PROVÉRBIOS 12-16 | Tesouros da Palavra de Deus: semana de 17-23 de outubro

TEXTOS BÍBLICOS E REFERÊNCIAS: TESOUROS DA PALAVRA DE DEUS | PROVÉRBIOS 12-16

“A SABEDORIA VALE MAIS DO QUE O OURO”: (10 MIN)

A sabedoria que Deus nos dá é muito valiosa. Por quê? Porque ela nos ajuda a não fazer coisas erradas e pode até salvar nossa vida. A sabedoria melhora nossa personalidade, nosso modo de falar e nossas ações.
A sabedoria nos ajuda a não ser orgulhosos
Pr 16:18, 19
• Quem é sábio reconhece que toda sabedoria vem de Jeová
• Quem tem boas condições financeiras ou recebe mais responsabilidade na congregação precisa ter muito cuidado para não se tornar arrogante
Pessoas sábias escolhem bem as palavras
Pr 16:21-24
• Quem é sábio tenta ver as qualidades das pessoas e fala bem delas
• Pessoas sábias não falam de modo grosseiro nem tentam causar conflitos; suas palavras são doces como o mel
VOCÊ SABIA?
Quando comemos mel, nosso corpo logo o transforma em energia. Além de ser gostoso, o mel tem propriedades medicinais.
Assim como o mel faz bem para o corpo, as coisas que falamos podem animar e ajudar as pessoas em sentido espiritual.

Pr 16:16, 17 — A pessoa sábia estuda a Bíblia e coloca em prática o que aprende. (w07 15/7 pág. 8 pars. 1, 2)

Tradução do Novo Mundo Provérbios 16:16, 17
16 É muito melhor obter sabedoria do que ouro!
Mais vale ganhar entendimento do que prata.
17 A estrada dos justos se desvia do mal.
Quem vigia seu caminho preserva sua vida.
A Sentinela (2007) “Sabedoria é para proteção”
“Sabedoria é para proteção”
“QUANTO melhor é obter sabedoria do que ouro! E obter compreensão deve ser preferido à prata”, diz Provérbios 16:16. Por que a sabedoria é tão valiosa? Porque “a sabedoria é para proteção, assim como o dinheiro é para proteção; mas a vantagem do conhecimento é que a própria sabedoria preserva vivos os que a possuem”. (Eclesiastes 7:12) Mas em que sentido a sabedoria preserva vivos os que a possuem?
Adquirir sabedoria divina, isto é, obter conhecimento da Palavra de Deus, a Bíblia, e agir em harmonia com isso, nos ajuda a andar no caminho que Jeová aprova. (Provérbios 2:10-12) O Rei Salomão, do Israel antigo, diz: “A estrada principal dos retos é para se desviar do mal. Quem resguarda seu caminho guarda sua alma.” (Provérbios 16:17) De fato, quem tem sabedoria é protegido contra os maus caminhos e é preservado vivo. As concisas e sábias declarações em Provérbios 16:16-33 mostram o efeito positivo que a sabedoria divina pode ter sobre nossa disposição, nosso modo de falar e nossas ações.
“Ser humilde em espírito”
A sabedoria personificada é retratada como dizendo: “A exaltação de si próprio e o orgulho . . . eu tenho odiado.” (Provérbios 8:13) Orgulho e sabedoria são pólos opostos. É preciso agir com sabedoria e cuidar para não desenvolver um espírito altivo ou arrogante. Em especial, temos de nos precaver contra isso caso tenhamos tido sucesso em algumas áreas da vida ou exerçamos um cargo de responsabilidade na congregação cristã.
“O orgulho vem antes da derrocada”, alerta Provérbios 16:18, “e o espírito soberbo antes do tropeço”. Veja o caso da maior “derrocada” já ocorrida no Universo: a queda de um filho espiritual de Deus, perfeito, que fez de si mesmo Satanás, o Diabo. (Gênesis 3:1-5; Revelação [Apocalipse] 12:9) Não é verdade que ele manifestou um espírito soberbo antes da queda? A Bíblia indica isso quando diz que

Pr 16:18, 19 — A pessoa sábia se recusa a pensar ou agir de modo arrogante. (w07 15/7 pág. 8 par. 3–pág. 9 par. 1)

Tradução do Novo Mundo Provérbios 16:18, 19
18 O orgulho vem antes da queda,
E o espírito arrogante antes do tropeço.
19 Melhor ser humilde entre os mansos
Do que repartir despojo com os arrogantes.
A Sentinela (2007) “Sabedoria é para proteção”
“Sabedoria é para proteção”
“QUANTO melhor é obter sabedoria do que ouro! E obter compreensão deve ser preferido à prata”, diz Provérbios 16:16. Por que a sabedoria é tão valiosa? Porque “a sabedoria é para proteção, assim como o dinheiro é para proteção; mas a vantagem do conhecimento é que a própria sabedoria preserva vivos os que a possuem”. (Eclesiastes 7:12) Mas em que sentido a sabedoria preserva vivos os que a possuem?
Adquirir sabedoria divina, isto é, obter conhecimento da Palavra de Deus, a Bíblia, e agir em harmonia com isso, nos ajuda a andar no caminho que Jeová aprova. (Provérbios 2:10-12) O Rei Salomão, do Israel antigo, diz: “A estrada principal dos retos é para se desviar do mal. Quem resguarda seu caminho guarda sua alma.” (Provérbios 16:17) De fato, quem tem sabedoria é protegido contra os maus caminhos e é preservado vivo. As concisas e sábias declarações em Provérbios 16:16-33 mostram o efeito positivo que a sabedoria divina pode ter sobre nossa disposição, nosso modo de falar e nossas ações.
“Ser humilde em espírito”
A sabedoria personificada é retratada como dizendo: “A exaltação de si próprio e o orgulho . . . eu tenho odiado.” (Provérbios 8:13) Orgulho e sabedoria são pólos opostos. É preciso agir com sabedoria e cuidar para não desenvolver um espírito altivo ou arrogante. Em especial, temos de nos precaver contra isso caso tenhamos tido sucesso em algumas áreas da vida ou exerçamos um cargo de responsabilidade na congregação cristã.
“O orgulho vem antes da derrocada”, alerta Provérbios 16:18, “e o espírito soberbo antes do tropeço”. Veja o caso da maior “derrocada” já ocorrida no Universo: a queda de um filho espiritual de Deus, perfeito, que fez de si mesmo Satanás, o Diabo. (Gênesis 3:1-5; Revelação [Apocalipse] 12:9) Não é verdade que ele manifestou um espírito soberbo antes da queda? A Bíblia indica isso quando diz que um homem recém-convertido não deve ser designado para um cargo de supervisão na congregação cristã “para que não venha a enfunar-se de orgulho e a cair no julgamento aplicado ao Diabo”. (1 Timóteo 3:1, 2, 6) Como é importante evitar alimentar o orgulho em outros, bem como impedir que ele se desenvolva em nós!
“Melhor é ser humilde em espírito com os mansos, do que repartir despojo com os que se enaltecem”, diz Provérbios 16:19. Que esse é um bom alerta se pode ver no caso do Rei Nabucodonosor, da antiga Babilônia. Ele erigiu com orgulho uma enorme imagem, talvez representando a si mesmo, na planície de Dura. É possível que essa imagem tenha sido montada sobre um pedestal bem alto, chegando a atingir quase 30 metros de altura. (Daniel 3:1) O objetivo desse enorme monumento era servir como símbolo impressionante do império de Nabucodonosor. Ainda que coisas altas e grandiosas — como essa imagem, bem como obeliscos, torres de igreja ou arranha-céus — possam impressionar humanos, elas não impressionam a Deus. O salmista cantou: “Jeová é enaltecido, e ainda assim vê ao humilde; mas ao soberbo ele só conhece de longe.” (Salmo 138:6) De fato, “aquilo que é altivo entre os homens é uma coisa repugnante à vista de Deus”. (Lucas 16:15) É melhor ‘deixar-nos conduzir pelas coisas humildes’ do que ‘atentar para as coisas altivas’. — Romanos 12:16.
Fale com “perspicácia” e “persuasão”
Como a aquisição de sabedoria influi no nosso modo de falar? O rei sábio diz: “Quem mostrar perspicácia num assunto achará o bem, e feliz é aquele que confia em Jeová. Ao sábio no coração chamar-se-á de entendido, e aquele que é doce de lábios acrescenta persuasão. Para os seus donos, a perspicácia é fonte de vida; e a disciplina dos tolos é tolice. O coração do sábio faz que a sua boca mostre perspicácia e acrescenta persuasão aos seus lábios.” — Provérbios 16:20-23.
A sabedoria nos ajuda a falar com perspicácia, ou profundo entendimento, e persuasão. Por quê? Porque a pessoa sábia no coração procura ‘achar o bem’ nos assuntos e “confia em Jeová”. Se procurarmos o “bem” em outros, é menos provável que falemos mal deles. Em vez de duras ou provocadoras, nossas palavras serão doces e persuasivas. Entender as circunstâncias dos outros nos ajuda a compreender as aflições pelas quais talvez estejam passando e como lidam com elas.
O modo de falar influenciado pela sabedoria também é vital na nossa obra de pregar o Reino e fazer discípulos. Ao ensinarmos a Palavra de Deus, o nosso objetivo não é simplesmente transmitir matéria bíblica. Nosso alvo é tocar o coração das pessoas. Isso exige acrescentar persuasão ao que falamos. O apóstolo Paulo exortou seu companheiro Timóteo a não se afastar das coisas que havia sido “persuadido a crer”. — 2 Timóteo 3:14, 15.

Pr 16:20-24 — A pessoa sábia escolhe bem as palavras para ajudar outros. (w07 15/7 pág. 9 par. 2–pág. 10 par. 4)

Tradução do Novo Mundo Provérbios 16:20-24
20 Quem mostra entendimento num assunto será bem-sucedido,
E feliz é aquele que confia em Jeová.
21 Quem tem coração sábio será chamado de entendido,
E quem fala palavras bondosas é mais persuasivo.
22 O entendimento é fonte de vida para os que o possuem,
Mas os tolos são disciplinados pela sua própria tolice.
23 O coração do sábio dá entendimento à sua boca
E acrescenta persuasão às suas palavras.
24 Declarações agradáveis são como um favo de mel,
Doces para a alma e uma cura para os ossos.
A Sentinela (2007) “Sabedoria é para proteção”
um homem recém-convertido não deve ser designado para um cargo de supervisão na congregação cristã “para que não venha a enfunar-se de orgulho e a cair no julgamento aplicado ao Diabo”. (1 Timóteo 3:1, 2, 6) Como é importante evitar alimentar o orgulho em outros, bem como impedir que ele se desenvolva em nós!
“Melhor é ser humilde em espírito com os mansos, do que repartir despojo com os que se enaltecem”, diz Provérbios 16:19. Que esse é um bom alerta se pode ver no caso do Rei Nabucodonosor, da antiga Babilônia. Ele erigiu com orgulho uma enorme imagem, talvez representando a si mesmo, na planície de Dura. É possível que essa imagem tenha sido montada sobre um pedestal bem alto, chegando a atingir quase 30 metros de altura. (Daniel 3:1) O objetivo desse enorme monumento era servir como símbolo impressionante do império de Nabucodonosor. Ainda que coisas altas e grandiosas — como essa imagem, bem como obeliscos, torres de igreja ou arranha-céus — possam impressionar humanos, elas não impressionam a Deus. O salmista cantou: “Jeová é enaltecido, e ainda assim vê ao humilde; mas ao soberbo ele só conhece de longe.” (Salmo 138:6) De fato, “aquilo que é altivo entre os homens é uma coisa repugnante à vista de Deus”. (Lucas 16:15) É melhor ‘deixar-nos conduzir pelas coisas humildes’ do que ‘atentar para as coisas altivas’. — Romanos 12:16.
Fale com “perspicácia” e “persuasão”
Como a aquisição de sabedoria influi no nosso modo de falar? O rei sábio diz: “Quem mostrar perspicácia num assunto achará o bem, e feliz é aquele que confia em Jeová. Ao sábio no coração chamar-se-á de entendido, e aquele que é doce de lábios acrescenta persuasão. Para os seus donos, a perspicácia é fonte de vida; e a disciplina dos tolos é tolice. O coração do sábio faz que a sua boca mostre perspicácia e acrescenta persuasão aos seus lábios.” — Provérbios 16:20-23.
A sabedoria nos ajuda a falar com perspicácia, ou profundo entendimento, e persuasão. Por quê? Porque a pessoa sábia no coração procura ‘achar o bem’ nos assuntos e “confia em Jeová”. Se procurarmos o “bem” em outros, é menos provável que falemos mal deles. Em vez de duras ou provocadoras, nossas palavras serão doces e persuasivas. Entender as circunstâncias dos outros nos ajuda a compreender as aflições pelas quais talvez estejam passando e como lidam com elas.
O modo de falar influenciado pela sabedoria também é vital na nossa obra de pregar o Reino e fazer discípulos. Ao ensinarmos a Palavra de Deus, o nosso objetivo não é simplesmente transmitir matéria bíblica. Nosso alvo é tocar o coração das pessoas. Isso exige acrescentar persuasão ao que falamos. O apóstolo Paulo exortou seu companheiro Timóteo a não se afastar das coisas que havia sido “persuadido a crer”. — 2 Timóteo 3:14, 15.
“Persuadir” em grego significa “fazer mudar de idéia pela influência da razão ou de considerações morais”, diz o An Expository Dictionary of New Testament Words (Dicionário Expositivo de Palavras do Novo Testamento), de W. E. Vine. Usar argumentos convincentes que façam a pessoa mudar de idéia exige conhecer bem o modo de pensar, os interesses, as circunstâncias e a formação do ouvinte. Como conseguir isso? O discípulo Tiago responde: “Ser rápido no ouvir, vagaroso no falar.” (Tiago 1:19) Podemos saber o que o ouvinte realmente pensa quando fazemos com que ele se expresse e ouvimos com atenção o que ele diz.
A capacidade de persuasão do apóstolo Paulo era notável. (Atos 18:4) Mesmo um de seus opositores, o prateiro Demétrio, reconheceu: “Não somente em Éfeso, mas em quase todo o distrito da Ásia, este Paulo tem persuadido uma multidão considerável, voltando-os para outra opinião.” (Atos 19:26) Será que Paulo atribuiu a si o mérito dessa eficiência na pregação? De modo algum. Ele encarava sua pregação como ‘demonstração do espírito e do poder de Deus’. (1 Coríntios 2:4, 5) Nós também temos a ajuda do espírito santo de Jeová. Confiantes em Jeová, sabemos que ele apoiará nosso esforço de falar com perspicácia e persuasão no ministério.
Não é de admirar que o “sábio no coração” seja chamado de “inteligente” ou “prudente”. (Provérbios 16:21, A Bíblia de Jerusalém; Nova Versão Internacional) De fato, a perspicácia é “fonte de vida” para quem a possui. E quanto aos tolos? Eles ‘desprezam a sabedoria e a disciplina’. (Provérbios 1:7) Que resultados obtêm por rejeitar a disciplina de Jeová? Como já mencionado, Salomão diz: “A disciplina dos tolos é tolice.” (Provérbios 16:22) Em muitos casos, são disciplinados ainda mais e na forma de punição severa. Além disso, os tolos talvez causem a si mesmos aflição, vergonha, doença e até mesmo a morte.
Destacando ainda mais o efeito sadio da sabedoria no nosso modo de falar, o rei de Israel diz: “Declarações afáveis são um favo de mel, doces para a alma e uma cura para os ossos.” (Provérbios 16:24) Assim como o mel, que é doce e logo reanima uma pessoa faminta, palavras agradáveis são encorajadoras e reanimadoras. Além disso, o mel é saudável e tem propriedades curativas, beneficiando a pessoa. Dá-se o mesmo com as palavras agradáveis, que são espiritualmente sadias. — Provérbios 24:13, 14.
Cuidado com o ‘caminho que parece reto’
“Há um caminho que é reto diante do homem”, diz Salomão, “mas o fim posterior dele são os caminhos da morte”. (Provérbios 16:25) Esse é um alerta contra o raciocínio falso e o comportamento contrário à lei divina. Um caminho que talvez pareça certo do ponto de vista humano pode, na verdade, ser contra os justos princípios da Palavra de Deus. E Satanás pode promover tal engano

ENCONTRE JOIAS ESPIRITUAIS: (8 MIN)

Pr 15:15 — O que pode nos ajudar a ser mais felizes? (g 11/13 pág. 16)

Tradução do Novo Mundo Provérbios 15:15
15 Para o aflito, todos os dias são maus,
Mas quem é alegre de coração tem sempre um banquete.
Despertai! — 2013 Como ter sempre um “banquete”
Como ter sempre um “banquete”
“Todos os dias do atribulado são maus; mas aquele que é bom de coração tem constantemente um banquete.” — Provérbios 15:15.
O QUE essas palavras significam? Elas se referem à atitude mental e emocional de alguém. O “atribulado” só vê o lado negativo das coisas e, por isso, seus dias “são maus” ou deprimentes. Mas o “bom de coração” tenta ver o lado positivo das coisas e, por isso, tem alegria interior, como se sempre ‘tivesse um banquete’.
Todos nós passamos por problemas que podem roubar nossa felicidade. Ainda assim, podemos fazer certas coisas para manter nossa alegria apesar das dificuldades. Veja o que a Bíblia diz.
o Não sofra por antecipação. Jesus Cristo disse: “Nunca estejais ansiosos quanto ao dia seguinte, pois o dia seguinte terá as suas próprias ansiedades. Basta a cada dia o seu próprio mal.” — Mateus 6:34.
o Tente se concentrar nas coisas boas que já aconteceram em sua vida. Quando você se sentir triste, faça uma lista dessas coisas e relembre a alegria que sentiu. Não fique remoendo erros passados. Assim como o motorista apenas olha de relance pelo retrovisor e não se fixa nele, aprenda de seus erros e continue sua vida. E lembre-se de que “[com Deus] há o verdadeiro perdão”. — Salmo 130:4.
o Quando estiver se sentindo muito ansioso, desabafe com alguém otimista. A ansiedade faz nosso coração “curvar-se [ficar deprimido], mas a boa palavra é o que o alegra”, diz Provérbios 12:25. Essa “boa palavra” pode vir de um parente ou de um amigo amoroso e de confiança, não um pessimista. — Provérbios 17:17.
A Bíblia contém palavras sábias que ajudam muitas pessoas a ter mais alegria na vida, mesmo em tempos difíceis. Essas pérolas de sabedoria com certeza vão ajudar você também.

Pr 16:4 — Em que sentido Jeová pode usar os maus para realizar seu propósito? (w07 15/5 pág. 18 par. 4–pág. 19 par. 1)

Tradução do Novo Mundo Provérbios 16:4
4 Jeová faz que tudo contribua para o seu propósito,
Até mesmo os maus para o dia da calamidade.
A Sentinela (2007) “Teus planos ficarão firmemente estabelecidos”
“Tudo Jeová fez para seu propósito”
O que mais resulta de ‘rolarmos os nossos trabalhos sobre Jeová’? “Tudo Jeová fez para seu propósito”, diz o sábio rei. (Provérbios 16:4a) O Criador do Universo é um Deus de propósito. Quando rolamos os nossos trabalhos sobre ele, a nossa vida fica repleta de atividades significativas e gratificantes, sem futilidades ou ilusões. E o resultado do propósito de Jeová para a Terra e a humanidade será eterno. (Efésios 3:11) Ele criou a Terra “para ser habitada”. (Isaías 45:18) Além do mais, o que ele originalmente propôs para a humanidade na Terra sem falta se tornará realidade. (Gênesis 1:28) Uma vida devotada ao Deus verdadeiro será eterna e sempre significativa.
Jeová fez “mesmo o iníquo para o dia mau”. (Provérbios 16:4b) Ele não criou os iníquos, pois ‘a sua atuação é perfeita’. (Deuteronômio 32:4) Contudo, Deus permite que venham à existência e continuem vivos até ele achar apropriado executar a condenação contra eles. Por exemplo, Jeová disse ao faraó do Egito: “Por esta razão te deixei em existência: para mostrar-te meu poder e para que meu nome seja declarado em toda a terra.” (Êxodo 9:16) As Dez Pragas e a destruição de Faraó e suas forças no mar Vermelho foram sem dúvida demonstrações memoráveis do poder incomparável de Deus.
Além disso, Jeová pode controlar as circunstâncias de tal modo que o iníquo, sem se aperceber, sirva ao Seu propósito. O salmista disse: “O próprio furor do homem te elogiará; tu mesmo te cingirás do resto do furor.” (Salmo 76:10) Jeová pode permitir que Seus inimigos expressem sua ira contra Seus servos — mas apenas até o grau necessário para disciplinar e treinar seu povo. O que passa disso, Jeová torna sem efeito.

O que a leitura da semana me ensinou sobre Jeová?

Que pontos da leitura posso usar no serviço de campo?

PROVÉRBIOS 12-16 | SUGESTÕES PARA SEUS COMENTÁRIOS PESSOAIS

PROVÉRBIOS 12:1)
“Quem ama a disciplina ama o conhecimento, mas quem odeia a repreensão é irracional.”
w03 15/1 pp. 28-29 ‘Quem é bom obtém a aprovação de Deus’
A disciplina é vital
“Quem ama a disciplina ama o conhecimento”, declara Salomão, “mas quem odeia a repreensão é irracional”. (Provérbios 12:1) O homem bom, sempre desejoso de se aprimorar, anseia a disciplina. Aplica prontamente o conselho que recebe nas reuniões cristãs ou em conversas que tem com outros. As palavras nas Escrituras e nas publicações bíblicas são como um aguilhão que o incita a seguir o rumo certo. Ele procura obter conhecimento e o usa para endireitar suas veredas. De fato, quem ama a disciplina ama também o conhecimento.
Como a disciplina é necessária para os verdadeiros adoradores — especialmente a autodisciplina! Podemos desejar ter um conhecimento mais profundo da Palavra de Deus, ser mais eficazes no ministério cristão e ser melhores instrutores da Palavra de Deus. (Mateus 24:14; 28:19, 20) Mas requer autodisciplina para tornar tais desejos uma realidade. A autodisciplina também é necessária em outros campos da vida. Por exemplo, hoje existe uma enorme variedade de coisas destinadas a despertar desejos ilícitos. Não requer autodisciplina desviar o olhar de coisas impróprias? Além disso, visto que “a inclinação do coração do homem é má desde a sua mocidade”, pensamentos imorais podem surgir na mente da pessoa. (Gênesis 8:21) É preciso ter autodisciplina para não entreter tais pensamentos.
Por outro lado, quem odeia a repreensão não ama nem a disciplina, nem o conhecimento. Por ceder à tendência pecaminosa humana de ressentir-se da repreensão, a pessoa rebaixa-se ao nível dum animal irracional, desprovido de valores morais. Temos de resistir firmemente a essa inclinação.
it-1 p. 677 Declarar justo
Entretanto, quando o apoio da Palavra de Deus é evidente, a pessoa repreendida por um irmão cristão, especialmente por um ancião na congregação, não agiria bem se rejeitasse tal repreensão por tentar mostrar-se justa. (Pr 12:1; He 12:11; 13:17)
PROVÉRBIOS 12:2)
“O bom obtém a aprovação de Jeová, mas ao homem de idéias [iníquas] ele pronuncia iníquo.”
w03 15/1 p. 28 ‘Quem é bom obtém a aprovação de Deus’
A quem Deus demonstra favor? O Rei Salomão, do Israel antigo, responde: “O bom obtém a aprovação de Jeová, mas ao homem de idéias iníquas ele pronuncia iníquo.” — Provérbios 12:2.
É evidente que Jeová se agrada daquele que é bom — da pessoa virtuosa. As virtudes de um homem bom incluem qualidades tais como autodisciplina, imparcialidade, humildade, compaixão e prudência. Seus pensamentos são retos, suas palavras são animadoras, seus atos são justos e benéficos.
PROVÉRBIOS 12:3)
“Nenhum homem será firmemente estabelecido pela iniqüidade; mas, quanto à raiz dos justos, não será abalada.”
w03 15/1 p. 29 ‘Quem é bom obtém a aprovação de Deus’
“Raízes que não podem ser arrancadas”
Naturalmente, o homem bom não pode ser injusto. Portanto, a justiça também é necessária para se obter a aprovação de Jeová. O Rei Davi cantou: “Tu mesmo abençoarás ao justo, ó Jeová; tu o cercarás de aprovação como que com um escudo grande.” (Salmo 5:12) Contrastando a condição dos justos com a dos iníquos, Salomão diz: “Nenhum homem será firmemente estabelecido pela iniqüidade; mas, quanto à raiz dos justos, não será abalada.” — Provérbios 12:3.
Pode parecer que os iníquos prosperam. Considere o que se deu com o salmista Asafe: “Quanto a mim”, diz ele, “meus pés quase se tinham apartado, meus passos quase se fizeram escorregar”. Por quê? Asafe responde: “Fiquei invejoso dos jactanciosos, vendo a própria paz dos iníquos.” (Salmo 73:2, 3) Mas, depois de entrar no santuário do templo de Deus, ele percebeu que Jeová os tinha posto em terreno escorregadio. (Salmo 73:17, 18) O aparente sucesso dos iníquos é temporário. Por que deveríamos invejá-los?
Em contraste com isso, quem tem a aprovação de Jeová é inabalável. Usando a metáfora das raízes fortes duma árvore, Salomão diz: “Os homens bons têm raízes que não podem ser arrancadas.” (Provérbios 12:3, The New English Bible) As raízes não vistas duma enorme árvore, tal como a sequóia da Califórnia, podem abranger uma área de mais de 1,5 hectare e fornecem uma base sólida em caso de enchentes ou de fortes ventos. Uma sequóia gigante pode até resistir a um forte terremoto.
Assim como raízes penetram o solo em busca de nutrientes, nossa mente e nosso coração precisam se aprofundar na Palavra de Deus e assimilar sua água vitalizadora. Nossa fé se torna assim firmemente arraigada e forte, nossa esperança, segura e firme. (Hebreus 6:19) Não seremos “levados para cá e para lá por todo vento de [falso] ensino”. (Efésios 4:14) Naturalmente, sentiremos os efeitos das tormentas, ou provações, da vida e talvez as adversidades nos façam tremer. Mas a nossa ‘raiz não será abalada’.
w94 15/9 p. 32 “Raízes que não podem ser arrancadas”
“Raízes que não podem ser arrancadas”
ENTRE as maiores e mais antigas coisas vivas estão as sequóias da Califórnia. Estas maravilhas imponentes elevam-se a 90 metros quando plenamente desenvolvidas e podem viver mais de 3.000 anos.
Embora a vista duma sequóia cause admiração, seu sistema de raízes não visto é igualmente impressionante. A sequóia tem um emaranhado achatado de raízes que pode estender-se por uma área tão grande como a de um a um e meio hectare. Este enorme sistema de raízes fornece uma âncora firme para suportar inundações ou ventos tempestuosos. A sequóia pode até mesmo agüentar fortes terremotos.
O Rei Salomão escolheu o forte sistema de raízes duma árvore como metáfora em um dos seus provérbios. “Nenhum homem pode estabelecer-se por meio da perversidade”, disse ele, “mas os homens bons têm raízes que não podem ser arrancadas”. (Provérbios 12:3, The New English Bible) Sim, os perversos encontram-se em terreno inseguro. Qualquer sucesso que parecem obter é apenas temporário, porque Jeová promete que “a própria esperança dos iníquos perecerá”. — Provérbios 10:28.
Isto é um aviso para os que professam ser cristãos, pois Jesus disse que alguns ‘não teriam raiz’ em si mesmos e tropeçariam. (Mateus 13:21) Além disso, o apóstolo Paulo escreveu sobre aqueles que seriam “levados para cá e para lá por todo vento de ensino” falso. (Efésios 4:14) Como se pode impedir isso?
Assim como as raízes da sequóia se espalham muito no solo nutriente da terra, nossa mente e nosso coração têm de sondar bem a Palavra de Deus e derivar dela água vitalizadora. Isto nos ajudará a desenvolver uma fé firmemente arraigada. Naturalmente, sentiremos os efeitos de provações tormentosas. Talvez até mesmo estremeçamos, qual árvore, por ocasião duma adversidade. Mas se a nossa fé estiver bem arraigada, mostraremos ter “raízes que não podem ser arrancadas”. — Note Hebreus 6:19.
PROVÉRBIOS 12:4)
“A esposa capaz é uma coroa para o seu dono, mas aquela que age vergonhosamente é como podridão nos seus ossos.”
w03 15/1 pp. 29-30 ‘Quem é bom obtém a aprovação de Deus’
“A esposa capaz é uma coroa para o seu dono”
Muitos já ouviram o ditado: “Por trás de um grande homem há uma grande mulher.” Indicando a importância duma mulher apoiadora, Salomão diz: “A esposa capaz é uma coroa para o seu dono, mas aquela que age vergonhosamente é como podridão nos seus ossos.” (Provérbios 12:4) A palavra “capaz” encerra muitas boas qualidades. As virtudes duma boa esposa, descritas em pormenores no capítulo 31 de Provérbios, incluem diligência, fidelidade e sabedoria. A mulher que tem esses atributos é uma coroa para o marido, porque a sua boa conduta o honra e o eleva na estima de outros. Ela nunca age motivada por ambição, nem compete com ele para ganhar destaque. Antes, ela é uma ajudadora e complemento para o marido.
Como poderia uma mulher agir vergonhosamente, e com que resultado? Tal conduta vergonhosa poderia abranger desde altercações até o adultério. (Provérbios 7:10-23; 19:13) Ações assim da parte duma esposa só causam danos ao marido. Ela é como ‘podridão nos ossos dele’, no sentido de que “ela o arruína, como uma doença que debilita o corpo”, diz certa obra de referência. “Uma expressão equivalente moderna poderia ser ‘um câncer’ — uma doença que acaba progressivamente com a vitalidade da pessoa”, declara outra obra. Que as esposas cristãs se esforcem a granjear a aprovação de Deus por terem as virtudes duma esposa capaz!
it-1 p. 569 Coroa
A esposa capaz é considerada “uma coroa para o seu dono”, porque sua boa conduta dá honra ao seu marido, elevando-o na estima dos outros. (Pr 12:4)
PROVÉRBIOS 12:5)
“Os pensamentos dos justos são juízo; a diretriz dos iníquos é engano.”
w03 15/1 p. 30 ‘Quem é bom obtém a aprovação de Deus’
Pensamentos levam a ações e às suas conseqüências
Pensamentos levam a ações, e estas têm conseqüências. Salomão apresenta essa seqüência a seguir, ao comparar os justos com os iníquos. Declara: “Os pensamentos dos justos são juízo; a diretriz dos iníquos é engano. As palavras dos iníquos são uma emboscada ao sangue, mas a boca dos retos é o que os livrará.” — Provérbios 12:5, 6.
Os pensamentos de pessoas boas são moralmente sadios e se fixam no que é imparcial e justo. Visto que os justos são motivados pelo amor a Deus e ao próximo, suas intenções são boas. Os iníquos, por outro lado, são motivados pelo egoísmo. Conseqüentemente, seus desígnios — os métodos que usam para alcançar seus objetivos — são enganosos. Suas ações são traiçoeiras. Não hesitam em preparar uma armadilha para os inocentes, talvez num tribunal, por meio de acusações falsas. Suas palavras são “uma emboscada ao sangue”, porque querem prejudicar suas vítimas inocentes. Os que são retos, por terem conhecimento das tramas iníquas e a sabedoria necessária para serem cautelosos, conseguem evitar esse perigo. Podem até mesmo advertir os incautos e livrá-los das tramas enganosas dos iníquos.
PROVÉRBIOS 12:6)
“As palavras dos iníquos são uma emboscada ao sangue, mas a boca dos retos é o que os livrará.”
w03 15/1 p. 30 ‘Quem é bom obtém a aprovação de Deus’
Pensamentos levam a ações e às suas conseqüências
Pensamentos levam a ações, e estas têm conseqüências. Salomão apresenta essa seqüência a seguir, ao comparar os justos com os iníquos. Declara: “Os pensamentos dos justos são juízo; a diretriz dos iníquos é engano. As palavras dos iníquos são uma emboscada ao sangue, mas a boca dos retos é o que os livrará.” — Provérbios 12:5, 6.
Os pensamentos de pessoas boas são moralmente sadios e se fixam no que é imparcial e justo. Visto que os justos são motivados pelo amor a Deus e ao próximo, suas intenções são boas. Os iníquos, por outro lado, são motivados pelo egoísmo. Conseqüentemente, seus desígnios — os métodos que usam para alcançar seus objetivos — são enganosos. Suas ações são traiçoeiras. Não hesitam em preparar uma armadilha para os inocentes, talvez num tribunal, por meio de acusações falsas. Suas palavras são “uma emboscada ao sangue”, porque querem prejudicar suas vítimas inocentes. Os que são retos, por terem conhecimento das tramas iníquas e a sabedoria necessária para serem cautelosos, conseguem evitar esse perigo. Podem até mesmo advertir os incautos e livrá-los das tramas enganosas dos iníquos.
PROVÉRBIOS 12:7)
“Há um subvertimento dos iníquos e eles não são mais, mas a própria casa dos justos permanecerá de pé.”
w03 15/1 p. 30 ‘Quem é bom obtém a aprovação de Deus’
Como se sairão os justos e os iníquos? “Há um subvertimento dos iníquos e eles não são mais”, responde Salomão, “mas a própria casa dos justos permanecerá de pé”. (Provérbios 12:7) Certa obra de referência diz que a casa “representa a família e tudo o que é precioso para a pessoa, possibilitando-lhe usufruir a vida”. Pode até mesmo referir-se aos descendentes dos justos. De qualquer modo, o ponto que o provérbio destaca é claro: O justo se manterá firme sob adversidade.
PROVÉRBIOS 12:8)
“O homem será louvado pela sua boca de discrição, mas o de coração pervertido ficará para desprezo.”
w03 15/1 p. 30 ‘Quem é bom obtém a aprovação de Deus’
Salientando o valor do discernimento, o rei de Israel declara: “O homem será louvado pela sua boca de discrição, mas o de coração pervertido ficará para desprezo.” (Provérbios 12:8) Quem tem discernimento não deixa que palavras saiam precipitadamente da sua boca. Pensa antes de falar e tem uma relação pacífica com outros, porque uma “boca de discrição” o faz escolher com cuidado as suas palavras. Quando confrontado com perguntas tolas ou especulativas, quem tem discernimento “refreia as suas declarações”. (Provérbios 17:27) Um homem assim é elogiado e agrada a Jeová. Como ele é diferente daquele que tem opiniões enganosas provenientes dum “coração pervertido”!
be estudo 33 p. 198 par. 4 Falar com tato, mas de modo firme
Provérbios 12:8 elogia a “boca de discrição”. A expressão hebraica usada aqui se relaciona a conceitos como perspicácia e prudência. Assim, discrição envolve falar com cautela depois de refletir bastante sobre qual é a atitude mais sábia a adotar.
PROVÉRBIOS 12:9)
“Melhor é o pouco estimado, mas que tem um servo, do que aquele que se glorifica, mas que carece de pão.”
w03 15/1 p. 30 ‘Quem é bom obtém a aprovação de Deus’
Sem dúvida, quem é discreto é elogiado, mas o próximo provérbio nos ensina o valor da humildade. Diz: “Melhor é o pouco estimado, mas que tem um servo, do que aquele que se glorifica, mas que carece de pão.” (Provérbios 12:9) Salomão parece dizer que é melhor ser alguém humilde com poucos meios, tendo apenas um servo, do que gastar aquilo de que se precisa para as necessidades da vida no esforço de manter uma condição social elevada. Como é sábio esse conselho para nós — de vivermos dentro dos nossos recursos.
PROVÉRBIOS 12:10)
“O justo importa-se com a alma do seu animal doméstico, mas as misericórdias dos iníquos são cruéis.”
w03 15/1 pp. 30-31 ‘Quem é bom obtém a aprovação de Deus’
Lições da vida no campo
Recorrendo à vida no campo, Salomão ensina duas lições relacionadas com a prática do bem. “O justo importa-se com a alma do seu animal doméstico”, diz ele, “mas as misericórdias dos iníquos são cruéis”. (Provérbios 12:10) O justo trata seus animais com bondade. Sabe do que precisam e se preocupa com o seu bem-estar. A pessoa iníqua talvez diga que se preocupa com os animais, mas não se importa com as necessidades deles. Sua motivação é egoísta, e o modo como trata os animais visa o lucro que pode derivar deles. O que ela acha que é cuidado adequado para os animais pode, na realidade, ser um tratamento cruel.
O princípio de tratar bondosamente os animais se aplica também ao cuidado dos animais de estimação. Seria muito cruel ter animais de estimação e causar-lhes sofrimento desnecessário por negligenciá-los ou maltratá-los! Talvez seja um ato de bondade sacrificar um animal que está sofrendo muito, devido a uma doença grave ou um ferimento.
g98 8/11 p. 27 É errado ser cruel com os animais?
Provérbios 12:10 declara explicitamente o ponto de vista de Deus: “O justo importa-se com a alma do seu animal doméstico, mas as misericórdias dos iníquos são cruéis.” Certo comentário bíblico traduz assim esse versículo: “A bondade do justo estende-se até aos animais sem fala, mas o perverso é cruel, mesmo quando pensa estar sendo muito gentil.” — Believer’s Bible Commentary, de William MacDonald.
O justo trata bem os animais e procura conhecer as suas necessidades. O perverso talvez verbalize seu amor pelos animais, mas as suas “misericórdias” são, na verdade, cruéis. As suas ações traem a motivação egoísta de sua mente. Quão bem isso se aplica aos que lançam um animal contra o outro na esperança de ganhar dinheiro!
it-2 p. 846 Misericórdia
Tratamento Misericordioso dos Animais. Provérbios 12:10 diz: “O justo importa-se com a alma do seu animal doméstico, mas as misericórdias dos iníquos são cruéis.” Ao passo que o justo conhece as necessidades dos seus animais e se interessa no bem-estar deles, a misericórdia do iníquo não é estimulada por essas necessidades. Segundo os princípios egoístas, insensíveis, do mundo, o tratamento que se dispensa aos animais baseia-se apenas no proveito que se pode tirar deles. O que o iníquo talvez considere ser um tratamento adequado pode na realidade ser um tratamento cruel. (Contraste isso com Gên 33:12-14.) A preocupação do justo para com os seus animais tem precedente no cuidado do próprio Deus para com eles como parte da sua criação. — Veja Êx 20:10; De 25:4; 22:4, 6, 7; 11:15; Sal 104:14, 27; Jon 4:11.
PROVÉRBIOS 12:11)
“Quem cultiva o seu solo é o que se fartará de pão, mas aquele que se empenha por coisas sem valor é falto de coração.”
w08 15/4 p. 3 pars. 2-3 Rejeite “coisas sem valor”
2 Por outro lado, a Bíblia fala também de coisas sem valor, e nos alerta contra desperdiçar nossos recursos na sua busca. Sobre isso, note as palavras de Provérbios 12:11: “Quem cultiva o seu solo é o que se fartará de pão, mas aquele que se empenha por coisas sem valor é falto de coração.” É fácil ver como esse provérbio se aplica em sentido literal. Um homem que usa seu tempo e suas energias trabalhando arduamente para sustentar a família tem boa chance de alcançar uma relativa segurança. (1 Tim. 5:8) Mas se ele desperdiça seus recursos na busca de coisas sem valor, mostra ser “falto de coração”, ou seja, uma pessoa sem critério equilibrado e boa motivação. É muito provável que tal homem passe necessidade.
3 Mas que dizer se aplicarmos o princípio desse provérbio à nossa adoração? Nesse caso, veremos que o cristão diligente e fiel no seu serviço a Jeová tem verdadeira segurança. Ele pode confiar nas bênçãos de Deus agora e tem uma inabalável esperança para o futuro. (Mat. 6:33; 1 Tim. 4:10) Por outro lado, o cristão que se deixa desviar por coisas sem valor coloca em risco sua relação com Jeová e sua perspectiva de vida eterna. Como evitar isso? Temos de discernir quais são as coisas “sem valor” na nossa vida e cultivar a determinação de rejeitá-las. — Leia Tito 2:11, 12.
w03 15/1 p. 31 ‘Quem é bom obtém a aprovação de Deus’
Abordando outro aspecto da vida agrícola — a lavoura — Salomão diz: “Quem cultiva o seu solo é o que se fartará de pão.” De fato, o trabalho árduo e significativo traz benefícios. “Mas aquele que se empenha por coisas sem valor é falto de coração.” (Provérbios 12:11) Por falta de bom critério ou entendimento, o “falto de coração” empenha-se em empreendimentos fúteis, especulativos e sem valor.
PROVÉRBIOS 12:12)
“O iníquo desejou a caça enredada de homens maus; mas, quanto à raiz dos justos, ela rende.”
w03 15/1 p. 31 ‘Quem é bom obtém a aprovação de Deus’
O justo floresce
“O iníquo desejou a caça enredada de homens maus”, diz o sábio rei. (Provérbios 12:12a) Como o iníquo faz isso? Pelo visto, por desejar o lucro obtido por meios ilícitos.
O que se pode dizer a respeito de quem é bom? Este ama a disciplina e está firmemente arraigado na fé. Ele é justo e reto, discreto e humilde, compassivo e diligente. E,“quanto à raiz dos justos”, diz Salomão, “ela rende”, ou “floresce”. (Provérbios 12:12b, Nova Versão Internacional) “A raiz dos justos permanecerá para sempre”, diz An American Translation. Alguém assim é estável e seguro.
PROVÉRBIOS 12:13)
“O mau é enlaçado pela transgressão dos lábios, mas o justo se livra da aflição.”
w03 15/3 p. 26 ‘Os lábios da verdade durarão para todo o sempre’
‘A transgressão que enlaça’
“O mau é enlaçado pela transgressão dos lábios, mas o justo se livra da aflição”, diz Salomão. (Provérbios 12:13) A mentira é uma transgressão dos lábios que se torna uma armadilha mortífera para quem faz dela uma prática. (Revelação [Apocalipse] 21:8) A desonestidade pode parecer um modo fácil de se escapar duma punição ou de se livrar de uma situação desagradável. Mas não é verdade que uma mentira leva a outras? Assim como alguém que começa a jogar com pouco dinheiro é levado a fazer apostas cada vez maiores para recuperar o que perdeu, o mentiroso logo se vê enlaçado num círculo vicioso.
A transgressão dos lábios enlaça ainda mais por levar aquele que mente a outros a mentir a si mesmo. Por exemplo, o mentiroso pode facilmente convencer-se de que é bastante inteligente e esperto, quando na realidade sabe muito pouco. Passa assim a viver uma mentira. Como diz a Bíblia, ele “agiu de modo demasiadamente macio para consigo mesmo aos seus próprios olhos para descobrir seu erro, de modo a odiá-lo”. (Salmo 36:2) Que laço é mentir assim! O justo, por outro lado, não se meterá em tal situação difícil. Mesmo quando sofre aflição, não recorre à língua falsa.
PROVÉRBIOS 12:14)
“Dos frutos da boca do homem ele se farta com o que é bom, e o próprio ato das mãos do homem retornará a ele.”
w03 15/3 pp. 26-27 ‘Os lábios da verdade durarão para todo o sempre’
‘Os frutos que satisfazem’
“Não vos deixeis desencaminhar: De Deus não se mofa”, adverte o apóstolo Paulo. “Pois, o que o homem semear, isso também ceifará.” (Gálatas 6:7) Esse princípio certamente se aplica tanto à nossa fala como às nossas ações. Salomão declara: “Dos frutos da boca do homem ele se farta com o que é bom, e o próprio ato das mãos do homem retornará a ele.” — Provérbios 12:14.
PROVÉRBIOS 12:15)
“O caminho do tolo é direito aos seus próprios olhos, mas quem escuta conselho é sábio.”
w03 15/3 p. 27 ‘Os lábios da verdade durarão para todo o sempre’
A boca que “profere sabedoria” produz frutos que satisfazem. (Salmo 37:30) A sabedoria exige conhecimento, e nenhum humano é possuidor de todo o conhecimento. Todos precisam ouvir e acatar conselhos excelentes. “O caminho do tolo é direito aos seus próprios olhos”, diz o rei de Israel, “mas quem escuta conselho é sábio”. — Provérbios 12:15.
Jeová nos dá conselhos sábios por meio da sua Palavra e da sua organização, usando as publicações fornecidas pelo “escravo fiel e discreto”. (Mateus 24:45; 2 Timóteo 3:16) Como é tolo rejeitarmos bons conselhos e insistirmos em nosso próprio modo de agir! Temos de ser ‘rápidos no ouvir’ quando Jeová, “Aquele que ensina aos homens conhecimento”, nos aconselha por meio do seu canal de comunicação. — Tiago 1:19; Salmo 94:10.
it-1 p. 548 Conselho, conselheiro
Nenhum humano é repositório de todo o conhecimento. Portanto, quem acata conselho sadio é sábio. (Pr 12:15) Rejeitar o bom conselho de conselheiros experientes, como fez o Rei Roboão, é o cúmulo da tolice. — 1Rs 12:8.
PROVÉRBIOS 12:16)
“É o tolo que dá a conhecer seu vexame no [mesmo] dia, mas o argucioso encobre a desonra.”
w03 15/3 p. 27 ‘Os lábios da verdade durarão para todo o sempre’
Como os sábios e os tolos reagem a insultos ou a críticas injustas? Salomão responde: “É o tolo que dá a conhecer seu vexame no mesmo dia, mas o argucioso encobre a desonra.” — Provérbios 12:16.
O tolo, quando é desrespeitado, dá rapidamente uma resposta irada — “no mesmo dia”. Mas quem é prudente ora pedindo o espírito de Deus para poder exercer autodomínio. A pessoa tira tempo para meditar sobre o conselho da Palavra de Deus e reflete com apreço nas palavras de Jesus: “A quem te esbofetear a face direita, oferece-lhe também a outra.” (Mateus 5:39) A pessoa perspicaz, não querendo ‘retribuir a ninguém mal por mal’, refreia os lábios de falar irrefletidamente. (Romanos 12:17) Quando nós, de modo similar, desconsideramos qualquer desonra que possamos sofrer, evitamos fomentar disputas.
PROVÉRBIOS 12:17)
“Quem exprime fidelidade conta o que é justo, a testemunha falsa, porém, engano.”
w03 15/3 p. 27 ‘Os lábios da verdade durarão para todo o sempre’
A transgressão dos lábios pode causar muito dano no contexto judicial. O rei de Israel diz: “Quem exprime fidelidade conta o que é justo, a testemunha falsa, porém, engano.” (Provérbios 12:17) A verdadeira testemunha exprime fidelidade, porque seu testemunho é confiável e fidedigno. As palavras dela contribuem para se fazer justiça. A testemunha falsa, por outro lado, está cheia de fraude e contribui para erros judiciais.
PROVÉRBIOS 12:18)
“Existe aquele que fala irrefletidamente como que com as estocadas duma espada, mas a língua dos sábios é uma cura.”
cl cap. 10 pp. 102-103 pars. 14-16 “Tornai-vos imitadores de Deus” no uso do poder
“A língua dos sábios é uma cura”, diz Provérbios 12:18. De fato, palavras positivas e benéficas são comparáveis a uma pomada suavizante e curativa para o coração. Veja alguns exemplos.
15 “Falai consoladoramente às almas deprimidas”, incentiva 1 Tessalonicenses 5:14. Até servos fiéis de Jeová vez por outra talvez tenham de lutar contra a depressão. Como podemos ajudá-los? Dê elogios sinceros a respeito de pontos específicos que os ajudem a ver como são preciosos aos olhos de Jeová. Leia com eles trechos das Escrituras que revelam como Jeová ama e se importa com os “que têm coração quebrantado” e “espírito esmagado”. (Salmo 34:18) Quando usamos o poder da língua para consolar outros, imitamos nosso Deus compassivo, “que consola os abatidos”. — 2 Coríntios 7:6.
16 Também podemos usar o poder da língua para dar a outros o incentivo de que precisam. Conhece um concrente que perdeu uma pessoa querida? Palavras compassivas que expressem nossa preocupação ajudarão a consolar o coração do enlutado. Um irmão idoso está se sentindo inútil? Palavras compreensivas podem reanimar os idosos, assegurando-lhes que são valiosos e apreciados. Sabe de alguém que está lutando contra uma doença crônica? Palavras bondosas ditas pelo telefone ou pessoalmente podem contribuir muito para melhorar a disposição de ânimo do adoentado. Como nosso Criador deve ficar contente quando usamos o poder da fala para proferir uma palavra “boa para a edificação”! — Efésios 4:29.
lv cap. 12 pp. 134-135 par. 5 Fale o que ‘for bom para a edificação
5 Outro provérbio descreve bem o poder das palavras: “Existe aquele que fala irrefletidamente como que com as estocadas duma espada.” (Provérbios 12:18) Palavras impensadas podem causar profunda dor emocional e destruir relacionamentos. Você já se sentiu profundamente ferido por palavras que o golpearam como uma espada? O mesmo provérbio mostra o lado positivo desse assunto: “A língua dos sábios é uma cura.” As palavras de alguém que manifesta sabedoria piedosa e pensa antes de falar podem curar um coração que sofre e restabelecer relacionamentos. Consegue lembrar-se de uma ocasião em que você sentiu que palavras bondosas realmente curam? (Provérbios 16:24) Reconhecendo que as palavras têm poder, sem dúvida queremos usá-las para curar outros, não para ferir.
w05 1/6 p. 20 Quando surgem desacordos no casamento
De fato, um provérbio bíblico diz: “Há alguns cujas palavras são como pontas de espada.” (Provérbios 12:18, Almeida, revista e corrigida) Sem dúvida, palavras duras deixam cicatrizes emocionais que duram por muito tempo depois de a discussão ter terminado. O conflito pode até mesmo levar à violência. — Êxodo 21:18.
w04 15/11 p. 27 “A tenda dos retos florescerá”
As Escrituras declaram: “Existe aquele que fala irrefletidamente como que com as estocadas duma espada, mas a língua dos sábios é uma cura.” (Provérbios 12:18) A pessoa sábia não fala precipitada nem sarcasticamente. Ela medita no coração a fim de responder. (Provérbios 15:28) Sua conversa sensata é como uma cura — reanima as almas deprimidas e revigora os oprimidos. Em vez de irritar outros, seus lábios promovem a paz e a calma.
w03 15/3 pp. 27-28 ‘Os lábios da verdade durarão para todo o sempre’
“Existe aquele que fala irrefletidamente como que com as estocadas duma espada”, prossegue Salomão, “mas a língua dos sábios é uma cura”. (Provérbios 12:18) Palavras podem ferir como uma espada, acabar com amizades e criar dificuldades. Ou podem ser agradáveis, conservando amizades. E o que são injúrias, gritos, constantes críticas e insultos degradantes senão golpes que podem causar profundas feridas emocionais? Como é bom corrigir quaisquer falhas que talvez cometamos nesse campo por usar palavras de desculpas sinceras que podem sanar a situação!
Nos tempos difíceis em que vivemos, não surpreende que muitos tenham um “coração quebrantado” e um “espírito esmagado”. (Salmo 34:18) Quando falamos “consoladoramente às almas deprimidas” e ‘amparamos os fracos’, não estamos colocando em prática o poder de cura das palavras? (1 Tessalonicenses 5:14) De fato, palavras consoladoras podem animar os adolescentes que se confrontam com a pressão prejudicial de colegas. A língua bondosa pode assegurar aos idosos que eles são necessários e amados. Palavras atenciosas certamente podem animar o dia daqueles que estão doentes. Até mesmo uma repreensão é mais facilmente aceita quando dada “num espírito de brandura”. (Gálatas 6:1) E quão benéfica é a língua de quem transmite as boas novas do Reino de Deus a outros!
w00 1/3 p. 17 par. 15 “Buscai a Jeová e a sua força”
15 No entanto, a língua tanto pode edificar como pode derrubar. O provérbio bíblico diz: “Existe aquele que fala irrefletidamente como que com as estocadas duma espada, mas a língua dos sábios é uma cura.” (Provérbios 12:18) Cristãos sábios usam o poder da língua para consolar os deprimidos e os enlutados. Palavras consoladoras podem animar os adolescentes que lutam contra a pressão prejudicial de colegas. A língua usada com reflexão pode reafirmar a irmãos e irmãs idosos que eles ainda são úteis e amados. Palavras bondosas podem animar os doentes. Além de tudo, podemos usar nossa língua para transmitir a poderosa mensagem do Reino a todos os que escutarem.
w98 1/7 p. 32 Sua conversa fere ou cura?
Sua conversa fere ou cura?
NESTES tempos difíceis, nem surpreende que muitos tenham “coração quebrantado” e um “espírito esmagado”. (Salmo 34:18) Portanto, nas palavras do apóstolo Paulo, há constante necessidade de ‘falar consoladoramente às almas deprimidas’ e ‘amparar os fracos’. (1 Tessalonicenses 5:14) Mas o que fazer quando nosso próximo nos ofende ou faz algo seriamente errado? Numa situação assim, talvez nos sintamos justificados a simplesmente repreender a pessoa com severidade. No entanto, é preciso ter cautela. O conselho, mesmo quando válido, pode ser prejudicial, quando dado de forma rude. Provérbios 12:18 declara: “Existe aquele que fala irrefletidamente como que com as estocadas duma espada.”
Portanto, quando pretendemos corrigir alguém ou resolver um mal-entendido, é vital que nos lembremos da segunda parte de Provérbios 12:18: “A língua dos sábios é uma cura.” Pergunte-se sempre: ‘Se eu precisar ser corrigido, como gostaria eu que me tratassem?’ A maioria de nós aceita mais o encorajamento do que a crítica. Portanto, seja generoso em dar elogios. Isto muitas vezes dará ao ofensor o incentivo de melhorar, e ele será provavelmente mais grato pela ajuda que se lhe deu.
Como é vital sempre moderarmos com brandura as nossas palavras! Palavras que curam farão com que o ouvinte se sinta como o salmista, que escreveu: “Se o justo me surrasse, seria benevolência; e se me repreendesse, seria óleo sobre a cabeça, que minha cabeça não desejaria recusar.” — Salmo 141:5.
ba p. 26 Um livro prático para a vida moderna
“Existe aquele que fala irrefletidamente como que com as estocadas duma espada, mas a língua dos sábios é uma cura.” (Provérbios 12:18) Pense antes de falar. Palavras impensadas podem magoar outros e destruir amizades.
w96 15/9 p. 23 É preciso mesmo pedir desculpas?
Provérbios 12:18 chama atenção para uma coisa: “Existe aquele que fala irrefletidamente como que com as estocadas duma espada, mas a língua dos sábios é uma cura.” ‘Estocadas irrefletidas’ são algo que, uma vez feito, não pode ser desfeito, mas um pedido sincero de desculpas pode remediar a situação. Naturalmente, para isso é preciso sensibilidade e contínuo esforço.
fy cap. 12 p. 147 par. 16 É possível vencer problemas que causam dano à família
16 A violência doméstica não se limita ao abuso físico. Muitas vezes o abuso é verbal. Provérbios 12:18 diz: “Existe aquele que fala irrefletidamente como que com as estocadas duma espada.” Essas “estocadas” que caracterizam a violência doméstica incluem palavrões e gritos, além de crítica constante, insultos degradantes e ameaças de violência física. As feridas da violência emocional são invisíveis e muitas vezes os outros não as percebem.
PROVÉRBIOS 12:19)
“É o lábio da verdade que será firmemente estabelecido para todo o sempre, mas a língua de falsidade só existirá por um instante.”
w07 1/2 p. 7 Por que falar a verdade?
A verdade será estabelecida para sempre
“É o lábio da verdade que será firmemente estabelecido para todo o sempre, mas a língua de falsidade só existirá por um instante”, esclarece Provérbios 12:19. Sem dúvida, palavras verdadeiras resistem ao tempo. E os relacionamentos humanos são mais estáveis e agradáveis quando as pessoas se comprometem a falar a verdade e a agir em harmonia com ela. De fato, falar a verdade traz recompensas imediatas. Essas incluem consciência limpa, boa reputação e relacionamentos sólidos no casamento, na família, entre amigos e até mesmo nos negócios.
A mentira, por outro lado, tem perna curta. A língua que profere falsidades pode enganar por um tempo, mas a longo prazo a mentira é descoberta. Além do mais, Jeová, o Deus da verdade, fixou um limite de tempo para tolerar a mentira e os que a promovem. A Bíblia promete que Jeová eliminará a influência de Satanás, o Diabo, o pai da mentira, que está desencaminhando toda a Terra habitada. Ele logo acabará com toda a mentira e com todos os mentirosos. — Revelação 21:8.
Será um alívio quando “o lábio da verdade” por fim for firmemente estabelecido para sempre!
w03 15/3 p. 28 ‘Os lábios da verdade durarão para todo o sempre’
‘O lábio que resiste ao tempo’
Usando a palavra “lábio” como sinônimo de “língua”, Salomão declara: “É o lábio da verdade que será firmemente estabelecido para todo o sempre, mas a língua de falsidade só existirá por um instante.” (Provérbios 12:19) No hebraico, a expressão “o lábio da verdade” é singular e tem um sentido mais profundo do que apenas palavras verazes. “Envolve qualidades tais como durabilidade, permanência e confiabilidade”, diz uma obra de referência. “As palavras com essas qualidades perdurarão . . . para sempre, porque serão achadas confiáveis, em contraste com a língua mentirosa . . . que por um momento pode enganar, mas não pode prevalecer quando posta à prova.”
PROVÉRBIOS 12:23)
“O homem argucioso encobre o conhecimento, mas o coração dos estúpidos é o que proclama tolice.”
w06 15/9 p. 18 Destaques do livro de Provérbios
12:23 — Em que sentido a pessoa “encobre o conhecimento”? Encobrir o conhecimento não significa deixar de exibi-lo totalmente. Em vez disso, significa exibir o conhecimento com discrição, sem jactância.
w03 15/3 p. 29 ‘Os lábios da verdade durarão para todo o sempre’
‘Palavras que encobrem conhecimento’
Descrevendo ainda outra diferença entre aquele que é cuidadoso em usar palavras e aquele que não é, o rei de Israel diz: “O homem argucioso encobre o conhecimento, mas o coração dos estúpidos é o que proclama tolice.” — Provérbios 12:23.
O homem argucioso ou prudente sabe quando falar e quando ficar calado. Ele encobre conhecimento por evitar exibir o que sabe. Isso não significa que sempre oculta o que sabe. Antes, é discreto em mostrar o conhecimento que tem. O estúpido, ao contrário, é rápido no falar e revela logo a sua tolice. Portanto, que as nossas palavras sejam poucas e que nos refreemos de usar a língua para nos gabar.
PROVÉRBIOS 12:24)
“A mão dos diligentes é a que governará, mas a mão indolente virá a ser para trabalho forçado.”
w03 15/3 p. 29 ‘Os lábios da verdade durarão para todo o sempre’
Continuando a fazer contrastes, Salomão destaca de forma dramática a diferença entre a diligência e a preguiça. Ele declara: “A mão dos diligentes é a que governará, mas a mão indolente virá a ser para trabalho forçado.” (Provérbios 12:24) O trabalho árduo pode resultar em progresso e independência financeira. A preguiça pode levar a pessoa ao trabalho forçado e à servidão. “Com o tempo”, diz um erudito, “o preguiçoso se tornará escravo do diligente”.
PROVÉRBIOS 12:25)
“A ansiedade no coração do homem é o que o fará curvar-se, mas a boa palavra é o que o alegra.”
w03 15/3 pp. 29-30 ‘Os lábios da verdade durarão para todo o sempre’
‘A palavra que alegra’
O Rei Salomão volta ao assunto do uso da língua fazendo uma observação sagaz sobre a natureza humana. “A ansiedade no coração do homem é o que o fará curvar-se”, diz ele, “mas a boa palavra é o que o alegra”. — Provérbios 12:25.
Há muitas ansiedades e preocupações que podem sobrecarregar o coração com tristeza. O que é preciso para aliviar o fardo e alegrar o coração é uma boa palavra de encorajamento de alguém compreensivo. Mas, como outros vão saber do grau de ansiedade no nosso coração, a menos que sejamos francos e falemos sobre o assunto? Realmente, quando sentimos aflição ou depressão, temos de confidenciar isso a alguém compreensivo que possa ajudar. Além disso, expressar sentimentos em palavras alivia em parte a angústia do coração. Por isso, convém confidenciar-se com o cônjuge, com o pai ou a mãe, ou com um amigo compassivo e espiritualmente habilitado.
Pode haver melhores palavras de encorajamento do que as encontradas na Bíblia? Por isso temos de nos achegar a Deus por meditar com apreço na sua Palavra inspirada. Essas reflexões podem certamente dar alegria a um coração aflito e fazer brilhar os olhos tristes. O salmista confirma isso, dizendo: “A lei de Jeová é perfeita, fazendo retornar a alma. A advertência de Jeová é fidedigna, tornando sábio o inexperiente. As ordens de Jeová são retas, fazendo o coração alegrar-se; o mandamento de Jeová é limpo, fazendo os olhos brilhar.” — Salmo 19:7, 8.
it-1 p. 145 Ansiedade
A ansiedade pode ser prejudicial para o bem-estar da pessoa. Pode levar à depressão, privando a pessoa de força e da iniciativa de agir. Diz o inspirado provérbio: “A ansiedade no coração do homem é o que o fará curvar-se.” (Pr 12:25) A preocupação pode provocar graves manifestações físicas. O livro How to Master Your Nerves (Como Dominar Seus Nervos) observa: “Os médicos sabem como a ansiedade pode afetar as funções do organismo. Pode elevar (ou baixar) a pressão arterial; pode elevar a contagem dos glóbulos brancos no sangue; pode repentinamente afetar o açúcar no sangue pela ação da adrenalina sobre o fígado. Pode até mesmo alterar seu eletrocardiograma. O Dr. Charles Mayo disse: ‘A preocupação afeta a circulação, o coração, as glândulas, todo o sistema nervoso.’” — Dos Drs. P. Steincrohn e D. La-Fia, 1970, p. 14.
PROVÉRBIOS 12:26)
“O justo espia o seu próprio pasto, mas o próprio caminho dos iníquos os faz vaguear.”
w03 15/3 p. 30 ‘Os lábios da verdade durarão para todo o sempre’
A vereda que é recompensadora
Contrastando o caminho do reto com o do iníquo, o rei de Israel diz: “O justo espia o seu próprio pasto, mas o próprio caminho dos iníquos os faz vaguear.” (Provérbios 12:26) O justo é cauteloso com o seu próprio pasto — os colegas e os amigos que escolhe. Ele os escolhe sabiamente, esforçando-se a evitar amizades perigosas. Isso não se dá com os iníquos, que recusam conselhos e insistem no seu próprio modo de agir. Desencaminhados, andam vagueando.
PROVÉRBIOS 12:27)
“A indolência não espantará os animais de caça para a pessoa, mas o diligente é a abastança preciosa do homem.”
w03 15/3 p. 30 ‘Os lábios da verdade durarão para todo o sempre’
O Rei Salomão apresenta a seguir a diferença entre o indolente e o diligente ainda numa outra perspectiva. “A indolência não espantará os animais de caça para a pessoa”, diz ele, “mas o diligente é a abastança preciosa do homem”. (Provérbios 12:27) O indolente — “o preguiçoso” — “não espantará” ou ‘assará’ a sua caça. (Trinitariana) De fato, ele não consegue terminar o que começa. Por outro lado, a diligência equivale à riqueza.
A preguiça é tão prejudicial que o apóstolo Paulo achou necessário escrever a concristãos em Tessalônica e corrigir certas pessoas ‘que andavam desordeiramente’ — não trabalhando, mas intrometendo-se no que não lhes dizia respeito. Esses impunham um fardo dispendioso sobre os demais. De modo que Paulo os aconselhou abertamente, exortando-os a ‘trabalharem com sossego, comendo o alimento que eles mesmos ganharam’. E se eles não quisessem acatar esse conselho firme, Paulo admoestou que os outros na congregação se ‘retirassem’ deles — evitando-os, evidentemente em questões sociais. — 2 Tessalonicenses 3:6-12.
PROVÉRBIOS 13:1)
“O filho é sábio quando há disciplina da parte do pai, mas é o zombador quem não deu ouvidos à censura.”
w03 15/9 pp. 21-22 “A lei do sábio” é fonte de vida
Esteja disposto a ser ensinado
“O filho é sábio quando há disciplina da parte do pai, mas é o zombador quem não deu ouvidos à censura”, diz Provérbios 13:1. A disciplina dum pai pode ser branda ou severa. Pode vir primeiro na forma de conselho e, se não for aceito, pode acabar em castigo. O filho é sábio quando aceita a disciplina do pai.
“Jeová disciplina aquele a quem ama”, diz a Bíblia, e “açoita a cada um a quem recebe como filho”. (Hebreus 12:6) Um modo de nosso Pai celestial nos disciplinar é por meio da sua Palavra escrita, a Bíblia. Quando a lemos respeitosamente e correspondemos ao que aprendemos dela, a Palavra de Deus realmente nos disciplina. Isso é para a nossa vantagem, porque tudo o que Jeová diz é em nosso benefício. — Isaías 48:17.
Podemos também receber disciplina na forma de correção da parte dum concrente, que está interessado em nosso bem-estar espiritual. Qualquer conselho útil que está em harmonia com a Palavra de Deus pode ser considerado como vindo não dessa pessoa, mas da grande Fonte da verdade. Seremos sábios se o aceitarmos como procedente de Jeová. Por fazermos isso e deixarmos que o conselho amolde nosso modo de pensar, para que melhore nosso entendimento das Escrituras e corrija nosso proceder, seremos beneficiados pela disciplina. O mesmo se dá com o conselho que recebemos nas reuniões cristãs e das publicações bíblicas. Sermos receptivos ao ensino de tais palavras escritas ou faladas é uma forma excelente de autodisciplina.
O zombador, por outro lado, não aceita disciplina. “Por achar que sabe o que é melhor”, diz uma obra de referências, ele “não é receptivo ao ensino”. Não se corrige mesmo quando recebe uma censura, que é uma forma mais forte de disciplina. Mas ele poderia algum dia provar que a disciplina do Pai é errada? Jeová nunca errou e jamais errará. Por rejeitar a disciplina, o zombador só se torna ridículo. Salomão, usando poucas palavras bem escolhidas, mostrou belamente o valor de sermos receptivos ao ensino!
PROVÉRBIOS 13:2)
“Dos frutos da sua boca o homem comerá aquilo que é bom, mas a própria alma dos que agem traiçoeiramente é violência.”
w03 15/9 p. 22 “A lei do sábio” é fonte de vida
Vigie a língua!
Mostrando a importância de nossa maneira de falar ser guiada pela Palavra de Deus, o rei de Israel compara a boca a uma árvore frutífera. Ele disse: “Dos frutos da sua boca o homem comerá aquilo que é bom, mas a própria alma [“desejo de alma”, nota, NM com Referências] dos que agem traiçoeiramente é violência.” (Provérbios 13:2) Palavras faladas são os frutos da boca. E o homem colhe as conseqüências do que diz. “Se as palavras dele revelarem boas intenções e tiverem por objetivo estabelecer relacionamentos amigáveis com os vizinhos”, diz um erudito, “ele comerá aquilo que é bom, e terá uma existência feliz e pacífica”. No caso do traiçoeiro, o resultado é diferente. Ele quer praticar a violência e prejudicar outros. Acaba colhendo aquilo que planta. Tem diante de si os laços da morte.
PROVÉRBIOS 13:3)
“Quem resguarda a sua boca guarda a sua alma. Quem abre bem os seus lábios — terá a ruína.”
w03 15/9 p. 22 “A lei do sábio” é fonte de vida
“Quem resguarda a sua boca guarda a sua alma”, prosseguiu Salomão. “Quem abre bem os seus lábios — terá a ruína.” (Provérbios 13:3) Reputação arruinada, sentimentos feridos, relações tensas e até mesmo danos físicos são possíveis resultados da conversa irrefletida e tola. Esse tipo de conversa também pode trazer a desaprovação divina, porque Deus considera cada um responsável pelas suas palavras. (Mateus 12:36, 37) De fato, exercer firme controle sobre o que falamos nos poupará da ruína. No entanto, como podemos aprender a controlar a língua?
Um modo simples de fazer isso é não falar demais. “Na abundância de palavras não falta transgressão”, diz a Bíblia. (Provérbios 10:19) Outro modo é pensar antes de falar. O escritor inspirado declarou: “Existe aquele que fala irrefletidamente como que com as estocadas duma espada.” (Provérbios 12:18) Quando não se medita antes de falar, tanto quem fala como os ouvintes podem ser prejudicados. Por isso, a Bíblia nos dá o seguinte conselho prático: “O coração do justo medita a fim de responder.” — Provérbios 15:28.
it-2 pp. 636-637 Lábio
A pessoa que “abre bem os seus lábios” é aquela que fala de modo impensado ou insensato. (Pr 13:3) Isso pode conduzi-la à ruína, pois para Deus todos são responsáveis por suas palavras. — De 23:23; Núm 30:6-8; Pr 12:13; compare isso com Jó 2:10; Mt 12:36, 37.
PROVÉRBIOS 13:4)
“O preguiçoso mostra-se almejante, mas a sua alma [não tem] nada. No entanto, far-se-á que a própria alma dos diligentes engorde.”
w06 15/9 p. 19 Destaques do livro de Provérbios
13:4. Apenas ‘almejar’ um cargo de responsabilidade na congregação, ou a vida no novo mundo, não basta. É preciso também ser diligente e empenhar-se a fundo em preencher os requisitos.
w03 15/9 pp. 22-23 “A lei do sábio” é fonte de vida
Seja diligente
“O preguiçoso mostra-se almejante”, declarou Salomão, “mas a sua alma não tem nada. No entanto, far-se-á que a própria alma dos diligentes engorde”. (Provérbios 13:4) “A essência [desse provérbio] é que o mero desejo é totalmente fútil”, declara uma obra de referências, e “o que conta é a diligência. Os preguiçosos são vítimas dos desejos . . . que os consomem, e eles simplesmente não têm nada para mostrar em troca”. No entanto, a alma, ou o desejo, do diligente fica satisfeita — engorda.
O que se pode dizer a respeito dos que se refreiam de se dedicar a Jeová por quererem evitar responsabilidades? Eles podem querer viver no novo mundo de Deus, mas estão dispostos a fazer algo a respeito disso? Um requisito para ‘sair da grande tribulação’ é exercer fé no sacrifício resgatador de Jesus, dedicar-se a Jeová e simbolizar essa dedicação pelo batismo em água. — Revelação (Apocalipse) 7:14, 15.
Considere também o que está envolvido em procurar alcançar um cargo de supervisão na congregação. O desejo de alcançar essa obra excelente com certeza é elogiável e é incentivado nas Escrituras. (1 Timóteo 3:1) Mas não basta querer tal posição. Habilitar-se para ela requer que cultivemos as qualidades e habilidades necessárias. Isso exige fazer um diligente esforço pessoal.
it-2 pp. 246-247 Gordura
Somos informados de que ‘far-se-á engordar’, quer dizer, prosperar abundantemente, aqueles que são generosos, diligentes e confiantes em Jeová. (Pr 11:25; 13:4; 28:25)
PROVÉRBIOS 13:5)
“A palavra falsa é o que o justo odeia, mas os iníquos agem de modo vergonhoso e trazem sobre si a ignomínia.”
w03 15/9 p. 23 “A lei do sábio” é fonte de vida
A justiça serve de proteção
Quem é justo cultiva qualidades divinas e fala a verdade. Dá-se conta de que mentir é contrário à lei de Jeová. (Provérbios 6:16-19; Colossenses 3:9) Sobre isso, Salomão declarou: “A palavra falsa é o que o justo odeia, mas os iníquos agem de modo vergonhoso e trazem sobre si a ignomínia.” (Provérbios 13:5) O justo não apenas evita mentiras, mas realmente as odeia. Sabe que, não importa quão inocentes as mentiras pareçam ser, elas destroem os bons relacionamentos humanos. Além disso, acabam com a credibilidade de quem recorre a elas. O iníquo age vergonhosamente quer por mentir quer de outro modo, e assim causa desgraça para si mesmo.
PROVÉRBIOS 13:6)
“A própria justiça resguarda aquele que é inofensivo no seu caminho, mas é a iniqüidade que transtorna o pecador.”
w03 15/9 p. 23 “A lei do sábio” é fonte de vida
Mostrando que aquilo que é direito aos olhos de Deus é proveitoso, o sábio rei disse: “A própria justiça resguarda aquele que é inofensivo no seu caminho, mas é a iniqüidade que transtorna o pecador.” (Provérbios 13:6) A justiça protege a pessoa como fortaleza, ao passo que a iniqüidade a arruína.
PROVÉRBIOS 13:7)
“Há aquele que pretende ser rico, no entanto, não tem absolutamente nada; há aquele que pretende ser de poucos meios, no entanto, [tem] muitas coisas valiosas.”
w03 15/9 pp. 23-24 “A lei do sábio” é fonte de vida
Não finja
Mostrando que compreendia a natureza humana, o rei de Israel observou: “Algumas pessoas não têm nada, mas fazem de conta que são ricas; outras têm muito dinheiro, mas fingem que são pobres.” (Provérbios 13:7, Bíblia na Linguagem de Hoje) Alguém talvez não seja o que aparenta ser. Alguns pobres talvez queiram dar a impressão de que são ricos — talvez para ostentar, fingir que são bem-sucedidos, ou só para manter as aparências. Quem é rico talvez finja ser pobre, só para ocultar a sua riqueza.
Não é aconselhável fingir nem ocultar o que realmente somos. Quando temos poucos recursos materiais, gastar dinheiro com luxos só para dar a aparência de que somos ricos pode privar a nós e a nossa família das necessidades da vida. E quem finge ser pobre, embora seja rico, pode tornar-se mesquinho, o que o privará da devida dignidade e da felicidade resultantes da generosidade. Viver honestamente contribui para uma vida melhor.
PROVÉRBIOS 13:8)
“O resgate da alma do homem está nas suas riquezas, mas o de poucos meios não ouviu censura.”
w03 15/9 p. 24 “A lei do sábio” é fonte de vida
Mantenha os desejos simples
“O resgate da alma do homem está nas suas riquezas”, disse Salomão, “mas o de poucos meios não ouviu censura”. (Provérbios 13:8) Que lição é transmitida nessa declaração sábia?
Ser rico é vantajoso, mas não garante total felicidade. Nos tempos difíceis em que vivemos, os ricos e sua família muitas vezes correm o risco de serem seqüestrados e mantidos em cativeiro até que se pague o resgate. Às vezes o rico pode pagar o resgate para salvar a sua vida ou a de um membro da família. No entanto, muitas vezes a pessoa seqüestrada é assassinada. Tal ameaça é uma constante para os ricos.
O de poucos meios não tem tal preocupação. Embora talvez não tenha tantas facilidades e bens materiais como o rico, é menos provável que se torne alvo de seqüestradores. Esse é um benefício de mantermos uma vida simples e de não gastarmos nosso tempo e energia na busca de riquezas. — 2 Timóteo 2:4.
PROVÉRBIOS 13:9)
“A própria luz dos justos alegrar-se-á; mas a lâmpada dos iníquos — ela será apagada.”
w03 15/9 p. 24 “A lei do sábio” é fonte de vida
Alegre-se com a “luz”
Salomão prosseguiu, mostrando que fazer as coisas do modo de Jeová só resulta em bem para nós. “A própria luz dos justos alegrar-se-á”, disse ele, “mas a lâmpada dos iníquos — ela será apagada”. — Provérbios 13:9.
A lâmpada é símbolo daquilo que precisamos para iluminar nosso caminho na vida. ‘A palavra de Deus é uma lâmpada para o pé do justo e uma luz para a sua senda.’ (Salmo 119:105) Ela contém inesgotável conhecimento e sabedoria do Criador. Quanto melhor compreendermos a vontade e o propósito de Deus, tanto mais brilhante se tornará a luz que nos guia. Quanta alegria isso nos dá! Por que deveríamos nos deixar distrair pela sabedoria mundana ou pelo “falsamente chamado ‘conhecimento’ ”? — 1 Timóteo 6:20; 1 Coríntios 1:20; Colossenses 2:8.
Quanto ao iníquo, não importa quão brilhante pareça ser a sua lâmpada e quão próspero ele aparente ser, sua lâmpada será apagada. Ele acabará na escuridão, onde o seu pé forçosamente tropeçará. Além disso, “mostrará não haver futuro” para ele. — Provérbios 24:20.
it-2 p. 660 Lâmpada
Outros Usos Figurados. Aquilo de que a pessoa depende para iluminar seu caminho é simbolizado por uma lâmpada. Com tal figura de linguagem, o provérbio contrasta o justo com o iníquo, dizendo: “A própria luz dos justos alegrar-se-á; mas a lâmpada dos iníquos — ela será apagada.” (Pr 13:9) A luz dos justos se torna cada vez mais luminosa, mas, por mais que a lâmpada do iníquo pareça reluzir, e, conseqüentemente, por mais próspero que seus caminhos pareçam ser, Deus cuidará de que ele termine na escuridão, onde seu pé certamente tropeçará. Este é o desfecho que está em reserva para a pessoa que invoca o mal sobre seu pai e sua mãe. — Pr 20:20.
Ser apagada a lâmpada de alguém significa também que não há futuro para tal pessoa. Outro provérbio diz: “Porque se mostrará não haver futuro para quem é mau; a própria lâmpada dos iníquos será apagada.” — Pr 24:20.
PROVÉRBIOS 13:10)
“Pela presunção só se causa rixa, mas há sabedoria com os que se consultam mutuamente.”
w03 15/9 pp. 24-25 “A lei do sábio” é fonte de vida
No entanto, o que devemos fazer quando não temos certeza de como agir em determinada situação? O que fazer se não tivermos certeza se temos autoridade para agir? Provérbios 13:10 adverte: “Pela presunção só se causa rixa.” Agirmos sem conhecimento ou sem ter autorização é presunção e forçosamente causará desentendimentos. Não seria melhor consultar aqueles que têm conhecimento e discernimento? “Há sabedoria com os que se consultam mutuamente”, disse o sábio rei.
PROVÉRBIOS 13:11)
“As coisas valiosas resultantes da vaidade tornam-se menos, mas quem reúne com a mão é quem produz aumento.”
w03 15/9 p. 25 “A lei do sábio” é fonte de vida
Previna-se contra falsas expectativas
O dinheiro tem sua utilidade. Ter o suficiente é melhor do que levar uma vida de carência ou de pobreza. (Eclesiastes 7:11, 12) No entanto, os aparentes benefícios da riqueza ilícita podem ser enganosos. Salomão advertiu: “As coisas valiosas resultantes da vaidade tornam-se menos, mas quem reúne com a mão é quem produz aumento.” — Provérbios 13:11.
Por exemplo, considere o engodo da jogatina. O apostador talvez gaste o dinheiro que lutou para conseguir na esperança de ganhar uma grande soma. Mas muitas vezes faz isso sacrificando a própria família. E o que acontece quando o apostador sai ganhando? Visto que foi fácil obter o dinheiro, talvez dê pouco valor a ele. Além disso, pode ser que não saiba usar bem a fortuna recém-adquirida. Será que não vai acabar perdendo tudo tão depressa quanto ganhou? Por outro lado, a riqueza acumulada aos poucos — pelo bom trabalho — aumenta constantemente e pode ser bem aproveitada.
PROVÉRBIOS 13:12)
“A expectativa adiada faz adoecer o coração, mas a coisa desejada, quando vem, é árvore de vida.”
w11 15/1 p. 31 Medite no que Jeová já fez por você
Como as expectativas não realizadas nos afetam?
Os dois discípulos na estrada para Emaús estavam tristes porque aquilo que esperavam não aconteceu. Eles passaram pelo que diz Provérbios 13:12: “A expectativa adiada faz adoecer o coração.” Do mesmo modo, alguns de nós, que servimos fielmente a Jeová há décadas, pensávamos que a esta altura a “grande tribulação” já teria ocorrido. (Mat. 24:21; Rev. 7:14) É compreensível que, por enquanto, essa expectativa não realizada possa causar tristeza.
w03 15/9 p. 25 “A lei do sábio” é fonte de vida
“A expectativa adiada faz adoecer o coração”, declarou Salomão, “mas a coisa desejada, quando vem, é árvore de vida”. (Provérbios 13:12) As expectativas não alcançadas forçosamente levarão a desapontamento que causa dor de coração. Isso acontece com freqüência. No entanto, isso não acontece quando as expectativas se baseiam solidamente na Palavra de Deus. Podemos ter plena confiança de que se cumprirão. Até mesmo a aparente demora é provavelmente menos desapontadora.
Por exemplo, sabemos que o novo mundo de Deus é iminente. (2 Pedro 3:13) Aguardamos alegremente com viva expectativa o cumprimento das promessas de Deus. Qual é o resultado de usar o tempo de espera para manter-nos ocupados “na obra do Senhor”, animar concrentes e desenvolver um relacionamento cada vez mais achegado com Jeová? Em vez de ficarmos ‘doentes de coração’, ficamos cheios de alegria. (1 Coríntios 15:58; Hebreus 10:24, 25; Tiago 4:8) O cumprimento dum desejo há muito aguardado é árvore de vida — deveras revigorante e reanimador.
w00 1/9 p. 16 Mostre que tem uma atitude de espera!
A espera é motivo de frustração ou de alegria?
19 Salomão sabia que ter de esperar pode causar frustração. Ele escreveu: “A expectativa adiada faz adoecer o coração.” (Provérbios 13:12) Quando alguém tem expectativas infundadas, o coração certamente pode ficar aflito devido ao desapontamento. Todavia, esperar por um acontecimento alegre — talvez um casamento, o nascimento duma criança ou um encontro com aqueles que amamos — pode encher-nos de expectativa alegre muito antes do dia do cumprimento. Esta alegria se intensifica se aproveitarmos sabiamente o tempo de espera, preparando-nos para o acontecimento vindouro.
20 Quando temos plena confiança de que nossas expectativas se cumprirão — mesmo não sabendo quando isso se dará — o período de espera não precisa ‘fazer adoecer o coração’. Os adoradores fiéis de Deus sabem que é iminente o Reinado Milenar de Cristo. Estão confiantes de que verão o fim da morte e das doenças. Com viva expectativa aguardam alegremente o tempo em que acolherão de volta bilhões de mortos, inclusive seus queridos entes falecidos. (Revelação 20:1-3, 6; 21:3, 4) Nestes tempos de crises ecológicas, eles têm prazer na perspectiva certa de ver o Paraíso estabelecido na Terra. (Isaías 35:1, 2, 7) Portanto, é bem sábio usar o tempo de espera de modo sábio, “tendo sempre bastante para fazer na obra do Senhor”. (1 Coríntios 15:58) Continue assimilando alimento espiritual. Desenvolva um relacionamento cada vez mais achegado a Jeová. Procure outros cujo coração os induz a servir a Jeová. Anime os concrentes. Aproveite plenamente o tempo que Jeová ainda permitir. Assim, esperar por Jeová não ‘fará adoecer o coração’. Antes, encherá você de alegria!
g94 8/9 p. 14 O que pode ajudá-lo a lidar com o estresse?
Evite expectativas desarrazoadas
“A expectativa adiada faz adoecer o coração”, diz a Bíblia. (Provérbios 13:12) Quando as expectativas nunca se concretizam, o estresse pode ser esmagador. Isso quase com certeza acontece quando criamos expectativas irrealisticamente elevadas.
PROVÉRBIOS 13:14)
“A lei do sábio é fonte de vida, para desviar dos laços da morte.”
w03 15/9 p. 21 “A lei do sábio” é fonte de vida
“A lei do sábio” é fonte de vida
“Ó PROFUNDIDADE das riquezas, e da sabedoria, e do conhecimento de Deus! Quão inescrutáveis são os seus julgamentos e além de pesquisa são os seus caminhos!”, exclamou o apóstolo Paulo. (Romanos 11:33) E o fiel patriarca Jó disse: “[Jeová Deus] é sábio de coração.” (Jó 9:4) De fato, ninguém é tão sábio quanto o Criador do céu e da Terra. O que se pode dizer sobre a lei ou a Palavra escrita de um Criador assim?
O salmista cantou: “A lei de Jeová é perfeita, fazendo retornar a alma. A advertência de Jeová é fidedigna, tornando sábio o inexperiente. As ordens de Jeová são retas, fazendo o coração alegrar-se; o mandamento de Jeová é limpo, fazendo os olhos brilhar.” (Salmo 19:7, 8) Quanto o Rei Salomão, do Israel antigo, deve ter compreendido a veracidade dessas palavras! Ele declarou: “A lei do sábio é fonte de vida, para desviar dos laços da morte.” (Provérbios 13:14)
PROVÉRBIOS 13:15)
“A boa perspicácia é que dá favor, mas o caminho dos que agem traiçoeiramente é escabroso.”
w04 15/7 pp. 27-28 “Todo o argucioso agirá com conhecimento”
A boa perspicácia granjeia favor
“A boa perspicácia é que dá favor”, disse Salomão, “mas o caminho dos que agem traiçoeiramente é escabroso”. (Provérbios 13:15) Na língua original, a expressão “boa perspicácia”, ou bom entendimento, “descreve a capacidade de ter bom senso, bom critério e opiniões sábias”, declara uma obra de referências. Quem possui essas qualidades não tem dificuldade de agradar outros.
Considere como o apóstolo Paulo demonstrou discernimento ao lidar com seu companheiro cristão Filêmon, quando lhe mandou de volta Onésimo, o escravo fugitivo que se tornara cristão. Paulo exortou Filêmon a receber Onésimo bondosamente, assim como acolheria o próprio apóstolo. Na realidade, Paulo se ofereceu para saldar qualquer dívida que Onésimo talvez tivesse com Filêmon. De fato, Paulo poderia ter usado a sua autoridade e mandado Filêmon fazer a coisa certa. Mas o apóstolo preferiu tratar do assunto com tato e amor. Agindo assim, Paulo estava certo de que obteria a cooperação de Filêmon, motivando-o a fazer até mais do que se lhe pedia. Não devemos também tratar os nossos irmãos cristãos desse modo? — Filêmon 8-21.
Por outro lado, o caminho dos traidores é escabroso ou “duro”. (A Bíblia de Jerusalém) Em que sentido? De acordo com certo erudito, a palavra usada aqui significa “forte ou firme, referindo-se ao comportamento frio dos iníquos. . . . O homem que está determinado a seguir seus caminhos maus, insensível e indiferente à instrução sábia de outros, está a caminho da ruína”.
PROVÉRBIOS 13:16)
“Todo o argucioso agirá com conhecimento, mas quem é estúpido difundirá tolice.”
w04 15/7 p. 28 “Todo o argucioso agirá com conhecimento”
Salomão prosseguiu: “Todo o argucioso agirá com conhecimento, mas quem é estúpido difundirá tolice.” (Provérbios 13:16) Esse argucioso não se refere a alguém esperto. A argúcia aqui é relacionada com o conhecimento e com alguém prudente que reflete nos assuntos antes de agir. Quando confrontado com crítica ou insulto, o argucioso controla a sua língua. Com oração, procura manifestar os frutos do espírito santo para não ficar excessivamente irritado. (Gálatas 5:22, 23) O prudente não deixa que outra pessoa ou situação o controle. Antes, mantém-se calmo e evita as brigas que freqüentemente acontecem quando alguém logo se enfurece ao ser ofendido.
O argucioso age também com conhecimento ao tomar decisões. Sabe que suposições, atitudes passionais ou apenas ir atrás do que outros dizem raras vezes resultam em ações sábias. Por isso, analisa com calma a situação. Reúne todos os fatos e vê as opções que tem. Depois pesquisa as Escrituras e decide quais as leis ou os princípios da Bíblia que se aplicam àquela situação. As veredas ou os caminhos de tal pessoa são sempre certos. — Provérbios 3:5, 6.
PROVÉRBIOS 13:17)
“O mensageiro iníquo cairá no mal, mas o enviado fiel é uma cura.”
w04 15/7 pp. 28-29 “Todo o argucioso agirá com conhecimento”
“O enviado fiel é uma cura”
Confiou-se a nós, Testemunhas de Jeová, a proclamação de uma mensagem dada por Deus. As palavras do próximo provérbio nos ajudam a continuar fiéis no cumprimento da nossa comissão. Ele diz: “O mensageiro iníquo cairá no mal, mas o enviado fiel é uma cura.” — Provérbios 13:17.
Isso enfatiza as qualidades do mensageiro. O que acontece se o portador da mensagem distorce ou altera iniquamente a mensagem? Não receberá ele um julgamento adverso? Pense em Geazi, ajudante do profeta Eliseu, que gananciosamente transmitiu uma mensagem falsa a Naamã, chefe do exército sírio. A lepra de Naamã sobreveio a Geazi. (2 Reis 5:20-27) O que acontece quando o enviado se torna infiel e deixa de declarar a mensagem? “[Se] tu realmente não falares para avisar o iníquo do seu caminho”, declara a Bíblia, “ele mesmo morrerá como iníquo no seu próprio erro, mas o sangue dele [eu, Jeová,] requererei de volta da tua própria mão”. — Ezequiel 33:8.
Por outro lado, o enviado fiel beneficia a si mesmo e os que o escutam. Paulo exortou Timóteo: “Presta constante atenção a ti mesmo e ao teu ensino. Permanece nestas coisas, pois, por fazeres isso, salvarás tanto a ti mesmo como aos que te escutam.” (1 Timóteo 4:16) Pense nos benefícios que a declaração fiel das boas novas do Reino traz. Ela alerta os que têm uma condição correta de coração e os leva à verdade que os liberta. (João 8:32) Mesmo que pessoas não dêem ouvidos à mensagem, o mensageiro leal ‘certamente livrará a sua própria alma’. (Ezequiel 33:9) Que nunca deixemos de cumprir essa nossa comissão. (1 Coríntios 9:16) Ao ‘pregar a palavra’, estejamos sempre atentos para jamais atenuar a sua força com o objetivo de torná-la mais atraente às pessoas. — 2 Timóteo 4:2.
PROVÉRBIOS 13:18)
“Quem negligencia a disciplina [terá] pobreza e desonra, mas aquele que guarda a repreensão é o que é glorificado.”
w04 15/7 pp. 29-30 “Todo o argucioso agirá com conhecimento”
‘Aquele que guarda a repreensão é glorificado’
A pessoa prudente deve ficar ressentida ao receber um conselho útil? Provérbios 13:18 declara: “Quem negligencia a disciplina terá pobreza e desonra, mas aquele que guarda a repreensão é o que é glorificado.” Seremos sábios se aceitarmos uma repreensão, mesmo que não solicitada. Um bom conselho pode ser muito apropriado quando não nos damos conta de que precisávamos dele. Acatarmos tal conselho pode ajudar-nos a evitar mágoas e tragédia. Não o levarmos em conta causará a desonra.
Um elogio, quando merecido, anima o nosso espírito e é de fato encorajador. Mas precisamos também esperar e aceitar repreensão. Considere as duas cartas que o apóstolo Paulo escreveu a Timóteo. Embora elas o elogiassem pela sua fidelidade, também estão cheias de conselho para ele. Paulo aconselhou generosamente o homem mais jovem sobre manter a fé e uma boa consciência, lidar com outros na congregação, desenvolver a devoção piedosa e a auto-suficiência, instruir outros, resistir à apostasia e realizar o ministério. Os membros mais jovens na congregação farão bem em procurar e aceitar conselhos dos mais experientes.
PROVÉRBIOS 13:19)
“O desejo, quando realizado, é prazenteiro para a alma; mas, para os estúpidos é algo detestável desviar-se do mal.”
w04 15/7 p. 30 “Todo o argucioso agirá com conhecimento”
“O desejo, quando realizado, é prazenteiro para a alma”, disse o sábio rei, “mas, para os estúpidos é algo detestável desviar-se do mal”. (Provérbios 13:19) Sobre o significado desse provérbio, uma obra de referência observa: “Quando se alcançou um objetivo ou se cumpriu um desejo, toda a natureza do homem fica cheia de um sentimento de satisfação . . . Visto que alcançar um objetivo é uma experiência muito agradável, segue-se que afastar-se do mal deve ser abominável para os tolos. As aspirações deles só podem ser alcançadas por métodos ruins, e se eles abandonassem a maldade, não teriam o prazer de ver satisfeitos os seus desejos.” Portanto, é vital que cultivemos desejos corretos.
PROVÉRBIOS 13:20)
“Quem anda com pessoas sábias tornar-se-á sábio, mas irá mal com aquele que tem tratos com os estúpidos.”
lv cap. 3 p. 25 par. 2 Ame os que Deus ama
2 A Bíblia expressa uma grande verdade ao dizer: “Quem anda com pessoas sábias tornar-se-á sábio, mas irá mal com aquele que tem tratos com os estúpidos.” (Provérbios 13:20) Esse provérbio se refere a mais que um contato superficial. A expressão ‘andar com’ sugere companheirismo. Ao comentar esse versículo, uma obra de referência bíblica diz: “Andar com uma pessoa envolve amor e apego.” Não concorda que temos a tendência de imitar a quem amamos? De fato, visto que nos apegamos emocionalmente às pessoas que amamos, elas podem nos influenciar, quer para o bem, quer para o mal.
lv cap. 3 p. 25 Ame os que Deus ama
A palavra hebraica traduzida “ter tratos com” é também traduzida “associar-se com” e “ter companheirismo com”. — Juízes 14:20; Provérbios 22:24.
w12 15/7 p. 15 pars. 12-13 Sirva ao Deus da liberdade
A fraseologia dos versículos citados mostra que Jeová apela ao nosso coração. Como assim? Note que nenhum desses versículos é em forma de regra, como “não deves . . .”. Em vez disso, são escritos como claras verdades. Na realidade, Jeová nos diz: ‘Esses são os fatos. Como você agirá? O que há em seu coração?’
13 Por fim, sendo apresentados como verdades básicas, esses três versículos têm valor eterno e uma aplicação muito ampla. Para ilustrar, pergunte-se:
w12 15/7 p. 15 par. 11 Sirva ao Deus da liberdade
“Quem anda com pessoas sábias tornar-se-á sábio, mas irá mal com aquele que tem tratos com os estúpidos.” (Pro. 13:20)
w12 15/7 p. 15 par. 13 Sirva ao Deus da liberdade
Quem são as “pessoas sábias” com as quais Jeová deseja que eu me associe? Quem são os “estúpidos” que ele deseja que eu evite? (Sal. 111:10; 112:1; Pro. 1:7)
w10 1/9 p. 5 Por que as pessoas fazem coisas más?
▪ “Quem anda com pessoas sábias tornar-se-á sábio, mas irá mal com aquele que tem tratos com os estúpidos.” — PROVÉRBIOS 13:20.
Não podemos subestimar a influência que os amigos têm sobre nós, quer para o bem, quer para o mal. Muitas vezes, as pessoas fazem coisas que não tinham intenção de fazer, só por causa da pressão dos colegas ou, como muitos dizem, por causa de más companhias, com resultados desastrosos. Na linguagem bíblica, “estúpidos” se refere aos que ignoram os conselhos sábios da Palavra de Deus. Não importa se somos jovens ou de mais idade, se não fizermos uma boa escolha de amigos e companhias, ou seja, com base nos excelentes padrões da Bíblia, com certeza ‘iremos mal’.
w09 15/8 pp. 20-21 pars. 11-13 “Mantende-vos no amor de Deus”
Quando se trata de amizades, as pessoas são como esponjas. Tendemos a absorver qualquer coisa que nos cerca. Nosso Criador sabe muito bem como as amizades podem ser perigosas — ou então úteis — para humanos imperfeitos. De modo que ele nos dá este sábio conselho: “Quem anda com pessoas sábias tornar-se-á sábio, mas irá mal com aquele que tem tratos com os estúpidos.” (Pro. 13:20; 1 Cor. 15:33) Nenhum de nós quer ‘ir mal’. Todos desejamos ‘nos tornar sábios’. Jeová não pode se tornar mais sábio do que já é, nem ser corrompido por alguém. Mesmo assim, ele nos dá um belo exemplo quando se trata de amizades. Pense nisso — que humanos imperfeitos Jeová escolhe como amigos?
12 Jeová chamou o patriarca Abraão de “meu amigo”. (Isa. 41:8) Esse homem era muito fiel, justo e obediente — um homem de fé. (Tia. 2:21-23) Esse é o tipo de amigo que Jeová escolhe, até mesmo nos dias de hoje. Se Jeová escolhe amigos assim, não é vital que nós também façamos boas escolhas, que andemos com pessoas sábias e nos tornemos sábios?
13 O que pode ajudá-lo a fazer boas escolhas nesse respeito? Estudar exemplos bíblicos pode ser motivador. Considere a amizade entre Rute e sua sogra Noemi, entre Davi e Jonatã e entre Timóteo e Paulo. (Rute 1:16, 17; 1 Sam. 23:16-18; Fil. 2:19-22) Essas amizades se firmaram principalmente pelo seguinte motivo: elas se baseavam em genuíno amor a Jeová. É possível encontrar amigos que amam a Jeová tanto quanto você? Esteja certo de que na congregação cristã há grande potencial para isso. Tais amigos não o farão ‘ir mal’ em sentido espiritual. Em vez disso, eles o ajudarão a obedecer a Jeová, a crescer espiritualmente e a semear visando o espírito. (Leia Gálatas 6:7, 8.)
g 10/06 p. 7 TV — o “sutil instrutor”
Temos de ter cuidado com o que vemos na TV pois isso afeta o nosso modo de pensar. A Bíblia diz: “Quem anda com pessoas sábias tornar-se-á sábio, mas irá mal com aquele que tem tratos com os estúpidos.” (Provérbios 13:20) O erudito bíblico Adam Clarke declara: “Andar com uma pessoa envolve amor e apego; e é impossível não imitar a quem amamos. Assim dizemos: ‘Dize-me com quem andas e eu te direi quem és.’ Se eu souber quem são seus amigos não terei dificuldade em adivinhar seu caráter moral.” Como pudemos notar, a maioria das pessoas gasta muito tempo na companhia de personagens da TV, que estão longe de serem sábios; personagens estes que de outro modo o cristão sincero nem mesmo pensaria em convidar para entrar em sua casa.
w04 15/7 p. 30 “Todo o argucioso agirá com conhecimento”
Aqueles com quem nos associamos podem ter uma poderosa influência sobre os nossos pensamentos, gostos e aversões. Salomão declarou uma verdade imutável quando disse: “Quem anda com pessoas sábias tornar-se-á sábio, mas irá mal com aquele que tem tratos com os estúpidos.” (Provérbios 13:20) De fato, nossas companhias, mesmo que sejam por meio da diversão, da internet e do que lemos, influem no que somos e no que nos tornaremos. É muito importante escolher sabiamente com quem nos associamos.
g03 22/3 p. 12 Como escolher clipes musicais?
Provérbios 13:20: “Irá mal com aquele que tem tratos com os estúpidos.” Pergunte-se: ‘Convidaria pessoas violentas, espíritas, bêbadas ou imorais para a minha casa?’ Ter a companhia dessas pessoas por meio da televisão é o mesmo que convidá-las para sua casa. Será que isso pode fazer com que você ‘se dê mal’? Kimberly diz: “Em festinhas, já vi meninas imitando o estilo de roupa e dança que viram nos clipes.” É possível que você também tenha notado isso. Ao imitarem pessoas que não têm nenhum respeito por princípios bíblicos, esses jovens demonstram que já ‘estão se dando mal’. Assim, faça tudo ao seu alcance para evitar todo tipo de “más associações”. — 1 Coríntios 15:33.
gm cap. 12 p. 164 pars. 5-6 Uma fonte mais elevada de sabedoria
5 A seguinte declaração bíblica também é veraz: “Quem anda com pessoas sábias tornar-se-á sábio, mas irá mal com aquele que tem tratos com os estúpidos.” (Provérbios 13:20) Já notou a poderosa influência que aqueles com quem nos associamos exercem sobre nós? A pressão dos colegas tem levado alguns jovens à embriaguez, ao vício das drogas e à imoralidade. Se nos associarmos com aqueles que usam de linguagem suja, verificaremos no fim que também usamos tal linguagem. Associar-nos com pessoas desonestas tende a fazer-nos desonestos. Deveras, como a Bíblia também diz: “Más associações estragam hábitos úteis.” — 1 Coríntios 15:33.
6 Por outro lado, boas associações podem melhorar-nos. Por ‘andarmos com pessoas sábias’, tornar-nos-emos mais sábios. Bons hábitos são contagiantes, assim como também os maus. Novamente, a Bíblia mostra sabedoria ao exortar-nos a escolher com cuidado aqueles com quem nos associamos.
it-1 p. 259 Associação
Ao passo que bons companheiros podem ser de verdadeira ajuda para se continuar a andar em harmonia com a sabedoria divina, não se pode negar o efeito prejudicial das más associações. O provérbio inspirado declara: “Quem anda com pessoas sábias tornar-se-á sábio, mas irá mal com aquele que tem tratos com os estúpidos.” (Pr 13:20; compare isso com Pr 22:24, 25; 28:7; 29:3.) A palavra hebraica ra•ʽáh, traduzida por ‘ter tratos com’, em Provérbios 13:20, também é vertida por ‘associar-se com’, e é aparentada com a palavra hebraica ré•aʽ, que significa “próximo; companheiro”. — Jz 14:20; Le 19:18; Sal 15:3.
PROVÉRBIOS 13:21)
“Os pecadores são os que a calamidade persegue, mas os justos são os a quem o bem retribui.”
w04 15/7 p. 30 “Todo o argucioso agirá com conhecimento”
“Os pecadores são os que a calamidade persegue”, declarou o rei de Israel, “mas os justos são os a quem o bem retribui”. (Provérbios 13:21) Vale a pena empenhar-se pelo que é certo, porque Jeová cuida dos justos. (Salmo 37:25)
PROVÉRBIOS 13:22)
“Quem é bom deixará uma herança para os filhos dos filhos, e a riqueza do pecador é algo entesourado para o justo.”
w04 15/7 pp. 30-31 “Todo o argucioso agirá com conhecimento”
“Quem é bom deixará uma herança para os filhos dos filhos”, declarou Salomão. (Provérbios 13:22a) Quando os pais ajudam os filhos a obter conhecimento de Jeová e a cultivar um bom relacionamento com ele estão lhes deixando uma herança muito valiosa. Mas não seria também prudente tomar providências, quando possível, para o bem-estar material da família, no caso de falecimento inesperado do pai ou da mãe? Em muitos lugares, é possível chefes de família providenciar um seguro, fazer um testamento legal e fazer algumas economias nesse sentido.
O que se pode dizer a respeito da herança dos iníquos? “A riqueza do pecador é algo entesourado para o justo”, prosseguiu Salomão. (Provérbios 13:22b) Além de quaisquer benefícios hoje, isso se dará quando Jeová cumprir sua promessa de criar “novos céus e uma nova terra” em que “há de morar a justiça”. (2 Pedro 3:13) Os iníquos terão sido tirados do caminho, e “os próprios mansos possuirão a terra”. — Salmo 37:11.
w97 15/8 p. 19 par. 9 “Bom juízo” ao se aproximar o fim
9 Já fez provisões para cuidar da sua família para o caso de você sofrer morte prematura? Provérbios 13:22 diz: “Quem é bom deixará uma herança para os filhos dos filhos.” Além de os pais proverem aos filhos a herança do conhecimento de Jeová e uma relação com Ele, eles devem estar interessados em fazer provisões materiais para eles. Em muitos países, chefes de família responsáveis procuram guardar algumas economias, ter um testamento legal e um seguro. Afinal, os do povo de Deus não são imunes a lhes sobrevir ‘o tempo e o imprevisto’. (Eclesiastes 9:11) O dinheiro é “para proteção”, e um planejamento cuidadoso muitas vezes pode prevenir dificuldades. (Eclesiastes 7:12) Nos países em que o governo não paga o atendimento médico, alguns talvez escolham reservar fundos para tratamento médico ou providenciem algum tipo de seguro de saúde.
it-2 p. 634 Justiça
A derradeira posse da terra é prometida aos justos; os iníquos hão de ser eliminados da terra como “resgate” pelos justos, pois, enquanto os iníquos estão no controle, os justos não podem ter paz. E as possessões dos iníquos serão dos justos, conforme diz o provérbio: “A riqueza do pecador é algo entesourado para o justo.” — Pr 13:22; 21:18.
PROVÉRBIOS 13:23)
“O terreno lavrado de pessoas de poucos meios [produz] grande quantidade de alimento, mas há aquele que é arrasado por falta de juízo.”
w04 15/7 p. 31 “Todo o argucioso agirá com conhecimento”
Quem for prudente agirá com conhecimento, mesmo possuindo poucos bens. “O terreno lavrado de pessoas de poucos meios produz grande quantidade de alimento”, diz Provérbios 13:23, “mas há aquele que é arrasado por falta de juízo”. O pouco se torna muito com o trabalho árduo e a bênção de Deus. No entanto, quando não há justiça, o julgamento injusto pode acabar com fortunas.
PROVÉRBIOS 13:24)
“Quem refreia a sua vara odeia seu filho, mas aquele que o ama está à procura dele com disciplina.”
w08 1/4 p. 14 Criar filhos num mundo permissivo
Assim, não é de admirar que Provérbios 13:24 diga: “Quem refreia a sua vara odeia seu filho, mas aquele que o ama está à procura dele com disciplina.” Nesse contexto, a vara da disciplina representa um meio de correção, seja qual for a sua forma. Por disciplinarem com amor, os pais procuram corrigir falhas que, se ficassem profundamente arraigadas, trariam muita tristeza ao filho na vida adulta. De fato, deixar de aplicar esse tipo de disciplina é o mesmo que odiar; aplicá-la é uma demonstração de amor.
w07 1/9 p. 23 par. 8 Pais — instruam seus filhos com amor
8 Por outro lado, deixar de disciplinar os filhos não é uma demonstração de bondade. Jeová inspirou Salomão a escrever: “Quem refreia a sua vara odeia seu filho, mas aquele que o ama está à procura dele com disciplina.” (Provérbios 13:24) Filhos criados sem disciplina coerente provavelmente se tornarão egoístas e infelizes. Em contraste, descobriu-se que filhos de pais que são compreensivos, mas que estabelecem limites bem definidos, se saem melhor na escola, se relacionam melhor com outras pessoas e de modo geral são felizes. Sendo assim, pais que disciplinam os filhos certamente estão sendo bondosos.
w04 15/7 p. 31 “Todo o argucioso agirá com conhecimento”
‘Dê disciplina’
Os imperfeitos precisam de disciplina desde a infância. “Quem refreia a sua vara odeia seu filho”, disse o rei de Israel, “mas aquele que o ama está à procura dele com disciplina”. — Provérbios 13:24.
A vara é símbolo de autoridade. Em Provérbios 13:24, ela se refere à autoridade dos pais. Nesse contexto, o uso da vara da disciplina não necessariamente significa dar palmadas na criança. Antes, representa os meios de correção, sejam eles quais forem. No caso de algumas crianças, repreender bondosamente talvez seja o suficiente para corrigir um comportamento impróprio. Já no caso de outras, talvez precise de uma repreensão mais severa. “Uma censura penetra mais em quem tem entendimento do que golpear cem vezes um estúpido”, diz Provérbios 17:10.
Ao disciplinar, os pais sempre devem fazer isso com amor e sabedoria para o benefício dos filhos. Pais amorosos não ignoram os erros dos filhos. Ao contrário, cuidam de que os erros sejam corrigidos antes de ficarem muito arraigados. Naturalmente, levam em conta a admoestação de Paulo: “Pais, não estejais irritando os vossos filhos, mas prossegui em criá-los na disciplina e na regulação mental de Jeová.” — Efésios 6:4.
O que acontece quando os pais são permissivos e não dão a necessária correção? Os filhos sentirão gratidão por tal permissividade? Dificilmente! (Provérbios 29:21) A Bíblia declara: “O rapaz deixado solto causará vergonha à sua mãe.” (Provérbios 29:15) Não exercer a autoridade parental seria mostrar indiferença ou falta de amor. No entanto, usar a autoridade de modo bondoso e firme indica preocupação amorosa.
g91 22/9 p. 7 Amor à primeira vista — e para sempre depois disso!
Michele concorda com Provérbios 13:24: “Quem refreia a sua vara odeia seu filho, mas aquele que o ama está à procura dele com disciplina.” O uso da vara, que representa a autoridade, poderá envolver uma surra, mas muitas vezes não envolve. Diferentes filhos, diferentes travessuras, exigem uma disciplina diferente. Uma repreensão bondosamente dada talvez baste; a teimosia talvez exija um remédio mais forte: “Uma censura penetra mais em quem tem entendimento do que golpear cem vezes um estúpido.” (Provérbios 17:10) Também é aplicável: “O servo [ou uma criança] não se deixará corrigir por meras palavras, pois ele compreende, mas não atende.” — Provérbios 29:19.
tp cap. 15 p. 173 par. 22 Por que importar-se com os outros?
Provérbios 13:24 diz: ‘O pai que ama seu filho está à procura dele com disciplina.’ Assim, o pai amoroso aplica a disciplina coerentemente. Explica as coisas a seus filhos com paciência, e leva em conta as limitações mentais, emocionais e físicas de cada um deles. (Efésios 6:4; Colossenses 3:21)
PROVÉRBIOS 13:25)
“O justo come, fartando a sua alma, mas o ventre dos iníquos ficará vazio.”
w04 15/7 p. 31 “Todo o argucioso agirá com conhecimento”
A pessoa prudente e reta que age com verdadeiro conhecimento será abençoada. Salomão nos assegurou: “O justo come, fartando a sua alma, mas o ventre dos iníquos ficará vazio.” (Provérbios 13:25) Jeová sabe o que é bom para nós em qualquer campo da vida — nos assuntos familiares, nos relacionamentos com outros, no nosso ministério ou quando somos disciplinados. E por aplicarmos sabiamente o conselho encontrado na sua Palavra, sem dúvida teremos o melhor modo de vida.
PROVÉRBIOS 14:1)
“A mulher realmente sábia edificou a sua casa, mas a tola a derruba com as suas próprias mãos.”
w11 15/5 p. 9 par. 11 Famílias cristãs — ‘fiquem despertas’
11 A esposa exemplar trabalha pelo bem de sua casa. (Leia Provérbios 14:1.) Em contraste com a mulher tola, que desrespeita a questão da chefia, a mulher sábia tem profundo respeito por essa provisão. Em vez de adotar a atitude desobediente e independente, típica do mundo, ela se sujeita ao seu marido. (Efé. 2:2) Uma esposa tola não hesita em falar mal do marido, mas a que é sábia faz o que pode para que os filhos e outros aumentem o respeito por ele. Uma esposa assim cuida para não enfraquecer a chefia do marido por resmungar ou discutir com ele. Há também a questão de ser econômica. A mulher tola talvez desperdice os recursos da família, adquiridos com muito esforço. A esposa apoiadora não age assim. Ela coopera com o marido em questões financeiras. Age com prudência e economia. Não pressiona o marido a trabalhar horas extras.
w04 15/11 p. 26 “A tenda dos retos florescerá”
Quando a sabedoria edifica um lar
Comentando a influência exercida pela esposa sobre o bem-estar da família, o Rei Salomão, do Israel antigo, disse: “A mulher realmente sábia edificou a sua casa, mas a tola a derruba com as suas próprias mãos.” (Provérbios 14:1) Como a mulher sábia edifica seu lar? Ela respeita o princípio da chefia estabelecido por Deus. (1 Coríntios 11:3) Não é influenciada pelo espírito de independência que permeia o mundo de Satanás. (Efésios 2:2) Ela se sujeita ao marido e fala bem dele, aumentando o respeito que outros têm por ele. A mulher sábia participa ativamente na educação dos filhos, incluindo o aspecto espiritual. Trabalha arduamente para tornar o lar um lugar agradável e confortável para a sua família. Ela é prudente e econômica, e contribui para a prosperidade e estabilidade da sua família.
A mulher tola não respeita o princípio da chefia estabelecido por Deus. Não hesita em falar mal do marido. Não é econômica, e esbanja os recursos da família ganhos com muito sacrifício. Desperdiça também o tempo, por isso seu lar não é asseado, e os filhos não são bem cuidados física e espiritualmente. De fato, a tola ‘derruba sua casa’.
w97 15/3 p. 14 par. 11 Incline seu coração ao discernimento
11 Sem dúvida, a sabedoria e o discernimento são vitais para a vida feliz em família. Por exemplo, Provérbios 14:1 diz: “A mulher realmente sábia edificou a sua casa, mas a tola a derruba com as suas próprias mãos.” A mulher casada, sábia e de discernimento, em devida sujeição ao marido, esforçar-se-á arduamente para o bem da família e assim ajudará a edificá-la. Uma coisa que ‘edificará a sua casa’ é ela sempre falar bem do marido e assim aumentar o respeito dos outros por ele. E a esposa capaz e de discernimento, que tiver temor reverente de Jeová, granjeará louvor para si. — Provérbios 12:4; 31:28, 30.
PROVÉRBIOS 14:2)
“Quem anda na sua retidão teme a Jeová, mas quem é sinuoso nos seus caminhos O despreza.”
w04 15/11 pp. 26-27 “A tenda dos retos florescerá”
Mas o que determina se alguém é sábio ou tolo? Provérbios 14:2 declara: “Quem anda na sua retidão teme a Jeová, mas quem é sinuoso nos seus caminhos O despreza.” Quem é reto teme o verdadeiro Deus, e “o temor de Jeová é o princípio da sabedoria”. (Salmo 111:10) A pessoa verdadeiramente sábia reconhece que tem a obrigação de ‘temer o verdadeiro Deus e guardar os seus mandamentos’. (Eclesiastes 12:13) Por outro lado, o tolo adota um proceder que não está em harmonia com as normas retas de Deus. Seu proceder é sinuoso ou ardiloso. Alguém assim despreza a Deus, dizendo no coração: “Não há Jeová.” — Salmo 14:1.
PROVÉRBIOS 14:3)
“A verga da altivez está na boca do tolo, mas os próprios lábios dos sábios os guardarão.”
w04 15/11 p. 27 “A tenda dos retos florescerá”
Quando os lábios são orientados pela sabedoria
Como é a conversa de alguém que teme a Jeová e a de quem O despreza? “A verga da altivez está na boca do tolo”, disse o rei, “mas os próprios lábios dos sábios os guardarão”. (Provérbios 14:3) Por não ter a sabedoria de cima, o tolo não é nem pacífico, nem razoável. A sabedoria que guia seus passos é terrena, animalesca e demoníaca. Suas palavras provocam contendas, são arrogantes e altivas, criando dificuldades para si mesmo e para outros. — Tiago 3:13-18.
Por sua vez, os lábios do sábio o resguardam e o protegem, aumentando seu senso de bem-estar. De que modo? As Escrituras declaram: “Existe aquele que fala irrefletidamente como que com as estocadas duma espada, mas a língua dos sábios é uma cura.” (Provérbios 12:18) A pessoa sábia não fala precipitada nem sarcasticamente. Ela medita no coração a fim de responder. (Provérbios 15:28) Sua conversa sensata é como uma cura — reanima as almas deprimidas e revigora os oprimidos. Em vez de irritar outros, seus lábios promovem a paz e a calma.
PROVÉRBIOS 14:4)
“Onde não há reses, a manjedoura está limpa, mas a safra é abundante por causa do poder do touro.”
w04 15/11 p. 27 “A tenda dos retos florescerá”
Quando a sabedoria guia as atividades humanas
Salomão apresentou a seguir um provérbio interessante, que parece tratar da necessidade de se avaliar as vantagens e as desvantagens de empreender certa tarefa. Ele disse: “Onde não há reses, a manjedoura está limpa, mas a safra é abundante por causa do poder do touro.” — Provérbios 14:4.
Comentando o sentido desse provérbio, uma obra de referência diz: “Uma manjedoura [cocho] vazia indica que não há gado para ser alimentado, e por isso se está livre do trabalho de limpá-la e de cuidar dos animais, e conseqüentemente há menos despesas. Mas essa ‘vantagem’ é contrabalançada no versículo 4: sem o gado [para ajudar na lavoura], subentende-se que a colheita não será grande.” O fazendeiro tem de fazer uma escolha sábia.
Não se aplicaria o princípio desse provérbio também quando pensamos em mudar de emprego, em comprar certo tipo de casa ou carro, ter um animal de estimação e coisas assim? O sábio consideraria as vantagens e as desvantagens, e calcularia se o esforço e a despesa valem ou não a pena.
PROVÉRBIOS 14:5)
“Testemunha fiel é quem não mente, mas a testemunha falsa profere apenas mentiras.”
w04 15/11 pp. 27-28 “A tenda dos retos florescerá”
Quando uma testemunha é sábia
“Testemunha fiel é quem não mente”, prosseguiu Salomão, “mas a testemunha falsa profere apenas mentiras”. (Provérbios 14:5) As mentiras de uma testemunha falsa certamente podem causar muito dano. Nabote, o jezreelita, foi apedrejado até morrer porque dois homens imprestáveis deram um testemunho falso contra ele. (1 Reis 21:7-13) Não foram testemunhas falsas que causaram a morte de Jesus? (Mateus 26:59-61) Testemunhas falsas também testificaram contra Estêvão — o primeiro discípulo de Jesus a ser morto por causa da sua fé. — Atos 6:10, 11.
Um homem mentiroso pode não ser exposto de imediato, mas considere o futuro que ele terá. Jeová odeia “a testemunha falsa que profere mentiras”, declara a Bíblia. (Provérbios 6:16-19) A recompensa de tal homem será no lago que queima com fogo e enxofre — a segunda morte — junto com outros transgressores tais como assassinos, fornicadores e idólatras. — Revelação (Apocalipse) 21:8.
A testemunha fiel não comete perjúrio. Seu testemunho não é manchado por mentiras. No entanto, isso não significa que ela tem a obrigação de dar informação completa aos que talvez queiram de algum modo causar dano aos do povo de Jeová. Os patriarcas Abraão e Isaque omitiram alguns fatos para os que não adoravam a Jeová. (Gênesis 12:10-19; 20:1-18; 26:1-10) Raabe, de Jericó, não deu aos homens do rei o paradeiro exato dos espiões. ( Josué 2:1-7) O próprio Jesus Cristo refreou-se de divulgar toda uma informação quando isso poderia ter causado danos desnecessários. ( João 7:1-10) Ele disse: “Não deis aos cães o que é santo, nem lanceis as vossas pérolas diante dos porcos.” Por que não? Para que ‘nunca voltem-se e vos dilacerem’. — Mateus 7:6.
PROVÉRBIOS 14:6)
“O zombador procurou achar sabedoria, e não há nenhuma; mas, para o entendido o conhecimento é coisa fácil.”
w04 15/11 pp. 28-29 “A tenda dos retos florescerá”
Quando “o conhecimento é coisa fácil”
Será que a sabedoria é algo que todos possuem? Provérbios 14:6 declara: “O zombador procurou achar sabedoria, e não há nenhuma; mas, para o entendido o conhecimento é coisa fácil.” O ridicularizador, ou zombador, pode estar procurando a verdadeira sabedoria, mas ela lhe escapa. Visto que ele arrogantemente zomba das coisas de Deus, deixa de obter o pré-requisito básico para ter sabedoria — o conhecimento exato a respeito do verdadeiro Deus. O orgulho e a arrogância não o deixam aprender sobre Deus e obter sabedoria. (Provérbios 11:2) Então, para que se incomodar procurando ter sabedoria? O provérbio não diz, mas ele talvez faça isso para que outros pensem que ele é sábio.
“O conhecimento é fácil” para quem tem entendimento. E o entendimento é definido como “faculdade de compreender”, “capacidade de reconhecer a relação geral entre coisas específicas”. É a habilidade de ver como as partes ou os aspectos de determinada coisa se relacionam entre si, de ver o assunto como um todo e não apenas fatos isolados. Esse provérbio quer dizer que o conhecimento é facilmente adquirido por alguém que tem essa habilidade.
Considere a sua própria experiência em obter conhecimento das verdades bíblicas. Quando você começou a estudar a Bíblia, é bem provável que os ensinos básicos a respeito de Deus, de suas promessas e de seu Filho estivessem entre as primeiras verdades que aprendeu. Por algum tempo, essas verdades permaneceram como informações isoladas. No entanto, ao passo que continuou a estudar, essas informações começaram a se encaixar, e você conseguiu ver claramente como elas se enquadravam no propósito geral de Jeová para com os humanos e a Terra. A lógica e a harmonia da verdade bíblica tornaram-se evidentes. E então ficou fácil aprender novas informações e lembrar delas porque você consegue ver onde elas se encaixam no quadro geral.
it-1 p. 545 Conhecimento
Visto que alguém com entendimento é capaz de relacionar novas informações com o que já sabe, pode-se dizer que “para o entendido o conhecimento é coisa fácil”. (Pr 14:6) O conhecimento e o entendimento se aliam, e ambos devem ser buscados. — Pr 2:5; 18:15.
PROVÉRBIOS 14:7)
“Vai-te embora de diante do homem estúpido, pois certamente não notarás lábios de conhecimento.”
w04 15/11 p. 29 “A tenda dos retos florescerá”
O sábio rei avisa a respeito de uma fonte que não provê conhecimento. “Vai-te embora de diante do homem estúpido”, diz ele, “pois certamente não notarás lábios de conhecimento”. (Provérbios 14:7) O estúpido não possui o conhecimento verdadeiro, portanto seus lábios não têm como proferi-lo. O conselho é fugir de tal homem, e é sábio ficar longe dele, porque ‘aquele que tem trato com os estúpidos irá mal’. — Provérbios 13:20.
PROVÉRBIOS 14:8)
“A sabedoria do argucioso é entender seu caminho, mas a tolice dos estúpidos é a fraude.”
w04 15/11 p. 29 “A tenda dos retos florescerá”
“A sabedoria do argucioso é entender seu caminho”, continuou Salomão, “mas a tolice dos estúpidos é a fraude”. (Provérbios 14:8) Quem é sábio pensa antes de agir. Considera as diversas opções e reflete nas possíveis conseqüências. Daí faz a melhor escolha. Que dizer do estúpido? Ele escolhe o proceder tolo, achando que sabe o que está fazendo. Sua tolice o engana.
PROVÉRBIOS 14:9)
“Tolos são os que caçoam da culpa, mas há acordo entre os retos.”
w04 15/11 p. 29 “A tenda dos retos florescerá”
Quando relacionamentos são guiados pela sabedoria
Quem se deixa guiar pela sabedoria tem relacionamentos pacíficos. “Tolos são os que caçoam da culpa”, observou o rei de Israel, “mas há acordo entre os retos”. (Provérbios 14:9) O tolo não leva a sério sentimentos de culpa ou de remorso. Tem problemas de relacionamento porque é “arrogante demais para se corrigir” e não está disposto a se empenhar pela paz. (The New English Bible) Quem é reto faz concessões e tolera as falhas de outros. Quando erra está disposto a pedir desculpas e a corrigir as coisas. Por se empenhar pela paz, tem relacionamentos felizes e estáveis. — Hebreus 12:14.
PROVÉRBIOS 14:10)
“O coração se apercebe da amargura da alma, e nenhum estranho se meterá na sua alegria.”
w06 15/9 p. 19 Destaques do livro de Provérbios
14:10. Visto que os nossos sentimentos mais íntimos nem sempre podem ser expressos com precisão ou ser entendidos pelos observadores, o consolo emocional que os outros podem nos oferecer tem limitações. Assim, talvez tenhamos de depender inteiramente de Jeová ao suportar certas dificuldades.
w04 15/11 p. 29 “A tenda dos retos florescerá”
A seguir Salomão indicou um fator que restringe os relacionamentos humanos. Ele disse: “O coração se apercebe da amargura da alma, e nenhum estranho se meterá na sua alegria.” (Provérbios 14:10) Será que sempre conseguimos expressar nossas emoções mais íntimas a outros — quer tristeza quer alegria — e dizer-lhes exatamente o que sentimos? Será que uma pessoa sempre consegue entender plenamente o que outra sente? A resposta às duas perguntas é não.
Por exemplo, considere aqueles que têm idéias suicidas. Essas pessoas na maioria das vezes não conseguem transmitir seus sentimentos a alguém da família ou a um amigo. Por sua vez, a família e os amigos nem sempre percebem os sinais de que a pessoa tem idéias suicidas. Não precisamos sentir-nos culpados por isso e por não termos dado ajuda. Esse provérbio também nos ensina que, embora a empatia de um amigo dê consolo e apoio emocional, os humanos também têm limites quanto a isso. Em alguns casos, talvez só possamos contar com o apoio de Jeová para nos ajudar a suportar certas dificuldades.
PROVÉRBIOS 14:11)
“A casa dos iníquos será aniquilada, mas a tenda dos retos florescerá.”
w04 15/11 p. 29 “A tenda dos retos florescerá”
“Na sua casa há coisas valiosas e riquezas”
“A casa dos iníquos será aniquilada”, declarou o rei de Israel, “mas a tenda dos retos florescerá”. (Provérbios 14:11) O iníquo talvez prospere neste sistema, e talvez viva numa bela casa. Mas de que benefício isso será para ele quando deixar de existir? (Salmo 37:10) Por outro lado, a casa do reto talvez seja bem humilde. Mas ‘nela há coisas valiosas e riquezas’, diz o Salmo 112:3. Quais são elas?
Quando nossas palavras e ações são guiadas pela sabedoria, temos “riquezas e glória” que acompanham a sabedoria. (Provérbios 8:18) Elas incluem um relacionamento pacífico com Deus e com o próximo, uma sensação de bem-estar e certa medida de estabilidade. De fato, “a tenda dos retos” pode florescer mesmo agora.
PROVÉRBIOS 14:12)
“Há um caminho que é reto diante do homem, mas o fim posterior dele são os caminhos da morte.”
w05 15/7 p. 17 “O argucioso considera os seus passos”
Escolha sabiamente seu proceder
Para tomar decisões sábias e ter êxito na vida certamente é preciso saber distinguir o certo do errado. Mas a Bíblia alerta: “Há um caminho que é reto diante do homem, mas o fim posterior dele são os caminhos da morte.” (Provérbios 14:12) Assim, temos de aprender a diferenciar o que é realmente correto daquilo que parece ser correto. A expressão “os caminhos da morte” indica que tais veredas enganosas são muitas. Considere algumas áreas em que devemos estar alertas e certos caminhos que temos de evitar.
Em geral, os ricos e famosos do mundo são encarados como pessoas respeitáveis, dignas de admiração. O êxito social e financeiro deles pode dar a impressão de que seu modo de agir é correto. Mas que dizer dos meios que muitos deles usam para ganhar dinheiro ou fama? Será que suas ações são sempre corretas e morais? Há também pessoas que mostram zelo admirável por suas crenças religiosas. Mas será que a sinceridade delas prova realmente que suas crenças são verdadeiras? — Romanos 10:2, 3.
Além disso, certo proceder pode parecer correto porque a pessoa talvez esteja enganando a si mesma. Basear nossas decisões naquilo que pessoalmente achamos ser correto significa confiar no nosso coração, um guia traiçoeiro. (Jeremias 17:9) Uma consciência mal esclarecida e mal treinada pode nos levar a pensar que o errado seja o certo. O que então nos ajudará a escolher o proceder certo?
Para desenvolver “faculdades perceptivas treinadas para distinguir tanto o certo como o errado” é preciso estudar diligentemente as verdades mais profundas da Palavra de Deus. E é preciso exercitar essas faculdades “pelo uso”, ou seja, por colocar em prática princípios bíblicos. (Hebreus 5:14) Temos de cuidar para que um proceder que simplesmente pareça ser correto não nos desvie da ‘estrada apertada que conduz à vida’. — Mateus 7:13, 14.
PROVÉRBIOS 14:13)
“Mesmo no riso o coração talvez sinta dor; e é em pesar que acaba a alegria.”
w05 15/7 pp. 17-18 “O argucioso considera os seus passos”
Quando “o coração talvez sinta dor”
Podemos ser felizes se não temos paz interior? Será que o riso e a diversão aliviam uma dor profunda? É sábio afogar sentimentos de depressão no álcool, abusar de drogas ou tentar eliminar tais sentimentos adotando um estilo de vida promíscuo? A resposta é não. “Mesmo no riso o coração talvez sinta dor”, diz o rei sábio. — Provérbios 14:13a.
O riso pode mascarar a dor, mas não a elimina. “Para tudo há um tempo determinado”, diz a Bíblia. De fato, há “tempo para chorar e tempo para rir; tempo para lamentar e tempo para saltitar”. (Eclesiastes 3:1, 4) Se a depressão persiste, temos de tomar medidas para vencê-la, buscando “orientação perita”, se necessário. (Provérbios 24:6) O riso e a diversão são de alguma ajuda, mas seu valor relativo é pequeno. Alertando contra as formas impróprias de diversão e o excesso nesse campo, Salomão diz: “É em pesar que acaba a alegria.” — Provérbios 14:13b.
it-1 p. 725 Divertimentos
Mostrando o valor relativamente pequeno do divertimento, Provérbios 14:13 diz: “Mesmo no riso [bi•sehhóhq] o coração talvez sinta dor; e é em pesar que acaba a alegria.” (Veja Ec 2:2; 7:2, 3, 6.)
PROVÉRBIOS 14:14)
“O renegado no coração estará satisfeito com os resultados dos seus próprios caminhos, mas o homem bom, com os resultados das suas ações.”
w05 15/7 p. 18 “O argucioso considera os seus passos”
A pessoa infiel e a pessoa boa — o que as satisfaz?
“O renegado no coração estará satisfeito com os resultados dos seus próprios caminhos”, continua o rei de Israel, “mas o homem bom, com os resultados das suas ações”. (Provérbios 14:14) De que modo uma pessoa renegada, ou infiel, e uma pessoa boa se satisfazem com os resultados de suas ações?
O infiel não se preocupa em prestar contas a Deus. Para ele, fazer o que é correto aos olhos de Jeová não é importante. (1 Pedro 4:3-5) Tal pessoa se satisfaz com os resultados de seu estilo de vida materialista. (Salmo 144:11-15a) A pessoa boa, por outro lado, se interessa por assuntos espirituais. Em tudo o que faz ela segue as normas justas de Deus. Fica satisfeita com os resultados porque Jeová é seu Deus e ela sente alegria incomparável em servir ao Altíssimo. — Salmo 144:15b.
PROVÉRBIOS 14:15)
“Qualquer inexperiente põe fé em cada palavra, mas o argucioso considera os seus passos.”
w05 15/7 pp. 18-19 “O argucioso considera os seus passos”
Não ‘ponha fé em cada palavra’
Contrastando os caminhos dos inexperientes com os dos prudentes, Salomão diz: “Qualquer inexperiente põe fé em cada palavra, mas o argucioso considera os seus passos.” (Provérbios 14:15) O argucioso não é ingênuo. Em vez de acreditar em tudo o que ouve, ou guiar-se sempre pelas opiniões dos outros, ele analisa sabiamente os seus passos. Reúne todos os fatos disponíveis e age com conhecimento de causa.
Considere, por exemplo, a pergunta: “Deus existe?” O inexperiente tende a aceitar o que é popular, ou o que certas pessoas importantes acreditam. Mas o argucioso tira tempo para examinar os fatos. Ele reflete sobre textos como Romanos 1:20 e Hebreus 3:4. Em assuntos espirituais, a pessoa prudente não aceita simplesmente o que dizem os líderes religiosos. Ela ‘prova as expressões inspiradas para ver se se originam de Deus’. — 1 João 4:1.
Como é sábio acatar o conselho de ‘não pôr fé em cada palavra’! Em especial aqueles que têm o dever de aconselhar outros na congregação cristã precisam levar isso em conta. O conselheiro precisa ter um quadro completo da situação. Deve ouvir cabalmente e reunir os fatos de todos os lados para que seus conselhos não sejam infundados ou unilaterais. — Provérbios 18:13; 29:20.
g96 8/2 p. 6 Confiar ou não confiar?
Considere bem os seus passos
O que se pode fazer? A Bíblia dá bons conselhos a respeito. “Qualquer inexperiente põe fé em cada palavra”, diz Provérbios 14:15. Não se trata de cepticismo destrutivo. É um lembrete realístico da necessidade de cautela. Apenas uma pessoa muito ingênua e inexperiente acredita cegamente em toda palavra que ouve. Com boa razão, o provérbio bíblico continua: “Mas o argucioso considera os seus passos.” O dramaturgo inglês William Shakespeare escreveu: “Não confie em pranchas podres.” Alguém que suspeitar que as pranchas duma ponte sobre um abismo estejam podres, será muito tolo se pisar nelas. Como, então, pode você ‘considerar os seus passos’ para não depositar mal a sua confiança?
A Bíblia incentiva-nos a pôr à prova o que as pessoas dizem, em vez de apenas aceitar cegamente tudo o que ouvimos. O “ouvido prova as palavras, assim como o paladar saboreia quando se come”, diz ela. (Jó 34:3) Não é verdade isso? Em geral, não provamos os alimentos antes de comê-los? Deveríamos também provar as palavras e as ações das pessoas antes de aceitá-las. Quem for sincero não se ofenderá se checarmos as suas credenciais. Que devemos checar a genuinidade das coisas é apoiado pelo provérbio escocês: “Se alguém me engana uma vez, a vergonha é dele; se me engana duas vezes, a vergonha é minha.”
g94 8/12 pp. 15-17 Devo entrar na onda dos modismos?
Considere seus passos
A Bíblia não desaprova categoricamente os modismos em si. Algumas atividades populares talvez sejam apropriadas apesar de seu caráter de modismo. Houve quem considerasse o jogging, por exemplo, como modismo, quando ganhou popularidade há alguns anos. Mas quem pode negar os benefícios da prática saudável e moderada de exercícios? — Note 1 Timóteo 4:8.
No entanto, alguns modismos vão do que é absurdo ao que é inequivocamente perigoso. Por isso é apropriada a advertência de um antigo provérbio: “Qualquer inexperiente põe fé em cada palavra, mas o argucioso considera os seus passos.” (Provérbios 14:15) A pessoa arguciosa é sensata, tem discernimento. Não adere cegamente a novas tendências só porque são populares. A sensatez a faz pesar as conseqüências de suas ações.
O custo pode ser um fator a considerar. Certa revista canadense fala sobre uma adolescente que trabalha num restaurante de fast-food. Mais da metade do que ela ganha trabalhando duro é gasto para se manter em dia com as roupas da última moda. “O dinheiro é para proteção”, diz a Bíblia, quer dizer, é um recurso necessário e útil. (Eclesiastes 7:12) Será que você pode dar-se ao luxo de esbanjá-lo em coisas que, como diz uma escritora, são “criadas para cair em desuso em uma ou duas estações”?
O perigo de danos físicos pode ser outro fator a ponderar. Até pouco tempo atrás o break era um estilo popular de dança. Mas causava sérios problemas de coluna a muita gente. E agora? Um artigo na revista Rolling Stone fala sobre as loucuras que acontecem em casas noturnas e concertos de rock, “danças” que não passam de violência ao ritmo de música: stage-dive (atirar-se do palco nos braços dos fãs que gritam freneticamente), slam (“dança” punk em que os participantes se chocam, se esbarram e se agridem) e mosh (semelhante à slam, mas com a pista de dança superlotada). “Isso já foi longe demais. Longe mesmo”, queixa-se uma jovem. Ela diz que as pessoas dançam mosh fora de si, que “dominam a pista de dança e mandam ver, rodopiando sem parar, em alta velocidade, e não estão nem aí se atropelam quem quer que tenha o azar de estar perto”. Esse comportamento talvez impressione seus colegas. Mas será que estar nesses lugares ou fazer essas coisas conquista o favor de Deus, que manda que os cristãos ‘repudiem a impiedade e os desejos mundanos, e vivam com bom juízo’? — Tito 2:12.
E os perigos que o body piercing (perfurar partes do corpo para pendurar acessórios) e as tatuagens — que também vêm ganhando popularidade entre os jovens — representam para a saúde? Os médicos dizem que o processo de fazer tatuagens pode acarretar riscos para a saúde, como hepatite e talvez AIDS, quando não se tomam medidas sanitárias. E há a possibilidade de a pessoa ficar decorada permanentemente por ainda muito tempo depois de o modismo ter passado. É verdade que certas tatuagens podem ser removidas com raio laser, mas esse tratamento requer várias sessões doídas, cada uma ao custo de centenas de dólares.
O pior de tudo são os possíveis danos espirituais de se aderir a certos modismos. Muitos modismos centralizam-se em celebridades — atores, atletas, músicos e outras pessoas famosas. Passa a ser “o máximo” vestir-se e agir como quem quer que esteja fazendo sucesso no momento. Mas como Jeová Deus encara esse culto de heróis? Como uma forma de idolatria. Por isso, a Bíblia acautela: “Fugi da idolatria.” (1 Coríntios 10:14) Muitas celebridades não têm nenhuma consideração pelas normas de moral da Bíblia. (1 Coríntios 6:9-11) Já que é assim, será que Deus se agradaria se você agisse ou se vestisse de maneira tal que fosse, na prática, uma homenagem a essas pessoas?
PROVÉRBIOS 14:16)
“O sábio teme e se desvia do mal, mas o estúpido fica furioso e confiante em si próprio.”
w05 15/7 p. 19 “O argucioso considera os seus passos”
A pessoa sábia teme as conseqüências do proceder errado. Por isso, é cautelosa e agradece qualquer conselho que a ajude a evitar o mal. O estúpido não tem tal temor. Por ser autoconfiante, despreza com arrogância os conselhos de outros.
w05 15/7 p. 19 “O argucioso considera os seus passos”
Provérbios 14:16,
w05 15/7 p. 19 “O argucioso considera os seus passos”
Indicando ainda outra diferença entre o sábio e o tolo, o rei de Israel diz: “O sábio teme e se desvia do mal, mas o estúpido fica furioso e confiante em si próprio.
PROVÉRBIOS 14:17)
“Quem prontamente se irar cometerá tolice, mas o homem de raciocínios é odiado.”
w06 15/9 p. 18 Destaques do livro de Provérbios
14:17 — Em que sentido “o homem de raciocínios é odiado”? A expressão hebraica traduzida “raciocínios” pode significar tanto discernimento como modo de pensar perverso. A pessoa de raciocínios perversos é, evidentemente, odiada. Como também o é a pessoa de discernimento que, usando seu raciocínio, decide ‘não fazer parte do mundo’. — João 15:19.
w05 15/7 p. 19 “O argucioso considera os seus passos”
Quem prontamente se irar cometerá tolice, mas o homem de raciocínios é odiado.” — Provérbios 14:16, 17.
w05 15/7 p. 19 “O argucioso considera os seus passos”
É irascível e age tolamente. Mas por que um “homem de raciocínios” se torna alvo de hostilidade?
Na língua original, a expressão traduzida “raciocínios” tem dois significados. Em sentido positivo, pode denotar discernimento ou inteligência. (Provérbios 1:4; 2:11; 3:21) Ou, em sentido negativo, pode referir-se a idéias perversas ou pensamentos maldosos. — Salmo 37:7; Provérbios 12:2; 24:8.
Se a expressão “o homem de raciocínios” se refere a um maquinador maldoso, não é difícil entender por que é odiado. Mas não é verdade também que uma pessoa de discernimento pode ser odiada por aqueles que não têm essa qualidade? Por exemplo, aqueles que usam suas faculdades mentais e decidem ‘não fazer parte do mundo’ são odiados pelo mundo. (João 15:19) Jovens cristãos que, usando seu raciocínio resistem à nociva pressão de colegas para evitar o mau comportamento, são ridicularizados. Na verdade, o mundo, que jaz no poder de Satanás, o Diabo, odeia os adoradores verdadeiros. — 1 João 5:19.
PROVÉRBIOS 14:18)
“Os inexperientes certamente tomarão posse da tolice, mas os arguciosos usarão o conhecimento como um toucado.”
w05 15/7 p. 19 “O argucioso considera os seus passos”
A pessoa prudente, ou arguciosa, difere da inexperiente de ainda outra maneira. “Os inexperientes certamente tomarão posse da tolice, mas os arguciosos usarão o conhecimento como um toucado.” (Provérbios 14:18) Por falta de discernimento, os inexperientes escolhem o que é tolo. Isso se torna a sorte deles na vida. Por outro lado, o conhecimento adorna o argucioso assim como uma coroa honra um rei.
PROVÉRBIOS 14:19)
“Os maus terão de encurvar-se diante dos bons, e os iníquos junto aos portões do justo.”
w05 15/7 pp. 19-20 “O argucioso considera os seus passos”
“Os maus terão de encurvar-se diante dos bons”, diz o rei sábio, “e os iníquos junto aos portões do justo”. (Provérbios 14:19) Em outras palavras, os bons por fim vencerão os maus. Veja como exemplo o aumento numérico e o modo de vida superior do povo de Deus atualmente. Ver tais bênçãos serem derramadas sobre os servos de Jeová obriga alguns opositores a “encurvar-se” diante da simbólica mulher celestial de Jeová, representada na Terra pelo restante ungido pelo espírito. O mais tardar no Armagedom, esses opositores serão forçados a reconhecer que a parte terrestre da organização de Deus realmente representa a parte celestial. — Isaías 60:1, 14; Gálatas 6:16; Revelação (Apocalipse) 16:14, 16.
PROVÉRBIOS 14:20)
“Aquele que é de poucos meios é objeto de ódio mesmo para o seu próximo, porém, muitos são os amigos do rico.”
g 11/12 p. 24 Por que evitar a ostentação?
“O rico tem muitos amigos”
Quando alguém rico ou que finge ser rico ostenta seus bens, que tipo de amigos ele talvez atraia? A Bíblia nos dá uma dica neste sábio provérbio sobre a natureza humana: “O pobre é desprezado até pelo seu vizinho, mas o rico tem muitos amigos.” — Provérbios 14:20, Bíblia na Linguagem de Hoje.
Isso dá a entender que os “muitos amigos” do rico na verdade não são amigos da pessoa em si, mas das riquezas dela. A suposta amizade e os falsos elogios deles são motivados por puro interesse. A Bíblia chama esse tipo de conversa de “fingimento para cobiça”, ou ganância. — 1 Tessalonicenses 2:5.
w05 15/7 p. 20 “O argucioso considera os seus passos”
Num comentário sobre a natureza humana, Salomão diz: “Aquele que é de poucos meios é objeto de ódio mesmo para o seu próximo, porém, muitos são os amigos do rico.” (Provérbios 14:20) Essa é uma grande verdade no caso de humanos imperfeitos. Tendo inclinações egoístas, eles tendem a favorecer os ricos em detrimento dos pobres. Embora os amigos do rico sejam muitos, tais amizades em geral só duram enquanto durar a riqueza do rico. Sendo assim, não devemos evitar fazer amigos por meio do dinheiro ou de bajulação?
PROVÉRBIOS 14:21)
“Quem despreza ao seu próprio próximo está pecando, mas feliz é aquele que mostra favor aos atribulados.”
w05 15/7 p. 20 “O argucioso considera os seus passos”
Que dizer se um auto-exame sincero revelar que procuramos agradar os ricos, mas desprezamos os que têm poucos recursos? É preciso entender que a Bíblia condena esse favoritismo. Ela diz: “Quem despreza ao seu próprio próximo está pecando, mas feliz é aquele que mostra favor aos atribulados.” — Provérbios 14:21.
Devemos mostrar consideração pelos que enfrentam circunstâncias difíceis. (Tiago 1:27) Como fazer isso? Por prover “os meios deste mundo para sustentar a vida”, que pode incluir dinheiro, alimentos, abrigo, roupa e interesse pessoal. (1 João 3:17) Quem mostra favor a pessoas aflitas é feliz, pois ‘há mais felicidade em dar do que em receber’. — Atos 20:35.
PROVÉRBIOS 14:22)
“Não andarão vagueando os que projetam maldade? Mas há benevolência e veracidade com respeito aos que projetam o bem.”
w05 15/7 p. 20 “O argucioso considera os seus passos”
O resultado das ações de cada um
O princípio de que ‘aquilo que o homem semear, isso também ceifará’ se aplica tanto ao argucioso como ao tolo. (Gálatas 6:7) O argucioso faz o que é bom; o tolo ‘projeta maldade’. “Não andarão vagueando os que projetam maldade?”, pergunta o rei sábio. A resposta é sim; eles “se extraviam”. (Bíblia Vozes) “Mas há benevolência e veracidade com respeito aos que projetam o bem.” (Provérbios 14:22) Quem pratica o bem ganha a boa vontade de outros e a benevolência de Deus.
PROVÉRBIOS 14:23)
“Por todo tipo de labor vem a haver alguma vantagem, porém, a mera palavra da boca [tende a produzir] carência.”
w05 15/7 p. 20 “O argucioso considera os seus passos”
Associando o sucesso com o trabalho árduo e o fracasso com muitas palavras e poucas ações, Salomão diz: “Por todo tipo de labor vem a haver alguma vantagem, porém, a mera palavra da boca tende a produzir carência.” (Provérbios 14:23) Esse princípio com certeza se aplica aos nossos esforços em assuntos espirituais. Quando trabalhamos arduamente no ministério cristão, colhemos as recompensas de apresentar a muitos a verdade vitalizadora da Palavra de Deus. Cumprir fielmente qualquer designação teocrática resulta em alegria e satisfação.
w97 15/9 p. 22 Como manter a alegria no serviço de tempo integral
Provérbios 14:23 nos diz que “por todo tipo de labor vem a haver alguma vantagem”. Não importa que designação tenhamos recebido, cumpri-la fielmente contribui para a realização da obra do Reino. E esta obra dada por Deus pode proporcionar muita satisfação — mesmo alegria. — Note 1 Coríntios 12:18, 27, 28.
PROVÉRBIOS 14:24)
“A coroa dos sábios são as suas riquezas; a tolice dos estúpidos é tolice.”
w05 15/7 p. 20 “O argucioso considera os seus passos”
“A coroa dos sábios são as suas riquezas; a tolice dos estúpidos é tolice”, diz Provérbios 14:24. Isso talvez signifique que, para os sábios, a sabedoria que eles se empenham em adquirir vale como riquezas, que os coroam, ou adornam. Os estúpidos, por sua vez, ganham apenas tolice. Segundo certa obra de referência, esse provérbio pode também significar que ‘a riqueza é um ornamento para os que fazem bom uso dela, ao passo que a única posse dos tolos é sua tolice’. Seja como for, os sábios são mais bem-sucedidos do que os tolos.
PROVÉRBIOS 14:25)
“A testemunha verdadeira livra almas, mas a enganosa profere apenas mentiras.”
w05 15/7 p. 20 “O argucioso considera os seus passos”
“A testemunha verdadeira livra almas”, diz o rei de Israel, “mas a enganosa profere apenas mentiras”. (Provérbios 14:25) Embora isso certamente seja verdade num tribunal, considere o que pode significar no nosso ministério. A obra de pregar o Reino e fazer discípulos envolve dar testemunho da verdade da Palavra de Deus. Esse testemunho liberta pessoas sinceras da religião falsa e salva vidas. Por prestarmos constante atenção a nós mesmos e ao nosso ensino, salvaremos tanto a nós mesmos como aos que nos escutam. (1 Timóteo 4:16) Ao continuarmos a fazer isso, estejamos alertas para mostrar argúcia em todos os aspectos da vida.
PROVÉRBIOS 14:26)
“No temor de Jeová há forte confiança, e para os seus filhos virá a haver um refúgio.”
w05 15/9 p. 13 “O temor de Jeová — isso é sabedoria”
Uma fonte de “forte confiança”
“No temor de Jeová há forte confiança”, declarou Salomão, e concluiu: “E para os seus filhos virá a haver um refúgio.” (Provérbios 14:26) A fonte de confiança da pessoa temente a Deus é o próprio Deus todo-poderoso e leal, Jeová. Não é de admirar que ela enfrente o futuro com total confiança! Sua perspectiva de futuro é longa e feliz.
Mas que dizer do futuro daqueles que confiam no mundo — nos seus planos, organizações, ideologias e bens? Qualquer futuro que esperem usufruir será curto, pois a Bíblia diz: “O mundo está passando, e assim também o seu desejo, mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre.” (1 João 2:17) Então, será que faz sentido ‘amar o mundo e as coisas no mundo’? — 1 João 2:15.
O que os pais tementes a Deus podem fazer para assegurar que “virá a haver um refúgio” para seus filhos? “Vinde, ó filhos, escutai-me”, cantou o salmista, “o temor de Jeová é o que vos ensinarei”. (Salmo 34:11) Filhos que, por meio de exemplo e instrução dos pais, aprendem a temer a Deus, têm mais probabilidade de se tornarem adultos que depositarão plena confiança em Jeová. — Provérbios 22:6.
PROVÉRBIOS 14:27)
“O temor de Jeová é fonte de vida para se desviar dos laços da morte.”
w05 15/9 p. 13 “O temor de Jeová — isso é sabedoria”
“O temor de Jeová é fonte de vida para se desviar dos laços da morte”, continuou Salomão. (Provérbios 14:27) O temor de Jeová é “fonte de vida” porque o Deus verdadeiro é “a fonte de água viva”. (Jeremias 2:13) Assimilar conhecimento de Jeová e de Jesus Cristo pode significar vida eterna para nós. (João 17:3) O temor a Deus pode também nos “desviar dos laços da morte”. Como assim? Provérbios 13:14 diz: “A lei do sábio é fonte de vida, para desviar dos laços da morte.” Não é verdade que temer a Jeová, acatar as suas leis e nos deixar guiar pela sua Palavra nos protege contra práticas e emoções prejudiciais que podem causar uma morte prematura?
PROVÉRBIOS 14:28)
“Na multidão do povo está o adorno do rei, mas na falta de população está a ruína do dignitário.”
w05 15/9 p. 14 “O temor de Jeová — isso é sabedoria”
“O adorno do rei”
Durante a maior parte de seu reinado, Salomão temeu e obedeceu a Jeová. Isso contribuiu para um governo bem-sucedido. Mas como se determina a qualidade do governo de um rei? Provérbios 14:28 responde: “Na multidão do povo está o adorno do rei, mas na falta de população está a ruína do dignitário.” O sucesso de um rei é medido pelo bem-estar dos súditos. Quando multidões desejam permanecer sob seu domínio, isso indica que ele é um bom governante. Salomão tinha ‘súditos do mar Mediterrâneo ao mar Vermelho, e desde o rio Eufrates até os confins da terra’. (Salmo 72:6-8) Seu governo foi marcado por paz e prosperidade sem precedentes. (1 Reis 4:24, 25) O reinado de Salomão foi um sucesso. Por outro lado, quando a população desaprova o governante, é um prenúncio de desgraça para ele.
Nesse aspecto, o que dizer da glória do Salomão Maior e Rei messiânico, Jesus Cristo? Pense nos súditos que ele já tem nos dias atuais. De um canto a outro da Terra, mais de seis milhões de homens e mulheres tementes a Deus já escolheram viver sob o domínio de Cristo. Eles exercem fé nele e estão unidos na adoração verdadeira do Deus vivo. (João 14:1) No fim do Reinado Milenar, todos os que estiveram na memória de Deus terão sido ressuscitados. A Terra, então um paraíso, estará cheia de pessoas felizes e justas que terão demonstrado apreço pelo seu Rei. Que enorme confirmação isso será do sucesso do governo de Cristo! Apeguemo-nos, portanto, à nossa maravilhosa esperança do Reino.
it-1 p. 56 Adorno
Os Provérbios mostram que, se grande número de pessoas escolhem viver sob o governo dum rei e se deleitam com este governo, isso é certa medida do êxito do rei. É um adorno para ele, recomendando-o e aumentando seu brilho como regente. (Pr 14:28) Jeová é tal governante por meio de seu Reino Messiânico. — Sal 22:27-31; Fil 2:10, 11.
ws cap. 8 pp. 71-72 pars. 15-16 Participação na “alegria” do “Príncipe da Paz”
15 O sábio Rei Salomão, do antigo Israel, escreveu: “Na multidão do povo está o adorno do rei.” (Provérbios 14:28) O Amo real da atualidade, Cristo Jesus, que é uma autoridade muito superior ao terrestre Rei Salomão, tem exatamente tal “adorno” quanto à “multidão do povo”. Isto se dá mesmo já agora, antes do começo de seu governo de mil anos, sim, agora que está reinando no meio de seus inimigos terrestres, sobre os quais Satanás, o Diabo, é rei sobre-humano, invisível. — Mateus 4:8, 9; Lucas 4:5, 6.
16 O atual “adorno” próprio duma alta autoridade tal como um rei é agora encontrado no crescente número dos das suas “outras ovelhas” que constituem a “grande multidão”.
PROVÉRBIOS 14:29)
“Quem é vagaroso em irar-se é abundante em discernimento, mas aquele que é impaciente exalta a tolice.”
w05 15/9 p. 14 “O temor de Jeová — isso é sabedoria”
Provérbios 14:29 diz: “Quem é vagaroso em irar-se é abundante em discernimento, mas aquele que é impaciente exalta a tolice.” O discernimento nos ajuda a ver que a ira descontrolada prejudica a espiritualidade. “Inimizades, rixa, ciúme, acessos de ira, contendas” estão alistados entre os comportamentos que podem nos impedir de ‘herdar o reino de Deus’. (Gálatas 5:19-21) Somos alertados contra abrigar até mesmo a ira justificável. (Efésios 4:26, 27) E a impaciência pode resultar em palavras e ações tolas, das quais mais tarde nos arrependemos.
g02 8/2 p. 24 A era da raiva e da agressividade — Quais as suas causas?
O Dr. Redford B. Williams declara na revista JAMA: “O conselho simplista de que ‘é bom dar vazão à ira’ não . . . é de muita ajuda. O importante é conhecer os seus impulsos agressivos e aprender a lidar com eles.” Ele sugere fazer as seguintes perguntas a si mesmo: “(1) Essa situação é importante para mim? (2) O que penso e o que sinto condiz com os fatos? Estou sendo objetivo na minha maneira de ver as coisas? (3) Essa situação tem como ser modificada para que eu não precise ficar com tanta raiva?”
Provérbios 14:29; 29:11: “Quem é vagaroso em irar-se é abundante em discernimento, mas aquele que é impaciente exalta a tolice. Todo o seu espírito é o que o estúpido deixa sair, mas aquele que é sábio o mantém calmo até o último.”
w97 15/3 pp. 13-14 pars. 7-8 Incline seu coração ao discernimento
7 Inclinarmos o coração ao discernimento também nos ajuda a controlar o espírito. “Quem é vagaroso em irar-se é abundante em discernimento”, diz Provérbios 14:29, “mas aquele que é impaciente exalta a tolice”. Um motivo de a pessoa de discernimento se esforçar a evitar a ira descontrolada é que esta nos causa efeitos físicos adversos. Pode aumentar a pressão arterial e criar problemas respiratórios. Os médicos têm citado a ira e o furor como emoções agravantes ou causadoras de moléstias tais como a asma, doenças de pele, problemas digestivos e úlceras.
8 Não é apenas para evitar prejudicar nossa saúde que devemos usar de discernimento e ser ‘vagarosos em irar-nos’. A impaciência pode provocar ações tolas que lamentaríamos depois. O discernimento nos faz considerar o resultado de falar demais ou de ter conduta irrefletida, e assim nos impede de fazermos imprudentemente algo que ‘exalte a tolice’. Em especial, o discernimento nos ajuda a reconhecer que a ira pode perturbar nosso raciocínio, de modo que não consigamos usar de bom critério. Isto inibiria nossa capacidade de fazer a vontade divina e de viver segundo os princípios justos de Deus. Deveras, entregar-se à ira descontrolada é espiritualmente prejudicial. De fato, os “acessos de ira” são classificados entre as detestáveis “obras da carne”, que impediriam que herdássemos o Reino de Deus. (Gálatas 5:19-20) Portanto, como cristãos de discernimento, sejamos ‘rápidos no ouvir, vagarosos no falar, vagarosos no furor’. — Tiago 1:19.
it-2 pp. 419-420 Ira, I
Evitar os efeitos prejudiciais. A ira não só apresenta um efeito adverso sobre a nossa saúde espiritual, mas também produz efeitos profundos sobre o organismo físico. Pode provocar o aumento da pressão sanguínea, alterações arteriais, problemas respiratórios, transtornos hepáticos, mudanças na secreção da vesícula biliar e efeitos sobre o pâncreas. A ira e a raiva, como fortes emoções, têm sido alistadas pelos médicos como contribuindo, agravando ou até mesmo provocando doenças tais como asma, afecções oculares, moléstias da pele, urticária, úlceras e problemas dentários e digestivos. A raiva e o furor podem transtornar os processos de raciocínio, de modo que a pessoa não consegue tirar conclusões lógicas, nem exercer o bom juízo. O efeito posterior dum acesso de raiva é, não raro, um período de extrema depressão mental. Por conseguinte, é sábio, não só em sentido religioso, mas também em sentido físico, controlar a ira e buscar a paz e o amor. — Pr 14:29, 30; Ro 14:19; Tg 3:17; 1Pe 3:11.
PROVÉRBIOS 14:30)
“O coração calmo é a vida do organismo carnal, mas o ciúme é podridão para os ossos.”
w12 1/6 p. 8 Prática para os nossos dias
O QUE AS PESQUISAS REVELAM: Manter a calma, ter fortes amizades e ser generoso pode melhorar a saúde. The Journal of the American Medical Association relata: “Homens explosivos correm o dobro do risco de ter um derrame do que homens que sabem se conter.”
w12 1/6 p. 8 Prática para os nossos dias
Por exemplo, ela diz que “o coração calmo é a vida do organismo carnal”. (Provérbios 14:30)
g 8/11 p. 29 Sabedoria que faz bem para a saúde
Contrastando um coração calmo com um propenso à raiva, o Journal of the American College of Cardiology disse: “Descobertas recentes indicam uma relação prejudicial entre a raiva e a hostilidade e DCs [doenças coronarianas].” Por isso, o Journal observou: “A prevenção e o tratamento eficaz de DCs talvez incluam . . ., além de terapias físicas e farmacológicas convencionais, cuidados psicológicos com ênfase no controle da raiva e da hostilidade.” Dito de modo simples, um coração calmo faz bem para a saúde, assim como a Bíblia diz.
g 8/11 p. 29 Sabedoria que faz bem para a saúde
“O coração calmo é a vida do organismo carnal.” — PROVÉRBIOS 14:30.
g 5/06 p. 28 É prático ser pacífico?
▪ CORAÇÃO CALMO “O coração calmo é a vida do organismo carnal”, diz Provérbios 14:30. Muitas pesquisas indicam que a ira e a hostilidade podem estar na origem de derrames e ataques cardíacos. Recentemente, ao falar sobre pessoas cardíacas, uma revista médica comparou a ira explosiva a veneno. A revista também disse que “ficar muito bravo pode resultar em ficar muito doente”. Os que se empenham pela paz, por outro lado, conseguem desenvolver “um coração calmo” e ter muitos benefícios.
Jim é um exemplo disso. Ele tem 61 anos e agora é instrutor da Bíblia numa comunidade vietnamita. Ele explica: “Após seis anos no exército e três missões de combate no Vietnã, eu conhecia muito bem a violência, a ira e a frustração. Meu passado me afligia e não me deixava dormir direito. Estresse, problemas de estômago e distúrbios nervosos logo afetaram minha saúde.” O que foi de alívio para ele? “Estudar a Bíblia com as Testemunhas de Jeová salvou a minha vida”, diz ele. “Saber o propósito de Deus de estabelecer um novo mundo pacífico e como posso ‘me revestir da nova personalidade’ me ajudou a ter um coração calmo. Assim, minha saúde melhorou muito.” (Efésios 4:22-24; Isaías 65:17; Miquéias 4:1-4) Muitos outros já perceberam por experiência própria que desenvolver um espírito pacífico pode melhorar a saúde emocional, física e espiritual. — Provérbios 15:13.
w05 15/9 p. 14 “O temor de Jeová — isso é sabedoria”
Referindo-se aos danos físicos da ira, o rei de Israel disse: “O coração calmo é a vida do organismo carnal, mas o ciúme é podridão para os ossos.” (Provérbios 14:30) Entre os males da ira ou da fúria incluem-se problemas respiratórios, pressão alta, mau funcionamento do fígado e danos ao pâncreas. Os médicos também mencionam a ira e a fúria entre as emoções que agravam, ou até mesmo causam, úlceras, urticária, asma, doenças de pele e problemas digestivos. Em contraste com isso, “o coração em paz dá vida ao corpo”. (Provérbios 14:30, Nova Versão Internacional) Sabiamente, pois, “empenhemo-nos pelas coisas que produzem paz e pelas coisas que são para a edificação mútua”. — Romanos 14:19.
w00 15/8 p. 23 Como resolve divergências?
Fazermos o possível para resolver satisfatoriamente as divergências contribuirá para levarmos uma vida mais saudável e termos um relacionamento mais pacífico com os outros. Um antigo provérbio diz: “O coração calmo é a vida do organismo carnal.” — Provérbios 14:30.
ba pp. 25-26 Um livro prático para a vida moderna
A saúde física da pessoa muitas vezes é afetada pelo estado de sua saúde mental e emocional. Por exemplo, estudos científicos comprovam os malefícios da ira. “A maior parte das evidências disponíveis indica que pessoas irritadiças correm maior risco de contrair doenças cardiovasculares (ou outras doenças) por razões diversas, incluindo o reduzido apoio social [poucos amigos], aumentada reatividade biológica quando irritadas, e aumentada indulgência nos comportamentos de risco para a saúde”, dizem o Dr. Redford Williams, diretor de Pesquisas de Comportamento, no Centro Médico da Universidade Duke (EUA), e sua esposa, Virginia Williams, em seu livro Anger Kills (A Ira Mata).13
Milhares de anos antes desses estudos científicos, a Bíblia, em termos simples, porém claros, estabeleceu uma ligação entre o estado emocional e a saúde física: “O coração calmo é a vida do organismo carnal, mas o ciúme é podridão para os ossos.” (Provérbios 14:30; 17:22)
w96 1/2 p. 31 Toda a minha vida eu esperei não morrer
“Vou continuar a manter o coração calmo e a ser otimista”, respondi. De fato, o seguinte provérbio bíblico passou a fortalecer-me: “O coração calmo é a vida do organismo carnal.” — Provérbios 14:30.
Os especialistas em câncer elogiaram este conselho bíblico. “Esta atitude mental é 90 por cento da cura de pacientes que têm câncer”, disseram.
w96 15/12 p. 32 Os benefícios de um coração calmo
Os benefícios de um coração calmo
A MEDICINA moderna sabe há muito que a ira descontrolada tem um efeito prejudicial sobre o corpo humano. Há mais de cem anos, a revista The Journal of the American Medical Association (JAMA) disse: “Um homem cai morto num acesso de ira, e fala-se que talvez tivesse coração fraco, que não agüentou a tensão imposta por seu estado mental. Parece que ninguém pensa que essa foi a gota d’água de uma série de acessos de fúria, eles próprios os causadores da fraqueza em questão.”
As palavras acima em nada surpreendem os estudantes da Palavra de Deus, a Bíblia. Uns 29 séculos antes de a JAMA falar sobre os perigos do temperamento irascível, o Rei Salomão foi inspirado a escrever: “O coração calmo é a vida do organismo carnal.” (Provérbios 14:30) Essas palavras ainda são verazes hoje.
Mantendo uma disposição calma, somos poupados das muitas doenças que freqüentemente estão relacionadas com o estresse, como pressão arterial alta, dores de cabeça e problemas respiratórios. No entanto, além de termos melhor saúde, nosso relacionamento com os outros se beneficiará se nos esforçarmos a ‘largar a ira e abandonar o furor’. (Salmo 37:8) As pessoas eram naturalmente atraídas a Jesus por causa da sua brandura e preocupação sincera com elas. (Marcos 6:31-34) Nós também seremos de revigoramento para os outros se cultivarmos um coração calmo. — Mateus 11:28-30.
g96 8/12 p. 10 Como reduzir os riscos?
Quando submetidos a severo estresse emocional ou mental, os que sofrem de doença das coronárias correm um risco bem maior de sofrer um ataque cardíaco e morte súbita do que os que têm artérias sadias. Segundo um estudo, o estresse pode constringir as artérias cheias de placas, o que diminui a circulação de sangue em até 27%. Foi observada uma significativa constrição até mesmo em artérias levemente doentes. Outro estudo indicou que o estresse severo pode criar condições para a ruptura das placas nas paredes arteriais, desencadeando um ataque cardíaco.
O periódico Consumer Reports on Health diz: “Há pessoas que parecem passar pela vida com atitude má. São cínicas, irritadiças, deixando-se provocar por pouca coisa. Enquanto que a maioria das pessoas releva pequenas ofensas, pessoas hostis as superdimensionam.” A ira e a hostilidade crônicas aumentam a pressão sanguínea, aceleram o ritmo cardíaco e estimulam o fígado a despejar colesterol na corrente sanguínea. Isso danifica as artérias coronárias e contribui para a doença das coronárias. Pensa-se que a ira dobra o risco de ataque cardíaco, e o perigo iminente disso dura por pelo menos duas horas. O que pode ajudar?
Segundo o jornal The New York Times, o Dr. Murray Mittleman disse que as pessoas que tentam conservar a calma nos conflitos emocionais podem reduzir o risco de sofrer um ataque cardíaco. Isso soa muito parecido com as palavras registradas há séculos na Bíblia: “O coração calmo é a vida do organismo carnal.” — Provérbios 14:30.
g93 8/7 p. 32 O tributo da ira
O tributo da ira
QUANDO se fica irado, o coração sofre. Estudo recente dirigido pela Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, descobriu que, quando se pedia a pacientes cardíacos que recordassem incidentes que ainda os deixavam irados, a eficiência do coração em bombear sangue diminuía 5 por cento. Embora essa redução na eficiência não fosse permanente, os médicos a consideram significativa em vista da crescente evidência de que as pessoas irascíveis têm muito maior probabilidade de desenvolver doenças cardíacas do que as pacatas.
“A redução que constatamos de cinco pontos percentuais na eficiência cardíaca dos pacientes durante a ira é significativa, embora moderada”, disse a Dra. Gail Ironson, que liderou a pesquisa. “Os pacientes disseram ter sentido, ao contarem o episódio, apenas cerca da metade da raiva que sentiram durante o ocorrido. Presume-se que a eficiência no bombeamento ficaria ainda mais acentuadamente reduzida durante uma confrontação irada de verdade.”
Esse estudo é o primeiro a mostrar que a ira pode causar uma mudança direta no funcionamento do coração. E, embora a ira não seja o único responsável por doenças cardíacas — alimentação, exercícios e fatores genéticos também desempenham um papel —, os pesquisadores crêem que ela talvez seja um dos principais.
Os médicos há muito sabem que a ira prejudica o corpo humano. Pode causar aumento da pressão sanguínea, alterações arteriais, problemas respiratórios, transtornos hepáticos, mudanças na secreção da bílis e danos ao pâncreas. Acredita-se também que a ira agrave problemas como asma, doenças dos olhos, doenças de pele, urticária e úlceras, bem como enfermidades dos dentes e distúrbios digestivos.
Assim, fora os benefícios espirituais e sociais, há benefícios físicos em se acatar o conselho bíblico de ‘largar a ira e abandonar o furor’ e de ‘não se precipitar no espírito em ficar ofendido [ou, ‘irar-se’, Almeida]’. Quão sensato é cultivar o “discernimento” que torna a pessoa ‘vagarosa em irar-se’. De fato, “o coração calmo é a vida do organismo carnal”. — Salmo 37:8; Eclesiastes 7:9; Provérbios 14:29, 30.
g91 22/7 p. 14 O alto preço da ira
Que dizer dos que fervilham de raiva reprimida em vez de encontrarem meios de lidar com seus problemas? A Dra. Mara Julius, epidemiologista da Universidade de Michigan, EUA, pesquisou um grupo de mulheres por um período de 18 anos. Ela verificou que as que mostravam óbvios sinais de hostilidade crônica e suprimida apresentavam uma taxa de mortalidade cerca de três vezes superior às que não nutriam tal ira. Conclui ela: “No caso de muitas mulheres, a ira constante e suprimida parece constituir um fator maior de risco de mortalidade precoce do que o fumar.”
Milhares de anos antes de quaisquer de tais estudos científicos, a Bíblia avisava contra a ira. “Não se ponha o sol enquanto estais encolerizados”, diz certo versículo. (Efésios 4:26) “Larga a ira e abandona o furor”, aconselha outro. (Salmo 37:8) Ainda mais notadamente, a Bíblia traçou um elo entre o nosso estado emocional e nossa saúde física, ao asseverar: “O coração calmo é a vida do organismo carnal.” — Provérbios 14:30.
it-2 pp. 419-420 Ira, I
Evitar os efeitos prejudiciais. A ira não só apresenta um efeito adverso sobre a nossa saúde espiritual, mas também produz efeitos profundos sobre o organismo físico. Pode provocar o aumento da pressão sanguínea, alterações arteriais, problemas respiratórios, transtornos hepáticos, mudanças na secreção da vesícula biliar e efeitos sobre o pâncreas. A ira e a raiva, como fortes emoções, têm sido alistadas pelos médicos como contribuindo, agravando ou até mesmo provocando doenças tais como asma, afecções oculares, moléstias da pele, urticária, úlceras e problemas dentários e digestivos. A raiva e o furor podem transtornar os processos de raciocínio, de modo que a pessoa não consegue tirar conclusões lógicas, nem exercer o bom juízo. O efeito posterior dum acesso de raiva é, não raro, um período de extrema depressão mental. Por conseguinte, é sábio, não só em sentido religioso, mas também em sentido físico, controlar a ira e buscar a paz e o amor. — Pr 14:29, 30; Ro 14:19; Tg 3:17; 1Pe 3:11.
PROVÉRBIOS 14:31)
“Quem defrauda o de condição humilde tem vituperado Aquele que o fez, mas aquele que mostra favor ao pobre O está glorificando.”
w05 15/9 pp. 14-15 “O temor de Jeová — isso é sabedoria”
O temor a Deus nos ajuda a ser imparciais
“Quem defrauda o de condição humilde tem vituperado Aquele que o fez”, disse Salomão, acrescentando: “Mas aquele que mostra favor ao pobre O está glorificando.” (Provérbios 14:31) Quem teme a Deus sabe que todos os humanos se originam do mesmo Criador, Jeová Deus. Portanto, “o de condição humilde” é humano como outro qualquer, e o modo como é tratado reflete no Criador da humanidade. Para glorificar a Deus, precisamos ser justos e imparciais. O cristão de poucos meios deve receber atenção espiritual sem parcialidade. Temos de levar as boas novas do Reino de Deus tanto a pobres como a ricos.
PROVÉRBIOS 14:32)
“Por causa da sua maldade, o iníquo será empurrado para baixo, mas o justo achará refúgio na sua integridade.”
w05 15/9 p. 15 “O temor de Jeová — isso é sabedoria”
Referindo-se a outro benefício do temor a Deus, o rei sábio disse: “Por causa da sua maldade, o iníquo será empurrado para baixo, mas o justo achará refúgio na sua integridade.” (Provérbios 14:32) Em que sentido o iníquo é “empurrado para baixo”? Alguns acham que isso significa que ele, quando sofre um revés, jamais consegue se reerguer. Mas a pessoa que teme a Deus, ao sofrer adversidades, refugia-se na sua integridade a ele. Confiando implicitamente em Jeová mesmo em face da morte, ela mostra a mesma determinação de Jó, que exclamou: “Até eu expirar não removerei de mim a minha integridade!” — Jó 27:5.
PROVÉRBIOS 14:33)
“No coração do entendido descansa a sabedoria, e ela se torna conhecida no meio dos estúpidos.”
w05 15/9 p. 15 “O temor de Jeová — isso é sabedoria”
Para ser íntegro é preciso ter temor a Deus e sabedoria. E onde se pode encontrar sabedoria? “No coração do entendido descansa a sabedoria”, responde Provérbios 14:33, “e ela se torna conhecida no meio dos estúpidos”, conclui. De fato, pode-se encontrar sabedoria no coração de uma pessoa de entendimento. Mas em que sentido ela se torna conhecida no meio dos tolos? De acordo com certa obra de referência, “o tolo, na ânsia de parecer sábio, irrefletidamente fala coisas que ele acha ser sabedoria, mas acaba transformando isso em tolice”.
PROVÉRBIOS 14:34)
“A justiça é o que enaltece uma nação, mas o pecado é uma ignomínia para os grupos nacionais.”
w05 15/9 p. 15 “O temor de Jeová — isso é sabedoria”
“Enaltece uma nação”
Passando a mostrar que o temor a Deus influi tanto numa pessoa como numa nação inteira, o rei de Israel disse: “A justiça é o que enaltece uma nação, mas o pecado é uma ignomínia para os grupos nacionais.” (Provérbios 14:34) A nação de Israel foi um exemplo claro desse princípio. Por aderir aos elevados padrões de Deus ela se destacou entre as nações vizinhas. No entanto, a constante desobediência levou à desgraça e, por fim, Jeová a rejeitou. Esse princípio se aplica ao povo de Deus hoje. A congregação cristã é diferente do mundo, pois se apega aos princípios justos de Deus. Para preservar essa posição enaltecida, porém, temos de individualmente levar uma vida casta. A prática do pecado não resulta em nada mais do que em vergonha para a própria pessoa e em difamação da congregação e de Deus.
w95 15/12 pp. 26-29 A justiça exalta uma nação
A justiça exalta uma nação
DEPOIS de dias e mais dias de chuva, é um prazer acordar e ver o sol brilhando num céu sem nuvens! Com o solo regado, a vegetação pode crescer à vontade. Jeová Deus certa vez usou essa imagem mental para ilustrar as bênçãos de um governo justo. Ele disse ao rei Davi: “Quando aquele que governa a humanidade é justo, governando no temor de Deus, então é como a luz da manhã quando raia o sol, uma manhã sem nuvens. Da claridade, da chuva, há relva saindo da terra.” — 2 Samuel 23:3, 4.
Isso que Deus disse foi o que realmente aconteceu no governo justo do filho de Davi, o rei Salomão. A Bíblia relata: “Judá e Israel continuaram a morar em segurança, cada um debaixo da sua própria videira e debaixo da sua própria figueira, desde Dã até Berseba, todos os dias de Salomão.” — 1 Reis 4:25.
O Israel antigo era a nação escolhida de Deus. Ele deu leis a essa nação e lhe disse que a poria “alto acima de todas as outras nações da terra” se obedecesse Sua voz. (Deuteronômio 28:1) A nação de Israel não foi exaltada por causa de sua própria justiça, mas graças à justiça de Jeová. Os mandamentos que Deus lhe deu eram muito superiores às leis das outras nações. Como povo, eles eram tão imperfeitos quanto todas as outras nações. Assim, o mérito por eles serem exaltados acima das outras nações cabe à Lei superior de Jeová e ao fato de eles aderirem estritamente a ela. Quando obedeciam as leis de Jeová, tinham Seu favor e bênçãos. Foi assim com o rei Salomão em seu reinado. Tanto que ele pôde dizer: “A justiça é o que enaltece uma nação, mas”, advertiu ele, “o pecado é uma ignomínia para os grupos nacionais”. — Provérbios 14:34.
Infelizmente, por causa de freqüentes atos de desobediência, a nação de Israel foi rebaixada. Sofreu uma desonra nacional. E ela terminou sendo rejeitada de uma vez por todas em favor de uma nova nação, uma nação espiritual. — Mateus 21:43.
O Israel espiritual
Numa reunião do corpo governante cristão em Jerusalém, Tiago, judeu de nascença, disse, sob inspiração, que Deus havia ‘voltado a sua atenção para as nações, a fim de tirar delas um povo para o Seu nome’. (Atos 15:14) O apóstolo Paulo chamou essa nova nação cristã de “o Israel de Deus”. (Gálatas 6:16) Com relação ao objetivo de essa nação ter sido trazida à existência, Pedro escreveu: “Vós sois ‘raça escolhida, sacerdócio real, nação santa, povo para propriedade especial, para que divulgueis as excelências’ daquele que vos chamou da escuridão para a sua maravilhosa luz.” (1 Pedro 2:9) Por serem o povo escolhido de Deus, deviam brilhar como iluminadores no mundo. A justiça de Jeová os enalteceria. — Filipenses 2:15.
A seleção desses israelitas espirituais pode ser comparada à mineração de diamantes. Quando se traz para a superfície minério que contém diamantes, talvez se extraia apenas 1 quilate (200mg) em cada 3 toneladas de terra. Um método que se usava antes para separar os diamantes era misturar o minério com água e fazer essa mistura passar sobre mesas de graxa. Os diamantes, que repelem a água, grudavam na graxa e o material indesejado passava. Nesse estágio, os diamantes eram brutos. No entanto, quando lapidados e polidos, eles refletiam a luz em todas as direções.
Como os diamantes, que repelem a água e não fazem parte do material à sua volta, os servos de Jeová foram separados do mundo. (João 17:16) Talvez não tivessem brilho quando postos em contato com a luz pela primeira vez. Mas a Palavra e o espírito de Jeová criam neles uma nova personalidade, e eles brilham como iluminadores neste mundo. É por causa da justiça de Jeová, não por sua própria justiça, que são enaltecidos e refletem a gloriosa luz da verdade do Reino em todas as direções.
A partir de fins do primeiro século EC, a apostasia entrou sutilmente nas congregações e afetou a muitos. Professos cristãos integraram-se às nações do mundo e não podiam ser distinguidos do mundo ao seu redor.
Hoje um restante fiel de israelitas espirituais foi restaurado no favor de Jeová. Eles se separaram do mundo e se purificaram “de toda imundície da carne e do espírito”. (2 Coríntios 7:1) Estando puros e retos perante Jeová, eles defendem Sua justiça. Isso os pôs numa posição elevada de favor, acima das nações do mundo. Graças a sua zelosa pregação das boas novas do Reino, uma grande multidão internacional vem sendo atraída a Jeová e se torna parte do Seu povo. — Revelação (Apocalipse) 7:9, 10.
O mundo pode ver a diferença
Às vezes, as autoridades do mundo elogiam a conduta dos servos de Deus. Há algum tempo, o chefe de segurança do Centro de Exposições de Pretória, África do Sul, comentou sobre o comportamento de Testemunhas de Jeová, de todas as raças, que usam as instalações do centro para congressos anuais. Entre outras coisas, ele escreveu: “Todos foram e são corteses, pessoas que conversam com educação umas com as outras, a atitude manifestada nos últimos poucos dias — tudo isso comprova o calibre dos membros de sua sociedade e que todos vivem juntos como uma só família feliz.”
O povo de Jeová pode contribuir para a justiça de Sua nação não só em grandes ajuntamentos, mas também na vida particular. Por exemplo, a filial da Sociedade Torre de Vigia na África do Sul recebeu uma carta de uma senhora em Johannesburgo, que dizia: “Na semana passada saí de carro, deixando a bolsa em cima da capota. Na Avenida Jan Smuts ela caiu no chão e foi encontrada junto com tudo o que havia dentro por um membro de sua congregação, o Sr. R—, que telefonou e a devolveu a mim. . . . Aprecio muito essa honestidade, que se tornou uma raridade hoje em dia, e elogio sua congregação por estabelecer os princípios aos quais seus membros aderem.”
Aderindo aos princípios justos de Jeová, seus servos se distinguem como diferentes do mundo. Por eles exibirem a justiça de Jeová, as pessoas sinceras são atraídas à congregação cristã. É natural ser atraído a algo limpo e puro. Por exemplo, certa vez um estranho foi a uma reunião das Testemunhas de Jeová em Zurique, Suíça, e disse que queria tornar-se membro da congregação. Explicou que sua irmã havia sido desassociada por imoralidade e que queria fazer parte de uma organização que “não tolera a má conduta”. Até mesmo a New Catholic Encyclopedia reconhece que as Testemunhas de Jeová são conhecidas como “um dos mais bem-comportados grupos do mundo”.
A justiça edifica, mas o pecado traz vitupério sobre o bom nome da pessoa, especialmente se uma grave transgressão se torna conhecida na comunidade. A congregação cristã às vezes tem de suportar a vergonha lançada sobre ela quando um ou mais dos seus membros cometem um pecado grave. Fica subentendido que os membros fiéis da congregação podem defender o bom nome da congregação mostrando que o transgressor foi disciplinado com misericórdia, isto é, em harmonia com as princípios das Escrituras. A pessoa que pratica o pecado e não se arrepende é excluída da congregação — é desassociada. — 1 Coríntios 5:9-13.
Por que alguns são desassociados
Embora todo ano milhares de pessoas sejam desassociadas da congregação cristã, isso é apenas uma pequena porcentagem dos cerca de cinco milhões de Testemunhas de Jeová no mundo. Por que uma medida drástica como essa deve ser tomada contra um membro da congregação cristã? A natureza da transgressão é um dos fatores determinantes. Mas um fator mais importante é se o transgressor está genuinamente arrependido do grave pecado cometido. Se ele realmente sente remorso do que fez, se fez uma oração sincera a Jeová, suplicando perdão pelo pecado cometido contra Ele, e se procurou a ajuda dos homens responsáveis na congregação, ele pode ser ajudado a recobrar o favor de Deus e permanecer na congregação. — Provérbios 28:13; Tiago 5:14, 15.
Quando a criança que tem uma relação boa e saudável com o pai faz algo que o magoa, ambos devem logo dar passos para restabelecer essa relação preciosa. Da mesma forma, quando dedicamos a vida a Jeová, entramos numa relação muito preciosa com ele. Assim, quando fazemos alguma coisa que o magoa, devemos procurar logo restabelecer a relação como o nosso Pai celestial.
Felizmente, algumas pessoas que estavam desassociadas levaram a sério a ilustração do filho pródigo. Nela Jeová é assemelhado a um Pai amoroso, disposto a acolher um pecador arrependido que dê meia-volta e procure o perdão de Deus. (Lucas 15:11-24) Arrepender-se de verdade e abandonar o que é mau é uma maneira de voltar a ter o favor de Jeová e da congregação cristã. Alguns transgressores, esmagados sob o fardo do sentimento de culpa, sentiram-se motivados a se arrepender e tomar medidas para voltar para o convívio cordial da congregação cristã. Com isso vieram a compreender as palavras de Jeová em Isaías 57:15.
Para impedir as pessoas de voltar a ficar sob o cuidado amoroso de Jeová, Satanás gostaria de dar a entender que não existe perdão para pecados. Mas o sacrifício resgatador de Cristo Jesus é adequado para cobrir os pecados de qualquer um que se arrependa — até mesmo a pecaminosidade herdada “do mundo inteiro”. (1 João 2:1, 2) O único pecado que não é coberto pelo resgate é o pecado contra o espírito santo, que é rebelar-se deliberadamente contra a operação do espírito de Deus, como foi o caso dos graves pecados cometidos por Judas Iscariotes e por muitos escribas e fariseus. — Mateus 12:24, 31, 32; 23:13, 33; João 17:12.
Defendendo a justiça de Jeová
Desde que foi restabelecido no favor de Jeová, em 1919, o restante dos israelitas espirituais tem ficado cada vez mais elevado em relação ao mundo que o cerca. Não por serem inerentemente bons, mas porque se sujeitam de bom grado às leis e normas de Jeová. Graças a isso, milhões das “outras ovelhas” de Cristo já foram atraídas à associação com o Israel espiritual, tornando-se seus companheiros leais. (João 10:16) Essas pessoas glorificam e honram a Jeová num mundo que está muito distante de Suas normas justas. É como a revista sul-africana Personality comentou certa vez: “Parece que as Testemunhas de Jeová transbordam de boas qualidades e quase não têm más qualidades.”
Para manter essa posição elevada num mundo ímpio, cada membro da congregação cristã precisa levar uma vida pura e íntegra perante Jeová. Na Bíblia, a organização celestial de Jeová é retratada por coisas puras. É vista como uma linda mulher vestida do sol e com a lua sob os pés. (Revelação 12:1) A Nova Jerusalém é descrita como cidade santa, uma cidade bonita. (Revelação 21:2) Os membros fiéis da noiva de Cristo recebem “linho fino, resplandecente e puro”. (Revelação 19:8) Os integrantes da grande multidão são vistos ‘trajados de vestes brancas’. (Revelação 7:9) As pessoas que têm inclinação para a justiça são atraídas para uma organização pura. Em contraste com isso, a organização de Satanás é impura. Seu sistema religioso é retratado como uma meretriz, e os que estão fora da cidade santa são descritos como sujos e impuros. — Revelação 17:1; 22:15.
A vida eterna é prometida aos justos. O povo congregado, que defende a justiça de Jeová, tem a esperança de sobreviver ao fim deste sistema perverso. “Quanto àquele que me escuta, residirá em segurança e estará despreocupado do pavor da calamidade”, promete Deus em Provérbios 1:33.
Quanta alegria haverá quando o Salomão Maior, Cristo Jesus, estiver governando o novo mundo com justiça, no temor de Jeová! (2 Pedro 3:13) Será como a luz da manhã, quando o sol brilha, uma manhã sem nuvens. Todos os habitantes da Terra residirão em segurança, cada um sentado sob sua própria videira e figueira, por assim dizer. A sociedade humana justa embelezará a Terra e ocupará o lugar que lhe cabe no Universo, para o eterno louvor do nosso Deus, Jeová. — Miquéias 4:3, 4; veja também Isaías 65:17-19, 25.
[Créditos da foto na página 26]
Garo Nalbandian
PROVÉRBIOS 14:35)
“O prazer do rei está no servo que age com perspicácia, mas a sua fúria vem a ser para com aquele que age vergonhosamente.”
w05 15/9 p. 15 “O temor de Jeová — isso é sabedoria”
Mencionando o que para um rei é motivo de alegria, Salomão disse: “O prazer do rei está no servo que age com perspicácia, mas a sua fúria vem a ser para com aquele que age vergonhosamente.” (Provérbios 14:35) E Provérbios 16:13 reza: “Os lábios de justiça são um prazer para o grandioso rei; e ele ama a quem fala coisas retas.” Sim, nosso Líder e Rei, Jesus Cristo, agrada-se muito quando agimos com justiça e entendimento e usamos nossos lábios para pregar o Reino e fazer discípulos. Portanto, estejamos decididos a nos manter ocupados nessa obra, ao passo que usufruímos as bênçãos de temer o Deus verdadeiro.
PROVÉRBIOS 15:1)
“Uma resposta, quando branda, faz recuar o furor, mas a palavra que causa dor faz subir a ira.”
w09 15/7 p. 25 Noventa anos atrás comecei a ‘lembrar-me do meu Grandioso Criador’
Certo dia, visitei o escritório de um advogado numa pequena cidade. O homem ficou furioso, tirou um revólver da gaveta e mandou que eu saísse. Orei silenciosamente e lembrei-me do conselho bíblico: ‘Uma resposta branda faz recuar o furor.’ (Pro. 15:1) Daí eu disse: “Vim aqui como amigo com uma mensagem de boas novas, e agradeço-lhe por não atirar em mim.” Ele tirou o dedo do gatilho e eu cautelosamente saí de seu escritório.
w08 15/3 p. 22 par. 9 “Quem é sábio e entendido entre vós?”
Além do mais, pessoas que nos cercam talvez incentivem um ponto de vista contrário, dizendo que “fogo se combate com fogo”. Mas será que isso é realmente sábio? Se começasse um pequeno incêndio na sua casa, você o combateria com gasolina ou com água? Jogar gasolina no fogo pioraria as coisas, ao passo que jogar água provavelmente teria bons resultados. Da mesma forma, a Bíblia nos aconselha: “Uma resposta, quando branda, faz recuar o furor, mas a palavra que causa dor faz subir a ira.” (Pro. 15:1, 18) Na próxima vez que surgirem irritações nos relacionamentos, dentro ou fora da congregação, será que estaremos dispostos a ver como mostrar verdadeira sabedoria por reagir com brandura? — 2 Tim. 2:24.
w06 1/7 pp. 13-14 “Quem considera a repreensão é argucioso”
O que “faz recuar o furor”?
Descrevendo o efeito que as palavras faladas têm sobre o furor ou a ira, o Rei Salomão do Israel antigo declara: “Uma resposta, quando branda, faz recuar o furor, mas a palavra que causa dor faz subir a ira.” (Provérbios 15:1) “Ira” é um termo usado para descrever uma emoção ou reação forte de desagrado. “Furor” é definido como “manifestação de ira extrema”, e é um sentimento muito difícil de controlar. Como esse provérbio pode nos ajudar a lidar com a ira de outra pessoa e a controlar a nossa?
Palavras duras, que machucam, podem fazer uma situação desagradável ficar pior. Por outro lado, uma resposta branda muitas vezes tem um efeito calmante. Mas nem sempre é fácil dar uma resposta branda a uma pessoa irada. No entanto, será de ajuda tentar entender o que a deixou assim. A Bíblia diz: “A perspicácia do homem certamente torna mais vagarosa a sua ira, e é beleza da sua parte passar por alto a transgressão.” (Provérbios 19:11) É possível que a pessoa esteja irada por ser insegura ou querer atenção? O verdadeiro motivo pode não ter nada a ver com o que talvez tenhamos dito ou feito. Não é verdade que quando nos deparamos com uma reação irada no ministério cristão, muitas vezes é porque o morador não está bem informado sobre nossas crenças ou porque foi cegado por conceitos errados? Devemos levar a mal e responder de forma ríspida? Mesmo quando não discernimos prontamente o motivo da ira, reagir com palavras que ferem indicaria falta de autodisciplina da nossa parte. Esse tipo de reação deve ser evitada.
O conselho sobre dar uma resposta branda também é inestimável no que diz respeito a controlar nossa própria ira. Podemos aplicar tal conselho por aprender a expressar nossos sentimentos de maneiras que não ofendam quem nos ouve. Ao lidarmos com parentes, em vez de falar de modo grosseiro ou usar termos ofensivos, podemos nos esforçar para expressar com calma nossos sentimentos. A agressão verbal geralmente provoca retaliação. Expor os nossos sentimentos de modo bondoso soa menos acusatório e pode levar a pessoa a querer resolver a situação.
g01 22/11 p. 23 Como lidar com uma pessoa irada?
“Ele estava furioso. Acho que viu que eu era baixinho e queria me bater. Eu fui me afastando e disse: ‘Ei, espere aí! Calma! Calma! Por que você quer bater em mim? Não fiz nada! Nem sei por que está zangado. O que aconteceu?’” — David, 16 anos.
g01 22/11 pp. 23-24 Como lidar com uma pessoa irada?
A Bíblia dá a seguinte boa recomendação: “Uma resposta, quando branda, faz recuar o furor, mas a palavra que causa dor faz subir a ira.” (Provérbios 15:1) De fato, reagir à ira com uma “palavra que causa dor” só piora as coisas. Mas uma resposta branda geralmente acalma a situação e tira lenha da fogueira.
Lembre-se de David, mencionado no início. Ele conseguiu fazer com que o valentão explicasse por que estava irado. Alguém havia roubado seu lanche e ele simplesmente estava descontando a raiva na primeira pessoa que viu pela frente. “Bater em mim não vai fazer o lanche aparecer”, raciocinou David. Ele o convidou para irem juntos à cantina. “Foi fácil conseguir outro lanche para ele porque eu conhecia a funcionária. Ele apertou minha mão e depois disso ficou meu amigo.” Reparou no efeito que palavras brandas podem ter? Como diz certo provérbio, “a própria língua suave pode quebrar um osso”. — Provérbios 25:15.
ba p. 26 Um livro prático para a vida moderna
“Uma resposta, quando branda, faz recuar o furor, mas a palavra que causa dor faz subir a ira.” (Provérbios 15:1) Exige autocontrole responder com brandura, mas isso muitas vezes minimiza problemas e promove relações pacíficas.
PROVÉRBIOS 15:2)
“A língua dos sábios faz bem com o conhecimento, mas a boca dos estúpidos borbulha com tolice.”
w06 1/7 p. 14 “Quem considera a repreensão é argucioso”
“A língua dos sábios faz bem”
A autodisciplina influencia nossa maneira de falar e também o que dizemos. Salomão diz: “A língua dos sábios faz bem com o conhecimento, mas a boca dos estúpidos borbulha com tolice.” (Provérbios 15:2) Não estamos ‘fazendo o bem com o conhecimento’ quando desenvolvemos o desejo de ajudar outros e lhes falamos sobre os propósitos de Deus e suas maravilhosas provisões? Uma pessoa estúpida não faz isso porque carece de conhecimento.
PROVÉRBIOS 15:3)
“Os olhos de Jeová estão em todo lugar, vigiando os maus e os bons.”
w14 15/4 pp. 27-28 pars. 2-3 Jeová nos vigia para cuidar de nós
2 Mas será que o amplo uso das câmeras de alguma forma nos faz lembrar de nosso amoroso Pai, Jeová? É verdade que a Bíblia diz que os olhos dele “estão em todo lugar”. (Pro. 15:3) No entanto, será que isso quer dizer que ele fica o tempo todo examinando cada coisa que fazemos? Deus nos vigia simplesmente para aplicar suas leis, pensando em nos punir? (Jer. 16:17; Heb. 4:13) De forma alguma! O principal motivo de Jeová nos vigiar é que ele ama cada um de nós e está interessado em nosso bem-estar. — 1 Ped. 3:12.
3 Como podemos entender que Deus nos vigia porque nos ama? Algo que pode ajudar é analisarmos como ele faz isso. Vejamos cinco maneiras: (1) por nos alertar quando manifestamos tendências ruins, (2) por nos corrigir quando fazemos algo errado, (3) por nos guiar por meio de princípios de sua Palavra, (4) por nos ajudar quando passamos por diversas provações e (5) por nos recompensar quando vê algo bom em nós.
w06 1/7 p. 14 “Quem considera a repreensão é argucioso”
Antes de fornecer mais orientações sobre o uso da língua, Salomão apresenta um contraste intrigante: “Os olhos de Jeová estão em todo lugar, vigiando os maus e os bons.” (Provérbios 15:3) Podemos nos alegrar com isso porque temos a garantia: “Quanto a Jeová, seus olhos percorrem toda a terra, para mostrar a sua força a favor daqueles cujo coração é pleno para com ele.” (2 Crônicas 16:9) Deus sabe se estamos fazendo o que é bom. Ele também vê os que estão praticando o que é mau e os responsabiliza por essa maldade.
g03 22/3 p. 19 Provérbios acãs que refletem normas sociais
Outro provérbio acã diz: “Ninguém pode correr de Deus.” Assim, a pessoa que acha que Deus não está vendo o que ela faz está enganando a si mesma. Há muito tempo, a Bíblia já enfatizava o mesmo ponto, dizendo que os olhos de Deus “estão em todo lugar, vigiando os maus e os bons”. (Provérbios 15:3) Todos nós temos de prestar contas ao Todo-Poderoso.
w01 15/6 p. 22 par. 18 Continuemos constantes como que vendo Aquele que é invisível!
18 Provérbios 15:3 diz: “Os olhos de Jeová estão em todo lugar, vigiando os maus e os bons.” Deveras, Deus vigia os maus e lida com eles segundo a sua conduta. No entanto, se nós estivermos entre os “bons”, poderemos ter certeza de que Jeová observa nossos atos de fidelidade. Como nos fortalece a fé saber que ‘nosso labor não é em vão em conexão com o Senhor’ e que Aquele que é invisível não ‘se esquecerá de nossa obra e do amor que mostramos ao seu nome’! — 1 Coríntios 15:58; Hebreus 6:10.
tp cap. 10 p. 111 par. 8 Está disposto a encarar a verdade na sua vida?
Provérbios 15:3 nos diz: “Os olhos de Jeová estão em todo lugar, vigiando os maus e os bons.” Saber que Jeová nos observa deve refrear-nos de fazer o que é errado. Ao mesmo tempo, consola-nos a garantia de que ele olha favoravelmente para os ‘bons’.
PROVÉRBIOS 15:4)
“A calma da língua é árvore de vida, mas a deturpação nela significa quebrantamento do espírito.”
lv cap. 12 p. 134 Fale o que ‘for bom para a edificação
POR QUE PRECISAMOS CONTROLAR A LÍNGUA
4 Um motivo importante para controlarmos a língua é que as palavras têm poder. Provérbios 15:4 diz: “A calma da língua é árvore de vida, mas a deturpação nela significa quebrantamento do espírito.” Palavras bondosas, faladas de modo calmo, podem reanimar o espírito de quem as ouve. Em contraste, palavras distorcidas e maldosas podem esmagar o espírito de outros. De fato, nossas palavras podem tanto ferir como curar. — Provérbios 18:21.
lv cap. 12 p. 134 Fale o que ‘for bom para a edificação
A palavra hebraica traduzida “deturpação” em Provérbios 15:4 pode também significar “desonestidade, perversidade”.
w06 1/7 p. 14 “Quem considera a repreensão é argucioso”
Salomão enfatiza novamente o valor de uma língua branda, dizendo: “A calma da língua é árvore de vida, mas a deturpação nela significa quebrantamento do espírito.” (Provérbios 15:4) A expressão “árvore de vida” sugere propriedades curativas e revigorantes. (Revelação [Apocalipse] 22:2) O jeito calmo de falar de uma pessoa sábia revigora o espírito dos que a ouvem. Traz à tona as boas qualidades deles. Em contraste com isso, uma língua enganosa ou perversa deixa o espírito dos ouvintes abatido.
PROVÉRBIOS 15:5)
“Quem é tolo desrespeita a disciplina de seu pai, mas quem considera a repreensão é argucioso.”
w06 1/7 p. 14 “Quem considera a repreensão é argucioso”
Aceitar disciplina e ‘difundir conhecimento’
O rei sábio continua, dizendo: “Quem é tolo desrespeita a disciplina de seu pai, mas quem considera a repreensão é argucioso.” (Provérbios 15:5) Como poderia alguém ‘considerar a repreensão’ sem antes tê-la recebido? Não acha que esse texto dá a entender que, quando necessário, a disciplina corretiva deve ser administrada? Numa família, é responsabilidade dos pais — especialmente do pai — dar disciplina, e é obrigação do filho aceitá-la. (Efésios 6:1-3) Contudo, todos os servos de Jeová recebem disciplina de uma forma ou de outra. Hebreus 12:6 diz: “Jeová disciplina aquele a quem ama; de fato, açoita a cada um a quem recebe como filho.” A maneira como reagimos à disciplina revela se somos sábios ou tolos.
fy cap. 6 pp. 71-72 par. 16 Ajude o desenvolvimento de seus filhos adolescentes
16 A Bíblia diz: “Quem é tolo desrespeita a disciplina de seu pai, mas quem considera a repreensão é argucioso.” (Provérbios 15:5) Esse texto nos ensina muita coisa. Implica que haverá aplicação de disciplina. O adolescente não pode ‘considerar a repreensão’ se esta não for dada. Jeová confia aos pais o dever de administrar disciplina, especialmente ao pai. Contudo, a responsabilidade de aceitar essa disciplina cabe ao adolescente. Ele aprenderá mais e errará menos se aceitar a sábia disciplina de seu pai e de sua mãe. (Provérbios 1:8) A Bíblia diz: “Quem negligencia a disciplina terá pobreza e desonra, mas aquele que guarda a repreensão é o que é glorificado.” — Provérbios 13:18.
PROVÉRBIOS 15:7)
“Os lábios dos sábios estão difundindo conhecimento, mas o coração dos estúpidos não é assim.”
w06 1/7 pp. 14-15 “Quem considera a repreensão é argucioso”
Apresentando ainda outro contraste, Salomão diz: “Os lábios dos sábios estão difundindo conhecimento, mas o coração dos estúpidos não é assim.” (Provérbios 15:7) Transmitir conhecimento é como espalhar sementes. Nos tempos antigos, um agricultor não semeava todas as sementes num lugar só. Em vez disso, ele espalhava poucas sementes de cada vez no campo inteiro. É assim que acontece ao transmitir conhecimento. Por exemplo, quando encontramos alguém no ministério, não seria sensato falar de uma vez tudo o que sabemos sobre a Bíblia. Em vez disso, a pessoa sábia é disciplinada no modo como fala. Ela ‘espalha’ conhecimento por destacar apenas uma verdade bíblica por vez e depois trabalha em cima dessa verdade, levando em consideração a reação do ouvinte. Nosso Exemplo, Jesus Cristo, fez isso ao conversar com uma samaritana. — João 4:7-26.
Transmitir conhecimento envolve dizer algo instrutivo e benéfico. É preciso se preparar para falar palavras que sejam instrutivas e encorajadoras. Assim, “o coração do justo medita a fim de responder”. (Provérbios 15:28) É vital que nossas palavras sejam como uma chuva fina, que penetra no solo e é benéfica, não como um temporal indesejável, que arrasta tudo pelo caminho!
w06 15/9 p. 19 Destaques do livro de Provérbios
15:7. Não devemos ensinar a outros de uma só vez tudo o que sabemos, assim como o lavrador não lança todas as sementes num único ponto. O sábio espalha seus conhecimentos aos poucos, segundo a necessidade.
PROVÉRBIOS 15:8)
“O sacrifício dos iníquos é algo detestável para Jeová, mas a oração dos retos é um prazer para ele.”
w06 1/7 p. 15 “Quem considera a repreensão é argucioso”
‘Santos na conduta’
Difundir conhecimento sobre Jeová e seu propósito e lhe oferecer “o fruto de lábios” como “um sacrifício de louvor” é certamente o proceder de sabedoria. (Hebreus 13:15) No entanto, para que tal sacrifício seja aceitável a Jeová, devemos ser ‘santos em toda a nossa conduta’. (1 Pedro 1:14-16) Fazendo uso de dois provérbios contrastantes, Salomão, de forma vigorosa, traz à nossa atenção essa verdade essencial, dizendo: “O sacrifício dos iníquos é algo detestável para Jeová, mas a oração dos retos é um prazer para ele. O caminho do iníquo é algo detestável para Jeová, mas ele ama aquele que se empenha pela justiça.” — Provérbios 15:8, 9.
PROVÉRBIOS 15:9)
“O caminho do iníquo é algo detestável para Jeová, mas ele ama aquele que se empenha pela justiça.”
w06 1/7 p. 15 “Quem considera a repreensão é argucioso”
‘Santos na conduta’
Difundir conhecimento sobre Jeová e seu propósito e lhe oferecer “o fruto de lábios” como “um sacrifício de louvor” é certamente o proceder de sabedoria. (Hebreus 13:15) No entanto, para que tal sacrifício seja aceitável a Jeová, devemos ser ‘santos em toda a nossa conduta’. (1 Pedro 1:14-16) Fazendo uso de dois provérbios contrastantes, Salomão, de forma vigorosa, traz à nossa atenção essa verdade essencial, dizendo: “O sacrifício dos iníquos é algo detestável para Jeová, mas a oração dos retos é um prazer para ele. O caminho do iníquo é algo detestável para Jeová, mas ele ama aquele que se empenha pela justiça.” — Provérbios 15:8, 9.
PROVÉRBIOS 15:10)
“A disciplina é má para quem deixa a vereda; quem odiar a repreensão morrerá.”
w06 1/7 p. 15 “Quem considera a repreensão é argucioso”
Como os que abandonam a estrada da vida encaram a repreensão, e o que os aguarda? (Mateus 7:13, 14) “A disciplina é má para quem deixa a vereda; quem odiar a repreensão morrerá.” (Provérbios 15:10) Em vez de aceitar os conselhos corretivos dos responsáveis por cuidar da congregação cristã e se arrepender genuinamente, alguns que estão envolvidos em conduta errada preferem abandonar a vereda da justiça. Que tolice! De acordo com a Bíblia na Linguagem de Hoje, esse provérbio diz: “Quem abandona o caminho do bem será severamente castigado, e quem odeia ser corrigido morrerá.”
PROVÉRBIOS 15:11)
“O Seol e [o lugar de] destruição estão diante de Jeová. Quanto mais os corações dos filhos da humanidade!”
w06 1/7 pp. 15-16 “Quem considera a repreensão é argucioso”
E se alguém finge aceitar a disciplina quando na verdade a odeia? Isso também é insensato. O rei de Israel diz: “O Seol e o lugar de destruição estão diante de Jeová. Quanto mais os corações dos filhos da humanidade!” (Provérbios 15:11) Em sentido figurado, nada poderia estar mais longe do Deus vivente do que o Seol, o lugar onde estão os mortos. Ainda assim, esse lugar está diante Dele. Ele conhece a identidade e a personalidade de todos os que estão ali e é capaz de ressuscitá-los. (Salmo 139:8; João 5:28, 29) É muito fácil para Jeová saber o que os homens têm no coração. “Todas as coisas estão nuas e abertamente expostas aos olhos daquele com quem temos uma prestação de contas”, escreveu o apóstolo Paulo. (Hebreus 4:13) O fingimento pode enganar os humanos, mas não a Deus.
it-1 p. 10 Abadon
No hebraico, a palavra ʼavad•dóhn significa “destruição” e pode também referir-se ao “lugar de destruição”. Aparece no texto hebraico original no total de cinco vezes, e em quatro das ocorrências é usada em paralelo com “sepultura”, “Seol” e “morte”. (Sal 88:11; Jó 26:6; 28:22; Pr 15:11) A palavra ʼavad•dóhn, nestes textos, evidentemente refere-se aos processos destrutivos que resultam da morte humana, e estes textos indicam que a decomposição ou destruição ocorre no Seol, a sepultura comum da humanidade.
it-1 p. 687 Destruição
Será que todos os destruídos por Deus no passado permanecerão mortos para sempre?
A Bíblia indica que nem toda destruição é eterna. Isto é demonstrado pelo fato de que a palavra hebraica ʼavad•dhón (destruição) é usada duas vezes em paralelo com “Seol”. (Jó 26:6; Pr 15:11) O profeta Sofonias falou da destruição da Assíria, ao passo que Ezequiel disse que os assírios desceriam ao Seol. (Sof 2:13; Ez 32:21, 22) Moisés, ao falar da destruição dos rebeldes Datã e Abirão, escreveu que desceram “vivos ao Seol”. (Núm 16:31, 33) Visto que Seol, na Bíblia, denota a sepultura comum da humanidade, da qual haverá uma ressurreição, é evidente que nem toda a destruição — nem mesmo toda a destruição às mãos de Deus — necessariamente é eterna.
PROVÉRBIOS 15:12)
“O zombador não ama aquele que o repreende. Não vai ter com os sábios.”
w06 1/7 p. 16 “Quem considera a repreensão é argucioso”
A pessoa que rejeita a disciplina não só odeia a repreensão, mas também despreza os que a fornecem. “O zombador não ama aquele que o repreende”, diz Salomão. Para enfatizar a idéia, ele menciona um pensamento similar: “Não vai ter com os sábios.” (Provérbios 15:12) Existe pouca esperança de que tal pessoa endireite seu caminho.
PROVÉRBIOS 15:13)
“O coração alegre tem bom efeito sobre o semblante, mas por causa da dor de coração há um espírito abatido.”
w06 1/7 p. 16 “Quem considera a repreensão é argucioso”
Encarar as coisas de modo positivo
A referência à palavra “coração” estabelece uma relação entre os próximos três provérbios de Salomão. Descrevendo o efeito de nossas emoções sobre nosso semblante, o sábio rei diz: “O coração alegre tem bom efeito sobre o semblante, mas por causa da dor de coração há um espírito abatido.” — Provérbios 15:13.
O que pode causar dor de coração? “A ansiedade no coração do homem é o que o fará curvar-se [de tristeza]”, declara a Bíblia. (Provérbios 12:25) Como podemos impedir que aspectos negativos da vida deixem nosso espírito abatido? Em vez de ficar remoendo circunstâncias sobre as quais talvez tenhamos muito pouco controle, podemos refletir nas ricas bênçãos espirituais que Jeová nos concede hoje e no que ele fará por nós no futuro. Isso nos achegará mais a ele. De fato, achegar-se ao “Deus feliz” certamente trará alegria ao nosso coração triste. — 1 Timóteo 1:11.
Além disso, a mensagem da Bíblia é uma excelente fonte de consolo e prazer. O salmista declarou feliz o homem cujo “agrado é na lei de Jeová, e na sua lei ele lê dia e noite em voz baixa”. (Salmo 1:1, 2) Mesmo quando nos sentimos tristes, ler a Bíblia e meditar no que ela diz vai nos encorajar. Há também o ministério que Deus nos deu. Temos a garantia de que “os que semeiam com lágrimas ceifarão com clamor jubilante”. — Salmo 126:5.
PROVÉRBIOS 15:14)
“O coração entendido é o que procura conhecimento, mas a boca de gente estúpida é a que aspira à tolice.”
w06 1/7 p. 16 “Quem considera a repreensão é argucioso”
“O coração entendido é o que procura conhecimento”, diz Salomão, “mas a boca de gente estúpida é a que aspira à tolice”. (Provérbios 15:14) Esse provérbio traz à nossa atenção o nítido contraste entre os conselhos de uma pessoa sábia e os de uma pessoa tola. Antes de dar conselhos, a pessoa que tem coração entendido procura conhecer o assunto. Ela escuta com atenção e obtém suficiente compreensão dos fatos envolvidos. Pesquisa as Escrituras para determinar as leis e os princípios que se aplicam à situação. Seu conselho se baseia solidamente na Palavra de Deus. No entanto, a pessoa tola não se dá ao trabalho de apurar os fatos e fala a primeira coisa que lhe vem à mente. Então, quando procuramos conselhos, é sensato nos dirigirmos a pessoas maduras, que têm conhecimento, em vez de àqueles que têm a tendência de nos dizer o que queremos ouvir. É muito bom ter na congregação cristã “dádivas em homens”, que ‘procuram conhecimento’ antes de dar conselhos. — Efésios 4:8.
PROVÉRBIOS 15:15)
“Todos os dias do atribulado são maus; mas aquele que é bom de coração [tem] constantemente um banquete.”
g 11/13 p. 16 Como ter sempre um “banquete”
Como ter sempre um “banquete”
“Todos os dias do atribulado são maus; mas aquele que é bom de coração tem constantemente um banquete.” — Provérbios 15:15.
O QUE essas palavras significam? Elas se referem à atitude mental e emocional de alguém. O “atribulado” só vê o lado negativo das coisas e, por isso, seus dias “são maus” ou deprimentes. Mas o “bom de coração” tenta ver o lado positivo das coisas e, por isso, tem alegria interior, como se sempre ‘tivesse um banquete’.
w06 1/7 p. 16 “Quem considera a repreensão é argucioso”
O próximo provérbio declara um ótimo benefício de se encarar as coisas de modo positivo. O rei de Israel diz: “Todos os dias do atribulado são maus; mas aquele que é bom de coração tem constantemente um banquete.” (Provérbios 15:15) A vida tem momentos bons e ruins, alegrias e tristezas. Se nos concentrarmos apenas nas coisas negativas, a tristeza tomará conta de nossos pensamentos, e todos os nossos dias serão sombrios. Mas se permitirmos que as bênçãos que temos e a esperança que Deus nos deu dominem nossos pensamentos, os aspectos aflitivos da vida se tornarão insignificantes e teremos alegria no íntimo. Encarar as coisas de modo positivo torna possível termos “constantemente um banquete”.
w05 1/8 p. 6 A Bíblia pode ajudá-lo a encontrar alegria
“Todos os dias do atribulado são maus; mas aquele que é bom de coração tem constantemente um banquete.” (Provérbios 15:15) Todos nós podemos escolher a forma como encaramos a nós mesmos e as circunstâncias em que nos encontramos. Podemos ser como aqueles que vêem tudo de maneira negativa e se sentem angustiados, ou podemos escolher ser positivos, nos sentir ‘bem de coração’ e ser alegres como se estivéssemos num banquete. Simone diz: “Tento permanecer a mais positiva possível. Mantenho-me ocupada no estudo pessoal e no ministério, e persevero em oração. Também tento ficar rodeada de pessoas positivas e procuro dar uma força para outros.” Essa atitude de coração leva à verdadeira alegria, assim como a Bíblia nos exorta: “Alegrai-vos em Jeová e sede jubilosos, ó justos; e gritai de júbilo, todos os que sois retos no coração.” — Salmo 32:11.
PROVÉRBIOS 15:16)
“Melhor o pouco no temor de Jeová, do que suprimento abundante e com ele confusão.”
w06 1/8 p. 16 O temor de Deus — “uma disciplina para a sabedoria”
Quando é melhor ter pouco
“Melhor o pouco no temor de Jeová, do que suprimento abundante e com ele confusão”, diz o Rei Salomão do Israel antigo. (Provérbios 15:16) Ignorar o Criador e fazer da busca por bens materiais o objetivo principal da vida é tolice. Uma vida assim é repleta de empenhos desgastantes e muitas ansiedades. Seria lamentável a pessoa perceber na idade avançada que toda a sua vida foi vazia e sem significado. Acumular muitos bens junto com “confusão” certamente não é sensato. É muito melhor aprender o segredo de estar contente com as coisas que tem e viver de acordo com isso. O verdadeiro contentamento advém do temor de Jeová — do nosso relacionamento com ele —, não de bens materiais. — 1 Timóteo 6:6-8.
PROVÉRBIOS 15:17)
“Melhor um prato de verduras onde há amor, do que um touro cevado e com ele ódio.”
w06 1/8 p. 16 O temor de Deus — “uma disciplina para a sabedoria”
Destacando que o bom relacionamento com outros tem mais valor do que a abundância material, Salomão diz: “Melhor um prato de verduras onde há amor, do que um touro cevado e com ele ódio.” (Provérbios 15:17) Isso é verdade, é melhor um ambiente amoroso no lar do que uma abundância de pratos requintados. Numa família em que alguém cria sozinho os filhos, os recursos podem ser muito limitados. Em alguns países, a família talvez só consiga o alimento básico. Mas onde existe amor e afeição, a família prospera.
PROVÉRBIOS 15:18)
“O homem enfurecido suscita contenda, mas aquele que é vagaroso em irar-se sossega a altercação.”
w06 1/8 pp. 16-17 O temor de Deus — “uma disciplina para a sabedoria”
Podem surgir situações difíceis até mesmo nas famílias em que o ambiente em geral é amoroso. Um membro da família talvez diga ou faça algo que chateie o outro. Como deve reagir aquele que ficou aborrecido? Provérbios 15:18 declara: “O homem enfurecido suscita contenda, mas aquele que é vagaroso em irar-se sossega a altercação.” Uma resposta branda, não irada, promove paz e tranqüilidade. O conselho desse provérbio também se aplica em outros campos da vida, incluindo as atividades congregacionais e o ministério de casa em casa.
PROVÉRBIOS 15:19)
“O caminho do preguiçoso é como uma sebe de sarça, mas a vereda dos retos é um caminho aterrado.”
w06 1/8 p. 17 O temor de Deus — “uma disciplina para a sabedoria”
Quando ‘um caminho é aterrado’
O próximo provérbio destaca o contraste entre quem não dá atenção à sabedoria e os que fazem isso. “O caminho do preguiçoso é como uma sebe de sarça”, diz o rei sábio, “mas a vereda dos retos é um caminho aterrado”. — Provérbios 15:19.
Uma sebe de sarça é uma cerca, ou barreira, cheia de espinhos. O preguiçoso imagina todo tipo de obstáculos e usa-os como desculpa para não iniciar uma tarefa. Por outro lado, os retos não se preocupam com os obstáculos que poderiam impedi-los de realizar algo. São diligentes no que têm para fazer e concentram-se nisso. Assim, evitam muitos problemas espinhosos que poderiam ter, caso fossem negligentes. O caminho deles é “aterrado”, ou seja, progressivo. Eles levam adiante o que começam a fazer e alegram-se com o progresso obtido.
Por exemplo, considere o assunto de aumentar em conhecimento exato da Palavra de Deus e progredir à madureza. É necessário esforço para conseguir isso. Alguém pode facilmente usar a pouca instrução que tem, a falta de habilidade para ler ou a memória fraca como desculpa para não se aplicar ao estudo pessoal da Bíblia. É muito melhor não encarar essas coisas como obstáculos no caminho do conhecimento. Mesmo que limitados, podemos nos esforçar para melhorar nossa habilidade de leitura e compreensão do que lemos, talvez usando um dicionário quando for preciso. Uma atitude positiva nos ajuda a obter conhecimento e a fazer progresso espiritual.
PROVÉRBIOS 15:20)
“Filho sábio é aquele que alegra ao pai, mas o homem estúpido despreza a sua mãe.”
w06 1/8 p. 18 O temor de Deus — “uma disciplina para a sabedoria”
Quando o ‘pai se alegra’
“Filho sábio é aquele que alegra ao pai”, diz o rei de Israel, “mas o homem estúpido despreza a sua mãe”. (Provérbios 15:20) Que pai não se alegra quando seus filhos agem da maneira correta? É verdade que os pais têm de educar e disciplinar seus filhos para obter bons resultados. (Provérbios 22:6) Mas um filho sábio é uma enorme fonte de alegria para seus pais! O tolo, por outro lado, causa um sofrimento interminável.
PROVÉRBIOS 15:21)
“A tolice é a alegria do falto de coração, mas homem de discernimento é aquele que vai diretamente para a frente.”
w06 1/8 p. 18 O temor de Deus — “uma disciplina para a sabedoria”
Usando o termo “alegria” em outro contexto, o sábio rei diz: “A tolice é a alegria do falto de coração, mas homem de discernimento é aquele que vai diretamente para a frente.” (Provérbios 15:21) Os faltos de coração alegram-se com descontração e diversão fúteis que não dão verdadeira satisfação e felicidade. Mas o homem de discernimento percebe a tolice que é se tornar ‘mais amante de prazeres do que amante de Deus’. (2 Timóteo 3:1, 4) Acatar os princípios divinos o ajuda a permanecer íntegro e a continuar no caminho correto.
w97 15/3 pp. 14-15 pars. 12-14 Incline seu coração ao discernimento
12 O discernimento nos ajuda a seguir o caminho reto em todos os nossos assuntos. Isto é indicado em Provérbios 15:21, que diz: “A tolice é a alegria do falto de coração, mas homem de discernimento é aquele que vai diretamente para a frente.” Como devemos entender este provérbio? O caminho tolo, ou a tolice, dá alegria a homens, mulheres e jovens insensatos. São ‘faltos de coração’, não tendo motivação boa, e são tão insensatos que se alegram com a tolice.
13 O Rei Salomão, de Israel, com discernimento, aprendeu que a frivolidade tem pouco sentido. Ele admitiu: “Eu é que disse no meu coração: ‘Ora, vem deveras, deixa-me experimentar-te com alegria. Também, vê o que é bom.’ E eis que isso também era vaidade. Eu disse ao riso: ‘Insânia!’ e à alegria: ‘Que está fazendo esta?’” (Eclesiastes 2:1, 2) Sendo homem de discernimento, Salomão descobriu que a hilaridade e o riso, por si sós, não satisfazem, porque não produzem nenhuma felicidade real e duradoura. O riso pode ajudar-nos a esquecer problemas temporariamente, mas depois eles podem surgir de novo de forma ainda maior. Salomão pôde de direito chamar o riso de “insânia”. Por quê? Porque o riso sem sentido obscurece o bom critério. Pode induzir-nos a encarar levianamente assuntos muito mais sérios. O tipo de alegria associado com as palavras e os atos dum bobo de corte não pode ser citado como tendo produzido algo de valor. Discernirmos a significação da experiência de Salomão com o riso e a alegria ajuda-nos a evitar ser “mais amantes de prazeres do que amantes de Deus”. — 2 Timóteo 3:1, 4.
14 Como é que o homem de discernimento vai “diretamente para a frente”? O discernimento espiritual e a aplicação de princípios piedosos fazem as pessoas seguir um caminho reto para a frente. A tradução de Byington diz francamente: “A tolice é a alegria do desmiolado, mas o homem inteligente anda direito.” O “homem de discernimento” segue um caminho reto e é capaz de distinguir o certo do errado, porque aplica a Palavra de Deus na vida. — Hebreus 5:14; 12:12, 13.
PROVÉRBIOS 15:22)
“Há frustração de planos quando não há palestra confidencial, mas na multidão de conselheiros há consecução.”
w06 1/8 p. 18 O temor de Deus — “uma disciplina para a sabedoria”
Quando “há consecução”
Viver de acordo com os princípios divinos resulta em benefícios em outros campos da vida. Provérbios 15:22 declara: “Há frustração de planos quando não há palestra confidencial, mas na multidão de conselheiros há consecução.”
Palestra confidencial significa uma conversa particular e sincera. A palavra hebraica traduzida “palestra confidencial” é vertida “grupo íntimo” no Salmo 89:7. Isso indica intimidade na comunicação. A palestra confidencial é muito mais que uma conversa superficial, é uma troca de pensamentos e sentimentos sinceros. Quando maridos e esposas, bem como pais e filhos, comunicam-se dessa maneira, há paz e união entre eles. Mas quando não há conversa confidencial o resultado são frustrações e problemas na família.
Quando tomamos decisões importantes, é prudente seguir o conselho: “Na multidão de conselheiros há consecução.” Por exemplo, ao escolher tratamento médico, não seria sensato obter uma segunda ou terceira opinião, principalmente se o assunto for sério?
Nunca é demais enfatizar o valor de muitos conselheiros ao cuidar de assuntos espirituais. Quando os anciãos se consultam mutuamente e utilizam sua sabedoria como grupo, “há consecução”. Ademais, superintendentes recém-designados não devem hesitar em buscar o conselho de anciãos mais idosos e mais experientes, principalmente se o assunto a ser cuidado for difícil.
w06 15/9 pp. 23-24 Mostre amor e respeito por controlar a língua
“Palestra confidencial” — uma necessidade
16 Pouco se consegue — e pode ser prejudicial — quando o marido ou a esposa recorre ao chamado tratamento do silêncio. Nem sempre é o caso de usar isso para punir o cônjuge, pois o silêncio pode ser conseqüência de frustração ou desânimo. No entanto, recusar-se a falar um com o outro só aumenta a tensão e não resolve o problema em questão. Como disse certa esposa: “Quando finalmente voltamos a nos falar, nunca mais tocamos no assunto.”
17 Quando a tensão conjugal persiste, não há nenhum atalho para resolver o problema. Provérbios 15:22 diz: “Há frustração de planos quando não há palestra confidencial, mas na multidão de conselheiros há consecução.” Você precisa falar sobre o assunto com seu cônjuge. Faça todo o possível para escutar, com mente e coração abertos, o que ele tem a dizer. Se isso parecer impossível, que tal aproveitar a provisão de anciãos na congregação cristã? Eles conhecem as Escrituras e têm experiência na aplicação de princípios bíblicos. Tais homens são ‘como abrigo contra o vento e esconderijo contra o temporal’. — Isaías 32:2.
g97 8/4 p. 24 Um casamento pode ser salvo após infidelidade?
Diz Provérbios 15:22: “Há frustração de planos quando não há palestra confidencial.” A palavra hebraica traduzida “palestra confidencial” tem a ver com intimidade e é traduzida “grupo íntimo” no Salmo 89:7. Não deve haver, portanto, apenas diálogo superficial, mas comunicação franca e sincera na qual ambos os cônjuges revelam seus sentimentos mais profundos. — Provérbios 13:10.
fy cap. 6 p. 65 par. 4 Ajude o desenvolvimento de seus filhos adolescentes
4 A Bíblia diz: “Há frustração de planos quando não há palestra confidencial.” (Provérbios 15:22) Se foi preciso haver “palestra confidencial” quando os filhos eram pequenos, ela é especialmente vital na adolescência — quando os jovens provavelmente passam menos tempo em casa e mais tempo com colegas de escola ou outros. Sem palestra confidencial — sem comunicação franca e aberta entre pais e filhos — os adolescentes podem virar estranhos na casa. Assim, como manter abertas as linhas de comunicação?
w91 15/10 pp. 19-20 Revistamo-nos de brandura!
O Valor de Uma Multidão de Conselheiros
16 A oração e o estudo ajudarão os anciãos a responder a perguntas e a lidar com problemas difíceis, mas convém lembrar que “na multidão de conselheiros há consecução”. (Provérbios 15:22) Consultar outros anciãos resulta numa valiosa combinação de sabedoria. (Provérbios 13:20) Nem todos os anciãos têm igual experiência ou conhecimento bíblico. Assim, a brandura que pertence à sabedoria deve induzir o ancião menos experiente a consultar anciãos que tenham maior conhecimento e mais experiência, especialmente quando é necessário tratar de um assunto sério.
17 Quando anciãos são escolhidos para cuidar de um assunto sério, ainda assim podem confidencialmente buscar ajuda. Para ajudá-lo em julgar os israelitas, Moisés selecionou ‘homens capazes, tementes a Deus, homens fidedignos, que odiavam o lucro injusto’. Embora fossem anciãos, não tinham tanto conhecimento e experiência como Moisés. Assim, ‘qualquer causa difícil traziam a Moisés, mas toda causa pequena resolviam eles mesmos como juízes’. (Êxodo 18:13-27) Se necessário, então, os anciãos que cuidam de um caso difícil hoje podem apropriadamente buscar ajuda de superintendentes experientes, embora façam eles mesmos a decisão final.
18 A Míxena judaica diz que em Israel aqueles que compunham as cortes de aldeias variavam em número segundo a gravidade do caso. Há verdadeira vantagem na multidão de conselheiros, ainda que a quantidade em si não garanta a retidão, pois a maioria pode estar errada. (Êxodo 23:2) Os fatores decisivos que garantem decisões acertadas são as Escrituras e o espírito de Deus. A sabedoria e a brandura induzirão os cristãos a se submeterem a tais.
PROVÉRBIOS 15:23)
“O homem tem alegria na resposta da sua boca, e uma palavra no tempo certo, oh! quão boa ela é!”
w06 1/8 pp. 18-19 O temor de Deus — “uma disciplina para a sabedoria”
Quando há “alegria na resposta”
Quais são os benefícios de uma conversa que reflete entendimento? “O homem tem alegria na resposta da sua boca”, diz o rei de Israel, “e uma palavra no tempo certo, oh! quão boa ela é!”. (Provérbios 15:23) Não ficamos alegres quando nossa resposta ou conselho é levado a sério e produz bons resultados? Para que nosso conselho seja eficaz, porém, precisa cumprir dois requisitos.
Primeiro, o conselho deve estar solidamente baseado na Palavra de Deus, a Bíblia. (Salmo 119:105; 2 Timóteo 3:16, 17) Além disso, o conselho deve ser dado na hora certa. Até mesmo palavras corretas podem ser prejudiciais quando ditas na hora errada. Por exemplo, não é sensato nem útil dar um conselho a alguém sem antes ouvi-lo. É vital que ‘sejamos rápidos no ouvir, vagarosos no falar’. — Tiago 1:19.
PROVÉRBIOS 15:24)
“A vereda da vida vai para cima para aquele que age com perspicácia, a fim de desviar do Seol lá embaixo.”
w06 1/8 p. 19 O temor de Deus — “uma disciplina para a sabedoria”
“A vereda da vida vai para cima”
Provérbios 15:24 diz: “A vereda da vida vai para cima para aquele que age com perspicácia, a fim de desviar do Seol lá embaixo.” A pessoa que age com perspicácia está no caminho que leva para longe do Seol, a sepultura comum da humanidade. Ela rejeita práticas prejudiciais como a promiscuidade sexual, o uso de drogas e a embriaguez — assim, evita a morte prematura. Seu caminho leva à vida.
PROVÉRBIOS 15:28)
“O coração do justo medita a fim de responder, mas a boca dos iníquos borbulha com coisas más.”
w14 15/3 p. 5 Como tocar o coração de parentes descrentes
A Bíblia diz que “o coração do justo medita a fim de responder” e que “o coração do sábio faz que a sua boca mostre perspicácia e acrescenta persuasão aos seus lábios”. Como podemos aplicar esses conselhos? — Pro. 15:28; 16:23.
Uma esposa talvez queira explicar sua fé para o marido. Se ela ‘meditar antes de responder’, poderá escolher com cuidado suas palavras e não ser precipitada ao falar. Ela não deve dar a impressão de que se acha superior ou a “dona da verdade”. Suas palavras bem pensadas podem ser revigorantes e promover a paz. Quando é que seu marido está mais descontraído e disposto a conversar? Sobre que assuntos ele gosta de conversar ou ler? Ele se interessa por ciência, política, ou esportes? Como ela pode despertar sua curiosidade sobre a Bíblia e ao mesmo tempo respeitar seus sentimentos e opiniões? Pensar em coisas assim ajudará a esposa a falar e agir com perspicácia.
w07 15/11 p. 16 Você é revigorante para com outros?
Primeiro, podemos parar e pensar antes de falar. Provérbios 15:28 diz: “O coração do justo medita a fim de responder.” Essa meditação não precisa demorar muito. Com uma pequena reflexão antecipada, em geral é possível determinar que reação nossos comentários poderão causar. Poderíamos nos perguntar: ‘O que pretendo dizer é amoroso? É verdade, ou simples boato? É “uma palavra no tempo certo”? Vai revigorar e edificar os que me ouvirem?’ (Provérbios 15:23) Se concluirmos que aquilo que estamos pensando é negativo ou inapropriado, façamos um esforço consciente para rejeitá-lo. Melhor ainda, por que não tentar substituí-lo por algo mais positivo e apropriado? Palavras irrefletidas são como “as estocadas duma espada”, ao passo que comentários positivos são “uma cura”. — Provérbios 12:18.
w06 1/8 p. 19 O temor de Deus — “uma disciplina para a sabedoria”
Mostrando-nos como evitar uma armadilha comum, o rei de Israel diz: “O coração do justo medita a fim de responder, mas a boca dos iníquos borbulha com coisas más.” (Provérbios 15:28) Como esse conselho é valioso! Respostas tolas e sem sentido, que são ditas sem pensar, raramente dão bons resultados. Se considerarmos os vários fatores que podem influir em determinado assunto, incluindo as circunstâncias e os sentimentos de outros, é improvável que digamos algo do qual talvez nos arrependamos mais tarde.
it-2 p. 790 Meditação
Com meditação proveitosa, não se estará inclinado a dar respostas tolas. Refletir-se-á seriamente nesses assuntos de importância, e, em resultado, as respostas dadas procederão do coração e não serão mais tarde lamentadas. — Pr 15:28.
PROVÉRBIOS 15:29)
“Jeová está longe dos iníquos, mas ouve a oração dos justos.”
w06 1/8 pp. 19-20 O temor de Deus — “uma disciplina para a sabedoria”
Qual, então, é o benefício de temer a Deus e aceitar sua disciplina? O sábio responde: “Jeová está longe dos iníquos, mas ouve a oração dos justos.” (Provérbios 15:29) O Deus verdadeiro não está perto dos iníquos. “Quem desvia seu ouvido de ouvir a lei”, diz a Bíblia, “até mesmo sua oração é algo detestável”. (Provérbios 28:9) Os que temem a Deus e se esforçam em fazer o que é certo aos Seus olhos podem aproximar-se dele livremente, com total confiança de que ele os ouvirá.
PROVÉRBIOS 15:30)
“A luminosidade dos olhos alegra o coração; uma notícia boa engorda os ossos.”
w06 1/8 p. 20 O temor de Deus — “uma disciplina para a sabedoria”
O que “alegra o coração”
Usando uma comparação que nos faz pensar, Salomão diz: “A luminosidade dos olhos alegra o coração; uma notícia boa engorda os ossos.” (Provérbios 15:30) Os ossos ‘engordam’ quando estão cheios de tutano. Isso fortalece o corpo inteiro e faz o coração alegrar-se. E a alegria do coração é refletida no brilho dos olhos. Esse é o resultado da boa notícia!
Não é verdade que os relatórios da expansão da adoração de Jeová são uma fonte de verdadeiro encorajamento para nós? Saber o que está sendo realizado na obra de pregação do Reino e de fazer discípulos realmente nos motiva a participar mais no ministério. (Mateus 24:14; 28:19, 20) As experiências dos que aceitaram a Jeová como seu Deus e passaram a seguir a adoração verdadeira enchem nosso coração de alegria. Visto que “a notícia boa duma terra longínqua” tem esse poderoso efeito, é muito importante que sejamos exatos e conscienciosos ao relatar o que fazemos no ministério. — Provérbios 25:25.
it-2 p. 247 Gordura
Em Provérbios 15:30, diz-se que uma boa notícia “engorda os ossos”, ou os enche de tutano — em outras palavras, revigora-se todo o organismo. O substantivo dé•shen também reflete esta idéia de afluência, como no Salmo 36:8, onde diz que os filhos dos homens “bebem fartamente da gordura [mid•dé•shen; “abundância”, ALA] da” casa de Deus. — Veja Je 31:14.
PROVÉRBIOS 15:31)
“O ouvido que escuta a repreensão da vida pousa bem no meio de gente sábia.”
w06 1/8 p. 20 O temor de Deus — “uma disciplina para a sabedoria”
“Antes da glória há humildade”
Enfatizando o valor de aceitar a disciplina em suas várias formas, o sábio rei diz: “O ouvido que escuta a repreensão da vida pousa bem no meio de gente sábia. Quem se esquiva da disciplina rejeita a sua própria alma, mas aquele que escuta a repreensão adquire coração.” (Provérbios 15:31, 32) A repreensão, ou disciplina, toca o coração da pessoa e ajusta-o, dando-lhe bom senso. “A vara da disciplina” é o que remove ‘a tolice ligada ao coração do rapaz’. (Provérbios 22:15) Quem ouve a disciplina também adquire coração, ou seja, boa motivação. Por outro lado, esquivar-se da disciplina é rejeitar a vida.
PROVÉRBIOS 15:32)
“Quem se esquiva da disciplina rejeita a sua própria alma, mas aquele que escuta a repreensão adquire coração.”
w06 1/8 p. 20 O temor de Deus — “uma disciplina para a sabedoria”
“Antes da glória há humildade”
Enfatizando o valor de aceitar a disciplina em suas várias formas, o sábio rei diz: “O ouvido que escuta a repreensão da vida pousa bem no meio de gente sábia. Quem se esquiva da disciplina rejeita a sua própria alma, mas aquele que escuta a repreensão adquire coração.” (Provérbios 15:31, 32) A repreensão, ou disciplina, toca o coração da pessoa e ajusta-o, dando-lhe bom senso. “A vara da disciplina” é o que remove ‘a tolice ligada ao coração do rapaz’. (Provérbios 22:15) Quem ouve a disciplina também adquire coração, ou seja, boa motivação. Por outro lado, esquivar-se da disciplina é rejeitar a vida.
PROVÉRBIOS 15:33)
“O temor de Jeová é uma disciplina para a sabedoria, e antes da glória há humildade.”
w06 1/8 p. 20 O temor de Deus — “uma disciplina para a sabedoria”
De fato, receber bem a disciplina da sabedoria e aceitá-la com humildade é benéfico. Fazer isso resulta não apenas em contentamento, progresso, alegria e realização, mas também em glória e vida. Provérbios 15:33 conclui: “O temor de Jeová é uma disciplina para a sabedoria, e antes da glória há humildade.”
PROVÉRBIOS 16:1)
“Ao homem terreno pertencem os arranjos do coração, mas de Jeová é a resposta da língua.”
w07 15/5 p. 17 “Teus planos ficarão firmemente estabelecidos”
“Os arranjos do coração” — a quem cabe fazer isso?
“Ao homem terreno pertencem os arranjos do coração”, diz Provérbios 16:1a. É óbvio que “os arranjos do coração” estão sob a nossa responsabilidade. Jeová não prepara nosso coração de forma milagrosa, nem nos dá automaticamente um espírito disposto. Temos de nos esforçar em adquirir conhecimento exato de sua Palavra, a Bíblia, refletir sobre o que aprendemos e harmonizar nossos pensamentos com os de Deus. — Provérbios 2:10, 11.
No entanto, ter Davi solicitado um “coração puro” e “um espírito novo” mostra que ele reconhecia sua tendência pecaminosa e a necessidade de ajuda divina para purificar o coração. Sendo imperfeitos, podemos ser tentados a praticar “as obras da carne”. (Gálatas 5:19-21) Para ‘amortecer os membros do nosso corpo que estão na terra, com respeito a fornicação, impureza, apetite sexual, desejo nocivo e cobiça’, precisamos da ajuda de Jeová. (Colossenses 3:5) Como é importante pedir essa ajuda em oração para não cedermos às tentações e para remover do coração tendências pecaminosas!
Será que podemos ajudar outros com relação aos “arranjos” do coração deles? “Existe aquele que fala irrefletidamente como que com as estocadas duma espada”, diz a Bíblia, “mas a língua dos sábios é uma cura”. (Provérbios 12:18) Quando é que a nossa língua tem efeito curativo? Apenas quando “de Jeová é a resposta da língua”, ou seja, quando usamos palavras que se harmonizam com as verdades espirituais. — Provérbios 16:1b.
it-2 p. 706 Língua
Deveras, a língua pode curar em sentido espiritual quando fala as palavras de Deus. (Pr 12:18) “De Jeová é a resposta da língua”, porque somente ele pode fornecer palavras espiritualmente corretas que resultam em cura. (Pr 16:1)
PROVÉRBIOS 16:2)
“Todos os caminhos do homem são puros aos seus próprios olhos, mas Jeová faz a avaliação dos espíritos.”
w07 15/5 pp. 17-18 “Teus planos ficarão firmemente estabelecidos”
“O coração é mais traiçoeiro do que qualquer outra coisa e está desesperado”, diz a Bíblia. (Jeremias 17:9) Nosso coração simbólico tende a se autojustificar e a enganar a si mesmo. Alertando sobre esse perigo, o Rei Salomão, do Israel antigo, diz: “Todos os caminhos do homem são puros aos seus próprios olhos, mas Jeová faz a avaliação dos espíritos.” — Provérbios 16:2.
A auto-estima exagerada pode nos levar a justificar os nossos erros, a camuflar possíveis traços de personalidade indesejáveis e a não enxergar a nossa própria maldade. Mas Jeová não pode ser enganado. Ele “faz a avaliação dos espíritos”. O espírito da pessoa é sua inclinação mental predominante e está ligado ao coração. O desenvolvimento desse espírito depende muito da atividade do coração simbólico, que envolve coisas como pensamentos, emoções e motivações. O que “o examinador dos corações” avalia é o espírito, e seus julgamentos são isentos de favoritismo ou de parcialidade. É sábio resguardar nosso espírito.
PROVÉRBIOS 16:3)
“Rola os teus trabalhos sobre o próprio Jeová e os teus planos ficarão firmemente estabelecidos.”
w11 1/2 pp. 29-30 “Este é o seu dia”
“Estabeleçam firmemente seus planos”. Esse foi o tema desenvolvido pelo instrutor de Gileade, William Samuelson. Seu discurso teve como base Provérbios 16:3, que diz: “Rola os teus trabalhos sobre o próprio Jeová e os teus planos ficarão firmemente estabelecidos.” O irmão Samuelson perguntou aos alunos: “Será que esse versículo quer dizer que vocês não têm nenhuma participação em estabelecer seus planos a não ser ‘rolar seus trabalhos’ sobre Jeová?” Não, disse ele, porque Provérbios 16:1 diz: “Ao homem terreno pertencem os arranjos do coração.” O irmão Samuelson acrescentou: “Jeová não vai milagrosamente preparar seu coração para vocês. Pelo contrário, vocês precisam ter certeza de que têm a motivação correta. Por meio do estudo, da oração e por estarem bem achegados ao Escritório da sede local, vocês continuarão a ter um coração que servirá a seu favor, e o próprio Jeová estabelecerá firmemente seus planos.”
w07 15/5 p. 18 “Teus planos ficarão firmemente estabelecidos”
“Rola os teus trabalhos sobre o próprio Jeová”
Fazer planos envolve raciocínio — uma atividade do coração. Os planos, em geral, são seguidos de ações. Será que seremos bem-sucedidos nos nossos empreendimentos? Salomão diz: “Rola os teus trabalhos sobre o próprio Jeová e os teus planos ficarão firmemente estabelecidos.” (Provérbios 16:3) Rolar nossos trabalhos sobre Jeová significa depositar total confiança nele e sujeitar-nos à sua autoridade — transferir, por assim dizer, a carga de nossos ombros para os dele. O salmista cantou: “Rola teu caminho sobre Jeová e confia nele, e ele mesmo agirá.” — Salmo 37:5.
Para que os nossos planos fiquem firmemente estabelecidos, porém, é preciso que eles se harmonizem com a Palavra de Deus e tenham como base uma boa motivação. Além disso, devemos orar a Jeová pedindo ajuda e apoio e, conscienciosamente, fazer o melhor possível para seguir os conselhos da Bíblia. Em especial é importante ‘lançar nosso fardo sobre Jeová’ diante de provações ou dificuldades, pois ‘ele nos susterá’. De fato, “nunca permitirá que o justo seja abalado”. — Salmo 55:22.
PROVÉRBIOS 16:4)
“Tudo Jeová fez para seu propósito, sim, mesmo o iníquo para o dia mau.”
w07 15/5 pp. 18-19 “Teus planos ficarão firmemente estabelecidos”
“Tudo Jeová fez para seu propósito”
O que mais resulta de ‘rolarmos os nossos trabalhos sobre Jeová’? “Tudo Jeová fez para seu propósito”, diz o sábio rei. (Provérbios 16:4a) O Criador do Universo é um Deus de propósito. Quando rolamos os nossos trabalhos sobre ele, a nossa vida fica repleta de atividades significativas e gratificantes, sem futilidades ou ilusões. E o resultado do propósito de Jeová para a Terra e a humanidade será eterno. (Efésios 3:11) Ele criou a Terra “para ser habitada”. (Isaías 45:18) Além do mais, o que ele originalmente propôs para a humanidade na Terra sem falta se tornará realidade. (Gênesis 1:28) Uma vida devotada ao Deus verdadeiro será eterna e sempre significativa.
Jeová fez “mesmo o iníquo para o dia mau”. (Provérbios 16:4b) Ele não criou os iníquos, pois ‘a sua atuação é perfeita’. (Deuteronômio 32:4) Contudo, Deus permite que venham à existência e continuem vivos até ele achar apropriado executar a condenação contra eles. Por exemplo, Jeová disse ao faraó do Egito: “Por esta razão te deixei em existência: para mostrar-te meu poder e para que meu nome seja declarado em toda a terra.” (Êxodo 9:16) As Dez Pragas e a destruição de Faraó e suas forças no mar Vermelho foram sem dúvida demonstrações memoráveis do poder incomparável de Deus.
Além disso, Jeová pode controlar as circunstâncias de tal modo que o iníquo, sem se aperceber, sirva ao Seu propósito. O salmista disse: “O próprio furor do homem te elogiará; tu mesmo te cingirás do resto do furor.” (Salmo 76:10) Jeová pode permitir que Seus inimigos expressem sua ira contra Seus servos — mas apenas até o grau necessário para disciplinar e treinar seu povo. O que passa disso, Jeová torna sem efeito.
it-2 p. 397 Iniqüidade
Além disso, Jeová Deus manobra as circunstâncias de tal modo que os próprios iníquos, sem o perceberem, servem ao Seu propósito. Embora se oponham a Deus, Ele pode restringi-los ao ponto necessário para preservar Seus servos no proceder de integridade, e fazer com que as ações dos próprios iníquos realcem a Sua justiça. (Ro 3:3-5, 23-26; 8:35-39; Sal 76:10) Esta idéia é expressa em Provérbios 16:4: “Tudo Jeová fez para seu propósito, sim, mesmo o iníquo para o dia mau.”
Um caso em pauta é o do Faraó, a quem Jeová, por meio de Moisés e Arão, avisou para que libertasse os israelitas escravizados. Não foi Deus quem fez este governante egípcio ser iníquo, mas Ele permitiu que Faraó continuasse vivendo e também criou circunstâncias que o moveram a manifestar-se como iníquo e merecedor da morte. O propósito de Jeová em fazer isso é revelado em Êxodo 9:16: “Por esta razão te deixei em existência: para mostrar-te meu poder e para que meu nome seja declarado em toda a terra.”
As Dez Pragas lançadas sobre o Egito, culminando com a destruição do Faraó e de suas forças militares no mar Vermelho, foram uma impressionante demonstração do poder de Jeová. (Êx 7:14-12:30; Sal 78:43-51; 136:15) Por anos depois disso, as nações ao redor ainda falavam no assunto, e o nome de Deus estava, assim, sendo declarado em toda a terra. (Jos 2:10, 11; 1Sa 4:8) Caso Jeová tivesse matado imediatamente a Faraó, esta grande demonstração do Seu poder, para Sua glória e para a libertação de Seu povo, não teria sido possível.
As Escrituras asseguram-nos de que virá o tempo em que não mais existirá a iniqüidade, uma vez que todos os que se colocam em oposição ao Criador serão destruídos, quando a Sua permissão da existência da iniqüidade tiver cumprido seu objetivo. — 2Pe 3:9-13; Re 18:20-24; 19:11-20:3; 20:7-10.
PROVÉRBIOS 16:5)
“Todo o soberbo de coração é algo detestável para Jeová. Mão [talvez se junte] a mão, [contudo,] não se ficará impune.”
w07 15/5 p. 19 “Teus planos ficarão firmemente estabelecidos”
Ao passo que Jeová apóia seus servos humildes, que dizer dos orgulhosos e arrogantes? “Todo o soberbo de coração é algo detestável para Jeová”, diz o rei de Israel. “Mão talvez se junte a mão, contudo, não se ficará impune.” (Provérbios 16:5) Os “soberbo[s] de coração” talvez se unam em apoio mútuo, mas não escaparão da punição. Portanto, é sábio cultivarmos a humildade, independentemente do conhecimento, da capacidade ou dos privilégios de serviço que possamos ter.
PROVÉRBIOS 16:6)
“Pela benevolência e pela veracidade se expia o erro, e no temor de Jeová a pessoa se desvia do mal.”
w07 15/5 p. 19 “Teus planos ficarão firmemente estabelecidos”
“No temor de Jeová”
Visto que herdamos o pecado, temos a tendência de errar. (Romanos 3:23; 5:12) O que nos ajudará a evitar fazer planos que levem a um mau proceder? Provérbios 16:6 declara: “Pela benevolência e pela veracidade se expia o erro, e no temor de Jeová a pessoa se desvia do mal.” Ao passo que é por sua benevolência e veracidade que Jeová faz a expiação de nossos pecados, é o temor a Ele que serve de freio contra cometê-los. Portanto, como é importante que, junto com o amor a Deus e o apreço por sua benevolência, cultivemos o temor de desagradá-lo!
O temor a Deus entra no nosso coração quando desenvolvemos reverência e respeito pelo Seu impressionante poder. Pense no poder de Deus tão evidente na criação! Ter sido lembrado das manifestações de poder nas obras criativas de Deus ajudou o patriarca Jó a reajustar seu modo de pensar. (Jó 42:1-6) Não acontece o mesmo conosco quando lemos e refletimos sobre os relatos da Bíblia a respeito de como Jeová tratava seu povo? O salmista cantou: “Vinde e vede as atividades de Deus. Atemorizante é a sua ação com os filhos dos homens.” (Salmo 66:5) Não devemos achar que a benevolência de Jeová seja automática. Quando os israelitas ‘se rebelaram contra Jeová e fizeram seu espírito santo sentir-se magoado, Ele se transformou em inimigo deles e guerreou contra eles’. (Isaías 63:10)
PROVÉRBIOS 16:7)
“Quando Jeová tem prazer nos caminhos de um homem, faz que até os seus próprios inimigos estejam em paz com ele.”
w07 15/5 p. 19 “Teus planos ficarão firmemente estabelecidos”
Não devemos achar que a benevolência de Jeová seja automática. Quando os israelitas ‘se rebelaram contra Jeová e fizeram seu espírito santo sentir-se magoado, Ele se transformou em inimigo deles e guerreou contra eles’. (Isaías 63:10) Por outro lado, “quando Jeová tem prazer nos caminhos de um homem, faz que até os seus próprios inimigos estejam em paz com ele”. (Provérbios 16:7) Que proteção é o temor a Jeová!
PROVÉRBIOS 16:8)
“Melhor é um pouco com justiça do que uma abundância de produtos sem justiça.”
w07 15/5 p. 19 “Teus planos ficarão firmemente estabelecidos”
“Melhor é um pouco com justiça do que uma abundância de produtos sem justiça”, diz o rei sábio. (Provérbios 16:8) Provérbios 15:16 declara: “Melhor o pouco no temor de Jeová, do que suprimento abundante e com ele confusão.” O temor reverente a Deus certamente é essencial para permanecer num rumo certo.
PROVÉRBIOS 16:9)
“O coração do homem terreno talvez conceba o seu caminho, mas é o próprio Jeová quem dirige os seus passos.”
w07 15/5 pp. 19-20 “Teus planos ficarão firmemente estabelecidos”
“O coração do homem terreno talvez conceba o seu caminho”
O homem foi criado com a liberdade de escolher praticar o que é certo ou o que é errado. (Deuteronômio 30:19, 20) O coração simbólico tem a capacidade de considerar diferentes opções e fixar seus objetivos em uma ou mais delas. Indicando que é nossa a responsabilidade de escolher, Salomão diz: “O coração do homem terreno talvez conceba o seu caminho.” Uma vez tendo feito a escolha certa, ‘o próprio Jeová dirigirá os seus passos’. (Provérbios 16:9) Visto que Jeová pode guiar os passos da pessoa, é sábio que ela busque Sua ajuda para que ‘seus planos fiquem firmemente estabelecidos’.
Como já mencionado, o coração é traiçoeiro e pode produzir raciocínios falsos. Por exemplo, o coração da pessoa que comete um pecado talvez procure justificativas. Em vez de largar o proceder pecaminoso, ela talvez raciocine que Deus é amoroso, bondoso, misericordioso e perdoador. Tal pessoa diz no seu coração: “Deus se esqueceu. Escondeu a sua face. Certamente nunca o verá.” (Salmo 10:11) Mas é impróprio e perigoso abusar da misericórdia de Deus.
sg estudo 15 p. 74 par. 8 Mover o coração dos ouvintes
8 Ocasionalmente, o coração pode rejeitar as conclusões da mente, fornecendo motivação que favorece e eleva as emoções ou o desejo acima do raciocínio lógico. A pessoa não só precisa saber na mente o que é direito aos olhos de Jeová, mas precisa também ter o desejo no coração para seguir este proceder. Esta faculdade do coração, de selecionar entre diversos procederes opcionais e decidir-se por um deles explica por que a Bíblia fala do coração do homem como ‘fazendo planos’ e ‘concebendo [fixando a mente em] seu caminho’. (Pro. 19:21; 16:9) A menos que as circunstâncias mais ou menos obriguem as pessoas a proceder de outro modo, elas seguirão o proceder que agrada ao coração. Isto é especialmente assim no que se refere a questões morais e espirituais. — Mat. 5:28.
PROVÉRBIOS 16:10)
“Deve haver decisão inspirada sobre os lábios do rei; no julgamento, sua boca não se deve mostrar infiel.”
w07 15/5 p. 20 “Teus planos ficarão firmemente estabelecidos”
Mudando o enfoque do coração e das ações do “homem terreno” para os de um rei, Salomão diz: “Deve haver decisão inspirada sobre os lábios do rei; no julgamento, sua boca não se deve mostrar infiel.” (Provérbios 16:10) Isso com certeza será assim no caso do entronizado Rei Jesus Cristo. Ele governará a Terra em harmonia com a vontade divina.
PROVÉRBIOS 16:11)
“Fiel e balança justos pertencem a Jeová; todos os pesos de pedra da bolsa são seu trabalho.”
w07 15/5 p. 20 “Teus planos ficarão firmemente estabelecidos”
Identificando a fonte da justiça e retidão, o sábio rei diz: “Fiel e balança justos pertencem a Jeová; todos os pesos de pedra da bolsa são seu trabalho.” (Provérbios 16:11) O fiel (ponteiro de uma balança) e a balança justos são providos por Jeová. Não cabe a um rei estabelecer tais padrões de acordo com a sua preferência. Quando esteve na Terra, Jesus disse: “Não posso fazer nem uma única coisa de minha própria iniciativa; assim como ouço, eu julgo; e o julgamento que faço é justo, porque não procuro a minha própria vontade, mas a vontade daquele que me enviou.” Podemos esperar justiça perfeita da parte do Filho a quem o Pai ‘confiou todo o julgamento’. — João 5:22, 30.
PROVÉRBIOS 16:12)
“Fazer o que é iníquo é algo detestável para os reis, porque é pela justiça que se estabelece firmemente o trono.”
w07 15/5 p. 20 “Teus planos ficarão firmemente estabelecidos”
O que mais se pode esperar de um rei que representa a Jeová? “Fazer o que é iníquo é algo detestável para os reis, porque é pela justiça que se estabelece firmemente o trono.” (Provérbios 16:12) O Reino messiânico é governado pelos princípios justos de Deus. Não tem nenhuma ligação com “o trono que causa adversidades”. — Salmo 94:20; João 18:36; 1 João 5:19.
PROVÉRBIOS 16:13)
“Os lábios de justiça são um prazer para o grandioso rei; e ele ama a quem fala coisas retas.”
w07 15/5 p. 20 “Teus planos ficarão firmemente estabelecidos”
Granjear a boa vontade de um rei
Como devem agir os súditos de um rei majestoso? Salomão diz: “Os lábios de justiça são um prazer para o grandioso rei; e ele ama a quem fala coisas retas. O furor de um rei significa mensageiros da morte, mas homem sábio é aquele que o evita.” (Provérbios 16:13, 14) Os atuais adoradores de Jeová acatam essas palavras e são ativos na obra de pregar o Reino e fazer discípulos. (Mateus 24:14; 28:19, 20) Sabem que usar seus lábios dessa maneira dá prazer ao Rei messiânico, Jesus Cristo. Evitar o desagrado de um poderoso rei humano e buscar o seu favor certamente era um proceder sábio. Quanto mais sábio é buscar a aprovação do Rei messiânico!
PROVÉRBIOS 16:14)
“O furor de um rei significa mensageiros da morte, mas homem sábio é aquele que o evita.”
w07 15/5 p. 20 “Teus planos ficarão firmemente estabelecidos”
Granjear a boa vontade de um rei
Como devem agir os súditos de um rei majestoso? Salomão diz: “Os lábios de justiça são um prazer para o grandioso rei; e ele ama a quem fala coisas retas. O furor de um rei significa mensageiros da morte, mas homem sábio é aquele que o evita.” (Provérbios 16:13, 14) Os atuais adoradores de Jeová acatam essas palavras e são ativos na obra de pregar o Reino e fazer discípulos. (Mateus 24:14; 28:19, 20) Sabem que usar seus lábios dessa maneira dá prazer ao Rei messiânico, Jesus Cristo. Evitar o desagrado de um poderoso rei humano e buscar o seu favor certamente era um proceder sábio. Quanto mais sábio é buscar a aprovação do Rei messiânico!
PROVÉRBIOS 16:15)
“Na luz da face do rei há vida, e sua boa vontade é como a nuvem da chuva primaveril.”
w07 15/5 p. 20 “Teus planos ficarão firmemente estabelecidos”
“Na luz da face do rei há vida”, Salomão continua, “e sua boa vontade é como a nuvem da chuva primaveril”. (Provérbios 16:15) A “luz da face do rei” significa seu favor, assim como ‘a luz da face de Jeová’ denota favor divino. (Salmo 44:3; 89:15) Como as nuvens de chuva são uma garantia de que haverá água para produzir boas safras, a boa vontade de um rei é evidência de boas coisas futuras. A vida sob o reinado do Rei messiânico será cheia de bênçãos e prosperidade, assim como era em pequena escala o reinado do Rei Salomão. — Salmo 72:1-17.
it-1 p. 501 Chuva
A boa vontade de um rei era comparada à “nuvem da chuva primaveril”, porque evidenciava vindouras condições agradáveis, assim como as nuvens de chuva asseguram a água necessária para as safras se desenvolverem. — Pr 16:15.
it-2 p. 727 Luz, I
De modo similar, o favor dum governante é chamado de “luz da face do rei”. — Pr 16:15.
PROVÉRBIOS 16:16)
“Quanto melhor é obter sabedoria do que ouro! E obter compreensão deve ser preferido à prata.”
w07 15/7 p. 8 “Sabedoria é para proteção”
“QUANTO melhor é obter sabedoria do que ouro! E obter compreensão deve ser preferido à prata”, diz Provérbios 16:16. Por que a sabedoria é tão valiosa? Porque “a sabedoria é para proteção, assim como o dinheiro é para proteção; mas a vantagem do conhecimento é que a própria sabedoria preserva vivos os que a possuem”. (Eclesiastes 7:12) Mas em que sentido a sabedoria preserva vivos os que a possuem?
Adquirir sabedoria divina, isto é, obter conhecimento da Palavra de Deus, a Bíblia, e agir em harmonia com isso, nos ajuda a andar no caminho que Jeová aprova. (Provérbios 2:10-12)
PROVÉRBIOS 16:17)
“A estrada principal dos retos é para se desviar do mal. Quem resguarda seu caminho guarda sua alma.”
w07 15/7 p. 8 “Sabedoria é para proteção”
Adquirir sabedoria divina, isto é, obter conhecimento da Palavra de Deus, a Bíblia, e agir em harmonia com isso, nos ajuda a andar no caminho que Jeová aprova. (Provérbios 2:10-12) O Rei Salomão, do Israel antigo, diz: “A estrada principal dos retos é para se desviar do mal. Quem resguarda seu caminho guarda sua alma.” (Provérbios 16:17) De fato, quem tem sabedoria é protegido contra os maus caminhos e é preservado vivo.
PROVÉRBIOS 16:18)
“O orgulho vem antes da derrocada e o espírito soberbo antes do tropeço.”
g 10/14 p. 5 Como conquistar o verdadeiro sucesso
O QUE A BÍBLIA DIZ:
“O orgulho vem antes da derrocada [ou ruína] e o espírito soberbo antes do tropeço.” — Provérbios 16:18.
O QUE ISSO QUER DIZER. A ambição e a arrogância não vão ajudar você a ter verdadeiro sucesso. O livro Empresas Feitas para Vencer comenta que os líderes de empresa que conquistam e mantêm o sucesso “exibem uma humildade irresistível, são retraídos e modestos em relação a si mesmos”. Em contraste, em dois terços das empresas de um grupo de comparação, os líderes mostraram ter “egos gigantescos, que contribuíram para a morte ou para perpetuar a mediocridade da empresa”. Ou seja, uma atitude arrogante costuma levar mais ao fracasso que ao sucesso.
w07 15/7 pp. 8-9 “Sabedoria é para proteção”
“O orgulho vem antes da derrocada”, alerta Provérbios 16:18, “e o espírito soberbo antes do tropeço”. Veja o caso da maior “derrocada” já ocorrida no Universo: a queda de um filho espiritual de Deus, perfeito, que fez de si mesmo Satanás, o Diabo. (Gênesis 3:1-5; Revelação [Apocalipse] 12:9) Não é verdade que ele manifestou um espírito soberbo antes da queda? A Bíblia indica isso quando diz que um homem recém-convertido não deve ser designado para um cargo de supervisão na congregação cristã “para que não venha a enfunar-se de orgulho e a cair no julgamento aplicado ao Diabo”. (1 Timóteo 3:1, 2, 6) Como é importante evitar alimentar o orgulho em outros, bem como impedir que ele se desenvolva em nós!
PROVÉRBIOS 16:19)
“Melhor é ser humilde em espírito com os mansos, do que repartir despojo com os que se enaltecem.”
w07 15/7 p. 9 “Sabedoria é para proteção”
“Melhor é ser humilde em espírito com os mansos, do que repartir despojo com os que se enaltecem”, diz Provérbios 16:19. Que esse é um bom alerta se pode ver no caso do Rei Nabucodonosor, da antiga Babilônia. Ele erigiu com orgulho uma enorme imagem, talvez representando a si mesmo, na planície de Dura. É possível que essa imagem tenha sido montada sobre um pedestal bem alto, chegando a atingir quase 30 metros de altura. (Daniel 3:1) O objetivo desse enorme monumento era servir como símbolo impressionante do império de Nabucodonosor. Ainda que coisas altas e grandiosas — como essa imagem, bem como obeliscos, torres de igreja ou arranha-céus — possam impressionar humanos, elas não impressionam a Deus. O salmista cantou: “Jeová é enaltecido, e ainda assim vê ao humilde; mas ao soberbo ele só conhece de longe.” (Salmo 138:6) De fato, “aquilo que é altivo entre os homens é uma coisa repugnante à vista de Deus”. (Lucas 16:15) É melhor ‘deixar-nos conduzir pelas coisas humildes’ do que ‘atentar para as coisas altivas’. — Romanos 12:16.
PROVÉRBIOS 16:20)
“Quem mostrar perspicácia num assunto achará o bem, e feliz é aquele que confia em Jeová.”
w11 15/6 p. 25 par. 7 ‘Tende consideração pelos que trabalham arduamente entre vós’
Por natureza, algumas ovelhas talvez não sejam calorosas e sociáveis. Mesmo assim, os anciãos procuram entender isso e ‘achar o bem’ nelas. (Pro. 16:20) É verdade que, sendo imperfeito, o ancião talvez tenha de se esforçar muito para ter um conceito positivo sobre cada uma das ovelhas.
w07 15/7 pp. 9-10 “Sabedoria é para proteção”
Fale com “perspicácia” e “persuasão”
Como a aquisição de sabedoria influi no nosso modo de falar? O rei sábio diz: “Quem mostrar perspicácia num assunto achará o bem, e feliz é aquele que confia em Jeová. Ao sábio no coração chamar-se-á de entendido, e aquele que é doce de lábios acrescenta persuasão. Para os seus donos, a perspicácia é fonte de vida; e a disciplina dos tolos é tolice. O coração do sábio faz que a sua boca mostre perspicácia e acrescenta persuasão aos seus lábios.” — Provérbios 16:20-23.
A sabedoria nos ajuda a falar com perspicácia, ou profundo entendimento, e persuasão. Por quê? Porque a pessoa sábia no coração procura ‘achar o bem’ nos assuntos e “confia em Jeová”. Se procurarmos o “bem” em outros, é menos provável que falemos mal deles. Em vez de duras ou provocadoras, nossas palavras serão doces e persuasivas. Entender as circunstâncias dos outros nos ajuda a compreender as aflições pelas quais talvez estejam passando e como lidam com elas.
O modo de falar influenciado pela sabedoria também é vital na nossa obra de pregar o Reino e fazer discípulos. Ao ensinarmos a Palavra de Deus, o nosso objetivo não é simplesmente transmitir matéria bíblica. Nosso alvo é tocar o coração das pessoas. Isso exige acrescentar persuasão ao que falamos. O apóstolo Paulo exortou seu companheiro Timóteo a não se afastar das coisas que havia sido “persuadido a crer”. — 2 Timóteo 3:14, 15.
“Persuadir” em grego significa “fazer mudar de idéia pela influência da razão ou de considerações morais”, diz o An Expository Dictionary of New Testament Words (Dicionário Expositivo de Palavras do Novo Testamento), de W. E. Vine. Usar argumentos convincentes que façam a pessoa mudar de idéia exige conhecer bem o modo de pensar, os interesses, as circunstâncias e a formação do ouvinte. Como conseguir isso? O discípulo Tiago responde: “Ser rápido no ouvir, vagaroso no falar.” (Tiago 1:19) Podemos saber o que o ouvinte realmente pensa quando fazemos com que ele se expresse e ouvimos com atenção o que ele diz.
A capacidade de persuasão do apóstolo Paulo era notável. (Atos 18:4) Mesmo um de seus opositores, o prateiro Demétrio, reconheceu: “Não somente em Éfeso, mas em quase todo o distrito da Ásia, este Paulo tem persuadido uma multidão considerável, voltando-os para outra opinião.” (Atos 19:26) Será que Paulo atribuiu a si o mérito dessa eficiência na pregação? De modo algum. Ele encarava sua pregação como ‘demonstração do espírito e do poder de Deus’. (1 Coríntios 2:4, 5) Nós também temos a ajuda do espírito santo de Jeová. Confiantes em Jeová, sabemos que ele apoiará nosso esforço de falar com perspicácia e persuasão no ministério.
Não é de admirar que o “sábio no coração” seja chamado de “inteligente” ou “prudente”. (Provérbios 16:21, A Bíblia de Jerusalém; Nova Versão Internacional) De fato, a perspicácia é “fonte de vida” para quem a possui.
w93 1/6 pp. 20-21 De que precisa para ser feliz?
Confie em Jeová
Estar cônscio da própria necessidade espiritual indica a disposição de se confiar em Deus. Isto produz felicidade, conforme o Rei Salomão explicou: “Feliz é aquele que confia em Jeová.” — Provérbios 16:20.
No entanto, não é verdade que muitos têm maior confiança no dinheiro e nos bens do que em Deus? Encarado deste ponto de vista, dificilmente poderia haver um lugar menos apropriado para o lema “Em Deus Confiamos” do que em dinheiro, embora esta expressão ocorra no dinheiro dos Estados Unidos.
O Rei Salomão, a quem não faltava nenhuma das boas coisas que o dinheiro podia comprar, reconheceu que confiar nos bens materiais não resulta em felicidade duradoura. (Eclesiastes 5:12-15) O dinheiro no banco pode ser perdido pela falência do banco ou pela inflação. Propriedades imobiliárias podem ser destruídas por fortes temporais. As apólices de seguro, embora reponham parcialmente as perdas materiais, nunca podem compensar as perdas emocionais. Títulos e ações podem perder o valor da noite para o dia num repentino colapso do mercado. Até mesmo empregos de boa remuneração — por diversos motivos — podem existir hoje e desaparecer amanhã.
PROVÉRBIOS 16:21)
“Ao sábio no coração chamar-se-á de entendido, e aquele que é doce de lábios acrescenta persuasão.”
w07 15/7 pp. 9-10 “Sabedoria é para proteção”
Fale com “perspicácia” e “persuasão”
Como a aquisição de sabedoria influi no nosso modo de falar? O rei sábio diz: “Quem mostrar perspicácia num assunto achará o bem, e feliz é aquele que confia em Jeová. Ao sábio no coração chamar-se-á de entendido, e aquele que é doce de lábios acrescenta persuasão. Para os seus donos, a perspicácia é fonte de vida; e a disciplina dos tolos é tolice. O coração do sábio faz que a sua boca mostre perspicácia e acrescenta persuasão aos seus lábios.” — Provérbios 16:20-23.
A sabedoria nos ajuda a falar com perspicácia, ou profundo entendimento, e persuasão. Por quê? Porque a pessoa sábia no coração procura ‘achar o bem’ nos assuntos e “confia em Jeová”. Se procurarmos o “bem” em outros, é menos provável que falemos mal deles. Em vez de duras ou provocadoras, nossas palavras serão doces e persuasivas. Entender as circunstâncias dos outros nos ajuda a compreender as aflições pelas quais talvez estejam passando e como lidam com elas.
O modo de falar influenciado pela sabedoria também é vital na nossa obra de pregar o Reino e fazer discípulos. Ao ensinarmos a Palavra de Deus, o nosso objetivo não é simplesmente transmitir matéria bíblica. Nosso alvo é tocar o coração das pessoas. Isso exige acrescentar persuasão ao que falamos. O apóstolo Paulo exortou seu companheiro Timóteo a não se afastar das coisas que havia sido “persuadido a crer”. — 2 Timóteo 3:14, 15.
“Persuadir” em grego significa “fazer mudar de idéia pela influência da razão ou de considerações morais”, diz o An Expository Dictionary of New Testament Words (Dicionário Expositivo de Palavras do Novo Testamento), de W. E. Vine. Usar argumentos convincentes que façam a pessoa mudar de idéia exige conhecer bem o modo de pensar, os interesses, as circunstâncias e a formação do ouvinte. Como conseguir isso? O discípulo Tiago responde: “Ser rápido no ouvir, vagaroso no falar.” (Tiago 1:19) Podemos saber o que o ouvinte realmente pensa quando fazemos com que ele se expresse e ouvimos com atenção o que ele diz.
A capacidade de persuasão do apóstolo Paulo era notável. (Atos 18:4) Mesmo um de seus opositores, o prateiro Demétrio, reconheceu: “Não somente em Éfeso, mas em quase todo o distrito da Ásia, este Paulo tem persuadido uma multidão considerável, voltando-os para outra opinião.” (Atos 19:26) Será que Paulo atribuiu a si o mérito dessa eficiência na pregação? De modo algum. Ele encarava sua pregação como ‘demonstração do espírito e do poder de Deus’. (1 Coríntios 2:4, 5) Nós também temos a ajuda do espírito santo de Jeová. Confiantes em Jeová, sabemos que ele apoiará nosso esforço de falar com perspicácia e persuasão no ministério.
Não é de admirar que o “sábio no coração” seja chamado de “inteligente” ou “prudente”. (Provérbios 16:21, A Bíblia de Jerusalém; Nova Versão Internacional) De fato, a perspicácia é “fonte de vida” para quem a possui.
PROVÉRBIOS 16:22)
“Para os seus donos, a perspicácia é fonte de vida; e a disciplina dos tolos é tolice.”
w07 15/7 p. 9 “Sabedoria é para proteção”
Provérbios 16:20-
w07 15/7 p. 10 “Sabedoria é para proteção”
De fato, a perspicácia é “fonte de vida” para quem a possui. E quanto aos tolos? Eles ‘desprezam a sabedoria e a disciplina’. (Provérbios 1:7) Que resultados obtêm por rejeitar a disciplina de Jeová? Como já mencionado, Salomão diz: “A disciplina dos tolos é tolice.” (Provérbios 16:22) Em muitos casos, são disciplinados ainda mais e na forma de punição severa. Além disso, os tolos talvez causem a si mesmos aflição, vergonha, doença e até mesmo a morte.
w07 15/7 p. 9 “Sabedoria é para proteção”
Para os seus donos, a perspicácia é fonte de vida; e a disciplina dos tolos é tolice.
it-1 pp. 722-723 Disciplina
Resultados do Acatamento e da Desconsideração. Os iníquos, os tolos ou os moralmente imprestáveis mostram seu ódio à disciplina de Jeová por rejeitá-la totalmente. (Sal 50:16, 17; Pr 1:7) O mau resultado de tal tolice constitui disciplina adicional, freqüentemente punição severa. Conforme o expressa o provérbio: “A disciplina dos tolos é tolice.” (Pr 16:22) Eles podem trazer a si próprios pobreza, desonra, doença e até a morte prematura. A história dos israelitas ilustra quão grande pode ser esta perda. Não prestaram atenção à disciplina dada na forma de repreensão e correção, expressa por meio dos profetas. Não acataram a disciplina dada na forma de Jeová reter Sua proteção e bênção. Por fim, sentiram a severa disciplina anunciada com antecedência — serem conquistados e exilados. — Je 2:30; 5:3; 7:28; 17:23; 32:33; Os 7:12-16; 10:10; Sof 3:2.
PROVÉRBIOS 16:23)
“O coração do sábio faz que a sua boca mostre perspicácia e acrescenta persuasão aos seus lábios.”
w07 15/7 pp. 9-10 “Sabedoria é para proteção”
Fale com “perspicácia” e “persuasão”
Como a aquisição de sabedoria influi no nosso modo de falar? O rei sábio diz: “Quem mostrar perspicácia num assunto achará o bem, e feliz é aquele que confia em Jeová. Ao sábio no coração chamar-se-á de entendido, e aquele que é doce de lábios acrescenta persuasão. Para os seus donos, a perspicácia é fonte de vida; e a disciplina dos tolos é tolice. O coração do sábio faz que a sua boca mostre perspicácia e acrescenta persuasão aos seus lábios.” — Provérbios 16:20-23.
A sabedoria nos ajuda a falar com perspicácia, ou profundo entendimento, e persuasão. Por quê? Porque a pessoa sábia no coração procura ‘achar o bem’ nos assuntos e “confia em Jeová”. Se procurarmos o “bem” em outros, é menos provável que falemos mal deles. Em vez de duras ou provocadoras, nossas palavras serão doces e persuasivas. Entender as circunstâncias dos outros nos ajuda a compreender as aflições pelas quais talvez estejam passando e como lidam com elas.
O modo de falar influenciado pela sabedoria também é vital na nossa obra de pregar o Reino e fazer discípulos. Ao ensinarmos a Palavra de Deus, o nosso objetivo não é simplesmente transmitir matéria bíblica. Nosso alvo é tocar o coração das pessoas. Isso exige acrescentar persuasão ao que falamos. O apóstolo Paulo exortou seu companheiro Timóteo a não se afastar das coisas que havia sido “persuadido a crer”. — 2 Timóteo 3:14, 15.
“Persuadir” em grego significa “fazer mudar de idéia pela influência da razão ou de considerações morais”, diz o An Expository Dictionary of New Testament Words (Dicionário Expositivo de Palavras do Novo Testamento), de W. E. Vine. Usar argumentos convincentes que façam a pessoa mudar de idéia exige conhecer bem o modo de pensar, os interesses, as circunstâncias e a formação do ouvinte. Como conseguir isso? O discípulo Tiago responde: “Ser rápido no ouvir, vagaroso no falar.” (Tiago 1:19) Podemos saber o que o ouvinte realmente pensa quando fazemos com que ele se expresse e ouvimos com atenção o que ele diz.
A capacidade de persuasão do apóstolo Paulo era notável. (Atos 18:4) Mesmo um de seus opositores, o prateiro Demétrio, reconheceu: “Não somente em Éfeso, mas em quase todo o distrito da Ásia, este Paulo tem persuadido uma multidão considerável, voltando-os para outra opinião.” (Atos 19:26) Será que Paulo atribuiu a si o mérito dessa eficiência na pregação? De modo algum. Ele encarava sua pregação como ‘demonstração do espírito e do poder de Deus’. (1 Coríntios 2:4, 5) Nós também temos a ajuda do espírito santo de Jeová. Confiantes em Jeová, sabemos que ele apoiará nosso esforço de falar com perspicácia e persuasão no ministério.
Não é de admirar que o “sábio no coração” seja chamado de “inteligente” ou “prudente”. (Provérbios 16:21, A Bíblia de Jerusalém; Nova Versão Internacional) De fato, a perspicácia é “fonte de vida” para quem a possui.
w99 15/3 pp. 15-16 Ensine com perspicácia e com persuasão
“O coração do sábio faz que a sua boca mostre perspicácia e acrescenta persuasão aos seus lábios.” — PROVÉRBIOS 16:23.
NOSSO objetivo como instrutores da Palavra de Deus é iluminar não só a mente de nossos estudantes, mas também o seu coração. (Efésios 1:18) Por isso, o ensino envolve mais do que apenas transmitir informações. Provérbios 16:23 diz: “O coração do sábio faz que a sua boca mostre perspicácia e acrescenta persuasão aos seus lábios.”
2 O apóstolo Paulo certamente aplicava este princípio no seu ensino. Quando estava em Corinto, “cada sábado, ele dava um discurso na sinagoga e persuadia judeus e gregos”. (Atos 18:4) Segundo certa autoridade, a palavra grega aqui traduzida “persuadia” significa “fazer mudar de idéia pela influência da razão ou de considerações morais”. Paulo, por meio de argumentos convincentes, conseguiu induzir pessoas a mudar até de modo de pensar. Sua habilidade de persuadir era tão enorme, que ele era temido pelos inimigos. (Atos 19:24-27) No entanto, o ensino de Paulo não era uma demonstração de habilidade humana. Ele disse aos coríntios: “A minha linguagem e aquilo que preguei não foram em palavras persuasivas de sabedoria, mas numa demonstração de espírito e de poder, para que a vossa fé não fosse na sabedoria de homens, mas no poder de Deus.” (1 Coríntios 2:4, 5) Visto que todos os cristãos têm a ajuda do espírito de Jeová Deus, todos podem tornar-se instrutores persuasivos. Mas como? Examinemos algumas das eficazes técnicas de ensino.
Seja bom ouvinte
3 A primeira técnica de ensino não envolve o falar, mas o ouvir. Conforme notado em Provérbios 16:23, para sermos persuasivos temos de ser perspicazes. Jesus certamente tinha perspicácia relativo às pessoas que ele ensinava. João 2:25 diz: “Ele mesmo sabia o que havia no homem.” Mas, como podemos nós saber o que há no coração daqueles que ensinamos? Um modo é ser bom ouvinte. Tiago 1:19 diz: “Todo homem tem de ser rápido no ouvir, vagaroso no falar.” É verdade que nem todos expressam logo as suas idéias. Quando os que estudam a Bíblia conosco ficam convencidos de que temos genuíno interesse neles, talvez fiquem mais inclinados a expressar seus verdadeiros sentimentos. Perguntas bondosas, mas discernentes, muitas vezes podem ajudar-nos a tocar o coração e ‘puxar para fora’ tais expressões. — Provérbios 20:5.
kl cap. 15 p. 143 par. 9 Como constituir uma família que honra a Deus
9 Um provérbio bíblico diz: “O coração do sábio faz que a sua boca mostre perspicácia e acrescenta persuasão aos seus lábios.” (Provérbios 16:23) Por isso, o fator decisivo para que haja boa comunicação se encontra no coração, não na boca. Que atitude você tem com relação ao cônjuge? A Bíblia incentiva os cristãos a ‘compartilhar os sentimentos’. (1 Pedro 3:8) Consegue fazer isso quando o cônjuge passa por momentos de ansiedade e aflição? Se consegue, isso o ajuda a saber o que falar. — Isaías 50:4.
w93 1/8 p. 4 Comunicação — mais do que só conversar
Use de perspicácia
Um provérbio bíblico declara: “O coração do sábio faz que a sua boca mostre perspicácia e acrescenta persuasão aos seus lábios.” (Provérbios 16:23) A palavra hebraica aqui traduzida ‘faz que mostre perspicácia’ basicamente significa ser prudente, analisar bem os assuntos na mente. Portanto, o ponto focal da comunicação eficaz é o coração, não a boca. O bom comunicador tem de fazer mais do que apenas conversar; tem de ouvir com empatia. (Tiago 1:19) Tem de discernir os sentimentos e as questões por trás do comportamento do cônjuge. — Provérbios 20:5.
PROVÉRBIOS 16:24)
“Declarações afáveis são um favo de mel, doces para a alma e uma cura para os ossos.”
w07 15/7 p. 10 “Sabedoria é para proteção”
Destacando ainda mais o efeito sadio da sabedoria no nosso modo de falar, o rei de Israel diz: “Declarações afáveis são um favo de mel, doces para a alma e uma cura para os ossos.” (Provérbios 16:24) Assim como o mel, que é doce e logo reanima uma pessoa faminta, palavras agradáveis são encorajadoras e reanimadoras. Além disso, o mel é saudável e tem propriedades curativas, beneficiando a pessoa. Dá-se o mesmo com as palavras agradáveis, que são espiritualmente sadias. — Provérbios 24:13, 14.
it-2 p. 797 Mel, favo de mel
Uso Ilustrativo. As propriedades curativas do mel são comparadas a declarações afáveis e à sabedoria, não só por causa da sua doçura e excelente sabor, mas também por causa das suas qualidades salutares. Declarações afáveis são espiritualmente salutares, assim como o mel é bom para o organismo físico. O escritor de Provérbios diz: “Declarações afáveis são um favo de mel, doces para a alma e uma cura para os ossos.” — Pr 16:24; 24:13, 14.
PROVÉRBIOS 16:25)
“Há um caminho que é reto diante do homem, mas o fim posterior dele são os caminhos da morte.”
w07 15/7 pp. 10-11 “Sabedoria é para proteção”
Cuidado com o ‘caminho que parece reto’
“Há um caminho que é reto diante do homem”, diz Salomão, “mas o fim posterior dele são os caminhos da morte”. (Provérbios 16:25) Esse é um alerta contra o raciocínio falso e o comportamento contrário à lei divina. Um caminho que talvez pareça certo do ponto de vista humano pode, na verdade, ser contra os justos princípios da Palavra de Deus. E Satanás pode promover tal engano impelindo a pessoa a seguir um rumo que ela acha ser certo, mas que, na realidade, leva à morte.
Não há melhor proteção contra enganar a si mesmo do que ter um coração sábio e entendido e uma consciência esclarecida pelo conhecimento da Palavra de Deus. Ao tomar decisões na vida — em questões de moral, de adoração ou de qualquer outra coisa — a melhor maneira de não enganar a si mesmo é se deixar guiar pelas normas de Deus quanto ao que é certo e ao que é errado.
PROVÉRBIOS 16:26)
“A alma do labutador trabalhou arduamente por ele porque a sua boca exerceu muita pressão sobre ele.”
w07 15/7 p. 11 “Sabedoria é para proteção”
“O apetite faz o homem trabalhar com vontade”
“A alma do labutador trabalhou arduamente por ele”, continua o rei sábio, “porque a sua boca exerceu muita pressão sobre ele”. (Provérbios 16:26) Salomão está dizendo que o desejo de se alimentar, da parte de um trabalhador, ‘pode trabalhar arduamente por ele’ porque sua fome ‘o pressiona’, ou o motiva. A Bíblia na Linguagem de Hoje diz: “O apetite faz o homem trabalhar com vontade, pois ele trabalha para matar a fome.” Um desejo normal, como o apetite por alimentos, pode nos motivar a ser produtivos. Tal desejo é positivo. Mas que dizer se um desejo correto se torna tão intenso que vira ganância? Seria algo similar ao que acontece quando um fogo para preparar comida num acampamento se transforma em descontrolado incêndio florestal. A ganância é um desejo descontrolado e é destrutiva. Reconhecendo o perigo, a pessoa sensata controla até mesmo seus desejos sadios.
PROVÉRBIOS 16:27)
“O homem imprestável escava o que é mau, e sobre os seus lábios há como que um fogo causticante.”
w07 15/7 p. 11 “Sabedoria é para proteção”
As palavras que proferimos podem ser destrutivas como um fogo devastador. Descrevendo os efeitos prejudiciais de procurar defeitos nos outros e divulgá-los, Salomão diz: “O homem imprestável escava o que é mau, e sobre os seus lábios há como que um fogo causticante. O homem de intrigas continua a criar contenda e o caluniador separa os que estão familiarizados uns com os outros.” — Provérbios 16:27, 28.
Quem tenta arruinar a reputação de outra pessoa é “imprestável”. Devemos procurar o bem nos outros, e dizer coisas que promovam o respeito por eles. E que dizer de ficar ouvindo os que espalham tagarelice prejudicial? Suas palavras podem facilmente levantar suspeitas infundadas, separar amigos e causar divisão na congregação. A sabedoria nos moverá a não lhes dar atenção.
it-2 p. 148 Fogo
Todavia, por causa da destrutividade do fogo descontrolado, ele é descrito como uma das quatro coisas que nunca dizem: “Basta!” (Pr 30:15, 16) Pelo mesmo motivo, Tiago comparou a língua usada de modo errado a um fogo. — Tg 3:5-8; compare isso com Pr 16:27.
PROVÉRBIOS 16:28)
“O homem de intrigas continua a criar contenda e o caluniador separa os que estão familiarizados uns com os outros.”
w07 15/7 p. 11 “Sabedoria é para proteção”
As palavras que proferimos podem ser destrutivas como um fogo devastador. Descrevendo os efeitos prejudiciais de procurar defeitos nos outros e divulgá-los, Salomão diz: “O homem imprestável escava o que é mau, e sobre os seus lábios há como que um fogo causticante. O homem de intrigas continua a criar contenda e o caluniador separa os que estão familiarizados uns com os outros.” — Provérbios 16:27, 28.
Quem tenta arruinar a reputação de outra pessoa é “imprestável”. Devemos procurar o bem nos outros, e dizer coisas que promovam o respeito por eles. E que dizer de ficar ouvindo os que espalham tagarelice prejudicial? Suas palavras podem facilmente levantar suspeitas infundadas, separar amigos e causar divisão na congregação. A sabedoria nos moverá a não lhes dar atenção.
PROVÉRBIOS 16:29)
“O homem de violência seduzirá seu próximo e certamente o fará ir num caminho que não é bom.”
w07 15/7 pp. 11-12 “Sabedoria é para proteção”
Alertando sobre uma força sedutora capaz de desviar a pessoa para um proceder errado, Salomão diz: “O homem de violência seduzirá seu próximo e certamente o fará ir num caminho que não é bom. Ele pisca os olhos para maquinar intrigas. Apertando os lábios, certamente leva a cabo a maldade.” — Provérbios 16:29, 30.
Pode a violência exercer seu poder sedutor sobre os adoradores verdadeiros? Muitas pessoas no mundo têm sido seduzidas a “maquinar intrigas”. Elas promovem ou praticam atos de violência. Talvez não achemos difícil evitar tal participação direta na violência. Mas que dizer de ser atraído a ela por meios sutis? Não é verdade que milhões de pessoas foram seduzidas a gostar de entretenimento ou de esportes que glorificam a violência? O alerta bíblico é claro: “Quem anda com pessoas sábias tornar-se-á sábio, mas irá mal com aquele que tem tratos com os estúpidos.” (Provérbios 13:20) Que proteção nos dá a sabedoria divina!
PROVÉRBIOS 16:30)
“Ele pisca os olhos para maquinar intrigas. Apertando os lábios, certamente leva a cabo a maldade.”
w07 15/7 pp. 11-12 “Sabedoria é para proteção”
Alertando sobre uma força sedutora capaz de desviar a pessoa para um proceder errado, Salomão diz: “O homem de violência seduzirá seu próximo e certamente o fará ir num caminho que não é bom. Ele pisca os olhos para maquinar intrigas. Apertando os lábios, certamente leva a cabo a maldade.” — Provérbios 16:29, 30.
Pode a violência exercer seu poder sedutor sobre os adoradores verdadeiros? Muitas pessoas no mundo têm sido seduzidas a “maquinar intrigas”. Elas promovem ou praticam atos de violência. Talvez não achemos difícil evitar tal participação direta na violência. Mas que dizer de ser atraído a ela por meios sutis? Não é verdade que milhões de pessoas foram seduzidas a gostar de entretenimento ou de esportes que glorificam a violência? O alerta bíblico é claro: “Quem anda com pessoas sábias tornar-se-á sábio, mas irá mal com aquele que tem tratos com os estúpidos.” (Provérbios 13:20) Que proteção nos dá a sabedoria divina!
PROVÉRBIOS 16:31)
“As cãs são uma coroa de beleza quando se acham no caminho da justiça.”
w07 15/7 p. 12 “Sabedoria é para proteção”
Que dizer de alguém que passou a vida inteira ‘na companhia’ da sabedoria e do entendimento e não seguiu ‘um caminho que não era bom’? Uma vida no caminho da justiça é bela aos olhos de Deus e merece respeito. “As cãs [cabelos brancos] são uma coroa de beleza quando se acham no caminho da justiça”, diz Provérbios 16:31.
w05 15/1 pp. 8-9 Quando a idade avançada se torna “uma coroa de beleza”
O livro bíblico de Provérbios destaca a justiça como adorno da velhice. Lemos ali: “As cãs são uma coroa de beleza quando se acham no caminho da justiça.” (Provérbios 16:31) Sem dúvida, a justiça é um reflexo da beleza interior. Aquele que segue um proceder justo durante uma vida longa granjeia respeito. (Levítico 19:32) O cabelo grisalho, acompanhado de sabedoria e virtude, resulta em honra. — Jó 12:12.
Jeová considera bela uma vida justa gasta no seu serviço. As Escrituras dizem: “Mesmo até a velhice da pessoa, eu [Jeová] sou o Mesmo; e até as cãs da pessoa, eu mesmo continuarei a sustentar. Eu mesmo hei de agir, para que eu mesmo carregue e para que eu mesmo sustente e ponha a salvo.” (Isaías 46:4) É muito consolador saber que nosso amoroso Pai celestial promete sustentar e apoiar os que lhe são leais quando tiverem envelhecido. — Salmo 48:14.
Já que uma vida gasta no serviço fiel a Jeová é bela do ponto de vista dele, não merece também o respeito de outros? Refletindo o conceito de Deus, prezamos muito nossos irmãos cristãos idosos. (1 Timóteo 5:1, 2) Portanto, procuremos modos práticos de mostrar amor cristão ao cuidarmos das necessidades deles.
w93 15/3 p. 29 O esplendor dos cabelos grisalhos
Além disso, o cristão precisa lembrar-se de que “as cãs são uma coroa de beleza quando se acham no caminho da justiça”. (Provérbios 16:31) Uma vida passada no serviço fiel a Jeová é bela do Seu ponto de vista e granjeia o respeito dos outros como bom exemplo. Naturalmente, aprender sobre Deus e adquirir experiência “no caminho da justiça” pode começar cedo na vida e deve ser um processo perene. — Romanos 11:33, 34.
Pode-se ilustrar isso com o que se deu com um menino de sete anos, na Suécia. Ele perguntou ao superintendente da Escola do Ministério Teocrático, na congregação, se podia ingressar nessa escola. O superintendente perguntou: “Por quê?” Ao que o menino respondeu: “A pessoa não pode desperdiçar a vida inteira!” (Eclesiastes 12:1) Que exemplo positivo tanto para jovens como para idosos!
it-1 p. 129 Ancião
Assim, as Escrituras Hebraicas enfatizam que a mera idade não basta, que “as cãs são uma coroa de beleza” apenas quando “se acham no caminho da justiça”. (Pr 16:31) Não são “apenas os abundantes em dias que se mostram sábios, nem somente os idosos que entendem o juízo”, mas sim aqueles que, junto com sua experiência, são guiados pelo espírito de Deus e que obtiveram entendimento da Palavra dele. — Jó 32:8, 9; Sal 119:100; Pr 3:5-7; Ec 4:13.
it-1 p. 454 Cãs
A Bíblia reconhece tanto a beleza da juventude como o esplendor da velhice. “A beleza dos jovens é o seu poder e o esplendor dos anciãos são as suas cãs.” (Pr 20:29) Esta última parte é especialmente veraz se tais pessoas estiverem adorando e servindo a Jeová. “As cãs são uma coroa de beleza quando se acham no caminho da justiça.” (Pr 16:31) “Os que foram plantados na casa de Jeová . . . continuarão ainda a medrar durante o encanecer.” (Sal 92:13, 14) Não serão abandonados por seu Deus. (Is 46:4) A lei de Jeová é: “Deves levantar-te diante do cabelo grisalho e tens de mostrar consideração para com a pessoa dum homem idoso.” — Le 19:32.
it-1 p. 569 Coroa
As cãs são como uma gloriosa “coroa de beleza quando se acham no caminho da justiça”, uma vida gasta no temor de Jeová, bela do ponto de vista dele e merecendo o respeito de todos os humanos, como bom exemplo. (Pr 16:31; veja Le 19:32.)
PROVÉRBIOS 16:32)
“Melhor é o vagaroso em irar-se do que o homem poderoso, e aquele que controla seu espírito, do que aquele que captura uma cidade.”
w07 15/7 p. 12 “Sabedoria é para proteção”
Por outro lado, não existe nada de belo na ira descontrolada. O primeiro filho de Adão e Eva, Caim, ficou ‘muito irado’ com seu irmão Abel, ‘passou a atacá-lo e o matou’. (Gênesis 4:1, 2, 5, 8) Embora possa haver ocasiões em que tenhamos motivos válidos para ficar irados, é preciso evitar que nossa ira se torne descontrolada. Provérbios 16:32 diz claramente: “Melhor é o vagaroso em irar-se do que o homem poderoso, e aquele que controla seu espírito, do que aquele que captura uma cidade.” A ira descontrolada não é sinal de força nem de virtude. É uma fraqueza que pode ‘fazer a pessoa seguir um caminho que não é bom’.
g01 22/10 pp. 13-14 O que há de errado em me vingar?
O autodomínio é uma virtude!
Não é de hoje que acontecem maus-tratos e injustiça. Um escritor bíblico deu o seguinte conselho: “Larga a ira e abandona o furor; não te acalores apenas para fazer o mal.” (Salmo 37:8) A fúria está intimamente relacionada com a perda do autodomínio e, quando alguém lhe dá vazão, é porque não leva em conta as conseqüências. Ficar exaltado pode resultar numa explosão de fúria! Quais seriam as conseqüências?
Analise o exemplo bíblico de Caim e Abel. “Acendeu-se muito a ira de Caim.” O resultado foi que, ‘enquanto estavam no campo, Caim passou a atacar Abel, seu irmão, e o matou’. (Gênesis 4:5, 8) Outro exemplo de fúria incontrolável foi o do Rei Saul. Com ciúme das consecuções militares do jovem Davi, ele atirou lanças não só em Davi, mas também em seu próprio filho Jonatã! — 1 Samuel 18:11; 19:10; 20:30-34.
De fato, há ocasiões em que há motivos válidos para se ficar com raiva. Mas mesmo assim, as coisas podem acabar mal se não houver controle. Simeão e Levi, por exemplo, com certeza tinham razões para ficar com raiva de Siquém ao saberem que ele havia estuprado sua irmã Diná. Em vez de se acalmarem, no entanto, eles tiveram uma violenta explosão de ira, conforme revela o que disseram mais tarde: “Havia alguém de tratar nossa irmã como prostituta?” (Gênesis 34:31) E quando a ira deles chegou no limite, eles “passaram a tomar cada um a sua espada e a ir insuspeitos à cidade, e mataram todo macho” que morava na cidade de Siquém. Sua ira foi tão contagiosa que “os outros filhos de Jacó” se juntaram a eles nesse genocídio. (Gênesis 34:25-27) Anos depois, Jacó — pai de Simeão e Levi — ainda reprovava sua ira descontrolada. — Gênesis 49:5-7.
Aprendemos disso uma lição importante: a ira descontrolada não é sinal de força moral, mas sim de fraqueza. Provérbios 16:32 declara: “Melhor é o vagaroso em irar-se do que o homem poderoso, e aquele que controla seu espírito, do que aquele que captura uma cidade.”
PROVÉRBIOS 16:33)
“A sorte se lança no colo, mas toda decisão por ela é da parte de Jeová.”
w07 15/7 p. 12 “Sabedoria é para proteção”
Quando ‘toda decisão é da parte de Jeová’
“A sorte se lança no colo”, diz o rei de Israel, “mas toda decisão por ela é da parte de Jeová”. (Provérbios 16:33) No Israel antigo, Jeová às vezes usava o lançamento de sortes para revelar a sua vontade. Podiam-se usar pedrinhas, tabuinhas de madeira ou lascas de pedra. Primeiro, pedia-se a Jeová para que ele decidisse o assunto. Daí as sortes eram lançadas nas dobras de uma roupa e, em seguida, retiradas. O resultado era aceito como vindo de Deus.
Jeová não usa mais sortes para informar seu povo sobre seus propósitos. Ele revelou sua vontade na sua Palavra, a Bíblia. O conhecimento exato sobre o que a Bíblia diz é fundamental para adquirir sabedoria divina. Portanto, não devemos deixar passar um dia sequer sem ler algo das Escrituras inspiradas. — Salmo 1:1, 2; Mateus 4:4.

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