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SALMOS 142-150 | Tesouros da Palavra de Deus: semana de 26 de setembro–2 de outubro

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TEXTOS BÍBLICOS E REFERÊNCIAS: TESOUROS DA PALAVRA DE DEUS | SALMOS 142-150

“JEOVÁ É GRANDE E MERECE TODO LOUVOR”: (10 MIN)

Sal 145:1-5
Davi percebeu que a grandeza de Jeová não tem limites e isso o motivou a sempre louvar a Jeová
Sal 145:10-12
Os servos leais de Jeová sempre conversam sobre as obras poderosas dele, assim como Davi
Sal 145:14
Davi tinha certeza de que Jeová quer e pode ajudar os que o servem

Sal 145:1-9 — A grandeza de Jeová não tem limites. (w04 15/1 10 §§ 3-4; 11 §§ 7-8; 14 §§ 20-21; 15 § 2 do segundo artigo)

Tradução do Novo Mundo Salmo 145:1-9
145 Vou exaltar-te, ó meu Deus e Rei,
Vou louvar o teu nome para todo o sempre.
ב [bete]
2 Vou louvar-te o dia inteiro,
Vou louvar o teu nome para todo o sempre.
ג [guímel]
3 Jeová é grande e digno de todo louvor;
Sua grandeza é insondável.
ד [dálete]
4 Geração após geração, as pessoas louvarão as tuas obras;
Falarão sobre os teus atos poderosos.
ה [hê]
5 Falarão sobre o esplendor glorioso da tua majestade,
E eu meditarei em tuas obras maravilhosas.
ו [vau]
6 Falarão sobre os teus feitos, que inspiram temor;
E eu declararei a tua grandeza.
ז [zaine]
7 Falarão empolgados ao lembrar da tua imensa bondade
E gritarão de alegria por causa da tua justiça.
ח [hete]
8 Jeová é compassivo e misericordioso,
Paciente e grande em amor leal.
ט [tete]
9 Jeová é bom para todos,
E a sua misericórdia pode ser vista em todas as suas obras.
A Sentinela (2004) A grandeza de Jeová é inescrutável
3. (a) Como Davi encarava o reinado de Israel? (b) Quanto Davi desejava louvar a Jeová?
3 Embora Davi fosse o rei designado por Deus, ele encarava Jeová como o verdadeiro Rei de Israel. Davi disse: “Teu é o reino, ó Jeová, que te ergues como cabeça sobre todos.” (1 Crônicas 29:11) E como Davi apreciava a Deus como Governante! “Vou exaltar-te, ó meu Deus, o Rei”, cantou, “e vou bendizer teu nome por tempo indefinido, para todo o sempre. Vou bendizer-te o dia inteiro e vou louvar teu nome por tempo indefinido, para todo o sempre”. (Salmo 145:1, 2) Davi tinha o desejo de louvar a Jeová Deus o dia inteiro e por toda a eternidade.
4. O Salmo 145 expõe que falsas afirmações?
4 O Salmo 145 é uma forte resposta à afirmação feita por Satanás, de que Deus é um governante egoísta, que priva suas criaturas de liberdade. (Gênesis 3:1-5) Esse salmo expõe também a mentira de Satanás, de que as pessoas só obedecem a Deus por motivos egoístas, não por amor a ele. (Jó 1:9-11; 2:4, 5) Assim como Davi, os verdadeiros cristãos hoje dão uma resposta às acusações falsas do Diabo. Prezam a esperança de ter vida eterna sob o governo do Reino, porque desejam louvar a Jeová por toda a eternidade. Milhões já começaram a fazer isso por terem fé no sacrifício resgatador de Jesus e servirem obedientemente a Jeová por amarem a ele como seus adoradores dedicados e batizados. — Romanos 5:8; 1 João 5:3.
A Sentinela (2004) A grandeza de Jeová é inescrutável
20, 21. (a) O Salmo 145:7-9 magnifica a grandeza de Jeová em relação a que qualidades? (b) Que efeito as qualidades de Deus, mencionadas aqui, têm sobre todos os que o amam?
20 Conforme já notamos, os primeiros seis versículos do Salmo 145 nos dão fortes motivos para louvarmos a Jeová à base das coisas associadas com a sua inescrutável grandeza. Os Sal 145 versículos 7 a 9 magnificam a grandeza de Deus ao se referirem às suas qualidades morais. Davi cantou: “Transbordarão com a menção da abundância da tua bondade, e gritarão de júbilo por causa da tua justiça. Jeová é clemente e misericordioso, vagaroso em irar-se e grande em benevolência. Jeová é bom para com todos, e suas misericórdias estão sobre todos os seus trabalhos.”
21 Nisso, Davi destaca primeiro a bondade e a justiça de Jeová — qualidades questionadas por Satanás, o Diabo. Como essas qualidades afetam a todos os que amam a Deus e se sujeitam ao seu governo? A bondade de Jeová e seu modo justo de governar alegram tanto os seus adoradores que eles não conseguem parar de proclamar os louvores dele. Além disso, a bondade de Jeová se estende a “todos”. Espera-se que isso ajude muitos outros a se arrependerem e se tornarem adoradores do verdadeiro Deus, antes de ser tarde demais. — Atos 14:15-17.
A Sentinela (2004) Jeová, exemplo superlativo de amor leal
2. Que aspecto especial do amor Jeová mostra aos que têm uma relação dedicada com ele?
2 Jeová mostra amor aos seus verdadeiros adoradores de forma plena e duradoura. Esse amor é expresso por uma palavra hebraica traduzida “benevolência” ou “amor leal”. O Rei Davi, do Israel antigo, apreciava profundamente a benevolência de Deus. Com base na experiência pessoal e na meditação sobre os tratos de Deus com outros, Davi pôde cantar confiantemente: “Jeová é . . . grande em benevolência [ou: “amor leal”].” — Salmo 145:8.

Sal 145:10-13 — Os amigos leais de Jeová o louvam. (w04 15/1 16 §§ 3-6)

Tradução do Novo Mundo Salmo 145:10-13
10 Todas as tuas obras te glorificarão, ó Jeová,
E os que te são leais te louvarão.
כ [cafe]
11 Eles proclamarão a glória do teu reinado
E falarão sobre o teu poder,
ל [lâmede]
12 Para dar a conhecer aos homens os teus atos poderosos
E o esplendor glorioso do teu reinado.
מ [meme]
13 Teu reinado é um reinado eterno,
E teu domínio dura por todas as gerações.
A Sentinela (2004) Jeová, exemplo superlativo de amor leal
3, 4. (a) Como nos ajuda o Salmo 145 a identificar os servos leais de Jeová? (b) Como os leais a Deus o ‘bendizem’?
3 Ana, a mãe do profeta Samuel, disse a respeito de Jeová Deus que ele “resguarda os pés dos que lhe são leais”. (1 Samuel 2:9) Quem são esses “leais”? O Rei Davi dá a resposta. Depois de exaltar as qualidades maravilhosas de Jeová, ele declarou: “Os que te são leais te bendirão.” (Salmo 145:10) Talvez você se pergunte como os humanos podem bendizer a Deus. A maneira principal de se fazer isso é por louvar ou falar bem dele.
4 É fácil identificar os servos leais de Jeová porque eles usam a língua para falar bem dele. A respeito de que costumam conversar nas reuniões cristãs ou sociais? Obviamente falam sobre o Reino de Jeová! Os servos leais de Deus têm os mesmos sentimentos de Davi, que cantou: “Palestrarão sobre a glória do teu reinado [de Jeová] e falarão sobre a tua potência.” — Salmo 145:11.
5. Como sabemos que Jeová presta atenção quando os que são leais a ele falam bem dele?
5 Será que Jeová percebe quando os que são leais a ele o bendizem? Sim, ele presta atenção ao que dizem. Numa profecia referente à adoração verdadeira nos nossos dias, Malaquias escreveu: “Naquele tempo, os que temiam a Jeová falaram um ao outro, cada um ao seu companheiro, e Jeová prestava atenção e escutava. E começou-se a escrever perante ele um livro de recordação para os que temiam a Jeová e para os que pensavam no seu nome.” (Malaquias 3:16) Jeová se agrada muito quando seus servos leais falam bem dele, e ele se lembra deles.
6. Que atividade nos ajuda a identificar os que são leais a Deus?
6 Os leais a Jeová podem também ser identificados pela sua coragem e por tomarem a iniciativa de falar a pessoas que não são adoradores do Deus verdadeiro. Sim, os que são leais a Deus ‘dão a conhecer aos filhos dos homens os atos potentes Dele e a glória do esplendor do Seu reinado’. (Salmo 145:12) E você, procura e aproveita todas as oportunidades de falar com desconhecidos sobre o reinado de Jeová? Diferentemente dos governos humanos, que em breve deixarão de existir, Seu reinado é eterno. (1 Timóteo 1:17) É urgente que as pessoas aprendam sobre o reinado eterno de Jeová e que tomem posição como seus apoiadores. “Teu reinado é um reinado por todos os tempos indefinidos”, cantou Davi, “e teu domínio é durante todas as gerações sucessivas”. — Salmo 145:13.

Sal 145:14-16 — Jeová sempre apoia os seus servos leais. (w04 15/1 17-18 §§ 10-14)

Tradução do Novo Mundo Salmo 145:14-16
14 Jeová ampara a todos os que estão caindo
E levanta a todos os encurvados.
ע [aine]
15 Os olhos de todos se fixam esperançosos em ti;
Tu lhes dás o seu alimento no tempo devido.
פ [pê]
16 Tu abres a mão
E satisfazes o desejo de todos os seres vivos.
A Sentinela (2004) Jeová, exemplo superlativo de amor leal
10 É claro que alguns governantes humanos estão sinceramente preocupados com o bem-estar dos seus súditos. No entanto, mesmo os mais bem intencionados não conhecem bem a quem governam. De fato, talvez perguntem: existe algum governante que se importa tanto com todos os seus súditos, que prontamente vem em auxílio de cada um em ocasiões de dificuldades? Existe, sim. Davi escreveu: “Jeová sustenta a todos os que estão caindo e ergue a todos os encurvados.” — Salmo 145:14.
11. Que provações sobrevêm aos que são leais a Jeová, e que ajuda eles recebem?
11 Muitas provações e calamidades sobrevêm aos que são leais a Jeová Deus, por causa da sua própria imperfeição e por viverem num mundo que está no poder de Satanás, o “iníquo”. (1 João 5:19; Salmo 34:19) Os cristãos são perseguidos. Alguns sofrem devido a uma doença crônica ou a perda de um ente querido. Às vezes, os erros cometidos pelos servos leais de Jeová podem fazê-los sentir-se desanimados ou ‘encurvados’. No entanto, não importa que provações lhes sobrevenham, Jeová está sempre pronto para dar consolo e força espiritual a cada um deles. O Rei Jesus Cristo tem o mesmo interesse amoroso por seus súditos leais. — Salmo 72:12-14.
Nutrição satisfatória no tempo devido
12, 13. Até que ponto Jeová cuida das necessidades de “toda coisa vivente”?
12 Devido à sua grande benevolência, Jeová supre todas as necessidades dos seus servos. Isso inclui prover o alimento nutritivo que necessitam. O Rei Davi escreveu: “Os olhos de todos se fixam esperançosos em ti [Jeová], e tu lhes dás o seu alimento a seu tempo. Abres a tua mão e satisfazes o desejo de toda coisa vivente.” (Salmo 145:15, 16) Mesmo em tempos de calamidade, Jeová pode manobrar os assuntos de modo que os que lhe são leais venham a ter o “pão para o dia”. — Lucas 11:3; 12:29, 30.
13 Davi mencionou que “toda coisa vivente” fica satisfeita. Isso inclui os animais. Se a Terra não tivesse uma abundância de plantas terrestres e aquáticas, as criaturas marinhas, as aves e os animais terrestres não teriam oxigênio para respirar, nem alimento para comer. (Salmo 104:14) No entanto, Jeová cuida de que todas as suas necessidades sejam satisfeitas.
14, 15. Como se providencia hoje o alimento espiritual?
14 Diferentemente dos animais, os humanos têm necessidades espirituais. (Mateus 5:3) Jeová satisfaz maravilhosamente as necessidades espirituais dos que lhe são leais! Antes de Jesus morrer, ele prometeu que “o escravo fiel e discreto” proveria aos seguidores de Jesus o “alimento [espiritual] no tempo apropriado”. (Mateus 24:45) O restante dos 144.000 ungidos constitui hoje essa classe do escravo. Por meio deles, Jeová realmente tem providenciado uma abundância de alimento espiritual.

ENCONTRE JOIAS ESPIRITUAIS: (8 MIN)

Sal 143:8 — Como esse texto nos ajuda a usar cada dia da nossa vida para agradar a Deus? (w10 15/1 21 §§ 1-2)

Tradução do Novo Mundo Salmo 143:8
8 Faz-me ouvir de manhã o teu amor leal,
Pois confio em ti.
Faz-me saber o caminho em que devo andar,
Pois é a ti que recorro.
A Sentinela (2010) Use cada dia de sua vida para a glória de Deus
“FAZE-ME ouvir de manhã a tua benevolência”, orou o salmista Davi a Jeová. “Faze-me saber o caminho em que devo andar.” (Sal. 143:8) Ao acordar e agradecer a Jeová por mais um dia de vida, será que, como Davi, você pede a Jeová que o guie ao tomar decisões e escolher o melhor modo de agir? Sem dúvida.
Como servos dedicados de Jeová, ‘quer comamos, quer bebamos, quer façamos qualquer outra coisa’, nos esforçamos em ‘fazer tudo para a glória de Deus’. (1 Cor. 10:31) Sabemos que a nossa conduta diária pode trazer tanto honra como desonra a Jeová. E lembramos que a Palavra de Deus diz que Satanás acusa os irmãos de Cristo — na realidade todos os servos de Deus na Terra — “dia e noite”. (Rev. 12:10) Portanto, estamos decididos a refutar as falsas acusações de Satanás e alegrar nosso Pai celestial Jeová prestando-lhe serviço sagrado “dia e noite”. — Rev. 7:15; Pro. 27:11.

Sal 150:6 — Que obrigação nós temos, de acordo com o último verso do livro de Salmos? (it-1 371, “Boca”)

Tradução do Novo Mundo Salmo 150:6
6 Tudo que respira, louve a Jah.
Louvem a Jah!
Perspicaz, Volume 1 Boca
Boca
Órgão projetado por Deus para receber e preparar o alimento para o estômago, e também, nos humanos, para falar. Todo proferimento oral deveria resultar em louvor para Ele. (Sal 34:1; 51:15; 71:8; 145:21) O salmista declarou que tudo o que respira louvará a Jeová; portanto, os humanos precisam usar sua boca para fazer isso, se quiserem viver. O apóstolo Paulo explica que a crença em Deus e no seu Filho, mesmo quando se crê de coração, não basta. Ela tem de vir acompanhada por uma declaração pública, a fim de resultar em salvação. — Sal 150:6; Ro 10:10.
Em harmonia com o seu propósito, e com seu direito e poder qual Criador, Jeová pode colocar as palavras apropriadas na boca de seu servo. No caso dos seus profetas, ele fez isso milagrosamente, por inspiração. (Êx 4:11, 12, 15; Je 1:9) Em certo caso, fez com que até um animal mudo, uma jumenta, falasse. (Núm 22:28, 30; 2Pe 2:15, 16) Atualmente, os servos de Deus podem ter as palavras Dele na boca, não por inspiração, mas por meio de Sua inspirada Palavra escrita, que os equipa completamente para toda boa obra. (2Ti 3:16, 17) Não mais precisam esperar que Cristo venha prover as boas novas, nem necessitam dirigir-se a alguma outra fonte para obter o que pregam. Têm isso bem diante de si, pronto para falarem, como lhes foi dito: “A palavra está perto de ti, na tua própria boca e no teu próprio coração.” — Ro 10:6-9; De 30:11-14.
Pode Trazer Vida ou Morte. Segue-se que o uso correto da boca é vital, e Jeová assim o declara. Sua Palavra diz: “A boca do justo é fonte de vida.” (Pr 10:11) Por conseguinte, a boca tem de ser cuidadosamente guardada (Sal 141:3; Pr 13:3; 21:23), pois o mau uso tolo dela pode levar seu dono à ruína. (Pr 10:14; 18:7) Deus considera a pessoa responsável pelo que procede da sua boca. (Mt 12:36, 37) Alguém talvez fale precipitadamente, fazendo um voto impensado. (Ec 5:4-6) Talvez lisonjeie outrem, para a derrocada deste e para sua própria condenação. (Pr 26:28) É especialmente importante guardar a boca quando se está diante do iníquo, porque um ligeiro desvio do que a sabedoria de Deus orienta Seu servo a dizer, pode trazer vitupério ao nome de Deus, e pode causar a morte de tal pessoa. (Sal 39:1) Jesus nos deu excelente exemplo de submissão à vontade de Deus, sem queixas, ou injúrias lançadas contra seus oponentes iníquos. — Is 53:7; At 8:32; 1Pe 2:23.
O cristão precisa exercer contínua vigilância, pois é imperfeito; portanto, precisa vigiar seu coração. Jesus disse que aquilo que avilta um homem não é o que entra pela boca, mas sim o que sai da boca, pois “é da abundância do coração que a boca fala”. (Mt 12:34; 15:11) Assim, precisa-se ter cuidado que nada proceda irrefletidamente da boca, sem se considerar as conseqüências. Isto exige que se use a mente para aplicar as boas coisas aprendidas da Palavra de Deus. — Pr 13:3; 21:23.
Visto que o poder da boca é grande para produzir quer o bem quer o mal, quando Jeová guia a boca, obtêm-se grandes resultados. Ele fez a boca de Isaías “igual a uma espada afiada”, e as palavras na boca de Jeremias, “um fogo”. Jeová apoiou as palavras proféticas deles com o seu poder, e elas se cumpriram. (Is 49:2; Je 5:14) Por outro lado, é perigoso escutar algo que saia da boca de alguém que se sabe ser apóstata; isso pode causar a ruína da pessoa. — Pr 11:9.
Uso Figurado. Deus representa a si mesmo, simbolicamente, como tendo boca. Nenhuma de suas pronunciações são expressas sem objetivo, em vão; serão cumpridas até nos mínimos detalhes. (Is 55:10, 11) Assim, aqueles que desejam a vida precisam viver em conformidade com cada palavra que procede da Sua boca. (De 8:3; Mt 4:4) Quando seu Filho Jesus Cristo esteve na terra, ele ajustou toda a sua vida às palavras do seu Pai, e agora lhe foi concedida autoridade universal. Como rei designado por Jeová, ele golpeará a terra com “a vara da sua boca”. (Is 11:4) A visão de Revelação mostra-o golpeando as nações com uma longa espada que procede da sua boca. (Re 19:15, 21) Esta figura de retórica representa evidentemente a autoridade que ele exercerá no comando de todos os exércitos celestes de Jeová, ao comandar e supervisionar a luta que resultará na execução dos inimigos de Deus.
Muitas vezes se usa “boca” como sinônimo de linguagem ou da faculdade da fala, como se pode depreender de alguns dos casos supracitados. A regra que governava a evidência, num processo sob a Lei mosaica, e que também é seguida na congregação cristã, é de que uma pessoa só será considerada culpada “pela boca”, isto é, pelo testemunho de duas ou três testemunhas. (De 17:6; Mt 18:16; compare isso com 2Co 13:1.) Alguns outros exemplos dum uso similar são encontrados em Jó 32:5; Salmo 10:7; 55:21; 78:36; Ezequiel 24:27; 29:21; Lucas 21:15 n.; Romanos 15:6.
Adicionalmente, “boca” pode referir-se à abertura de algo, tal como um poço (Gên 29:2), uma saca (Gên 43:12; 44:1, 2), uma caverna (Jos 10:22), ou a uma abertura da terra (Núm 16:32), bem como à capacidade da terra de absorver líquidos derramados nela. (Gên 4:11) O Seol, a sepultura comum da humanidade, é mencionado como tendo boca larga, de modo a receber muitos mortos. — Is 5:14.
O Palato. O palato, ou paladar, é o céu da boca, que separa a boca das fossas nasais; tem uma parte macia que forma uma cortina entre a boca e a faringe. Nas Escrituras, em alguns casos, “palato” é sinônimo de “boca”. — Pr 8:7; Os 8:1 n.
Tanto Jó como Eliú fazem uso comparativo da palavra paladar ao assemelharem a capacidade deste de distinguir o sabor, ao critério do homem quanto ao que é certo e sábio. (Jó 12:11; 34:3) Que o palato exerce uma função em sentir sabor não é errôneo, conforme às vezes se afirma. Isto se pode ver por observar o papel desempenhado pelo palato no engolir. O alimento é premido pela língua contra o palato e é espalhado ao passar para a faringe, a qual é um tubo cônico que conduz ao estômago e também tem ligação com as fossas nasais. Isto produz melhor difusão do aroma do alimento nas passagens nasais, o que contribui muito para o que se costuma chamar de sabor.

O que a leitura da semana me ensinou sobre Jeová?

Que pontos da leitura posso usar no serviço de campo?

SALMOS 142-150 | SUGESTÕES PARA SEUS COMENTÁRIOS PESSOAIS

SALMO 142:CABEÇALHO)
“Masquil. De Davi, quando veio a estar na caverna. Uma oração.”
w11 15/9 p. 10 pars. 14-15 Jeová é minha herança
O jovem Davi, na condição de futuro rei de Israel, referiu-se a Deus como seu “quinhão na terra dos viventes”. (Leia Salmo 142:1, 5.) Ao compor esse salmo Davi não estava num palácio, nem mesmo numa casa. Estava numa caverna, escondido de seus inimigos. Pelo menos em duas ocasiões ele se refugiou em cavernas — uma perto de Adulão e a outra no ermo de En-Gedi. É bem possível que ele tenha composto o Salmo 142 numa dessas cavernas.
15 Se esse foi o caso, Davi estava sendo perseguido pelo Rei Saul, que procurava matá-lo. Davi fugiu para uma caverna de difícil acesso. (1 Sam. 22:1, 4) Naquela região remota, ele talvez sentisse a falta de um amigo que o protegesse. (Sal. 142:4) Foi então que Davi recorreu a Deus.
it-1 p. 475 Caverna
A fim de escapar da fúria de Saul, Davi se refugiou numa caverna perto de Adulão, e ali se juntaram a ele “cerca de quatrocentos homens”. (1Sa 22:1, 2) Novamente perseguido por Saul, Davi ocultou-se numa caverna no ermo de En-Gedi, e foi ali que Davi cortou a aba da túnica de Saul, quando este entrou “para satisfazer uma necessidade natural”. (1Sa 24:1-15) Talvez fossem as experiências de Davi nestas duas ocasiões que o induziram a compor os Salmos 57 e 142, conforme mostram os cabeçalhos.
SALMO 142:5)
“Clamei a ti por socorro, ó Jeová. Eu disse: “Tu és o meu refúgio, Meu quinhão na terra dos viventes.””
w11 15/9 pp. 10-11 pars. 14-17 Jeová é minha herança
O jovem Davi, na condição de futuro rei de Israel, referiu-se a Deus como seu “quinhão na terra dos viventes”. (Leia Salmo 142:1, 5.) Ao compor esse salmo Davi não estava num palácio, nem mesmo numa casa. Estava numa caverna, escondido de seus inimigos. Pelo menos em duas ocasiões ele se refugiou em cavernas — uma perto de Adulão e a outra no ermo de En-Gedi. É bem possível que ele tenha composto o Salmo 142 numa dessas cavernas.
15 Se esse foi o caso, Davi estava sendo perseguido pelo Rei Saul, que procurava matá-lo. Davi fugiu para uma caverna de difícil acesso. (1 Sam. 22:1, 4) Naquela região remota, ele talvez sentisse a falta de um amigo que o protegesse. (Sal. 142:4) Foi então que Davi recorreu a Deus.
16 Na época em que compôs o Salmo 142, Davi talvez já tivesse ouvido falar do que havia acontecido com o Sumo Sacerdote Aimeleque, que, sem realmente se dar conta do que fazia, ajudou Davi, que fugia do Rei Saul. Esse rei ciumento havia mandado matar Aimeleque e os de sua casa. (1 Sam. 22:11, 18, 19) Davi sentiu-se responsável por essas mortes. Era como se ele tivesse matado o sacerdote que o ajudara. Você se sentiria responsável se estivesse no lugar de Davi? Aumentando a tensão de Davi, havia o fato de que ele não tinha descanso, pois Saul não desistia de persegui-lo.
17 Pouco depois morreu o profeta Samuel, que havia ungido Davi como futuro rei. (1 Sam. 25:1) Isso talvez tenha agravado a sensação de desamparo de Davi. Mas ele sabia a quem pedir ajuda: a Jeová. Davi não tinha o mesmo privilégio de serviço que os levitas, mas já tinha sido ungido para posteriormente executar outro tipo de serviço — o de rei do povo de Deus. (1 Sam. 16:1, 13) Assim, Davi abriu seu coração a Jeová e não deixou de buscar sua orientação. Você também pode, e deve, ter a Deus como herança e refúgio ao se empenhar no serviço sagrado.
SALMO 142:7)
“Leva deveras minha alma para fora do próprio calabouço Para elogiar teu nome. Ajuntem-se os justos em torno de mim, Porque ages apropriadamente para comigo.”
it-1 p. 399 Calabouço
Calabouço
Um pequeno recinto escuro, usualmente subterrâneo, usado como prisão. A palavra hebraica para “calabouço” (mas•gér) deriva duma raiz que significa “fechar; cerrar”. (Gên 19:6; Jz 3:23) Davi se sentia como se estivesse num calabouço, na época em que se escondia numa caverna, qual refugiado proscrito do Rei Saul. A situação parecia muito tenebrosa para ele, e sua vida constantemente corria perigo, havia armadilhas em seu caminho e não tinha para onde fugir. Orou a Jeová para libertá-lo. (Sal 142:7)
SALMO 143:1)
“Ó Jeová, ouve deveras a minha oração; Dá deveras ouvidos ao meu rogo. Na tua fidelidade, responde-me na tua justiça.”
w96 15/12 p. 11 par. 9 O que tem primazia na sua vida?
9 Embora Davi fosse um homem pecador e mortal, ele tinha fé em que Jeová daria ouvidos aos seus rogos. Suplicou humildemente: “Ó Jeová, ouve deveras a minha oração; dá deveras ouvidos ao meu rogo. Na tua fidelidade, responde-me na tua justiça. E não entres em julgamento com o teu servo; pois diante de ti, ninguém vivo pode ser justo.” (Salmo 143:1, 2) Davi estava cônscio da sua imperfeição, mas o seu coração era pleno para com Deus. Tinha assim confiança em que receberia uma resposta justa. Não nos anima isso? Embora não alcancemos o alvo da justiça de Deus, podemos confiar em que ele nos escute, se nosso coração for pleno para com ele. (Eclesiastes 7:20; 1 João 5:14) Nestes dias iníquos, ao passo que perseveramos em oração, temos de estar resolvidos a “vencer o mal com o bem”. — Romanos 12:20, 21; Tiago 4:7.
SALMO 143:2)
“E não entres em julgamento com o teu servo; Pois diante de ti, ninguém vivo pode ser justo.”
w96 15/12 p. 11 par. 9 O que tem primazia na sua vida?
9 Embora Davi fosse um homem pecador e mortal, ele tinha fé em que Jeová daria ouvidos aos seus rogos. Suplicou humildemente: “Ó Jeová, ouve deveras a minha oração; dá deveras ouvidos ao meu rogo. Na tua fidelidade, responde-me na tua justiça. E não entres em julgamento com o teu servo; pois diante de ti, ninguém vivo pode ser justo.” (Salmo 143:1, 2) Davi estava cônscio da sua imperfeição, mas o seu coração era pleno para com Deus. Tinha assim confiança em que receberia uma resposta justa. Não nos anima isso? Embora não alcancemos o alvo da justiça de Deus, podemos confiar em que ele nos escute, se nosso coração for pleno para com ele. (Eclesiastes 7:20; 1 João 5:14) Nestes dias iníquos, ao passo que perseveramos em oração, temos de estar resolvidos a “vencer o mal com o bem”. — Romanos 12:20, 21; Tiago 4:7.
it-1 p. 677 Declarar justo
Deus Provado Justo em Todos os Seus Atos. Pode-se ver que Deus, nos seus tratos com humanos imperfeitos, nunca viola suas próprias normas de retidão e justiça. Ele não declara pessoas pecadoras justas pelos próprios méritos delas, desconsiderando ou tolerando assim o pecado. (Sal 143:1, 2)
SALMO 143:3)
“Porque o inimigo tem perseguido a minha alma; Esmigalhou a minha vida na própria terra. Fez que eu morasse em lugares escuros, como os que estão mortos por tempo indefinido.”
w96 15/12 p. 11 pars. 10-11 O que tem primazia na sua vida?
10 Davi teve inimigos, assim como nós temos. Quer quando fugia de Saul, quer quando se via obrigado a se refugiar em lugares solitários, inacessíveis, ou quando, como rei, era hostilizado por inimigos, Davi teve seus períodos de ansiedade. Ele descreveu como isso o afetava: “O inimigo tem perseguido a minha alma . . . Fez que eu morasse em lugares escuros . . . E meu espírito se debilita dentro de mim; no meu íntimo, mesmo o meu coração se mostra entorpecido.” (Salmo 143:3, 4) Já teve você motivos para se sentir assim?
11 A pressão de inimigos, provações por causa de severas dificuldades econômicas, doença séria, ou outros problemas preocupantes, têm induzido alguns do povo de Deus a quase cair no desespero. Em certas ocasiões, seu coração também ficou como que entorpecido. É como se cada um tivesse clamado: “Por me teres feito ver muitas aflições e calamidades, revive-me novamente . . . Que tu me cerques e me consoles.” (Salmo 71:20, 21) De que modo receberam ajuda?
SALMO 143:4)
“E meu espírito se debilita dentro de mim; No meu íntimo, mesmo o meu coração se mostra entorpecido.”
w96 15/12 p. 11 pars. 10-11 O que tem primazia na sua vida?
10 Davi teve inimigos, assim como nós temos. Quer quando fugia de Saul, quer quando se via obrigado a se refugiar em lugares solitários, inacessíveis, ou quando, como rei, era hostilizado por inimigos, Davi teve seus períodos de ansiedade. Ele descreveu como isso o afetava: “O inimigo tem perseguido a minha alma . . . Fez que eu morasse em lugares escuros . . . E meu espírito se debilita dentro de mim; no meu íntimo, mesmo o meu coração se mostra entorpecido.” (Salmo 143:3, 4) Já teve você motivos para se sentir assim?
11 A pressão de inimigos, provações por causa de severas dificuldades econômicas, doença séria, ou outros problemas preocupantes, têm induzido alguns do povo de Deus a quase cair no desespero. Em certas ocasiões, seu coração também ficou como que entorpecido. É como se cada um tivesse clamado: “Por me teres feito ver muitas aflições e calamidades, revive-me novamente . . . Que tu me cerques e me consoles.” (Salmo 71:20, 21) De que modo receberam ajuda?
SALMO 143:5)
“Lembrei-me dos dias de outrora; Meditei em toda a tua atuação; Mantive-me voluntariamente preocupado com o trabalho das tuas próprias mãos.”
w96 15/12 pp. 11-12 pars. 12-16 O que tem primazia na sua vida?
12 O Salmo 143:5 indica o que Davi fazia quando confrontado com perigos e grandes provações: “Lembrei-me dos dias de outrora; meditei em toda a tua atuação; mantive-me voluntariamente preocupado com o trabalho das tuas próprias mãos.” Davi recordava os tratos de Deus com os Seus servos e como ele mesmo fora livrado. Meditava no que Jeová tinha feito a favor do Seu grandioso nome. Deveras, Davi mantinha-se preocupado com os trabalhos de Deus.
13 Não recordamos muitas vezes os tratos de Deus com o seu povo? Claro que sim! Inclui a atuação da ‘grande nuvem de testemunhas’ nos tempos pré-cristãos. (Hebreus 11:32-38; 12:1) Os cristãos ungidos, no primeiro século, também foram incentivados a ‘persistir em lembrar-se dos dias anteriores’ e do que tinham suportado. (Hebreus 10:32-34) Que dizer do que os servos de Deus passam nos tempos modernos, tal como se relata em Testemunhas de Jeová — Proclamadores do Reino de Deus? Os relatos documentados nesta obra e em outras publicações da Torre de Vigia habilitam-nos a recordar como Jeová tem ajudado seu povo a suportar proscrições, encarceramentos, ações de turbas, e campos de concentração e de trabalhos forçados. Tem havido provações em países dilacerados por guerra, tais como Burundi, Libéria, Ruanda e a antiga Iugoslávia. Quando havia oposição, os servos de Jeová Deus a suportavam por manter uma relação forte com Ele. A mão dele sustentava os que davam primazia a fazer Sua vontade.
14 No entanto, você talvez diga que não passou por tais maus-tratos brutais e que acha improvável que os sofra no futuro. No entanto, o apoio que Deus tem dado ao seu povo nem sempre tem sido em circunstâncias que alguns talvez considerem dramáticas. Ele tem sustentado muitas pessoas “comuns” em circunstâncias “normais”. O seguinte é apenas um dos muitos exemplos disso: Reconhece a foto acima, e ajuda-o ela a recordar como Deus trata seu povo? Foi publicada em A Sentinela de 1.° de dezembro de 1996. Leu a história contada por Penelope Makris? Que esplêndido exemplo de integridade cristã! Recorda-se do que ela suportou dos vizinhos, como lutou com graves enfermidades e que esforço fez para continuar no ministério de tempo integral? Que dizer da sua experiência recompensadora em Mitilene? O ponto é o seguinte: Encara esses exemplos como ajudas para todos nós estabelecermos prioridades, dando a fazer a vontade de Deus o primeiro lugar na nossa vida?
15 Fortalece-nos meditar nas atividades de Jeová, assim como Davi fez. Na realização do seu propósito, Jeová proveu a salvação por meio da morte, ressurreição e glorificação do seu Filho. (1 Timóteo 3:16) Estabeleceu seu Reino celestial, expulsou Satanás e os demônios dos céus, e restabeleceu a adoração verdadeira aqui na Terra. (Revelação [Apocalipse] 12:7-12) Desenvolveu um paraíso espiritual e abençoou seu povo com aumentos. (Isaías 35:1-10; 60:22) Seu povo dá agora o testemunho final antes do irrompimento da grande tribulação. (Revelação 14:6, 7) Deveras, temos muita coisa em que meditar.
16 Preocuparmo-nos com o trabalho das mãos de Deus, em vez de com os empenhos humanos, faz-nos compreender que o poder aplicado de Jeová é irresistível. Esses trabalhos, porém, não se limitam às maravilhosas obras físicas da criação, nos céus e aqui na Terra. (Jó 37:14; Salmo 19:1; 104:24) Suas obras maravilhosas incluem atos de libertação do seu povo de opressores inimigos, conforme demonstrado pelo que seu antigo povo escolhido passou. — Êxodo 14:31; 15:6.
SALMO 143:6)
“Estendi minhas mãos a ti; Minha alma é para ti como uma terra esgotada. Selá.”
w96 15/12 p. 13 par. 17 O que tem primazia na sua vida?
17 Davi orou, pedindo ajuda, para que a seiva da vida não se secasse nele: “Estendi minhas mãos a ti; minha alma é para ti como uma terra esgotada. Oh! responde-me depressa, ó Jeová! Meu espírito chegou ao fim. Não escondas de mim a tua face, senão terei de tornar-me comparável aos que descem ao poço.” (Salmo 143:6, 7) Davi, um pecador, sabia que Deus se apercebia da sua situação. (Salmo 31:7) Ocasionalmente, nós também talvez sintamos que nossa espiritualidade atingiu um nível baixo. Mas essa situação não é desesperadora. Jeová, que ouve nossas orações, pode acelerar nosso restabelecimento por revigorar-nos por meio de anciãos amorosos, por artigos em A Sentinela ou por partes nas reuniões, que parecem aplicar-se exatamente a nós. — Isaías 32:1, 2.
SALMO 143:7)
“Oh! responde-me depressa, ó Jeová! Meu espírito chegou ao fim. Não escondas de mim a tua face, Senão terei de tornar-me comparável aos que descem ao poço.”
w96 15/12 p. 13 par. 17 O que tem primazia na sua vida?
17 Davi orou, pedindo ajuda, para que a seiva da vida não se secasse nele: “Estendi minhas mãos a ti; minha alma é para ti como uma terra esgotada. Oh! responde-me depressa, ó Jeová! Meu espírito chegou ao fim. Não escondas de mim a tua face, senão terei de tornar-me comparável aos que descem ao poço.” (Salmo 143:6, 7) Davi, um pecador, sabia que Deus se apercebia da sua situação. (Salmo 31:7) Ocasionalmente, nós também talvez sintamos que nossa espiritualidade atingiu um nível baixo. Mas essa situação não é desesperadora. Jeová, que ouve nossas orações, pode acelerar nosso restabelecimento por revigorar-nos por meio de anciãos amorosos, por artigos em A Sentinela ou por partes nas reuniões, que parecem aplicar-se exatamente a nós. — Isaías 32:1, 2.
SALMO 143:8)
“Faze-me ouvir de manhã a tua benevolência, Porque em ti tenho posto a minha confiança. Faze-me saber o caminho em que devo andar, Porque a ti elevei a minha alma.”
w10 15/1 p. 21 Use cada dia de sua vida para a glória de Deus
“FAZE-ME ouvir de manhã a tua benevolência”, orou o salmista Davi a Jeová. “Faze-me saber o caminho em que devo andar.” (Sal. 143:8) Ao acordar e agradecer a Jeová por mais um dia de vida, será que, como Davi, você pede a Jeová que o guie ao tomar decisões e escolher o melhor modo de agir? Sem dúvida.
w96 15/12 p. 13 par. 18 O que tem primazia na sua vida?
18 Nossa confiança em Jeová nos induz a suplicar-lhe: “Faze-me ouvir . . . a tua benevolência, porque em ti tenho posto a minha confiança. Faze-me saber o caminho em que devo andar.” (Salmo 143:8) Desapontou ele a irmã Makris, isolada numa ilha grega? Então, será que vai desapontar você, se a sua primazia na vida for fazer a vontade Dele?
SALMO 143:9)
“Livra-me dos meus inimigos, ó Jeová, É junto a ti que me abriguei.”
w96 15/12 p. 13 par. 18 O que tem primazia na sua vida?
O Diabo e seus agentes gostariam de impedir e parar completamente a nossa obra de proclamação do Reino de Deus. Quer sirvamos em países em que a adoração verdadeira em geral é permitida, quer sirvamos onde ela é suprimida, nossas orações unidas se harmonizam com a petição de Davi: “Livra-me dos meus inimigos, ó Jeová, é junto a ti que me abriguei.” (Salmo 143:9) Nossa segurança contra a calamidade espiritual está em morarmos no lugar secreto do Altíssimo. — Salmo 91:1.
SALMO 143:10)
“Ensina-me a fazer a tua vontade, Porque tu és o meu Deus. Teu espírito é bom; Guie-me ele na terra da retidão.”
w96 15/12 pp. 14-19 Ensinados a fazer a vontade de Jeová
Ensinados a fazer a vontade de Jeová
“Ensina-me a fazer a tua vontade, porque tu és o meu Deus.” — SALMO 143:10.
TODOS os dias em que se vive e é ativo, pode-se aprender algo de valor. Isso se dá no seu caso e também no de outros. Mas o que acontece na morte? Nesta condição, não é possível ser ensinado ou aprender algo. A Bíblia diz claramente que os mortos “não estão cônscios de absolutamente nada”. Não há conhecimento no Seol, a sepultura comum da humanidade. (Eclesiastes 9:5, 10) Significa isso que é em vão sermos ensinados e acumularmos conhecimento? Isso depende do que aprendemos e de como usamos este conhecimento.
2 Se aprendermos apenas aquilo que é do mundo, não teremos nenhum futuro duradouro. Felizmente, porém, em todas as nações, ensina-se a vontade divina a milhões de pessoas, com o objetivo de terem vida eterna. A base desta esperança é serem ensinadas por Jeová, a Fonte do conhecimento vitalizador. — Salmo 94:9-12.
3 O Filho primogênito de Deus, como Seu primeiro estudante, foi ensinado a fazer a vontade de seu Pai. (Provérbios 8:22-30; João 8:28) Jesus, por sua vez, indicou que miríades de humanos seriam ensinados por seu Pai. Quais são as perspectivas daqueles de nós que aprendemos de Deus? Jesus disse: “Está escrito nos Profetas: ‘E todos eles serão ensinados por Jeová.’ Todo aquele que do Pai ouviu e aprendeu vem a mim. . . . Eu vos digo em toda a verdade: Quem crê, tem vida eterna.” — João 6:45-47.
4 Jesus citou ali Isaías 54:13, dirigido à mulher simbólica de Deus, a Sião celestial. Esta profecia tem aplicação especial aos filhos dela, os 144.000 discípulos de Jesus Cristo, gerados pelo espírito. Um restante desses filhos espirituais está ativo hoje, encabeçando o programa global de ensino. Em resultado disso, milhões de outros, que constituem “uma grande multidão”, também tiram proveito de serem ensinados por Jeová. Eles têm a perspectiva ímpar de aprender sem que a morte interrompa este processo. De que forma? Ora, têm a possibilidade de sobreviver à iminente “grande tribulação” e usufruir a vida eterna na Terra paradísica. — Revelação (Apocalipse) 7:9, 10, 13-17.
Maior ênfase dada a se fazer a vontade de Deus
5 Durante 1997, em mais de 80.000 congregações em todo o mundo, as Testemunhas de Jeová continuarão a refletir bem nas palavras iniciais do Salmo 143:10: “Ensina-me a fazer a tua vontade.” Este será o texto para o ano de 1997. Essas palavras, dispostas em destaque nos Salões do Reino, servirão de lembrete de que um lugar notável para se receber educação divina é nas reuniões congregacionais, onde podemos participar num programa contínuo de instrução. Ao estarmos unidos com nossos irmãos nas reuniões, para ser ensinados pelo nosso Grandioso Instrutor, podemos sentir-nos como o salmista, que escreveu: “Alegrei-me quando me disseram: ‘Vamos à casa de Jeová.’” — Salmo 122:1; Isaías 30:20.
6 Deveras, desejamos ser ensinados a fazer a vontade de Deus em vez de a vontade de nosso adversário, o Diabo, ou a vontade de humanos imperfeitos. Portanto, assim como Davi, reconhecemos o Deus a quem adoramos e servimos: “Porque tu és o meu Deus. Teu espírito é bom; guie-me ele na terra da retidão.” (Salmo 143:10) Davi, em vez de querer misturar-se com homens de inveracidade, preferiu estar onde se realizava a adoração de Jeová. (Salmo 26:4-6) Tendo o espírito de Deus para dirigir os seus passos, Davi podia andar nos trilhos da justiça. — Salmo 17:5; 23:3.
7 O Davi Maior, Jesus Cristo, assegurou aos apóstolos que o espírito santo lhes ensinaria todas as coisas e os faria lembrar-se de todas as coisas que lhes havia dito. (João 14:26) A partir de Pentecostes, Jeová tem revelado progressivamente “as coisas profundas de Deus”, contidas na sua Palavra escrita. (1 Coríntios 2:10-13) Ele tem feito isso por meio dum canal visível, que Jesus chamou de “o escravo fiel e discreto”. Este fornece o alimento espiritual considerado no programa de ensino nas congregações do povo de Deus, em todo o mundo. — Mateus 24:45-47.
Ensinados a vontade de Jeová nas nossas reuniões
8 A matéria considerada no semanal Estudo de A Sentinela, nas congregações, freqüentemente trata da aplicação de princípios bíblicos. Isto deveras nos ajuda a lidar com as ansiedades da vida. Em outros estudos, consideram-se profundas verdades espirituais ou profecias bíblicas. Quanto nós aprendemos durante esses estudos! Em muitos países, os Salões do Reino ficam superlotados durante essas reuniões. Todavia, em alguns países, a assistência nas reuniões tem diminuído. Por que será? Permitiram alguns que o trabalho secular interferisse em se reunir regularmente com outros ‘para se estimularem ao amor e a obras excelentes’? Ou gastam-se muitas horas em atividades sociais ou em ver televisão, fazendo a agenda parecer apertada demais para se ir a todas as reuniões? Lembre-se da exortação inspirada em Hebreus 10:23-25. Não se torna ainda mais importante nos reunirmos para receber instrução divina agora, ao passo que ‘vemos chegar o dia’?
9 Uma das nossas principais responsabilidades é a de servir como ministros de Deus. A Reunião de Serviço tem por objetivo ensinar-nos como fazer isso com eficácia. Aprendemos como dirigir-nos às pessoas, o que dizer, o modo de reagir quando aceitam o que dizemos, e até mesmo o que fazer quando rejeitam a nossa mensagem. (Lucas 10:1-11) Ao passo que se consideram e demonstram métodos eficientes nessa reunião semanal, ficamos mais bem preparados para contatar pessoas, não só ao ir de casa em casa, mas também ao pregar nas ruas, nos estacionamentos de carros, no transporte público, nos aeroportos, nas lojas ou nas escolas. Em harmonia com o nosso pedido: “Ensina-me a fazer a tua vontade”, queremos aproveitar todas as oportunidades para fazer o que nosso Mestre instou: “Deixai brilhar a vossa luz perante os homens, para que . . . dêem glória ao vosso Pai, que está nos céus.” — Mateus 5:16.
10 Nessas reuniões congregacionais ensina-se-nos também a fazer discípulos. Quando encontramos alguém que mostra interesse e deixamos com ele publicações bíblicas, nosso objetivo é fazer revisitas para iniciar estudos bíblicos domiciliares. Em certo sentido, isso é similar ao que os discípulos faziam, ‘ficando com os merecedores’, a fim de ensinar-lhes o que Jesus mandara. (Mateus 10:11; 28:19, 20) Com ajudas excelentes, tais como o livro Conhecimento Que Conduz à Vida Eterna, estamos mesmo bem preparados para realizar cabalmente o nosso ministério. (2 Timóteo 4:5) Toda semana, quando você assiste à Reunião de Serviço e à Escola do Ministério Teocrático, esforce-se a compreender e então a usar pontos úteis, que o recomendarão como ministro adequadamente habilitado de Deus, que cumpre a vontade dele. — 2 Coríntios 3:3, 5; 4:1, 2.
11 É da vontade de Deus que ‘persistamos em buscar primeiro o reino e a Sua justiça’. (Mateus 6:33) Pergunte-se: ‘Como aplicaria eu este princípio se as exigências do meu trabalho secular [ou o do meu cônjuge] interferissem na minha assistência às reuniões?’ Muitos espiritualmente maduros falariam com o seu patrão sobre este assunto. Uma ministra de tempo integral deixou seu patrão saber que precisava cada semana de um tempo para assistir às reuniões congregacionais. Ele lhe concedeu este pedido. Mas, curioso de saber o que acontecia nessas reuniões, pediu para assistir a uma. Ali ouviu um anúncio sobre um iminente congresso de distrito. Em resultado disso, o patrão passou um dia inteiro no congresso. Que lição tira você deste exemplo?
Ensinados a fazer a vontade de Jeová por pais piedosos
12 Mas as reuniões congregacionais e os congressos não são a única provisão para se ensinar a fazer a vontade divina. Pais piedosos têm a ordem de treinar, disciplinar e criar os filhos para que louvem a Jeová e façam a vontade Dele. (Salmo 148:12, 13; Provérbios 22:6, 15) Isso requer que levemos nossos “pequeninos” às reuniões em que podem ‘escutar e aprender’, mas que dizer de ensinar-lhes os escritos sagrados em casa? (Deuteronômio 31:12; 2 Timóteo 3:15) Muitas famílias iniciaram conscienciosamente programas de estudo bíblico familiar, regular, mas depois deixaram que estes diminuíssem ou fossem negligenciados. Já passou você por isso? Acha que a recomendação de ter tal estudo regular é imprópria ou que sua família é tão diferente, que isso simplesmente não funcionará no seu caso? Qualquer que seja o caso, vocês, pais, queiram recapitular os excelentes artigos “Nossa valiosa herança espiritual” e “A recompensa da persistência”, em A Sentinela de 1.° de agosto de 1995.
13 Incentiva-se as famílias a tomar por hábito considerar o texto do dia em Examine as Escrituras Diariamente. Já é bom ler o texto e o comentário, mas conversar sobre o texto e aplicá-lo é mais proveitoso. Por exemplo, na consideração de Efésios 5:15-17, os membros da família poderiam refletir sobre como ‘comprar para si o tempo oportuno’ para fazer estudo pessoal, participar em alguma forma de ministério de tempo integral e cuidar de outras designações teocráticas. Deveras, a consideração do texto do dia pela família poderá levar um ou muitos a ‘prosseguir percebendo [mais plenamente] qual é a vontade de Jeová’.
14 Os pais precisam ser diligentes em ser instrutores dos filhos. (Deuteronômio 6:6, 7) Mas não se trata simplesmente de repreender ou de dar ordens aos filhos. O pai e a mãe também têm de escutar, para assim saber melhor o que precisa ser explicado, esclarecido, ilustrado ou repetido. Em certa família cristã, os pais estimulam a comunicação aberta por incentivar os filhos a fazer perguntas sobre o que não entendem ou que os preocupa. Ficaram assim sabendo que um filho adolescente tinha dificuldades em compreender que Jeová não teve princípio. Os pais puderam usar informações dadas nas publicações da Sociedade Torre de Vigia, mostrando que é admitido que o tempo e o espaço não têm limites. Isto serviu para ilustrar o ponto, e satisfez o filho. Portanto, tome tempo para responder com clareza e à base das Escrituras às perguntas dos filhos, ajudando-os a ver que aprender a fazer a vontade de Deus pode dar muita satisfação. O que mais se ensina hoje aos do povo de Deus — tanto a jovens como a idosos?
Ensinados a amar e a lutar
15 Em harmonia com o novo mandamento de Jesus, somos ‘ensinados por Deus a nos amar uns aos outros’. (1 Tessalonicenses 4:9) Quando a situação é tranqüila e tudo vai bem, talvez achemos que amamos todos os nossos irmãos. Mas o que acontece quando surgem divergências pessoais ou ficamos ofendidos por causa do que outro cristão diz ou faz? Isto pode pôr à prova a genuinidade de nosso amor. (Note 2 Coríntios 8:8.) O que nos ensina a Bíblia sobre o que devemos fazer em tais situações? Um ponto é esforçar-nos a mostrar amor no sentido mais pleno. (1 Pedro 4:8) Em vez de procurar satisfazer os nossos próprios interesses, de ficar irritados com faltas menores ou de levar em conta um dano, devemos esforçar-nos a deixar o amor cobrir uma multidão de pecados. (1 Coríntios 13:5) Sabemos que esta é a vontade de Deus, pois é o que a sua Palavra ensina.
16 Embora muitos não relacionariam o amor com combate, este último é mais uma coisa que se nos ensina, mas é um tipo diferente de combate. Davi reconhecia sua dependência de Jeová, de ensinar-lhe a travar uma guerra, embora na sua época isso incluísse combater os inimigos de Israel. (1 Samuel 17:45-51; 19:8; 1 Reis 5:3; Salmo 144:1) Que dizer da nossa luta hoje? Nossas armas não são carnais. (2 Coríntios 10:4) Travamos uma luta espiritual, para a qual precisamos estar equipados com uma armadura espiritual. (Efésios 6:10-13) Jeová nos ensina por meio da sua Palavra e do seu povo congregado a travar uma luta espiritual bem-sucedida.
17 De modo enganoso e sutil, o Diabo usa muitas vezes elementos do mundo, apóstatas e outros opositores à verdade, no esforço de nos desviar para coisas de somenos importância. (1 Timóteo 6:3-5, 11; Tito 3:9-11) É como se ele compreendesse as poucas chances que teria de vencer-nos com um ataque direto, frontal, de modo que procura fazer-nos tropeçar por induzir-nos a dar vazão a queixas mesquinhas e a contestações tolas, sem valor espiritual. Por sermos guerreiros vigilantes, devemos estar tão atentos a esses perigos como a ataques frontais. — 1 Timóteo 1:3, 4.
18 Não promovemos os desejos de homens, nem a vontade de nações. Jeová nos ensinou, por meio do exemplo de Jesus, que não devemos mais viver para nós mesmos; antes, devemos estar armados da mesma disposição mental que Cristo Jesus tinha e viver para a vontade de Deus. (2 Coríntios 5:14, 15) Pode ser que no passado tenhamos levado uma vida bem imoderada, libertina, desperdiçando nosso precioso tempo. Festanças, competições no beber e imoralidade são o que caracteriza este mundo iníquo. Agora que fomos ensinados a fazer a vontade de Deus, não somos gratos de estar separados deste mundo corrupto? Portanto, travemos uma árdua luta espiritual para evitar o envolvimento com as práticas aviltantes do mundo. — 1 Pedro 4:1-3.
Ensinados para nosso benefício
19 É imperativo que reconheçamos que ser ensinados a fazer a vontade de Jeová beneficia-nos muito. Naturalmente, temos de fazer a nossa parte por prestar bastante atenção, a fim de aprender e depois seguir as instruções que recebemos por meio do seu Filho, bem como por meio da sua Palavra e do povo congregado. (Isaías 48:17, 18; Hebreus 2:1) Por fazermos isso, seremos fortalecidos para continuar firmes nestes tempos calamitosos e suportar tempestades futuras. (Mateus 7:24-27) Mesmo já agora, agradaremos a Deus por fazer a sua vontade e garantiremos que nossas orações sejam atendidas. (João 9:31; 1 João 3:22) E teremos genuína felicidade. — João 13:17.
20 Durante o ano de 1997, teremos freqüentes oportunidades de ler e considerar o texto para este ano, o Salmo 143:10: “Ensina-me a fazer a tua vontade.” Ao fazermos isso, devemos aproveitar algumas oportunidades para refletir nas provisões que Deus fez para sermos ensinados, conforme se apresentou aqui. E aproveitemos a meditação nessas palavras como estímulo para agir em harmonia com essa súplica, sabendo que “aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre”. — 1 João 2:17.
w92 15/9 p. 15 par. 8 O espírito de Jeová guia seu povo
8 Para nos beneficiarmos do espírito de Deus, temos de estar dispostos a seguir sua direção, como Davi fez. Ele orou: “Ensina-me a fazer a tua vontade, porque tu és o meu Deus. Teu espírito é bom; guie-me ele na terra da retidão.” (Salmo 143:10) Davi, que fora proscrito pelo rei israelita Saul, queria que o espírito de Deus o guiasse, para ter certeza de que seu proceder era reto. Com o tempo, chegou Abiatar, portando um éfode de sacerdote, usado para se saber qual era a vontade de Deus. Abiatar, como representante sacerdotal de Deus, instruiu Davi sobre o caminho a seguir a fim de agradar a Jeová. (1 Samuel 22:17-23:12; 30:6-8) Jesus, como Davi, foi guiado pelo espírito de Jeová, e o mesmo se tem dado com os seguidores ungidos de Cristo como classe. Em 1918-19, eles se encontravam numa situação alienada perante a sociedade humana, e seus inimigos religiosos imaginavam poder destruí-los. Os ungidos oraram por uma saída de sua condição inativa e, em 1919, Deus respondeu às suas orações, libertando-os e reativando-os no Seu serviço. (Salmo 143:7-9) Daí então o espírito de Jeová certamente ajudava e guiava seu povo, como faz até os dias de hoje.
SALMO 144:15)
“Feliz o povo para quem é assim!” Feliz o povo cujo Deus é Jeová!”
w06 15/6 pp. 12-13 Você pode encontrar a felicidade
Nenhuma relação humana, nenhum bem material e nenhuma realização pessoal pode produzir a felicidade que resulta de se fazer parte do “povo cujo Deus é Jeová”. (Salmo 144:15) A vida de muitos servos de Deus da atualidade confirma isso.
Susanne, de 40 e poucos anos, é um exemplo disso. Ela disse: “Hoje em dia, muitos se juntam a certos grupos para atingir objetivos em comum ou para compartilhar interesses comuns. Dificilmente, porém, eles consideram como amigos todos os membros do grupo. Com o povo de Jeová é diferente. O nosso amor a Jeová faz-nos sentir afeto uns pelos outros. Entre o povo de Deus, nós nos sentimos à vontade, não importa em que lugar. Essa união enriquece enormemente a nossa vida. Quem mais pode afirmar ter amigos de grupos sociais e formações totalmente diferentes e da mais ampla variedade de nacionalidades? Posso dizer, de coração, que pertencer ao povo de Jeová é o que dá felicidade.”
w06 1/9 p. 13 Destaques do livro quinto dos Salmos
A Palavra de Jeová É Viva
Destaques do livro quinto dos Salmos
O RICO talvez diga: “Nossos filhos são como plantinhas crescidas na sua mocidade, nossas filhas, como ângulos esculpidos em estilo palacial, nossos celeiros estão cheios, . . . nossos rebanhos se multiplicam aos milhares.” Além disso, o abastado talvez exclame: “Feliz o povo para quem é assim!” Mas, em contraste com isso, o salmista diz: “Feliz o povo cujo Deus é Jeová!” (Salmo 144:12-15) Isso não poderia ser diferente. Jeová é o Deus feliz, e a felicidade é a recompensa dos que o adoram. (1 Timóteo 1:11)
it-1 p. 684 Depósito
Evidentemente, o Rei Davi usa contrastes no Salmo 144:11-15, para mostrar quem é realmente feliz. Em vista do contexto (veja 11, 12), parece provável que ele retrata os que confiam no acúmulo de coisas materiais como jactando-se da sua riqueza por dizer: “Nossos celeiros estão cheios, suprindo produtos de uma sorte após outra . . . Feliz o povo para quem é assim!” Mas as próximas palavras de Davi: “Feliz o povo cujo Deus é Jeová!” pelo visto devem mostrar a verdadeira Fonte de felicidade, em contraste com a riqueza material.
it-2 p. 697 Liberdade
Há uma diferença entre liberdade limitada e servidão. A liberdade dentro dos limites concedidos por Deus traz felicidade; a servidão a criaturas, à imperfeição, a fraquezas ou a ideologias erradas traz opressão e infelicidade. É também preciso diferenciar a liberdade da autodeterminação, isto é, não fazer caso das leis de Deus e decidir por si mesmo o que é direito e o que é errado. Isto resulta na usurpação dos direitos de outros e causa dificuldades, como se pode ver dos efeitos do espírito independente, egocêntrico, apresentado a Adão e Eva pela Serpente no Éden. (Gên 3:4, 6, 11-19) A verdadeira liberdade é limitada por lei, a lei de Deus, a qual permite à pessoa plena expressão, de forma correta, edificante e benéfica, e que reconhece os direitos dos outros, contribuindo para a felicidade de todos. — Sal 144:15; Lu 11:28; Tg 1:25.
SALMO 145:1)
“Vou exaltar-te, ó meu Deus, o Rei, E vou bendizer teu nome por tempo indefinido, para todo o sempre.”
w04 15/1 pp. 10-11 A grandeza de Jeová é inescrutável
‘Vou exaltar a Deus, o Rei’
3 Embora Davi fosse o rei designado por Deus, ele encarava Jeová como o verdadeiro Rei de Israel. Davi disse: “Teu é o reino, ó Jeová, que te ergues como cabeça sobre todos.” (1 Crônicas 29:11) E como Davi apreciava a Deus como Governante! “Vou exaltar-te, ó meu Deus, o Rei”, cantou, “e vou bendizer teu nome por tempo indefinido, para todo o sempre. Vou bendizer-te o dia inteiro e vou louvar teu nome por tempo indefinido, para todo o sempre”. (Salmo 145:1, 2) Davi tinha o desejo de louvar a Jeová Deus o dia inteiro e por toda a eternidade.
4 O Salmo 145 é uma forte resposta à afirmação feita por Satanás, de que Deus é um governante egoísta, que priva suas criaturas de liberdade. (Gênesis 3:1-5) Esse salmo expõe também a mentira de Satanás, de que as pessoas só obedecem a Deus por motivos egoístas, não por amor a ele. (Jó 1:9-11; 2:4, 5) Assim como Davi, os verdadeiros cristãos hoje dão uma resposta às acusações falsas do Diabo. Prezam a esperança de ter vida eterna sob o governo do Reino, porque desejam louvar a Jeová por toda a eternidade. Milhões já começaram a fazer isso por terem fé no sacrifício resgatador de Jesus e servirem obedientemente a Jeová por amarem a ele como seus adoradores dedicados e batizados. — Romanos 5:8; 1 João 5:3.
5 Reflita nas muitas oportunidades que todos nós, seus servos, temos para bendizer e louvar a Jeová. Podemos fazer isso em oração quando lemos algo na sua Palavra, a Bíblia, que nos comove profundamente. Podemos expressar nossa gratidão e louvor a Jeová quando ficamos emocionados pelo modo como ele lida com o seu povo ou por algum aspecto da sua maravilhosa criação. Também bendizemos a Jeová Deus quando comentamos sobre os propósitos dele nas reuniões cristãs ou em nossas conversas com outros. Realmente, todas as nossas “obras excelentes” feitas em prol dos interesses do Reino de Deus dão louvor a Jeová. — Mateus 5:16.
6 Exemplos recentes de tais obras excelentes incluem a construção de muitos locais de adoração pelo povo de Jeová em países extremamente pobres. Grande parte desse trabalho tem sido feito com o apoio financeiro de concrentes de outros países. Alguns cristãos têm dado ajuda por se mudaram voluntariamente para tais regiões a fim de participar na construção de Salões do Reino. Mas louvar a Jeová pela pregação das boas novas do seu Reino é a mais importante de todas as obras excelentes. (Mateus 24:14) Conforme mostram os versículos posteriores no Salmo 145, Davi reconhecia a grandeza do governo de Deus e louvava o Seu reinado. (Salmo 145:11, 12) Será que você tem o mesmo apreço pelo modo amoroso de Deus governar? Fala regularmente a outros sobre o seu Reino?
SALMO 145:2)
“Vou bendizer-te o dia inteiro E vou louvar teu nome por tempo indefinido, para todo o sempre.”
w04 15/1 pp. 10-11 A grandeza de Jeová é inescrutável
‘Vou exaltar a Deus, o Rei’
3 Embora Davi fosse o rei designado por Deus, ele encarava Jeová como o verdadeiro Rei de Israel. Davi disse: “Teu é o reino, ó Jeová, que te ergues como cabeça sobre todos.” (1 Crônicas 29:11) E como Davi apreciava a Deus como Governante! “Vou exaltar-te, ó meu Deus, o Rei”, cantou, “e vou bendizer teu nome por tempo indefinido, para todo o sempre. Vou bendizer-te o dia inteiro e vou louvar teu nome por tempo indefinido, para todo o sempre”. (Salmo 145:1, 2) Davi tinha o desejo de louvar a Jeová Deus o dia inteiro e por toda a eternidade.
4 O Salmo 145 é uma forte resposta à afirmação feita por Satanás, de que Deus é um governante egoísta, que priva suas criaturas de liberdade. (Gênesis 3:1-5) Esse salmo expõe também a mentira de Satanás, de que as pessoas só obedecem a Deus por motivos egoístas, não por amor a ele. (Jó 1:9-11; 2:4, 5) Assim como Davi, os verdadeiros cristãos hoje dão uma resposta às acusações falsas do Diabo. Prezam a esperança de ter vida eterna sob o governo do Reino, porque desejam louvar a Jeová por toda a eternidade. Milhões já começaram a fazer isso por terem fé no sacrifício resgatador de Jesus e servirem obedientemente a Jeová por amarem a ele como seus adoradores dedicados e batizados. — Romanos 5:8; 1 João 5:3.
5 Reflita nas muitas oportunidades que todos nós, seus servos, temos para bendizer e louvar a Jeová. Podemos fazer isso em oração quando lemos algo na sua Palavra, a Bíblia, que nos comove profundamente. Podemos expressar nossa gratidão e louvor a Jeová quando ficamos emocionados pelo modo como ele lida com o seu povo ou por algum aspecto da sua maravilhosa criação. Também bendizemos a Jeová Deus quando comentamos sobre os propósitos dele nas reuniões cristãs ou em nossas conversas com outros. Realmente, todas as nossas “obras excelentes” feitas em prol dos interesses do Reino de Deus dão louvor a Jeová. — Mateus 5:16.
6 Exemplos recentes de tais obras excelentes incluem a construção de muitos locais de adoração pelo povo de Jeová em países extremamente pobres. Grande parte desse trabalho tem sido feito com o apoio financeiro de concrentes de outros países. Alguns cristãos têm dado ajuda por se mudaram voluntariamente para tais regiões a fim de participar na construção de Salões do Reino. Mas louvar a Jeová pela pregação das boas novas do seu Reino é a mais importante de todas as obras excelentes. (Mateus 24:14) Conforme mostram os versículos posteriores no Salmo 145, Davi reconhecia a grandeza do governo de Deus e louvava o Seu reinado. (Salmo 145:11, 12) Será que você tem o mesmo apreço pelo modo amoroso de Deus governar? Fala regularmente a outros sobre o seu Reino?
SALMO 145:3)
“Jeová é grande e para ser louvado muito, E sua grandeza é inescrutável.”
w04 15/1 pp. 11-13 A grandeza de Jeová é inescrutável
Exemplos da grandeza de Deus
7 O Salmo 145:3 menciona um dos principais motivos de se louvar a Jeová. Davi cantou: “Jeová é grande e para ser louvado muito, e sua grandeza é inescrutável.” A grandeza de Jeová não tem limites. Não pode ser plenamente pesquisada, compreendida ou avaliada pelos humanos. Mas certamente obteremos benefícios por considerar agora exemplos da inescrutável grandeza de Jeová.
8 Procure lembrar-se duma ocasião em que estava longe das luzes brilhantes da cidade e contemplou o céu noturno sem nuvens. Não ficou maravilhado de ver a multidão de estrelas visíveis na escuridão do espaço? Não sentiu desejo de louvar a Jeová pela sua grandeza na criação de todos aqueles corpos celestes? No entanto, o que você viu é apenas uma pequena fração do número de estrelas na galáxia de que a Terra faz parte. Além disso, calcula-se que haja mais de cem bilhões de galáxias, das quais apenas três podem ser vistas sem a ajuda dum telescópio. De fato, as incontáveis estrelas e galáxias que constituem o imenso Universo dão testemunho do poder criativo e da inescrutável grandeza de Jeová. — Isaías 40:26.
9 Considere outros aspectos da grandeza de Jeová — os que envolvem Jesus Cristo. A grandeza de Deus foi demonstrada ao criar seu Filho e pelo modo de ele o usar durante incontáveis eras como Seu “mestre-de-obras”. (Provérbios 8:22-31) A grandeza do amor de Jeová se manifestou quando ofereceu seu Filho unigênito como sacrifício resgatador pela humanidade. (Mateus 20:28; João 3:16; 1 João 2:1, 2) E muito além da compreensão humana é o glorioso e imortal corpo espiritual que Jeová fez para Jesus ao ressuscitá-lo. — 1 Pedro 3:18.
10 A ressurreição de Jesus incluiu muitos aspectos impressionantes da inescrutável grandeza de Jeová. Sem dúvida, Deus lhe restituiu as lembranças relacionadas com a criação tanto das coisas invisíveis como visíveis. (Colossenses 1:15, 16) Essa criação incluía as outras criaturas espirituais, o Universo, a terra produtiva e todas as formas de vida no nosso globo. Além de restituir o conhecimento do seu Filho a respeito de toda a história da vida nos céus e na Terra, que Jesus presenciou durante a sua vida pré-humana, Jeová lhe restituiu as lembranças do que havia presenciado como humano perfeito. Realmente, a inescrutável grandeza de Jeová é evidente na ressurreição de Jesus. Além disso, esse grande ato é uma garantia de que a ressurreição de outros é possível. Deve fortalecer a nossa fé na capacidade de Deus trazer de volta à vida os milhões de mortos que ele tem na sua memória perfeita. — João 5:28, 29; Atos 17:31.
Obras maravilhosas e atos poderosos
11 Desde a ressurreição de Jesus, Jeová tem realizado muitas outras obras grandiosas e maravilhosas. (Salmo 40:5) No Pentecostes de 33 EC, Jeová trouxe à existência uma nova nação, “o Israel de Deus”, composto dos discípulos de Cristo, ungidos pelo espírito santo. (Gálatas 6:16) Essa nova nação espiritual expandiu-se de modo extraordinário por todo o mundo então conhecido. Apesar da apostasia que levou ao desenvolvimento da cristandade, após a morte dos apóstolos de Jesus, Jeová continuou a realizar obras maravilhosas para garantir o cumprimento do seu propósito.
12 Por exemplo, o cânon bíblico foi preservado e por fim traduzido em todas as línguas principais que hoje há na Terra. A tradução da Bíblia foi muitas vezes realizada sob circunstâncias difíceis e sob a ameaça de morte por parte de agentes de Satanás. Certamente, a tradução da Bíblia em mais de 2.000 línguas não podia ter sido realizada se não fosse da vontade do Deus de inescrutável grandeza, Jeová!
13 A grandeza de Jeová se manifestou em relação aos propósitos do Reino. Por exemplo, no ano de 1914, ele empossou seu Filho, Jesus Cristo, como Rei celestial. Pouco depois, Jesus agiu contra Satanás e seus demônios. Eles foram expulsos do céu e restritos à vizinhança da Terra, onde agora aguardam ser lançados no abismo. (Revelação [Apocalipse] 12:9-12; 20:1-3) Desde então, os seguidores ungidos de Jesus sofrem crescente perseguição. No entanto, Jeová os tem sustentado durante este tempo da presença invisível de Cristo. — Mateus 24:3; Revelação 12:17.
14 Em 1919, Jeová realizou outra obra maravilhosa, que demonstrou a sua grandeza. Os seguidores ungidos de Jesus, que tinham sido reduzidos a uma condição de inatividade espiritual, foram revivificados. (Revelação 11:3-11) Nos anos desde então, os ungidos têm pregado zelosamente as boas novas do estabelecido Reino celestial. Outros ungidos foram ajuntados, para completar o número de 144.000. (Revelação 14:1-3) E Jeová, por meio dos seguidores ungidos de Cristo, lançou o alicerce duma “nova terra”, uma sociedade humana justa. (Revelação 21:1) Mas o que acontecerá com a “nova terra” depois de todos os fiéis ungidos irem para o céu?
15 Em 1935, em dois artigos chaves, os números de 1.° e 15 de agosto desta revista trataram do assunto da “grande multidão”, mencionada no capítulo 7 de Revelação. Zelosos cristãos ungidos passaram a procurar pessoas de todas as nações, tribos, povos e línguas que se tornaram seus companheiros de adoração, e a associar-se com elas. Essa “grande multidão” sobreviverá à iminente “grande tribulação” com a perspectiva de vida eterna no Paraíso, como membros permanentes da “nova terra”. (Revelação 7:9-14) Por causa da obra de pregação do Reino e de fazer discípulos, liderada pelos cristãos ungidos, mais de seis milhões de pessoas têm agora a esperança de vida eterna num paraíso terrestre. A quem se deve atribuir o mérito desse progresso apesar da oposição de Satanás e do seu mundo corrupto? (1 João 5:19) Somente Jeová poderia realizar tudo isso, por meio de seu espírito santo. — Isaías 60:22; Zacarias 4:6.
SALMO 145:4)
“Geração após geração gabará os teus trabalhos, E contarão os teus potentes atos.”
w04 15/1 pp. 13-14 A grandeza de Jeová é inescrutável
O esplendor e a dignidade gloriosos de Jeová
16 As “obras maravilhosas” e os “potentes atos” de Jeová nunca serão esquecidos, não importa quais sejam. Davi escreveu: “Geração após geração gabará os teus trabalhos, e contarão os teus potentes atos. O esplendor glorioso da tua dignidade e os assuntos das tuas obras maravilhosas eu vou fazer a minha preocupação. E palestrarão sobre a força das tuas próprias coisas atemorizantes; e quanto à tua grandeza, vou declará-la eu.” (Salmo 145:4-6) Contudo, até que ponto Davi foi capaz de compreender o esplendor glorioso de Jeová, visto que “Deus é Espírito” e portanto invisível aos olhos humanos? — João 1:18; 4:24.
17 Embora Davi não pudesse ver a Deus, havia maneiras de ele aumentar seu apreço pela dignidade de Jeová. Por exemplo, ele podia ler o registro das Escrituras sobre os atos poderosos de Deus, tais como o da destruição dum mundo iníquo por meio dum dilúvio global. É bem provável que Davi notasse como os deuses falsos do Egito foram humilhados quando Deus libertou os israelitas da escravidão egípcia. Tais acontecimentos atestam a dignidade e a grandeza de Jeová.
18 Sem dúvida, não apenas ler as Escrituras, mas meditar nelas foi o que aumentou o apreço de Davi pela dignidade de Deus. Por exemplo, ele talvez tenha meditado sobre o que aconteceu quando Jeová deu a Lei a Israel. Na época houve trovões, relâmpagos, uma pesada nuvem e um som muito forte de buzina. O monte Sinai tremeu e fumegou. Reunidos ao sopé do monte, os israelitas até mesmo ouviram “as Dez palavras” do meio do fogo e da nuvem quando Jeová lhes falou por meio dum representante angélico. (Deuteronômio 4:32-36; 5:22-24; 10:4; Êxodo 19:16-20; Atos 7:38, 53) Que manifestação da grandiosidade de Jeová! Os que amam a Palavra de Deus e meditam nesses relatos não podem deixar de se sentir comovidos com o ‘esplendor glorioso da dignidade de Jeová’. Hoje, naturalmente, temos a Bíblia inteira, contendo diversas visões gloriosas que nos impressionam com a grandeza de Jeová. — Ezequiel 1:26-28; Daniel 7:9, 10; Revelação, capítulo 4.
19 Davi também deve ter ficado impressionado com a dignidade de Jeová ao estudar as leis dadas por Deus aos israelitas. (Deuteronômio 17:18-20; Salmo 19:7-11) A obediência às leis de Jeová dignificava a nação de Israel e mantinha-a separada de todos os outros povos. (Deuteronômio 4:6-8) Assim como aconteceu com Davi, a leitura regular, a meditação e o estudo diligente das Escrituras aumentarão o nosso apreço pela dignidade de Jeová.
SALMO 145:5)
“O esplendor glorioso da tua dignidade E os assuntos das tuas obras maravilhosas eu vou fazer a minha preocupação.”
w08 15/8 p. 14 par. 12 Honre a Jeová por agir com dignidade
12 Com relação aos grandes atos que Jeová realizou em favor de Seu povo, Davi cantou: “O esplendor glorioso da tua dignidade e os assuntos das tuas obras maravilhosas eu vou fazer a minha preocupação.” (Sal. 145:5) Mostramos interesse nessas obras por estudar a Bíblia e meditar no que lemos. Qual o efeito dessa meditação? Nosso apreço pela dignidade e esplendor de Deus aumenta.
w04 15/1 pp. 13-14 A grandeza de Jeová é inescrutável
O esplendor e a dignidade gloriosos de Jeová
16 As “obras maravilhosas” e os “potentes atos” de Jeová nunca serão esquecidos, não importa quais sejam. Davi escreveu: “Geração após geração gabará os teus trabalhos, e contarão os teus potentes atos. O esplendor glorioso da tua dignidade e os assuntos das tuas obras maravilhosas eu vou fazer a minha preocupação. E palestrarão sobre a força das tuas próprias coisas atemorizantes; e quanto à tua grandeza, vou declará-la eu.” (Salmo 145:4-6) Contudo, até que ponto Davi foi capaz de compreender o esplendor glorioso de Jeová, visto que “Deus é Espírito” e portanto invisível aos olhos humanos? — João 1:18; 4:24.
17 Embora Davi não pudesse ver a Deus, havia maneiras de ele aumentar seu apreço pela dignidade de Jeová. Por exemplo, ele podia ler o registro das Escrituras sobre os atos poderosos de Deus, tais como o da destruição dum mundo iníquo por meio dum dilúvio global. É bem provável que Davi notasse como os deuses falsos do Egito foram humilhados quando Deus libertou os israelitas da escravidão egípcia. Tais acontecimentos atestam a dignidade e a grandeza de Jeová.
18 Sem dúvida, não apenas ler as Escrituras, mas meditar nelas foi o que aumentou o apreço de Davi pela dignidade de Deus. Por exemplo, ele talvez tenha meditado sobre o que aconteceu quando Jeová deu a Lei a Israel. Na época houve trovões, relâmpagos, uma pesada nuvem e um som muito forte de buzina. O monte Sinai tremeu e fumegou. Reunidos ao sopé do monte, os israelitas até mesmo ouviram “as Dez palavras” do meio do fogo e da nuvem quando Jeová lhes falou por meio dum representante angélico. (Deuteronômio 4:32-36; 5:22-24; 10:4; Êxodo 19:16-20; Atos 7:38, 53) Que manifestação da grandiosidade de Jeová! Os que amam a Palavra de Deus e meditam nesses relatos não podem deixar de se sentir comovidos com o ‘esplendor glorioso da dignidade de Jeová’. Hoje, naturalmente, temos a Bíblia inteira, contendo diversas visões gloriosas que nos impressionam com a grandeza de Jeová. — Ezequiel 1:26-28; Daniel 7:9, 10; Revelação, capítulo 4.
19 Davi também deve ter ficado impressionado com a dignidade de Jeová ao estudar as leis dadas por Deus aos israelitas. (Deuteronômio 17:18-20; Salmo 19:7-11) A obediência às leis de Jeová dignificava a nação de Israel e mantinha-a separada de todos os outros povos. (Deuteronômio 4:6-8) Assim como aconteceu com Davi, a leitura regular, a meditação e o estudo diligente das Escrituras aumentarão o nosso apreço pela dignidade de Jeová.
SALMO 145:6)
“E palestrarão sobre a força das tuas próprias coisas atemorizantes; E quanto à tua grandeza, vou declará-la eu.”
w08 15/8 p. 14 par. 12 Honre a Jeová por agir com dignidade
Desse modo, com certeza nos sentimos motivados a nos juntar a Davi em honrar a Jeová, dizendo: “Quanto à tua grandeza, vou declará-la eu.” (Sal. 145:6) Meditar nas obras maravilhosas de Deus deve fortalecer nossa relação com Jeová e nos motivar a falar a outros sobre ele com entusiasmo e determinação. Está você declarando zelosamente as boas novas e ajudando as pessoas a ter apreço pela dignidade, esplendor e majestade de Jeová Deus?
w04 15/1 pp. 13-14 A grandeza de Jeová é inescrutável
O esplendor e a dignidade gloriosos de Jeová
16 As “obras maravilhosas” e os “potentes atos” de Jeová nunca serão esquecidos, não importa quais sejam. Davi escreveu: “Geração após geração gabará os teus trabalhos, e contarão os teus potentes atos. O esplendor glorioso da tua dignidade e os assuntos das tuas obras maravilhosas eu vou fazer a minha preocupação. E palestrarão sobre a força das tuas próprias coisas atemorizantes; e quanto à tua grandeza, vou declará-la eu.” (Salmo 145:4-6) Contudo, até que ponto Davi foi capaz de compreender o esplendor glorioso de Jeová, visto que “Deus é Espírito” e portanto invisível aos olhos humanos? — João 1:18; 4:24.
17 Embora Davi não pudesse ver a Deus, havia maneiras de ele aumentar seu apreço pela dignidade de Jeová. Por exemplo, ele podia ler o registro das Escrituras sobre os atos poderosos de Deus, tais como o da destruição dum mundo iníquo por meio dum dilúvio global. É bem provável que Davi notasse como os deuses falsos do Egito foram humilhados quando Deus libertou os israelitas da escravidão egípcia. Tais acontecimentos atestam a dignidade e a grandeza de Jeová.
18 Sem dúvida, não apenas ler as Escrituras, mas meditar nelas foi o que aumentou o apreço de Davi pela dignidade de Deus. Por exemplo, ele talvez tenha meditado sobre o que aconteceu quando Jeová deu a Lei a Israel. Na época houve trovões, relâmpagos, uma pesada nuvem e um som muito forte de buzina. O monte Sinai tremeu e fumegou. Reunidos ao sopé do monte, os israelitas até mesmo ouviram “as Dez palavras” do meio do fogo e da nuvem quando Jeová lhes falou por meio dum representante angélico. (Deuteronômio 4:32-36; 5:22-24; 10:4; Êxodo 19:16-20; Atos 7:38, 53) Que manifestação da grandiosidade de Jeová! Os que amam a Palavra de Deus e meditam nesses relatos não podem deixar de se sentir comovidos com o ‘esplendor glorioso da dignidade de Jeová’. Hoje, naturalmente, temos a Bíblia inteira, contendo diversas visões gloriosas que nos impressionam com a grandeza de Jeová. — Ezequiel 1:26-28; Daniel 7:9, 10; Revelação, capítulo 4.
19 Davi também deve ter ficado impressionado com a dignidade de Jeová ao estudar as leis dadas por Deus aos israelitas. (Deuteronômio 17:18-20; Salmo 19:7-11) A obediência às leis de Jeová dignificava a nação de Israel e mantinha-a separada de todos os outros povos. (Deuteronômio 4:6-8) Assim como aconteceu com Davi, a leitura regular, a meditação e o estudo diligente das Escrituras aumentarão o nosso apreço pela dignidade de Jeová.
SALMO 145:7)
“Transbordarão com a menção da abundância da tua bondade, E gritarão de júbilo [por causa da] tua justiça.”
cl cap. 27 p. 279 par. 21 “Quão grande é a sua bondade!”
21 Além disso, ficamos contentes quando temos oportunidades de falar a outros sobre a bondade de Deus. A respeito do Seu povo, o Salmo 145:7 diz: “Transbordarão com a menção da abundância da tua bondade.” A cada dia da nossa vida, nos beneficiamos de alguma forma da bondade de Jeová. Que tal tomar por hábito agradecer a Jeová todo dia por sua bondade, sendo o mais específico possível? Se pensarmos nessa qualidade, agradecermos a Jeová diariamente por demonstrá-la e falarmos a outros sobre ela, ficará mais fácil imitarmos nosso Deus bondoso. E à medida que buscarmos maneiras de fazer o que é bom, como Jeová faz, nos achegaremos cada vez mais a ele.
w04 15/1 pp. 14-15 A grandeza de Jeová é inescrutável
Como são elevadas as qualidades morais de Deus!
20 Conforme já notamos, os primeiros seis versículos do Salmo 145 nos dão fortes motivos para louvarmos a Jeová à base das coisas associadas com a sua inescrutável grandeza. Os versículos 7 a 9 magnificam a grandeza de Deus ao se referirem às suas qualidades morais. Davi cantou: “Transbordarão com a menção da abundância da tua bondade, e gritarão de júbilo por causa da tua justiça. Jeová é clemente e misericordioso, vagaroso em irar-se e grande em benevolência. Jeová é bom para com todos, e suas misericórdias estão sobre todos os seus trabalhos.”
21 Nisso, Davi destaca primeiro a bondade e a justiça de Jeová — qualidades questionadas por Satanás, o Diabo. Como essas qualidades afetam a todos os que amam a Deus e se sujeitam ao seu governo? A bondade de Jeová e seu modo justo de governar alegram tanto os seus adoradores que eles não conseguem parar de proclamar os louvores dele. Além disso, a bondade de Jeová se estende a “todos”. Espera-se que isso ajude muitos outros a se arrependerem e se tornarem adoradores do verdadeiro Deus, antes de ser tarde demais. — Atos 14:15-17.
22 Davi também valorizava muito as qualidades destacadas pelo próprio Deus, quando Ele ‘ia passando diante da face de Moisés e declarando: “Jeová, Jeová, Deus misericordioso e clemente, vagaroso em irar-se e abundante em benevolência e em verdade” ’. (Êxodo 34:6) Por isso Davi podia declarar: “Jeová é clemente e misericordioso, vagaroso em irar-se e grande em benevolência.” Embora Jeová seja inescrutavelmente grande, ele dignifica seus servos humanos por tratá-los com clemência. Está cheio de misericórdia, disposto a perdoar pecadores arrependidos à base do sacrifício resgatador de Jesus. Jeová também é vagaroso em irar-se, dando aos seus servos a oportunidade de superar fraquezas que poderiam impedi-los de entrar no novo mundo de justiça. — 2 Pedro 3:9, 13, 14.
SALMO 145:8)
“Jeová é clemente e misericordioso, Vagaroso em irar-se e grande em benevolência.”
w04 15/1 pp. 14-15 A grandeza de Jeová é inescrutável
Como são elevadas as qualidades morais de Deus!
20 Conforme já notamos, os primeiros seis versículos do Salmo 145 nos dão fortes motivos para louvarmos a Jeová à base das coisas associadas com a sua inescrutável grandeza. Os versículos 7 a 9 magnificam a grandeza de Deus ao se referirem às suas qualidades morais. Davi cantou: “Transbordarão com a menção da abundância da tua bondade, e gritarão de júbilo por causa da tua justiça. Jeová é clemente e misericordioso, vagaroso em irar-se e grande em benevolência. Jeová é bom para com todos, e suas misericórdias estão sobre todos os seus trabalhos.”
21 Nisso, Davi destaca primeiro a bondade e a justiça de Jeová — qualidades questionadas por Satanás, o Diabo. Como essas qualidades afetam a todos os que amam a Deus e se sujeitam ao seu governo? A bondade de Jeová e seu modo justo de governar alegram tanto os seus adoradores que eles não conseguem parar de proclamar os louvores dele. Além disso, a bondade de Jeová se estende a “todos”. Espera-se que isso ajude muitos outros a se arrependerem e se tornarem adoradores do verdadeiro Deus, antes de ser tarde demais. — Atos 14:15-17.
22 Davi também valorizava muito as qualidades destacadas pelo próprio Deus, quando Ele ‘ia passando diante da face de Moisés e declarando: “Jeová, Jeová, Deus misericordioso e clemente, vagaroso em irar-se e abundante em benevolência e em verdade” ’. (Êxodo 34:6) Por isso Davi podia declarar: “Jeová é clemente e misericordioso, vagaroso em irar-se e grande em benevolência.” Embora Jeová seja inescrutavelmente grande, ele dignifica seus servos humanos por tratá-los com clemência. Está cheio de misericórdia, disposto a perdoar pecadores arrependidos à base do sacrifício resgatador de Jesus. Jeová também é vagaroso em irar-se, dando aos seus servos a oportunidade de superar fraquezas que poderiam impedi-los de entrar no novo mundo de justiça. — 2 Pedro 3:9, 13, 14.
w04 15/1 pp. 15-16 Jeová, exemplo superlativo de amor leal
Jeová, exemplo superlativo de amor leal
“Jeová é . . . grande em benevolência.” — SALMO 145:8.
“DEUS é amor.” (1 João 4:8) Essas palavras animadoras provam que a maneira de Jeová governar baseia-se no amor. De fato, até mesmo os humanos que não lhe obedecem são beneficiados pelo sol e pela chuva que ele provê amorosamente! (Mateus 5:44, 45) Por causa do amor de Deus aos humanos, até mesmo seus inimigos podem arrepender-se, recorrer a ele e alcançar a vida eterna. (João 3:16) Dentro em breve, porém, Jeová eliminará os humanos incorrigíveis, para que os que o amam possam ter vida eterna num novo mundo justo. — Salmo 37:9-11, 29; 2 Pedro 3:13.
2 Jeová mostra amor aos seus verdadeiros adoradores de forma plena e duradoura. Esse amor é expresso por uma palavra hebraica traduzida “benevolência” ou “amor leal”. O Rei Davi, do Israel antigo, apreciava profundamente a benevolência de Deus. Com base na experiência pessoal e na meditação sobre os tratos de Deus com outros, Davi pôde cantar confiantemente: “Jeová é . . . grande em benevolência [ou: “amor leal”].” — Salmo 145:8.
SALMO 145:9)
“Jeová é bom para com todos, E suas misericórdias estão sobre todos os seus trabalhos.”
cl cap. 27 pp. 272-273 par. 8 “Quão grande é a sua bondade!”
8 Todos os humanos já se beneficiaram da bondade de Jeová. O Salmo 145:9 diz: “Jeová é bom para com todos.” Quais são alguns exemplos de sua bondade ilimitada? A Bíblia diz: “Não se deixou sem testemunho, por fazer o bem, dando-vos chuvas do céu e estações frutíferas, enchendo os vossos corações plenamente de alimento e de bom ânimo.” (Atos 14:17) Já sentiu aquela sensação de prazer ao saborear uma deliciosa refeição? Se não fosse pela bondade de Jeová em projetar a Terra com seu suprimento reciclável de água doce e com “estações frutíferas” que produzem muito alimento, não haveria refeições. Jeová demonstra essa bondade não só para com os que o amam, mas para com todos. Jesus disse: “Ele faz o seu sol levantar-se sobre iníquos e sobre bons, e faz chover sobre justos e sobre injustos.” — Mateus 5:45.
w04 15/1 pp. 14-15 A grandeza de Jeová é inescrutável
Como são elevadas as qualidades morais de Deus!
20 Conforme já notamos, os primeiros seis versículos do Salmo 145 nos dão fortes motivos para louvarmos a Jeová à base das coisas associadas com a sua inescrutável grandeza. Os versículos 7 a 9 magnificam a grandeza de Deus ao se referirem às suas qualidades morais. Davi cantou: “Transbordarão com a menção da abundância da tua bondade, e gritarão de júbilo por causa da tua justiça. Jeová é clemente e misericordioso, vagaroso em irar-se e grande em benevolência. Jeová é bom para com todos, e suas misericórdias estão sobre todos os seus trabalhos.”
21 Nisso, Davi destaca primeiro a bondade e a justiça de Jeová — qualidades questionadas por Satanás, o Diabo. Como essas qualidades afetam a todos os que amam a Deus e se sujeitam ao seu governo? A bondade de Jeová e seu modo justo de governar alegram tanto os seus adoradores que eles não conseguem parar de proclamar os louvores dele. Além disso, a bondade de Jeová se estende a “todos”. Espera-se que isso ajude muitos outros a se arrependerem e se tornarem adoradores do verdadeiro Deus, antes de ser tarde demais. — Atos 14:15-17.
22 Davi também valorizava muito as qualidades destacadas pelo próprio Deus, quando Ele ‘ia passando diante da face de Moisés e declarando: “Jeová, Jeová, Deus misericordioso e clemente, vagaroso em irar-se e abundante em benevolência e em verdade” ’. (Êxodo 34:6) Por isso Davi podia declarar: “Jeová é clemente e misericordioso, vagaroso em irar-se e grande em benevolência.” Embora Jeová seja inescrutavelmente grande, ele dignifica seus servos humanos por tratá-los com clemência. Está cheio de misericórdia, disposto a perdoar pecadores arrependidos à base do sacrifício resgatador de Jesus. Jeová também é vagaroso em irar-se, dando aos seus servos a oportunidade de superar fraquezas que poderiam impedi-los de entrar no novo mundo de justiça. — 2 Pedro 3:9, 13, 14.
it-1 p. 374 Bondade
Ademais: “Jeová é bom para com todos, e suas misericórdias estão sobre todos os seus trabalhos.” (Sal 145:9) De propósito estende o bem a todos, a fim de que sua bondade induza muitos a servi-lo, e para que assim ganhem a vida. Semelhantemente, qualquer pessoa que demonstra bondade é uma bênção para seus associados. — Pr 11:10.
SALMO 145:10)
“Todos os teus trabalhos te elogiarão, ó Jeová, E os que te são leais te bendirão.”
w04 15/1 p. 16 Jeová, exemplo superlativo de amor leal
A identificação dos que são leais a Deus
3 Ana, a mãe do profeta Samuel, disse a respeito de Jeová Deus que ele “resguarda os pés dos que lhe são leais”. (1 Samuel 2:9) Quem são esses “leais”? O Rei Davi dá a resposta. Depois de exaltar as qualidades maravilhosas de Jeová, ele declarou: “Os que te são leais te bendirão.” (Salmo 145:10) Talvez você se pergunte como os humanos podem bendizer a Deus. A maneira principal de se fazer isso é por louvar ou falar bem dele.
SALMO 145:11)
“Palestrarão sobre a glória do teu reinado E falarão sobre a tua potência,”
w04 15/1 p. 16 pars. 4-5 Jeová, exemplo superlativo de amor leal
4 É fácil identificar os servos leais de Jeová porque eles usam a língua para falar bem dele. A respeito de que costumam conversar nas reuniões cristãs ou sociais? Obviamente falam sobre o Reino de Jeová! Os servos leais de Deus têm os mesmos sentimentos de Davi, que cantou: “Palestrarão sobre a glória do teu reinado [de Jeová] e falarão sobre a tua potência.” — Salmo 145:11.
5 Será que Jeová percebe quando os que são leais a ele o bendizem? Sim, ele presta atenção ao que dizem. Numa profecia referente à adoração verdadeira nos nossos dias, Malaquias escreveu: “Naquele tempo, os que temiam a Jeová falaram um ao outro, cada um ao seu companheiro, e Jeová prestava atenção e escutava. E começou-se a escrever perante ele um livro de recordação para os que temiam a Jeová e para os que pensavam no seu nome.” (Malaquias 3:16) Jeová se agrada muito quando seus servos leais falam bem dele, e ele se lembra deles.
SALMO 145:12)
“Para dar a conhecer aos filhos dos homens seus atos potentes E a glória do esplendor do seu reinado.”
w04 15/1 pp. 16-17 pars. 6-8 Jeová, exemplo superlativo de amor leal
6 Os leais a Jeová podem também ser identificados pela sua coragem e por tomarem a iniciativa de falar a pessoas que não são adoradores do Deus verdadeiro. Sim, os que são leais a Deus ‘dão a conhecer aos filhos dos homens os atos potentes Dele e a glória do esplendor do Seu reinado’. (Salmo 145:12) E você, procura e aproveita todas as oportunidades de falar com desconhecidos sobre o reinado de Jeová? Diferentemente dos governos humanos, que em breve deixarão de existir, Seu reinado é eterno. (1 Timóteo 1:17) É urgente que as pessoas aprendam sobre o reinado eterno de Jeová e que tomem posição como seus apoiadores. “Teu reinado é um reinado por todos os tempos indefinidos”, cantou Davi, “e teu domínio é durante todas as gerações sucessivas”. — Salmo 145:13.
7 Desde 1914, tem havido mais um motivo para se falar sobre o reinado de Jeová. Naquele ano, Deus estabeleceu o Reino messiânico celestial com Jesus Cristo, o Filho de Davi, qual Rei. Jeová cumpriu assim a sua promessa de que o reinado de Davi seria firmemente estabelecido por tempo indefinido. — 2 Samuel 7:12, 13; Lucas 1:32, 33.
8 O cumprimento progressivo do sinal da presença de Jesus Cristo indica que Jeová reina agora por meio do Reino do seu Filho. O aspecto mais notável desse sinal é a obra que Jesus predisse que todos os leais a Deus fariam, quando disse: “Estas boas novas do reino serão pregadas em toda a terra habitada, em testemunho a todas as nações; e então virá o fim.” (Mateus 24:3-14) Visto que os servos leais de Deus cumprem zelosamente essa profecia, mais de seis milhões de homens, mulheres e crianças participam agora nessa grande obra, que nunca mais se repetirá. Dentro em breve virá o fim de todos os que se opõem ao Reino de Jeová. — Revelação (Apocalipse) 11:15, 18.
SALMO 145:14)
“Jeová sustenta a todos os que estão caindo E ergue a todos os encurvados.”
w04 15/1 p. 17 Jeová, exemplo superlativo de amor leal
Os benefícios da soberania de Jeová
9 Os que são cristãos dedicados obtêm muitos benefícios de seu relacionamento com o Soberano Senhor Jeová. (Salmo 71:5; 116:12) Por exemplo, visto que temem a Deus e fazem o que é certo, têm a sua aprovação e estão espiritualmente achegados a ele. (Atos 10:34, 35; Tiago 4:8) Em contraste, os governantes humanos são muitas vezes vistos com pessoas de destaque, tais como líderes militares, comerciantes ricos ou celebridades de esportes e de diversões. Segundo o jornal africano Sowetan, uma importante autoridade do governo disse o seguinte a respeito das regiões empobrecidas do seu país: “Compreendo por que a maioria de nós não quer visitar tais regiões. Isso se deve simplesmente ao desejo de esquecer a existência de tais situações. Mexe com a nossa consciência e ficamos constrangidos por dirigirmos [automóveis] caros.”
10 É claro que alguns governantes humanos estão sinceramente preocupados com o bem-estar dos seus súditos. No entanto, mesmo os mais bem intencionados não conhecem bem a quem governam. De fato, talvez perguntem: existe algum governante que se importa tanto com todos os seus súditos, que prontamente vem em auxílio de cada um em ocasiões de dificuldades? Existe, sim. Davi escreveu: “Jeová sustenta a todos os que estão caindo e ergue a todos os encurvados.” — Salmo 145:14.
11 Muitas provações e calamidades sobrevêm aos que são leais a Jeová Deus, por causa da sua própria imperfeição e por viverem num mundo que está no poder de Satanás, o “iníquo”. (1 João 5:19; Salmo 34:19) Os cristãos são perseguidos. Alguns sofrem devido a uma doença crônica ou a perda de um ente querido. Às vezes, os erros cometidos pelos servos leais de Jeová podem fazê-los sentir-se desanimados ou ‘encurvados’. No entanto, não importa que provações lhes sobrevenham, Jeová está sempre pronto para dar consolo e força espiritual a cada um deles. O Rei Jesus Cristo tem o mesmo interesse amoroso por seus súditos leais. — Salmo 72:12-14.
SALMO 145:15)
“Os olhos de todos se fixam esperançosos em ti, E tu lhes dás o seu alimento a seu tempo.”
w04 15/1 pp. 18-19 Jeová, exemplo superlativo de amor leal
Nutrição satisfatória no tempo devido
12 Devido à sua grande benevolência, Jeová supre todas as necessidades dos seus servos. Isso inclui prover o alimento nutritivo que necessitam. O Rei Davi escreveu: “Os olhos de todos se fixam esperançosos em ti [Jeová], e tu lhes dás o seu alimento a seu tempo. Abres a tua mão e satisfazes o desejo de toda coisa vivente.” (Salmo 145:15, 16) Mesmo em tempos de calamidade, Jeová pode manobrar os assuntos de modo que os que lhe são leais venham a ter o “pão para o dia”. — Lucas 11:3; 12:29, 30.
13 Davi mencionou que “toda coisa vivente” fica satisfeita. Isso inclui os animais. Se a Terra não tivesse uma abundância de plantas terrestres e aquáticas, as criaturas marinhas, as aves e os animais terrestres não teriam oxigênio para respirar, nem alimento para comer. (Salmo 104:14) No entanto, Jeová cuida de que todas as suas necessidades sejam satisfeitas.
14 Diferentemente dos animais, os humanos têm necessidades espirituais. (Mateus 5:3) Jeová satisfaz maravilhosamente as necessidades espirituais dos que lhe são leais! Antes de Jesus morrer, ele prometeu que “o escravo fiel e discreto” proveria aos seguidores de Jesus o “alimento [espiritual] no tempo apropriado”. (Mateus 24:45) O restante dos 144.000 ungidos constitui hoje essa classe do escravo. Por meio deles, Jeová realmente tem providenciado uma abundância de alimento espiritual.
15 Por exemplo, a maioria do povo de Jeová se beneficia de uma tradução moderna e exata da Bíblia no seu próprio idioma. Que bênção maravilhosa tem sido a Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas! Além disso, milhões de publicações bíblicas continuam a ser impressas em mais de 300 idiomas. Todo esse alimento espiritual tem sido uma bênção para os verdadeiros adoradores em toda a Terra. Quem merece o crédito por tudo isso? Jeová Deus. Em sua grande benevolência, ele possibilitou que a classe do “escravo” providenciasse “alimento no tempo apropriado”. Por meio de tais provisões, “o desejo de toda coisa vivente”, no atual paraíso espiritual, está sendo satisfeito. E como os servos de Jeová se alegram com a esperança de que dentro em breve a Terra será transformada num paraíso literal! — Lucas 23:42, 43.
16 Considere um exemplo notável de como se recebeu alimento espiritual na ocasião certa. Em 1939, a Segunda Guerra Mundial começou na Europa. Naquele mesmo ano, o número de l.° de novembro de The Watchtower (em português, Torre de Vigia de fevereiro de 1940) publicou um artigo intitulado “Neutralidade”. As informações claras apresentadas na revista ajudaram as Testemunhas de Jeová em todo o mundo a perceber que havia necessidade de se manter absolutamente neutras nas atividades das nações em guerra. Isso provocou a ira dos governos dos dois lados daquele conflito de seis anos. No entanto, apesar de serem proscritos e perseguidos, os leais servos de Deus continuaram a pregar as boas novas do Reino. No período de 1939 a 1946, foram abençoados com o espantoso aumento de 157 por cento. Além disso, sua notável história de integridade durante aquela guerra continua a ajudar pessoas a identificar a religião verdadeira. — Isaías 2:2-4.
17 O alimento espiritual provido por Jeová não é só oportuno, mas também muito gratificante. Enquanto as nações estavam profundamente envolvidas no conflito da Segunda Guerra Mundial, o povo de Jeová foi ajudado a se concentrar em algo muito mais importante do que a sua própria salvação. Jeová os ajudou a compreender que a questão primária, envolvendo todo o Universo, se relaciona com a Sua soberania legítima. É realmente gratificante saber que cada Testemunha de Jeová, por sua lealdade, teve uma pequena parte na vindicação da soberania de Jeová e em provar que o Diabo é mentiroso! (Provérbios 27:11) Dessemelhantemente de Satanás, que calunia a Jeová e o modo de ele governar, os leais a Jeová continuam a declarar publicamente: “Jeová é justo em todos os seus caminhos.” — Salmo 145:17.
18 Outro exemplo de alimento espiritual satisfatório e oportuno é o livro Achegue-se a Jeová, lançado em centenas de Congressos de Distrito “Proclamadores Zelosos do Reino”, realizados em todo o mundo em 2002/03. Esse livro, produzido pelo “escravo fiel e discreto” e publicado pelas Testemunhas de Jeová, destaca as qualidades maravilhosas de Jeová Deus, inclusive as mencionadas no Salmo 145. Essa excelente publicação certamente desempenhará um papel importante em ajudar os leais a Deus a se achegarem ainda mais a Ele.
SALMO 145:16)
“Abres a tua mão E satisfazes o desejo de toda coisa vivente.”
w04 15/1 pp. 18-19 Jeová, exemplo superlativo de amor leal
Nutrição satisfatória no tempo devido
12 Devido à sua grande benevolência, Jeová supre todas as necessidades dos seus servos. Isso inclui prover o alimento nutritivo que necessitam. O Rei Davi escreveu: “Os olhos de todos se fixam esperançosos em ti [Jeová], e tu lhes dás o seu alimento a seu tempo. Abres a tua mão e satisfazes o desejo de toda coisa vivente.” (Salmo 145:15, 16) Mesmo em tempos de calamidade, Jeová pode manobrar os assuntos de modo que os que lhe são leais venham a ter o “pão para o dia”. — Lucas 11:3; 12:29, 30.
13 Davi mencionou que “toda coisa vivente” fica satisfeita. Isso inclui os animais. Se a Terra não tivesse uma abundância de plantas terrestres e aquáticas, as criaturas marinhas, as aves e os animais terrestres não teriam oxigênio para respirar, nem alimento para comer. (Salmo 104:14) No entanto, Jeová cuida de que todas as suas necessidades sejam satisfeitas.
14 Diferentemente dos animais, os humanos têm necessidades espirituais. (Mateus 5:3) Jeová satisfaz maravilhosamente as necessidades espirituais dos que lhe são leais! Antes de Jesus morrer, ele prometeu que “o escravo fiel e discreto” proveria aos seguidores de Jesus o “alimento [espiritual] no tempo apropriado”. (Mateus 24:45) O restante dos 144.000 ungidos constitui hoje essa classe do escravo. Por meio deles, Jeová realmente tem providenciado uma abundância de alimento espiritual.
15 Por exemplo, a maioria do povo de Jeová se beneficia de uma tradução moderna e exata da Bíblia no seu próprio idioma. Que bênção maravilhosa tem sido a Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas! Além disso, milhões de publicações bíblicas continuam a ser impressas em mais de 300 idiomas. Todo esse alimento espiritual tem sido uma bênção para os verdadeiros adoradores em toda a Terra. Quem merece o crédito por tudo isso? Jeová Deus. Em sua grande benevolência, ele possibilitou que a classe do “escravo” providenciasse “alimento no tempo apropriado”. Por meio de tais provisões, “o desejo de toda coisa vivente”, no atual paraíso espiritual, está sendo satisfeito. E como os servos de Jeová se alegram com a esperança de que dentro em breve a Terra será transformada num paraíso literal! — Lucas 23:42, 43.
16 Considere um exemplo notável de como se recebeu alimento espiritual na ocasião certa. Em 1939, a Segunda Guerra Mundial começou na Europa. Naquele mesmo ano, o número de l.° de novembro de The Watchtower (em português, Torre de Vigia de fevereiro de 1940) publicou um artigo intitulado “Neutralidade”. As informações claras apresentadas na revista ajudaram as Testemunhas de Jeová em todo o mundo a perceber que havia necessidade de se manter absolutamente neutras nas atividades das nações em guerra. Isso provocou a ira dos governos dos dois lados daquele conflito de seis anos. No entanto, apesar de serem proscritos e perseguidos, os leais servos de Deus continuaram a pregar as boas novas do Reino. No período de 1939 a 1946, foram abençoados com o espantoso aumento de 157 por cento. Além disso, sua notável história de integridade durante aquela guerra continua a ajudar pessoas a identificar a religião verdadeira. — Isaías 2:2-4.
17 O alimento espiritual provido por Jeová não é só oportuno, mas também muito gratificante. Enquanto as nações estavam profundamente envolvidas no conflito da Segunda Guerra Mundial, o povo de Jeová foi ajudado a se concentrar em algo muito mais importante do que a sua própria salvação. Jeová os ajudou a compreender que a questão primária, envolvendo todo o Universo, se relaciona com a Sua soberania legítima. É realmente gratificante saber que cada Testemunha de Jeová, por sua lealdade, teve uma pequena parte na vindicação da soberania de Jeová e em provar que o Diabo é mentiroso! (Provérbios 27:11) Dessemelhantemente de Satanás, que calunia a Jeová e o modo de ele governar, os leais a Jeová continuam a declarar publicamente: “Jeová é justo em todos os seus caminhos.” — Salmo 145:17.
18 Outro exemplo de alimento espiritual satisfatório e oportuno é o livro Achegue-se a Jeová, lançado em centenas de Congressos de Distrito “Proclamadores Zelosos do Reino”, realizados em todo o mundo em 2002/03. Esse livro, produzido pelo “escravo fiel e discreto” e publicado pelas Testemunhas de Jeová, destaca as qualidades maravilhosas de Jeová Deus, inclusive as mencionadas no Salmo 145. Essa excelente publicação certamente desempenhará um papel importante em ajudar os leais a Deus a se achegarem ainda mais a Ele.
SALMO 145:17)
“Jeová é justo em todos os seus caminhos E leal em todos os seus trabalhos.”
w04 15/1 p. 19 par. 17 Jeová, exemplo superlativo de amor leal
17 O alimento espiritual provido por Jeová não é só oportuno, mas também muito gratificante. Enquanto as nações estavam profundamente envolvidas no conflito da Segunda Guerra Mundial, o povo de Jeová foi ajudado a se concentrar em algo muito mais importante do que a sua própria salvação. Jeová os ajudou a compreender que a questão primária, envolvendo todo o Universo, se relaciona com a Sua soberania legítima. É realmente gratificante saber que cada Testemunha de Jeová, por sua lealdade, teve uma pequena parte na vindicação da soberania de Jeová e em provar que o Diabo é mentiroso! (Provérbios 27:11) Dessemelhantemente de Satanás, que calunia a Jeová e o modo de ele governar, os leais a Jeová continuam a declarar publicamente: “Jeová é justo em todos os seus caminhos.” — Salmo 145:17.
SALMO 145:18)
“Jeová está perto de todos os que o invocam, De todos os que o invocam em veracidade.”
w04 15/1 p. 20 Jeová, exemplo superlativo de amor leal
O tempo de se achegar mais a Jeová
19 Aproxima-se a fase decisiva quando a questão da soberania de Jeová será resolvida. Conforme predito no capítulo 38 de Ezequiel, Satanás em breve cumprirá seu papel como “Gogue da terra de Magogue”. Isso envolverá um ataque mundial contra o povo de Jeová. Será um esforço intenso da parte de Satanás para quebrantar a integridade dos servos leais de Deus. Os adoradores de Jeová, como nunca antes, vão ter de invocá-lo fervorosamente, até mesmo clamando por ajuda. Será que seu temor reverente e seu amor a Deus serão em vão? De modo algum, porque o Salmo 145 diz: “Jeová está perto de todos os que o invocam, de todos os que o invocam em veracidade. Realizará o desejo dos que o temem e ouvirá seu clamor por ajuda, e ele os salvará. Jeová guarda a todos os que o amam, mas a todos os iníquos ele aniquilará.” — Salmo 145:18-20.
20 Como será emocionante sentir Jeová bem perto e sentir seu poder salvador quando ele aniquilar todos os iníquos! Naturalmente, naquela época decisiva agora tão próxima, Jeová escutará apenas “os que o invocam em veracidade”. Certamente, não escutará os hipócritas. A Palavra de Deus mostra claramente que a invocação do seu nome na última hora pelos iníquos sempre foi em vão. — Provérbios 1:28, 29; Miquéias 3:4; Lucas 13:24, 25.
21 Agora, mais do que nunca, é a ocasião para os que temem a Jeová o “invocarem em veracidade”. Seus servos leais têm prazer em usar o nome dele nas orações e nos comentários que fazem nas suas reuniões. Usam o nome divino nas conversas particulares. E proclamam corajosamente o nome de Jeová no ministério público. — Romanos 10:10, 13-15.
22 Para continuarmos a tirar proveito de nosso relacionamento achegado com Jeová Deus, é também vital que continuemos a resistir a coisas espiritualmente prejudiciais tais como o materialismo, a diversão imprópria, a tendência de não perdoar ou a indiferença para com os necessitados. (1 João 2:15-17; 3:15-17) Se tais empenhos e tendências não forem corrigidos, podem resultar na prática dum pecado grave e por fim na perda da aprovação de Jeová. (1 João 2:1, 2; 3:6) É sábio que nos lembremos de que Jeová só continuará a ter benevolência, ou amor leal, para conosco se permanecermos fiéis a ele. — 2 Samuel 22:26.
SALMO 145:19)
“Realizará o desejo dos que o temem E ouvirá seu clamor por ajuda, e ele os salvará.”
w04 15/1 p. 20 Jeová, exemplo superlativo de amor leal
O tempo de se achegar mais a Jeová
19 Aproxima-se a fase decisiva quando a questão da soberania de Jeová será resolvida. Conforme predito no capítulo 38 de Ezequiel, Satanás em breve cumprirá seu papel como “Gogue da terra de Magogue”. Isso envolverá um ataque mundial contra o povo de Jeová. Será um esforço intenso da parte de Satanás para quebrantar a integridade dos servos leais de Deus. Os adoradores de Jeová, como nunca antes, vão ter de invocá-lo fervorosamente, até mesmo clamando por ajuda. Será que seu temor reverente e seu amor a Deus serão em vão? De modo algum, porque o Salmo 145 diz: “Jeová está perto de todos os que o invocam, de todos os que o invocam em veracidade. Realizará o desejo dos que o temem e ouvirá seu clamor por ajuda, e ele os salvará. Jeová guarda a todos os que o amam, mas a todos os iníquos ele aniquilará.” — Salmo 145:18-20.
20 Como será emocionante sentir Jeová bem perto e sentir seu poder salvador quando ele aniquilar todos os iníquos! Naturalmente, naquela época decisiva agora tão próxima, Jeová escutará apenas “os que o invocam em veracidade”. Certamente, não escutará os hipócritas. A Palavra de Deus mostra claramente que a invocação do seu nome na última hora pelos iníquos sempre foi em vão. — Provérbios 1:28, 29; Miquéias 3:4; Lucas 13:24, 25.
21 Agora, mais do que nunca, é a ocasião para os que temem a Jeová o “invocarem em veracidade”. Seus servos leais têm prazer em usar o nome dele nas orações e nos comentários que fazem nas suas reuniões. Usam o nome divino nas conversas particulares. E proclamam corajosamente o nome de Jeová no ministério público. — Romanos 10:10, 13-15.
22 Para continuarmos a tirar proveito de nosso relacionamento achegado com Jeová Deus, é também vital que continuemos a resistir a coisas espiritualmente prejudiciais tais como o materialismo, a diversão imprópria, a tendência de não perdoar ou a indiferença para com os necessitados. (1 João 2:15-17; 3:15-17) Se tais empenhos e tendências não forem corrigidos, podem resultar na prática dum pecado grave e por fim na perda da aprovação de Jeová. (1 João 2:1, 2; 3:6) É sábio que nos lembremos de que Jeová só continuará a ter benevolência, ou amor leal, para conosco se permanecermos fiéis a ele. — 2 Samuel 22:26.
SALMO 145:20)
“Jeová guarda a todos os que o amam, Mas a todos os iníquos ele aniquilará.”
w04 15/1 p. 20 Jeová, exemplo superlativo de amor leal
O tempo de se achegar mais a Jeová
19 Aproxima-se a fase decisiva quando a questão da soberania de Jeová será resolvida. Conforme predito no capítulo 38 de Ezequiel, Satanás em breve cumprirá seu papel como “Gogue da terra de Magogue”. Isso envolverá um ataque mundial contra o povo de Jeová. Será um esforço intenso da parte de Satanás para quebrantar a integridade dos servos leais de Deus. Os adoradores de Jeová, como nunca antes, vão ter de invocá-lo fervorosamente, até mesmo clamando por ajuda. Será que seu temor reverente e seu amor a Deus serão em vão? De modo algum, porque o Salmo 145 diz: “Jeová está perto de todos os que o invocam, de todos os que o invocam em veracidade. Realizará o desejo dos que o temem e ouvirá seu clamor por ajuda, e ele os salvará. Jeová guarda a todos os que o amam, mas a todos os iníquos ele aniquilará.” — Salmo 145:18-20.
20 Como será emocionante sentir Jeová bem perto e sentir seu poder salvador quando ele aniquilar todos os iníquos! Naturalmente, naquela época decisiva agora tão próxima, Jeová escutará apenas “os que o invocam em veracidade”. Certamente, não escutará os hipócritas. A Palavra de Deus mostra claramente que a invocação do seu nome na última hora pelos iníquos sempre foi em vão. — Provérbios 1:28, 29; Miquéias 3:4; Lucas 13:24, 25.
21 Agora, mais do que nunca, é a ocasião para os que temem a Jeová o “invocarem em veracidade”. Seus servos leais têm prazer em usar o nome dele nas orações e nos comentários que fazem nas suas reuniões. Usam o nome divino nas conversas particulares. E proclamam corajosamente o nome de Jeová no ministério público. — Romanos 10:10, 13-15.
22 Para continuarmos a tirar proveito de nosso relacionamento achegado com Jeová Deus, é também vital que continuemos a resistir a coisas espiritualmente prejudiciais tais como o materialismo, a diversão imprópria, a tendência de não perdoar ou a indiferença para com os necessitados. (1 João 2:15-17; 3:15-17) Se tais empenhos e tendências não forem corrigidos, podem resultar na prática dum pecado grave e por fim na perda da aprovação de Jeová. (1 João 2:1, 2; 3:6) É sábio que nos lembremos de que Jeová só continuará a ter benevolência, ou amor leal, para conosco se permanecermos fiéis a ele. — 2 Samuel 22:26.
w02 15/12 pp. 15-16 “Ele se chegará a vós”
“Jeová guarda a todos os que o amam”
8 Quem se achega a Jeová obtém outra bênção — a proteção divina. O salmista Davi, que já havia sofrido adversidades, escreveu: “Jeová está perto de todos os que o invocam, de todos os que o invocam em veracidade. Realizará o desejo dos que o temem e ouvirá seu clamor por ajuda, e ele os salvará. Jeová guarda a todos os que o amam.” (Salmo 145:18-20) De fato, Jeová está perto dos que o amam e, por isso, pode responder rapidamente aos seus clamores por ajuda.
9 Por que precisamos de proteção divina? Além de os verdadeiros cristãos sentirem o efeito de viver nestes “tempos críticos, difíceis de manejar”, eles são um alvo especial do principal Adversário de Jeová, Satanás, o Diabo. (2 Timóteo 3:1) Esse inimigo astuto está decidido a nos “devorar”. (1 Pedro 5:8) Satanás nos persegue, nos pressiona e lança tentações diante de nós. Ele procura também tendências e desejos que possa explorar. Seu objetivo é enfraquecer a nossa fé e destruir-nos espiritualmente. (Revelação [Apocalipse] 12:12, 17) Visto que temos de lutar com um adversário tão poderoso, não é animador saber que “Jeová guarda a todos os que o amam”?
10 Mas como Jeová protege o seu povo? Sua promessa de proteção não nos garante uma vida livre de problemas neste sistema, nem significa que ele é obrigado a fazer milagres em nosso favor. Não obstante, Jeová dá proteção física para seu povo como grupo. Afinal, ele nunca permitiria que o Diabo eliminasse da Terra os verdadeiros adoradores! (2 Pedro 2:9) Acima de tudo, Jeová nos protege espiritualmente. Equipa-nos com o que precisamos para suportar provações e manter nosso relacionamento com ele. Afinal, a proteção espiritual é a mais importante. Por quê? Enquanto tivermos nosso relacionamento com Jeová, nada — nem mesmo a morte — poderá causar-nos dano duradouro. — Mateus 10:28.
11 Jeová tem feito abundantes provisões para a proteção espiritual dos que têm um relacionamento achegado com ele. Por meio da sua Palavra, a Bíblia, ele nos concede a sabedoria para lidarmos com diversas provações. (Tiago 1:2-5) A aplicação dos conselhos práticos encontrados nas Escrituras já nos serve de proteção. Além disso, Jeová dá ‘espírito santo aos que lhe pedem’. (Lucas 11:13) Esse espírito é a força mais poderosa do Universo, de modo que certamente nos pode equipar para enfrentarmos com êxito qualquer provação ou tentação. Por meio de Cristo, Jeová provê “dádivas em homens”. (Efésios 4:8) Esses homens espiritualmente habilitados se esforçam para refletir a profunda compaixão do próprio Jeová ao ajudarem seus companheiros de adoração. — Tiago 5:14, 15.
12 Jeová providencia algo mais para nos proteger: alimento espiritual no tempo apropriado. (Mateus 24:45) Por meio de publicações impressas, incluindo as revistas A Sentinela e Despertai!, bem como por reuniões, assembléias e congressos, Jeová nos fornece no momento certo o que precisamos. Lembra-se de uma ocasião em que ouviu algo numa reunião cristã, numa assembléia ou num congresso que lhe tocou o coração e o fortaleceu ou consolou? Já leu algum artigo numa das revistas acima mencionadas e achou que foi escrito para você?
13 Uma das armas mais eficazes de Satanás é o desânimo, e nós não somos imunes ao seu efeito. Ele sabe muito bem que o desânimo prolongado pode privar-nos de força, tornando-nos vulneráveis. (Provérbios 24:10) Visto que Satanás procura tirar proveito de sentimentos negativos, precisamos de ajuda. As revistas A Sentinela e Despertai! vez por outra têm apresentado artigos que nos ajudam a combater o desânimo. Referente a um de tais artigos, uma irmã escreveu: “Leio o artigo quase todos os dias, e ainda me emociono a ponto de chorar. Eu o guardo perto da minha cama para tê-lo à mão sempre que estou triste. Quando leio artigos como esse, sinto que Jeová me ampara nos seus braços protetores.” Não somos gratos a Jeová por nos fornecer alimento espiritual no tempo apropriado? Lembre-se de que as suas provisões para o nosso bem-estar espiritual são evidência de que ele está perto de nós e que está nos protegendo.
SALMO 145:21)
“Minha boca falará o louvor de Jeová; E bendiga toda a carne seu santo nome por tempo indefinido, para todo o sempre.”
w04 15/1 p. 20 par. 23 Jeová, exemplo superlativo de amor leal
23 Portanto, continuemos a concentrar-nos no grandioso futuro reservado a todos os que são leais a Jeová. Agindo assim, teremos a perspectiva maravilhosa de estarmos entre os que exultarão, bendirão e louvarão a Jeová “o dia inteiro” e “para todo o sempre”. (Salmo 145:1, 2) Portanto, vamos ‘nos manter no amor de Deus, visando a vida eterna’. (Judas 20, 21) Ao continuarmos a tirar proveito das qualidades maravilhosas de nosso Pai celestial, incluindo a grande benevolência que ele tem para com os que o amam, que os nossos sentimentos sempre sejam como os expressos por Davi nas últimas palavras do Salmo 145: “Minha boca falará o louvor de Jeová; e bendiga toda a carne seu santo nome por tempo indefinido, para todo o sempre.”
SALMO 146:3)
“Não confieis nos nobres, Nem no filho do homem terreno, a quem não pertence a salvação.”
w05 15/12 pp. 21-22 pars. 10-12 A quem você obedece — a Deus ou aos homens?
O cargo do rico José Caifás foi dado por Valério Grato, e Caifás ficou mais tempo nessa função do que muitos de seus antecessores. Ele provavelmente atribuía esse êxito à sua habilidade de diplomata e amizade pessoal com Pilatos, em vez de à intervenção divina. Seja como for, ficou demonstrado que sua confiança em homens era mal colocada. Apenas três anos depois de os apóstolos terem estado no Sinédrio, Caifás perdeu o favor das autoridades romanas e foi removido do cargo de sumo sacerdote.
11 A ordem de remover Caifás do cargo partiu do superior imediato de Pilatos, Lúcio Vitélio, governador da Síria, e o grande amigo de Caifás, Pilatos, não pôde impedir isso. De fato, apenas um ano depois da queda de Caifás, o próprio Pilatos foi destituído do cargo e convocado a Roma para responder a graves acusações. Quanto aos líderes judeus que confiavam em César, os romanos realmente ‘tiraram tanto seu lugar como sua nação’. Isso foi em 70 EC, quando os exércitos romanos arrasaram a cidade de Jerusalém, incluindo o templo e a sala do Sinédrio. Que grande confirmação das palavras do salmista: “Não confieis nos nobres, nem no filho do homem terreno, a quem não pertence a salvação”! — João 11:48; Salmo 146:3.
12 Em contraste com isso, Deus designou o ressuscitado Jesus Cristo como Sumo Sacerdote de um grande templo espiritual. Nenhum homem pode anular essa designação. Realmente, Jesus “tem o seu sacerdócio sem quaisquer sucessores”. (Hebreus 2:9; 7:17, 24; 9:11) Deus também designou Jesus como Juiz dos vivos e dos mortos. (1 Pedro 4:5) Nessa função, ele decidirá se José Caifás e Pôncio Pilatos terão alguma chance de vida futura. — Mateus 23:33; Atos 24:15.
w98 15/8 p. 6 Pode-se recuperar a confiança!
O Salmo 146:3 nos aconselha: “Não confieis nos nobres, nem no filho do homem terreno, a quem não pertence a salvação.” E lemos em Jeremias 17:5-7: “Maldito o varão vigoroso que confia no homem terreno e que realmente faz da carne o seu braço, e cujo coração se desvia do próprio Jeová.” Por outro lado, “bendito o varão vigoroso que confia em Jeová e cuja confiança veio a ser Jeová”.
Deve-se admitir que confiar em humanos nem sempre é errado. Esses textos simplesmente salientam que nunca é errado confiar em Deus, mas ter confiança em humanos imperfeitos pode às vezes resultar em calamidade. Por exemplo, os que confiam em humanos para realizar o que somente Deus pode — dar salvação e trazer plena paz com segurança — vão sofrer desapontamento. — Salmo 46:9; 1 Tessalonicenses 5:3.
SALMO 146:4)
“Sai-lhe o espírito, ele volta ao seu solo; Neste dia perecem deveras os seus pensamentos.”
w99 1/4 pp. 16-17 Vida após a morte, o que diz a Bíblia?
Que dizer do espírito?
11 A Bíblia diz que, quando alguém morre, “sai-lhe o espírito, ele volta ao seu solo”. (Salmo 146:4) Significa isso que um espírito desencarnado parte literalmente e continua a viver após a morte da pessoa? Não pode ser assim, porque o salmista diz a seguir: “Neste dia perecem deveras os seus pensamentos” (“perecem todos os seus desígnios”, Almeida, revista e atualizada). Então, o que é o espírito e como “sai” da pessoa por ocasião da morte?
12 Na Bíblia, as palavras traduzidas “espírito” (hebraico: rú•ahh; grego: pneú•ma) significam basicamente “fôlego”. Assim, em vez de dizer “sai-lhe o espírito”, a versão dos Missionários Capuchinhos usa a frase “deixam de respirar”. (Salmo 146:4) Mas a palavra “espírito” envolve muito mais do que apenas o ato de respirar. Por exemplo, na descrição da destruição de vida humana e animal, por ocasião do Dilúvio global, Gênesis 7:22 diz: “Morreu tudo em que o fôlego da força [ou espírito; hebraico: rú•ahh] da vida estava ativo nas suas narinas, a saber, todos os que estavam em solo seco.” De modo que “espírito” pode referir-se à força de vida ativa em todas as criaturas vivas, tanto humanas como animais, e que é sustentada pela respiração.
ie p. 24 Que acontece à alma por ocasião da morte?
O que é o espírito?
11 A Bíblia diz que, quando alguém morre, “sai-lhe o espírito, ele volta ao seu solo”. (Salmo 146:4) Significa isso que um espírito desencarnado parte literalmente e continua a viver após a morte da pessoa? Não pode ser assim, porque o salmista diz a seguir: “Neste dia perecem deveras os seus pensamentos” (“perecem todos os seus desígnios”, Almeida, revista e atualizada). Então, o que é o espírito e como “sai” da pessoa por ocasião da morte?
12 Na Bíblia, as palavras traduzidas “espírito” (hebraico: rú•ahh; grego: pneú•ma) significam basicamente “fôlego”. Assim, em vez de dizer “sai-lhe o espírito”, a versão dos Missionários Capuchinhos usa a frase “deixam de respirar”. (Salmo 146:4) Mas a palavra “espírito” envolve muito mais do que apenas o ato de respirar. Por exemplo, na descrição da destruição de vida humana e animal, por ocasião do Dilúvio global, Gênesis 7:22 diz: “Morreu tudo em que o fôlego da força [ou espírito; hebraico: rú•ahh] da vida estava ativo nas suas narinas, a saber, todos os que estavam em solo seco.” De modo que “espírito” pode referir-se à força de vida ativa em todas as criaturas vivas, tanto humanas como animais, e que é sustentada pela respiração.
13 Para ilustrar isso: a corrente elétrica energiza um equipamento. Quando a corrente para, o equipamento deixa de funcionar. A corrente não assume vida própria. De modo similar, quando alguém morre, seu espírito deixa de ativar as células do corpo. Não abandona o corpo, mudando-se para outro domínio. — Salmo 104:29.
kl cap. 9 pp. 81-82 pars. 5-6 O que acontece com nossos entes queridos falecidos?
Mas o que é o “espírito” mencionado no Salmo 146:4? Este versículo diz a respeito de quem morre: “Sai-lhe o espírito, ele volta ao seu solo; neste dia perecem deveras os seus pensamentos.” Com esse uso da palavra “espírito”, os escritores bíblicos não tinham em mente uma alma desencarnada que continua viva após a morte do corpo.
6 O “espírito” que sai dos humanos na morte é a força de vida que se originou de nosso Criador. (Salmo 36:9; Atos 17:28) Esta força de vida não tem nenhuma das características da criatura a quem ela vivifica, assim como a eletricidade não assume as formas do equipamento que ela energiza. Quando alguém morre, o espírito (força de vida) cessa de vivificar as células do corpo, mais ou menos como a luz se apaga quando se corta a eletricidade. Quando a força de vida pára de sustentar o corpo humano, o homem — a alma — morre. — Salmo 104:29; Eclesiastes 12:1, 7.
rs p. 35 par. 5 Alma
Sal. 146:4: “Sai-lhe o espírito [em hebraico, rú•ahh], ele volta ao seu solo; neste dia perecem deveras os seus pensamentos.” (CBC, PIB e Tr [145:4] aqui traduzem rú•ahh por “espírito”. BV diz “alento” e BMD, “sopro”.) (Também Salmo 104:29.)
rs p. 138 par. 2 Espiritismo
Sal. 146:4: “Sai-lhe o espírito, ele volta ao seu solo; neste dia perecem deveras os seus pensamentos.” (Quando se diz que o espírito ‘sai’ do corpo, esta é meramente outra forma de dizer que a força de vida deixa de estar ativa. Assim, depois que a pessoa morre, seu espírito não existe qual ser imaterial que possa pensar e executar planos à parte do corpo. Não é algo com que os viventes possam comunicar-se após a morte da pessoa.)
rs p. 145 par. 5 Espírito
Sal. 146:4: “Sai-lhe o espírito, ele volta ao seu solo; neste dia perecem deveras os seus pensamentos.” (O termo hebraico aqui traduzido “espírito” é derivado de rú•ahh. Alguns tradutores vertem-no por “fôlego”. Quando essa rú•ahh, ou força ativa de vida, deixa o corpo, perecem os pensamentos da pessoa; não continuam em outro domínio.)
it-2 p. 39 Espírito
Assim, o Salmo 146:3, 4, diz que, quando do homem ‘sai o espírito [forma de rú•ahh], ele volta ao seu solo; neste dia perecem deveras os seus pensamentos’. O espírito, ou força de vida, que estava ativo nas células do corpo do homem, não retém quaisquer características daquelas células, tais como as células cerebrais, e o papel que desempenham no processo do raciocínio. Se o espírito, ou força de vida (rú•ahh; pneú•ma), não fosse impessoal, então significaria que os filhos de certas viúvas israelitas, ressuscitados pelos profetas Elias e Eliseu, na realidade, tiveram existência consciente em outra parte, no período em que estiveram mortos. O mesmo se teria dado também com Lázaro, que foi ressuscitado uns quatro dias depois de seu falecimento. (1Rs 17:17-23; 2Rs 4:32-37; Jo 11:38-44) Neste caso, seria razoável que eles se lembrassem de tal existência consciente durante aquele período, e, ao serem ressuscitados, teriam-na descrito, falando sobre ela. Nada indica que qualquer deles tenha feito isso. Portanto, a personalidade do morto não é perpetuada na força de vida, ou espírito, que pára de funcionar nas células do falecido.
SALMO 147:4)
“Ele está contando o número das estrelas; A todas elas chama pelos [seus] nomes.”
cl cap. 5 pp. 50-51 par. 7 Poder criativo — “Aquele que fez o céu e a terra”
7 Isaías 40:26 responde: “Levantai ao alto os vossos olhos e vede. Quem criou estas coisas? Foi Aquele que faz sair o exército delas até mesmo por número, chamando a todas elas por nome.” O Salmo 147:4 diz: ‘Ele conta o número das estrelas.’ Qual é “o número das estrelas”? Não é uma pergunta fácil de ser respondida. Os astrônomos calculam que há mais de 100 bilhões delas só na nossa galáxia, a Via Láctea. Mas a nossa galáxia é apenas uma dentre muitas outras, muitas das quais fervilham com mais estrelas ainda. Quantas galáxias existem? Alguns astrônomos estimam em 50 bilhões. Outros calculam que possam existir até 125 bilhões. De modo que o homem não consegue determinar nem mesmo o número de galáxias e muito menos o total exato dos bilhões de estrelas que elas contêm. Mas Jeová sabe quantas são. Além disso, ele dá um nome a cada estrela!
w04 1/6 p. 11 A criação declara a glória de Deus!
As espantosas estrelas e galáxias
11 Sem telescópio, Davi só podia ver alguns milhares de estrelas. No entanto, segundo um estudo recente, o número de estrelas no Universo visível por meio de telescópios modernos é de 70 sextilhões — 7 seguido por 22 zeros! Jeová indicou que números enormes estavam envolvidos quando relacionou a quantidade de estrelas com “os grãos de areia que há à beira do mar”. — Gênesis 22:17.
12 Durante anos, os astrônomos observaram o que foi descrito como “pequenas regiões luminosas com aparência nebulosa, indefinida”. Os cientistas presumiam que essas “nebulosas espirais” fossem parte da nossa galáxia, a Via Láctea. Em 1924, descobriu-se que a nebulosa mais próxima, Andrômeda, era na realidade uma galáxia — a uns dois milhões de anos-luz de distância! Os cientistas calculam agora que haja bilhões de galáxias, cada uma com milhares — em alguns casos bilhões — de estrelas. No entanto, Jeová “está contando o número das estrelas; a todas elas chama pelos seus nomes”. — Salmo 147:4.
SALMO 147:16)
“Dá a neve como lã; Dispersa a geada como cinzas.”
g96 8/2 p. 31 Um cobertor de inverno
Mas em geral a neve contribui para preservar a vida em vez de causar destruição. Por exemplo, a Bíblia diz que Deus “dá a neve como lã”. (Salmo 147:16) Em que sentido a neve é como a lã? A Bíblia usa a neve e a lã para representar a brancura e a pureza. (Isaías 1:18) Mas há outra semelhança importante. Tanto a neve como a lã são isolantes. A The World Book Encyclopedia diz: “A lã . . . isola tanto do frio como do calor.” E sobre a neve, a World Book comenta que ela também “serve de bom isolante. A neve ajuda a proteger do ar frio do inverno as plantas e os animais em hibernação”.
it-2 p. 185 Geada
O salmista diz a respeito de Jeová: “Dispersa a geada como cinzas.” (Sal 147:16) Jeová produz a geada com a mesma facilidade que o homem espalha cinzas com a mão. Ela cobre ou reveste coisas tais como árvores, grama e casas com uma camada como se cinzas tivessem sido espalhadas sobre elas pela mão invisível de Jeová.
it-2 p. 635 Lã
Jeová fornece “a neve como lã”, cobrindo a terra como um manto quente de lã branca. — Sal 147:16.
SALMO 147:17)
“Lança seu gelo como bocados. Diante do seu frio, quem é que pode ficar de pé?”
it-2 p. 189 Gelo
O salmista diz que Jeová “lança seu gelo como bocados”. Isto, evidentemente, se refere à saraiva ou ao granizo. — Sal 147:17; veja SARAIVA.
SALMO 148:6)
“E ele os mantém estabelecidos para sempre, por tempo indefinido. Deu um regulamento, e este não passará.”
it-1 p. 491 Céu, I
Dessemelhante da existência eterna de Deus, a permanência de qualquer parte da sua criação física não é independente. Conforme se vê na terra, a criação física tem de passar por um contínuo processo de renovação, se há de perdurar ou reter sua forma existente. Que os céus físicos dependem da vontade e do poder sustentador de Deus é indicado no Salmo 148, onde, depois de se referir ao sol, à lua e às estrelas, junto com outras partes da criação de Deus, o versículo 6 declara que Deus “os mantém estabelecidos para sempre, por tempo indefinido. Deu um regulamento, e este não passará”.
SALMO 148:7)
“Louvai a Jeová desde a terra, Vós, monstros marinhos e todas as águas de profundeza,”
cl cap. 5 p. 54 par. 17 Poder criativo — “Aquele que fez o céu e a terra”
17 O Salmo 148:7 diz que até mesmo os “monstros marinhos” louvam a Jeová. Considere o que em geral é considerado o maior animal que já viveu neste planeta, a baleia-azul. Esse “monstro” marinho pode chegar a mais de 30 metros de comprimento. Pode igualar-se ao peso de uma manada de 30 elefantes adultos. Só a sua língua tem o peso de um elefante. O coração é do tamanho de um carro popular. Esse enorme órgão bate apenas 9 vezes por minuto — em contraste com o coração do beija-flor, que pode bater umas 1.200 vezes por minuto. Pelo menos um dos vasos sanguíneos da baleia-azul é tão grande que uma criança poderia se arrastar por dentro dele.
w04 1/6 p. 12 A criação declara a glória de Deus!
A Terra e suas criaturas glorificam a Jeová
16 O Salmo 148 alista outros modos em que a criação declara a glória de Deus. O versículo 7 reza: “Louvai a Jeová desde a terra, vós, monstros marinhos e todas as águas de profundeza.” De fato, as “águas de profundeza” estão cheias de maravilhas que destacam a sabedoria e o poder de Deus. A baleia-azul pesa em média 120 toneladas — tanto quanto 30 elefantes! Só o seu coração pesa mais de 450 quilos e consegue bombear uns 6.400 quilos de sangue através do seu corpo! Será que esses enormes monstros marinhos são vagarosos e desajeitados na água? De forma alguma. “Percorrem os oceanos velozmente”, diz um relatório da Campanha Européia Contra a Pesca Acidental de Cetáceos. Um rastreamento por satélite revelou que “certo animal migrou mais de 16.000 quilômetros em 10 meses”.
17 O golfinho-assoprador normalmente mergulha a uma profundidade de 45 metros, mas há registro de golfinhos mergulhando a 547 metros! Como esse mamífero sobrevive a tal mergulho? Seu batimento cardíaco diminui durante o mergulho e o sangue é desviado para o coração, os pulmões e o cérebro. Também, os seus músculos contêm uma substância química que armazena oxigênio. Os elefantes-marinhos e os cachalotes conseguem mergulhar ainda mais fundo. “Em vez de lutar contra a pressão”, diz a revista Discover, “deixam que ela comprima totalmente seus pulmões”. Armazenam a maior parte do oxigênio de que precisam nos seus músculos. É evidente que essas criaturas são um testemunho vivo da sabedoria de um Deus todo-poderoso.
18 Até mesmo a água do mar manifesta a sabedoria de Jeová. A revista Scientific American Brasil diz: “Cada gota de água nos cem metros que formam a camada superior do oceano contém milhares de seres microscópicos que flutuam livremente e são conhecidos como fitoplâncton.” Essa “floresta invisível” purifica nosso ar por extrair bilhões de toneladas de dióxido de carbono. O fitoplâncton é fonte de mais da metade do oxigênio que respiramos.
SALMO 148:8)
“Vós, fogo e saraiva, neve e densa fumaça, Vento tempestuoso, cumprindo a sua palavra,”
w04 1/6 pp. 12-13 par. 19 A criação declara a glória de Deus!
19 O Salmo 148:8 diz: “Vós, fogo e saraiva, neve e densa fumaça, vento tempestuoso, cumprindo a sua palavra.” De fato, Jeová usa também as forças inanimadas da natureza para cumprir a sua vontade. Considere o fogo. Em décadas passadas, os incêndios florestais eram vistos apenas como destrutivos. Agora, os pesquisadores acreditam que o fogo desempenha um importante papel ecológico, eliminando árvores velhas e doentes, contribuindo para a germinação de muitas sementes, reciclando nutrientes e, na realidade, diminuindo o risco de grandes incêndios descontrolados. A neve também é vital: rega e fertiliza o solo, abastece os rios, bem como isola plantas e animais de temperaturas congelantes.
g95 8/11 p. 8 O mais desprezado artista dos nossos tempos
Podemos perceber o poder de Deus numa trovejante queda d’água, no fluxo e refluxo das marés, na rebentação das ondas ou nas altaneiras árvores de uma floresta balançando num vento tempestuoso. Essas dinâmicas obras de arte podem causar tanto impacto quanto um cenário tranqüilo. O famoso naturalista americano John Muir certa vez descreveu o efeito de uma tempestade sobre um grupo de abetos de Douglas (espécie de pinheiro) de Sierra Nevada, na Califórnia:
“Embora relativamente novos, tinham uns 30 metros de altura, seus topos flexíveis, parecendo vassouras, balouçavam e rodopiavam num êxtase louco. . . . Os esguios topos se agitavam e chicoteavam o ar no violento aguaceiro, curvando-se e rodopiando para frente e para trás, girando, girando, formando indescritíveis combinações de curvas verticais e horizontais.” Como o salmista escreveu milhares de anos atrás, ‘o vento tempestuoso louva a Jeová’ — dá-nos um exemplo de Seu extraordinário poder. — Salmo 148:7, 8.
SALMO 148:9)
“Vós, montes e todos os morros, Árvores frutíferas e todos os cedros,”
w04 1/6 p. 13 pars. 20-21 A criação declara a glória de Deus!
20 “Vós, montes e todos os morros, árvores frutíferas e todos os cedros”, diz o Salmo 148:9. Montanhas majestosas dão testemunho do grande poder de Jeová. (Salmo 65:6) Mas elas também servem a um objetivo prático. Um relatório do Instituto de Geografia em Berna, na Suíça, diz: “Todos os principais rios no mundo nascem em montanhas. Mais da metade da humanidade depende da água doce que se acumula nas montanhas . . . Esses ‘reservatórios de água’ são vitais para o bem-estar da humanidade.” Até mesmo a árvore comum dá glória ao seu Criador. Um relatório do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente diz que as árvores “são importantes para o bem-estar das pessoas em todos os países . . . Muitas espécies de árvores são de grande importância econômica como fonte de produtos tais como madeira, frutas, nozes, resinas e látex. Em todo o mundo, 2 bilhões de pessoas dependem de lenha para cozinhar e como combustível”.
21 Nota-se a evidência de um criador sábio no próprio formato duma árvore. Considere uma simples folha. Por fora, ela tem um revestimento ceroso, que impede que ela resseque. Logo abaixo do revestimento no lado de cima da folha há um conjunto de células contendo cloroplastos. Esses contêm clorofila, que absorve a energia solar. Por meio dum processo chamado de fotossíntese, as folhas se transformam em “fábricas alimentícias”. A água é absorvida pelas raízes da árvore e levada até as folhas por meio dum sofisticado “sistema hidráulico”. Milhares de pequenas “válvulas” (chamadas de estômatos) na parte de baixo da folha abrem-se e fecham-se, deixando entrar dióxido de carbono. A luz fornece a energia para combinar a água e o dióxido de carbono e produzir carboidratos. A planta pode então nutrir-se com o próprio alimento que criou. No entanto, essa “fábrica” é silenciosa e bela. Em vez de poluir, emite oxigênio como subproduto!
SALMO 148:10)
“Vós, feras e todos os animais domésticos, Coisas rastejantes e aves aladas,”
w04 1/6 pp. 13-14 par. 22 A criação declara a glória de Deus!
22 “Vós, feras e todos os animais domésticos, coisas rastejantes e aves aladas”, diz o Salmo 148:10. Muitos animais terrestres e criaturas voadoras têm espantosas habilidades. O albatroz-de-laysan consegue voar uma enorme distância (num caso, 40.000 quilômetros em apenas 90 dias). Uma pequena mariquita-de-perna-clara faz a viagem da América do Norte para a América do Sul sem parar durante mais de 80 horas. O camelo armazena água, não na corcova, como se costuma pensar, mas no sistema digestivo, permitindo que fique sem tomar água muito tempo sem ficar desidratado. Portanto, não é de admirar que engenheiros observem cuidadosamente o reino animal ao projetarem máquinas e novos materiais. “Se quiser construir algo que funcione bem . . . e se encaixe perfeitamente no seu ambiente”, disse a escritora Gail Cleere, “é provável que encontre um bom exemplo em alguma parte da natureza”.
it-1 p. 278 Aves
O salmista concitou as “aves aladas” a louvar a Jeová (Sal 148:1, 10), e as aves fazem isto por sua própria estrutura e pela sua constituição complexa. Uma única ave pode ter de 1.000 a mais de 20.000 penas. Todavia, cada pena se compõe dum eixo, ou raque, do qual partem centenas de barbas que formam uma rede interna, cada barba contendo centenas de bárbulas menores, e cada bárbula tendo centenas de barbicelas e ganchos. Uma única pena de 15 cm, da asa de um pombo, contém assim, segundo se calcula, várias centenas de milhares de bárbulas e literalmente milhões de barbicelas. Os princípios aerodinâmicos implantados na estrutura das asas e do corpo das aves ultrapassam em complexidade e eficácia os duma aeronave moderna. Os ossos ocos da ave contribuem para sua leveza, e, assim, o esqueleto dum alcatraz ou fragata, com mais de 2 m de envergadura das asas, talvez pese apenas uns 110 gramas. Certos ossos das asas de grandes aves planadoras até mesmo possuem suportes semelhantes a tirantes dentro das partes ocas, como as nervuras dentro das asas dos aviões.
SALMO 150:5)
“Louvai-o com os címbalos de som melodioso. Louvai-o com os címbalos retumbantes.”
it-1 p. 507 Címbalos
O Salmo 150:5 indica que talvez se conhecesse mais de um tipo de címbalo em Israel. A primeira ocorrência do termo neste texto descreve “címbalos de som melodioso”, ao passo que a segunda referência é a “címbalos retumbantes”. Visto que cada estrofe dos versículos 3 e 4 , deste cântico, refere-se a um ou mais instrumentos musicais, as duas estrofes no versículo 5 , de modo bem coerente, talvez se refiram primeiro a címbalos menores, tinintes, bem afinados, e, segundo, a címbalos de maior diâmetro, que produziam sons mais altos e mais graves quando percutidos com força.
SALMO 150:6)
“Toda coisa que respira — louve ela a Jah. Louvai a Jah!”
it-1 p. 371 Boca
O salmista declarou que tudo o que respira louvará a Jeová; portanto, os humanos precisam usar sua boca para fazer isso, se quiserem viver. O apóstolo Paulo explica que a crença em Deus e no seu Filho, mesmo quando se crê de coração, não basta. Ela tem de vir acompanhada por uma declaração pública, a fim de resultar em salvação. — Sal 150:6; Ro 10:10.

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