2 Crônicas 33-36 | Tesouros da Palavra de Deus: semana de 11-17 de janeiro

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2 CRÔNICAS 33-36 | TESOUROS DA PALAVRA DE DEUS: SEMANA DE 11-17 DE JANEIRO


TEXTOS BÍBLICOS E REFERÊNCIAS PARA: 2 CRÔNICAS 33-36


“JEOVÁ VALORIZA O VERDADEIRO ARREPENDIMENTO”: (10 MIN)


TESOUROS DA PALAVRA DE DEUS | 2 CRÔNICAS 33-36
Jeová valoriza o verdadeiro arrependimento


MANASSÉS

Jeová permitiu que ele fosse capturado pela Assíria e levado preso para Babilônia
ANTES DE SER PRESO
Construiu altares para deuses falsos
Ofereceu seus filhos como sacrifícios
Derramou sangue inocente
Promoveu práticas espíritas em todo o país
DEPOIS DE SER LIBERTADO
Humilhou-se profundamente
Orou a Jeová; ofereceu sacrifícios
Removeu os altares dos deuses falsos
Incentivou a nação a servir a Jeová

JOSIAS

DURANTE TODO O SEU REINADO
Buscou a Jeová
Purificou Judá e Jerusalém
Consertou a casa de Jeová; encontrou o livro da Lei

2Cr 33:2-9, 12-16 — Manassés foi tratado com misericórdia porque se arrependeu de coração (w05 1/12 21 § 5)


2 Crônicas 33:2-9 Tradução do Novo Mundo

2 Ele fez o que era mau aos olhos de Jeová, imitando as práticas detestáveis das nações que Jeová tinha expulsado de diante do povo de Israel. 3 Reconstruiu os altos sagrados que Ezequias, seu pai, tinha demolido, construiu altares aos baalins e fez postes sagrados; ele se curvou diante de todo o exército dos céus e os serviu. 4 Também construiu altares na casa de Jeová, a respeito da qual Jeová tinha dito: “Meu nome estará em Jerusalém para sempre.” 5 Além disso, construiu altares a todo o exército dos céus nos dois pátios da casa de Jeová. 6 Ele queimou os seus próprios filhos no fogo, no vale do Filho de Hinom; praticou magia, adivinhação e feitiçaria, e designou adivinhos e pessoas que invocavam espíritos. Fez em grande escala o que era mau aos olhos de Jeová, ofendendo-o.

7 Ele fez uma imagem esculpida e a colocou na casa do verdadeiro Deus, sobre a qual Deus tinha dito a Davi e a Salomão, seu filho: “Nesta casa e em Jerusalém, que escolhi dentre todas as tribos de Israel, porei permanentemente o meu nome. 8 E nunca mais removerei os pés de Israel da terra que prometi aos seus antepassados, desde que obedeçam cuidadosamente a tudo o que lhes ordenei — toda a Lei, os decretos e as decisões judiciais dados por meio de Moisés.” 9 Manassés continuou a desencaminhar Judá e os habitantes de Jerusalém, levando-os a agir pior do que as nações que Jeová tinha eliminado de diante dos israelitas.

2 Crônicas 33:12-16 Tradução do Novo Mundo

12 Na sua aflição, ele implorou o favor de Jeová, seu Deus, e se humilhou profundamente diante do Deus dos seus antepassados. 13 Manassés orava a Ele, e Ele se comoveu com as suas súplicas e o seu pedido de favor, e o trouxe de volta para Jerusalém, para o seu reinado. Então Manassés reconheceu que Jeová é o verdadeiro Deus.

14 Depois ele construiu uma muralha externa para a Cidade de Davi, ao oeste de Giom, que fica no vale. Ele a construiu até o Portão do Peixe. De lá ele continuou a construir a muralha, rodeando a cidade até Ofel; a muralha era muito alta. Além disso, designou chefes do exército em todas as cidades fortificadas de Judá. 15 Então removeu da casa de Jeová os deuses estrangeiros e o ídolo, bem como todos os altares que tinha construído no monte da casa de Jeová e em Jerusalém, e mandou jogá-los fora da cidade. 16 Ele também restaurou o altar de Jeová e começou a oferecer nele sacrifícios de participação em comum e sacrifícios de agradecimento, e disse a Judá que servisse a Jeová, o Deus de Israel.

Destaques do livro de Segundo das Crônicas

33:2-9, 12, 13, 15, 16. Uma pessoa mostra verdadeiro arrependimento quando abandona o proceder errado e se esforça de modo diligente em fazer o que é certo. Com base no arrependimento sincero, até alguém que tenha agido tão perversamente quanto o Rei Manassés pode receber a misericórdia de Jeová.

2Cr 34:18, 30, 33 — Ler a Bíblia e meditar nela pode ter um profundo efeito sobre nós (w05 1/12 21 § 10)


2 Crônicas 34:18 Tradução do Novo Mundo

18 Safã, o secretário, disse também ao rei: “Hilquias, o sacerdote, me deu um livro.” E Safã começou a lê-lo perante o rei.

2 Crônicas 34:30 Tradução do Novo Mundo

30 Depois o rei subiu à casa de Jeová com todos os homens de Judá, os habitantes de Jerusalém, os sacerdotes, os levitas e todo o povo — tanto o grande como o pequeno. Ele leu para eles todas as palavras do livro do pacto que tinha sido achado na casa de Jeová.

2 Crônicas 34:33 Tradução do Novo Mundo

33 Depois, Josias removeu todas as coisas detestáveis de todas as terras dos israelitas e fez com que todos em Israel servissem a Jeová, seu Deus. Enquanto ele viveu, não deixaram de seguir a Jeová, o Deus dos seus antepassados.

Destaques do livro de Segundo das Crônicas

Ler a Palavra de Deus e meditar nela pode nos afetar profundamente. Será que refletir no relato dos reis da linhagem davídica nos encoraja a imitar os exemplos dos que confiaram em Jeová e a evitar a conduta dos que não fizeram isso? Segundo das Crônicas nos incentiva a dar devoção exclusiva ao Deus verdadeiro e a permanecer fiel a Ele. Sua mensagem certamente é viva e exerce poder. — Hebreus 4:12.

2Cr 36:15-17 — A compaixão e a paciência de Jeová têm limites (w05 1/12 21 § 7)


2 Crônicas 36:15-17 Tradução do Novo Mundo

15 Jeová, o Deus dos seus antepassados, avisava-os por meio dos seus mensageiros; ele os avisava vez após vez, porque tinha compaixão do seu povo e do seu lugar de morada. 16 Mas eles caçoavam dos mensageiros do verdadeiro Deus, desprezavam as Suas palavras e zombavam dos seus profetas, até que o furor de Jeová veio contra o seu povo e não havia mais remédio.

17 Portanto, ele fez vir contra eles o rei dos caldeus, que matou os seus jovens à espada no santuário; ele não teve compaixão nem dos rapazes nem das moças, nem dos idosos nem dos doentes. Deus entregou tudo nas mãos dele.

Destaques do livro de Segundo das Crônicas

36:15-17. Jeová é compassivo e paciente. No entanto, sua compaixão e paciência têm limites. As pessoas devem reagir favoravelmente à pregação do Reino caso queiram sobreviver quando Jeová eliminar este sistema iníquo.

ENCONTRE JOIAS ESPIRITUAIS: (8 MIN)


2Cr 33:11 — Que profecia se cumpriu quando Manassés foi levado para Babilônia? (it-1 41 § 1)


2 Crônicas 33:11 Tradução do Novo Mundo

11 Assim, Jeová fez vir contra eles os chefes do exército do rei da Assíria; eles capturaram Manassés com ganchos, prenderam-no com duas correntes de cobre e o levaram a Babilônia.

Acaz

Com respeito aos “sessenta e cinco anos” citados em Isaías 7:8, os quais Isaías profetizou que seriam o período em que Efraim seria “desbaratado”, o Commentary on the Whole Bible (Comentário Sobre Toda a Bíblia), de Jamieson, Fausset e Brown, declara: “Uma deportação de Israel ocorreu dentro de um ou dois anos a contar deste tempo [o tempo da profecia de Isaías], sob Tiglate-Pileser (2 Reis 15. 29). Outra, no reinado de Oséias, sob Salmaneser (2 Reis 17. 1-6), deu-se cerca de vinte anos depois. Mas a última, que ‘despedaçou’ inteiramente Israel, de modo a ‘não ser povo’, acompanhada por uma colonização de Samaria por estrangeiros, deu-se sob Esar-Hadom, que levou também Manassés, rei de Judá, no vigésimo segundo ano do seu reinado, sessenta e cinco anos a contar do proferimento desta profecia (cf. Esdras 4.2, 3, 10, com 2 Reis 17.24; 2 Crônicas 33.11).”

2Cr 34:1-3 — O que o bom exemplo de Josias nos ensina? (w05 1/12 21 § 6)


2 Crônicas 34:1-3 Tradução do Novo Mundo

34
Josias tinha oito anos de idade quando se tornou rei, e reinou por 31 anos em Jerusalém. 2 Ele fez o que era certo aos olhos de Jeová e andou nos caminhos de Davi, seu antepassado; não se desviou nem para a direita nem para a esquerda.

3 No oitavo ano do seu reinado, quando ainda era jovem, começou a buscar o Deus de Davi, seu antepassado; e no décimo segundo ano começou a purificar Judá e Jerusalém dos altos sagrados, dos postes sagrados, das imagens esculpidas e das estátuas de metal.

Destaques do livro de Segundo das Crônicas

34:1-3. Quaisquer circunstâncias negativas na infância de uma pessoa não a impede de conhecer a Deus e servi-lo. Uma influência positiva que Josias pode ter tido durante a sua infância foi de seu arrependido avô, Manassés. Mas, não importa quais as influências positivas que Josias talvez tenha tido, no final elas produziram excelentes resultados. O mesmo pode se dar conosco.

O que a leitura da semana me ensinou sobre Jeová?



Que pontos da leitura posso usar no ministério?



LEITURA DA BÍBLIA: 2CR 34:22-33 (4 MIN OU MENOS)


2 Crônicas 34:22-33 Tradução do Novo Mundo

22 Assim, Hilquias e aqueles que o rei tinha enviado foram até Hulda, a profetisa. Ela era esposa de Salum, que era o encarregado do vestiário e filho de Ticvá, filho de Harás. Ela morava em Jerusalém, na Cidade Nova, e ali eles falaram com ela. 23 Ela lhes disse: “Assim diz Jeová, o Deus de Israel: ‘Digam ao homem que os enviou a mim: 24 “Assim diz Jeová: ‘Trarei sobre este lugar e seus habitantes uma calamidade, todas as maldições que estão escritas no livro que foi lido diante do rei de Judá. 25 Visto que eles me abandonaram e fazem fumegar sacrifícios a outros deuses para me ofender com todos os trabalhos das suas mãos, o meu furor será derramado sobre este lugar e não se apagará.’” 26 Mas vocês devem dizer o seguinte ao rei de Judá, que os mandou consultar a Jeová: “Assim diz Jeová, o Deus de Israel: ‘No que se refere às palavras que você ouviu, 27 visto que o seu coração foi receptivo e você se humilhou perante Deus quando ouviu as palavras dele a respeito deste lugar e dos seus habitantes, e você se humilhou perante mim, rasgou a sua roupa e chorou diante de mim, eu o ouvi’, diz Jeová. 28 ‘É por isso que eu o reunirei aos seus antepassados, e você descansará em paz na sua sepultura, de modo que os seus olhos não verão toda a calamidade que trarei sobre este lugar e sobre os seus habitantes.’”’”

Então eles levaram a resposta ao rei. 29 Assim, o rei mandou convocar todos os anciãos de Judá e de Jerusalém. 30 Depois o rei subiu à casa de Jeová com todos os homens de Judá, os habitantes de Jerusalém, os sacerdotes, os levitas e todo o povo — tanto o grande como o pequeno. Ele leu para eles todas as palavras do livro do pacto que tinha sido achado na casa de Jeová. 31 O rei ficou de pé no seu lugar e fez um pacto perante Jeová, comprometendo-se a seguir a Jeová e a guardar seus mandamentos, suas advertências e seus decretos, de todo o coração e de toda a alma, cumprindo as palavras do pacto escritas no livro. 32 Além disso, fez com que todos os que estavam em Jerusalém e em Benjamim concordassem com o pacto. E os habitantes de Jerusalém agiram de acordo com o pacto de Deus, o Deus dos seus antepassados. 33 Depois, Josias removeu todas as coisas detestáveis de todas as terras dos israelitas e fez com que todos em Israel servissem a Jeová, seu Deus. Enquanto ele viveu, não deixaram de seguir a Jeová, o Deus dos seus antepassados.

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(2 CRÔNICAS 33:3)

“De modo que reconstruiu os altos que Ezequias, seu pai, tinha demolido, e erigiu altares aos Baalins e fez postes sagrados, e começou a curvar-se diante de todo o exército dos céus e a servi-los.”

it-1 pp. 287-288 Baal
Há indícios de que Baal e outros deuses e deusas do panteão cananeu estavam relacionados, na mente de seus adoradores, com certos corpos celestes. Por exemplo, um dos textos de Ras Xamra menciona uma oferta feita à “Rainha Sapas (o Sol) e às estrelas”, e outro alude ‘ao exército do sol e à hoste do dia’.
Por conseguinte, é digno de nota que a Bíblia faz diversas referências aos corpos celestes em conexão com a adoração de Baal. Descrevendo o proceder obstinado do reino de Israel, o registro bíblico declara: “Continuaram a abandonar todos os mandamentos de Jeová . . . , e começaram a curvar-se diante de todo o exército dos céus e a servir a Baal.” (2Rs 17:16) A respeito do reino de Judá, nota-se que, bem no templo de Jeová, vieram a existir “utensílios feitos para Baal, e para o poste sagrado, e para todo o exército dos céus”. Também, o povo em todo Judá fazia “fumaça sacrificial a Baal, ao sol e à lua, e às constelações do zodíaco, e a todo o exército dos céus”. — 2Rs 23:4, 5; 2Cr 33:3; veja também Sof 1:4, 5.

(2 CRÔNICAS 33:11)

“Por fim, Jeová trouxe contra eles os chefes do exército que pertencia ao rei da Assíria e eles capturaram, pois, a Manassés nos recessos e prenderam-no com dois grilhões de cobre, e levaram-no a Babilônia.”

it-1 p. 41 Acaz
Com respeito aos “sessenta e cinco anos” citados em Isaías 7:8, os quais Isaías profetizou que seriam o período em que Efraim seria “desbaratado”, o
Commentary on the Whole Bible
(Comentário Sobre Toda a Bíblia), de Jamieson, Fausset e Brown, declara: “Uma deportação de Israel ocorreu dentro de um ou dois anos a contar deste tempo [o tempo da profecia de Isaías], sob Tiglate-Pileser (2 Reis 15. 29). Outra, no reinado de Oséias, sob Salmaneser (2 Reis 17. 1-6), deu-se cerca de vinte anos depois. Mas a última, que ‘despedaçou’ inteiramente Israel, de modo a ‘não ser povo’, acompanhada por uma colonização de Samaria por estrangeiros, deu-se sob Esar-Hadom, que levou também Manassés, rei de Judá, no vigésimo segundo ano do seu reinado, sessenta e cinco anos a contar do proferimento desta profecia (cf. Esdras 4.2, 3, 10, com 2 Reis 17.24; 2 Crônicas 33.11).”

it-1 p. 258 Assíria
Esar-Hadom. Durante o reinado de Manassés (716-662 AEC), os chefes do exército assírio tiveram a permissão de Jeová de levar cativo este rei de Judá para Babilônia (então sob controle assírio). (2Cr 33:11) Alguns acham que isto talvez se desse na época da campanha vitoriosa de Esar-Hadom contra o Egito. De qualquer forma,
Menasi
(Manassés), de Judá, é mencionado em inscrições como um daqueles que pagavam tributo a Esar-Hadom. Manassés foi mais tarde restabelecido em Jerusalém. (2Cr 33:10-13)

it-1 pp. 828-829 Esar-Hadom
O registro de 2 Crônicas 33:10-13 mostra que Manassés foi capturado pelos “chefes do exército que pertencia ao rei da Assíria” e levado para Babilônia. No passado, alguns pensavam que esta referência a Babilônia estivesse errada, achando-se que Nínive fosse o lugar para onde se levaria Manassés. Todavia, conforme se viu, Esar-Hadom, cujas inscrições mostram ter ele sido contemporâneo de Manassés, havia reconstruído Babilônia e se diz ter estado “muito menos interessado do que qualquer outro rei assírio no embelezamento de sua capital, Nínive”. (
The Interpreter’s Dictionary of the Bible
[O Dicionário Bíblico do Intérprete], editado por G. Buttrick, 1962, Vol. 2, p. 125) Se Manassés foi capturado durante o reinado de Esar-Hadom, não havia nada de incongruente em ele ter sido levado para Babilônia, de cuja restauração Esar-Hadom se gabava com tanta jactância. Deve-se notar, porém, que o filho de Esar-Hadom, Assurbanipal, também menciona Manassés como tributário durante o seu reinado.

(2 CRÔNICAS 33:20)

“Por fim, Manassés deitou-se com os seus antepassados e enterraram-no na sua casa; e Amom, seu filho, começou a reinar em seu lugar.”

it-1 p. 819 Enterro, lugares de sepultamento
O lugar talvez fosse perto da casa da pessoa, possivelmente num jardim (1Sa 25:1; 1Rs 2:34; 2Rs 21:25, 26); a expressão “na sua casa” não significa dentro do prédio, conforme mostra a comparação de 2 Crônicas 33:20 com 2 Reis 21:18.

(2 CRÔNICAS 34:1)

“Josias tinha oito anos de idade quando começou a reinar e reinou por trinta e um anos em Jerusalém.”

w05 1/12 p. 21 Destaques do livro de Segundo das Crônicas
34:1-3. Quaisquer circunstâncias negativas na infância de uma pessoa não a impede de conhecer a Deus e servi-lo. Uma influência positiva que Josias pode ter tido durante a sua infância foi de seu arrependido avô, Manassés. Mas, não importa quais as influências positivas que Josias talvez tenha tido, no final elas produziram excelentes resultados. O mesmo pode se dar conosco.

(2 CRÔNICAS 34:2)

“E passou a fazer o que era direito aos olhos de Jeová e a andar nos caminhos de Davi, seu antepassado; e não se desviou nem para a direita nem para a esquerda.”

w05 1/12 p. 21 Destaques do livro de Segundo das Crônicas
34:1-3. Quaisquer circunstâncias negativas na infância de uma pessoa não a impede de conhecer a Deus e servi-lo. Uma influência positiva que Josias pode ter tido durante a sua infância foi de seu arrependido avô, Manassés. Mas, não importa quais as influências positivas que Josias talvez tenha tido, no final elas produziram excelentes resultados. O mesmo pode se dar conosco.

(2 CRÔNICAS 34:3)

“E no oitavo ano do seu reinado, quando ainda era rapaz, principiou a buscar o Deus de Davi, seu antepassado; e no décimo segundo ano principiou a limpar Judá e Jerusalém dos altos, e dos postes sagrados, e das imagens entalhadas, e das estátuas fundidas.”

w96 1/3 pp. 8-9 par. 3 “Estai à espera de mim”
3 É digno de nota que Sofonias nunca mencionou o próprio rei na sua crítica, embora proclamasse os julgamentos divinos contra os “príncipes” civis de Judá (os nobres, ou chefes tribais) e “os filhos do rei”. (Sofonias 1:8; 3:3) Isto sugere que o jovem Rei Josias já mostrara inclinação para com a adoração pura, embora, em vista da situação denunciada por Sofonias, ele obviamente ainda não tinha começado as reformas religiosas. Tudo isso sugere que Sofonias profetizou em Judá nos primeiros anos de Josias, que reinou de 659 a 629 AEC. Profetizar Sofonias vigorosamente sem dúvida contribuiu para o jovem Josias perceber a idolatria, a violência e a corrupção prevalecentes em Judá naquela época, e incentivou-o a fazer a posterior campanha contra a idolatria. — 2 Crônicas 34:1-3.

(2 CRÔNICAS 34:14)

“Ora, quando traziam para fora o dinheiro que se levava à casa de Jeová, Hilquias, o sacerdote, achou o livro da lei de Jeová pela mão de Moisés.”

it-2 p. 331 Hilquias
No decorrer da restauração do templo, Hilquias encontrou o próprio “livro da lei de Jeová pela mão de Moisés”. O que tornou notável esta descoberta foi que o manuscrito, mui provavelmente, era o livro original escrito por Moisés. Hilquias entregou-o a Safã, o secretário, que levou o manuscrito ao rei. Ao ouvir a leitura do livro feita por Safã, o Rei Josias enviou a Hulda, a profetisa, uma delegação encabeçada pelo sumo sacerdote Hilquias, para indagar de Jeová em nome do rei e do povo. — 2Rs 22:3-14; 2Cr 34:14.

it-2 p. 603 Josias
2Cr 34:8-28;

it-2 p. 603 Josias
Depois de o Rei Josias ter completado a purificação da terra de Judá, e enquanto mandava consertar o templo de Jeová, o sumo sacerdote Hilquias achou “o livro da lei de Jeová pela mão de Moisés”, sem dúvida, o original.

it-2 p. 688 Leitura pública
Séculos mais tarde, Josias leu, aos ouvidos de todo o povo, “o livro da lei de Jeová pela mão de Moisés”, que Hilquias, o sacerdote, encontrara durante a obra de reparos do templo, sem dúvida o livro original da Lei, escrito por Moisés. (2Rs 23:2; 2Cr 34:14) O resultado disso foi um expurgo da adoração demoníaca em nível nacional.

(2 CRÔNICAS 34:19)

“E aconteceu que, assim que o rei ouviu as palavras da lei, rasgou imediatamente as suas vestes.”

w01 15/4 p. 27 Pode ser bem-sucedido apesar da sua criação
“Assim que o rei ouviu as palavras da lei”, escreveu Esdras, “rasgou imediatamente as suas vestes”. Esta foi uma expressão de tristeza de coração, porque se deu conta de que nem todas as ordens de Deus tinham sido cumpridas pelos seus antepassados. Foi deveras um sinal de humildade! O rei comissionou imediatamente uma delegação de cinco homens para consultarem a Jeová por meio da profetisa Hulda. A delegação trouxe de volta um relatório neste sentido: ‘Virá calamidade em conseqüência da desobediência à Lei de Jeová. Mas porque tu, Rei Josias, te humilhaste, serás recolhido ao teu cemitério em paz e não verás a calamidade.’ (2 Crônicas 34:19-28) Jeová se agradou da atitude de Josias.

(2 CRÔNICAS 34:22)

“Por conseguinte, Hilquias junto com os que o rei [designara] foram ter com Hulda, a profetisa, esposa de Salum, filho de Ticvá, filho de Harás, o guarda-roupa, morando ela em Jerusalém, no segundo bairro; e passaram a falar-lhe neste sentido.”

it-2 p. 525 Jerusalém
No tempo de Josias, o “segundo bairro” da cidade (a “cidade nova”,
BJ
) é mencionado pela primeira vez. (2Rs 22:14; 2Cr 34:22) Este “segundo bairro”, conforme geralmente se entende, era a parte da cidade situada ao O ou NO da área do templo. — Sof 1:10.

(2 CRÔNICAS 34:28)

“Eis que te ajunto aos teus antepassados e serás certamente recolhido ao teu cemitério em paz, e teus olhos não olharão para toda a calamidade que estou trazendo sobre este lugar e sobre os seus habitantes.’”’” Levaram então a resposta ao rei.”

it-2 pp. 352-353 Hulda
Quando Josias ouviu a leitura do “próprio livro da lei”, encontrado por Hilquias, o sumo sacerdote, durante a obra de restauração do templo, ele enviou uma delegação para indagar de Jeová. Esta dirigiu-se a Hulda, a qual, por sua vez, transmitiu a palavra de Jeová, que indicava que todas as calamidades decorrentes da desobediência, registradas no “livro”, recairiam sobre aquela nação apóstata. Hulda acrescentou que Josias, por se ter humilhado perante Jeová, não contemplaria essa calamidade, mas que ele seria ajuntado a seus antepassados e levado ao seu cemitério em paz. — 2Rs 22:8-20; 2Cr 34:14-28.
Alguns consideram errada a profecia de Hulda, visto Josias ter morrido numa batalha desnecessária. (2Rs 23:28-30) No entanto, a “paz” em que Josias seria ajuntado ao seu cemitério obviamente é contrastada com “a calamidade” que sobreviria a Judá. (2Rs 22:20; 2Cr 34:28) Josias morreu antes da vinda desta calamidade em 609-607 AEC, quando os babilônios sitiaram e destruíram Jerusalém. Além disso, que a expressão ‘ser ajuntado aos seus antepassados’ não necessariamente exclui ter uma morte violenta em guerra é indicado pelo uso da expressão comparável ‘deitar-se com os seus antepassados’, que se refere tanto à morte em batalha como à morte não-violenta. — Veja De 31:16; 1Rs 2:10; 22:34, 40.

(2 CRÔNICAS 34:33)

“Depois Josias removeu todas as coisas detestáveis de todas as terras que pertenciam aos filhos de Israel e fez todos os que se achavam em Israel prestar serviço, para servirem a Jeová, seu Deus. Em todos os seus dias, não se desviaram de seguir a Jeová, o Deus de seus antepassados.”

w05 1/12 p. 21 Destaques do livro de Segundo das Crônicas
Ação motivada por um livro
“Josias removeu todas as coisas detestáveis de todas as terras que pertenciam aos filhos de Israel”, declara 2 Crônicas 34:33, “e fez todos os que se achavam em Israel prestar serviço, para servirem a Jeová, seu Deus”. O que motivou Josias a fazer isso? Depois que Safã, o secretário, levou o recém-descoberto livro da Lei de Jeová para o Rei Josias, o rei fez com que ele fosse lido em voz alta. Josias ficou tão comovido com a leitura que zelosamente promoveu a adoração pura durante toda a sua vida.
Ler a Palavra de Deus e meditar nela pode nos afetar profundamente.

(2 CRÔNICAS 35:3)

“E prosseguiu, dizendo aos levitas, os instrutores de todo o Israel, os que eram santos para Jeová: “Ponde a Arca sagrada na casa construída por Salomão, filho de Davi, rei de Israel; não é vossa como carga sobre o ombro. Agora servi a Jeová, vosso Deus, e ao seu povo Israel.”

w09 1/9 p. 18 Você Sabia?
A Arca é mencionada pela última vez em 2 Crônicas 35:3 quando o Rei Josias a devolveu ao templo, em 642 AEC. Ela pode ter sido retirada dali pelo antecessor apóstata de Josias, o Rei Manassés, que colocou uma imagem no templo. Ou talvez tenha sido retirada para não ser danificada durante as obras de restauração que Josias fez no templo. (2 Crônicas 33:1, 2, 7; 34:1, 8-11)

w05 1/12 p. 20 Destaques do livro de Segundo das Crônicas
35:3 — De onde Josias retirou a Arca sagrada para levar até o templo? A Bíblia não nos informa se a Arca foi removida anteriormente por um dos reis iníquos ou se Josias a retirou de lá por segurança durante o extensivo trabalho de reforma do templo. A única referência histórica à Arca depois dos dias de Salomão é quando Josias a levou ao templo.

it-1 p. 182 Arca do pacto
A única referência histórica pós-salomônica à arca do pacto, quase 900 anos depois de esta ter sido feita, ocorre em 2 Crônicas 35:3, onde o Rei Josias, em 642 AEC, ordenou que fosse devolvida ao templo. Não se declara como ela fora removida. Josias ascendeu ao trono depois de alguns reis bem apóstatas, sendo que um deles colocara uma imagem na casa de Jeová, e é possível que um desses reis iníquos tivesse removido a Arca. (2Cr 33:1, 2, 7) Por outro lado, Josias patrocinou amplos consertos no templo, durante os quais a Arca talvez tivesse sido levada a outro lugar para a sua própria proteção contra danos. (2Cr 34:8-35:19)

(2 CRÔNICAS 35:4)

“E fazei preparativos conforme a casa de vossos antepassados, segundo as vossas turmas, pelo que foi escrito por Davi, rei de Israel, e pelo que foi escrito por Salomão, seu filho.”

it-1 p. 464 Casa paterna
Por ocasião da celebração da Páscoa em Jerusalém, no tempo do Rei Josias, o povo, pelo visto, entrou no pátio do templo segundo as suas casas paternas para oferecer sacrifícios. Os levitas, pelas suas turmas baseadas nas casas paternas, receberam os sacrifícios do povo e os prepararam. — 2Cr 35:4, 5, 12.

(2 CRÔNICAS 35:5)

“E ficai de pé no lugar santo segundo os grupos da casa dos antepassados, para os vossos irmãos, os filhos do povo, e o quinhão duma casa paterna, pertencente aos levitas.”

it-1 p. 464 Casa paterna
Por ocasião da celebração da Páscoa em Jerusalém, no tempo do Rei Josias, o povo, pelo visto, entrou no pátio do templo segundo as suas casas paternas para oferecer sacrifícios. Os levitas, pelas suas turmas baseadas nas casas paternas, receberam os sacrifícios do povo e os prepararam. — 2Cr 35:4, 5, 12.

(2 CRÔNICAS 35:12)

“Além disso, prepararam as ofertas queimadas de modo a dá-las aos grupos segundo a casa paterna, aos filhos do povo, para fazer uma apresentação a Jeová de acordo com o que está escrito no livro de Moisés; e assim também com o gado vacum.”

it-1 p. 464 Casa paterna
Por ocasião da celebração da Páscoa em Jerusalém, no tempo do Rei Josias, o povo, pelo visto, entrou no pátio do templo segundo as suas casas paternas para oferecer sacrifícios. Os levitas, pelas suas turmas baseadas nas casas paternas, receberam os sacrifícios do povo e os prepararam. — 2Cr 35:4, 5, 12.

(2 CRÔNICAS 35:24)

“Portanto, seus servos tiraram-no do carro e fizeram-no andar no segundo carro de guerra que era dele, e levaram-no a Jerusalém. Assim morreu ele e foi enterrado no cemitério de seus antepassados; e todo o Judá e Jerusalém pranteavam por Josias.”

it-1 p. 820 Enterro, lugares de sepultamento
A declaração de que o filho de Amom, o fiel Rei Josias, foi enterrado “no cemitério de seus antepassados”, talvez se refira aos túmulos reais na Cidade de Davi, ou às sepulturas de Manassés e de Amom. (2Cr 35:23, 24)

(2 CRÔNICAS 35:25)

“E Jeremias começou a entoar um canto fúnebre por Josias; e todos os cantores e todas as cantoras falam sobre Josias nas suas endechas até o dia de hoje; e puseram-nas por regulamento em Israel, e eis que estão escritas entre as endechas.”

it-1 pp. 808-809 Endecha
Endecha
Composição lírica ou musical que expressa profunda tristeza, tal como o pesar causado pela morte de um amigo ou de um ente querido; uma elegia. Na
Tradução do Novo Mundo,
“endecha” usualmente traduz a palavra hebraica qi•náh, que denota uma composição lamentosa, uma elegia ou uma lamentação.
O termo hebraico
shig•ga•yóhn,
no cabeçalho do Salmo 7, também é traduzido por “endecha” e talvez denote um canto muito emocional com rápidas mudanças de ritmo. (NM n.) Uma forma plural da palavra hebraica aparece em Habacuque 3:1, onde é vertida “endechas”. As endechas, por causa da sua natureza, são associadas com gemidos e lamúria (Ez 2:10), e pelo menos algumas delas foram assentadas por escrito e preservadas. Segundo Crônicas 35:25 relata que Jeremias entoou um canto pelo falecido Rei Josias e indica que antigamente existia uma coleção de endechas (hebr.: qi•nóhth), porque declara: “Todos os cantores e todas as cantoras falam sobre Josias nas suas endechas até o dia de hoje; e puseram-nas por regulamento em Israel, e eis que estão escritas entre as endechas.”

(2 CRÔNICAS 36:2)

“Jeoacaz tinha vinte e três anos de idade quando começou a reinar e reinou por três meses em Jerusalém.”

it-2 p. 567 Joacaz
3. Em 2 Crônicas 36:2, variante ortográfica do nome Jeoacaz, filho e sucessor de Josias, rei de Judá. Neste texto, certas traduções (
Al, BJ, BLH, BMD, BV, CBC, MC, PIB
) seguem o texto massorético e rezam Joacaz, ao passo que outras (ALA, IBB, NM) rezam Jeoacaz. — Veja JEOACAZ N.° 3.

(2 CRÔNICAS 36:6)

“Contra ele subiu Nabucodonosor, rei de Babilônia, para prendê-lo com dois grilhões de cobre, a fim de levá-lo a Babilônia.”

it-2 p. 489 Jeoiaquim
Talvez fosse no sentido de morrer sob sítio, e de seu filho, depois, ter de sair para o cativeiro, de modo que a linhagem de Jeoiaquim sofreu a perda do reinado às mãos de Nabucodonosor. Não existem meios de se confirmar a tradição judaica (registrada por Josefo) de que Nabucodonosor matou Jeoiaquim e ordenou que seu cadáver fosse lançado fora dos muros de Jerusalém. (
Jewish Antiquities
[Antiguidades Judaicas], X, 97 [vi, 3]) Seja qual for o meio pelo qual ocorreu a morte de Jeoiaquim, parece que os grilhões de cobre que Nabucodonosor trouxera para acorrentar Jeoiaquim não foram usados conforme planejado. — 2Cr 36:6.

(2 CRÔNICAS 36:10)

“E na volta do ano, o Rei Nabucodonosor mandou trazê-lo a si a Babilônia, junto com os objetos desejáveis da casa de Jeová. Ademais, fez rei a Zedequias, irmão [do pai] dele, sobre Judá e Jerusalém.”

it-2 p. 438 A conquista de Jerusalém por Babilônia
Três anos mais tarde, em 617 AEC, os babilônios deportaram muitos dos habitantes de Jerusalém — sua nobreza, seus homens poderosos e seus artífices — e saquearam os tesouros da cidade. (2Cr 36:5-10)

(2 CRÔNICAS 36:16)

“Eles, porém, caçoavam continuamente dos mensageiros do [verdadeiro] Deus e desprezavam as suas palavras, e zombavam dos seus profetas até que subiu o furor de Jeová contra o seu povo, até que não havia mais cura.”

g03 8/6 p. 19 Não use palavras agressivas
Os israelitas “caçoavam continuamente dos mensageiros do verdadeiro Deus e desprezavam as suas palavras, e zombavam dos seus profetas até que subiu o furor de Jeová contra o seu povo, até que não havia mais cura”. (2 Crônicas 36:16) É verdade que a razão principal de subir o furor de Deus foi o fato de o povo ser idólatra e desobediente. Mas é interessante como a Bíblia menciona de modo específico a agressividade verbal contra os profetas de Deus. Isso salienta que Deus desaprova totalmente esse tipo de proceder.

(2 CRÔNICAS 36:19)

“E passou a queimar a casa do [verdadeiro] Deus e a demolir a muralha de Jerusalém; e queimou com fogo todas as suas torres de habitação e também todos os seus objetos desejáveis, para causar a ruína.”

si pp. 68-69 par. 25 Livro bíblico número 11 — 1 Reis
Contudo, são ainda mais extraordinárias as profecias sobre a casa de Jeová, construída por Salomão. Jeová disse a Salomão que o desvio para os deuses falsos resultaria em Ele ‘decepar Israel da superfície do solo, e lançar para longe Dele a casa que santificou ao seu nome’. (1 Reis 9:7, 8) Em 2 Crônicas 36:17-21, lemos quão exatamente se cumpriu esta predição. Além do mais, Jesus anunciou que o templo que Herodes, o Grande, havia construído mais tarde naquele local teria o mesmo fim, e isso pelo mesmo motivo. (Luc. 21:6) Quão verídico também isto revelou ser! Devemos lembrar-nos dessas catástrofes e do motivo de terem acontecido, a fim de andarmos sempre nos caminhos do verdadeiro Deus.

si p. 156 par. 4 Livro bíblico número 33 — Miquéias
4 Há muitas evidências que indicam a autenticidade do livro de Miquéias. Foi sempre aceito pelos judeus como parte do cânon hebraico. Jeremias 26:18, 19 refere-se diretamente às palavras de Miquéias: “Sião será arado como mero campo e a própria Jerusalém se tornará meros montões de ruínas.” (Miq. 3:12) Esta profecia cumpriu-se com precisão em 607 AEC, quando o rei de Babilônia arrasou Jerusalém, “para causar a ruína”. (2 Crô. 36:19)

(2 CRÔNICAS 36:21)

“para se cumprir a palavra de Jeová pela boca de Jeremias, até que a terra tivesse saldado os seus sábados. Todos os dias em que jazia desolada, guardava o sábado, para cumprir setenta anos.”

w06 15/11 p. 32 Será que Judá realmente permaneceu desolada?
Será que Judá realmente permaneceu desolada?
A BÍBLIA predisse que a terra do reino de Judá seria devastada pelos babilônios e permaneceria desolada, ou desabitada, até o retorno dos judeus exilados. (Jeremias 25:8-11) O motivo mais forte para crer que essa profecia se cumpriu é o relato histórico inspirado, registrado uns 75 anos depois de o primeiro grupo de exilados ter voltado para sua terra de origem. Diz o relato que o rei de Babilônia “levou cativos a Babilônia os que foram deixados pela espada, e eles vieram a ser servos dele e dos seus filhos até o começo do reinado da realeza da Pérsia”. E, a respeito da terra de Judá, é relatado: “Todos os dias em que jazia desolada, guardava o sábado.” (2 Crônicas 36:20, 21) Existe evidência arqueológica que comprove isso?
Na revista
Biblical Archaeology Review,
Ephraim Stern, professor de arqueologia palestina na Universidade Hebraica, destaca: “Tanto os assírios como os babilônios devastaram grandes partes do Israel antigo, embora a evidência arqueológica sobre o resultado de suas respectivas conquistas nos conte duas histórias muito diferentes.” Ele explica: “Ao passo que os assírios deixaram fortes vestígios de sua presença na Palestina, há uma lacuna incomum depois da destruição causada por Babilônia . . . Não encontramos nenhum sinal de ocupação até o período persa . . . Não há absolutamente nenhuma evidência que sugira ocupação. Por todo aquele tempo, nem uma única cidade destruída pelos babilônios foi restabelecida.”
O professor Lawrence E. Stager, da Universidade Harvard, concorda com isso. “Por toda a Filístia, e mais tarde por toda a Judá”, diz ele, “a política de terra arrasada [praticada pelos reis babilônios] criou uma autêntica terra desabitada a oeste do rio Jordão”. Ele acrescenta: “Somente com Ciro, o Grande, sucessor persa dos babilônios, recomeça o registro arqueológico . . . em Jerusalém e em Judá, quando muitos judeus exilados voltaram para sua terra de origem.”
A palavra de Jeová a respeito de Judá permanecer desolada de fato se cumpriu. O que Jeová Deus prediz sempre se cumpre. (Isaías 55:10, 11) Podemos confiar plenamente nele e nas promessas registradas em sua Palavra, a Bíblia. — 2 Timóteo 3:16.

si p. 84 par. 33 Livro bíblico número 14 — 2 Crônicas
33 Finalmente, Zedequias se rebela contra o jugo de Babilônia, e desta vez Nabucodonosor não mostra misericórdia. A ira de Jeová é completa, e não há cura. Jerusalém cai, seu templo é saqueado e incendiado, e os sobreviventes do sítio de 18 meses são levados cativos para Babilônia. Judá fica desolado. Assim, nesse mesmo ano de 607 AEC, começa a desolação “para se cumprir a palavra de Jeová pela boca de Jeremias . . . para cumprir setenta anos”. (36:21) O cronista passa então por alto esta lacuna de cerca de 70 anos, para registrar, nos últimos dois versículos, o decreto histórico de Ciro, em 537 AEC. Os judeus cativos hão de ser libertados! Jerusalém precisa erguer-se outra vez!

si p. 84 par. 35 Livro bíblico número 14 — 2 Crônicas
35 Os versículos finais de Segundo Crônicas (36:17-23) fornecem prova conclusiva do cumprimento de Jeremias 25:12 e, em adição, mostram que é preciso contar 70 anos
completos
a partir da desolação total do país até a restauração da adoração de Jeová em Jerusalém, em 537 AEC. Portanto, esta desolação começa em 607 AEC. — Jer. 29:10; 2 Reis 25:1-26; Esd 3:1-6.

it-1 p. 513 Ciro
Em vista do registro bíblico, o decreto de Ciro que liberava os judeus para voltarem a Jerusalém provavelmente foi emitido em fins do ano 538 ou no começo de 537 AEC. Isto daria tempo para que os exilados judeus se preparassem para sair de Babilônia, e para empreender a longa viagem a Judá e Jerusalém (que talvez levasse cerca de quatro meses, segundo Esd 7:9), e ainda assim se estabelecerem “nas suas cidades” em Judá até o “sétimo mês” (tisri) do ano 537 AEC. (Esd 3:1, 6) Isto assinalou o fim dos profetizados 70 anos da desolação de Judá, que começaram no mesmo mês, tisri, em 607 AEC. — 2Rs 25:22-26; 2Cr 36:20, 21.

it-1 pp. 617-621 Cronologia
Desde 607 AEC até o retorno do exílio. A duração deste período é fixada pelo próprio decreto de Deus a respeito de Judá, de que “toda esta terra terá de tornar-se um lugar devastado, um assombro, e estas nações terão de servir ao rei de Babilônia por setenta anos”. — Je 25:8-11.
A profecia bíblica não permite a aplicação desse período de 70 anos a qualquer outro tempo, senão ao situado entre a desolação de Judá, acompanhada pela destruição de Jerusalém, e o retorno dos exilados judaicos à sua pátria, em resultado do decreto de Ciro. Especifica claramente que os 70 anos seriam anos de
devastação da terra de Judá.
O profeta Daniel entendeu a profecia assim, porque declarou: “Eu, Daniel, compreendi pelos livros o número de anos a respeito dos quais viera a haver a palavra de Jeová para Jeremias, o profeta, para se cumprirem as devastações de Jerusalém, a saber, setenta anos.” (Da 9:2) Depois de descrever a conquista de Jerusalém por Nabucodonosor, 2 Crônicas 36:20, 21, declara: “Além disso, ele levou cativos a Babilônia os que foram deixados pela espada, e eles vieram a ser servos dele e dos seus filhos até o começo do reinado da realeza da Pérsia; para se cumprir a palavra de Jeová pela boca de Jeremias, até que a terra tivesse saldado os seus sábados. Todos os dias em que jazia desolada, guardava o sábado, para cumprir setenta anos.”
Jerusalém passou a sofrer o sítio final no 9.° ano de Zedequias (609 AEC), e a cidade caiu no seu 11.° ano (607 AEC), correspondendo ao 19.° ano de governo real de Nabucodonosor (contado a partir do seu ano de ascensão, em 625 AEC). (2Rs 25:1-8) No quinto mês daquele ano (o mês de ab, correspondente a partes de julho e de agosto), a cidade foi incendiada, as muralhas foram demolidas e a maioria do povo foi levada ao exílio. No entanto, permitiu-se que “alguns do povo da terra, de condição humilde”, permanecessem ali, e estes ficaram até o assassínio de Gedalias, a quem Nabucodonosor designou, fugindo depois para o Egito, deixando assim, por fim, Judá completamente desolada. (2Rs 25:9-12, 22-26) Isto ocorreu no sétimo mês, etanim (ou tisri, correspondendo a partes de setembro e de outubro). Portanto, a contagem dos 70 anos de desolação deve ter começado por volta de 1.° de outubro de 607 AEC, terminando em 537 AEC. Foi no sétimo mês deste último ano que os primeiros judeus repatriados chegaram novamente a Judá, exatamente 70 anos desde que começou a desolação total da terra. — 2Cr 36:21-23; Esd 3:1.

(2 CRÔNICAS 36:22)

“E no primeiro ano de Ciro, rei da Pérsia, para que se consumasse a palavra de Jeová pela boca de Jeremias, Jeová despertou o espírito de Ciro, rei da Pérsia, de modo que fez passar uma proclamação através de todo o seu reino, e também por escrito, dizendo:”

it-1 p. 513 Ciro
O Decreto de Ciro Para a Volta dos Exilados. Por decretar o fim do exílio dos judeus, Ciro cumpriu sua comissão como ‘pastor ungido’ de Jeová para Israel. (2Cr 36:22, 23; Esd 1:1-4) A proclamação foi feita “no primeiro ano de Ciro, rei da Pérsia”, significando seu primeiro ano como governante da conquistada Babilônia. O registro bíblico em Daniel 9:1 menciona o “primeiro ano de Dario”, e este talvez ocorresse entre a queda de Babilônia e o “primeiro ano de Ciro” dominando Babilônia. Se for assim, significa que o escritor talvez tenha considerado o primeiro ano de Ciro como tendo começado em fins do ano 538 AEC. No entanto, se o governo de Dario sobre Babilônia for encarado como o dum vice-rei, de modo que o seu reinado era concomitante com o de Ciro, o costume babilônico terá colocado o primeiro ano
do reinado
de Ciro como transcorrendo de nisã de 538 a nisã de 537 AEC.

it-1 p. 608 Cronologia
Cronologia Persa. Diversos eventos bíblicos importantes ocorreram durante o período persa: a queda de Babilônia, seguida pela soltura dos judeus por Ciro e o fim dos 70 anos de desolação de Judá; a reconstrução do templo em Jerusalém, completada “no sexto ano do reinado de Dario [I, o persa]”; a reconstrução das muralhas de Jerusalém por Neemias, de acordo com o decreto emitido no 20.° ano de Artaxerxes Longímano. — 2Cr 36:20-23; Esd 3:8-10; 4:23, 24; 6:14, 15; Ne 2:1, 7, 8.
Pode-se chegar à data de 539 AEC para a queda de Babilônia não somente pelo cânon de Ptolomeu, mas também por outras fontes. O historiador Diodoro, bem como Africano e Eusébio, mostram que o primeiro ano de Ciro, como rei da Pérsia, correspondia à Olimpíada 55, ano 1 (560/559 AEC), ao passo que o último ano de Ciro é situado na Olimpíada 62, ano 2 (531/530 AEC). Tabuinhas cuneiformes atribuem a Ciro um governo de nove anos sobre Babilônia, o que, portanto, corroboraria o ano 539 como a data em que ele conquistou Babilônia. —
Handbook of Biblical Chronology
(Manual de Cronologia Bíblica), de Jack Finegan, 1964, pp. 112, 168-170; Babylonian Chronology, 626 B.C.-A.D. 75, p. 14; veja os comentários acima sob “Cronologia Babilônica”, também PÉRSIA, PERSAS.

it-1 pp. 617-621 Cronologia
Desde 607 AEC até o retorno do exílio. A duração deste período é fixada pelo próprio decreto de Deus a respeito de Judá, de que “toda esta terra terá de tornar-se um lugar devastado, um assombro, e estas nações terão de servir ao rei de Babilônia por setenta anos”. — Je 25:8-11.
A profecia bíblica não permite a aplicação desse período de 70 anos a qualquer outro tempo, senão ao situado entre a desolação de Judá, acompanhada pela destruição de Jerusalém, e o retorno dos exilados judaicos à sua pátria, em resultado do decreto de Ciro. Especifica claramente que os 70 anos seriam anos de
devastação da terra de Judá.
O profeta Daniel entendeu a profecia assim, porque declarou: “Eu, Daniel, compreendi pelos livros o número de anos a respeito dos quais viera a haver a palavra de Jeová para Jeremias, o profeta, para se cumprirem as devastações de Jerusalém, a saber, setenta anos.” (Da 9:2) Depois de descrever a conquista de Jerusalém por Nabucodonosor, 2 Crônicas 36:20, 21, declara: “Além disso, ele levou cativos a Babilônia os que foram deixados pela espada, e eles vieram a ser servos dele e dos seus filhos até o começo do reinado da realeza da Pérsia; para se cumprir a palavra de Jeová pela boca de Jeremias, até que a terra tivesse saldado os seus sábados. Todos os dias em que jazia desolada, guardava o sábado, para cumprir setenta anos.”
Jerusalém passou a sofrer o sítio final no 9.° ano de Zedequias (609 AEC), e a cidade caiu no seu 11.° ano (607 AEC), correspondendo ao 19.° ano de governo real de Nabucodonosor (contado a partir do seu ano de ascensão, em 625 AEC). (2Rs 25:1-8) No quinto mês daquele ano (o mês de ab, correspondente a partes de julho e de agosto), a cidade foi incendiada, as muralhas foram demolidas e a maioria do povo foi levada ao exílio. No entanto, permitiu-se que “alguns do povo da terra, de condição humilde”, permanecessem ali, e estes ficaram até o assassínio de Gedalias, a quem Nabucodonosor designou, fugindo depois para o Egito, deixando assim, por fim, Judá completamente desolada. (2Rs 25:9-12, 22-26) Isto ocorreu no sétimo mês, etanim (ou tisri, correspondendo a partes de setembro e de outubro). Portanto, a contagem dos 70 anos de desolação deve ter começado por volta de 1.° de outubro de 607 AEC, terminando em 537 AEC. Foi no sétimo mês deste último ano que os primeiros judeus repatriados chegaram novamente a Judá, exatamente 70 anos desde que começou a desolação total da terra. — 2Cr 36:21-23; Esd 3:1.

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