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JÓ 38-42 | Tesouros da Palavra de Deus: semana de 2-8 de maio

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NOSSA VIDA E MINISTÉRIO CRISTÃO — TEXTOS BÍBLICOS E REFERÊNCIAS

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TESOUROS DA PALAVRA DE DEUS | JÓ 38-42


“ORAR POR OUTROS AGRADA A JEOVÁ”: (10 MIN)


Jó 42:7, 8 — Jeová disse que Jó deveria orar por Elifaz, Bildade e Zofar. (w13 15/6 21 § 17; w98 1/5 30 §§ 3-6)


Jeová disse que Jó deveria orar por Elifaz, Bildade e Zofar
Jó 42:7-10
o Jeová disse a Elifaz, Bildade e Zofar que fossem até Jó e oferecessem um sacrifício queimado.
o Jeová disse que Jó deveria orar a favor deles.
o Depois que Jó orou por eles, foi abençoado.
Jó foi muito abençoado por sua fé e perseverança
Jó 42:10-17
o Jeová acabou com a provação de Jó, dando-lhe novamente boa saúde.
o Os amigos e familiares deram a Jó verdadeiro consolo por causa de tudo o que ele tinha sofrido.
o Jeová abençoou Jó dando a ele o dobro de tudo o que ele tinha perdido.
o Jó e sua esposa tiveram mais dez filhos.
o Jó viveu mais 140 anos e viu nascer quatro gerações da sua família.
Tenha apreço pela lealdade e perdão de Jeová
17. O que pode nos ajudar se um de nossos irmãos nos magoou?
17 É claro que nem sempre é fácil perdoar. Pelo visto, até mesmo alguns cristãos ungidos do primeiro século achavam difícil resolver suas diferenças. (Fil. 4:2) Se um de nossos irmãos nos magoou, o que pode nos ajudar? Considere o caso de Jó. Ele ficou muito magoado quando seus “amigos” — Elifaz, Bildade e Zofar — o acusaram sem base. (Jó 10:1; 19:2) Por fim, Jeová reprovou aqueles falsos acusadores e os orientou a procurar Jó e apresentar uma oferta por seus pecados. (Jó 42:7-9) Mas Jeová exigiu que Jó também fizesse algo. O quê? Ele ordenou que Jó orasse a favor dos que o haviam acusado. Jó fez o que Jeová pediu, e Jeová o abençoou por sua disposição de perdoar. (Leia Jó 42:10, 12, 16, 17.) O que aprendemos disso? Uma oração sincera em favor de alguém que nos ofendeu pode nos ajudar a não guardar ressentimento.

Jó 42:10 — Depois que Jó orou pelos seus três companheiros, Jeová lhe deu novamente boa saúde. (w98 1/5 31 § 3)


Jó 42:10 Tradução do Novo Mundo
10 Depois de Jó ter orado pelos seus amigos, Jeová acabou com a tribulação de Jó e restaurou a sua prosperidade. Jeová lhe deu o dobro de tudo o que ele tinha antes.
w98 1/5 p. 31 A integridade de Jó foi recompensada
Lições para nós
Jó deu um notável exemplo aos atuais servos de Deus. Ele era “inculpe e reto”, homem a quem Jeová se orgulhava de chamar “meu servo”. (Jó 1:8; 42:7, 8) No entanto, isso não significa que Jó fosse perfeito. Em certo ponto, durante suas provações, presumiu erroneamente que Deus lhe causava a calamidade. Ele até mesmo criticou o modo de Deus lidar com os humanos. (Jó 27:2; 30:20, 21) E ele declarou a sua própria justiça, em vez de a de Deus. (Jó 32:2) Mas Jó negou-se a dar as costas ao Criador, e aceitou humildemente a correção da parte de Deus. “Falei, mas não estava entendendo”, admitiu ele. “Faço uma retratação e deveras me arrependo em pó e cinzas.” — Jó 42:3, 6.
Quando nós sofremos provações, talvez também pensemos, falemos ou atuemos dum modo não apropriado. (Note Eclesiastes 7:7.) Não obstante, se tivermos profundo amor a Deus, não nos rebelaremos contra ele, nem ficaremos amargurados por ele permitir que soframos dificuldades. Antes, manteremos nossa integridade e assim, por fim, obteremos ricas bênçãos. O salmista disse a respeito de Jeová: “Com alguém leal agirás com lealdade.” — Salmo 18:25.
Antes de se restabelecer a saúde de Jó, Jeová exigiu que ele orasse a favor dos que haviam transgredido contra ele. Que belo exemplo para nós! Jeová exige que perdoemos aos que pecam contra nós antes de nossos próprios pecados poderem ser perdoados. (Mateus 6:12; Efésios 4:32) Se não estivermos dispostos a perdoar a outros quando há uma base sólida para isso, será que temos motivos para esperar que Jeová seja misericordioso conosco? — Mateus 18:21-35.
Todos nós nos confrontamos de vez em quando com provações. (2 Timóteo 3:12) No entanto, assim como Jó, podemos manter a integridade. Por fazermos isso, receberemos uma rica recompensa. Tiago escreveu: “Eis que proclamamos felizes os que perseveraram. Ouvistes falar da perseverança de Jó e vistes o resultado que Jeová deu, que Jeová é mui terno em afeição e é misericordioso.” — Tiago 5:11.

Jó 42:10-17 — Jó foi muito abençoado por Jeová por causa de sua fé e perseverança. (w94 15/11 20 §§ 19-20)
ENCONTRE JOIAS ESPIRITUAIS: (8 MIN)


Jó 42:10-17 Tradução do Novo Mundo
10 Depois de Jó ter orado pelos seus amigos, Jeová acabou com a tribulação de Jó e restaurou a sua prosperidade. Jeová lhe deu o dobro de tudo o que ele tinha antes. 11 Todos os seus irmãos e suas irmãs, e todos os seus antigos amigos foram visitá-lo e tomaram uma refeição com ele na sua casa. Eles se compadeceram dele e o consolaram por causa de toda a calamidade que Jeová tinha deixado vir sobre ele. Cada um lhe deu uma peça de dinheiro e uma argola de ouro.
12 Assim, Jeová abençoou a última parte da vida de Jó mais do que a primeira, e Jó veio a ter 14.000 ovelhas, 6.000 camelos, 1.000 juntas de bois e 1.000 jumentas. 13 Ele também teve mais sete filhos e mais três filhas. 14 Ele chamou a primeira filha de Jemima, a segunda de Quezia, e a terceira de Querém-Hapuque. 15 Em todo o país não havia mulheres tão lindas como as filhas de Jó; e o pai delas lhes deu uma herança junto com os seus irmãos.
16 Depois disso, Jó viveu 140 anos, e viu seus filhos e seus netos, até a quarta geração. 17 Por fim, Jó morreu, depois de uma vida longa e satisfatória.
w94 15/11 p. 20 A recompensa de Jó é motivo de esperança
As recompensas prometidas dão-nos esperança
19 Assim que Jó deixou de se preocupar com os seus sofrimentos e foi reanimado no serviço de Jeová Deus, este mudou a situação dele. Depois de Jó orar pelo trio, Deus “fez recuar a condição cativa dele” e deu-lhe ‘em dobro tudo o que fora dele’. Jeová mostrou Sua superioridade sobre Satanás, o Diabo, por fazer recuar a mão deste, causadora de doenças, e por curar milagrosamente a Jó. Deus repeliu também as hordas demoníacas e as manteve à distância por novamente proteger a Jó com o Seu acampamento angélico. — Jó 42:10; Salmo 34:7.
20 Os irmãos e as irmãs de Jó, e seus antigos conhecidos, vinham um após outro para comer com ele, para compadecer-se dele e para consolá-lo pela calamidade que Jeová permitira que lhe sobreviesse. Cada um deles deu a Jó dinheiro e uma argola de ouro. Jeová abençoou o fim posterior de Jó mais do que seu princípio, de modo que veio a ter 14.000 ovelhas, 6.000 camelos, 1.000 juntas de gado vacum e 1.000 jumentas. Jó passou a ter também sete filhos e três filhas, o mesmo número que antes. Suas filhas — Jemima, Quezia e Querém-Hapuque — eram as mulheres mais bonitas no país, e Jó deu-lhes uma herança entre os irmãos delas. (Jó 42:11-15) Além disso, Jó viveu mais 140 anos e chegou a ver quatro gerações de seus descendentes. O relato conclui: “Por fim morreu Jó, velho e saciado de dias.” (Jó 42:16, 17) O prolongamento da sua vida foi obra miraculosa de Jeová Deus.

Jó 38:4-7 — Quem são as “estrelas da manhã”, e o que sabemos sobre elas? (bh 97 § 3; w06 15/1 3 § 2)


Jó 38:4-7 Tradução do Novo Mundo
4 Onde você estava quando lancei os alicerces da terra?
Responda-me, se você acha que tem entendimento.
5 Quem estabeleceu as medidas dela, caso você saiba,
Ou quem estendeu sobre ela uma corda de medir?
6 Em que se encaixaram as suas bases,
Ou quem assentou a sua pedra angular,
7 Quando as estrelas da manhã juntas gritavam de alegria
E todos os filhos de Deus davam gritos de louvor?
Criaturas espirituais — como nos afetam?
3. O que Jó 38:4-7 diz a respeito dos anjos?
3 A Palavra de Deus, a Bíblia, diz que, quando a Terra foi criada, “todos os filhos de Deus davam gritos de louvor”. (Jó 38:4-7) Portanto, os anjos já existiam muito antes da criação dos humanos, até mesmo antes da criação da Terra. Esse texto bíblico mostra também que os anjos têm sentimentos, pois diz que ‘juntos gritavam de alegria’. Note que “todos os filhos de Deus” se alegraram juntos. Naquele tempo, todos os anjos pertenciam a uma família unida que servia a Jeová.
Anjos — sua identidade
De acordo com a Bíblia, os anjos são espíritos, assim como o próprio Deus é um Espírito. (Salmo 104:4; João 4:24) A quantidade de anjos é grande, chegando a milhões. (Revelação [Apocalipse] 5:11) Todos eles são “poderosos em poder”. (Salmo 103:20) Embora sejam como os humanos na questão de terem personalidade e livre-arbítrio, os anjos não começaram a vida como humanos. Na realidade, Deus os criou antes mesmo do surgimento da humanidade — antes até da criação do planeta Terra. Quando Deus ‘fundou a Terra’, diz a Bíblia, “as estrelas da manhã [anjos] juntas gritavam de júbilo, e todos os filhos de Deus começaram a bradar em aplauso”. (Jó 38:4, 7) Visto serem criação divina, os anjos são chamados de filhos de Deus.

Jó 42:3-5 — Como podemos ver a Deus, assim como Jó viu? (w15 15/10 8 §§ 16-17)


Jó 42:3-5 Tradução do Novo Mundo
3 Tu disseste: ‘Quem é este que está obscurecendo os meus propósitos sem ter conhecimento?’
É verdade, eu falei sem entendimento
Sobre coisas maravilhosas demais para mim, que eu não conheço.
4 Tu disseste: ‘Ouça, por favor, e eu falarei.
Eu lhe farei perguntas, e você me informará.’
5 Ouvi falar a teu respeito,
Mas agora te vejo com os meus próprios olhos.
Consegue ver a mão de Deus em sua vida?
16. Assim como Jó, o que podemos fazer para ver a Deus?
16 Jó ficou tão distraído com seus próprios problemas que deixou de ver as coisas do ponto de vista de Deus. (Jó 42:3-6) Assim como ele, talvez precisemos nos esforçar mais para ver a Deus. Como podemos fazer isso? Precisamos usar a Bíblia para meditar nas nossas circunstâncias. À medida que formos percebendo o apoio de Jeová, ele se tornará mais real para nós. Então poderemos dizer assim como Jó: “Ouvi falar a teu respeito, mas agora te vejo com os meus próprios olhos.”
17, 18. (a) Como você pode ver a mão de Jeová na sua vida? (b) Conte uma experiência que mostre como Deus está nos ajudando hoje.
17 Como podemos ver a mão de Jeová? Veja alguns exemplos. Quando pensa em como aprendeu a verdade, você sente que Jeová estava por trás disso? Já assistiu a uma reunião em que ouviu um discurso e disse: “Era exatamente disso que eu precisava”? Já teve a sensação de que sua oração foi respondida? Caso tenha decidido expandir seu ministério, ficou impressionado ao ver como Jeová o ajudou a alcançar esse objetivo? Deixou o emprego por motivos bíblicos e daí viu como é verdadeira a promessa de Deus: “Nunca o abandonarei”? (Heb. 13:5) Por nos manter espiritualmente alertas, podemos discernir como Jeová nos ajudou de muitas maneiras.

O que a leitura da semana me ensinou sobre Jeová?


Que pontos da leitura posso usar no ministério?


JÓ 38-42 | SUGESTÕES PARA SEUS COMENTÁRIOS PESSOAIS


(JÓ 38:1)
“E Jeová passou a responder a Jó de dentro do vendaval e a dizer:”

w01 15/4 p. 4 par. 10 Note Aquele que faz coisas maravilhosas!
10 O capítulo 38 começa dizendo: “Jeová passou a responder a Jó de dentro do vendaval e a dizer: ‘Quem é este que está obscurecendo o conselho por meio de palavras sem conhecimento? Por favor, cinge os teus lombos como um varão vigoroso e deixa-me perguntar-te, e faze-me saber.’ ” (Jó 38:1-3) Isto marcou o tom do que se seguiria. Ajudou Jó a ajustar seu modo de pensar com a realidade, de que ele estava diante do Criador do Universo e que era responsável a ele. É também algo bom para nós e nossos contemporâneos fazermos.

(JÓ 38:2)
““Quem é este que está obscurecendo o conselho Por meio de palavras sem conhecimento?”

w01 15/4 p. 4 par. 10 Note Aquele que faz coisas maravilhosas!
10 O capítulo 38 começa dizendo: “Jeová passou a responder a Jó de dentro do vendaval e a dizer: ‘Quem é este que está obscurecendo o conselho por meio de palavras sem conhecimento? Por favor, cinge os teus lombos como um varão vigoroso e deixa-me perguntar-te, e faze-me saber.’ ” (Jó 38:1-3) Isto marcou o tom do que se seguiria. Ajudou Jó a ajustar seu modo de pensar com a realidade, de que ele estava diante do Criador do Universo e que era responsável a ele. É também algo bom para nós e nossos contemporâneos fazermos.

(JÓ 38:3)
“Por favor, cinge os teus lombos como um varão vigoroso E deixa-me perguntar-te, e faze-me saber.”

w01 15/4 p. 4 par. 10 Note Aquele que faz coisas maravilhosas!
10 O capítulo 38 começa dizendo: “Jeová passou a responder a Jó de dentro do vendaval e a dizer: ‘Quem é este que está obscurecendo o conselho por meio de palavras sem conhecimento? Por favor, cinge os teus lombos como um varão vigoroso e deixa-me perguntar-te, e faze-me saber.’ ” (Jó 38:1-3) Isto marcou o tom do que se seguiria. Ajudou Jó a ajustar seu modo de pensar com a realidade, de que ele estava diante do Criador do Universo e que era responsável a ele. É também algo bom para nós e nossos contemporâneos fazermos.

(JÓ 38:4)
“Onde vieste a estar quando fundei a terra? Informa-me, se deveras conheces a compreensão.”

w01 15/4 p. 5 pars. 10-11 Note Aquele que faz coisas maravilhosas!
— Jó 38:4-6.
11 Onde estava Jó — e qualquer um de nós — quando a Terra veio a existir? Fomos nós os arquitetos que projetamos a Terra e que, à base deste projeto, determinamos as dimensões dela como que com uma régua? Deveras, não fomos nós! Os humanos nem mesmo existiam.

w01 15/4 pp. 4-5 par. 10 Note Aquele que faz coisas maravilhosas!
“Onde vieste a estar quando fundei a terra? Informa-me, se deveras conheces a compreensão. Quem lhe pôs as medidas, caso tu o saibas, ou quem estendeu sobre ela o cordel de medir?

it-1 p. 86 Alicerce
Jeová, o Magistral Construtor, ao responder a Jó, de dentro do vendaval, comparou a terra literal a uma construção. (Jó 38:4-7) Embora a terra esteja suspensa sobre o nada, ela possui, por assim dizer, alicerces duráveis que não serão abalados, pois as leis imutáveis que governam o universo a sustentam firmemente em seu lugar, e o propósito de Deus para com a terra permanece imutável. (Jó 26:7; 38:33; Sal 104:5; Mal 3:6) Por outro lado, a injustiça e a desobediência à lei de Deus, com efeito, derrubam os alicerces que dão estabilidade ao solo, fazendo com que vacilem os alicerces da terra figurativa (o povo e seus sistemas estabelecidos). — Sal 82; 11:3; Pr 29:4.
O lançamento do alicerce da terra não deve ser confundido com “a fundação [gr.: ka•ta•bo•lés] do mundo”. As palavras de Jesus, em Lucas 11:48-51, evidenciam que Abel viveu por ocasião da fundação do mundo, a qual se refere à humanidade. Os alicerces do planeta Terra haviam sido lançados muito antes disso. — Veja ABEL N.° 1; MUNDO.

(JÓ 38:5)
“Quem lhe pôs as medidas, caso tu o saibas, Ou quem estendeu sobre ela o cordel de medir?”

w01 15/4 pp. 4-5 par. 10 Note Aquele que faz coisas maravilhosas!
“Onde vieste a estar quando fundei a terra? Informa-me, se deveras conheces a compreensão. Quem lhe pôs as medidas, caso tu o saibas, ou quem estendeu sobre ela o cordel de medir?

w01 15/4 p. 5 pars. 10-11 Note Aquele que faz coisas maravilhosas!
— Jó 38:4-6.
11 Onde estava Jó — e qualquer um de nós — quando a Terra veio a existir? Fomos nós os arquitetos que projetamos a Terra e que, à base deste projeto, determinamos as dimensões dela como que com uma régua? Deveras, não fomos nós! Os humanos nem mesmo existiam.

(JÓ 38:6)
“Em que se fundaram seus pedestais de encaixe Ou quem lançou a sua pedra angular,”

w01 15/4 p. 5 par. 10 Note Aquele que faz coisas maravilhosas!
Em que se fundaram seus pedestais de encaixe ou quem lançou a sua pedra angular?” — Jó 38:4-6.

w01 15/4 p. 5 pars. 11-14 Note Aquele que faz coisas maravilhosas!
Como se a Terra fosse um prédio, Deus perguntou: “Quem lançou a sua pedra angular?” Sabemos que a Terra se encontra na distância exatamente certa do nosso Sol para podermos viver e prosperar. E ela tem também o tamanho certo. Se a Terra fosse muito maior, o hidrogênio não escaparia de nossa atmosfera e nosso planeta seria inóspito para a vida. É evidente que alguém “lançou a sua pedra angular” no lugar certo. Caberia a Jó o crédito por isso? Ou a um de nós? Ou a Jeová Deus? — Provérbios 3:19; Jeremias 10:12.
Que homem tem as respostas?
12 Deus perguntou também: “Em que se fundaram seus pedestais de encaixe?” Não é uma boa pergunta? Nós provavelmente estamos familiarizados com um termo que Jó não conhecia — gravidade. A maioria de nós entende que a força da gravidade da enorme massa do Sol mantém nossa Terra no seu lugar, a bem dizer, mantém fundados os seus pedestais de encaixe. Ainda assim, quem entende plenamente a gravidade?
13 Um livro publicado recentemente, The Universe Explained (O Universo Explicado), admite que ‘a gravidade é a mais conhecida, porém a menos entendida das forças naturais’. Acrescenta: “A força gravitacional parece cruzar o espaço vazio instantaneamente, sem nenhum meio óbvio para fazer isso. Em anos recentes, porém, os físicos começaram a especular que a gravidade talvez trafegue em ondas compostas de partículas chamadas de grávitons . . . Mas ninguém tem certeza absoluta de sua existência.” Imagine o que isso significa.
14 A ciência progrediu por 3.000 anos desde que Jeová fez estas perguntas a Jó. Ainda assim, nem nós, nem físicos peritos podem explicar plenamente a gravidade, que mantém nossa Terra na órbita correta, a posição exata que deve ter para podermos usufruir a vida aqui. (Jó 26:7; Isaías 45:18) Isto não significa que devemos empenhar-nos num estudo profundo dos mistérios da gravidade. Antes, dar atenção até mesmo a esse único aspecto das obras maravilhosas de Deus devia influenciar nosso conceito dele. Tem você admiração reverente da sabedoria e do conhecimento dele, e percebe por que devemos aprender mais sobre a sua vontade?

(JÓ 38:7)
“Quando as estrelas da manhã juntas gritavam de júbilo E todos os filhos de Deus começaram a bradar em aplauso?”

bh cap. 10 p. 97 par. 3 Criaturas espirituais — como nos afetam?
3 A Palavra de Deus, a Bíblia, diz que, quando a Terra foi criada, “todos os filhos de Deus começaram a bradar em aplauso”. (Jó 38:4-7) Portanto, os anjos já existiam muito antes da criação dos humanos, até mesmo antes da criação da Terra. Esse texto bíblico mostra também que os anjos têm sentimentos, pois diz que ‘juntos gritavam de júbilo’. Note que “todos os filhos de Deus” se alegraram juntos. Naquele tempo, todos os anjos pertenciam a uma família unida que servia a Jeová.

g99 22/6 p. 10 Feito com um grandioso objetivo
Assim, Deus também perguntou a Jó a respeito da Terra: “Quem lançou a sua pedra angular, quando [anjos] . . . gritavam de júbilo e todos os filhos de Deus começaram a bradar em aplauso?” — Jó 38:6, 7.
Por que os anjos se alegraram tanto com a fundação da Terra? Porque evidentemente sabiam que a Terra era algo especial entre as criações materiais de Deus. Talvez Deus até mesmo lhes tenha dado uma idéia de seu propósito glorioso com relação à Terra.

(JÓ 38:8)
“E [quem] bloqueou com portas o mar, Que começou a sair quando irrompeu da madre;”

w05 15/11 p. 13 As maravilhas da criação engrandecem a Jeová
O mar é como uma criancinha em relação a Deus, que simbolicamente o cobre com roupas. Ele “começou a sair quando irrompeu da madre”. Deus confina o mar como que com trancas e portas lacradas, e as marés são reguladas pelas atrações lunares e solares.

w01 15/4 pp. 5-6 pars. 15-18 Note Aquele que faz coisas maravilhosas!
15 O Criador continuou a sua interrogação: “Quem bloqueou com portas o mar, que começou a sair quando irrompeu da madre; quando lhe pus a nuvem por vestimenta e as densas trevas como suas faixas, e passei a fragmentar meu regulamento sobre ele e a pôr-lhe tranca e portas, e prossegui, dizendo: ‘Até aqui podes chegar, e não mais adiante; e aqui se limitam as tuas vagas orgulhosas’?” — Jó 38:8-11.
16 O bloqueio do mar envolve os continentes, os oceanos e as marés. Por quanto tempo os tem observado e estudado o homem? Por milhares de anos, e bem intensamente no último século. Poderia imaginar que a maior parte do que se pode saber sobre eles já deve ter sido resolvida. Mas, neste ano de 2001, se você investigar este tópico em grandes bibliotecas ou usar o amplo poder de pesquisa da Internet para encontrar os fatos mais recentes, o que vai encontrar?
17 Numa amplamente aceita obra de referência poderia encontrar esta admissão: “A distribuição das plataformas continentais e das bacias oceânicas sobre a superfície do globo e a distribuição dos principais aspectos da topografia há muito tempo têm estado entre os mais intrigantes problemas para investigação e teorização científica.” Depois de dizer isso, a enciclopédia citada oferece quatro explicações possíveis, mas disse que elas estão “entre as muitas hipóteses”. Conforme deve saber, por hipótese “se subentende evidência insuficiente para suprir mais do que uma tentativa de explicação”.
18 Não destaca isso o caráter oportuno das perguntas que lemos em Jó 38:8-11? Certamente não nos cabe o mérito de ter providenciado todos estes aspectos de nosso planeta. Não fomos nós os que colocamos a Lua para que sua atração ajudasse a produzir marés que normalmente não submergem os litorais, nem a nós mesmos. Você sabe quem foi: Aquele que faz coisas maravilhosas. — Salmo 33:7; 89:9; Provérbios 8:29; Atos 4:24; Revelação (Apocalipse) 14:7.

it-2 p. 736 Madre
Uso Figurado. O termo “madre” é às vezes usado com referência à fonte de alguma coisa. Ao falar sobre obras criativas referentes à terra, Jeová menciona o mar como irrompendo “da madre”. (Jó 38:8)

(JÓ 38:9)
“Quando lhe pus a nuvem por vestimenta E as densas trevas como suas faixas,”

w05 15/11 p. 13 As maravilhas da criação engrandecem a Jeová
O mar é como uma criancinha em relação a Deus, que simbolicamente o cobre com roupas. Ele “começou a sair quando irrompeu da madre”. Deus confina o mar como que com trancas e portas lacradas, e as marés são reguladas pelas atrações lunares e solares.

(JÓ 38:10)
“E passei a fragmentar meu regulamento sobre ele E a pôr-lhe tranca e portas,”

w05 15/11 p. 13 As maravilhas da criação engrandecem a Jeová
Deus confina o mar como que com trancas e portas lacradas, e as marés são reguladas pelas atrações lunares e solares.
Diz a enciclopédia World Book: “O vento provoca a maioria das ondas oceânicas, desde pequenas ondulações até enormes ondas de furacão de mais de 30 metros de altura. . . . Depois que o vento pára, as ondas continuam a se movimentar sobre a superfície do oceano e podem percorrer grandes distâncias a partir de seu ponto de origem. Elas se tornam mais suaves e mais longas. Por fim atingem a costa, onde quebram e formam a rebentação.” O mar obedece à ordem de Deus: “Até aqui podes chegar, e não mais adiante; e aqui se limitam as tuas vagas orgulhosas.”

(JÓ 38:11)
“E prossegui, dizendo: ‘Até aqui podes chegar, e não mais adiante; E aqui se limitam as tuas vagas orgulhosas’?”

w05 15/11 p. 13 As maravilhas da criação engrandecem a Jeová
Deus confina o mar como que com trancas e portas lacradas, e as marés são reguladas pelas atrações lunares e solares.
Diz a enciclopédia World Book: “O vento provoca a maioria das ondas oceânicas, desde pequenas ondulações até enormes ondas de furacão de mais de 30 metros de altura. . . . Depois que o vento pára, as ondas continuam a se movimentar sobre a superfície do oceano e podem percorrer grandes distâncias a partir de seu ponto de origem. Elas se tornam mais suaves e mais longas. Por fim atingem a costa, onde quebram e formam a rebentação.” O mar obedece à ordem de Deus: “Até aqui podes chegar, e não mais adiante; e aqui se limitam as tuas vagas orgulhosas.”

w01 15/4 pp. 5-6 pars. 15-18 Note Aquele que faz coisas maravilhosas!
15 O Criador continuou a sua interrogação: “Quem bloqueou com portas o mar, que começou a sair quando irrompeu da madre; quando lhe pus a nuvem por vestimenta e as densas trevas como suas faixas, e passei a fragmentar meu regulamento sobre ele e a pôr-lhe tranca e portas, e prossegui, dizendo: ‘Até aqui podes chegar, e não mais adiante; e aqui se limitam as tuas vagas orgulhosas’?” — Jó 38:8-11.
16 O bloqueio do mar envolve os continentes, os oceanos e as marés. Por quanto tempo os tem observado e estudado o homem? Por milhares de anos, e bem intensamente no último século. Poderia imaginar que a maior parte do que se pode saber sobre eles já deve ter sido resolvida. Mas, neste ano de 2001, se você investigar este tópico em grandes bibliotecas ou usar o amplo poder de pesquisa da Internet para encontrar os fatos mais recentes, o que vai encontrar?
17 Numa amplamente aceita obra de referência poderia encontrar esta admissão: “A distribuição das plataformas continentais e das bacias oceânicas sobre a superfície do globo e a distribuição dos principais aspectos da topografia há muito tempo têm estado entre os mais intrigantes problemas para investigação e teorização científica.” Depois de dizer isso, a enciclopédia citada oferece quatro explicações possíveis, mas disse que elas estão “entre as muitas hipóteses”. Conforme deve saber, por hipótese “se subentende evidência insuficiente para suprir mais do que uma tentativa de explicação”.
18 Não destaca isso o caráter oportuno das perguntas que lemos em Jó 38:8-11? Certamente não nos cabe o mérito de ter providenciado todos estes aspectos de nosso planeta. Não fomos nós os que colocamos a Lua para que sua atração ajudasse a produzir marés que normalmente não submergem os litorais, nem a nós mesmos. Você sabe quem foi: Aquele que faz coisas maravilhosas. — Salmo 33:7; 89:9; Provérbios 8:29; Atos 4:24; Revelação (Apocalipse) 14:7.

(JÓ 38:12)
“Foi dos teus dias em diante que deste ordens à manhã? Fizeste tu a alva saber o seu lugar,”

w06 15/2 p. 26 par. 1 Continue a andar na vereda de luz crescente
QUEM estaria em melhores condições de descrever o efeito do sol nascente sobre a escuridão da noite do que a própria Fonte da luz, Jeová Deus? (Salmo 36:9) ‘Quando a luz da manhã segura as extremidades da Terra’, diz ele, ‘a Terra se transforma como o barro debaixo dum selo, e as coisas tomam sua posição como na vestimenta’. (Jó 38:12-14) Com a luz crescente do sol as coisas na Terra tomam forma e se tornam mais claras, assim como o barro mole passa por uma transformação ao receber a impressão do emblema de um selo, ou sinete.

w01 15/4 p. 6 par. 19 Note Aquele que faz coisas maravilhosas!
19 Os humanos não podem aceitar o crédito pela rotação da Terra, a que se faz alusão em Jó 38:12-14. Esta rotação produz a aurora, muitas vezes com espantosa beleza. À medida que o sol se levanta, as formas e os contornos de nosso globo se tornam mais nítidos, como um barro que se transforma ao receber a marca de um selo. Mesmo tendo um conhecimento superficial do movimento da Terra, ficamos maravilhados de que ela não gira rápido demais, o que seria desastroso, conforme reconheceríamos prontamente. Tampouco ela gira tão devagar a ponto de provocar dias e noites tão longos que causariam extremo calor ou frio e impossibilitariam a vida humana. Francamente, devemos sentir-nos felizes de que Deus, não algum grupo de humanos, determinou a velocidade da rotação. — Salmo 148:1-5.

(JÓ 38:13)
“Para segurar as extremidades da terra, A fim de que os iníquos fossem sacudidos dela?”

w05 15/11 p. 13 As maravilhas da criação engrandecem a Jeová
Simbolicamente, a luz da manhã segura as extremidades da Terra e sacode os iníquos. Os pecadores talvez pratiquem seus atos maus no “crepúsculo vespertino”. (Jó 24:15, 16) Mas o alvorecer dispersa muitos transgressores.

it-2 p. 727 Luz, I
A luz matutina é descrita de forma pitoresca como ‘segurando as extremidades da terra e sacudindo dela os iníquos’, porque a alva dispersa os malfeitores. A “luz” deles é a escuridão, porque estão acostumados a realizar seus atos maus sob a cobertura dela, e esta “luz” figurativa lhes é tirada pela luz literal da manhã. — Jó 38:12-15; compare isso com Jó 24:15-17.

(JÓ 38:14)
“Ela se transforma como o barro debaixo dum selo, E as coisas tomam a sua posição como na vestimenta.”

w06 15/2 p. 26 par. 1 Continue a andar na vereda de luz crescente
QUEM estaria em melhores condições de descrever o efeito do sol nascente sobre a escuridão da noite do que a própria Fonte da luz, Jeová Deus? (Salmo 36:9) ‘Quando a luz da manhã segura as extremidades da Terra’, diz ele, ‘a Terra se transforma como o barro debaixo dum selo, e as coisas tomam sua posição como na vestimenta’. (Jó 38:12-14) Com a luz crescente do sol as coisas na Terra tomam forma e se tornam mais claras, assim como o barro mole passa por uma transformação ao receber a impressão do emblema de um selo, ou sinete.

w05 15/11 pp. 13-14 As maravilhas da criação engrandecem a Jeová
Na mão de Deus, a luz da manhã é como um selo, ou sinete, que imprime uma bela marca na Terra. A luz solar revela muitas cores, fazendo com que o globo pareça estar vestido com roupas esplêndidas.

w01 15/4 p. 6 par. 19 Note Aquele que faz coisas maravilhosas!
19 Os humanos não podem aceitar o crédito pela rotação da Terra, a que se faz alusão em Jó 38:12-14. Esta rotação produz a aurora, muitas vezes com espantosa beleza. À medida que o sol se levanta, as formas e os contornos de nosso globo se tornam mais nítidos, como um barro que se transforma ao receber a marca de um selo. Mesmo tendo um conhecimento superficial do movimento da Terra, ficamos maravilhados de que ela não gira rápido demais, o que seria desastroso, conforme reconheceríamos prontamente. Tampouco ela gira tão devagar a ponto de provocar dias e noites tão longos que causariam extremo calor ou frio e impossibilitariam a vida humana. Francamente, devemos sentir-nos felizes de que Deus, não algum grupo de humanos, determinou a velocidade da rotação. — Salmo 148:1-5.

(JÓ 38:15)
“E dos iníquos se retém a luz E se quebra o próprio braço erguido.”

it-1 p. 377 Braço
Quebrar o braço representa destroçar o poder duma pessoa. (Jó 38:15; Sal 10:15; Je 48:25)

it-2 p. 727 Luz, I
A luz matutina é descrita de forma pitoresca como ‘segurando as extremidades da terra e sacudindo dela os iníquos’, porque a alva dispersa os malfeitores. A “luz” deles é a escuridão, porque estão acostumados a realizar seus atos maus sob a cobertura dela, e esta “luz” figurativa lhes é tirada pela luz literal da manhã. — Jó 38:12-15; compare isso com Jó 24:15-17.

(JÓ 38:16)
“Chegaste aos mananciais do mar Ou andaste em busca da água de profundeza?”

w05 15/11 p. 14 As maravilhas da criação engrandecem a Jeová
Jó não havia tido nenhuma participação nisso, e não havia percorrido as profundezas oceânicas para descobrir seus tesouros. Até hoje os pesquisadores não sabem tudo a respeito da vida marinha.

(JÓ 38:18)
“Consideraste inteligentemente os espaços amplos da terra? Informa se chegaste a conhecer tudo.”

w01 15/4 p. 6 par. 20 Note Aquele que faz coisas maravilhosas!
“Consideraste inteligentemente os espaços amplos da terra? Informa se chegaste a conhecer tudo.” (Jó 38:16, 18) Já visitou e pesquisou todas as regiões da Terra, ou pelo menos a maioria delas? Quantas vidas teríamos de viver para dar atenção aos belos lugares e maravilhas da nossa Terra? E que vidas maravilhosas seriam!

(JÓ 38:19)
“Onde, então, está o caminho que leva à residência da luz? Quanto à escuridão, onde, então, é seu lugar,”

w01 15/4 p. 7 par. 21 Note Aquele que faz coisas maravilhosas!
21 Veja também as perguntas profundas de Jó 38:19: “Onde, então, está o caminho que leva à residência da luz? Quanto à escuridão, onde, então, é seu lugar?” Talvez se aperceba de que por muito tempo prevalecia a idéia de que a luz viajava como uma onda, como as pequenas ondulações que podemos notar numa lagoa. Daí, em 1905, Albert Einstein explicou que a luz age como diminutos aglomerados, ou partículas, de energia. Resolveu isso a questão? Acontece que uma enciclopédia recente pergunta: “A luz é uma onda ou uma partícula?” Ela responde: “Aparentemente, [a luz] não pode ser as duas coisas [ondas e partículas], visto que estas duas estruturas são muito diferentes. A melhor resposta é que, estritamente falando, ela não é uma coisa nem outra.” Ainda assim, continuamos a ser aquecidos (direta e indiretamente) pela luz do sol, mesmo que nenhum homem ainda tenha conseguido explicar plenamente as obras de Deus neste respeito. Usufruímos os alimentos e o oxigênio produzidos ao passo que as plantas reagem à luz. Podemos ler, ver o rosto de pessoas que amamos, observar o pôr-do-sol, e assim por diante. Ao fazer isso, não deveríamos reconhecer as obras maravilhosas de Deus? — Salmo 104:1, 2; 145:5; Isaías 45:7; Jeremias 31:35.

(JÓ 38:22)
“Acaso entraste nos depósitos da neve, Ou vês mesmo os depósitos da saraiva,”

w05 15/11 p. 14 As maravilhas da criação engrandecem a Jeová
A quem pertencem os depósitos de neve e de granizo?
Nenhum homem jamais acompanhou a luz ou a escuridão até onde elas ‘moram’, ou já entrou nos depósitos de neve e granizo que Deus reserva “para o dia de peleja e de guerra”. (Jó 38:19-23) Quando Jeová usou a saraiva contra seus inimigos em Gibeão, “foram mais os que morreram por causa das pedras de saraiva do que os que os filhos de Israel mataram à espada”. (Josué 10:11) Ele poderá usar pedras de granizo de tamanho não revelado para destruir humanos maus liderados por Gogue, ou Satanás. — Ezequiel 38:18, 22.
Em julho de 2002, pedras de granizo do tamanho de um ovo de galinha mataram 25 pessoas e feriram outras 200 na Província de Henan, no centro da China. A respeito de uma chuva de pedras em 1545, o escultor italiano Benvenuto Cellini escreveu: “Estávamos a um dia de distância de Lyon . . . quando o céu começou a trovejar com estrondosos estalos. . . . Depois dos trovões o céu fez um barulho tão grande e apavorante que eu pensei que era o fim do mundo; parei meu cavalo por um momento, e daí começou a cair uma chuva de pedras sem um pingo de água. . . . Depois, as pedras que começaram a cair eram do tamanho de um limão grande. . . . A tempestade durou algum tempo, mas finalmente parou . . . Mostramos uns aos outros as nossas escoriações e ferimentos; mas a quase dois quilômetros dali vimos um cenário de devastação muito além do que havíamos sofrido, e impossível de descrever. Todas as árvores perderam as folhas e foram estraçalhadas; os animais no pasto estavam mortos; muitos dos que cuidavam do gado também morreram; vimos uma enorme quantidade de pedras de granizo tão grandes que não caberiam nas duas mãos.” — Autobiography (Livro II, 50), Harvard Classics, Volume 31, páginas 352-3.
O que acontecerá quando Jeová abrir seus depósitos de neve e de granizo contra seus inimigos? Eles não sobreviverão quando a neve ou o granizo forem usados para realizar a Sua vontade.

w01 15/4 p. 9 par. 3 Dê atenção às obras maravilhosas de Deus
3 Em certo momento, Deus perguntou a Jó: “Acaso entraste nos depósitos da neve, ou vês mesmo os depósitos da saraiva, que reservei para o tempo de aflição, para o dia de peleja e de guerra?” Em muitas partes da nossa Terra, a neve e a saraiva fazem parte da vida.

w01 15/4 p. 9 par. 3 Dê atenção às obras maravilhosas de Deus
Jó 38:22, 23,

w01 15/4 p. 9 pars. 4-6 Dê atenção às obras maravilhosas de Deus
4 Alguns dos que vivem numa sociedade de ritmo acelerado e que têm de viajar talvez encarem a neve apenas como obstáculo. No entanto, inúmeros outros vêem a neve com prazer, produzindo uma deleitosa paisagem invernal que oferece oportunidades para atividades especiais. Pensando na pergunta de Deus, conhece você bem a neve, mesmo o seu aspecto? Ora, sabemos qual é o aspecto de um banco de neve, quer por experiência pessoal, quer por termos visto em fotos. Mas que dizer de flocos de neve individuais? Sabe como é o aspecto deles, talvez por tê-los examinado na sua fonte?
5 Alguns homens passaram décadas estudando e fotografando flocos de neve. Um floco de neve pode ser composto de uma centena de delicados cristais de gelo, numa variedade de lindos modelos. O livro Atmosphere (Atmosfera) diz: “A infindável variedade de flocos de neve é legendária, e, embora os cientistas insistam que nenhuma lei da natureza proíbe a sua duplicação, nunca se encontrou dois flocos idênticos. Uma pesquisa de proporções épicas foi realizada por . . . Wilson A. Bentley, que passou mais de 40 anos examinando e fotografando flocos de neve num microscópio sem jamais encontrar dois que fossem exatamente iguais.” E mesmo que, por acaso, dois parecessem ser gêmeos, alteraria isso a maravilha da espantosa variedade de flocos de neve?
6 Lembre-se da pergunta de Deus: “Acaso entraste nos depósitos da neve?” Muitos acham que nuvens sejam o depósito da neve. Pode imaginar ir a esses depósitos para inventariar os flocos de neve na sua infinita variedade e estudar como vieram a existir? Uma enciclopédia científica diz: “A natureza e a origem do núcleo do gelo, que é necessário para induzir o congelamento de gotas de nuvem a temperaturas de -40 °F (-40 °C), ainda não é clara.” — Salmo 147:16, 17; Isaías 55:9, 10.

w01 15/4 pp. 11-12 pars. 15-17 Dê atenção às obras maravilhosas de Deus
Deus perguntou a Jó: “Acaso entraste nos depósitos da neve, ou vês mesmo os depósitos da saraiva, que reservei para o tempo de aflição, para o dia de peleja e de guerra?” A neve, a saraiva, as tempestades, o vento e o relâmpago estão todos no seu arsenal. E quão espantosamente poderosas são essas forças da natureza! — Jó 38:22, 23.
16 Talvez se lembre de alguma catástrofe local causada por uma dessas forças — um furacão, um tufão, um ciclone, uma saraivada ou uma inundação repentina. Para ilustrar isso, no final de 1999, um enorme temporal atingiu o sudoeste da Europa. Surpreendeu até mesmo os meteorologistas. Os ventos fortes atingiram 200 quilômetros por hora, arrancando milhares de telhados, derrubando postes elétricos e virando caminhões. Tente visualizar isso: As tempestades arrancaram ou quebraram ao meio uns 270 milhões de árvores, 10.000 delas apenas no parque de Versalhes, fora de Paris. Milhões de moradias ficaram sem eletricidade. A morte ceifou quase 100 vidas. Tudo isso num período bem curto. Que força!
17 Poder-se-ia dizer que temporais são ocorrências anormais, sem destino específico e sem controle. No entanto, o que se daria se o Todo-Poderoso realizasse obras maravilhosas por usar essas forças de modo controlado e direcionado?

it-1 p. 684 Depósito
Também perguntou a Jó a respeito de outros fenômenos naturais que Ele às vezes tem usado contra seus inimigos: “Acaso entraste nos depósitos da neve, ou vês mesmo os depósitos da saraiva, que reservei para o tempo de aflição, para o dia de peleja e de guerra?” (Jó 38:22, 23; compare isso com Jos 10:8-11; Jz 5:20, 21; Sal 105:32; 135:7.)

(JÓ 38:23)
“Que reservei para o tempo de aflição, Para o dia de peleja e de guerra?”

w05 15/11 p. 14 As maravilhas da criação engrandecem a Jeová
A quem pertencem os depósitos de neve e de granizo?
Nenhum homem jamais acompanhou a luz ou a escuridão até onde elas ‘moram’, ou já entrou nos depósitos de neve e granizo que Deus reserva “para o dia de peleja e de guerra”. (Jó 38:19-23) Quando Jeová usou a saraiva contra seus inimigos em Gibeão, “foram mais os que morreram por causa das pedras de saraiva do que os que os filhos de Israel mataram à espada”. (Josué 10:11) Ele poderá usar pedras de granizo de tamanho não revelado para destruir humanos maus liderados por Gogue, ou Satanás. — Ezequiel 38:18, 22.
Em julho de 2002, pedras de granizo do tamanho de um ovo de galinha mataram 25 pessoas e feriram outras 200 na Província de Henan, no centro da China. A respeito de uma chuva de pedras em 1545, o escultor italiano Benvenuto Cellini escreveu: “Estávamos a um dia de distância de Lyon . . . quando o céu começou a trovejar com estrondosos estalos. . . . Depois dos trovões o céu fez um barulho tão grande e apavorante que eu pensei que era o fim do mundo; parei meu cavalo por um momento, e daí começou a cair uma chuva de pedras sem um pingo de água. . . . Depois, as pedras que começaram a cair eram do tamanho de um limão grande. . . . A tempestade durou algum tempo, mas finalmente parou . . . Mostramos uns aos outros as nossas escoriações e ferimentos; mas a quase dois quilômetros dali vimos um cenário de devastação muito além do que havíamos sofrido, e impossível de descrever. Todas as árvores perderam as folhas e foram estraçalhadas; os animais no pasto estavam mortos; muitos dos que cuidavam do gado também morreram; vimos uma enorme quantidade de pedras de granizo tão grandes que não caberiam nas duas mãos.” — Autobiography (Livro II, 50), Harvard Classics, Volume 31, páginas 352-3.
O que acontecerá quando Jeová abrir seus depósitos de neve e de granizo contra seus inimigos? Eles não sobreviverão quando a neve ou o granizo forem usados para realizar a Sua vontade.

w01 15/4 p. 9 par. 3 Dê atenção às obras maravilhosas de Deus
3 Em certo momento, Deus perguntou a Jó: “Acaso entraste nos depósitos da neve, ou vês mesmo os depósitos da saraiva, que reservei para o tempo de aflição, para o dia de peleja e de guerra?” Em muitas partes da nossa Terra, a neve e a saraiva fazem parte da vida.

w01 15/4 p. 9 par. 3 Dê atenção às obras maravilhosas de Deus
Jó 38:22, 23,

w01 15/4 p. 9 pars. 4-6 Dê atenção às obras maravilhosas de Deus
4 Alguns dos que vivem numa sociedade de ritmo acelerado e que têm de viajar talvez encarem a neve apenas como obstáculo. No entanto, inúmeros outros vêem a neve com prazer, produzindo uma deleitosa paisagem invernal que oferece oportunidades para atividades especiais. Pensando na pergunta de Deus, conhece você bem a neve, mesmo o seu aspecto? Ora, sabemos qual é o aspecto de um banco de neve, quer por experiência pessoal, quer por termos visto em fotos. Mas que dizer de flocos de neve individuais? Sabe como é o aspecto deles, talvez por tê-los examinado na sua fonte?
5 Alguns homens passaram décadas estudando e fotografando flocos de neve. Um floco de neve pode ser composto de uma centena de delicados cristais de gelo, numa variedade de lindos modelos. O livro Atmosphere (Atmosfera) diz: “A infindável variedade de flocos de neve é legendária, e, embora os cientistas insistam que nenhuma lei da natureza proíbe a sua duplicação, nunca se encontrou dois flocos idênticos. Uma pesquisa de proporções épicas foi realizada por . . . Wilson A. Bentley, que passou mais de 40 anos examinando e fotografando flocos de neve num microscópio sem jamais encontrar dois que fossem exatamente iguais.” E mesmo que, por acaso, dois parecessem ser gêmeos, alteraria isso a maravilha da espantosa variedade de flocos de neve?
6 Lembre-se da pergunta de Deus: “Acaso entraste nos depósitos da neve?” Muitos acham que nuvens sejam o depósito da neve. Pode imaginar ir a esses depósitos para inventariar os flocos de neve na sua infinita variedade e estudar como vieram a existir? Uma enciclopédia científica diz: “A natureza e a origem do núcleo do gelo, que é necessário para induzir o congelamento de gotas de nuvem a temperaturas de -40 °F (-40 °C), ainda não é clara.” — Salmo 147:16, 17; Isaías 55:9, 10.

w01 15/4 pp. 11-12 pars. 15-17 Dê atenção às obras maravilhosas de Deus
Deus perguntou a Jó: “Acaso entraste nos depósitos da neve, ou vês mesmo os depósitos da saraiva, que reservei para o tempo de aflição, para o dia de peleja e de guerra?” A neve, a saraiva, as tempestades, o vento e o relâmpago estão todos no seu arsenal. E quão espantosamente poderosas são essas forças da natureza! — Jó 38:22, 23.
16 Talvez se lembre de alguma catástrofe local causada por uma dessas forças — um furacão, um tufão, um ciclone, uma saraivada ou uma inundação repentina. Para ilustrar isso, no final de 1999, um enorme temporal atingiu o sudoeste da Europa. Surpreendeu até mesmo os meteorologistas. Os ventos fortes atingiram 200 quilômetros por hora, arrancando milhares de telhados, derrubando postes elétricos e virando caminhões. Tente visualizar isso: As tempestades arrancaram ou quebraram ao meio uns 270 milhões de árvores, 10.000 delas apenas no parque de Versalhes, fora de Paris. Milhões de moradias ficaram sem eletricidade. A morte ceifou quase 100 vidas. Tudo isso num período bem curto. Que força!
17 Poder-se-ia dizer que temporais são ocorrências anormais, sem destino específico e sem controle. No entanto, o que se daria se o Todo-Poderoso realizasse obras maravilhosas por usar essas forças de modo controlado e direcionado?

it-1 p. 684 Depósito
Também perguntou a Jó a respeito de outros fenômenos naturais que Ele às vezes tem usado contra seus inimigos: “Acaso entraste nos depósitos da neve, ou vês mesmo os depósitos da saraiva, que reservei para o tempo de aflição, para o dia de peleja e de guerra?” (Jó 38:22, 23; compare isso com Jos 10:8-11; Jz 5:20, 21; Sal 105:32; 135:7.)

(JÓ 38:24)
“Onde, então, está o caminho pelo qual se distribui a luz [E] o vento oriental se espalha pela terra?”

w04 1/6 pp. 11-12 par. 14 A criação declara a glória de Deus!
14 Os cientistas não conseguem responder a outra pergunta feita a Jó: “Onde, então, está o caminho pelo qual se distribui a luz?” (Jó 38:24) Certo escritor chamou essa indagação a respeito da luz de “uma pergunta científica profundamente moderna”. Em contraste, alguns filósofos gregos achavam que a luz provinha do olho humano. Nos tempos mais modernos, cientistas passaram a achar que a luz consiste em minúsculas partículas. Outros têm achado que ela se move em ondas. Atualmente, cientistas acreditam que a luz se comporta como onda e como partícula. Mesmo assim, a natureza da luz e a forma como ela “se distribui” estão longe de ser plenamente entendidas.

(JÓ 38:25)
“Quem abriu um canal para a inundação E um caminho para a trovejante nuvem de temporal,”

it-1 p. 500 Chuva
Foi Jeová quem preparou a chuva para a terra. (Sal 147:8; Is 30:23) Ele “abriu um canal para a inundação”, referindo-se talvez ao modo em que Deus faz com que as nuvens canalizem a chuva para baixo, sobre certas partes do globo. (Jó 38:25-27; compare isso com Sal 135:7; Je 10:13.)

(JÓ 38:28)
“Acaso existe um pai para a chuva, Ou quem deu à luz as gotas do orvalho?”

w01 15/4 p. 9 par. 3 Dê atenção às obras maravilhosas de Deus
Acaso existe um pai para a chuva, ou quem deu à luz as gotas do orvalho?

w01 15/4 pp. 9-10 par. 7 Dê atenção às obras maravilhosas de Deus
7 Ou que dizer da chuva? Deus perguntou a Jó: “Acaso existe um pai para a chuva, ou quem deu à luz as gotas do orvalho?” A mesma enciclopédia científica diz: “Devido à complexidade dos movimentos atmosféricos e à enorme variabilidade no conteúdo de vapor e de partículas no ar, parece impossível elaborar uma teoria detalhada e geral sobre como as nuvens e a precipitação se formam.” Em termos simples, os cientistas têm oferecido teorias pormenorizadas, mas realmente não conseguem explicar plenamente a chuva. Todavia, você sabe que as nuvens produzem a chuva vital, que rega a terra, sustenta as plantas, e torna a vida possível e agradável.

it-1 p. 500 Chuva
Formação. Entre as perguntas que Jeová fez a Jó, enfatizando o limitado entendimento do homem a respeito das forças e das leis da criação e da terra, estava a seguinte: “Acaso existe um pai para a chuva?” (Jó 38:28) Embora os meteorologistas tenham estudado extensamente a formação da chuva, o que surgiu disso são “teorias”, conforme diz The World Book Encyclopedia (A Enciclopédia do Livro Mundial, 1987, Vol. 16, pp. 123, 124). Ao passo que o ar quente, com vapor de água, ascende e esfria, a umidade se condensa formando gotículas de água. Uma teoria sustenta que, quando gotas maiores caem através da nuvem, colidem com as gotículas menores e as absorvem, até se tornarem pesadas demais para o ar sustentá-las. Outra teoria argumenta que cristais de gelo se formam no alto das nuvens, onde a temperatura é abaixo de zero, e se transformam em chuva ao cair através de ar mais quente.

(JÓ 38:29)
“Do ventre de quem sai realmente o gelo, E quanto à geada do céu, quem é que a dá à luz?”

it-2 p. 185 Geada
Jeová fala a Jó sobre a “geada do céu”, sem dúvida, porque é produzida pela condensação proveniente da atmosfera. (Jó 38:29)

(JÓ 38:30)
“As próprias águas ficam escondidas como que por uma pedra, E a própria superfície da água de profundeza se torna compacta.”

w05 15/11 pp. 14-15 As maravilhas da criação engrandecem a Jeová
O Nature Bulletin diz: “A mais estranha e talvez mais importante característica [do gelo] é que a água se expande ao congelar . . . O cobertor de gelo que se forma e flutua numa lagoa no inverno torna possível que plantas e animais aquáticos (peixes, etc.) sobrevivam na água abaixo. Se . . . a água se contraísse e se tornasse mais densa ao se solidificar, o gelo ficaria mais pesado do que a água e afundaria. Mais gelo se formaria na superfície, até que o lago inteiro virasse um só bloco de gelo. . . . Nas regiões mais frias do mundo os rios, as lagoas, os lagos e até mesmo os oceanos ficariam permanentemente congelados.”
Somos muito gratos de que os corpos de água não se congelam inteiramente.

it-2 p. 189 Gelo
As próprias águas ficam escondidas como que por uma pedra, e a própria superfície da água de profundeza se torna compacta.” (Jó 36:1; 37:10; 38:1, 29, 30) A formação de gelo, conforme aqui mencionada, só é possível por causa de uma propriedade muitíssimo incomum da água. À medida que a água nos lagos e nos mares esfria, ela se torna mais pesada. A água mais leve, mais quente, é deslocada pela água mais pesada e ascende à superfície. Mas, quando a água como um todo atinge cerca de 4°C, este processo se inverte. A água se torna mais leve ao passo que se aproxima do ponto de congelamento e forma uma camada acima da água mais quente embaixo. Esta camada superior se transforma então em gelo, “se torna compacta”. O gelo, sendo mais leve do que a água, mantém as águas abaixo dele “escondidas como que por uma pedra”, protegendo assim a vida marinha. Se não fosse este fenômeno, grande parte da água dos lagos e até mesmo dos oceanos se transformaria com o tempo em gelo maciço, tornando assim a terra inóspita para a vida.

(JÓ 38:31)
“Podes atar as cadeias da constelação de Quima, Ou podes soltar as próprias cordas da constelação de Quesil?”

w11 1/7 p. 27 Quem criou as leis que governam o Universo?
Além disso, a ideia de que não há nada segurando a Terra levanta outra pergunta: O que mantém a Terra e os outros corpos celestes no seu curso? Note as palavras fascinantes que Deus certa vez disse a Jó: “Podes atar as cadeias da constelação de Quima, ou podes soltar as próprias cordas da constelação de Quesil?” (Jó 38:31) Em sua longa vida, noite após noite, Jó viu aquelas conhecidas formações de estrelas aparecer e desaparecer no horizonte. Mas por que elas apareciam na mesma forma, ano após ano, década após década? Que cadeias mantinham essas estrelas e todos os outros corpos celestes nas suas posições relativas? Sem dúvida, pensar sobre isso causava admiração em Jó.
Se as estrelas estivessem simplesmente fixas em esferas celestes, não haveria necessidade dessas cadeias. Só uns 2 mil anos mais tarde é que os cientistas fizeram mais descobertas sobre essas “cadeias” ou “cordas” invisíveis que ligam os corpos celestes numa longa e lenta dança através da escuridão do espaço. Isaac Newton e depois Albert Einstein ficaram famosos por suas descobertas nesse campo. É claro que Jó não sabia nada sobre as forças que Deus usa para ligar os corpos celestes. Ainda assim, as palavras inspiradas do livro de Jó passaram no teste do tempo com mais distinção do que as ideias do instruído Aristóteles. Quem senão o Legislador poderia ter tal conhecimento?

w11 1/7 p. 27 Quem criou as leis que governam o Universo?
A “constelação de Quima” talvez se referisse ao aglomerado estelar das Plêiades. É provável que a “constelação de Quesil” fosse a constelação de Órion. Leva dezenas de milhares de anos para que essas formações de estrelas mudem significativamente.

w05 15/11 p. 15 As maravilhas da criação engrandecem a Jeová
(Jó 38:31-33) A constelação de Quima em geral é identificada como Plêiades, um grupo de sete estrelas grandes e muitas outras menores que distam cerca de 380 anos-luz do Sol. O homem não pode “atar as cadeias da constelação de Quima”, como que juntando esse grupo num aglomerado. Nenhum humano pode “soltar as próprias cordas da constelação de Quesil”, em geral identificada como a constelação de Órion.

w04 1/6 p. 11 par. 13 A criação declara a glória de Deus!
13 Jeová perguntou a Jó: “Podes atar as cadeias da constelação de Quima, ou podes soltar as próprias cordas da constelação de Quesil?” (Jó 38:31) Uma constelação é um conjunto de estrelas que parecem formar um padrão distintivo. Embora as estrelas na realidade possam estar a enormes distâncias umas das outras, quando vistas da Terra suas posições relativas não mudam. Visto que a posição delas é tão precisa, são “guias úteis na navegação, para astronautas na orientação de naves espaciais e para a identificação de estrelas”. (The Encyclopedia Americana) No entanto, ninguém compreende plenamente “as cadeias” que mantêm as constelações unidas.

it-2 p. 55 Estrela
Arranjo Ordeiro. Além disso, a maneira ordeira do arranjo desses corpos celestes é enfatizada em diversos textos, fazendo-se referência a “estatutos”, “regulamentos” e “órbitas” (“cursos”, Al). (Je 31:35-37; Jz 5:20; compare isso com Ju 13.) As tremendas forças que determinam as posições relativas de certas estrelas, segundo as leis físicas, são indicadas pelas perguntas que Deus fez a Jó: “Podes atar as cadeias da constelação de Quima, ou podes soltar as próprias cordas da constelação de Quesil? Podes fazer sair a constelação de Mazarote no seu tempo fixado? . . . Chegaste a conhecer os estatutos dos céus, ou poderias estabelecer a sua autoridade na terra?” (Jó 38:31-33; veja ÁS, CONSTELAÇÃO DE; MAZAROTE, CONSTELAÇÃO DE; QUESIL, CONSTELAÇÃO DE; QUIMA, CONSTELAÇÃO DE.) Neste respeito, O Novo Dicionário da Bíblia declara: “Asseveramos, por conseguinte, que a Bíblia coerentemente tem em vista um universo que é plenamente racional, vastíssimo em grandeza, fazendo contraste com o típico ponto de vista dos homens contemporâneos sobre o mundo, no qual o mundo não era racional e não era maior do que poderia ser provado pelos sentidos desarmados do homem.” — Editado por J. D. Douglas, 1966, Vol. 1, p. 558.

(JÓ 38:32)
“Podes fazer sair a constelação de Mazarote no seu tempo fixado? E quanto à constelação de Ás ao lado dos seus filhos, acaso podes guiá-los?”

it-1 p. 224 Ás, Constelação de
O fato de Jó 38:32 mencionar Ás “ao lado dos seus filhos” reforça a base para se crer que envolvia uma constelação. A Ursa Maior é a constelação mais freqüentemente sugerida, com sete estrelas principais, que poderiam ser “seus filhos”. O ponto importante no texto não é a identificação precisa da constelação, mas a questão ali suscitada: “Acaso podes guiá-los?” Jeová Deus incutiu assim em Jó a sabedoria e o poder do Criador, visto que é totalmente impossível ao homem governar os movimentos desses imensos corpos estelares.

it-2 p. 787 Mazarote, Constelação de
Mazarote, Constelação de
O targum aramaico equaciona Mazarote com maz•za•lóhth de 2 Reis 23:5, “constelações do zodíaco”, “sinais do zodíaco”, “doze signos” ou “constelações”. (NM; BJ; CBC; So) Alguns acreditam que a palavra deriva duma raiz que significa “cingir”, e que Mazarote se refere ao círculo zodiacal. Todavia, em Jó 38:32 usa-se em hebraico um pronome no singular na expressão “no seu tempo fixado”, ao passo que a referência em 2 Reis 23:5 está no plural. Portanto, Mazarote parece referir-se a uma determinada constelação, em vez de a todo o círculo zodiacal, mas atualmente não é possível fazer uma identificação positiva.
Em Jó 38:32, Jeová pergunta a Jó: “Podes fazer sair a constelação de Mazarote no seu tempo fixado? E quanto à constelação de Ás ao lado dos seus filhos, acaso podes guiá-los?” Portanto, qualquer que seja a identificação dessas constelações específicas, Deus pergunta a Jó se este pode controlar os corpos celestes, visíveis, fazendo sair certo grupo na sua respectiva época, ou guiar outra constelação na sua prescrita órbita celeste.

(JÓ 38:33)
“Chegaste a conhecer os estatutos dos céus, Ou poderias estabelecer a sua autoridade na terra?”

w11 1/7 p. 24 Quem criou as leis que governam o Universo?
Quem criou as leis que governam o Universo?
“VOCÊ conhece as leis do céu?” (Jó 38:33, Bíblia Pastoral) Ao fazer essa pergunta a Jó, Deus estava ajudando esse seu servo aflito a entender que o homem realmente sabe muito pouco em comparação com a sabedoria ilimitada do Criador. O que você acha dessa comparação?
Os homens já aprenderam muitas coisas sobre as leis que governam os céus físicos, mas a maioria dos cientistas admite prontamente que ainda há muito para aprender. Vez após vez, novas descobertas levam os cientistas a repensar suas teorias a respeito de como o Universo funciona.

w05 15/11 pp. 15-16 As maravilhas da criação engrandecem a Jeová
Os humanos não podem alterar “os estatutos dos céus”, as leis que governam o Universo.
Deus estabeleceu as leis que governam os corpos celestes, que influenciam o clima, as marés e a atmosfera da Terra, bem como a própria existência de vida neste planeta. Veja o caso do Sol. A The Encyclopedia Americana (edição de 1996) diz sobre ele: “Os raios do Sol fornecem calor e luz à Terra, contribuem para o crescimento da vida vegetal, evaporam água dos oceanos e de outros corpos de água, participam na produção de ventos e realizam muitas outras funções vitais para a existência de vida na Terra.” Essa mesma obra diz: “Para entender a enorme quantidade de energia inerente nos raios solares, basta considerar que toda a energia contida nos ventos, nas represas e nos rios, e toda a energia disponível nos combustíveis naturais, como madeira, carvão e petróleo, nada mais é do que luz solar armazenada por um minúsculo planeta [a Terra], que fica a 50 milhões de quilômetros distante do Sol.”

w96 1/9 p. 8 par. 1 A lei de antes de Cristo
DESDE a infância, Jó possivelmente olhava admirado para as estrelas. É provável que seus pais lhe tivessem ensinado os nomes das grandes constelações e o que sabiam sobre as leis que governam os movimentos delas no céu. Afinal, as pessoas, na antiguidade, usavam os movimentos regulares deste vasto e elegante conjunto de estrelas para marcar a mudança das estações. Mas, apesar de tantas vezes olhar para elas com espanto, Jó não sabia quais as forças poderosas que mantinham unidas estas formações de estrelas. De modo que mal podia começar a responder quando Jeová Deus lhe perguntou: “Conheces as leis dos céus?” (Jó 38:31-33, A Bíblia de Jerusalém) De fato, as estrelas são governadas por leis — leis tão precisas e complexas, que os atuais cientistas não as compreendem plenamente.

it-1 p. 86 Alicerce
Embora a terra esteja suspensa sobre o nada, ela possui, por assim dizer, alicerces duráveis que não serão abalados, pois as leis imutáveis que governam o universo a sustentam firmemente em seu lugar, e o propósito de Deus para com a terra permanece imutável. (Jó 26:7; 38:33; Sal 104:5; Mal 3:6)

it-2 p. 55 Estrela
Arranjo Ordeiro. Além disso, a maneira ordeira do arranjo desses corpos celestes é enfatizada em diversos textos, fazendo-se referência a “estatutos”, “regulamentos” e “órbitas” (“cursos”, Al). (Je 31:35-37; Jz 5:20; compare isso com Ju 13.) As tremendas forças que determinam as posições relativas de certas estrelas, segundo as leis físicas, são indicadas pelas perguntas que Deus fez a Jó: “Podes atar as cadeias da constelação de Quima, ou podes soltar as próprias cordas da constelação de Quesil? Podes fazer sair a constelação de Mazarote no seu tempo fixado? . . . Chegaste a conhecer os estatutos dos céus, ou poderias estabelecer a sua autoridade na terra?” (Jó 38:31-33; veja ÁS, CONSTELAÇÃO DE; MAZAROTE, CONSTELAÇÃO DE; QUESIL, CONSTELAÇÃO DE; QUIMA, CONSTELAÇÃO DE.) Neste respeito, O Novo Dicionário da Bíblia declara: “Asseveramos, por conseguinte, que a Bíblia coerentemente tem em vista um universo que é plenamente racional, vastíssimo em grandeza, fazendo contraste com o típico ponto de vista dos homens contemporâneos sobre o mundo, no qual o mundo não era racional e não era maior do que poderia ser provado pelos sentidos desarmados do homem.” — Editado por J. D. Douglas, 1966, Vol. 1, p. 558.

it-2 p. 674 Lei
A Lei da Criação Divina. Uma das definições de lei no Webster’s Third New International Dictionary é “a regularidade observada na natureza”. Como Criador de todas as coisas no céu e na terra (At 4:24; Re 4:11), Jeová estabeleceu leis que governam todas as coisas criadas. Jó 38:10 menciona um “regulamento” para o mar; Jó 38:12, a ‘ordem dada à manhã’; e Jó 38:31-33 traz à atenção as constelações de estrelas e “os estatutos dos céus”.

(JÓ 38:34)
“Acaso podes elevar a tua voz mesmo até a nuvem, Para que te cubra a massa movimentada da própria água?”

w05 15/11 p. 16 As maravilhas da criação engrandecem a Jeová
Quem colocou sabedoria nas nuvens?
Jeová diz a Jó para considerar as nuvens. (Jó 38:34-38) O homem não pode convocar uma nuvem para que libere a sua água. Mas quanto os humanos dependem do ciclo da água estabelecido pelo Criador!
O que é o ciclo da água? Certa obra de referência diz: “O ciclo da água consiste em quatro estágios: armazenagem, evaporação, precipitação e escoamento. A água pode ser temporariamente armazenada no subsolo, nos oceanos, nos lagos e rios e nas calotas polares e geleiras. Ela evapora da superfície da Terra, se condensa nas nuvens e cai de novo na Terra como precipitação (chuva ou neve); por fim corre para o mar ou evapora de novo para a atmosfera. Quase toda a água que existe na Terra já passou por esse ciclo inúmeras vezes.” — Microsoft Encarta Reference Library 2005.

(JÓ 38:35)
“Acaso podes enviar relâmpagos para que vão E te digam: ‘Aqui estamos!’?”

w05 15/11 p. 16 As maravilhas da criação engrandecem a Jeová
A chuva muitas vezes vem acompanhada de raios, mas o homem não pode causá-los para atender a seus objetivos. Os raios são retratados como que se apresentando a Deus e dizendo: “Aqui estamos!” A enciclopédia de Compton diz: “Os raios produzem importantes mudanças químicas na atmosfera. À medida que o raio se desloca pelo ar, ele gera tremendo calor que une o nitrogênio e o oxigênio para formar os nitratos e outros compostos. Esses compostos caem na Terra com a chuva. Desse modo, a atmosfera pode continuamente ajudar a repor o suprimento de nutrientes de que o solo precisa para produzir plantas.” O conhecimento pleno a respeito dos raios ainda é um mistério para o homem, mas não para Deus.

(JÓ 38:36)
“Quem pôs sabedoria nas camadas de nuvens Ou deu compreensão ao fenômeno celeste?”

w98 1/11 p. 32 “Quem pôs sabedoria nas camadas de nuvens”?
“Quem pôs sabedoria nas camadas de nuvens”?
“QUANDO vedes uma nuvem surgindo nas regiões ocidentais, dizeis imediatamente: ‘Vem uma tempestade’, e assim se dá. E quando vedes soprar um vento sulino, dizeis: ‘Haverá uma onda de calor’, e assim ocorre.” Estas palavras de Jesus, escritas por Lucas, o escritor do Evangelho, são exemplo de como se fazia a previsão do tempo na antiga Palestina. (Lucas 12:54, 55) Em certas circunstâncias, os antigos podiam interpretar sinais e fazer previsões exatas a curto prazo.
Hoje em dia, os meteorologistas usam instrumentos sofisticados, tais como satélites na órbita da Terra, o radar Doppler e poderosos computadores para prever o tempo sobre períodos mais longos. Mas as suas predições muitas vezes são erradas. Por quê?
Muitos fatores dificultam a previsão exata do tempo. Por exemplo, mudanças não previstas na temperatura, na umidade, na pressão atmosférica, bem como na velocidade e na direção do vento, podem complicar as coisas. Além disso há a complexa interação do sol, das nuvens e dos oceanos, que os cientistas ainda não entendem plenamente. Por este motivo, a previsão do tempo continua a ser uma ciência inexata.
O conhecimento limitado do tempo pelo homem nos faz lembrar as perguntas feitas a Jó: “Quem deu à luz as gotas do orvalho? Do ventre de quem sai realmente o gelo? . . . Acaso podes elevar a tua voz mesmo até a nuvem, para que te cubra a massa movimentada da própria água? . . . Quem pôs sabedoria nas camadas de nuvens ou deu compreensão ao fenômeno celeste? Quem pode contar exatamente as nuvens em sabedoria, ou as talhas de água do céu — quem as pode entornar?” — Jó 38:28-37.
A resposta a todas essas perguntas é: Não o homem, mas Jeová Deus. Na realidade, não importa quão sábios os humanos talvez pareçam ser, a sabedoria de nosso Criador é muitíssimo superior. É deveras amoroso da parte dele colocar a sua sabedoria à nossa disposição nas páginas da Bíblia, para que possamos tornar nosso caminho bem-sucedido. — Provérbios 5:1, 2.

(JÓ 38:37)
“Quem pode contar exatamente as nuvens em sabedoria, Ou as talhas de água do céu — quem [as] pode entornar,”

w05 15/11 p. 16 As maravilhas da criação engrandecem a Jeová
Nuvens carregadas de água são como jarras de água no céu. Quando Jeová as despeja, elas podem derramar tanta chuva que o solo se transforma em lama e formam-se torrões de terra. Deus pode produzir ou reter a chuva. — Tiago 5:17, 18.

w93 15/6 p. 10 par. 8 A criação diz: “eles são inescusáveis”
8 Essas “talhas de água do céu — quem as pode entornar” para fazer cair chuva na terra? (Jó 38:37) Aquele cuja “consumada perícia” as colocou ali, que “destila chuva do nevoeiro que formou”. E o que é necessário para destilar gotas de chuva dos nevoeiros? É preciso haver microscópica matéria sólida, tal como partículas de pó ou de sal — de milhares a centenas de milhares delas em cada centímetro cúbico de ar — a fim de servir de núcleo para a formação de gotículas. Calcula-se que requer um milhão de minúsculas gotículas de nuvem para formar uma gota mediana de chuva. Só depois de tudo isso podem as nuvens lançar suas torrentes para a Terra, para formar os rios que retornam a água ao mar. Assim se completa o ciclo da água. Acontece tudo isso por mero acaso? Tal conceito é deveras ‘inescusável’!

it-1 p. 491 Céu, I
As nuvens são como “talhas de água” nas câmaras superiores desse depósito, e a chuva cai dali como que por “condutos”, certos fatores, tais como montes ou mesmo a intervenção milagrosa de Deus, causando a condensação de água e a subseqüente precipitação pluvial em regiões específicas. (Jó 38:37; Je 10:12, 13; 1Rs 18:41-45)

(JÓ 38:38)
“Quando o pó se despeja como dentro duma massa fundida E os próprios torrões de terra aderem um ao outro?”

w05 15/11 p. 16 As maravilhas da criação engrandecem a Jeová
Nuvens carregadas de água são como jarras de água no céu. Quando Jeová as despeja, elas podem derramar tanta chuva que o solo se transforma em lama e formam-se torrões de terra. Deus pode produzir ou reter a chuva. — Tiago 5:17, 18.

(JÓ 39:1)
““Ficaste conhecendo o tempo fixo de parirem as cabras-montesas do rochedo? Observas tu exatamente quando é que as corças têm cria com dores?”

w97 15/7 p. 24 Acrobatas dos rochedos nas montanhas
‘Conheces o tempo de parirem as cabras-montesas?’
As cabras-montesas são criaturas tímidas. Preferem viver longe do homem. De fato, as pessoas têm dificuldade para chegar perto o suficiente para observá-las no seu estado selvagem. Portanto, o Dono de “animais sobre mil montanhas” podia de direito perguntar ao homem Jó: “Ficaste conhecendo o tempo fixo de parirem as cabras-montesas do rochedo?” — Salmo 50:10; Jó 39:1.
O instinto dado por Deus diz à cabra-montesa quando chegou a hora para parir. Ela procura um lugar seguro e dá à luz um ou dois filhotes, usualmente no fim de maio ou em junho. A cria consegue ter passo firme em questão de poucos dias.

it-1 p. 389 Cabrito (bode)
Cabrito-Montês, Cabra-Selvagem. A designação hebraica yeʽe•lím, traduzida por “cabritos-monteses” (NM) e por “cabras selvagens” (BLH), é geralmente entendida como se referindo ao íbex da Núbia (Capra ibex nubiana), uma cabra-selvagem das montanhas, que possui chifres grandes, com muitas cristas e curvados para trás. Este animal tem por habitat as montanhas elevadas (Sal 104:18), onde transpõe penhascos escarpados e estreitas abas das montanhas com graciosa facilidade. No período de gestação, estas cabras procuram locais que o homem não encontra facilmente. É possível que Jó 39:1 se refira a isso, pois a pergunta ali suscitada aponta para o fato de que tais criaturas são bem independentes do homem, o nascimento de seus filhotes ocorrendo sem ser observado pelo homem.

(JÓ 39:5)
“Quem pôs em liberdade a zebra, E quem soltou as próprias ligaduras do jumento selvagem,”

it-2 p. 628 Jumento
Jumento Selvagem. O jumento selvagem [hebr.: ʽa•róhdh; aramaico: ʽarádh] diferencia-se do jumento doméstico, não pela sua aparência, mas pela sua índole selvagem e intratável. Isto se harmoniza plenamente com a descrição bíblica dum animal como que com ‘ligaduras soltas’. — Jó 39:5.

(JÓ 39:6)
“Ao qual designei por casa a planície desértica E por sua moradia a terra salgada?”

it-2 p. 628 Jumento
O habitat do jumento selvagem (Equus hemionus) é a planície desértica e a região salina, longe do rebuliço da cidade. Evita instintivamente os lugares habitados pelo homem, de modo que “não ouve os ruídos do batedor”. O caso não é que o jumento selvagem não ouça bem; ele é extremamente arisco por causa dos seus apurados sentidos de audição, visão e olfato. Se um homem tentasse aproximar-se furtivamente deste animal, este dispararia com extrema rapidez. Os jumentos selvagens, irrequietos, migram em busca de plantas verdes, explorando até mesmo regiões montanhosas em busca de pastos. Alimentam-se de todo tipo de plantas verdes, chegando a roer até mesmo as raízes. O sal também faz parte da sua alimentação. (Jó 39:5-8) A preferência do jumento selvagem por uma vida livre e irrestrita, longe das habitações humanas, aumenta o significado do fato de que Nabucodonosor morou com estas criaturas durante os seus sete anos de insanidade. — Da 5:21; veja ZEBRA.

(JÓ 39:7)
“Ri-se do tumulto da vila; Não ouve os ruídos do batedor.”

w06 15/1 p. 14 A criação animal magnifica a Jeová
Esse animal não troca sua liberdade pelo alimento nas cidades, que é mais fácil de conseguir. O jumento selvagem “não ouve os ruídos do batedor” porque corre rapidamente caso alguém invada seu território.

it-2 p. 628 Jumento
O habitat do jumento selvagem (Equus hemionus) é a planície desértica e a região salina, longe do rebuliço da cidade. Evita instintivamente os lugares habitados pelo homem, de modo que “não ouve os ruídos do batedor”. O caso não é que o jumento selvagem não ouça bem; ele é extremamente arisco por causa dos seus apurados sentidos de audição, visão e olfato. Se um homem tentasse aproximar-se furtivamente deste animal, este dispararia com extrema rapidez. Os jumentos selvagens, irrequietos, migram em busca de plantas verdes, explorando até mesmo regiões montanhosas em busca de pastos. Alimentam-se de todo tipo de plantas verdes, chegando a roer até mesmo as raízes. O sal também faz parte da sua alimentação. (Jó 39:5-8) A preferência do jumento selvagem por uma vida livre e irrestrita, longe das habitações humanas, aumenta o significado do fato de que Nabucodonosor morou com estas criaturas durante os seus sete anos de insanidade. — Da 5:21; veja ZEBRA.

(JÓ 39:8)
“Explora os montes pelo seu pasto E busca toda sorte de planta verde.”

w06 15/1 p. 14 A criação animal magnifica a Jeová
Jó não podia usar o jumento selvagem para carregar peso. Ele explora os montes em busca de pasto, procurando “toda sorte de planta verde”.

it-2 p. 628 Jumento
O habitat do jumento selvagem (Equus hemionus) é a planície desértica e a região salina, longe do rebuliço da cidade. Evita instintivamente os lugares habitados pelo homem, de modo que “não ouve os ruídos do batedor”. O caso não é que o jumento selvagem não ouça bem; ele é extremamente arisco por causa dos seus apurados sentidos de audição, visão e olfato. Se um homem tentasse aproximar-se furtivamente deste animal, este dispararia com extrema rapidez. Os jumentos selvagens, irrequietos, migram em busca de plantas verdes, explorando até mesmo regiões montanhosas em busca de pastos. Alimentam-se de todo tipo de plantas verdes, chegando a roer até mesmo as raízes. O sal também faz parte da sua alimentação. (Jó 39:5-8) A preferência do jumento selvagem por uma vida livre e irrestrita, longe das habitações humanas, aumenta o significado do fato de que Nabucodonosor morou com estas criaturas durante os seus sete anos de insanidade. — Da 5:21; veja ZEBRA.

(JÓ 39:9)
“Acaso quererá servir-te o touro selvagem, Ou pernoitará ele junto à tua manjedoura?”

cl cap. 4 p. 38 par. 5 “Jeová é . . . grande em poder”
O povo da Palestina nos tempos bíblicos raramente, se é que alguma vez, se confrontava com algum animal mais forte. Mas eles conheciam, sim, um tipo de touro ainda mais temível — o touro selvagem, ou auroque, hoje extinto. (Jó 39:9-12) O imperador romano Júlio César disse certa vez que os touros selvagens eram quase do tamanho de elefantes. “É grande a força deles”, escreveu, “e é grande a sua velocidade”. Imagine como você se sentiria pequeno e fraco perto de uma criatura dessas!

w06 15/1 p. 14 A criação animal magnifica a Jeová
A seguir, Deus mencionou o touro-selvagem. (Jó 39:9-12) O arqueólogo inglês Austen Layard escreveu sobre esse animal: “O touro-selvagem, a julgar pela forma em que sempre é representado nas esculturas em baixo-relevo, parece ter sido considerado uma caça quase tão imponente e nobre quanto o leão. O rei sempre é visto lutando com o touro-selvagem, e os guerreiros o caçam a cavalo e a pé.” (Nineveh and Its Remains [Nínive e Suas Ruínas], 1849, Volume 2, página 326) Portanto, nenhum homem inteligente tenta domar o incontrolável touro-selvagem. — Salmo 22:21.

w00 1/3 p. 11 Jeová, o vigoroso em poder
O touro selvagem mencionado na Bíblia provavelmente era o auroque (em latim: urus). Há dois mil anos, esses animais encontravam-se na Gália (agora a França), e Júlio César fez a seguinte descrição deles: “Esses uri têm quase o tamanho dum elefante, mas de natureza, cor e forma são touros. Eles têm muita força e grande velocidade: não poupam nem homem nem animal uma vez que os avistem.”

w00 1/3 pp. 10-11 pars. 5-6 Jeová, o vigoroso em poder
O temível poder dum touro selvagem também era bastante conhecido nos tempos bíblicos, e Davi orou para que fosse salvo “da boca do leão, e dos chifres de touros selvagens”. — Salmo 22:21; Jó 39:9-11.
6 Por causa da força do touro, ele é usado na Bíblia para simbolizar o poder de Jeová.

(JÓ 39:10)
“Acaso atarás o touro selvagem ao sulco, com as suas cordas, Ou gradará ele as baixadas atrás de ti?”

it-2 p. 388 Implementos agrícolas
A grade não é mencionada na Bíblia, mas a operação agrícola de gradar é mencionada como diferente do arar. (Jó 39:10; Is 28:24; Os 10:11) Pulverizar e aplanar o solo constitui a principal função da grade moderna, embora seja também usada para cobrir as raízes das plantas com palha, cobrir as sementes e remover ervas daninhas. Antigamente, talvez uma prancha com peso sobre ela, ou um tronco áspero de árvore, fosse arrastada sobre o solo arado a fim de esterroar e nivelar o solo.

(JÓ 39:13)
“Acaso a asa da fêmea de avestruz bateu alegremente, Ou [tem ela] as plumas duma cegonha e a plumagem?”

it-1 p. 280 Avestruz
Contrastada com a Cegonha. Jeová Deus, mais tarde, trouxe a avestruz à atenção de Jó, e as coisas que Ele indicou ilustram vividamente algumas das características incomuns dessa ave. (Jó 39:13-18) Em grande contraste com as cegonhas que voam alto e planam majestosamente com suas poderosas asas amplas, a avestruz não voa; suas asas são incapazes de sustentar o peso da ave, seu esterno achatado não dispõe da “quilha” que sustente os músculos de vôo das aves voadoras. As plumas da avestruz, embora lindas, não possuem sequer os diminutos filamentos ou ganchos das bárbulas que se unem e dão às penas das aves voadoras a resistência ao ar, que torna possível o vôo. — Jó 39:13.

it-1 p. 478 Cegonha
Contrastando o avestruz, que não voa, com a cegonha, que voa alto, Jeová perguntou a Jó: “Acaso a asa da fêmea de avestruz bateu alegremente, ou tem ela as plumas duma cegonha e a plumagem?” (Jó 39:13) As rêmiges da cegonha são bem largas e fortes, as rêmiges secundárias e terciárias, quase tão compridas como as primárias, provêem à asa de uma enorme superfície e habilitam a cegonha a ser uma ave de vôo alto e de longa duração. A cegonha planando alto nas suas poderosas asas, com pescoço esticado e suas longas pernas estendidas retas para trás, apresenta um espetáculo imponente. As duas mulheres observadas na visão de Zacarias (Za 5:6-11) carregando a medida de um efa, contendo uma mulher chamada “Iniqüidade”, são descritas como tendo “asas semelhantes às asas da cegonha”. A referência ao “vento nas suas asas” (v. 9 ) harmoniza-se também com o ruído produzido pela passagem do ar através das rêmiges da cegonha. As rêmiges primárias são estendidas em leque durante o vôo, de modo que se formam aberturas nas extremidades das asas, controlando-se assim a passagem do ar por cima das asas e melhorando o poder de sustentação.

(JÓ 39:14)
“Pois ela deixa seus ovos na própria terra E os mantém quentes no pó,”

w06 15/1 p. 14 A criação animal magnifica a Jeová
Ao contrário da cegonha, a avestruz não bota os ovos num ninho feito numa árvore. (Salmo 104:17) Ela cava um buraco na areia e põe os ovos, mas não os abandona. O macho e a fêmea cuidam dos ovos, que são cobertos com areia e mantidos a uma temperatura ideal.

it-1 p. 280 Avestruz
Novamente, em contraste com a cegonha, que constrói firmemente seu grande ninho no topo das árvores (Sal 104:17), de prédios ou de rochas elevadas, a avestruz simplesmente cava um buraco raso no chão, cercado por um baixo aterro. Ali a fêmea põe os ovos, que pesam cerca de 1,5 kg cada um, e, visto que o macho muitas vezes é polígamo (diferente da cegonha, renomada por sua fidelidade a um só companheiro), é possível que haja um bom número de ovos postos no ninho por duas ou três fêmeas. O macho aquece os ovos do ninho durante a noite, e a fêmea os incuba durante o dia, mas sabe-se que, quando o sol está muito quente, ela abandona o ninho por certos períodos durante o dia. Em tais ocasiões, embora os ovos possuam casca bem grossa, ficam vulneráveis a danos ou a roubo por parte de animais ou do homem. — Jó 39:14, 15.

(JÓ 39:15)
“E se esquece que algum pé pode esmagá-los Ou mesmo uma fera do campo pode trilhá-los.”

it-1 p. 280 Avestruz
Novamente, em contraste com a cegonha, que constrói firmemente seu grande ninho no topo das árvores (Sal 104:17), de prédios ou de rochas elevadas, a avestruz simplesmente cava um buraco raso no chão, cercado por um baixo aterro. Ali a fêmea põe os ovos, que pesam cerca de 1,5 kg cada um, e, visto que o macho muitas vezes é polígamo (diferente da cegonha, renomada por sua fidelidade a um só companheiro), é possível que haja um bom número de ovos postos no ninho por duas ou três fêmeas. O macho aquece os ovos do ninho durante a noite, e a fêmea os incuba durante o dia, mas sabe-se que, quando o sol está muito quente, ela abandona o ninho por certos períodos durante o dia. Em tais ocasiões, embora os ovos possuam casca bem grossa, ficam vulneráveis a danos ou a roubo por parte de animais ou do homem. — Jó 39:14, 15.

(JÓ 39:16)
“Trata rudemente os seus filhotes, como se não fossem seus — Sua labuta é em vão, [porque não tem] pavor.”

g99 22/7 pp. 17-18 Veloz, incapaz de voar e fascinante – o avestruz
Os pais protegem os filhotes. A história de que o avestruz enfia a cabeça na areia quando ameaçado é mito. Pelo contrário, os pais podem ser muito agressivos quando protegem os filhotes, expulsando os predadores com coices muito fortes. Outra tática de defesa é distrair o predador fingindo estar feridos, de modo a atrair a atenção para si mesmos, em vez de para os filhotes. Mas se o predador se aproxima demais, em geral os pais viram as costas e fogem para salvar a vida, deixando os filhotes entregues à própria sorte. A declaração bíblica se mostra verdadeira, pois nessas ocasiões, o avestruz “trata rudemente os seus filhotes, como se não fossem seus”. — Jó 39:16.

it-1 p. 280 Avestruz
‘Trata Rudemente os Filhotes.’ Alguns têm objetado à declaração de que a avestruz “trata rudemente os seus filhotes, como se não fossem seus” (Jó 39:16) e à referência às avestruzes como ‘cruéis’ com suas crias (La 4:3), afirmando que os pais e mães avestruzes são bem solícitos em cuidar de seus filhotes. Embora seja verdade que o termo hebraico (rena•ním), usado em Jó 39:13, pode aplicar-se gramaticalmente quer a avestruzes machos quer às fêmeas, alguns lexicógrafos entendem que ele se refere às fêmeas. Este parece ser o caso, em vista da ligação com os ovos postos, obviamente, pela fêmea. Entendendo-se que o texto se aplica desse modo, então, certamente existe boa base para esta expressão poética relativa à ‘crueldade’ da ave, em vista do fato de que, depois que os filhotes saem da casca, o macho “assume todo o cuidado deles, ao passo que as fêmeas geralmente somem juntas”. (All the Birds of the Bible [Todas as Aves da Bíblia], Alice Parmelee, 1959, p. 207) Também é verdade que estas robustas aves, tanto os machos como as fêmeas, abandonam rapidamente o ninho e seus filhotes quando pressentem um perigo, e, embora talvez usem táticas diversivas para afastar os inimigos do ninho, isto ainda é um tratamento ‘rude’ dispensado aos filhotes desprotegidos. Apenas a coloração protetora, dada pelo Criador, é o que talvez salve os filhotes indefesos e abandonados, fazendo com que os animais inimigos os despercebam e corram atrás dos pais em fuga. Pode-se chamar corretamente a avestruz de “cruel”, então, quando comparada com muitas outras aves, e, especialmente, em contraste com a cegonha, cuja atenção afetuosa e preocupação constante com seus filhotes é proverbial.

(JÓ 39:17)
“Porque Deus a fez esquecer a sabedoria E não lhe deu parte na compreensão.”

w06 15/1 p. 14 A criação animal magnifica a Jeová
Pode parecer que a avestruz ‘esquece a sabedoria’ quando aparentemente foge diante do perigo ao notar a presença de um predador. No entanto, An Encyclopedia of Bible Animals (Enciclopédia de Animais da Bíblia) diz: “Essa é uma técnica de distração: [as avestruzes] tornam-se bem visíveis e batem as asas para chamar a atenção de qualquer pessoa ou animal que seja uma ameaça, e dessa forma os afasta dos ovos.”

it-1 pp. 280-281 Avestruz
‘Esquece a Sabedoria.’ Diz-se que a avestruz ‘esquece a sabedoria’ e ‘não compartilha a compreensão’. (Jó 39:17) Observadores modernos reconhecem isto. Os árabes têm um ditado: “Mais tolo do que uma avestruz.” (Soncino Books of the Bible [Livros da Bíblia, de Soncino], editado por A. Cohen, Londres, 1946, Jó, p. 205) A avestruz tende a correr numa grande curva, que permite que seus perseguidores a cerquem, se forem em número suficiente.

(JÓ 39:18)
“No tempo em que bate [as asas] alto Ela se ri do cavalo e do seu cavaleiro.”

cl cap. 5 p. 54 par. 16 Poder criativo — “Aquele que fez o céu e a terra”
Jeová falou a Jó da avestruz, que “ri do cavalo e do seu cavaleiro”. (Jó 39:13, 18) De fato, essa ave de 2,5 metros de altura talvez não saiba voar, mas pode correr a 65 quilômetros por hora, com passadas de até uns 4 metros! (Jó 39:13, 18)

g 8/14 p. 11 “Observai atentamente as aves”
O avestruz é a maior e a mais rápida ave que existe hoje, capaz de alcançar uma velocidade de aproximadamente 72 quilômetros por hora numa arrancada.

g 8/14 p. 11 “Observai atentamente as aves”
A Bíblia faz várias referências às aves, muitas vezes para ensinar lições valiosas. Por exemplo, quando Deus falou com um homem chamado Jó, ele mencionou o avestruz e sua surpreendente velocidade: “Quando [o avestruz] se levanta e se põe a correr, ri-se da velocidade do cavalo e do cavaleiro.” (Jó 39:13, 18, Sociedade Bíblica Portuguesa)

w06 15/1 p. 14 A criação animal magnifica a Jeová
Pode parecer que a avestruz ‘esquece a sabedoria’ quando aparentemente foge diante do perigo ao notar a presença de um predador. No entanto, An Encyclopedia of Bible Animals (Enciclopédia de Animais da Bíblia) diz: “Essa é uma técnica de distração: [as avestruzes] tornam-se bem visíveis e batem as asas para chamar a atenção de qualquer pessoa ou animal que seja uma ameaça, e dessa forma os afasta dos ovos.”
Em que sentido a avestruz “ri do cavalo e do seu cavaleiro”? A Enciclopédia Delta Universal diz: “O avestruz não voa, mas é famoso por sua velocidade. Suas longas pernas podem dar passadas de até 4,5m, numa velocidade de 65 km/h.”

g99 22/7 pp. 16-17 Veloz, incapaz de voar e fascinante – o avestruz
Devido ao seu tamanho e peso, não consegue voar. Mas suas pernas musculosas são bastante fortes, fazendo dele uma das criaturas mais rápidas em terra. Correndo no deserto, pode atingir velocidades de até 65 quilômetros por hora. O avestruz “se ri do cavalo e do seu cavaleiro”, diz a Bíblia. (Jó 39:18) Em conformidade com essas palavras, a rapidez e a resistência desse velocista bípede permitem que ele corra mais rápido do que muitos dos mais velozes predadores quadrúpedes.

it-1 p. 281 Avestruz
Mas numa corrida em linha reta, as fortes pernas da avestruz a habilitam a ‘rir-se do cavalo e do seu cavaleiro’. (Jó 39:18) Na corrida, suas passadas chegam a cobrir até 3,5 m de cada vez, e sua velocidade pode atingir até 70 km/h. As suas asas, inúteis para o vôo, ajudam todavia a dar sustentação ao corpo pesado da ave, enquanto ela corre.

(JÓ 39:21)
“Escarva na baixada e exulta em poder; Sai para enfrentar armamento.”

w06 15/1 p. 15 A criação animal magnifica a Jeová
Nos tempos antigos, os guerreiros lutavam montados em cavalos, e cavalos puxavam bigas que carregavam um cocheiro e talvez dois soldados. Ansioso pela batalha, o cavalo de guerra relincha e bate com o casco no chão. Não fica com medo nem recua por causa da espada.

(JÓ 39:22)
“Ri-se do pavor e não está aterrorizado; Nem retrocede por causa duma espada.”

w06 15/1 p. 15 A criação animal magnifica a Jeová
Nos tempos antigos, os guerreiros lutavam montados em cavalos, e cavalos puxavam bigas que carregavam um cocheiro e talvez dois soldados. Ansioso pela batalha, o cavalo de guerra relincha e bate com o casco no chão. Não fica com medo nem recua por causa da espada.

(JÓ 39:24)
“Com retumbo e agitação devora a terra, E não acredita que seja o som duma buzina.”

w06 15/1 p. 15 A criação animal magnifica a Jeová
Ao ouvir a buzina, reage como se dissesse “Avante!” e se lança para a frente, ‘devorando a terra’. Contudo, o cavalo de guerra obedece ao cavaleiro.
Numa descrição similar, o arqueólogo Layard escreveu: “Apesar de ser mansa como a ovelha e controlada apenas pelo cabresto, quando a égua árabe ouve o grito de guerra da tribo e vê o cavaleiro brandir a lança, seus olhos brilham como fogo, suas narinas avermelhadas se abrem totalmente, seu pescoço se arqueia de forma imponente e sua cauda e crina se levantam e se esvoaçam ao vento.” — Discoveries Among the Ruins of Nineveh and Babylon (Descobertas nas Ruínas de Nínive e de Babilônia), 1853, página 330.

(JÓ 39:25)
“Assim que toca a buzina diz: Eia! E de longe cheira a batalha, A algazarra dos chefes e o grito de guerra.”

w06 15/1 p. 15 A criação animal magnifica a Jeová
Ao ouvir a buzina, reage como se dissesse “Avante!” e se lança para a frente, ‘devorando a terra’. Contudo, o cavalo de guerra obedece ao cavaleiro.
Numa descrição similar, o arqueólogo Layard escreveu: “Apesar de ser mansa como a ovelha e controlada apenas pelo cabresto, quando a égua árabe ouve o grito de guerra da tribo e vê o cavaleiro brandir a lança, seus olhos brilham como fogo, suas narinas avermelhadas se abrem totalmente, seu pescoço se arqueia de forma imponente e sua cauda e crina se levantam e se esvoaçam ao vento.” — Discoveries Among the Ruins of Nineveh and Babylon (Descobertas nas Ruínas de Nínive e de Babilônia), 1853, página 330.

(JÓ 39:26)
“É devido à tua compreensão que esvoaça o falcão, Que ele estende suas asas ao vento sulino?”

w06 15/1 p. 15 A criação animal magnifica a Jeová
Considere o falcão e a águia
Jeová voltou sua atenção para certos tipos de aves. (Jó 39:26-30) Os falcões ‘voam muito alto e estendem suas asas ao vento’. Citando o falcão-peregrino como a ave que voa mais rápido, o Guinness — O Livro dos Recordes diz que ele “é a mais rápida criatura viva, quando se arremessa de grandes alturas sobre uma presa em seu território”. Essa ave já chegou a atingir a velocidade de 349 quilômetros por hora ao descer num ângulo de 45 graus!

it-2 p. 100 Falcão
Jó 39:26 descreve o falcão ‘esvoaçando e estendendo suas asas ao vento sulino’, e alguns entendem isso como se referindo a uma migração para o sul (“abrir as suas asas no seu vôo para o Sul”, BLH), o que se aplicaria ao peneireiro menor, da família dos falconídeos, e, até certo ponto, ao falcão-peregrino. Outros, porém, acham que o texto descreve a ave como virando-se para o vento, e, pela força das suas asas, voando contra ele e ascendendo cada vez mais. Diz-se que os falcões “ascendem a grande altura, sempre esforçando-se de subir mais do que qualquer outra ave que estejam perseguindo”, a fim de mergulhar com impetuosa velocidade sobre a sua presa mais abaixo, e, ao fazer isso, muitas vezes “aproveitam-se do vento, e, por voarem contra ele, ascendem como uma pipa”. (Funk and Wagnalls New Standard Encyclopedia [Nova Enciclopédia Padrão de Funk e Wagnalls], 1931, Vol. XI, p. 329, 330) De modo similar, o peneireiro às vezes é chamado de helicóptero, “porque paira (fica no mesmo lugar) no ar enquanto caça. Esta ave encara o vento e bate as asas enquanto observa o solo em busca de presa”. — The World Book Encyclopedia (A Enciclopédia do Livro Mundial), 1987, Vol. 11, p. 237.

(JÓ 39:27)
“Ou é às tuas ordens que a águia voa para cima E que constrói o seu ninho no alto,”

w06 15/1 p. 15 A criação animal magnifica a Jeová
As águias voam a uma velocidade de quase 130 quilômetros por hora. Jó comparou a vida passageira do homem com a velocidade da águia em busca da presa. (Jó 9:25, 26) Deus nos dá forças para continuar, como se estivéssemos nas aparentemente incansáveis asas da águia, que voa bem alto. (Isaías 40:31) Durante o vôo, as águias se aproveitam de colunas de ar quente em ascensão, conhecidas como correntes de ar térmicas. A ave voa em círculos dentro de uma corrente, que a leva cada vez mais para o alto. Quando atinge certa altura, ela desliza para a próxima corrente de ar térmica e fica suspensa por horas, gastando pouquíssima energia.
A águia “constrói o seu ninho no alto”, em lugares inacessíveis, para proteger os filhotes do perigo. Jeová a criou para fazer isso instintivamente.

it-1 p. 69 Águia
Ninho Elevado e Acuidade Visual. Os hábitos de nidificação da águia são sublinhados nas perguntas que Deus fez a Jó, em Jó 39:27-30. O ninho pode situar-se numa árvore alta, ou numa saliência dum penhasco ou despenhadeiro rochoso. Com o passar dos anos, o ninho pode aumentar para ter até 2 m de altura, sendo que o ninho de algumas águias chega a pesar uma tonelada! A aparente segurança e inacessibilidade do ninho da águia também foram usadas figuradamente pelos profetas nas suas mensagens contra o elevado reino de Edom, nas montanhas escarpadas do Arabá. — Je 49:16; Ob 3, 4.

(JÓ 39:28)
“Que ela reside num rochedo e passa a noite No pico dum rochedo e num lugar inacessível?”

it-1 p. 69 Águia
Ninho Elevado e Acuidade Visual. Os hábitos de nidificação da águia são sublinhados nas perguntas que Deus fez a Jó, em Jó 39:27-30. O ninho pode situar-se numa árvore alta, ou numa saliência dum penhasco ou despenhadeiro rochoso. Com o passar dos anos, o ninho pode aumentar para ter até 2 m de altura, sendo que o ninho de algumas águias chega a pesar uma tonelada!

(JÓ 39:29)
“De lá tem de ir em busca de alimento; Seus olhos olham para longe.”

w06 15/1 p. 15 A criação animal magnifica a Jeová
E com a visão dada por Deus, os “olhos [da águia] olham para longe”. A capacidade de mudar rapidamente o foco dos olhos permite que a águia fique olhando para a presa ou para uma carcaça enquanto dá um longo mergulho no ar.

g02 22/12 O olho da águia
O olho da águia
DO REDATOR DE DESPERTAI! NA ESPANHA
NA ESPANHA, na Alemanha, no Brasil e em outros países, diz-se que um homem de grande visão tem visão de águia ou é águia (vista de águila; Adlerauge). São expressões proverbiais com muito fundamento e que vêm de longa data. Há três mil anos, o livro bíblico de Jó já dizia a respeito da águia: “Seus olhos olham para longe.” — Jó 39:27, 29.
Sobre o alcance da visão da águia, o livro The Guinness Book of Animal Records (Livro Guinness de Recordes de Animais) explica: “Em condições ideais, a águia-real (Aquila chrysaetos) consegue detectar os mínimos movimentos de um coelho a mais de dois quilômetros de distância.” Mas há quem creia que a águia enxergue mais longe ainda.
A acuidade visual da águia-real se deve em primeiro lugar aos dois olhos enormes que ocupam grande parte da cabeça. A obra Book of British Birds (Livro das Aves da Grã-Bretanha) observa que, ‘se os olhos da águia-real fossem maiores, seriam pesados demais e prejudicariam o vôo da ave’.
Em segundo lugar, a acuidade visual da águia se deve ao fato de o seu olho ter cerca de cinco vezes mais células fotorreceptoras do que o olho humano — por volta de 1.000.000 de cones por milímetro quadrado, comparados com os 200.000 do olho humano. E como praticamente cada uma dessas células está conectada a um neurônio, o nervo ótico da águia, que transmite os estímulos do olho para o cérebro, contém o dobro de fibras do olho humano. Não é para menos que essas criaturas tenham uma percepção tão nítida das cores! E por último, há mais uma característica do olho da águia que supera em muito o olho humano. O olho das aves de rapina, assim como o de outras aves, é dotado de uma lente possante com capacidade para ajustar o foco rapidamente entre objetos a curta e a longa distância.
À luz do dia a visão da águia é imbatível, mas à noite não há como superar a visão da coruja — ave de rapina noturna dotada de olhos com numerosos bastonetes sensíveis à luz e um cristalino com superfície muito grande. É por isso que, à noite, a visão dela é 100 vezes melhor do que a dos humanos. Mas nas raras ocasiões em que há ausência completa de luz, a coruja passa a depender totalmente de sua audição aguçada para conseguir localizar a presa.
Não há dúvida de que alguém dotou essas aves de atributos tão especiais. Deus perguntou a Jó: “É às tuas ordens que a águia voa para cima?” É óbvio que o responsável por essa maravilha da criação não foi um ser humano. O próprio Jó foi humilde ao reconhecer isso: “Fiquei sabendo que [tu, Jeová] és capaz de fazer todas as coisas.” (Jó 39:27; 42:1, 2) O olho da águia é mais uma evidência da sabedoria do nosso Criador.
[Foto na página 24]
Águia-real

w96 15/6 p. 9 Ascendamos com asas quais águias
A visão aguçada da águia sempre foi proverbial. Embora a águia-real raramente pese mais de cinco quilos, seu olho é maior do que o olho do homem, e sua visão é bem mais aguçada. O próprio Jeová, descrevendo para Jó a habilidade que a águia tem de procurar alimento, disse: “Seus olhos olham para longe.” (Jó 39:27, 29) Alice Parmelee, no livro de sua autoria All the Birds of the Bible (Todas as Aves da Bíblia), diz que “certa vez uma águia viu um peixe morto flutuando num lago a cinco quilômetros de distância e mergulhou em vôo oblíquo até o local exato. Não só a águia viu um pequeno objeto a uma distância bem maior do que um homem conseguiria enxergar, como também manteve aquele peixe constantemente em foco durante todo o mergulho de cinco quilômetros”.

it-1 p. 69 Águia
A acuidade visual da águia, mencionada em Jó 39:29, é confirmada por Rutherford Platt no seu livro The River of Life (O Rio da Vida, 1956, pp. 215, 216), que também mostra a forma incomum em que foi projetado o olho da águia, atestando a sabedoria do Criador. O livro diz:
“Encontramos os olhos campeões entre todo o reino animal . . . [nos] olhos da águia, do abutre e do gavião. São tão aguçados que podem olhar para baixo, da altura de uns mil pés [300 m] no ar, e avistar um coelho ou um galo silvestre meio escondido no capim.
“A vista aguçada do olho caçador é causada pelo reflexo do objeto que cai sobre um denso grupo de células pontudas, e em forma de cone. Este pequeníssimo ponto na parte de trás do globo ocular absorve os raios de luz do objeto através de milhares de pontos, dum modo especial que concentra na mente uma imagem nítida. Para quase todos os caçadores, tais como o cangambá, o puma e nós mesmos, um único ponto de cones é suficiente; olhamos diretamente para a frente e aproximamo-nos frontalmente do objeto que contemplamos. Mas isso não se dá com a águia, nem com o gavião, os quais, fitando o coelho no meio do capim com os seus aguçados cones focalizadores, pode então aproximar-se mediante uma longa descida oblíqua. Isto faz com que a imagem do objeto atravesse a parte de trás do globo ocular numa trajetória curva. Tal trajetória é traçada com precisão para o olho da águia, de modo que, ao invés de um grupo de cones, a ave ao mergulhar tem uma trajetória curva de cones. Ao passo que a águia mergulha velozmente, o coelho no capim é assim mantido em constante foco.” — Veja Je 49:22.

(JÓ 39:30)
“E seus próprios filhotes sorvem sangue; E onde há os que foram mortos, ali está ela.””

w06 15/1 p. 15 A criação animal magnifica a Jeová
A águia come carcaça de animais mortos, de modo que “onde há os que foram mortos, ali está ela”. Essa ave pega pequenos animais e os leva para seus filhotes.

(JÓ 40:2)
““Acaso devia haver contenda da parte do caturra com o Todo-poderoso? Responda a isto o próprio repreendedor de Deus.””

it-2 p. 101 Falta, achar falta
Por este motivo, e por causa da sua onipotência, ele pode dizer, como na ocasião em que corrigiu Jó: “Acaso devia haver contenda da parte do caturra [literalmente, alguém que sempre acha defeito, discute, questiona] com o Todo-poderoso?” (Jó 40:1, 2)

(JÓ 40:7)
““Por favor, cinge os teus lombos como um varão vigoroso; Eu te perguntarei e tu mo farás saber.”

it-1 p. 272 Atitudes, posturas e gestos
Cingir os lombos indica preparação para ação. Referia-se ao costume dos tempos bíblicos de amarrar as vestimentas amplas com um cinto ou uma faixa, para não ser estorvado durante o trabalho, ao correr e assim por diante. — Jó 40:7; Je 1:17; Lu 12:37; 1Pe 1:13 n.

(JÓ 40:15)
“Eis aqui o beemote que eu fiz tanto quanto a ti. Come erva verde assim como o touro.”

w06 15/1 p. 16 A criação animal magnifica a Jeová
O beemote sai do rio para se banquetear com a “erva verde”. Imagine! Aparentemente, é necessária a vegetação de uma montanha inteira para sustentá-lo! Seu estômago recebe cerca de 90 a 180 quilos de vegetação por dia.

w94 15/11 p. 19 A recompensa de Jó é motivo de esperança
Beemote e leviatã
15 Jeová mencionou a seguir o beemote, que geralmente é considerado ser o hipopótamo. (Jó 40:15-24) Este animal herbívoro, notável pelo seu enorme tamanho, grande peso e couro duro, “come erva verde”.

it-1 p. 323 Beemote
A descrição no capítulo 40 do livro de Jó apresenta um vívido quadro deste enorme mamífero, o beemote. É descrito como herbívoro. ( v. 15) As fontes de sua tremenda força e energia são comentadas como sendo as ancas e os tendões de seu abdome, isto é, os músculos das costas e os do abdome. ( v. 16) A cauda do beemote é como um cedro. Visto que a cauda do hipopótamo é relativamente curta, medindo cerca de 46 a 51 cm, é provável que se deva entender isto como significando que esse animal pode erguer rigidamente sua cauda grossa, ou balançá-la como uma árvore. “Os tendões das suas coxas estão entrelaçados”, de modo que as fibras e os tendões dos músculos das suas coxas são contorcidos juntos e trançados como fortes cabos. ( v. 17) Os ossos de suas pernas são tão fortes como “tubos de cobre”, podendo assim suportar o peso maciço do corpo. Os ossos e as costelas dele são como barras de ferro forjado. ( v. 18)

it-1 p. 323 Beemote
Beemote
A denominação “beemote”, que aparece em Jó 40:15, tem sido considerada, de forma variada, como (1) um derivado duma palavra egípcia para “búfalo-aquático”, (2) uma palavra, possivelmente de origem assíria, que significa “monstro”, e (3) um plural intensificado da palavra hebraica be•he•máh (animal; animal doméstico) que se entende denotar um “animal grande” ou “animal enorme”. Na Septuaginta grega, a palavra the•rí•a (feras) traduz a hebraica behe•móhth. Evidentemente, porém, refere-se a um único animal, conforme indicado pelo fato de que a descrição do beemote não é a de várias criaturas, mas somente de uma, geralmente considerada como sendo o hipopótamo (Hippopotamus amphibius). De fato, várias traduções da Bíblia (veja ALA; IBB; MC, v. 10; NM; PIB) usam a palavra “hipopótamo” no texto principal, ou em notas marginais, a fim de identificar a criatura referida por Deus.

(JÓ 40:16)
“Eis que seu poder está nas suas ancas E sua energia dinâmica nos cordões musculares do seu ventre.”

w06 15/1 p. 16 A criação animal magnifica a Jeová
Seu “poder está nas suas ancas” — os músculos no seu dorso. O couro grosso do abdome é uma vantagem, porque o beemote tem pernas curtas e se arrasta sobre as pedras nos leitos dos rios. Com certeza, o homem não é páreo para o beemote, que tem um corpo pesado, uma boca enorme e poderosas mandíbulas.

it-1 p. 323 Beemote
A descrição no capítulo 40 do livro de Jó apresenta um vívido quadro deste enorme mamífero, o beemote. É descrito como herbívoro. ( v. 15) As fontes de sua tremenda força e energia são comentadas como sendo as ancas e os tendões de seu abdome, isto é, os músculos das costas e os do abdome. ( v. 16) A cauda do beemote é como um cedro. Visto que a cauda do hipopótamo é relativamente curta, medindo cerca de 46 a 51 cm, é provável que se deva entender isto como significando que esse animal pode erguer rigidamente sua cauda grossa, ou balançá-la como uma árvore. “Os tendões das suas coxas estão entrelaçados”, de modo que as fibras e os tendões dos músculos das suas coxas são contorcidos juntos e trançados como fortes cabos. ( v. 17) Os ossos de suas pernas são tão fortes como “tubos de cobre”, podendo assim suportar o peso maciço do corpo. Os ossos e as costelas dele são como barras de ferro forjado. ( v. 18)

(JÓ 40:17)
“Deixa pender a sua cauda como um cedro; Os tendões das suas coxas estão entrelaçados.”

it-1 p. 323 Beemote
A descrição no capítulo 40 do livro de Jó apresenta um vívido quadro deste enorme mamífero, o beemote. É descrito como herbívoro. ( v. 15) As fontes de sua tremenda força e energia são comentadas como sendo as ancas e os tendões de seu abdome, isto é, os músculos das costas e os do abdome. ( v. 16) A cauda do beemote é como um cedro. Visto que a cauda do hipopótamo é relativamente curta, medindo cerca de 46 a 51 cm, é provável que se deva entender isto como significando que esse animal pode erguer rigidamente sua cauda grossa, ou balançá-la como uma árvore. “Os tendões das suas coxas estão entrelaçados”, de modo que as fibras e os tendões dos músculos das suas coxas são contorcidos juntos e trançados como fortes cabos. ( v. 17) Os ossos de suas pernas são tão fortes como “tubos de cobre”, podendo assim suportar o peso maciço do corpo. Os ossos e as costelas dele são como barras de ferro forjado. ( v. 18)

(JÓ 40:18)
“Seus ossos são tubos de cobre; Seus ossos fortes são como barras de ferro forjado.”

it-1 p. 323 Beemote
A descrição no capítulo 40 do livro de Jó apresenta um vívido quadro deste enorme mamífero, o beemote. É descrito como herbívoro. ( v. 15) As fontes de sua tremenda força e energia são comentadas como sendo as ancas e os tendões de seu abdome, isto é, os músculos das costas e os do abdome. ( v. 16) A cauda do beemote é como um cedro. Visto que a cauda do hipopótamo é relativamente curta, medindo cerca de 46 a 51 cm, é provável que se deva entender isto como significando que esse animal pode erguer rigidamente sua cauda grossa, ou balançá-la como uma árvore. “Os tendões das suas coxas estão entrelaçados”, de modo que as fibras e os tendões dos músculos das suas coxas são contorcidos juntos e trançados como fortes cabos. ( v. 17) Os ossos de suas pernas são tão fortes como “tubos de cobre”, podendo assim suportar o peso maciço do corpo. Os ossos e as costelas dele são como barras de ferro forjado. ( v. 18)

(JÓ 40:20)
“Porque os próprios montes lhe produzem os seus produtos, E todas as feras do campo divertem-se ali.”

w06 15/1 p. 16 A criação animal magnifica a Jeová
O beemote sai do rio para se banquetear com a “erva verde”. Imagine! Aparentemente, é necessária a vegetação de uma montanha inteira para sustentá-lo! Seu estômago recebe cerca de 90 a 180 quilos de vegetação por dia.

(JÓ 40:21)
“Deita-se debaixo dos lódãos espinhosos, No esconderijo de canas e no brejo.”

it-2 p. 714 Lódão
Lódão
[hebr.: tse•ʼelím].
O lódão espinhoso (Ziziphus lotus) é um ramoso arbusto, ou árvore pequena, que freqüentemente atinge a altura de apenas 1,5 m. Tem folhas pequenas, ovais e coriáceas, e na base de cada folha há um par de espinhos. A única referência ao lódão acha-se em Jó 40:21, 22, que fala do beemote (o hipopótamo) como deitado à sombra desta árvore. Embora esta árvore seja encontrada em lugares secos na Palestina, A Dictionary of Life in Bible Times (Dicionário da Vida nos Tempos Bíblicos) fala dela como “vicejando no pantanal quente e úmido” no N da África. — De W. Corswant, Suffolk, 1960, p. 177.

(JÓ 40:23)
“Quando o rio fica turbulento, não corre tomado de pânico. Mantém-se confiante, mesmo que o Jordão irrompa contra a sua boca.”

w94 15/11 p. 19 par. 15 A recompensa de Jó é motivo de esperança
O beemote não é tomado de pânico em águas torrenciais, mas nada facilmente contra a corrente.

it-1 p. 323 Beemote
Mesmo quando um rio transborda as margens, esta criatura não entra em pânico, pois ainda pode manter a cabeça acima do nível da água e nadar contra a força da inundação. ( v. 23)

(JÓ 41:1)
““Acaso podes puxar para fora o leviatã com um anzol Ou podes manter-lhe a língua abaixada com uma corda?”

g96 8/3 pp. 18-19 Estudamos a Bíblia no zoológico!
“Das suas narinas sai fumaça”
Mas há outros animais que não podemos deixar de ver. Não faz muito tempo que nós lemos, em nosso estudo da Bíblia, a respeito do “leviatã”, o crocodilo. De início, Pepijn o descreveu como ‘uma espécie de peixe, mas um bem grande!’ Por serem muito sensíveis a variações de temperatura, os crocodilos ficam na Casa da África, onde se mantém um clima tropical. Ao entrarmos, sentimos logo o calor e a umidade, que embaçam nossos óculos. Temos também de nos acostumar com a escuridão. Atravessando uma ponte-pênsil de madeira, subitamente ficamos frente a frente com dois enormes crocodilos que parecem guardar os lamaçais em cada lado da ponte. Ficam ali tão imóveis que Pepijn acaba dizendo: “Eles não são de verdade.”
Os crocodilos estão entre os maiores répteis do mundo. Alguns chegam a seis metros de comprimento e podem pesar até 900 quilos. A força de sua mandíbula é impressionante: mesmo um crocodilo relativamente pequeno, de 50 quilos, é capaz de exercer uma força equivalente a mais de 700 quilos. Quando um crocodilo emerge depois de passar algum tempo embaixo d’água, a rápida exalação de ar pelas suas narinas pode produzir um jato que, à forte claridade do sol da manhã, pode muito bem ser o ‘brilho’ e a ‘fumaça que sai de suas narinas’, descritos no livro de Jó. — Jó 41:1, 18-21.

(JÓ 41:2)
“Podes pôr-lhe um junco nas narinas Ou furar-lhe a queixada com um espinho?”

it-1 p. 827 Ervas daninhas
Outro termo hebraico, hhóh•ahh, é entendido como designando plantas espinhosas em geral, ervas espinhosas que crescem em solo cultivado e prontamente tomam posse de terras desoladas. (Jó 31:40; Is 34:13; Os 9:6) A mesma palavra aparece em Jó 41:2, onde parece aludir a um espinho enfiado na guelra dum peixe para poder carregá-lo.

it-2 p. 628 Junco
Junco
[hebr.: ʼagh•móhn].
Qualquer de uma variedade de plantas graminiformes que costumam crescer em brejos. Os verdadeiros juncos têm caule redondo, freqüentemente oco, com três filas de folhas graminiformes, e pequenas flores acastanhadas ou esverdeadas. A designação ʼagh•móhn talvez tenha incluído as diversas espécies de juncos, bem como as plantas semelhantes ao junco, da família do carriço.
Antigamente, empregavam-se juncos para acender o fogo de fornalha. (Jó 41:20) Em Jó 41:2, o “junco” talvez se refira a uma corda de juncos retorcidos ou a uma feita com suas fibras.
As outras referências bíblicas ao ʼagh•móhn são ilustrativas. Jeová não se agradou dos jejuns do renegado Israel, acompanhados por se curvar cerimonialmente a cabeça tal qual o junco. (Is 58:5) Em Isaías 9:14, “junco” parece referir-se aos falsos profetas (a “cauda”), que apenas falavam o que os líderes da nação de Israel (a “cabeça”, ou “broto”) queriam ouvir. — Is 9:15; veja também 19:15, onde “junco” parece denotar os egípcios em geral.

(JÓ 41:6)
“Acaso o regatearão sócios? Acaso o dividirão entre os comerciantes?”

it-1 p. 418 Canaã
Importância Comercial e Geopolítica. Canaã formava uma ponte terrestre ligando o Egito com a Ásia, e, mais especificamente, com a Mesopotâmia. Embora a economia do país fosse basicamente agrícola, havia também intercâmbio comercial, e as cidades portuárias de Tiro e Sídon se tornaram importantes centros comerciais, com frotas de navios famosas em todo o mundo então conhecido. (Veja Ez 27.) Assim, desde o tempo de Jó, a palavra “cananeu” se tornou sinônimo de ‘comerciante’, e é assim traduzida. (Jó 41:6; Sof 1:11; note também a referência a Babilônia como “terra de Canaã”, Ez 17:4, 12.)

(JÓ 41:7)
“Porventura encherás a sua pele de arpões Ou a sua cabeça de chuços de pesca?”

it-1 p. 194 Arpão
Arpão
Instrumento farpado, semelhante a uma lança, geralmente usado para arpoar grandes peixes. Somente em Jó 41:7 se faz referência ao arpão, trazendo à atenção a qualidade de couraça da pele do leviatã (o crocodilo), que resiste à penetração dum arpão comum.

(JÓ 41:8)
“Põe tua mão sobre ele. Lembra-te da batalha. Não o faças de novo.”

g95 22/3 pp. 16-18 Uma olhada mais de perto no crocodilo
Os que visitam os rios, lagos e pântanos da África geralmente conseguem ver crocodilos, embora, para o aterrorizado turista acima mencionado, o encontro provavelmente tenha sido de perto demais. O Quênia tem uma das maiores populações de crocodilos do Nilo do mundo. Em suaíli, o idioma falado na região, ele é conhecido simplesmente como mamba. Chegando a até sete metros de comprimento, os crocodilos são répteis, ágeis tanto em terra como na água. Na água, atingem grandes velocidades graças a sua cauda lateralmente comprimida, em forma de remo. Podem nadar a velocidades de até 40 quilômetros por hora! E não é incomum que fiquem submersos por duas, até mesmo três, horas. Em terra, são muito ligeiros, mas só conseguem correr por pouco tempo.
Pouco surpreende, então, que a Bíblia refira-se evidentemente ao crocodilo como exemplo da atemorizante criação de Deus, chamando-o de leviatã. Jó 41:8, 10 diz: “Põe tua mão sobre ele [o leviatã]. Lembra-te da batalha. Não o faças de novo. . . . Ninguém é tão audaz que o incite.” Um aviso muito sensato! Segundo o livro The Fascination of Reptiles (O Fascínio dos Répteis), de Maurice Richardson, sabe-se de crocodilos que atacaram barcos a motor! Jó 41:25 diz com propriedade: “Por ele se levantar, amedrontam-se os fortes; por causa da consternação, ficam confusos.”

(JÓ 41:10)
“Ninguém é tão audaz que o incite. E quem é que se pode manter firme diante de mim?”

w00 15/3 p. 25 Um homem exemplar que aceitou correção
“CROCODILOS em Zâmbia devoram 30 pessoas por mês.” Assim noticiou um jornal africano há alguns anos. Segundo um zoólogo, que capturava esses répteis para estudos, “foram precisos 12 homens para segurar um só crocodilo”. Por ter uma cauda forte e mandíbulas poderosas, o crocodilo pode ser um animal aterrorizante!
Aparentemente chamando o crocodilo de “leviatã”, o Criador usou este “rei sobre todas as feras majestosas” para ensinar ao seu servo Jó uma lição importante. (Jó 41:1, 34) Isto aconteceu uns 3.500 anos atrás na terra de Uz, provavelmente situada em alguma parte no norte da Arábia. Descrevendo esta criatura, Deus disse a Jó: “Ninguém é tão audaz que o incite. E quem é que se pode manter firme diante de mim?” (Jó 41:10) Como isso é veraz!

(JÓ 41:14)
“Quem abriu as portas da sua face? Seus dentes em redor são aterradores.”

g95 22/3 p. 18 Uma olhada mais de perto no crocodilo
Por que as pessoas fogem apavoradas à vista desse animal escamoso? O versículo 14 explica uma das razões: “Quem abriu as portas da sua face? Seus dentes em redor são aterradores.” Cada uma das maxilas do crocodilo, tanto a de cima como a de baixo, tem até 24 dentes de vários tamanhos, que são continuamente substituídos durante toda a vida. Curiosamente, o quarto dente da mandíbula inferior do crocodilo fica para fora, encaixado num entalhe na maxila de cima, e é bem visível quando as maxilas estão fechadas. Isso ajuda a distingui-lo de seu primo, o aligátor. O problema é que se alguém se aproximar demais para fazer esse exame dental, é bem provável que vá conhecer todos os dentes do crocodilo, só que do lado de dentro!

(JÓ 41:16)
“Uma se ajusta bem à outra, E nem mesmo o ar pode penetrar entre elas.”

it-2 p. 31 Espírito
Jó 41:15, 16, diz a respeito das escamas bem ajustadas do leviatã que “nem mesmo o ar [werú•ahh] pode penetrar entre elas”. Aqui, novamente, rú•ahh representa ar em movimento, não apenas ar num estado parado ou imóvel. De modo que está presente a idéia de uma força invisível, a característica básica da palavra hebraica rú•ahh.

(JÓ 41:18)
“Seus próprios espirros fazem brilhar a luz E seus olhos são como os raios da alva.”

w06 15/1 p. 16 A criação animal magnifica a Jeová
Quando o leviatã põe a cabeça para fora da água ao nascer do sol, seus olhos brilham “como os raios da alva”.

g96 8/3 p. 19 Estudamos a Bíblia no zoológico!
Quando um crocodilo emerge depois de passar algum tempo embaixo d’água, a rápida exalação de ar pelas suas narinas pode produzir um jato que, à forte claridade do sol da manhã, pode muito bem ser o ‘brilho’ e a ‘fumaça que sai de suas narinas’, descritos no livro de Jó. — Jó 41:1, 18-21.

(JÓ 41:20)
“Das suas narinas sai fumaça, Igual a uma fornalha acesa com juncos.”

g96 8/3 p. 19 Estudamos a Bíblia no zoológico!
Quando um crocodilo emerge depois de passar algum tempo embaixo d’água, a rápida exalação de ar pelas suas narinas pode produzir um jato que, à forte claridade do sol da manhã, pode muito bem ser o ‘brilho’ e a ‘fumaça que sai de suas narinas’, descritos no livro de Jó. — Jó 41:1, 18-21.

it-2 p. 163 Fumaça
Jeová, ao descrever suas criações a Jó, traz à atenção o leviatã, dizendo: “Das suas narinas sai fumaça, igual a uma fornalha acesa com juncos.” (Jó 41:20) Muitos peritos bíblicos crêem que Deus se referiu aqui ao crocodilo, o qual, quando sai da água, exala um espesso vapor fumegante com som trovejante.

(JÓ 41:30)
“Suas partes de baixo são como cacos pontiagudos; Estende sobre a lama um instrumento de debulhar.”

w06 15/1 p. 16 A criação animal magnifica a Jeová
As escamas afiadas no ventre do crocodilo deixam marcas parecidas com as de “um instrumento de debulhar” em bancos de lama.

(JÓ 41:31)
“Faz as profundezas ferver como panela; Faz o próprio mar igual a um pote de ungüento.”

w06 15/1 p. 16 A criação animal magnifica a Jeová
Sua fúria ao agitar a água forma uma espuma parecida com a de uma loção de banho.

it-2 p. 693 Leviatã
A descrição do “leviatã” em Jó 41:1-34 ajusta-se bem ao crocodilo, e o “mar” do versículo 31 talvez se refira a um rio como o Nilo ou outro corpo de água doce. Deve-se observar, contudo, que alguns crocodilos, como os crocodilos do Nilo (Crocodylus niloticus), encontram-se ao longo da costa marinha, e, às vezes, vão uma boa distância mar adentro.

(JÓ 42:2)
““Fiquei sabendo que és capaz de fazer todas as coisas, E não há idéia que te seja inalcançável.”

w01 15/4 p. 11 par. 13 Dê atenção às obras maravilhosas de Deus
13 O capítulo 42 de Jó nos mostra o efeito que as perguntas de Deus tiveram sobre Jó. Antes, Jó dera muita atenção a si mesmo e a outros. Mas por aceitar a correção implícita nas perguntas de Deus, Jó mudou seu modo de pensar. Confessou: “Fiquei sabendo que és capaz de fazer todas as coisas, e não há idéia que te seja inalcançável. ‘Quem é este que está obscurecendo o conselho sem conhecimento?’ Por isso falei, mas não estava entendendo coisas maravilhosas demais para mim, as quais não conheço.” (Jó 42:2, 3) Deveras, depois de dar atenção às obras de Deus, Jó disse que estas coisas eram maravilhosas demais para ele. Depois de examinar essas maravilhas da criação, devemos igualmente ficar impressionados com a sabedoria e o poder de Deus.

(JÓ 42:3)
“‘Quem é este que está obscurecendo o conselho sem conhecimento?’ Por isso falei, mas não estava entendendo Coisas maravilhosas demais para mim, as quais não conheço.”

w01 15/4 p. 11 par. 13 Dê atenção às obras maravilhosas de Deus
13 O capítulo 42 de Jó nos mostra o efeito que as perguntas de Deus tiveram sobre Jó. Antes, Jó dera muita atenção a si mesmo e a outros. Mas por aceitar a correção implícita nas perguntas de Deus, Jó mudou seu modo de pensar. Confessou: “Fiquei sabendo que és capaz de fazer todas as coisas, e não há idéia que te seja inalcançável. ‘Quem é este que está obscurecendo o conselho sem conhecimento?’ Por isso falei, mas não estava entendendo coisas maravilhosas demais para mim, as quais não conheço.” (Jó 42:2, 3) Deveras, depois de dar atenção às obras de Deus, Jó disse que estas coisas eram maravilhosas demais para ele. Depois de examinar essas maravilhas da criação, devemos igualmente ficar impressionados com a sabedoria e o poder de Deus.

(JÓ 42:5)
“Em rumores ouvi a teu respeito, Mas agora é o meu próprio olho que te vê.”

w06 15/3 p. 16 Destaques do livro de Jó
42:1-6. Por ouvir a palavra de Deus e ser lembrado da manifestação de seu poder, Jó foi ajudado a ‘observar a Deus’, ou entender a verdade sobre ele. (Jó 19:26)

it-2 p. 537 Jesus Cristo
Depois de a interrogação de Jó por Deus, de dentro dum vendaval, ter esclarecido o entendimento deste homem, Jó disse: “Em rumores ouvi a teu respeito, mas agora é o meu próprio olho que te vê.” (Jó 38:1; 42:5; veja também Jz 13:21, 22.) Os ‘olhos de seu coração’ tinham sido iluminados. (Veja Ef 1:18.)

(JÓ 42:7)
“E sucedeu que, depois de Jeová ter falado estas palavras a Jó, Jeová passou a dizer a Elifaz, o temanita: “Minha ira se acendeu contra ti e contra os teus dois companheiros, pois não falastes a verdade a meu respeito assim como fez meu servo Jó.”

w98 1/5 p. 30 A integridade de Jó foi recompensada
Primeiro, Jeová repreendeu Elifaz, Bildade e Zofar. Dirigindo-se a Elifaz, evidentemente o mais velho, ele disse: “Minha ira se acendeu contra ti e contra os teus dois companheiros, pois não falastes a verdade a meu respeito assim como fez meu servo Jó. E agora, tomai para vós sete novilhos e sete carneiros, e ide ao meu servo Jó, e tereis de oferecer um sacrifício queimado em vosso próprio favor; e o próprio Jó, meu servo, orará por vós.” (Jó 42:7, 8) Imagine o que isso significava!
Jeová exigiu um considerável sacrifício de Elifaz, Bildade e Zofar, talvez para fazê-los compreender a gravidade do pecado deles. Na realidade, quer intencional quer desintencionalmente, haviam blasfemado contra Deus por dizer que ele ‘não tinha fé nos seus servos’ e que realmente não lhe importava se Jó era fiel ou não. Elifaz até mesmo disse que, aos olhos de Deus, Jó não valia mais do que uma traça! (Jó 4:18, 19; 22:2, 3) Não é de admirar que Jeová dissesse: “Não falastes a verdade a meu respeito”!
Mas isso não é tudo. Elifaz, Bildade e Zofar também tinham pecado contra o próprio Jó por dizer-lhe que ele mesmo tinha causado seus problemas. Suas acusações sem base e sua completa falta de empatia deixaram Jó amargurado e deprimido, fazendo-o exclamar: “Até quando ficareis irritando a minha alma e esmigalhando-me com palavras?” (Jó 10:1; 19:2) Imagine as expressões de vergonha no rosto desses três homens quando então tiveram de presentear Jó com uma oferta pelos pecados deles!
Mas Jó não devia vangloriar-se da humilhação deles. Deveras, Jeová exigiu que orasse a favor dos seus acusadores. Jó fez exatamente conforme mandado, e por isso ele foi abençoado.

w95 15/2 p. 27 Uma lição sobre como lidar com problemas
Os três companheiros de Jó o desanimaram ainda mais por expressar idéias pessoais, em vez de sabedoria divina. Elifaz chegou a dizer que ‘Deus não tem fé nos seus servos’ e que na verdade não fazia diferença para Ele se Jó era justo ou não. (Jó 4:18; 22:2, 3) É difícil imaginar um comentário mais desanimador — ou mais inveraz — do que esse. Não é de admirar que depois Jeová censurasse a Elifaz e seus companheiros por essa blasfêmia. “Não falastes a verdade a meu respeito”, disse ele. (Jó 42:7)

it-2 p. 562 Jó
Jeová amava Jó. No fim de seu proceder fiel sob provação, Deus constituiu Jó em sacerdote para seus três companheiros, que haviam discutido com ele, e Deus restabeleceu Jó na sua condição anterior. Ele de novo veio a ter uma família excelente (evidentemente com a mesma esposa) e o dobro das riquezas que antes possuíra. Todos os seus parentes e antigos associados vieram novamente apresentar-lhe seus respeitos, e trazer-lhe presentes. (Jó 42:7-15) Ele viveu para ver quatro gerações de filhos e netos. — Jó 42:16.

(JÓ 42:8)
“E agora, tomai para vós sete novilhos e sete carneiros, e ide ao meu servo Jó, e tereis de oferecer um sacrifício queimado em vosso próprio favor; e o próprio Jó, meu servo, orará por vós. Somente aceitarei a face dele, para não cometer uma ignominiosa insensatez convosco, pois não falastes a verdade a meu respeito assim como fez meu servo Jó.””

w13 15/6 p. 21 par. 17 Tenha apreço pela lealdade e perdão de Jeová
Se um de nossos irmãos nos magoou, o que pode nos ajudar? Considere o caso de Jó. Ele ficou muito magoado quando seus “amigos” — Elifaz, Bildade e Zofar — o acusaram sem base. (Jó 10:1; 19:2) Por fim, Jeová reprovou aqueles falsos acusadores e os orientou a procurar Jó e apresentar uma oferta por seus pecados. (Jó 42:7-9) Mas Jeová exigiu que Jó também fizesse algo. O quê? Ele ordenou que Jó orasse a favor dos que o haviam acusado. Jó fez o que Jeová pediu, e Jeová o abençoou por sua disposição de perdoar. (Leia Jó 42:10, 12, 16, 17.) O que aprendemos disso? Uma oração sincera em favor de alguém que nos ofendeu pode nos ajudar a não guardar ressentimento.

w98 1/5 p. 30 A integridade de Jó foi recompensada
Primeiro, Jeová repreendeu Elifaz, Bildade e Zofar. Dirigindo-se a Elifaz, evidentemente o mais velho, ele disse: “Minha ira se acendeu contra ti e contra os teus dois companheiros, pois não falastes a verdade a meu respeito assim como fez meu servo Jó. E agora, tomai para vós sete novilhos e sete carneiros, e ide ao meu servo Jó, e tereis de oferecer um sacrifício queimado em vosso próprio favor; e o próprio Jó, meu servo, orará por vós.” (Jó 42:7, 8) Imagine o que isso significava!
Jeová exigiu um considerável sacrifício de Elifaz, Bildade e Zofar, talvez para fazê-los compreender a gravidade do pecado deles. Na realidade, quer intencional quer desintencionalmente, haviam blasfemado contra Deus por dizer que ele ‘não tinha fé nos seus servos’ e que realmente não lhe importava se Jó era fiel ou não. Elifaz até mesmo disse que, aos olhos de Deus, Jó não valia mais do que uma traça! (Jó 4:18, 19; 22:2, 3) Não é de admirar que Jeová dissesse: “Não falastes a verdade a meu respeito”!
Mas isso não é tudo. Elifaz, Bildade e Zofar também tinham pecado contra o próprio Jó por dizer-lhe que ele mesmo tinha causado seus problemas. Suas acusações sem base e sua completa falta de empatia deixaram Jó amargurado e deprimido, fazendo-o exclamar: “Até quando ficareis irritando a minha alma e esmigalhando-me com palavras?” (Jó 10:1; 19:2) Imagine as expressões de vergonha no rosto desses três homens quando então tiveram de presentear Jó com uma oferta pelos pecados deles!
Mas Jó não devia vangloriar-se da humilhação deles. Deveras, Jeová exigiu que orasse a favor dos seus acusadores. Jó fez exatamente conforme mandado, e por isso ele foi abençoado.

w98 1/5 p. 31 A integridade de Jó foi recompensada
Antes de se restabelecer a saúde de Jó, Jeová exigiu que ele orasse a favor dos que haviam transgredido contra ele. Que belo exemplo para nós! Jeová exige que perdoemos aos que pecam contra nós antes de nossos próprios pecados poderem ser perdoados. (Mateus 6:12; Efésios 4:32) Se não estivermos dispostos a perdoar a outros quando há uma base sólida para isso, será que temos motivos para esperar que Jeová seja misericordioso conosco? — Mateus 18:21-35.

w98 15/8 p. 30 Lembra-se?
O fato de que Jeová exigiu que Jó orasse a favor dos que haviam transgredido contra ele nos ensina que lição? (Jó 42:8) Antes de restabelecer a saúde de Jó, Jeová exigiu que ele orasse a favor dos que haviam transgredido contra ele. Isso mostra que Ele exige que perdoemos os que pecam contra nós antes de termos nossos próprios pecados perdoados. (Mateus 6:12; Efésios 4:32) — 1/5, página 31.

(JÓ 42:10)
“E o próprio Jeová fez recuar a condição cativa de Jó quando ele orou a favor dos seus companheiros, e, adicionalmente, Jeová começou a dar em dobro tudo o que fora de Jó.”

it-1 p. 469 Cativo
Em certo sentido, Jó, embora não fosse vítima de guerra, estava numa “condição cativa”, até que Jeová o resgatou do seu estado lastimável. — Jó 42:10.

(JÓ 42:11)
“E foram ter com ele todos os seus irmãos e todas as suas irmãs, e todos os que antes o conheciam, e começaram a comer pão com ele na sua casa, e a compadecer-se dele, e a consolá-lo por toda a calamidade que Jeová deixara vir sobre ele; e passaram, cada um, a dar-lhe uma peça de dinheiro, e, cada um, uma argola de ouro.”

w98 1/5 p. 30 A integridade de Jó foi recompensada
Primeiro, Jeová curou sua terrível doença. Depois, os irmãos, as irmãs e os anteriores companheiros de Jó vieram consolá-lo, “e passaram, cada um, a dar-lhe uma peça de dinheiro, e, cada um, uma argola de ouro”.

w98 1/5 p. 30 A integridade de Jó foi recompensada
O valor de “uma peça de dinheiro” (no hebraico: qesi•táh) não pode ser determinado. Mas “cem peças de dinheiro” compravam um lote de terra de tamanho razoável nos dias de Jacó. (Josué 24:32) Portanto, “uma peça de dinheiro” de cada visitante era provavelmente mais do que apenas um presente simbólico.

it-1 p. 632 Dádivas, presentes
Talvez fosse costume nos tempos patriarcais dar presentes aos que tivessem sofrido adversidade. Quando Jeová fez recuar a condição cativa de Jó, seus irmãos, suas irmãs e seus anteriores conhecidos não só vieram consolá-lo, mas cada um deles deu-lhe “uma peça de dinheiro, e, cada um, uma argola de ouro”. — Jó 42:10, 11.

(JÓ 42:12)
“Quanto a Jeová, ele abençoou o fim posterior de Jó mais do que seu princípio, de modo que veio a ter quatorze mil ovelhas, e seis mil camelos, e mil juntas de gado vacum, e mil jumentas.”

w98 1/5 p. 30 A integridade de Jó foi recompensada
Além disso, Jó “veio a ter quatorze mil ovelhas, e seis mil camelos, e mil juntas de gado vacum, e mil jumentas”.

w98 1/5 p. 30 A integridade de Jó foi recompensada
É provável que se mencione que eram jumentas por causa do seu valor como procriadoras.

(JÓ 42:14)
“E ele foi chamar a primeira pelo nome de Jemima, e a segunda pelo nome de Quezia, e a terceira pelo nome de Querém-Hapuque.”

w12 1/12 p. 24 Os cosméticos nos tempos bíblicos
Cosméticos para os olhos
Uma das filhas de Jó se chamava “Querém-Hapuque”, que em hebraico podia significar “chifre de pintura preta (para os olhos)”, ou seja, um recipiente ou estojo de maquiagem, talvez para guardar delineador para os olhos. (Jó 42:14) É possível que o nome dela se referisse à sua beleza, mas também parece indicar que era bem comum usar cosméticos naquela época.

it-1 p. 465 Cássia (canela-da-china)
Cássia (canela-da-china)
[hebr.: qid- dáh; qetsi•ʽáh].
Embora sejam usadas duas palavras hebraicas para referir-se a esta planta na Bíblia, as versões Siríaca e do Targum indicam que se aplicam à mesma árvore ou a um produto dela. A canela-da-china (Cinnamomum cassia) cresce agora na Ásia oriental e é da mesma família da caneleira, ou cinamomo. Pode atingir uma altura de 12 m, e possui folhas lustrosas, coriáceas. A casca interna dos ramos (chamada Cassia lignea), quando cortada, seca-se e solta-se, enrolando-se em tubinhos, que são então comercializados. A casca da canela-da-china é mais tosca e mais pungente do que a casca do cinamomo. Os brotos são usados como cravos na preparação de pratos culinários, e as flores maduras, quando secadas, servem de incenso aromático.

it-1 p. 465 Cássia (canela-da-china)
A única outra ocorrência desta palavra é como nome da segunda filha de Jó, Quezia, nascida depois que ele se recuperou da sua doença. — Jó 42:14.

it-1 p. 575 Cosméticos
Quando Jeú veio a Jezreel, Jezabel, além de pentear o cabelo ou de arrumar belamente a cabeça, “passou a pintar os seus olhos de preto”. (2Rs 9:30) Pelo menos algumas mulheres em Israel, iguais às de outras terras do Oriente Médio da antiguidade, costumavam pintar os olhos. (Ez 23:40) A pintura para os olhos freqüentemente era preta, cor que criaria um contraste com o branco dos olhos e faria os olhos parecer maiores. (Je 4:30) As referências bíblicas a pintar os olhos não associam este costume com mulheres fiéis de Israel em geral, embora uma das filhas de Jó fosse chamada de Querém-Hapuque, que possivelmente significa “Chifre de Pintura Preta (Para os Olhos) [quer dizer, recipiente para maquiagem]”. — Jó 42:14.

(JÓ 42:15)
“E não se achavam em todo o país mulheres mais bonitas do que as filhas de Jó, e seu pai passou a dar-lhes uma herança entre os seus irmãos.”

it-2 p. 314 Herança
No caso do patriarca Jó, suas filhas receberam uma herança entre os seus irmãos. Não se declara se esta incluía a herança de terras. — Jó 42:15.

(JÓ 42:17)
“E por fim morreu Jó, velho e saciado de dias.”

it-1 pp. 753-754 Edom
A Septuaginta grega contém uma adição a Jó 42:17, que identificaria Jó com Jobabe, o rei edomita de Gênesis 36:33. Jó, porém, era da terra de Uz, nome dado originalmente a uma tribo araméia e repetido na linhagem araméia de Naor. (Jó 1:1; compare isso com Gên 10:23; 22:20, 21.) Lamentações 4:21, de fato, fala de Edom como ‘morando na terra de Uz’, mas este texto, escrito muitos séculos depois do provável tempo em que Jó viveu, não equaciona Uz com Edom, especialmente visto que, em Jeremias 25:20, 21, “os reis da terra de Uz” são diferenciados de Edom. Antes, o texto talvez indique uma extensão do território edomita. — Veja UZ N.° 4.

LEITURA DA BÍBLIA: (4 MIN OU MENOS) JÓ 41:1-26


Jó 41:1-26 Tradução do Novo Mundo
41 “Por acaso você pode pegar o Leviatã com um anzol
Ou amarrar a língua dele com uma corda?
2 Pode passar uma corda pelas suas narinas
Ou furar suas mandíbulas com um gancho?
3 Será que ele fará muitas súplicas a você,
Ou lhe falará com ternura?
4 Fará um pacto com você
Para que você o torne seu escravo por toda a vida?
5 Será que você brincará com ele como se fosse um pássaro
Ou o prenderá com uma coleira para as suas filhas?
6 Por acaso os comerciantes o negociarão?
Será que o dividirão entre os mercadores?
7 Por acaso você perfurará a pele dele com muitos arpões
Ou a sua cabeça com lanças de pesca?
8 Ponha a mão sobre ele;
Você não se esquecerá da batalha e nunca fará isso de novo!
9 Qualquer esperança de dominá-lo é inútil.
Só de vê-lo você ficaria sem ação.
10 Ninguém se atreve a provocá-lo.
Portanto, quem pode me enfrentar?
11 Quem primeiro me deu alguma coisa para que eu deva lhe retribuir?
Debaixo dos céus, tudo é meu.
12 Não deixarei de falar sobre os membros dele,
Sobre a sua força e o seu corpo bem formado.
13 Quem já tirou a sua couraça?
Quem passará entre as suas mandíbulas?
14 Quem consegue abrir as portas da sua boca?
Os dentes em volta dela são assustadores.
15 Nas suas costas há fileiras de escamas,
Que estão bem coladas entre si.
16 Cada uma se ajusta tão bem à outra
Que nem mesmo o ar pode penetrar entre elas.
17 Estão presas entre si;
Agarram-se umas às outras e não podem ser separadas.
18 Quando ele espirra, saem faíscas;
Seus olhos são como os raios do amanhecer.
19 Relâmpagos saem da sua boca;
Dela escapam centelhas de fogo.
20 Suas narinas soltam fumaça,
Como uma fornalha alimentada com juncos.
21 O sopro dele incendeia carvões,
E uma chama sai da sua boca.
22 Seu pescoço é muito forte,
E o desespero se espalha diante dele.
23 As dobras da sua pele estão bem ligadas umas às outras,
São firmes, como se estivessem fundidas sobre ele, e não se movem.
24 Seu coração é duro como pedra,
Sim, duro como uma pedra inferior de moinho.
25 Quando ele se levanta, até os poderosos ficam com medo;
Seus movimentos bruscos causam espanto.
26 Nenhuma espada que o atingir prevalecerá;
Nem a lança, nem o dardo nem a ponta da flecha.

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COMO BAIXÁ-LO: Acesse uma loja de aplicativos na internet e instale o JW Library. Ele está disponível para vários sistemas operacionais. Enquanto estiver on-line, abra o JW Library e baixe as publicações que você desejar para o seu dispositivo. Se você não tiver internet em casa, talvez possa acessá-la no Salão do Reino ou num local público, como uma biblioteca ou lanchonete. Depois que tiver baixado uma publicação, não é necessário estar conectado à internet para abrir o conteúdo. O JW Library é atualizado regularmente. Assim, será necessário conectar-se à internet de vez em quando para atualizar o aplicativo.
POR QUE BAIXÁ-LO? O JW Library facilita muito nosso estudo pessoal e nos ajuda a acompanhar as matérias apresentadas nas reuniões. Também é muito útil na pregação, principalmente no testemunho informal.
Como usar o JW Library
PARA ESTUDAR:
• Ler a Bíblia e o texto diário.
• Ler o Anuário, as revistas e outras publicações. Coloque marcadores no texto para saber onde você parou.
• Preparar-se para as reuniões e marcar as respostas.
• Ver vídeos.
NAS REUNIÕES:
• Encontrar um texto citado pelo orador. Use o histórico para voltar a um texto que já foi lido.
• Em vez de levar diversas publicações impressas para o Salão, use o seu dispositivo eletrônico para acompanhar as partes da reunião e cantar os cânticos. Os novos cânticos que ainda não estão no cancioneiro impresso já estão disponíveis no JW Library.
NA PREGAÇÃO:
• Mostrar um assunto no JW Library para uma pessoa interessada e ajudá-la a baixar o aplicativo e publicações no dispositivo dela.
• Usar o recurso de busca para encontrar um texto bíblico. Se uma expressão não aparece na Tradução do Novo Mundo revisada, mude para a Bíblia com Referências e procure de novo.
• Mostrar um vídeo. Se a pessoa tiver filhos, mostre um dos vídeos da série Torne-se Amigo de Jeová. Para incentivar uma pessoa a estudar a Bíblia, mostre o vídeo Por Que Estudar a Bíblia?. Se encontrar alguém que fala outra língua, mostre um vídeo no idioma dele.
• Mostrar textos aos moradores que falam outro idioma, usando uma tradução que você já baixou. Vá até o texto e toque no versículo. Depois toque no ícone de versões paralelas para mostrar o mesmo trecho no idioma dele.

ESTUDO BÍBLICO DE CONGREGAÇÃO: (30 MIN) IA CAP. 14 §§ 14-22, RECAPITULAÇÃO NA P. 124


CAPÍTULO CATORZE
Ele aprendeu uma lição de misericórdia


parágrafo 14 Jonas 4:1 Mas isso desagradou muito a Jonas, e ele ficou muito irado.
parágrafo 14 Jonas 4:2, 3 Então ele orou a Jeová: “Ó Jeová, não era essa a minha preocupação quando eu estava na minha terra? É por isso que eu tentei fugir para Társis na primeira vez, pois sabia que és um Deus compassivo e misericordioso, paciente e cheio de amor leal, e que fica muito triste com a calamidade. 3 Agora, ó Jeová, por favor, tira a minha vida, pois para mim é melhor morrer do que viver.”
Ou: “benevolente”.
Ou: “vagaroso em irar-se”.
Ou: “alma”.
parágrafo 15 Jonas 4:4 Jeová perguntou: “Você acha certo ficar tão irado?”
parágrafo 18 Jonas 4:6-8 Então Jeová Deus fez com que um cabaceiro crescesse sobre Jonas para fazer sombra sobre a sua cabeça e para aliviar a sua aflição. E Jonas ficou muito contente com o cabaceiro. 7 Mas, ao raiar o dia seguinte, o verdadeiro Deus fez com que um verme atacasse o cabaceiro, e este secou. 8 Quando o sol começou a brilhar, Deus também fez soprar um vento leste abrasador, e o sol castigava a cabeça de Jonas, e ele estava quase desmaiando. Ele pedia para morrer e dizia: “Para mim é melhor morrer do que viver.”
Ou, possivelmente: “uma mamoneira”.
Ou: “que sua alma morresse”.
parágrafo 19 Jonas 4:9 Deus perguntou a Jonas: “Você acha certo ficar tão irado por causa do cabaceiro?” E ele respondeu: “Eu tenho razão para ficar irado, tão irado que quero morrer.”
parágrafo 20 Jonas 4:10, 11 Mas Jeová disse: “Você teve pena do cabaceiro, que você não cultivou nem fez crescer; ele cresceu numa noite e morreu numa noite. 11 Será que eu também não deveria ter pena de Nínive, a grande cidade, em que há mais de 120.000 homens que não sabem nem mesmo a diferença entre o certo e o errado, além de seus muitos animais?”
Ou: “não sabem a diferença entre a sua direita e a sua esquerda”.
parágrafo 22 Mat. 5:7 “Felizes os misericordiosos, porque serão tratados com misericórdia.

parágrafo 20 Ao dizer que aquelas pessoas não sabiam a diferença entre a sua direita e a sua esquerda, Deus queria dizer que, por não conhecerem os princípios divinos, elas eram ingênuas como crianças.

PARA VOCÊ PENSAR . . .
• Como Jonas mostrou fé e coragem ao pregar em Nínive?
• O que podemos aprender do arrependimento dos ninivitas?
• O que podemos aprender da atitude de Jonas diante do arrependimento dos ninivitas?
• De que maneiras você gostaria de imitar a fé de Jonas ao receber um conselho?

Recapitulação da reunião e visão geral da próxima semana (3 min)


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