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SALMOS 52-59 | Tesouros da Palavra de Deus: semana de 27 de junho–3 de julho

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TEXTOS BÍBLICOS E REFERÊNCIAS: TESOUROS DA PALAVRA DE DEUS | SALMOS 52-59

“LANCE SEU FARDO SOBRE JEOVÁ”: (10 MIN)

Davi passou por terríveis dificuldades na vida. Quando escreveu o Salmo 55, ele já tinha passado por coisas como . . .
• insulto
• perseguição
• forte sentimento de culpa
• tragédias na família
• doença
• traição
Mesmo quando seus problemas pareciam difíceis de aguentar, Davi conseguiu lidar com eles. Movido por espírito santo, Davi aconselhou os que passam por problemas difíceis a ‘lançar seu fardo sobre Jeová’.
Como podemos aplicar esse conselho em nossa vida?
Sal 55:22
1. Ore a Jeová de coração quando passar por qualquer problema, ansiedade ou preocupação.
2. Procure a orientação e a ajuda da Palavra de Jeová e da sua organização.
3. Faça o que estiver ao seu alcance para melhorar a situação, seguindo os princípios bíblicos.

Sal 55:2, 4, 5, 16-18 — Houve momentos na vida de Davi em que ele passou por muita ansiedade. (w06 1/6 11 § 4; w96 1/4 27 § 2)

Tradução do Novo MundoSalmo 55:2
2 Presta atenção em mim e responde-me.+
Minha preocupação me deixa inquieto,+
E estou desnorteado
Salmo 55:4, 5
4 Meu coração está angustiado dentro de mim,+
E os horrores da morte me dominam.+
5 O medo e o tremor me sobrevêm,
E um calafrio se apodera de mim.
Salmo 55:16-18
16 Quanto a mim, clamarei a Deus;
E Jeová me salvará.+
17 Ao anoitecer e ao amanhecer, bem como ao meio-dia, estou perturbado e suspiro,*+
E ele ouve a minha voz.+
18 Ele me dará* paz, livrando-me* dos que lutam contra mim,
Pois multidões vêm contra mim.+
Destaques do livro segundo dos Salmos
55:4, 5, 12-14, 16-18. Davi sentiu muita dor emocional por causa da conspiração de seu filho Absalão e da traição de seu conselheiro de confiança, Aitofel. Mas isso não diminuiu sua confiança em Jeová. Não devemos permitir que o estresse emocional enfraqueça nossa confiança em Deus.
*** w96 1/4 p. 27 Lance sempre seu fardo sobre Jeová ***
Em certa ocasião, o Rei Davi, de Israel, achou que a pressão era quase intolerável. De acordo com o Salmo 55, ele ficou perturbado devido à ansiedade causada pelas pressões e hostilidade dos inimigos. Sentia muita angústia e medo e só conseguia gemer de aflição. (Salmo 55:2, 5, 17) No entanto, apesar de toda essa angústia, encontrou uma saída. Como? Buscou a ajuda de Deus. O conselho que deu a outros que talvez se sentissem como ele foi: “Lança teu fardo sobre o próprio Jeová.” — Salmo 55:22.

Sal 55:12-14 — O filho de Davi e um amigo de confiança tentaram tirá-lo do poder. (w96 1/4 29 § 6)

Salmo 55:12-14
12 Quem me insulta não é um inimigo;+
Se fosse, eu poderia suportar.
Quem se levanta contra mim não é um adversário;
Se fosse, eu poderia me esconder dele.
13 Mas é você, um homem como eu,*+
Meu companheiro, que eu conheço bem.+
14 Uma calorosa amizade nos unia,
Andávamos junto com a multidão até a casa de Deus.
*** w96 1/4 pp. 29-30 Lance sempre seu fardo sobre Jeová ***
Lidar com a traição
Chegamos assim ao incidente que levou Davi a escrever o Salmo 55. Ele estava sob severa tensão emocional. “Meu próprio coração está em severas dores dentro de mim”, escreveu, “e os horrores da própria morte caíram sobre mim”. (Salmo 55:4) O que causou essa dor? O filho de Davi, Absalão, tramara usurpar-lhe o reino. (2 Samuel 15:1-6) A traição do próprio filho já era muito difícil de suportar, mas o que tornou as coisas ainda piores foi que o conselheiro em que Davi mais confiava, Aitofel, juntou-se à conspiração. É ele quem Davi descreve no Salmo 55:12-14. Em resultado da conspiração e da traição, Davi teve de fugir de Jerusalém. (2 Samuel 15:13, 14) Quanta angústia isso deve ter-lhe causado!

Sal 55:22 — As palavras de Davi mostram que ele tinha confiança que Jeová o ajudaria. (w06 1/6 11 § 5; w99 15/3 22-23)

Salmo 55:22
22 Lance seu fardo sobre Jeová,+
E ele amparará você.+
Nunca permitirá que o justo venha a cair.*+
Destaques do livro segundo dos Salmos
55:22. Como lançamos nosso fardo sobre Jeová? Fazemos isso por (1) orar a ele sobre o assunto que nos preocupa, (2) recorrer à sua Palavra e à sua organização em busca de orientação e apoio e (3) fazer o que estiver razoavelmente ao nosso alcance para aliviar a situação. — Provérbios 3:5, 6; 11:14; 15:22; Filipenses 4:6, 7.
*** w99 15/3 pp. 22-23 Não se deixe vencer pela ansiedade ***
Há ajuda disponível
Quando uma criança se confronta com problemas, ela pode dirigir-se a um pai amoroso e receber orientação e consolo. De modo similar, nós podemos dirigir-nos com nossos problemas ao nosso Pai celestial, Jeová. Na realidade, Jeová nos convida a lançar nossos fardos e ansiedades sobre ele. (Salmo 55:22) Assim como a criança que não mais se preocupa com seus problemas depois de ter recebido garantias do pai, nós não só devemos lançar nossos fardos sobre Jeová, mas também deixá-los com ele. — Tiago 1:6.

ENCONTRE JOIAS ESPIRITUAIS: (8 MIN)

Sal 56:8 — O que significa a expressão “recolhe as minhas lágrimas no teu odre”? (w09 1/6 29 § 1; w08 1/10 26 § 3)

Salmo 56:8
8 Tu acompanhas as minhas andanças.+
Por favor, recolhe as minhas lágrimas no teu odre.+
Não estão registradas no teu livro?+
Será que alguém realmente se importa?
No livro bíblico de Salmos, encontramos muitas expressões acalentadoras de salmistas hebreus da antiguidade, tais como o Rei Davi, que descrevem o cuidado amoroso de Jeová por seus servos. No Salmo 56:8, o Rei Davi implora a Deus: “Põe deveras as minhas lágrimas no teu odre. Não estão no teu livro?” Como mostra essa comparação, Davi sabia que Jeová conhecia não só seu sofrimento, mas também o impacto emocional resultante. Jeová se apercebia da dor de Davi e se lembrava de todo o sofrimento emocional por trás de suas lágrimas. Realmente, nosso Criador está atento a todos os que se esforçam em fazer sua vontade, aqueles “cujo coração é pleno para com ele”.
Lágrimas num odre
As palavras comoventes de Davi sobre o odre também podem significar algo para nós. Como assim? A Bíblia explica que Satanás controla este mundo e que em nossos dias ele tem “grande ira”. Em resultado disso, a Terra está passando por terríveis aflições. (Revelação [Apocalipse] 12:12) Por esse motivo, há muitas pessoas — em especial as que procuram agradar a Deus — que, assim como Davi, passam por sofrimento emocional, mental ou físico. Isso também acontece com você? Com coragem, “mesmo chorando”, essas pessoas fiéis nunca deixam de se esforçar em levar uma vida de integridade. (Salmo 126:6) Elas podem ter certeza de que seu Pai celestial não só vê as provações que enfrentam como também o impacto emocional que essas provações causam. Ele entende perfeitamente a dor que aflige seus servos e, com compaixão, se lembra de suas lágrimas e sofrimento, guardando-as, de forma figurada, em seu odre.

Sal 59:1, 2 — O que as dificuldades que Davi passou nos ensinam sobre a oração? (w08 15/3 14 § 13)

Salmo 59:1, 2
59 Livra-me dos meus inimigos, ó meu Deus;+
Protege-me dos que se levantam contra mim.+
2 Livra-me dos malfeitores
E salva-me dos homens violentos.*
Jeová escuta nossos ‘clamores por ajuda’
13. Além de orar, o que mais devemos fazer?
13 Será então que basta apresentarmos nossos problemas a Jeová em oração? Não. É necessário mais. Precisamos agir em harmonia com nossas orações. Quando o Rei Saul enviou homens à casa de Davi para matá-lo, Davi orou: “Livra-me dos meus inimigos, ó meu Deus; que tu me protejas dos que se levantam contra mim. Livra-me dos que praticam o que é prejudicial e salva-me dos homens culpados de sangue.” (Sal. 59:1, 2) Além de orar, Davi ouviu a sua esposa e tomou a necessária ação para escapar. (1 Sam. 19:11, 12) De modo similar, podemos orar pedindo sabedoria prática para nos ajudar a lidar com circunstâncias aflitivas, ou talvez atenuá-las. — Tia. 1:5.

O que a leitura da semana me ensinou sobre Jeová?

Que pontos da leitura posso usar no ministério?

SALMOS 52-59 | SUGESTÕES PARA SEUS COMENTÁRIOS PESSOAIS

(SALMO 52:8)
“Mas eu serei qual oliveira frondosa na casa de Deus; Confio deveras na benevolência de Deus por tempo indefinido, para todo o sempre.”
*** w06 1/6 p. 11 Destaques do livro segundo dos Salmos ***
52:8. Podemos ser “qual oliveira frondosa na casa de Deus”, ou seja, achegados a Jeová e produtivos no seu serviço, por obedecê-lo e de bom grado aceitar sua disciplina. — Hebreus 12:5, 6.
*** w05 1/7 pp. 13-14 Estão se colocando à disposição ***
Depois das considerações iniciais do presidente, William Samuelson discursou sobre o tema “Você pode ser como uma oliveira frondosa na casa de Deus”, baseado no Salmo 52:8. Ele enfatizou que a oliveira é usada figurativamente na Bíblia como símbolo de produtividade, beleza e dignidade. ( Jeremias 11:16) Comparando os alunos a oliveiras, o orador disse: “Jeová lhes dará beleza e dignidade à medida que realizarem fielmente a obra de pregação do Reino em suas designações como missionários.” Assim como a oliveira consegue sobreviver a um período de seca por causa de suas raízes extensas, os alunos também precisam fortificar suas raízes espirituais para que consigam perseverar diante de indiferença, oposição e outras provações que talvez encontrem no serviço missionário. — Mateus 13:21; Colossenses 2:6, 7.
*** w00 15/5 p. 29 Uma oliveira frondosa na casa de Deus ***
‘Uma oliveira frondosa na casa de Deus’
Em vista dos pontos mencionados, não surpreende que os servos de Deus possam ser comparados a oliveiras. Davi desejou ser “qual oliveira frondosa na casa de Deus”. (Salmo 52:8) Assim como as famílias israelitas muitas vezes tinham suas casas cercadas por oliveiras, assim Davi desejava ficar perto de Jeová Deus e produzir frutos para o louvor Dele. — Salmo 52:9.
Enquanto as duas tribos do reino de Judá foram fiéis a Jeová, elas eram como uma “oliveira frondosa, bonita com frutos e no aspecto”. (Jeremias 11:15, 16) Mas os do povo de Judá perderam esta condição privilegiada quando ‘se negaram a obedecer às palavras de Jeová e andaram atrás de outros deuses’. — Jeremias 11:10.
Para nos tornarmos uma oliveira frondosa na casa de Deus, temos de obedecer a Jeová e estar dispostos a aceitar a disciplina por meio da qual ele nos “poda” para conseguirmos dar mais frutos cristãos. (Hebreus 12:5, 6) Além disso, assim como a oliveira natural precisa de extensas raízes para sobreviver a um período de seca, nós precisamos fortalecer nossas raízes espirituais para suportar provações e perseguições. — Mateus 13:21; Colossenses 2:6, 7.
(SALMO 53:CABEÇALHO)
“Ao regente, sobre Maalate. Masquil. De Davi.”
*** it-2 p. 729 Maalate, II ***
Maalate, II
Provavelmente um termo musical, talvez de natureza técnica, encontrado nos cabeçalhos dos Salmos 53 e 88. Alguns acham que este termo talvez seja aparentado com o radical dum verbo hebraico que significa “enfraquecer; adoecer”, sugerindo assim uma melodia triste e melancólica. Isto se harmonizaria com o conteúdo um tanto triste dos dois cânticos, especialmente o do Salmo 88.
(SALMO 53:1)
“O insensato disse no seu coração: “Não há Jeová.” Agiram ruinosamente e agiram de modo detestável em injustiça; Não há quem faça o bem.”
*** w06 1/6 pp. 9-10 Destaques do livro segundo dos Salmos ***
53:1 — Em que sentido a pessoa que nega a existência de Deus é ‘insensata’? A insensatez mencionada nesse versículo não significa falta de inteligência. O resultante colapso moral descrito no Salmo 53:1-4 deixa claro que trata-se de alguém moralmente insensato.
*** w97 1/10 pp. 6-7 Conheça a Jeová Deus como pessoa ***
“O tolo” e Deus
“Jamais ocorreu a nenhum escritor do VT [Escrituras Hebraicas] provar ou argumentar a favor da existência de Deus”, diz o Dr. James Hastings em A Dictionary of the Bible (Dicionário da Bíblia). “Não é da índole do mundo antigo em geral negar a existência de Deus ou usar argumentos para provar sua existência. A crença em Deus era natural para a mente humana e comum a todos os homens.” Isso não significa, naturalmente, que todos os homens da época temiam a Deus. Longe disso. Tanto o Salmo 14:1 como o 53:1 mencionam “o insensato”, ou, conforme a A Bíblia na Linguagem de Hoje, ‘o tolo’, que diz no seu coração: “Não há Jeová.”
Que tipo de pessoa é esse tolo, o homem que nega a existência de Deus? Ele não é ignorante em sentido intelectual. Antes, a palavra hebraica na•vál indica deficiência moral. O professor S. R. Driver, em suas notas no The Parallel Psalter (O Saltério Paralelo), diz que a falha não está na “fraqueza de raciocínio, mas na insensibilidade moral e religiosa, na completa ausência de sensatez ou percepção”.
O salmista passa a descrever a decadência moral resultante de tal atitude: “Agiram ruinosamente, agiram de modo detestável na sua ação. Não há quem faça o bem.” (Salmo 14:1) O Dr. Hastings resume isso da seguinte forma: “Confiando nesta ausência de Deus do mundo e na impunidade, os homens se tornam corruptos e fazem coisas abomináveis.” Eles abraçam abertamente princípios contrários às leis divinas e desconsideram a pessoa de Deus, a quem não têm desejo nenhum de prestar contas. Mas tal modo de pensar é tão tolo e insensato hoje como era quando o salmista escreveu essas palavras há mais de 3.000 anos.
(SALMO 55:4)
“Meu próprio coração está em severas dores dentro de mim, E os horrores da própria morte caíram sobre mim.”
*** w96 1/4 pp. 29-30 Lance sempre seu fardo sobre Jeová ***
Ele estava sob severa tensão emocional. “Meu próprio coração está em severas dores dentro de mim”, escreveu, “e os horrores da própria morte caíram sobre mim”. (Salmo 55:4) O que causou essa dor? O filho de Davi, Absalão, tramara usurpar-lhe o reino. (2 Samuel 15:1-6) A traição do próprio filho já era muito difícil de suportar, mas o que tornou as coisas ainda piores foi que o conselheiro em que Davi mais confiava, Aitofel, juntou-se à conspiração.
(SALMO 55:12)
“Porque não foi um inimigo quem passou a vituperar-me; Senão eu o poderia suportar. Não foi alguém que me odeia intensamente que assumiu ares de grandeza contra mim; Senão eu poderia esconder-me dele.”
*** w96 1/4 p. 30 Lance sempre seu fardo sobre Jeová ***
A traição do próprio filho já era muito difícil de suportar, mas o que tornou as coisas ainda piores foi que o conselheiro em que Davi mais confiava, Aitofel, juntou-se à conspiração. É ele quem Davi descreve no Salmo 55:12-14
*** it-1 p. 75 Aitofel ***
Mais tarde, este companheiro, antes íntimo, tornou-se perfidamente traidor e juntou-se a Absalão, filho de Davi, num golpe contra o rei. Como um dos cabeças da rebelião, aconselhou Absalão a violar as concubinas de Davi, e pediu permissão para organizar um exército de 12.000 homens e imediatamente ir caçar e matar Davi, enquanto este estava numa condição desorganizada e debilitada. (2Sa 15:31; 16:15, 21; 17:1-4) Quando Jeová frustrou esta trama audaciosa, e se seguiu o conselho de Husai, Aitofel evidentemente deu-se conta de que a revolta de Absalão iria fracassar. (2Sa 15:32-34; 17:5-14) Ele cometeu suicídio e foi sepultado junto aos seus antepassados. (2Sa 17:23) À parte de tempos de guerra, este é o único caso de suicídio mencionado nas Escrituras Hebraicas. O ato traiçoeiro dele, pelo que parece, é relembrado no Salmo 55:12-14.
(SALMO 55:13)
“Mas foste tu, um homem mortal que era como meu igual, Um que me era familiar e meu conhecido,”
*** w96 1/4 p. 30 Lance sempre seu fardo sobre Jeová ***
A traição do próprio filho já era muito difícil de suportar, mas o que tornou as coisas ainda piores foi que o conselheiro em que Davi mais confiava, Aitofel, juntou-se à conspiração. É ele quem Davi descreve no Salmo 55:12-14
(SALMO 55:14)
“Porque costumávamos desfrutar juntos de doce intimidade; Costumávamos andar para a casa de Deus com a multidão.”
*** w96 1/4 p. 30 Lance sempre seu fardo sobre Jeová ***
A traição do próprio filho já era muito difícil de suportar, mas o que tornou as coisas ainda piores foi que o conselheiro em que Davi mais confiava, Aitofel, juntou-se à conspiração. É ele quem Davi descreve no Salmo 55:12-14
(SALMO 55:21)
“Mais macias do que a manteiga são [as palavras de] sua boca, Mas o seu coração está disposto à peleja. Suas palavras são mais suaves do que o óleo, Mas são espadas desembainhadas.”
*** it-2 p. 755 Manteiga ***
“Manteiga”, no Salmo 55:21, é usada figurativamente para se referir às palavras agradáveis, macias e melosas dum traidor.
(SALMO 55:22)
“Lança teu fardo sobre o próprio Jeová, E ele mesmo te susterá. Nunca permitirá que o justo seja abalado.”
*** w08 15/3 p. 13 par. 9 Jeová escuta nossos ‘clamores por ajuda’ ***
9 Lembre-se das palavras de Davi registradas no Salmo 55:22: “Lança teu fardo sobre o próprio Jeová, e ele mesmo te susterá. Nunca permitirá que o justo seja abalado.” Quando Davi escreveu essas palavras, ele estava muito aflito. (Sal. 55:4) Acredita-se que esse salmo tenha sido escrito quando seu filho Absalão armou um plano para roubar-lhe o trono. O conselheiro em que Davi mais confiava, Aitofel, participou da conspiração. Davi teve de fugir de Jerusalém para não morrer. (2 Sam. 15:12-14) Mesmo nessas circunstâncias difíceis, Davi continuou a confiar em Deus, e não ficou desapontado.
*** w06 1/6 p. 11 Destaques do livro segundo dos Salmos ***
55:22. Como lançamos nosso fardo sobre Jeová? Fazemos isso por (1) orar a ele sobre o assunto que nos preocupa, (2) recorrer à sua Palavra e à sua organização em busca de orientação e apoio e (3) fazer o que estiver razoavelmente ao nosso alcance para aliviar a situação. — Provérbios 3:5, 6; 11:14; 15:22; Filipenses 4:6, 7.
*** w05 1/8 p. 6 A Bíblia pode ajudá-lo a encontrar alegria ***
“Lança teu fardo sobre o próprio Jeová, e ele mesmo te susterá.” (Salmo 55:22) Em primeiro lugar, a oração pode nos ajudar a encontrar verdadeira alegria. Simone diz: “Sempre que me sinto desanimada, recorro a Jeová e peço sua ajuda. Nunca estive numa situação em que não sentisse sua força e orientação.” Ao nos aconselhar a lançar o fardo sobre Jeová, o salmista está nos lembrando de que Jeová não apenas cuida de nossas necessidades, mas também nos vê como pessoas valiosas, dignas de receber seu apoio e ajuda. Na noite da Páscoa de 33 EC, os discípulos de Jesus estavam aflitos por causa daquilo que Jesus havia dito sobre sua iminente partida. Por isso, Jesus os incentivou a orar ao Pai e então acrescentou: “Pedi e recebereis, para que a vossa alegria seja plena.” — João 16:23, 24.
*** w99 15/3 pp. 22-23 Não se deixe vencer pela ansiedade ***
Há ajuda disponível
Quando uma criança se confronta com problemas, ela pode dirigir-se a um pai amoroso e receber orientação e consolo. De modo similar, nós podemos dirigir-nos com nossos problemas ao nosso Pai celestial, Jeová. Na realidade, Jeová nos convida a lançar nossos fardos e ansiedades sobre ele. (Salmo 55:22) Assim como a criança que não mais se preocupa com seus problemas depois de ter recebido garantias do pai, nós não só devemos lançar nossos fardos sobre Jeová, mas também deixá-los com ele. — Tiago 1:6.
Como é que lançamos nossas ansiedades sobre Jeová? Filipenses 4:6, 7, responde: “Não estejais ansiosos de coisa alguma, mas em tudo, por oração e súplica, junto com agradecimento, fazei conhecer as vossas petições a Deus; e a paz de Deus, que excede todo pensamento, guardará os vossos corações e as vossas faculdades mentais por meio de Cristo Jesus.” Deveras, em resposta às nossas persistentes orações e súplicas, Jeová pode dar-nos uma calma íntima que protege nossa mente para não sermos perturbados por ansiedades desnecessárias. — Jeremias 17:7, 8; Mateus 6:25-34.
No entanto, para agirmos em harmonia com nossas orações, não devemos isolar-nos nem física nem mentalmente. (Provérbios 18:1) Antes, faríamos bem em considerar princípios e orientações da Bíblia que tratam de nosso problema, evitando assim confiar em nosso próprio entendimento. (Provérbios 3:5, 6) Tanto jovens como idosos podem recorrer à Bíblia e às publicações da Torre de Vigia para obter uma abundância de informações sobre como tomar decisões e lidar com problemas. Além disso, na congregação cristã, somos abençoados com anciãos sábios e experientes, e com outros cristãos maduros, que sempre estão dispostos a conversar conosco. (Provérbios 11:14; 15:22) Aqueles que não estão emocionalmente envolvidos e que têm o modo de pensar de Deus sobre o assunto muitas vezes podem ajudar-nos a encarar nossos problemas dum outro ângulo. E embora não façam decisões por nós, podem ser uma fonte de grande encorajamento e apoio.
“Espera por Deus”
Ninguém pode negar que lidar com nossos problemas reais causa cada dia bastante tensão, sem que os aumentemos por nos preocupar com imaginários. Se a ansiedade nos deixa apreensivos e agitados por causa do que poderia acontecer, então devemos recorrer a Jeová em oração e súplica. Recorra à Palavra e à organização dele em busca de orientação, sabedoria e bom juízo. Descobriremos que, não importa que situação possa surgir, há ajuda disponível para lidar com ela.
Sentindo-se sobrecarregado e agitado, o salmista cantou: “Por que te desesperas, ó minha alma, e por que estás turbulenta no meu íntimo? Espera por Deus, porque eu ainda o elogiarei como a grandiosa salvação da minha pessoa e como o meu Deus.” (Salmo 42:11) Sejam esses também os nossos sentimentos.
Portanto, faça planos para aquilo que se pode esperar razoavelmente e deixe o inesperado para Jeová. ‘Lançai sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós.’ — 1 Pedro 5:7.
*** w96 1/4 pp. 27-30 Lance sempre seu fardo sobre Jeová ***
Lance sempre seu fardo sobre Jeová
MUITAS pessoas hoje se sentem esmagadas por fardos. Dificuldades econômicas, problemas familiares e de saúde, dor e sofrimentos causados pela opressão e tirania e muitas outras aflições são como um peso sobre os ombros. Além dessas pressões externas, alguns são oprimidos pelo sentimento de inutilidade e fracasso devido às suas próprias imperfeições. Muitos se sentem tentados a desistir de tudo. Como se pode lidar com os fardos quando estes parecem insuportáveis?
Em certa ocasião, o Rei Davi, de Israel, achou que a pressão era quase intolerável. De acordo com o Salmo 55, ele ficou perturbado devido à ansiedade causada pelas pressões e hostilidade dos inimigos. Sentia muita angústia e medo e só conseguia gemer de aflição. (Salmo 55:2, 5, 17) No entanto, apesar de toda essa angústia, encontrou uma saída. Como? Buscou a ajuda de Deus. O conselho que deu a outros que talvez se sentissem como ele foi: “Lança teu fardo sobre o próprio Jeová.” — Salmo 55:22.
O que quis dizer com isso? Será que basta orar a Jeová e expressar nossa ansiedade? Ou nós mesmos podemos fazer algo para melhorar a situação? E se nos sentirmos indignos de nos achegar a Jeová? Podemos descobrir o que Davi queria dizer por analisar algumas experiências que ele talvez tivesse bem em mente ao escrever essas palavras.
Atue na força de Jeová
Lembra-se de como Golias amedrontou os guerreiros israelitas? Aquele gigante, de 2,9 metros de altura, aterrorizou-os. (1 Samuel 17:4-11, 24) Mas Davi não ficou com medo. Por quê? Porque ele não tentou enfrentar Golias confiando em sua própria força. Desde o tempo de sua unção como futuro rei de Israel, ele permitira que o espírito de Deus o guiasse e fortalecesse em todos os seus atos. (1 Samuel 16:13) De modo que ele disse a Golias: “Eu chego a ti com o nome de Jeová dos exércitos, o Deus das fileiras combatentes de Israel, de quem escarneceste. No dia de hoje Jeová te entregará na minha mão.” (1 Samuel 17:45, 46) Davi manejava muito bem a funda, mas podemos ter certeza de que o espírito santo de Jeová guiou a pedra que ele arremessou contra Golias e a tornou ainda mais mortífera. — 1 Samuel 17:48-51.
Davi enfrentou esse enorme desafio e foi bem-sucedido porque confiou que Deus o apoiaria e fortaleceria. Ele desenvolvera com Deus uma relação boa, de confiança. Esta, sem dúvida, foi fortalecida pelo modo como Jeová o libertara anteriormente. (1 Samuel 17:34-37) Como Davi, você pode manter uma forte relação pessoal com Jeová e confiar plenamente na habilidade e disposição dele de fortalecê-lo e sustentá-lo em todas as circunstâncias. — Salmo 34:7, 8.
Faça o que puder para solucionar o problema
Todavia, isso não significa que nunca haverá momentos de sofrimento intenso, de ansiedade ou até mesmo de medo, conforme mostrado claramente no Salmo 55. Por exemplo, alguns anos depois dessa demonstração destemida de confiança em Jeová, Davi ficou muito amedrontado ao enfrentar inimigos. Perdeu o favor do Rei Saul e teve de fugir para salvar a vida. Tente imaginar a perturbação emocional que isso deve ter causado a Davi e as perguntas que devem ter surgido em sua mente sobre o desfecho dos propósitos de Jeová. Afinal, ele fora ungido como futuro rei de Israel, mas lá estava ele, vivendo como fugitivo no deserto, caçado como um animal selvagem. Quando tentou refugiar-se em Gate, a cidade de Golias, foi reconhecido. Com que resultado? O relato diz que “ficou com muito medo”. — 1 Samuel 21:10-12.
Mas ele não permitiu que seu temor e grande ansiedade o impedissem de buscar a ajuda de Jeová. Segundo o Salmo 34 (escrito depois dessa experiência), Davi disse: “Consultei a Jeová, e ele me respondeu e me livrou de todos os meus horrores. Este atribulado chamou e o próprio Jeová ouviu. E salvou-o de todas as suas aflições.” — Salmo 34:4, 6.
Sem dúvida, Jeová o apoiou. Note, no entanto, que Davi não ficou de braços cruzados, esperando que Jeová o ajudasse. Percebeu que era necessário fazer todo o possível, naquelas circunstâncias, para escapar da situação difícil. Reconheceu que o poder de Jeová o libertaria, mas ele mesmo fez algo: fingiu que estava louco, para que o rei de Gate não o matasse. (1 Samuel 21:14-22:1) Nós também devemos fazer tudo o que pudermos para lidar com os fardos, em vez de simplesmente esperar que Jeová nos socorra. — Tiago 1:5, 6; 2:26.
Não aumente o seu fardo
Mais tarde, Davi aprendeu uma lição dolorosa. Qual? Que às vezes aumentamos nossos próprios fardos. Após vencer os filisteus, Davi saiu-se mal quando decidiu levar a arca do pacto a Jerusalém. O relato histórico nos diz: “Então se levantaram Davi e todo o povo que estava com ele, e foram a Baale-Judá para fazer subir de lá a arca do verdadeiro Deus . . . No entanto, fizeram a arca do verdadeiro Deus andar numa carroça nova . . . e Uzá e Aiô, filhos de Abinadabe, conduziam a carroça nova.” — 2 Samuel 6:2, 3.
Usar uma carroça para transportar a Arca violava todas as instruções que Jeová dera neste respeito. Fora declarado de forma explícita que os únicos autorizados a carregar a Arca, os levitas coatitas, deveriam levá-la nos ombros, usando os varais inseridos nas argolas feitas nela especialmente para esse fim. (Êxodo 25:13, 14; Números 4:15, 19; 7:7-9) Ignorar essas instruções trouxe calamidade. Quando o gado que puxava a carroça fez com que ela quase virasse, Uzá, que provavelmente era levita, mas por certo não era sacerdote, estendeu a mão para firmar a Arca e foi golpeado por Jeová devido ao seu ato irreverente. — 2 Samuel 6:6, 7.
Davi, como rei, tinha parte da responsabilidade por essa morte. Sua reação mostra que mesmo quem tem uma boa relação com Jeová pode ocasionalmente reagir mal em situações provadoras. Primeiro, Davi ficou irado; depois, com medo. (2 Samuel 6:8, 9) Sua relação de confiança com Jeová foi severamente testada. Esta foi uma ocasião em que ele aparentemente falhou em lançar seu fardo sobre Jeová, quando não seguiu Suas ordens. Será que isso às vezes acontece conosco? Será que culpamos a Jeová pelos problemas que resultam de nossa desobediência às instruções dele? — Provérbios 19:3.
Lidar com o sentimento de culpa
Mais tarde, Davi criou um enorme fardo de culpa para si mesmo quando pecou deploravelmente contra as normas de moral de Jeová. Naquela ocasião, Davi se omitira da responsabilidade de liderar seus homens em batalha. Ficara em Jerusalém enquanto eles foram lutar, o que levou a graves problemas. — 2 Samuel 11:1.
O Rei Davi observou a linda Bate-Seba tomando banho. Envolveu-se com ela de forma imoral e ela ficou grávida. (2 Samuel 11:2-5) Para tentar ocultar o adultério, ele fez com que o marido dela, Urias, voltasse do campo de batalha para Jerusalém. Urias se recusou a ter relações sexuais com a esposa enquanto Israel estava em guerra. (2 Samuel 11:6-11) Davi recorreu então a métodos iníquos e escusos para tentar encobrir seu pecado. Providenciou que soldados companheiros de Urias o deixassem numa posição vulnerável no campo de batalha, para que fosse morto. Um pecado abominável e cruel! — 2 Samuel 11:12-17.
É claro que Davi finalmente se viu diante das conseqüências de seu pecado quando esse foi exposto. (2 Samuel 12:7-12) Tente imaginar o pesar e a culpa que Davi deve ter sentido quando apercebeu-se de quão sério foi o que fizera em resultado de sua paixão. Pode ter-se sentido esmagado por seu próprio sentimento de fracasso, em especial visto que provavelmente era um homem emotivo e sensível. Talvez se tenha até mesmo sentido totalmente imprestável!
Todavia, Davi reconheceu prontamente seu erro e admitiu ao profeta Natã: “Pequei contra Jeová.” (2 Samuel 12:13) O Salmo 51 nos mostra como ele se sentiu e como suplicou a Jeová Deus para purificá-lo e perdoar-lhe. Orou: “Lava cabalmente de mim o meu erro e purifica-me mesmo do meu pecado. Pois eu mesmo conheço as minhas transgressões e meu pecado está constantemente diante de mim.” (Salmo 51:2, 3) Visto que se arrependeu genuinamente, pôde restabelecer sua relação forte e achegada com Jeová. Davi não ficou remoendo sentimentos de inutilidade ou remorso. Ele lançou seu fardo sobre Jeová, reconhecendo humildemente sua culpa, demonstrando genuíno arrependimento e orando fervorosamente para que Jeová lhe perdoasse. Ele conseguiu recuperar o favor de Deus. — Salmo 51:7-12, 15-19.
Lidar com a traição
Chegamos assim ao incidente que levou Davi a escrever o Salmo 55. Ele estava sob severa tensão emocional. “Meu próprio coração está em severas dores dentro de mim”, escreveu, “e os horrores da própria morte caíram sobre mim”. (Salmo 55:4) O que causou essa dor? O filho de Davi, Absalão, tramara usurpar-lhe o reino. (2 Samuel 15:1-6) A traição do próprio filho já era muito difícil de suportar, mas o que tornou as coisas ainda piores foi que o conselheiro em que Davi mais confiava, Aitofel, juntou-se à conspiração. É ele quem Davi descreve no Salmo 55:12-14. Em resultado da conspiração e da traição, Davi teve de fugir de Jerusalém. (2 Samuel 15:13, 14) Quanta angústia isso deve ter-lhe causado!
Ainda assim, ele não permitiu que sua intensa emoção e pesar enfraquecessem sua confiança em Jeová. Ele orou para que Jeová frustrasse os planos dos conspiradores. (2 Samuel 15:30, 31) Outra vez, percebemos que Davi não ficou apenas esperando passivamente que Jeová fizesse todo o trabalho. Logo que surgiu a oportunidade, ele fez o que estava ao seu alcance para combater a conspiração. Enviou outro de seus conselheiros, Husai, de volta a Jerusalém para fingir juntar-se à conspiração, embora, na verdade, ele quisesse frustrá-la. (2 Samuel 15:32-34) Com o apoio de Jeová, esse plano funcionou. Husai ganhou o tempo necessário para que Davi reagrupasse seus homens e se organizasse para se defender. — 2 Samuel 17:14.
Como Davi deve ter apreciado no decorrer da vida a proteção, a paciência e a disposição de Jeová de perdoar! (Salmo 34:18, 19; 51:17) É com esses antecedentes que Davi nos encoraja a buscar a ajuda de Jeová com confiança, em nossos tempos aflitivos, ‘lançando nosso fardo sobre Ele’. — Note 1 Pedro 5:6, 7.
Crie e mantenha uma relação forte, de confiança em Jeová
Como podemos ter o mesmo tipo de relação com Jeová que Davi teve e que o amparou em épocas de grandes provações e tribulações? Conseguimos essa espécie de relação por estudar diligentemente a Palavra de Deus, a Bíblia. Deixamos que Ele nos instrua sobre suas leis, seus princípios e sua personalidade. (Salmo 19:7-11) Ao passo que meditamos na Palavra de Deus, achegamo-nos mais a ele e aprendemos a confiar nele implicitamente. (Salmo 143:1-5) Ao nos associarmos com co-adoradores para ser adicionalmente instruídos por Jeová, aprofundamos e fortalecemos essa relação. (Salmo 122:1-4) A oração sincera a Jeová também contribuirá nesse sentido. — Salmo 55:1.
É verdade que Davi, como nós, também teve seus momentos ruins quando sua relação com Jeová não estava tão forte como deveria. A opressão pode fazer-nos ‘agir como doidos’. (Eclesiastes 7:7) Mas Jeová vê o que está acontecendo e sabe o que há no nosso coração. (Eclesiastes 4:1; 5:8) Temos de fazer o máximo para manter forte a nossa relação com Jeová. Daí, não importa que fardos tenhamos de levar, podemos confiar que Jeová aliviará a opressão ou nos dará a força para lidar com a situação. (Filipenses 4:6, 7, 13) É uma questão de nos mantermos achegados a Jeová. Quando Davi fez isso, ficou em segurança.
Portanto, quaisquer que sejam as circunstâncias, disse Davi, sempre lance seu fardo sobre Jeová. Poderemos então perceber a verdade da promessa: “Ele mesmo te susterá. Nunca permitirá que o justo seja abalado.” — Salmo 55:22.
*** w91 15/12 p. 18 par. 16 Apegue-se a Jeová ***
Caso algum fardo perturbe nossa mente, podemos ficar apegados a Jeová por seguir o conselho: “Lança teu fardo sobre o próprio Jeová, e ele mesmo te susterá.” (Salmo 55:22) Por lançarmos sobre Deus todos os nossos fardos — ansiedades, preocupações, desapontamentos, temores, e assim por diante — com plena fé nele, nosso coração terá calma, “a paz de Deus, que excede todo pensamento”. — Filipenses 4:4, 7; Salmo 68:19; Marcos 11:24; 1 Pedro 5:7.
*** it-2 p. 106 Fardo ***
Quem é fiel a Deus pode lançar sobre Jeová seu fardo figurativo, ou o quinhão que recebeu de coisas tais como provações e preocupações. Assim, Davi declarou: “Lança teu fardo sobre o próprio Jeová, e ele mesmo te susterá. Nunca permitirá que o justo seja abalado.” (Sal 55:22; compare isso com 1Pe 5:6, 7.)
(SALMO 56:8)
“Tu mesmo contaste que sou fugitivo. Põe deveras as minhas lágrimas no teu odre. Não estão no teu livro?”
*** cl cap. 24 pp. 243-244 par. 9 Nada pode “nos separar do amor de Deus” ***
Nem sempre é fácil perseverar. Problemas de saúde, dificuldades financeiras, aflição emocional e outros obstáculos podem tornar cada dia que passa uma provação. Expectativas adiadas também podem ser muito desanimadoras. (Provérbios 13:12) Quando nos mantemos firmes em face dessas provações, Jeová dá ainda mais valor à nossa perseverança. Foi por isso que o Rei Davi pediu que Deus guardasse suas lágrimas num “odre” e acrescentou, confiante: “Não estão no teu livro?” (Salmo 56:8) Sem dúvida, Jeová dá muito valor a todas as nossas lágrimas e aos sofrimentos que suportamos ao manter nossa lealdade a ele, não se esquecendo disso. São coisas valiosas aos seus olhos.
*** w09 1/6 p. 29 Será que alguém realmente se importa? ***
No Salmo 56:8, o Rei Davi implora a Deus: “Põe deveras as minhas lágrimas no teu odre. Não estão no teu livro?” Como mostra essa comparação, Davi sabia que Jeová conhecia não só seu sofrimento, mas também o impacto emocional resultante. Jeová se apercebia da dor de Davi e se lembrava de todo o sofrimento emocional por trás de suas lágrimas.
*** w08 1/10 p. 26 Lágrimas num odre ***
Lágrimas num odre
O JOVEM era um fugitivo. Oprimido e angustiado, com lágrimas nos olhos, ele apelou para a bondade e a compaixão de seu Deus, Jeová, implorando: “Põe deveras as minhas lágrimas no teu odre.” (Salmo 56:8) Aquele homem era Davi, que mais tarde se tornou o rei de Israel. Mas o que era o odre a que ele se referiu, e como Deus pode colocar nossas lágrimas num odre?
Davi sabia muito bem o que era um odre. Era um recipiente onde se colocava água, óleo, vinho ou até mesmo manteiga. Nômades do Saara, como os tuaregues, ainda usam odres feitos com a pele inteira de um cabrito ou de uma ovelha. É possível colocar nesses recipientes grandes quantidades de água, dependendo do tamanho do animal. Os odres são conhecidos por manter a água fresca, mesmo no calor intenso do deserto. No passado, eles eram geralmente transportados por jumentos ou camelos. Hoje em dia, você talvez veja um deles afixado na frente de um veículo para todo tipo de terreno.
As palavras comoventes de Davi sobre o odre também podem significar algo para nós. Como assim? A Bíblia explica que Satanás controla este mundo e que em nossos dias ele tem “grande ira”. Em resultado disso, a Terra está passando por terríveis aflições. (Revelação [Apocalipse] 12:12) Por esse motivo, há muitas pessoas — em especial as que procuram agradar a Deus — que, assim como Davi, passam por sofrimento emocional, mental ou físico. Isso também acontece com você? Com coragem, “mesmo chorando”, essas pessoas fiéis nunca deixam de se esforçar em levar uma vida de integridade. (Salmo 126:6) Elas podem ter certeza de que seu Pai celestial não só vê as provações que enfrentam como também o impacto emocional que essas provações causam. Ele entende perfeitamente a dor que aflige seus servos e, com compaixão, se lembra de suas lágrimas e sofrimento, guardando-as, de forma figurada, em seu odre.
*** w06 1/6 p. 11 Destaques do livro segundo dos Salmos ***
56:8. Jeová se apercebe não apenas de nossa situação, mas também do impacto emocional que ela causa em nós.
*** w05 1/8 p. 24 Jeová contou “os próprios cabelos de vossa cabeça” ***
Na antiguidade, odres eram feitos de pele de ovelha, de cabrito ou de boi. Eram usados para armazenar leite, manteiga, queijo ou água. Os que passavam por um processo de curtimento mais apurado podiam armazenar óleo ou vinho.
*** w05 1/8 pp. 23-24 Jeová contou “os próprios cabelos de vossa cabeça” ***
‘Põe minhas lágrimas no teu odre’
12 Além de Jeová conhecer individualmente seus servos, ele se apercebe bem das adversidades que cada um deles sofre. Por exemplo, quando os israelitas estavam sendo escravizados, Jeová disse a Moisés: “Indubitavelmente, tenho visto a tribulação do meu povo que está no Egito e tenho ouvido seu clamor por causa daqueles que os compelem a trabalhar; porque eu bem sei das dores que sofrem.” (Êxodo 3:7) Quanto consolo nos dá saber que, ao enfrentarmos uma provação, Jeová vê o que está acontecendo e ouve nossos clamores! Ele com certeza não é indiferente ao nosso sofrimento.
13 O interesse de Jeová pelos que entram numa relação com ele se observa também nos Seus sentimentos para com Israel. Embora o sofrimento dos israelitas muitas vezes resultasse da própria obstinação deles, Isaías escreveu sobre Jeová: “Durante toda a aflição deles, foi aflitivo para ele.” (Isaías 63:9) Portanto, como servo fiel de Jeová, pode ter certeza de que, quando você sofre, Jeová também sofre. Será que isso não motiva você a encarar corajosamente a adversidade e a continuar fazendo seu melhor para servi-lo? — 1 Pedro 5:6, 7.
14 A convicção do Rei Davi de que Jeová se importava com ele e se compadecia dele fica evidente no Salmo 56, que ele compôs quando fugia do assassino Rei Saul. Davi fugiu para Gate, mas ficou com medo de ser preso quando foi reconhecido pelos filisteus. Ele escreveu: “Meus adversários hostis têm continuado a abocanhar-me o dia inteiro, porque são muitos os que guerreiam contra mim altivamente.” Por causa desse perigo, Davi recorreu a Jeová. Ele disse: “O dia inteiro eles ferem os meus assuntos pessoais. Todos os seus pensamentos são contra mim para o mal.” — Salmo 56:2, 5.
15 Em seguida, conforme registrado no Salmo 56:8, Davi faz as seguintes declarações curiosas: “Tu mesmo contaste que sou fugitivo. Põe deveras as minhas lágrimas no teu odre. Não estão no teu livro?” Que comovente descrição do terno cuidado de Jeová! Quando estamos sob grande pressão, talvez clamemos a Jeová com lágrimas. Até mesmo Jesus, um homem perfeito, fez isso. (Hebreus 5:7) Davi tinha certeza de que Jeová o observava e se lembraria de suas aflições, como que guardando suas lágrimas num odre ou escrevendo-as num livro. Talvez você ache que suas lágrimas encheriam boa parte desse odre ou muitas páginas de tal livro. Se for assim, console-se. A Bíblia garante: “Perto está Jeová dos que têm coração quebrantado; e salva os que têm espírito esmagado.” — Salmo 34:18.
*** w96 1/3 p. 4 Deus se importa com você ***
O odre era um recipiente de couro, usado para conter coisas como água, óleo, leite, vinho, manteiga e queijo. Os odres antigos variavam muito em tamanho e formato, alguns dos quais eram bolsas de couro e outros eram recipientes de gargalo estreito, com rolha.
*** w96 1/3 p. 4 Deus se importa com você ***
Mesmo assim, Davi estava convencido, durante toda essa adversidade, de que Jeová se interessava por ele. “Tu mesmo contaste que sou fugitivo”, disse ele em oração a Jeová. Isso indica que, para Davi, foi como se Jeová tivesse registrado todo o seu sofrimento. E Davi ainda disse: “Põe deveras as minhas lágrimas no teu odre. Não estão no teu livro?” (Salmo 56:8) Com essa analogia, Davi expressou confiança em que Jeová estava ciente não só da situação, mas também do seu impacto emocional.
(SALMO 57:CABEÇALHO)
“Ao regente. “Não me arruínes.” De Davi. Mictão. Quando fugiu por causa de Saul para dentro da caverna.”
*** it-1 p. 475 Caverna ***
A fim de escapar da fúria de Saul, Davi se refugiou numa caverna perto de Adulão, e ali se juntaram a ele “cerca de quatrocentos homens”. (1Sa 22:1, 2) Novamente perseguido por Saul, Davi ocultou-se numa caverna no ermo de En-Gedi, e foi ali que Davi cortou a aba da túnica de Saul, quando este entrou “para satisfazer uma necessidade natural”. (1Sa 24:1-15) Talvez fossem as experiências de Davi nestas duas ocasiões que o induziram a compor os Salmos 57 e 142, conforme mostram os cabeçalhos.
(SALMO 58:3)
“Os iníquos têm sido depravados desde a madre; Andaram vagueando desde o ventre; Falam mentiras.”
*** w06 1/6 p. 10 Destaques do livro segundo dos Salmos ***
58:3-5 — De que forma os maus são como uma serpente? As mentiras que eles falam sobre outros são como a peçonha, ou o veneno, de uma serpente. Envenenam a boa reputação de suas vítimas. “Como a naja que tapa o ouvido”, as pessoas más não dão ouvidos à correção nem à orientação.
(SALMO 58:4)
“A peçonha deles é como a peçonha da serpente, Estão surdos como a naja que tapa o ouvido,”
*** w06 1/6 p. 10 Destaques do livro segundo dos Salmos ***
58:3-5 — De que forma os maus são como uma serpente? As mentiras que eles falam sobre outros são como a peçonha, ou o veneno, de uma serpente. Envenenam a boa reputação de suas vítimas. “Como a naja que tapa o ouvido”, as pessoas más não dão ouvidos à correção nem à orientação.
*** g93 22/7 p. 31 Cobras em Sri Lanka que ouvem sons ***
Cobras em Sri Lanka que ouvem sons
“Estão surdos como a naja que tapa o ouvido, que não quer escutar a voz dos encantadores.” — Salmo 58:4, 5.
No jornal The New York Times, de 10 de janeiro de 1954, sob o título “São as Serpentes ‘Encantadas’ Pela Música?”, publicou-se o seguinte relatório sobre Salmo 58:4, 5: “O Dr. David I. Macht, farmacólogo pesquisador do Hospital Monte Sinai em Baltimore [EUA], é uma das principais autoridades no mundo em veneno de naja. (O veneno da naja é um remédio aceito, por exemplo, em casos de distúrbios sangüíneos.) O Dr. Macht informou que, ao trabalhar com najas e o veneno da naja, familiarizou-se com diversos médicos hindus, bem instruídos, e de diferentes partes da Índia. Todos concordavam que as najas reagem a certos tons musicais, de flautas ou pífaros musicais. Algumas formas de música excitam os animais mais do que outras formas, informaram os médicos. As crianças indianas, brincando na escuridão do interior, são até mesmo avisadas de que não cantem, para que seus sons não atraiam najas, disse ele. O Dr. Macht comentou que Shakespeare, que repetidas vezes se referiu às serpentes como surdas . . . simplesmente repetiu um equívoco comum. Por outro lado, disse o Dr. Macht, o salmista estava certo ao dar a entender o contrário, no Salmo 58, Versículo 5, que as serpentes podem ouvir.”
De modo similar, num artigo publicado na revista zoológica Grzimeks Tier, Sielmanns Tierwelt (O Animal de Grzimek, o Mundo Animal de Sielmann), de julho de 1981, páginas 34 e 35, o autor fala sobre uma cobra que vivia no seu sítio em Sri Lanka, num cupinzeiro (termiteira). Ele pediu a um encantador de serpentes que pegasse a cobra selvagem e a fizesse dançar. O autor relata: “Depois de ter assegurado ao meu convidado de que havia realmente uma naja que morava ali, ele se sentou em frente à termiteira e começou a tocar sua flauta. Após um longo tempo — eu não acreditava mais que algo ocorreria — a naja ergueu a cabeça vários centímetros para fora dum buraco. Antes que a serpente pudesse abrir a boca, o encantador avançou depressa e prendeu a cabeça dela com o polegar e dois dedos.” Daí, o indiano conseguiu realmente fazer a serpente dançar.
Portanto, há evidência de que a naja de fato ‘escuta a voz dos encantadores’. — Tradução do Novo Mundo — Com Referências, Apêndice 7A, página 1523.
*** it-1 p. 808 Encantamento ***
Encantamento de Serpentes. O chamado encantamento de serpentes pode ser uma forma de espiritismo e é um vestígio do antigo culto dos adoradores de serpentes. O encantador supostamente enfeitiça a serpente, freqüentemente a naja, de modo que ela parece estar encantada com a música tocada, usualmente com flauta ou pífaro. As serpentes não são surdas ou de audição impedida, conforme alguns talvez pensem, mas, conforme o Salmo 58:4, 5, dá a entender, podem ouvir tanto a voz dos encantadores como a música. Talvez se pense tratar-se dum mero truque, de treinar a serpente assim como se treinaria um animal ou uma ave, por colocá-la num cesto com tampa, tocar música suave, rapidamente colocando a tampa, caso a serpente tente escapar, até que ela finalmente aprenda a erguer-se ereta, em obediência à música, sem tentar escapar. Embora talvez seja assim em alguns casos, evidentemente, não raro há forças espíritas envolvidas no encantamento de serpentes.
O que atesta a antiguidade desta prática espírita é sua menção na Bíblia. — Sal 58:4, 5; Ec 10:11; Is 3:3; Je 8:17.
*** Rbi8 p. 1523 7A Cobras reagem ao som ***
7A Cobras reagem ao som
Sal 58:4b, 5a — “Estão surdos como a naja que tapa o ouvido, que não quer escutar a voz dos encantadores.”
No jornal The New York Times, de 10 de janeiro de 1954, sec. 4, p. 9, sob o título “São as Serpentes ‘Encantadas’ Pela Música?”, publicou-se o seguinte relatório sobre Sal 58:4, 5: “O Dr. David I. Macht, farmacólogo pesquisador do Hospital Monte Sinai em Baltimore [EUA], é uma das principais autoridades no mundo em veneno de naja. (O veneno da naja é um remédio aceito, por exemplo, em casos de distúrbios sangüíneos.) O Dr. Macht informou que, ao trabalhar com najas e o veneno da naja, familiarizou-se com diversos médicos hindus, bem instruídos, e de diferentes partes da Índia. Todos concordavam que as najas reagem a certos tons musicais, de flautas ou pífaros musicais. Algumas formas de música excitam os animais mais do que outras formas, informaram os médicos. As crianças indianas, brincando na escuridão do interior, são até mesmo avisadas que não cantem, para que seus sons não atraiam najas, disse ele. O Dr. Macht comentou que Shakespeare, que repetidas vezes se referiu às serpentes como surdas . . . simplesmente repetiu um equívoco comum. Por outro lado, disse o Dr. Macht, o salmista estava certo ao dar a entender o contrário, no Salmo 58, Versículo 5, que as serpentes podem ouvir. . . . Contrário às afirmações de alguns naturalistas, o Dr. Macht disse que as cobras são ‘encantadas’ pelos sons e não pelos movimentos do encantador.”
De modo similar, num artigo publicado na revista zoológica alemã Grzimeks Tier, Sielmanns Tierwelt (O Animal de Grzimek, o Mundo Animal de Sielmann), de julho de 1981, pp. 34, 35, o autor fala sobre uma cobra que vivia no seu sítio em Sri-Lanka, num cupinzeiro (termiteira). Ele pediu a um encantador de serpentes que pegasse a cobra selvagem e a fizesse dançar. O autor relata: “Depois de ter assegurado ao meu convidado de que havia realmente uma naja que morava ali, ele se sentou em frente à termiteira e começou a tocar sua flauta. Após um longo tempo — eu não acreditava mais que algo ocorreria — a naja ergueu a cabeça vários centímetros para fora dum buraco. Antes que a serpente pudesse abrir a boca, o encantador avançou depressa e prendeu a cabeça dela com o polegar e dois dedos.” Daí, o indiano conseguiu realmente fazer a serpente dançar.
Portanto, há evidência de que a naja de fato ‘escuta a voz dos encantadores’.
(SALMO 58:5)
“Que não quer escutar a voz dos encantadores, Embora alguém sábio faça o encantamento.”
*** w06 1/6 p. 10 Destaques do livro segundo dos Salmos ***
58:3-5 — De que forma os maus são como uma serpente? As mentiras que eles falam sobre outros são como a peçonha, ou o veneno, de uma serpente. Envenenam a boa reputação de suas vítimas. “Como a naja que tapa o ouvido”, as pessoas más não dão ouvidos à correção nem à orientação.
*** g93 22/7 p. 31 Cobras em Sri Lanka que ouvem sons ***
Cobras em Sri Lanka que ouvem sons
“Estão surdos como a naja que tapa o ouvido, que não quer escutar a voz dos encantadores.” — Salmo 58:4, 5.
No jornal The New York Times, de 10 de janeiro de 1954, sob o título “São as Serpentes ‘Encantadas’ Pela Música?”, publicou-se o seguinte relatório sobre Salmo 58:4, 5: “O Dr. David I. Macht, farmacólogo pesquisador do Hospital Monte Sinai em Baltimore [EUA], é uma das principais autoridades no mundo em veneno de naja. (O veneno da naja é um remédio aceito, por exemplo, em casos de distúrbios sangüíneos.) O Dr. Macht informou que, ao trabalhar com najas e o veneno da naja, familiarizou-se com diversos médicos hindus, bem instruídos, e de diferentes partes da Índia. Todos concordavam que as najas reagem a certos tons musicais, de flautas ou pífaros musicais. Algumas formas de música excitam os animais mais do que outras formas, informaram os médicos. As crianças indianas, brincando na escuridão do interior, são até mesmo avisadas de que não cantem, para que seus sons não atraiam najas, disse ele. O Dr. Macht comentou que Shakespeare, que repetidas vezes se referiu às serpentes como surdas . . . simplesmente repetiu um equívoco comum. Por outro lado, disse o Dr. Macht, o salmista estava certo ao dar a entender o contrário, no Salmo 58, Versículo 5, que as serpentes podem ouvir.”
De modo similar, num artigo publicado na revista zoológica Grzimeks Tier, Sielmanns Tierwelt (O Animal de Grzimek, o Mundo Animal de Sielmann), de julho de 1981, páginas 34 e 35, o autor fala sobre uma cobra que vivia no seu sítio em Sri Lanka, num cupinzeiro (termiteira). Ele pediu a um encantador de serpentes que pegasse a cobra selvagem e a fizesse dançar. O autor relata: “Depois de ter assegurado ao meu convidado de que havia realmente uma naja que morava ali, ele se sentou em frente à termiteira e começou a tocar sua flauta. Após um longo tempo — eu não acreditava mais que algo ocorreria — a naja ergueu a cabeça vários centímetros para fora dum buraco. Antes que a serpente pudesse abrir a boca, o encantador avançou depressa e prendeu a cabeça dela com o polegar e dois dedos.” Daí, o indiano conseguiu realmente fazer a serpente dançar.
Portanto, há evidência de que a naja de fato ‘escuta a voz dos encantadores’. — Tradução do Novo Mundo — Com Referências, Apêndice 7A, página 1523.
*** it-1 p. 808 Encantamento ***
Encantamento de Serpentes. O chamado encantamento de serpentes pode ser uma forma de espiritismo e é um vestígio do antigo culto dos adoradores de serpentes. O encantador supostamente enfeitiça a serpente, freqüentemente a naja, de modo que ela parece estar encantada com a música tocada, usualmente com flauta ou pífaro. As serpentes não são surdas ou de audição impedida, conforme alguns talvez pensem, mas, conforme o Salmo 58:4, 5, dá a entender, podem ouvir tanto a voz dos encantadores como a música. Talvez se pense tratar-se dum mero truque, de treinar a serpente assim como se treinaria um animal ou uma ave, por colocá-la num cesto com tampa, tocar música suave, rapidamente colocando a tampa, caso a serpente tente escapar, até que ela finalmente aprenda a erguer-se ereta, em obediência à música, sem tentar escapar. Embora talvez seja assim em alguns casos, evidentemente, não raro há forças espíritas envolvidas no encantamento de serpentes.
O que atesta a antiguidade desta prática espírita é sua menção na Bíblia. — Sal 58:4, 5; Ec 10:11; Is 3:3; Je 8:17.
*** Rbi8 p. 1523 7A Cobras reagem ao som ***
7A Cobras reagem ao som
Sal 58:4b, 5a — “Estão surdos como a naja que tapa o ouvido, que não quer escutar a voz dos encantadores.”
No jornal The New York Times, de 10 de janeiro de 1954, sec. 4, p. 9, sob o título “São as Serpentes ‘Encantadas’ Pela Música?”, publicou-se o seguinte relatório sobre Sal 58:4, 5: “O Dr. David I. Macht, farmacólogo pesquisador do Hospital Monte Sinai em Baltimore [EUA], é uma das principais autoridades no mundo em veneno de naja. (O veneno da naja é um remédio aceito, por exemplo, em casos de distúrbios sangüíneos.) O Dr. Macht informou que, ao trabalhar com najas e o veneno da naja, familiarizou-se com diversos médicos hindus, bem instruídos, e de diferentes partes da Índia. Todos concordavam que as najas reagem a certos tons musicais, de flautas ou pífaros musicais. Algumas formas de música excitam os animais mais do que outras formas, informaram os médicos. As crianças indianas, brincando na escuridão do interior, são até mesmo avisadas que não cantem, para que seus sons não atraiam najas, disse ele. O Dr. Macht comentou que Shakespeare, que repetidas vezes se referiu às serpentes como surdas . . . simplesmente repetiu um equívoco comum. Por outro lado, disse o Dr. Macht, o salmista estava certo ao dar a entender o contrário, no Salmo 58, Versículo 5, que as serpentes podem ouvir. . . . Contrário às afirmações de alguns naturalistas, o Dr. Macht disse que as cobras são ‘encantadas’ pelos sons e não pelos movimentos do encantador.”
De modo similar, num artigo publicado na revista zoológica alemã Grzimeks Tier, Sielmanns Tierwelt (O Animal de Grzimek, o Mundo Animal de Sielmann), de julho de 1981, pp. 34, 35, o autor fala sobre uma cobra que vivia no seu sítio em Sri-Lanka, num cupinzeiro (termiteira). Ele pediu a um encantador de serpentes que pegasse a cobra selvagem e a fizesse dançar. O autor relata: “Depois de ter assegurado ao meu convidado de que havia realmente uma naja que morava ali, ele se sentou em frente à termiteira e começou a tocar sua flauta. Após um longo tempo — eu não acreditava mais que algo ocorreria — a naja ergueu a cabeça vários centímetros para fora dum buraco. Antes que a serpente pudesse abrir a boca, o encantador avançou depressa e prendeu a cabeça dela com o polegar e dois dedos.” Daí, o indiano conseguiu realmente fazer a serpente dançar.
Portanto, há evidência de que a naja de fato ‘escuta a voz dos encantadores’.
(SALMO 58:7)
“Que se dissolvam como em águas que seguem seu caminho; Que ele entese [o arco para] as suas flechas ao tombarem.”
*** w06 1/6 p. 10 Destaques do livro segundo dos Salmos ***
58:7 — Como os iníquos ‘se dissolvem em águas que seguem seu caminho’? Talvez Davi estivesse pensando nas águas de certos vales de torrentes na Terra Prometida. Ao passo que uma cheia repentina aumentava os níveis de água nesses vales, essas águas rapidamente se escoavam e desapareciam. Davi orava para que os iníquos desaparecessem depressa.
*** it-1 p. 68 Água ***
Outros usos figurativos. Davi disse com respeito aos iníquos: “Que se dissolvam como em águas que seguem seu caminho.” (Sal 58:7) Davi talvez tivesse presente os vales de torrente, comuns na Palestina, muitos dos quais ficam cheios duma torrente avolumante, ameaçadora, durante uma súbita tromba-d’água. Mas a água escorre rápido e desaparece, deixando seco o vale.
(SALMO 58:8)
“Ele anda como a lesma que se dilui; Iguais ao aborto duma mulher, eles certamente não observarão o sol.”
*** it-2 p. 691 Lesma ***
Lesma
[hebr.: shab•belúl].
Qualquer um de uma variedade de moluscos lentos que, em geral, se distinguem por sua concha espiralada ou cônica à qual se podem recolher para proteção. Na Palestina têm-se encontrado numerosas variedades de caracóis, mas, por causa do clima seco, existem poucas lesmas, isto é, caracóis que não possuem concha visível. Tanto as lesmas como os caracóis segregam uma substância viscosa que os protege dos danos da fricção, ao irem se arrastando. Muitos crêem que é a este rasto viscoso do caracol que se faz alusão na frase “como a lesma que se dilui”. (Sal 58:8) Outra sugestão é que a referência é ao ressecamento do caracol em sua concha, quando fica exposto ao sol por algum tempo.
(SALMO 59:1)
“Livra-me dos meus inimigos, ó meu Deus; Que tu me protejas dos que se levantam contra mim.”
*** w08 15/3 p. 14 par. 13 Jeová escuta nossos ‘clamores por ajuda’ ***
Precisamos agir em harmonia com nossas orações. Quando o Rei Saul enviou homens à casa de Davi para matá-lo, Davi orou: “Livra-me dos meus inimigos, ó meu Deus; que tu me protejas dos que se levantam contra mim. Livra-me dos que praticam o que é prejudicial e salva-me dos homens culpados de sangue.” (Sal. 59:1, 2) Além de orar, Davi ouviu a sua esposa e tomou a necessária ação para escapar. (1 Sam. 19:11, 12) De modo similar, podemos orar pedindo sabedoria prática para nos ajudar a lidar com circunstâncias aflitivas, ou talvez atenuá-las. — Tia. 1:5.

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