma época em que as pessoas estiveram tão desanimadas com a sua sorte como agora”, disse a revista The Australian Women‵s Weekly. Acrescentou: “É um paradoxo. Somos informados de que a Austrália se encontra em excelentes condições econômicas, que a vida nunca foi melhor. . . . Ainda assim, o pessimismo prevalece em toda a nação. Tanto homens como mulheres sentem que algo está faltando na sua vida, mas não conseguem definir o que é.” Quão verazes são os textos bíblicos que indicam que nem a felicidade, nem a vida, vêm das coisas que possuímos. — Eclesiastes 5:10; Lucas 12:15.
2 A Bíblia ensina que a maior felicidade resulta da bênção de Deus. Referente a isso, Provérbios 10:22 diz: “A bênção de Jeová — esta é o que enriquece, e ele não lhe acrescenta dor alguma.” A dor é muitas vezes o resultado de se obter de forma gananciosa riquezas materiais. O apóstolo Paulo advertiu apropriadamente: “Os que estão resolvidos a ficar ricos caem em tentação e em laço, e em muitos desejos insensatos e nocivos, que lançam os homens na destruição e na ruína. Porque o amor ao dinheiro é raiz de toda sorte de coisas prejudiciais, e alguns, por procurarem alcançar este amor, foram desviados da fé e se traspassaram todo com muitas dores.” — 1 Timóteo 6:9, 10.
3 Por outro lado, bênçãos sem dor alcançam todos os que ‘escutam a voz de Jeová’. (Deuteronômio 28:2) No entanto, alguns talvez perguntem: ‘Se não há dor ligada à bênção de Jeová, por que tantos servos de Jeová sofrem?’ A Bíblia revela que Deus permite sofrermos provações, mas na realidade elas se originam de Satanás, do seu sistema iníquo e de nossa natureza imperfeita. (Gênesis 6:5; Deuteronômio 32:4, 5; João 15:19; Tiago 1:14, 15) Jeová é a fonte de “toda boa dádiva e todo presente perfeito”. (Tiago 1:17) Portanto, as bênçãos dele nunca causam dor.
km 9/00 p. 1 A bênção de Jeová nos enriquece
A bênção de Jeová nos enriquece
1 O sucesso de uma pessoa é muitas vezes medido pelo valor de seu salário. É por isso que muitas pessoas consideram os que têm dinheiro os mais felizes e os mais realizados. Entretanto, os que pensam que o dinheiro pode comprar a felicidade estão lastimavelmente enganados. (Ecl. 5:12) A alegria dos que “estão resolvidos a ficar ricos” em sentido material não perdura. (1 Tim. 6:9) Em contraste, os servos de Jeová têm verdadeira alegria e são os mais ricos do mundo. (Pro. 10:22; Rev. 2:9) De que modo?
2 Evidência de nossas riquezas: Temos uma rica compreensão espiritual e entendimento da Palavra de Deus, a Bíblia. Mediante sua organização terrestre, Jeová nos ensina continuamente sobre si mesmo e sobre seu Filho, para nosso duradouro benefício. O entendimento exato nos habilita a nos achegar a Jeová e a ter um estreito relacionamento com ele. (Tia. 4:8) O fato de discernirmos o bem do mal e seguirmos as leis de Deus nos protege de certas doenças e perigos. Temos confiança em Jeová de que proverá às nossas necessidades, resultando em contentamento piedoso e paz de espírito. — Mat. 6:33.
3 Temos paz e união em nossa fraternidade espiritual porque cultivamos os frutos do espírito de Deus. Estando unidos por um forte vínculo de amor, não precisamos jamais sentir-nos abandonados por Deus ou pelos nossos irmãos quando enfrentamos calamidades. — Gál. 6:10.
4 Nossa vida tem verdadeiro sentido e objetivo. Consideramos um maravilhoso privilégio participar na pregação mundial das boas novas. Ao passo que ajudamos outros a entrar em boas relações com Deus e servi-lo em união conosco na adoração pura, sentimos contínua alegria. Nosso inestimável tesouro do ministério traz honra a Jeová e nos dá a satisfação de contribuir para a santificação de seu nome. Temos uma atitude mental positiva, sabendo que nossa esperança sobre o futuro será em breve realizada.
5 Mostremos nosso apreço: Mostremos sempre apreço pelas bênçãos de Jeová, que nos tornam verdadeiramente os mais ricos da Terra. (Pro. 22:4) Se tirarmos tempo todos os dias para meditar sobre o que possuímos, seremos motivados a agradecer a Jeová seu generoso amor e a continuar a dar-lhe nossa devoção exclusiva.
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A Prosperidade Mais Importante
4 Além de falar da prosperidade material, a Bíblia trata da prosperidade espiritual. Esta é claramente a melhor. (Mateus 6:19-21) A prosperidade espiritual resulta numa relação satisfatória com Jeová, que pode durar eternamente. (Eclesiastes 7:12) Além disso, os espiritualmente ricos servos de Deus não saem perdendo no que se refere a sadias bênçãos materiais. No novo mundo, a riqueza espiritual estará relacionada com a prosperidade material. Os fiéis usufruirão uma segurança material que não será conseguida através de amarga competição nem por se sacrificar a saúde e a felicidade, prática tão comum hoje em dia. (Salmo 72:16; Provérbios 10:28; Isaías 25:6-8) Verificarão que, em todos os sentidos, “a bênção de Jeová — esta é o que enriquece, e ele não lhe acrescenta dor alguma”. — Provérbios 10:22.
5 Mesmo hoje, os que dão valor às coisas espirituais sentem certa tranqüilidade no que se refere a coisas materiais. É verdade que trabalham para pagar as contas e para alimentar a família. Ou alguns talvez até percam o emprego em épocas de recessão. Mas não se sentem vencidos por tais preocupações. Antes, crêem na promessa de Jesus, que disse: “Nunca estejais ansiosos, dizendo: ‘Que havemos de comer?’ ou: ‘Que havemos de beber?’ ou: ‘Que havemos de vestir?’ . . . Pois o vosso Pai celestial sabe que necessitais de todas essas coisas. Persisti, pois, em buscar primeiro o reino e a Sua justiça, e todas estas outras coisas vos serão acrescentadas.” — Mateus 6:31-33.
it-1 p. 331 Bênção
Jeová Abençoa Humanos. “A bênção de Jeová — esta é o que enriquece, e ele não lhe acrescenta dor alguma.” (Pr 10:22) Jeová abençoa aqueles a quem ele aprova por protegê-los, fazê-los prosperar, orientá-los, dar-lhes bom êxito e suprir-lhes as necessidades, com um resultado proveitoso para eles.
PROVÉRBIOS 10:23)
“Para o estúpido, empenhar-se em conduta desenfreada é como um divertimento, mas a sabedoria é para o homem de discernimento.”
w01 15/9 pp. 26-27 Ande na ‘vereda da retidão’
Evite a conduta desenfreada
A personalidade de alguém muitas vezes é revelada pelos seus gostos e aversões. Declarando isso, o rei de Israel disse: “Para o estúpido, empenhar-se em conduta desenfreada é como um divertimento, mas a sabedoria é para o homem de discernimento.” — Provérbios 10:23.
Alguns encaram a conduta desenfreada como esporte e se empenham nela apenas como “brincadeira”. Eles não consideram que todos têm de prestar contas a Deus, e continuam cegos para com o erro do seu proceder. (Romanos 14:12) Seu raciocínio fica pervertido a ponto de presumirem que Deus não vê a sua transgressão. Na realidade, dizem com as suas ações: “Não há Jeová.” (Salmo 14:1-3; Isaías 29:15, 16) Que tolice!
Por outro lado, o homem de discernimento dá-se conta de que a conduta desenfreada não é esporte. Sabe que desagrada a Deus e que pode destruir a relação que a pessoa tem com Ele. Uma conduta assim é tola, porque priva a pessoa do amor-próprio, arruína o casamento, prejudica tanto a mente como o corpo, e resulta na perda da espiritualidade. Seremos sábios se evitarmos a conduta desenfreada e tivermos apreço pela sabedoria como que por uma irmã muito amada. — Provérbios 7:4.
w97 15/3 p. 13 Incline seu coração ao discernimento
Discernimento e nossa conduta
5 Os provérbios bíblicos nos ajudam a usar de discernimento e a evitar conduta imprópria. Por exemplo, Provérbios 10:23 diz: “Para o estúpido, empenhar-se em conduta desenfreada é como um divertimento, mas a sabedoria é para o homem de discernimento.” Aqueles para quem a conduta desenfreada é “como um divertimento” estão cegos para com o erro do seu caminho e desconsideram que Deus é aquele a quem todos têm de prestar contas. (Romanos 14:12) Tais ‘estúpidos’ ficam pervertidos no raciocínio a ponto de presumir que Deus não vê suas transgressões. Na realidade, dizem com as suas ações: “Não há Jeová.” (Salmo 14:1-3; Isaías 29:15, 16) Por não se guiarem por princípios piedosos, falta-lhes discernimento e eles não conseguem julgar corretamente os assuntos. — Provérbios 28:5.
6 “O homem de discernimento” reconhece que a conduta desenfreada não é “um divertimento”, um jogo. Ele sabe que esta desagrada a Deus e pode destruir nossa relação com Ele. Uma conduta assim é estúpida, porque priva as pessoas do amor-próprio, arruína o casamento, prejudica tanto a mente como o corpo, e resulta na perda da espiritualidade. Portanto, inclinemos o coração ao discernimento e evitemos toda espécie de conduta desenfreada ou de imoralidade. — Provérbios 5:1-23.
PROVÉRBIOS 10:24)
“O que amedronta ao iníquo — isto é o que chegará a ele; mas o desejo dos justos será concedido.”
w01 15/9 p. 27 Ande na ‘vereda da retidão’
Construa sobre o alicerce correto
Indicando o valor de construir a vida sobre um alicerce apropriado, Salomão declarou: “O que amedronta ao iníquo — isto é o que chegará a ele; mas o desejo dos justos será concedido. Como quando passou o tufão, assim não existe mais o iníquo; mas o justo é um alicerce por tempo indefinido.” — Provérbios 10:24, 25.
O iníquo pode amedrontar muito a outros. No fim, porém, o que o amedronta recai sobre ele. Não se alicerçando em princípios justos, ele é como um prédio instável que desmorona num temporal violento. Ele cede sob pressões. Por outro lado, o justo é como o homem que age em harmonia com as declarações de Jesus. Ele é como “um homem discreto, que construiu a sua casa sobre a rocha”. “E caiu a chuva”, disse Jesus, “e vieram as inundações, e sopraram os ventos e açoitaram a casa, mas ela não se desmoronou, pois tinha sido fundada na rocha”. (Mateus 7:24, 25) Tal pessoa é estável — seu modo de pensar e suas ações se fundam solidamente em princípios divinos.
PROVÉRBIOS 10:25)
“Como quando passou o tufão, assim não existe mais o iníquo; mas o justo é um alicerce por tempo indefinido.”
w01 15/9 p. 27 Ande na ‘vereda da retidão’
Construa sobre o alicerce correto
Indicando o valor de construir a vida sobre um alicerce apropriado, Salomão declarou: “O que amedronta ao iníquo — isto é o que chegará a ele; mas o desejo dos justos será concedido. Como quando passou o tufão, assim não existe mais o iníquo; mas o justo é um alicerce por tempo indefinido.” — Provérbios 10:24, 25.
O iníquo pode amedrontar muito a outros. No fim, porém, o que o amedronta recai sobre ele. Não se alicerçando em princípios justos, ele é como um prédio instável que desmorona num temporal violento. Ele cede sob pressões. Por outro lado, o justo é como o homem que age em harmonia com as declarações de Jesus. Ele é como “um homem discreto, que construiu a sua casa sobre a rocha”. “E caiu a chuva”, disse Jesus, “e vieram as inundações, e sopraram os ventos e açoitaram a casa, mas ela não se desmoronou, pois tinha sido fundada na rocha”. (Mateus 7:24, 25) Tal pessoa é estável — seu modo de pensar e suas ações se fundam solidamente em princípios divinos.
PROVÉRBIOS 10:26)
“Como o vinagre para os dentes e como a fumaça para os olhos, assim é o preguiçoso para os que o enviam.”
w01 15/9 p. 27 Ande na ‘vereda da retidão’
Antes de prosseguir com o contraste entre o iníquo e o justo, o sábio rei deu um aviso conciso mas importante. Disse: “Como o vinagre para os dentes e como a fumaça para os olhos, assim é o preguiçoso para os que o enviam.” (Provérbios 10:26) O vinagre é ruim para os dentes. O ácido acético nele produz um sabor azedo na boca e pode tornar os dentes sensíveis. A fumaça faz com que os olhos ardam e doam. Por conseguinte, quem contrata uma pessoa preguiçosa ou a usa como representante seu, forçosamente passará vexame e sofrerá perdas.
it-2 p. 163 Fumaça
“Como o vinagre para os dentes e como a fumaça para os olhos, assim é o preguiçoso para os que o enviam”, diz o provérbio. Do modo como a fumaça faz com que os olhos ardam e doam, assim aquele que emprega um preguiçoso prejudica seus próprios objetivos. — Pr 10:26.
PROVÉRBIOS 10:27)
“O próprio temor de Jeová acrescentará dias, mas os próprios anos dos iníquos serão encurtados.”
w01 15/9 p. 27 Ande na ‘vereda da retidão’
O rei de Israel prosseguiu: “O próprio temor de Jeová acrescentará dias, mas os próprios anos dos iníquos serão encurtados. A expectativa dos justos é alegria, mas a própria esperança dos iníquos perecerá.” — Provérbios 10:27, 28.
O justo é guiado pelo temor piedoso e procura agradar a Jeová por seus pensamentos, suas palavras e suas ações. Deus se importa com ele e lhe satisfaz as expectativas justas. O iníquo, porém, leva uma vida ímpia. As esperanças dele podem às vezes parecer cumprir-se, mas apenas temporariamente, porque os seus dias muitas vezes são abreviados por violência ou por uma doença resultante do seu estilo de vida. No dia da sua morte, perecem todas as suas esperanças. — Provérbios 11:7.
PROVÉRBIOS 10:28)
“A expectativa dos justos é alegria, mas a própria esperança dos iníquos perecerá.”
w01 15/9 p. 27 Ande na ‘vereda da retidão’
O rei de Israel prosseguiu: “O próprio temor de Jeová acrescentará dias, mas os próprios anos dos iníquos serão encurtados. A expectativa dos justos é alegria, mas a própria esperança dos iníquos perecerá.” — Provérbios 10:27, 28.
O justo é guiado pelo temor piedoso e procura agradar a Jeová por seus pensamentos, suas palavras e suas ações. Deus se importa com ele e lhe satisfaz as expectativas justas. O iníquo, porém, leva uma vida ímpia. As esperanças dele podem às vezes parecer cumprir-se, mas apenas temporariamente, porque os seus dias muitas vezes são abreviados por violência ou por uma doença resultante do seu estilo de vida. No dia da sua morte, perecem todas as suas esperanças. — Provérbios 11:7.
it-2 p. 23 Esperança
No entanto, além das esperanças humanas menores, comuns e normais, há esperanças más. São as nutridas iniquamente. Em alguns casos, talvez pareçam cumprir-se, mas, na realidade, se cumprem apenas em sentido temporário, porque um provérbio declara: “A expectativa dos justos é alegria, mas a própria esperança dos iníquos perecerá.” (Pr 10:28) Além disso: “Quando morre um homem iníquo, perece a sua esperança; e pereceu até mesmo a expectativa baseada na pujança.” (Pr 11:7) Portanto, esperanças egoístas, e as baseadas no falso alicerce do materialismo, em mentiras, em tratos errados, ou no poder ou nas promessas de homens, certamente serão frustradas.
PROVÉRBIOS 10:29)
“O caminho de Jeová é um baluarte para o inculpe, mas a ruína é para os que praticam o que é prejudicial.”
w06 15/9 p. 18 Destaques do livro de Provérbios
10:29 — O que é “o caminho de Jeová”? Isso se refere a como Jeová lida com a humanidade, e não ao tipo de vida que devemos levar. Os tratos de Deus com os humanos resultam em segurança para os inculpes, mas em ruína para os maus.
w01 15/9 pp. 27-28 Ande na ‘vereda da retidão’
“O caminho de Jeová é um baluarte para o inculpe”, disse Salomão, “mas a ruína é para os que praticam o que é prejudicial”. (Provérbios 10:29) O caminho de Jeová não se refere aqui ao modo de vida que devemos levar, mas ao modo de Deus lidar com a humanidade. “A Rocha, perfeita é a sua atuação”, disse Moisés, “pois todos os seus caminhos são justiça”. (Deuteronômio 32:4) Os caminhos justos de Deus significam segurança para os justos e ruína para os iníquos.
PROVÉRBIOS 11:1)
“A balança fraudulenta é algo detestável para Jeová, mas o pleno peso de pedra é um prazer para ele.”
w02 15/5 pp. 24-25 As pessoas de retidão são guiadas pela integridade
A integridade leva à honestidade nos negócios
O Rei Salomão do antigo Israel, usando palavras poéticas em vez de termos jurídicos, disse para destacar o princípio da honestidade: “A balança fraudulenta é algo detestável para Jeová, mas o pleno peso de pedra é um prazer para ele.” (Provérbios 11:1) Esta é a primeira de quatro ocasiões no livro de Provérbios em que a balança e pesos são usados para indicar que Jeová deseja que seus adoradores sejam honestos nos seus assuntos comerciais. — Provérbios 16:11; 20:10, 23.
A prosperidade dos que recorrem à balança fraudulenta — ou à desonestidade — pode ser tentadora. Mas, será que realmente queremos abandonar as normas de Deus sobre o que é certo e o que é errado por nos envolvermos em práticas comerciais antiéticas? Não se formos guiados pela integridade. Rejeitamos a desonestidade, porque o pleno peso de pedra, o peso justo que representa honestidade, agrada a Jeová.
PROVÉRBIOS 11:2)
“Chegou a presunção? Então chegará a desonra; mas a sabedoria está com os modestos.”
w02 15/5 p. 25 As pessoas de retidão são guiadas pela integridade
“A sabedoria está com os modestos”
O Rei Salomão prosseguiu, dizendo: “Chegou a presunção? Então chegará a desonra; mas a sabedoria está com os modestos.” (Provérbios 11:2) A presunção — manifestada na forma de orgulho, desobediência ou inveja — resulta em humilhação. Por outro lado, reconhecermos humildemente nossas limitações é o proceder sábio. Os exemplos bíblicos ilustram muito bem a veracidade deste provérbio.
Um levita invejoso, Corá, liderou uma turba rebelde contra a autoridade de Moisés e de Arão, servos designados por Jeová. Qual foi o resultado deste ato presunçoso? “A terra abriu a sua boca e passou a tragar” alguns dos rebeldes, ao passo que outros, inclusive Corá, foram consumidos por fogo. (Números 16:1-3, 16-35; 26:10; Deuteronômio 11:6) Que desonra! Considere também Uzá, que presunçosamente estendeu a mão e segurou a arca do pacto, para impedir que caísse. Ele foi morto imediatamente. (2 Samuel 6:3-8) É vital que evitemos a presunção!
Quem é humilde e modesto não é desonrado, mesmo que erre. Jó, embora em muitos sentidos exemplar, era imperfeito. Suas provações revelaram que tinha um grave defeito no seu modo de pensar. Ao se defender dos seus acusadores, Jó ficou um pouco desequilibrado. Até mesmo deu a entender que era mais justo do que Deus. (Jó 35:2, 3) Como Jeová corrigiu o modo de pensar de Jó?
Mencionando a Terra, o mar, os céus estrelados, alguns dos animais e outras maravilhas da criação, Jeová ensinou a Jó uma lição sobre a insignificância do homem em comparação com a grandiosidade de Deus. (Jó, capítulos 38-41) Em parte alguma do seu discurso Jeová disse por que Jó estava sofrendo. Não era preciso fazer isso. Jó era modesto. Ele reconhecia humildemente a grande diferença entre ele e Deus, entre a sua própria imperfeição e fraqueza, e a justiça e o poder de Jeová. “Faço uma retratação”, disse ele, “e deveras me arrependo em pó e cinzas”. (Jó 42:6) A integridade de Jó o induziu a aceitar prontamente a repreensão. Que dizer de nós? Será que, guiados pela integridade, aceitaríamos prontamente uma repreensão ou correção caso fosse necessária?
Moisés também era modesto e humilde. Sentindo-se esgotado por cuidar dos problemas de outros, seu sogro, Jetro, mencionou uma solução prática: Dê alguma responsabilidade a outros homens qualificados. Moisés, reconhecendo suas limitações, aceitou sabiamente a sugestão. (Êxodo 18:17-26; Números 12:3) Um homem modesto não reluta em delegar autoridade a outros, nem teme perder de algum modo o controle por compartilhar responsabilidades apropriadas com outros homens qualificados. (Números 11:16, 17, 26-29) Antes, está ansioso para ajudá-los a progredir espiritualmente. (1 Timóteo 4:15) Não deve ser assim também conosco?
w00 1/8 A presunção resulta em desonra
A presunção resulta em desonra
“Chegou a presunção? Então chegará a desonra; mas a sabedoria está com os modestos.” — PROVÉRBIOS 11:2.
UM LEVITA invejoso liderou uma turba rebelde contra as autoridades designadas por Jeová. Um príncipe ambicioso tramou usurpar o trono do pai. Um rei impaciente desconsiderou as instruções explícitas do profeta de Deus. Estes três israelitas tinham uma tendência em comum: a presunção.
2 A presunção é uma característica do coração, que constitui uma séria ameaça a todos. (Salmo 19:13) O presunçoso atreve-se a tomar liberdades sem ter a autorização para isso. Isto muitas vezes resulta em calamidades. Na realidade, a presunção já arruinou reis e derrubou impérios. (Jeremias 50:29, 31, 32; Daniel 5:20) Até mesmo enlaçou alguns servos de Jeová e causou a sua ruína.
3 É com bons motivos que a Bíblia declara: “Chegou a presunção? Então chegará a desonra; mas a sabedoria está com os modestos.” (Provérbios 11:2) A Bíblia nos dá exemplos que confirmam a veracidade deste provérbio. Um exame de alguns deles nos ajudará a ver o perigo de se ultrapassar os devidos limites. Portanto, consideremos como a inveja, a ambição e a impaciência levaram os três homens mencionados no início a agir com presunção, causando a sua desonra.
Corá, um rebelde invejoso
4 Corá era um levita coatita, primo em primeiro grau de Moisés e de Arão. Pelo visto, por décadas ele foi leal a Jeová. Corá teve o privilégio de estar entre os milagrosamente salvos no mar Vermelho, e é provável que tenha participado em executar o julgamento de Jeová contra os israelitas que adoraram um bezerro junto ao monte Sinai. (Êxodo 32:26) No entanto, por fim, Corá tornou-se o líder dum levante contra Moisés e Arão, que incluiu os rubenitas Datã, Abirão e Om, junto com 250 maiorais israelitas. “Já chega de vós”, disseram a Moisés e a Arão, “pois a assembléia inteira, todos eles, são santos e Jeová está no seu meio. Então, por que vos devíeis erguer acima da congregação de Jeová?” — Números 16:1-3.
5 Por que se rebelou Corá depois de anos de fidelidade? A liderança de Israel por Moisés certamente não era opressiva, porque ele era “em muito o mais manso de todos os homens na superfície do solo”. (Números 12:3) No entanto, parece que Corá invejava Moisés e Arão, e ressentia-se do destaque deles, e isso o levou a dizer — erroneamente — que eles arbitrária e egoistamente se haviam elevado acima da congregação. — Salmo 106:16.
6 É bem provável que parte do problema de Corá era que não prezava os seus próprios privilégios no arranjo de Deus. É verdade que os levitas coatitas não eram sacerdotes, mas eram instrutores da Lei de Deus. Carregavam também a mobília e os utensílios do tabernáculo quando tinham de ser transportados. Esta não era uma tarefa insignificante, porque os utensílios sagrados só podiam ser manuseados por aqueles que eram religiosa e moralmente limpos. (Isaías 52:11) Portanto, quando Moisés confrontou Corá, ele na verdade estava perguntando: Considera você a sua designação algo tão trivial que precisa também procurar obter o sacerdócio? (Números 16:9, 10) Corá não se deu conta de que a maior honra é servir fielmente a Jeová segundo o arranjo dele — não a de tentar conseguir alguma condição ou posição especial. — Salmo 84:10.
7 Moisés convidou Corá e seus homens a comparecerem na manhã seguinte diante da tenda de reunião com porta-lumes e incenso. Corá e seus homens não estavam autorizados a oferecer incenso, visto que não eram sacerdotes. Se viessem com porta-lumes e incenso, isso indicaria claramente que esses homens ainda achavam que tinham o direito de atuar como sacerdotes — mesmo depois de terem tido toda uma noite para refletir sobre o assunto. Quando se apresentaram na manhã seguinte, Jeová expressou corretamente seu furor. Quanto aos rubenitas, ‘a terra abriu a sua boca e passou a tragá-los’. Os demais, inclusive Corá, foram consumidos por fogo da parte de Deus. (Deuteronômio 11:6; Números 16:16-35; 26:10) A presunção de Corá resultou na derradeira desonra — a desaprovação de Deus!
Resista à “tendência de invejar”
8 O relato sobre Corá é um aviso para nós. Visto que a “tendência de invejar” está presente nos humanos imperfeitos, ela pode manifestar-se mesmo na congregação cristã. (Tiago 4:5) Por exemplo, poderíamos ficar preocupados com a posição que temos. Assim como Corá, poderíamos invejar os que têm privilégios que nós gostaríamos de ter. Ou poderíamos tornar-nos como aquele cristão do primeiro século, de nome Diótrefes. Ele era muito crítico da autoridade apostólica, evidentemente porque queria ocupar o cargo. Deveras, João escreveu que Diótrefes “gosta de ocupar o primeiro lugar”. — 3 João 9.
9 Naturalmente, não é errado que um homem cristão procure ter responsabilidades congregacionais. Paulo até mesmo incentivou tal atitude. (1 Timóteo 3:1) No entanto, nunca devemos encarar os privilégios de serviço como medalhas, como se por obtê-los tivéssemos subido um degrau numa suposta escada de progresso. Lembre-se de que Jesus disse: “Quem quiser tornar-se grande entre vós tem de ser o vosso ministro, e quem quiser ser o primeiro entre vós tem de ser o vosso escravo.” (Mateus 20:26, 27) É evidente que seria errado invejar os que têm maiores responsabilidades, como se nosso valor perante Deus dependesse de nossa posição na sua organização. Jesus disse: “Todos vós sois irmãos.” (Mateus 23:8) Deveras, quer sejam publicadores, pioneiros, quer recém-batizados ou alguns que por muito tempo têm mantido a integridade — todos os que servem a Jeová de toda a alma têm um lugar valioso no arranjo dele. (Lucas 10:27; 12:6, 7; Gálatas 3:28; Hebreus 6:10) É deveras uma bênção trabalhar ombro a ombro com milhões dos que se esforçam a aplicar o conselho bíblico: “Cingi-vos de humildade mental uns para com os outros.” — 1 Pedro 5:5.
Absalão era oportunista e ambicioso
10 O modo de vida do terceiro filho de Davi, Absalão, oferece uma lição do que é a ambição. Este oportunista ardiloso procurava granjear o favor dos que vinham ao rei para julgamento. Primeiro, ele insinuava que Davi não se importava com as necessidades deles. Daí abandonava a sutileza, chegando ao ponto que queria. “Quem me dera ser designado juiz no país”, dizia Absalão, “para que viesse a mim todo homem que tivesse uma causa ou um julgamento! Eu certamente lhe faria então justiça.” A esperta politicagem de Absalão não tinha limites. “Chegando-se um homem para se curvar diante dele”, declara a Bíblia, “estendeu a mão e o agarrou, e o beijou. E Absalão fazia tal coisa com todos os israelitas que vinham ao rei para julgamento”. Com que resultado? “Absalão furtava os corações dos homens de Israel.” — 2 Samuel 15:1-6.
11 Absalão estava determinado a usurpar o reinado do seu pai. Cinco anos antes mandara assassinar o filho mais velho de Davi, Amnom, ostensivamente em vingança por causa do estupro da irmã de Absalão, Tamar. (2 Samuel 13:28, 29) No entanto, mesmo então Absalão talvez tivesse pretendido o trono, encarando o assassinato de Amnom como maneira conveniente de eliminar um rival. De qualquer modo, quando chegou o tempo para isso, Absalão agiu. Mandou proclamar seu reinado em todo o país. — 2 Samuel 15:10.
12 Por algum tempo, Absalão teve êxito, porque “a conspiração ficou cada vez mais forte e o povo com Absalão aumentava continuamente em número”. Com o tempo, o Rei Davi viu-se obrigado a fugir para salvar a vida. (2 Samuel 15:12-17) No entanto, não demorou e a carreira de Absalão foi cortada, quando ele foi morto por Joabe, lançado num barranco e coberto com pedras. Imagine, este homem ambicioso que queria ser rei nem mesmo recebeu um sepultamento decente ao morrer! A presunção deveras resultou na desonra de Absalão. — 2 Samuel 18:9-17.
Evite a ambição egoísta
13 A ascensão de Absalão ao poder e sua subseqüente queda nos dão uma lição. No atual mundo impiedoso, é comum que pessoas bajulem seus superiores, procurando agradar-lhes simplesmente para causar uma impressão ou talvez para conseguir algum tipo de privilégio ou promoção. Ao mesmo tempo, talvez façam afirmações jactanciosas aos seus subordinados, esperando granjear o favor e o apoio deles. Se não tivermos cuidado, tal espírito ambicioso pode criar raízes em nosso coração. Aparentemente, foi isso o que aconteceu entre alguns no primeiro século, tornando necessário que os apóstolos dessem fortes advertências contra tais. — Gálatas 4:17; 3 João 9, 10.
14 Jeová não tem lugar na sua organização para maquinadores que se promovem “em busca da sua própria glória”. (Provérbios 25:27) Deveras, a Bíblia adverte: “Jeová decepará todos os lábios macios, a língua que fala grandes coisas.” (Salmo 12:3) Absalão tinha lábios macios. Falava coisas lisonjeiras àqueles de cujo favor ele precisava — tudo para conseguir um cobiçado cargo de autoridade. Em contraste, como somos benditos por fazer parte duma fraternidade que segue o conselho de Paulo: “Não [estejais] fazendo nada por briga ou por egotismo, mas, com humildade mental, [considerai] os outros superiores a vós.” — Filipenses 2:3.
Saul era um rei impaciente
15 Em certa época, Saul, que mais tarde se tornou rei de Israel, era modesto. Por exemplo, considere o que aconteceu quando ele era mais jovem. Quando o profeta de Deus, Samuel, falou-lhe favoravelmente, Saul respondeu com humildade: “Não sou eu benjaminita da menor das tribos de Israel e a minha família a mais insignificante de todas as famílias da tribo de Benjamim? Então, por que me falaste uma coisa destas?” — 1 Samuel 9:21.
16 Mais tarde, porém, a modéstia de Saul desapareceu. Quando travava guerra com os filisteus, ele se retirou para Gilgal, onde devia esperar Samuel, para este vir e rogar a Deus com sacrifícios. Quando Samuel não veio no tempo marcado, o próprio Saul presunçosamente ofereceu o sacrifício queimado. Quando terminou, chegou Samuel. “Que fizeste?”, perguntou Samuel. Saul respondeu: “Vi que o povo se dispersava de mim, e tu é que não vieste dentro dos dias designados . . . Por isso me constrangi e fui oferecer o sacrifício queimado.” — 1 Samuel 13:8-12.
17 À primeira vista, as ações de Saul talvez parecessem justificáveis. Afinal, o povo de Deus estava “num sério aperto”, “apertado” e tremendo por causa da sua situação desesperada. (1 Samuel 13:6, 7) Certamente, não é errado tomar a iniciativa quando a situação o justifica. No entanto, lembre-se de que Jeová consegue ler o coração e percebe nossa motivação mais íntima. (1 Samuel 16:7) Por isso, ele deve ter notado alguns fatores a respeito de Saul que não são explicitamente declarados no relato bíblico. Por exemplo, pode ter visto que a impaciência de Saul era motivada por orgulho. Saul talvez estivesse profundamente irritado de que ele — o rei de todo o Israel — tinha de esperar por alguém que ele considerava como velho profeta procrastinador. De qualquer modo, Saul achava que o atraso de Samuel lhe dava o direito de cuidar ele mesmo do assunto e de desconsiderar as instruções explícitas que recebera. Com que resultado? Samuel não elogiou a iniciativa de Saul. Ao contrário, ele censurou Saul, dizendo: “Teu reino não durará . . . porque não guardaste o que Jeová te ordenou.” (1 Samuel 13:13, 14) Novamente, a presunção resultou em desonra.
Guarde-se da impaciência
18 O relato sobre o ato presunçoso de Saul foi registrado na Palavra de Deus em nosso benefício. (1 Coríntios 10:11) É tão fácil aborrecer-nos com a imperfeição de nossos irmãos. Assim como Saul, podemos ficar impacientes, achando que, para os assuntos serem tratados corretamente, nós mesmos temos de cuidar deles. Por exemplo, suponhamos que um irmão tenha excelentes habilidades como organizador. Ele é pontual, está sempre em dia com os procedimentos congregacionais e tem o dom de falar e de ensinar. Ao mesmo tempo, ele acha que os outros não estão à altura das normas meticulosas dele e não são nem de perto tão eficientes como ele gostaria que fossem. Será que isso lhe dá licença para mostrar impaciência? Deve criticar seus irmãos, talvez dando a entender que, se não fosse pelos esforços dele, não se faria nada e a congregação não iria para a frente? Isso seria presunçoso!
19 Na realidade, o que mantém unida a congregação cristã? Habilidades de administração? Eficiência? Conhecimento profundo? Deve-se admitir que essas coisas são vantajosas para o funcionamento suave duma congregação. (1 Coríntios 14:40; Filipenses 3:16; 2 Pedro 3:18) No entanto, Jesus disse que seus seguidores seriam identificados primariamente pelo amor. (João 13:35) É por isso que anciãos atenciosos, ao passo que são ordeiros, dão-se conta de que a congregação não é um empreendimento que requer uma administração rígida; antes, ela é composta dum rebanho que precisa de terno cuidado. (Isaías 32:1, 2; 40:11) Desconsiderar presunçosamente esses princípios muitas vezes resulta em contendas. Em contraste com isso, a ordem piedosa resulta em paz. — 1 Coríntios 14:33; Gálatas 6:16.
20 Os relatos bíblicos sobre Corá, Absalão e Saul mostram claramente que a presunção resulta em desonra, conforme declarado em Provérbios 11:2. No entanto, o mesmo versículo bíblico acrescenta: “A sabedoria está com os modestos.” O que é modéstia? Que exemplos bíblicos podem ajudar-nos a lançar luz sobre esta qualidade, e como podemos hoje mostrar que somos modestos? Estas perguntas serão consideradas no artigo seguinte.
[Nota(s) de rodapé]
Visto que Rubem era o primogênito de Jacó, aqueles dos seus descendentes que foram induzidos por Corá a rebelar-se talvez se ressentissem de que Moisés — descendente de Levi — tinha autoridade administrativa sobre eles.
Quileabe, segundo filho de Davi, não é mencionado após o seu nascimento. É possível que tenha morrido antes do levante de Absalão.
Nos tempos bíblicos, o enterro de um cadáver era um ato de considerável importância. Portanto, ser privado dum enterro era calamitoso e muitas vezes era uma expressão do desfavor de Deus. — Jeremias 25:32, 33.
Por exemplo, Finéias agiu rapidamente para fazer parar o flagelo que matou dezenas de milhares de israelitas, e Davi incentivou seus homens famintos a juntar-se a ele em comer os pães da proposição “na casa de Deus”. Nenhuma dessas ações foi condenada por Deus como presunçosa. — Mateus 12:2-4; Números 25:7-9; 1 Samuel 21:1-6.
w00 1/8 “A sabedoria está com os modestos”
“A sabedoria está com os modestos”
“O que é que Jeová pede de volta de ti senão que . . . andes modestamente com o teu Deus?” — MIQUÉIAS 6:8.
UM APÓSTOLO de destaque negou-se a chamar atenção para si mesmo. Um corajoso juiz israelita considerou-se o menor na casa de seu pai. O maior homem que já viveu reconheceu que não tinha autoridade ilimitada. Cada um destes homens mostrou ser modesto.
2 A modéstia é o contrário da presunção. Quem é modesto encara de modo equilibrado suas habilidades e seu valor, e está livre de convencimento ou vaidade. Em vez de ser orgulhoso, jactancioso ou ambicioso, quem é modesto sempre se apercebe das suas limitações. Por isso respeita e leva em conta os sentimentos e os conceitos dos outros.
3 A Bíblia declara com bons motivos: “A sabedoria está com os modestos.” (Provérbios 11:2) Quem é modesto é sábio porque segue o proceder que Deus aprova e evita um espírito presunçoso que resulta em desonra. (Provérbios 8:13; 1 Pedro 5:5) A sabedoria de se ser modesto é confirmada pelo modo de vida de vários dos servos de Deus. Consideremos os três exemplos citados no parágrafo inicial.
Paulo era ‘subordinado’ e ‘mordomo’
4 Paulo era uma figura de destaque entre os primeiros cristãos, e isso é compreensível. No decorrer do seu ministério, ele viajou milhares de quilômetros por mar e por terra, e formou inúmeras congregações. Além disso, Jeová abençoou Paulo com visões e com o dom de falar em línguas estrangeiras. (1 Coríntios 14:18; 2 Coríntios 12:1-5) Inspirou também Paulo a escrever 14 cartas, que agora fazem parte das Escrituras Gregas Cristãs. É evidente que se pode dizer que os labores de Paulo excederam os de todos os outros apóstolos. — 1 Coríntios 15:10.
5 Visto que Paulo estava na dianteira da atividade cristã, alguns talvez esperassem ver que se deleitava de ter notoriedade, até mesmo gabando-se da sua autoridade. No entanto, não era assim, porque Paulo era modesto. Chamava a si mesmo de “o mínimo dos apóstolos”, acrescentando: “Não sou apto para ser chamado apóstolo, porque persegui a congregação de Deus.” (1 Coríntios 15:9) Paulo, como anterior perseguidor dos cristãos, nunca se esqueceu de que era apenas por benignidade imerecida que ele podia ter um relacionamento com Deus e ainda usufruir privilégios especiais de serviço. (João 6:44; Efésios 2:8) Portanto, Paulo não achava que suas realizações extraordinárias no ministério o fizessem superior aos outros. — 1 Coríntios 9:16.
6 A modéstia de Paulo evidenciava-se especialmente nos seus tratos com os coríntios. Pelo visto, alguns deles ficavam impressionados com os que achavam ser superintendentes de destaque, incluindo Apolo, Cefas e o próprio Paulo. (1 Coríntios 1:11-15) Mas Paulo nem pediu este louvor dos coríntios, nem tirou proveito da admiração deles. Ao visitá-los, não se apresentava “com extravagância de linguagem ou de sabedoria”. Antes, Paulo disse a respeito de si mesmo e dos seus companheiros: “Avalie-nos o homem como sendo subordinados de Cristo e mordomos dos segredos sagrados de Deus.” — 1 Coríntios 2:1-5; 4:1.
7 Paulo até mostrou ser modesto quando tinha de dar forte conselho e orientação. Rogava a seus concristãos “pelas compaixões de Deus” e “à base do amor”, em vez de à base da sua autoridade apostólica. (Romanos 12:1, 2; Filêmon 8, 9) Por que agia Paulo assim? Porque ele se considerava mesmo ‘colaborador’ dos seus irmãos, não ‘amo de sua fé’. (2 Coríntios 1:24) Sem dúvida, foi a modéstia de Paulo que o ajudou a tornar-se especialmente amado pelas congregações cristãs do primeiro século. — Atos 20:36-38.
Encaramos com modéstia os nossos privilégios
8 Paulo deu um excelente exemplo aos cristãos de hoje. Não importa que responsabilidades se nos deram, nenhum de nós deve achar que é superior a outros. “Se alguém acha que ele é alguma coisa, quando não é nada”, escreveu Paulo, “está enganando a sua própria mente”. (Gálatas 6:3) Por quê? Porque “todos pecaram e não atingem a glória de Deus”. (Romanos 3:23; 5:12) Deveras, nunca devemos esquecer que todos nós herdamos de Adão o pecado e a morte. Privilégios especiais não nos tiram da nossa condição insignificante e pecaminosa. (Eclesiastes 9:2) Assim como se deu no caso de Paulo, é somente pela benignidade imerecida que os humanos podem vir a ter um relacionamento com Deus e podem servi-lo em alguma posição privilegiada. — Romanos 3:12, 24.
9 Dando-se conta disso, quem for modesto não se gabará dos seus privilégios, nem se jactará das suas consecuções. (1 Coríntios 4:7) Quando dá conselho ou orientação, ele faz isso como colaborador — não como amo. Certamente seria errado que alguém que se sobressai em certas tarefas pedisse louvor de seus concrentes ou explorasse a admiração deles. (Provérbios 25:27; Mateus 6:2-4) O único reconhecimento que vale a pena ter é dado pelos outros — e deve ser espontaneamente. Se for dado, não nos deve induzir a pensar mais de nós mesmos do que é necessário. — Provérbios 27:2; Romanos 12:3.
10 Quando somos encarregados de certa responsabilidade, a modéstia nos ajudará a evitar dar ênfase demais a nós mesmos, dando a impressão de que a congregação só está prosperando por causa de nossos esforços e habilidades. Por exemplo, podemos ter habilidade especial de ensinar. (Efésios 4:11, 12) No entanto, com toda a modéstia, temos de reconhecer que algumas das maiores lições aprendidas numa reunião congregacional não são dadas da tribuna. Não se sente encorajado, por exemplo, quando vê um pai ou uma mãe sem cônjuge vir regularmente ao Salão do Reino com os filhos? Ou a alma deprimida que vem fielmente às reuniões apesar de persistentes sentimentos de inutilidade? Ou o jovem que faz constante progresso espiritual apesar das más influências na escola ou em outro lugar? (Salmo 84:10) Estes talvez não tenham destaque. As provas de integridade com que se confrontam na maior parte não são notadas pelos outros. No entanto, eles podem ser tão “ricos na fé” como os que se destacam mais. (Tiago 2:5) Afinal, é a fidelidade que granjeia o favor de Jeová. — Mateus 10:22; 1 Coríntios 4:2.
Gideão era “o menor” na casa de seu pai
11 Gideão, um jovem resoluto da tribo de Manassés, viveu num tempo turbulento da história de Israel. Durante sete anos, o povo de Deus havia sofrido sob a opressão dos midianitas. Mas, chegara o tempo para Jeová libertar seu povo. Por isso, um anjo apareceu a Gideão e disse: “Jeová está contigo, ó valente, poderoso.” Gideão era modesto, de modo que não se enfunou com a glória deste elogio inesperado. Em vez disso, falou respeitosamente ao anjo: “Perdão, meu senhor, mas se Jeová está conosco, então por que nos sobreveio tudo isso?” O anjo esclareceu o assunto e disse a Gideão: “Certamente salvarás a Israel da palma da mão de Midiã.” Como respondeu Gideão? Em vez de avidamente aproveitar a designação como oportunidade para tornar-se herói nacional, Gideão respondeu: “Perdão, Jeová. Com que salvarei a Israel? Eis que o meu milhar é o mínimo em Manassés e eu sou o menor na casa de meu pai.” Que modéstia! — Juízes 6:11-15.
12 Antes de mandar Gideão à batalha, Jeová o testou. Como? Mandou-se que Gideão destruísse o altar de Baal, de seu pai, e que cortasse o poste sagrado ao lado deste. Esta tarefa exigia coragem, mas Gideão também mostrou modéstia e discrição no modo em que a executou. Em vez de fazer de si mesmo um espetáculo público, Gideão trabalhou sob a cobertura da noite, quando era mais provável não ser notado. Além disso, Gideão executou sua tarefa com a devida cautela. Levou consigo dez servos — talvez para que alguns deles pudessem ficar de guarda ao passo que os demais o ajudavam a destruir o altar e o poste sagrado. De qualquer modo, com a bênção de Jeová, Gideão cumpriu a tarefa, e com o tempo foi usado por Deus para libertar Israel dos midianitas. — Juízes 6:25-27.
Demonstração de modéstia e de discrição
13 Podemos aprender muito da modéstia de Gideão. Por exemplo, como reagimos quando se nos oferece um privilégio de serviço? Pensamos primeiro no destaque ou no prestígio que obteremos? Ou consideramos modestamente e com oração se podemos cumprir as exigências da designação? O irmão A. H. Macmillan, que terminou sua carreira terrestre em 1966, deu um excelente exemplo neste respeito. C. T. Russell, o primeiro presidente da Sociedade Torre de Vigia (nos EUA), perguntou certa vez ao irmão Macmillan sobre quem ele achava que poderia tomar conta da obra na sua ausência. Na palestra que se seguiu, o irmão Macmillan nem uma única vez promoveu a si mesmo, embora lhe tivesse sido bastante conveniente fazer isso. No fim, o irmão Russell convidou o irmão Macmillan a considerar e aceitar a designação. “Fiquei parado, meio aturdido”, escreveu o irmão Macmillan anos depois. “Pensei muito seriamente no assunto e orei a respeito disso por algum tempo antes de finalmente dizer-lhe que eu teria prazer em fazer tudo o que pudesse para ajudá-lo.”
14 Pouco depois, o irmão Russell faleceu, deixando vago o cargo da presidência da Sociedade Torre de Vigia ali. Visto que o irmão Macmillan tinha sido o encarregado durante a última viagem de pregação do irmão Russell, um irmão falou-lhe: “Mac, você tem a forte chance de ocupar o cargo. Você foi o representante especial do irmão Russell quando ele estava ausente, e ele disse a todos nós que devíamos fazer tudo o que você nos dissesse. Bem, ele foi embora e nunca voltou. Parece que você é o homem para continuar a obra.” O irmão Macmillan respondeu: “Irmão, não é assim que se deve encarar este assunto. Esta é a obra do Senhor e o único cargo que se obtém na organização do Senhor é o que o Senhor acha apropriado dar-lhe; e eu estou certo de que não sou o homem para este trabalho.” Então, o irmão Macmillan recomendou outro para o cargo. Assim como Gideão, ele tinha um conceito modesto de si mesmo — um conceito que faremos bem em adotar.
15 Nós também devemos ser modestos na maneira em que cumprimos as nossas designações. Gideão foi discreto, e esforçou-se a não zangar desnecessariamente seus oponentes. De modo similar, quando vamos pregar, devemos ser modestos e discretos na maneira de falar a outros. É verdade que estamos travando uma guerra espiritual para demolir as “coisas fortemente entrincheiradas” e “raciocínios”. (2 Coríntios 10:4, 5) Mas não devemos mostrar superioridade ao falar com outros, nem dar-lhes um motivo válido para se ofenderem com a nossa mensagem. Em vez disso, devemos respeitar os conceitos deles, enfatizar o que talvez tenhamos em comum e então enfocar os aspectos positivos de nossa mensagem. — Atos 22:1-3; 1 Coríntios 9:22; Revelação (Apocalipse) 21:4.
Jesus é o exemplo supremo de modéstia
16 O melhor exemplo de modéstia é o de Jesus Cristo. Apesar do seu relacionamento achegado com o Pai, Jesus não hesitou em reconhecer que alguns assuntos estavam além do alcance da sua autoridade. (João 1:14) Por exemplo, quando a mãe de Tiago e João pediu que seus dois filhos se sentassem ao lado de Jesus no reino dele, Jesus disse: “Assentar-se à minha direita e à minha esquerda não é meu para dar.” (Mateus 20:20-23) Numa outra ocasião, Jesus admitiu prontamente: “Não posso fazer nem uma única coisa de minha própria iniciativa; . . . não procuro a minha própria vontade, mas a vontade daquele que me enviou.” — João 5:30; 14:28; Filipenses 2:5, 6.
17 Jesus de todos os modos era superior aos humanos imperfeitos, e ele tinha uma inigualável autoridade da parte do seu Pai, Jeová. Não obstante, Jesus era modesto nos tratos com seus seguidores. Ele não os oprimia com uma demonstração impressionante de conhecimento. Mostrou empatia e compaixão, e levava em consideração as necessidades humanas deles. (Mateus 15:32; 26:40, 41; Marcos 6:31) Portanto, embora Jesus fosse perfeito, ele não era perfeccionista. Nunca exigiu mais dos seus discípulos do que podiam dar, e nunca os encarregou de mais do que eles podiam assumir. (João 16:12) Não é de admirar que foram tantos os que o acharam revigorante! — Mateus 11:29.
Imite o exemplo de modéstia de Jesus
18 Se o maior homem que já viveu era modesto, quanto mais o devemos ser nós. Os humanos imperfeitos muitas vezes relutam em admitir que simplesmente não têm autoridade absoluta. No entanto, imitando Jesus, os cristãos se esforçam a ser modestos. Não são orgulhosos demais para dar responsabilidades aos habilitados, nem são altivos ou indispostos a aceitar orientação dos autorizados a dá-la. Mostrando ter um espírito cooperador, permitem que todas as coisas na congregação ocorram “decentemente e por arranjo”. — 1 Coríntios 14:40.
19 A modéstia nos induzirá também a ser razoáveis no que esperamos dos outros e a levar em consideração as necessidades deles. (Filipenses 4:5) Nós talvez tenhamos certas habilidades e pontos fortes que outros não têm. No entanto, se formos modestos, não esperaremos sempre que outros consigam fazer o que nós gostaríamos que fizessem. Sabendo que cada um tem as suas próprias limitações, relevaremos com toda a modéstia as deficiências de outros. Pedro escreveu: “Acima de tudo, tende intenso amor uns pelos outros, porque o amor cobre uma multidão de pecados.” — 1 Pedro 4:8.
20 Conforme aprendemos, a sabedoria está deveras com os modestos. Mas o que fazer quando você descobre que tem inclinações para ser imodesto ou presunçoso? Não fique desanimado. Antes, siga o exemplo de Davi, que orou: “Refreia também teu servo de atos presunçosos; não deixes que me dominem.” (Salmo 19:13) Por imitarmos a fé de homens tais como Paulo, Gideão e — acima de tudo — Jesus Cristo, sentiremos pessoalmente a veracidade das palavras: “A sabedoria está com os modestos.” — Provérbios 11:2.
[Nota(s) de rodapé]
A palavra grega traduzida “subordinados” pode referir-se a um escravo que remava num banco inferior dos remos num navio grande. Em contraste, aos “mordomos” podiam confiar-se mais responsabilidades, talvez o cuidado de propriedades. No entanto, aos olhos da maioria dos amos, a servidão do mordomo era a mesma que a do escravo na galé.
A discrição e a cautela de Gideão não devem ser interpretadas mal como sinal de covardia. Ao contrário, sua coragem é confirmada em Hebreus 11:32-38, que inclui Gideão entre os que “foram feitos poderosos” e “tornaram-se valentes na guerra”.
Visto que a modéstia inclui aperceber-se das limitações que se tem, não se pode dizer corretamente que Jeová seja modesto. No entanto, ele é humilde. — Salmo 18:35.
w95 1/12 p. 13 par. 16 Não desista!
“A sabedoria está com os modestos”, diz Provérbios 11:2. Ser modesto significa reconhecer e aceitar as limitações que se tem. O homem modesto não reluta em delegar serviços a outros, nem tem medo de perder de algum modo o controle por dividir responsabilidades apropriadas com outros homens habilitados. (Números 11:16, 17, 26-29) Antes, ele está ansioso de ajudá-los a progredir. — 1 Timóteo 4:15.
PROVÉRBIOS 11:3)
“A integridade dos retos é o que os guia, mas a deturpação por parte dos que agem traiçoeiramente assolará a estes.”
w02 15/5 p. 26 As pessoas de retidão são guiadas pela integridade
Reconhecendo que a integridade nem sempre protege pessoas de retidão do perigo ou da calamidade, Salomão declarou: “A integridade dos retos é o que os guia, mas a deturpação por parte dos que agem traiçoeiramente assolará a estes.” (Provérbios 11:3) A integridade deveras guia os retos para fazerem o que é direito aos olhos de Deus, mesmo em circunstâncias difíceis, e no fim resulta em benefícios. Jó negou-se a abandonar a sua integridade, e Jeová “abençoou o fim posterior de Jó mais do que seu princípio”. (Jó 42:12) Os que agem traiçoeiramente talvez achem que estão progredindo às custas de alguém e até podem parecer prosperar por um tempo. Mais cedo ou mais tarde, porém, sua própria falsidade os destruirá.
PROVÉRBIOS 11:4)
“Coisas valiosas de nada aproveitarão no dia da fúria, mas a justiça é que livrará da morte.”
w02 15/5 p. 26 As pessoas de retidão são guiadas pela integridade
“Coisas valiosas de nada aproveitarão no dia da fúria”, disse o rei sábio, “mas a justiça é que livrará da morte”. (Provérbios 11:4) É tolice empenhar-se muito em obter riquezas materiais e negligenciar o estudo pessoal, a oração, a assistência às reuniões e a participação no ministério de campo — justamente as atividades que aumentam nosso amor a Deus e fortalecem nossa devoção a ele. Nenhuma riqueza material nos salvará durante a iminente grande tribulação. (Mateus 24:21) Somente a justiça das pessoas de retidão o fará. (Revelação [Apocalipse] 7:9, 14) Portanto, seremos sábios se tomarmos a peito a exortação de Sofonias: “Antes que venha sobre vós o dia da ira de Jeová, procurai a Jeová, todos os mansos da terra, que tendes praticado a Sua própria decisão judicial. Procurai a justiça, procurai a mansidão.” (Sofonias 2:2, 3) Enquanto isso, tomemos por objetivo ‘honrar a Jeová com as nossas coisas valiosas’. — Provérbios 3:9.
it-1 p. 633 Dádivas de misericórdia
Conceitos Incorretos Sobre Dádivas. Com o tempo, oferecer dádivas de misericórdia passou a ser encarado pelos judeus não só como meritório em si, mas também como tendo poder de expiar pecados. Provérbios 11:4, que diz: “Coisas valiosas de nada aproveitarão no dia da fúria, mas a justiça é que livrará da morte”, passou a ser explicado como significando, em harmonia com a concepção talmúdica: “Água apaga o fogo chamejante; assim dar esmolas expia pecados.” (The Jewish Encyclopedia [A Enciclopédia Judaica], 1976, Vol. I, p. 435)
PROVÉRBIOS 11:5)
“A justiça do inculpe é que endireitará o seu caminho, mas o iníquo cairá na sua própria iniqüidade.”
w02 15/5 p. 26 As pessoas de retidão são guiadas pela integridade
Destacando ainda mais o valor de se empenhar pela justiça, Salomão contrastou o futuro do inculpe com o do iníquo, dizendo: “A justiça do inculpe é que endireitará o seu caminho, mas o iníquo cairá na sua própria iniqüidade. A justiça dos retos é o que os livrará, mas os que agem traiçoeiramente serão eles mesmos apanhados pela sua avidez. Quando morre um homem iníquo, perece a sua esperança; e pereceu até mesmo a expectativa baseada na pujança. O justo é quem é socorrido mesmo da aflição, e em lugar dele entra o iníquo.” (Provérbios 11:5-8) O inculpe fica de pé no seu próprio caminho; não se torna vítima de seus próprios negócios. Seu caminho é direito. Por fim, os justos são ajudados a sair de sua aflição. Os iníquos podem parecer poderosos, mas não recebem tal ajuda.
PROVÉRBIOS 11:6)
“A justiça dos retos é o que os livrará, mas os que agem traiçoeiramente serão eles mesmos apanhados pela sua avidez.”
w02 15/5 p. 26 As pessoas de retidão são guiadas pela integridade
Destacando ainda mais o valor de se empenhar pela justiça, Salomão contrastou o futuro do inculpe com o do iníquo, dizendo: “A justiça do inculpe é que endireitará o seu caminho, mas o iníquo cairá na sua própria iniqüidade. A justiça dos retos é o que os livrará, mas os que agem traiçoeiramente serão eles mesmos apanhados pela sua avidez. Quando morre um homem iníquo, perece a sua esperança; e pereceu até mesmo a expectativa baseada na pujança. O justo é quem é socorrido mesmo da aflição, e em lugar dele entra o iníquo.” (Provérbios 11:5-8) O inculpe fica de pé no seu próprio caminho; não se torna vítima de seus próprios negócios. Seu caminho é direito. Por fim, os justos são ajudados a sair de sua aflição. Os iníquos podem parecer poderosos, mas não recebem tal ajuda.
PROVÉRBIOS 11:7)
“Quando morre um homem iníquo, perece a [sua] esperança; e pereceu até mesmo a expectativa [baseada] na pujança.”
w02 15/5 p. 26 As pessoas de retidão são guiadas pela integridade
Destacando ainda mais o valor de se empenhar pela justiça, Salomão contrastou o futuro do inculpe com o do iníquo, dizendo: “A justiça do inculpe é que endireitará o seu caminho, mas o iníquo cairá na sua própria iniqüidade. A justiça dos retos é o que os livrará, mas os que agem traiçoeiramente serão eles mesmos apanhados pela sua avidez. Quando morre um homem iníquo, perece a sua esperança; e pereceu até mesmo a expectativa baseada na pujança. O justo é quem é socorrido mesmo da aflição, e em lugar dele entra o iníquo.” (Provérbios 11:5-8) O inculpe fica de pé no seu próprio caminho; não se torna vítima de seus próprios negócios. Seu caminho é direito. Por fim, os justos são ajudados a sair de sua aflição. Os iníquos podem parecer poderosos, mas não recebem tal ajuda.
it-2 p. 23 Esperança
No entanto, além das esperanças humanas menores, comuns e normais, há esperanças más. São as nutridas iniquamente. Em alguns casos, talvez pareçam cumprir-se, mas, na realidade, se cumprem apenas em sentido temporário, porque um provérbio declara: “A expectativa dos justos é alegria, mas a própria esperança dos iníquos perecerá.” (Pr 10:28) Além disso: “Quando morre um homem iníquo, perece a sua esperança; e pereceu até mesmo a expectativa baseada na pujança.” (Pr 11:7) Portanto, esperanças egoístas, e as baseadas no falso alicerce do materialismo, em mentiras, em tratos errados, ou no poder ou nas promessas de homens, certamente serão frustradas.
PROVÉRBIOS 11:8)
“O justo é quem é socorrido mesmo da aflição, e em lugar dele entra o iníquo.”
w02 15/5 p. 26 As pessoas de retidão são guiadas pela integridade
Destacando ainda mais o valor de se empenhar pela justiça, Salomão contrastou o futuro do inculpe com o do iníquo, dizendo: “A justiça do inculpe é que endireitará o seu caminho, mas o iníquo cairá na sua própria iniqüidade. A justiça dos retos é o que os livrará, mas os que agem traiçoeiramente serão eles mesmos apanhados pela sua avidez. Quando morre um homem iníquo, perece a sua esperança; e pereceu até mesmo a expectativa baseada na pujança. O justo é quem é socorrido mesmo da aflição, e em lugar dele entra o iníquo.” (Provérbios 11:5-8) O inculpe fica de pé no seu próprio caminho; não se torna vítima de seus próprios negócios. Seu caminho é direito. Por fim, os justos são ajudados a sair de sua aflição. Os iníquos podem parecer poderosos, mas não recebem tal ajuda.
PROVÉRBIOS 11:9)
“Pela boca é que o apóstata arruína seu próximo, mas é pelo conhecimento que os justos são socorridos.”
w02 15/5 p. 26 As pessoas de retidão são guiadas pela integridade
A integridade das pessoas de retidão e a iniqüidade dos malfeitores também afetam outras pessoas. “Pela boca é que o apóstata arruína seu próximo”, disse o rei de Israel, “mas é pelo conhecimento que os justos são socorridos”. (Provérbios 11:9) Quem pode negar que a calúnia, a tagarelice, as obscenidades e a conversa ociosa prejudicam outros? O justo, por outro lado, escolhe suas palavras com cuidado, falando o que é puro e bondoso. Ele é socorrido pelo conhecimento, porque a sua integridade lhe fornece a linha de raciocínio necessária para mostrar que seus acusadores estão mentindo.
PROVÉRBIOS 11:10)
“Por causa da bondade dos justos regozijar-se-á a vila, mas quando perecem os iníquos, há clamor jubilante.”
w02 15/5 pp. 26-27 As pessoas de retidão são guiadas pela integridade
“Por causa da bondade dos justos regozijar-se-á a vila”, prosseguiu o rei, “mas quando perecem os iníquos, há clamor jubilante”. (Provérbios 11:10) Os justos costumam ser amados por outros, e fazem com que as pessoas ao seu redor se sintam felizes e alegres. Ninguém realmente gosta dos “iníquos”. As pessoas em geral não costumam lamentar a morte deles. Certamente, não haverá lamento quando Jeová ‘decepar os iníquos da terra e arrancar dela os traiçoeiros’. (Provérbios 2:21, 22) Antes, haverá alegria por não existirem mais. Mas, que dizer de nós? Faremos bem em considerar se o modo de nos comportarmos contribui para a alegria dos outros.
PROVÉRBIOS 11:11)
“Por causa da bênção dos retos, a vila fica enaltecida, mas por causa da boca dos iníquos ela é derrubada.”
w08 15/11 p. 19 ‘Empenhe-se pelas coisas que produzem paz’
Sobre o mau uso da língua, Provérbios 11:11 diz: “Por causa da boca dos iníquos [a vila] é derrubada.” De modo similar, palavras descuidadas a respeito de um irmão cristão podem perturbar a paz da “vila”, ou congregação.
w02 15/5 p. 27 As pessoas de retidão são guiadas pela integridade
“A vila fica enaltecida”
Contrastando ainda mais o efeito causado por pessoas de retidão e pelos iníquos na comunidade, Salomão declarou: “Por causa da bênção dos retos, a vila fica enaltecida, mas por causa da boca dos iníquos ela é derrubada.” — Provérbios 11:11.
Os moradores de uma vila, ou cidade, que seguem um proceder reto promovem a paz e o bem-estar, e edificam outros na comunidade. De modo que a cidade fica enaltecida — ela prospera. Os que falam calúnias, coisas prejudiciais e erradas promovem desassossego, infelicidade, desunião e dificuldades. Isso se dá especialmente quando tais pessoas ocupam uma posição influente. Uma cidade assim é assolada por distúrbios, corrupção, bem como decadência moral e talvez econômica.
O princípio declarado em Provérbios 11:11 se aplica com igual força aos servos de Jeová, ao passo que se associam uns com os outros nas suas congregações semelhantes a uma cidade. A congregação que recebe a influência de pessoas espirituais — pessoas de retidão, guiadas pela sua integridade — é uma assembléia de pessoas felizes, ativas e prestimosas, dando honra a Deus. Jeová abençoa a congregação e ela prospera espiritualmente. Ocasionalmente, alguns poucos talvez fiquem descontentes, criticando e falando mal da maneira em que as coisas são feitas. São como uma “raiz venenosa”, que pode alastrar-se e envenenar outros. (Hebreus 12:15) Esses muitas vezes querem ter mais autoridade e destaque. Criam rumores de que há injustiça, preconceito étnico, ou coisas assim, na congregação ou por parte dos anciãos. Sua boca, deveras, pode causar divisão na congregação. Não devemos fechar os ouvidos à conversa deles e esforçar-nos a ser pessoas espirituais, que contribuem para a paz e a união na congregação?
PROVÉRBIOS 11:12)
“O falto de coração desprezou o seu próprio próximo, mas o homem de amplo discernimento é quem se mantém calado.”
w09 15/5 p. 5 “Tempo de ficar calado”
Uma pessoa de “amplo discernimento” não trai a confidência. (Pro. 11:12) O cristão verdadeiro não divulga assuntos confidenciais por meio de conversa sem controle. Em especial os anciãos cristãos têm de ser cuidadosos nesse respeito, para não perderem a confiança dos membros da congregação.
w02 15/5 p. 27 As pessoas de retidão são guiadas pela integridade
Continuando, Salomão disse: “O falto de coração desprezou o seu próprio próximo, mas o homem de amplo discernimento é quem se mantém calado. Quem anda em volta como caluniador está revelando palestra confidencial, mas quem é fiel no espírito encobre o assunto.” — Provérbios 11:12, 13.
É imenso o dano causado por aquele que não usa de bom critério ou que é “falto de coração”. Ele tagarela a ponto de caluniar ou de injuriar. Os superintendentes têm de agir prontamente para acabar com tal influência prejudicial. Dessemelhante do “falto de coração”, o homem com discernimento sabe quando ficar calado. Em vez de cometer uma inconfidência, encobre o assunto. Sabendo que uma língua solta pode causar muito dano, o discernidor “é fiel no espírito”. É leal aos concrentes e não divulga assuntos confidenciais que poderiam causar-lhes dano. Que bênção tais pessoas íntegras são para a congregação!
w97 15/3 pp. 12-13 Incline seu coração ao discernimento
Discernimento e nosso modo de falar
3 O discernimento nos ajuda a reconhecer que há “tempo para ficar quieto e tempo para falar”. (Eclesiastes 3:7) Esta qualidade nos faz também ter cuidado com o que dizemos. Provérbios 11:12, 13, declara: “O falto de coração desprezou o seu próprio próximo, mas o homem de amplo discernimento é quem se mantém calado. Quem anda em volta como caluniador está revelando palestra confidencial, mas quem é fiel no espírito encobre o assunto.” Deveras, o homem ou a mulher que despreza outra pessoa é “falto de coração”. Segundo o lexicógrafo Wilhelm Gesenius, tal pessoa “tem falta de entendimento”. Ele ou ela não tem bom critério, e o uso do termo “coração” mostra que o íntimo da pessoa é deficiente em qualidades positivas. Quando um professo cristão, ou cristã, leva a sua conversa frívola a ponto de caluniar ou insultar, os anciãos designados têm de agir para acabar com tal situação prejudicial na congregação. — Levítico 19:16; Salmo 101:5; 1 Coríntios 5:11.
4 Dessemelhantes dos ‘faltos de coração’, os que têm “amplo discernimento” ficam calados quando isso é apropriado. Não revelam coisas confidenciais. (Provérbios 20:19) Sabendo que a língua solta pode causar dano, os que têm discernimento são ‘fiéis no espírito’. São leais aos concrentes e não divulgam assuntos confidenciais que poderiam pô-los em perigo. Quando cristãos de discernimento recebem algum tipo de informação confidencial relacionada com a congregação, guardam isso para si até que a organização de Jeová ache próprio revelá-la pelos seus próprios meios de divulgação.
PROVÉRBIOS 11:13)
“Quem anda em volta como caluniador está revelando palestra confidencial, mas quem é fiel no espírito encobre o assunto.”
w02 15/5 p. 27 As pessoas de retidão são guiadas pela integridade
Continuando, Salomão disse: “O falto de coração desprezou o seu próprio próximo, mas o homem de amplo discernimento é quem se mantém calado. Quem anda em volta como caluniador está revelando palestra confidencial, mas quem é fiel no espírito encobre o assunto.” — Provérbios 11:12, 13.
É imenso o dano causado por aquele que não usa de bom critério ou que é “falto de coração”. Ele tagarela a ponto de caluniar ou de injuriar. Os superintendentes têm de agir prontamente para acabar com tal influência prejudicial. Dessemelhante do “falto de coração”, o homem com discernimento sabe quando ficar calado. Em vez de cometer uma inconfidência, encobre o assunto. Sabendo que uma língua solta pode causar muito dano, o discernidor “é fiel no espírito”. É leal aos concrentes e não divulga assuntos confidenciais que poderiam causar-lhes dano. Que bênção tais pessoas íntegras são para a congregação!
w97 15/3 pp. 12-13 Incline seu coração ao discernimento
Discernimento e nosso modo de falar
3 O discernimento nos ajuda a reconhecer que há “tempo para ficar quieto e tempo para falar”. (Eclesiastes 3:7) Esta qualidade nos faz também ter cuidado com o que dizemos. Provérbios 11:12, 13, declara: “O falto de coração desprezou o seu próprio próximo, mas o homem de amplo discernimento é quem se mantém calado. Quem anda em volta como caluniador está revelando palestra confidencial, mas quem é fiel no espírito encobre o assunto.” Deveras, o homem ou a mulher que despreza outra pessoa é “falto de coração”. Segundo o lexicógrafo Wilhelm Gesenius, tal pessoa “tem falta de entendimento”. Ele ou ela não tem bom critério, e o uso do termo “coração” mostra que o íntimo da pessoa é deficiente em qualidades positivas. Quando um professo cristão, ou cristã, leva a sua conversa frívola a ponto de caluniar ou insultar, os anciãos designados têm de agir para acabar com tal situação prejudicial na congregação. — Levítico 19:16; Salmo 101:5; 1 Coríntios 5:11.
4 Dessemelhantes dos ‘faltos de coração’, os que têm “amplo discernimento” ficam calados quando isso é apropriado. Não revelam coisas confidenciais. (Provérbios 20:19) Sabendo que a língua solta pode causar dano, os que têm discernimento são ‘fiéis no espírito’. São leais aos concrentes e não divulgam assuntos confidenciais que poderiam pô-los em perigo. Quando cristãos de discernimento recebem algum tipo de informação confidencial relacionada com a congregação, guardam isso para si até que a organização de Jeová ache próprio revelá-la pelos seus próprios meios de divulgação.
PROVÉRBIOS 11:14)
“Quando não há orientação perita, o povo cai; mas há salvação na multidão de conselheiros.”
w02 15/5 pp. 27-28 As pessoas de retidão são guiadas pela integridade
A fim de nos ajudar a andar no caminho dos inculpes, Jeová fornece uma abundância de alimento espiritual, preparado sob a direção do “escravo fiel e discreto”. (Mateus 24:45) Recebemos também muita ajuda pessoal por meio dos anciãos cristãos nas nossas congregações semelhantes a uma cidade. (Efésios 4:11-13) Somos deveras gratos por eles, porque “quando não há orientação perita, o povo cai; mas há salvação na multidão de conselheiros”. (Provérbios 11:14) Aconteça o que acontecer, estejamos firmemente decididos a ‘andar na nossa integridade’. — Salmo 26:1.
PROVÉRBIOS 11:15)
“Irá positivamente mal à pessoa quando presta fiança por um estranho, mas aquele que odeia o aperto de mão fica livre de cuidados.”
w02 15/7 p. 28 Semeie a justiça, e colha a benevolência de Deus
“IRÁ positivamente mal à pessoa quando presta fiança por um estranho, mas aquele que odeia o aperto de mão fica livre de cuidados.” (Provérbios 11:15) Como este provérbio conciso é convincente para incentivar ações responsáveis! Conceda um empréstimo a alguém de risco e estará criando dificuldades. Evite o aperto de mão — um gesto que no Israel antigo equivalia à assinatura em acordos — e se livrará duma cilada monetária.
it-2 p. 128 Fiança
Com o aumento do comércio em Israel, também aumentou a prática de fianças em transações mercantis. Os provérbios advertiam que isto era uma prática perigosa, tola, especialmente quando alguém não podia fazê-lo sem o risco de perder coisas essenciais para a vida. — Pr 6:1-5; 11:15;
PROVÉRBIOS 11:16)
“A mulher de encanto é a que segura a glória; mas os tiranos, da sua parte, seguram as riquezas.”
w02 15/7 pp. 28-29 Semeie a justiça, e colha a benevolência de Deus
Semeie “encanto” e colha “glória”
“A mulher de encanto é a que segura a glória”, disse o rei sábio, “mas os tiranos, da sua parte, seguram as riquezas”. (Provérbios 11:16) Este versículo faz um contraste entre a glória duradoura que uma mulher de encanto, uma “mulher graciosa”, pode obter e as riquezas transitórias obtidas por um tirano. — A Bíblia de Jerusalém.
Como se pode conseguir encanto que resulte em glória? “Resguarda a sabedoria prática e o raciocínio”, aconselhou Salomão, “e mostrar-se-ão . . . encanto para a tua garganta”. (Provérbios 3:21, 22) E o salmista falou de ‘encanto ser despejado sobre os lábios dum rei’. (Salmo 45:1, 2) Sem dúvida, a sabedoria prática, o raciocínio e o uso correto da língua contribuem para o valor e o encanto duma pessoa. Isto certamente se aplica a uma mulher discreta. Abigail, esposa do tolo Nabal, é um exemplo disso. Ela “tinha boa discrição e bela figura”, e o Rei Davi elogiou-a pela sua “sensatez”. — 1 Samuel 25:3, 33.
A mulher piedosa que tem verdadeiro encanto certamente receberá glória. Os outros falarão bem dela. Se for casada, obterá glória aos olhos do marido. De fato, dará glória à família inteira. E a glória dela não é passageira. “Deve-se escolher antes um nome do que riquezas abundantes; o favor é melhor do que mesmo a prata e o ouro.” (Provérbios 22:1) O bom nome que ela obtém perante Deus é de valor permanente.
O contrário é o que acontece com um tirano, com ‘um homem cruel’. (Provérbios 11:16, Nova Versão Internacional) O tirano é classificado com os homens iníquos e com os adversários dos adoradores de Jeová. (Jó 6:23; 27:13) Um homem assim ‘não põe Deus diante de si’. (Salmo 54:3) Uma pessoa deste tipo, por oprimir os inocentes e se aproveitar deles, talvez ‘amontoe prata como o próprio pó’. (Jó 27:16) No entanto, em algum momento, pode deitar-se e não se levantar, e qualquer dia em que abrir os olhos pode ser o seu último. (Jó 27:19) Toda a sua riqueza e todas as suas realizações não valerão nada. — Lucas 12:16-21.
Como é importante a lição ensinada por Provérbios 11:16! Por apresentar-nos sucintamente o que tanto o encanto como a tirania colherão, o rei de Israel exorta-nos a semear justiça.
PROVÉRBIOS 11:17)
“O homem de benevolência age de modo recompensador com a sua própria alma, mas a pessoa cruel traz banimento ao seu próprio organismo.”
w02 15/7 p. 29 Semeie a justiça, e colha a benevolência de Deus
A “benevolência” produz recompensas
Ensinando ainda outra lição sobre os relacionamentos humanos, Salomão disse: “O homem de benevolência age de modo recompensador com a sua própria alma, mas a pessoa cruel traz banimento ao seu próprio organismo.” (Provérbios 11:17) “A essência do provérbio”, diz um erudito, “é que o comportamento de alguém com outros, quer bom quer mau, tem para ele conseqüências não intencionadas ou inesperadas”. Considere o caso duma jovem chamada Lisa. Embora seja bem-intencionada, ela sempre chega atrasada aos seus compromissos. Não é incomum que ela chegue 30 minutos, ou mais, atrasada nos seus compromissos para se encontrar com outros proclamadores do Reino para a pregação. Lisa não está beneficiando a si mesma. Será que ela pode culpar os outros por se cansarem de perder tempo valioso e por evitarem marcar compromissos com ela?
O perfeccionista — alguém que estabelece para si normas de realização excessivamente elevadas — também é cruel consigo mesmo. Por sempre procurar incansavelmente atingir alvos inalcançáveis, expõe-se ao esgotamento e ao desapontamento. Por outro lado, agimos de modo recompensador quando estabelecemos alvos realísticos e razoáveis. Talvez não sejamos tão rápidos como outros em compreender idéias. Ou pode ser que uma doença ou a idade avançada nos imponham restrições. Nunca devemos ficar desesperados por causa de nosso progresso espiritual limitado, mas sempre devemos demonstrar razoabilidade quanto às nossas limitações. Somos felizes quando ‘fazemos o máximo’ que a nossa capacidade permite. — 2 Timóteo 2:15; Filipenses 4:5.
w93 1/4 pp. 28-29 Seja feliz e organizado
Não seja cruel consigo mesmo
Considere o bom conselho registrado em Provérbios 11:17. Primeiro, o escritor inspirado nos diz que “o homem de benevolência age de modo recompensador com a sua própria alma”. Depois diz em contraste: “Mas a pessoa cruel traz banimento ao seu próprio organismo.” A Bíblia Sagrada, Edição Pastoral, expressa-o do seguinte modo: “O homem bondoso faz bem a si mesmo; o homem cruel destrói a si próprio.”
Como poderíamos ser inadvertidamente cruéis com nós mesmos? Um modo seria estarmos bem intencionados, mas totalmente desorganizados. Com que resultado? Um perito diz: “Um lapso de memória, um documento arquivado de modo errado, uma ordem não bem entendida, um telefonema anotado de forma inexata — estas são as minúcias do fracasso, as traças que consomem o tecido da eficiência e arruínam as melhores intenções.” — Teach Yourself Personal Efficiency (Ensine a Si Mesmo Eficiência Pessoal).
Isto concorda com o escritor inspirado que disse: “Aquele que demonstra ser remisso na sua obra — ele é irmão daquele que arruína.” (Provérbios 18:9) Sim, os desorganizados e ineficientes podem causar calamidades e ruína a si mesmos e a outros. Por causa disso, os outros muitas vezes os evitam. Em resultado do seu relaxamento, causam a si mesmos o banimento.
Cão vivo ou leão morto?
Mas, podemos ser cruéis com nós mesmos por fixar padrões excessivamente elevados. O acima citado escritor sobre eficiência diz que podemos tomar por alvo “um padrão de perfeição impossível de alcançar plenamente”. O resultado, diz ele, é “acabarmos por fim em angústia e desilusão”. O perfeccionista talvez seja bem organizado e eficiente, mas ele nunca é realmente feliz. Mais cedo ou mais tarde sente apenas angústia.
Se tivermos inclinações de ser perfeccionistas, faremos bem em nos lembrar de que “melhor está o cão vivo do que o leão morto”. (Eclesiastes 9:4) Talvez não nos matemos literalmente pelo esforço irrealístico de atingir a perfeição, mas podemos prejudicar-nos seriamente pela exaustão. Certa autoridade diz que isto envolve “o esgotamento físico, emocional, espiritual, intelectual e interpessoal”. (Job Stress and Burnout [Estresse no Emprego e Exaustão]) Esgotarmo-nos por querer alcançar objetivos inalcançáveis certamente é sermos cruéis com nós mesmos e inevitavelmente nos privará da felicidade.
Aja de modo recompensador consigo mesmo
Lembre-se: “O homem de benevolência age de modo recompensador com a sua própria alma.” (Provérbios 11:17) Agimos de modo recompensador com nós mesmos quando fixamos objetivos realísticos e razoáveis, lembrando-nos de que o Deus feliz, Jeová, conhece as nossas limitações. (Salmo 103:8-14) Podemos ser felizes se nós também reconhecermos essas limitações e depois ‘fizermos o máximo’, dentro da nossa capacidade, para cumprir bem nossas obrigações. — Hebreus 4:11; 2 Timóteo 2:15; 2 Pedro 1:10.
Naturalmente, sempre há o perigo de irmos ao outro extremo — o de sermos bondosos demais com nós mesmos. Não se esqueça da resposta de Jesus à sugestão do apóstolo Pedro: “Sê benigno contigo mesmo, Senhor”, quando na realidade era necessária uma ação resoluta. O modo de pensar de Pedro era tão perigoso, que Jesus disse: “Para trás de mim, Satanás! Tu és para mim pedra de tropeço, porque não tens os pensamentos de Deus, mas os de homens.” (Mateus 16:22, 23) Agir de modo recompensador com a nossa própria alma não permite uma atitude descuidada, comodista. Isto também poderia privar-nos de toda a felicidade. O que precisamos ter é razoabilidade, não fanatismo. — Filipenses 4:5.
PROVÉRBIOS 11:18)
“O iníquo ganha remuneração fictícia, mas quem semeia a justiça, verdadeiros rendimentos.”
w02 15/7 p. 29 Semeie a justiça, e colha a benevolência de Deus
“O iníquo ganha remuneração fictícia, mas quem semeia a justiça, verdadeiros rendimentos.
w02 15/7 p. 29 Semeie a justiça, e colha a benevolência de Deus
Provérbios 11:18
w02 15/7 p. 29 Semeie a justiça, e colha a benevolência de Deus
O iníquo talvez recorra a fraudes ou a apostas para conseguir algo sem fazer nada. Visto que resultados obtidos assim são falsos, ele pode ficar desapontado. Quem presta serviço honesto obtém verdadeiro ganho por estar seguro.
PROVÉRBIOS 11:21)
“Ainda que mão [se junte] a mão, o mau não ficará impune; mas a descendência dos justos certamente escapará.”
w02 15/7 p. 29 Semeie a justiça, e colha a benevolência de Deus
Ainda que mão se junte a mão, o mau não ficará impune; mas a descendência dos justos certamente escapará.” — Provérbios 11:18-21.
w02 15/7 p. 29 Semeie a justiça, e colha a benevolência de Deus
“Ainda que mão se junte a mão” em tramar traição, o iníquo não escapará da punição. (Provérbios 2:21, 22) Que exortação excelente para se semear justiça!
it-2 p. 128 Fiança
Evidentemente, alguém se tornava fiador de outro quando, na presença de testemunhas, batia, segurava ou apertava a mão do credor da transação e prometia assumir as obrigações do devedor, caso este deixasse de fazer o pagamento. No Oriente, este ato de bater ou tocar as mãos significava a selagem de um trato ou de um pacto. (Pr 11:21)
PROVÉRBIOS 11:22)
“Como uma argola de ouro, para as narinas, no focinho dum porco, assim é a mulher que é bonita, mas que se desvia da sensatez.”
w02 15/7 pp. 29-30 Semeie a justiça, e colha a benevolência de Deus
A verdadeira beleza é de quem é sensato
“Como uma argola de ouro, para as narinas, no focinho dum porco, assim é a mulher que é bonita, mas que se desvia da sensatez”, prosseguiu Salomão. (Provérbios 11:22) Argolas nas narinas eram um adorno popular nos tempos bíblicos. Uma argola de ouro inserida lateralmente na narina ou no septo que separa as fossas nasais na realidade era um adorno prontamente notado numa mulher. Como seria impróprio tal ornamento extraordinário no focinho dum porco! O mesmo se dá com a beleza física da pessoa que não tem “sensatez”. O adorno simplesmente não é apropriado para ela, quer mulher, quer homem. Está fora de lugar — não é nada atraente.
Deve-se admitir que a preocupação com nossa aparência é natural. Mas, por que estar ansioso ou preocupado demais com o rosto ou com o físico? Não temos nenhum controle sobre muitos aspectos de nossas características. E a aparência física não é tudo. Não é verdade que a maioria das pessoas de que gostamos e que admiramos têm uma aparência um tanto comum? Ser atraente em sentido físico não é a chave para a felicidade. O que realmente importa é a beleza interior de duradouras qualidades divinas. Portanto, sejamos sensatos e cultivemos essas qualidades.
PROVÉRBIOS 11:24)
“Há um que espalha, e ainda assim está sendo incrementado; também aquele que se refreia do que é direito, mas isso só resulta em carência.”
w02 15/7 p. 30 Semeie a justiça, e colha a benevolência de Deus
“Há um que espalha, e ainda assim está sendo incrementado; também aquele que se refreia do que é direito, mas isso só resulta em carência.” — Provérbios 11:23, 24.
Ao passo que espalhamos diligentemente — transmitimos a outros — conhecimento da Palavra de Deus, certamente melhoramos nossa própria compreensão da ‘largura, e do comprimento, e da altura, e da profundidade’ dela. (Efésios 3:18) Quem não faz uso do conhecimento, por outro lado, está em perigo de perder o que tem. Realmente, “quem semear parcimoniosamente, ceifará também parcimoniosamente; e quem semear generosamente, ceifará também generosamente”. — 2 Coríntios 9:6.
PROVÉRBIOS 11:25)
“Far-se-á que a própria alma generosa engorde, e aquele que rega liberalmente [os outros] também será regado liberalmente.”
w02 15/7 p. 30 Semeie a justiça, e colha a benevolência de Deus
“Far-se-á que a própria alma generosa engorde [prospere]”, continuou o rei, “e aquele que rega liberalmente os outros também será regado liberalmente”. (Provérbios 11:25) Quando usamos generosamente nosso tempo e nossos recursos para promover a adoração verdadeira, Jeová se agrada de nós. (Hebreus 13:15, 16) Ele ‘abrirá as comportas dos céus e realmente despejará sobre nós uma bênção até que não haja mais necessidade’. (Malaquias 3:10) Basta olhar para a atual prosperidade espiritual dos seus servos!
it-2 p. 200 Generosidade
O provérbio diz: “Far-se-á que a própria alma generosa [literalmente: a alma com uma dádiva de bênção] engorde [prospere], e aquele que rega liberalmente os outros também será regado liberalmente.” (Pr 11:25)
it-2 pp. 246-247 Gordura
Somos informados de que ‘far-se-á engordar’, quer dizer, prosperar abundantemente, aqueles que são generosos, diligentes e confiantes em Jeová. (Pr 11:25; 13:4; 28:25)
PROVÉRBIOS 11:26)
“Quem retiver o cereal — a este a população maldirá, mas há uma bênção para a cabeça daquele que o deixa ser comprado.”
w02 15/7 pp. 30-31 Semeie a justiça, e colha a benevolência de Deus
Dando ainda outro exemplo do contraste entre os desejos dos justos e os dos iníquos, Salomão disse: “Quem retiver o cereal — a este a população maldirá, mas há uma bênção para a cabeça daquele que o deixa ser comprado.” (Provérbios 11:26) Comprar mercadorias quando os preços estão baixos e estocá-las até que os suprimentos diminuam e os preços aumentem pode ser lucrativo. Embora limitar o consumo e um estoque de reservas possa trazer alguns benefícios, as pessoas em geral desprezam quem faz isso por causa do seu egoísmo. Por outro lado, a pessoa que não se aproveita de uma emergência para obter grandes lucros granjeia o favor das pessoas.
PROVÉRBIOS 11:29)
“Quanto àquele que traz o banimento sobre a sua própria casa, tomará posse do vento; e o tolo será servo daquele que é sábio no coração.”
w02 15/7 p. 31 Semeie a justiça, e colha a benevolência de Deus
Ilustrando que ações tolas têm más conseqüências, Salomão disse: “Quanto àquele que traz o banimento sobre a sua própria casa, tomará posse do vento.” (Provérbios 11:29a) A transgressão de Acã ‘causou-lhe banimento’, e tanto ele como os membros da sua família foram mortos a pedradas. (Josué, capítulo 7) Atualmente, o chefe duma família cristã e outros na sua família talvez se envolvam em transgressão que resulte em serem desassociados da congregação cristã. Por pessoalmente não cumprir os mandamentos de Deus e por tolerar sérias transgressões na família o homem causa o banimento à sua própria família. Ele e talvez outros da família sejam excluídos da associação cristã por serem transgressores impenitentes. (1 Coríntios 5:11-13) E o que obterá? Somente vento — algo que não tem verdadeiro valor ou substância.
“O tolo será servo daquele que é sábio no coração”, prossegue o versículo. (Provérbios 11:29b) Visto que o tolo carece de sabedoria, não se lhe podem confiar grandes responsabilidades. Além disso, não cuidar bem dos seus próprios assuntos pode resultar em ele ficar de alguma forma endividado com outra pessoa. Esse tolo pode bem tornar-se “servo daquele que é sábio no coração”. Portanto, fica evidente que é vital usarmos de bom critério e de sabedoria prática em todos os nossos tratos.
PROVÉRBIOS 11:30)
“O fruto do justo é árvore de vida, e quem ganha almas é sábio.”
w02 15/7 p. 31 Semeie a justiça, e colha a benevolência de Deus
“O fruto do justo é árvore de vida”, assegurou-nos o sábio rei, “e quem ganha almas é sábio”. (Provérbios 11:30) Como se dá isso? Ora, a pessoa justa, por sua conversa e sua conduta, nutre outros espiritualmente. Eles são incentivados a servir a Jeová e podem por fim receber a vida que Deus torna possível.
PROVÉRBIOS 11:31)
“Eis o justo — na terra será compensado. Quanto mais o iníquo e o pecador!”
w06 15/9 p. 18 Destaques do livro de Provérbios
11:31 — Por que o iníquo deveria ser mais compensado do que o justo? A compensação aqui é medida em termos de grau do castigo que cada qual recebe. Quando um justo erra, sua punição pelo erro é a disciplina. O iníquo peca de propósito e se recusa a praticar o bem. Assim, ele merece e recebe uma punição severa.
w02 15/7 p. 31 Semeie a justiça, e colha a benevolência de Deus
‘O pecador será compensado ainda mais’
Como os provérbios mencionados nos exortam persuasivamente a semear justiça! Aplicando ainda de outro modo o princípio de “o que o homem semear, isso também ceifará”, Salomão declarou: “Eis o justo — na terra será compensado. Quanto mais o iníquo e o pecador!” — Provérbios 11:31.
Mesmo que o justo se esforce a fazer o que é direito, às vezes ele erra. (Eclesiastes 7:20) E ele será “compensado” pelos seus erros por ser disciplinado. No entanto, o que se dá com o iníquo que deliberadamente escolhe o proceder mau e não se esforça a seguir o caminho da retidão? Não merece ele uma ‘compensação’ maior — uma punição severa? “Se o justo está sendo salvo com dificuldade”, escreveu o apóstolo Pedro, “onde aparecerá o ímpio e o pecador?” (1 Pedro 4:18) Portanto, estejamos decididos a sempre semear para nós em justiça.

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