PESQUISAR CONTEÚDO

Custom Search

SALMOS 87-91 | Tesouros da Palavra de Deus: semana de 1-7 de agosto

ADS

TEXTOS BÍBLICOS E REFERÊNCIAS: TESOUROS DA PALAVRA DE DEUS | SALMOS 87-91

“CONTINUE NO LUGAR SECRETO DO ALTÍSSIMO”: (10 MIN)

No “lugar secreto” de Jeová, estamos protegidos contra danos espirituais
Sal 91:1, 2, 9-14
o Para morar no lugar secreto de Jeová hoje, a pessoa precisa se dedicar a ele e se batizar
o Os que não confiam em Deus não conhecem esse lugar
o Quem mora no lugar secreto de Jeová está protegido contra qualquer coisa ou pessoa que possa ameaçar sua fé e amor a Deus
“O passarinheiro” tenta nos pegar em suas armadilhas
Sal 91:3
o Não é fácil pegar um pássaro
o Caçadores de pássaros observam bem seus hábitos e criam maneiras diferentes de capturá-los
o Satanás, “o passarinheiro”, fica observando os servos de Jeová e prepara armadilhas para cairmos em sentido espiritual
Quatro armadilhas mortais que Satanás usa:
o Medo de desagradar a homens
o Materialismo
o Diversão que desagrada a Jeová
o Desentendimentos

Sal 91:1, 2 — No “lugar secreto” de Jeová, estamos protegidos contra danos espirituais (w10 15/2 26-27 §§ 10-11)

Tradução do Novo MundoSalmo 91:1, 2
91 Quem morar no lugar secreto do Altíssimo
Encontrará abrigo na sombra do Todo-Poderoso.
2 Vou dizer a Jeová: “Tu és meu refúgio e minha fortaleza;
Meu Deus, em quem confio.”
A Sentinela (2010)Bem-vindo ao melhor modo de vida!
10, 11. O que é o “lugar secreto do Altíssimo”, e como podemos ter acesso a ele?
10 A dedicação e o batismo resultam em ainda outra grande bênção — o privilégio de “morar no lugar secreto do Altíssimo”. (Leia Salmo 91:1.) Trata-se de um simbólico lugar de segurança — uma condição, ou estado, de proteção contra o dano espiritual. É “lugar secreto” porque é desconhecido para as pessoas sem visão espiritual e que não confiam em Deus. Por vivermos em harmonia com a nossa dedicação e exercermos total confiança em Jeová, estamos, na realidade, dizendo-lhe: “Tu és meu refúgio e minha fortaleza, meu Deus, em quem vou confiar.” (Sal. 91:2) Jeová Deus se torna nossa habitação segura. (Sal. 91:9) Poderia alguém desejar mais?
11 Termos acesso ao “lugar secreto” de Jeová significa também que fomos abençoados com o privilégio de ter desenvolvido uma relação pessoal com ele. Esta começa com a dedicação e o batismo. Depois, aprofundamos nossa relação com Deus nos achegando a ele por meio de estudo bíblico, orações sinceras e plena obediência. (Tia. 4:8) Nunca alguém foi tão achegado a Jeová como Jesus, cuja confiança no Criador nunca vacilou. (João 8:29) Portanto, jamais duvidemos de Jeová ou de seu desejo e capacidade de nos ajudar a cumprir nosso voto de dedicação. (Ecl. 5:4) As provisões espirituais de Deus para seu povo são evidências inegáveis de que ele realmente nos ama e deseja que o sirvamos com êxito.

Sal 91:3 — Satanás é como um “passarinheiro”, ou caçador de pássaros, que coloca armadilhas no nosso caminho (w07 1/10 26-30 §§ 1-18)

Tradução do Novo MundoSalmo 91:3
3 Pois ele livrará você da armadilha do passarinheiro,
Da peste destrutiva.
A Sentinela (2007)Como se livrar das armadilhas do passarinheiro
1. Quem é o “passarinheiro”, e por que ele é perigoso?
TODOS os cristãos verdadeiros enfrentam um predador que possui inteligência sobre-humana e astúcia. O Salmo 91:3 o chama de “passarinheiro”. Quem é esse inimigo? Esta revista, desde o número de 1.° de junho de 1883, o tem identificado como Satanás, o Diabo. Esse inimigo poderoso astutamente tenta desencaminhar e apanhar o povo de Jeová, assim como um passarinheiro faz com o pássaro.
2. Por que Satanás é comparado a um passarinheiro?
2 Nos tempos antigos, os pássaros eram capturados por causa do seu belo canto, da plumagem colorida e também para comida e sacrifícios. Mas os pássaros são por natureza cautelosos e ariscos, difíceis de apanhar. Portanto, o passarinheiro nos tempos bíblicos primeiro estudava cuidadosamente as características e os hábitos do tipo de pássaro que queria capturar. Depois desenvolvia métodos astutos para aprisioná-lo. Ao comparar Satanás a um passarinheiro, a Bíblia nos ajuda a entender seus métodos. O Diabo estuda cada um de nós individualmente. Ele observa nossos hábitos e características e coloca armadilhas sutis para tentar nos apanhar vivos. (2 Timóteo 2:26) Ser capturado por ele significa nossa ruína espiritual e pode nos levar à destruição. Portanto, para nossa proteção, precisamos identificar as várias táticas do “passarinheiro”.
3, 4. Quando é que as táticas de Satanás se parecem às de um leão, e quando se parecem às de uma naja?
3 Usando linguagem bem expressiva, o salmista compara também as táticas de Satanás às de um leão e às de uma naja. (Salmo 91:13) Assim como um leão, Satanás ataca às vezes de forma direta e frontal por meio de perseguição ou decreto governamental contra o povo de Jeová. (Salmo 94:20) Alguns talvez caiam por causa desses ataques ferozes. Muitas vezes, porém, esses ataques frontais têm efeito contrário e acabam unindo o povo de Deus. Mas o que dizer dos ataques mais sutis de Satanás, como os de uma naja?
4 O Diabo usa sua inteligência sobre-humana para dar botes traiçoeiros e mortíferos, como os de uma cobra venenosa de um lugar escondido. Desse modo, ele tem conseguido envenenar a mente de alguns servos de Deus, enganando-os e desviando-os de fazer a vontade de Jeová para fazer a vontade dele, com trágicas conseqüências. Felizmente, conhecemos as táticas de Satanás. (2 Coríntios 2:11) Vejamos agora quatro das armadilhas mortíferas que são usadas pelo “passarinheiro”.
Medo do homem
5. Por que “tremer diante de homens” é um laço tão eficaz?
5 O “passarinheiro” entende o desejo natural do homem de ser aceito e aprovado pelos outros. Os cristãos não são insensivelmente indiferentes às opiniões, conceitos e sentimentos das pessoas à sua volta. Sabendo disso, o Diabo gostaria de se aproveitar da preocupação dos cristãos com o que os outros pensam deles. Por exemplo, “tremer diante de homens” é um laço que o Diabo usa para desequilibrar alguns servos de Deus. (Provérbios 29:25) Se, por causa do medo do homem, servos de Deus se juntam a outros em fazer coisas que Jeová proíbe ou deixam de fazer o que a Palavra de Deus ordena, isso significa que foram enlaçados pelo “passarinheiro”. — Ezequiel 33:8; Tiago 4:17.
6. Que exemplo ilustra como um jovem pode cair na armadilha do “passarinheiro”?
6 Por exemplo, um jovem talvez ceda à pressão de colegas de escola e fume um cigarro. Pode ser que isso nem lhe tenha passado pela cabeça quando saiu de casa para ir à escola naquele dia. Mas não demora muito e ele está fazendo algo que desagrada a Deus e que prejudica a sua saúde. (2 Coríntios 7:1) Como foi induzido a fazer isso? Talvez tenha se envolvido com o tipo errado de colegas e ficado com medo de cair na desaprovação deles. Jovens, não deixem que o “passarinheiro” os seduza e os apanhe em sua armadilha! Para não serem apanhados vivos, evitem transigir mesmo em coisas pequenas. Acatem o aviso da Bíblia de evitar más companhias. — 1 Coríntios 15:33.
7. Como Satanás pode fazer com que alguns pais percam o equilíbrio espiritual?
7 Pais cristãos conscienciosos levam a sério sua responsabilidade bíblica de sustentar a família. (1 Timóteo 5:8) No entanto, o objetivo de Satanás é fazer os cristãos perder o equilíbrio nesse respeito. Alguns talvez criem o hábito de faltar às reuniões por cederem à pressão do patrão para que façam horas extras. Pode ser que tenham medo de pedir folga para assistir a todos os dias de um congresso de distrito a fim de adorar a Jeová com seus irmãos. A proteção contra esse laço é ‘confiar em Jeová’. (Provérbios 3:5, 6) Além disso, nos lembrarmos que somos membros da família de Jeová e de que ele se obrigou a cuidar de nós nos ajudará a manter o equilíbrio. Pais, será que têm fé que Jeová de uma maneira ou de outra cuidará de vocês e de sua família se fizerem a vontade dele? Ou será que o Diabo vai apanhá-los vivos e levá-los a fazer a vontade dele por causa do medo do homem? Por favor, considerem seriamente essas perguntas com oração.
O laço do materialismo
8. De que maneira Satanás usa a isca do materialismo?
8 Satanás também usa a isca do materialismo para nos apanhar. O sistema comercial deste mundo muitas vezes promove esquemas de enriquecimento rápido, que podem até mesmo enganar servos de Deus. Às vezes, alguns são incentivados: “Trabalhe bastante, faça seu pé-de-meia, depois relaxe e aproveite a vida. Poderá até ser pioneiro.” Esse talvez seja o raciocínio distorcido de alguns que tentam tirar proveito financeiro dos irmãos na congregação. Pense bem nesse incentivo. Não reflete ele o pensamento do homem rico, mas “desarrazoado”, da parábola de Jesus? — Lucas 12:16-21.
9. Por que alguns cristãos podem ser enlaçados por desejar coisas?
9 Satanás administra seu perverso sistema de tal forma que induz as pessoas a desejar coisas. Com o tempo, esse desejo pode se infiltrar na vida do cristão, sufocando a palavra e tornando-a “infrutífera”. (Marcos 4:19) A Bíblia nos incentiva a estar contentes com sustento, roupa e abrigo. (1 Timóteo 6:8) No entanto, muitos são enlaçados pelo “passarinheiro” porque não aplicam esse conselho. Será que o orgulho os faz pensar que precisam manter certo padrão de vida? Que dizer de nós pessoalmente? Será que o desejo de possuir coisas nos faz colocar os interesses da adoração verdadeira em segundo lugar? (Ageu 1:2-8) Infelizmente, em tempos de dificuldade econômica, alguns sacrificaram sua espiritualidade para manter o padrão de vida a que estavam acostumados. O “passarinheiro” se alegra muito com essa atitude materialista!
A armadilha do entretenimento prejudicial
10. Que auto-análise cada cristão deve fazer?
10 Outra tática do “passarinheiro” é minar o senso natural das pessoas do que é bom e do que é mau. Uma atitude parecida à de Sodoma e Gomorra tomou conta de grande parte da indústria do entretenimento. Até mesmo telejornais e revistas destacam a violência e alimentam o interesse excessivo pelo sexo. Muito do que a mídia apresenta como entretenimento ofusca a capacidade das pessoas de “distinguir tanto o certo como o errado”. (Hebreus 5:14) Mas lembre-se do que Jeová disse por meio do profeta Isaías: “Ai dos que dizem que o bom é mau e que o mau é bom!” (Isaías 5:20) Será que o “passarinheiro” astutamente afetou seu modo de pensar com esse tipo de entretenimento prejudicial? É essencial fazer uma auto-análise. — 2 Coríntios 13:5.
11. Que alerta esta revista deu sobre novelas?
11 Quase 25 anos atrás, A Sentinela alertou amorosamente os servos de Deus sobre novelas e seriados de TV. Fez-se a seguinte observação sobre a influência sutil das novelas: “A busca do amor é usada para justificar qualquer tipo de conduta. Por exemplo, uma moça solteira e grávida diz à amiga: ‘Mas eu amo o Vítor. Não me importo. . . . Para mim, ter o bebê dele compensa qualquer coisa!’ O suave fundo musical torna difícil raciocinar que o proceder dela seja tão mau assim. Você também gosta do Vítor. Você sente compaixão pela moça. Você ‘compreende’. ‘É surpreendente como você pode racionalizar’, disse certa espectadora que mais tarde caiu em si. ‘Sabemos que a imoralidade é ruim. . . . Mas dei-me conta de que mentalmente eu estava participando’.”
12. Que fatos mostram que ainda é apropriado o alerta sobre certos programas na TV?
12 Desde que esses artigos foram publicados, esse tipo degradante de programação está cada vez mais disponível. Em muitos lugares, é transmitido 24 horas por dia. Homens, mulheres e muitos jovens com freqüência alimentam a mente e o coração com esse tipo de entretenimento. Mas não devemos nos enganar com raciocínio falso. Seria errado pensar que o entretenimento depravado não é pior do que aquilo que vemos na vida real. Será que há justificativa válida para um cristão escolher se divertir com o tipo de pessoas que ele nem sonharia em convidar à sua casa?
13, 14. O que algumas pessoas disseram sobre como se beneficiaram dos alertas sobre novelas?
13 Muitos se beneficiaram quando levaram a sério o alerta dado pelo “escravo fiel e discreto”. (Mateus 24:45-47) Depois de lerem o conselho franco, baseado na Bíblia, alguns escreveram para dizer como os artigos os afetaram pessoalmente. Uma irmã confessou: “Durante 13 anos fui viciada em novelas. Imaginava que por simplesmente assistir às reuniões cristãs e ser mais ou menos regular no serviço de campo eu estava segura. Mas adotei a atitude mundana das novelas de que, se seu marido a maltrata ou você não se sente amada, o adultério é justificável — a culpa cabe a ele. De modo que, quando me senti ‘justificada’, adotei esse proceder mau e pequei contra Jeová e contra meu marido.” Essa mulher foi desassociada. Finalmente, ela caiu em si, se arrependeu e foi readmitida. Os artigos alertando contra novelas deram-lhe forças para evitar se divertir com coisas que Jeová odeia. — Amós 5:14, 15.
14 Outra leitora, cuja vida foi afetada, disse: “Chorei quando li os artigos, pois descobri que meu coração não mais era pleno para com Jeová. Prometi a meu Deus não mais ser escrava [das novelas].” Depois de agradecer pelos artigos, uma cristã admitiu que estava viciada e escreveu: “Perguntava-me . . . se minha relação com Jeová podia ser afetada. Como poderia ter a ‘eles’ como amigos e também ser amiga de Jeová?” Se programas desse tipo corrompiam corações 25 anos atrás, que dizer de hoje? (2 Timóteo 3:13) Devemos estar cientes das armadilhas do entretenimento prejudicial promovido por Satanás em todas as suas formas, tanto em novelas na TV, como em videogames violentos ou videoclipes imorais.
A armadilha das diferenças pessoais
15. Como alguns são apanhados vivos pelo Diabo?
15 Satanás usa as diferenças pessoais como armadilha para causar divisões entre o povo de Jeová. Essas diferenças podem nos enlaçar, sejam quais forem nossos privilégios de serviço. Alguns são apanhados vivos pelo Diabo porque permitem que diferenças pessoais perturbem a paz, a união e a beleza da prosperidade espiritual que Jeová criou. — Salmo 133:1-3.
16. Como Satanás tenta furtivamente romper nossa união?
16 Durante a Primeira Guerra Mundial, Satanás tentou destruir a parte terrestre da organização de Jeová usando ataque frontal, mas fracassou. (Revelação [Apocalipse] 11:7-13) Desde então, ele tem trabalhado furtivamente para romper nossa união. Quando deixamos que diferenças pessoais causem desunião, abrimos a porta para o “passarinheiro”. Isso pode impedir o livre fluxo do espírito santo em nossa vida e na congregação. Satanás ficaria contente com isso, porque qualquer coisa que perturbe a paz e rompa a união da congregação interfere na obra de pregação. — Efésios 4:27, 30-32.
17. O que pode ajudar os que têm diferenças pessoais a resolvê-las?
17 O que fazer se você tem diferenças pessoais com um irmão? É verdade que cada situação é diferente. No entanto, ao passo que diferenças pessoais podem surgir por muitos motivos, não há nenhum motivo para deixar de resolvê-las. (Mateus 5:23, 24; 18:15-17) Os conselhos da Palavra de Deus são inspirados e perfeitos. Quando aplicados, os princípios bíblicos nunca falham. Sempre funcionam!
18. Por que imitar a Jeová nos ajudará a resolver diferenças pessoais?
18 Jeová está “pronto a perdoar” e concede “verdadeiro perdão”. (Salmo 86:5; 130:4) Mostramos que somos filhos amados de Deus quando o imitamos. (Efésios 5:1) Somos todos pecadores e precisamos muito do seu perdão. Assim, devemos tomar cuidado caso não nos sintamos inclinados a perdoar alguém. Poderíamos nos tornar como o escravo da parábola de Jesus, que não quis perdoar a dívida de outro escravo, embora esta fosse apenas uma fração da dívida que seu amo já lhe tinha perdoado. Quando o amo ficou sabendo disso, mandou prender o escravo que não perdoou a dívida. Jesus concluiu a parábola, dizendo: “Do mesmo modo lidará também convosco o meu Pai celestial, se não perdoardes de coração cada um ao seu irmão.” (Mateus 18:21-35) Meditar nessa ilustração e refletir em quantas vezes Jeová nos perdoou liberalmente com certeza nos ajudará quando estivermos tentando resolver diferenças pessoais com nosso irmão. — Salmo 19:14.

Sal 91:9-14 — Jeová é nosso refúgio (w10 15/1 10 §§ 13-14; w01 15/11 19-20 §§ 13-19)

Tradução do Novo MundoSalmo 91:9-14
9 Visto que você disse: “Jeová é o meu refúgio”,
Fez do Altíssimo a sua morada;
10 Nenhum desastre virá sobre você,
E nenhuma praga se aproximará da sua tenda.
11 Pois ele dará aos Seus anjos uma ordem referente a você,
Para protegê-lo em todos os seus caminhos.
12 Eles o carregarão nas mãos,
Para que não bata com o pé numa pedra.
13 Você pisará no leão novo e na naja;
Pisoteará o leão jubado e a cobra grande.
14 Deus disse: “Visto que ele me ama, eu o livrarei.
Eu o protegerei porque ele conhece o meu nome.
A Sentinela (2010)Pertencer a Jeová — uma bondade imerecida
13. Como Jeová nos protege contra perigos que ameaçam o nosso bem-estar espiritual?
13 Como Jeová protege seu povo contra esses perigos espirituais? O salmo diz: “Dará aos seus próprios anjos uma ordem concernente a ti, para te guardar em todos os teus caminhos.” (Sal. 91:11) Anjos celestiais nos guiam e protegem para que possamos pregar as boas novas. (Rev. 14:6) Além dos anjos, anciãos cristãos, pelo seu apego firme às Escrituras no seu ensino, nos protegem contra sermos enganados por raciocínios falsos. Eles podem dar ajuda individual a qualquer pessoa que lute para vencer atitudes mundanas. (Tito 1:9; 1 Ped. 5:2) Também, o “escravo fiel e discreto” provê alimento espiritual para nos proteger contra o ensino da evolução, a tentação de desejos imorais, a busca de riqueza e destaque e muitos outros desejos e influências prejudiciais. (Mat. 24:45) O que tem ajudado você a resistir a esses tipos de perigo?
14. Como podemos nos beneficiar da proteção que Deus provê?
14 O que temos de fazer para permanecer no protetor “lugar secreto” de Deus? Assim como sempre precisamos nos proteger contra perigos físicos, tais como acidentes, criminosos, ou infecções, temos de agir continuamente para nos proteger contra perigos espirituais. Portanto, temos de nos beneficiar com regularidade das orientações que Jeová nos provê nas nossas publicações e nas reuniões congregacionais e assembleias. Buscamos os conselhos dos anciãos. E não nos beneficiamos da variedade de boas qualidades de nossos irmãos e irmãs? Sem dúvida, a associação com a congregação nos ajuda a nos tornar sábios. — Pro. 13:20; leia 1 Pedro 4:10.
A Sentinela (2001)Jeová é nosso refúgio
13. Que calamidades não nos sobrevêm, e por que não?
13 Apesar de a segurança do mundo estar em colapso, nós colocamos Deus em primeiro lugar na vida e nos sentimos encorajados pelas palavras do salmista: “Visto que disseste: ‘Jeová é meu refúgio’, fizeste do próprio Altíssimo a tua habitação; nenhuma calamidade te acontecerá, e nem mesmo uma praga se chegará à tua tenda.” (Salmo 91:9, 10) Deveras, Jeová é nosso refúgio. No entanto, fazemos também do Deus Altíssimo ‘nossa habitação’, em que temos segurança. Louvamos a Jeová como Soberano Universal, ‘habitamos’ nele como nossa Fonte de segurança, e proclamamos as boas novas do seu Reino. (Mateus 24:14) Por isso, ‘nenhuma calamidade nos acontecerá’ — nenhuma das calamidades descritas antes neste salmo. Mesmo quando sofremos junto com outros calamidades tais como terremotos, furacões, enchentes, fome e as devastações de guerra, isso não destrói a nossa fé, nem a nossa segurança espiritual.
14. Como servos de Jeová, por que não somos contaminados por pragas mortíferas?
14 Os cristãos ungidos são como residentes forasteiros, morando em tendas separadas deste sistema de coisas. (1 Pedro 2:11) ‘Nem mesmo uma praga se chega à sua tenda.’ Quer nossa esperança seja celestial, quer terrestre, não fazemos parte do mundo, e não somos contaminados por suas pragas espiritualmente mortíferas, tais como a imoralidade, o materialismo, a religião falsa, nem pela adoração da “fera” e da sua “imagem”, as Nações Unidas. — Revelação 9:20, 21; 13:1-18; João 17:16.
15. Em que sentidos temos ajuda angélica?
15 A respeito da proteção que usufruímos, o salmista acrescenta: “[Jeová] dará aos seus próprios anjos uma ordem concernente a ti, para te guardar em todos os teus caminhos. Carregar-te-ão nas suas mãos, para que não dês com o pé numa pedra.” (Salmo 91:11, 12) Anjos receberam poder para nos proteger. (2 Reis 6:17; Salmo 34:7-9; 104:4; Mateus 26:53; Lucas 1:19) Eles nos protegem ‘em todos os nossos caminhos’. (Mateus 18:10) Usufruímos a orientação e a proteção angélicas como proclamadores do Reino e não tropeçamos espiritualmente. (Revelação 14:6, 7) Nem mesmo ‘pedras’ tais como as proscrições da nossa obra nos fazem tropeçar ou perder o favor divino.
16. Em que diferem os ataques dum “leãozinho” e duma “naja”, e como reagimos a eles?
16 O salmista prossegue: “Pisarás no leãozinho e na naja; pisotearás o leão novo jubado e a cobra grande.” (Salmo 91:13) Assim como um leãozinho ataca de forma direta e frontal, alguns dos nossos inimigos se opõem abertamente por aprovar leis para acabar com a nossa pregação. Mas, também se fazem inesperados ataques contra nós assim como uma naja ataca do seu esconderijo. Escondidos nos bastidores, os clérigos às vezes nos atacam por intermédio de legisladores, juízes e outros. No entanto, com o apoio de Jeová, apelamos aos tribunais, assim ‘defendendo e estabelecendo legalmente as boas novas’. — Filipenses 1:7; Salmo 94:14, 20-22.
17. Como pisoteamos “o leão novo jubado”?
17 O salmista fala em pisotear “o leão novo jubado e a cobra grande”. Um leão novo jubado pode ser bastante feroz e a cobra grande pode ser um réptil de grande tamanho. (Isaías 31:4) No entanto, não importa quão feroz possa ser o leão novo jubado ao fazer um ataque frontal, nós o pisoteamos figurativamente por obedecer antes a Deus do que a homens ou a organizações que são como leões. (Atos 5:29) De modo que o ameaçador “leão” não nos causa dano espiritual.
18. De quem nos pode lembrar “a cobra grande” e o que temos de fazer se formos atacados?
18 Na Septuaginta grega, “a cobra grande” é chamada de “dragão”. Isto talvez nos lembre “o grande dragão, a serpente original, o chamado Diabo e Satanás”. (Revelação 12:7-9; Gênesis 3:15) Ele é semelhante a um réptil monstruoso, capaz de esmagar e tragar sua presa. (Jeremias 51:34) Quando Satanás procura prender-nos, esmagar-nos com as pressões deste mundo e engolir-nos, livremo-nos dele e pisoteemos esta “cobra grande”. (1 Pedro 5:8) Os membros do restante ungido têm de fazer isso se hão de participar no cumprimento de Romanos 16:20.
Jeová — nossa fonte de salvação
19. Por que nos refugiamos em Jeová?
19 Referente aos adoradores verdadeiros, o salmista representa Deus como dizendo: “Visto que ele se afeiçoou de mim, eu também o porei a salvo. Protegê-lo-ei por ele ter chegado a conhecer meu nome.” (Salmo 91:14) A expressão “protegê-lo-ei” significa literalmente “colocá-lo-ei no alto”, quer dizer, fora do alcance. Nós nos refugiamos em Jeová como seus adoradores especialmente por ‘nos termos afeiçoado dele’. (Marcos 12:29, 30; 1 João 4:19) Deus, por sua vez, ‘nos põe a salvo’ dos nossos inimigos. Nunca seremos eliminados da Terra. Antes, seremos salvos porque conhecemos o nome divino e o invocamos com fé. (Romanos 10:11-13) E estamos decididos a ‘andar para sempre no nome de Jeová’. — Miquéias 4:5; Isaías 43:10-12.

ENCONTRE JOIAS ESPIRITUAIS: (8 MIN)

Sal 89:34-37 — De que pacto esses versos falam, e como Jeová ilustra que esse pacto é confiável? (w14 15/10 10 § 14; w07 15/7 32 §§ 3-4)

Tradução do Novo MundoSalmo 89:34-37
34 Não violarei o meu pacto
Nem mudarei o que os meus lábios disseram.
35 Na minha santidade, jurei de uma vez para sempre;
Não vou mentir a Davi.
36 Sua descendência permanecerá para sempre;
Seu trono durará como o sol diante de mim.
37 Assim como a lua, será firmemente estabelecido para sempre
A Sentinela (2014)Tenha fé inabalável no Reino
14 Considere o que Jeová prometeu ao Rei Davi, do Israel antigo, por meio do pacto davídico. (Leia 2 Samuel 7:12, 16.) Jeová fez esse pacto com Davi quando ele era rei em Jerusalém, prometendo-lhe que o Messias seria seu descendente. (Luc. 1:30-33) Dessa forma, Jeová delimitou ainda mais a linhagem do descendente e determinou que um herdeiro de Davi teria “o direito legal” ao trono do Reino messiânico. (Eze. 21:25-27) Por meio de Jesus, o reinado de Davi ficará “firmemente estabelecido por tempo indefinido”. De fato, o descendente de Davi “mostrará ser por tempo indefinido e seu trono como o sol”. (Sal. 89:34-37) Sim, o governo do Messias nunca se tornará corrupto, e suas realizações durarão para sempre!
A Sentinela (2007)“Fiel testemunha no céu”
Mais de 3 mil anos atrás, Jeová Deus fez o pacto do Reino com o Rei Davi, do Israel antigo. (2 Samuel 7:12-16) O objetivo desse pacto era estabelecer uma base legal para Jesus Cristo, como herdeiro de Davi, poder tomar posse do trono para sempre. (Isaías 9:7; Lucas 1:32, 33) Referindo-se à “descendência” do trono de Davi, o salmista cantou: “Assim como a lua, será firmemente estabelecido por tempo indefinido, e como fiel testemunha no céu.” — Salmo 89:36, 37.
O ‘luzeiro que domina a noite’ — a Lua —, é um lembrete apropriado de que o governo de Cristo será eterno. (Gênesis 1:16) Sobre esse Reino, Daniel 7:14 diz: “Seu domínio é um domínio de duração indefinida, que não passará, e seu reino é um que não será arruinado.” A Lua é uma testemunha que nos lembra desse Reino e das bênçãos que ele trará à humanidade.

Sal 90:10, 12 — Como podemos “contar os nossos dias para que possamos adquirir um coração sábio”? (w06 15/7 13 § 4; w01 15/11 13 § 19)

Tradução do Novo MundoSalmo 90:10
10 A duração da nossa vida é de setenta anos,
Ou oitenta, para os mais fortes.
Mas esses anos são repletos de dificuldades e tristeza.
Passam depressa, e logo desaparecemos.
Tradução do Novo MundoSalmo 90:12
12 Ensina-nos a contar os nossos dias
Para que possamos adquirir um coração sábio.
A Sentinela (2006)Destaques dos livros terceiro e quarto dos Salmos
90:10, 12. Visto que a vida é curta, devemos “contar os nossos dias”. Como? Por “introduzir um coração de sabedoria”, ou seja, exercer sabedoria de modo que o restante de nossos dias não sejam desperdiçados, mas sim usados de um modo que agrade a Jeová. Para isso, é preciso estabelecer prioridades espirituais e usar sabiamente o nosso tempo. — Efésios 5:15, 16; Filipenses 1:10.
A Sentinela (2001)Jeová mostra-nos como contar os nossos dias
19 As palavras do salmista são uma oração, pedindo que Jeová ensine ao Seu povo a usar de sabedoria na avaliação e no aproveitamento dos seus dias remanescentes dum modo aprovado por Deus. A expectativa de vida de 70 anos oferece a esperança de se ter uns 25.500 dias. No entanto, não importa qual seja a nossa idade, ‘não sabemos qual será a nossa vida amanhã, porque somos uma bruma que aparece por um pouco de tempo e depois desaparece’. (Tiago 4:13-15) Visto que ‘o tempo e o imprevisto sobrevêm a todos nós’, não sabemos quanto tempo ainda viveremos. Portanto, oremos pedindo sabedoria para lidar com as provações, para tratar os outros corretamente e para fazer o melhor no serviço de Jeová desde já — hoje! (Eclesiastes 9:11; Tiago 1:5-8) Jeová nos orienta por meio da sua Palavra, do seu espírito e da sua organização. (Mateus 24:45-47; 1 Coríntios 2:10; 2 Timóteo 3:16, 17) Usarmos de sabedoria nos induz a ‘buscar primeiro o Reino de Deus’ e aproveitar nossos dias dum modo que dê glória a Jeová e lhe alegre o coração. (Mateus 6:25-33; Provérbios 27:11) Adorarmos a ele de todo o coração, naturalmente, não eliminará todos os nossos problemas, mas certamente dará muita alegria.

O que a leitura da semana me ensinou sobre Jeová?

Que pontos da leitura posso usar no serviço de campo?

SALMOS 87-91 | SUGESTÕES PARA SEUS COMENTÁRIOS PESSOAIS

SALMO 87:CABEÇALHO)
“Dos filhos de Corá. Uma melodia, um cântico.”
it-1 pp. 16-17 Abiasafe
Parece que os filhos de Corá não se juntaram ao pai na rebelião dele junto com Datã e Abirão, contra Moisés e Arão. Por isso, estes filhos não morreram junto com o pai naquela ocasião. (Núm 26:9-11) Assim, num período posterior, encontramos referências aos “filhos de Corá” nos cabeçalhos de muitos dos Salmos (42, 44-49, 84, 85, 87, 88), embora este termo tenha basicamente o sentido de “os descendentes de Corá”, ou de “a casa de Corá”.
SALMO 87:6)
“O próprio Jeová declarará, ao inscrever os povos: “Este é um que nasceu lá.” Selá.”
w06 15/7 p. 12 Destaques dos livros terceiro e quarto dos Salmos
87:5, 6. Será que aqueles que viverão no Paraíso terrestre algum dia serão informados dos nomes dos que ressuscitaram para a vida celestial? Esses versículos indicam que é bem possível que sim.
SALMO 88:CABEÇALHO)
“Um cântico, uma melodia dos filhos de Corá. Ao regente, sobre Maalate, para responsos. Masquil de Hemã, o ezraíta.”
it-1 pp. 16-17 Abiasafe
Parece que os filhos de Corá não se juntaram ao pai na rebelião dele junto com Datã e Abirão, contra Moisés e Arão. Por isso, estes filhos não morreram junto com o pai naquela ocasião. (Núm 26:9-11) Assim, num período posterior, encontramos referências aos “filhos de Corá” nos cabeçalhos de muitos dos Salmos (42, 44-49, 84, 85, 87, 88), embora este termo tenha basicamente o sentido de “os descendentes de Corá”, ou de “a casa de Corá”.
it-2 p. 97 Ezraíta
Ezraíta
[Nativo].
Designação aplicada a Etã (1Rs 4:31; Sal 89:cab.) e a Hemã (Sal 88:cab.), ambos famosos pela sua sabedoria. Etã e Hemã são identificados em 1 Crônicas 2:3-6 como descendentes de Judá através de Zerá. De modo que a designação “ezraíta” parece ser outra palavra para “zeraíta”. (Núm 26:20) O Targum de Jonatã interpreta “ezraíta” como “filho de Zerá”.
it-2 p. 729 Maalate, II
Maalate, II
Provavelmente um termo musical, talvez de natureza técnica, encontrado nos cabeçalhos dos Salmos 53 e 88. Alguns acham que este termo talvez seja aparentado com o radical dum verbo hebraico que significa “enfraquecer; adoecer”, sugerindo assim uma melodia triste e melancólica. Isto se harmonizaria com o conteúdo um tanto triste dos dois cânticos, especialmente o do Salmo 88.
SALMO 88:11)
“Declarar-se-á a tua benevolência na própria sepultura, A tua fidelidade no [lugar da] destruição?”
it-1 p. 10 Abadon
No hebraico, a palavra ʼavad•dóhn significa “destruição” e pode também referir-se ao “lugar de destruição”. Aparece no texto hebraico original no total de cinco vezes, e em quatro das ocorrências é usada em paralelo com “sepultura”, “Seol” e “morte”. (Sal 88:11; Jó 26:6; 28:22; Pr 15:11) A palavra ʼavad•dóhn, nestes textos, evidentemente refere-se aos processos destrutivos que resultam da morte humana, e estes textos indicam que a decomposição ou destruição ocorre no Seol, a sepultura comum da humanidade.
SALMO 89:CABEÇALHO)
“Masquil. De Etã, o ezraíta.”
it-2 p. 57 Etã
1. Um de quatro homens, cuja sabedoria, embora grande, era superada pela de Salomão. (1Rs 4:31) Este Etã talvez fosse o escritor do Salmo 89, porque o cabeçalho identifica Etã, o ezraíta, como escritor. Em 1 Crônicas 2:6, Etã, Hemã, Calcol e Dara são todos chamados de filhos de Zerá, da tribo de Judá, e possivelmente são os mesmos homens mencionados em Primeiro Reis. Etã é chamado de pai de Azarias. — 1Cr 2:8; veja EZRAÍTA.
it-2 p. 97 Ezraíta
Ezraíta
[Nativo].
Designação aplicada a Etã (1Rs 4:31; Sal 89:cab.) e a Hemã (Sal 88:cab.), ambos famosos pela sua sabedoria. Etã e Hemã são identificados em 1 Crônicas 2:3-6 como descendentes de Judá através de Zerá. De modo que a designação “ezraíta” parece ser outra palavra para “zeraíta”. (Núm 26:20) O Targum de Jonatã interpreta “ezraíta” como “filho de Zerá”.
SALMO 89:5)
“E os céus elogiarão teu ato maravilhoso, ó Jeová, Sim, a tua fidelidade na congregação dos santos.”
it-1 p. 489 Céu, I
Assim, também, “os céus” são personificados como representando esta organização angélica, a “congregação dos santos”. — Sal 89:5-7; compare isso com Lu 15:7, 10; Re 12:12.
SALMO 89:6)
“Pois quem, no céu nublado, pode ser comparado a Jeová? Quem entre os filhos de Deus pode assemelhar-se a Jeová?”
it-1 p. 689 Deus
A forma plural, ʼe•lím, é usada com referência a outros deuses, tal como em Êxodo 15:11 (“deuses”). É também usada como plural de majestade e excelência, como no Salmo 89:6: “Quem entre os filhos de Deus [bi•venéh ʼE•lím] pode assemelhar-se a Jeová?” Que se usa a forma plural para denotar aqui uma única pessoa, e em numerosos outros lugares, é apoiado pela tradução de ʼE•lím pela forma singular The•ós na Septuaginta grega; igualmente por Deus na Vulgata latina.
SALMO 89:7)
“Deve-se ter espanto reverente ante Deus entre o grupo íntimo dos santos; Ele é grandioso e atemorizante sobre todos em volta dele.”
it-1 p. 251 Assembléia
Reuniões íntimas de diversas espécies são designadas pela palavra hebraica sohdh, que significa “palestra confidencial; intimidade”. (Sal 83:3; Jó 29:4) É traduzida por “grupo íntimo” no Salmo 89:7, que declara: “Deve-se ter espanto reverente ante Deus entre o grupo íntimo dos santos; Ele é grandioso e atemorizante sobre todos em volta dele.”
SALMO 89:15)
“Feliz o povo que conhece gritos de alegria. Ó Jeová, eles continuam a andar na luz da tua face.”
it-2 p. 727 Luz, I
A ‘luz da face de Deus’ significa favor divino. (Sal 44:3; 89:15)
SALMO 89:29)
“E hei de estabelecer sua descendência para todo o sempre E seu trono como os dias do céu.”
w06 15/12 p. 4 Como o nascimento de Jesus trará paz
Este será grande e será chamado Filho do Altíssimo; e Jeová Deus lhe dará o trono de Davi, seu pai, e ele reinará sobre a casa de Jacó para sempre, e não haverá fim do seu reino.” Maria perguntou como isso seria possível, pois, como virgem, nunca tivera relações com um homem. Gabriel respondeu que a criança seria concebida por meio do espírito santo de Deus. Não seria uma criança comum. — Lucas 1:28-35.
Um predito rei
As palavras de Gabriel devem ter ajudado Maria a discernir que o filho que ela teria era a figura central de antigas profecias. A revelação de que Jeová daria ao filho de Maria “o trono de Davi, seu pai” deve ter feito com que ela — e, de fato, qualquer judeu familiarizado com as Escrituras —, pensasse na promessa de Deus ao Rei Davi de Israel.
Por meio do profeta Natã, Jeová havia dito a Davi: “Tua casa e teu reino hão de ficar firmes por tempo indefinido diante de ti; teu próprio trono ficará firmemente estabelecido por tempo indefinido.” (2 Samuel 7:4, 16) Jeová declarou a respeito de Davi: “Hei de estabelecer sua descendência para todo o sempre e seu trono como os dias do céu. . . . A própria descendência dele é que mostrará ser por tempo indefinido e seu trono como o sol diante de mim.” (Salmo 89:20, 29, 35, 36) Portanto, não era coincidência que Maria, bem como José, descendessem da casa de Davi.
pe cap. 13 p. 118 par. 16 O governo de paz, exercido por Deus
16 Quase 700 anos depois da declaração feita a Judá, Jeová disse a respeito de Davi, da tribo de Judá: “Achei a Davi, meu servo . . . e hei de estabelecer sua descendência para todo o sempre e seu trono como os dias do céu.” (Salmo 89:20, 29) Quando Deus diz que a “descendência” de Davi será estabelecida “para sempre” e que “seu trono” existirá tanto quanto “os dias do céu”, que significa isso? Jeová Deus está-se referindo ao fato de que o governo do Reino, nas mãos de seu governante designado, Jesus Cristo, durará para sempre.
SALMO 89:37)
“Assim como a lua, será firmemente estabelecido por tempo indefinido, E [como] fiel testemunha no céu nublado.” Selá.”
w07 15/7 p. 32 “Fiel testemunha no céu”
“Fiel testemunha no céu”
DESDE tempos remotos, poetas e compositores têm elogiado a Lua como objeto de beleza. Por exemplo, um cântico inspirado por Deus fala de uma mulher “bela como a lua cheia”. (Cântico de Salomão 6:10) E, de forma poética, um salmista chama a Lua de “fiel testemunha no céu”. (Salmo 89:37) O que significa essa expressão a respeito da Lua?
A Lua completa sua órbita ao redor da Terra infalivelmente a cada 27,3 dias. Assim, a fidelidade da Lua pode se referir à sua confiabilidade. Mas é possível que o salmista pensasse em algo bem mais profundo. Ele chamou a Lua de “fiel testemunha” num cântico profético sobre o Reino pelo qual Jesus ensinou seus seguidores a orar. — Mateus 6:9, 10.
Mais de 3 mil anos atrás, Jeová Deus fez o pacto do Reino com o Rei Davi, do Israel antigo. (2 Samuel 7:12-16) O objetivo desse pacto era estabelecer uma base legal para Jesus Cristo, como herdeiro de Davi, poder tomar posse do trono para sempre. (Isaías 9:7; Lucas 1:32, 33) Referindo-se à “descendência” do trono de Davi, o salmista cantou: “Assim como a lua, será firmemente estabelecido por tempo indefinido, e como fiel testemunha no céu.” — Salmo 89:36, 37.
O ‘luzeiro que domina a noite’ — a Lua —, é um lembrete apropriado de que o governo de Cristo será eterno. (Gênesis 1:16) Sobre esse Reino, Daniel 7:14 diz: “Seu domínio é um domínio de duração indefinida, que não passará, e seu reino é um que não será arruinado.” A Lua é uma testemunha que nos lembra desse Reino e das bênçãos que ele trará à humanidade.
w93 1/1 p. 32 “Fiel testemunha no céu”
Quando os israelitas olhavam para a Lua, lembravam-se de algo maravilhoso. Deus prometera que a dinastia régia do Rei Davi não cessaria. Ele disse: “Assim como a lua, [o descendente, ou semente, de Davi] será firmemente estabelecido por tempo indefinido, e como fiel testemunha no céu.” (Salmo 89:35-37) Esta promessa foi cumprida em Jesus, o “Filho de Davi”. (Lucas 18:38) Jesus, após a sua morte, foi ressuscitado como espírito imortal e ascendeu ao céu. (Atos 2:34-36) Com o tempo, foi empossado como Rei do Reino celestial de Deus. (Revelação [Apocalipse] 12:10) Este Reino domina agora e “ficará estabelecido por tempos indefinidos”. (Daniel 2:44) Deste modo, Jesus, o imortal representante da dinastia régia de Davi, durará enquanto durar a Lua, a “fiel testemunha no céu”.
Portanto, sempre que vir a Lua brilhando no céu noturno, lembre-se da promessa que Deus fez a Davi e dê graças que o Reino de Deus já domina e dominará para sempre, para a glória de Deus e para a bênção eterna da humanidade. — Revelação 11:15.
SALMO 89:52)
“Bendito seja Jeová por tempo indefinido. Amém e amém.”
it-1 p. 107 Amém
A oração expressa em 1 Crônicas 16:36 e as contidas nos Salmos (41:13; 72:19; 89:52; 106:48), bem como as expressões contidas nas cartas canônicas, indicam todas que é correto usar “amém” no fim das orações. É verdade que nem todas as orações registradas mostram tal conclusão, tais como a oração final de Davi em favor de Salomão (1Cr 29:19), ou a oração de dedicação feita por Salomão, quando da inauguração do templo (1Rs 8:53-61), embora tal expressão talvez tenha sido feita. (Note 1Cr 29:20.) Similarmente, seu uso não é registrado nas orações de Jesus (Mt 26:39, 42; Jo 17:1-26), nem na oração dos discípulos em Atos 4:24-30. Entretanto, o peso da evidência anterior apresentada indica fortemente a correção do uso de “amém” como conclusão da oração, e a declaração de Paulo, em 1 Coríntios 14:16, em especial, mostra que era costumeiro os presentes na assembléia cristã também dizerem amém a uma oração. Em aditamento, os exemplos daqueles no céu, registrados em Revelação 5:13, 14; 7:10-12; e 19:1-4, apóiam todos seu uso em endossar orações ou declarações solenes, e, desta forma, pelo uso desta única palavra, expressar a confiança, a forte aprovação e a fervorosa esperança que existe em seu coração.
it-1 p. 106 Amém
Cada um dos primeiros quatro livros ou coleções dos Salmos conclui com esta expressão, talvez indicando ser costumeiro que a congregação de Israel participasse no fim do cântico ou salmo com um “amém”. — Sal 41:13; 72:19; 89:52; 106:48.
SALMO 90:CABEÇALHO)
“Uma oração de Moisés, homem do [verdadeiro] Deus.”
w01 15/11 p. 10 par. 2 Jeová mostra-nos como contar os nossos dias
2 O cabeçalho do Salmo 90 o chama de “uma oração de Moisés, homem do verdadeiro Deus”. Visto que o salmo enfatiza a transitoriedade da vida humana, é provável que tenha sido composto depois de os israelitas terem sido libertados da servidão egípcia e durante a sua peregrinação no ermo por 40 anos, quando a morte de milhares acabou com uma geração sem fé. (Números 32:9-13)
SALMO 90:1)
“Ó Jeová, tu mesmo mostraste ser uma verdadeira habitação para nós Durante geração após geração.”
w13 15/3 pp. 19-23 Jeová — nosso lugar de habitação
Jeová — nosso lugar de habitação
“Ó Jeová, tu mesmo mostraste ser uma verdadeira habitação para nós durante geração após geração.” — SAL. 90:1.
COMO RESPONDERIA?
Em que sentido Jeová foi uma “verdadeira habitação” para os fiéis do passado?
O que podemos aprender da fidelidade de Abraão?
Como podemos mostrar que Jeová é nossa “verdadeira habitação”?
VOCÊ se sente à vontade no mundo atual? Se não se sente, você não é o único. Ao longo das eras, todos os que realmente amavam a Jeová se sentiam como estranhos ou estrangeiros neste mundo. Por exemplo, ao se mudarem de um acampamento para outro na terra de Canaã, os fiéis adoradores de Deus ‘declaravam publicamente que eram estranhos e residentes temporários’. — Heb. 11:13.
2 Da mesma forma, os seguidores ungidos de Cristo, cuja “cidadania existe nos céus”, consideram-se “forasteiros e residentes temporários” no mundo atual. (Fil. 3:20; 1 Ped. 2:11) As “outras ovelhas” de Cristo também ‘não fazem parte do mundo, assim como [Jesus] não fez parte do mundo’. (João 10:16; 17:16) No entanto, o povo de Deus não é um povo sem “lar”. De fato, temos a proteção do mais seguro e amoroso lar que se possa imaginar, um lar que se percebe pelos olhos da fé. Moisés escreveu: “Ó Jeová, tu mesmo mostraste ser uma verdadeira habitação para nós durante geração após geração.” (Sal. 90:1) Como Jeová mostrou ser uma “verdadeira habitação” para seus servos leais nos tempos antigos? Em que sentido ele é uma “verdadeira habitação” para o povo que hoje leva seu nome? E como ele mostrará ser a única habitação segura no futuro?
JEOVÁ — UMA “VERDADEIRA HABITAÇÃO” PARA SEUS SERVOS DO PASSADO
3 Como muitas figuras de linguagem na Bíblia, o Salmo 90:1 tem um tema, uma imagem e um ponto de similaridade. O tema é Jeová. A imagem é a de uma habitação. Jeová tem muito em comum com um lugar assim. Por exemplo, ele provê proteção para seu povo. Isso se harmoniza com o fato de que Jeová é a própria personificação do amor. (1 João 4:8) Ele é também um Deus de paz, que faz com que os que lhe são leais ‘morem em segurança’. (Sal. 4:8) Considere, por exemplo, seus tratos com os fiéis patriarcas, começando com Abraão.
4 Podemos imaginar como Abraão, que então se chamava Abrão, se sentiu quando Jeová lhe disse: “Sai da tua terra, e da tua parentela . . . para a terra que te mostrarei.” Se Abraão sentiu alguma ansiedade, essa sem dúvida desapareceu quando Jeová lhe disse a seguir: “Farei de ti uma grande nação e te abençoarei, e hei de engrandecer o teu nome . . . E hei de abençoar os que te abençoarem e amaldiçoarei aquele que invocar o mal sobre ti.” — Gên. 12:1-3.
5 Com essas palavras, Jeová se comprometeu a se tornar uma habitação segura para Abraão e seus descendentes. (Gên. 26:1-6) Jeová cumpriu sua promessa. Por exemplo, ele impediu que o Faraó do Egito e o Rei Abimeleque, de Gerar, violentassem Sara e matassem Abraão. Ele protegeu Isaque e Rebeca de maneira similar. (Gên. 12:14-20; 20:1-14; 26:6-11) Lemos: “[Jeová] não permitiu que algum homem os defraudasse, mas por causa deles repreendeu reis, dizendo: ‘Não toqueis nos meus ungidos e não façais nada de mal aos meus profetas.’” — Sal. 105:14, 15.
6 Um desses profetas era Jacó, neto de Abraão. Quando chegou o tempo de ele se casar, seu pai, Isaque, lhe disse: “Não deves tomar esposa dentre as filhas de Canaã. Levanta-te, vai a Padã-Arã, à casa de Betuel, pai de tua mãe, e ali toma para ti por esposa uma das filhas de Labão.” (Gên. 28:1, 2) Jacó obedeceu prontamente. Ele deixou a segurança de sua família imediata, que morava em Canaã, para viajar, evidentemente sozinho, centenas de quilômetros à região de Harã. (Gên. 28:10) Talvez ele se perguntasse: ‘Quanto tempo ficarei fora? Será que meu tio me receberá bem e me dará uma esposa temente a Deus?’ Se Jacó sentiu essa ansiedade, ela sem dúvida desapareceu quando ele chegou à cidade de Luz, uns 100 quilômetros de Berseba. O que aconteceu ali?
7 Na cidade de Luz, Jeová apareceu a Jacó num sonho e lhe disse: “Eis que estou contigo e vou guardar-te em todo o caminho em que andares, e vou retornar-te a este solo, porque não te abandonarei até que eu tenha realmente feito o que te falei.” (Gên. 28:15) Essas palavras bondosas devem ter sido de grande ânimo e consolo para Jacó. Pode imaginá-lo depois disso acelerando o passo, ansioso para ver como Deus cumpriria sua palavra? Se você saiu de casa, talvez para servir no estrangeiro, com certeza entende as emoções de Jacó. Sem dúvida, tem visto evidências de como Jeová cuida de você.
8 Quando Jacó chegou a Harã, seu tio Labão o acolheu calorosamente e, mais tarde, lhe deu Leia e Raquel como esposas. Com o tempo, porém, Labão tentou explorar Jacó, mudando dez vezes seu salário. (Gên. 31:41, 42) Mas Jacó suportou essas injustiças, certo de que Jeová continuaria a ajudá-lo — e ele ajudou! Realmente, na ocasião em que Deus disse a Jacó que voltasse para Canaã, esse patriarca possuía ‘grandes rebanhos, servos, camelos e jumentos’. (Gên. 30:43) Com profundo apreço, Jacó orou: “Sou indigno de todas as benevolências e de toda a fidelidade de que usaste para com o teu servo, pois atravessei este Jordão apenas com o meu bastão e agora me tornei dois acampamentos.” — Gên. 32:10.
9 Quão verdadeira foi a oração de reflexão feita por Moisés: “Ó Jeová, tu mesmo mostraste ser uma verdadeira habitação para nós durante geração após geração.” (Sal. 90:1) Essas palavras também se aplicam hoje, pois Jeová, com quem “não há variação da virada da sombra”, continua a ser uma calorosa e segura habitação para os que lhe são leais. (Tia. 1:17) Vejamos como.
JEOVÁ — NOSSA “VERDADEIRA HABITAÇÃO” HOJE
10 Imagine o seguinte: você está depondo num tribunal contra uma organização criminosa mundial, cujo líder é muito inteligente, poderoso, e um cruel mentiroso e assassino. Como você se sentiria ao sair do tribunal no fim do dia? Seguro? De maneira alguma! Você sem dúvida teria bons motivos para pedir proteção. Esse cenário ilustra a situação dos servos de Jeová, que com coragem testificam em favor de Jeová e destemidamente expõem Seu cruel arqui-inimigo, Satanás! (Leia Revelação 12:17.) Mas será que Satanás tem conseguido silenciar o povo de Deus? Não! Nós continuamos a prosperar espiritualmente — uma realidade que só tem uma explicação: Jeová ainda é nosso refúgio, uma “verdadeira habitação” para nós, em especial nestes últimos dias. (Leia Isaías 54:14, 17.) Mas Jeová não pode ser uma habitação segura para nós se permitirmos que Satanás nos atraia para fora dessa habitação.
11 Vamos aprender agora mais uma lição dos patriarcas. Embora morassem na terra de Canaã, eles permaneceram separados daquele povo, cujas ações perversas e imorais eles odiavam. (Gên. 27:46) Eles eram homens de princípios que não dependiam de uma longa lista de orientações sobre o que fazer e o que não fazer. O que sabiam sobre Jeová e sua personalidade era suficiente para eles. Visto que Deus era sua habitação, não queriam chegar o mais perto possível do mundo. Em vez disso, permaneceram o mais longe possível dele. Que excelente exemplo nos deram! Você se esforça em imitar os fiéis patriarcas na sua escolha de amigos e diversão? Infelizmente, alguns dentre o povo de Jeová dão sinais de que, pelo menos até certo ponto, se sentem confortáveis no mundo de Satanás. Se esse é o seu caso, mesmo em pequeno grau, ore a respeito disso. Lembre-se: este mundo é de Satanás. Ele reflete seu espírito frio e egoísta. — 2 Cor. 4:4; Efé. 2:1, 2.
12 Para resistir às maquinações de Satanás, temos de aproveitar plenamente as provisões espirituais de Jeová para sua família da fé, os que fazem dele sua habitação. Essas provisões incluem as reuniões cristãs, adoração em família e “dádivas em homens” — pastores designados por Deus para nos consolar e apoiar na nossa luta contra os desafios da vida. (Efé. 4:8-12) O irmão George Gangas, que por muitos anos foi membro do Corpo Governante, escreveu: “Quando estou entre [o povo de Deus], sinto-me em casa junto com minha família, num paraíso espiritual.” Você sente o mesmo?
13 Outra qualidade dos patriarcas digna de ser imitada é sua disposição de se destacar como diferentes das pessoas ao seu redor. Como mencionado no parágrafo 1, eles “declararam publicamente que eram estranhos e residentes temporários no país”. (Heb. 11:13) Você está decidido a se destacar como diferente? É verdade que fazer isso nem sempre é fácil. Mas, com a ajuda de Deus e o apoio de seus irmãos, você pode ser bem-sucedido. Lembre-se: você não está sozinho. Todos os que querem servir a Jeová têm uma luta a travar. (Efé. 6:12) Ainda assim, é uma luta que podemos vencer se confiarmos em Jeová e fizermos dele nossa habitação segura.
14 Isto também é importante: imite Abraão por manter os olhos no prêmio. (2 Cor. 4:18) O apóstolo Paulo escreveu que Abraão “aguardava a cidade que tem verdadeiros alicerces, cujo construtor e fazedor é Deus”. (Heb. 11:10) Mais tarde, ficou evidente que essa “cidade” é o Reino messiânico. Abraão, naturalmente, tinha de esperar essa “cidade”. Em certo sentido, nós não temos que esperar. Esse Reino já governa no céu. Além disso, crescentes evidências indicam que em breve ele assumirá o pleno controle da Terra. Esse Reino é real para você? Influencia seu modo de encarar a vida, seu conceito sobre o mundo atual e suas prioridades? — Leia 2 Pedro 3:11, 12.
NOSSA “VERDADEIRA HABITAÇÃO” À MEDIDA QUE O FIM SE APROXIMA
15 Com a proximidade do fim do mundo de Satanás, as “dores de aflição” aumentarão. (Mat. 24:7, 8) As coisas com certeza vão piorar durante a grande tribulação. As infraestruturas entrarão em colapso e as pessoas temerão pela sua própria vida. (Hab. 3:16, 17) Por puro desespero, elas, por assim dizer, buscarão refúgio “em cavernas e nas rochas dos montes”. (Rev. 6:15-17) Mas nem cavernas nem organizações políticas e comerciais comparáveis a montes darão qualquer proteção.
16 O povo de Jeová, porém, continuará a desfrutar da segurança de sua “verdadeira habitação” — Jeová Deus. Assim como o profeta Habacuque, eles ‘rejubilarão com o próprio Jeová. Vão jubilar com o Deus de sua salvação’. (Hab. 3:18) De que maneiras Jeová será uma “verdadeira habitação” durante esse período tumultuado? Temos de esperar para ver. Mas podemos ter esta certeza: assim como os israelitas na época do Êxodo, a “grande multidão” permanecerá organizada, sempre alerta às orientações divinas. (Rev. 7:9; Leia Êxodo 13:18.) Essas orientações virão de maneira teocrática, provavelmente por meio das congregações. De fato, os muitos milhares de congregações ao redor do mundo pelo visto se relacionam com os “quartos interiores” de proteção preditos em Isaías 26:20. (Leia.) Você valoriza as reuniões de congregação? Aplica prontamente as orientações que Jeová dá por meio das congregações? — Heb. 13:17.
17 Até mesmo os que talvez morram fielmente antes do início da grande tribulação permanecerão seguros com Jeová, sua “verdadeira habitação”. Como assim? Muito tempo depois de os fiéis patriarcas já terem falecido, Jeová disse a Moisés: “Eu sou o Deus de . . . Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó.” (Êxo. 3:6) Tempos depois, após citar essas palavras, Jesus acrescentou: “Ele é Deus, não de mortos, mas de viventes, pois, para ele, todos estes vivem.” (Luc. 20:38) De fato, para Jeová, os que morreram fiéis são considerados como se estivessem vivos; sua ressurreição é certa. — Ecl. 7:1.
18 No iminente novo mundo, Jeová se tornará uma “verdadeira habitação” para seu povo em ainda outro sentido. Revelação 21:3 diz: “Eis que a tenda de Deus está com a humanidade, e ele residirá com eles.” De início, Jeová residirá simbolicamente com seus súditos terrestres por meio de Cristo Jesus. No fim dos mil anos, Jesus entregará o Reino a seu Pai, tendo cumprido plenamente o propósito de Deus para a Terra. (1 Cor. 15:28) Depois disso, a humanidade levada à perfeição não precisará mais de Jesus como intercessor; Jeová estará com eles. Que maravilhosa perspectiva! Enquanto isso, portanto, esforcemo-nos em imitar as fiéis gerações do passado por fazer de Jeová nossa “verdadeira habitação”.
w10 1/7 p. 28 Deus teve princípio?
Mas lembre-se de que a ideia da existência eterna de Deus não é apenas uma informação. Analisando um pouco mais a oração de Moisés, vemos que a eternidade de Deus garante que a nossa esperança de vida eterna é real. Ao passo que nossa vida atual é passageira, Deus é descrito como “uma verdadeira habitação para nós durante geração após geração”. Como Pai amoroso, Jeová sempre ajudou e sempre ajudará seu povo. Que essa verdade maravilhosa seja uma fonte de ânimo para você! — Salmo 90:1.
w01 15/11 p. 11 Jeová mostra-nos como contar os nossos dias
Jeová, nossa “verdadeira habitação”
4 O salmista começa com as palavras: “Ó Jeová, tu mesmo mostraste ser uma verdadeira habitação para nós durante geração após geração.
w01 15/11 p. 11 par. 4 Jeová mostra-nos como contar os nossos dias
Salmo 90:1
w01 15/11 p. 11 pars. 5-6 Jeová mostra-nos como contar os nossos dias
5 Para nós, o “Deus eterno”, Jeová, é “uma verdadeira habitação” — um refúgio espiritual. (Romanos 16:26) Sentimo-nos seguros, porque ele está sempre ali para nos ajudar como o “Ouvinte de oração”. (Salmo 65:2) Por lançarmos nossas ansiedades sobre o nosso Pai celestial por meio do seu amado Filho, ‘a paz de Deus, que excede todo pensamento, guarda os nossos corações e as nossas faculdades mentais’. — Filipenses 4:6, 7; Mateus 6:9; João 14:6, 14.
6 Usufruímos segurança espiritual porque, em sentido figurado, Jeová é para nós “uma verdadeira habitação”. Ele nos oferece também “quartos interiores” — relacionados provavelmente com as congregações do seu povo — como abrigos espirituais, onde pastores amorosos contribuem muito para o nosso senso de segurança. (Isaías 26:20; 32:1, 2; Atos 20:28, 29) Além disso, alguns de nós pertencemos a famílias com uma longa história de serviço prestado a Deus e verificamos pessoalmente que ele é ‘uma verdadeira habitação durante geração após geração’.
w93 1/3 p. 32 ‘Antes dos montes’
‘Antes dos montes’
“TU TENS sido o nosso refúgio, de geração em geração. Antes que os montes nascessem, ou que tu formasses a terra e o mundo, sim, de eternidade em eternidade, tu és Deus.” (Salmo 90:1, 2, Almeida, ed. revista e corrigida) Estas palavras foram dirigidas ao nosso Criador, e quão reconfortantes são — especialmente hoje, quando nada parece ser estável!
Na atual situação econômica em deterioração, poucos têm confiança no futuro. O alarmante aumento dos crimes e do vício das drogas têm transformado algumas cidades em zonas de guerra. Até mesmo aquela instituição antiqüíssima, a família, está abalada. Ficamos sabendo de novidades tais como famílias homossexuais. Famílias uniparentais estão aumentando, ao passo que ele ou ela muitas vezes tem de lidar com muito estresse. A paz de muitas famílias é desfeita por abominações tais como espancamento do cônjuge e abuso de crianças.
Quem nos orientará nos atuais tempos difíceis? Ora, não há falta de conselhos de psicólogos, educadores e outros, mas na maior parte esses conselhos são contraditórios. Durante toda uma geração, no Ocidente, o Dr. Benjamin Spock foi o principal conselheiro em educar filhos. Depois ele admitiu que seu conselho estava errado!
Quanto mais sábio é termos a Deus como “o nosso refúgio”! Nos atuais tempos turbulentos, ele é uma rocha de estabilidade, “de eternidade em eternidade”. Por meio do profeta Malaquias, ele disse sobre si mesmo: “Eu sou Jeová; não mudei.” (Malaquias 3:6) As normas de Deus, conforme registradas na Bíblia, são totalmente confiáveis. Ele existiu ‘antes dos montes’, e seu conselho, acessível nas Escrituras Sagradas, baseia-se na sua eterna sabedoria. Isto é exatamente o que precisamos para ser felizes e bem-sucedidos.
Portanto, é sábio ter confiança na Palavra de Deus, a Bíblia. Estude-a para tirar proveito da sabedoria de Deus. Confie no que aprende, e deixe que seja uma luz que o guie na senda da vida. (Salmo 119:105) Somente aqueles que fazem isso têm motivos para confiar no futuro e têm genuína paz mental.
SALMO 90:2)
“Antes de nascerem os próprios montes Ou de teres passado a produzir como que com dores de parto a terra e o solo produtivo, Sim, de tempo indefinido a tempo indefinido, tu és Deus.”
w10 1/7 p. 28 Deus teve princípio?
Moisés disse em oração a Jeová: “Tu sempre exististe, e sempre existirás.” (Salmo 90:2, The Holy Bible, New Century Version) Aqui Moisés diz que a existência de Deus se estende em duas direções. Uma é o futuro. Jeová é “Aquele que vive para todo o sempre”. (Revelação [Apocalipse] 4:10) Assim, a existência de Deus se estende eternamente para o futuro. A outra direção é o passado, ou seja, Deus não foi criado nem surgiu do nada. Sua existência se estende infinitamente para o passado.
Para a maioria das pessoas, ideias abstratas são difíceis de entender. No entanto, às vezes lidamos com conceitos complexos, como o de números positivos e negativos. Os números são infinitos, tanto para a frente como para trás. Será que esse exemplo não nos ajuda a entender melhor os anos de vida do Criador?
Portanto, faz sentido que só Deus tenha o título de “Rei da eternidade”. (1 Timóteo 1:17) Pense no seguinte: Jesus Cristo teve princípio porque foi criado, assim como as miríades de anjos no céu e a humanidade na Terra. (Colossenses 1:15, 16) Deus é diferente. Insistir que ele também teve de ser criado leva a um debate inútil e sem fim sobre quem criou o Criador. Só Jeová existe “de eternidade a eternidade”. (Salmo 90:2, Nova Versão Internacional) Em outras palavras, Jeová já existia “antes de todo o tempo”. — Judas 25, nota.
w01 15/11 p. 11 pars. 7-8 Jeová mostra-nos como contar os nossos dias
7 Jeová existiu antes de “nascerem” os montes ou de a Terra ter sido produzida como que com “dores de parto”. Encarado do ponto de vista humano, produzir esta Terra com todas as suas particularidades, sua química e seus mecanismos complexos exigiu um grande esforço. E por dizer que os montes ‘nasceram’ e que a Terra foi produzida como que com “dores de parto”, o salmista mostra grande respeito pela enormidade do trabalho envolvido quando Jeová criou estas coisas. Não devemos nós do mesmo modo respeitar e apreciar as obras do Criador?
Jeová está sempre pronto para nos ajudar
8 “Sim, de tempo indefinido a tempo indefinido, tu és Deus”, cantou o salmista. O “tempo indefinido” pode referir-se àquilo que tem um fim, mas cuja duração não foi especificada. (Êxodo 31:16, 17; Hebreus 9:15) No entanto, no Salmo 90:2 e em outros lugares nas Escrituras Hebraicas, “tempo indefinido” significa “eternidade”. (Eclesiastes 1:4) Nossa mente não consegue compreender como é possível que Deus sempre tenha existido. No entanto, Jeová não teve princípio e não terá fim. (Habacuque 1:12) Estará sempre vivo e pronto para nos ajudar.
w01 15/11 p. 11 par. 4 Jeová mostra-nos como contar os nossos dias
Antes de nascerem os próprios montes ou de teres passado a produzir como que com dores de parto a terra e o solo produtivo, sim, de tempo indefinido a tempo indefinido, tu és Deus [ou, o Divino].” — Salmo 90:1, 2, nota, NM com Referências.
w93 1/3 p. 32 ‘Antes dos montes’
‘Antes dos montes’
“TU TENS sido o nosso refúgio, de geração em geração. Antes que os montes nascessem, ou que tu formasses a terra e o mundo, sim, de eternidade em eternidade, tu és Deus.” (Salmo 90:1, 2, Almeida, ed. revista e corrigida) Estas palavras foram dirigidas ao nosso Criador, e quão reconfortantes são — especialmente hoje, quando nada parece ser estável!
Na atual situação econômica em deterioração, poucos têm confiança no futuro. O alarmante aumento dos crimes e do vício das drogas têm transformado algumas cidades em zonas de guerra. Até mesmo aquela instituição antiqüíssima, a família, está abalada. Ficamos sabendo de novidades tais como famílias homossexuais. Famílias uniparentais estão aumentando, ao passo que ele ou ela muitas vezes tem de lidar com muito estresse. A paz de muitas famílias é desfeita por abominações tais como espancamento do cônjuge e abuso de crianças.
Quem nos orientará nos atuais tempos difíceis? Ora, não há falta de conselhos de psicólogos, educadores e outros, mas na maior parte esses conselhos são contraditórios. Durante toda uma geração, no Ocidente, o Dr. Benjamin Spock foi o principal conselheiro em educar filhos. Depois ele admitiu que seu conselho estava errado!
Quanto mais sábio é termos a Deus como “o nosso refúgio”! Nos atuais tempos turbulentos, ele é uma rocha de estabilidade, “de eternidade em eternidade”. Por meio do profeta Malaquias, ele disse sobre si mesmo: “Eu sou Jeová; não mudei.” (Malaquias 3:6) As normas de Deus, conforme registradas na Bíblia, são totalmente confiáveis. Ele existiu ‘antes dos montes’, e seu conselho, acessível nas Escrituras Sagradas, baseia-se na sua eterna sabedoria. Isto é exatamente o que precisamos para ser felizes e bem-sucedidos.
Portanto, é sábio ter confiança na Palavra de Deus, a Bíblia. Estude-a para tirar proveito da sabedoria de Deus. Confie no que aprende, e deixe que seja uma luz que o guie na senda da vida. (Salmo 119:105) Somente aqueles que fazem isso têm motivos para confiar no futuro e têm genuína paz mental.
si p. 278 pars. 2-3 Estudo número 2 — O tempo e as Escrituras Sagradas
2 O próprio Jeová habita numa eternidade de tempo. Quanto às suas criaturas, agradou-lhe integrá-las na corrente do tempo. Os anjos dos céus, e mesmo o rebelde Satanás, estão plenamente cientes que o tempo passa. (Dan. 10:13; Rev. [Apo.] 12:12) A respeito dos humanos, está escrito: “O tempo e o imprevisto sobrevêm a todos.” (Ecl. 9:11) Feliz é o homem que a todo o tempo inclui Deus em seus pensamentos, e que acolhe de bom grado a provisão de Deus de “alimento no tempo apropriado”! — Mat. 24:45.
3 O Tempo É Unidirecional. Embora o tempo seja universal, nenhum homem que vive é capaz de defini-lo. É tão insondável quanto o espaço. Não há quem possa explicar onde começou a corrente do tempo e para onde vai. Estas coisas pertencem ao ilimitado conhecimento de Jeová, que é descrito como Deus de “tempo indefinido a tempo indefinido”. — Sal. 90:2.
rs p. 123 Deus
Será que Deus teve começo?
Sal. 90:2: “Antes de nascerem os próprios montes ou de teres passado a produzir como que com dores de parto a terra e o solo produtivo, sim, de tempo indefinido a tempo indefinido, tu és Deus.”
Há lógica nisso? Nossa mente não pode compreender isso plenamente. Mas não é uma razão sólida para o rejeitar. Considere estes exemplos: (1) O tempo. Ninguém pode indicar um determinado momento em que o tempo começou. E é um fato que, embora a nossa vida termine, o tempo não acaba. Não rejeitamos a idéia de tempo só porque há aspectos a respeito dele que não entendemos plenamente. Antes, regulamos a nossa vida por ele. (2) O espaço. Os astrônomos não encontram nem começo nem fim do espaço. Quanto mais distante investigam o universo, tanto mais espaço existe. Eles não rejeitam o que a evidência indica; muitos dizem que o espaço é infinito. O mesmo princípio se aplica à existência de Deus.
it-1 p. 582 Criação
Jeová, que tem existido por todo o tempo, estava sozinho antes de a criação ter começo. — Sal 90:1, 2; 1Ti 1:17.
it-2 p. 385 Imortalidade
As expressões “imortal” ou “imortalidade” não ocorrem nas Escrituras Hebraicas, as quais mostram, porém, que Jeová Deus, como Fonte de toda a vida, não está sujeito à morte, sendo assim imortal. (Sal 36:7, 9; 90:1, 2; Hab 1:12)
it-2 p. 501 Jeová
A Pessoa Identificada Pelo Nome. Jeová é o Criador de todas as coisas, a grande Causa Primária; destarte, ele é incriado, não teve início. (Re 4:11) “Em número, os seus anos estão além de esquadrinhamento.” (Jó 36:26) É impossível estabelecer uma idade para Ele, pois não existe ponto inicial a partir do qual se possa fazer a medição. Embora sem idade, é corretamente chamado de “o Antigo de Dias”, uma vez que sua existência se estende infindavelmente pelo passado. (Da 7:9, 13) Ele também não tem fim futuro (Re 10:6), sendo incorruptível, imorredouro. Por conseguinte, é chamado de “Rei da eternidade” (1Ti 1:17), para quem mil anos são como uma vigília noturna de poucas horas. — Sal 90:2, 4; Je 10:10; Hab 1:12; Re 15:3.
SALMO 90:3)
“Fazes o homem mortal voltar à matéria quebrantada E dizes: “Retornai, filhos dos homens.””
w01 15/11 p. 11 par. 9 Jeová mostra-nos como contar os nossos dias
Salmo 90:3,
w01 15/11 pp. 11-12 par. 10 Jeová mostra-nos como contar os nossos dias
10 O homem é mortal, e Deus o faz “voltar à matéria quebrantada”. Quer dizer, o homem volta “ao pó”, como terra esmagada ou pulverizada. Na realidade, Jeová diz: ‘Volte ao pó do solo, pois dele foste feito.’ (Gênesis 2:7; 3:19) Isto se aplica a todos — fortes ou fracos, ricos ou pobres — porque nenhum humano imperfeito ‘pode de modo algum remir até mesmo um irmão, nem dar a Deus um resgate por ele, a fim de que viva para sempre’. (Salmo 49:6-9) Mas, como somos gratos de que ‘Deus deu o seu Filho unigênito, a fim de que todo aquele que nele exercesse fé tivesse vida eterna’! — João 3:16; Romanos 6:23.
w01 15/11 p. 11 par. 9 Jeová mostra-nos como contar os nossos dias
Dirigindo-se a Deus, ele escreveu: “Fazes o homem mortal voltar à matéria quebrantada e dizes: ‘Retornai, filhos dos homens.’
SALMO 90:4)
“Pois mil anos aos teus olhos são apenas como o ontem que passou E como uma vigília durante a noite.”
w01 15/11 p. 11 par. 9 Jeová mostra-nos como contar os nossos dias
Pois mil anos aos teus olhos são apenas como o ontem que passou e como uma vigília durante a noite.” — Salmo 90:3, 4.
w01 15/11 p. 12 par. 11 Jeová mostra-nos como contar os nossos dias
11 Do ponto de vista de Jeová, mesmo Metusalém com 969 anos de idade viveu menos de um dia. (Gênesis 5:27) Para Deus, mil anos são apenas como o ontem — um período de somente 24 horas — já passado. O salmista observa também que, para Deus, mil anos são como a vigília de quatro horas dum vigia num acampamento durante a noite. (Juízes 7:19) Portanto, é evidente que um tempo que para nós é longo é muito curto para o Deus eterno, Jeová.
it-1 p. 710 Dia
A situação do homem não tem comparação com a do Criador, que não reside dentro do nosso sistema solar, e que não é afetado pelos diversos ciclos e órbitas deste. O salmista diz a respeito de Deus, que é de tempo indefinido a tempo indefinido: “Pois mil anos aos teus olhos são apenas como o ontem que passou e como uma vigília durante a noite.” (Sal 90:2, 4) De modo correspondente, o apóstolo Pedro escreve que “um só dia é para Jeová como mil anos, e mil anos, como um só dia”. (2Pe 3:8) Para o homem, um período de 1.000 anos representa 365.242 unidades individuais de tempo, dia e noite, mas para o Criador pode ser apenas um só período ininterrupto em que ele começa a executar alguma atividade objetiva e a leva à sua conclusão bem-sucedida, muito parecido ao homem que começa uma tarefa de manhã e a termina até o fim do dia.
SALMO 90:5)
“Tu os levaste de enxurrada; tornaram-se mero sono; De manhã [são] como a erva verde que muda.”
w01 15/11 p. 12 par. 12 Jeová mostra-nos como contar os nossos dias
Moisés viu milhares de israelitas morrer no ermo, como que ‘levados de enxurrada’ por Deus. Esta parte do salmo tem sido vertida: “Tu os arrebatas no sono da morte.” (Almeida, Edição Contemporânea) Por outro lado, a duração da vida de humanos imperfeitos é um “mero sono” de curta duração — comparável a apenas uma noite de sono.
w01 15/11 p. 12 par. 12 Jeová mostra-nos como contar os nossos dias
12 Em contraste com a existência eterna de Deus, a atual vida humana é deveras curta. O salmista diz: “Tu os levaste de enxurrada; tornaram-se mero sono; de manhã são como a erva verde que muda.
w01 15/11 p. 12 par. 12 Jeová mostra-nos como contar os nossos dias
Salmo 90:5,
SALMO 90:6)
“De manhã está florindo e tem de mudar; À noite murcha e certamente se resseca.”
w01 15/11 p. 12 par. 12 Jeová mostra-nos como contar os nossos dias
De manhã está florindo e tem de mudar; à noite murcha e certamente se resseca.” (Salmo 90:5, 6)
w01 15/11 p. 12 par. 13 Jeová mostra-nos como contar os nossos dias
13 Somos ‘como a erva verde que de manhã está florindo’, mas que à noite já murchou sob o calor intenso do sol. Deveras, nossa vida é tão transitória como a erva que murcha num único dia. Portanto, não desperdicemos este bem precioso. Em vez disso, procuremos obter a orientação de Deus sobre como devemos usar os anos que nos restam neste sistema de coisas.
SALMO 90:7)
“Pois chegamos ao fim, na tua ira, E fomos perturbados por teu furor.”
w01 15/11 p. 12 par. 15 Jeová mostra-nos como contar os nossos dias
15 Os israelitas sem fé ‘chegaram ao fim na ira de Deus’. Foram ‘perturbados pelo furor dele’, ou ‘aterrorizados pelo seu furor’. (Nova Versão Internacional) Alguns foram “prostrados no ermo” em resultado dos julgamentos divinos. (1 Coríntios 10:5)
w01 15/11 p. 12 par. 14 Jeová mostra-nos como contar os nossos dias
Salmo 90:7
w01 15/11 p. 12 par. 14 Jeová mostra-nos como contar os nossos dias
14 Referente a Deus, o salmista acrescenta: “Chegamos ao fim, na tua ira, e fomos perturbados por teu furor.
SALMO 90:8)
“Puseste os nossos erros bem na tua frente, Nossas coisas ocultas diante da tua face luminosa.”
w01 15/11 p. 12 par. 14 Jeová mostra-nos como contar os nossos dias
Salmo 90:7-
w01 15/11 p. 12 par. 14 Jeová mostra-nos como contar os nossos dias
Puseste os nossos erros bem na tua frente, nossas coisas ocultas diante da tua face luminosa.
w01 15/11 p. 13 par. 16 Jeová mostra-nos como contar os nossos dias
16 Se um de nós praticasse secretamente um pecado, talvez conseguisse ocultar de outros humanos essa conduta por algum tempo. Mas a nossa transgressão oculta estaria ‘diante da face luminosa de Jeová’, e nossas ações prejudicariam o relacionamento que temos com ele. Para recuperarmos a relação achegada com Jeová, teríamos de orar pedindo o seu perdão, abandonar nossas transgressões e aceitar com gratidão a ajuda espiritual de anciãos cristãos. (Provérbios 28:13; Tiago 5:14, 15)
w01 15/11 p. 12 par. 15 Jeová mostra-nos como contar os nossos dias
Jeová ‘pôs os erros deles bem na sua frente’. Chamou-os às contas pela sua transgressão pública, mas até mesmo ‘as coisas ocultas deles’, ou os pecados escondidos, estavam ‘diante da sua face luminosa’. (Provérbios 15:3)
SALMO 90:9)
“Pois todos os nossos dias vieram a declinar na tua fúria; Findamos os nossos anos como um sussurro.”
w01 15/11 p. 12 par. 15 Jeová mostra-nos como contar os nossos dias
Os israelitas impenitentes, como alvos do furor de Deus, ‘findaram os seus anos como um sussurro’. Por sinal, nossa própria vida curta é como um sopro, passando pelos nossos lábios como mero sussurro.
w01 15/11 p. 12 par. 14 Jeová mostra-nos como contar os nossos dias
Pois todos os nossos dias vieram a declinar na tua fúria; findamos os nossos anos como um sussurro.” — Salmo 90:7-9.
w01 15/11 p. 13 par. 16 Jeová mostra-nos como contar os nossos dias
Para recuperarmos a relação achegada com Jeová, teríamos de orar pedindo o seu perdão, abandonar nossas transgressões e aceitar com gratidão a ajuda espiritual de anciãos cristãos. (Provérbios 28:13; Tiago 5:14, 15) Isso seria muito melhor do que possivelmente ‘findar os nossos anos como um sussurro’, pondo em perigo a nossa esperança de vida eterna!
SALMO 90:10)
“Os dias dos nossos anos são em si mesmos setenta anos; E se por motivo de potência especial são oitenta anos, Mesmo assim a sua insistência é em desgraça e em coisas prejudiciais; Pois tem de passar depressa, e lá saímos voando.”
w01 15/11 p. 13 par. 19 Jeová mostra-nos como contar os nossos dias
A expectativa de vida de 70 anos oferece a esperança de se ter uns 25.500 dias. No entanto, não importa qual seja a nossa idade, ‘não sabemos qual será a nossa vida amanhã, porque somos uma bruma que aparece por um pouco de tempo e depois desaparece’. (Tiago 4:13-15) Visto que ‘o tempo e o imprevisto sobrevêm a todos nós’, não sabemos quanto tempo ainda viveremos. Portanto, oremos pedindo sabedoria para lidar com as provações, para tratar os outros corretamente e para fazer o melhor no serviço de Jeová desde já — hoje! (Eclesiastes 9:11; Tiago 1:5-8)
w01 15/11 p. 13 par. 17 Jeová mostra-nos como contar os nossos dias
17 Referente à duração da vida de humanos imperfeitos, o salmista diz: “Os dias dos nossos anos são em si mesmos setenta anos; e se por motivo de potência especial são oitenta anos, mesmo assim a sua insistência é em desgraça e em coisas prejudiciais; pois tem de passar depressa, e lá saímos voando.” (Salmo 90:10) As pessoas em geral vivem 70 anos, e Calebe citou a sua força incomum quando tinha 85 anos. Tem havido exceções, tais como Arão (123), Moisés (120) e Josué (110). (Números 33:39; Deuteronômio 34:7; Josué 14:6, 10, 11; 24:29) Mas a respeito da geração sem fé que saiu do Egito, os registrados como tendo 20 anos de idade ou mais morreram dentro de 40 anos. (Números 14:29-34) Atualmente, em muitos países, a duração da vida humana em geral continua dentro dos limites mencionados pelo salmista. Nossos anos estão cheios de ‘desgraça e de coisas prejudiciais’. Passam rapidamente “e lá saímos voando”. — Jó 14:1, 2.
ba p. 21 Harmoniza-se esse livro com a ciência?
Em 1900, a expectativa de vida em muitos países europeus e nos Estados Unidos era de menos de 50. Desde então houve um aumento fenomenal, não só por causa do progresso médico no controle das doenças mas também devido a melhores condições sanitárias e de vida.
ba p. 21 Harmoniza-se esse livro com a ciência?
Esse código sanitário revela uma sabedoria não compartilhada pelos médicos de nações vizinhas da época. Milhares de anos antes de a medicina aprender a respeito da transmissão de doenças, a Bíblia prescreveu razoáveis medidas preventivas. Não é de admirar que Moisés pudesse dizer que os israelitas em geral, nos seus dias, viviam 70 ou 80 anos. — Salmo 90:10.
g95 22/10 pp. 3-4 Pode-se esperar viver mais tempo?
Quantos anos podem esperar viver os humanos? O profeta Moisés falou da situação nos seus dias, uns 3.500 anos atrás: “Os dias dos nossos anos são em si mesmos setenta anos; e se por motivo de potência especial são oitenta anos, mesmo assim a sua insistência é em desgraça e em coisas prejudiciais; pois tem de passar depressa, e lá saímos voando.” — Salmo 90:10.
Setenta anos — isto são apenas 25.567 dias. E 80 anos são meros 29.219 dias. Realmente, muito pouco! Pode-se fazer algo para estender a vida humana?
Pode a medicina ajudar?
Disse a revista Science: “A expectativa de vida [nos Estados Unidos] aumentou de 47 anos, em 1900, para cerca de 75, em 1988.” Em resultado da redução da taxa de mortalidade infantil através de melhorados cuidados de saúde e alimentação, as pessoas nos Estados Unidos podem agora esperar viver tanto quanto Moisés declarou. Mas, espera-se notáveis aumentos na duração da vida da maioria das pessoas?
É significativo o que disse Leonard Hayflick, destacada autoridade em envelhecimento, no seu livro How and Why We Age (Como e Por Que Envelhecemos): “Os avanços nas pesquisas biomédicas e a introdução de aperfeiçoados tratamentos de saúde neste século com certeza causaram um impacto na longevidade humana, mas apenas por permitir que mais pessoas atinjam o fixado limite máximo para a duração da vida humana.” Ele explicou: “A expectativa de vida aumentou, mas a duração da vida não; a distinção é fundamental.”
O que é o “fixado limite máximo” da duração da vida humana? Alguns dizem ser duvidoso que alguém em tempos recentes tenha vivido além dos 115 anos. No entanto, a revista Science disse: “A partir de 1990, a maior idade comprovável de que uma pessoa tenha alcançado é pouco mais de 120 anos.” E, em princípios deste ano, o Ministro da Saúde francês, junto com um batalhão de repórteres e fotógrafos, visitou Jeanne Calment, de Arles, na França, para comemorar o 120.° aniversário dela. Moisés também viveu 120 anos, bem além da média. — Deuteronômio 34:7.
Oferecem os cientistas esperança de que as pessoas algum dia poderão normalmente viver tanto tempo? A maioria não oferece. Uma manchete no diário Detroit News dizia: “85 pode ser o limite máximo da média de duração da vida, dizem os pesquisadores”. No artigo, uma reconhecida autoridade em envelhecimento, S. Jay Olshansky, disse: “Passando dos 85 anos, as pessoas morrem de deficiência múltipla de órgãos. Elas param de respirar. Basicamente, morrem de velhice. E não existe cura para isso.” Ele acrescentou: “A menos que haja uma reversão no envelhecimento humano a nível molecular, os rápidos aumentos na expectativa de vida acabaram.”
A revista Science observou que talvez “o limite máximo da longevidade já tenha sido alcançado e que mais reduções significativas nas taxas de mortalidade sejam improváveis”. Alega-se que, se todas as causas da morte indicadas nas certidões de óbito pudessem ser eliminadas, a expectativa de vida aumentaria menos de 20 anos.
w93 15/11 p. 3 Quanto tempo poderá viver?
“Os dias de nossos anos são três vintenas e dez [setenta] anos; e se por motivo de força forem quatro vintenas [oitenta] de anos, ainda assim sua força é labuta e tristeza; pois logo é cortada, e nós saímos voando.” (Salmo 90:10, King James Version) De modo que a Bíblia dá 70 ou 80 anos como a duração média da vida humana.
SALMO 90:11)
“Quem é que conhece a força de tua ira E tua fúria segundo o temor de ti?”
w01 15/11 p. 13 par. 18 Jeová mostra-nos como contar os nossos dias
Nenhum de nós conhece plenamente a força da ira de Deus ou o alcance da sua fúria, e isso deveria aumentar nosso temor reverente de Jeová. Na realidade, deveria motivar-nos a lhe perguntar “como [podemos] contar os nossos dias de tal modo que possamos introduzir um coração de sabedoria”.
w01 15/11 p. 13 par. 18 Jeová mostra-nos como contar os nossos dias
Salmo 90:11
w01 15/11 p. 13 par. 18 Jeová mostra-nos como contar os nossos dias
18 O salmista canta a seguir: “Quem é que conhece a força de tua ira e tua fúria segundo o temor de ti?
SALMO 90:12)
“Mostra-nos como contar os nossos dias de tal modo Que possamos introduzir um coração de sabedoria.”
w06 15/7 p. 13 Destaques dos livros terceiro e quarto dos Salmos
90:10, 12. Visto que a vida é curta, devemos “contar os nossos dias”. Como? Por “introduzir um coração de sabedoria”, ou seja, exercer sabedoria de modo que o restante de nossos dias não sejam desperdiçados, mas sim usados de um modo que agrade a Jeová. Para isso, é preciso estabelecer prioridades espirituais e usar sabiamente o nosso tempo. — Efésios 5:15, 16; Filipenses 1:10.
w05 1/5 p. 32 Faça cada dia valer
Faça cada dia valer
“MOSTRA-NOS como contar os nossos dias de tal modo que possamos introduzir um coração de sabedoria.” (Salmo 90:12) Essa foi a oração humilde do escritor bíblico Moisés. O que ele estava pedindo especificamente? Será que nós também devemos orar pedindo a mesma coisa?
No versículo 10, Moisés lamentou a curta duração da vida humana. Em outra ocasião, ele registrou a declaração de Jó, que disse: “O homem, nascido de mulher, é de vida curta e está empanturrado de agitação.” (Jó 14:1) É evidente que Moisés tinha plena consciência da natureza transitória da vida humana imperfeita. Por isso, ele considerava cada dia de vida como um presente valioso. Ao dirigir esse apelo a Deus, Moisés expressou o desejo de viver seus dias restantes com sabedoria, de uma maneira que agradasse ao Criador. Será que nós também não deveríamos viver cada dia de maneira significativa? Se quisermos a aprovação de Deus agora, devemos nos esforçar nesse sentido.
Havia algo mais que motivou tanto Moisés quanto Jó, e isso também deve nos motivar. Esses homens tementes a Deus aguardavam uma recompensa futura — a vida na Terra sob condições melhores. (Jó 14:14, 15; Hebreus 11:26) Quando isso ocorrer, ninguém terá suas boas obras interrompidas pela morte. O propósito de nosso Criador é que os fiéis vivam para sempre num paraíso terrestre. (Isaías 65:21-24; Revelação [Apocalipse] 21:3, 4) Esse também poderá ser o seu futuro, se você ‘contar os seus dias de tal modo que possa introduzir um coração de sabedoria’.
w02 15/11 p. 21 Como podemos fazer nossos dias valer para Jeová?
Moisés era outro homem de fé que reconhecia sua dependência de Deus. Assim como Davi, Moisés podia ver que a vida é cheia de problemas. Por isso ele pediu que Deus lhe mostrasse ‘como contar os seus dias de tal modo que pudesse introduzir um coração de sabedoria’. (Salmo 90:10-12) A única maneira de desenvolver um coração sábio era por aprender as leis e os princípios de Jeová e viver segundo eles. Moisés sabia disso, e conseqüentemente se esforçou em incutir essa verdade vital na nação de Israel por repetir as leis e os regulamentos de Deus antes de eles tomarem posse da Terra Prometida.
w01 15/11 p. 13 par. 19 Jeová mostra-nos como contar os nossos dias
19 As palavras do salmista são uma oração, pedindo que Jeová ensine ao Seu povo a usar de sabedoria na avaliação e no aproveitamento dos seus dias remanescentes dum modo aprovado por Deus. A expectativa de vida de 70 anos oferece a esperança de se ter uns 25.500 dias. No entanto, não importa qual seja a nossa idade, ‘não sabemos qual será a nossa vida amanhã, porque somos uma bruma que aparece por um pouco de tempo e depois desaparece’. (Tiago 4:13-15) Visto que ‘o tempo e o imprevisto sobrevêm a todos nós’, não sabemos quanto tempo ainda viveremos. Portanto, oremos pedindo sabedoria para lidar com as provações, para tratar os outros corretamente e para fazer o melhor no serviço de Jeová desde já — hoje! (Eclesiastes 9:11; Tiago 1:5-8) Jeová nos orienta por meio da sua Palavra, do seu espírito e da sua organização. (Mateus 24:45-47; 1 Coríntios 2:10; 2 Timóteo 3:16, 17) Usarmos de sabedoria nos induz a ‘buscar primeiro o Reino de Deus’ e aproveitar nossos dias dum modo que dê glória a Jeová e lhe alegre o coração. (Mateus 6:25-33; Provérbios 27:11) Adorarmos a ele de todo o coração, naturalmente, não eliminará todos os nossos problemas, mas certamente dará muita alegria.
w01 15/11 p. 13 par. 18 Jeová mostra-nos como contar os nossos dias
Mostra-nos como contar os nossos dias de tal modo que possamos introduzir um coração de sabedoria.” (Salmo 90:11, 12)
w99 1/9 pp. 20-21 pars. 5-6 Torne sua vida bem-sucedida!
Então, como usará você a vida preciosa que agora usufrui? Moisés orou: “Mostra-nos como contar os nossos dias de tal modo que possamos introduzir um coração de sabedoria.” — Salmo 90:12.
6 Que significa para você contar os seus dias? Não significa que deva ficar obcecado com o tempo que possa viver. Moisés orou para que Jeová ensinasse aos do povo “Dele a usar os seus dias remanescentes para O honrarem. Está você contando os dias da sua vida — considerando cada dia como recurso precioso a ser usado para louvar a Deus?
w99 15/11 pp. 17-18 par. 20 Lembre-se do seu Grandioso Criador!
Certamente, uma vida comparativamente curta e dificultosa não é tudo o que há para os que se lembram de Jeová e que de todo o coração cumprem a Sua vontade. Quer sejam jovens, quer idosos, têm a mesma atitude de Moisés, que orou: “Mostra-nos como contar os nossos dias de tal modo que possamos introduzir um coração de sabedoria.” Este humilde profeta de Deus desejava seriamente que Jeová mostrasse, ou ensinasse, a ele e ao povo de Israel o uso de sabedoria em dar valor ‘aos dias dos seus anos’ e como usá-los dum modo aprovado por Deus. — Salmo 90:10, 12.
w95 1/11 p. 17 par. 6 É hora de manter-se desperto
O povo de Jeová, ansioso de ver o fim deste sistema iníquo, às vezes tem especulado sobre quando irromperia a “grande tribulação”, até mesmo relacionando isso com cálculos sobre a duração da vida duma geração desde 1914. No entanto, ‘introduzimos um coração de sabedoria’, não por especular sobre quantos anos ou dias constituem uma geração, mas por refletir em como ‘contamos os nossos dias’ em dar alegre louvor a Jeová. (Salmo 90:12)
w94 1/2 p. 15 Usufrua os benefícios do ensino divino
Um real objetivo na vida
7 O ensino de Jeová é também benéfico por nos mostrar como usar nossa vida com um objetivo. Na realidade, o ensino divino mostra-nos como contar os nossos dias de modo especial. Uma expectativa de vida de 70 anos nos promete uns 25.550 dias de vida. Alguém de 50 anos de idade já gastou 18.250 deles, e os restantes 7.300 dias esperados parecem realmente poucos. É especialmente então que a pessoa talvez avalie mais plenamente por que o profeta Moisés orou a Deus no Salmo 90:12: “Mostra-nos como contar os nossos dias de tal modo que possamos introduzir um coração de sabedoria.” Mas, o que queria Moisés dizer com isso?
8 Moisés não queria dizer que Deus revelaria o número exato dos dias de vida de cada israelita. Segundo o Salmo 90, versículos 9 e 10, esse profeta hebreu reconhecia que a duração de uma vida poderia ser de cerca de 70 ou 80 anos — deveras curta. Assim, as palavras do Salmo 90:12 evidentemente expressam em oração o desejo de Moisés, de que Jeová mostrasse ou ensinasse tanto a ele como ao Seu povo a usar de sabedoria para dar valor ‘aos dias dos seus anos’ e a usá-los dum modo aprovado por Deus. Bem, o que dizer de nós? Será que apreciamos cada um de nossos preciosos dias? Será que introduzimos um coração de sabedoria por procurar gastar cada dia dum modo digno para a glória de nosso Grandioso Instrutor, Jeová Deus? O ensino divino nos ajuda a fazer exatamente isso.
9 Se aprendermos a contar os nossos dias para a glória de Jeová, é possível que continuemos a contá-los para sempre, porque o ensino divino transmite conhecimento que leva à vida eterna.
SALMO 90:13)
“Volta deveras, ó Jeová! Até quando será? E tem lástima dos teus servos.”
w01 15/11 pp. 13-14 par. 20 Jeová mostra-nos como contar os nossos dias
Deus não comete enganos. Todavia, ele “tem lástima” e se ‘desvia’ da sua ira e da aplicação de punição quando seu aviso sobre tomar tal ação produz uma mudança na atitude e na conduta dos transgressores arrependidos. (Deuteronômio 13:17)
w01 15/11 p. 13 par. 20 Jeová mostra-nos como contar os nossos dias
Salmo 90:13,
w01 15/11 p. 13 par. 20 Jeová mostra-nos como contar os nossos dias
20 Quão esplêndido seria se nos pudéssemos alegrar durante todo o resto da nossa vida! Sobre isso, Moisés rogou: “Volta deveras, ó Jeová! Até quando será? E tem lástima dos teus servos.
SALMO 90:14)
“Farta-nos de manhã com a tua benevolência, Para que gritemos de júbilo e nos alegremos em todos os nossos dias.”
w01 15/11 p. 14 par. 20 Jeová mostra-nos como contar os nossos dias
Portanto, mesmo que erremos seriamente, se demonstrarmos verdadeiro arrependimento, Jeová ‘nos fartará com a sua benevolência’ e teremos motivos para ‘gritar de júbilo’. (Salmo 32:1-5) E por adotarmos o proceder justo, sentiremos o amor leal de Deus por nós e poderemos ‘alegrar-nos em todos os nossos dias’ — sim, pelo resto da nossa vida.
w01 15/11 p. 13 par. 20 Jeová mostra-nos como contar os nossos dias
Farta-nos de manhã com a tua benevolência [ou: “amor leal”], para que gritemos de júbilo e nos alegremos em todos os nossos dias.” (Salmo 90:13, 14; nota)
SALMO 90:15)
“Alegra-nos por tantos dias quantos nos atribulaste, Os anos em que vimos calamidade.”
w01 15/11 p. 14 par. 21 Jeová mostra-nos como contar os nossos dias
21 O salmista ora fervorosamente: “Alegra-nos por tantos dias quantos nos atribulaste, os anos em que vimos calamidade.
w01 15/11 p. 14 par. 21 Jeová mostra-nos como contar os nossos dias
Salmo 90:15,
w01 15/11 p. 14 par. 21 Jeová mostra-nos como contar os nossos dias
Moisés talvez pedisse a Deus que abençoasse Israel com uma alegria que correspondesse ou tivesse duração igual aos seus dias de aflição e aos anos em que sofreram calamidade.
SALMO 90:16)
“Apareça a tua atuação aos teus próprios servos E o teu esplendor sobre os seus filhos.”
w01 15/11 p. 14 par. 21 Jeová mostra-nos como contar os nossos dias
Apareça a tua atuação aos teus próprios servos e o teu esplendor sobre os seus filhos.” (Salmo 90:15, 16)
w01 15/11 p. 14 par. 21 Jeová mostra-nos como contar os nossos dias
Pediu que a “atuação” de Deus, ao abençoar os israelitas, se tornasse evidente aos Seus servos e que Seu esplendor se manifestasse sobre os filhos ou descendentes deles. Nós podemos apropriadamente orar para que a humanidade obediente receba bênçãos abundantes no novo mundo prometido por Deus. — 2 Pedro 3:13.
SALMO 90:17)
“E mostre estar sobre nós a afabilidade de Jeová, nosso Deus, E estabelece deveras firmemente sobre nós o trabalho das nossas mãos. Sim, estabelece deveras firmemente o trabalho das nossas mãos.”
w06 15/7 p. 13 Destaques dos livros terceiro e quarto dos Salmos
90:17. É apropriado orar para que Jeová ‘estabeleça firmemente o trabalho das nossas mãos’ e abençoe os nossos esforços no ministério.
w01 15/11 pp. 14-15 par. 22 Jeová mostra-nos como contar os nossos dias
22 O Salmo 90 conclui com o seguinte pedido: “Mostre estar sobre nós a afabilidade de Jeová, nosso Deus, e estabelece deveras firmemente sobre nós o trabalho das nossas mãos. Sim, estabelece deveras firmemente o trabalho das nossas mãos.” (Salmo 90:17) Estas palavras mostram que podemos apropriadamente orar a Deus para que abençoe nossos esforços no seu serviço. Como cristãos ungidos ou companheiros deles, as “outras ovelhas”, alegramo-nos de que esteja sobre nós “a afabilidade de Jeová”. (João 10:16) Como somos felizes de que Deus ‘estabeleceu firmemente o trabalho das nossas mãos’ como proclamadores do Reino e de outros modos!
SALMO 91:1)
“Quem morar no lugar secreto do Altíssimo Procurará para si pouso sob a própria sombra do Todo-poderoso.”
w10 15/1 pp. 9-10 pars. 10-11 Pertencer a Jeová — uma bondade imerecida
10 Esse salmo começa assim: “Quem morar no lugar secreto do Altíssimo procurará para si pouso sob a própria sombra do Todo-poderoso. Vou dizer a Jeová: ‘Tu és meu refúgio e minha fortaleza, meu Deus, em quem vou confiar.’ Pois ele mesmo te livrará da armadilha do passarinheiro.” (Sal. 91:1-3) Note que Deus promete proteger os que o amam e confiam nele. (Leia Salmo 91:9, 14.) A que tipo de proteção se refere? Bem, Jeová protegeu fisicamente alguns de seus servos do passado — em certos casos para preservar a genealogia que levaria ao prometido Messias. No entanto, muitos outros homens fiéis foram presos, torturados e mortos em tentativas diabólicas de desviá-los da fidelidade a Deus. (Heb. 11:34-39) Eles encontraram a necessária coragem para suportar isso porque Jeová os protegeu espiritualmente do perigo de violarem a sua integridade. Assim, o Salmo 91 pode ser entendido como promessa de proteção espiritual.
11 Portanto, o “lugar secreto do Altíssimo”, mencionado pelo salmista, é um simbólico lugar de proteção espiritual. Nele, os que se ‘hospedam’ com Deus estão a salvo de qualquer coisa ou pessoa que ameace a sua fé e o seu amor a ele. (Sal. 15:1, 2; 121:5) É um lugar secreto porque os descrentes não conseguem discerni-lo. Ali, Jeová protege pessoas que dizem: ‘Tu és o meu Deus em quem vou confiar.’ Se permanecermos nesse lugar de refúgio, não será preciso nos preocupar indevidamente quanto a perder o favor de Deus por cair numa armadilha de Satanás, o “passarinheiro”.
w10 15/2 pp. 26-27 Bem-vindo ao melhor modo de vida!
Seguros no “lugar secreto”
10 A dedicação e o batismo resultam em ainda outra grande bênção — o privilégio de “morar no lugar secreto do Altíssimo”. (Leia Salmo 91:1.) Trata-se de um simbólico lugar de segurança — uma condição, ou estado, de proteção contra o dano espiritual. É “lugar secreto” porque é desconhecido para as pessoas sem visão espiritual e que não confiam em Deus. Por vivermos em harmonia com a nossa dedicação e exercermos total confiança em Jeová, estamos, na realidade, dizendo-lhe: “Tu és meu refúgio e minha fortaleza, meu Deus, em quem vou confiar.” (Sal. 91:2) Jeová Deus se torna nossa habitação segura. (Sal. 91:9) Poderia alguém desejar mais?
11 Termos acesso ao “lugar secreto” de Jeová significa também que fomos abençoados com o privilégio de ter desenvolvido uma relação pessoal com ele. Esta começa com a dedicação e o batismo. Depois, aprofundamos nossa relação com Deus nos achegando a ele por meio de estudo bíblico, orações sinceras e plena obediência. (Tia. 4:8) Nunca alguém foi tão achegado a Jeová como Jesus, cuja confiança no Criador nunca vacilou. (João 8:29) Portanto, jamais duvidemos de Jeová ou de seu desejo e capacidade de nos ajudar a cumprir nosso voto de dedicação. (Ecl. 5:4) As provisões espirituais de Deus para seu povo são evidências inegáveis de que ele realmente nos ama e deseja que o sirvamos com êxito.
w06 15/7 p. 13 Destaques dos livros terceiro e quarto dos Salmos
91:1, 2 — O que é o “lugar secreto do Altíssimo”, e como podemos “morar” ali? É um lugar simbólico de segurança e estabilidade espiritual, uma condição ou estado de proteção contra danos espirituais. Esse lugar é secreto porque é desconhecido para os que não confiam em Deus. Fazemos de Jeová nossa morada quando o encaramos como nosso refúgio e fortaleza, por louvá-lo como Governante Soberano do Universo e por pregar as boas novas do Reino. Sentimo-nos espiritualmente seguros porque sabemos que Jeová está sempre pronto para nos ajudar. — Salmo 90:1.
w01 15/11 p. 16 par. 3 Jeová é nosso refúgio
O “lugar secreto do Altíssimo” é um figurativo lugar de proteção para nós e especialmente para os ungidos, que são alvos especiais do Diabo. (Revelação [Apocalipse] 12:15-17) Ele destruiria a todos nós se não tivéssemos a proteção de Deus quais seus hóspedes espirituais. Por ‘pousarmos sob a própria sombra do Todo-poderoso’, estamos sob a sombra protetora de Deus. (Salmo 15:1, 2; 121:5)
w01 15/11 p. 16 Jeová é nosso refúgio
Seguros no ‘lugar secreto de Deus’
3 O salmista canta: “Quem morar no lugar secreto do Altíssimo procurará para si pouso sob a própria sombra do Todo-poderoso.
w01 15/11 p. 16 par. 3 Jeová é nosso refúgio
Salmo 91:1,
SALMO 91:2)
“Vou dizer a Jeová: “[Tu és] meu refúgio e minha fortaleza, Meu Deus, em quem vou confiar.””
w10 15/1 pp. 9-10 pars. 10-11 Pertencer a Jeová — uma bondade imerecida
10 Esse salmo começa assim: “Quem morar no lugar secreto do Altíssimo procurará para si pouso sob a própria sombra do Todo-poderoso. Vou dizer a Jeová: ‘Tu és meu refúgio e minha fortaleza, meu Deus, em quem vou confiar.’ Pois ele mesmo te livrará da armadilha do passarinheiro.” (Sal. 91:1-3) Note que Deus promete proteger os que o amam e confiam nele. (Leia Salmo 91:9, 14.) A que tipo de proteção se refere? Bem, Jeová protegeu fisicamente alguns de seus servos do passado — em certos casos para preservar a genealogia que levaria ao prometido Messias. No entanto, muitos outros homens fiéis foram presos, torturados e mortos em tentativas diabólicas de desviá-los da fidelidade a Deus. (Heb. 11:34-39) Eles encontraram a necessária coragem para suportar isso porque Jeová os protegeu espiritualmente do perigo de violarem a sua integridade. Assim, o Salmo 91 pode ser entendido como promessa de proteção espiritual.
11 Portanto, o “lugar secreto do Altíssimo”, mencionado pelo salmista, é um simbólico lugar de proteção espiritual. Nele, os que se ‘hospedam’ com Deus estão a salvo de qualquer coisa ou pessoa que ameace a sua fé e o seu amor a ele. (Sal. 15:1, 2; 121:5) É um lugar secreto porque os descrentes não conseguem discerni-lo. Ali, Jeová protege pessoas que dizem: ‘Tu és o meu Deus em quem vou confiar.’ Se permanecermos nesse lugar de refúgio, não será preciso nos preocupar indevidamente quanto a perder o favor de Deus por cair numa armadilha de Satanás, o “passarinheiro”.
w01 15/11 p. 16 par. 3 Jeová é nosso refúgio
Vou dizer a Jeová: ‘Tu és meu refúgio e minha fortaleza, meu Deus, em quem vou confiar.’” (Salmo 91:1, 2)
w01 15/11 p. 16 par. 3 Jeová é nosso refúgio
Não há lugar mais seguro ou fortaleza mais inabalável do que nosso Soberano Senhor, Jeová. — Provérbios 18:10.
SALMO 91:3)
“Pois ele mesmo te livrará da armadilha do passarinheiro, Da pestilência que causa adversidades.”
w10 15/1 pp. 9-10 pars. 10-11 Pertencer a Jeová — uma bondade imerecida
10 Esse salmo começa assim: “Quem morar no lugar secreto do Altíssimo procurará para si pouso sob a própria sombra do Todo-poderoso. Vou dizer a Jeová: ‘Tu és meu refúgio e minha fortaleza, meu Deus, em quem vou confiar.’ Pois ele mesmo te livrará da armadilha do passarinheiro.” (Sal. 91:1-3) Note que Deus promete proteger os que o amam e confiam nele. (Leia Salmo 91:9, 14.) A que tipo de proteção se refere? Bem, Jeová protegeu fisicamente alguns de seus servos do passado — em certos casos para preservar a genealogia que levaria ao prometido Messias. No entanto, muitos outros homens fiéis foram presos, torturados e mortos em tentativas diabólicas de desviá-los da fidelidade a Deus. (Heb. 11:34-39) Eles encontraram a necessária coragem para suportar isso porque Jeová os protegeu espiritualmente do perigo de violarem a sua integridade. Assim, o Salmo 91 pode ser entendido como promessa de proteção espiritual.
11 Portanto, o “lugar secreto do Altíssimo”, mencionado pelo salmista, é um simbólico lugar de proteção espiritual. Nele, os que se ‘hospedam’ com Deus estão a salvo de qualquer coisa ou pessoa que ameace a sua fé e o seu amor a ele. (Sal. 15:1, 2; 121:5) É um lugar secreto porque os descrentes não conseguem discerni-lo. Ali, Jeová protege pessoas que dizem: ‘Tu és o meu Deus em quem vou confiar.’ Se permanecermos nesse lugar de refúgio, não será preciso nos preocupar indevidamente quanto a perder o favor de Deus por cair numa armadilha de Satanás, o “passarinheiro”.
w07 1/10 p. 26 Como se livrar das armadilhas do passarinheiro
Como se livrar das armadilhas do passarinheiro
“[Jeová] mesmo te livrará da armadilha do passarinheiro.” — SALMO 91:3.
TODOS os cristãos verdadeiros enfrentam um predador que possui inteligência sobre-humana e astúcia. O Salmo 91:3 o chama de “passarinheiro”. Quem é esse inimigo? Esta revista, desde o número de 1.° de junho de 1883, o tem identificado como Satanás, o Diabo. Esse inimigo poderoso astutamente tenta desencaminhar e apanhar o povo de Jeová, assim como um passarinheiro faz com o pássaro.
2 Nos tempos antigos, os pássaros eram capturados por causa do seu belo canto, da plumagem colorida e também para comida e sacrifícios. Mas os pássaros são por natureza cautelosos e ariscos, difíceis de apanhar. Portanto, o passarinheiro nos tempos bíblicos primeiro estudava cuidadosamente as características e os hábitos do tipo de pássaro que queria capturar. Depois desenvolvia métodos astutos para aprisioná-lo. Ao comparar Satanás a um passarinheiro, a Bíblia nos ajuda a entender seus métodos. O Diabo estuda cada um de nós individualmente. Ele observa nossos hábitos e características e coloca armadilhas sutis para tentar nos apanhar vivos. (2 Timóteo 2:26) Ser capturado por ele significa nossa ruína espiritual e pode nos levar à destruição. Portanto, para nossa proteção, precisamos identificar as várias táticas do “passarinheiro”.
w01 15/11 p. 16 pars. 4-6 Jeová é nosso refúgio
4 O salmista acrescenta: “[Jeová] mesmo te livrará da armadilha do passarinheiro, da pestilência que causa adversidades.” (Salmo 91:3) O passarinheiro, no Israel antigo, muitas vezes capturava pássaros com o uso de laços e armadilhas. Entre os laços do “passarinheiro” Satanás estão a sua organização perversa e suas “artimanhas”. (Efésios 6:11, nota, NM com Referências.) Ocultam-se armadilhas no nosso caminho para nos levar à iniqüidade e causar a nossa ruína espiritual. (Salmo 142:3) No entanto, por termos renunciado à injustiça, ‘nossa alma é como o pássaro que escapa da armadilha’. (Salmo 124:7, 8) Como somos gratos de que Jeová nos livra do iníquo “passarinheiro”! — Mateus 6:13.
5 O salmista cita a “pestilência que causa adversidades”. Assim como uma epidemia contagiosa, há algo que causa “adversidades” à família humana e aos que apóiam a soberania de Jeová. Neste respeito, o historiador Arnold Toynbee escreveu: “Desde o fim da Segunda Guerra Mundial, o nacionalismo dobrou o número dos soberanos estados locais, independentes . . . A atual disposição de ânimo da humanidade é cada vez mais divisória.”
6 No decorrer dos séculos, certos governantes atiçaram as chamas dos conflitos internacionais. Exigiram também que eles mesmos, ou diversas imagens ou símbolos, fossem reverenciados. Mas Jeová nunca deixou que seu povo fiel sucumbisse a tal “pestilência”. (Daniel 3:1, 2, 20-27; 6:7-10, 16-22) Nós, como amorosa fraternidade internacional, damos devoção exclusiva a Jeová, mantemos uma neutralidade bíblica e reconhecemos imparcialmente que ‘em cada nação, o homem que teme a Deus e que faz a justiça lhe é aceitável’. (Atos 10:34, 35; Êxodo 20:4-6; João 13:34, 35; 17:16; 1 Pedro 5:8, 9) Embora como cristãos soframos “adversidades” na forma de perseguição, sentimo-nos alegres e espiritualmente seguros “no lugar secreto do Altíssimo”.
SALMO 91:4)
“Com as suas plumas impedirá a aproximação a ti, E tu te refugiarás debaixo das suas asas. Sua veracidade será um escudo grande e um baluarte.”
w02 1/10 p. 12 pars. 1-2 Jeová abençoa e protege os que lhe obedecem
OS PINTINHOS com sua penugem amarela estão ciscando na grama baixa, sem notar que há um falcão acima deles. De repente, a galinha cacareja alto para alertá-los e abre as asas. Eles correm em direção a ela e rapidamente estão em segurança, escondidos sob suas plumas. O falcão desiste do ataque. Que lição se pode aprender disso? Que a obediência salva a vida!
2 Essa lição é especialmente importante para os cristãos hoje em dia, porque Satanás faz um esforço intenso para que o povo de Deus se torne sua presa. (Revelação [Apocalipse] 12:9, 12, 17) O objetivo dele é destruir nossa espiritualidade, para não termos o favor de Jeová, nem a perspectiva de vida eterna. (1 Pedro 5:8) No entanto, se nos mantivermos achegados a Deus e acatarmos rapidamente a orientação que recebemos por meio da sua Palavra e da sua organização, podemos ter certeza de receber o seu cuidado protetor. “Com as suas plumas impedirá a aproximação a ti, e tu te refugiarás debaixo das suas asas”, escreveu o salmista. — Salmo 91:4.
w01 15/6 p. 26 Alegre-se com a esperança do Reino!
O irmão Gerrit Lösch, membro do Corpo Governante das Testemunhas de Jeová, encerrou o programa espiritual falando sobre o tema: “As asas de Jeová amparam e protegem”. Explicou que a proteção e o apoio que Deus dá a seus servos fiéis são comparados na Bíblia às asas de uma águia. (Deuteronômio 32:11, 12; Salmo 91:4) A águia adulta às vezes fica horas com as asas abertas para proteger os filhotes. Ocasionalmente, a mamãe-águia envolve os filhotes com as asas para protegê-los dos ventos frios. De forma similar e em harmonia com seus propósitos, Jeová pode ajudar seus servos fiéis, especialmente quando enfrentam provações espirituais. Jeová não permite que seus servos sejam tentados além do que podem suportar, mas lhes dá uma saída para que possam perseverar. (1 Coríntios 10:13) O irmão Lösch concluiu por dizer: “A fim de permanecermos espiritualmente protegidos, precisamos continuar debaixo das asas de Jeová. Isso significa que não podemos desenvolver um espírito de independência. Estejamos sempre achegados a Jeová e a sua organização comparável a uma mãe, nunca nos afastando da orientação e do conselho amoroso que eles fornecem.”
w01 15/11 pp. 16-17 pars. 7-8 Jeová é nosso refúgio
7 Por termos a Jeová como nosso refúgio, consolam-nos as palavras: “Com as suas plumas impedirá a aproximação a ti, e tu te refugiarás debaixo das suas asas. Sua veracidade será um escudo grande e um baluarte.” (Salmo 91:4) Deus nos protege, assim como uma ave paira sobre a sua cria para protegê-la. (Isaías 31:5) ‘Com as suas plumas impede a aproximação a nós.’ De modo geral, as “plumas” duma ave são as suas asas. Com elas, a ave cobre sua cria, protegendo-a contra predadores. Nós, como meras avezinhas, estamos seguros sob as plumas figurativas de Jeová, porque nos refugiamos na sua verdadeira organização cristã. — Rute 2:12; Salmo 5:1, 11.
8 Confiamos na “veracidade” ou fidelidade. Esta é comparada a um grande escudo usado nos tempos antigos, que muitas vezes tinha a aparência duma porta e era suficientemente grande para cobrir o corpo inteiro duma pessoa. (Salmo 5:12) Termos confiança em tal proteção nos livra do medo. (Gênesis 15:1; Salmo 84:11) Assim como a nossa fé, a veracidade de Deus é um grande escudo protetor, que nos protege dos mísseis ardentes de Satanás e repele os golpes do inimigo. (Efésios 6:16) É também um baluarte, uma forte barragem defensiva atrás da qual nos mantemos firmes.
w00 15/4 p. 7 Console-se com a força de Jeová
Quando as rajadas do vento da adversidade começam a soprar, e a impiedosa chuva e o granizo continuam a cair, Deus está pronto para dar proteção consoladora. É assim que um dos salmos o descreve como dando abrigo consolador: “Com as suas plumas impedirá a aproximação a ti, e tu te refugiarás debaixo das suas asas.” (Salmo 91:4) Esta imagem talvez se refira a uma águia. Retrata uma ave que percebe o perigo e que então estende como proteção suas asas sobre os filhotes. Em sentido ainda maior, Jeová torna-se um verdadeiro Protetor para todos os que se refugiam nele. — Salmo 7:1.
SALMO 91:5)
“De noite não terás medo de alguma coisa pavorosa, Nem de dia da flecha voadora,”
w01 15/11 p. 17 par. 9 Jeová é nosso refúgio
Salmo 91:5,
w01 15/11 p. 17 pars. 9-10 Jeová é nosso refúgio
Visto que se cometem muitos atos maus sob o manto da escuridão, a noite pode ser um tempo que inspira medo. No meio da escuridão espiritual que agora cobre a Terra, nossos inimigos muitas vezes agem às ocultas no esforço de destruir a nossa espiritualidade e acabar com a nossa pregação. Mas, ‘de noite não temos medo de alguma coisa pavorosa’, porque Jeová nos protege. — Salmo 64:1, 2; 121:4; Isaías 60:2.
10 ‘A flecha que voa de dia’ parece referir-se a ataques verbais. (Salmo 64:3-5; 94:20) Ao passo que persistimos em transmitir informações verídicas, esta franca oposição ao nosso serviço sagrado mostra ser fútil.
w01 15/11 p. 17 par. 9 Jeová é nosso refúgio
9 Em vista da proteção de Deus, o salmista diz: “De noite não terás medo de alguma coisa pavorosa, nem de dia da flecha voadora,
SALMO 91:6)
“Nem da pestilência que anda nas trevas, Nem da destruição que assola ao meio-dia.”
w10 15/1 p. 10 par. 12 Pertencer a Jeová — uma bondade imerecida
O salmista menciona vários deles, como a “pestilência que anda nas trevas” e a “destruição que assola ao meio-dia”. (Sal. 91:5, 6) O desejo egoísta de independência tem levado muitos a cair na armadilha do “passarinheiro”. (2 Cor. 11:3) Ele captura outros promovendo a ganância, o orgulho e o materialismo. Ainda outros são desencaminhados por meio de filosofias como patriotismo, evolução e religião falsa. (Col. 2:8) E muitos foram induzidos a cair na armadilha de relações sexuais ilícitas.
w01 15/11 p. 17 par. 9 Jeová é nosso refúgio
nem da pestilência que anda nas trevas, nem da destruição que assola ao meio-dia.” (Salmo 91:5, 6)
w01 15/11 pp. 17-18 pars. 10-11 Jeová é nosso refúgio
Além disso, não temos medo “da pestilência que anda nas trevas”. Trata-se duma pestilência figurativa, que surge nas trevas deste mundo moral e religiosamente doente no poder de Satanás. (1 João 5:19) Essa pestilência produz uma condição mortífera na mente e no coração, deixando as pessoas em escuridão quanto a Jeová, seus propósitos e suas provisões amorosas. (1 Timóteo 6:4) Não sentimos medo no meio destas trevas, pois usufruímos uma abundância de luz espiritual. — Salmo 43:3.
11 ‘A destruição que assola ao meio-dia’ tampouco nos amedronta. O “meio-dia” talvez se refira ao chamado esclarecimento do mundo. Os que sucumbem aos conceitos materialistas dele sofrem a destruição espiritual. (1 Timóteo 6:20, 21) Ao passo que proclamamos destemidamente a mensagem do Reino, não tememos os nossos inimigos, porque Jeová é o nosso Protetor. — Salmo 64:1; Provérbios 3:25, 26.
SALMO 91:7)
“Mil cairão ao teu próprio lado E dez mil à tua direita; Não se aproximará de ti.”
w01 15/11 p. 18 par. 12 Jeová é nosso refúgio
12 O salmista prossegue: “Mil cairão ao teu próprio lado e dez mil à tua direita; não se aproximará de ti.
w01 15/11 p. 18 par. 12 Jeová é nosso refúgio
Salmo 91:7,
w01 15/11 p. 18 par. 12 Jeová é nosso refúgio
Por não se refugiarem em Jeová, muitos ‘caem’ em morte espiritual do nosso “próprio lado”. Deveras, “dez mil” já caíram à “direita” dos atuais israelitas espirituais. (Gálatas 6:16)
SALMO 91:8)
“Apenas estarás olhando com os teus olhos E estarás vendo a própria retribuição [feita] aos iníquos.”
w01 15/11 p. 18 par. 12 Jeová é nosso refúgio
Apenas estarás olhando com os teus olhos e estarás vendo a própria retribuição feita aos iníquos.” (Salmo 91:7, 8)
w01 15/11 pp. 18-19 par. 12 Jeová é nosso refúgio
Mas, quer sejamos cristãos ungidos, quer seus companheiros dedicados, estamos seguros no “lugar secreto” de Deus. Nós apenas ‘estamos olhando e vendo a retribuição feita aos iníquos’, que ceifam dificuldades comerciais, religiosas e em outros sentidos. — Gálatas 6:7.
SALMO 91:9)
“Visto que [disseste]: “Jeová é meu refúgio”, Fizeste do próprio Altíssimo a tua habitação;”
w01 15/11 p. 19 par. 13 Jeová é nosso refúgio
Deveras, Jeová é nosso refúgio. No entanto, fazemos também do Deus Altíssimo ‘nossa habitação’, em que temos segurança. Louvamos a Jeová como Soberano Universal, ‘habitamos’ nele como nossa Fonte de segurança, e proclamamos as boas novas do seu Reino. (Mateus 24:14)
w01 15/11 p. 19 par. 13 Jeová é nosso refúgio
13 Apesar de a segurança do mundo estar em colapso, nós colocamos Deus em primeiro lugar na vida e nos sentimos encorajados pelas palavras do salmista: “Visto que disseste: ‘Jeová é meu refúgio’, fizeste do próprio Altíssimo a tua habitação;
w01 15/11 p. 19 par. 13 Jeová é nosso refúgio
Salmo 91:9,
SALMO 91:10)
“Nenhuma calamidade te acontecerá, E nem mesmo uma praga se chegará à tua tenda.”
w01 15/11 p. 19 pars. 13-14 Jeová é nosso refúgio
Por isso, ‘nenhuma calamidade nos acontecerá’ — nenhuma das calamidades descritas antes neste salmo. Mesmo quando sofremos junto com outros calamidades tais como terremotos, furacões, enchentes, fome e as devastações de guerra, isso não destrói a nossa fé, nem a nossa segurança espiritual.
14 Os cristãos ungidos são como residentes forasteiros, morando em tendas separadas deste sistema de coisas. (1 Pedro 2:11) ‘Nem mesmo uma praga se chega à sua tenda.’ Quer nossa esperança seja celestial, quer terrestre, não fazemos parte do mundo, e não somos contaminados por suas pragas espiritualmente mortíferas, tais como a imoralidade, o materialismo, a religião falsa, nem pela adoração da “fera” e da sua “imagem”, as Nações Unidas. — Revelação 9:20, 21; 13:1-18; João 17:16.
w01 15/11 p. 19 par. 13 Jeová é nosso refúgio
nenhuma calamidade te acontecerá, e nem mesmo uma praga se chegará à tua tenda.” (Salmo 91:9, 10)
SALMO 91:11)
“Porque dará aos seus próprios anjos uma ordem concernente a ti, Para te guardar em todos os teus caminhos.”
w10 15/1 p. 10 par. 13 Pertencer a Jeová — uma bondade imerecida
O salmo diz: “Dará aos seus próprios anjos uma ordem concernente a ti, para te guardar em todos os teus caminhos.” (Sal. 91:11) Anjos celestiais nos guiam e protegem para que possamos pregar as boas novas. (Rev. 14:6)
w01 15/11 p. 19 par. 15 Jeová é nosso refúgio
15 A respeito da proteção que usufruímos, o salmista acrescenta: “[Jeová] dará aos seus próprios anjos uma ordem concernente a ti, para te guardar em todos os teus caminhos.
w01 15/11 p. 19 par. 15 Jeová é nosso refúgio
Salmo 91:11,
w01 15/11 p. 19 par. 15 Jeová é nosso refúgio
Anjos receberam poder para nos proteger. (2 Reis 6:17; Salmo 34:7-9; 104:4; Mateus 26:53; Lucas 1:19) Eles nos protegem ‘em todos os nossos caminhos’. (Mateus 18:10)
SALMO 91:12)
“Carregar-te-ão nas suas mãos, Para que não dês com o pé numa pedra.”
w01 15/11 p. 19 par. 15 Jeová é nosso refúgio
Carregar-te-ão nas suas mãos, para que não dês com o pé numa pedra.” (Salmo 91:11, 12)
w01 15/11 p. 19 par. 15 Jeová é nosso refúgio
Usufruímos a orientação e a proteção angélicas como proclamadores do Reino e não tropeçamos espiritualmente. (Revelação 14:6, 7) Nem mesmo ‘pedras’ tais como as proscrições da nossa obra nos fazem tropeçar ou perder o favor divino.
SALMO 91:13)
“Pisarás no leãozinho e na naja; Pisotearás o leão novo jubado e a cobra grande.”
w11 15/1 pp. 26-27 pars. 2-3 Fortalecidos para superar qualquer provação
A Bíblia compara os ataques de Satanás aos de um leão novo e de uma cobra. — Leia Salmo 91:13.
3 Como um leão feroz, Satanás muitas vezes realiza ataques frontais por meio de violência, prisões ou proscrições. (Sal. 94:20) Os relatórios sobre atos das Testemunhas de Jeová na atualidade, publicados nos Anuários, contêm numerosos relatos de tais táticas. Grupos anárquicos, às vezes liderados por clérigos ou fanáticos políticos, têm maltratado o povo de Deus em muitos lugares. Alguns tropeçam por causa desses ataques leoninos. O Diabo, como uma cobra, também lança ataques traiçoeiros de lugares ocultos a fim de envenenar mentes e enganar as pessoas para que façam a vontade dele. Esse tipo de ataque visa nos enfraquecer ou corromper espiritualmente. Mas, por meio do espírito santo de Deus, podemos suportar essas duas formas de perseguição.
w07 1/10 p. 26 pars. 3-4 Como se livrar das armadilhas do passarinheiro
3 Usando linguagem bem expressiva, o salmista compara também as táticas de Satanás às de um leão e às de uma naja. (Salmo 91:13) Assim como um leão, Satanás ataca às vezes de forma direta e frontal por meio de perseguição ou decreto governamental contra o povo de Jeová. (Salmo 94:20) Alguns talvez caiam por causa desses ataques ferozes. Muitas vezes, porém, esses ataques frontais têm efeito contrário e acabam unindo o povo de Deus. Mas o que dizer dos ataques mais sutis de Satanás, como os de uma naja?
4 O Diabo usa sua inteligência sobre-humana para dar botes traiçoeiros e mortíferos, como os de uma cobra venenosa de um lugar escondido. Desse modo, ele tem conseguido envenenar a mente de alguns servos de Deus, enganando-os e desviando-os de fazer a vontade de Jeová para fazer a vontade dele, com trágicas conseqüências. Felizmente, conhecemos as táticas de Satanás. (2 Coríntios 2:11) Vejamos agora quatro das armadilhas mortíferas que são usadas pelo “passarinheiro”.
w01 15/11 pp. 19-20 pars. 16-18 Jeová é nosso refúgio
16 O salmista prossegue: “Pisarás no leãozinho e na naja; pisotearás o leão novo jubado e a cobra grande.” (Salmo 91:13) Assim como um leãozinho ataca de forma direta e frontal, alguns dos nossos inimigos se opõem abertamente por aprovar leis para acabar com a nossa pregação. Mas, também se fazem inesperados ataques contra nós assim como uma naja ataca do seu esconderijo. Escondidos nos bastidores, os clérigos às vezes nos atacam por intermédio de legisladores, juízes e outros. No entanto, com o apoio de Jeová, apelamos aos tribunais, assim ‘defendendo e estabelecendo legalmente as boas novas’. — Filipenses 1:7; Salmo 94:14, 20-22.
17 O salmista fala em pisotear “o leão novo jubado e a cobra grande”. Um leão novo jubado pode ser bastante feroz e a cobra grande pode ser um réptil de grande tamanho. (Isaías 31:4) No entanto, não importa quão feroz possa ser o leão novo jubado ao fazer um ataque frontal, nós o pisoteamos figurativamente por obedecer antes a Deus do que a homens ou a organizações que são como leões. (Atos 5:29) De modo que o ameaçador “leão” não nos causa dano espiritual.
18 Na Septuaginta grega, “a cobra grande” é chamada de “dragão”. Isto talvez nos lembre “o grande dragão, a serpente original, o chamado Diabo e Satanás”. (Revelação 12:7-9; Gênesis 3:15) Ele é semelhante a um réptil monstruoso, capaz de esmagar e tragar sua presa. (Jeremias 51:34) Quando Satanás procura prender-nos, esmagar-nos com as pressões deste mundo e engolir-nos, livremo-nos dele e pisoteemos esta “cobra grande”. (1 Pedro 5:8) Os membros do restante ungido têm de fazer isso se hão de participar no cumprimento de Romanos 16:20.
it-2 p. 669 Leão
No Salmo 91:13, o leão e a naja parecem indicar o poder do inimigo, o leão ali representando o ataque aberto, e a naja o ardil furtivo, ou ataques a partir de um local oculto. — Compare isso com Lu 10:19; 2Co 11:3.
SALMO 91:14)
“Visto que ele se afeiçoou de mim, Eu também o porei a salvo. Protegê-lo-ei por ele ter chegado a conhecer meu nome.”
w14 15/2 p. 17 par. 4 Jeová — nosso Provisor e Protetor
4 Nosso Pai celestial provê o cuidado e a proteção que precisamos como povo que invoca seu nome com fé. O salmista registrou as palavras de Jeová: “Visto que ele se afeiçoou de mim, eu também o porei a salvo. Protegê-lo-ei por ele ter chegado a conhecer meu nome.” (Sal. 91:14) Realmente, Jeová Deus de modo amoroso nos livra de inimigos e nos protege como povo para que não sejamos destruídos.
w10 1/7 p. 3 Você realmente conhece a Deus?
Ele promete àquele que o ama e confia nele: “Protegê-lo-ei por ele ter chegado a conhecer meu nome.” (Salmo 91:14) Fica claro que conhecer o nome de Deus é um fator-chave para receber a sua proteção.
w01 15/11 p. 20 par. 19 Jeová é nosso refúgio
19 Referente aos adoradores verdadeiros, o salmista representa Deus como dizendo: “Visto que ele se afeiçoou de mim, eu também o porei a salvo. Protegê-lo-ei por ele ter chegado a conhecer meu nome.” (Salmo 91:14) A expressão “protegê-lo-ei” significa literalmente “colocá-lo-ei no alto”, quer dizer, fora do alcance. Nós nos refugiamos em Jeová como seus adoradores especialmente por ‘nos termos afeiçoado dele’. (Marcos 12:29, 30; 1 João 4:19) Deus, por sua vez, ‘nos põe a salvo’ dos nossos inimigos. Nunca seremos eliminados da Terra. Antes, seremos salvos porque conhecemos o nome divino e o invocamos com fé. (Romanos 10:11-13) E estamos decididos a ‘andar para sempre no nome de Jeová’. — Miquéias 4:5; Isaías 43:10-12.
SALMO 91:15)
“Ele me invocará e eu lhe responderei. Estarei com ele na aflição. Socorrê-lo-ei e glorificá-lo-ei.”
w01 15/11 p. 20 par. 20 Jeová é nosso refúgio
20 Na conclusão do Salmo 91, Jeová diz a respeito do seu servo fiel: “Ele me invocará e eu lhe responderei. Estarei com ele na aflição. Socorrê-lo-ei e glorificá-lo-ei.
w01 15/11 p. 20 par. 20 Jeová é nosso refúgio
(Salmo 91:15,
w01 15/11 p. 20 par. 20 Jeová é nosso refúgio
Quando invocamos a Deus em oração, segundo a sua vontade, ele nos responde. (1 João 5:13-15) Já passamos por muitas aflições por causa da hostilidade fomentada por Satanás. Mas as palavras “estarei com ele na aflição” nos preparam para provações futuras e nos asseguram que Deus nos sustentará quando este sistema iníquo for destruído.
SALMO 91:16)
“Eu o fartarei com longura de dias E o farei ver a salvação por mim.”
w01 15/11 p. 20 par. 20 Jeová é nosso refúgio
Eu o fartarei com longura de dias e o farei ver a salvação por mim.” (Salmo 91:15, 16)
w01 15/11 p. 20 pars. 21-22 Jeová é nosso refúgio
21 Apesar da furiosa oposição de Satanás, todos os ungidos entre nós serão glorificados no céu no tempo devido de Jeová — depois duma “longura de dias” na Terra. No entanto, os notáveis atos salvadores de Deus já deram glória espiritual aos ungidos. E que honra eles têm de tomarem a dianteira na Terra como Testemunhas de Jeová nestes últimos dias! (Isaías 43:10-12) Jeová realizará o maior ato salvador a favor do seu povo durante a sua grande guerra do Armagedom, quando ele vindicar a sua soberania e santificar o seu santo nome. — Salmo 83:18; Ezequiel 38:23; Revelação 16:14, 16.
22 Quer sejamos cristãos ungidos, quer companheiros dedicados deles, esperamos a salvação da parte de Deus. Durante “o grande e atemorizante dia de Jeová”, os servos leais de Deus serão salvos. (Joel 2:30-32) Aqueles de nós que constituírem a “grande multidão” de sobreviventes para o novo mundo de Deus e que permanecerem fiéis durante a prova final serão ‘fartados por ele com longura de dias’ — uma vida sem fim. Ele também ressuscitará multidões de pessoas. (Revelação 7:9; 20:7-15) Jeová terá também muito prazer em ‘fazer-nos ver a salvação’ por meio de Jesus Cristo. (Salmo 3:8)

Clique na imagem para Baixar informações completas em arquivos digitais para Computador desktop, Laptop, Tablet, celular e Smartphone

Baixar informações para o estúdio pessoal para Computador desktop, Laptop, Tablet, celular e Smartphone

Baixar informações para o estúdio pessoal para Computador desktop, Laptop, Tablet, celular e Smartphone

PESQUISAR CONTEÚDO

Custom Search

ADD THIS