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SALMOS 106-109 | Tesouros da Palavra de Deus: semana de 22-28 de agosto

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TEXTOS BÍBLICOS E REFERÊNCIAS: TESOUROS DA PALAVRA DE DEUS | SALMOS 106-109

“AGRADEÇAM A JEOVÁ”: (10 MIN)

Por que os israelitas se esqueceram rapidamente de como Jeová os havia salvado?
Sal 106:7, 13, 14
o Eles deixaram de se concentrar em Jeová e passaram a se concentrar em si mesmos
O que pode ajudar você a ser grato a Jeová e a não perder essa qualidade?
Sal 106:1-5
o Pense nos muitos motivos que você tem para ser grato
o Medite na esperança que você tem para o futuro
o Ore a Jeová agradecendo por bênçãos específicas

Sal 106:1-3 — Jeová merece nossa gratidão (w15 15/1 8 § 1; w02 1/6 18 § 19)

Tradução do Novo MundoSalmo 106:1-3
106 Louvem a Jah!
Agradeçam a Jeová, pois ele é bom;
Seu amor leal dura para sempre.
2 Quem pode declarar todas as poderosas realizações de Jeová
Ou proclamar todos os seus atos louváveis?
3 Felizes são os que agem com justiça,
Que sempre fazem o que é certo.
A Sentinela (2015)Agradeça a Jeová e seja abençoado
1. Por que Jeová merece nossa gratidão?
JEOVÁ, a Fonte de “toda boa dádiva e todo presente perfeito”, realmente merece nossa gratidão. (Tia. 1:17) Como nosso Pastor amoroso, ele cuida com carinho de todas as nossas necessidades físicas e espirituais. (Sal. 23:1-3) Ele é nosso “refúgio e força” — principalmente em épocas de aflição. (Sal. 46:1) Sem dúvida, temos muitos motivos para concordar com o salmista que escreveu: “Agradecei a Jeová, porque ele é bom; pois a sua benevolência é por tempo indefinido.” — Sal. 106:1.
O texto do ano para 2015 é: ‘Agradeçam a Jeová, porque ele é bom.’ — Salmo 106:1
A Sentinela (2002)Agrade-se da justiça de Jeová
19. Que bênçãos poderemos ter se nos agradarmos da justiça de Deus?
19 O fato de nos agradarmos da justiça de Jeová nos atuais dias perigosos e incertos nos dá segurança e proteção. Em resposta à pergunta: “Ó Jeová, quem será hóspede na tua tenda? Quem residirá no teu santo monte?”, o Rei Davi disse: “Aquele que anda sem defeito e pratica a justiça.” (Salmo 15:1, 2) Por nos empenharmos pela justiça de Deus e nos agradarmos dela, poderemos manter um bom relacionamento com ele e continuar a usufruir seu favor e sua bênção. Assim levamos uma vida de contentamento, com amor-próprio e paz mental. “Quem se empenha pela justiça e pela benevolência achará vida, justiça e glória”, diz a Palavra de Deus. (Provérbios 21:21) Além disso, se nos esforçarmos ao máximo a fazer o que é justo em todos os nossos empenhos teremos relacionamentos pessoais felizes e uma qualidade de vida melhor em sentido moral e espiritual. O salmista declarou: “Felizes os que observam o juízo, praticando a justiça todo o tempo.” — Salmo 106:3.

Sal 106:7-14, 19-25, 35-39 — Os israelitas deixaram de se sentir gratos e se tornaram infiéis (w15 15/1 8-9 §§ 2-3; w01 15/6 13 §§ 1-3)

Tradução do Novo MundoSalmo 106:7-14
7 Nossos antepassados no Egito não deram valor aos teus atos maravilhosos.
Não se lembraram do teu imenso amor leal,
Mas se rebelaram junto ao mar, o mar Vermelho.
8 No entanto ele os salvou por causa do Seu nome,
Para tornar conhecido o seu poder.
9 Ele censurou o mar Vermelho, e este se secou;
Ele os conduziu pelas profundezas do mar como que por um deserto;
10 Ele os salvou das mãos daquele que os odiava,
E os resgatou das mãos do inimigo.
11 As águas cobriram os seus adversários;
Nem sequer um deles sobreviveu.
12 Então tiveram fé na promessa dele;
Começaram a cantar louvores a ele.
13 Mas se esqueceram depressa do que ele havia feito;
Não esperaram para saber a orientação dele.
14 Cederam aos seus desejos egoístas no ermo;
Puseram Deus à prova no deserto.
Tradução do Novo MundoSalmo 106:19-25
19 Fizeram um bezerro em Horebe
E se curvaram diante de uma estátua de metal;
20 Trocaram a minha glória
Pela representação de um boi que come capim.
21 Esqueceram-se de Deus, seu Salvador,
Aquele que fez grandes coisas no Egito,
22 Atos maravilhosos na terra de Cã,
Coisas impressionantes no mar Vermelho.
23 Ele estava prestes a ordenar que fossem aniquilados,
Mas Moisés, seu escolhido, intercedeu junto a ele
Para aplacar a sua ira destruidora.
24 Depois eles desprezaram a terra desejável;
Não tiveram fé na sua promessa.
25 Ficaram resmungando nas suas tendas;
Não escutaram a voz de Jeová.
Tradução do Novo MundoSalmo 106:35-39
35 Mas eles se misturaram com as nações
E adotaram os costumes delas.
36 Serviam a seus ídolos,
E estes se tornaram um laço para eles.
37 Sacrificavam seus filhos
E suas filhas a demônios.
38 Derramavam sangue inocente,
O sangue de seus próprios filhos e filhas,
Que sacrificavam aos ídolos de Canaã;
E a terra foi profanada com derramamento de sangue.
39 Eles se tornaram impuros por meio dos seus atos;
Cometeram prostituição espiritual por meio das suas ações.
A Sentinela (2015)Agradeça a Jeová e seja abençoado
2, 3. (a) Quais são os perigos de não valorizar as bênçãos que temos? (b) Que perguntas vamos considerar neste artigo?
2 Por que é importante considerarmos essa questão de mostrar gratidão? Como a Bíblia predisse, nestes últimos dias as pessoas estão ficando cada vez mais ingratas. (2 Tim. 3:2) Muitas não dão valor ao que têm. Influenciadas pelo mundo comercial e sua propaganda, milhões de pessoas lutam para obter mais coisas, em vez de ficar satisfeitas com o que já possuem. Essa falta de apreço pode acabar nos afetando. Assim como os israelitas, poderíamos deixar de valorizar nossa preciosa relação com Jeová e as bênçãos que recebemos dele e nos tornar pessoas ingratas. — Sal. 106:7, 11-13.
3 Pense também no que pode acontecer quando passamos por situações aflitivas. Nessas horas, poderíamos ficar arrasados a ponto de deixar de ver as coisas boas de nossa vida. (Sal. 116:3) Então como podemos cultivar e manter um coração grato? E o que nos ajudará a ter uma atitude positiva mesmo diante de adversidades? Vejamos.
A Sentinela (2001)Não nos tornemos ouvintes esquecediços
1. Que milagres tiveram o privilégio de presenciar os do antigo Israel?
“INESQUECÍVEIS” seria uma boa palavra para descrever os milagres realizados por Jeová no antigo Egito. Cada uma das Dez Pragas sem dúvida era impressionante. Esses golpes foram seguidos pela espantosa salvação do povo de Israel através das águas partidas do mar Vermelho. (Deuteronômio 34:10-12) Se você tivesse sido testemunha ocular desses acontecimentos, seria de esperar que nunca se esquecesse de Quem era responsável por eles. No entanto, o salmista cantou: “[Os israelitas] esqueceram-se de Deus, seu Salvador, Aquele que fez grandes coisas no Egito, obras maravilhosas na terra de Cã, coisas atemorizantes no Mar Vermelho.” — Salmo 106:21, 22.
2. O que mostra que a gratidão de Israel pelos poderosos atos de Deus durou pouco?
2 Depois de atravessarem o mar Vermelho, os israelitas ‘começaram a temer a Jeová e a ter fé em Jeová’. (Êxodo 14:31) Os homens de Israel juntaram-se a Moisés num cântico de vitória a Jeová, e Miriã e outras mulheres tocaram pandeiros e dançaram. (Êxodo 15:1, 20) Deveras, o povo de Deus ficou impressionado com os atos poderosos de Jeová. Mas sua gratidão Àquele que fizera estes atos durou pouco. Pouco depois, muitos deles se comportaram como se tivessem sofrido uma grande perda de memória. Tornaram-se murmuradores e queixosos contra Jeová. Alguns se empenharam em idolatria e em imoralidade sexual. — Números 14:27; 25:1-9.
O que nos pode levar a esquecer?
3. De que nos poderíamos esquecer por causa da nossa natureza imperfeita?
3 A falta de apreço de Israel é deveras difícil de entender. No entanto, o mesmo poderia acontecer conosco. É verdade que não presenciamos tais milagres divinos. No nosso relacionamento com Deus, porém, certamente houve ocasiões inesquecíveis. Alguns de nós talvez se lembrem de quando aceitaram a verdade da Bíblia. Outras ocasiões alegres talvez incluam nossa oração de dedicação a Jeová e nosso batismo em água como verdadeiros cristãos. Muitos de nós sentimos a mão ajudadora de Jeová em outras ocasiões na nossa vida. (Salmo 118:15) Acima de tudo, recebemos a esperança de salvação por meio da morte sacrificial do próprio Filho de Deus, Jesus Cristo. (João 3:16) Apesar disso, por causa da nossa natureza imperfeita, quando nos confrontamos com desejos errados e com as ansiedades da vida, podemos esquecer-nos facilmente do que Jeová tem feito para nós.

Sal 106:4, 5, 48 — Temos muitos motivos para agradecer a Jeová (w11 15/10 5 § 3 do segundo artigo; w03 1/12 15-16 §§ 3-6)

Tradução do Novo MundoSalmo 106:4, 5
4 Lembra-te de mim, ó Jeová, quando mostrares favor ao teu povo.
Cuida de mim com os teus atos de salvação,
5 Para que eu experimente a bondade que demonstras aos teus escolhidos,
Para que eu me alegre junto com a tua nação,
Para que eu te louve com orgulho, junto com a tua herança.
Tradução do Novo MundoSalmo 106:48
48 Que Jeová, o Deus de Israel, seja louvado
Por toda a eternidade;
E que todo o povo diga: “Amém!”
Louvem a Jah!
A Sentinela (2011)Alegremo-nos sempre com os irmãos!
Mas a situação dos irmãos na fé é diferente, bem como seu estado de espírito. O apóstolo Paulo escreveu: “Estai sempre alegres.” (1 Tes. 5:16) Há muitos motivos para nos alegrar e ter prazeroso companheirismo. Nós adoramos o Deus Altíssimo, Jeová; entendemos a mensagem bíblica da verdade; temos a esperança de salvação e vida eterna e podemos também ajudar outros a ter essas mesmas bênçãos. — Sal. 106:4, 5; Jer. 15:16; Rom. 12:12.
A Sentinela (2003)‘Mostre-se grato’
3. Por que razões somos gratos a Jeová?
3 É a Jeová Deus, nosso Criador e Dador da Vida, que devemos ser gratos, especialmente quando consideramos algumas das muitas dádivas que ele nos deu. (Tiago 1:17) Agradecemos diariamente a Jeová por estarmos vivos. (Salmo 36:9) Observamos à nossa volta muita evidência das obras de Jeová, tais como o Sol, a Lua e as estrelas. O abundante depósito de minerais sustentadores de vida, a bem equilibrada mistura de gases vitais de nossa atmosfera e os complexos ciclos da natureza, tudo isso atesta a dívida que temos com o nosso amoroso Pai celestial. “Tu mesmo fizeste muitas coisas, ó Jeová, meu Deus”, cantou o Rei Davi, “sim, as tuas obras maravilhosas e os teus pensamentos para conosco; não há quem se compare a ti. Estivesse eu inclinado a contá-los e a falar deles, tornaram-se mais numerosos do que poderia narrar”. — Salmo 40:5.
4. Por que devemos agradecer a Jeová pela associação feliz que temos nas nossas congregações?
4 Embora não vivam num paraíso físico, os servos de Jeová têm hoje a satisfação de viver num paraíso espiritual. Sentimos nos nossos Salões do Reino, bem como nos congressos e nas assembléias, a ação dos frutos do espírito de Deus em nossos concrentes. Realmente, ao pregarem a pessoas que têm pouca ou nenhuma formação religiosa, algumas Testemunhas mencionam o que Paulo descreveu na sua carta aos gálatas. Primeiro, chamam atenção às “obras da carne” e perguntam a seus ouvintes o que eles têm observado. (Gálatas 5:19-23) A maioria deles concorda prontamente que essas coisas caracterizam a atual sociedade humana. Quando vêem a descrição dos frutos do espírito de Deus e são convidados a irem ao Salão do Reino local para verem pessoalmente a evidência disso, muitos admitem prontamente: “Deus está realmente entre vós.” (1 Coríntios 14:25) E isso não se limita ao Salão do Reino local. Não importa para onde viaje na Terra, quando você encontrar qualquer um dos mais de seis milhões de Testemunhas de Jeová, notará o mesmo espírito feliz e alegre. Realmente, essa associação edificante é motivo para sermos gratos a Jeová, que dá o seu espírito para tornar isso possível. — Sofonias 3:9; Efésios 3:20, 21.
5, 6. Como podemos mostrar gratidão pela maior dádiva de Deus, o resgate?
5 A maior dádiva, o presente mais perfeito que Jeová deu, é o seu Filho, Jesus, por meio de quem se forneceu o sacrifício de resgate. “Se é assim que Deus nos amou”, escreveu o apóstolo João, “então nós mesmos temos a obrigação de nos amarmos uns aos outros”. (1 João 4:11) Sim, mostramos que somos gratos pelo resgate não só por expressar amor e gratidão a Jeová, mas também por levarmos a vida dum modo que demonstre amor a outros. — Mateus 22:37-39.
6 Podemos aprender mais sobre como mostrar gratidão por considerar como Jeová lidou com o Israel da antiguidade. Por meio da Lei, que ele deu à nação por intermédio de Moisés, Jeová ensinou ao povo muitas lições. Por meio da “estrutura do conhecimento e da verdade na Lei”, podemos aprender muito que nos ajudará a seguir o conselho de Paulo: “Mostrai-vos gratos.” — Romanos 2:20; Colossenses 3:15.

ENCONTRE JOIAS ESPIRITUAIS: (8 MIN)

Sal 109:8 — Será que Deus predestinou Judas a trair Jesus? (w00 15/12 24 § 20; it-3 319 §§ 2-4)

Tradução do Novo MundoSalmo 109:8
8 Sejam poucos os seus dias;
Que outro tome o seu cargo de superintendente.
A Sentinela (2000)Esteja de pé, completo, com firme convicção
20. Quando uns poucos se desviam do caminho cristão, porque isso não precisa ser motivo de desânimo?
20 Não se deixe distrair ou desanimar pelo fato de que nem todos continuam completos e com firme convicção. Alguns talvez fracassem, sendo desviados, ou simplesmente desistam. Isto aconteceu entre os associados íntimos de Jesus, seus apóstolos. Quando Judas tornou-se traidor, será que os outros apóstolos diminuíram o passo ou desistiram? De forma alguma! Pedro aplicou o Salmo 109:8 para mostrar que outra pessoa ocuparia o lugar de Judas. Escolheu-se um substituto, e os leais a Deus prosseguiram ativamente com sua designação de pregar. (Atos 1:15-26) Estavam resolvidos a continuar completos e com firme convicção.
Perspicaz, Volume 3Presciência, predeterminação
Predestinou Deus a Judas para trair Jesus, a fim de cumprir profecias?
O proceder traiçoeiro de Judas Iscariotes cumpriu profecias divinas e demonstrou a presciência de Jeová, bem como a de seu Filho. (Sal 41:9; 55:12, 13; 109:8; At 1:16-20) Todavia, não se pode dizer que Deus predeterminou ou predestinou o próprio Judas a seguir tal proceder. As profecias prediziam que algum associado íntimo de Jesus seria seu traidor, mas não especificavam quem dentre os que partilhavam de tal associação seria este. Além disso, seria contrário aos princípios bíblicos Deus predeterminar as ações de Judas. A norma divina declarada pelo apóstolo é: “Nunca ponhas as mãos apressadamente sobre nenhum homem; tampouco sejas partícipe dos pecados de outros; mantém-te casto.” (1Ti 5:22; compare isso com 1Ti 3:6.) Jesus, evidenciando preocupação no sentido de que a escolha dos 12 apóstolos fosse feita de maneira sábia e correta, passou a noite orando ao seu Pai antes de tornar conhecida sua decisão. (Lu 6:12-16) Se Judas já estivesse divinamente predeterminado para ser traidor, isto resultaria em incoerência na direção e na orientação de Deus, e, segundo a regra, o tornaria partícipe dos pecados que ele cometeu.
Assim, parece evidente que, quando Judas foi escolhido qual apóstolo, seu coração não apresentava nenhuma evidência definida de uma atitude traiçoeira. Ele permitiu que uma ‘raiz venenosa brotasse’ e o aviltasse, resultando em seu desvio e em ele aceitar, não a orientação de Deus, mas a direção do Diabo para um proceder de roubo e de traição. (He 12:14, 15; Jo 13:2; At 1:24, 25; Tg 1:14, 15; veja JUDAS N.° 4.) Quando tal desvio já atingira certo ponto, o próprio Jesus podia ler o coração de Judas e predizer a traição dele. — Jo 13:10, 11.
É verdade que no relato de João 6:64, na ocasião em que alguns discípulos tropeçaram devido a certos ensinos de Jesus, lemos que “Jesus sabia desde o princípio [“desde o começo”, BMD] quem eram os que não criam e quem era o que o havia de trair”. Ao passo que a palavra “princípio” (gr.: ar•khé) é empregada em 2 Pedro 3:4 para referir-se ao início da criação, pode referir-se também a outras épocas. (Lu 1:2; Jo 15:27) Por exemplo, quando o apóstolo Pedro falou de o espírito santo cair sobre os gentios “assim como tinha caído também sobre nós, no princípio”, ele obviamente não se referia ao princípio de seu discipulado ou apostolado, mas, a um ponto importante de seu ministério, o dia de Pentecostes, de 33 EC, o “princípio” do derramamento do espírito santo para determinado propósito. (At 11:15; 2:1-4) Portanto, é interessante notar o seguinte comentário sobre João 6:64 no Commentary on the Holy Scriptures (Comentário Sobre as Escrituras Sagradas), de Lange (p. 227): “Princípio . . . não significa, metafisicamente, desde o princípio de todas as coisas, . . . nem desde o princípio de Sua familiarização [a de Jesus] com cada um, . . . nem desde o princípio de Seu ajuntamento dos discípulos em torno de Si, ou desde o princípio do Seu ministério messiânico, . . . mas desde os primeiros germes secretos da descrença [que causou o tropeço de alguns discípulos]. Assim também Ele conhecia Seu traidor desde o princípio.” — Traduzido para o inglês e editado por P. Schaff, 1976; veja 1Jo 3:8, 11, 12.

Sal 109:31 — Em que sentido Jeová está “à direita do pobre”? (w06 1/9 14 § 8)

Tradução do Novo MundoSalmo 109:31
31 Pois ele estará à direita do pobre
Para salvá-lo dos que o condenam.
A Sentinela (2006)Destaques do livro quinto dos Salmos
109:30, 31; 110:5. O soldado usa a mão direita para segurar a espada e normalmente essa mão não é protegida pelo escudo, que fica na mão esquerda. Em sentido figurado, Jeová está “à direita” dos seus servos, para lutar por eles. Assim, ele lhes dá proteção e ajuda — um ótimo motivo para ‘o elogiarmos muito’!

O que a leitura da semana me ensinou sobre Jeová?

Que pontos da leitura posso usar no serviço de campo?

SALMOS 106-109 | SUGESTÕES PARA SEUS COMENTÁRIOS PESSOAIS

SALMO 106:7)
“Quanto aos nossos antepassados no Egito, Não mostraram ter nenhuma perspicácia quanto às tuas obras maravilhosas. Não se lembraram da abundância da tua grandiosa benevolência, Mas foram rebeldes junto ao mar, junto ao Mar Vermelho.”
w95 1/9 pp. 19-20 Poderá cultivar mais discernimento?
Faltava discernimento a Israel
O perigo da falta de discernimento é visto em algo que aconteceu nos primórdios da história de Israel. Refletindo naquela época, o salmista inspirado disse: “Quanto aos nossos antepassados no Egito, não mostraram ter nenhuma perspicácia quanto às tuas obras maravilhosas. Não se lembraram da abundância da tua grandiosa benevolência, mas foram rebeldes junto ao mar, junto ao Mar Vermelho.” — Salmo 106:7.
Quando Moisés conduziu Israel para fora do Egito, Jeová já havia mostrado seu poder e determinação de libertar seu povo, ao infligir dez pragas contra aquela poderosa potência mundial. Depois de Faraó permitir a partida dos israelitas, Moisés os conduziu até as margens do mar Vermelho. No entanto, os exércitos do Egito foram no encalço dos israelitas. Parecia que estavam encurralados e que a liberdade que haviam acabado de alcançar duraria pouco. Por isso, o relato bíblico diz: “Os filhos de Israel ficaram muito amedrontados e começaram a clamar a Jeová.” Eles diziam a Moisés: “Que é que nos fizeste, conduzindo-nos para fora do Egito? . . . Pois é melhor servirmos os egípcios do que morrermos no ermo.” — Êxodo 14:10-12.
Seu medo pode parecer compreensível, até nos lembrarmos de que já haviam presenciado dez notáveis demonstrações do poder de Jeová. Haviam presenciado o que Moisés os faria lembrar uns 40 anos mais tarde: “Jeová nos fez sair do Egito com mão forte e braço estendido, e com coisa muito espantosa, e com sinais e milagres.” (Deuteronômio 26:8) Assim, como escreveu o salmista, os israelitas, ao se voltarem contra a orientação de Moisés, “não mostraram ter nenhuma perspicácia”.
SALMO 106:16)
“E começaram a invejar a Moisés no acampamento, Até mesmo a Arão, o santo de Jeová.”
it-1 pp. 21-22 Abirão
Abirão e seu irmão Datã apoiaram Corá, o levita, em sua rebelião contra a autoridade de Moisés e Arão. Um terceiro rubenita, chamado Om, também é incluído no estágio inicial da rebelião, mas, depois disso, não é mais mencionado. (Núm 16:1) Tendo ajuntado um grupo de 250 maiorais, que eram “homens de fama”, estes homens acusaram Moisés e Arão de arbitrariamente se elevarem sobre os demais da congregação. (Núm 16:1-3) Pelas palavras de Moisés a Corá, torna-se evidente que Corá e seus seguidores dentre os levitas ambicionavam o sacerdócio que fora conferido a Arão (Núm 16:4-11); mas isto evidentemente não se dava com Abirão e Datã, que eram rubenitas. Moisés lidou com eles em separado, e sua rejeição da convocação de Moisés para comparecerem perante ele contém acusações dirigidas unicamente contra Moisés, sem se mencionar Arão. Clamaram contra a liderança de Moisés sobre a nação e disseram que ele ‘tentava bancar ao máximo o príncipe sobre eles’, e que deixara de cumprir a promessa de guiá-los a uma terra que manasse leite e mel. A oração de Moisés a Jeová, em resposta a tais acusações, contém semelhantemente uma defesa de suas próprias ações, e não as de Arão. — Núm 16:12-15.
Disto pareceria que a rebelião tinha dois aspectos, e visava não só o sacerdócio arônico, mas também a posição de Moisés como administrador das instruções de Deus. (Sal 106:16) A situação talvez parecesse oportuna para a organização do sentimento popular em favor duma mudança, visto que pouco antes o povo se havia queixado duramente de Moisés, falara sobre a nomeação de novo cabeça para liderar a nação de volta ao Egito, e até mesmo falara de apedrejar Josué e Calebe por apoiarem Moisés e Arão. (Núm 14:1-10) Rubem era o primogênito de Jacó, mas perdera o direito à herança como tal, devido à ação errada. (1Cr 5:1) Assim, Datã e Abirão talvez expressassem ressentimentos pelo exercício de autoridade sobre eles por parte de Moisés, o levita, por desejarem recuperar o primado perdido de seu antepassado. Números 26:9, porém, mostra que sua luta não era só contra Moisés e Arão, mas também “contra Jeová”, que havia divinamente comissionado Moisés e Arão para ocuparem posições de autoridade.
SALMO 106:32)
“Além disso, causaram indignação junto às águas de Meribá, De modo que, por causa deles, sucedeu mal a Moisés.”
it-2 p. 812 Meribá
2. O nome “Meribá”, mais tarde, também foi dado a um lugar perto de Cades, o motivo deste nome sendo igualmente a altercação de Israel com Moisés e Jeová por causa da falta de água. (Núm 20:1-13) Dessemelhante do lugar perto de Refidim, onde os israelitas acamparam menos de dois meses depois da saída do Egito (Êx 16:1; 17:1; 19:1), este Meribá não levava o nome de Massá. As Escrituras às vezes o diferenciam do outro lugar por se referirem “às águas de Meribá” (Sal 106:32) ou às “águas de Meribá, em Cades”. (Núm 27:14; De 32:51)
SALMO 106:48)
“Bendito seja Jeová, o Deus de Israel, De tempo indefinido a tempo indefinido; E todo o povo tem de dizer amém. Louvai a Jah!”
it-1 p. 106 Amém
Cada um dos primeiros quatro livros ou coleções dos Salmos conclui com esta expressão, talvez indicando ser costumeiro que a congregação de Israel participasse no fim do cântico ou salmo com um “amém”. — Sal 41:13; 72:19; 89:52; 106:48.
it-1 p. 107 Amém
A oração expressa em 1 Crônicas 16:36 e as contidas nos Salmos (41:13; 72:19; 89:52; 106:48), bem como as expressões contidas nas cartas canônicas, indicam todas que é correto usar “amém” no fim das orações. É verdade que nem todas as orações registradas mostram tal conclusão, tais como a oração final de Davi em favor de Salomão (1Cr 29:19), ou a oração de dedicação feita por Salomão, quando da inauguração do templo (1Rs 8:53-61), embora tal expressão talvez tenha sido feita. (Note 1Cr 29:20.) Similarmente, seu uso não é registrado nas orações de Jesus (Mt 26:39, 42; Jo 17:1-26), nem na oração dos discípulos em Atos 4:24-30. Entretanto, o peso da evidência anterior apresentada indica fortemente a correção do uso de “amém” como conclusão da oração, e a declaração de Paulo, em 1 Coríntios 14:16, em especial, mostra que era costumeiro os presentes na assembléia cristã também dizerem amém a uma oração. Em aditamento, os exemplos daqueles no céu, registrados em Revelação 5:13, 14; 7:10-12; e 19:1-4, apóiam todos seu uso em endossar orações ou declarações solenes, e, desta forma, pelo uso desta única palavra, expressar a confiança, a forte aprovação e a fervorosa esperança que existe em seu coração.
SALMO 107:23)
“Os que descem ao mar nos navios, Fazendo negócios nas vastas águas,”
w05 15/10 p. 32 “Os que descem ao mar em navios”
“Os que descem ao mar em navios”
COM vista para o porto de Gloucester, Massachusetts, EUA, há uma estátua que retrata um timoneiro tentando pilotar seu navio em meio à tempestade. A estátua é um monumento em memória de milhares de pescadores de Gloucester que morreram no mar. Na base da estátua, numa placa, aparecem as palavras do Salmo 107:23, 24, em inglês, segundo a Versão King James: “Os que descem ao mar em navios, que mercadejam nas grandes águas; esses vêem as obras do Senhor, e suas maravilhas no profundo.”
Trabalhar nos produtivos bancos que se elevam do fundo do Atlântico é um serviço perigoso. Sabe-se que, ao longo dos anos, 5.368 homens de Gloucester, hoje com cerca de 30 mil habitantes, perderam a vida pescando no mar. O memorial diz: “Alguns foram tragados por ventos uivantes e ondas gigantescas numa catastrófica tempestade vinda do nordeste. Alguns morreram na solidão de um barquinho a remo à deriva da escuna que os levara à área da pesca. Alguns navios se colidiram durante as tempestades e afundaram tragicamente. Outros foram atingidos por navios a vapor na rota marítima destes.”
O monumento é um triste testemunho da labuta e dos perigos que os pescadores enfrentaram no decorrer dos séculos. Imagine as lágrimas de desespero derramadas por causa de maridos, pais, irmãos e filhos que perderam a vida. Mas Jeová Deus não se esquece das viúvas, dos órfãos, nem dos que perderam a vida no mar. O apóstolo João mencionou o seguinte evento futuro: “O mar entregou os mortos nele, e a morte e o Hades entregaram os mortos neles.” (Revelação [Apocalipse] 20:13) Quando os que ‘desceram ao mar em navios’ forem ressuscitados, eles verão realmente as maravilhosas “obras do Senhor”.
SALMO 107:24)
“São os que têm visto os trabalhos de Jeová E as suas obras maravilhosas nas profundezas;”
w05 15/10 p. 32 “Os que descem ao mar em navios”
“Os que descem ao mar em navios”
COM vista para o porto de Gloucester, Massachusetts, EUA, há uma estátua que retrata um timoneiro tentando pilotar seu navio em meio à tempestade. A estátua é um monumento em memória de milhares de pescadores de Gloucester que morreram no mar. Na base da estátua, numa placa, aparecem as palavras do Salmo 107:23, 24, em inglês, segundo a Versão King James: “Os que descem ao mar em navios, que mercadejam nas grandes águas; esses vêem as obras do Senhor, e suas maravilhas no profundo.”
Trabalhar nos produtivos bancos que se elevam do fundo do Atlântico é um serviço perigoso. Sabe-se que, ao longo dos anos, 5.368 homens de Gloucester, hoje com cerca de 30 mil habitantes, perderam a vida pescando no mar. O memorial diz: “Alguns foram tragados por ventos uivantes e ondas gigantescas numa catastrófica tempestade vinda do nordeste. Alguns morreram na solidão de um barquinho a remo à deriva da escuna que os levara à área da pesca. Alguns navios se colidiram durante as tempestades e afundaram tragicamente. Outros foram atingidos por navios a vapor na rota marítima destes.”
O monumento é um triste testemunho da labuta e dos perigos que os pescadores enfrentaram no decorrer dos séculos. Imagine as lágrimas de desespero derramadas por causa de maridos, pais, irmãos e filhos que perderam a vida. Mas Jeová Deus não se esquece das viúvas, dos órfãos, nem dos que perderam a vida no mar. O apóstolo João mencionou o seguinte evento futuro: “O mar entregou os mortos nele, e a morte e o Hades entregaram os mortos neles.” (Revelação [Apocalipse] 20:13) Quando os que ‘desceram ao mar em navios’ forem ressuscitados, eles verão realmente as maravilhosas “obras do Senhor”.
SALMO 107:26)
“Sobem aos céus, Descem às profundezas. Por causa da calamidade, a própria alma deles se está dissolvendo.”
it-1 p. 488 Céu, I
Assim, em sentido físico, o termo “céus” tem grande latitude. Ao passo que pode referir-se aos mais distantes pontos do espaço universal, pode também referir-se a algo que simplesmente é alto, ou elevado, num grau fora do comum. Assim, diz-se que aqueles que se encontram em navios jogados pelo vento tempestuoso “sobem aos céus, descem às profundezas”. (Sal 107:26)
SALMO 107:27)
“Rodopiam e cambaleiam como um bêbedo, E até mesmo toda a sua sabedoria se mostra confusa.”
w06 1/9 p. 14 Destaques do livro quinto dos Salmos
107:27-31. A sabedoria do mundo ‘se mostrará confusa’ quando vier o Armagedom. (Revelação [Apocalipse] 16:14, 16) Ela não poderá salvar ninguém da destruição. Apenas os que procurarem a Jeová em busca de salvação viverão para ‘agradecer-lhe a sua benevolência’.
SALMO 109:8)
“Mostrem ser poucos os seus dias; Tome outro seu cargo de superintendência.”
bt cap. 2 p. 19 par. 20 “Sereis testemunhas de mim”
Pelo visto, era do propósito de Jeová que 12 apóstolos que tivessem seguido a Jesus durante seu ministério terrestre constituíssem as futuras “doze pedras de alicerce” da Nova Jerusalém. (Rev. 21:2, 14) Assim, Deus permitiu que Pedro entendesse que a seguinte profecia se aplicava a Judas: “Tome outro seu cargo de superintendência.” — Sal. 109:8.
si p. 204 par. 32 Livro bíblico número 44 — Atos
32 O livro de Atos constitui um testemunho em adição aos relatos dos Evangelhos em confirmar a autenticidade e a inspiração das Escrituras Hebraicas. Quando se aproximava o Pentecostes, Pedro citou o cumprimento de duas profecias “que o espírito santo predissera pela boca de Davi a respeito de Judas”. (Atos 1:16, 20; Sal. 69:25; 109:8)
it-2 p. 619 Judas
Substituição. Entre a ascensão de Jesus e Pentecostes de 33 EC, Pedro, aplicando a profecia do Salmo 109:8, explicou a um grupo de cerca de 120 discípulos reunidos que parecia apropriado escolher um substituto para Judas. Propuseram-se dois candidatos e lançaram-se sortes, o que resultou em Matias ser escolhido “para tomar o lugar deste ministério e apostolado, do qual Judas se desviou para ir para o seu próprio lugar”. — At 1:15, 16, 20-26.
SALMO 109:10)
“E que seus filhos, sem falta, andem errantes; E eles terão de mendigar, E dos seus lugares desolados terão de buscar [alimento].”
it-2 pp. 800-801 Mendigo, mendigar
Por outro lado, Provérbios 20:4 descreve o preguiçoso como “mendigando no tempo da colheita”, e o Salmo 109:10 descreve a execução da punição nos iníquos como obrigando ‘seus filhos a andarem errantes, e que eles terão de mendigar, e dos seus lugares desolados terão de buscar alimento’. Nestes últimos dois textos, a palavra “mendigar” traduz a hebraica sha•ʼál, termo que basicamente significa “pedir” (Êx 3:22; 1Rs 3:11); todavia, nestes dois casos, dá-se a entender que o pedir é feito da maneira ativa, talvez pública, característica da mendicância.
SALMO 109:23)
“Como a sombra quando declina, sou obrigado a ir-me embora; Fui sacudido fora como um gafanhoto.”
w06 1/9 p. 13 Destaques do livro quinto dos Salmos
109:23 — O que Davi quis dizer com as seguintes palavras: “Como a sombra quando declina, sou obrigado a ir-me embora”? De forma poética, Davi estava dizendo que sentia que sua morte estava muito próxima. — Salmo 102:11.
SALMO 109:31)
“Porque estará de pé à direita do pobre, Para salvá-lo dos que julgam a sua alma.”
w06 1/9 p. 14 Destaques do livro quinto dos Salmos
109:30, 31; 110:5. O soldado usa a mão direita para segurar a espada e normalmente essa mão não é protegida pelo escudo, que fica na mão esquerda. Em sentido figurado, Jeová está “à direita” dos seus servos, para lutar por eles. Assim, ele lhes dá proteção e ajuda — um ótimo motivo para ‘o elogiarmos muito’!
it-2 p. 763 Mão
Usualmente, a mão direita dum guerreiro era a que segurava a espada, e não era protegida pelo escudo na mão esquerda. Portanto, o amigo que ficasse ou lutasse à mão direita dele o defendia e protegia. Esta situação foi usada de forma metafórica com respeito à ajuda e proteção que Deus dá aos que o servem. — Sal 16:8; 109:30, 31; 110:5; 121:5.

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