PESQUISAR CONTEÚDO

Custom Search

SALMOS 1–10 | Tesouros da Palavra de Deus: semana de 9-15 de maio

ADS

NOSSA VIDA E MINISTÉRIO CRISTÃO — TEXTOS BÍBLICOS E REFERÊNCIAS

LER E OUVIR A BÍBLIA ON-LINE NO JW.ORG:

TESOUROS DA PALAVRA DE DEUS | SALMOS 1–10


“A PAZ COM JEOVÁ DEPENDE DE HONRARMOS SEU FILHO, JESUS”: (10 MIN)


Foi profetizado que haveria oposição contra Jeová e Jesus
2:1-3
o Foi profetizado que as nações não aceitariam a autoridade de Jesus, mas insistiriam em manter a sua própria autoridade.
o Essa profecia se cumpriu quando Jesus esteve na Terra, mas ela tem um cumprimento maior hoje.
o O salmista diz que as nações planejam coisas sem sentido e que seus planos com certeza vão fracassar.
Apenas os que honram o Rei ungido de Jeová ganharão a vida
2:8-12
o Todos os que são contra o Rei Messiânico serão destruídos.
o As pessoas podem encontrar paz e segurança por honrarem o Filho, Jesus.

[Mostre o vídeo Introdução a Salmos.]


Sal 2:1-3 — Foi profetizado que haveria oposição contra Jeová e Jesus. (w04 15/7 16-17 §§ 4-8; it-1 560-561; it-2 817 § 10)


Salmo 2:1-3 Tradução do Novo Mundo
2 Por que as nações estão agitadas
E os povos maquinam coisas vãs?
2 Os reis da terra tomam sua posição
E os governantes se unem
Contra Jeová e contra o seu ungido.
3 Dizem: “Vamos nos livrar das suas correntes
E arrancar as suas cordas!”
“O decreto de Jeová” não pode falhar
4. Como você resumiria os pontos principais do Salmo 2:1, 2?
4 Referindo-se às nações e seus governantes, o salmista começou sua composição por cantar: “Por que se alvoroçaram as nações e continuam os próprios grupos nacionais a murmurar coisa vã? Os reis da terra tomam sua posição, e os próprios dignitários se aglomeraram à uma contra Jeová e contra o seu ungido.” — Salmo 2:1, 2.
5, 6. Que “coisa vã” os grupos nacionais ‘continuam a murmurar’?
5 Que “coisa vã” os atuais grupos nacionais ‘continuam a murmurar’? Em vez de aceitarem o Ungido de Deus — o Messias ou Cristo —, as nações ‘continuam a murmurar’ ou a meditar sobre como perpetuar sua própria autoridade. Essas palavras do segundo salmo também tiveram um cumprimento no primeiro século EC, quando autoridades judaicas e romanas cooperaram para matar o Rei designado por Deus, Jesus Cristo. No entanto, o cumprimento maior começou em 1914, quando Jesus foi empossado como Rei. Mas nenhuma das entidades políticas na Terra reconheceu o entronizado Rei de Deus.
6 Qual é o significado da pergunta do salmista ‘por que grupos nacionais murmuram coisa vã’? Significa que o objetivo deles é vazio, fútil e destinado ao fracasso. As nações não conseguem trazer paz e harmonia ao globo terrestre. No entanto, elas ainda vão a ponto de se oporem ao governo divino. Na realidade, todas elas adotaram uma posição hostil ao Altíssimo e a seu Ungido e se aglomeraram contra eles. Que tolice!
O Rei triunfante de Jeová
7. Numa oração, como os primeiros seguidores de Jesus aplicaram o Salmo 2:1, 2?
7 Os seguidores de Jesus aplicaram a ele as palavras do Salmo 2:1, 2. Perseguidos por causa da sua fé, eles oraram: “Soberano Senhor [Jeová], tu és Aquele que fez o céu e a terra, e o mar, e todas as coisas neles, e quem, por intermédio de espírito santo, disse pela boca de nosso antepassado Davi, teu servo: ‘Por que se tumultuaram as nações e meditaram os povos coisas vãs? Os reis da terra tomaram a sua posição e os governantes aglomeraram-se à uma contra Jeová e contra o seu ungido.’ Mesmo assim, tanto Herodes [Ântipas] como Pôncio Pilatos, com homens das nações e com povos de Israel, ajuntaram-se realmente nesta cidade contra o teu santo servo Jesus, a quem ungiste.” (Atos 4:24-27; Lucas 23:1-12) De fato, havia uma conspiração no primeiro século contra Jesus, o servo ungido de Deus. No entanto, esse salmo teria outro cumprimento séculos mais tarde.
8. Como se aplica o Salmo 2:3 às nações atuais?
8 Quando o Israel antigo era governado por um rei humano, tal como Davi, nações e governantes pagãos juntavam-se contra Deus e seu ungido entronizado. Mas que dizer do nosso tempo? As nações atuais não querem acatar os requisitos de Jeová e do Messias. Por isso, são descritas como dizendo: “Rompamos as suas ligaduras e lancemos de nós as suas cordas!” (Salmo 2:3) Governantes e nações se oporiam a qualquer restrição imposta por Deus e por seu Ungido. Naturalmente, todos os esforços de romper tais ligaduras e lançar fora essas cordas serão fúteis.
Cordão, corda
Diversas palavras hebraicas e uma grega são usadas nas Escrituras para indicar linha, cordel, cordão e corda, de diversos tipos. A palavra hebraica mais empregada é hhé•vel. A palavra hhé•vel é usada tanto em sentido literal como figurativo para indicar cordão e corda. (2Sa 17:13; Ec 12:6; Os 11:4) Entre outras coisas, pode indicar uma “corda” para medir (2Sa 8:2) e assim é às vezes usada como termo topográfico para uma área medida, um “lote” (Jos 17:5, 14; 19:9), ou para uma “região”. — De 3:4, 13, 14.
A única palavra grega usada nas Escrituras para indicar uma corda é skhoi•ní•on, aplicada a um cordão ou a uma corda, e pode denotar uma corda feita de canas ou juncos. Jesus Cristo, em justa indignação, “depois de fazer um chicote de cordas, expulsou do templo a todos com as ovelhas e o gado”, evidentemente não usando o chicote de cordas em homens, mas nos animais. — Jo 2:13-17.
Alguns cordões e cordas dos tempos antigos eram feitos de linho, outros de fibras de cânhamo, de fibras de rami, ou das da tamareira. Cordas fortes, grossas, feitas de fibras de casca de palmeira, foram descobertas em Eziom-Géber. Juncos e canas de vários tipos evidentemente também eram usados, e entre os materiais empregados pelos egípcios havia tiras entrelaçadas de couro, que constituíam uma corda muito forte. As fibras de rami (Boehmeria nivea, uma planta asiática da família das urticáceas) produziam cordas muito fortes, bastante úteis para redes de pesca.
Cordões eram às vezes usados como acessórios da roupa. Por exemplo, Judá parece ter levado seu anel de chancela num “cordão”. (Hebr.: pa•thíl [Gên 38:18, 25]) “Correntinhas trançadas, como trabalho de cordas, de ouro puro”, foram enfiadas nas duas argolas nas extremidades do peitoral usado pelo sumo sacerdote de Israel. (Êx 39:15-18) Objetos palaciais do rei persa Assuero incluíam “linho, fino algodão e pano azul, seguros com cordas de tecido fino”. — Est 1:6.
“Cordões de tenda” (do hebr.: meh•thár) eram usados para segurar tendas. (Is 54:2; Êx 39:40) Havia “cordas” de carroça (hebr.: ʽavóth [Is 5:18]) e cordões para ser usados como “corda de arco”. (Hebr.: yetha•rím [Jó 30:11; Sal 11:2]) Cordas e cordões eram também usados para amarrar cativos. (Jz 15:13-15; Ez 3:25) Cordas serviam para aprestar navios. (Is 33:23) Raabe foi mandada atar um “cordão [do hebr.: tiq•wáh] de fio [hebr.: hhut] escarlate” na janela, para que ela e os da sua casa fossem poupados durante a destruição de Jericó. — Jos 2:18-21.
Uso Figurado. O congregante disse: “Um cordão tríplice não pode ser prontamente rompido em dois.” (Ec 4:12) Desfiando-se um cordão tríplice, é possível romper prontamente cada fio. Mas, se continuam trançados, o resultante “cordão tríplice” não pode ser facilmente rompido em dois. De modo similar, os servos de Deus, como que entrelaçados um com o outro em união de conceito e de objetivo, têm maior força espiritual, tal qual é necessária para lidar com oposição. O congregante instou também a lembrar o Criador na juventude, “antes que se remova a corda de prata” (Ec 12:1, 6), “a corda de prata” evidentemente referindo-se à medula espinhal, cuja ruptura resulta na morte.
Davi, referindo-se a um tempo em que a morte violenta parecia iminente e parecia certo que o Seol o aguardava, disse que “cercaram-me as cordas da morte” e “rodearam-me as próprias cordas do Seol”.
Messias
Messias nas Escrituras Hebraicas. Em Daniel 9:25, 26, a palavra ma•shí•ahh aplica-se exclusivamente ao vindouro Messias. (Veja SETENTA SEMANAS.) Todavia, muitos outros textos das Escrituras Hebraicas também apontam para este Vindouro, mesmo que não exclusivamente. Por exemplo, o Salmo 2:2 evidentemente teve a primeira aplicação ao tempo em que os reis filisteus tentaram destronar o ungido Rei Davi. Mas uma segunda aplicação ao predito Messias é indicada por Atos 4:25-27, onde o texto é aplicado a Jesus Cristo. Também, muitos dos homens chamados de “ungidos” prefiguravam ou retratavam de diversas maneiras a Jesus Cristo e a obra que ele faria; entre estes estavam Davi, o sumo sacerdote de Israel, e Moisés (chamado de “Cristo” em He 11:23-26).

Sal 2:8-12 — Apenas os que honram o Rei ungido de Jeová ganharão a vida. (w04 1/8 5 §§ 2-3)


Salmo 2:8-12 Tradução do Novo Mundo
8 Peça-me, e eu lhe darei nações como herança
E os confins da terra como sua propriedade.
9 Você as quebrará com um cetro de ferro,
E as despedaçará como a um vaso de barro.”
10 Agora, ó reis, mostrem perspicácia;
Aceitem a correção, ó juízes da terra.
11 Sirvam a Jeová com temor
E alegrem-se com tremor.
12 Honrem o filho, para que Deus não se ire
E vocês não morram no caminho,
Pois a Sua ira se acende de repente.
Felizes todos os que se refugiam Nele.
O governo do Reino de Deus já é uma realidade
Essa destruição final das nações opositoras com um cetro de ferro ocorrerá no Armagedom, ou Har-Magedon. O último livro da Bíblia, Revelação (ou Apocalipse), descreve esse acontecimento culminante como “a guerra do grande dia de Deus, o Todo-poderoso”, à qual serão ajuntados os “reis de toda a terra habitada”. (Revelação 16:14, 16) As nações da Terra, sob influência demoníaca, estarão finalmente unidas com um só objetivo — guerrear contra Deus, o Todo-poderoso.
Está muito próxima a ocasião em que os humanos se ajuntarão para lutar contra a soberania de Deus. É irônico que essa “união” dos reis da terra não será de nenhum benefício para eles. Em vez disso, sua ação será um prelúdio da muito aguardada paz para toda a humanidade. De que modo? Nessa batalha final, o Reino de Deus “esmiuçará e porá termo a todos estes reinos, e ele mesmo ficará estabelecido por tempos indefinidos”. (Daniel 2:44) O Reino de Deus, não qualquer organização humana, será o governo que satisfará o desejo da humanidade de paz mundial.

ENCONTRE JOIAS ESPIRITUAIS: (8 MIN)


Sal 2:7 — O que é “o decreto de Jeová”? (w06 15/5 17 § 6)


Salmo 2:7 Tradução do Novo Mundo
7 Proclamarei o decreto de Jeová;
Ele me disse: “Você é meu filho;
Hoje eu me tornei seu pai.
Destaques do livro primeiro dos Salmos
2:7 — O que é “o decreto de Jeová”? Esse decreto é o pacto para um Reino, que Jeová fez com seu amado Filho, Jesus Cristo. — Lucas 22:28, 29.

Sal 3:2 — Qual é o significado de “Selá”? (w06 15/5 18 § 1)


Salmo 3:2 Tradução do Novo Mundo
2 Muitos dizem sobre mim:
“Deus não o salvará.” (Selá)
Destaques do livro primeiro dos Salmos
3:2 — O que é “selá”? Esse termo é geralmente considerado como representando uma pausa para meditação silenciosa, quer apenas no canto, quer no canto e no acompanhamento musical. A pausa servia para aumentar o impacto das emoções ou dos pensamentos que acabavam de ser expressos. Durante a leitura pública dos salmos, não há necessidade de ler essa palavra em voz alta.
Salmo 8:1-9:10 Tradução do Novo Mundo
8 Ó Jeová, nosso Senhor, como é majestoso o teu nome em toda a terra;
Puseste o teu esplendor até mesmo acima dos céus!
2 Da boca de crianças e de bebês estabeleceste a força
Por causa dos teus adversários,
Para silenciar o inimigo e o vingador.
3 Quando vejo os teus céus, obra dos teus dedos,
A lua e as estrelas que formaste,
4 O que é o homem mortal, para que te lembres dele,
E o filho do homem, para que cuides dele?
5 Tu o fizeste um pouco menor que os seres divinos,
E o coroaste de glória e esplendor.
6 Deste-lhe domínio sobre as obras das tuas mãos;
Puseste tudo debaixo dos seus pés:
7 Todas as ovelhas, os cabritos e os bois,
E também os animais selvagens,
8 As aves do céu e os peixes do mar,
Tudo o que percorre os caminhos dos mares.
9 Ó Jeová, nosso Senhor, como é majestoso o teu nome em toda a terra!
Ao regente; sobre mute-labém. Salmo de Davi.
א [álefe]
9 Vou louvar-te de todo o meu coração, ó Jeová;
Vou relatar todas as tuas obras maravilhosas.
2 Vou alegrar-me e exultar em ti;
Vou cantar louvores ao teu nome, ó Altíssimo.
ב [bete]
3 Quando os meus inimigos recuarem,
Tropeçarão e morrerão diante de ti.
4 Pois tu defendes a minha causa justa;
Sentas no teu trono, julgando com justiça.
ג [guímel]
5 Censuraste nações e destruíste os maus
Apagando para todo o sempre o nome deles.
6 Os inimigos sofreram destruição eterna;
Desarraigaste as cidades deles,
E toda lembrança deles desaparecerá.
ה [hê]
7 Mas Jeová está no seu trono para sempre;
Ele estabeleceu firmemente o seu trono para fazer justiça.
8 Ele julgará a terra habitada com retidão;
Pronunciará sentenças justas para as nações.
ו [vau]
9 Jeová se tornará um refúgio seguro para os oprimidos,
Um refúgio seguro em tempos de aflição.
10 Os que conhecem o teu nome confiarão em ti;
Nunca abandonarás os que te buscam, ó Jeová.

O que a leitura da semana me ensinou sobre Jeová?


Que pontos da leitura posso usar no ministério?


SALMOS 1–10 | SUGESTÕES PARA SEUS COMENTÁRIOS PESSOAIS


(SALMO 1:1)
“Feliz é o homem que não tem andado no conselho dos iníquos, E que não se deteve no caminho dos pecadores, E que não se sentou no assento dos zombadores.”

w09 1/3 p. 17 Uma árvore “cuja folhagem não murcha”
De acordo com o salmista, primeiro há algumas coisas que precisamos evitar. Ele mencionou o “conselho dos iníquos”, o “caminho dos pecadores” e o “assento dos zombadores”. Para sermos felizes, precisamos nos afastar das pessoas que ridicularizam ou até mesmo ignoram as leis de Deus.

w07 1/1 pp. 4-5 Como você pode ser bem-sucedido
‘O conselho dos iníquos’
O salmista acautela contra o perigo de andar “no conselho dos iníquos”, ou dos maus. (Salmo 1:1) O principal “iníquo” é Satanás, o Diabo. (Mateus 6:13) As Escrituras nos dizem que ele é “o governante deste mundo”, e que “o mundo inteiro jaz no poder do iníquo”. (João 16:11; 1 João 5:19) Assim, não é de surpreender que grande parte dos conselhos disponíveis no mundo reflita o modo de pensar do Diabo.
Que tipo de conselhos os iníquos dão? Em geral, eles desrespeitam a Deus. (Salmo 10:13) Seus conselhos, que desconsideram a Deus ou o desrespeitam, estão em toda a parte. A sociedade moderna promove “o desejo da carne, e o desejo dos olhos, e a ostentação dos meios de vida da pessoa”. (1 João 2:16) A mídia nos bombardeia com uma filosofia materialista, dizendo: “aproveite a vida ao máximo”. No mundo todo, as empresas gastam mais de 500 bilhões de dólares por ano em propaganda para convencer as pessoas a comprar seus produtos, quer os consumidores precisem deles quer não. Essa propaganda faz mais do que simplesmente mudar os hábitos de consumo das pessoas. Faz com que o mundo tenha um conceito deturpado sobre ser bem-sucedido.
Em resultado disso, embora muitos possuam coisas com as quais anos atrás só podiam sonhar, eles ainda têm uma sede insaciável de bens materiais. A impressão é que a pessoa só pode ser feliz ou bem-sucedida se tiver essas coisas. Esse modo de pensar é uma mentira e “não se origina do Pai, mas origina-se do mundo”. — 1 João 2:16.
Nosso Criador sabe o que nos tornará realmente bem-sucedidos. Seus conselhos são diferentes do “conselho dos iníquos”. Portanto, tentar ganhar as bênçãos de Deus enquanto se trilha o caminho do mundo para ser bem-sucedido é como tentar andar em duas estradas ao mesmo tempo. É simplesmente impossível. Não é de admirar que a Bíblia nos acautele: “Não se amoldem ao padrão deste mundo!” — Romanos 12:2, Nova Versão Internacional.
Não se deixe moldar pelo mundo
O mundo sob a influência de Satanás tenta dar a impressão de que está interessado em nosso bem-estar. Mas é preciso ter cuidado. Lembre-se de que foi por interesse que Satanás enganou a primeira mulher, Eva. Depois ele a usou para induzir Adão ao pecado. Hoje também, Satanás usa humanos para difundirem seus conselhos iníquos.
Por exemplo, esperava-se que Davi, mencionado no artigo anterior, trabalhasse horas extras e fizesse freqüentes viagens de negócios. “Eu saía bem cedo na segunda-feira de manhã e voltava na quinta-feira à noite”, disse ele. Entendendo que tais sacrifícios são necessários para ser bem-sucedido, conforme o conceito do mundo, amigos, familiares e colegas de trabalho sinceros incentivavam Davi: “Faça isso por sua família.” Raciocinavam que ele teria de seguir essa rotina apenas por alguns anos, até que se estabilizasse na vida. Davi explicou: “Eles argumentavam que isso seria melhor para minha família, visto que eu poderia ganhar mais dinheiro, ou seja, ser mais bem-sucedido. Embora eu ficasse pouco com minha família, meus amigos me convenceram de que eu estava realmente dando mais para ela.” Como Davi, muitas pessoas trabalham duro para dar à família tudo o que acham que ela necessita. Mas será que seguir esse tipo de conselho resulta numa vida bem-sucedida? O que uma família realmente precisa?
Davi descobriu a resposta enquanto estava fora, numa viagem de negócios. “Eu estava ao telefone com minha filha Angélica, quando ela me disse: ‘Papai, por que você não quer ficar em casa com a gente?’ Isso foi um choque para mim”, disse Davi. As palavras de sua filha reforçaram seu desejo de pedir demissão. Davi decidiu dar à sua família o que ela realmente precisava — sua presença.

w06 15/5 p. 18 Destaques do livro primeiro dos Salmos
1:1. Devemos evitar a companhia daqueles que não amam a Jeová. — 1 Coríntios 15:33.

w04 15/7 pp. 10-12 Tem você agrado na “lei de Jeová”?
O segredo da felicidade
3 O Salmo 1 mostra por que a pessoa piedosa se sente feliz. Indicando alguns motivos dessa felicidade, o salmista cantou: “Feliz é o homem que não tem andado no conselho dos iníquos, e que não se deteve no caminho dos pecadores, e que não se sentou no assento dos zombadores.” — Salmo 1:1.
4 Para sermos realmente felizes, temos de cumprir os requisitos justos de Jeová. Zacarias e Elisabete, que tiveram o privilégio e a alegria de se tornarem pais de João Batista, “eram justos diante de Deus por andarem inculpes de acordo com todos os mandamentos e exigências legais de Jeová”. (Lucas 1:5, 6) Podemos ser felizes quando seguimos um proceder similar e recusamos firmemente ‘andar no conselho dos iníquos’ ou ser guiados pelos seus conselhos ímpios.
5 Se rejeitarmos o modo de pensar dos iníquos, não ‘nos deteremos no caminho dos pecadores’. De fato, em sentido literal, não seremos encontrados onde eles muitas vezes estão — em locais de diversões imorais ou de má reputação. O que fazer quando nos sentimos tentados a participar com os pecadores na sua conduta antibíblica? Nesse caso, oremos a Deus pedindo a ajuda dele para que possamos agir em harmonia com as palavras do apóstolo Paulo: “Não vos ponhais em jugo desigual com incrédulos. Pois, que associação tem a justiça com o que é contra a lei? Ou que parceria tem a luz com a escuridão?” (2 Coríntios 6:14) Se confiarmos em Deus e formos “puros de coração”, rejeitaremos o espírito e o estilo de vida dos pecadores e teremos motivações e desejos puros, junto com uma “fé sem hipocrisia”. — Mateus 5:8; 1 Timóteo 1:5.
6 Para agradarmos a Jeová, certamente ‘não devemos sentar-nos no assento dos zombadores’. Alguns zombam dos que observam a lei de Deus, mas, nestes “últimos dias”, as zombarias dos que eram cristãos e que depois se tornaram apóstatas em geral são tipicamente desdenhosas. O apóstolo Pedro advertiu concrentes: “Amados, . . . sabeis primeiramente isto, que nos últimos dias virão ridicularizadores com os seus escárnios, procedendo segundo os seus próprios desejos e dizendo: ‘Onde está essa prometida presença dele? Ora, desde o dia em que os nossos antepassados adormeceram na morte, todas as coisas estão continuando exatamente como desde o princípio da criação.’” (2 Pedro 3:1-4) Se nós nunca nos ‘sentarmos no assento dos zombadores’, evitaremos a catástrofe que com certeza eles sofrerão. — Provérbios 1:22-27.
7 A menos que tomemos a peito as palavras iniciais do Salmo 1, podemos perder a espiritualidade que adquirimos pelo estudo das Escrituras. De fato, nossa situação poderia piorar muito. Seguirmos o conselho dos iníquos pode ser o primeiro passo para a decadência espiritual. Daí, talvez passemos a nos associar com eles regularmente. Com o tempo, poderíamos até tornar-nos apóstatas e zombadores sem fé. É evidente que a amizade com os iníquos pode desenvolver em nós um espírito ímpio e destruir nosso relacionamento com Jeová Deus. (1 Coríntios 15:33; Tiago 4:4) Que nunca permitamos que isso aconteça conosco!
8 A oração nos ajudará a manter a mente fixa em assuntos espirituais e a evitar companheirismo com os iníquos. “Não estejais ansiosos de coisa alguma”, escreveu Paulo, “mas em tudo, por oração e súplica, junto com agradecimento, fazei conhecer as vossas petições a Deus; e a paz de Deus, que excede todo pensamento, guardará os vossos corações e as vossas faculdades mentais por meio de Cristo Jesus”. O apóstolo incentivou que se considerassem as coisas que são verdadeiras, de séria preocupação, justas, castas, amáveis, de que se fala bem, virtuosas e louváveis. (Filipenses 4:6-8) Ajamos em harmonia com o conselho de Paulo e nunca nos rebaixemos ao nível dos iníquos.
9 Embora rejeitemos práticas iníquas, damos com tato testemunho a outros, assim como fez o apóstolo Paulo ao falar com o governador romano Félix “sobre a justiça e o autodomínio, e o julgamento por vir”. (Atos 24:24, 25; Colossenses 4:6) Pregamos as boas novas do Reino a pessoas de todas as rodas da vida e as tratamos com bondade. Confiamos que os “corretamente dispostos para com a vida eterna” passarão a crer e a se agradar da lei de Deus. — Atos 13:48.

w99 1/9 p. 23 Torne sua vida bem-sucedida!
Cuidado com as companhias
13 Examinemos de novo a descrição do homem bem-sucedido, registrado no Salmo 1:1-3: “Feliz é o homem que não tem andado no conselho dos iníquos, e que não se deteve no caminho dos pecadores, e que não se sentou no assento dos zombadores. Mas, seu agrado é na lei de Jeová, e na sua lei ele lê dia e noite em voz baixa. E ele há de tornar-se qual árvore plantada junto a correntes de água, que dá seu fruto na sua estação e cuja folhagem não murcha, e tudo o que ele fizer será bem sucedido.”
14 Note acima de tudo que suas associações desempenham um grande papel. Provérbios 13:20 diz: “Quem anda com pessoas sábias tornar-se-á sábio, mas irá mal com aquele que tem tratos com os estúpidos.” Isto não significa ser frio, desamistoso ou rude com os jovens que não são Testemunhas de Jeová. A Bíblia exorta-nos a amar nosso próximo e a ser “pacíficos para com todos os homens”. (Romanos 12:18; Mateus 22:39) No entanto, você talvez descubra que está ‘andando no conselho’ dos que não adotam as normas bíblicas, por ter um relacionamento muito achegado com eles.

(SALMO 1:2)
“Mas, seu agrado é na lei de Jeová, E na sua lei ele lê dia e noite em voz baixa.”

w09 1/3 p. 17 Uma árvore “cuja folhagem não murcha”
Daí, devemos ter prazer na lei de Jeová. Quando gostamos de fazer algo ou apreciamos algumas atividades específicas, ficamos ansiosos para participar nelas, não é mesmo? Portanto, ter prazer na lei de Deus significa desenvolver um profundo apreço pela Palavra de Deus, um desejo de aprender mais sobre ela e de entendê-la melhor.
Por fim, precisamos lê-la “dia e noite em voz baixa”. Isso significa ler a Bíblia regularmente e meditar no que lemos. A respeito da Palavra de Deus, devemos nos sentir da mesma maneira que o salmista, que cantou: “Quanto eu amo a tua lei! O dia inteiro ela é a minha preocupação.” — Salmo 119:97.

w07 1/1 pp. 5-6 Como você pode ser bem-sucedido
Seja bem-sucedido por aplicar os conselhos de Deus
Como você pode resistir à propaganda enganadora, tão comum neste mundo? O salmista nos diz que a pessoa feliz e bem-sucedida é aquela cujo “agrado é na lei de Jeová, e na sua lei [ela] lê dia e noite em voz baixa”. — Salmo 1:2.
Quando Deus designou Josué líder da nação de Israel, foi-lhe dito: “Tu . . . tens de ler [a Palavra de Deus] em voz baixa dia e noite.” De fato, ler a Palavra de Deus e meditar nela era essencial, mas Josué precisava também ‘cuidar em fazer segundo tudo o que estava escrito nela’. Isso deixa claro que simplesmente ler a Bíblia não vai torná-lo bem-sucedido, como que num passe de mágica. Você precisa aplicar o que lê. Foi dito a Josué: “Então farás bem-sucedido o teu caminho e então agirás sabiamente.” — Josué 1:8.
Visualize uma criança sorridente sentada no colo do pai ou da mãe lendo juntos uma de suas histórias favoritas. Não importa quantas vezes a tenham lido antes, eles apreciam muito tais momentos preciosos. Da mesma forma, a pessoa que ama a Deus acha a leitura diária da Bíblia algo prazeroso — uma ocasião agradável que passa com seu Pai celestial.

w06 15/5 p. 18 Destaques do livro primeiro dos Salmos
1:2. Não devemos deixar que se passe nem um dia sem considerarmos assuntos espirituais. — Mateus 4:4.

w04 15/7 p. 12 Tem você agrado na “lei de Jeová”?
Seu agrado está na lei de Jeová
10 A respeito do homem feliz, o salmista também disse: “Seu agrado é na lei de Jeová, e na sua lei ele lê dia e noite em voz baixa.” (Salmo 1:2) Como servos de Deus, temos ‘agrado na lei de Jeová’. Quando possível, durante períodos de estudo pessoal e de meditação, talvez leiamos “em voz baixa”, por repetirmos as palavras em voz alta. Fazermos isso ao lermos as Escrituras ajudará a causar uma impressão permanente em nossa mente e coração.
11 “O escravo fiel e discreto” nos tem incentivado a ler a Bíblia diariamente. (Mateus 24:45) Visto que temos forte desejo de conhecer melhor a mensagem de Jeová para a humanidade, é provável que leiamos a Bíblia “dia e noite” — mesmo quando não conseguimos dormir por algum motivo. Pedro exortou-nos: “Como crianças recém-nascidas, ansiai o leite não adulterado pertencente à palavra, para que, por intermédio dela, cresçais para a salvação.” (1 Pedro 2:1, 2) Você sente prazer em ler a Bíblia diariamente e meditar na Palavra e nos propósitos de Deus à noite? O salmista sentia prazer nisso. — Salmo 63:6.
12 Nossa felicidade eterna depende de sentirmos prazer na lei de Deus. Ela é perfeita e justa, e cumpri-la resulta em grande recompensa. (Salmo 19:7-11) O discípulo Tiago escreveu: “Aquele que olha de perto para a lei perfeita que pertence à liberdade e que persiste nisso, este, porque se tornou, não ouvinte esquecediço, mas fazedor da obra, será feliz em fazê-la.” (Tiago 1:25) Se sentirmos verdadeiro prazer na lei de Jeová, não deixaremos passar um dia sem considerarmos assuntos espirituais. De fato, nos sentiremos motivados a ‘pesquisar as coisas profundas de Deus’ e a dar aos interesses do Reino o primeiro lugar na nossa vida. — 1 Coríntios 2:10-13; Mateus 6:33.

w99 1/9 pp. 23-24 Torne sua vida bem-sucedida!
Os benefícios da leitura da Bíblia
15 O salmista observou também que o homem bem-sucedido tem prazer em ler a lei de Deus “dia e noite em voz baixa”. (Salmo 1:1, 2) Deve-se admitir que a Bíblia não é leitura fácil, e que há nela “algumas coisas difíceis de entender”. (2 Pedro 3:16) Mas a leitura da Bíblia não precisa ser enfadonha. É possível ‘ansiar o leite não adulterado’ da Palavra de Deus. (1 Pedro 2:2) Procure lê-la apenas um pouco por dia. Se houver pontos que não entender, faça alguma pesquisa. Depois, reflita no que leu. (Salmo 77:11, 12) Se tiver dificuldades em se concentrar, procure lê-la “em voz baixa”. Com o tempo, seu amor pela leitura da Bíblia certamente aumentará. Uma jovem irmã, no Brasil, lembra-se: “Jeová sempre parecia longe de mim. Mas já faz alguns meses que estou melhorando o meu estudo pessoal e a leitura da Bíblia, e agora sinto que o meu relacionamento com Jeová está mais forte. Ele é mais real para mim.”

w92 15/9 p. 32 Conheciam o nome de Deus
Naturalmente, o Deus altíssimo requer mais do que reconhecermos que seu nome é Jeová (Iehovah). No Bay Psalm Book, o Salmo 1:1, 2, diz que o “homem bem-aventurado” não anda no conselho dos iníquos, “mas na lei de Iehovah está seu anelante deleite”. A edição revista dos Salmos da Nova Inglaterra, de 1648, diz: “Mas na lei de Jeová fixa todo o seu deleite.”
Nesse lugar, a Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas, do século 20, reza: “Feliz é o homem que não tem andado no conselho dos iníquos, e que não se deteve no caminho dos pecadores, e que não se sentou no assento dos zombadores. Mas, seu agrado é na lei de Jeová, e na sua lei ele lê dia e noite em voz baixa.”
Para ser realmente feliz, a pessoa tem de rejeitar o conselho dos iníquos. Não deve seguir o exemplo dos pecadores e não pode se juntar a zombadores ímpios. Entre outras coisas, precisa evitar o companheirismo com aqueles cujos conselhos e conduta poderiam levá-lo à imoralidade sexual, ao abuso das drogas e a outras atividades contrárias à lei de Deus. Sim, a genuína felicidade depende de se aprender sobre o verdadeiro Deus, cujo nome é Jeová, e de aplicar a Sua lei revelada na Bíblia.

(SALMO 1:3)
“E ele há de tornar-se qual árvore plantada junto a correntes de água, Que dá seu fruto na sua estação E cuja folhagem não murcha, E tudo o que ele fizer será bem sucedido.”

cl cap. 28 p. 284 par. 13 “Só tu és leal”
13 Mas a benevolência de Deus é por tempo indefinido também em outro sentido. Sua Palavra diz que o justo “há de tornar-se qual árvore plantada junto a correntes de água, que dá seu fruto na sua estação e cuja folhagem não murcha, e tudo o que ele fizer será bem-sucedido”. (Salmo 1:3) Imagine uma árvore frondosa cuja folhagem nunca murcha. De modo similar, se tivermos apreço genuíno pela Palavra de Deus, nossa vida será longa, pacífica e frutífera. As bênçãos que Jeová lealmente concederá aos seus servos fiéis serão eternas.

w09 1/3 pp. 16-17 Uma árvore “cuja folhagem não murcha”
Uma árvore “cuja folhagem não murcha”
JÁ VIU uma região cheia de árvores frondosas? Provavelmente concorda que é uma vista muito agradável. Caso você veja muitas árvores grandes, repletas de folhas, imaginaria que há uma seca na região? Pelo contrário, você saberia que ali deve ter uma abundância de água que mantém as árvores vivas e saudáveis.
Apropriadamente, a Bíblia compara as pessoas que são saudáveis em sentido espiritual a árvores grandes e frondosas. Veja, por exemplo, esta linda passagem nos três versículos iniciais do primeiro Salmo:
“Feliz é o homem que não tem andado no conselho dos iníquos, e que não se deteve no caminho dos pecadores, e que não se sentou no assento dos zombadores. Mas, seu agrado é na lei de Jeová, e na sua lei ele lê dia e noite em voz baixa. E ele há de tornar-se qual árvore plantada junto a correntes de água, que dá seu fruto na sua estação e cuja folhagem não murcha, e tudo o que ele fizer será bem-sucedido.”
De maneira similar, em Jeremias 17:7, 8, lemos: “Bendito o varão vigoroso que confia em Jeová e cuja confiança veio a ser Jeová. E ele certamente se tornará qual árvore plantada junto às águas, que envia suas raízes diretamente junto ao curso de água; e ele não verá o calor chegar, mas a sua folhagem mostrará ser realmente frondosa. E no ano da seca não se inquietará, nem deixará de produzir fruto.”
Nessas duas passagens bíblicas, as árvores são usadas para ilustrar o que acontece com uma pessoa que faz o que é certo, que se agrada das leis de Deus e que confia nele plenamente. Isso nos leva à pergunta: Em sentido espiritual, de que maneiras essa pessoa é como uma árvore frondosa? Examinemos com mais atenção esses versículos.
“Plantada junto a correntes de água”
As árvores de que se fala aqui são descritas como plantadas “junto a correntes de água” ou “junto às águas”, não só perto de um rio ou riacho. Encontramos uma figura de linguagem similar em Isaías 44:3, 4, quando Jeová Deus falou sobre como cuidaria dos judeus arrependidos que retornassem do cativeiro em Babilônia. Por meio do profeta Isaías, Jeová disse: “Despejarei água sobre o sedento e regatos sobre o lugar seco. . . . E eles certamente brotarão como entre a grama verde, como os choupos junto às valas de água.” Aqui diz que os “regatos”, ou riachos, e as “valas de água” fariam com que os abençoados por Jeová crescessem como choupos cheios de folhas.
Mesmo hoje em regiões agrícolas ainda se vêem valas de água e regatos fluindo de uma grande fonte de água, como de um poço profundo, de um rio, de um lago ou de uma represa. Geralmente, eles fazem parte de um sistema de irrigação para campos ou plantações. Às vezes, os canais de água são direcionados a um pomar ou a árvores frutíferas. Em alguns casos, os regatos irrigam os campos de um lado e uma fileira de árvores de outro, talvez delineando os limites da propriedade.
O que acontece com as árvores plantadas perto desses regatos? O Salmo 1:3 fala de uma árvore “que dá seu fruto na sua estação”. Nas terras bíblicas há figueiras, romãzeiras e macieiras, bem como tamareiras e oliveiras. Embora a figueira possa atingir a altura de 9 metros com ramos que se espalham amplamente, a maioria das outras árvores frutíferas não cresce tanto. Mesmo assim, elas podem ser frondosas e saudáveis e dar uma abundância de frutos na época certa.
Nos tempos antigos, grandes choupos cresciam ao longo das margens dos rios e regatos na Síria e na Palestina. As referências a choupos na Bíblia são em geral relacionadas a cursos de água ou ‘vales da torrente’. (Levítico 23:40) Salgueiros, que são da mesma família dos choupos, também crescem onde há bastante água. (Ezequiel 17:5) Essas árvores grandes e frondosas passam muito bem a idéia que tanto o salmista como Jeremias queriam dar: Os que procuram seguir as leis de Deus e confiam plenamente nele permanecerão saudáveis em sentido espiritual, ‘e tudo o que fizerem será bem-sucedido’. Não é isso o que desejamos — ser bem-sucedidos na vida?
Ter prazer na lei de Jeová
As pessoas hoje tentam ser bem-sucedidas de várias maneiras. Elas se envolvem completamente em empreendimentos que lhes podem dar fama e fortuna, mas que muitas vezes se mostram ilusórios e desapontadores. O que, porém, pode dar verdadeira satisfação e felicidade duradoura na vida? As palavras de Jesus no Sermão do Monte fornecem a resposta. Ele disse: “Felizes os cônscios de sua necessidade espiritual, porque a eles pertence o reino dos céus.” (Mateus 5:3) De fato, a felicidade verdadeira não vem de possuir muitas coisas materiais, mas de reconhecer e satisfazer nossa necessidade espiritual, a fim de sermos espiritualmente saudáveis, como árvores frondosas que dão seu fruto na sua estação. Como podemos florescer em sentido espiritual?
De acordo com o salmista, primeiro há algumas coisas que precisamos evitar. Ele mencionou o “conselho dos iníquos”, o “caminho dos pecadores” e o “assento dos zombadores”. Para sermos felizes, precisamos nos afastar das pessoas que ridicularizam ou até mesmo ignoram as leis de Deus.
Daí, devemos ter prazer na lei de Jeová. Quando gostamos de fazer algo ou apreciamos algumas atividades específicas, ficamos ansiosos para participar nelas, não é mesmo? Portanto, ter prazer na lei de Deus significa desenvolver um profundo apreço pela Palavra de Deus, um desejo de aprender mais sobre ela e de entendê-la melhor.
Por fim, precisamos lê-la “dia e noite em voz baixa”. Isso significa ler a Bíblia regularmente e meditar no que lemos. A respeito da Palavra de Deus, devemos nos sentir da mesma maneira que o salmista, que cantou: “Quanto eu amo a tua lei! O dia inteiro ela é a minha preocupação.” — Salmo 119:97.
Realmente, se adquirirmos conhecimento e entendimento exatos de Jeová Deus e desenvolvermos plena confiança nele e em suas promessas, com certeza seremos saudáveis em sentido espiritual. Nesse caso, vamos ser como o homem feliz descrito pelo salmista — “tudo o que ele fizer será bem-sucedido”.

w07 1/1 p. 4 Como você pode ser bem-sucedido
Como você pode ser bem-sucedido
ASSIM como os pais se preocupam com os filhos e querem que estes sejam bem-sucedidos, nosso Pai celestial também se preocupa conosco e quer que sejamos bem-sucedidos. Em demonstração de seu cuidado amoroso, ele tem muito a dizer sobre sucesso e fracasso. De fato, ao falar sobre alguém que presta atenção ao que Deus diz, a Bíblia faz a seguinte declaração audaciosa: “Tudo o que ele fizer será bem-sucedido.” — Salmo 1:3.

w07 1/1 p. 6 Como você pode ser bem-sucedido
Por seguir os conselhos e as orientações de Jeová, essa pessoa se torna “qual árvore plantada junto a correntes de água, que dá seu fruto na sua estação e cuja folhagem não murcha, e tudo o que [ela] fizer será bem-sucedido”. — Salmo 1:3.
A árvore descrita pelo salmista não nasce por acaso. Ela é colocada de propósito perto de uma fonte de água e recebe a atenção de quem a plantou. Da mesma forma, nosso Pai celestial ajusta e corrige nosso modo de pensar por meio dos conselhos encontrados nas Escrituras. Em resultado, nós progredimos e produzimos bons frutos.

w04 1/3 p. 28 Os servos de Deus são como árvores — em que sentido?
Os servos de Deus são como árvores — em que sentido?
FALANDO sobre alguém que se agrada dos princípios bíblicos e os aplica na sua vida, o salmista observou: “Ele há de tornar-se qual árvore plantada junto a correntes de água, que dá seu fruto na sua estação e cuja folhagem não murcha, e tudo o que ele fizer será bem sucedido.” (Salmo 1:1-3) Por que essa comparação é apropriada?
Árvores podem viver por muito tempo. Por exemplo, diz-se que algumas oliveiras na região mediterrânea têm de um a dois mil anos de idade. Do mesmo modo, os baobás, da África central, vivem muitos anos, e acredita-se que certo pinheiro da família Pinus aristata, na Califórnia, tenha uns 4.600. Numa floresta, as árvores adultas muitas vezes são benéficas para o seu ambiente. Por exemplo, as árvores altas oferecem uma sombra protetora para árvores novas, e as folhas que caem das árvores enriquecem o solo.
As árvores mais altas do mundo costumam crescer juntas nas florestas, apoiando-se umas nas outras. Visto que as raízes podem acabar se entrelaçando, várias árvores juntas resistem muito melhor a um temporal do que uma árvore isolada na campina. Ter um grande sistema de raízes também faz com que a árvore consiga extrair água e nutrientes suficientes do solo. Em alguns casos, as raízes conseguem penetrar no solo numa profundidade maior que a altura da árvore, ou estender-se horizontalmente por uma extensão bem maior do que a extensão de sua copa.
O apóstolo Paulo talvez fizesse referência a uma árvore quando explicou que os cristãos devem prosseguir “andando em união com ele [Cristo], arraigados, e sendo edificados nele e estabilizados na fé”. (Colossenses 2:6, 7) De fato, os cristãos só conseguem manter-se firmes se estiverem bem arraigados em Cristo. — 1 Pedro 2:21.
De que outras maneiras os servos de Deus podem ser comparados a árvores? Bem, assim como as árvores num bosque são apoiadas por árvores próximas, todos os que se mantêm achegados à congregação cristã também recebem apoio de concrentes. (Gálatas 6:2) Os cristãos maduros, fiéis, com amplas raízes espirituais, ajudam os mais novos a continuar firmes na fé, mesmo em face de uma oposição ‘tempestuosa’. (Romanos 1:11, 12) Os cristãos mais novos podem desenvolver-se sob a “sombra” protetora de servos de Deus mais experientes. (Romanos 15:1) E todos os membros da congregação cristã mundial tiram proveito da fortificante nutrição espiritual fornecida pelas “grandes árvores de justiça”, o restante ungido. — Isaías 61:3.
Como é emocionante saber que todos os servos de Deus têm a perspectiva de ver o cumprimento da promessa encontrada em Isaías 65:22, que diz: “Os dias do meu povo serão como os dias da árvore.”

w04 15/7 p. 13 Tem você agrado na “lei de Jeová”?
Ele se torna qual árvore
13 Numa descrição adicional da pessoa reta, o salmista disse: “Ele há de tornar-se qual árvore plantada junto a correntes de água, que dá seu fruto na sua estação e cuja folhagem não murcha, e tudo o que ele fizer será bem sucedido.” (Salmo 1:3) Assim como todos os seres humanos imperfeitos, nós que servimos a Jeová enfrentamos dificuldades na vida. (Jó 14:1) Talvez soframos perseguição e várias outras provações, relacionadas com a nossa fé. (Mateus 5:10-12) No entanto, com a ajuda de Deus, podemos suportar essas provações com bom êxito, assim como uma árvore saudável suporta ventos relativamente fortes.
14 A árvore plantada junto a uma fonte incessante de água não se seca na época do calor ou durante uma estiagem. Se somos pessoas que temem a Deus, nossa força vem duma Fonte infalível — Jeová Deus. Paulo recorria a Deus em busca de ajuda e podia dizer: “Para todas as coisas tenho força em virtude daquele que me confere poder.” (Filipenses 4:13) Quando somos guiados e espiritualmente sustentados pelo espírito santo de Jeová, não definhamos, tornando-nos infrutíferos ou espiritualmente mortos. Somos frutíferos no serviço de Deus e manifestamos também os frutos do seu espírito. — Jeremias 17:7, 8; Gálatas 5:22, 23.
15 Por usar a forma da palavra hebraica traduzida “qual”, o salmista usou um símile. Estava comparando duas coisas que são diferentes, embora ambas tenham uma determinada qualidade. Homens e árvores diferem, mas o vigor de uma árvore plantada ao lado duma copiosa fonte de água, evidentemente lembrou ao salmista a prosperidade espiritual daqueles cujo ‘agrado é na lei de Jeová’. Se sentirmos prazer na lei de Deus, nossos dias poderão tornar-se como os de uma árvore. Na realidade, poderemos viver para sempre. — João 17:3.
16 Quando seguimos o proceder certo, Jeová nos ajuda a suportar as provações e dificuldades. Ficamos alegres e somos frutíferos no serviço de Deus. (Mateus 13:23; Lucas 8:15) ‘Tudo o que fizermos será bem sucedido’, porque o nosso objetivo principal é fazer a vontade de Jeová. Visto que os objetivos dele sempre são bem sucedidos e sentimos prazer em seus mandamentos, prosperamos espiritualmente. (Gênesis 39:23; Josué 1:7, 8; Isaías 55:11) Isso se dá mesmo quando enfrentamos adversidades. — Salmo 112:1-3; 3 João 2.

w04 15/12 pp. 20-21 pars. 16-17 Você aceita a ajuda de Jeová?
E ele há de tornar-se qual árvore plantada junto a correntes de água, que dá seu fruto na sua estação e cuja folhagem não murcha, e tudo o que ele fizer será bem sucedido.” Será que você entende o sentido desse texto? É fácil ler essas palavras e achar que elas retratam apenas um belo quadro de um ambiente pacífico — uma árvore frondosa à beira de um rio. Como seria agradável tirar uma soneca à tarde num lugar assim! Mas esse salmo não está nos incentivando a pensar em descanso. Ele pinta um quadro bem diferente, sugerindo na verdade trabalho árduo. Como assim?
17 Note que a árvore frondosa descrita aqui não está à beira de um rio simplesmente por acaso. Ela é uma árvore frutífera, “plantada” propositalmente em um local escolhido — “junto a correntes de água”. Como é que uma única árvore poderia crescer perto de mais de uma corrente de água? Ora, o dono de um pomar talvez cave canais de irrigação para levar água às raízes de suas valiosas árvores frutíferas. Agora, sim, captamos a idéia. Se nós, em sentido espiritual, crescemos fortes como aquela árvore, é porque muito trabalho foi feito em nosso benefício. Estamos associados a uma organização que traz até nós as águas puras da verdade, mas nós devemos fazer a nossa parte. Precisamos nos esforçar para absorver essa água preciosa, dedicando tempo à meditação e à pesquisa necessárias para que as verdades da Palavra de Deus penetrem em nossa mente e coração. Desse modo nós também produziremos bons frutos.

be p. 10 Tenha prazer em ler a Palavra de Deus
Leia a Bíblia diariamente
O salmista disse o seguinte a respeito do homem que lê a Palavra de Deus diariamente: “Tudo o que ele fizer será bem-sucedido.” (Sal. 1:3) Realmente, apesar de nossas imperfeições, de vivermos num sistema perverso controlado por Satanás e dos esforços do Diabo para nos devorar, a leitura regular e a aplicação da Palavra de Deus nos darão condições de ser bem-sucedidos em tudo o que diz respeito ao nosso relacionamento com Jeová.

w99 1/9 p. 24 Torne sua vida bem-sucedida!
Seguir o caminho de Deus leva a se ser bem-sucedido
17 O salmista descreve adicionalmente o homem bem-sucedido como “árvore plantada junto a correntes de água”. As correntes de água podem ter sido valas de irrigação usadas para regar árvores em pomares. (Isaías 44:4) Ler a Bíblia diariamente é como ficar ligado a tal fonte infalível de sustentação e revigoramento. (Jeremias 17:8) Receberá diariamente a força de que precisa para suportar as provações e as dificuldades. Depois de aprender o modo de pensar de Jeová, você terá a sabedoria necessária para tomar decisões sábias.
18 Às vezes pode parecer difícil servir a Jeová. Mas nunca deve achar que seja difícil demais. (Deuteronômio 30:11) A Bíblia promete que, no fim, ‘tudo o que fizer será bem-sucedido’, desde que seu objetivo seja o de agradar a Jeová e alegrar o coração dele. (Provérbios 27:11) E lembre-se de que não precisa fazer tudo sozinho. Você tem o apoio de Jeová e de Jesus Cristo. (Mateus 28:20; Hebreus 13:5) Eles sabem com que pressões você se confronta e nunca o abandonarão. (Salmo 55:22) Você tem também o apoio da “associação inteira dos irmãos” e dos seus pais, se eles temerem a Deus. (1 Pedro 2:17) Com tal apoio, junto com sua determinação e seu esforço, poderá usufruir uma vida bem-sucedida, não só agora, mas eternamente!

(SALMO 1:4)
“Os iníquos não são assim, Mas são como a pragana impelida pelo vento.”

w04 15/7 pp. 13-14 Tem você agrado na “lei de Jeová”?
Os iníquos parecem prosperar
17 A sorte dos iníquos é muito diferente da sorte dos justos. Os iníquos parecem prosperar materialmente por um tempo, mas não prosperam em sentido espiritual. Isso é evidente nas palavras adicionais do salmista: “Os iníquos não são assim, mas são como a pragana impelida pelo vento. É por isso que os iníquos não se levantarão no julgamento, nem os pecadores na assembléia dos justos.” (Salmo 1:4, 5) Note que o salmista diz que “os iníquos não são assim”. Ele queria dizer que os iníquos não são como as pessoas reverentes, que ele acabara de comparar a árvores frutíferas de longa duração.
18 Mesmo que os iníquos prosperem materialmente, eles não viverão com segurança para sempre. (Salmo 37:16; 73:3, 12) São como o rico insensato mencionado por Jesus numa ilustração que ele contou quando se lhe pediu que arbitrasse num assunto que envolvia uma herança. Jesus disse aos que estavam ali: “Mantende os olhos abertos e guardai-vos de toda sorte de cobiça, porque mesmo quando alguém tem abundância, sua vida não vem das coisas que possui.” Jesus ilustrou esse ponto por dizer que a terra de certo homem rico produzia tão bem, que ele planejou derrubar seus celeiros e construir maiores para armazenar todas as suas coisas boas. O homem planejou então comer, beber e regalar-se. Mas Deus disse: “Desarrazoado, esta noite te reclamarão a tua alma. Quem terá então as coisas que armazenaste?” Para enfatizar o ponto, Jesus acrescentou: “Assim é com o homem que acumula para si tesouro, mas não é rico para com Deus.” — Lucas 12:13-21.
19 Os iníquos não são ‘ricos para com Deus’. Por isso, eles não têm mais segurança e estabilidade do que a pragana, a película que reveste os grãos de cereais. Antigamente, depois da colheita, os cereais eram levados a uma eira, uma área plana, geralmente situada num lugar mais alto. Ali, um trenó com dentes afiados de pedra ou de ferro fixados na face inferior era arrastado por animais sobre o cereal, a fim de quebrar as hastes dos cereais e soltar os grãos da película que os reveste. A seguir, com uma pá de joeirar lançava-se a mistura ao ar, na direção contrária ao vento. (Isaías 30:24) Os grãos caíam de novo na eira e a palha e a pragana eram levadas embora pelo vento. (Rute 3:2) Depois de peneirar os grãos para retirar pedras e outras impurezas, eles estavam prontos para serem armazenados ou moídos. (Lucas 22:31) Mas a pragana havia sido levada embora.
20 Assim como os grãos de cereal caíam ao chão e eram preservados, ao passo que a pragana era levada pelo vento, assim os justos permanecerão e os iníquos serão removidos. Nós certamente nos sentimos felizes de que esses malfeitores logo desaparecerão para sempre. A remoção deles será uma bênção para os que se agradam da lei de Jeová. De fato, os humanos obedientes receberão finalmente a dádiva de Deus, a vida eterna. — Mateus 25:34-46; Romanos 6:23.

(SALMO 1:5)
“É por isso que os iníquos não se levantarão no julgamento, Nem os pecadores na assembléia dos justos.”

it-2 p. 253 Grande multidão
Às vezes usa-se na Bíblia a posição de alguém ‘estar em pé’ para indicar uma posição favorecida ou aprovada aos olhos daquele em cuja presença a pessoa ou o grupo está em pé. (Sal 1:5; 5:5; Pr 22:29, Tr; Lu 1:19)

(SALMO 1:6)
“Porque Jeová toma conhecimento do caminho dos justos, Mas o próprio caminho dos iníquos perecerá.”

w04 15/7 pp. 14-15 Tem você agrado na “lei de Jeová”?
O abençoado “caminho dos justos”
21 O primeiro salmo conclui com as seguintes palavras: “Jeová toma conhecimento do caminho dos justos, mas o próprio caminho dos iníquos perecerá.” (Salmo 1:6) Como é que Deus ‘toma conhecimento dos justos’? Ora, se seguimos o rumo certo, podemos ter certeza de que nosso Pai celestial observa o modo piedoso que levamos a vida e nos considera como seus servos aprovados. Nós, da nossa parte, podemos e devemos lançar sobre ele toda a nossa ansiedade, convencidos de que realmente se importa conosco. — Ezequiel 34:11; 1 Pedro 5:6, 7.
22 O “caminho dos justos” continuará para sempre, mas os iníquos incorrigíveis perecerão por causa do julgamento adverso de Jeová. E seu “caminho”, ou modo de vida, acabará junto com eles. Podemos confiar no cumprimento das palavras de Davi: “Apenas mais um pouco, e o iníquo não mais existirá; e estarás certamente atento ao seu lugar, e ele não existirá. Mas os próprios mansos possuirão a terra e deveras se deleitarão na abundância de paz. Os próprios justos possuirão a terra e residirão sobre ela para todo o sempre.” — Salmo 37:10, 11, 29.

(SALMO 2:1)
“Por que se alvoroçaram as nações E continuam os próprios grupos nacionais a murmurar coisa vã?”

w06 15/5 p. 17 Destaques do livro primeiro dos Salmos
2:1, 2 — Que “coisa vã” as nações continuam a murmurar? A “coisa vã” é a constante preocupação dos governos humanos de perpetuar sua própria autoridade. Isso é vão porque seu propósito está fadado ao fracasso. Será que os grupos nacionais podem realmente esperar ter êxito quando tomam sua posição “contra Jeová e contra o seu ungido”?

w06 15/5 p. 31 Perguntas dos Leitores
A Bíblia diz que “se alvoroçaram as nações e continuam os próprios grupos nacionais a murmurar coisa vã”. (Salmo 2:1) A “coisa vã” que continuam a “murmurar”, ou sobre a qual meditam, é a preocupação de perpetuar a sua própria soberania. Nada os faz tremer mais do que uma ameaça ao seu domínio.

w04 15/7 pp. 16-17 “O decreto de Jeová” não pode falhar
Nações alvoroçadas
4 Referindo-se às nações e seus governantes, o salmista começou sua composição por cantar: “Por que se alvoroçaram as nações e continuam os próprios grupos nacionais a murmurar coisa vã? Os reis da terra tomam sua posição, e os próprios dignitários se aglomeraram à uma contra Jeová e contra o seu ungido.” — Salmo 2:1, 2.
5 Que “coisa vã” os atuais grupos nacionais ‘continuam a murmurar’? Em vez de aceitarem o Ungido de Deus — o Messias ou Cristo —, as nações ‘continuam a murmurar’ ou a meditar sobre como perpetuar sua própria autoridade. Essas palavras do segundo salmo também tiveram um cumprimento no primeiro século EC, quando autoridades judaicas e romanas cooperaram para matar o Rei designado por Deus, Jesus Cristo. No entanto, o cumprimento maior começou em 1914, quando Jesus foi empossado como Rei. Mas nenhuma das entidades políticas na Terra reconheceu o entronizado Rei de Deus.
6 Qual é o significado da pergunta do salmista ‘por que grupos nacionais murmuram coisa vã’? Significa que o objetivo deles é vazio, fútil e destinado ao fracasso. As nações não conseguem trazer paz e harmonia ao globo terrestre. No entanto, elas ainda vão a ponto de se oporem ao governo divino. Na realidade, todas elas adotaram uma posição hostil ao Altíssimo e a seu Ungido e se aglomeraram contra eles. Que tolice!
O Rei triunfante de Jeová
7 Os seguidores de Jesus aplicaram a ele as palavras do Salmo 2:1, 2. Perseguidos por causa da sua fé, eles oraram: “Soberano Senhor [Jeová], tu és Aquele que fez o céu e a terra, e o mar, e todas as coisas neles, e quem, por intermédio de espírito santo, disse pela boca de nosso antepassado Davi, teu servo: ‘Por que se tumultuaram as nações e meditaram os povos coisas vãs? Os reis da terra tomaram a sua posição e os governantes aglomeraram-se à uma contra Jeová e contra o seu ungido.’ Mesmo assim, tanto Herodes [Ântipas] como Pôncio Pilatos, com homens das nações e com povos de Israel, ajuntaram-se realmente nesta cidade contra o teu santo servo Jesus, a quem ungiste.” (Atos 4:24-27; Lucas 23:1-12) De fato, havia uma conspiração no primeiro século contra Jesus, o servo ungido de Deus. No entanto, esse salmo teria outro cumprimento séculos mais tarde.
8 Quando o Israel antigo era governado por um rei humano, tal como Davi, nações e governantes pagãos juntavam-se contra Deus e seu ungido entronizado. Mas que dizer do nosso tempo?

w04 15/7 “O decreto de Jeová” não pode falhar
Inicialmente, o Rei Davi era o “ungido”, e “os reis da terra” eram os governantes filisteus, que ajuntaram seus exércitos contra ele.
Outros textos das Escrituras Gregas Cristãs também mostram que Jesus é o Ungido de Deus, mencionado no segundo salmo. Isso é evidenciado pela comparação do Salmo 2:7 com Atos 13:32, 33 e Hebreus 1:5; 5:5. Veja também o Salmo 2:9 e Revelação (Apocalipse) 2:27.

ws cap. 3 p. 22 pars. 4-5 O domínio do “Príncipe da Paz” no meio de inimigos
Também o Salmo 2, nas seguintes palavras, indica o começo do seu domínio como o “Príncipe da Paz” no meio de inimigos:
5 “Por que se alvoroçaram as nações e continuam os próprios grupos nacionais a murmurar coisa vã? Os reis da terra tomam sua posição, e os próprios dignitários se aglomeraram à uma contra Jeová e contra o seu ungido [seu Cristo],

ws cap. 3 pp. 23-26 pars. 7-13 O domínio do “Príncipe da Paz” no meio de inimigos
7 De acordo com Atos 4:24-27, os apóstolos de Jesus Cristo citaram este segundo salmo depois do dia de Pentecostes de 33 EC: “Elevaram unanimemente as suas vozes a Deus e disseram: ‘Soberano Senhor, tu és Aquele que fez o céu e a terra, e o mar, e todas as coisas neles, e quem, por intermédio de espírito santo, disse pela boca de nosso antepassado Davi, teu servo: “Por que se tumultuaram as nações e meditaram os povos coisas vãs? Os reis da terra tomaram a sua posição e os governantes aglomeraram-se à uma contra Jeová e contra o seu ungido.” Mesmo assim, tanto Herodes como Pôncio Pilatos, com homens das nações e com povos de Israel, ajuntaram-se realmente nesta cidade contra o teu santo servo Jesus, a quem ungiste.’”
O Cumprimento Maior do Salmo 2
8 O ano 33 do primeiro século presenciou o primeiro cumprimento dessas palavras proféticas do Salmo 2:1, 2. Ocorreu com relação ao homem Jesus Cristo na terra. Ele fora ungido com o espírito santo de Jeová por ocasião de seu batismo por João, o Batizador. Mas o cumprimento maior do Salmo 2 está ocorrendo desde o fim dos Tempos dos Gentios no ano 1914. (Lucas 21:24) Ficou amplamente confirmado que “os tempos designados das nações”, que começaram na primeira destruição da cidade de Jerusalém, em 607 AEC, terminaram no ano 1914. Soou então o dobre de finados para as nações deste mundo, inclusive para as da cristandade.
9 Na primeira destruição de Jerusalém, pelos babilônios, acabou o Reino de Jeová Deus sobre a nação de Israel, conforme representado pela linhagem real do Rei Davi. Desde então, os judeus naturais não tiveram sobre si nenhum rei da linhagem da casa real de Davi. Mas o Reino do Deus Altíssimo, nas mãos dum descendente de Davi, com quem Jeová fizera um pacto para um Reino eterno na sua linhagem, não jazeria para sempre prostrado na terra.
10 Jeová fez com que seu profeta Ezequiel dirigisse as seguintes palavras ao rei da antiga Jerusalém, pouco antes da primeira destruição dela: “No que se refere a ti, ó mortalmente ferido maioral iníquo de Israel, cujo dia chegou no tempo do erro do fim, assim disse o Soberano Senhor Jeová: ‘Remove o turbante e retira a coroa. Esta não será a mesma. Põe no alto o rebaixado e rebaixa o que estiver no alto. Uma ruína, uma ruína, uma ruína a farei. Também, quanto a esta, certamente não virá a ser de ninguém, até que venha aquele que tem o direito legal, e a ele é que terei de dá-lo.’” — Ezequiel 21:25-27.
11 Aquele que “tem o direito legal” veio na pessoa de Jesus Cristo, e sua descendência de Davi está registrada em Mateus 1:1-16 e Lucas 3:23-31. Ele foi geralmente chamado de “o Filho de Davi”. No dia de sua entrada triunfal em Jerusalém, montado num jumento, em cumprimento de profecia, a multidão exultante de judeus que acompanhava a ele e seus apóstolos clamava com júbilo: “Salva, rogamos, o Filho de Davi! Bendito é aquele que vem em nome de Jeová! Salva-o, rogamos, nas maiores alturas!” — Mateus 21:9.
“O Filho de Davi É Entronizado no Céu
12 Os 2.520 anos concedidos aos gentios para pisarem o Reino de Deus, nas mãos da casa de Davi, terminaram em 1914. Então veio o tempo de Jesus Cristo, “o Filho de Davi”, ser entronizado, não aqui embaixo, num trono terrestre, mas nos céus mais altos, à mão direita de Jeová Deus! — Daniel 7:9, 10, 13, 14.
13 Esta momentosa data havia sido indicada desde 1876, por aqueles que passaram a estar associados com a Sociedade Torre de Vigia de Bíblias e Tratados (nos EUA). Mas as nações da terra, mesmo as da cristandade, negaram-se a reconhecer a data como o tempo para entregarem suas soberanias terrestres ao recém-entronizado “Filho de Davi”. Não admitiram que ele possuía o direito, dado por Deus, à soberania de toda a terra, que é o escabelo de Jeová Deus. (Mateus 5:35) Indicaram sua flagrante rejeição do Rei legítimo por travarem a primeira guerra mundial.

(SALMO 2:2)
“Os reis da terra tomam sua posição, E os próprios dignitários se aglomeraram à uma Contra Jeová e contra o seu ungido,”

w04 15/7 pp. 16-17 “O decreto de Jeová” não pode falhar
Nações alvoroçadas
4 Referindo-se às nações e seus governantes, o salmista começou sua composição por cantar: “Por que se alvoroçaram as nações e continuam os próprios grupos nacionais a murmurar coisa vã? Os reis da terra tomam sua posição, e os próprios dignitários se aglomeraram à uma contra Jeová e contra o seu ungido.” — Salmo 2:1, 2.
5 Que “coisa vã” os atuais grupos nacionais ‘continuam a murmurar’? Em vez de aceitarem o Ungido de Deus — o Messias ou Cristo —, as nações ‘continuam a murmurar’ ou a meditar sobre como perpetuar sua própria autoridade. Essas palavras do segundo salmo também tiveram um cumprimento no primeiro século EC, quando autoridades judaicas e romanas cooperaram para matar o Rei designado por Deus, Jesus Cristo. No entanto, o cumprimento maior começou em 1914, quando Jesus foi empossado como Rei. Mas nenhuma das entidades políticas na Terra reconheceu o entronizado Rei de Deus.
6 Qual é o significado da pergunta do salmista ‘por que grupos nacionais murmuram coisa vã’? Significa que o objetivo deles é vazio, fútil e destinado ao fracasso. As nações não conseguem trazer paz e harmonia ao globo terrestre. No entanto, elas ainda vão a ponto de se oporem ao governo divino. Na realidade, todas elas adotaram uma posição hostil ao Altíssimo e a seu Ungido e se aglomeraram contra eles. Que tolice!
O Rei triunfante de Jeová
7 Os seguidores de Jesus aplicaram a ele as palavras do Salmo 2:1, 2. Perseguidos por causa da sua fé, eles oraram: “Soberano Senhor [Jeová], tu és Aquele que fez o céu e a terra, e o mar, e todas as coisas neles, e quem, por intermédio de espírito santo, disse pela boca de nosso antepassado Davi, teu servo: ‘Por que se tumultuaram as nações e meditaram os povos coisas vãs? Os reis da terra tomaram a sua posição e os governantes aglomeraram-se à uma contra Jeová e contra o seu ungido.’ Mesmo assim, tanto Herodes [Ântipas] como Pôncio Pilatos, com homens das nações e com povos de Israel, ajuntaram-se realmente nesta cidade contra o teu santo servo Jesus, a quem ungiste.” (Atos 4:24-27; Lucas 23:1-12) De fato, havia uma conspiração no primeiro século contra Jesus, o servo ungido de Deus. No entanto, esse salmo teria outro cumprimento séculos mais tarde.
8 Quando o Israel antigo era governado por um rei humano, tal como Davi, nações e governantes pagãos juntavam-se contra Deus e seu ungido entronizado. Mas que dizer do nosso tempo?

w04 15/7 “O decreto de Jeová” não pode falhar
Inicialmente, o Rei Davi era o “ungido”, e “os reis da terra” eram os governantes filisteus, que ajuntaram seus exércitos contra ele.
Outros textos das Escrituras Gregas Cristãs também mostram que Jesus é o Ungido de Deus, mencionado no segundo salmo. Isso é evidenciado pela comparação do Salmo 2:7 com Atos 13:32, 33 e Hebreus 1:5; 5:5. Veja também o Salmo 2:9 e Revelação (Apocalipse) 2:27.

w03 1/6 pp. 18-19 Fique parado e veja a salvação da parte de Jeová!
Um ataque contra o governo de Deus
3 O conflito entre o agora reinante Rei de Deus e o sistema iníquo de Satanás existe desde o estabelecimento do Reino de Deus nos céus em 1914. Naquela ocasião, os governantes humanos foram avisados para se sujeitarem ao Governante escolhido de Deus. Mas eles se negaram a isso, conforme foi predito: “Os reis da terra tomam sua posição, e os próprios dignitários se aglomeraram à uma contra Jeová e contra o seu ungido, dizendo: ‘Rompamos as suas ligaduras e lancemos de nós as suas cordas!’” (Salmo 2:1-3) A resistência ao governo do Reino evidentemente atingirá o seu auge durante o ataque de Gogue de Magogue.
4 Talvez nos perguntemos como humanos podem lutar contra um governo celestial invisível. Esse governo, revela a Bíblia, é composto de “cento e quarenta e quatro mil que foram comprados da terra”, junto com “o Cordeiro”, Cristo Jesus. (Revelação [Apocalipse] 14:1, 3; João 1:29) Sendo celestial, o novo governo é chamado de “novos céus”, ao passo que seus súditos terrestres logicamente são chamados de “uma nova terra”. (Isaías 65:17; 2 Pedro 3:13) A maioria dos 144.000 que governa junto com Cristo já terminou fielmente a sua carreira terrestre. Provaram assim ser dignos de assumir sua nova designação de serviço no céu.
5 No entanto, um pequeno restante dos 144.000 ainda está na Terra. Dos mais de 15.000.000 que assistiram à comemoração da Refeição Noturna do Senhor em 2002, apenas 8.760 expressaram sua esperança de terem sido escolhidos para essa designação celestial. Quem se atrever a atacar os remanescentes dos prospectivos membros do Reino na realidade estará atacando o Reino de Deus. — Revelação 12:17.

kl cap. 4 pp. 36-38 par. 9 Jesus Cristo: a chave para se conhecer a Deus
Conforme registrado no Salmo 2:2, o Rei Davi foi inspirado por Deus a predizer: “Os reis da terra tomam sua posição, e os próprios dignitários se aglomeraram à uma contra Jeová e contra o seu ungido.” Esta profecia indicava que líderes de mais de um país se uniriam para atacar o Ungido, ou Messias, de Jeová. E assim foi. Os líderes religiosos judeus, o Rei Herodes e o governador romano Pôncio Pilatos tiveram participação na condenação à morte de Jesus. Os anteriores inimigos Herodes e Pilatos se tornaram grandes amigos a partir de então. (Mateus 27:1, 2; Lucas 23:10-12; Atos 4:25-28)

it-2 p. 817 Messias
Por exemplo, o Salmo 2:2 evidentemente teve a primeira aplicação ao tempo em que os reis filisteus tentaram destronar o ungido Rei Davi. Mas uma segunda aplicação ao predito Messias é indicada por Atos 4:25-27, onde o texto é aplicado a Jesus Cristo.

ws cap. 3 pp. 23-26 pars. 7-13 O domínio do “Príncipe da Paz” no meio de inimigos
7 De acordo com Atos 4:24-27, os apóstolos de Jesus Cristo citaram este segundo salmo depois do dia de Pentecostes de 33 EC: “Elevaram unanimemente as suas vozes a Deus e disseram: ‘Soberano Senhor, tu és Aquele que fez o céu e a terra, e o mar, e todas as coisas neles, e quem, por intermédio de espírito santo, disse pela boca de nosso antepassado Davi, teu servo: “Por que se tumultuaram as nações e meditaram os povos coisas vãs? Os reis da terra tomaram a sua posição e os governantes aglomeraram-se à uma contra Jeová e contra o seu ungido.” Mesmo assim, tanto Herodes como Pôncio Pilatos, com homens das nações e com povos de Israel, ajuntaram-se realmente nesta cidade contra o teu santo servo Jesus, a quem ungiste.’”
O Cumprimento Maior do Salmo 2
8 O ano 33 do primeiro século presenciou o primeiro cumprimento dessas palavras proféticas do Salmo 2:1, 2. Ocorreu com relação ao homem Jesus Cristo na terra. Ele fora ungido com o espírito santo de Jeová por ocasião de seu batismo por João, o Batizador. Mas o cumprimento maior do Salmo 2 está ocorrendo desde o fim dos Tempos dos Gentios no ano 1914. (Lucas 21:24) Ficou amplamente confirmado que “os tempos designados das nações”, que começaram na primeira destruição da cidade de Jerusalém, em 607 AEC, terminaram no ano 1914. Soou então o dobre de finados para as nações deste mundo, inclusive para as da cristandade.
9 Na primeira destruição de Jerusalém, pelos babilônios, acabou o Reino de Jeová Deus sobre a nação de Israel, conforme representado pela linhagem real do Rei Davi. Desde então, os judeus naturais não tiveram sobre si nenhum rei da linhagem da casa real de Davi. Mas o Reino do Deus Altíssimo, nas mãos dum descendente de Davi, com quem Jeová fizera um pacto para um Reino eterno na sua linhagem, não jazeria para sempre prostrado na terra.
10 Jeová fez com que seu profeta Ezequiel dirigisse as seguintes palavras ao rei da antiga Jerusalém, pouco antes da primeira destruição dela: “No que se refere a ti, ó mortalmente ferido maioral iníquo de Israel, cujo dia chegou no tempo do erro do fim, assim disse o Soberano Senhor Jeová: ‘Remove o turbante e retira a coroa. Esta não será a mesma. Põe no alto o rebaixado e rebaixa o que estiver no alto. Uma ruína, uma ruína, uma ruína a farei. Também, quanto a esta, certamente não virá a ser de ninguém, até que venha aquele que tem o direito legal, e a ele é que terei de dá-lo.’” — Ezequiel 21:25-27.
11 Aquele que “tem o direito legal” veio na pessoa de Jesus Cristo, e sua descendência de Davi está registrada em Mateus 1:1-16 e Lucas 3:23-31. Ele foi geralmente chamado de “o Filho de Davi”. No dia de sua entrada triunfal em Jerusalém, montado num jumento, em cumprimento de profecia, a multidão exultante de judeus que acompanhava a ele e seus apóstolos clamava com júbilo: “Salva, rogamos, o Filho de Davi! Bendito é aquele que vem em nome de Jeová! Salva-o, rogamos, nas maiores alturas!” — Mateus 21:9.
“O Filho de Davi É Entronizado no Céu
12 Os 2.520 anos concedidos aos gentios para pisarem o Reino de Deus, nas mãos da casa de Davi, terminaram em 1914. Então veio o tempo de Jesus Cristo, “o Filho de Davi”, ser entronizado, não aqui embaixo, num trono terrestre, mas nos céus mais altos, à mão direita de Jeová Deus! — Daniel 7:9, 10, 13, 14.
13 Esta momentosa data havia sido indicada desde 1876, por aqueles que passaram a estar associados com a Sociedade Torre de Vigia de Bíblias e Tratados (nos EUA). Mas as nações da terra, mesmo as da cristandade, negaram-se a reconhecer a data como o tempo para entregarem suas soberanias terrestres ao recém-entronizado “Filho de Davi”. Não admitiram que ele possuía o direito, dado por Deus, à soberania de toda a terra, que é o escabelo de Jeová Deus. (Mateus 5:35) Indicaram sua flagrante rejeição do Rei legítimo por travarem a primeira guerra mundial.

ws cap. 3 p. 22 pars. 4-5 O domínio do “Príncipe da Paz” no meio de inimigos
Também o Salmo 2, nas seguintes palavras, indica o começo do seu domínio como o “Príncipe da Paz” no meio de inimigos:
5 “Por que se alvoroçaram as nações e continuam os próprios grupos nacionais a murmurar coisa vã? Os reis da terra tomam sua posição, e os próprios dignitários se aglomeraram à uma contra Jeová e contra o seu ungido [seu Cristo],

(SALMO 2:3)
“[Dizendo:] “Rompamos as suas ligaduras E lancemos de nós as suas cordas!””

w04 15/7 p. 17 par. 8 “O decreto de Jeová” não pode falhar
As nações atuais não querem acatar os requisitos de Jeová e do Messias. Por isso, são descritas como dizendo: “Rompamos as suas ligaduras e lancemos de nós as suas cordas!” (Salmo 2:3) Governantes e nações se oporiam a qualquer restrição imposta por Deus e por seu Ungido. Naturalmente, todos os esforços de romper tais ligaduras e lançar fora essas cordas serão fúteis.

it-1 p. 561 Cordão, corda
Assim como governantes e nações pagãos, que não queriam tornar-se vassalos dos israelitas, ajuntaram-se contra Deus e seu ungido, nos tempos antigos, assim a profecia messiânica predisse que os reis da terra e os dignitários se aglomerariam “à uma contra Jeová e contra o seu ungido, dizendo: ‘Rompamos as suas ligaduras e lancemos de nós as suas cordas!’” Quaisquer restrições impostas por Jeová e seu Ungido sofreriam oposição por parte dos governantes e das nações. Todavia, seus esforços de romper tais ligaduras e lançar de si tais cordas haviam de ser fúteis. — Sal 2:1-9.

(SALMO 2:4)
“Aquele mesmo que está sentado nos céus se rirá; O próprio Jeová caçoará deles.”

w04 15/7 pp. 17-18 “O decreto de Jeová” não pode falhar
Jeová caçoa deles
9 Jeová não se preocupa com os esforços de governantes nacionais para estabelecerem a sua própria soberania. O segundo Salmo prossegue: “Aquele mesmo que está sentado nos céus se rirá; o próprio Jeová caçoará deles.” (Salmo 2:4) Deus prossegue com o seu propósito como se esses governantes não existissem. Ri da insolência deles e caçoa deles. Que se gabem do que pretendem fazer! Para Jeová, eles se expõem ao ridículo. Ele ri da oposição fútil deles.
10 Em outro salmo de sua autoria, Davi referiu-se a homens e nações inimigos e canta: “Tu, ó Jeová Deus dos exércitos, és o Deus de Israel. Acorda deveras, a fim de voltares tua atenção para todas as nações. Não mostres favor a quaisquer traidores prejudiciais. Eles voltam à noitinha; latem como o cão e dão volta à cidade. Eis que borbulham com a sua boca; há espadas nos seus lábios, pois quem está escutando? Tu, porém, ó Jeová, te rirás deles; caçoarás de todas as nações.” (Salmo 59:5-8) Jeová ri do proceder jactancioso e desnorteado das nações que tolamente se opõem a ele.
11 As palavras do Salmo 2 fortalecem a nossa fé em que Deus pode enfrentar com bom êxito qualquer desafio. Podemos estar certos de que ele sempre cumpre a sua vontade e nunca abandona seus servos leais. (Salmo 94:14)

(SALMO 2:5)
“Nesse tempo lhes falará na sua ira E os perturbará no seu ardente desagrado,”

w04 15/7 p. 18 par. 11 “O decreto de Jeová” não pode falhar
Portanto, o que acontecerá quando as nações tentarem se opor ao propósito de Jeová? Segundo esse salmo, Deus “lhes falará na sua ira”, como que com o som dum terrível trovão. Além disso, “no seu ardente desagrado”, ele “os perturbará” como que com um forte relâmpago — Salmo 2:5.

(SALMO 2:6)
“[Dizendo:] “Eu é que empossei o meu rei Em Sião, meu santo monte.””

w04 15/7 p. 18 “O decreto de Jeová” não pode falhar
O Rei de Deus é empossado
12 O que Jeová diz a seguir por meio do salmista sem dúvida perturba as nações. Ele declara: “Eu é que empossei o meu rei em Sião, meu santo monte.” (Salmo 2:6) O monte Sião era uma colina em Jerusalém, em que Davi foi empossado como rei de Israel. Mas esse Rei messiânico não se sentará num trono naquela cidade ou em outra parte da Terra. Realmente, Jeová já empossou Jesus Cristo como seu escolhido Rei messiânico no monte Sião celestial. — Revelação 14:1.

(SALMO 2:7)
“Cite eu o decreto de Jeová; Ele me disse: “Tu és meu filho; Hoje eu me tornei teu pai.”

w06 15/5 p. 17 Destaques do livro primeiro dos Salmos
2:7 — O que é “o decreto de Jeová”? Esse decreto é o pacto para um Reino, que Jeová fez com seu amado Filho, Jesus Cristo. — Lucas 22:28, 29.

w04 15/7 p. 18 pars. 13-14 “O decreto de Jeová” não pode falhar
13 Quem passa a falar então é o Rei messiânico. Ele diz: “Cite eu o decreto de Jeová [que havia feito com o seu Filho um pacto para o Reino]; ele [Jeová Deus] me disse: ‘Tu és meu filho; hoje eu me tornei teu pai.’ ” (Salmo 2:7) Cristo referiu-se ao pacto do Reino quando disse aos seus apóstolos: “Vós sois os que ficastes comigo nas minhas provações; e eu faço convosco um pacto, assim como meu Pai fez comigo um pacto, para um reino.” — Lucas 22:28, 29.
14 Conforme predito no Salmo 2:7, Jeová identificou Jesus como seu Filho por ocasião do batismo dele e quando o ressuscitou para a vida espiritual. (Marcos 1:9-11; Romanos 1:4; Hebreus 1:5; 5:5) De fato, o Rei do Reino celestial é o Filho unigênito de Deus. (João 3:16) Como descendente régio do Rei Davi, Jesus tem o incontestável direito ao reinado. (2 Samuel 7:4-17; Mateus 1:6, 16)

it-2 p. 134 Filho(s) de Deus
O Salmo 2, atribuído a Davi, em Atos 4:24-26, pelo visto aplica-se inicialmente a ele, quando fala do “filho” de Deus. (Sal 2:1, 2, 7-12) O salmo cumpriu-se mais tarde em Cristo Jesus, conforme mostra o contexto em Atos. Visto que o contexto no salmo mostra que Deus falava, não a um bebê, mas a um homem adulto, ao dizer: “Tu és meu filho; hoje eu me tornei teu pai”, segue-se que estar Davi em tal relação com Ele resultou da sua escolha especial por Deus para o reinado, e dos tratos paternais de Deus com ele. (Veja Sal 89:3, 19-27.)

it-2 p. 137 Filho(s) de Deus
Referente à ressurreição de Jesus dentre os mortos, Paulo aplicou parte do Salmo 2 a esta ocasião, citando as palavras de Deus: “Tu és meu Filho; hoje eu me tornei teu pai”, e ele aplicou também palavras do pacto de Deus com Davi, a saber: “Eu mesmo me tornarei seu pai e ele mesmo se tornará meu filho.” (Sal 2:7; 2Sa 7:14; At 13:33; He 1:5; compare isso com He 5:5.) Jesus, pela sua ressurreição dentre os mortos para a vida espiritual, “foi declarado Filho de Deus” (Ro 1:4), “foi declarado justo em espírito”. — 1Ti 3:16.

ws cap. 3 p. 23 par. 6 O domínio do “Príncipe da Paz” no meio de inimigos
6 “Cite eu o decreto de Jeová; ele me disse [i.e. a Cristo]: ‘Tu és meu filho; hoje eu me tornei teu pai. [O Salmo 2:7 cumpriu-se quando Jeová ressuscitou seu Filho dentre os mortos, tornando-se assim Pai eterno para Jesus. (Romanos 1:4)]

(SALMO 2:8)
“Pede-me, para que eu te dê nações por tua herança E os confins da terra por tua propriedade.”

w04 15/7 pp. 18-19 pars. 14-15 “O decreto de Jeová” não pode falhar
De acordo com esse salmo, Deus disse ao seu Filho: “Pede-me, para que eu te dê nações por tua herança e os confins da terra por tua propriedade.” — Salmo 2:8.
15 O Rei — o próprio Filho de Deus — ocupa uma posição abaixo apenas da do próprio Jeová. Ele tem Jesus como alguém provado, leal e confiável. Além disso, Jesus como o Primogênito de Deus é por direito o Seu herdeiro. De fato, Jesus Cristo “é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação”. (Colossenses 1:15) Tudo o que ele tem de fazer é pedir a Deus que ‘lhe dê nações por sua herança e os confins da terra por sua propriedade’. Esse pedido de Jesus se deve ao seu vivo desejo de cumprir a vontade de seu Pai celestial para com a Terra e a humanidade e por ‘gostar das coisas relacionadas com os filhos dos homens’. — Provérbios 8:30, 31.

(SALMO 2:9)
“Tu as quebrantarás com um cetro de ferro, Espatifá-las-ás como se fossem um vaso de oleiro.””

w04 15/7 p. 19 “O decreto de Jeová” não pode falhar
O decreto de Jeová contra as nações
16 Visto que o segundo salmo se cumpre agora, durante a presença invisível de Jesus Cristo, o que aguarda as nações? Dentro em breve, o Rei executará a declaração de Deus: “Tu as quebrantarás com um cetro de ferro, espatifá-las-ás como se fossem um vaso de oleiro.” — Salmo 2:9.
17 Os cetros dos reis da antiguidade eram símbolos de autoridade régia. Alguns cetros eram de ferro, como o mencionado nesse salmo. A figura de linguagem usada aqui indica a facilidade com que Cristo, o Rei, destruirá as nações. Um golpe forte com um cetro de ferro despedaçaria o vaso de barro dum oleiro, destroçando-o além de conserto.

(SALMO 2:10)
“E agora, ó reis, usai de perspicácia; Deixai-vos corrigir, ó juízes da terra.”

w04 15/7 p. 19 par. 18 “O decreto de Jeová” não pode falhar
18 Será que os governantes nacionais precisarão obrigatoriamente presenciar tal destroçamento? Não, pois o salmista os exorta com estas palavras: “Agora, ó reis, usai de perspicácia; deixai-vos corrigir, ó juízes da terra.” (Salmo 2:10) Os reis são exortados a acatar o aviso, a agir com perspicácia. Eles deveriam comparar a futilidade dos seus planos com o que o Reino de Deus fará em benefício da humanidade.

w03 1/3 pp. 12-13 pars. 18-19 ‘Seja corajoso e forte!’
Requer coragem comparecer perante um juiz ou um governante por causa de acusações falsas. Mesmo assim, quando aproveitamos destemidamente tais ocasiões para dar testemunho a essas pessoas, transformamos uma situação difícil numa oportunidade de realizar algo importante. De certo, transmitimos aos que nos julgam as palavras de Jeová, registradas no segundo Salmo: “Agora, ó reis, usai de perspicácia; deixai-vos corrigir, ó juízes da terra. Servi a Jeová com temor.” (Salmo 2:10, 11) Quando as Testemunhas de Jeová são acusadas falsamente num tribunal, muitas vezes os juízes sustentam a liberdade de adoração, e nós apreciamos isso. Alguns juízes, porém, deixam-se influenciar por opositores. A tais, as Escrituras dizem: “Deixai-vos corrigir.”
19 Os juízes deviam reconhecer que a lei superior é a de Jeová Deus. Deviam lembrar-se de que todos os humanos, inclusive os juízes, são responsáveis perante Jeová Deus e Jesus Cristo. (Romanos 14:10)

(SALMO 2:11)
“Servi a Jeová com temor E jubilai com tremor.”

w04 15/7 p. 19 par. 19 “O decreto de Jeová” não pode falhar
19 Para obter a aprovação de Deus, os reis da Terra teriam de mudar de proceder. São admoestados a ‘servir a Jeová com temor e jubilar com tremor’. (Salmo 2:11) O que aconteceria se agissem assim? Em vez de estarem em tumulto, ou em estado de agitação mental, eles se alegrariam com as perspectivas que o Rei messiânico lhes apresenta. Os governantes da Terra precisariam abandonar o orgulho e o excesso de confiança que demonstram no seu próprio domínio. Além disso, teriam de mudar sem demora e reconhecer a inigualável superioridade da soberania de Jeová, bem como o irresistível poder de Deus e do seu Rei messiânico.

(SALMO 2:12)
“Beijai ao filho, para que Ele não se ire E não pereçais [no] caminho, Pois a sua ira se acende facilmente. Felizes todos os que se refugiam nele.”

w06 15/5 p. 17 Destaques do livro primeiro dos Salmos
2:12 — De que maneira os governantes das nações podem ‘beijar o filho’? Nos tempos bíblicos, beijar era uma expressão de amizade e fidelidade, uma maneira de acolher convidados. Os reis da Terra recebem a ordem de beijar o Filho no sentido de acolhê-lo como o Rei messiânico.

w04 15/7 pp. 19-20 “O decreto de Jeová” não pode falhar
‘Beijai o filho’
20 O Salmo 2 faz então um convite misericordioso aos governantes das nações. Em vez de se ajuntarem em oposição, são aconselhados: “Beijai ao filho, para que Ele [Jeová Deus] não se ire e não pereçais no caminho, pois a sua ira se acende facilmente.” (Salmo 2:12a) O Soberano Senhor Jeová deve ser obedecido quando emite um decreto. Quando Deus pôs o seu Filho no trono, os governantes da Terra deviam ter deixado de “murmurar coisa vã”. Deviam ter reconhecido imediatamente o Rei e lhe ter prestado plena obediência.
21 Por que deviam ‘beijar o filho’? Quando se compôs esse salmo, o beijo era uma expressão de amizade e a maneira comum de cumprimentar os convidados quando chegavam a uma casa para tomar uma refeição. Beijar era também um ato de lealdade ou de fidelidade. (1 Samuel 10:1) Nesse versículo do segundo salmo, Deus manda que as nações beijem ou acolham seu Filho como Rei ungido.
22 Os que se negam a reconhecer a autoridade do Rei escolhido de Deus insultam a Jeová. Negam a soberania universal de Jeová Deus e a sua autoridade bem como a sua capacidade de escolher o Rei que melhor governaria a humanidade. Os governantes da humanidade descobrirão que a fúria de Deus lhes sobrevirá de repente, quando estiverem procurando levar avante os seus planos. “A sua ira se acende facilmente”, ou se manifesta de forma rápida e invencível. Os governantes nacionais deveriam ser gratos por esse aviso e agir em harmonia com ele. É a vida que está em jogo.
23 Esse salmo dramático conclui: “Felizes todos os que se refugiam nele [em Jeová].” (Salmo 2:12b) Ainda há tempo para pessoas obterem segurança. Isto se dá até mesmo com governantes individuais, que têm apoiado os planos das nações. Podem recorrer a Jeová, que oferece refúgio sob o governo do Reino. Mas eles têm de agir antes que o Reino messiânico esmague as nações opositoras.

(SALMO 3:CABEÇALHO)
“Uma melodia de Davi, quando fugia por causa de Absalão, seu filho.”

w11 15/5 p. 28 pars. 1-2 Confiança plena em Jeová inspira segurança
DEPOIS de já ter governado Israel por algum tempo, o Rei Davi enfrentava uma situação perigosa. O seu ardiloso filho Absalão fora declarado rei, e Davi foi obrigado a sair de Jerusalém. Além disso, ele foi traído por uma pessoa de sua confiança e, junto com alguns leais, Davi caminhava chorando, descalço, no monte das Oliveiras. Ainda mais, Simei, que pertencia a certa família na casa do Rei Saul, atirava pedras e pó em Davi e o amaldiçoava. — 2 Sam. 15:30, 31; 16:5-14.
2 Será que essas provações levariam Davi ao Seol em pesar e desonra? Não, pois ele confiava em Jeová. Isso é evidente no Salmo 3, composto por Davi a respeito de sua fuga.

(SALMO 3:1)
“Ó Jeová, por que se tornaram muitos os meus adversários? Por que se levantam muitos contra mim?”

w11 15/5 p. 28 Confiança plena em Jeová inspira segurança
Quando muitos ‘se levantam contra nós’
3 “O coração dos homens de Israel veio a [apoiar] Absalão”, disse um mensageiro. (2 Sam. 15:13) Perguntando-se como Absalão obteve tal apoio, Davi indagou: “Ó Jeová, por que se tornaram muitos os meus adversários? Por que se levantam muitos contra mim? Muitos dizem da minha alma: ‘Não há salvação para ele da parte de Deus.’” (Sal. 3:1, 2) Muitos israelitas achavam que Jeová não livraria Davi da calamidade às mãos de Absalão e seu bando.

(SALMO 3:2)
“Muitos dizem da minha alma: “Não há salvação para ele da parte de Deus.” Selá.”

w11 15/5 p. 28 Confiança plena em Jeová inspira segurança
Quando muitos ‘se levantam contra nós’
3 “O coração dos homens de Israel veio a [apoiar] Absalão”, disse um mensageiro. (2 Sam. 15:13) Perguntando-se como Absalão obteve tal apoio, Davi indagou: “Ó Jeová, por que se tornaram muitos os meus adversários? Por que se levantam muitos contra mim? Muitos dizem da minha alma: ‘Não há salvação para ele da parte de Deus.’” (Sal. 3:1, 2) Muitos israelitas achavam que Jeová não livraria Davi da calamidade às mãos de Absalão e seu bando.

w06 15/5 p. 18 Destaques do livro primeiro dos Salmos
3:2 — O que é “selá”? Esse termo é geralmente considerado como representando uma pausa para meditação silenciosa, quer apenas no canto, quer no canto e no acompanhamento musical. A pausa servia para aumentar o impacto das emoções ou dos pensamentos que acabavam de ser expressos. Durante a leitura pública dos salmos, não há necessidade de ler essa palavra em voz alta.

(SALMO 3:3)
“Contudo, tu, ó Jeová, és um escudo ao meu redor, Minha glória e Aquele que ergue a minha cabeça.”

w11 15/5 pp. 28-29 pars. 4-5 Confiança plena em Jeová inspira segurança
4 Mas Davi sentia-se seguro, pois tinha confiança absoluta em Deus. Ele cantou: “Contudo, tu, ó Jeová, és um escudo ao meu redor, minha glória e Aquele que ergue a minha cabeça.” (Sal. 3:3) Davi estava certo de que Jeová o protegeria, assim como um escudo protege um soldado. É verdade que o já não tão jovem rei fugia, de cabeça coberta, cabisbaixo e humilhado. Mas o Altíssimo transformaria em glória a condição de Davi. Jeová o habilitaria a ficar ereto, a reerguer a cabeça. Davi clamou com a certeza de que Deus o atenderia. Você tem essa confiança em Jeová?
5 Com as palavras “Aquele que ergue a minha cabeça”, Davi atribuía a Jeová a ajuda que esperava receber. A Nova Tradução na Linguagem de Hoje diz: “Tu, ó SENHOR, me proteges como um escudo. Tu me dás a vitória e renovas a minha coragem.” Sobre a frase “Aquele que ergue a minha cabeça”, certa obra de referência diz: “Quando Deus ergue . . . a ‘cabeça’ de alguém, ele infunde nessa pessoa esperança e confiança.” Derrubado do trono de Israel, Davi tinha razão para desalento. No entanto, Deus ‘ergueria a cabeça’ de Davi, o que lhe daria renovada coragem, segurança e plena confiança na ajuda divina.

it-1 pp. 383-384 Cabeça
‘Erguer a Cabeça.’ O Rei Davi, curvado em humilhação e dificuldade, recorreu a Jeová como seu Escudo e Aquele que ‘lhe ergueria a cabeça’, habilitando-o a manter novamente a cabeça erguida. (Sal 3:3; compare isso com Lu 21:28.)

(SALMO 3:4)
“Com a minha voz clamarei ao próprio Jeová E ele me responderá do seu santo monte. Selá.”

w11 15/5 p. 29 Confiança plena em Jeová inspira segurança
‘Jeová responderá!’
6 Confiando em Jeová e cheio de segurança, Davi continuou: “Com a minha voz clamarei ao próprio Jeová e ele me responderá do seu santo monte.” (Sal. 3:4) De acordo com as ordens de Davi, a arca do pacto, que simbolizava a presença de Deus, havia sido levada para o monte Sião. (Leia 2 Samuel 15:23-25.) Apropriadamente, portanto, Davi disse que a resposta à sua oração viria do monte santo de Jeová.

(SALMO 3:5)
“Quanto a mim, vou deitar-me para dormir; Hei de acordar, porque o próprio Jeová continua a sustentar-me.”

w11 15/5 p. 29 par. 7 Confiança plena em Jeová inspira segurança
7 Certo de que orar a Deus não seria em vão, Davi não sentia pavor. Em vez disso, ele cantou: “Quanto a mim, vou deitar-me para dormir; hei de acordar, porque o próprio Jeová continua a sustentar-me.” (Sal. 3:5) Mesmo à noite, quando o perigo de um ataque surpresa era maior, Davi não tinha medo de dormir. Ele tinha certeza de que acordaria, pois suas experiências anteriores o deixaram totalmente confiante de que podia contar com o infalível apoio de Deus. Podemos ter essa mesma confiança se seguirmos os “caminhos de Jeová” e nunca nos afastarmos dele. — Leia 2 Samuel 22:21, 22.

(SALMO 3:6)
“Não terei medo de dezenas de milhares do povo, Que se puseram contra mim ao [meu] redor.”

w11 15/5 p. 30 par. 9 Confiança plena em Jeová inspira segurança
9 Mesmo diante da traição de Absalão e da deslealdade de tantos outros, Davi cantou: “Não terei medo de dezenas de milhares do povo, que se puseram contra mim ao meu redor.

w11 15/5 p. 30 par. 9 Confiança plena em Jeová inspira segurança
— Sal. 3:6

(SALMO 3:7)
“Levanta-te deveras, ó Jeová! Salva-me, ó meu Deus! Porque terás de socar no queixo todos os meus inimigos. Terás de quebrar os dentes dos iníquos.”

w11 15/5 p. 30 pars. 9-10 Confiança plena em Jeová inspira segurança
Levanta-te deveras, ó Jeová! Salva-me, ó meu Deus! Porque terás de socar no queixo todos os meus inimigos. Terás de quebrar os dentes dos iníquos.” — Sal. 3:6, 7.
10 Davi não era vingativo. Se seus inimigos haviam de ser ‘socados no queixo’, Deus o faria. O Rei Davi tinha escrito uma cópia pessoal da Lei e sabia que Jeová diz ali: “Minha é a vingança e a retribuição.” (Deut. 17:14, 15, 18; 32:35) Cabia também a Deus “quebrar os dentes dos iníquos”. Quebrar os seus dentes significaria impossibilitá-los de causar dano. Jeová sabe quem são os iníquos, pois “ele vê o que o coração é”. (1 Sam. 16:7) Como somos gratos de que Deus nos dá fé e força para resistir ao principal iníquo, Satanás, que em breve será lançado no abismo como leão que ruge, mas sem dentes, merecendo apenas a destruição! — 1 Ped. 5:8, 9; Rev. 20:1, 2, 7-10.

(SALMO 3:8)
“A salvação pertence a Jeová. Tua bênção está sobre o teu povo. Selá.”

w11 15/5 p. 30 Confiança plena em Jeová inspira segurança
“A salvação pertence a Jeová”
11 Davi sabia que só Jeová poderia dar-lhe o tão necessário livramento. Mas esse salmista não pensava apenas em si. Que dizer do favorecido povo de Deus como um todo? Apropriadamente, Davi concluiu sua composição inspirada dizendo: “A salvação pertence a Jeová. Tua bênção está sobre o teu povo.” (Sal. 3:8) É verdade que Davi tinha problemas enormes, mas ele pensava nos servos de Jeová em geral e confiava que Ele os abençoaria. Não devemos nós também pensar nos nossos irmãos? Lembremo-nos deles nas nossas orações, pedindo que Jeová lhes dê seu espírito santo para que reúnam coragem e divulguem as boas novas com confiança. — Efé. 6:17-20.

(SALMO 4:1)
“Quando chamo, responde-me, ó meu Deus justo. Na aflição tens de fazer para mim um amplo espaço. Mostra-me favor e ouve a minha oração.”

w11 15/5 p. 31 par. 15 Confiança plena em Jeová inspira segurança
15 Davi reafirmou sua plena confiança em Deus e na eficácia das orações. Ele cantou: “Quando chamo, responde-me, ó meu Deus justo. Na aflição tens de fazer para mim um amplo espaço. Mostra-me favor e ouve a minha oração.” (Sal. 4:1) Podemos ter essa mesma confiança se praticarmos a justiça. Sabemos que Jeová, o “Deus justo”, abençoa seu povo íntegro. Assim, com fé no resgate de seu Filho, Jesus, podemos por meio dele orar a Jeová com confiança. (João 3:16, 36) Quanta paz isso nos dá!

(SALMO 4:2)
“Filhos de homens, até quando terá de ser a minha glória para insulto, [Enquanto] continuais a amar coisas vãs, [Enquanto] continuais a procurar uma mentira? Selá.”

w11 15/5 p. 31 par. 16 Confiança plena em Jeová inspira segurança
16 Às vezes, uma situação desanimadora pode afetar a nossa confiança. Talvez tenha sido assim temporariamente no caso de Davi, pois ele cantou: “Filhos de homens, até quando terá de ser a minha glória para insulto, enquanto continuais a amar coisas vãs, enquanto continuais a procurar uma mentira?” (Sal. 4:2) A expressão “filhos de homens” evidentemente se refere à humanidade em sentido desfavorável. Os inimigos de Davi ‘amavam coisas vãs’. A Nova Versão Internacional traduz assim: “Até quando estarão amando ilusões e buscando mentiras?” Mesmo que a conduta de outros nos desanime, prossigamos orando sinceramente com plena confiança no único Deus verdadeiro.

(SALMO 4:3)
“Portanto, ficai sabendo que Jeová certamente distinguirá aquele que lhe é leal; O próprio Jeová ouvirá quando eu o chamar.”

w11 15/5 p. 31 par. 17 Confiança plena em Jeová inspira segurança
17 A confiança de Davi em Deus é evidente nestas palavras: “Portanto, ficai sabendo que Jeová certamente distinguirá aquele que lhe é leal; o próprio Jeová ouvirá quando eu o chamar.” (Sal. 4:3) Coragem e plena confiança em Jeová são essenciais para manter a lealdade. Por exemplo, a família cristã precisa ter essas qualidades caso alguém de seu círculo familiar, não arrependido, seja desassociado. Deus honra os que são leais a ele e aos seus caminhos. Por sua vez, a lealdade e a plena confiança em Jeová promovem alegria entre seu povo. — Sal. 84:11, 12.

(SALMO 4:4)
“Ficai agitados, mas não pequeis. Falai no vosso coração, na vossa cama, e ficai quietos. Selá.”

w11 15/5 p. 31 par. 18 Confiança plena em Jeová inspira segurança
18 Que dizer se alguém diz ou faz algo que nos perturba? Não perderemos a alegria se fizermos o que Davi disse: “Ficai agitados, mas não pequeis. Falai no vosso coração, na vossa cama, e ficai quietos.” (Sal. 4:4) Se fomos vítimas de palavras ou ações maldosas, não pequemos por retaliar. (Rom. 12:17-19) Mesmo deitados na cama podemos abrir nosso coração a Deus. Orar sobre o assunto talvez nos leve a encarar a questão numa luz diferente e nos mova a perdoar por amor. (1 Ped. 4:8) É digno de nota nesse sentido o conselho do apóstolo Paulo, aparentemente baseado no Salmo 4:4: “Ficai furiosos, mas não pequeis; não se ponha o sol enquanto estais encolerizados, nem deis margem ao Diabo.” — Efé. 4:26, 27.

w06 15/5 p. 18 Destaques do livro primeiro dos Salmos
4:4. Seremos sensatos se, quando irados ou furiosos, controlarmos a língua para não dizermos algo de que nos arrependeremos depois. — Efésios 4:26.

ba p. 26 Um livro prático para a vida moderna
“Ficai agitados, mas não pequeis. Falai no vosso coração, na vossa cama, e ficai quietos.” (Salmo 4:4) Na maioria dos casos de pequenas ofensas, pode ser sensato restringir as palavras, evitando um confronto exaltado.

g97 22/11 p. 18 Como posso lidar com o favoritismo?
Porém, a Bíblia avisa: “Ficai agitados, mas não pequeis. Falai no vosso coração, na vossa cama, e ficai quietos.” (Salmo 4:4) Quando você está aborrecido ou irritado, é mais provável que diga ou faça algo de que se arrependerá depois. Lembre-se de como Caim ficou perturbado com a posição favorecida de seu irmão, Abel, perante Jeová. Deus o alertou: “Há o pecado agachado à entrada [à espreita] e tem desejo ardente de ti; e conseguirás tu dominá-lo?” (Gênesis 4:3-16) Caim não conseguiu dominar seus sentimentos, e o resultado foi desastroso.

g94 8/4 p. 18 É sempre errado irar-se?
Conceito equilibrado
O tratamento que a Bíblia dá a esse assunto não é tão simplista. Note, por exemplo, as palavras de Paulo em Efésios 4:26: “Ficai furiosos, mas não pequeis.” Esse versículo seria bastante intrigante se a ira fosse automaticamente um “pecado capital”, que merecesse punição eterna.
Paulo citou o Salmo 4:4, que reza: “Ficai agitados, mas não pequeis.” Segundo o Vine’s Expository Dictionary of Biblical Words [Dicionário Expositivo de Palavras Bíblicas, de Vine], a palavra hebraica traduzida nesse verso por “ficai agitados”, ra•gház, significa “estremecer com forte emoção”. Mas que forte emoção é essa? Seria ira? Na Septuaginta, ra•gház, no Salmo 4:4, foi vertido para o grego como “tornai-vos furiosos”, e é claramente isso que Paulo quis dizer.

g93 8/7 p. 25 É errado sonhar acordado?
Alguém o ofendeu ou provocou-lhe raiva? Note o conselho no Salmo 4:4: “Ficai agitados, mas não pequeis. Falai no vosso coração, na vossa cama, e ficai quietos.” Isso não significa repisar na mente cenas que magoaram, nem fixar-se em vívidas imagens mentais de como dar respostas incisivas para sobrepujar alguém. Afinal, Jesus advertiu que “todo aquele que continuar furioso com seu irmão terá de prestar contas”, assim como “quem se dirigir a seu irmão com uma palavra imprópria de desprezo”. (Mateus 5:22) Mas, repassar na mente as opções — o que talvez inclua simplesmente perdoar o ofensor — pode ajudá-lo a resolver as questões com ele de maneira calma e razoável.

(SALMO 4:5)
“Oferecei os sacrifícios da justiça E confiai em Jeová.”

w11 15/5 pp. 31-32 par. 19 Confiança plena em Jeová inspira segurança
19 Acentuando a necessidade de confiar em Deus, Davi cantou: “Oferecei os sacrifícios da justiça e confiai em Jeová.” (Sal. 4:5) As ofertas de sacrifício dos israelitas só valiam se fossem feitas com motivação correta. (Isa. 1:11-17) Para que os nossos sacrifícios espirituais sejam aceitáveis a Deus, nós também temos de ter a motivação correta e plena confiança nele. — Leia Provérbios 3:5, 6; Hebreus 13:15, 16.

w06 15/5 p. 18 Destaques do livro primeiro dos Salmos
4:5. Nossos sacrifícios espirituais só serão “sacrifícios da justiça” se forem feitos com a motivação correta e se a nossa conduta estiver de acordo com os requisitos de Jeová.

(SALMO 4:6)
“Há muitos que dizem: “Quem nos mostrará o que é bom?” Levanta sobre nós a luz da tua face, ó Jeová.”

w11 15/5 p. 32 par. 20 Confiança plena em Jeová inspira segurança
20 Davi prosseguiu: “Há muitos que dizem: ‘Quem nos mostrará o que é bom?’ Levanta sobre nós a luz da tua face, ó Jeová.” (Sal. 4:6) ‘A luz da face de Jeová’ significa favor divino. (Sal. 89:15) Assim, quando Davi orou “levanta sobre nós a luz da tua face”, ele quis dizer ‘mostra-nos favor’. Por confiarmos em Jeová, temos o seu favor e grande alegria, ao fazermos destemidamente a sua vontade.

it-2 p. 727 Luz, I
“Levanta sobre nós a luz da tua face” é uma expressão que significa ‘mostra-nos favor’. (Sal 4:6)

(SALMO 4:7)
“Certamente me darás alegria no coração, Maior do que no tempo em que abundavam seu cereal e seu vinho novo.”

w11 15/5 p. 32 par. 21 Confiança plena em Jeová inspira segurança
21 Aguardando as alegrias que Deus lhe daria, bem maiores do que as alegrias do período de uma colheita, Davi cantou a Jeová: “Certamente me darás alegria no coração, maior do que no tempo em que abundavam seu cereal e seu vinho novo.” (Sal. 4:7) Com certeza sentiremos uma profunda alegria se participarmos plenamente na atual colheita espiritual. (Luc. 10:2) Com a ‘nação populosa’ de ungidos na vanguarda, nós nos alegramos com o contínuo aumento de ‘trabalhadores na colheita’. (Isa. 9:3) Você tem uma participação realmente satisfatória nessa alegre colheita?

(SALMO 4:8)
“Vou tanto deitar-me como dormir em paz, Pois somente tu, ó Jeová, me fazes morar em segurança.”

w11 15/5 p. 32 Confiança plena em Jeová inspira segurança
Prossiga com plena confiança em Deus
22 Davi concluiu esse salmo dizendo: “Vou tanto deitar-me como dormir em paz, pois somente tu, ó Jeová, me fazes morar em segurança.” (Sal. 4:8) Quando os israelitas obedeciam à Lei de Jeová, eles tinham paz com Deus e segurança. Por exemplo, durante o reinado de Salomão, ‘Judá e Israel moravam em segurança’. (1 Reis 4:25) Os que confiavam em Deus tinham paz até mesmo quando nações vizinhas eram hostis. Como Davi, temos um sono tranquilo, pois Deus nos faz sentir seguros.
23 Prossigamos confiantemente no serviço de Jeová. Vamos também orar com fé e, assim, sentir “a paz de Deus, que excede todo pensamento”. (Fil. 4:6, 7) Quanta alegria isso nos dá! E certamente podemos encarar o futuro com segurança, se sempre tivermos plena confiança em Jeová.

w91 1/3 p. 17 par. 11 Que “a paz de Deus” guarde o seu coração
Mesmo quando irromperam hostilidades com países vizinhos, os israelitas fiéis ainda desfrutavam da paz que realmente importava, a paz com Deus. Assim, o Rei Davi, um renomado guerreiro, escreveu: “Vou tanto deitar-me como dormir em paz, pois somente tu, ó Jeová, me fazes morar em segurança.” — Salmo 4:8.

(SALMO 5:5)
“Nenhuns jactanciosos podem tomar posição diante dos teus olhos. Odeias deveras a todos os que praticam o que é prejudicial;”

it-2 p. 253 Grande multidão
Às vezes usa-se na Bíblia a posição de alguém ‘estar em pé’ para indicar uma posição favorecida ou aprovada aos olhos daquele em cuja presença a pessoa ou o grupo está em pé. (Sal 1:5; 5:5; Pr 22:29, Tr; Lu 1:19)

(SALMO 5:12)
“Pois tu mesmo abençoarás ao justo, ó Jeová; Tu os cercarás de aprovação como que com um escudo grande.”

it-1 p. 190 Armas, armadura
O “escudo grande” (hebr.: tsin•náh) era carregado pela infantaria fortemente armada (2Cr 14:8) e às vezes por um escudeiro. (1Sa 17:7, 41) Era oval, ou retangular como uma porta. Pelo que parece, um similar “grande escudo” é indicado em Efésios 6:16 pela palavra grega thy•re•ós (de thý•ra, que significa “porta”). O tsin•náh era bastante grande para cobrir o corpo inteiro. (Sal 5:12) Ocasionalmente era usado para estabelecer uma sólida frente de combate com lanças estendidas. O escudo grande é às vezes mencionado junto com a lança como forma de referência a armas em geral. — 1Cr 12:8, 34; 2Cr 11:12.

(SALMO 6:CABEÇALHO)
“Ao regente, em instrumentos de cordas, na oitava inferior. Uma melodia de Davi.”

it-1 pp. 76-77 Alamote
Em 1 Crônicas 15:21, no versículo que segue a citação acima, outra expressão musical é transliterada, a saber, shemi•níth, referindo-se a “harpas afinadas segundo Seminite”. Nos cabeçalhos dos Salmos 6 e 12, esta palavra é traduzida por “oitava inferior”. Embora os dois termos, Alamote e Seminite, não necessariamente sejam opostos em sentido, alguns peritos acham que se contrastam entre si. O conteúdo dos respectivos salmos também parece indicar isso: Ambos os salmos (6 e 12), que contêm shemi•níth nos seus cabeçalhos, são um tanto plangentes, portanto, viriam acompanhados por uma escala mais sombria, mais baixa; ao passo que o Salmo 46, que contém ‛ala•móhth no seu cabeçalho, é alegre e razoavelmente teria acompanhamento ou seria cantado numa escala mais elevada. — Veja HARPA; MÚSICA.

(SALMO 7:CABEÇALHO)
“Endecha de Davi, cantada por ele a Jeová referente às palavras de Cus, o benjaminita.”

it-1 p. 628 Cus
3. O cabeçalho do Salmo 7 declara que este salmo é “referente às palavras de Cus, o benjaminita”. Não se faz outra menção desta pessoa. Se o salmo se referir ao período inicial da história de Davi, a referência talvez seja a um opositor de Davi na corte de Saul; se se referir a um período posterior, o nome talvez tenha sido usado para se referir enigmaticamente a Simei, o benjaminita, que amaldiçoou a Davi. — 2Sa 16:5-8.

(SALMO 7:8)
“O próprio Jeová sentenciará os povos. Julga-me, ó Jeová, segundo a minha justiça E segundo a minha integridade que há em mim.”

w08 15/12 p. 6 par. 13 Por que manter a integridade?
Davi disse de modo similar: “O próprio Jeová sentenciará os povos. Julga-me, ó Jeová, segundo a minha justiça e segundo a minha integridade que há em mim. . . . E Deus, como justo, prova o coração e os rins.” (Sal. 7:8, 9) Sabemos que Deus pode olhar bem no íntimo de uma pessoa, o simbólico ‘coração e rins’. Mas temos de ter em mente o que Deus procura. Como disse Davi, Jeová nos julga segundo a nossa integridade.

(SALMO 7:9)
“Por favor, tenha fim a maldade dos iníquos, E seja o justo firmado por ti; E Deus, como justo, prova o coração e os rins.”

w08 15/12 p. 6 par. 13 Por que manter a integridade?
Davi disse de modo similar: “O próprio Jeová sentenciará os povos. Julga-me, ó Jeová, segundo a minha justiça e segundo a minha integridade que há em mim. . . . E Deus, como justo, prova o coração e os rins.” (Sal. 7:8, 9) Sabemos que Deus pode olhar bem no íntimo de uma pessoa, o simbólico ‘coração e rins’. Mas temos de ter em mente o que Deus procura. Como disse Davi, Jeová nos julga segundo a nossa integridade.

(SALMO 7:12)
“Se alguém não retornar, Ele afiará a sua espada, Certamente retesará o seu arco e o preparará [para atirar].”

it-1 p. 189 Armas, armadura
A expressão ‘retesar ou entesar o arco’ (literalmente: ‘pisar o arco’) refere-se a colocar a corda no arco. (Sal 7:12; 37:14; Je 50:14, 29) Isto podia ser feito por se colocar firmemente o pé sobre o meio do arco; ou uma extremidade do arco, com a corda já presa, podia ser segurada no chão com o pé, ao passo que a outra extremidade era arqueada para receber a ponta livre da corda.

(SALMO 8:CABEÇALHO)
“Ao regente, segundo Gitite. Uma melodia de Davi.”

it-2 p. 638 Lagar
A expressão “segundo Gitite” (traduzido “lagares” na Septuaginta grega e na Vulgata latina) que aparece no cabeçalho de três Salmos (8, 81, 84), pode indicar que se tratava de canções da vindima.

(SALMO 8:2)
“Da boca de crianças e de bebês fundaste a força, Por causa dos que te são hostis, Para fazer desistir o inimigo e aquele que se vinga.”

cf cap. 10 p. 101 par. 8 “Está escrito”
Alguns meninos ficaram impressionados e começaram a louvá-lo. Os líderes religiosos, indignados, perguntaram a Jesus se ele estava ouvindo o que as crianças diziam. Ele respondeu: “Sim. Nunca lestes o seguinte: ‘Da boca de pequeninos e de crianças de peito forneceste louvor’?” (Mateus 21:16; Salmo 8:2) Jesus queria que aqueles homens soubessem que a Palavra de Deus apoiava o que estava acontecendo naquela ocasião.

(SALMO 8:3)
“Quando vejo os teus céus, trabalhos dos teus dedos, A lua e as estrelas que preparaste,”

w00 1/3 pp. 9-10 par. 4 Jeová, o vigoroso em poder
Séculos antes, o salmista Davi, que como pastor deve ter olhado freqüentemente para o céu noturno, percebeu a grandiosidade do Universo e o poderio do seu Criador. Ele escreveu: “Quando vejo os teus céus, trabalhos dos teus dedos, a lua e as estrelas que preparaste, que é o homem mortal para que te lembres dele, e o filho do homem terreno para que tomes conta dele?” (Salmo 8:3, 4) Apesar de seu conhecimento limitado dos corpos celestes, Davi entendia que ele era muito insignificante em comparação com o Criador de nosso vasto Universo. Atualmente, os astrônomos sabem muito mais sobre a imensidade do Universo e do poder que o sustenta. Por exemplo, eles nos dizem que cada segundo o Sol emite uma energia equivalente à explosão de 100.000 milhões de megatons de TNT. Uma pequeníssima fração desta energia chega à Terra; no entanto, isso é o bastante para sustentar toda a vida no nosso planeta. Ainda assim, nosso Sol de modo algum é a estrela mais poderosa nos céus. Algumas estrelas irradiam em apenas um segundo a energia que o Sol leva todo um dia para irradiar. Imagine então o poder à disposição Daquele que criou esses corpos celestes!

g92 22/3 p. 11 Lições aprendidas do universo
A Insignificância do Homem
A lição mais simples que o Universo nos ensina é a mais óbvia — uma que o orgulhoso homem medieval empenhou-se em desconsiderar, mas que os poetas bíblicos humildemente reconheceram milênios atrás — a insignificância do homem.
Recentes descobertas reforçam a avaliação realística do Rei Davi: “Quando vejo os teus céus, trabalhos dos teus dedos, a lua e as estrelas que preparaste, que é o homem mortal para que te lembres dele, e o filho do homem terreno para que tomes conta dele?” — Salmo 8:3, 4.

it-1 pp. 678-679 Dedo da mão
Figuradamente, fala-se de Deus como realizando obras com “o(s) dedo(s)”, tais como escrever os Dez Mandamentos em tábuas de pedra (Êx 31:18; De 9:10), fazer milagres (Êx 8:18, 19) e criar os céus (Sal 8:3). Que os “dedos” de Deus, empregados na atividade criativa, referem-se ao seu espírito santo, ou força ativa, é indicado no relato de Gênesis sobre a criação, onde se diz que a força ativa de Deus (rú•ahh, “espírito”) movia-se sobre a superfície das águas. (Gên 1:2) Todavia, as Escrituras Gregas Cristãs fornecem a chave para o entendimento correto desse uso simbólico, pois o relato de Mateus explica que Jesus expulsava demônios por meio do ‘espírito santo de Deus’ e Lucas nos informa de que isso se dava por meio do “dedo de Deus”. — Mt 12:28; Lu 11:20.

(SALMO 8:4)
“Que é o homem mortal para que te lembres dele, E o filho do homem terreno para que tomes conta dele?”

w00 1/3 pp. 9-10 par. 4 Jeová, o vigoroso em poder
Séculos antes, o salmista Davi, que como pastor deve ter olhado freqüentemente para o céu noturno, percebeu a grandiosidade do Universo e o poderio do seu Criador. Ele escreveu: “Quando vejo os teus céus, trabalhos dos teus dedos, a lua e as estrelas que preparaste, que é o homem mortal para que te lembres dele, e o filho do homem terreno para que tomes conta dele?” (Salmo 8:3, 4) Apesar de seu conhecimento limitado dos corpos celestes, Davi entendia que ele era muito insignificante em comparação com o Criador de nosso vasto Universo. Atualmente, os astrônomos sabem muito mais sobre a imensidade do Universo e do poder que o sustenta. Por exemplo, eles nos dizem que cada segundo o Sol emite uma energia equivalente à explosão de 100.000 milhões de megatons de TNT. Uma pequeníssima fração desta energia chega à Terra; no entanto, isso é o bastante para sustentar toda a vida no nosso planeta. Ainda assim, nosso Sol de modo algum é a estrela mais poderosa nos céus. Algumas estrelas irradiam em apenas um segundo a energia que o Sol leva todo um dia para irradiar. Imagine então o poder à disposição Daquele que criou esses corpos celestes!

g92 22/3 p. 11 Lições aprendidas do universo
A Insignificância do Homem
A lição mais simples que o Universo nos ensina é a mais óbvia — uma que o orgulhoso homem medieval empenhou-se em desconsiderar, mas que os poetas bíblicos humildemente reconheceram milênios atrás — a insignificância do homem.
Recentes descobertas reforçam a avaliação realística do Rei Davi: “Quando vejo os teus céus, trabalhos dos teus dedos, a lua e as estrelas que preparaste, que é o homem mortal para que te lembres dele, e o filho do homem terreno para que tomes conta dele?” — Salmo 8:3, 4.

it-2 p. 138 Filho do homem
De modo que não materializara simplesmente um corpo humano, assim como anjos anteriormente fizeram; não era uma encarnação, mas era realmente ‘filho da humanidade’ através da sua mãe humana. — Compare isso com 1Jo 4:2, 3; 2Jo 7; veja CARNE.
Por este motivo, o apóstolo Paulo podia aplicar o Salmo 8 como profético de Jesus Cristo. Paulo, na sua carta aos hebreus ( 2:5-9), cita os versículos que rezam: “Que é o homem mortal [ʼenóhsh] para que te lembres dele, e o filho do homem terreno [ben-ʼa•dhám] para que tomes conta dele? Também passaste a fazê-lo um pouco menor que os semelhantes a Deus [“um pouco menor que os anjos”, em Hebreus 2:7], e então o coroaste de glória e de esplendor. Tu o fazes dominar sobre os trabalhos das tuas mãos; puseste tudo debaixo de seus pés.” (Sal 8:4-6; compare isso com Sal 144:3.) Paulo mostra que, para cumprir este salmo profético, Jesus, de fato, foi feito “um pouco menor que os anjos”, tornando-se realmente um mortal “filho do homem terreno”, para que pudesse morrer como tal e assim “provasse a morte por todo homem”, sendo depois coroado de glória e esplendor pelo seu Pai, que o ressuscitou. — He 2:8, 9; compare isso com He 2:14; Fil 2:5-9.

(SALMO 8:5)
“Também passaste a fazê-lo um pouco menor que os semelhantes a Deus, E então o coroaste de glória e de esplendor.”

it-1 pp. 689-690 Deus
No Salmo 8:5, os anjos também são chamados de ʼelo•hím, segundo é confirmado pela citação desta passagem por Paulo, em Hebreus 2:6-8. São chamados de benéh ha•ʼElo•hím, “filhos de Deus” (Al); “filhos do verdadeiro Deus” (NM), em Gênesis 6:2, 4; Jó 1:6; 2:1. O Lexicon in Veteris Testamenti Libros (Léxico dos Livros do Velho Testamento), de Koehler e Baumgartner (1958), página 134, diz: “seres divinos, deuses (individuais)”. E a página 51 diz: “os singulares deuses”, e menciona Gênesis 6:2; Jó 1:6; 2:1; 38:7. Por isso, no Salmo 8:5, ʼelo•hím é vertido por “anjos” (LXX); “semelhantes a Deus” (NM).

it-2 p. 138 Filho do homem
De modo que não materializara simplesmente um corpo humano, assim como anjos anteriormente fizeram; não era uma encarnação, mas era realmente ‘filho da humanidade’ através da sua mãe humana. — Compare isso com 1Jo 4:2, 3; 2Jo 7; veja CARNE.
Por este motivo, o apóstolo Paulo podia aplicar o Salmo 8 como profético de Jesus Cristo. Paulo, na sua carta aos hebreus ( 2:5-9), cita os versículos que rezam: “Que é o homem mortal [ʼenóhsh] para que te lembres dele, e o filho do homem terreno [ben-ʼa•dhám] para que tomes conta dele? Também passaste a fazê-lo um pouco menor que os semelhantes a Deus [“um pouco menor que os anjos”, em Hebreus 2:7], e então o coroaste de glória e de esplendor. Tu o fazes dominar sobre os trabalhos das tuas mãos; puseste tudo debaixo de seus pés.” (Sal 8:4-6; compare isso com Sal 144:3.) Paulo mostra que, para cumprir este salmo profético, Jesus, de fato, foi feito “um pouco menor que os anjos”, tornando-se realmente um mortal “filho do homem terreno”, para que pudesse morrer como tal e assim “provasse a morte por todo homem”, sendo depois coroado de glória e esplendor pelo seu Pai, que o ressuscitou. — He 2:8, 9; compare isso com He 2:14; Fil 2:5-9.

(SALMO 8:6)
“Tu o fazes dominar sobre os trabalhos das tuas mãos; Puseste tudo debaixo de seus pés:”

it-2 p. 138 Filho do homem
De modo que não materializara simplesmente um corpo humano, assim como anjos anteriormente fizeram; não era uma encarnação, mas era realmente ‘filho da humanidade’ através da sua mãe humana. — Compare isso com 1Jo 4:2, 3; 2Jo 7; veja CARNE.
Por este motivo, o apóstolo Paulo podia aplicar o Salmo 8 como profético de Jesus Cristo. Paulo, na sua carta aos hebreus ( 2:5-9), cita os versículos que rezam: “Que é o homem mortal [ʼenóhsh] para que te lembres dele, e o filho do homem terreno [ben-ʼa•dhám] para que tomes conta dele? Também passaste a fazê-lo um pouco menor que os semelhantes a Deus [“um pouco menor que os anjos”, em Hebreus 2:7], e então o coroaste de glória e de esplendor. Tu o fazes dominar sobre os trabalhos das tuas mãos; puseste tudo debaixo de seus pés.” (Sal 8:4-6; compare isso com Sal 144:3.) Paulo mostra que, para cumprir este salmo profético, Jesus, de fato, foi feito “um pouco menor que os anjos”, tornando-se realmente um mortal “filho do homem terreno”, para que pudesse morrer como tal e assim “provasse a morte por todo homem”, sendo depois coroado de glória e esplendor pelo seu Pai, que o ressuscitou. — He 2:8, 9; compare isso com He 2:14; Fil 2:5-9.

(SALMO 9:1)
“Vou elogiar-te de todo o meu coração, ó Jeová; Vou declarar todas as tuas obras maravilhosas.”

w01 15/4 pp. 7-8 pars. 22-23 Note Aquele que faz coisas maravilhosas!
No entanto, ele certamente não queria dizer que ficaria calado quanto a essas obras grandiosas. Davi provou isso por sua determinação expressa no Salmo 9:1: “Vou elogiar-te de todo o meu coração, ó Jeová; vou declarar todas as tuas obras maravilhosas.”
23 Não devíamos sentir-nos igualmente comovidos? Não nos devíamos sentir maravilhados diante das obras grandiosas de Deus e induzidos a falar dele, e do que ele fez e ainda fará? A resposta é óbvia — devemos ‘declarar entre as nações a sua glória, entre todos os povos as suas obras maravilhosas’. (Salmo 96:3-5) Deveras, podemos manifestar nosso humilde apreço pelas obras maravilhosas de Deus por transmitir a outros o que aprendemos sobre ele. Mesmo que estes tenham sido criados numa sociedade que rejeita o Criador, nossas expressões positivas e informativas podem induzi-los a reconhecer a Deus. Além disso, pode induzi-los a querer aprender algo sobre ele e servir Àquele que ‘criou todas as coisas’, Aquele

(SALMO 9:12)
“Pois, ao estar buscando derramamento de sangue, certamente se lembrará daqueles mesmos; Decerto não se esquecerá do clamor dos atribulados.”

w06 15/5 p. 18 Destaques do livro primeiro dos Salmos
9:12. Jeová ‘busca’ derramamento de sangue a fim de punir os culpados, mas lembra-se “do clamor dos atribulados”.

(SALMO 9:16)
“Jeová é conhecido pelos julgamentos que executou. O iníquo foi enlaçado pela atividade das suas próprias mãos. Higaiom. Selá.”

it-2 p. 330 Higaiom
Higaiom
Transliteração da expressão hebraica hig•ga•yóhn, entendida pelos lexicógrafos como indicando um termo técnico de orientação musical. (Sal 9:16) À base do contexto, nas suas ocorrências no texto hebraico, tem sido traduzida diversamente como “expressão suave”, “meditação”, “pensamentos”, “melodia”, “música suave”, “música ressonante” e “sussurros”. (Sal 19:14; 92:3; La 3:62, BLH, IBB, Mo, NM, Ro) No Salmo 9:16, Higaiom pode significar quer um interlúdio solene e de tom grave de harpa, quer uma pausa solene, que induz à meditação.

(SALMO 10:2)
“O iníquo, na sua altivez, persegue encarniçadamente ao atribulado; São pegados pelas idéias que inventaram.”

w95 1/1 p. 29 Como determinar se é fraqueza ou iniqüidade, e se há arrependimento
Desprezo altivo por Jeová
Outras coisas que caracterizam a pessoa iníqua são delineadas no Salmo 10. Lemos nesse salmo: “O iníquo, na sua altivez, persegue encarniçadamente ao atribulado; . . . desrespeitou a Jeová.” (Salmo 10:2, 3) Como devemos encarar um cristão dedicado que é altivo e desrespeita a Jeová? Essas certamente são características do modo de pensar iníquo. A pessoa que peca devido à fraqueza, uma vez que se dê conta de seu pecado ou que se lhe traga isso à atenção, irá se arrepender e se empenhará com afinco para mudar seu proceder na vida. (2 Coríntios 7:10, 11) Por outro lado, se alguém peca devido a um profundo desrespeito por Jeová, o que o impedirá de voltar vez após vez ao proceder pecaminoso? Se ele é altivo apesar de ser aconselhado num espírito de brandura, como pode ter a humildade necessária para se arrepender de forma genuína?

(SALMO 10:3)
“Pois o iníquo se louvou por causa do desejo egoísta da sua alma, E o que lucra indevidamente se abençoou; Desrespeitou a Jeová.”

w95 1/1 p. 29 Como determinar se é fraqueza ou iniqüidade, e se há arrependimento
Desprezo altivo por Jeová
Outras coisas que caracterizam a pessoa iníqua são delineadas no Salmo 10. Lemos nesse salmo: “O iníquo, na sua altivez, persegue encarniçadamente ao atribulado; . . . desrespeitou a Jeová.” (Salmo 10:2, 3) Como devemos encarar um cristão dedicado que é altivo e desrespeita a Jeová? Essas certamente são características do modo de pensar iníquo. A pessoa que peca devido à fraqueza, uma vez que se dê conta de seu pecado ou que se lhe traga isso à atenção, irá se arrepender e se empenhará com afinco para mudar seu proceder na vida. (2 Coríntios 7:10, 11) Por outro lado, se alguém peca devido a um profundo desrespeito por Jeová, o que o impedirá de voltar vez após vez ao proceder pecaminoso? Se ele é altivo apesar de ser aconselhado num espírito de brandura, como pode ter a humildade necessária para se arrepender de forma genuína?

(SALMO 10:11)
“Ele disse no seu coração: “Deus se esqueceu. Escondeu a sua face. Certamente nunca [o] verá.””

w07 15/5 p. 20 “Teus planos ficarão firmemente estabelecidos”
Como já mencionado, o coração é traiçoeiro e pode produzir raciocínios falsos. Por exemplo, o coração da pessoa que comete um pecado talvez procure justificativas. Em vez de largar o proceder pecaminoso, ela talvez raciocine que Deus é amoroso, bondoso, misericordioso e perdoador. Tal pessoa diz no seu coração: “Deus se esqueceu. Escondeu a sua face. Certamente nunca o verá.” (Salmo 10:11) Mas é impróprio e perigoso abusar da misericórdia de Deus.

(SALMO 10:13)
“Por que é que o iníquo desrespeitou a Deus? Ele disse no seu coração: “Não exigirás prestação de contas.””

w95 1/1 pp. 29-30 Como determinar se é fraqueza ou iniqüidade, e se há arrependimento
Considere agora as palavras de Davi um pouco à frente no mesmo salmo: “Por que é que o iníquo desrespeitou a Deus? Ele disse no seu coração: ‘Não exigirás prestação de contas.’” (Salmo 10:13) No âmbito da congregação cristã, a pessoa iníqua sabe a diferença entre o certo e o errado, mas não hesita em fazer o que é errado se acha que pode escapar impune. Contanto que não haja perigo de ser exposta, ela se entrega de vez às suas inclinações pecaminosas. Diferente de Davi, se seus pecados são revelados, ela trama para evitar a disciplina. Tal pessoa demonstra grande desrespeito para com Jeová. “Não há pavor de Deus diante dos seus olhos. . . . Não rejeita o que é mau.” — Salmo 36:1, 4.

(SALMO 10:14)
“Pois tu mesmo viste desgraça e vexame. Estás olhando para pegá-los na tua mão. A ti [se] entrega o desafortunado, o menino órfão de pai. Tu mesmo te tornaste [seu] ajudador.”

yp2 cap. 35 p. 289 Como posso me tornar amigo de Deus?
Depois de sofrer uma tragédia pessoal, Jeremy passou a entender o valor de ter amizade com Deus. “Quando eu tinha 12 anos, meu pai abandonou a família”, explica ele. “Certa noite eu estava orando na cama, suplicando a Jeová que fizesse meu pai voltar.”
Desesperado, Jeremy começou a ler a Bíblia. Quando encontrou por acaso o Salmo 10:14, ele ficou muito emocionado. Esse salmo diz a respeito de Jeová: “A ti se entrega o desafortunado, o menino órfão de pai. Tu mesmo te tornaste seu ajudador.” Jeremy diz: “Senti que Jeová estava falando comigo, mostrando que ele era meu ajudador, meu Pai. Que pai melhor do que ele eu poderia ter?”

(SALMO 10:15)
“Quebra o braço do iníquo e do mau. Que tu sondes a sua iniqüidade [até] nada mais achares.”

it-1 p. 377 Braço
Quebrar o braço representa destroçar o poder duma pessoa. (Jó 38:15; Sal 10:15; Je 48:25)

LEITURA DA BÍBLIA: (4 MIN OU MENOS) SAL 8:1–9:10


Salmo 8:1-9:10 Tradução do Novo Mundo
8 Ó Jeová, nosso Senhor, como é majestoso o teu nome em toda a terra;
Puseste o teu esplendor até mesmo acima dos céus!
2 Da boca de crianças e de bebês estabeleceste a força
Por causa dos teus adversários,
Para silenciar o inimigo e o vingador.
3 Quando vejo os teus céus, obra dos teus dedos,
A lua e as estrelas que formaste,
4 O que é o homem mortal, para que te lembres dele,
E o filho do homem, para que cuides dele?
5 Tu o fizeste um pouco menor que os seres divinos,
E o coroaste de glória e esplendor.
6 Deste-lhe domínio sobre as obras das tuas mãos;
Puseste tudo debaixo dos seus pés:
7 Todas as ovelhas, os cabritos e os bois,
E também os animais selvagens,
8 As aves do céu e os peixes do mar,
Tudo o que percorre os caminhos dos mares.
9 Ó Jeová, nosso Senhor, como é majestoso o teu nome em toda a terra!
Ao regente; sobre mute-labém. Salmo de Davi.
א [álefe]
9 Vou louvar-te de todo o meu coração, ó Jeová;
Vou relatar todas as tuas obras maravilhosas.
2 Vou alegrar-me e exultar em ti;
Vou cantar louvores ao teu nome, ó Altíssimo.
ב [bete]
3 Quando os meus inimigos recuarem,
Tropeçarão e morrerão diante de ti.
4 Pois tu defendes a minha causa justa;
Sentas no teu trono, julgando com justiça.
ג [guímel]
5 Censuraste nações e destruíste os maus
Apagando para todo o sempre o nome deles.
6 Os inimigos sofreram destruição eterna;
Desarraigaste as cidades deles,
E toda lembrança deles desaparecerá.
ה [hê]
7 Mas Jeová está no seu trono para sempre;
Ele estabeleceu firmemente o seu trono para fazer justiça.
8 Ele julgará a terra habitada com retidão;
Pronunciará sentenças justas para as nações.
ו [vau]
9 Jeová se tornará um refúgio seguro para os oprimidos,
Um refúgio seguro em tempos de aflição.
10 Os que conhecem o teu nome confiarão em ti;
Nunca abandonarás os que te buscam, ó Jeová.

FAÇA SEU MELHOR NO MINISTÉRIO


Primeira visita: (2 min ou menos) wp16.3 capa — Leia um texto da Bíblia num dispositivo eletrônico.


Revisita: (4 min ou menos) wp16.3 capa — Use o recurso de busca do JW Library para encontrar um texto bíblico que responda a uma pergunta que o morador fez.


Estudo bíblico: (6 min ou menos) bh 12 §§ 12-13 — Incentive seu estudante a baixar o JW Library no dispositivo eletrônico dele.


Qual é a verdade sobre Deus?
12, 13. (a) Por que temos boas qualidades, como o amor, e de que forma o amor influi no modo como encaramos o que acontece no mundo? (b) Por que se pode ter certeza de que Deus realmente vai agir para solucionar os problemas do mundo?
12 Como podemos ter certeza de que Deus odeia ver o sofrimento? Veja mais uma prova. A Bíblia ensina que o homem foi feito à imagem de Deus. (Gênesis 1:26) De modo que nós temos boas qualidades porque Deus as tem. Por exemplo, você se aflige com o sofrimento de pessoas inocentes? Se você se importa com essas injustiças, esteja certo de que Deus se importa muito mais.
13 Uma das melhores coisas a respeito dos seres humanos é a capacidade de amar. Isso é também um reflexo de Deus. A Bíblia ensina que “Deus é amor”. (1 João 4:8) Nós amamos porque Deus ama. Será que o amor moveria você a acabar com o sofrimento e as injustiças no mundo? Se tivesse o poder para fazer isso, você o faria? Certamente que sim! Você pode ter certeza de que Deus da mesma forma acabará com o sofrimento e as injustiças. As promessas mencionadas no prefácio deste livro não são meros sonhos ou esperanças vazias. As promessas de Deus se cumprirão com certeza! Mas, para ter fé nessas promessas, você precisa saber mais a respeito do Deus que fez tais promessas.

NOSSA VIDA CRISTÃ


Respeite a casa de Jeová: (5 min) Consideração com a assistência. Mostre o vídeo Torne-se Amigo de Jeová — Respeite a Casa de Jeová. (Acesse ENSINOS BÍBLICOS > CRIANÇAS.) Depois convide algumas crianças ao palco e faça algumas perguntas sobre o vídeo.


O nome divino nas Escrituras Hebraicas: (10 min) Discurso com base no Apêndice A4 da Tradução do Novo Mundo revisada.


A4 O nome divino nas Escrituras Hebraicas
O nome divino, representado pelas consoantes hebraicas יהוה, ocorre quase 7 mil vezes nas Escrituras Hebraicas. Nesta tradução, essas quatro letras, chamadas de Tetragrama, são vertidas como “Jeová”. Esse é de longe o nome que mais aparece na Bíblia. Embora os escritores inspirados se refiram a Deus usando muitos títulos e termos descritivos, como “Todo-Poderoso”, “Altíssimo” e “Senhor”, o Tetragrama é o único nome pessoal usado por eles para identificar a Deus.
O próprio Jeová Deus orientou os escritores da Bíblia a usarem seu nome. Por exemplo, ele inspirou o profeta Joel a escrever: “Todo aquele que invocar o nome de Jeová será salvo.” (Joel 2:32) Deus também inspirou um salmista a escrever: “Que as pessoas saibam que tu, cujo nome é Jeová, somente tu és o Altíssimo sobre toda a terra.” (Salmo 83:18) Só nos Salmos — um livro de escritos poéticos que eram cantados e recitados pelo povo de Deus —, o nome divino ocorre cerca de 700 vezes. Então, por que o nome de Deus não aparece em muitas traduções da Bíblia? Por que esta tradução usa a forma “Jeová”? E o que significa o nome divino, Jeová?
Por que o nome de Deus não aparece em muitas traduções da Bíblia? Por várias razões. Alguns acham que o Deus Todo-Poderoso não precisa de um nome específico para identificá-lo. Outros provavelmente foram influenciados pela tradição judaica de evitar usar o nome de Deus por medo de profaná-lo. Ainda outros acreditam que, como ninguém pode saber com certeza a pronúncia exata do nome de Deus, é melhor usar um título, como “Senhor” ou “Deus”. No entanto, esses argumentos não têm base sólida pelos seguintes motivos:
• Os que afirmam que o Deus Todo-Poderoso não precisa de um nome específico desconsideram o fato de que existem cópias antigas de Sua Palavra que trazem o nome pessoal de Deus; algumas dessas cópias são datadas de antes da época de Cristo. Conforme já mencionado, Deus inspirou os escritores de sua Palavra a incluir nela seu nome cerca de 7 mil vezes. Fica claro que ele quer que conheçamos e usemos o seu nome.
• Os tradutores que removem o nome de Deus por respeito à tradição judaica se esquecem de um fato muito importante: embora alguns escribas judeus tenham se recusado a pronunciar o nome de Deus, eles não o removeram de suas cópias da Bíblia. Nos rolos antigos descobertos em Qumran, perto do mar Morto, o nome de Deus ocorre muitas vezes. Alguns tradutores da Bíblia dão uma indicação de onde o nome divino aparecia no texto original colocando em seu lugar o título “SENHOR”, em letras maiúsculas. Mas a questão é: Se esses tradutores reconhecem que o nome ocorre milhares de vezes nos textos originais, o que os faz pensar que podem substituir ou remover da Bíblia o nome de Deus? Quem eles acham que lhes deu autoridade para fazer essas alterações? Somente eles podem responder a essas perguntas.
• Os que afirmam que o nome divino não deve ser usado porque não se sabe a pronúncia exata, não se importam em usar o nome Jesus. No entanto, os discípulos de Jesus no primeiro século pronunciavam o nome dele de uma forma bem diferente do modo como a maioria dos cristãos o pronuncia hoje. Entre os cristãos judeus, o nome de Jesus provavelmente era pronunciado Yeshúa‛, e o título “Cristo” era pronunciado Mashíahh, isto é, “Messias”. Os cristãos que falavam grego o chamavam de Iesoús Khristós; e os cristãos que falavam latim, Iésus Chrístus. Sob inspiração, foi registrada na Bíblia a tradução grega desse nome. Isso indica que os cristãos do primeiro século faziam o que era razoável: usavam a forma do nome mais comum em seu idioma. De modo similar, a Comissão da Tradução do Novo Mundo da Bíblia considera razoável usar a forma “Jeová”, mesmo que ela não tenha exatamente a mesma pronúncia que o nome divino tinha no hebraico antigo.
Por que a Tradução do Novo Mundo usa a forma “Jeová”? Em português, as quatro letras do Tetragrama (יהוה) são representadas pelas consoantes YHWH. O Tetragrama não tinha vogais, assim como todas as palavras escritas no hebraico antigo. Na época em que o hebraico antigo era o idioma do dia a dia, era fácil os leitores saberem que vogais deviam ser usadas.
Cerca de mil anos após as Escrituras Hebraicas terem sido completadas, eruditos judeus desenvolveram um sistema de sinais ou pontos que indicavam as vogais que deveriam ser usadas na leitura do idioma hebraico. Mas, naquela época, muitos judeus tinham a ideia supersticiosa de que era errado falar em voz alta o nome de Deus e por isso pronunciavam outras expressões em seu lugar. Assim, ao copiarem o Tetragrama, parece que eles combinavam as vogais dessas expressões com as quatro consoantes que representam o nome divino. É por esse motivo que os manuscritos com esses sinais vocálicos não ajudam a determinar como o nome de Deus era originalmente pronunciado em hebraico. Alguns acham que era pronunciado “Iavé” ou “Javé”, enquanto outros sugerem outras possibilidades. Um Rolo do Mar Morto que contém um trecho, em grego, de Levítico translitera o nome divino como Iao. Além dessa forma, antigos escritores gregos também sugerem a pronúncia Iae, Iabé e Iaoué. Mas não há motivos para sermos dogmáticos. Simplesmente não sabemos como os servos de Deus no passado pronunciavam esse nome em hebraico. (Gênesis 13:4; Êxodo 3:15) O que sabemos é o seguinte: Deus usou seu nome muitas vezes ao se comunicar com seus servos, eles também o usavam ao se dirigir a ele e esse nome era usado sem restrição quando eles conversavam com outros. — Êxodo 6:2; 1 Reis 8:23; Salmo 99:9.
Então, por que esta tradução usa a forma “Jeová” do nome divino? Porque essa forma tem uma longa história em português.
A primeira Bíblia em português, a versão Almeida, empregou milhares de vezes o nome de Deus na forma “JEHOVAH”, como pode ser visto na edição de 1693, reimpressa em 1870. A comissão tradutora da Versão Brasileira (1917) também decidiu usar a forma “Jehovah”, e na sua edição de 2010 a grafia foi atualizada para “Jeová”. A nota de rodapé de Êxodo 6:3 na tradução Matos Soares (oitava edição) declara: “O texto hebreu diz: ‘O meu nome Javé ou Jeová.’”
Formas similares do nome divino também são encontradas em outros idiomas. Por exemplo, a primeira ocorrência, em inglês, do nome pessoal de Deus em uma Bíblia foi em 1530, na tradução do Pentateuco de William Tyndale. Ele usou a forma “Iehouah”. Com o tempo, o idioma sofreu mudanças, e a grafia do nome divino foi modernizada.
Em sua obra Studies in the Psalms (Estudos dos Salmos), publicada em 1911, o respeitado erudito bíblico Joseph Bryant Rotherham usou o nome “Jehovah” em vez de “Yahweh”. Explicando o motivo, ele disse que queria empregar uma “forma do nome que fosse mais conhecida (e perfeitamente aceitável) aos leitores da Bíblia em geral”. Em sua obra Apostilas aos Dicionários Portugueses, de 1906, o filólogo e lexicógrafo português Gonçalves Viana declarou: “A forma Jeová, porém, já está tão usual, que seria pedantismo empregar Iavé, ou Iaué, a não ser em livros de pura filologia semítica ou de exegese bíblica.”
O que significa o nome Jeová? O nome Jeová, em hebraico, é derivado de um verbo que significa “vir a ser; tornar-se”. Muitos eruditos acreditam que esse nome reflete a forma causativa desse verbo hebraico. Assim, a Comissão da Tradução do Novo Mundo da Bíblia entende que o nome de Deus significa “Ele faz com que venha a ser”. Visto que a opinião dos eruditos varia, não podemos ser dogmáticos sobre esse significado. No entanto, essa definição reflete bem o papel de Jeová como o Criador de todas as coisas e o Cumpridor do seu propósito. Ele não só fez com que o Universo e as criaturas inteligentes existissem, mas, com o desenrolar dos acontecimentos, ele também continua fazendo com que a sua vontade e o seu propósito se realizem.
Portanto, o significado do nome Jeová não se limita ao sentido transmitido pelo verbo relacionado encontrado em Êxodo 3:14, que diz: “Eu Me Tornarei O Que Eu Decidir Me Tornar”, ou “Eu Mostrarei Ser O Que Eu Mostrar Ser”. Essas palavras não descrevem o pleno sentido do nome de Deus. Na verdade, elas revelam apenas um aspecto da personalidade dele: o de se tornar o que for necessário, em cada circunstância, para cumprir seu propósito. Então, embora o nome Jeová inclua essa ideia, não está limitado ao que ele decide se tornar. O nome Jeová inclui também a ideia de que ele causa, ou faz acontecer, o que ele decidir em relação à sua criação e ao cumprimento de seu propósito.

ESTUDO BÍBLICO DE CONGREGAÇÃO: (30 MIN) IA CAP. 15 §§ 1-14 E O QUADRO “PERGUNTAS SOBRE ESTER” NO CAPÍTULO 16


CAPÍTULO QUINZE
Ela defendeu o povo de Deus

parágrafo 2 Gên. 21:12 Então Deus disse a Abraão: “Não se aflija com o que Sara lhe diz sobre o rapaz e sobre a sua escrava. Escute o que ela diz, pois o que será chamado sua descendência virá por meio de Isaque.
Lit.: “a voz dela”.
Lit.: “sua semente”.
parágrafo 2 Ester 4:11 “Todos os servos do rei e o povo das províncias do rei sabem que, se algum homem ou mulher se apresentar ao rei no pátio interno sem ter sido convocado, há uma só lei que se aplica: a pessoa deve ser morta. Ela só continuará viva se o rei lhe estender o cetro de ouro. E já faz 30 dias que não sou convocada à presença do rei.”
parágrafo 2 Ester 5:1 No terceiro dia, Ester vestiu seus trajes reais, foi ao pátio interno da casa do rei e ficou esperando em frente à casa do rei. O rei estava na casa real, sentado no seu trono real, de frente para a entrada.
Ou: “do palácio”.
parágrafo 4 Ester 2:5-7 Havia na fortaleza de Susã um judeu chamado Mordecai, filho de Jair, filho de Simei, filho de Quis, benjaminita. 6 Ele tinha sido exilado de Jerusalém junto com o povo que foi deportado com Jeconias, rei de Judá, o qual foi levado para o exílio por Nabucodonosor, rei de Babilônia. 7 Ele criou Hadassa, isto é, Ester, filha do seu tio paterno, porque ela não tinha nem pai nem mãe. Ela era uma moça bonita e atraente, e Mordecai a havia adotado como filha depois que o pai e a mãe dela morreram.
Ou: “na cidadela; no palácio”.
Ou: “Susa”.
Chamado de Joaquim em 2 Reis 24:8.
Ou: “era o tutor de”.
Que significa “murta”.
parágrafo 4 Ester 2:15 Quando chegou a sua vez de se apresentar ao rei, Ester — filha de Abiail, tio de Mordecai, que a tinha tomado como filha — não solicitou nada além do que foi recomendado por Hegai, eunuco do rei e responsável pelas mulheres. (Durante todo aquele tempo, Ester ganhava o favor de todos os que a viam.)
parágrafo 5 Lev. 26:44, 45 Mas, apesar de tudo isso, enquanto estiverem na terra dos seus inimigos, nunca os rejeitarei completamente nem os repelirei a ponto de exterminá-los, porque isso violaria meu pacto com eles, pois eu sou Jeová, o Deus deles. 45 Em benefício deles, vou me lembrar do pacto com os seus antepassados, que tirei da terra do Egito sob os olhares das nações, para ser o Deus deles. Eu sou Jeová.’”
parágrafo 6 Ester 2:19 Quando virgens foram trazidas pela segunda vez, Mordecai estava sentado no portão do rei.
Ou: “moças”.
parágrafo 6 Ester 2:21 Naquele tempo, quando Mordecai se sentava no portão do rei, Bigtã e Teres, dois oficiais da corte do rei, porteiros, ficaram furiosos e planejaram matar o rei Assuero.
Lit.: “deitar mão no”.
parágrafo 6 Ester 3:3 Então os servos do rei que estavam no portão do rei perguntaram a Mordecai: “Por que você não obedece à ordem do rei?”
Pro. 31:30 O encanto talvez seja falso, e a beleza talvez seja passageira, Mas a mulher que teme a Jeová receberá elogios.
Ou: “vazia”.
parágrafo 8 Ester 2:7 Ele criou Hadassa, isto é, Ester, filha do seu tio paterno, porque ela não tinha nem pai nem mãe. Ela era uma moça bonita e atraente, e Mordecai a havia adotado como filha depois que o pai e a mãe dela morreram.
Ou: “era o tutor de”.
Que significa “murta”.
parágrafo 8 Pro. 11:22 Como uma argola de ouro no focinho de um porco É a mulher bonita que despreza o bom senso.
parágrafo 9 Ester 2:8 Quando a ordem do rei e o seu decreto foram proclamados, e muitas moças foram trazidas à fortaleza de Susã e deixadas aos cuidados de Hegai, Ester também foi levada à casa do rei e ficou aos cuidados de Hegai, o responsável pelas mulheres.
Ou: “à cidadela; ao palácio”.
Ou: “Susa”.
Ou: “ao palácio”.
parágrafo 10 Ester 2:8 Quando a ordem do rei e o seu decreto foram proclamados, e muitas moças foram trazidas à fortaleza de Susã e deixadas aos cuidados de Hegai, Ester também foi levada à casa do rei e ficou aos cuidados de Hegai, o responsável pelas mulheres.
Ou: “à cidadela; ao palácio”.
Ou: “Susa”.
Ou: “ao palácio”.
parágrafo 10 Ester 2:12 Antes de chegar a sua vez de se apresentar ao rei Assuero, toda moça recebia o tratamento de 12 meses prescrito para as mulheres. E o tratamento de beleza que elas tinham de fazer era o seguinte: seis meses com óleo de mirra e seis meses com óleo de bálsamo e outros óleos para tratamento de beleza.
Ou: “as massagens”.
Ou: “e com massagens das mulheres”.
parágrafo 11 Ester 2:11 Todos os dias Mordecai passava em frente ao pátio da casa das mulheres para saber como Ester estava e o que acontecia com ela.
Ou: “pátio do harém”.
parágrafo 12 Ester 2:9 A moça agradou a Hegai e ganhou o seu favor, e ele logo providenciou que ela recebesse tratamentos de beleza e alimentação especial, e designou-lhe sete das melhores criadas da casa do rei. Além disso, transferiu tanto a ela como as criadas para o melhor lugar na casa das mulheres.
Ou: “amor leal”.
Ou: “massagens”.
Ou: “no harém”.
parágrafo 12 Ester 2:15 Quando chegou a sua vez de se apresentar ao rei, Ester — filha de Abiail, tio de Mordecai, que a tinha tomado como filha — não solicitou nada além do que foi recomendado por Hegai, eunuco do rei e responsável pelas mulheres. (Durante todo aquele tempo, Ester ganhava o favor de todos os que a viam.)
parágrafo 13 Ester 2:10 Ester não falou nada sobre seu povo e seus parentes, pois Mordecai lhe havia ordenado que não comentasse isso com ninguém.
parágrafo 14 Pro. 27:11 Seja sábio, meu filho, e alegre meu coração, Para que eu possa dar uma resposta àquele que me desafia.
Ou: “me escarnece; zomba de mim”.

parágrafo 2 Muitos acreditam que Assuero era Xerxes I, o governante do Império Persa no começo do quinto século AEC.
parágrafo 9 Veja o quadro “Perguntas sobre Ester”, no Capítulo 16.

Perguntas sobre Ester
Por que Mordecai permitiu que Ester se casasse com um pagão?
Alguns eruditos alegam que Mordecai era um oportunista que desejava que Ester se casasse com o rei para obter prestígio. Mas não há base para essa ideia. Sendo um judeu fiel, ele não apoiaria um casamento desse tipo. (Deut. 7:3) Segundo a antiga tradição judaica, Mordecai tentou impedir o casamento. Parece improvável que ele e Ester, que eram apenas estrangeiros numa terra governada por um autocrata considerado um deus, tivessem alguma escolha nesse assunto. Com o tempo, ficou claro que Jeová usou o casamento de Ester para proteger Seu povo. — Ester 4:14.
Por que o livro de Ester não menciona o nome de Deus?
Tudo indica que foi Mordecai quem escreveu o livro sob inspiração divina. De início, o livro talvez tenha ficado guardado com os registros oficiais persas antes de ser levado a Jerusalém. O uso do nome Jeová poderia ter motivado os adoradores dos deuses persas a destruir o livro. De qualquer modo, o envolvimento de Jeová nessa história é claro. É digno de nota que o nome de Deus aparece no texto hebraico original, mas em acrósticos, cuja fraseologia parece ter sido organizada propositalmente de tal forma que as primeiras ou as últimas letras de palavras sucessivas formam o nome de Deus. — Ester 1:20, nota.
Falta exatidão histórica no livro de Ester?
É isso o que os críticos afirmam. No entanto, alguns eruditos observaram que o escritor do livro tinha um conhecimento bem detalhado da realeza, da arquitetura e dos costumes persas. É verdade que o nome da Rainha Ester não aparece em documentos seculares que sobreviveram, mas com certeza Ester não foi a única pessoa da realeza cujo nome não consta em registros públicos. Além disso, os registros seculares mostram que um homem chamado Mardukâ, equivalente persa ao nome Mordecai, serviu como alto funcionário da corte em Susã na época descrita no livro.

Recapitulação da reunião e visão geral da próxima semana (3 min)


Clique na imagem para Baixar informações completas em arquivos digitais para Computador desktop, Laptop, Tablet, celular e Smartphone

Baixar informações para o estúdio pessoal para Computador desktop, Laptop, Tablet, celular e Smartphone

Baixar informações para o estúdio pessoal para Computador desktop, Laptop, Tablet, celular e Smartphone


PESQUISAR CONTEÚDO

Custom Search

ADD THIS