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SALMOS 135-141 | Tesouros da Palavra de Deus: semana de 19-25 de setembro

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TEXTOS BÍBLICOS E REFERÊNCIAS: TESOUROS DA PALAVRA DE DEUS | SALMOS 135-141

“NÓS FOMOS FEITOS MARAVILHOSAMENTE”: (10 MIN)

Davi olhava para as coisas que Jeová criou e ficava pensando nas qualidades de Jeová. Isso o motivou a usar a vida para servir a Deus.
Depois de meditar na criação, Davi se sentiu motivado a louvar a Jeová. Ele disse:
Sal 139:14
• “Eu te louvo porque fui feito maravilhosamente”
Sal 139:15
• “Meus ossos não estavam escondidos de ti quando fui formado em secreto, quando fui tecido nas profundezas da terra”
Sal 139:16
• “Teus olhos até mesmo me viram quando eu era um embrião; todas as partes dele estavam escritas no teu livro”

Sal 139:14 — Nossa amizade com Jeová fica mais forte quando meditamos nas obras dele. (w07 15/6 21 §§ 1-4)

Tradução do Novo Mundo Salmo 139:14
14 Eu te louvo porque fui feito maravilhosamente, de um modo espantoso.
Tuas obras são maravilhosas,
Eu sei disso muito bem.
A Sentinela (2007) Fomos ‘feitos maravilhosamente’
1. Por que muitas pessoas de reflexão dão crédito a Deus pelas maravilhas da Terra?
A NATUREZA está cheia de criações maravilhosas. Como vieram a existir? Alguns acreditam ser possível achar a resposta sem fazer menção a um Criador inteligente. Outros sustentam que descartar arbitrariamente um Criador limita nossa capacidade de entender a natureza. Acreditam que as criaturas da Terra são complexas demais, variadas demais e, pode-se dizer, maravilhosas demais para terem se originado por acaso. Muitos, incluindo alguns cientistas, acham que as evidências indicam que o Universo teve um Criador sábio, poderoso e bondoso.
2. O que moveu Davi a louvar a Jeová?
2 O Rei Davi, do Israel antigo, foi um dos que estavam convencidos de que um Criador merece louvor por Suas criações maravilhosas. Embora tenha vivido muito tempo antes da atual era científica, Davi se apercebia de que estava cercado de exemplos maravilhosos da obra criativa de Deus. Para ele, notar a estrutura de seu próprio corpo bastava para sentir profunda reverência pela capacidade criativa de Deus. “Elogiar-te-ei porque fui feito maravilhosamente, dum modo atemorizante”, escreveu. “Teus trabalhos são maravilhosos, de que minha alma está bem apercebida.” — Salmo 139:14.
3, 4. Por que é importante que cada um de nós medite seriamente sobre as obras de Jeová?
3 Davi desenvolveu essa forte convicção por meio de meditação séria. Hoje, os currículos escolares e a mídia estão repletos de teorias a respeito da origem do homem que minam a fé. Para termos fé como a de Davi, nós também precisamos meditar com seriedade. Não podemos permitir que outros raciocinem por nós, em especial em assuntos tão fundamentais como a existência e o papel de um Criador.
4 Além do mais, admirar as obras de Jeová aumenta nosso apreço por ele e nos dá confiança nas suas promessas para o futuro. E isso talvez nos motive a conhecer ainda melhor a Jeová e a servi-lo. Portanto, vamos considerar como a ciência moderna tem confirmado a conclusão de Davi de que fomos ‘feitos maravilhosamente’.

Sal 139:15, 16 — Nossos genes e nossas células revelam que Jeová é muito sábio e poderoso. (w07 15/6 22-23 §§ 7-11)

Tradução do Novo Mundo Salmo 139:15, 16
15 Meus ossos não estavam escondidos de ti
Quando fui formado em secreto,
Quando fui tecido nas profundezas da terra.
16 Teus olhos até mesmo me viram quando eu era um embrião;
Todas as partes dele estavam escritas no teu livro
Com respeito aos dias em que foram formadas,
Antes de existir qualquer uma delas.
A Sentinela (2007) Fomos ‘feitos maravilhosamente’
7, 8. (a) Explique brevemente o desenvolvimento inicial de um bebê por nascer. (b) Em que sentido o desenvolvimento de um bebê é “tecido nas partes mais baixas da terra”?
7 “Meus ossos não te estavam ocultos quando fui feito às escondidas, quando fui tecido nas partes mais baixas da terra.” (Salmo 139:15) A célula original se dividiu, e as novas células continuaram a se dividir. Logo elas começaram a se diferenciar, ou especializar, tornando-se células nervosas, musculares, epiteliais e assim por diante. Células do mesmo tipo se agruparam para formar tecidos e depois órgãos. Por exemplo, na terceira semana após a concepção, você começou a desenvolver os ossos. Com apenas sete semanas de vida e uns 2,5 centímetros de comprimento, as formas preliminares de todos os 206 ossos da fase adulta já estavam presentes, embora ainda não ossificados, ou endurecidos.
8 Esse espantoso processo de desenvolvimento ocorreu dentro do útero de sua mãe, oculto da vista humana como que enterrado profundamente na Terra. De fato, ainda não conhecemos muita coisa sobre como nos desenvolvemos. Por exemplo, o que ativa genes específicos para desencadear nas células o processo de diferenciação? Talvez um dia a ciência descubra isso, mas como Davi observou a seguir, o nosso Criador, Jeová, sempre soube como tudo isso funciona.
9, 10. Em que sentido a formação das partes de um embrião estão “assentadas por escrito” no “livro” de Deus?
9 “Teus olhos viram até mesmo meu embrião, e todas as suas partes estavam assentadas por escrito no teu livro, referente aos dias em que foram formadas, e ainda não havia nem sequer uma entre elas.” (Salmo 139:16) Sua primeira célula continha o esquema completo para seu corpo inteiro. Esse esquema guiou seu desenvolvimento nos nove meses que você passou no útero e, depois, por mais de duas décadas até a idade adulta. Nesses períodos seu corpo passou por muitos estágios, todos comandados pelas informações programadas naquela célula original.
10 Davi nada sabia sobre células e genes, pois não tinha nem mesmo microscópio. Mas ele discerniu corretamente que o desenvolvimento de seu próprio corpo era prova da existência de planejamento. É possível que Davi conhecesse alguma coisa a respeito do desenvolvimento dos embriões, de modo que podia raciocinar que cada fase tinha de ocorrer segundo um projeto e cronograma pré-estabelecidos. Em linguagem poética, ele descreveu esse projeto como ‘assentado por escrito’ no “livro” de Deus.
11. Como adquirimos nossas características físicas?
11 Hoje se sabe que as características que você herdou de seus pais e antepassados — como altura, feições do rosto, cor dos olhos e do cabelo e milhares de outras peculiaridades — foram determinadas por seus genes. Cada célula contém dezenas de milhares de genes, e cada gene faz parte de uma longa cadeia de DNA (ácido desoxirribonucléico). As instruções de “construção” de seu corpo estão ‘escritas’ na estrutura química de seu DNA pessoal. Toda vez que suas células se dividem — para produzir novas células ou para substituir as antigas — seu DNA passa essas instruções adiante, mantendo você vivo e com sua aparência básica. Que exemplo notável do poder e da sabedoria de nosso Criador celestial!

Sal 139:17, 18 — Nenhuma criação se compara aos humanos na capacidade de pensamento e de comunicação. (w07 15/6 23 §§ 12-13; w06 1/9 16 § 8)

Tradução do Novo Mundo Salmo 139:17, 18
17 Por isso, como os teus pensamentos são preciosos para mim!
Ó Deus, como é grande a soma deles!
18 Se eu tentasse contá-los, seriam mais numerosos do que os grãos de areia.
Quando acordo, ainda estou contigo.
A Sentinela (2007) Fomos ‘feitos maravilhosamente’
12. O que, em especial, diferencia os humanos dos animais?
12 “Portanto, quão preciosos são para mim os teus pensamentos! Ó Deus, a quanto ascende a soma total deles! Se eu tentasse contá-los, seriam mais do que mesmo os grãos de areia.” (Salmo 139:17, 18a) Os animais também ‘foram feitos maravilhosamente’, e alguns deles possuem certos sentidos e habilidades mais desenvolvidos do que os dos humanos. Mas Jeová deu à humanidade faculdades mentais muito superiores às de qualquer animal. “Por mais parecidos que os humanos sejam com outras espécies, somos sem igual entre as formas de vida quanto à nossa capacidade de linguagem e de pensamento”, diz certo livro de ciência. “Somos também sem igual no que toca à nossa profunda curiosidade a respeito de nós mesmos: Como foi construído o nosso organismo? Como fomos formados?” São perguntas sobre as quais Davi também refletiu.
13. (a) Em que Davi se baseava para meditar sobre os pensamentos de Deus? (b) Como podemos imitar o exemplo de Davi?
13 Mais importante ainda, ao contrário dos animais, temos a capacidade ímpar de meditar a respeito dos pensamentos de Deus. Esse dom especial é um dos reflexos do fato de termos sido criados “à imagem de Deus”. (Gênesis 1:27) Davi fez bom uso desse dom. Ele meditava a respeito das evidências da existência de Deus e de Suas boas qualidades refletidas na Terra à sua volta. Além disso, Davi possuía os primeiros livros das Escrituras Sagradas, onde Deus faz revelações sobre si mesmo e suas obras. Tais escritos inspirados ajudaram Davi a entender os pensamentos, a personalidade e os propósitos de Deus. Meditar nas Escrituras, na criação e nos tratos de Deus com ele, moveu Davi a louvar seu Criador.
A Sentinela (2006) Destaques do livro quinto dos Salmos
120:3, 4. Se tivermos de suportar alguém que tem “língua dolosa”, ou enganosa, é consolador saber que Jeová vai endireitar as coisas no devido tempo. Os caluniadores sofrerão calamidade às mãos “dum poderoso”. Eles com certeza receberão o julgamento ardente de Jeová, simbolizado pelos “carvões acesos de giestas-das-vassouras”.
127:1, 2. Em todos os nossos empenhos, devemos buscar a orientação de Jeová.
133:1-3. A união do povo de Deus é agradável, saudável e revigorante. Não devemos perturbá-la por nos empenhar em críticas, brigas ou reclamações.
137:1, 5, 6. Os exilados adoradores de Jeová sentiam-se apegados a Sião, que tinha representado a organização de Deus. E nós? Será que desenvolvemos apego leal à organização que Jeová está usando hoje?
138:2. Como Jeová ‘magnifica a sua declaração até mesmo acima de todo o seu nome’? No sentido de que o cumprimento de tudo o que ele prometeu ultrapassará em muito quaisquer expectativas que tenhamos. De fato, há grandes perspectivas à nossa frente.
139:1-6, 15, 16. Jeová conhece nossas atividades, nossos pensamentos e nossas palavras, mesmo antes de as falarmos. Ele nos conhece desde quando nosso embrião foi formado, antes de cada parte do corpo ficar definida. O conhecimento que Deus tem de nós como indivíduos é “maravilhoso demais” para compreendermos. É muito consolador saber que Jeová não só vê a situação provadora que estamos enfrentando, mas também entende o efeito que ela tem em nós.
139:7-12. Não existe lugar onde possamos ir que seja distante demais para Jeová nos fortalecer.
139:17, 18. Será que o conhecimento de Jeová é agradável para nós? (Provérbios 2:10) Se é, encontramos uma fonte inesgotável de alegria. Os pensamentos de Jeová são “mais do que mesmo os grãos de areia”. Sempre haverá mais a aprender sobre ele.
139:23, 24. Devemos querer que Jeová examine nosso íntimo à procura de qualquer “caminho penoso” — pensamentos, inclinações e desejos impróprios —, e que nos ajude a eliminá-lo.
143:4-7. Como podemos perseverar mesmo em situações difíceis? O salmista nos dá o segredo: meditar nas atividades de Jeová, manter-nos preocupados com suas ações e orar pedindo sua ajuda.
“Louvai a Jah!”
As quatro coleções anteriores dos salmos terminam com uma expressão de louvor a Jeová. (Salmo 41:13; 72:19, 20; 89:52; 106:48) A quinta não é exceção. O Salmo 150:6 declara: “Toda coisa que respira — louve ela a Jah. Louvai a Jah!” Isso com certeza será uma realidade no novo mundo de Deus.
Enquanto aguardamos essa época alegre, temos muitos motivos para glorificar o Deus verdadeiro e louvar o seu nome. Quando pensamos na felicidade que temos por conhecer a Jeová e por ter uma boa relação com ele, não somos motivados a louvá-lo com um coração cheio de gratidão?

ENCONTRE JOIAS ESPIRITUAIS: (8 MIN)

Sal 136:15 — Esse verso conta um detalhe importante, que não é mencionado no relato de Êxodo. Que detalhe é esse? (it-2 79 § 2)

Tradução do Novo Mundo Salmo 136:15
15 Ele lançou Faraó e seu exército no mar Vermelho,
Pois o seu amor leal dura para sempre.
Perspicaz, Volume 2 Êxodo
O caminho aberto no mar era bastante grande para que todos os israelitas, possivelmente ascendendo a três milhões, pudessem passar para as margens orientais até a manhã. Daí, as águas solidificadas começaram a ser soltas e a avançar empoladas de ambos os lados, sobrepujando os egípcios, ao passo que Israel, na margem oriental, presenciava a libertação, sem igual, por parte de Jeová, de toda uma nação das mãos duma potência mundial. Davam-se conta do cumprimento literal das palavras de Moisés: “Os egípcios que hoje deveras vedes, nunca mais vereis, não, nunca mais.” — Êx 14:13.
Assim, por meio duma demonstração espetacular de poder, Jeová enalteceu seu nome e libertou Israel. Salvo na margem L do mar Vermelho, Moisés liderou os filhos de Israel num cântico, ao passo que sua irmã Miriã, a profetisa, tomou um pandeiro na mão e liderou todas as mulheres com pandeiros e em danças, respondendo em cântico aos homens. (Êx 15:1, 20, 21) Realizara-se a total separação de Israel dos seus adversários. Ao saírem do Egito, não se permitiu que sofressem dano de homem ou animal; nenhum cão rosnou contra os israelitas ou agitou a língua contra eles. (Êx 11:7) Embora a narrativa de Êxodo não mencione que Faraó pessoalmente entrou no mar com as suas forças militares e foi destruído, o Salmo 136:15 declara que Jeová “se desembaraçou de Faraó e da sua força militar dentro do Mar Vermelho”.
Típico de Eventos Posteriores. Ao tirar Israel do Egito, conforme prometido a Abraão, Deus considerou a nação de Israel como seu filho, assim como dissera a Faraó: ‘Israel é meu primogênito.’ (Êx 4:22) Mais tarde, Jeová disse: “Quando Israel era rapaz, então o amei, e do Egito chamei o meu filho.” (Os 11:1) Esta referência ao Êxodo também foi uma profecia que teve cumprimento nos dias de Herodes, quando José e Maria retornaram do Egito com Jesus, após a morte de Herodes, e se estabeleceram em Nazaré. O historiador Mateus aplica a profecia de Oséias a esta ocorrência, dizendo a respeito de José: “Lá ficou até o falecimento de Herodes, para que se cumprisse o que fora falado por Jeová por intermédio do seu profeta, dizendo: ‘Do Egito chamei o meu filho.’” — Mt 2:15.
O apóstolo Paulo alista o Êxodo entre as coisas que ele diz terem sobrevindo a Israel como exemplos ou tipos. (1Co 10:1, 2, 11) Portanto, parece ser simbólico de algo maior. O Israel natural é usado na Bíblia como simbólico do Israel espiritual, o Israel de Deus. (Gál 6:15, 16) Também, Moisés falou sobre o profeta a vir, que seria semelhante a ele. (De 18:18, 19) Os judeus esperavam que este fosse um grande líder e libertador. O apóstolo Pedro identifica Jesus Cristo como o Moisés Maior. (At 3:19-23) A libertação de Israel no mar Vermelho e a destruição do exército egípcio, portanto, devem ser significativas da libertação do Israel espiritual dos seus inimigos do Egito simbólico, por um grande milagre, pelas mãos de Jesus Cristo. E assim como a obra realizada por Deus no mar Vermelho resultou no enaltecimento do Seu nome, o cumprimento desses eventos típicos, numa realidade muito maior, darão fama muito maior e muito mais extensa ao nome de Jeová. — Êx 15:1.

Sal 141:5 — O que o rei Davi reconheceu? (w15 15/4 31 § 1)

Tradução do Novo Mundo Salmo 141:5
5 Se o justo me surrasse, seria um ato de amor leal;
Se me repreendesse, seria como óleo sobre a minha cabeça,
Que a minha cabeça nunca recusaria.
Continuarei orando, mesmo nas suas calamidades.
A Sentinela (2015) Por que a desassociação é uma provisão amorosa
É necessário amor e firmeza para que a desassociação dê bons resultados. “Se o justo me surrasse, seria benevolência”, disse o salmista Davi, e “se me repreendesse, seria óleo sobre a cabeça”. (Sal. 141:5) Para ilustrar: imagine um alpinista que fica exausto num dia de frio extremo. A temperatura do seu corpo cai muito, e ele começa a se sentir sonolento. Diante desse quadro de hipotermia, se ele adormecer na neve, morrerá. Enquanto aguarda o socorro, seu companheiro vez por outra dá tapas no seu rosto para mantê-lo acordado. Os tapas podem doer, mas também podem salvar sua vida. Da mesma forma, Davi reconheceu que, para o seu próprio bem, talvez precisasse da correção dolorosa da parte de alguém justo.

O que a leitura da semana me ensinou sobre Jeová?

Que pontos da leitura posso usar no serviço de campo?

SALMOS 135-141 | SUGESTÕES PARA SEUS COMENTÁRIOS PESSOAIS

SALMO 135:15)
“Os ídolos das nações são prata e ouro, Trabalho das mãos do homem terreno.”
it-2 p. 301 Hebraico
O paralelismo introvertido é mais complexo e pode requerer vários versos. Observe este exemplo do Salmo 135:15-18:
(1) Os ídolos das nações são prata e ouro,
(2) Trabalho das mãos do homem terreno.
(3) Têm boca, mas não podem falar;
(4) Têm olhos, mas não podem ver;
(5) Têm orelhas, mas não podem dar ouvidos a nada.
(6) Tampouco há espírito na sua boca.
(7) Iguais a eles se tornarão os que os fazem,
(8) Todo aquele que neles confiar.
Este paralelismo é explicado por W. Trail na sua obra Literary Characteristics and Achievements of the Bible (Características e Realizações Literárias da Bíblia; 1864, p. 170): “Aqui, a primeira linha introverte-se com a oitava — numa temos os ídolos dos pagãos, na outra, os que depositam sua confiança em ídolos. A segunda linha introverte-se na sétima — numa há a fabricação, na outra, os fabricantes. A terceira linha introverte-se na sexta — numa há bocas sem expressão, na outra, bocas sem fôlego. A quarta linha introverte-se na quinta, onde se pode dizer que o paralelismo introvertido une suas duas metades num paralelismo de síntese — olhos sem visão, ouvidos sem o sentido da audição.”
SALMO 135:16)
“Têm boca, mas não podem falar; Têm olhos, mas não podem ver;”
it-2 p. 301 Hebraico
O paralelismo introvertido é mais complexo e pode requerer vários versos. Observe este exemplo do Salmo 135:15-18:
(1) Os ídolos das nações são prata e ouro,
(2) Trabalho das mãos do homem terreno.
(3) Têm boca, mas não podem falar;
(4) Têm olhos, mas não podem ver;
(5) Têm orelhas, mas não podem dar ouvidos a nada.
(6) Tampouco há espírito na sua boca.
(7) Iguais a eles se tornarão os que os fazem,
(8) Todo aquele que neles confiar.
Este paralelismo é explicado por W. Trail na sua obra Literary Characteristics and Achievements of the Bible (Características e Realizações Literárias da Bíblia; 1864, p. 170): “Aqui, a primeira linha introverte-se com a oitava — numa temos os ídolos dos pagãos, na outra, os que depositam sua confiança em ídolos. A segunda linha introverte-se na sétima — numa há a fabricação, na outra, os fabricantes. A terceira linha introverte-se na sexta — numa há bocas sem expressão, na outra, bocas sem fôlego. A quarta linha introverte-se na quinta, onde se pode dizer que o paralelismo introvertido une suas duas metades num paralelismo de síntese — olhos sem visão, ouvidos sem o sentido da audição.”
SALMO 135:17)
“Têm orelhas, mas não podem dar ouvidos a nada. Tampouco há espírito na sua boca.”
it-2 p. 301 Hebraico
O paralelismo introvertido é mais complexo e pode requerer vários versos. Observe este exemplo do Salmo 135:15-18:
(1) Os ídolos das nações são prata e ouro,
(2) Trabalho das mãos do homem terreno.
(3) Têm boca, mas não podem falar;
(4) Têm olhos, mas não podem ver;
(5) Têm orelhas, mas não podem dar ouvidos a nada.
(6) Tampouco há espírito na sua boca.
(7) Iguais a eles se tornarão os que os fazem,
(8) Todo aquele que neles confiar.
Este paralelismo é explicado por W. Trail na sua obra Literary Characteristics and Achievements of the Bible (Características e Realizações Literárias da Bíblia; 1864, p. 170): “Aqui, a primeira linha introverte-se com a oitava — numa temos os ídolos dos pagãos, na outra, os que depositam sua confiança em ídolos. A segunda linha introverte-se na sétima — numa há a fabricação, na outra, os fabricantes. A terceira linha introverte-se na sexta — numa há bocas sem expressão, na outra, bocas sem fôlego. A quarta linha introverte-se na quinta, onde se pode dizer que o paralelismo introvertido une suas duas metades num paralelismo de síntese — olhos sem visão, ouvidos sem o sentido da audição.”
SALMO 135:18)
“Iguais a eles se tornarão os que os fazem, Todo aquele que neles confiar.”
it-2 p. 301 Hebraico
O paralelismo introvertido é mais complexo e pode requerer vários versos. Observe este exemplo do Salmo 135:15-18:
(1) Os ídolos das nações são prata e ouro,
(2) Trabalho das mãos do homem terreno.
(3) Têm boca, mas não podem falar;
(4) Têm olhos, mas não podem ver;
(5) Têm orelhas, mas não podem dar ouvidos a nada.
(6) Tampouco há espírito na sua boca.
(7) Iguais a eles se tornarão os que os fazem,
(8) Todo aquele que neles confiar.
Este paralelismo é explicado por W. Trail na sua obra Literary Characteristics and Achievements of the Bible (Características e Realizações Literárias da Bíblia; 1864, p. 170): “Aqui, a primeira linha introverte-se com a oitava — numa temos os ídolos dos pagãos, na outra, os que depositam sua confiança em ídolos. A segunda linha introverte-se na sétima — numa há a fabricação, na outra, os fabricantes. A terceira linha introverte-se na sexta — numa há bocas sem expressão, na outra, bocas sem fôlego. A quarta linha introverte-se na quinta, onde se pode dizer que o paralelismo introvertido une suas duas metades num paralelismo de síntese — olhos sem visão, ouvidos sem o sentido da audição.”
SALMO 136:1)
“Agradecei a Jeová, porque ele é bom: Pois a sua benevolência é por tempo indefinido;”
cl cap. 28 p. 284 pars. 12-13 “Só tu és leal”
12 Conforme já mencionado, a Bíblia nos diz que a benevolência de Jeová “é por tempo indefinido”. (Salmo 136:1) Como isso se dá? Um aspecto é que Jeová perdoa pecados permanentemente. Como vimos no Capítulo 26, ele não repisa erros passados dos quais a pessoa já tenha sido perdoada. Visto que “todos pecaram e não atingem a glória de Deus”, deveríamos ser gratos de que a benevolência de Jeová é por tempo indefinido. — Romanos 3:23.
13 Mas a benevolência de Deus é por tempo indefinido também em outro sentido. Sua Palavra diz que o justo “há de tornar-se qual árvore plantada junto a correntes de água, que dá seu fruto na sua estação e cuja folhagem não murcha, e tudo o que ele fizer será bem-sucedido”. (Salmo 1:3) Imagine uma árvore frondosa cuja folhagem nunca murcha. De modo similar, se tivermos apreço genuíno pela Palavra de Deus, nossa vida será longa, pacífica e frutífera. As bênçãos que Jeová lealmente concederá aos seus servos fiéis serão eternas. De fato, no novo mundo justo que ele trará, a humanidade obediente desfrutará a sua benevolência por tempo indefinido. — Revelação 21:3, 4.
SALMO 136:15)
“E que se desembaraçou de Faraó e da sua força militar dentro do Mar Vermelho: Pois a sua benevolência é por tempo indefinido;”
it-2 p. 79 Êxodo
Embora a narrativa de Êxodo não mencione que Faraó pessoalmente entrou no mar com as suas forças militares e foi destruído, o Salmo 136:15 declara que Jeová “se desembaraçou de Faraó e da sua força militar dentro do Mar Vermelho”.
SALMO 137:1)
“Junto aos rios de Babilônia — ali nos sentamos. Também choramos quando nos lembramos de Sião.”
si p. 104 par. 22 Livro bíblico número 19 — Salmos
O Salmo 137 relata a saudade de Sião que os judeus tinham no coração quando, exilados, estavam em Babilônia, e atesta também que não haviam esquecido os cânticos, ou salmos, de Sião, embora estando longe da sua terra.
ws cap. 17 pp. 139-140 Lembrada com lealdade a organização de Jeová
Os Cativos em Babilônia Lembravam-se Lealmente de Sião
7 A antiga Babilônia era uma terra de deuses falsos, cujos ídolos abundavam ali. (Daniel 5:4) Podemos imaginar o efeito que esta adoração de muitos deuses falsos teve sobre o coração dos judeus fiéis, que haviam adorado apenas o único Deus verdadeiro, sem qualquer espécie de imagem. Em vez de verem o templo de Jeová com toda a sua beleza, em Jerusalém, viam os templos desses deuses falsos e seus ídolos em toda a terra de Babilônia. Que sensação de repugnância tudo isso deve ter dado aos adoradores do único Deus verdadeiro!
8 Segundo a profecia de Jeremias, teriam de suportar isso por 70 anos antes de vir o restabelecimento. (2 Crônicas 36:18-21; Jeremias 25:11, 12) A condição aflitiva dos cativos judaicos que amavam a Jeová e desejavam adorá-lo no templo dedicado a ele, na sua cidade escolhida, é descrita para nós no Salmo 137:1-4: “Junto aos rios de Babilônia — ali nos sentamos. Também choramos quando nos lembramos de Sião.
ws cap. 18 p. 145 par. 5 Lealdade atual à organização visível de Deus
5 Por causa da perseguição, a sede da Sociedade, em Brooklyn, Nova Iorque, foi mudada para um prédio alugado em Pittsburgh, Pensilvânia. Fez-se isto para continuar com a publicação da revista A Sentinela. A glorificação celestial dos fiéis era esperada para breve. Mas, os do restante estavam inclinados a chorar ao contemplarem a condição oprimida e danificada da organização de Jeová. — Salmo 137:1.
SALMO 137:2)
“Nos choupos no meio dela Penduramos as nossas harpas.”
g 2/07 p. 11 Salgueiros — uma versátil família de árvores
Você talvez ache que os choupos não crescem tão ao sul como no Oriente Médio. A Bíblia, porém, menciona que na época em que os israelitas estavam exilados em Babilônia, eles penduravam suas harpas nos choupos. (Salmo 137:2) Por que faziam isso? Embora esse instrumento fosse usado para louvar a Deus, os israelitas estavam tão tristes que não sentiam vontade de tocá-lo durante essa época de dificuldade. (Isaías 24:8, 9)
it-1 p. 499 Choupos
O choupo é muito comum ao longo das margens do Eufrates (ao passo que o salgueiro é comparativamente raro ali), e assim se ajusta bem à referência no Salmo 137:1, 2, que descreve os exilados judeus em choro pendurando suas harpas nos choupos. As folhas pequenas, viçosas, em forma de coração, do choupo do Eufrates (também chamado álamo), têm pecíolos achatados, que pendem obliquamente do caule principal, e isto resulta em balouçarem com a mais leve brisa, movimento que poderia sugerir a agitação emocional de pessoas chorando de pesar.
SALMO 137:3)
“Pois aqueles que nos mantinham cativos nos pediram ali as palavras duma canção, E os que mofavam de nós — alegria: “Cantai-nos uma das canções de Sião.””
ws cap. 17 p. 139 Lembrada com lealdade a organização de Jeová
Os Cativos em Babilônia Lembravam-se Lealmente de Sião
7 A antiga Babilônia era uma terra de deuses falsos, cujos ídolos abundavam ali. (Daniel 5:4) Podemos imaginar o efeito que esta adoração de muitos deuses falsos teve sobre o coração dos judeus fiéis, que haviam adorado apenas o único Deus verdadeiro, sem qualquer espécie de imagem. Em vez de verem o templo de Jeová com toda a sua beleza, em Jerusalém, viam os templos desses deuses falsos e seus ídolos em toda a terra de Babilônia. Que sensação de repugnância tudo isso deve ter dado aos adoradores do único Deus verdadeiro!
8 Segundo a profecia de Jeremias, teriam de suportar isso por 70 anos antes de vir o restabelecimento. (2 Crônicas 36:18-21; Jeremias 25:11, 12) A condição aflitiva dos cativos judaicos que amavam a Jeová e desejavam adorá-lo no templo dedicado a ele, na sua cidade escolhida, é descrita para nós no Salmo 137:1-4:
ws cap. 17 p. 140 par. 9 Lembrada com lealdade a organização de Jeová
9 “A canção de Jeová” devia ser a canção dum povo livre, que o adorava no seu santo templo. Para aqueles babilônios, entoarem esses judeus “a canção de Jeová” na terra de seu cativeiro seria motivo de os captores mofarem do nome de Jeová como nome dum deus inferior aos deuses de Babilônia. Seu santo nome já havia sofrido um tremendo vitupério por ele deixar que seu povo fosse levado da sua pátria dada por Deus e obrigado a marchar para uma terra em que havia uma multiplicidade de deuses. Mas o período de esses babilônios zombarem dele e de menosprezarem o povo de Seu nome havia de ser apenas por um tempo limitado — 70 anos. Então, abaixo os deuses falsos de Babilônia, e seja enaltecido o verdadeiro Deus, Jeová!
ws cap. 17 p. 140 par. 8 Lembrada com lealdade a organização de Jeová
Pois aqueles que nos mantinham cativos nos pediram ali as palavras duma canção, e os que mofavam de nós — alegria: ‘Cantai-nos uma das canções de Sião.’
SALMO 137:4)
“Como podemos cantar a canção de Jeová Em solo estrangeiro?”
ws cap. 17 p. 139 Lembrada com lealdade a organização de Jeová
Os Cativos em Babilônia Lembravam-se Lealmente de Sião
7 A antiga Babilônia era uma terra de deuses falsos, cujos ídolos abundavam ali. (Daniel 5:4) Podemos imaginar o efeito que esta adoração de muitos deuses falsos teve sobre o coração dos judeus fiéis, que haviam adorado apenas o único Deus verdadeiro, sem qualquer espécie de imagem. Em vez de verem o templo de Jeová com toda a sua beleza, em Jerusalém, viam os templos desses deuses falsos e seus ídolos em toda a terra de Babilônia. Que sensação de repugnância tudo isso deve ter dado aos adoradores do único Deus verdadeiro!
8 Segundo a profecia de Jeremias, teriam de suportar isso por 70 anos antes de vir o restabelecimento. (2 Crônicas 36:18-21; Jeremias 25:11, 12) A condição aflitiva dos cativos judaicos que amavam a Jeová e desejavam adorá-lo no templo dedicado a ele, na sua cidade escolhida, é descrita para nós no Salmo 137:1-4:
ws cap. 17 p. 140 pars. 8-9 Lembrada com lealdade a organização de Jeová
Como podemos cantar a canção de Jeová em solo estrangeiro?”
9 “A canção de Jeová” devia ser a canção dum povo livre, que o adorava no seu santo templo. Para aqueles babilônios, entoarem esses judeus “a canção de Jeová” na terra de seu cativeiro seria motivo de os captores mofarem do nome de Jeová como nome dum deus inferior aos deuses de Babilônia. Seu santo nome já havia sofrido um tremendo vitupério por ele deixar que seu povo fosse levado da sua pátria dada por Deus e obrigado a marchar para uma terra em que havia uma multiplicidade de deuses. Mas o período de esses babilônios zombarem dele e de menosprezarem o povo de Seu nome havia de ser apenas por um tempo limitado — 70 anos. Então, abaixo os deuses falsos de Babilônia, e seja enaltecido o verdadeiro Deus, Jeová!
SALMO 137:5)
“Se eu te esquecer, ó Jerusalém, Seja esquecediça a minha direita.”
ws cap. 17 pp. 141-142 pars. 11-14 Lembrada com lealdade a organização de Jeová
11 Embora se pudessem ter acomodado na antiga Babilônia e se fixado ali, visto que o exílio duraria cerca de uma geração, deixaram que sua pátria se apagasse de sua memória? O salmista cativo declarou isso belamente ao expressar os sentimentos de seus companheiros de cativeiro: “Se eu te esquecer, ó Jerusalém, seja esquecediça a minha direita. Apegue-se minha língua ao céu da minha boca, se eu não me lembrar de ti, se eu não fizer Jerusalém subir acima da minha principal causa de alegria.” — Salmo 137:5, 6.
12 O que expressava esta atitude de coração do israelita cativo? O seguinte: lealdade à organização visível de Jeová daquele tempo, ao passo que via a terra que Deus dera ao Seu povo escolhido jazer desolada por 70 anos. Sim, a organização visível de Jeová continuou viva no coração daqueles israelitas.
13 Tal lealdade à antiga organização visível de Deus foi devidamente recompensada. Isto ocorreu quando Babilônia, a terceira potência mundial da história bíblica, foi derrubada, e a Medo-Pérsia, a quarta potência mundial, cumpriu a vontade do Deus de Israel. Como? Por restabelecer os judeus cativos na terra da organização visível de Jeová, com instruções de reconstruir o templo de seu Deus, como ponto central da capital, Jerusalém. (2 Crônicas 36:22, 23) Não somente se reconstruiu o templo da verdadeira adoração, mas também se reconstruiu a cidade murada de Jerusalém, para tornar-se a cidade da qual Jeová regia qual Rei sobre o seu povo.
14 Mais de seis séculos depois da destruição de Jerusalém, Jesus disse: “Não jureis absolutamente, nem pelo céu, porque é o trono de Deus; nem pela terra, porque é o escabelo de seus pés; nem por Jerusalém, porque é a cidade do grande Rei.” (Mateus 5:34, 35) Quando o Messias estava na terra, havia em Jerusalém um templo reconstruído de Jeová, e, falando-se simbolicamente, Jeová Deus reinava no Santíssimo daquele templo. De modo que Jeová reinava sobre a sua organização visível desde Jerusalém, como capital do seu povo.
ws cap. 18 p. 147 Lealdade atual à organização visível de Deus
A Organização de Deus, Sua “Principal Causa de Alegria”
9 Embora os servos de Jeová fossem no mundo tachados de desleais, traidores e antipatrióticos, não renunciaram à organização de Jeová. Negaram-se a transigir sob tal pressão. Prefeririam antes perder o uso da mão direita ou ficar mudos do que esquecer-se da organização de Deus e não mais deixá-la ser sua “principal causa de alegria”. — Salmo 137:5, 6.
SALMO 137:6)
“Apegue-se minha língua ao céu da minha boca, Se eu não me lembrar de ti, Se eu não fizer Jerusalém subir Acima da minha principal causa de alegria.”
w98 15/10 pp. 13-14 Jerusalém está ‘acima da sua principal causa de alegria’?
Jerusalém está ‘acima da sua principal causa de alegria’?
“Apegue-se minha língua ao céu da minha boca, . . . se eu não fizer Jerusalém subir acima da minha principal causa de alegria.” — SALMO 137:6.
PASSARAM-SE quase sete décadas desde que os primeiros judeus exilados retornaram a Jerusalém em 537 AEC. O templo de Deus havia sido reconstruído, mas a cidade ainda estava em ruínas. No ínterim, uma nova geração havia crescido no exílio. Sem dúvida, muitos dela sentiam-se assim como o salmista, que cantou: “Se eu te esquecer, ó Jerusalém, seja esquecediça a minha direita.” (Salmo 137:5) Alguns fizeram mais do que apenas lembrar-se de Jerusalém; provaram pelas suas ações que ela havia subido “acima da [sua] principal causa de alegria”. — Salmo 137:6.
2 Por exemplo, considere o sacerdote Esdras. Mesmo já antes de retornar à sua pátria, ele havia trabalhado zelosamente nos interesses da adoração pura em Jerusalém. (Esdras 7:6, 10) Esdras foi ricamente abençoado por isso. Jeová Deus induziu o coração do rei persa a conceder a Esdras o privilégio de levar um segundo grupo de exilados que retornaram a Jerusalém. Além disso, o rei deu-lhes uma grande contribuição em ouro e prata “para embelezar a casa de Jeová”. — Esdras 7:21-27.
3 Uns 12 anos mais tarde, outro judeu tomou uma ação decisiva — Neemias. Ele servia no palácio persa em Susã. Tinha um cargo prestigioso como copeiro do Rei Artaxerxes, mas este não era ‘sua principal causa de alegria’. Em vez disso, ansiava ir reconstruir Jerusalém. Por meses Neemias orou a respeito, e Jeová Deus o abençoou por isso. O rei persa, ao saber da preocupação de Neemias, deu-lhe uma força militar e cartas que o autorizavam a reconstruir Jerusalém. — Neemias 1:1-2:9.
4 Sem dúvida, Esdras, Neemias e muitos judeus que cooperavam com eles provaram que a adoração de Jeová, centralizada em Jerusalém, era mais importante do que qualquer outra coisa — que estava ‘acima da sua principal causa de alegria’, quer dizer, acima de tudo o mais de que pudessem alegrar-se. Que encorajamento são pessoas assim para todos que hoje encaram do mesmo modo a Jeová, a adoração dele e a organização dirigida pelo espírito dele! Dá-se isso com você? Mostra você pela sua perseverança em obras piedosas que sua maior causa de alegria é o privilégio de adorar a Jeová junto com o povo dedicado dele? (2 Pedro 3:11)
ws cap. 17 pp. 141-142 pars. 11-14 Lembrada com lealdade a organização de Jeová
11 Embora se pudessem ter acomodado na antiga Babilônia e se fixado ali, visto que o exílio duraria cerca de uma geração, deixaram que sua pátria se apagasse de sua memória? O salmista cativo declarou isso belamente ao expressar os sentimentos de seus companheiros de cativeiro: “Se eu te esquecer, ó Jerusalém, seja esquecediça a minha direita. Apegue-se minha língua ao céu da minha boca, se eu não me lembrar de ti, se eu não fizer Jerusalém subir acima da minha principal causa de alegria.” — Salmo 137:5, 6.
12 O que expressava esta atitude de coração do israelita cativo? O seguinte: lealdade à organização visível de Jeová daquele tempo, ao passo que via a terra que Deus dera ao Seu povo escolhido jazer desolada por 70 anos. Sim, a organização visível de Jeová continuou viva no coração daqueles israelitas.
13 Tal lealdade à antiga organização visível de Deus foi devidamente recompensada. Isto ocorreu quando Babilônia, a terceira potência mundial da história bíblica, foi derrubada, e a Medo-Pérsia, a quarta potência mundial, cumpriu a vontade do Deus de Israel. Como? Por restabelecer os judeus cativos na terra da organização visível de Jeová, com instruções de reconstruir o templo de seu Deus, como ponto central da capital, Jerusalém. (2 Crônicas 36:22, 23) Não somente se reconstruiu o templo da verdadeira adoração, mas também se reconstruiu a cidade murada de Jerusalém, para tornar-se a cidade da qual Jeová regia qual Rei sobre o seu povo.
14 Mais de seis séculos depois da destruição de Jerusalém, Jesus disse: “Não jureis absolutamente, nem pelo céu, porque é o trono de Deus; nem pela terra, porque é o escabelo de seus pés; nem por Jerusalém, porque é a cidade do grande Rei.” (Mateus 5:34, 35) Quando o Messias estava na terra, havia em Jerusalém um templo reconstruído de Jeová, e, falando-se simbolicamente, Jeová Deus reinava no Santíssimo daquele templo. De modo que Jeová reinava sobre a sua organização visível desde Jerusalém, como capital do seu povo.
ws cap. 18 p. 147 Lealdade atual à organização visível de Deus
A Organização de Deus, Sua “Principal Causa de Alegria”
9 Embora os servos de Jeová fossem no mundo tachados de desleais, traidores e antipatrióticos, não renunciaram à organização de Jeová. Negaram-se a transigir sob tal pressão. Prefeririam antes perder o uso da mão direita ou ficar mudos do que esquecer-se da organização de Deus e não mais deixá-la ser sua “principal causa de alegria”. — Salmo 137:5, 6.
SALMO 137:7)
“Lembra-te, ó Jeová, do dia de Jerusalém, com respeito aos filhos de Edom, Que diziam: “Exponde-a! Exponde-a até o alicerce dentro dela!””
si p. 151 par. 4 Livro bíblico número 31 — Obadias
4 Essa hostilidade atingiu um clímax em 607 AEC, quando Jerusalém foi desolada pelas hordas babilônicas. Os edomitas não só observaram com aprovação, mas instaram com os conquistadores a que tornassem completa a desolação. “Exponde-a! Exponde-a até o alicerce dentro dela!”, bradavam. (Sal. 137:7)
ws cap. 15 p. 124 par. 6 O hodierno antitípico Edom será eliminado
6 A terra da nação de Edom, de mentalidade assassina, tinha de ficar encharcada do seu próprio sangue por meio da “espada” de Jeová. Edom ocupava uma região elevada, montanhesca. (Jeremias 49:16) Portanto, ao produzir uma matança naquela terra, Jeová podia dizer figurativamente que estava brandindo sua espada de julgamento “nos céus”. Edom estava fortemente militarizado, e suas forças armadas percorriam cordilheiras altas como os céus para proteger o país contra invasores. De modo que o exército de Edom podia apropriadamente ser chamado de “exército dos céus”. Mas o poderoso Edom não deu nenhuma ajuda à sua nação gêmea, Israel, quando esta foi atacada pelos exércitos de Babilônia. Antes, Edom regozijou-se de ver a derrubada do reino de Judá e até mesmo incitou os devastadores dela. (Salmo 137:7)
ws cap. 18 pp. 147-148 pars. 10-11 Lealdade atual à organização visível de Deus
10 Os inimigos de Jeová maldosamente se alegraram com a ação tomada contra os representantes terrestres da organização universal dele. Mas os servos de Jeová oraram pela vinda de Seu dia de vingança, por causa de toda a afronta lançada sobre a Sua organização. Adotaram as palavras do salmista com respeito ao antigo Edom: “Lembra-te, ó Jeová, do dia de Jerusalém, com respeito aos filhos de Edom, que diziam: ‘Exponde-a! Exponde-a até o alicerce dentro dela!’” (Salmo 137:7; Gálatas 4:26) Não, Jeová ama demais sua organização-esposa para se esquecer do que aqueles que fazem parte da organização do Diabo dizem e fazem contra os leais de Sua organização terrestre.
11 Para todas as aparências, naquele tempo, esses simpatizantes políticos de Babilônia, a Grande, realmente ‘expuseram até o alicerce dentro dela’ a organização visível de Jeová.
SALMO 137:8)
“Ó filha de Babilônia, que és para ser assolada, Feliz será aquele que te recompensar Com o teu próprio tratamento com que nos trataste.”
ws cap. 18 pp. 148-151 Lealdade atual à organização visível de Deus
A Felicidade de Seu Vingador
12 Jeová usou Ciro, o governante persa, para libertar seu povo de Babilônia, a antiga potência mundial. Mas, em sentido mais pleno, as palavras finais do Salmo 137, que se referem a Babilônia, a Grande, o império mundial da religião falsa, não estavam falando de Ciro: “Ó filha de Babilônia, que és para ser assolada, feliz será aquele que te recompensar com o teu próprio tratamento com que nos trataste. Feliz será aquele que segurar e deveras espatifar tuas crianças contra o rochedo.” — Salmo 137:8, 9.
13 Quem será este “feliz”? Representa o “feliz” os simbólicos “dez chifres” na cabeça da “fera”, em cujas costas monta o velho sistema meretrício de religião, com grande pompa, já por muito tempo? Não, porque os destruidores políticos do império mundial da religião falsa não a destroem para dar lugar à adoração pura do verdadeiro Deus. Não o fazem para a glória do Deus da Bíblia. Então, como poderiam eles ser realmente o “feliz” mencionado pelo salmista?
14 As forças políticas deste mundo não realizam esta obra anti-religiosa por amor aos adoradores de Jeová. Por que não? Porque as Testemunhas de Jeová são um obstáculo no caminho de eles produzirem um mundo exclusivamente ateu. De modo que as forças políticas são apenas instrumentos usados pelo Deus das Testemunhas, para executarem o próprio propósito Dele. — Revelação (Apocalipse) 17:17.
15 Assim, embora essas forças políticas talvez sejam diretamente usadas no aniquilamento do império mundial da religião falsa, é realmente Jeová Deus quem as motiva. Como? Ele usa seu empossado Filho real, o Ciro Maior, Jesus Cristo. De modo que Jesus Cristo, no poder do Reino, é o “feliz” predito pelo salmista!
16 Ao passo que Jeová salvaguardará os que lhe são leais, ele segurará, em sentido figurativo, cada uma das “crianças” religiosas do sistema meretrício de ensino falso e as espatifará contra o que assoma como “rochedo” — o inflexível Reino de Jeová Deus por Jesus Cristo.
17 Quando Jesus estava na terra, ele foi ungido com o espírito de seu Apoiador divino, não só “para proclamar o ano de boa vontade da parte de Jeová”, mas também “o dia de vingança da parte de nosso Deus”. (Isaías 61:1, 2; Lucas 4:16-21) No nosso tempo, durante os “últimos dias” deste sistema de coisas, Jeová faz com que seus servos fiéis proclamem “o dia de vingança da parte de nosso Deus” em toda a terra habitada, como aviso para todas as nações. Nesta proclamação juntou-se aos do restante uma crescente “grande multidão” de discípulos de Jesus Cristo, semelhantes a ovelhas, conforme visionado em Revelação 7:9-17.
18 Todos estes, os do restante e os da “grande multidão”, obedeceram à ordem angélica de Revelação 18:4. Saíram de Babilônia, a Grande. Por que é urgente tal ação? Porque têm de fugir de Babilônia, a Grande, antes de as “crianças” religiosas dela serem espatifadas e devastadas por meio da “fera” e seus “dez chifres”, pouco antes do Armagedom. Esses leais compartilharão a felicidade do Ciro Maior, Jesus Cristo. Juntar-se-ão aos céus em dizer: “Louvai a Jah! A salvação, e a glória, e o poder pertencem ao nosso Deus, porque os seus julgamentos são verdadeiros e justos. Pois ele executou o julgamento na grande meretriz que corrompia a terra com a sua fornicação.” — Revelação 19:1, 2; veja Jeremias 51:8-11.
19 Desde 1919, Jeová tem feito “uma grande coisa” para o seu povo. (Salmo 126:1-3) Os do restante liberto ainda se alegram de coração por este engrandecimento de Seu poder de libertação, demonstrando que ele é “o Deus fiel”. (Deuteronômio 7:9) Sentem-se profundamente felizes, mas aguarda-os uma felicidade maior. Esta se dará quando puderem participar da felicidade do Ciro Maior, o Monarca reinante, Jesus Cristo, na ocasião em que ele espatifar todas as “crianças” daquela organização diabólica.
20 Milhões de anteriores “cativos” de Babilônia, a Grande, já foram ajudados a fugir daquela condenada organização religiosa, antes de sua destruição violenta. O resultado disso é a “grande multidão” de “outras ovelhas”. Ela ascende agora, em toda a terra, a mais de 3.000.000 de pessoas, sem haver limite para o número dos que ainda hão de ser resgatados da destruição do império mundial da religião falsa. Em lealdade à organização de Jeová, compartilham a felicidade do restante por juntar-se a ele na proclamação do dia de vingança de Jeová contra a religiosa Babilônia, a Grande.
21 Portanto, que não haja nenhuma transigência com esse império mundial da religião falsa. Ninguém retorne a ela nestes dias da sua decadência. Continuemos a ajudar o maior número possível de cativos de Babilônia, a Grande, a sair daquele sistema condenado, antes de o Ciro Maior obter sua vitória, que resulta em felicidade.
SALMO 137:9)
“Feliz será aquele que segurar e deveras espatifar Tuas crianças contra o rochedo.”
ws cap. 18 pp. 148-151 Lealdade atual à organização visível de Deus
A Felicidade de Seu Vingador
12 Jeová usou Ciro, o governante persa, para libertar seu povo de Babilônia, a antiga potência mundial. Mas, em sentido mais pleno, as palavras finais do Salmo 137, que se referem a Babilônia, a Grande, o império mundial da religião falsa, não estavam falando de Ciro: “Ó filha de Babilônia, que és para ser assolada, feliz será aquele que te recompensar com o teu próprio tratamento com que nos trataste. Feliz será aquele que segurar e deveras espatifar tuas crianças contra o rochedo.” — Salmo 137:8, 9.
13 Quem será este “feliz”? Representa o “feliz” os simbólicos “dez chifres” na cabeça da “fera”, em cujas costas monta o velho sistema meretrício de religião, com grande pompa, já por muito tempo? Não, porque os destruidores políticos do império mundial da religião falsa não a destroem para dar lugar à adoração pura do verdadeiro Deus. Não o fazem para a glória do Deus da Bíblia. Então, como poderiam eles ser realmente o “feliz” mencionado pelo salmista?
14 As forças políticas deste mundo não realizam esta obra anti-religiosa por amor aos adoradores de Jeová. Por que não? Porque as Testemunhas de Jeová são um obstáculo no caminho de eles produzirem um mundo exclusivamente ateu. De modo que as forças políticas são apenas instrumentos usados pelo Deus das Testemunhas, para executarem o próprio propósito Dele. — Revelação (Apocalipse) 17:17.
15 Assim, embora essas forças políticas talvez sejam diretamente usadas no aniquilamento do império mundial da religião falsa, é realmente Jeová Deus quem as motiva. Como? Ele usa seu empossado Filho real, o Ciro Maior, Jesus Cristo. De modo que Jesus Cristo, no poder do Reino, é o “feliz” predito pelo salmista!
16 Ao passo que Jeová salvaguardará os que lhe são leais, ele segurará, em sentido figurativo, cada uma das “crianças” religiosas do sistema meretrício de ensino falso e as espatifará contra o que assoma como “rochedo” — o inflexível Reino de Jeová Deus por Jesus Cristo.
17 Quando Jesus estava na terra, ele foi ungido com o espírito de seu Apoiador divino, não só “para proclamar o ano de boa vontade da parte de Jeová”, mas também “o dia de vingança da parte de nosso Deus”. (Isaías 61:1, 2; Lucas 4:16-21) No nosso tempo, durante os “últimos dias” deste sistema de coisas, Jeová faz com que seus servos fiéis proclamem “o dia de vingança da parte de nosso Deus” em toda a terra habitada, como aviso para todas as nações. Nesta proclamação juntou-se aos do restante uma crescente “grande multidão” de discípulos de Jesus Cristo, semelhantes a ovelhas, conforme visionado em Revelação 7:9-17.
18 Todos estes, os do restante e os da “grande multidão”, obedeceram à ordem angélica de Revelação 18:4. Saíram de Babilônia, a Grande. Por que é urgente tal ação? Porque têm de fugir de Babilônia, a Grande, antes de as “crianças” religiosas dela serem espatifadas e devastadas por meio da “fera” e seus “dez chifres”, pouco antes do Armagedom. Esses leais compartilharão a felicidade do Ciro Maior, Jesus Cristo. Juntar-se-ão aos céus em dizer: “Louvai a Jah! A salvação, e a glória, e o poder pertencem ao nosso Deus, porque os seus julgamentos são verdadeiros e justos. Pois ele executou o julgamento na grande meretriz que corrompia a terra com a sua fornicação.” — Revelação 19:1, 2; veja Jeremias 51:8-11.
19 Desde 1919, Jeová tem feito “uma grande coisa” para o seu povo. (Salmo 126:1-3) Os do restante liberto ainda se alegram de coração por este engrandecimento de Seu poder de libertação, demonstrando que ele é “o Deus fiel”. (Deuteronômio 7:9) Sentem-se profundamente felizes, mas aguarda-os uma felicidade maior. Esta se dará quando puderem participar da felicidade do Ciro Maior, o Monarca reinante, Jesus Cristo, na ocasião em que ele espatifar todas as “crianças” daquela organização diabólica.
20 Milhões de anteriores “cativos” de Babilônia, a Grande, já foram ajudados a fugir daquela condenada organização religiosa, antes de sua destruição violenta. O resultado disso é a “grande multidão” de “outras ovelhas”. Ela ascende agora, em toda a terra, a mais de 3.000.000 de pessoas, sem haver limite para o número dos que ainda hão de ser resgatados da destruição do império mundial da religião falsa. Em lealdade à organização de Jeová, compartilham a felicidade do restante por juntar-se a ele na proclamação do dia de vingança de Jeová contra a religiosa Babilônia, a Grande.
21 Portanto, que não haja nenhuma transigência com esse império mundial da religião falsa. Ninguém retorne a ela nestes dias da sua decadência. Continuemos a ajudar o maior número possível de cativos de Babilônia, a Grande, a sair daquele sistema condenado, antes de o Ciro Maior obter sua vitória, que resulta em felicidade.
SALMO 138:2)
“Curvar-me-ei em direção ao teu santo templo E elogiarei o teu nome, Por causa da tua benevolência e por causa da tua veracidade. Pois magnificaste a tua declaração até mesmo acima de todo o teu nome.”
w06 1/9 p. 16 Destaques do livro quinto dos Salmos
138:2. Como Jeová ‘magnifica a sua declaração até mesmo acima de todo o seu nome’? No sentido de que o cumprimento de tudo o que ele prometeu ultrapassará em muito quaisquer expectativas que tenhamos. De fato, há grandes perspectivas à nossa frente.
w06 1/10 p. 19 par. 12 Corajosos por meio da fé e do temor piedoso
12 A benevolência de Deus para com Josué e Calebe nos faz lembrar as palavras do salmista: “Magnificaste a tua declaração até mesmo acima de todo o teu nome.” (Salmo 138:2) Quando Jeová faz uma promessa em seu nome, o cumprimento dessa promessa é ‘magnificado’ no sentido de que ultrapassa todas as expectativas. (Efésios 3:20) De fato, Jeová nunca desaponta os que ‘se deleitam’ nele. — Salmo 37:3, 4.
SALMO 139:1)
“Ó Jeová, tu me esquadrinhaste e [me] conheces.”
w11 1/9 p. 15 ‘Ó Jeová, tu me conheces’
Confiante no interesse de Deus por ele, Davi disse: “Ó Jeová, tu me esquadrinhaste e me conheces.” (Versículo 1) Davi usou aqui uma bela figura de linguagem. O verbo hebraico traduzido “esquadrinhaste” pode ter o sentido de cavar à procura de minério (Jó 28:3), explorar um país (Juízes 18:2) ou examinar os fatos de um processo judicial (Deuteronômio 13:14). Realmente, Jeová nos conhece tão bem que é como se ele examinasse cada aspecto, cada detalhe de nossa existência. Por usar o pronome “me”, Davi nos ensinou que Deus tem um interesse pessoal nos seus servos. Ele esquadrinha e conhece cada um.
w93 1/10 p. 11 Será que Deus realmente o conhece?
Aquele que vê todos os nossos caminhos
5 Com profundo apreço, o salmista Davi escreveu: “Ó Jeová, tu me esquadrinhaste e me conheces.” (Salmo 139:1) Davi tinha certeza de que o conhecimento que Jeová tinha dele não era superficial. Deus não via Davi como os humanos talvez o vissem, notando apenas sua estatura física, sua habilidade de falar ou sua perícia em tocar harpa. (1 Samuel 16:7, 18) Jeová havia ‘esquadrinhado’ o mais profundo íntimo de Davi e fizera isso por amorosa preocupação com o bem-estar espiritual dele.
g91 8/7 p. 8 Como poderá mudar seu modo de ser
De acordo com o Salmo 139, Deus esquadrinha o seu íntimo, e faz uma análise precisa do que você é. Como diz o verso 1: “Ó Jeová, tu me esquadrinhaste e me conheces.” Deus o tem monitorado desde a concepção. Ele o conhece cabalmente.
SALMO 139:2)
“Tu mesmo chegaste a conhecer meu assentar e meu levantar. De longe consideraste meu pensamento.”
w11 1/9 p. 15 ‘Ó Jeová, tu me conheces’
Ampliando mais essa ideia de Deus nos esquadrinhar, Davi acrescenta: “Tu mesmo chegaste a conhecer meu assentar e meu levantar. De longe consideraste meu pensamento.” (Versículo 2) Em certo sentido, Jeová está “longe”, nos céus. Ainda assim, ele sabe quando nos sentamos, talvez no fim de um longo dia, e quando nos levantamos de manhã para iniciar nossa rotina. Ele também conhece nossos pensamentos, desejos e intenções. Será que Davi se sentia ameaçado por essa observação minuciosa? Pelo contrário, ele pediu para Deus fazer isso. (Versículos 23, 24)
w93 1/10 pp. 11-12 pars. 6-7 Será que Deus realmente o conhece?
6 Todas as atividades de Davi estavam expostas à vista de Jeová, e Davi sabia disso. “Tu mesmo chegaste a conhecer meu assentar e meu levantar”, escreveu o salmista. “De longe consideraste meu pensamento. Mediste minhas andanças e meu deitar ao comprido, e familiarizaste-te até mesmo com todos os meus caminhos.” (Salmo 139:2, 3) O fato de que Jeová está nos céus, bem distante da Terra, não evitava que soubesse o que Davi fazia ou o que ele pensava. Ele ‘mediu’, ou examinou meticulosamente, as atividades de Davi, tanto de dia como de noite, para saber de que natureza eram.
7 Quando o amor a Deus e a confiança no Seu poder de livrar induziram o jovem Davi a apresentar-se para lutar contra o gigante filisteu, Golias, Jeová sabia disso. (1 Samuel 17:32-37, 45-47) Mais tarde, quando a hostilidade de homens causou severa dor ao coração de Davi, quando a pressão era tão grande que ele deu vazão às lágrimas de noite, Davi foi consolado por saber que Jeová ouviu a sua súplica. (Salmo 6:6, 9; 55:2-5, 22) Similarmente, quando um coração cheio de gratidão levou Davi a meditar sobre Jeová durante uma noite sem sono, Jeová estava bem ciente disso. (Salmo 63:6; compare com Filipenses 4:8, 9.) Quando numa certa noite Davi observou a esposa de um vizinho banhar-se, Jeová sabia disso também, e viu o que aconteceu quando Davi, ainda que por um breve período, permitiu que o desejo pecaminoso tirasse Deus de seus pensamentos. (2 Samuel 11:2-4) Mais tarde, quando o profeta Natã foi enviado para confrontar Davi com a gravidade de seu pecado, Jeová não apenas ouviu as palavras que saíram da boca de Davi mas discerniu também o coração arrependido de onde procederam. (2 Samuel 12:1-14; Salmo 51:1, 17)
SALMO 139:3)
“Mediste minhas andanças e meu deitar ao comprido, E familiarizaste-te até mesmo com todos os meus caminhos.”
w11 1/9 p. 15 ‘Ó Jeová, tu me conheces’
Davi sabia que Jeová tem um bom motivo para observar seus adoradores. Ele escreveu: “Mediste minhas andanças e meu deitar ao comprido, e familiarizaste-te até mesmo com todos os meus caminhos.” (Versículo 3) Cada dia, Jeová vê ‘todos os nossos caminhos’ — nossos erros e nossas boas obras. Em que ele se concentra? Nas coisas boas ou nas más? O termo hebraico traduzido “mediste” pode significar “peneirar” ou “joeirar”, ou seja, livrar-se da pragana para ficar só com os preciosos grãos, assim como faz um lavrador. A expressão “familiarizaste-te” traduz uma palavra hebraica que pode significar “ter apreço”. Quando examina o que seus adoradores dizem e fazem a cada dia, Jeová retém o que é bom. Ele faz isso porque aprecia os esforços deles de agradá-lo.
w06 1/6 pp. 5-6 Deus se preocupa com os idosos
O Rei Davi — que também era imperfeito e cometeu erros — foi inspirado por Deus a escrever as seguintes palavras, registradas no Salmo 139:1-3: “Ó Jeová, tu me esquadrinhaste e me conheces. Tu mesmo chegaste a conhecer meu assentar e meu levantar. De longe consideraste meu pensamento. Mediste minhas andanças e meu deitar ao comprido, e familiarizaste-te até mesmo com todos os meus caminhos.” Nesse texto, ‘medir’ significa literalmente “peneirar”, assim como o lavrador faz para separar a casca do grão. Sob inspiração divina, Davi nos garante que Jeová sabe peneirar e preservar em sua memória nossas boas obras.
Nosso misericordioso Pai celestial se lembra de nossas boas obras — e dá valor a elas — desde que nos mantenhamos fiéis a ele. De fato, a Bíblia diz que ele consideraria uma injustiça se esquecer de nossa obra e do amor que mostramos ao seu nome. — Hebreus 6:10.
w95 1/4 pp. 12-13 pars. 12-13 Você é precioso aos olhos de Deus!
12 Jeová, de modo similar, dá valor aos nossos esforços. Lemos no Salmo 139:1-3: “Ó Jeová, tu me esquadrinhaste e me conheces. Tu mesmo chegaste a conhecer meu assentar e meu levantar. De longe consideraste meu pensamento. Mediste minhas andanças e meu deitar ao comprido, e familiarizaste-te até mesmo com todos os meus caminhos.” De modo que Jeová se apercebe de tudo o que fazemos. Mas ele está muito mais do que apenas apercebido disso. No hebraico, a frase “familiarizaste-te até mesmo com todos os meus caminhos” pode também ter o sentido de “consideraste preciosos todos os meus caminhos” ou “prezaste todos os meus caminhos”. (Note Mateus 6:19, 20.) Mas, então, como pode Jeová prezar nossos caminhos quando somos tão imperfeitos e pecaminosos?
13 É interessante que, segundo alguns eruditos, quando Davi escreveu que Jeová ‘mediu’ suas andanças e seus períodos de descanso, o hebraico significava literalmente “peneirar” ou “joeirar”. Uma obra de referência observa: “Significa . . . joeirar para eliminar toda a pragana e deixar sobrar todos os grãos — para salvar tudo o que é valioso. De modo que aqui significa que Deus como que peneirou-o. . . . Espalhou toda a pragana, ou tudo sem valor, e viu o que havia de real e substancial.” O coração que se condena talvez peneire nossos atos de modo oposto, censurando-nos impiedosamente pelos erros passados e considerando nossas realizações como não valendo nada. Mas, Jeová perdoa nossos pecados se nos arrependermos sinceramente e nos esforçarmos arduamente para não repetir nossos erros. (Salmo 103:10-14; Atos 3:19) Ele peneira e se lembra de nossas boas obras. De fato, lembra-se delas para sempre, enquanto continuarmos fiéis a ele. Acharia injusto esquecer-se delas, e ele nunca é injusto! — Hebreus 6:10.
w93 1/10 pp. 11-12 pars. 6-7 Será que Deus realmente o conhece?
6 Todas as atividades de Davi estavam expostas à vista de Jeová, e Davi sabia disso. “Tu mesmo chegaste a conhecer meu assentar e meu levantar”, escreveu o salmista. “De longe consideraste meu pensamento. Mediste minhas andanças e meu deitar ao comprido, e familiarizaste-te até mesmo com todos os meus caminhos.” (Salmo 139:2, 3) O fato de que Jeová está nos céus, bem distante da Terra, não evitava que soubesse o que Davi fazia ou o que ele pensava. Ele ‘mediu’, ou examinou meticulosamente, as atividades de Davi, tanto de dia como de noite, para saber de que natureza eram.
7 Quando o amor a Deus e a confiança no Seu poder de livrar induziram o jovem Davi a apresentar-se para lutar contra o gigante filisteu, Golias, Jeová sabia disso. (1 Samuel 17:32-37, 45-47) Mais tarde, quando a hostilidade de homens causou severa dor ao coração de Davi, quando a pressão era tão grande que ele deu vazão às lágrimas de noite, Davi foi consolado por saber que Jeová ouviu a sua súplica. (Salmo 6:6, 9; 55:2-5, 22) Similarmente, quando um coração cheio de gratidão levou Davi a meditar sobre Jeová durante uma noite sem sono, Jeová estava bem ciente disso. (Salmo 63:6; compare com Filipenses 4:8, 9.) Quando numa certa noite Davi observou a esposa de um vizinho banhar-se, Jeová sabia disso também, e viu o que aconteceu quando Davi, ainda que por um breve período, permitiu que o desejo pecaminoso tirasse Deus de seus pensamentos. (2 Samuel 11:2-4) Mais tarde, quando o profeta Natã foi enviado para confrontar Davi com a gravidade de seu pecado, Jeová não apenas ouviu as palavras que saíram da boca de Davi mas discerniu também o coração arrependido de onde procederam. (2 Samuel 12:1-14; Salmo 51:1, 17)
SALMO 139:4)
“Pois não há palavra na minha língua, Mas eis que tu, ó Jeová, já sabes de tudo.”
w14 1/4 pp. 4-5 Você deve orar?
Alguns se perguntam: ‘Se Deus sabe de tudo, até mesmo dos meus pensamentos e necessidades, para que orar?’ Essa é uma pergunta interessante. Afinal, Jesus disse que Deus ‘sabe do que necessitamos antes de lhe pedirmos’. (Mateus 6:8) O Rei Davi, do Israel antigo, sabia disso e escreveu: “Não há palavra na minha língua, mas eis que tu, ó Jeová, já sabes de tudo.” (Salmo 139:4) Então, por que precisamos orar a Deus? Para responder isso, vamos ver o que a Bíblia diz sobre a oração.
A ORAÇÃO NOS APROXIMA DE DEUS
Como vimos, a Bíblia diz que Jeová sabe de todas as coisas. (Salmo 139:6; Romanos 11:33) Sua memória é ilimitada. Mas diferentemente de um computador que só armazena dados, Deus não quer apenas conhecer fatos sobre nós. Ele está muito interessado em nossos pensamentos porque quer que nos acheguemos a ele. (Salmo 139:23, 24; Tiago 4:8) É por isso que Jesus incentivou seus seguidores a orar apesar de seu Pai conhecer bem nossas necessidades. (Mateus 6:6-8) Quanto mais conversamos com nosso Criador, mais nos aproximamos dele.
w93 1/10 p. 12 par. 8 Será que Deus realmente o conhece?
8 Visto que Deus sabe de tudo o que fazemos, não nos deve surpreender que ele saiba como usamos os membros do nosso corpo, mesmo que sejam tão pequenos como a língua. O Rei Davi deu-se conta disso, e escreveu: “Pois não há palavra na minha língua, mas eis que tu, ó Jeová, já sabes de tudo.” (Salmo 139:4) Davi sabia muito bem que os que seriam acolhidos como hóspedes na tenda de Jeová seriam pessoas que não caluniavam outros e que se recusavam a usar a língua para espalhar picantes pitadas de tagarelice que trariam vitupério sobre um conhecido íntimo. Os a quem Jeová favoreceria seriam pessoas que falassem a verdade mesmo em seus corações. (Salmo 15:1-3; Provérbios 6:16-19) Nenhum de nós consegue manter a língua sob controle perfeito, mas Davi não concluiu fracamente que nada havia que pudesse fazer para melhorar a sua situação. Ele passou muito tempo compondo e cantando salmos de louvor a Jeová. Além disso, reconhecia abertamente a sua necessidade de ajuda e pedia-a a Deus em oração. (Salmo 19:12-14)
SALMO 139:5)
“Tu me sitiaste atrás e adiante; E pões a tua mão sobre mim.”
w93 1/10 p. 12 par. 9 Será que Deus realmente o conhece?
Salmo 139:5,
w93 1/10 p. 12 par. 9 Será que Deus realmente o conhece?
9 Jeová não vê a nós ou a nossa situação apenas de uma perspectiva limitada. Ele tem o quadro inteiro, de todos os lados. Usando como exemplo uma cidade sitiada, Davi escreveu: “Tu me sitiaste atrás e adiante.” No caso de Davi, Deus não era um inimigo sitiante; ele era, sim, um vigilante guardião. “Pões a tua mão sobre mim”, acrescentou Davi, indicando assim o controle e a proteção que Deus exerce em benefício duradouro dos que o amam.
SALMO 139:6)
“[Tal] conhecimento é maravilhoso demais para mim. É tão sublime que não o posso alcançar.”
w93 1/10 p. 12 par. 9 Será que Deus realmente o conhece?
“Tal conhecimento é maravilhoso demais para mim. É tão sublime que não o posso alcançar”, reconheceu Davi. (Salmo 139:5, 6) Deus conhece seus servos de maneira tão completa, tão cabal, que não podemos compreender isso plenamente. Mas sabemos o necessário para confiar que Jeová realmente nos entende e que a ajuda que ele proporciona é a melhor de todas. — Isaías 48:17, 18.
SALMO 139:7)
“Para onde posso ir do teu espírito E para onde posso fugir da tua face?”
w11 1/8 p. 27 Deus mora em todos os lugares?
O que dizer dos textos da Bíblia que parecem indicar que Deus está presente em todos os lugares? Por exemplo, o Salmo 139:7-10, em que Davi disse sobre Deus: “Para onde posso ir do teu espírito e para onde posso fugir da tua face? Se eu subisse ao céu, lá estarias tu; e se eu fizesse meu leito no Seol, eis que lá estarias tu! Se eu tomasse as asas da alva para residir no mar mais remoto, também ali me guiaria a tua própria mão.” Será que esses versículos querem dizer que Deus na verdade é onipresente, morando em cada um desses lugares mencionados?
Note que Davi perguntou primeiro: “Para onde posso ir do teu espírito?” Por meio de seu espírito santo, Deus pode ver tudo e usar seu poder em todos os lugares, sem ir literalmente a esses lugares ou morar neles. Para ilustrar: Em anos recentes os cientistas conseguiram examinar o solo do planeta Marte, a milhões de quilômetros da Terra. Como? Não por ir até lá, mas por estudar fotos detalhadas e outras informações transmitidas para a Terra por meio de sondas enviadas à superfície de Marte.
De maneira similar, Jeová Deus não precisa estar em todos os lugares, ou ser onipresente, para saber o que está acontecendo em qualquer parte do Universo. A Palavra de Deus diz: “Não há criação que não esteja manifesta à sua vista.” (Hebreus 4:13) Realmente, a força ativa de Jeová, ou seu espírito santo, pode estar em todos os lugares, permitindo que ele veja tudo e realize seu propósito de um local fixo, sua “santa habitação” nos céus. — Deuteronômio 26:15.
g 4/11 pp. 28-29 Deus está em todo lugar?
O salmista escreveu: “Para onde posso ir do teu espírito e para onde posso fugir da tua face? Se eu subisse ao céu, lá estarias tu; e se eu fizesse meu leito no Seol, eis que lá estarias tu!” — Salmo 139:7-10.
Para entender o efeito abrangente do espírito santo de Deus, pense no Sol. Ele está num lugar específico, mas distribui energia a uma enorme parte da Terra. De modo similar, Jeová Deus tem um lugar de morada. Mas ele pode realizar sua vontade em qualquer parte do Universo. Além disso, pode usar seu espírito santo para saber o que está acontecendo em qualquer lugar, a qualquer hora. É por isso que 2 Crônicas 16:9 diz: “Quanto a Jeová, seus olhos percorrem toda a terra, para mostrar a sua força a favor daqueles cujo coração é pleno para com ele.”
w93 1/10 pp. 12-14 Será que Deus realmente o conhece?
Onde quer que estejamos, Deus pode nos ajudar
10 Encarando o cuidado amoroso de Jeová de ainda outro ângulo, o salmista continua: “Para onde posso ir do teu espírito e para onde posso fugir da tua face?” Ele não desejava tentar se afastar de Jeová; ao contrário, sabia que, onde quer que estivesse, Jeová saberia disso e, por meio do espírito santo, poderia ajudá-lo. “Se eu subisse ao céu”, continuou ele, “lá estarias tu; e se eu fizesse meu leito no Seol, eis que lá estarias tu! Se eu tomasse as asas da alva para residir no mar mais remoto, também ali me guiaria a tua própria mão e me seguraria a tua direita. E se eu dissesse: ‘Seguramente a própria escuridão me pegará às pressas!’ então a noite seria luz ao meu redor. Até mesmo a escuridão não se mostraria escura demais para ti, mas a própria noite se iluminaria como o dia; a escuridão bem poderia ser a luz”. (Salmo 139:7-12) Não existe lugar a que possamos ir, circunstância alguma que possamos enfrentar, que nos poria fora da vista de Jeová ou fora do alcance do seu espírito para nos ajudar.
11 Certa vez o profeta Jonas perdeu isso de vista. Jeová o designara a pregar às pessoas de Nínive. Por alguma razão, ele achava que não poderia cuidar dessa designação. Talvez por causa da reputação de ferocidade dos assírios, a idéia de servir em Nínive amedrontou Jonas. De modo que ele tentou fugir de cena. No porto marítimo de Jope, ele adquiriu uma passagem num navio que ia para Társis (geralmente associado com a Espanha, a mais de 3.500 quilômetros a oeste de Nínive). Não obstante, Jeová viu-o embarcar no navio e ir dormir no porão. Deus também sabia onde Jonas estava quando, depois, foi lançado para fora do navio, e Jeová ouviu Jonas quando este prometeu de dentro da barriga do grande peixe que pagaria seus votos. Devolvido a terra seca, Jonas recebeu uma nova oportunidade de cumprir a sua designação. — Jonas 1:3, 17; 2:1-3:4.
12 Quão melhor teria sido para Jonas se desde o início tivesse confiado no espírito de Jeová para ajudá-lo a cumprir a sua designação! Mais tarde, porém, Jonas humildemente registrou a sua experiência, e esse registro ajudou a muitos desde então a manifestar a confiança em Jeová que para Jonas parecia ser tão difícil adquirir. — Romanos 15:4.
13 A experiência de Elias foi um tanto diferente. Ele havia transmitido fielmente o decreto de Jeová de que Israel sofreria uma seca como castigo pelos seus pecados. (1 Reis 16:30-33; 17:1) Havia apoiado destemidamente a adoração verdadeira na disputa entre Jeová e Baal, no monte Carmelo. E levou a cabo a sua missão, com a execução de 450 profetas de Baal no vale da torrente de Quisom. Mas quando a furiosa Rainha Jezabel prometeu solenemente matar Elias, este fugiu do país. (1 Reis 18:18-40; 19:1-4) Estava Jeová lá para ajudá-lo nessa ocasião difícil? Sim, deveras. Se Elias tivesse subido uma alta montanha, como que ao céu; se tivesse se escondido numa caverna bem nas entranhas da terra, como que no Seol; se tivesse fugido para alguma ilha remota à velocidade da luz da aurora que se espalha pela Terra — a mão de Jeová estaria lá para fortalecê-lo e conduzi-lo. (Compare com Romanos 8:38, 39.) E Jeová realmente fortaleceu a Elias, não apenas com alimentos para a jornada, mas também com demonstrações maravilhosas de Sua força ativa. Assim fortalecido, Elias tomou o encargo de sua próxima designação profética. — 1 Reis 19:5-18.
14 As palavras proféticas do Salmo 139:7-12 não significam que Deus seja onipresente, que esteja pessoalmente presente em todos os lugares em todos os momentos. As Escrituras mostram claramente que não é assim. (Deuteronômio 26:15; Hebreus 9:24) Todavia, seus servos jamais estão fora de seu alcance. É assim no caso daqueles cujas designações teocráticas os levaram a lugares distantes. Foi assim com as Testemunhas leais nos campos de concentração nazistas durante a Segunda Guerra Mundial, e com os missionários mantidos em prisão solitária na China, em fins dos anos 50 e começo dos 60. Foi assim com os nossos queridos irmãos e irmãs num país centro-africano que tiveram de fugir repetidas vezes de suas aldeias, e até mesmo do país. Se preciso for, Jeová pode alcançar o próprio Seol, a sepultura comum, e trazer os fiéis de volta por meio da ressurreição. — Jó 14:13-15; Lucas 20:37, 38.
SALMO 139:8)
“Se eu subisse ao céu, lá estarias tu; E se eu fizesse meu leito no Seol, eis que [lá estarias] tu!”
w11 1/8 p. 27 Deus mora em todos os lugares?
O que dizer dos textos da Bíblia que parecem indicar que Deus está presente em todos os lugares? Por exemplo, o Salmo 139:7-10, em que Davi disse sobre Deus: “Para onde posso ir do teu espírito e para onde posso fugir da tua face? Se eu subisse ao céu, lá estarias tu; e se eu fizesse meu leito no Seol, eis que lá estarias tu! Se eu tomasse as asas da alva para residir no mar mais remoto, também ali me guiaria a tua própria mão.” Será que esses versículos querem dizer que Deus na verdade é onipresente, morando em cada um desses lugares mencionados?
Note que Davi perguntou primeiro: “Para onde posso ir do teu espírito?” Por meio de seu espírito santo, Deus pode ver tudo e usar seu poder em todos os lugares, sem ir literalmente a esses lugares ou morar neles. Para ilustrar: Em anos recentes os cientistas conseguiram examinar o solo do planeta Marte, a milhões de quilômetros da Terra. Como? Não por ir até lá, mas por estudar fotos detalhadas e outras informações transmitidas para a Terra por meio de sondas enviadas à superfície de Marte.
De maneira similar, Jeová Deus não precisa estar em todos os lugares, ou ser onipresente, para saber o que está acontecendo em qualquer parte do Universo. A Palavra de Deus diz: “Não há criação que não esteja manifesta à sua vista.” (Hebreus 4:13) Realmente, a força ativa de Jeová, ou seu espírito santo, pode estar em todos os lugares, permitindo que ele veja tudo e realize seu propósito de um local fixo, sua “santa habitação” nos céus. — Deuteronômio 26:15.
w93 1/10 pp. 12-14 Será que Deus realmente o conhece?
Onde quer que estejamos, Deus pode nos ajudar
10 Encarando o cuidado amoroso de Jeová de ainda outro ângulo, o salmista continua: “Para onde posso ir do teu espírito e para onde posso fugir da tua face?” Ele não desejava tentar se afastar de Jeová; ao contrário, sabia que, onde quer que estivesse, Jeová saberia disso e, por meio do espírito santo, poderia ajudá-lo. “Se eu subisse ao céu”, continuou ele, “lá estarias tu; e se eu fizesse meu leito no Seol, eis que lá estarias tu! Se eu tomasse as asas da alva para residir no mar mais remoto, também ali me guiaria a tua própria mão e me seguraria a tua direita. E se eu dissesse: ‘Seguramente a própria escuridão me pegará às pressas!’ então a noite seria luz ao meu redor. Até mesmo a escuridão não se mostraria escura demais para ti, mas a própria noite se iluminaria como o dia; a escuridão bem poderia ser a luz”. (Salmo 139:7-12) Não existe lugar a que possamos ir, circunstância alguma que possamos enfrentar, que nos poria fora da vista de Jeová ou fora do alcance do seu espírito para nos ajudar.
11 Certa vez o profeta Jonas perdeu isso de vista. Jeová o designara a pregar às pessoas de Nínive. Por alguma razão, ele achava que não poderia cuidar dessa designação. Talvez por causa da reputação de ferocidade dos assírios, a idéia de servir em Nínive amedrontou Jonas. De modo que ele tentou fugir de cena. No porto marítimo de Jope, ele adquiriu uma passagem num navio que ia para Társis (geralmente associado com a Espanha, a mais de 3.500 quilômetros a oeste de Nínive). Não obstante, Jeová viu-o embarcar no navio e ir dormir no porão. Deus também sabia onde Jonas estava quando, depois, foi lançado para fora do navio, e Jeová ouviu Jonas quando este prometeu de dentro da barriga do grande peixe que pagaria seus votos. Devolvido a terra seca, Jonas recebeu uma nova oportunidade de cumprir a sua designação. — Jonas 1:3, 17; 2:1-3:4.
12 Quão melhor teria sido para Jonas se desde o início tivesse confiado no espírito de Jeová para ajudá-lo a cumprir a sua designação! Mais tarde, porém, Jonas humildemente registrou a sua experiência, e esse registro ajudou a muitos desde então a manifestar a confiança em Jeová que para Jonas parecia ser tão difícil adquirir. — Romanos 15:4.
13 A experiência de Elias foi um tanto diferente. Ele havia transmitido fielmente o decreto de Jeová de que Israel sofreria uma seca como castigo pelos seus pecados. (1 Reis 16:30-33; 17:1) Havia apoiado destemidamente a adoração verdadeira na disputa entre Jeová e Baal, no monte Carmelo. E levou a cabo a sua missão, com a execução de 450 profetas de Baal no vale da torrente de Quisom. Mas quando a furiosa Rainha Jezabel prometeu solenemente matar Elias, este fugiu do país. (1 Reis 18:18-40; 19:1-4) Estava Jeová lá para ajudá-lo nessa ocasião difícil? Sim, deveras. Se Elias tivesse subido uma alta montanha, como que ao céu; se tivesse se escondido numa caverna bem nas entranhas da terra, como que no Seol; se tivesse fugido para alguma ilha remota à velocidade da luz da aurora que se espalha pela Terra — a mão de Jeová estaria lá para fortalecê-lo e conduzi-lo. (Compare com Romanos 8:38, 39.) E Jeová realmente fortaleceu a Elias, não apenas com alimentos para a jornada, mas também com demonstrações maravilhosas de Sua força ativa. Assim fortalecido, Elias tomou o encargo de sua próxima designação profética. — 1 Reis 19:5-18.
14 As palavras proféticas do Salmo 139:7-12 não significam que Deus seja onipresente, que esteja pessoalmente presente em todos os lugares em todos os momentos. As Escrituras mostram claramente que não é assim. (Deuteronômio 26:15; Hebreus 9:24) Todavia, seus servos jamais estão fora de seu alcance. É assim no caso daqueles cujas designações teocráticas os levaram a lugares distantes. Foi assim com as Testemunhas leais nos campos de concentração nazistas durante a Segunda Guerra Mundial, e com os missionários mantidos em prisão solitária na China, em fins dos anos 50 e começo dos 60. Foi assim com os nossos queridos irmãos e irmãs num país centro-africano que tiveram de fugir repetidas vezes de suas aldeias, e até mesmo do país. Se preciso for, Jeová pode alcançar o próprio Seol, a sepultura comum, e trazer os fiéis de volta por meio da ressurreição. — Jó 14:13-15; Lucas 20:37, 38.
SALMO 139:9)
“Se eu tomasse as asas da alva Para residir no mar mais remoto,”
w11 1/8 p. 27 Deus mora em todos os lugares?
O que dizer dos textos da Bíblia que parecem indicar que Deus está presente em todos os lugares? Por exemplo, o Salmo 139:7-10, em que Davi disse sobre Deus: “Para onde posso ir do teu espírito e para onde posso fugir da tua face? Se eu subisse ao céu, lá estarias tu; e se eu fizesse meu leito no Seol, eis que lá estarias tu! Se eu tomasse as asas da alva para residir no mar mais remoto, também ali me guiaria a tua própria mão.” Será que esses versículos querem dizer que Deus na verdade é onipresente, morando em cada um desses lugares mencionados?
Note que Davi perguntou primeiro: “Para onde posso ir do teu espírito?” Por meio de seu espírito santo, Deus pode ver tudo e usar seu poder em todos os lugares, sem ir literalmente a esses lugares ou morar neles. Para ilustrar: Em anos recentes os cientistas conseguiram examinar o solo do planeta Marte, a milhões de quilômetros da Terra. Como? Não por ir até lá, mas por estudar fotos detalhadas e outras informações transmitidas para a Terra por meio de sondas enviadas à superfície de Marte.
De maneira similar, Jeová Deus não precisa estar em todos os lugares, ou ser onipresente, para saber o que está acontecendo em qualquer parte do Universo. A Palavra de Deus diz: “Não há criação que não esteja manifesta à sua vista.” (Hebreus 4:13) Realmente, a força ativa de Jeová, ou seu espírito santo, pode estar em todos os lugares, permitindo que ele veja tudo e realize seu propósito de um local fixo, sua “santa habitação” nos céus. — Deuteronômio 26:15.
w93 1/10 pp. 13-14 pars. 10-14 Será que Deus realmente o conhece?
Se eu tomasse as asas da alva para residir no mar mais remoto, também ali me guiaria a tua própria mão e me seguraria a tua direita. E se eu dissesse: ‘Seguramente a própria escuridão me pegará às pressas!’ então a noite seria luz ao meu redor. Até mesmo a escuridão não se mostraria escura demais para ti, mas a própria noite se iluminaria como o dia; a escuridão bem poderia ser a luz”. (Salmo 139:7-12) Não existe lugar a que possamos ir, circunstância alguma que possamos enfrentar, que nos poria fora da vista de Jeová ou fora do alcance do seu espírito para nos ajudar.
11 Certa vez o profeta Jonas perdeu isso de vista. Jeová o designara a pregar às pessoas de Nínive. Por alguma razão, ele achava que não poderia cuidar dessa designação. Talvez por causa da reputação de ferocidade dos assírios, a idéia de servir em Nínive amedrontou Jonas. De modo que ele tentou fugir de cena. No porto marítimo de Jope, ele adquiriu uma passagem num navio que ia para Társis (geralmente associado com a Espanha, a mais de 3.500 quilômetros a oeste de Nínive). Não obstante, Jeová viu-o embarcar no navio e ir dormir no porão. Deus também sabia onde Jonas estava quando, depois, foi lançado para fora do navio, e Jeová ouviu Jonas quando este prometeu de dentro da barriga do grande peixe que pagaria seus votos. Devolvido a terra seca, Jonas recebeu uma nova oportunidade de cumprir a sua designação. — Jonas 1:3, 17; 2:1-3:4.
12 Quão melhor teria sido para Jonas se desde o início tivesse confiado no espírito de Jeová para ajudá-lo a cumprir a sua designação! Mais tarde, porém, Jonas humildemente registrou a sua experiência, e esse registro ajudou a muitos desde então a manifestar a confiança em Jeová que para Jonas parecia ser tão difícil adquirir. — Romanos 15:4.
13 A experiência de Elias foi um tanto diferente. Ele havia transmitido fielmente o decreto de Jeová de que Israel sofreria uma seca como castigo pelos seus pecados. (1 Reis 16:30-33; 17:1) Havia apoiado destemidamente a adoração verdadeira na disputa entre Jeová e Baal, no monte Carmelo. E levou a cabo a sua missão, com a execução de 450 profetas de Baal no vale da torrente de Quisom. Mas quando a furiosa Rainha Jezabel prometeu solenemente matar Elias, este fugiu do país. (1 Reis 18:18-40; 19:1-4) Estava Jeová lá para ajudá-lo nessa ocasião difícil? Sim, deveras. Se Elias tivesse subido uma alta montanha, como que ao céu; se tivesse se escondido numa caverna bem nas entranhas da terra, como que no Seol; se tivesse fugido para alguma ilha remota à velocidade da luz da aurora que se espalha pela Terra — a mão de Jeová estaria lá para fortalecê-lo e conduzi-lo. (Compare com Romanos 8:38, 39.) E Jeová realmente fortaleceu a Elias, não apenas com alimentos para a jornada, mas também com demonstrações maravilhosas de Sua força ativa. Assim fortalecido, Elias tomou o encargo de sua próxima designação profética. — 1 Reis 19:5-18.
14 As palavras proféticas do Salmo 139:7-12 não significam que Deus seja onipresente, que esteja pessoalmente presente em todos os lugares em todos os momentos. As Escrituras mostram claramente que não é assim. (Deuteronômio 26:15; Hebreus 9:24) Todavia, seus servos jamais estão fora de seu alcance. É assim no caso daqueles cujas designações teocráticas os levaram a lugares distantes. Foi assim com as Testemunhas leais nos campos de concentração nazistas durante a Segunda Guerra Mundial, e com os missionários mantidos em prisão solitária na China, em fins dos anos 50 e começo dos 60. Foi assim com os nossos queridos irmãos e irmãs num país centro-africano que tiveram de fugir repetidas vezes de suas aldeias, e até mesmo do país. Se preciso for, Jeová pode alcançar o próprio Seol, a sepultura comum, e trazer os fiéis de volta por meio da ressurreição. — Jó 14:13-15; Lucas 20:37, 38.
SALMO 139:10)
“Também ali me guiaria a tua própria mão E me seguraria a tua direita.”
w11 1/8 p. 27 Deus mora em todos os lugares?
O que dizer dos textos da Bíblia que parecem indicar que Deus está presente em todos os lugares? Por exemplo, o Salmo 139:7-10, em que Davi disse sobre Deus: “Para onde posso ir do teu espírito e para onde posso fugir da tua face? Se eu subisse ao céu, lá estarias tu; e se eu fizesse meu leito no Seol, eis que lá estarias tu! Se eu tomasse as asas da alva para residir no mar mais remoto, também ali me guiaria a tua própria mão.” Será que esses versículos querem dizer que Deus na verdade é onipresente, morando em cada um desses lugares mencionados?
Note que Davi perguntou primeiro: “Para onde posso ir do teu espírito?” Por meio de seu espírito santo, Deus pode ver tudo e usar seu poder em todos os lugares, sem ir literalmente a esses lugares ou morar neles. Para ilustrar: Em anos recentes os cientistas conseguiram examinar o solo do planeta Marte, a milhões de quilômetros da Terra. Como? Não por ir até lá, mas por estudar fotos detalhadas e outras informações transmitidas para a Terra por meio de sondas enviadas à superfície de Marte.
De maneira similar, Jeová Deus não precisa estar em todos os lugares, ou ser onipresente, para saber o que está acontecendo em qualquer parte do Universo. A Palavra de Deus diz: “Não há criação que não esteja manifesta à sua vista.” (Hebreus 4:13) Realmente, a força ativa de Jeová, ou seu espírito santo, pode estar em todos os lugares, permitindo que ele veja tudo e realize seu propósito de um local fixo, sua “santa habitação” nos céus. — Deuteronômio 26:15.
w93 1/10 pp. 13-14 pars. 10-14 Será que Deus realmente o conhece?
Se eu tomasse as asas da alva para residir no mar mais remoto, também ali me guiaria a tua própria mão e me seguraria a tua direita. E se eu dissesse: ‘Seguramente a própria escuridão me pegará às pressas!’ então a noite seria luz ao meu redor. Até mesmo a escuridão não se mostraria escura demais para ti, mas a própria noite se iluminaria como o dia; a escuridão bem poderia ser a luz”. (Salmo 139:7-12) Não existe lugar a que possamos ir, circunstância alguma que possamos enfrentar, que nos poria fora da vista de Jeová ou fora do alcance do seu espírito para nos ajudar.
11 Certa vez o profeta Jonas perdeu isso de vista. Jeová o designara a pregar às pessoas de Nínive. Por alguma razão, ele achava que não poderia cuidar dessa designação. Talvez por causa da reputação de ferocidade dos assírios, a idéia de servir em Nínive amedrontou Jonas. De modo que ele tentou fugir de cena. No porto marítimo de Jope, ele adquiriu uma passagem num navio que ia para Társis (geralmente associado com a Espanha, a mais de 3.500 quilômetros a oeste de Nínive). Não obstante, Jeová viu-o embarcar no navio e ir dormir no porão. Deus também sabia onde Jonas estava quando, depois, foi lançado para fora do navio, e Jeová ouviu Jonas quando este prometeu de dentro da barriga do grande peixe que pagaria seus votos. Devolvido a terra seca, Jonas recebeu uma nova oportunidade de cumprir a sua designação. — Jonas 1:3, 17; 2:1-3:4.
12 Quão melhor teria sido para Jonas se desde o início tivesse confiado no espírito de Jeová para ajudá-lo a cumprir a sua designação! Mais tarde, porém, Jonas humildemente registrou a sua experiência, e esse registro ajudou a muitos desde então a manifestar a confiança em Jeová que para Jonas parecia ser tão difícil adquirir. — Romanos 15:4.
13 A experiência de Elias foi um tanto diferente. Ele havia transmitido fielmente o decreto de Jeová de que Israel sofreria uma seca como castigo pelos seus pecados. (1 Reis 16:30-33; 17:1) Havia apoiado destemidamente a adoração verdadeira na disputa entre Jeová e Baal, no monte Carmelo. E levou a cabo a sua missão, com a execução de 450 profetas de Baal no vale da torrente de Quisom. Mas quando a furiosa Rainha Jezabel prometeu solenemente matar Elias, este fugiu do país. (1 Reis 18:18-40; 19:1-4) Estava Jeová lá para ajudá-lo nessa ocasião difícil? Sim, deveras. Se Elias tivesse subido uma alta montanha, como que ao céu; se tivesse se escondido numa caverna bem nas entranhas da terra, como que no Seol; se tivesse fugido para alguma ilha remota à velocidade da luz da aurora que se espalha pela Terra — a mão de Jeová estaria lá para fortalecê-lo e conduzi-lo. (Compare com Romanos 8:38, 39.) E Jeová realmente fortaleceu a Elias, não apenas com alimentos para a jornada, mas também com demonstrações maravilhosas de Sua força ativa. Assim fortalecido, Elias tomou o encargo de sua próxima designação profética. — 1 Reis 19:5-18.
14 As palavras proféticas do Salmo 139:7-12 não significam que Deus seja onipresente, que esteja pessoalmente presente em todos os lugares em todos os momentos. As Escrituras mostram claramente que não é assim. (Deuteronômio 26:15; Hebreus 9:24) Todavia, seus servos jamais estão fora de seu alcance. É assim no caso daqueles cujas designações teocráticas os levaram a lugares distantes. Foi assim com as Testemunhas leais nos campos de concentração nazistas durante a Segunda Guerra Mundial, e com os missionários mantidos em prisão solitária na China, em fins dos anos 50 e começo dos 60. Foi assim com os nossos queridos irmãos e irmãs num país centro-africano que tiveram de fugir repetidas vezes de suas aldeias, e até mesmo do país. Se preciso for, Jeová pode alcançar o próprio Seol, a sepultura comum, e trazer os fiéis de volta por meio da ressurreição. — Jó 14:13-15; Lucas 20:37, 38.
SALMO 139:11)
“E se eu dissesse: “Seguramente a própria escuridão me pegará às pressas!” Então a noite seria luz ao meu redor.”
w93 1/10 pp. 13-14 pars. 10-14 Será que Deus realmente o conhece?
Se eu tomasse as asas da alva para residir no mar mais remoto, também ali me guiaria a tua própria mão e me seguraria a tua direita. E se eu dissesse: ‘Seguramente a própria escuridão me pegará às pressas!’ então a noite seria luz ao meu redor. Até mesmo a escuridão não se mostraria escura demais para ti, mas a própria noite se iluminaria como o dia; a escuridão bem poderia ser a luz”. (Salmo 139:7-12) Não existe lugar a que possamos ir, circunstância alguma que possamos enfrentar, que nos poria fora da vista de Jeová ou fora do alcance do seu espírito para nos ajudar.
11 Certa vez o profeta Jonas perdeu isso de vista. Jeová o designara a pregar às pessoas de Nínive. Por alguma razão, ele achava que não poderia cuidar dessa designação. Talvez por causa da reputação de ferocidade dos assírios, a idéia de servir em Nínive amedrontou Jonas. De modo que ele tentou fugir de cena. No porto marítimo de Jope, ele adquiriu uma passagem num navio que ia para Társis (geralmente associado com a Espanha, a mais de 3.500 quilômetros a oeste de Nínive). Não obstante, Jeová viu-o embarcar no navio e ir dormir no porão. Deus também sabia onde Jonas estava quando, depois, foi lançado para fora do navio, e Jeová ouviu Jonas quando este prometeu de dentro da barriga do grande peixe que pagaria seus votos. Devolvido a terra seca, Jonas recebeu uma nova oportunidade de cumprir a sua designação. — Jonas 1:3, 17; 2:1-3:4.
12 Quão melhor teria sido para Jonas se desde o início tivesse confiado no espírito de Jeová para ajudá-lo a cumprir a sua designação! Mais tarde, porém, Jonas humildemente registrou a sua experiência, e esse registro ajudou a muitos desde então a manifestar a confiança em Jeová que para Jonas parecia ser tão difícil adquirir. — Romanos 15:4.
13 A experiência de Elias foi um tanto diferente. Ele havia transmitido fielmente o decreto de Jeová de que Israel sofreria uma seca como castigo pelos seus pecados. (1 Reis 16:30-33; 17:1) Havia apoiado destemidamente a adoração verdadeira na disputa entre Jeová e Baal, no monte Carmelo. E levou a cabo a sua missão, com a execução de 450 profetas de Baal no vale da torrente de Quisom. Mas quando a furiosa Rainha Jezabel prometeu solenemente matar Elias, este fugiu do país. (1 Reis 18:18-40; 19:1-4) Estava Jeová lá para ajudá-lo nessa ocasião difícil? Sim, deveras. Se Elias tivesse subido uma alta montanha, como que ao céu; se tivesse se escondido numa caverna bem nas entranhas da terra, como que no Seol; se tivesse fugido para alguma ilha remota à velocidade da luz da aurora que se espalha pela Terra — a mão de Jeová estaria lá para fortalecê-lo e conduzi-lo. (Compare com Romanos 8:38, 39.) E Jeová realmente fortaleceu a Elias, não apenas com alimentos para a jornada, mas também com demonstrações maravilhosas de Sua força ativa. Assim fortalecido, Elias tomou o encargo de sua próxima designação profética. — 1 Reis 19:5-18.
14 As palavras proféticas do Salmo 139:7-12 não significam que Deus seja onipresente, que esteja pessoalmente presente em todos os lugares em todos os momentos. As Escrituras mostram claramente que não é assim. (Deuteronômio 26:15; Hebreus 9:24) Todavia, seus servos jamais estão fora de seu alcance. É assim no caso daqueles cujas designações teocráticas os levaram a lugares distantes. Foi assim com as Testemunhas leais nos campos de concentração nazistas durante a Segunda Guerra Mundial, e com os missionários mantidos em prisão solitária na China, em fins dos anos 50 e começo dos 60. Foi assim com os nossos queridos irmãos e irmãs num país centro-africano que tiveram de fugir repetidas vezes de suas aldeias, e até mesmo do país. Se preciso for, Jeová pode alcançar o próprio Seol, a sepultura comum, e trazer os fiéis de volta por meio da ressurreição. — Jó 14:13-15; Lucas 20:37, 38.
SALMO 139:12)
“Até mesmo a escuridão não se mostraria escura demais para ti, Mas a própria noite se iluminaria como o dia; A escuridão bem poderia ser a luz.”
w93 1/10 pp. 13-14 pars. 10-14 Será que Deus realmente o conhece?
Se eu tomasse as asas da alva para residir no mar mais remoto, também ali me guiaria a tua própria mão e me seguraria a tua direita. E se eu dissesse: ‘Seguramente a própria escuridão me pegará às pressas!’ então a noite seria luz ao meu redor. Até mesmo a escuridão não se mostraria escura demais para ti, mas a própria noite se iluminaria como o dia; a escuridão bem poderia ser a luz”. (Salmo 139:7-12) Não existe lugar a que possamos ir, circunstância alguma que possamos enfrentar, que nos poria fora da vista de Jeová ou fora do alcance do seu espírito para nos ajudar.
11 Certa vez o profeta Jonas perdeu isso de vista. Jeová o designara a pregar às pessoas de Nínive. Por alguma razão, ele achava que não poderia cuidar dessa designação. Talvez por causa da reputação de ferocidade dos assírios, a idéia de servir em Nínive amedrontou Jonas. De modo que ele tentou fugir de cena. No porto marítimo de Jope, ele adquiriu uma passagem num navio que ia para Társis (geralmente associado com a Espanha, a mais de 3.500 quilômetros a oeste de Nínive). Não obstante, Jeová viu-o embarcar no navio e ir dormir no porão. Deus também sabia onde Jonas estava quando, depois, foi lançado para fora do navio, e Jeová ouviu Jonas quando este prometeu de dentro da barriga do grande peixe que pagaria seus votos. Devolvido a terra seca, Jonas recebeu uma nova oportunidade de cumprir a sua designação. — Jonas 1:3, 17; 2:1-3:4.
12 Quão melhor teria sido para Jonas se desde o início tivesse confiado no espírito de Jeová para ajudá-lo a cumprir a sua designação! Mais tarde, porém, Jonas humildemente registrou a sua experiência, e esse registro ajudou a muitos desde então a manifestar a confiança em Jeová que para Jonas parecia ser tão difícil adquirir. — Romanos 15:4.
13 A experiência de Elias foi um tanto diferente. Ele havia transmitido fielmente o decreto de Jeová de que Israel sofreria uma seca como castigo pelos seus pecados. (1 Reis 16:30-33; 17:1) Havia apoiado destemidamente a adoração verdadeira na disputa entre Jeová e Baal, no monte Carmelo. E levou a cabo a sua missão, com a execução de 450 profetas de Baal no vale da torrente de Quisom. Mas quando a furiosa Rainha Jezabel prometeu solenemente matar Elias, este fugiu do país. (1 Reis 18:18-40; 19:1-4) Estava Jeová lá para ajudá-lo nessa ocasião difícil? Sim, deveras. Se Elias tivesse subido uma alta montanha, como que ao céu; se tivesse se escondido numa caverna bem nas entranhas da terra, como que no Seol; se tivesse fugido para alguma ilha remota à velocidade da luz da aurora que se espalha pela Terra — a mão de Jeová estaria lá para fortalecê-lo e conduzi-lo. (Compare com Romanos 8:38, 39.) E Jeová realmente fortaleceu a Elias, não apenas com alimentos para a jornada, mas também com demonstrações maravilhosas de Sua força ativa. Assim fortalecido, Elias tomou o encargo de sua próxima designação profética. — 1 Reis 19:5-18.
14 As palavras proféticas do Salmo 139:7-12 não significam que Deus seja onipresente, que esteja pessoalmente presente em todos os lugares em todos os momentos. As Escrituras mostram claramente que não é assim. (Deuteronômio 26:15; Hebreus 9:24) Todavia, seus servos jamais estão fora de seu alcance. É assim no caso daqueles cujas designações teocráticas os levaram a lugares distantes. Foi assim com as Testemunhas leais nos campos de concentração nazistas durante a Segunda Guerra Mundial, e com os missionários mantidos em prisão solitária na China, em fins dos anos 50 e começo dos 60. Foi assim com os nossos queridos irmãos e irmãs num país centro-africano que tiveram de fugir repetidas vezes de suas aldeias, e até mesmo do país. Se preciso for, Jeová pode alcançar o próprio Seol, a sepultura comum, e trazer os fiéis de volta por meio da ressurreição. — Jó 14:13-15; Lucas 20:37, 38.
SALMO 139:13)
“Pois tu mesmo produziste meus rins; Mantiveste-me abrigado no ventre de minha mãe.”
w07 15/6 pp. 21-22 Fomos ‘feitos maravilhosamente’
Nosso maravilhoso desenvolvimento físico
5 “Tu mesmo produziste meus rins; mantiveste-me abrigado no ventre de minha mãe.” (Salmo 139:13) Todos nós iniciamos a vida dentro do corpo de nossa mãe como única célula, menor do que o ponto no final desta sentença. Essa célula microscópica era extremamente complexa — um laboratório químico em miniatura. Ela cresceu bem depressa. No fim do segundo mês no útero, os órgãos principais já haviam se formado. Entre eles os rins. Quando você nasceu, os rins já estavam prontos para filtrar o sangue — removendo as toxinas e o excesso de água, retendo, porém, substâncias úteis. Seus dois rins, caso sejam sadios, filtram a água do sangue — cerca de cinco litros num adulto — a cada 45 minutos!
6 Seus rins também ajudam a controlar o teor mineral do sangue, bem como sua acidez e pressão. Eles realizam muitas outras funções vitais, como converter vitamina D em uma forma ativa necessária para o adequado desenvolvimento dos ossos e a produção do hormônio eritropoetina, que estimula a produção de glóbulos vermelhos nos ossos. Não é de admirar que os rins tenham sido chamados de “mestres químicos do corpo”.
w93 1/10 p. 14 Será que Deus realmente o conhece?
Aquele que realmente nos entende
15 Sob inspiração, o salmista chama atenção ao fato de que o conhecimento de Deus sobre nós precede até mesmo ao tempo de nosso nascimento, dizendo: “Pois tu mesmo produziste meus rins; mantiveste-me abrigado no ventre de minha mãe. Elogiar-te-ei porque fui feito maravilhosamente, dum modo atemorizante. Teus trabalhos são maravilhosos, de que minha alma está bem apercebida.” (Salmo 139:13, 14) A combinação de genes de nosso pai e de nossa mãe por ocasião da concepção produz o padrão que influencia profundamente o nosso potencial físico e mental. Deus entende esse potencial. Neste salmo faz-se menção especial aos rins, freqüentemente usados nas Escrituras como símbolo dos aspectos mais íntimos de nossa personalidade. (Salmo 7:9; Jeremias 17:10) Jeová sabe desses detalhes a nosso respeito desde antes de nascermos. É ele também que, com preocupação amorosa, projetou o corpo humano de modo que uma célula fertilizada dentro do útero da mãe produzisse um alojamento protetor para ‘abrigar’ o embrião e protegê-lo à medida que se desenvolvesse.
g91 22/11 p. 3 A Bíblia já combatia a doença antes da ciência
O corpo humano era assombroso para o salmista da antiguidade, e, a respeito deste, ele escreveu: “Pois tu [Jeová] produziste meus rins; mantiveste-me abrigado no ventre de minha mãe. Elogiar-te-ei porque fui feito maravilhosamente, dum modo atemorizante. Teus trabalhos são maravilhosos, de que minha alma está bem apercebida. Meus ossos não te estavam ocultos quando fui feito às escondidas, quando fui tecido nas partes mais baixas da terra. Teus olhos viram até mesmo meu embrião, e todas as suas partes estavam assentadas por escrito no teu livro, referente aos dias em que foram formadas, e ainda não havia nem sequer uma entre elas.” — Salmo 139:13-16.
Embora o embrião esteja separado e protegido na escuridão do útero, Jeová vê sua formação e o crescimento dos ossos. No caso Dele, “a escuridão bem poderia ser a luz”. (Verso 12) Não existe nada oculto de Jeová. Em sentido médico, o embrião está protegido da mãe pela placenta, e, assim sendo, não é rejeitado como corpo estranho. No entanto, a verdade expressa por este salmo não é médica, e sim espiritual, a saber, que Jeová vê tudo, mesmo na escuridão do útero.
Desde o momento da concepção, ‘todas as partes do nosso corpo estão assentadas por escrito’ no código genético do óvulo fecundado, no útero da mãe. Também o momento certo, ‘referente aos dias em que as partes deveriam ser formadas’, cada uma em sua devida ordem, é determinado pelos muitos relógios biológicos que se acham programados nos genes.
SALMO 139:14)
“Elogiar-te-ei porque fui feito maravilhosamente, dum modo atemorizante. Teus trabalhos são maravilhosos, De que minha alma está bem apercebida.”
cl cap. 17 pp. 172-173 pars. 9-12 ‘Ó profundidade da sabedoria de Deus!’
Sobre ele, o Rei Davi disse: “Elogiar-te-ei porque fui feito maravilhosamente, dum modo atemorizante. Teus trabalhos são maravilhosos, de que minha alma está bem apercebida.” (Salmo 139:14) De fato, quanto mais aprendemos sobre o corpo humano, mais nos maravilhamos da sabedoria de Jeová.
10 Para ilustrar: quando sua vida começou, você era uma única célula — um óvulo de sua mãe, fertilizado por um espermatozoide do seu pai. Logo, aquela célula começou a se dividir. Você, o produto final, tem uns 100 trilhões de células. Elas são minúsculas. Na cabeça de um alfinete cabem cerca de 10 mil células de tamanho médio. Mas cada uma delas é uma criação tão complexa que nos deixa pasmados. A célula é muito mais intrincada do que qualquer máquina ou fábrica humana. Os cientistas comparam-na a uma cidade murada: tem entradas e saídas vigiadas, sistema de transporte, rede de comunicações, usinas de energia, fábricas, centrais de tratamento de lixo e reciclagem, órgãos de defesa e até uma espécie de governo central no núcleo. Além disso, a célula pode fazer uma cópia completa de si mesma em poucas horas!
11 Naturalmente, nem todas as células são iguais. À medida que as células do embrião vão se dividindo, elas assumem funções bem distintas. Algumas se tornarão células nervosas; outras, células ósseas, musculares, sanguíneas ou oculares. Toda essa diferenciação está programada no “arquivo” de plantas genéticas da célula: o DNA. O interessante é que Davi foi inspirado a dizer sobre Jeová: “Teus olhos viram até mesmo meu embrião, e todas as suas partes estavam assentadas por escrito no teu livro.” — Salmo 139:16.
12 Alguns órgãos do corpo são extremamente complexos. Um exemplo disso é o cérebro humano. Alguns o chamam de o mais complexo objeto já descoberto no Universo. Contém cerca de 100 bilhões de células nervosas; nossa galáxia tem mais ou menos a mesma quantidade de estrelas. Cada uma dessas células se ramifica, estabelecendo milhares de conexões com outras células. Os cientistas dizem que um cérebro humano poderia conter as informações de todas as bibliotecas do mundo e que, de fato, talvez seja impossível medir sua capacidade de armazenamento. Já faz décadas que os cientistas estudam esse órgão que foi “feito maravilhosamente”, mas admitem que talvez nunca consigam entender totalmente como ele funciona.
g 5/11 p. 3 Você foi “feito maravilhosamente”
Você foi “feito maravilhosamente”
QUANDO você pensa nas coisas incríveis que os animais conseguem fazer, fica com um pouco de inveja? Gostaria de poder voar bem alto como um albatroz, nadar como um golfinho, enxergar como uma águia ou correr como um guepardo?
É verdade que os animais conseguem fazer coisas impressionantes. Mas nós também! Não é por nada que o corpo humano é chamado por alguns de “a máquina perfeita”. É claro que somos muito superiores a uma máquina. Temos criatividade, curiosidade, imaginação e engenhosidade. Graças a essas qualidades, podemos criar máquinas que tornam possível fazermos praticamente qualquer coisa que imaginarmos. Podemos voar, até mesmo mais rápido que a velocidade do som; navegar oceanos pela superfície ou por baixo dela; enxergar coisas a 14 bilhões de anos-luz no espaço; analisar o interior de uma célula viva; e desenvolver medicamentos, terapias e tecnologias que ajudam no diagnóstico e tratamento de doenças.
Mesmo com pouca ou nenhuma ajuda da tecnologia, pessoas saudáveis e bem treinadas conseguem realizar coisas impressionantes. Nos Jogos Olímpicos, por exemplo, atletas de modalidades como ginástica olímpica, salto ornamental, esqui e patinação no gelo executam movimentos incríveis com tanta arte, agilidade, criatividade e elegância que deixam o público fascinado.
Você dá valor às habilidades especiais que tem? Você talvez não seja um atleta olímpico, mas possui um corpo maravilhoso pelo qual deve ser grato. Você reconhece isso? Um escritor bíblico reconheceu. Num cântico, ele disse a Deus: “Elogiar-te-ei porque fui feito maravilhosamente, dum modo atemorizante.” (Salmo 139:14) Seria bom você ter essas palavras em mente enquanto lê os artigos a seguir. Eles farão uma consideração detalhada de algumas maravilhas do corpo humano e de outros aspectos muito mais importantes que tornam o ser humano especial.
[Nota(s) de rodapé]
Se o assunto criação versus evolução interessa você, leia as brochuras A Vida — Teve um Criador? e A Origem da Vida — Cinco Perguntas Que Merecem Resposta. Você pode pedir essas brochuras às Testemunhas de Jeová de sua vizinhança ou aos editores desta revista.
[Quadro na página 3]
Projetado para conservar energia
Nossa postura ereta poupa bastante energia, pois exige pouca ação muscular para sustentar o alinhamento vertical do corpo. Segundo o neurocientista John R. Skoyles, nós ‘usamos apenas 7% a mais de energia quando estamos de pé do que quando estamos deitados’, em contraste com os cães, que usam 70% a mais de energia quando estão de pé (de quatro).
g 5/11 pp. 4-7 Maravilhas do corpo humano
Maravilhas do corpo humano
É EXTRAORDINÁRIA a versatilidade do nosso corpo, e devemos ser muito gratos por isso. Nenhum animal tem a enorme variedade de habilidades que os humanos têm. Um fator que contribui para essa versatilidade é a postura ereta, que, além de ampliar o campo de visão, deixa os braços e as mãos livres para realizar inúmeras tarefas. Se fôssemos quadrúpedes, imagine como isso limitaria nossas atividades!
Outra maravilha de nosso corpo é o altamente sofisticado sistema sensorial, que será o foco deste artigo. Esse sistema inclui as mãos, os ouvidos, os olhos e, é claro, o fabuloso cérebro. Vamos analisar cada um deles.
A mão
Nossas mãos são belos instrumentos de altíssima precisão. Com elas podemos colocar linha numa agulha, manusear um machado, pintar um retrato ou tocar piano. Além disso, elas são muito sensíveis. Um leve toque basta para identificar o que é papel, madeira, metal, pele, pelo ou água. Sem dúvida, nossas mãos são muito mais do que ferramentas para pegar e manipular objetos. Elas também nos ajudam a entender o mundo ao nosso redor, além de ser um meio de expressar amor e carinho.
O que torna nossas mãos tão hábeis, expressivas, sensíveis e versáteis? Analisaremos quatro dos muitos fatores envolvidos.
1. As duas mãos possuem um total de mais de 50 ossos, ou seja, cerca de um quarto de todos os ossos do corpo. O conjunto complexo das partes da mão — ossos, articulações e ligamentos — resulta numa extraordinária flexibilidade.
2. A mão possui um polegar, oponível aos outros dedos, que é sustentado por uma articulação selar — uma engenhosa junção de duas superfícies em forma de sela que mantêm ângulos retos uma em relação à outra. Essa articulação, em conjunto com músculos e outros tecidos, dá ao polegar incrível flexibilidade e força.
3. Três conjuntos de músculos controlam a mão. Os dois conjuntos mais fortes — os extensores e os flexores — ficam no antebraço e controlam os dedos por meio de tendões. Se esses músculos estivessem na mão, ela ficaria volumosa e difícil de ser controlada. O terceiro conjunto, que é muito menor e fica dentro da mão, dá aos dedos precisão de movimentos.
4. Nossos dedos funcionam como sensores precisos — nas suas pontas, existem cerca de 2.500 receptores em apenas 1 centímetro quadrado. Além disso, os receptores são variados, cada tipo com uma função específica, o que nos possibilita sentir textura, temperatura, umidade, vibração, pressão e dor. Por isso, podemos dizer que o dedo humano é o sensor de toque mais sensível de que se tem conhecimento.
O ouvido
Embora alguns animais consigam ouvir frequências que nós não conseguimos, especialistas dizem que é impressionante a interação dos ouvidos humanos com o cérebro. Nossa audição nos capacita a perceber volume, frequência e tom, além da direção e distância aproximadas da origem do som. A faixa de frequência de um ouvido humano saudável varia de 20 a 20 mil hertz (ciclos de oscilação de som por segundo). A faixa de maior sensibilidade humana é de mil a 5 mil hertz. Além disso, podemos detectar até mesmo uma mudança de 1 hertz, por exemplo, de 440 hertz para 441 hertz.
Um ouvido saudável é tão sensível que pode detectar sons quando a vibração do ar no tímpano é menor que o diâmetro de um átomo. De acordo com um curso universitário de audiologia, “o sistema auditivo humano está perto dos limites físicos teóricos da sensibilidade. . . . Faria pouco sentido se nossa audição fosse muito mais sensível, visto que ouviríamos o ruído” resultante do movimento aleatório dos átomos e das moléculas que compõem o ar.
As vibrações do tímpano são amplificadas mecanicamente por meio de um sistema de alavanca e transferidas para o ouvido interno através de ossículos — pequenos ossos conhecidos como martelo, bigorna e estribo. Mas o que acontece quando os ouvidos são pegos de surpresa por um ruído ensurdecedor? Nesse caso, eles têm um mecanismo de proteção interno no qual músculos ajustam os ossículos de uma forma que reduz a força do som. Mas os ouvidos não foram projetados para suportar sons altos por muito tempo. Isso pode causar danos permanentes. Portanto, cuide bem de seus ouvidos, que foram ‘feitos maravilhosamente’ pelo nosso Criador. — Salmo 139:14.
O sistema auditivo também nos ajuda a detectar a origem de um som. Como? Há vários fatores envolvidos, incluindo o formato de concha do ouvido externo, suas ondulações, a distância entre os dois ouvidos e a participação fantástica do cérebro em processar as informações. Assim, se a intensidade de um som é um pouco menor em um dos ouvidos ou se o som chega a ele com apenas 30 milionésimos de segundo de atraso em relação ao outro ouvido, seu cérebro imediatamente o ajuda a saber de onde vem o som.
Imagine que você precisasse parar e pensar para fazer esses cálculos. Sem dúvida, seria necessário ter conhecimento de matemática avançada e fazer esses cálculos numa fração de segundo. Se um engenheiro projetasse um sistema “auditivo” que fosse remotamente parecido ao que o nosso Criador nos deu, esse engenheiro seria muito aclamado. Mas com que frequência você ouve as pessoas darem crédito a Deus por Suas obras maravilhosas? — Romanos 1:20.
O olho
Alguns pesquisadores acreditam que uma pessoa com boa visão absorve cerca de 80% das informações ao seu redor por meio dos olhos. Em conjunto com o cérebro, nossos olhos nos permitem enxergar em cores e em três dimensões, acompanhar de forma suave objetos e imagens em movimento, e reconhecer padrões e formas. Além disso, podemos ver sob diversas condições de iluminação.
Neste último caso, há vários mecanismos complementares envolvidos. Por exemplo, a pupila pode se expandir de 1,5 milímetro a 8 milímetros de diâmetro, ocasionando a entrada de até 30 vezes mais luz no olho. A luz então atravessa a lente, que por sua vez a projeta na retina, intensificando 100 mil vezes a energia da luz. Por isso, nunca olhe diretamente para o Sol a olho nu.
A retina tem dois tipos de fotorreceptores: cones (aproximadamente 6 milhões), que detectam cores e detalhes das imagens; e bastonetes (120-140 milhões), que são mais de mil vezes mais sensíveis que os cones e nos ajudam a enxergar quando há pouca iluminação. Isso quer dizer que, sob condições ideais, um bastonete pode detectar até mesmo um único fóton, ou partícula elementar da luz.
Outro mecanismo adaptável está relacionado aos neurônios da retina ligados aos cones e bastonetes. Esses neurônios se adaptam “em questão de segundos e podem deixar a visão noturna no mínimo dez vezes melhor”, diz a Associação Americana de Optometria. “A adaptação neural pode ser comparada a uma câmera equipada simultaneamente com filme de baixa e de alta velocidade.”
Engenheiros desenvolvem câmeras, scanners, computadores e seus respectivos programas. Mas o grau de integração e o nível de sofisticação obtidos são muito inferiores aos do nosso sistema sensorial. Pergunte-se: ‘Faz sentido dizer que o nosso sistema sensorial — que é infinitamente superior a qualquer avanço tecnológico — surgiu por mero acaso, como dizem os evolucionistas?’ Comparado ao que sabemos hoje, um antigo servo de Deus chamado Jó sabia bem pouco sobre o corpo humano. Mas se sentiu motivado a dizer a Deus: “Tuas próprias mãos me modelaram.” — Jó 10:8.
O cérebro
Com incrível eficiência, o cérebro decodifica uma enxurrada de sinais que são transmitidos pelos nervos dos órgãos dos sentidos. Além disso, ele relaciona esses sinais com detalhes armazenados em sua memória. Assim, um determinado cheiro pode fazer com que o cérebro resgate imediatamente um acontecimento esquecido há muito tempo. E quando você vê apenas uma pequena parte de algo familiar — a ponta do rabo do seu gato, por exemplo — seu cérebro completa a imagem e você saberá que se trata do seu gato.
É claro que seu cérebro não foi pré-programado com imagens de gatos, nem com o cheiro de rosas, o som de águas correntes e a textura do pelo macio de um animal. Seu cérebro aprendeu essas associações. Isso fica evidente quando pessoas que nasceram cegas passam a enxergar, talvez após uma cirurgia. O cérebro delas precisa aprender a interpretar os muitos sinais visuais que começa a receber. Qual é a reação dessas pessoas?
Elas dizem que logo começam a identificar cores, movimentos e formas simples. Mas, depois dessa fase inicial, a adaptação varia. As crianças, em especial as bem pequenas, continuam a ter uma ótima adaptação. Mas o mesmo não acontece com os adultos. Até mesmo identificar as pessoas pelo rosto continua muito difícil. E, infelizmente, adultos “curados” costumam passar “da euforia inicial para a decepção e desorientação, o que leva em geral à depressão profunda”, diz o Laboratório Koch do Instituto de Tecnologia da Califórnia.
Esses fatos nos ajudam a dar mais valor a tudo que estava por trás das curas que Jesus Cristo fez durante seu ministério na Terra. Além de passarem a enxergar e a ouvir, os cegos e os surdos começaram a identificar imagens e sons ao seu redor. Da mesma forma, os mudos falaram normalmente, o que era incrível no caso dos que tinham nascido com essa deficiência. (Mateus 15:30; Marcos 8:22-25; Lucas 7:21, 22) E podemos ter certeza de que nenhum dos cegos que foram curados caiu em depressão. Por exemplo, um deles demonstrou coragem ao defender Jesus, dizendo aos inimigos religiosos dele: “Desde a antiguidade, nunca se ouviu falar que alguém abrisse os olhos de alguém que nasceu cego. Se este homem não fosse de Deus, não poderia fazer nada.” — João 9:1-38.
No próximo artigo, analisaremos alguns aspectos da personalidade humana, incluindo a coragem e o amor. Já parou para pensar por que só os humanos conseguem mostrar essas qualidades? Sem dúvida, essas características exclusivas dos humanos são um grande obstáculo para as pessoas que querem provar que não passamos de animais muito evoluídos.
[Quadro na página 7]
O MISTERIOSO CÉREBRO
Como seu cérebro registra sensações vindas do tato, da audição, da visão e do olfato? Os cientistas ficam perplexos. “Não há nenhuma pista em seu cérebro que ajude a entender como você vê as palavras que está lendo agora”, disse o cientista Gerald L. Schroeder.
Ele também escreveu: “Descobertas dos anteriormente inimagináveis mecanismos complexos do cérebro têm colocado em xeque a simplista teoria da evolução acidental.” Ele acrescentou: “Se Darwin tivesse conhecimento da sabedoria oculta na vida, tenho certeza que ele teria apresentado uma teoria bem diferente.”
[Diagrama/Fotos na página 5]
(Para o texto formatado, veja a publicação)
Ossos complexos
Articulação selar
Controle muscular
Toque sensível
[Foto]
Por que nossas mãos são tão versáteis?
[Foto na página 7]
Nosso cérebro interpreta os sinais transmitidos pelos sentidos e os relaciona com as informações armazenadas na memória
g 5/11 p. 8 Qualidades que nos tornam especiais
Qualidades que nos tornam especiais
CERTO trabalhador de construção de 50 anos de idade estava esperando o trem numa estação de metrô em Nova York. Perto dele, um rapaz tropeçou na beirada da plataforma e caiu entre os trilhos bem na hora em que um trem estava vindo. Sem pensar duas vezes, o trabalhador pulou nos trilhos e segurou o rapaz, mantendo-o abaixado enquanto o trem passava acima deles sem lhes causar ferimentos.
Durante o regime nazista, as Testemunhas de Jeová na Europa se recusaram a dizer “Heil Hitler!”, visto que a palavra alemã heil significa “salvação”. Elas estavam convictas de que Jesus Cristo era seu Salvador e que “não há salvação em nenhum outro”. (Atos 4:12) Por se negarem a idolatrar Hitler, muitas foram arrancadas de seus lares e enviadas para campos de concentração, onde permaneceram fiéis a seus princípios cristãos.
Esses exemplos mostram que o ser humano pode colocar o bem-estar de outro — até mesmo alguém desconhecido — acima do próprio bem-estar, e o respeito por princípios acima de sua liberdade.
w07 15/6 p. 21 Fomos ‘feitos maravilhosamente’
Fomos ‘feitos maravilhosamente’
“Fui feito maravilhosamente, dum modo atemorizante.” — SALMO 139:14.
A NATUREZA está cheia de criações maravilhosas. Como vieram a existir? Alguns acreditam ser possível achar a resposta sem fazer menção a um Criador inteligente. Outros sustentam que descartar arbitrariamente um Criador limita nossa capacidade de entender a natureza. Acreditam que as criaturas da Terra são complexas demais, variadas demais e, pode-se dizer, maravilhosas demais para terem se originado por acaso. Muitos, incluindo alguns cientistas, acham que as evidências indicam que o Universo teve um Criador sábio, poderoso e bondoso.
2 O Rei Davi, do Israel antigo, foi um dos que estavam convencidos de que um Criador merece louvor por Suas criações maravilhosas. Embora tenha vivido muito tempo antes da atual era científica, Davi se apercebia de que estava cercado de exemplos maravilhosos da obra criativa de Deus. Para ele, notar a estrutura de seu próprio corpo bastava para sentir profunda reverência pela capacidade criativa de Deus. “Elogiar-te-ei porque fui feito maravilhosamente, dum modo atemorizante”, escreveu. “Teus trabalhos são maravilhosos, de que minha alma está bem apercebida.” — Salmo 139:14.
3 Davi desenvolveu essa forte convicção por meio de meditação séria. Hoje, os currículos escolares e a mídia estão repletos de teorias a respeito da origem do homem que minam a fé. Para termos fé como a de Davi, nós também precisamos meditar com seriedade. Não podemos permitir que outros raciocinem por nós, em especial em assuntos tão fundamentais como a existência e o papel de um Criador.
4 Além do mais, admirar as obras de Jeová aumenta nosso apreço por ele e nos dá confiança nas suas promessas para o futuro. E isso talvez nos motive a conhecer ainda melhor a Jeová e a servi-lo. Portanto, vamos considerar como a ciência moderna tem confirmado a conclusão de Davi de que fomos ‘feitos maravilhosamente’.
w96 1/4 p. 14 par. 15 Louvemos o Rei da eternidade!
15 Louvemos e agradeçamos a Jeová pelo extraordinário projeto de nosso corpo. Nossa corrente sanguínea, essencial à vida, percorre o corpo a cada 60 segundos. Como diz Deuteronômio 12:23, “o sangue é a alma” — nossa vida — preciosa aos olhos de Deus. Ossos fortes, músculos flexíveis e um sistema nervoso responsivo, são culminados por um cérebro muito superior ao de qualquer animal e com capacidades que um computador do tamanho de um arranha-céu não poderia nem começar a conter! Não o faz isso sentir-se humilde? Deveria. (Provérbios 22:4) Pense também no seguinte: os pulmões, a laringe, a língua, os dentes e a boca interagem para formar a fala humana em qualquer dos milhares de idiomas. Davi cantou apropriadamente a Jeová, dizendo: “Elogiar-te-ei porque fui feito maravilhosamente, dum modo atemorizante. Teus trabalhos são maravilhosos, de que minha alma está bem apercebida.” (Salmo 139:14) Juntemo-nos a Davi em louvar com gratidão a Jeová, nosso maravilhoso Projetista e Deus!
w93 1/10 p. 14 Será que Deus realmente o conhece?
Aquele que realmente nos entende
15 Sob inspiração, o salmista chama atenção ao fato de que o conhecimento de Deus sobre nós precede até mesmo ao tempo de nosso nascimento, dizendo: “Pois tu mesmo produziste meus rins; mantiveste-me abrigado no ventre de minha mãe. Elogiar-te-ei porque fui feito maravilhosamente, dum modo atemorizante. Teus trabalhos são maravilhosos, de que minha alma está bem apercebida.” (Salmo 139:13, 14) A combinação de genes de nosso pai e de nossa mãe por ocasião da concepção produz o padrão que influencia profundamente o nosso potencial físico e mental. Deus entende esse potencial. Neste salmo faz-se menção especial aos rins, freqüentemente usados nas Escrituras como símbolo dos aspectos mais íntimos de nossa personalidade. (Salmo 7:9; Jeremias 17:10) Jeová sabe desses detalhes a nosso respeito desde antes de nascermos. É ele também que, com preocupação amorosa, projetou o corpo humano de modo que uma célula fertilizada dentro do útero da mãe produzisse um alojamento protetor para ‘abrigar’ o embrião e protegê-lo à medida que se desenvolvesse.
pr seção 2 pp. 9-10 Quem pode nos dizer?
“Feito maravilhosamente”
19 Na Bíblia, o salmista Davi reconheceu: “Fui feito maravilhosamente, dum modo atemorizante.” (Salmo 139:14) Isso certamente é verdade, porque o cérebro e o corpo humanos foram maravilhosamente projetados pelo Projetista Supremo.
20 Por exemplo, o cérebro é muito mais complexo do que qualquer computador. A New Encyclopœdia Britannica observa: “A transmissão de informações no sistema nervoso é mais complexa do que as maiores centrais telefônicas; a solução de problemas pelo cérebro humano excede em muito a capacidade dos mais poderosos computadores.”
21 Há centenas de milhões de fatos e imagens mentais armazenados no seu cérebro, mas ele não é apenas um depósito de fatos. Com o cérebro você pode aprender a assobiar, a fazer pão, a falar línguas estrangeiras, a usar um computador ou a pilotar um avião. Pode imaginar suas férias ou o delicioso sabor de certa fruta. Pode analisar e fazer coisas. Pode também planejar, avaliar, amar, e pode relacionar seus pensamentos com o passado, o presente e o futuro. Visto que nós humanos não podemos projetar algo assim como o espantoso cérebro humano, então Aquele que o projetou obviamente tem sabedoria e capacidade muito superiores às de qualquer humano.
22 Os cientistas admitem a respeito do cérebro: “Como essas funções são executadas por essa máquina magnificamente modelada, ordeira e fantasticamente complexa, é algo bastante obscuro. . . . Os seres humanos talvez nunca resolvam todos os enigmas separados, individuais, apresentados pelo cérebro.” (Scientific American) E o professor de física Raymo diz: “Para sermos honestos, ainda não sabemos muito sobre como o cérebro humano armazena informações, ou como é capaz de recordar lembranças à vontade. . . . Há tantos quantos cem bilhões de células nervosas no cérebro humano. Cada célula está em comunicação com milhares de outras células por meio dum arranjo arbóreo de sinapses. As possibilidades de interligação são tremendamente complexas.”
23 Seus olhos são mais precisos e adaptáveis do que qualquer câmara fotográfica; de fato, são câmaras cinematográficas em cores, totalmente automáticas e de foco automático. Seus ouvidos podem detectar uma variedade de sons e lhe dar um senso de direção e equilíbrio. Seu coração é uma bomba hidráulica com uma capacidade que os melhores engenheiros não conseguiram duplicar. Magníficas são também outras partes do corpo: o nariz, a língua e as mãos, bem como o sistema circulatório e o aparelho digestivo, só para mencionar algumas.
24 Assim, um engenheiro contratado para projetar e construir um grande computador raciocinou: “Se o meu computador precisou de alguém que o projetasse, quanto mais essa complexa máquina físico-químico-biológica que é meu corpo humano — o qual, por sua vez, é apenas uma parte extremamente minúscula do quase infinito cosmos!”
25 Assim como as pessoas têm um objetivo em mente ao fazerem aviões, computadores, bicicletas e outros aparelhos, assim o Projetista do cérebro e do corpo humano deve ter tido um objetivo ao nos projetar. E esse Projetista tem de ter uma sabedoria superior à dos humanos, visto que nenhum de nós consegue duplicar seus projetos. Portanto, é lógico que seja Ele quem pode nos dizer por que nos projetou, por que nos colocou na Terra e para onde vamos.
26 Ao aprendermos essas coisas, então nosso maravilhoso cérebro e corpo que Deus nos deu podem ser usados para cumprir nosso objetivo na vida.
w92 1/8 pp. 3-4 A vida — uma dádiva de Deus
Pense no processo da concepção e do nascimento humanos. Embora o corpo normalmente rejeite tecidos estranhos, o útero faz uma exceção concernente ao óvulo fecundado. Em vez de rejeitar o embrião em crescimento como tecido estranho, nutre-o e protege-o até estar pronto para emergir como bebê. Sem a capacidade do útero de fazer esta decisiva exceção à regra de rejeitar tecidos estranhos, o nascimento humano seria impossível.
Mesmo assim, a vida do recém-nascido seria curta, se não ocorresse um desenvolvimento no útero quando o feto tem apenas cerca de quatro meses de idade. Nessa época, começa a sugar o polegar, exercitando os músculos que mais tarde o habilitarão a nutrir-se ao peito da mãe. E este é apenas um dos muitos assuntos de vida ou morte resolvidos muito antes de o bebê nascer.
Enquanto o feto se encontra no útero, há uma abertura na parede do seu coração. Esta abertura, porém, fecha-se automaticamente por ocasião do nascimento. Além disso, por ocasião do parto, fecha-se automaticamente a conexão de um grande vaso sanguíneo que contorna os pulmões enquanto o feto está no útero; o sangue segue então para os pulmões, onde pode ser oxigenado quando o bebê passa a respirar.
Tudo isso é apenas o começo. Durante a vida, uma série de sistemas primorosamente projetados (tais como os sistemas respiratório, circulatório, nervoso e endócrino) realizam e coordenam suas funções com uma eficiência que deixa perplexa a compreensão humana — tudo isso para a perpetuação da vida. Não é de admirar que um antigo escritor dissesse com respeito a Deus: “Elogiar-te-ei porque fui feito maravilhosamente, dum modo atemorizante. Teus trabalhos são maravilhosos, de que minha alma está bem apercebida.” — Salmo 139:14.
É evidente que o escritor destas belas palavras não acreditava que a vida fosse simplesmente produto dum acaso ou acidente cego, evolucionário. Se fosse assim, não teríamos realmente nenhuma obrigação ou responsabilidade de como devemos usar nossa vida. No entanto, os mecanismos da vida claramente evidenciam que seguem um projeto, e este projeto exige um projetista. A Bíblia estabelece o seguinte princípio: “Cada casa, naturalmente, é construída por alguém, mas quem construiu todas as coisas é Deus.” (Hebreus 3:4) Portanto, é vital saber “que Jeová é Deus. Foi ele quem nos fez, e não nós a nós mesmos”. (Salmo 100:3) Sim, a vida é mais do que apenas um propício acidente; é uma dádiva do próprio Deus. — Salmo 36:9.
SALMO 139:15)
“Meus ossos não te estavam ocultos Quando fui feito às escondidas, Quando fui tecido nas partes mais baixas da terra.”
w07 15/6 p. 22 pars. 7-8 Fomos ‘feitos maravilhosamente’
7 “Meus ossos não te estavam ocultos quando fui feito às escondidas, quando fui tecido nas partes mais baixas da terra.” (Salmo 139:15) A célula original se dividiu, e as novas células continuaram a se dividir. Logo elas começaram a se diferenciar, ou especializar, tornando-se células nervosas, musculares, epiteliais e assim por diante. Células do mesmo tipo se agruparam para formar tecidos e depois órgãos. Por exemplo, na terceira semana após a concepção, você começou a desenvolver os ossos. Com apenas sete semanas de vida e uns 2,5 centímetros de comprimento, as formas preliminares de todos os 206 ossos da fase adulta já estavam presentes, embora ainda não ossificados, ou endurecidos.
8 Esse espantoso processo de desenvolvimento ocorreu dentro do útero de sua mãe, oculto da vista humana como que enterrado profundamente na Terra. De fato, ainda não conhecemos muita coisa sobre como nos desenvolvemos. Por exemplo, o que ativa genes específicos para desencadear nas células o processo de diferenciação? Talvez um dia a ciência descubra isso, mas como Davi observou a seguir, o nosso Criador, Jeová, sempre soube como tudo isso funciona.
w93 1/10 p. 14 par. 16 Será que Deus realmente o conhece?
16 Daí, frisando o penetrante poder da visão de Deus, o salmista acrescenta: “Meus ossos não te estavam ocultos quando fui feito às escondidas, quando fui tecido nas partes mais baixas da terra [evidentemente uma referência poética ao ventre de sua mãe, mas aludindo ao fato de Adão ter sido criado do pó].
w93 1/10 p. 14 par. 16 Será que Deus realmente o conhece?
Salmo 139:15,
SALMO 139:16)
“Teus olhos viram até mesmo meu embrião, E todas as suas partes estavam assentadas por escrito no teu livro, Referente aos dias em que foram formadas, E ainda não havia nem sequer uma entre elas.”
cl cap. 17 p. 172 par. 11 ‘Ó profundidade da sabedoria de Deus!’
11 Naturalmente, nem todas as células são iguais. À medida que as células do embrião vão se dividindo, elas assumem funções bem distintas. Algumas se tornarão células nervosas; outras, células ósseas, musculares, sanguíneas ou oculares. Toda essa diferenciação está programada no “arquivo” de plantas genéticas da célula: o DNA. O interessante é que Davi foi inspirado a dizer sobre Jeová: “Teus olhos viram até mesmo meu embrião, e todas as suas partes estavam assentadas por escrito no teu livro.” — Salmo 139:16.
g 11/11 pp. 4-5 Analise as evidências
O pacote completo de informações armazenadas em seu DNA é chamado de genoma. Algumas sequências de letras em seu DNA são exclusivamente suas, visto que o DNA contém suas informações hereditárias, como o formato do seu nariz e a cor dos seus olhos e da sua pele. Seu genoma pode ser comparado a uma grande biblioteca cheia de receitas para cada parte do seu corpo, e o resultado disso é você.
Qual é o tamanho dessa “biblioteca”? Nela cabem cerca de 3 bilhões de “letras”, ou nucleotídeos (bases). Segundo o Projeto Genoma Humano, se essas letras fossem escritas em papel, encheriam 200 livros, cada um do tamanho de uma lista telefônica de mil páginas.
Esses fatos nos lembram de uma bela oração registrada uns 3 mil anos atrás. Ela está no Salmo 139:16, que diz: “Teus olhos viram até mesmo meu embrião, e todas as suas partes estavam assentadas por escrito no teu livro.” É óbvio que o escritor não estava pensando em ciência, mas ele expressou com simplicidade um conceito espantosamente exato para ilustrar a imensa sabedoria e poder de Deus. Isso é bem diferente de outros escritos religiosos antigos, que estão repletos de mitologia e superstição.
lf pergunta 3 p. 13 De onde vieram as instruções?
O que a Bíblia diz? A Bíblia indica que a formação das diferentes partes do corpo, bem como o momento de sua formação, estão como que registradas em um “livro” de Deus. Veja como o Rei Davi foi inspirado a falar sobre isso, dizendo a respeito de Deus: “Teus olhos viram até mesmo meu embrião, e todas as suas partes estavam assentadas por escrito no teu livro, referente aos dias em que foram formadas, e ainda não havia nem sequer uma entre elas.” — Salmo 139:16.
lf pergunta 3 p. 17 De onde vieram as instruções?
Não é um absurdo comparar o DNA a um CD ou a um livro. Na verdade, um livro sobre o genoma diz: “Comparar o genoma a um livro não é necessariamente uma metáfora. É a mais pura realidade. Um livro contém informações codificadas . . . O genoma também.” O autor acrescenta: “O genoma é um livro inteligente, porque sob condições ideais ele pode copiar e ler a si mesmo.”22
w07 15/6 pp. 22-23 pars. 9-11 Fomos ‘feitos maravilhosamente’
9 “Teus olhos viram até mesmo meu embrião, e todas as suas partes estavam assentadas por escrito no teu livro, referente aos dias em que foram formadas, e ainda não havia nem sequer uma entre elas.” (Salmo 139:16) Sua primeira célula continha o esquema completo para seu corpo inteiro. Esse esquema guiou seu desenvolvimento nos nove meses que você passou no útero e, depois, por mais de duas décadas até a idade adulta. Nesses períodos seu corpo passou por muitos estágios, todos comandados pelas informações programadas naquela célula original.
10 Davi nada sabia sobre células e genes, pois não tinha nem mesmo microscópio. Mas ele discerniu corretamente que o desenvolvimento de seu próprio corpo era prova da existência de planejamento. É possível que Davi conhecesse alguma coisa a respeito do desenvolvimento dos embriões, de modo que podia raciocinar que cada fase tinha de ocorrer segundo um projeto e cronograma pré-estabelecidos. Em linguagem poética, ele descreveu esse projeto como ‘assentado por escrito’ no “livro” de Deus.
11 Hoje se sabe que as características que você herdou de seus pais e antepassados — como altura, feições do rosto, cor dos olhos e do cabelo e milhares de outras peculiaridades — foram determinadas por seus genes. Cada célula contém dezenas de milhares de genes, e cada gene faz parte de uma longa cadeia de DNA (ácido desoxirribonucléico). As instruções de “construção” de seu corpo estão ‘escritas’ na estrutura química de seu DNA pessoal. Toda vez que suas células se dividem — para produzir novas células ou para substituir as antigas — seu DNA passa essas instruções adiante, mantendo você vivo e com sua aparência básica. Que exemplo notável do poder e da sabedoria de nosso Criador celestial!
w99 15/4 pp. 4-5 pars. 4-5 É mesmo possível ter vida eterna?
Davi falou então sobre “meu embrião” e notou relacionado com este no ventre da sua mãe: “Todas as suas partes estavam assentadas por escrito.” — Salmo 139:13-16.
5 É óbvio que não havia uma literal planta manuscrita para a formação de Davi no ventre da sua mãe. Mas, quando Davi meditava sobre a formação dos seus “rins”, dos seus “ossos” e de outras partes do seu corpo, parecia-lhe que o desenvolvimento deles seguia uma planta — que todos como que ‘estavam assentados por escrito’. Era como se a célula fecundada na sua mãe tivesse uma grande sala cheia de livros com instruções pormenorizadas sobre como formar um bebê humano, e que estas instruções complexas fossem transmitidas a cada nova célula. De modo que a revista Science World usa a metáfora de que ‘cada célula num embrião em desenvolvimento possui um armário completo de plantas’.
w93 1/10 p. 14 par. 16 Será que Deus realmente o conhece?
16 Daí, frisando o penetrante poder da visão de Deus, o salmista acrescenta: “Meus ossos não te estavam ocultos quando fui feito às escondidas, quando fui tecido nas partes mais baixas da terra [evidentemente uma referência poética ao ventre de sua mãe, mas aludindo ao fato de Adão ter sido criado do pó]. Teus olhos viram até mesmo meu embrião, e todas as suas partes estavam assentadas por escrito no teu livro, referente aos dias em que [as partes do corpo] foram formadas, e ainda não havia nem sequer uma [parte distinta do corpo] entre elas.” (Salmo 139:15, 16) Não há dúvida sobre isso — quer os nossos semelhantes nos entendam, quer não, Jeová nos entende.
w92 15/5 p. 4 Por que a Bíblia é a inspirada dádiva de Deus
Anatomia: A Bíblia diz com exatidão que ‘todas as partes’ do embrião humano estão “assentadas por escrito”. (Salmo 139:13-16) O cérebro, o coração, os pulmões, os olhos — estas e todas as outras partes do corpo estão “assentadas por escrito” no código genético do óvulo fecundado no útero da mãe. Este código contém cronogramas internos para o surgimento de todas essas partes na devida ordem. Imagine! Este fato sobre o desenvolvimento do corpo humano foi registrado na Bíblia quase 3.000 anos antes de os cientistas descobrirem o código genético.
g91 22/11 p. 3 A Bíblia já combatia a doença antes da ciência
O corpo humano era assombroso para o salmista da antiguidade, e, a respeito deste, ele escreveu: “Pois tu [Jeová] produziste meus rins; mantiveste-me abrigado no ventre de minha mãe. Elogiar-te-ei porque fui feito maravilhosamente, dum modo atemorizante. Teus trabalhos são maravilhosos, de que minha alma está bem apercebida. Meus ossos não te estavam ocultos quando fui feito às escondidas, quando fui tecido nas partes mais baixas da terra. Teus olhos viram até mesmo meu embrião, e todas as suas partes estavam assentadas por escrito no teu livro, referente aos dias em que foram formadas, e ainda não havia nem sequer uma entre elas.” — Salmo 139:13-16.
Embora o embrião esteja separado e protegido na escuridão do útero, Jeová vê sua formação e o crescimento dos ossos. No caso Dele, “a escuridão bem poderia ser a luz”. (Verso 12) Não existe nada oculto de Jeová. Em sentido médico, o embrião está protegido da mãe pela placenta, e, assim sendo, não é rejeitado como corpo estranho. No entanto, a verdade expressa por este salmo não é médica, e sim espiritual, a saber, que Jeová vê tudo, mesmo na escuridão do útero.
Desde o momento da concepção, ‘todas as partes do nosso corpo estão assentadas por escrito’ no código genético do óvulo fecundado, no útero da mãe. Também o momento certo, ‘referente aos dias em que as partes deveriam ser formadas’, cada uma em sua devida ordem, é determinado pelos muitos relógios biológicos que se acham programados nos genes.
SALMO 139:17)
“Portanto, quão preciosos são para mim os teus pensamentos! Ó Deus, a quanto ascende a soma total deles!”
w07 15/6 pp. 23-24 Fomos ‘feitos maravilhosamente’
Nossa mente sem igual
12 “Portanto, quão preciosos são para mim os teus pensamentos! Ó Deus, a quanto ascende a soma total deles! Se eu tentasse contá-los, seriam mais do que mesmo os grãos de areia.” (Salmo 139:17, 18a) Os animais também ‘foram feitos maravilhosamente’, e alguns deles possuem certos sentidos e habilidades mais desenvolvidos do que os dos humanos. Mas Jeová deu à humanidade faculdades mentais muito superiores às de qualquer animal. “Por mais parecidos que os humanos sejam com outras espécies, somos sem igual entre as formas de vida quanto à nossa capacidade de linguagem e de pensamento”, diz certo livro de ciência. “Somos também sem igual no que toca à nossa profunda curiosidade a respeito de nós mesmos: Como foi construído o nosso organismo? Como fomos formados?” São perguntas sobre as quais Davi também refletiu.
13 Mais importante ainda, ao contrário dos animais, temos a capacidade ímpar de meditar a respeito dos pensamentos de Deus. Esse dom especial é um dos reflexos do fato de termos sido criados “à imagem de Deus”. (Gênesis 1:27) Davi fez bom uso desse dom. Ele meditava a respeito das evidências da existência de Deus e de Suas boas qualidades refletidas na Terra à sua volta. Além disso, Davi possuía os primeiros livros das Escrituras Sagradas, onde Deus faz revelações sobre si mesmo e suas obras. Tais escritos inspirados ajudaram Davi a entender os pensamentos, a personalidade e os propósitos de Deus. Meditar nas Escrituras, na criação e nos tratos de Deus com ele, moveu Davi a louvar seu Criador.
w93 1/10 pp. 16-18 “Esquadrinha-me, ó Deus”
Quão preciosos são os pensamentos de Deus!
4 Depois de meditar na largura e na profundidade do conhecimento que Deus tem de Seus servos, bem como sobre a extraordinária habilidade de Deus de suprir qualquer ajuda de que necessitem, o salmista Davi escreveu: “Portanto, quão preciosos são para mim os teus pensamentos!” (Salmo 139:17a) Esses pensamentos, revelados na sua Palavra escrita, são muito superiores a qualquer coisa que se origine de humanos, não importa quão brilhantes suas idéias possam parecer. (Isaías 55:8, 9) Os pensamentos de Deus ajudam-nos a manter em foco as coisas realmente importantes na vida e a sermos zelosos no seu serviço. (Filipenses 1:9-11) Mostram-nos como encarar os assuntos da maneira como Deus os encara. Ajudam-nos a ser honestos com nós mesmos, a admitir o tipo de pessoas que realmente somos no coração. Está disposto a fazer isso?
5 Os humanos tendem a dar ênfase demais às aparências, mas as Escrituras nos aconselham: “Mais do que qualquer outra coisa a ser guardada, resguarda teu coração.” (Provérbios 4:23) Tanto por preceitos como por exemplos, a Bíblia nos ajuda a fazer isso. Ela nos diz que Caim oferecia sacrifícios de maneira pró-forma a Deus, ao passo que, em seu coração, fervia o ressentimento, depois ódio, para com seu irmão Abel. E ela nos insta a não sermos como ele. (Gênesis 4:3-5; 1 João 3:11, 12) Ela registra o requisito da obediência contido na Lei mosaica. Mas frisa também que o principal requisito da Lei era que os que adoravam a Jeová tinham de amá-lo de todo o seu coração, mente, alma e força; e declara que a seguir na ordem de importância vinha o mandamento de que amassem o próximo como a si mesmos. — Deuteronômio 5:32, 33; Marcos 12:28-31.
6 Em Provérbios 3:1, insta-se-nos a não meramente guardar os mandamentos de Deus mas certificar-nos de que a obediência seja uma expressão do que realmente está no nosso coração. Individualmente temos de nos perguntar: ‘Dá-se isso com a minha obediência aos requisitos de Deus?’ Se nos dermos conta de que em alguns assuntos a nossa motivação ou raciocínio é deficiente — e nenhum de nós pode dizer que é totalmente isento de falhas — temos de perguntar: ‘O que estou fazendo para melhorar a situação?’ — Provérbios 20:9; 1 João 1:8.
7 Quando certos fariseus judeus simularam honrar a Deus ao passo que astutamente promoviam uma prática motivada por interesse próprio, Jesus os denunciou como hipócritas e mostrou que a adoração deles era vã. (Mateus 15:3-9) Jesus advertiu também que para agradar a Deus, que vê o coração, não basta levar uma vida exteriormente de boa moral e, ao mesmo tempo, visando o prazer passional, persistentemente entreter pensamentos imorais. Talvez tenhamos de tomar medidas drásticas para disciplinar a nossa mente e o nosso coração. (Provérbios 23:12; Mateus 5:27-29) Tal disciplina faz-se também necessária se, em resultado de nosso serviço secular, nossos alvos de educação, ou nossa escolha de entretenimento, estamo-nos tornando imitadores do mundo, permitindo que este nos molde segundo seus padrões. Jamais nos esqueçamos de que o discípulo Tiago chamou de “adúlteras” aqueles que professam pertencer a Deus mas que desejam ser amigos do mundo. Por quê? Porque “o mundo inteiro jaz no poder do iníquo”. — Tiago 4:4; 1 João 2:15-17; 5:19.
8 A fim de nos beneficiar plenamente dos pensamentos de Deus sobre estes e outros assuntos, temos de reservar tempo para lê-los ou ouvi-los. Mais do que isso, temos de estudá-los, falar sobre eles e meditar neles. Muitos leitores de A Sentinela assistem regularmente a reuniões congregacionais das Testemunhas de Jeová, onde se considera a Bíblia. Eles compram tempo de outros interesses a fim de fazer isso. (Efésios 5:15-17) E o que recebem em troca vale muito mais do que riqueza material. Não é assim que você pensa?
9 Contudo, alguns que assistem a essas reuniões fazem progresso espiritual mais rápido do que outros. Eles aplicam a verdade mais plenamente na sua vida. O que contribui para isso? Freqüentemente, um grande fator é a sua diligência no estudo pessoal. Dão-se conta de que não vivemos apenas de pão; o alimento espiritual diário é tão importante quanto comer alimentos físicos regularmente. (Mateus 4:4; Hebreus 5:14) De modo que se esforçam em gastar todos os dias algum tempo lendo a Bíblia ou publicações que a explicam. Preparam-se para as reuniões congregacionais, estudam antecipadamente as lições e examinam os textos. Fazem mais do que ler a matéria; meditam nela. O seu padrão de estudo inclui pensar seriamente no efeito que aquilo que aprendem deve ter sobre a sua vida. À medida que cresce a sua espiritualidade, passam a sentir-se como o salmista, que escreveu: “Quanto eu amo a tua lei! . . . Tuas advertências são maravilhosas.” — Salmo 1:1-3; 119:97, 129.
10 Quer já estudemos a Palavra de Deus por um ano, 5 anos, ou 50 anos, isso jamais se torna simplesmente repetitivo — não se os pensamentos de Deus forem preciosos para nós. Não importa quanto qualquer um de nós já tenha aprendido das Escrituras, há mais coisas que não sabemos. “Ó Deus, a quanto ascende a soma total deles!”, disse Davi. “Se eu tentasse contá-los, seriam mais do que mesmo os grãos de areia.” Os pensamentos de Deus estão além da nossa capacidade de contar. Se enumerássemos os pensamentos de Deus o dia inteiro e adormecêssemos fazendo isso, ao acordarmos de manhã haveria ainda muito mais sobre o que pensar. Assim, Davi escreveu: “Acordei, e no entanto, ainda estou contigo.” (Salmo 139:17, 18) Por toda a eternidade haverá mais coisas para aprendermos sobre Jeová e seus caminhos. Jamais chegaremos ao ponto de saber tudo. — Romanos 11:33.
SALMO 139:18)
“Se eu tentasse contá-los, seriam mais do que mesmo os grãos de areia. Acordei, e no entanto, ainda estou contigo.”
w07 15/6 pp. 23-24 Fomos ‘feitos maravilhosamente’
Nossa mente sem igual
12 “Portanto, quão preciosos são para mim os teus pensamentos! Ó Deus, a quanto ascende a soma total deles! Se eu tentasse contá-los, seriam mais do que mesmo os grãos de areia.” (Salmo 139:17, 18a) Os animais também ‘foram feitos maravilhosamente’, e alguns deles possuem certos sentidos e habilidades mais desenvolvidos do que os dos humanos. Mas Jeová deu à humanidade faculdades mentais muito superiores às de qualquer animal. “Por mais parecidos que os humanos sejam com outras espécies, somos sem igual entre as formas de vida quanto à nossa capacidade de linguagem e de pensamento”, diz certo livro de ciência. “Somos também sem igual no que toca à nossa profunda curiosidade a respeito de nós mesmos: Como foi construído o nosso organismo? Como fomos formados?” São perguntas sobre as quais Davi também refletiu.
13 Mais importante ainda, ao contrário dos animais, temos a capacidade ímpar de meditar a respeito dos pensamentos de Deus. Esse dom especial é um dos reflexos do fato de termos sido criados “à imagem de Deus”. (Gênesis 1:27) Davi fez bom uso desse dom. Ele meditava a respeito das evidências da existência de Deus e de Suas boas qualidades refletidas na Terra à sua volta. Além disso, Davi possuía os primeiros livros das Escrituras Sagradas, onde Deus faz revelações sobre si mesmo e suas obras. Tais escritos inspirados ajudaram Davi a entender os pensamentos, a personalidade e os propósitos de Deus. Meditar nas Escrituras, na criação e nos tratos de Deus com ele, moveu Davi a louvar seu Criador.
w07 15/6 p. 23 Fomos ‘feitos maravilhosamente’
As palavras de Davi no Salmo 139:18b parecem indicar que se ele passasse o dia inteiro até adormecer à noite contando, ou enumerando, os pensamentos de Jeová, ao acordar de manhã ainda teria mais para contar.
w93 1/10 p. 18 par. 10 “Esquadrinha-me, ó Deus”
10 Quer já estudemos a Palavra de Deus por um ano, 5 anos, ou 50 anos, isso jamais se torna simplesmente repetitivo — não se os pensamentos de Deus forem preciosos para nós. Não importa quanto qualquer um de nós já tenha aprendido das Escrituras, há mais coisas que não sabemos. “Ó Deus, a quanto ascende a soma total deles!”, disse Davi. “Se eu tentasse contá-los, seriam mais do que mesmo os grãos de areia.” Os pensamentos de Deus estão além da nossa capacidade de contar. Se enumerássemos os pensamentos de Deus o dia inteiro e adormecêssemos fazendo isso, ao acordarmos de manhã haveria ainda muito mais sobre o que pensar. Assim, Davi escreveu: “Acordei, e no entanto, ainda estou contigo.” (Salmo 139:17, 18) Por toda a eternidade haverá mais coisas para aprendermos sobre Jeová e seus caminhos. Jamais chegaremos ao ponto de saber tudo. — Romanos 11:33.
SALMO 139:19)
“Oh! que tu, ó Deus, matasses ao iníquo. Então certamente se retirariam de mim até mesmo os homens culpados de sangue,”
w93 1/10 p. 19 pars. 13-14 “Esquadrinha-me, ó Deus”
13 Jeová manifestou claramente seu objetivo de desarraigar da Terra os iníquos e introduzir uma nova Terra em que morará a justiça. (Salmo 37:10, 11; 2 Pedro 3:13) Os amantes da justiça anseiam esse tempo. Concordam plenamente com o salmista Davi, que orou: “Oh! que tu, ó Deus, matasses ao iníquo. Então certamente se retirariam de mim até mesmo os homens culpados de sangue, que dizem coisas sobre ti segundo a sua própria idéia; tomaram teu nome dum modo fútil — teus adversários.” (Salmo 139:19, 20) Davi não ansiava matar pessoalmente esses iníquos. Ele orou para que a retribuição viesse das mãos de Jeová. (Deuteronômio 32:35; Hebreus 10:30) Não se tratava de pessoas que de algum modo haviam ofendido pessoalmente a Davi. Elas haviam representado mal a Deus, levando Seu nome de modo fútil. (Êxodo 20:7) Desonestamente, professavam servi-lo, mas usavam o nome de Deus para promover seus próprios ardis. Davi não sentia amor pelos que escolhiam ser adversários de Deus.
14 Há bilhões de pessoas que não conhecem Jeová. Muitas delas em ignorância praticam coisas que a Palavra de Deus mostra serem iníquas. Se persistirem nesse proceder, estarão entre as que perecerão na grande tribulação. Todavia, Jeová não tem prazer na morte do iníquo, tampouco nós temos. (Ezequiel 33:11) Enquanto o tempo permitir, nós nos empenharemos em ajudar tais pessoas a aprender e a aplicar os caminhos de Jeová.
SALMO 139:20)
“Que dizem coisas sobre ti segundo a [sua própria] idéia; Tomaram [teu nome] dum modo fútil — teus adversários.”
w93 1/10 p. 19 pars. 13-14 “Esquadrinha-me, ó Deus”
13 Jeová manifestou claramente seu objetivo de desarraigar da Terra os iníquos e introduzir uma nova Terra em que morará a justiça. (Salmo 37:10, 11; 2 Pedro 3:13) Os amantes da justiça anseiam esse tempo. Concordam plenamente com o salmista Davi, que orou: “Oh! que tu, ó Deus, matasses ao iníquo. Então certamente se retirariam de mim até mesmo os homens culpados de sangue, que dizem coisas sobre ti segundo a sua própria idéia; tomaram teu nome dum modo fútil — teus adversários.” (Salmo 139:19, 20) Davi não ansiava matar pessoalmente esses iníquos. Ele orou para que a retribuição viesse das mãos de Jeová. (Deuteronômio 32:35; Hebreus 10:30) Não se tratava de pessoas que de algum modo haviam ofendido pessoalmente a Davi. Elas haviam representado mal a Deus, levando Seu nome de modo fútil. (Êxodo 20:7) Desonestamente, professavam servi-lo, mas usavam o nome de Deus para promover seus próprios ardis. Davi não sentia amor pelos que escolhiam ser adversários de Deus.
14 Há bilhões de pessoas que não conhecem Jeová. Muitas delas em ignorância praticam coisas que a Palavra de Deus mostra serem iníquas. Se persistirem nesse proceder, estarão entre as que perecerão na grande tribulação. Todavia, Jeová não tem prazer na morte do iníquo, tampouco nós temos. (Ezequiel 33:11) Enquanto o tempo permitir, nós nos empenharemos em ajudar tais pessoas a aprender e a aplicar os caminhos de Jeová.
SALMO 139:21)
“Acaso não odeio os que te odeiam intensamente, ó Jeová, E não tenho aversão aos que se revoltam contra ti?”
g97 8/12 p. 14 Os cristãos devem odiar os homossexuais?
O salmista lança alguma luz sobre o assunto no Salmo 139:21, 22: “Acaso não odeio os que te odeiam intensamente, ó Jeová, e não tenho aversão aos que se revoltam contra ti? Odeio-os com ódio consumado. Tornaram-se para mim verdadeiros inimigos.” Nossa lealdade a Jeová e aos seus princípios deve criar em nós uma forte aversão aos que deliberadamente se revoltam contra Jeová e tomam posição como inimigos de Deus. Satanás e seus demônios são alguns desses inimigos declarados de Deus. É provável que alguns humanos também se enquadrem nessa categoria. Contudo, pode ser muito difícil para um cristão identificar essas pessoas pela aparência. Não podemos ler o coração. (Jeremias 17:9, 10) Seria errado presumir que alguém que pratica coisas erradas seja um inimigo incorrigível de Deus. Em muitos casos, o transgressor simplesmente não conhece as normas de Deus.
w93 1/10 p. 19 pars. 14-15 “Esquadrinha-me, ó Deus”
Mas que dizer se alguns demonstrarem intenso ódio por Jeová?
15 Sobre estes, o salmista disse: “Acaso não odeio os que te odeiam intensamente, ó Jeová, e não tenho aversão aos que se revoltam contra ti? Odeio-os com ódio consumado. Tornaram-se para mim verdadeiros inimigos.” (Salmo 139:21, 22) Foi por odiarem intensamente a Jeová que Davi os encarava com repugnância. Os apóstatas estão incluídos entre os que mostram seu ódio por Jeová por se revoltarem contra ele. A apostasia é, na realidade, uma rebelião contra Jeová. Alguns apóstatas professam conhecer e servir a Deus, mas rejeitam ensinos ou requisitos delineados na Sua Palavra. Outros afirmam crer na Bíblia, mas rejeitam a organização de Jeová e tentam ativamente obstaculizar a sua obra. Quando eles deliberadamente escolhem tal maldade depois de conhecerem o que é correto, quando o mal se torna tão entranhado que se torna parte inseparável de sua constituição, o cristão precisa odiar (no sentido bíblico da palavra) os que se agarraram inseparavelmente à maldade. Os cristãos verdadeiros compartilham dos sentimentos de Jeová para com tais apóstatas; não são curiosos a respeito das idéias dos apóstatas. Ao contrário, ‘sentem aversão’ para com os que se fazem inimigos de Deus, mas deixam que Jeová execute a vingança. — Jó 13:16; Romanos 12:19; 2 João 9, 10.
SALMO 139:22)
“Odeio-os com ódio consumado. Tornaram-se para mim verdadeiros inimigos.”
w93 1/10 p. 19 pars. 14-15 “Esquadrinha-me, ó Deus”
Mas que dizer se alguns demonstrarem intenso ódio por Jeová?
15 Sobre estes, o salmista disse: “Acaso não odeio os que te odeiam intensamente, ó Jeová, e não tenho aversão aos que se revoltam contra ti? Odeio-os com ódio consumado. Tornaram-se para mim verdadeiros inimigos.” (Salmo 139:21, 22) Foi por odiarem intensamente a Jeová que Davi os encarava com repugnância. Os apóstatas estão incluídos entre os que mostram seu ódio por Jeová por se revoltarem contra ele. A apostasia é, na realidade, uma rebelião contra Jeová. Alguns apóstatas professam conhecer e servir a Deus, mas rejeitam ensinos ou requisitos delineados na Sua Palavra. Outros afirmam crer na Bíblia, mas rejeitam a organização de Jeová e tentam ativamente obstaculizar a sua obra. Quando eles deliberadamente escolhem tal maldade depois de conhecerem o que é correto, quando o mal se torna tão entranhado que se torna parte inseparável de sua constituição, o cristão precisa odiar (no sentido bíblico da palavra) os que se agarraram inseparavelmente à maldade. Os cristãos verdadeiros compartilham dos sentimentos de Jeová para com tais apóstatas; não são curiosos a respeito das idéias dos apóstatas. Ao contrário, ‘sentem aversão’ para com os que se fazem inimigos de Deus, mas deixam que Jeová execute a vingança. — Jó 13:16; Romanos 12:19; 2 João 9, 10.
SALMO 139:23)
“Esquadrinha-me, ó Deus, e conhece meu coração. Examina-me e conhece meus pensamentos inquietantes,”
w09 15/11 p. 3 pars. 3-4 O que suas orações revelam a seu respeito?
Devemos pedir a Jeová que nos examine, como fez Davi ao dizer: “Esquadrinha-me, ó Deus, e conhece meu coração. Examina-me e conhece meus pensamentos inquietantes, e vê se há em mim qualquer caminho penoso, e guia-me no caminho do tempo indefinido.” (Sal. 139:23, 24) Além de orar, devemos nos sujeitar ao exame de Deus e aos conselhos de sua Palavra. Jeová pode nos conduzir no “caminho do tempo indefinido”, ajudando-nos a seguir um proceder que conduz à vida eterna.
4 Mas que dizer se nos sentimos afligidos por “pensamentos inquietantes” a respeito de um pecado grave? (Leia Salmo 32:1-5.) Tentar reprimir uma consciência pesada pode esgotar o nosso vigor, assim como o forte calor de verão faz uma árvore perder umidade. Por causa de seu pecado, Davi perdeu a alegria e possivelmente adoeceu. Mas como ficou aliviado ao confessar seu pecado a Deus! Imagine a alegria de Davi quando sentiu que sua “revolta” (ou transgressão) havia sido perdoada por Jeová. Confessar o pecado a Deus pode trazer alívio, e o apoio de anciãos cristãos também ajudará o transgressor a recuperar sua saúde espiritual. — Pro. 28:13; Tia. 5:13-16.
w07 15/6 pp. 24-25 Fomos ‘feitos maravilhosamente’
Busque a orientação do Criador
16 “Esquadrinha-me, ó Deus, e conhece meu coração. Examina-me e conhece meus pensamentos inquietantes, e vê se há em mim qualquer caminho penoso, e guia-me no caminho do tempo indefinido.” (Salmo 139:23, 24) Davi sabia que Jeová já o conhecia bem — seu Criador estava ciente de todos os pensamentos, palavras e ações dele. (Salmo 139:1-12; Hebreus 4:13) Esse conhecimento íntimo da parte de Deus fazia com que Davi se sentisse seguro, assim como uma criancinha se sente segura nos braços de seus pais amorosos. Ele prezava essa estreita relação com Jeová e se empenhava em mantê-la por meio de oração e de profunda meditação em Suas obras. De fato, muitos dos salmos de Davi — incluindo o Salmo 139 — são essencialmente orações musicadas. Nós também podemos ser ajudados pela meditação e pelas orações a nos achegar a Jeová.
17 Tendo sido feitos à imagem de Deus, temos a faculdade da livre escolha. Podemos escolher fazer o bem ou o mal. Com essa liberdade vem a responsabilidade moral. Davi não queria ser incluído entre os iníquos. (Salmo 139:19-22) Não desejava cometer erros dolorosos. Assim, ao refletir sobre o conhecimento todo abrangente de Jeová, com humildade ele pediu a Deus que examinasse seu íntimo e o guiasse no caminho que conduz à vida. As normas justas de moral divina se aplicam a todos; portanto, nós também temos de fazer escolhas corretas. Jeová exorta a todos nós a lhe obedecer. Ao fazermos isso ganhamos o seu favor e muitos benefícios. (João 12:50; 1 Timóteo 4:8) Andar diariamente com Jeová nos ajuda a cultivar a paz interior, mesmo diante de problemas aflitivos. — Filipenses 4:6, 7.
w06 1/9 p. 16 Destaques do livro quinto dos Salmos
139:23, 24. Devemos querer que Jeová examine nosso íntimo à procura de qualquer “caminho penoso” — pensamentos, inclinações e desejos impróprios —, e que nos ajude a eliminá-lo.
w01 15/6 pp. 22-23 Continuemos constantes como que vendo Aquele que é invisível!
Pedimos que Jeová nos examine
19 Como servos fiéis de Jeová, somos preciosos para ele. (Mateus 10:29-31) Embora seja invisível, ele pode ser real para nós e podemos prezar nosso valioso relacionamento com ele. Tal atitude para com o nosso Pai celestial dá-nos muitos benefícios. Nossa forte fé ajuda-nos a ter um coração puro e uma boa consciência para com Jeová. A fé sem hipocrisia também impede que levemos uma vida dupla. (1 Timóteo 1:5, 18, 19) Nossa inabalável fé em Deus dá um bom exemplo e pode ter um efeito positivo sobre os em volta de nós. (1 Timóteo 4:12) Além disso, tal fé promove a conduta piedosa, alegrando o coração de Jeová. — Provérbios 27:11.
20 Se formos realmente sábios, teremos prazer em que Jeová nos vigie. Nós não queremos que ele apenas nos observe, mas também desejamos que faça um exame cabal de nossos pensamentos e de nossas ações. Nas nossas orações, faremos bem em pedir que Jeová nos examine cabalmente e discirna se temos quaisquer inclinações impróprias. Ele certamente pode ajudar-nos a lidar com os nossos problemas e a fazer os ajustes necessários. O salmista Davi cantou apropriadamente: “Esquadrinha-me, ó Deus, e conhece meu coração. Examina-me e conhece meus pensamentos inquietantes, e vê se há em mim qualquer caminho penoso, e guia-me no caminho do tempo indefinido.” — Salmo 139:23, 24.
21 Davi rogou que Jeová o esquadrinhasse para ver se havia nele qualquer “caminho penoso”. Assim como o salmista, não ansiamos que Deus esquadrinhe nosso coração e veja se temos motivações impróprias? Portanto, peçamos a Jeová com fé que nos examine. Mas, que dizer se estivermos aflitos devido a algum erro ou por haver em nós algo prejudicial? Então, continuemos a orar sinceramente ao nosso amoroso Deus, Jeová, e nos sujeitemos humildemente à orientação do seu espírito santo e ao conselho da sua Palavra. Podemos confiar em que ele venha em nosso auxílio e nos ajude a seguir um rumo que nos leve à vida eterna. — Salmo 40:11-13.
w95 15/3 p. 6 As orações na Bíblia merecem ser examinadas
Davi cantou: “Esquadrinha-me, ó Deus, e conhece meu coração. Examina-me e conhece meus pensamentos inquietantes.” (Salmo 139:23) Era o desejo de Davi que Jeová Deus encontrasse desejos, emoções ou motivações impróprias. Em outras palavras, Davi recorreu à ajuda de Jeová para evitar pecados.
w93 1/10 pp. 19-20 “Esquadrinha-me, ó Deus”
Quando Deus nos esquadrinha
16 Davi de modo algum desejava ser como os iníquos. Muitas pessoas tentam esconder o que são no íntimo, mas Davi orou humildemente: “Esquadrinha-me, ó Deus, e conhece meu coração. Examina-me e conhece meus pensamentos inquietantes, e vê se há em mim qualquer caminho penoso, e guia-me no caminho do tempo indefinido.” (Salmo 139:23, 24) Ao referir-se ao seu coração, Davi não se referia ao órgão físico. Em harmonia com o significado figurativo dessa expressão, ele referia-se ao que ele era por dentro, o homem interior. Nós também devemos querer que Deus esquadrinhe o nosso coração e discirna se temos algum desejo, afeição, emoção, objetivo, pensamento ou motivação impróprios. (Salmo 26:2) Jeová nos convida: “Filho meu, dá-me deveras teu coração, e agradem-se estes olhos teus dos meus próprios caminhos.” — Provérbios 23:26.
17 Se houver oculto dentro de nós algum pensamento penoso, inquietante, devido a desejos errados ou motivações erradas ou devido a alguma conduta errada de nossa parte, então certamente desejamos que Jeová nos ajude a retificar o assunto. Em vez de “qualquer caminho penoso” a tradução Mensagem de Deus usa a expressão “no caminho do mal”; A The New English Bible diz: “Algum caminho que te entristeça [isto é, a Deus].” Nós mesmos talvez não entendamos claramente nossos pensamentos inquietantes, e, assim, não sabemos como expressar nosso problema a Deus, mas ele entende a nossa situação. (Romanos 8:26, 27) Não nos deve surpreender a existência de possíveis inclinações más no nosso coração; ainda assim, não devemos escusá-las. (Gênesis 8:21) Devemos buscar a ajuda de Deus para desarraigá-las. Se realmente amamos a Jeová e seus caminhos, podemos recorrer a ele em busca dessa ajuda certos de que “Deus é maior do que os nossos corações e ele sabe todas as coisas”. — 1 João 3:19-21.
SALMO 139:24)
“E vê se há em mim qualquer caminho penoso, E guia-me no caminho do tempo indefinido.”
w07 15/6 pp. 24-25 Fomos ‘feitos maravilhosamente’
Busque a orientação do Criador
16 “Esquadrinha-me, ó Deus, e conhece meu coração. Examina-me e conhece meus pensamentos inquietantes, e vê se há em mim qualquer caminho penoso, e guia-me no caminho do tempo indefinido.” (Salmo 139:23, 24) Davi sabia que Jeová já o conhecia bem — seu Criador estava ciente de todos os pensamentos, palavras e ações dele. (Salmo 139:1-12; Hebreus 4:13) Esse conhecimento íntimo da parte de Deus fazia com que Davi se sentisse seguro, assim como uma criancinha se sente segura nos braços de seus pais amorosos. Ele prezava essa estreita relação com Jeová e se empenhava em mantê-la por meio de oração e de profunda meditação em Suas obras. De fato, muitos dos salmos de Davi — incluindo o Salmo 139 — são essencialmente orações musicadas. Nós também podemos ser ajudados pela meditação e pelas orações a nos achegar a Jeová.
17 Tendo sido feitos à imagem de Deus, temos a faculdade da livre escolha. Podemos escolher fazer o bem ou o mal. Com essa liberdade vem a responsabilidade moral. Davi não queria ser incluído entre os iníquos. (Salmo 139:19-22) Não desejava cometer erros dolorosos. Assim, ao refletir sobre o conhecimento todo abrangente de Jeová, com humildade ele pediu a Deus que examinasse seu íntimo e o guiasse no caminho que conduz à vida. As normas justas de moral divina se aplicam a todos; portanto, nós também temos de fazer escolhas corretas. Jeová exorta a todos nós a lhe obedecer. Ao fazermos isso ganhamos o seu favor e muitos benefícios. (João 12:50; 1 Timóteo 4:8) Andar diariamente com Jeová nos ajuda a cultivar a paz interior, mesmo diante de problemas aflitivos. — Filipenses 4:6, 7.
w06 1/9 p. 16 Destaques do livro quinto dos Salmos
139:23, 24. Devemos querer que Jeová examine nosso íntimo à procura de qualquer “caminho penoso” — pensamentos, inclinações e desejos impróprios —, e que nos ajude a eliminá-lo.
w01 15/6 pp. 22-23 Continuemos constantes como que vendo Aquele que é invisível!
Pedimos que Jeová nos examine
19 Como servos fiéis de Jeová, somos preciosos para ele. (Mateus 10:29-31) Embora seja invisível, ele pode ser real para nós e podemos prezar nosso valioso relacionamento com ele. Tal atitude para com o nosso Pai celestial dá-nos muitos benefícios. Nossa forte fé ajuda-nos a ter um coração puro e uma boa consciência para com Jeová. A fé sem hipocrisia também impede que levemos uma vida dupla. (1 Timóteo 1:5, 18, 19) Nossa inabalável fé em Deus dá um bom exemplo e pode ter um efeito positivo sobre os em volta de nós. (1 Timóteo 4:12) Além disso, tal fé promove a conduta piedosa, alegrando o coração de Jeová. — Provérbios 27:11.
20 Se formos realmente sábios, teremos prazer em que Jeová nos vigie. Nós não queremos que ele apenas nos observe, mas também desejamos que faça um exame cabal de nossos pensamentos e de nossas ações. Nas nossas orações, faremos bem em pedir que Jeová nos examine cabalmente e discirna se temos quaisquer inclinações impróprias. Ele certamente pode ajudar-nos a lidar com os nossos problemas e a fazer os ajustes necessários. O salmista Davi cantou apropriadamente: “Esquadrinha-me, ó Deus, e conhece meu coração. Examina-me e conhece meus pensamentos inquietantes, e vê se há em mim qualquer caminho penoso, e guia-me no caminho do tempo indefinido.” — Salmo 139:23, 24.
21 Davi rogou que Jeová o esquadrinhasse para ver se havia nele qualquer “caminho penoso”. Assim como o salmista, não ansiamos que Deus esquadrinhe nosso coração e veja se temos motivações impróprias? Portanto, peçamos a Jeová com fé que nos examine. Mas, que dizer se estivermos aflitos devido a algum erro ou por haver em nós algo prejudicial? Então, continuemos a orar sinceramente ao nosso amoroso Deus, Jeová, e nos sujeitemos humildemente à orientação do seu espírito santo e ao conselho da sua Palavra. Podemos confiar em que ele venha em nosso auxílio e nos ajude a seguir um rumo que nos leve à vida eterna. — Salmo 40:11-13.
w93 1/10 p. 20 pars. 16-18 “Esquadrinha-me, ó Deus”
e vê se há em mim qualquer caminho penoso, e guia-me no caminho do tempo indefinido.” (Salmo 139:23, 24) Ao referir-se ao seu coração, Davi não se referia ao órgão físico. Em harmonia com o significado figurativo dessa expressão, ele referia-se ao que ele era por dentro, o homem interior. Nós também devemos querer que Deus esquadrinhe o nosso coração e discirna se temos algum desejo, afeição, emoção, objetivo, pensamento ou motivação impróprios. (Salmo 26:2) Jeová nos convida: “Filho meu, dá-me deveras teu coração, e agradem-se estes olhos teus dos meus próprios caminhos.” — Provérbios 23:26.
17 Se houver oculto dentro de nós algum pensamento penoso, inquietante, devido a desejos errados ou motivações erradas ou devido a alguma conduta errada de nossa parte, então certamente desejamos que Jeová nos ajude a retificar o assunto. Em vez de “qualquer caminho penoso” a tradução Mensagem de Deus usa a expressão “no caminho do mal”; A The New English Bible diz: “Algum caminho que te entristeça [isto é, a Deus].” Nós mesmos talvez não entendamos claramente nossos pensamentos inquietantes, e, assim, não sabemos como expressar nosso problema a Deus, mas ele entende a nossa situação. (Romanos 8:26, 27) Não nos deve surpreender a existência de possíveis inclinações más no nosso coração; ainda assim, não devemos escusá-las. (Gênesis 8:21) Devemos buscar a ajuda de Deus para desarraigá-las. Se realmente amamos a Jeová e seus caminhos, podemos recorrer a ele em busca dessa ajuda certos de que “Deus é maior do que os nossos corações e ele sabe todas as coisas”. — 1 João 3:19-21.
18 Em harmonia com a oração do salmista, de que Jeová o guiasse no caminho do tempo indefinido, Jeová deveras guia seus servos humildes, obedientes. Ele os guia não apenas no caminho que pode significar vida longa por não serem prematuramente cortados da vida devido a uma má ação, mas também no caminho que conduz à vida eterna. Ele incute em nós a necessidade que temos do valor expiatório do sacrifício de Jesus. Por meio de sua Palavra e de sua organização ele nos dá instruções vitais de modo que possamos fazer a Sua vontade. Ele nos acentua a importância de correspondermos à sua ajuda, para que nos tornemos interiormente o tipo de pessoa que professamos ser exteriormente. (Salmo 86:11) E ele nos incentiva com a perspectiva de saúde perfeita num novo mundo justo, junto com vida eterna, para usá-la em servi-lo, o único Deus verdadeiro.
SALMO 141:2)
“Seja minha oração preparada como incenso diante de ti, A elevação das palmas das minhas mãos como a oferta de cereais da noitinha.”
w14 15/6 p. 16 par. 21 “Tens de amar a Jeová, teu Deus”
21 O amor por Jeová Deus fará com que você ore de coração regularmente. Referindo-se à queima de incenso diária sob o pacto da Lei, o salmista Davi cantou: “Seja minha oração preparada como incenso diante de ti, a elevação das palmas das minhas mãos como a oferta de cereais da noitinha.” (Sal. 141:2; Êxo. 30:7, 8) Que seus pedidos, súplicas, louvores e agradecimentos sejam como o agradável aroma de incenso que simboliza as orações aceitáveis a Deus. — Rev. 5:8.
w99 15/1 p. 10 São as suas orações ‘preparadas como incenso’?
São as suas orações ‘preparadas como incenso’?
“Seja minha oração preparada como incenso diante de ti.” — SALMO 141:2.
JEOVÁ DEUS ordenou ao seu profeta Moisés que mandasse preparar um incenso sagrado para uso no tabernáculo de adoração que Israel tinha. A fórmula divina requeria o uso de uma mistura de quatro aromas. (Êxodo 30:34-38) Mostrou ter realmente um cheiro agradável!
2 O pacto da Lei feito com a nação de Israel estipulava a queima diária de incenso. (Êxodo 30:7, 8) Será que o uso do incenso tinha significado especial? Sim, tinha, porque o salmista cantava: “Seja minha oração preparada como incenso diante de ti [Jeová Deus], a elevação das palmas das minhas mãos como a oferta de cereais da noitinha.” (Salmo 141:2) No livro de Revelação (ou Apocalipse), o apóstolo João descreve aqueles que estão ao redor do trono celestial de Deus como tendo tigelas de ouro cheias de incenso. “E”, diz o relato inspirado, “o incenso significa as orações dos santos”. (Revelação 5:8) Portanto, a queima de incenso cheiroso simbolizava as orações aceitáveis feitas pelos servos de Jeová tanto de dia como de noite. — 1 Tessalonicenses 3:10; Hebreus 5:7.
it-2 p. 391 Incenso
Significado. O pacto da Lei tinha uma sombra de vindouras coisas melhores (He 10:1), e parece que a queima de incenso sob tal arranjo representava as orações aceitáveis dos fiéis servos de Deus. O salmista declarou: “Seja minha oração preparada como incenso diante de ti [Jeová].” (Sal 141:2) Igualmente, o altamente simbólico livro de Revelação descreve os que estão ao redor do trono celestial de Deus como tendo “tigelas de ouro cheias de incenso, e o incenso significa as orações dos santos”. “E foi-lhe dada [a um anjo] uma grande quantidade de incenso para oferecer, junto com as orações de todos os santos, no altar de ouro que estava diante do trono.” (Re 5:8; 8:3, 4) Em vários aspectos, a queima de incenso servia como símbolo adequado para as orações dos santos que são ‘oferecidas’ (He 5:7) noite e dia (1Te 3:10), e são agradáveis a Jeová. — Pr 15:8.

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