SALMOS 120-134 | Tesouros da Palavra de Deus: semana de 12-18 de setembro

TEXTOS BÍBLICOS E REFERÊNCIAS: TESOUROS DA PALAVRA DE DEUS | SALMOS 120-134

“MINHA AJUDA VEM DE JEOVÁ”: (10 MIN)

Os Salmos 120 a 134 são conhecidos como Cânticos das Subidas. Por quê? Jerusalém ficava nas montanhas de Judá. Muitos acreditam que esses salmos eram cantados com alegria pelos israelitas que subiam para as festividades anuais em Jerusalém.
Sal 121:3-8
Algumas ilustrações mostram que Jeová nos protege. Ele é comparado a:
• um pastor bem atento
• uma sombra que protege do sol
• um soldado leal

Sal 121:1, 2 — Podemos confiar em Jeová porque ele é o Criador de tudo. (w04 15/12 12 § 3)

Tradução do Novo Mundo Salmo 121:1, 2
121 Levanto os meus olhos para os montes.
De onde virá a minha ajuda?
2 Minha ajuda vem de Jeová,
Aquele que fez o céu e a terra.
A Sentinela (2004) Jeová é nosso ajudador
3. Para que montes o salmista possivelmente levantou os olhos, e por quê?
3 O salmista começou explicando que o fato de Jeová ser o Criador serve como base para se confiar nele: “Levantarei meus olhos para os montes. Donde virá a minha ajuda? Minha ajuda procede de Jeová, Aquele que fez o céu e a terra.” (Salmo 121:1, 2) O salmista não levantou os olhos simplesmente para um monte qualquer. Quando essas palavras foram registradas, o templo de Jeová situava-se em Jerusalém. Essa cidade, localizada no alto dos montes de Judá, era o lugar simbólico da morada de Jeová. (Salmo 135:21) É possível que o salmista tenha levantado os olhos para os montes de Jerusalém, onde ficava o templo de Jeová, buscando com confiança sua ajuda. Por que o salmista tinha tanta certeza de que Jeová poderia ajudá-lo? Porque Ele é “Aquele que fez o céu e a terra”. Em outras palavras, o salmista disse: ‘Com certeza não há nada que impeça o Criador todo-poderoso de me ajudar!’ — Isaías 40:26.

Sal 121:3, 4 — Jeová está bem atento às necessidades de seus servos. (w04 15/12 12-13 § 4)

Tradução do Novo Mundo Salmo 121:3, 4
3 Ele nunca permitirá que seu pé escorregue.
Aquele que guarda você nunca ficará sonolento.
4 Sim, aquele que está guardando Israel
Nunca ficará sonolento nem dormirá.
A Sentinela (2004) Jeová é nosso ajudador
4. Como o salmista mostrou que Jeová está sempre atento às necessidades de seu povo, e por que é consolador pensar nisso?
4 O salmista explicou a seguir que Jeová está sempre atento às necessidades de seus servos: “Não é possível que ele permita que teu pé cambaleie. Não é possível que Aquele que te guarda esteja sonolento. Eis que não toscanejará nem adormecerá aquele que está guardando a Israel.” (Salmo 121:3, 4) É inconcebível que Deus permita que os que confiam nele ‘cambaleiem’ ou sofram uma queda da qual não possam se recuperar. (Provérbios 24:16) Por quê? Jeová é como um pastor bem alerta que toma conta de suas ovelhas. Não é consolador pensar nisso? Ele não fecha os olhos às necessidades de seu povo nem por um instante. Ele vigia dia e noite sobre seus servos.

Sal 121:5-8 — Jeová é um amigo leal que nos protege. (w04 15/12 13 §§ 5-7)

Tradução do Novo Mundo Salmo 121:5-8
5 Jeová está guardando você.
Jeová é uma sombra protetora à sua direita.
6 De dia, o sol não lhe fará mal,
Nem a lua de noite.
7 Jeová o guardará contra todo mal.
Ele guardará a sua vida.
8 Jeová o guardará em tudo que você fizer,
Desde agora e para sempre.
A Sentinela (2004) Jeová é nosso ajudador
5. Por que se diz que Jeová está à “mão direita” de seu povo?
5 Confiante em que Jeová é o Protetor leal de seu povo, o salmista escreveu: “Jeová te está guardando. Jeová é a tua sombra à tua mão direita. De dia, o próprio sol não baterá em ti, nem a lua à noite.” (Salmo 121:5, 6) Para quem viajava a pé no Oriente Médio, um lugar à sombra oferecia uma proteção muito bem-vinda contra o sol escaldante. Jeová é como uma sombra para seu povo, protegendo-o do calor sufocante da calamidade. Note que o texto diz que Jeová está à “mão direita” de seu povo. Nas guerras antigas, a mão direita do soldado ficava relativamente desprotegida, porque ele segurava o escudo com a mão esquerda. Um companheiro leal podia proteger o soldado se ficasse e lutasse à sua direita. De modo similar, Jeová fica ao lado de seus adoradores como um amigo leal, sempre pronto para ajudá-los.
6, 7. (a) Como o salmista nos garante que Jeová nunca deixará de ajudar seus servos? (b) Por que podemos ter a mesma confiança que o salmista?
6 Será que Jeová algum dia deixará de ajudar seu povo? Com toda certeza, isso nunca vai acontecer. O salmista concluiu: “O próprio Jeová te guardará contra toda a calamidade. Ele guardará a tua alma. O próprio Jeová guardará a tua saída e a tua entrada desde agora e por tempo indefinido.” (Salmo 121:7, 8) Note que o escritor deixa de falar no tempo presente e passa a falar do futuro. Antes, no Sal 121:versículo 5, o salmista disse: “Jeová te está guardando.” Mas nos versículos em consideração ele escreveu: “O próprio Jeová te guardará.” Os verdadeiros adoradores recebem a garantia de que a ajuda de Jeová prosseguirá no futuro. Não importa onde estejam nem que calamidades enfrentem, eles sempre poderão contar com Sua ajuda. — Provérbios 12:21.
7 De fato, o escritor do Salmo 121 estava confiante em que o Criador todo-poderoso vigia sobre seus servos com a ternura de um pastor cuidadoso e a atenção de um vigia sempre alerta. Nós temos todos os motivos para ter a mesma confiança que o salmista, porque Jeová não muda. (Malaquias 3:6) Será que isso significa que ele sempre nos protegerá em sentido físico? Não, mas se recorrermos a ele como nosso Ajudador, ele nos resguardará de coisas que poderiam nos prejudicar em sentido espiritual. Portanto, é natural que nos perguntemos: ‘como Jeová nos ajuda?’ Vamos analisar quatro maneiras de ele fazer isso. Neste artigo, consideraremos como ele agiu em favor de seus servos nos tempos bíblicos. No próximo, consideraremos como ele ajuda seu povo hoje em dia.

ENCONTRE JOIAS ESPIRITUAIS: (8 MIN)

Sal 123:2 — O que a ilustração sobre “os olhos dos servos” nos ensina? (w06 1/9 15 § 4)

Tradução do Novo Mundo Salmo 123:2
2 Assim como os olhos dos servos estão fixos na mão do seu senhor,
E os olhos da serva estão fixos na mão da sua senhora,
Os nossos olhos estão fixos em Jeová, nosso Deus,
Até que ele nos mostre favor.
A Sentinela (2006) Destaques do livro quinto dos Salmos
123:2 — Qual é o ponto principal da ilustração sobre os olhos dos servos? Os servos e as criadas olham para a mão do amo ou da ama por dois motivos: para saber os seus desejos e para receber proteção e as necessidades da vida. Da mesma forma, nós olhamos para Jeová para discernir sua vontade e obter seu favor.

Sal 133:1-3 — Que lição podemos aprender desse salmo? (w06 1/9 16 § 3)

Tradução do Novo Mundo Salmo 133:1-3
133 Vejam! Como é bom, como é agradável
Irmãos viverem juntos em união!
2 É como óleo precioso derramado sobre a cabeça,
Que desce pela barba,
A barba de Arão,
E desce até a gola da sua veste.
3 É como o orvalho do Hermom,
Que desce sobre as montanhas de Sião.
É ali que Jeová decretou que estivesse a sua bênção:
A vida eterna.
A Sentinela (2006) Destaques do livro quinto dos Salmos
133:1-3. A união do povo de Deus é agradável, saudável e revigorante. Não devemos perturbá-la por nos empenhar em críticas, brigas ou reclamações.

O que a leitura da semana me ensinou sobre Jeová?

Que pontos da leitura posso usar no serviço de campo?

SALMOS 120-134 | SUGESTÕES PARA SEUS COMENTÁRIOS PESSOAIS

SALMO 120:4)
“Flechas afiadas dum poderoso, Junto com carvões acesos de giestas-das-vassouras.”
w06 1/9 p. 16 Destaques do livro quinto dos Salmos
120:3, 4. Se tivermos de suportar alguém que tem “língua dolosa”, ou enganosa, é consolador saber que Jeová vai endireitar as coisas no devido tempo. Os caluniadores sofrerão calamidade às mãos “dum poderoso”. Eles com certeza receberão o julgamento ardente de Jeová, simbolizado pelos “carvões acesos de giestas-das-vassouras”.
SALMO 121:1)
“Levantarei meus olhos para os montes. Donde virá a minha ajuda?”
w04 15/12 p. 12 Jeová é nosso ajudador
Uma fonte de ajuda infalível
3 O salmista começou explicando que o fato de Jeová ser o Criador serve como base para se confiar nele: “Levantarei meus olhos para os montes. Donde virá a minha ajuda? Minha ajuda procede de Jeová, Aquele que fez o céu e a terra.”
w04 15/12 p. 12 par. 3 Jeová é nosso ajudador
Salmo 121:1,
w04 15/12 p. 12 par. 3 Jeová é nosso ajudador
O salmista não levantou os olhos simplesmente para um monte qualquer. Quando essas palavras foram registradas, o templo de Jeová situava-se em Jerusalém. Essa cidade, localizada no alto dos montes de Judá, era o lugar simbólico da morada de Jeová. (Salmo 135:21) É possível que o salmista tenha levantado os olhos para os montes de Jerusalém, onde ficava o templo de Jeová, buscando com confiança sua ajuda.
w95 15/3 pp. 29-30 Louvará a Jeová?
Ajuda disponível
Muitas pessoas interessadas talvez desejem louvar a Jeová, mas acham que não conseguem satisfazer os requisitos. É bom que se lembrem das palavras do salmista: “Levantarei meus olhos para os montes. Donde virá a minha ajuda? Minha ajuda procede de Jeová, Aquele que fez o céu e a terra.” (Salmo 121:1, 2) É evidente que o salmista levantou os olhos para os montes de Jerusalém onde ficavam o templo de Jeová e a sede terrestre do governo teocrático. Com base nisso, podemos concluir corretamente que a ajuda necessária para louvar a Deus e declarar a mensagem do Reino vem apenas de Jeová e sua organização. — Salmo 3:4; Daniel 6:10.
SALMO 121:2)
“Minha ajuda procede de Jeová, Aquele que fez o céu e a terra.”
w04 15/12 p. 12 Jeová é nosso ajudador
Jeová é nosso ajudador
“Minha ajuda procede de Jeová, Aquele que fez o céu e a terra.” — SALMO 121:2.
QUEM de nós nunca precisou da ajuda de outros? A verdade é que todos nós precisamos de ajuda de vez em quando — para enfrentar um problema grave, suportar uma perda dolorosa ou agüentar uma provação difícil. Quando precisam de ajuda, muitos recorrem a um amigo que se importa com eles. Conversar com um amigo assim pode tornar o problema mais fácil de suportar. Mas nossos semelhantes só podem nos ajudar até certo ponto. Além disso, outros talvez nem sempre estejam em condições de prestar ajuda quando necessário.
2 Mas existe um Ajudador que tem poder e recursos ilimitados. Ele também nos garante que nunca nos abandonará. Foi a respeito dele que o salmista declarou com toda confiança: “Minha ajuda procede de Jeová.” (Salmo 121:2) Por que o salmista estava convencido de que Jeová o ajudaria? Para responder a essa pergunta, examinemos o Salmo 121. Fazer isso nos permitirá ver por que nós também podemos confiantemente recorrer a Jeová como nosso Ajudador.
Uma fonte de ajuda infalível
3 O salmista começou explicando que o fato de Jeová ser o Criador serve como base para se confiar nele: “Levantarei meus olhos para os montes. Donde virá a minha ajuda? Minha ajuda procede de Jeová, Aquele que fez o céu e a terra.” (Salmo 121:1, 2) O salmista não levantou os olhos simplesmente para um monte qualquer. Quando essas palavras foram registradas, o templo de Jeová situava-se em Jerusalém. Essa cidade, localizada no alto dos montes de Judá, era o lugar simbólico da morada de Jeová. (Salmo 135:21) É possível que o salmista tenha levantado os olhos para os montes de Jerusalém, onde ficava o templo de Jeová, buscando com confiança sua ajuda. Por que o salmista tinha tanta certeza de que Jeová poderia ajudá-lo? Porque Ele é “Aquele que fez o céu e a terra”. Em outras palavras, o salmista disse: ‘Com certeza não há nada que impeça o Criador todo-poderoso de me ajudar!’ — Isaías 40:26.
SALMO 121:3)
“Não é possível que ele permita que teu pé cambaleie. Não é possível que Aquele que te guarda esteja sonolento.”
w04 15/12 pp. 12-13 par. 4 Jeová é nosso ajudador
4 O salmista explicou a seguir que Jeová está sempre atento às necessidades de seus servos: “Não é possível que ele permita que teu pé cambaleie. Não é possível que Aquele que te guarda esteja sonolento. Eis que não toscanejará nem adormecerá aquele que está guardando a Israel.” (Salmo 121:3, 4) É inconcebível que Deus permita que os que confiam nele ‘cambaleiem’ ou sofram uma queda da qual não possam se recuperar. (Provérbios 24:16) Por quê? Jeová é como um pastor bem alerta que toma conta de suas ovelhas. Não é consolador pensar nisso? Ele não fecha os olhos às necessidades de seu povo nem por um instante. Ele vigia dia e noite sobre seus servos.
SALMO 121:4)
“Eis que não toscanejará nem adormecerá Aquele que está guardando a Israel.”
w04 15/12 pp. 12-13 par. 4 Jeová é nosso ajudador
4 O salmista explicou a seguir que Jeová está sempre atento às necessidades de seus servos: “Não é possível que ele permita que teu pé cambaleie. Não é possível que Aquele que te guarda esteja sonolento. Eis que não toscanejará nem adormecerá aquele que está guardando a Israel.” (Salmo 121:3, 4) É inconcebível que Deus permita que os que confiam nele ‘cambaleiem’ ou sofram uma queda da qual não possam se recuperar. (Provérbios 24:16) Por quê? Jeová é como um pastor bem alerta que toma conta de suas ovelhas. Não é consolador pensar nisso? Ele não fecha os olhos às necessidades de seu povo nem por um instante. Ele vigia dia e noite sobre seus servos.
SALMO 121:5)
“Jeová te está guardando. Jeová é a tua sombra à tua mão direita.”
w09 1/5 p. 14 Quadros mentais na Bíblia — Você consegue entendê-los?
Por outro lado, o Salmo 121:5 diz: “Jeová é a tua sombra à tua mão direita.” Assim como um lugar à sombra dá proteção contra o sol abrasador, Jeová pode proteger seus servos contra o calor da calamidade, provendo-lhes sombra, ou proteção, debaixo de sua “mão” ou de suas “asas”. — Isaías 51:16; Salmo 17:8; 36:7.
w04 15/12 p. 13 par. 5 Jeová é nosso ajudador
5 Confiante em que Jeová é o Protetor leal de seu povo, o salmista escreveu: “Jeová te está guardando. Jeová é a tua sombra à tua mão direita. De dia, o próprio sol não baterá em ti, nem a lua à noite.” (Salmo 121:5, 6) Para quem viajava a pé no Oriente Médio, um lugar à sombra oferecia uma proteção muito bem-vinda contra o sol escaldante. Jeová é como uma sombra para seu povo, protegendo-o do calor sufocante da calamidade. Note que o texto diz que Jeová está à “mão direita” de seu povo. Nas guerras antigas, a mão direita do soldado ficava relativamente desprotegida, porque ele segurava o escudo com a mão esquerda. Um companheiro leal podia proteger o soldado se ficasse e lutasse à sua direita. De modo similar, Jeová fica ao lado de seus adoradores como um amigo leal, sempre pronto para ajudá-los.
it-2 p. 763 Mão
Usualmente, a mão direita dum guerreiro era a que segurava a espada, e não era protegida pelo escudo na mão esquerda. Portanto, o amigo que ficasse ou lutasse à mão direita dele o defendia e protegia. Esta situação foi usada de forma metafórica com respeito à ajuda e proteção que Deus dá aos que o servem. — Sal 16:8; 109:30, 31; 110:5; 121:5.
SALMO 121:6)
“De dia, o próprio sol não baterá em ti, Nem a lua à noite.”
it-2 p. 721 Lua
De modo similar, o Salmo 121:6 tem sido entendido por alguns como indicando uma crença na idéia de que doenças eram causadas pela exposição à luz da lua. Quando se lê o salmo inteiro, porém, torna-se evidente que tal pressuposição é infundada, visto que o salmo, em vez disso, expressa de forma poética a garantia da proteção de Deus contra calamidades sob todas as circunstâncias e em todas as ocasiões, quer à luz do sol de dia, quer à luz da lua à noite.
SALMO 121:7)
“O próprio Jeová te guardará contra toda a calamidade. Ele guardará a tua alma.”
w04 15/12 p. 13 par. 6 Jeová é nosso ajudador
6 Será que Jeová algum dia deixará de ajudar seu povo? Com toda certeza, isso nunca vai acontecer. O salmista concluiu: “O próprio Jeová te guardará contra toda a calamidade. Ele guardará a tua alma. O próprio Jeová guardará a tua saída e a tua entrada desde agora e por tempo indefinido.” (Salmo 121:7, 8) Note que o escritor deixa de falar no tempo presente e passa a falar do futuro. Antes, no versículo 5, o salmista disse: “Jeová te está guardando.” Mas nos versículos em consideração ele escreveu: “O próprio Jeová te guardará.” Os verdadeiros adoradores recebem a garantia de que a ajuda de Jeová prosseguirá no futuro. Não importa onde estejam nem que calamidades enfrentem, eles sempre poderão contar com Sua ajuda. — Provérbios 12:21.
SALMO 121:8)
“O próprio Jeová guardará a tua saída e a tua entrada Desde agora e por tempo indefinido.”
w04 15/12 p. 13 par. 6 Jeová é nosso ajudador
6 Será que Jeová algum dia deixará de ajudar seu povo? Com toda certeza, isso nunca vai acontecer. O salmista concluiu: “O próprio Jeová te guardará contra toda a calamidade. Ele guardará a tua alma. O próprio Jeová guardará a tua saída e a tua entrada desde agora e por tempo indefinido.” (Salmo 121:7, 8) Note que o escritor deixa de falar no tempo presente e passa a falar do futuro. Antes, no versículo 5, o salmista disse: “Jeová te está guardando.” Mas nos versículos em consideração ele escreveu: “O próprio Jeová te guardará.” Os verdadeiros adoradores recebem a garantia de que a ajuda de Jeová prosseguirá no futuro. Não importa onde estejam nem que calamidades enfrentem, eles sempre poderão contar com Sua ajuda. — Provérbios 12:21.
SALMO 122:1)
“Alegrei-me quando me disseram: “Vamos à casa de Jeová.””
km 1/02 p. 3 par. 1 Congresso de Distrito das Testemunhas de Jeová “Proclamadores Zelosos do Reino”, de 2002
1 “Alegrei-me quando me disseram: ‘Vamos à casa de Jeová.’” (Sal. 122:1) Ao analisar a expressão do salmista, note: (1) como ele se sentiu quando foi convidado a prestar adoração a Jeová; (2) as boas amizades dele, que também estavam muito interessadas na adoração verdadeira; (3) o planejamento que deve ter sido necessário para se fazer o convite, reunir-se e fazer a viagem até a casa de Deus.
g97 22/10 p. 31 O que traz felicidade?
Vale notar o que disse a Scientific American: “Pessoas com uma vida religiosa ativa também dizem ser mais felizes. Certa pesquisa Gallup descobriu que pessoas bastante religiosas tinham duas vezes mais probabilidade de se declararem muito felizes em comparação com as que têm pouco envolvimento com religião. Outras pesquisas, incluindo um estudo feito com a colaboração de 16 nações, abrangendo 166.000 pessoas de 14 países, descobriu que a felicidade e a satisfação na vida aumentam com a força do comprometimento religioso e a freqüência a ofícios religiosos.”
Há muito tempo, o salmista Davi revelou que a felicidade muito depende da adoração unida a Jeová Deus, ao escrever: “Alegrei-me quando me disseram: ‘Vamos à casa de Jeová.’” — Salmo 122:1.
SALMO 122:3)
“Jerusalém é aquela que é construída como cidade, Coligada em união,”
w14 15/12 p. 24 par. 11 Precisamos estar unidos para enfrentar o fim
11 Durante a época turbulenta que afligirá este sistema, precisaremos estar realmente unidos. A união espiritual que deverá haver entre nós pode ser comparada à disposição das casas na Jerusalém antiga. Aquelas casas haviam sido construídas tão perto umas das outras que o salmista descreveu Jerusalém como uma cidade “coligada”. Isso possibilitava que seus habitantes ajudassem e protegessem uns aos outros. Além disso, essa proximidade física podia muito bem representar a união espiritual da nação inteira nas ocasiões em que todas “as tribos de Jah” se reuniam para adoração. (Leia Salmo 122:3, 4.) Hoje e nos dias difíceis à frente, mostrar essa união é fundamental.
w06 1/9 p. 15 Destaques do livro quinto dos Salmos
122:3 — Em que sentido Jerusalém era uma cidade “coligada em união”? Como geralmente acontecia nas cidades dos tempos antigos, as casas em Jerusalém eram construídas lado a lado. Por esse motivo, a cidade era compacta e, portanto, fácil de defender. Além disso, o fato de as casas serem muito próximas possibilitava aos habitantes recorrer uns aos outros em busca de ajuda e proteção. Isso indica a união espiritual das 12 tribos de Israel quando se reuniam para adoração.
SALMO 123:2)
“Eis que como os olhos dos servos estão [fitos] na mão do seu amo, Como os olhos da serva estão [fitos] na mão de sua senhora, Assim os nossos olhos estão [fitos] em Jeová, nosso Deus, Até que ele nos mostre favor.”
w06 1/9 p. 15 Destaques do livro quinto dos Salmos
123:2 — Qual é o ponto principal da ilustração sobre os olhos dos servos? Os servos e as criadas olham para a mão do amo ou da ama por dois motivos: para saber os seus desejos e para receber proteção e as necessidades da vida. Da mesma forma, nós olhamos para Jeová para discernir sua vontade e obter seu favor.
SALMO 125:3)
“Porque o cetro da iniqüidade não continuará a pousar sobre a sorte dos justos, A fim de que os justos não estendam a mão para qualquer contravenção.”
it-1 p. 487 Cetro
O Salmo 125:3 declara que “o cetro da iniqüidade não continuará a pousar sobre a sorte dos justos”. Estas palavras garantem que os justos não serão oprimidos para sempre por aqueles que exercem autoridade de modo iníquo.
SALMO 126:5)
“Os que semeiam com lágrimas Ceifarão com clamor jubilante.”
g02 22/9 p. 22 Por que meu pai (ou minha mãe) não gosta de mim?
“Os que semeiam com lágrimas ceifarão com clamor jubilante”, diz a Bíblia. (Salmo 126:5) Como esse texto se aplica no seu caso? Bem, se você se esforçar a aplicar princípios corretos em condições difíceis, suas lágrimas com o tempo serão substituídas pela alegria de receber as bênçãos de Deus.
w01 15/7 pp. 18-19 pars. 13-14 Avante com a colheita!
13 De muito consolo para os trabalhadores na colheita de Deus, e especialmente para os que sofrem perseguição, são as palavras do Salmo 126:5, 6: “Os que semeiam com lágrimas ceifarão com clamor jubilante. Aquele que sem falta sair, mesmo chorando, carregando uma bolsa cheia de semente, sem falta entrará com clamor jubilante, carregando seus feixes.” As palavras do salmista a respeito da semeadura e da colheita ilustram como Jeová cuidou e abençoou os do restante que voltaram do cativeiro na antiga Babilônia. Eles se sentiram muito felizes com o seu livramento, mas talvez chorassem quando lançavam sementes no solo desolado que não fora cultivado durante os seus 70 anos de exílio. Todavia, os que prosseguiram com a semeadura e as construções obtiveram resultados e satisfação do seu trabalho.
14 Talvez vertamos lágrimas quando passamos por provações, ou quando nós ou nossos concrentes sofrem por causa da justiça. (1 Pedro 3:14) No início, nosso trabalho de colheita pode ser difícil, visto que, aparentemente, não temos nada a mostrar pelos nossos esforços no ministério. Mas, se continuarmos a semear e a regar, Deus fará as coisas crescer, muitas vezes além das nossas expectativas. (1 Coríntios 3:6) Isto é bem ilustrado pelos resultados da nossa distribuição de Bíblias e de publicações bíblicas.
SALMO 126:6)
“Aquele que sem falta sair, mesmo chorando, Carregando uma bolsa cheia de semente, Sem falta entrará com clamor jubilante, Carregando seus feixes.”
w01 15/7 pp. 18-19 pars. 13-14 Avante com a colheita!
13 De muito consolo para os trabalhadores na colheita de Deus, e especialmente para os que sofrem perseguição, são as palavras do Salmo 126:5, 6: “Os que semeiam com lágrimas ceifarão com clamor jubilante. Aquele que sem falta sair, mesmo chorando, carregando uma bolsa cheia de semente, sem falta entrará com clamor jubilante, carregando seus feixes.” As palavras do salmista a respeito da semeadura e da colheita ilustram como Jeová cuidou e abençoou os do restante que voltaram do cativeiro na antiga Babilônia. Eles se sentiram muito felizes com o seu livramento, mas talvez chorassem quando lançavam sementes no solo desolado que não fora cultivado durante os seus 70 anos de exílio. Todavia, os que prosseguiram com a semeadura e as construções obtiveram resultados e satisfação do seu trabalho.
14 Talvez vertamos lágrimas quando passamos por provações, ou quando nós ou nossos concrentes sofrem por causa da justiça. (1 Pedro 3:14) No início, nosso trabalho de colheita pode ser difícil, visto que, aparentemente, não temos nada a mostrar pelos nossos esforços no ministério. Mas, se continuarmos a semear e a regar, Deus fará as coisas crescer, muitas vezes além das nossas expectativas. (1 Coríntios 3:6) Isto é bem ilustrado pelos resultados da nossa distribuição de Bíblias e de publicações bíblicas.
SALMO 127:1)
“A menos que o próprio Jeová construa a casa, É fútil que seus construtores trabalhem arduamente nela. A menos que o próprio Jeová guarde a cidade, É fútil que o guarda se mantenha alerta.”
w93 1/12 p. 32 O nome de Deus
O nome de Deus
“A menos que Jeová construa a casa, os construtores trabalham em vão.” Assim reza esta inscrição em latim. Estas palavras baseiam-se no Salmo 127:1 da Bíblia e expressam uma profunda verdade: todo empenho que não tiver a bênção de Jeová por fim será em vão.
Esta inscrição, com data de 1780, encontra-se num prédio em Colombo, em Sri Lanka, e é notável porque contém o nome de Deus, Jeová. (Veja a foto.) Em séculos anteriores, usava-se amplamente este nome. Muitas vezes era inscrito em prédios seculares, em igrejas e mesmo em moedas. Missionários usavam o nome de Deus quando levavam a Bíblia a países distantes, o que sem dúvida explica esta inscrição em Sri Lanka.
SALMO 127:3)
“Eis que os filhos são uma herança da parte de Jeová; O fruto do ventre é uma recompensa.”
w05 1/4 pp. 8-13 Os filhos são uma herança preciosa
Os filhos são uma herança preciosa
“Eis que os filhos são uma herança da parte de Jeová; o fruto do ventre é uma recompensa.” — SALMO 127:3.
IMAGINE os acontecimentos milagrosos que Jeová tornou possível pela forma como criou o primeiro homem e a primeira mulher. Tanto o pai como a mãe — Adão e Eva — contribuíram com algo de si para formar uma nova pessoa, o primeiro bebê humano, que se desenvolveu no útero de Eva. (Gênesis 4:1) Até hoje, a concepção e o nascimento duma criança nos deixam maravilhados, e muitos o consideram um verdadeiro milagre.
2 Em apenas uns 270 dias, a célula que se originou da união dum homem e duma mulher se transforma num bebê com trilhões de células. A célula original contém informações necessárias para se reproduzir em mais de 200 tipos diferentes de células. Seguindo essas instruções maravilhosas, que estão além da compreensão humana, essas células de espantosa complexidade se reproduzem exatamente na ordem e da maneira correta, formando assim um novo ser vivo!
3 Quem você diria que realmente fez o bebê? Com certeza, o Criador da vida. O salmista bíblico cantou: “Sabei que Jeová é Deus. Foi ele quem nos fez, e não nós a nós mesmos.” (Salmo 100:3) Pais, vocês bem sabem que não foi por causa da sua própria genialidade que conseguiram produzir um lindo bebê. Somente um Deus de infinita sabedoria poderia ser responsável pela milagrosa formação de um novo ser humano. Por milhares de anos pessoas racionais têm dado crédito ao Grandioso Criador pela formação dum bebê no útero da mãe. Você também tem essa opinião? — Salmo 139:13-16.
4 Mas será que Jeová é um Criador insensível que simplesmente criou um processo biológico por meio do qual homem e mulher podem produzir descendentes? Algumas pessoas são insensíveis, mas não Jeová. (Salmo 78:38-40) A Bíblia diz no Salmo 127:3: “Eis que os filhos [e também as filhas] são uma herança da parte de Jeová; o fruto do ventre é uma recompensa.” Vejamos agora o que é uma herança e o que ela evidencia.
Uma herança e uma recompensa
5 Uma herança é semelhante a um presente. Muitos pais trabalham arduamente visando deixar uma herança para os filhos. Talvez seja dinheiro, propriedades ou quem sabe um bem muito valioso. Seja o que for, é uma evidência do amor do pai ou da mãe. A Bíblia diz que Deus deu os filhos como herança aos pais. São um presente da parte dele, uma demonstração de amor. Se você for pai ou mãe, será que suas ações revelam que encara seus filhos como presentes que o Criador do Universo lhe deu?
6 O propósito de Jeová ao dar esse presente era que a Terra ficasse cheia de descendentes de Adão e Eva. (Gênesis 1:27, 28; Isaías 45:18) Não foi Jeová quem criou pessoalmente cada ser humano, assim como ele fez com os milhares de anjos. (Salmo 104:4; Revelação [Apocalipse] 4:11) Em vez disso, Deus preferiu criar os humanos com a capacidade de gerar filhos que fossem semelhantes aos pais de maneiras específicas. Que maravilhoso privilégio é para um pai e uma mãe gerar esse novo ser e cuidar dele! Vocês, pais, agradecem a Jeová por poderem se alegrar com essa herança preciosa?
Aprenda do exemplo de Jesus
7 Infelizmente, muitos pais não consideram os filhos uma recompensa, mostrando pouca compaixão para com eles. Esses pais não refletem a atitude de Jeová nem a de seu Filho. (Salmo 27:10; Isaías 49:15) Por outro lado, note o interesse de Jesus pelos jovens. Mesmo antes de Jesus vir à Terra como ser humano — quando ele ainda era um poderoso espírito no céu — a Bíblia diz que ‘ele entusiasmava-se pelos filhos dos homens’. (Provérbios 8:31, Bíblia Vozes) O amor que teve pela raça humana foi tão grande que ele se dispôs a dar sua vida como resgate para que pudéssemos ganhar a vida eterna. — Mateus 20:28; João 10:18.
8 Enquanto esteve na Terra, Jesus deu um exemplo excelente, em especial para os pais. Vejamos como fez isso. Ele tirava tempo para as crianças, mesmo quando estava muito ocupado e sob pressão. Ele as observava brincando no mercado, e usou aspectos do comportamento delas no seu ensino. (Mateus 11:16, 17) Durante sua última viagem a Jerusalém, Jesus sabia que sofreria e seria morto. Então, quando as pessoas trouxeram seus filhos até ele, seus discípulos, talvez para evitar que elas o importunassem, tentaram mandar as crianças embora. Mas Jesus os repreendeu. Mostrando que ‘se entusiasmava pelos filhos dos homens’, ele disse: “Deixai vir a mim as criancinhas; não tenteis impedi-las.” — Marcos 10:13, 14.
9 Podemos aprender do exemplo de Jesus. Quando está ocupado e uma criança vem falar com você, qual é sua reação? Reage como Jesus? O que as crianças mais precisam, em especial dos pais, é aquilo que Jesus estava disposto a lhes dar: tempo e atenção. Expressões como “eu te amo” são importantes. Ações, porém, falam mais alto do que palavras. A verdade é que seu amor fica evidente não só pelo que você diz, mas especialmente pelo que faz. É demonstrado pelo cuidado, tempo e atenção que dispensa às crianças. Fazer tudo isso, no entanto, talvez não produza resultados notáveis, pelo menos não tão rápido quanto se espera. É necessário paciência, que pode ser adquirida por imitarmos o modo como Jesus lidou com seus discípulos.
A paciência e a afeição de Jesus
10 Jesus sabia que seus discípulos competiam entre si para obter destaque. Certo dia, depois de chegar com eles a Cafarnaum, perguntou-lhes: “ ‘Sobre que estáveis disputando na estrada?’ Eles ficaram calados, pois, na estrada tinham disputado entre si quem era maior.” Em vez de censurá-los, Jesus pacientemente ensinou na prática o que é humildade. (Marcos 9:33-37) Deu resultado? Não de imediato. Uns seis meses depois, Tiago e João persuadiram a mãe deles a solicitar a Jesus um lugar de destaque no Reino. Jesus, mais uma vez, corrigiu pacientemente seu modo de pensar. — Mateus 20:20-28.
11 A Páscoa de 33 EC havia chegado, e Jesus se reuniu apenas com seus discípulos para celebrá-la. Ao entrar na sala de sobrado, nenhum apóstolo tomou iniciativa de fazer o serviço costumeiro de lavar os pés empoeirados dos outros — a mais servil das tarefas de um servo ou de uma mulher na casa. (1 Samuel 25:41; 1 Timóteo 5:10) Como Jesus deve ter ficado triste ao ver que seus discípulos continuavam querendo ter destaque! Então ele lavou os pés de cada um deles e pediu com firmeza que seguissem seu exemplo de servir outros. (João 13:4-17) Será que seguiram? A Bíblia diz que mais tarde naquela mesma ocasião “levantou-se também uma disputa acalorada entre eles sobre qual deles parecia ser o maior”. — Lucas 22:24.
12 Quando os filhos não reagem aos seus conselhos, vocês, pais, conseguem entender como Jesus deve ter-se sentido? Note que Jesus não desistiu de ajudar seus apóstolos, embora tenham demorado para corrigir suas falhas. No final, a paciência de Jesus teve êxito. (1 João 3:14, 18) Pais, vocês devem imitar o amor e a paciência de Jesus, nunca desistindo de instruir os filhos.
13 Os filhos precisam sentir que seus pais os amam e que estão interessados neles. Jesus queria saber o que seus discípulos pensavam, por isso os escutava quando perguntavam alguma coisa. Fazia perguntas quando queria saber a opinião deles sobre determinados assuntos. (Mateus 17:25-27) De fato, ensinar bem envolve prestar atenção e demonstrar verdadeiro interesse. O pai ou a mãe deve resistir à tentação de dispensar a criança de forma brusca, talvez dizendo algo como: “Agora não; não vê que estou ocupado?” Se estiverem realmente ocupados, a criança deve ser informada de que o assunto será considerado mais tarde. Daí, cumpram a palavra. Desse modo o filho vai perceber que o pai ou a mãe está interessado nele, ficando mais à vontade para se abrir com eles.
14 Será que é apropriado os pais mostrarem afeição com gestos carinhosos, como um abraço? Também nisso os pais podem aprender de Jesus. A Bíblia diz que ele “tomou as criancinhas nos seus braços e começou a abençoá-las, impondo-lhes as suas mãos”. (Marcos 10:16) Como será que as crianças reagiram? Sem dúvida, ficaram contentes e se sentiram achegadas a Jesus! Se houver afeição e amor genuínos, haverá uma reação mais imediata dos filhos aos esforços dos pais de discipliná-los e ensiná-los.
A questão da quantidade de tempo
15 Muitos se perguntam se as crianças realmente precisam de tanto tempo e amor da parte dos pais. Um conceito sobre criação de filhos que tem sido amplamente divulgado é o chamado tempo de qualidade. Segundo os defensores dessa idéia, os filhos não precisam de muito tempo dos pais, desde que o tempo gasto com eles seja significativo e bem planejado. Mas faz sentido essa idéia de tempo de qualidade? Será que foi desenvolvida visando o bem-estar dos filhos?
16 Certo escritor que conversou com muitas crianças disse que o maior desejo delas era “que os pais passassem mais tempo com elas”, dando “atenção indivisa”. É significativo que certo professor de faculdade tenha dito: “O termo [tempo de qualidade] surgiu por causa do sentimento de culpa dos pais. As pessoas se justificam por não passar mais tempo com os filhos.” Quanto tempo os pais devem gastar com os filhos?
17 A Bíblia não diz exatamente. No entanto, os israelitas eram incentivados a conversar com os filhos em casa, andando pela estrada, ao deitar-se e ao levantar-se. (Deuteronômio 6:7) Isso deixa claro que os pais precisam interagir com os filhos e ensiná-los constantemente, todos os dias.
18 Jesus teve êxito em instruir seus discípulos em diversas ocasiões enquanto estavam juntos: ao tomar refeições, em viagens e até quando descansavam. Portanto, ele aproveitava todas as oportunidades para os instruir. (Marcos 6:31, 32; Lucas 8:1; 22:14) Da mesma forma, os pais cristãos devem estar atentos em usar todas as oportunidades para estabelecer e manter uma boa comunicação com os filhos e instruí-los nos caminhos de Jeová.
O que ensinar e como fazê-lo
19 Não basta passar tempo com os filhos ou ensinar-lhes algo para criá-los bem. Também é fundamental o que se ensina. Veja como a Bíblia destaca o que deve ser ensinado. Ela diz: “Estas palavras que hoje te ordeno . . . tens de inculcá-las a teu filho.” Que são “estas palavras” que os filhos devem aprender? Sem dúvida, incluem as palavras que acabavam de ser mencionadas, ou seja: “Tens de amar a Jeová, teu Deus, de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de toda a tua força vital.” (Deuteronômio 6:5-7) Jesus disse que esse era o mais importante mandamento de Deus. (Marcos 12:28-30) Os pais têm a responsabilidade primária de ensinar os filhos a respeito de Jeová, explicando-lhes por que só ele merece nossa devoção e nosso amor de toda alma.
20 No entanto, “estas palavras” que os pais são incentivados a ensinar aos filhos incluem mais do que simplesmente amar a Deus de todo o coração. Notará que no capítulo anterior de Deuteronômio, Moisés relembra as leis que Deus havia escrito em tábuas de pedra, ou seja, os Dez Mandamentos. Essas leis incluem não mentir, não roubar, não assassinar e não cometer adultério. (Deuteronômio 5:11-22) Dessa forma, mostrou-se aos pais daquele tempo a necessidade de ensinar valores morais aos filhos. Atualmente, os pais cristãos devem dar instruções similares aos filhos a fim de assegurar-lhes um futuro estável e feliz.
21 Note que se diz aos pais como devem ensinar “estas palavras”, ou mandamentos, aos filhos: “Tens de inculcá-las a teu filho.” A palavra “inculcar” significa “repetir (alguma coisa) com insistência, para frisá-la no espírito; repisar; gravar, imprimir, fixar”. De modo que Deus, na verdade, incentiva os pais a iniciar um programa de instrução bíblica com o objetivo específico de fixar assuntos espirituais na mente dos filhos.
22 Um programa desses requer iniciativa dos pais. A Bíblia diz: “Tens de atá-las [“estas palavras”, ou mandamentos de Deus] como sinal na tua mão, e elas têm de servir de frontal entre os teus olhos; e tens de escrevê-las sobre as ombreiras da tua casa e nos teus portões.” (Deuteronômio 6:8, 9) Será que os pais tinham de literalmente escrever as leis de Deus nos batentes das portas e nos portões, amarrá-las na mão dos filhos ou colocá-las entre seus olhos? Não. Em vez disso, os pais tinham de relembrar constantemente aos filhos os ensinos de Deus. Isso devia ser feito de forma tão regular e constante que era como se os ensinos de Deus estivessem diante dos filhos todo o tempo.
23 Quais são algumas das coisas importantes que os pais precisam ensinar aos filhos? Por que é imprescindível que os filhos sejam instruídos a se proteger? O que há agora disponível aos pais para ajudá-los a ensinar os filhos com eficiência? Essas e outras perguntas que preocupam os pais serão analisadas no próximo artigo.
w05 1/4 Pais, protejam sua inestimável herança
Pais, protejam sua inestimável herança
‘A sabedoria é para proteção. Ela preserva vivos os que a possuem.’ — ECLESIASTES 7:12.
OS PAIS trazem ao mundo um novo ser humano com características físicas e traços de personalidade semelhantes aos seus. A Bíblia chama esses pequeninos de “herança da parte de Jeová”. (Salmo 127:3) Visto que Jeová é o verdadeiro Dador da Vida, ele incumbe os pais de cuidar de algo que na verdade pertence a ele. (Salmo 36:9) Pais, como vocês encaram esse presente inestimável de Deus?
2 Com certeza, um presente como esse deve ser recebido com humildade e apreço. Há mais de três mil anos, Manoá, um israelita, reagiu dessa forma quando um anjo informou à sua esposa que ela ia ter um bebê. Ao ouvir a boa notícia, Manoá orou: “Perdão, Jeová. O homem do verdadeiro Deus que acabas de enviar, por favor, deixa-o vir novamente a nós e instruir-nos quanto a que devemos fazer com o rapazinho que nascer.” (Juízes 13:8) Pais, o que podem aprender do exemplo de Manoá?
Por que é necessária ajuda divina hoje
3 Hoje, mais do que nunca, os pais precisam da ajuda de Jeová na criação dos filhos. Por quê? Satanás, o Diabo, e seus anjos foram lançados dos céus para a Terra. A Bíblia avisa: “Ai da terra . . . , porque desceu a vós o Diabo, tendo grande ira, sabendo que ele tem um curto período de tempo.” (Revelação [Apocalipse] 12:7-9, 12) “Como leão que ruge”, explica a Bíblia, Satanás está “procurando a quem devorar”. (1 Pedro 5:8) Os leões normalmente atacam os mais vulneráveis, em geral os mais novos. De maneira sábia, portanto, os pais cristãos buscam a orientação de Jeová para proteger os filhos. Que esforços você está fazendo nesse sentido?
4 Se soubesse que há um leão à solta na vizinhança, sua preocupação primária seria proteger seus filhos. Satanás é um predador que tenta corromper o povo de Deus, fazendo-os se sentir indignos da aprovação de Deus. (Jó 2:1-7; 1 João 5:19) Os jovens são uma presa muito fácil. Para escapar das armadilhas do Diabo, eles precisam conhecer e obedecer a Jeová. O conhecimento da Bíblia é essencial. “Isto significa vida eterna”, disse Jesus, “que absorvam conhecimento de ti, o único Deus verdadeiro, e daquele que enviaste, Jesus Cristo”. (João 17:3) Além disso, os mais novos precisam de sabedoria, ou seja, a habilidade de compreender e de aplicar o que aprenderam. Visto que “a própria sabedoria preserva vivos os que a possuem”, vocês, pais, precisam incutir a verdade no coração dos filhos. (Eclesiastes 7:12) Como farão isso?
5 Você pode — e deve — ler a Palavra de Deus para os filhos. Mas ajudá-los a amar e a obedecer a Jeová requer mais do que isso: é necessário que eles a compreendam. Para ilustrar: talvez uma criança seja instruída a não atravessar a rua sem antes olhar para ambos os lados. Ainda assim, algumas não obedecem. Por que não? Talvez não tenha sido enfatizado à criança que ela pode ser atropelada ou talvez isso não tenha sido explicado duma maneira que ela realmente entenda, fazendo com que deixe de lado a “tolice” que poderia resultar num acidente. Assim, incutir sabedoria requer tempo, além de muita paciência. A sabedoria é realmente inestimável. A Bíblia diz: “Seus caminhos são caminhos aprazíveis e todas as suas sendas são paz. Ela é árvore de vida para os que a agarram, e os que a seguram bem devem ser chamados de felizes.” — Provérbios 3:13-18; 22:15.
O ensino que dá sabedoria
6 Os jovens muitas vezes fazem coisas erradas, mas não porque não lhes foi ensinado o que é certo. A instrução não alcançou o coração deles — o íntimo de cada um. O Diabo batalha tentando dominar o coração dos jovens, e uma de suas tramas é torná-los expostos às influências impiedosas desse mundo. Outra tática é explorar nossa inclinação para fazer o que é errado, uma tendência pecaminosa herdada. (Gênesis 8:21; Salmo 51:5) Os pais precisam se dar conta de que uma guerra está sendo travada e o alvo é o coração dos filhos.
7 Os pais geralmente dizem para os filhos o que é certo e o que é errado, acreditando que estão lhes ensinando determinado princípio de moral. Talvez até digam para eles que é errado mentir, roubar ou ter relações sexuais com quem não se está casado. No entanto, os filhos precisam ter uma motivação mais forte para obedecer, não fazendo isso só porque os pais disseram que algo é errado. Essas são as leis de Jeová. E os filhos devem aprender que a sabedoria vem da obediência aos mandamentos de Deus. — Provérbios 6:16-19; Hebreus 13:4.
8 O que pode ajudar os filhos a entender a existência dum Criador sábio são assuntos como a complexidade do Universo, a diversidade dos seres vivos, a mudança das estações, e coisas assim. (Romanos 1:20; Hebreus 3:4) Além disso, a criança deve aprender que Deus a ama e que fez provisões para lhe dar a vida eterna por meio do sacrifício de Seu Filho. Também, ela pode fazer Deus feliz se obedecer a ele. Assim, será muito provável que os filhos queiram servir a Jeová apesar das tentativas do Diabo de impedi-los. — Provérbios 22:6; 27:11; João 3:16.
9 A espécie de ensino que protege os filhos e os motiva a fazer o que é certo exige tempo, atenção e planejamento. É preciso que os pais aceitem a orientação de Deus. A Bíblia diz: ‘Vós, pais, prossegui em criar os filhos na disciplina e na regulação mental de Jeová.’ (Efésios 6:4) O que isso significa? “Regulação mental”, no grego original, dá a idéia de “pôr mente em”. Portanto, os pais cristãos são incentivados a pôr o modo de pensar de Jeová Deus nos filhos. Com certeza isso servirá de proteção para os jovens. Se tiverem na mente os pensamentos de Deus — seu modo de pensar —, os jovens ficarão protegidos da conduta errada.
Desejo motivado pelo amor
10 Para que seu desejo de criar bem os filhos se torne realidade, no entanto, seus esforços precisam ser motivados pelo amor. Um fator importante é a boa comunicação. Tente descobrir o que está acontecendo na vida do seu filho ou da sua filha e procure saber a opinião deles. Num ambiente descontraído, use de tato e incentive seu filho a falar. Pode ser que às vezes você fique chocado com o que eles disserem. Tente não dramatizar. Em vez disso, escute com interesse e empatia o que eles têm a dizer.
11 É verdade que você talvez tenha lido para seu filho diretamente na Bíblia — até mais de uma vez — que as leis de Deus condenam a imoralidade sexual. (1 Coríntios 6:18; Efésios 5:5) Pode ser que isso tenha causado uma boa impressão nele sobre o que agrada e o que não agrada a Jeová. No entanto, colocar a mente de Jeová nos filhos exige algo mais. Eles precisam de ajuda para raciocinar sobre a importância das leis de Jeová. Precisam ficar convencidos de que suas leis são justas e boas, e que obedecer a elas é a coisa certa e amorosa a fazer. Você só poderá dizer que colocou a mente de Deus nos filhos se raciocinar com eles à base das Escrituras para que aceitem as leis de Jeová.
12 Ao conversarem sobre sexo, você talvez pergunte: “Você acha que a pessoa vai deixar de ser feliz se obedecer a lei de Jeová de não ter relações sexuais antes do casamento?” Incentive seu filho a se expressar. Depois de analisar a maravilhosa dádiva divina da procriação, talvez pergunte: “Acha que nosso Deus amoroso criaria leis que nos impedissem de ter alegria na vida? Ou acha que essas leis existem para nos fazer felizes e nos proteger?” (Salmo 119:1, 2; Isaías 48:17) Descubra a opinião do seu filho nesses assuntos. Daí, você pode chamar a atenção para exemplos de como a imoralidade sexual resulta em sofrimento e problemas. (2 Samuel 13:1-33) Ao raciocinar com seu filho para que compreenda e aceite o conceito de Deus, estará contribuindo muito para colocar nele a mente de Deus. Há, no entanto, algo mais que poderá fazer.
13 De maneira sábia, você vai mostrar não apenas as conseqüências da desobediência a Jeová, mas também vai explicar que a maneira de vivermos influi em como ele se sente. Mostre a seu filho, com a ajuda da Bíblia, que podemos magoar a Jeová quando não fazemos sua vontade. (Salmo 78:41) Poderá perguntar-lhe: “Por que você não quer magoar a Jeová?”, e daí explicar: “Satanás, o inimigo de Deus, afirma que servimos a Jeová por razões egoístas e não porque o amamos.” Depois, explique que, por manter a integridade, Jó alegrou o coração de Deus, dando uma resposta à acusação mentirosa de Satanás. (Jó 1:9-11; 27:5) Os filhos precisam entender que, dependendo de como se comportam, poderão tanto entristecer como alegrar a Jeová. (Provérbios 27:11) Essa importante lição, bem como muitas outras, pode ser ensinada aos filhos com a ajuda do livro Aprenda do Grande Instrutor.
Resultados gratificantes
14 Na Croácia, um avô que lê o livro Instrutor para o neto de sete anos escreveu o seguinte sobre o que seu neto disse: “Mamãe me mandou fazer uma coisa, mas eu não queria. Daí, me lembrei do capítulo ‘A obediência nos protege’. Então voltei e disse para ela que ia obedecer.” A respeito do capítulo “Por que não devemos mentir?”, um casal na Flórida, EUA, disse: “O livro contém perguntas que estimulam os filhos a abrir o coração e a admitir erros que de outra forma não admitiriam.”
15 O livro Instrutor tem mais de 230 gravuras, e há legendas, ou textos explicativos, para cada gravura ou grupo de gravuras. “Meu filho quase sempre fixa os olhos numa gravura e não deixa que eu vire a página”, disse uma mãe apreciativa. “Elas não só são atraentes, mas também ensinam lições, ou pelo menos estimulam as crianças a fazer perguntas. Ao olhar para a gravura em que um garoto está assistindo TV num quarto escuro, meu filho me fez uma pergunta. O tom como ele falou revelou que percebeu haver algo de errado: ‘Mamãe, o que o menino está fazendo?’ ” A legenda da gravura diz: “Quem pode ver tudo o que fazemos?”
Educação vital para os dias de hoje
16 As crianças precisam saber o uso próprio e o impróprio das partes íntimas do corpo. Acontece que nem sempre é fácil falar sobre esse assunto. Uma colunista de jornal declarou que ela cresceu numa época em que falar dos órgãos sexuais era considerado indelicadeza. Sobre ensinar seus filhos, ela comenta: “Vou ter de superar esse meu constrangimento.” Quando os pais, por causa desse constrangimento, evitam assuntos relacionados ao sexo, na realidade eles não estão protegendo seus filhos. Os molestadores se aproveitam da falta de conhecimento da criança. O livro Aprenda do Grande Instrutor aborda esse assunto de maneira edificante e respeitosa. Dar às crianças informações corretas sobre sexo não lhes tira a inocência, mas pode evitar que elas a percam.
17 No capítulo 10, que conta a história dos anjos iníquos que vieram à Terra e se tornaram pais, pergunta-se à criança: “O que você sabe sobre relações sexuais?” O livro dá a resposta de maneira digna e simples. Mais à frente, o capítulo 32 explica como as crianças podem ser protegidas de molestadores. Muitas cartas foram enviadas relatando que esse ensino é vital. Certa mãe escreveu: “Na semana passada, quando levei meu filho, Javan, à pediatra, ela me perguntou se havíamos lhe ensinado sobre o uso correto das partes íntimas do corpo. Ela ficou muito impressionada ao saber que fizemos isso com a ajuda do livro.”
18 Outro capítulo abrange o relato bíblico dos três jovens hebreus Sadraque, Mesaque e Abednego, que se recusaram a se curvar diante duma imagem que representava o governo babilônico. (Daniel 3:1-30) Alguns talvez não relacionem prestar homenagem a uma estátua com saudar a bandeira, assim como faz o livro Instrutor. Observe, porém, o que disse o escritor Edward Gaffney numa entrevista à revista U. S. Catholic. Sua filha havia chegado da escola no primeiro dia de aula e disse a ele que havia aprendido uma “nova oração na escola”. Gaffney pediu-lhe que a repetisse para ele. “Ela colocou a mão no coração e orgulhosamente recitou: ‘Eu juro fidelidade à bandeira . . .’ ” Ele continua contando: “De repente, me ocorreu algo. As Testemunhas de Jeová estavam certas. Há algo com respeito à adoração nacional que está sendo promovido nas escolas desde as primeiras séries — uma lealdade incondicional e sem limites.”
Vale a pena todo o esforço
19 Com certeza, vale a pena o esforço de ensinar os filhos. Uma mãe em Kansas, EUA, começou a chorar ao ler uma carta que recebeu de seu filho. Ele escreveu: “Eu me sinto muito feliz de ter tido uma criação que fez de mim uma pessoa relativamente estável e equilibrada em sentido emocional. A senhora e o papai com certeza merecem elogios.” (Provérbios 31:28) O livro Aprenda do Grande Instrutor pode ajudar muitos outros pais a ensinar os filhos, protegendo assim essa herança inestimável.
20 Os filhos merecem todo tempo, atenção e esforço que lhes pudermos dar. Eles crescem rápido. Assim, aproveite cada oportunidade para estar com eles e ajudá-los. Você nunca se arrependerá e eles vão amá-lo por isso. Lembre-se sempre de que seus filhos são um presente de Deus para você — uma herança preciosa! (Salmo 127:3-5) Por esse motivo, encare-os realmente como herança, visto que Deus de fato o considera responsável pelo modo como cuida deles.
[Nota(s) de rodapé]
Publicado pelas Testemunhas de Jeová. Veja o capítulo 40: “Como podemos deixar Deus feliz”.
g97 8/8 p. 10 Ajude o desenvolvimento de seus filhos
A Bíblia forneceu um padrão elevado. Ensinou aos judeus que os filhos são preciosos — que devem ser encarados como herança da parte do próprio Deus — e ser tratados como tal. (Salmo 127:3) Evidentemente, muitos seguiram esse conselho. Até mesmo o idioma deles era revelador nesse respeito. Edersheim observa que, além das palavras para filho e filha, o hebraico antigo tinha nove palavras para “criança”, sendo que cada qual se aplicava a um diferente estágio na vida. Por exemplo, havia uma palavra que designava uma criança que ainda mamava, e outra para uma que já havia parado de mamar. Para crianças um pouquinho mais velhas, havia uma palavra que indicava que estavam se tornando firmes e fortes. E, para outras bem mais velhas, havia uma palavra que literalmente significava ‘sacudir-se para a liberdade’. Edersheim comenta: “Sem dúvida, os que com tanta intensidade acompanhavam a vida infantil, a ponto de dar uma classificação pictórica a cada estágio de sua existência, deviam ser pessoas que se apegavam com ternura aos filhos.”
w96 1/10 p. 31 ‘Fazer provisões para a família’: como enfrentar o desafio nos países em dese
Naturalmente, a Bíblia diz que “os filhos são uma herança da parte de Jeová”. (Salmo 127:3) Note, porém, que essas palavras foram escritas num período de condições favoráveis em Israel. Mais tarde, uma grave fome e a guerra fizeram de criar filhos uma provação. (Lamentações 2:11, 20; 4:10) Em vista da situação difícil em muitos países em desenvolvimento, convém que os cristãos responsáveis sejam realistas e avaliem com seriedade quantos filhos podem ter, lembrando que precisam dar-lhes alimento, roupa, abrigo e disciplina. Depois de calcular o custo, muitos casais decidem que é melhor contrariar a tradição e limitar o número de filhos. — Note o que diz Lucas 14:28.
fy cap. 10 p. 126 pars. 21-22 Quando alguém da família adoece
21 Veja o caso de uma jovem senhora asiática. Pouco depois de ter começado a aprender sobre a Bíblia em resultado de seu estudo com uma Testemunha de Jeová, ela deu à luz prematuramente uma menina de apenas 1 quilo e 470 gramas. Ela ficou arrasada quando um médico lhe disse que a criança sofreria de sérias limitações no desenvolvimento e que jamais conseguiria andar. Ele aconselhou-a a entregar o bebê a uma instituição. Seu marido ficou indeciso. A quem ela poderia recorrer?
22 Ela diz: “Lembrei-me de ter aprendido na Bíblia que ‘os filhos são uma herança da parte de Jeová; o fruto do ventre é uma recompensa’.” (Salmo 127:3) Ela decidiu levar para casa essa “herança” e cuidar dela. Foi difícil no começo, mas, com a ajuda de irmãos cristãos da congregação local das Testemunhas de Jeová, ela saiu-se bem e proveu a criança da necessária ajuda especial. Doze anos mais tarde, a menina ia às reuniões no Salão do Reino e se associava com outros jovens. A mãe comenta: “Sou muito grata de que os princípios bíblicos levaram-me a fazer o que é certo. A Bíblia ajudou-me a ter uma consciência limpa perante Jeová Deus e a evitar o arrependimento pelo resto da vida.”
SALMO 127:4)
“Como flechas na mão dum poderoso, Assim são os filhos da mocidade.”
w13 15/8 p. 17 Pais — ensinem seus filhos desde a infância

O Salmo 127:4 diz: “Como flechas na mão dum poderoso, assim são os filhos da mocidade.” Os filhos são aqui comparados a flechas que devem ser miradas no alvo com precisão. Depois que o arqueiro solta a flecha, é impossível pegá-la de volta. Os pais têm as “flechas” — os filhos — apenas por um período relativamente curto. Esse período deve ser usado para inculcar princípios divinos na mente e no coração dos filhos.
w08 1/4 pp. 13-16 Criar filhos num mundo permissivo
“Como flechas na mão”
A Bíblia ilustra o relacionamento entre pais e filhos de um modo que enfatiza a necessidade que uma criança tem da orientação dos pais. O Salmo 127:4, 5 diz: “Como flechas na mão dum poderoso, assim são os filhos da mocidade. Feliz o varão vigoroso que encheu deles a sua aljava.” Portanto, os filhos são comparados a flechas, e o pai, a um poderoso guerreiro. Do mesmo modo que um arqueiro sabe que suas flechas não atingirão o alvo acidentalmente, pais amorosos percebem que criar filhos não pode ser deixado ao acaso. Querem que seus filhos atinjam um “alvo” — uma vida satisfatória, como adultos felizes e responsáveis. Querem que seus filhos façam boas escolhas, que sejam sábios, evitem problemas desnecessários e atinjam objetivos que valham a pena. Mas não basta apenas querer.
O que é necessário para que uma flecha atinja o alvo? Ela precisa estar bem preparada, bem protegida e bem direcionada. Do mesmo modo, os filhos precisam ser preparados, protegidos e direcionados para que sua jornada até a idade adulta seja bem-sucedida. Vamos considerar cada um desses três aspectos na criação de filhos.
Preparar bem a flecha
As flechas usadas pelos arqueiros nos tempos bíblicos eram preparadas com muito cuidado. A haste, talvez de madeira leve, tinha de ser trabalhada à mão e precisava ficar o mais reto possível. A ponta tinha de ser afiada. Na outra extremidade da haste eram colocadas penas para estabilizar a flecha no vôo, mantendo-a no curso.
Os pais querem que seus filhos sejam retos como aquelas flechas, ou seja, sem desvios. Portanto, se são sábios, não fazem vista grossa a faltas graves, mas amorosamente ajudam os filhos a fazer ajustes e a vencê-las. Qualquer criança vai precisar muito desse tipo de tratamento, pois “a tolice está ligada ao coração do rapaz”. (Provérbios 22:15) Por isso, a Bíblia aconselha os pais a disciplinar os filhos. (Efésios 6:4) De fato, a disciplina é muito importante para formar e endireitar a mente e o caráter da criança.
Assim, não é de admirar que Provérbios 13:24 diga: “Quem refreia a sua vara odeia seu filho, mas aquele que o ama está à procura dele com disciplina.” Nesse contexto, a vara da disciplina representa um meio de correção, seja qual for a sua forma. Por disciplinarem com amor, os pais procuram corrigir falhas que, se ficassem profundamente arraigadas, trariam muita tristeza ao filho na vida adulta. De fato, deixar de aplicar esse tipo de disciplina é o mesmo que odiar; aplicá-la é uma demonstração de amor.
Pais amorosos também ajudam o filho a entender as razões por trás das regras. Portanto, disciplinar envolve não apenas dar ordens e castigar, mas, o que é mais importante, envolve transmitir entendimento. A Bíblia diz: “O filho entendido observa a lei.” — Provérbios 28:7.
As penas que um arqueiro coloca nas flechas ajudam-nas a manter um curso reto depois que saem do arco. Do mesmo modo, os ensinamentos bíblicos do Originador da família podem acompanhar os filhos mesmo depois de eles saírem de casa, beneficiando-os por toda a vida. (Efésios 3:14, 15) Então, da mesma forma que um arqueiro coloca penas nas flechas, como os pais podem ter certeza de que realmente colocaram, por assim dizer, esses ensinamentos bíblicos nos filhos?
Veja o conselho de Deus aos pais israelitas nos dias de Moisés: “Estas palavras que hoje te ordeno têm de estar sobre o teu coração; e tens de inculcá-las a teu filho.” (Deuteronômio 6:6, 7) Portanto, os pais precisam fazer duas coisas. Primeiro, eles mesmos têm de aprender e aplicar a Palavra de Deus a ponto de chegar a amar as leis divinas. (Salmo 119:97) Daí, estarão em condições de aplicar a segunda parte do texto — ‘inculcar’ as leis de Deus nos filhos. Isso significa gravar no coração dos filhos o valor dessas leis por meio do ensino eficaz e da repetição constante.
Fica claro que não há nada de antiquado em ensinar princípios bíblicos ou usar disciplina amorosa a fim de corrigir faltas graves. Essas são maneiras essenciais de preparar suas valiosas “flechas” para um vôo reto e estável até a idade adulta.
Proteger a flecha
Voltemos à ilustração registrada no Salmo 127:4, 5. Lembre-se que o arqueiro ‘encheu sua aljava’ de flechas. Uma vez prontas, as flechas tinham de ser protegidas. Assim, o arqueiro as carregava em uma aljava, onde não seriam danificadas ou quebradas com facilidade. É interessante que a Bíblia fala profeticamente do Messias como uma flecha polida que seu Pai “escondeu . . . na sua própria aljava”. (Isaías 49:2) Jeová Deus, o Pai mais amoroso que existe, realmente protegeu seu Filho amado, Jesus, de todo tipo de dano até chegar o tempo designado para o Messias ser morto, conforme predito. Mesmo nessa ocasião, Deus não deixou que seu Filho fosse prejudicado de forma permanente pela morte, pois o levou de volta a salvo para o céu a fim de viver para sempre.
Da mesma forma, bons pais se preocupam em proteger seus filhos dos perigos deste mundo degradante. Pode ser que eles proíbam certas atividades que exporiam desnecessariamente os filhos a influências perigosas. Por exemplo, pais sábios levam a sério este princípio: “Más associações estragam hábitos úteis.” (1 Coríntios 15:33) Cuidar para que os filhos não tenham amizade com os que não respeitam as normas de moral da Bíblia provavelmente impedirá que os jovens cometam vários erros que lhes custariam caro, até mesmo a sua vida.
Talvez os filhos nem sempre gostem da proteção dos pais. De fato, às vezes podem até ficar ressentidos, visto que para proteger os filhos muitas vezes os pais precisam dizer não. Uma respeitada escritora de livros sobre criação de filhos comenta: “Embora nem sempre mostrem isso e provavelmente não agradeçam no momento, os filhos na verdade querem que os pais lhes forneçam uma estrutura segura e previsível. Podemos fazer isso por sermos pais que exercem autoridade e que estabelecem limites de comportamento.”
De fato, proteger seus filhos de qualquer coisa que poderia lhes tirar a paz, a inocência, ou sua condição limpa perante Deus é uma forma essencial de mostrar que vocês os amam. Com o tempo, é provável que eles entendam seus motivos e sejam gratos por sua proteção amorosa.
Direcionar a flecha
Note que o Salmo 127:4, 5 compara o pai com um “poderoso”. Significa isso que apenas o pai pode ser bem-sucedido na criação dos filhos? De maneira alguma. Na verdade, o princípio dessa ilustração se aplica tanto aos pais como às mães — mesmo aos que criam os filhos sozinhos. (Provérbios 1:8) A palavra “poderoso” sugere que era preciso força considerável para atirar a flecha de um arco. Nos tempos bíblicos, os arcos eram às vezes revestidos de cobre, e dizia-se que um soldado ‘entesava o arco’, talvez o apoiando com o pé a fim de poder colocar o fio. (Jeremias 50:14, 29) Obviamente, era preciso muita energia e esforço para puxar para trás aquele fio esticado, a fim de atirar as flechas em direção ao alvo.
De modo similar, criar filhos requer muito esforço. Eles não se criam sozinhos, assim como uma flecha não se atira sozinha no alvo. Infelizmente, muitos pais hoje não parecem estar dispostos a fazer o esforço necessário. Eles escolhem o caminho mais fácil. Deixam que a televisão, a escola e os colegas ensinem os filhos sobre o que é certo e o que é errado, sobre moralidade e sexo. Permitem que os filhos tenham tudo o que querem. E quando dizer ‘não’ parece muito difícil, eles simplesmente dizem ‘sim’ — muitas vezes desculpando sua decisão por dizer que não querem ferir os sentimentos dos filhos. Na realidade, é a permissividade dos pais que causará dano real e duradouro aos filhos.
Criar filhos é uma tarefa árdua. Cumpri-la de todo o coração com a orientação da Palavra de Deus certamente dá trabalho, mas as recompensas são inestimáveis. A revista Parents observou: “Estudos . . . mostram que filhos criados por pais amorosos, mas que exercem autoridade, ou seja, que apóiam os filhos, mas estabelecem limites claros, destacam-se nos estudos, relacionam-se melhor com outras pessoas, são confiantes e, em geral, mais felizes do que os filhos cujos pais são ou muito tolerantes ou excessivamente severos.”
Há uma recompensa ainda melhor. Já consideramos a primeira parte de Provérbios 22:6: “Educa o rapaz segundo o caminho que é para ele.” O texto continua com as seguintes palavras animadoras: “Mesmo quando envelhecer não se desviará dele.” Será que esse provérbio inspirado garante que vai dar tudo certo? Não necessariamente. Seu filho tem livre-arbítrio e fará suas próprias escolhas quando crescer. Mas esse versículo dá aos pais uma amorosa garantia. Qual?
Se instruírem seus filhos de acordo com os conselhos da Bíblia, vocês estarão criando as circunstâncias mais favoráveis possíveis para conseguir um resultado maravilhoso — vê-los crescer para se tornar adultos felizes, realizados e responsáveis. (Provérbios 23:24) Assim, prepare suas preciosas “flechas”, proteja-as e se esforce para direcioná-las. Você nunca se arrependerá.
w07 1/9 p. 26 Ensinem seus filhos a amar a Jeová
Ensinem seus filhos a amar a Jeová
“Como flechas na mão dum poderoso, assim são os filhos da mocidade.” — SALMO 127:4.
UM ARQUEIRO se prepara para atirar. Com cuidado, ele coloca a flecha no arco e, com os músculos tensionados, estica a corda. Apesar da força que precisa fazer, ele mira o alvo com calma. Daí atira a flecha! Será que ela vai atingir o alvo? A resposta depende de vários fatores, incluindo a habilidade do arqueiro, a ação do vento e a condição da flecha.
2 O Rei Salomão comparou os filhos a “flechas na mão dum poderoso”. (Salmo 127:4) Veja como essa ilustração pode ser aplicada. O arqueiro fica relativamente pouco tempo com a flecha no arco. Para atingir o alvo, ele precisa soltá-la depressa. Do mesmo modo, os pais têm relativamente pouco tempo para ajudar seus filhos a desenvolver amor sincero por Jeová. Depois de aparentemente poucos anos, os filhos crescem e saem de casa. (Mateus 19:5) Será que atingirão o alvo, ou seja, continuarão a amar e a servir a Deus? A resposta depende de vários fatores. Três deles são: a habilidade dos pais, o ambiente em que os filhos são criados e a maneira como a ‘flecha’, ou o filho, reage à instrução que recebe.
w07 1/9 p. 30 Ensinem seus filhos a amar a Jeová
A responsabilidade do filho
17 Voltemos à ilustração do início. Mesmo que o arqueiro seja bom, dificilmente vai acertar o alvo se a flecha que atirar estiver torta. É claro que os pais vão fazer de tudo para endireitar a flecha, por assim dizer, esforçando-se em ajustar a maneira de pensar do filho. Mas vai chegar a hora em que os filhos terão de decidir por si mesmos se vão se deixar “entortar” por este mundo ou permitir que Jeová ‘endireite suas veredas’. — Provérbios 3:5, 6; Romanos 12:2.
18 Embora os pais tenham a pesada responsabilidade de criar os filhos “na disciplina e na regulação mental de Jeová”, a decisão final sobre que tipo de pessoa o filho vai ser quando crescer depende dele mesmo. (Efésios 6:4) Por isso, filhos, perguntem-se: ‘Vou aceitar a instrução amorosa de meus pais?’ Se aceitarem, estarão escolhendo o melhor modo de vida que existe. Farão seus pais muito felizes. E, o mais importante, alegrarão o coração de Jeová. — Provérbios 27:11.
SALMO 127:5)
“Feliz o varão vigoroso que encheu deles a sua aljava. Não ficarão envergonhados, Pois falarão com os inimigos no portão.”
w08 1/4 pp. 13-16 Criar filhos num mundo permissivo
“Como flechas na mão”
A Bíblia ilustra o relacionamento entre pais e filhos de um modo que enfatiza a necessidade que uma criança tem da orientação dos pais. O Salmo 127:4, 5 diz: “Como flechas na mão dum poderoso, assim são os filhos da mocidade. Feliz o varão vigoroso que encheu deles a sua aljava.” Portanto, os filhos são comparados a flechas, e o pai, a um poderoso guerreiro. Do mesmo modo que um arqueiro sabe que suas flechas não atingirão o alvo acidentalmente, pais amorosos percebem que criar filhos não pode ser deixado ao acaso. Querem que seus filhos atinjam um “alvo” — uma vida satisfatória, como adultos felizes e responsáveis. Querem que seus filhos façam boas escolhas, que sejam sábios, evitem problemas desnecessários e atinjam objetivos que valham a pena. Mas não basta apenas querer.
O que é necessário para que uma flecha atinja o alvo? Ela precisa estar bem preparada, bem protegida e bem direcionada. Do mesmo modo, os filhos precisam ser preparados, protegidos e direcionados para que sua jornada até a idade adulta seja bem-sucedida. Vamos considerar cada um desses três aspectos na criação de filhos.
Preparar bem a flecha
As flechas usadas pelos arqueiros nos tempos bíblicos eram preparadas com muito cuidado. A haste, talvez de madeira leve, tinha de ser trabalhada à mão e precisava ficar o mais reto possível. A ponta tinha de ser afiada. Na outra extremidade da haste eram colocadas penas para estabilizar a flecha no vôo, mantendo-a no curso.
Os pais querem que seus filhos sejam retos como aquelas flechas, ou seja, sem desvios. Portanto, se são sábios, não fazem vista grossa a faltas graves, mas amorosamente ajudam os filhos a fazer ajustes e a vencê-las. Qualquer criança vai precisar muito desse tipo de tratamento, pois “a tolice está ligada ao coração do rapaz”. (Provérbios 22:15) Por isso, a Bíblia aconselha os pais a disciplinar os filhos. (Efésios 6:4) De fato, a disciplina é muito importante para formar e endireitar a mente e o caráter da criança.
Assim, não é de admirar que Provérbios 13:24 diga: “Quem refreia a sua vara odeia seu filho, mas aquele que o ama está à procura dele com disciplina.” Nesse contexto, a vara da disciplina representa um meio de correção, seja qual for a sua forma. Por disciplinarem com amor, os pais procuram corrigir falhas que, se ficassem profundamente arraigadas, trariam muita tristeza ao filho na vida adulta. De fato, deixar de aplicar esse tipo de disciplina é o mesmo que odiar; aplicá-la é uma demonstração de amor.
Pais amorosos também ajudam o filho a entender as razões por trás das regras. Portanto, disciplinar envolve não apenas dar ordens e castigar, mas, o que é mais importante, envolve transmitir entendimento. A Bíblia diz: “O filho entendido observa a lei.” — Provérbios 28:7.
As penas que um arqueiro coloca nas flechas ajudam-nas a manter um curso reto depois que saem do arco. Do mesmo modo, os ensinamentos bíblicos do Originador da família podem acompanhar os filhos mesmo depois de eles saírem de casa, beneficiando-os por toda a vida. (Efésios 3:14, 15) Então, da mesma forma que um arqueiro coloca penas nas flechas, como os pais podem ter certeza de que realmente colocaram, por assim dizer, esses ensinamentos bíblicos nos filhos?
Veja o conselho de Deus aos pais israelitas nos dias de Moisés: “Estas palavras que hoje te ordeno têm de estar sobre o teu coração; e tens de inculcá-las a teu filho.” (Deuteronômio 6:6, 7) Portanto, os pais precisam fazer duas coisas. Primeiro, eles mesmos têm de aprender e aplicar a Palavra de Deus a ponto de chegar a amar as leis divinas. (Salmo 119:97) Daí, estarão em condições de aplicar a segunda parte do texto — ‘inculcar’ as leis de Deus nos filhos. Isso significa gravar no coração dos filhos o valor dessas leis por meio do ensino eficaz e da repetição constante.
Fica claro que não há nada de antiquado em ensinar princípios bíblicos ou usar disciplina amorosa a fim de corrigir faltas graves. Essas são maneiras essenciais de preparar suas valiosas “flechas” para um vôo reto e estável até a idade adulta.
Proteger a flecha
Voltemos à ilustração registrada no Salmo 127:4, 5. Lembre-se que o arqueiro ‘encheu sua aljava’ de flechas. Uma vez prontas, as flechas tinham de ser protegidas. Assim, o arqueiro as carregava em uma aljava, onde não seriam danificadas ou quebradas com facilidade. É interessante que a Bíblia fala profeticamente do Messias como uma flecha polida que seu Pai “escondeu . . . na sua própria aljava”. (Isaías 49:2) Jeová Deus, o Pai mais amoroso que existe, realmente protegeu seu Filho amado, Jesus, de todo tipo de dano até chegar o tempo designado para o Messias ser morto, conforme predito. Mesmo nessa ocasião, Deus não deixou que seu Filho fosse prejudicado de forma permanente pela morte, pois o levou de volta a salvo para o céu a fim de viver para sempre.
Da mesma forma, bons pais se preocupam em proteger seus filhos dos perigos deste mundo degradante. Pode ser que eles proíbam certas atividades que exporiam desnecessariamente os filhos a influências perigosas. Por exemplo, pais sábios levam a sério este princípio: “Más associações estragam hábitos úteis.” (1 Coríntios 15:33) Cuidar para que os filhos não tenham amizade com os que não respeitam as normas de moral da Bíblia provavelmente impedirá que os jovens cometam vários erros que lhes custariam caro, até mesmo a sua vida.
Talvez os filhos nem sempre gostem da proteção dos pais. De fato, às vezes podem até ficar ressentidos, visto que para proteger os filhos muitas vezes os pais precisam dizer não. Uma respeitada escritora de livros sobre criação de filhos comenta: “Embora nem sempre mostrem isso e provavelmente não agradeçam no momento, os filhos na verdade querem que os pais lhes forneçam uma estrutura segura e previsível. Podemos fazer isso por sermos pais que exercem autoridade e que estabelecem limites de comportamento.”
De fato, proteger seus filhos de qualquer coisa que poderia lhes tirar a paz, a inocência, ou sua condição limpa perante Deus é uma forma essencial de mostrar que vocês os amam. Com o tempo, é provável que eles entendam seus motivos e sejam gratos por sua proteção amorosa.
Direcionar a flecha
Note que o Salmo 127:4, 5 compara o pai com um “poderoso”. Significa isso que apenas o pai pode ser bem-sucedido na criação dos filhos? De maneira alguma. Na verdade, o princípio dessa ilustração se aplica tanto aos pais como às mães — mesmo aos que criam os filhos sozinhos. (Provérbios 1:8) A palavra “poderoso” sugere que era preciso força considerável para atirar a flecha de um arco. Nos tempos bíblicos, os arcos eram às vezes revestidos de cobre, e dizia-se que um soldado ‘entesava o arco’, talvez o apoiando com o pé a fim de poder colocar o fio. (Jeremias 50:14, 29) Obviamente, era preciso muita energia e esforço para puxar para trás aquele fio esticado, a fim de atirar as flechas em direção ao alvo.
De modo similar, criar filhos requer muito esforço. Eles não se criam sozinhos, assim como uma flecha não se atira sozinha no alvo. Infelizmente, muitos pais hoje não parecem estar dispostos a fazer o esforço necessário. Eles escolhem o caminho mais fácil. Deixam que a televisão, a escola e os colegas ensinem os filhos sobre o que é certo e o que é errado, sobre moralidade e sexo. Permitem que os filhos tenham tudo o que querem. E quando dizer ‘não’ parece muito difícil, eles simplesmente dizem ‘sim’ — muitas vezes desculpando sua decisão por dizer que não querem ferir os sentimentos dos filhos. Na realidade, é a permissividade dos pais que causará dano real e duradouro aos filhos.
Criar filhos é uma tarefa árdua. Cumpri-la de todo o coração com a orientação da Palavra de Deus certamente dá trabalho, mas as recompensas são inestimáveis. A revista Parents observou: “Estudos . . . mostram que filhos criados por pais amorosos, mas que exercem autoridade, ou seja, que apóiam os filhos, mas estabelecem limites claros, destacam-se nos estudos, relacionam-se melhor com outras pessoas, são confiantes e, em geral, mais felizes do que os filhos cujos pais são ou muito tolerantes ou excessivamente severos.”
Há uma recompensa ainda melhor. Já consideramos a primeira parte de Provérbios 22:6: “Educa o rapaz segundo o caminho que é para ele.” O texto continua com as seguintes palavras animadoras: “Mesmo quando envelhecer não se desviará dele.” Será que esse provérbio inspirado garante que vai dar tudo certo? Não necessariamente. Seu filho tem livre-arbítrio e fará suas próprias escolhas quando crescer. Mas esse versículo dá aos pais uma amorosa garantia. Qual?
Se instruírem seus filhos de acordo com os conselhos da Bíblia, vocês estarão criando as circunstâncias mais favoráveis possíveis para conseguir um resultado maravilhoso — vê-los crescer para se tornar adultos felizes, realizados e responsáveis. (Provérbios 23:24) Assim, prepare suas preciosas “flechas”, proteja-as e se esforce para direcioná-las. Você nunca se arrependerá.
SALMO 128:3)
“Tua esposa será como uma videira frutífera, Nas partes mais recônditas da tua casa. Teus filhos serão como mudas de oliveiras ao redor da tua mesa.”
w00 15/5 p. 27 Uma oliveira frondosa na casa de Deus
‘Como mudas de oliveira’
A útil oliveira ilustra bem as bênçãos divinas. Como seria recompensado um homem que temesse a Deus? “Tua esposa será como uma videira frutífera, nas partes mais recônditas da tua casa”, cantou o salmista. “Teus filhos serão como mudas de oliveiras ao redor da tua mesa.” (Salmo 128:3) O que são essas “mudas de oliveiras” e por que as compara o salmista a filhos?
A oliveira é incomum, visto que novos brotos surgem constantemente na base do seu tronco. Quando, por causa da idade, o tronco principal não mais produz frutos como antes, os cultivadores podem deixar várias mudas ou brotos novos crescer até se tornarem parte integrante da árvore. Depois de um tempo, a árvore original pode estar cercada por três ou quatro troncos jovens e vigorosos, como os filhos ao redor de uma mesa. Estes brotos têm a mesma raiz e participam em produzir uma boa safra de azeitonas.
Esta característica da oliveira ilustra aptamente como filhos e filhas podem tornar-se firmes na fé, graças às fortes raízes espirituais dos pais. Quando a prole fica mais velha, também participa em dar fruto e em apoiar os pais, que se alegram de ver os filhos servir a Jeová ao seu lado. — Provérbios 15:20.
w00 15/8 p. 30 Lembra-se?
O que sugere a menção feita no Salmo 128:3 de filhos serem “como mudas de oliveiras” ao redor da mesa de um homem?
Muitas vezes, novos brotos surgem na base do tronco duma oliveira. Quando o tronco principal duma oliveira velha não mais produz muitos frutos, brotos novos podem tornar-se troncos vigorosos em torno dela. De modo similar, os pais podem regozijar-se de ter filhos frutíferos servindo a Jeová ao seu lado. — 15/5, página 27.
g97 8/8 p. 8 Ajude o desenvolvimento de seus filhos
A Bíblia diz que o pai deve encarar os filhos como ‘mudas de oliveira ao redor de sua mesa’. (Salmo 128:3, 4) Uma tenra plantinha não se torna uma árvore frutífera sem um bom cultivo, com nutrientes, solo e umidade adequados. Criar bem os filhos também exige trabalho e cuidados. As crianças precisam de um ambiente sadio para crescer à maturidade.
g92 22/9 p. 3 Os anos de formação — quando mais se precisa do melhor
Os anos de formação — quando mais se precisa do melhor
JÁ SE disse que os filhos são “uma herança da parte de Jeová”. E também que são “como mudas de oliveiras ao redor da tua mesa”. (Salmo 127:3; 128:3) Os pais são instruídos a ‘prosseguir em criá-los na disciplina e na regulação mental de Jeová’. — Efésios 6:4.
Se há de controlar o crescimento de oliveiras para que produzam bem, o tempo para isso é enquanto são ‘como mudas ao redor da sua mesa’. A árvore cresce conforme a mudinha é direcionada.
it-1 p. 447 Plantas na Bíblia
O salmista bíblico aludiu a algumas das características da oliveira ao prometer àqueles que temem a Jeová: “Teus filhos serão como mudas de oliveiras ao redor da tua mesa.” (Sal 128:1-3) Mudas cortadas duma oliveira crescida muitas vezes são usadas para plantar novas árvores. Além disso, nas oliveiras velhas talvez brotem rebentos das suas raízes, perpetuando-se elas assim a si mesmas. Os filhos, semelhantes a tais rebentos, rodeariam o pai, contribuindo a sua parte para a felicidade da família.
SALMO 129:3)
“Aradores têm lavrado sobre as minhas próprias costas; Prolongaram os seus sulcos.””
it-1 p. 176 Arar (lavrar)
Falar Israel daqueles que haviam ‘arado sobre as minhas próprias costas, prolongando os seus sulcos’, evidentemente descreve os sofrimentos da nação sob seus muitos inimigos, os quais implacável e cruelmente a assolaram e maltrataram, à medida que Israel tornava suas costas “como a terra . . . para os que atravessavam”. (Sal 129:1-3; Is 51:23; compare isso com Sal 66:12.)
SALMO 129:6)
“Tornar-se-ão como a grama verde dos telhados, Que se seca antes de ser arrancada,”
it-1 p. 456 Casa
Em seguida havia uma camada de terra, de vários centímetros de espessura, revestida por grosso reboco de argila, ou de argila e cal. Podia-se facilmente fazer uma abertura nesse terraço de terra, como foi feita por alguns homens que se esforçaram a levar um paralítico à presença de Jesus, para que fosse curado. (Mr 2:4) As vigas do terraço costumavam ser sustentadas por uma fileira de postes retos de madeira que descansavam sobre bases de pedra. Em tais terraços ou telhados podia brotar grama (Sal 129:6),
it-2 p. 251 Grama
Os israelitas estavam bem familiarizados com o ressecamento da grama sob o calor intenso do sol durante a época de estio. De modo que a transitoriedade da vida do homem é apropriadamente comparada com a da grama e é contrastada com a eternidade de Jeová e daquela da Sua “palavra” ou “declaração”. (Sal 90:4-6; 103:15-17; Is 40:6-8; 51:12; 1Pe 1:24, 25) Também os malfeitores são comparados à relva que murcha rapidamente. (Sal 37:1, 2) Os que odeiam Sião, bem como os prestes a serem subjugados por conquistas militares, são comparados à grama de raízes curtas, que cresce em telhados de terra, grama que murcha mesmo já antes de ser arrancada, ou que resseca no rastro do vento oriental. — Sal 129:5, 6; 2Rs 19:25, 26; Is 37:26, 27.
SALMO 130:3)
“Se vigiasses os erros, ó Jah, Ó Jeová, quem poderia ficar de pé?”
w02 15/10 p. 14 par. 5 Jeová está cuidando de você
5 Jeová não fica nos vigiando para ver todas as nossas falhas. O salmista escreveu: “Se vigiasses os erros, ó Jah, ó Jeová, quem poderia ficar de pé?” (Salmo 130:3) A resposta subentendida é: ninguém. (Eclesiastes 7:20)
SALMO 131:2)
“Decerto tenho acalmado e aquietado a minha alma, Como uma criança recém-desmamada sobre sua mãe. Minha alma está sobre mim como uma criança recém-desmamada.”
w06 1/9 p. 15 Destaques do livro quinto dos Salmos
131:1-3 — De que maneira Davi ‘acalmou e aquietou a sua alma, como uma criança recém-desmamada sobre a mãe’? Davi aprendeu a confortar e a acalmar sua alma da mesma forma que uma criança desmamada aprende a encontrar conforto e satisfação nos braços da mãe. Como? Por não ter um coração soberbo nem olhos altaneiros e por não ir atrás de coisas grandes demais para ele. Em vez de procurar destaque, Davi geralmente reconhecia suas limitações e demonstrava humildade. Somos sensatos por imitar sua atitude, em especial quando procuramos alcançar privilégios na congregação.
it-1 p. 685 Desmama
A criança desmamada, embora não mais anseie a nutrição da mãe, ainda encontra segurança e satisfação nos braços dela. Comparavelmente, Davi acalmara e aquietara sua alma “como uma criança recém-desmamada sobre sua mãe”, e sua alma estava ‘sobre ele como uma criança recém-desmamada’. Evidentemente, sua alma ficou acalmada, aquietada e satisfeita porque ele não desejara destaque, manifestara humildade, evitara a soberba e se refreara de andar em coisas grandes demais para ele. Instou com Israel a agir de modo similar, humildemente ‘esperando por Jeová por tempo indefinido’. — Sal 131:1-3.
SALMO 132:6)
“Eis que o ouvimos em Efrata, Achamo-lo nos campos da floresta.”
it-1 p. 766 Efrata
2. Evidentemente, nome primitivo de Belém, ou nome aplicado à região em volta dela. Os nomes Belém e Efrata são usados em conjunto em diversos textos. O relato sobre a morte de Raquel narra que ela foi enterrada “no caminho de Efrate [Efrata], isto é, Belém”. (Gên 35:16, 19; 48:7) Membros da família de Elimeleque são chamados de “efratitas de Belém”, e foi para Belém que a sua viúva Noemi retornou de Moabe. (Ru 1:2, 19) A bênção proferida sobre Boaz por ocasião do seu casamento com Rute foi que ele se mostrasse ‘digno em Efrata e ganhasse fama em Belém’. (Ru 4:11) E, finalmente, na profecia a respeito do nascimento do Messias, os nomes são conjugados como “Belém Efrata”. (Miq 5:2) Em vista disso, parece que a referência a Efrata, no Salmo 132:6, que trata da preocupação de Davi com a arca do pacto, também se aplica a esta cidade natal de Davi. — Veja BELÉM N.° 1.
SALMO 133:1)
“Eis que quão bom e quão agradável é Irmãos morarem juntos em união!”
w12 1/12 p. 7 Passar tempo com a família
“Eis que quão bom e quão agradável é irmãos morarem juntos em união!” — SALMO 133:1.
Por que alguns comemoram o Natal?
Visto que os israelitas eram todos descendentes de Jacó, também chamado Israel, eles eram “irmãos”, membros de uma só família. Era “bom” e “agradável” quando eles se reuniam para festividades em Jerusalém.
w96 15/7 p. 11 par. 4 A família de Jeová usufrui uma preciosa união
4 O salmista Davi apreciava profundamente a união fraternal. Foi até mesmo inspirado a cantar sobre ela! Imagine-o com a sua harpa, cantando: “Eis que quão bom e quão agradável é irmãos morarem juntos em união! É como óleo bom sobre a cabeça, que desce sobre a barba, a barba de Arão, que desce até o colar da sua veste. É como o orvalho do Hermom que desce sobre as montanhas de Sião. Pois ali Jeová ordenou que estivesse a bênção, sim, vida por tempo indefinido.” — Salmo 133:1-3.
w96 15/7 p. 11 par. 5 A família de Jeová usufrui uma preciosa união
5 Essas palavras aplicavam-se à união fraternal usufruída pelo antigo povo de Deus, os israelitas. Quando se encontravam em Jerusalém para as suas três festividades anuais, moravam juntos em união. Embora procedessem de várias tribos, eram uma só família.
it-2 p. 421 Irmão
“Eis que quão bom e quão agradável é irmãos morarem juntos em união!”, escreveu Davi, dando a entender que não são apenas relações sanguíneas que contribuem para a paz e a união entre irmãos carnais. (Sal 133:1)
SALMO 133:2)
“É como óleo bom sobre a cabeça, Que desce sobre a barba, A barba de Arão, Que desce até o colar da sua veste.”
w96 15/7 p. 11 par. 4 A família de Jeová usufrui uma preciosa união
4 O salmista Davi apreciava profundamente a união fraternal. Foi até mesmo inspirado a cantar sobre ela! Imagine-o com a sua harpa, cantando: “Eis que quão bom e quão agradável é irmãos morarem juntos em união! É como óleo bom sobre a cabeça, que desce sobre a barba, a barba de Arão, que desce até o colar da sua veste. É como o orvalho do Hermom que desce sobre as montanhas de Sião. Pois ali Jeová ordenou que estivesse a bênção, sim, vida por tempo indefinido.” — Salmo 133:1-3.
w96 15/7 p. 11 par. 5 A família de Jeová usufrui uma preciosa união
Estarem juntos tinha um efeito salutar sobre eles, como um refrescante óleo de unção, de aroma agradável. Quando um óleo desse tipo era derramado sobre a cabeça de Arão, escorria pela barba e até o colarinho da sua veste. Para os israelitas, estarem juntos exercia uma boa influência que permeava o povo reunido como um todo. Desfaziam-se mal-entendidos e promovia-se a união. Uma união similar existe hoje na família global de Jeová. A associação regular tem um efeito espiritual, salutar, sobre os seus membros. Eliminam-se mal-entendidos ou dificuldades com a aplicação do conselho da Palavra de Deus. (Mateus 5:23, 24; 18:15-17) O povo de Jeová aprecia muito o encorajamento mútuo resultante da sua união fraternal.
SALMO 133:3)
“É como o orvalho do Hermom Que desce sobre as montanhas de Sião. Pois ali Jeová ordenou [que estivesse] a bênção, [Sim,] vida por tempo indefinido.”
w07 15/11 p. 15 Você é revigorante para com outros?
Você é revigorante para com outros?
BEM ao sul da cordilheira do Antilíbano fica o monte Hermom, com seu majestoso cume a 2.814 metros acima do nível do mar. Na maior parte do ano o pico do Hermom fica coberto de neve, o que faz com que os vapores das noites quentes que passam sobre ele se condensem e produzam orvalho. O orvalho desce sobre pinheiros e árvores frutíferas nas encostas abaixo e sobre vinhedos mais adiante. Durante a longa estação seca no Israel antigo, esse orvalho refrescante era a fonte principal de umidade para a vegetação.
Numa canção divinamente inspirada, a revigorante união entre os adoradores de Jeová é comparada ao “orvalho do Hermom que desce sobre as montanhas de Sião”. (Salmo 133:1, 3) Assim como o monte Hermom provê orvalho refrescante para a vegetação, nós podemos dar revigoramento aos que nos cercam.
w07 15/11 p. 16 Você é revigorante para com outros?
[Fotos na página 16]
O orvalho do monte Hermom — uma refrescante fonte de umidade para a vegetação
w98 15/8 p. 32 “Quem deu à luz as gotas do orvalho?”
Durante a estação quente e sem chuva em Israel, “o orvalho do Hermom” preservava a vegetação do país e, portanto, seu povo. As elevações florestais e nevadas do Hermom ainda produzem vapores noturnos que se condensam para se tornar orvalho abundante. O salmista Davi comparou o frescor produzido por este orvalho à experiência agradável de se morar em união com co-adoradores de Jeová. — Salmo 133:3.
w96 15/7 p. 11 par. 4 A família de Jeová usufrui uma preciosa união
4 O salmista Davi apreciava profundamente a união fraternal. Foi até mesmo inspirado a cantar sobre ela! Imagine-o com a sua harpa, cantando: “Eis que quão bom e quão agradável é irmãos morarem juntos em união! É como óleo bom sobre a cabeça, que desce sobre a barba, a barba de Arão, que desce até o colar da sua veste. É como o orvalho do Hermom que desce sobre as montanhas de Sião. Pois ali Jeová ordenou que estivesse a bênção, sim, vida por tempo indefinido.” — Salmo 133:1-3.
w96 15/7 p. 11 pars. 6-7 A família de Jeová usufrui uma preciosa união
6 Que similaridade havia entre Israel morar junto em união e o orvalho do monte Hermom? Ora, visto que o cume deste monte se encontra a uns 2.800 metros acima do nível do mar, ele está coberto de neve quase o ano inteiro. O cume nevado do Hermom provoca a condensação da névoa noturna, produzindo assim o orvalho abundante que preserva a vegetação durante o longo período de estio. Correntes de ar frio que descem da cordilheira do Hermom podem levar essa névoa para o sul até a região de Jerusalém, onde se condensa como orvalho. De modo que o salmista estava certo em falar de ‘o orvalho do Hermom descer sobre o monte Sião’. Que excelente lembrete da influência revigorante e unificadora que existe na família dos adoradores de Jeová!
7 Antes de se formar a congregação cristã, o centro da adoração verdadeira era Sião, ou Jerusalém. Portanto, era ali que Jeová ordenou que estivesse a bênção. Visto que a Fonte de todas as bênçãos residia de modo representativo no santuário em Jerusalém, as bênçãos emanavam dali. Portanto, uma vez que a adoração verdadeira não depende mais de determinado lugar, a bênção, o amor e a união dos servos de Deus podem ser encontrados hoje em toda a Terra. (João 13:34, 35) Quais são alguns dos fatores que promovem tal união?
it-2 pp. 317-318 Hermom
O pico nevado do monte Hermom contribui para a condensação dos vapores noturnos, produzindo assim um orvalho abundante. “Jamais vimos tão copioso orvalho”, observou o naturalista H. B. Tristram, do século 19, “tudo ficava ensopado dele, e as tendas davam pouca proteção”. (The Land of Israel [A Terra de Israel], Londres, 1866, pp. 608, 609) O refrescante orvalho do Hermom preserva a vegetação durante a longa estação do estio. (Sal 133:3; veja ORVALHO.)

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