2 Crônicas 29-32 | Tesouros da Palavra de Deus: semana de 4-10 de janeiro

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TEXTOS BÍBLICOS E REFERÊNCIAS PARA: 2 CRÔNICAS 29-32


“A ADORAÇÃO VERDADEIRA ENVOLVE ESFORÇO”: (10 MIN)


2Cr 29:10-17 — Ezequias restabelece a adoração verdadeira com determinação


2 Crônicas 29:10-17 Tradução do Novo Mundo

10 Agora o meu desejo de coração é fazer um pacto com Jeová, o Deus de Israel,+ para que a sua ira ardente se afaste de nós. 11 Meus filhos, agora não é hora de ser negligentes,* pois Jeová os escolheu para ficar de pé perante ele, para servi-lo+ e para fazer fumegar os seus sacrifícios.”+
12 Então os seguintes levitas começaram a trabalhar: dos coatitas:+ Maate, filho de Amasai, e Joel, filho de Azarias; dos meraritas:+ Quis, filho de Abdi, e Azarias, filho de Jealelel; dos gersonitas:+ Joá, filho de Zima, e Éden, filho de Joá; 13 dos filhos de Elizafã: Sinri e Jeuel; dos filhos de Asafe:+ Zacarias e Matanias; 14 dos filhos de Hemã:+ Jeiel e Simei; e dos filhos de Jedutum:+ Semaías e Uziel. 15 Eles reuniram os seus irmãos, se santificaram e foram purificar a casa de Jeová,+ conforme o rei havia ordenado, de acordo com as palavras de Jeová. 16 Então os sacerdotes entraram na casa de Jeová para fazer a purificação e tiraram todas as coisas impuras que acharam no templo de Jeová e as levaram ao pátio+ da casa de Jeová. Os levitas, por sua vez, as pegaram e levaram para fora, ao vale do Cédron.+ 17 Assim, começaram a santificação no primeiro dia do primeiro mês e chegaram ao pórtico de Jeová+ no dia oito do mês. Então eles santificaram a casa de Jeová durante oito dias e acabaram no dia 16 do primeiro mês.

2Cr 30:5, 6, 10-12 — Ezequias convida todos os sinceros a se reunir para adorar a Jeová


2 Crônicas 30:5, 6 Tradução do Novo Mundo

5 Assim, resolveram fazer um anúncio em todo o Israel, de Berseba a Dã,+ para que o povo viesse e celebrasse a Páscoa para Jeová, o Deus de Israel, em Jerusalém, pois, como grupo, não a tinham celebrado conforme está escrito.+
6 Então os mensageiros* com as cartas do rei e dos seus príncipes percorreram todo o Israel e Judá, conforme o rei tinha ordenado, dizendo: “Povo de Israel, voltem para Jeová, o Deus de Abraão, de Isaque e de Israel, para que ele volte para o restante que escapou das mãos do rei da Assíria.+

2 Crônicas 30:10-12 Tradução do Novo Mundo

10 Assim, os mensageiros* foram de cidade em cidade através da terra de Efraim e de Manassés,+ e foram até mesmo a Zebulão, mas as pessoas riam e zombavam deles.+ 11 Contudo, algumas pessoas de Aser, de Manassés e de Zebulão se humilharam e vieram a Jerusalém.+ 12 A mão do verdadeiro Deus também estava em Judá a fim de uni-los* para cumprir o que o rei e os príncipes tinham ordenado, conforme a palavra de Jeová.

2Cr 32:25, 26 — Ezequias corrige sua arrogância por mostrar humildade (w05 15/10 25 § 20)


2 Crônicas 32:25, 26 Tradução do Novo Mundo

25 Mas Ezequias não demonstrou apreço pelo bem que lhe foi feito, pois o seu coração ficou arrogante, resultando em indignação contra ele e contra Judá e Jerusalém. 26 Contudo, Ezequias humilhou-se e abandonou a arrogância do seu coração,+ ele e os habitantes de Jerusalém, e a indignação de Jeová não veio sobre eles nos dias de Ezequias.+

Evite desenvolver um coração soberbo

20. (a) Que risco corria a boa reputação do Rei Ezequias? (b) O que será considerado no próximo artigo?
20 Contraste isso com o exemplo do Rei Ezequias. Num certo período, sua boa reputação corria o risco de ser arruinada porque ‘seu coração se ensoberbecera’. Felizmente, ‘Ezequias humilhou-se por ter sido soberbo no coração’ e recuperou o favor de Deus. (2 Crônicas 32:25, 26) Note que a cura para a soberba de Ezequias foi a humildade. De fato, a humildade é o oposto da soberba. Portanto, no próximo artigo veremos como cultivar e preservar a humildade cristã.

ENCONTRE JOIAS ESPIRITUAIS: (8 MIN)


2Cr 29:11 — Como Ezequias deu um bom exemplo com respeito a prioridades? (w13 15/11 17 §§ 6-7)


2 Crônicas 29:11 Tradução do Novo Mundo

11 Meus filhos, agora não é hora de ser negligentes,* pois Jeová os escolheu para ficar de pé perante ele, para servi-lo+ e para fazer fumegar os seus sacrifícios.”+

Quem os “sete pastores e oito príncipes” representam hoje?

6. Faça uma comparação entre os reinados de Acaz e de Ezequias.
6 Acaz morreu em 746 AEC, e Ezequias, seu filho, herdou o reino de Judá, que estava totalmente arruinado em sentido material e espiritual. Depois que assumiu o trono, qual foi a prioridade do jovem rei? Fortalecer a economia de Judá? Não. Ezequias era um homem espiritual, digno de ser pastor de sua nação. A primeira coisa que ele fez foi restabelecer a adoração pura e fortalecer a relação enfraquecida daquela nação rebelde com Jeová. Por entender o que Deus queria que ele fizesse, Ezequias agiu sem demora. Que grande exemplo para nós! — 2 Crô. 29:1-19.
7. Por que foi importante para os levitas receber a garantia de que o novo rei os apoiaria?
7 Os levitas teriam um papel vital na importante tarefa de restaurar a adoração pura. Por isso, Ezequias se reuniu com eles para garantir que os apoiaria. Imagine os fiéis levitas presentes àquela reunião, derramando lágrimas de alegria ao ouvirem seu rei dizer: “Vós sois os que Jeová escolheu para ficar de pé perante ele, a fim de ministrar-lhe.” (2 Crô. 29:11) Assim, os levitas tinham uma incumbência clara para promover a adoração pura.

2Cr 32:7, 8 — Qual é a maneira mais prática de se preparar para dificuldades futuras? (w13 15/11 20 § 17)


2 Crônicas 32:7, 8 Tradução do Novo Mundo

7 “Sejam corajosos e fortes. Não tenham medo nem fiquem apavorados por causa do rei da Assíria+ e de toda a multidão que está com ele, pois os que estão conosco são mais numerosos do que os que estão com ele.+ 8 Do lado dele está um braço de carne,* mas do nosso lado está Jeová, nosso Deus, para nos ajudar e para travar as nossas batalhas.”+ E o povo foi fortalecido pelas palavras de Ezequias, rei de Judá.+

Quem os “sete pastores e oito príncipes” representam hoje?

17. Que quatro conclusões os anciãos podem tirar do relato que acabamos de considerar?
17 Os anciãos que estão lendo este artigo podem tirar importantes conclusões do relato que acabamos de considerar: (1) A maneira mais prática de se preparar para o futuro ataque da “Assíria” é fortalecer a fé em Deus e ajudar os irmãos a fazer o mesmo. (2) Quando a “Assíria” atacar, os anciãos devem estar totalmente convencidos de que Jeová nos salvará. (3) Nessa época, receberemos orientações da organização de Jeová que salvarão nossa vida, embora talvez não pareçam práticas do ponto de vista humano. Todos nós devemos estar prontos para obedecer a quaisquer orientações que recebamos, quer pareçam fazer sentido de um ponto de vista estratégico, quer não. (4) Os que estão colocando sua confiança na educação secular, nas coisas materiais ou em instituições humanas devem entender que agora é a hora para ajustar seu modo de pensar. Os anciãos devem estar prontos para ajudar os que talvez estejam com a fé enfraquecida.

O que a leitura da semana me ensinou sobre Jeová?



Que pontos da leitura posso usar no ministério?



LEITURA DA BÍBLIA: 2CR 31:1-10 (4 MIN OU MENOS)


2 Crônicas 31:1-10 Tradução do Novo Mundo

31 Depois de tudo isso, todos os israelitas que estavam presentes foram às cidades de Judá e despedaçaram as colunas sagradas,+ derrubaram os postes sagrados*+ e demoliram os altos sagrados+ e os altares+ em todo o Judá e Benjamim, também em Efraim e Manassés,+ até que tinham destruído tudo. Depois todos os israelitas voltaram para as suas cidades, cada um para a sua propriedade.
2 Então Ezequias designou os sacerdotes em suas turmas+ e os levitas em suas turmas+ — sacerdotes e levitas, cada um para o seu serviço+ — para fazer as ofertas queimadas e os sacrifícios de participação em comum, para prestar serviço e para dar graças e louvores nos portões dos pátios* de Jeová.+ 3 Parte dos próprios bens do rei era dada para as ofertas queimadas,+ incluindo as ofertas da manhã e do anoitecer,+ e também as ofertas queimadas dos sábados,+ das luas novas+ e das festividades,+ conforme está escrito na Lei de Jeová.
4 Além disso, ele ordenou ao povo que morava em Jerusalém que desse a porção devida aos sacerdotes e aos levitas,+ para que estes pudessem dedicar-se integralmente* à lei de Jeová. 5 Assim que essa ordem foi dada, os israelitas trouxeram uma grande quantidade de primícias do cereal, do vinho novo, do azeite,+ do mel e de todos os produtos do campo;+ trouxeram em abundância a décima parte de tudo.+ 6 E o povo de Israel e de Judá que morava nas cidades de Judá também trouxe a décima parte dos bois e das ovelhas, e a décima parte das coisas sagradas,+ que foram santificadas para Jeová, seu Deus. Eles as trouxeram e assim ajuntaram muitos montes. 7 Começaram a formar os montes de contribuições no terceiro mês+ e terminaram no sétimo mês.+ 8 Quando Ezequias e os príncipes chegaram e viram os montes, louvaram a Jeová e abençoaram o seu povo Israel.
9 Ezequias perguntou a respeito dos montes aos sacerdotes e aos levitas, 10 e Azarias, o principal sacerdote, da casa de Zadoque, lhe respondeu: “Desde que começaram a trazer as contribuições à casa de Jeová,+ o povo tem comido até ficar satisfeito e ainda sobra muito, pois Jeová tem abençoado seu povo. E esta grande quantidade está sobrando.”+

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(2 CRÔNICAS 29:6)

“Porque os nossos pais agiram de modo infiel e fizeram o que era mau aos olhos de Jeová, nosso Deus, de modo que o deixaram e afastaram as suas faces do tabernáculo de Jeová e apresentaram-lhe a cerviz.”

*** it-2 p. 99 Face ***
‘Afastar a face’
talvez demonstre indiferença insultante ou desprezo. (2Cr 29:6; Je 2:27; 32:33)

(2 CRÔNICAS 29:10)

“Está agora achegado ao meu coração concluir um pacto com Jeová, o Deus de Israel, para que a sua ira ardente recue de nós.”

*** it-2 p. 89 Ezequias ***
Daí, convocando os sacerdotes e os levitas, disse-lhes: “Está agora achegado ao meu coração concluir um pacto com Jeová, o Deus de Israel.” Era um pacto de fidelidade, como se o pacto da Lei, embora ainda vigente, mas negligenciado, fosse inaugurado de novo em Judá. Com grande vigor, passou a organizar os levitas nos seus serviços, e restabeleceu os arranjos para instrumentos musicais e para o canto de louvores. Era nisã, o mês de se celebrar a Páscoa, mas o templo, bem como os sacerdotes e os levitas, estavam impuros. Até o dia 16 de nisã já se limpara o templo e se restauraram os seus utensílios. Teve de se fazer então uma expiação especial por todo o Israel. Primeiro, os príncipes trouxeram sacrifícios, ofertas pelo pecado para o reino, o santuário e o povo, seguidos por milhares de ofertas queimadas apresentadas pelo povo. — 2Cr 29:1-36.

(2 CRÔNICAS 30:2)

“No entanto, o rei e seus príncipes, bem como toda a congregação em Jerusalém resolveram celebrar a páscoa no segundo mês;”

*** si p. 83 par. 28 Livro bíblico número 14 — 2 Crônicas ***
28 Planeja-se uma extraordinária Páscoa, mas, visto não haver tempo para prepará-la no primeiro mês, aproveita-se a provisão da Lei, de modo que é celebrada no segundo mês do primeiro ano do reinado de Ezequias. (2 Crô. 30:2, 3; Núm. 9:10, 11)

(2 CRÔNICAS 30:5)

“Decidiram, pois, fazer uma proclamação por todo o Israel, de Berseba a Dã, para vir e celebrar a páscoa a Jeová, o Deus de Israel, em Jerusalém; porque não tinham feito assim como multidão segundo o que está escrito.”

*** it-1 p. 342 Berseba ***
Berseba veio a representar o ponto mais meridional ao se descrever a extensão da Terra da Promessa, conforme expresso na frase proverbial, “desde Dã para baixo até Berseba” (Jz 20:1), ou, na direção inversa, “desde Berseba até Dã”. (1Cr 21:2; 2Cr 30:5) Depois da divisão da nação em dois reinos, Berseba continuou a ser usada para indicar a extremidade sul do reino de Judá, nas expressões “desde Geba até Berseba” (2Rs 23:8) e “desde Berseba até a região montanhosa de Efraim” (onde começava o reino setentrional de Israel). (2Cr 19:4) Nos tempos pós-exílicos, a expressão era usada de forma ainda mais limitada, para se referir à região ocupada pelos repatriados de Judá, que se estendia desde Berseba “até o vale de Hinom”. — Ne 11:27, 30.
Na realidade, havia outras cidades da Terra da Promessa situadas ao S de Berseba, assim como havia cidades israelitas ao N de Dã. No entanto, tanto Dã como Berseba encontravam-se em fronteiras naturais da terra. No caso de Berseba, sua localização era abaixo das montanhas de Judá, à beira do deserto. Adicionalmente, era uma das principais cidades de Judá (junto com Jerusalém e Hébron), e isto se dava, não só porque dispunha de excelentes reservas de água, em comparação com a região circunvizinha, possibilitando assim tanto a lavoura como as pastagens de manadas e rebanhos, mas também porque importantes estradas convergiam para ela, vindas de várias direções. Do Egito, uma antiga rota subia pelo “Caminho dos Poços”, atravessando Cades-Barnéia até Berseba, unindo-se a outra estrada pela qual viajavam as caravanas de camelos dos “Reinos das Especiarias” da península da Arábia, em direção à Filístia ou a Judá. De Eziom-Géber, na cabeceira do golfo de Acaba, outra rota subia pelo Arabá e então se virava para o O, ascendendo a subida de Acrabim até Berseba. Em Gaza, na planície filistéia, uma estrada que saía da estrada principal levava ao SE, a Berseba. E, ligando-a com o restante de Judá, uma estrada ia de Berseba para o NE, subindo o platô nas montanhas de Judá até Jerusalém e outros pontos mais para o N. — Gên 22:19.

(2 CRÔNICAS 30:6)

“Por conseguinte, os correios com as cartas da mão do rei e dos seus príncipes passaram por todo o Israel e Judá, sim, conforme o mandamento do rei, dizendo: “Filhos de Israel, voltai a Jeová, o Deus de Abraão, Isaque e Israel, para que ele retorne aos que escaparam, os que restam de vós, da palma da mão do rei da Assíria.”

*** it-1 p. 572 Correio ***
Correio
Homem especialmente escolhido dentre a guarda pessoal real para entregar decretos reais e outra correspondência urgente do rei a regiões distantes do seu domínio. A rapidez da entrega, por parte dos correios (hebr.:
ra•tsím;
literalmente: corredores) era de importância primária. Desde os tempos antigos, tais homens eram chamados de “correios”. São chamados assim em 2 Crônicas 30:6, 10; Jeremias 51:31.

(2 CRÔNICAS 30:10)

“Assim, os correios foram passando de cidade em cidade através da terra de Efraim e de Manassés, até mesmo a Zebulão; estes, porém, continuavam a motejar e a caçoar deles.”

*** it-1 p. 572 Correio ***
Correio
Homem especialmente escolhido dentre a guarda pessoal real para entregar decretos reais e outra correspondência urgente do rei a regiões distantes do seu domínio. A rapidez da entrega, por parte dos correios (hebr.:
ra•tsím;
literalmente: corredores) era de importância primária. Desde os tempos antigos, tais homens eram chamados de “correios”. São chamados assim em 2 Crônicas 30:6, 10; Jeremias 51:31.

(2 CRÔNICAS 30:11)

“Apenas pessoas de Aser, e de Manassés, e de Zebulão se humilharam a ponto de vir a Jerusalém.”

*** it-2 p. 89 Ezequias ***
Visto que a impureza do povo impedia sua celebração da Páscoa na época normal, Ezequias valeu-se da lei que permitia os impuros celebrarem a Páscoa um mês mais tarde. Convocou não somente Judá, mas também Israel, por meio de cartas enviadas por correios ao país inteiro, desde Berseba até Dã. Os correios se confrontaram com motejos por parte de muitos; mas alguns, especialmente de Aser, Manassés e Zebulão, humilharam-se a ponto de comparecer, bem como alguns de Efraim e de Issacar. Além disso, estavam presentes muitos adoradores não-israelitas de Jeová. Provavelmente, era difícil para alguns, do reino setentrional, que estavam a favor da adoração verdadeira, estar presentes. Eles, iguais aos mensageiros, enfrentariam oposição e zombaria, visto que o reino das dez tribos estava num estado decadente, mergulhado na adoração falsa e fustigado pela ameaça assíria. — 2Cr 30:1-20; Núm 9:10-13.

(2 CRÔNICAS 30:13)

“E passaram a ajuntar-se em Jerusalém, um povo numeroso, para celebrar a festividade dos pães não fermentados no segundo mês, uma congregação muito numerosa.”

*** it-2 pp. 125-126 Festividade dos Pães Não Fermentados ***
Nos outros dois casos, as circunstâncias eram notáveis. Um é o reavivamento da celebração da Festividade dos Pães Não Fermentados após um tempo de descaso. Este reavivamento ocorreu durante o primeiro ano do reinado do fiel Rei Ezequias. É de interesse notar que, neste caso, não houve tempo suficiente para preparar a festividade anual em 15 de nisã, porque o trabalho de limpeza e de reparação do templo durou até o 16 de nisã. Portanto, fez-se uso da Lei para celebrar a festividade durante o segundo mês. (2Cr 29:17; 30:13, 21, 22; Núm 9:10, 11)

(2 CRÔNICAS 30:23)

“Toda a congregação decidiu então realizá-lo por mais sete dias, e assim o realizaram por [mais] sete dias com alegria.”

*** it-2 p. 126 Festividade dos Pães Não Fermentados ***
Foi uma ocasião tão alegre e resultou em tal reavivamento religioso, que a celebração de sete dias mostrou ser simplesmente curta demais, e assim se reservaram mais sete dias para ela. (2Cr 30:23) O Rei Ezequias e seus príncipes contribuíram generosamente, dando 2.000 novilhos e 17.000 ovelhas para suprir alimento para as multidões presentes.

(2 CRÔNICAS 31:1)

“E assim que acabaram com tudo isso, todos os israelitas que [ali] se achavam saíram às cidades de Judá, e eles passaram a destroçar as colunas sagradas, e a cortar os postes sagrados, e a demolir os altos e os altares em todo o Judá e Benjamim, e em Efraim e em Manassés, até que acabaram; depois retornaram todos os filhos de Israel às suas cidades, cada um à sua própria propriedade.”

*** it-2 pp. 89-90 Ezequias ***
Que se tratava duma genuína restauração e reavivamento da adoração verdadeira e não apenas uma reunião emocional passageira se vê no que se seguiu. Antes de retornarem para casa, os celebrantes saíram e destroçaram as colunas sagradas, demoliram os altos e os altares, e cortaram os postes sagrados em todo o Judá e Benjamim, e até mesmo em Efraim e Manassés. (2Cr 31:1)

(2 CRÔNICAS 31:5)

“E assim que se divulgou a palavra, os filhos de Israel aumentaram as primícias do cereal, do vinho novo e do azeite, e do mel, e de todos os produtos do campo, e trouxeram abundantemente o décimo de tudo.”

*** it-2 p. 798 Mel, favo de mel ***
Visto que a maior parte do mel consumido pelos israelitas era mel silvestre, não o cultivado, o “mel” oferecido como primícias, na ocasião em que Ezequias incentivou o povo a apoiar o sacerdócio, sem dúvida, era o suco ou xarope de frutas. — 2Cr 31:5.

(2 CRÔNICAS 32:4)

“Por conseguinte, reuniu-se muito povo e eles foram tapar todos os mananciais e a torrente que fluía pelo meio da terra, dizendo: “Por que deviam os reis da Assíria chegar e realmente achar grande quantidade de água?””

*** it-2 p. 90 Ezequias ***
Em face do iminente ataque do cobiçoso Senaqueribe, Ezequias demonstrou sabedoria e estratégia militar. Tapou todas as fontes e mananciais de água fora da cidade de Jerusalém, a fim de que, no caso dum sítio, os assírios sofressem de escassez de água.

*** it-2 p. 223 Giom ***
Quando o ataque assírio se tornou iminente, no reinado de Ezequias (732 AEC), o Rei Ezequias tomou medidas para assegurar que o suprimento de água de Jerusalém não caísse nas mãos do inimigo. (2Cr 32:2-4) Todavia, possivelmente com referência a outra época, o registro de 2 Crônicas 32:30 mostra que ele tapou o fluxo de Giom através do seu canal já existente e desviou as águas para o lado ocidental da “Cidade de Davi”, bem dentro das fortificações de Jerusalém.

*** it-2 pp. 524-525 Jerusalém ***
Ezequias havia preparado a cidade para um sítio. Ele tapou as fontes de água fora da cidade, a fim de ocultá-las e tornar as coisas mais difíceis para o inimigo, reforçando a muralha e fortificando-a. (2Cr 32:2-5, 27-30) Parece que o “aqueduto” para trazer água da fonte de Giom para dentro da cidade já tinha sido construído nessa época, sendo possivelmente um projeto de tempo de paz. (2Rs 20:20; 2Cr 32:30) Se, como se crê, era o aqueduto que inclui o túnel que passava pela vertente do vale do Cédron, terminando no reservatório de Siloé, no vale de Tiropeom, então não se tratava dum projeto pequeno, a ser concluído em poucos dias. (Veja ARQUEOLOGIA [Palestina e Síria]; GIOM N.° 2.)

(2 CRÔNICAS 32:5)

“Além disso, tomou coragem e reconstruiu toda a muralha decaída e ergueu sobre ela torres, e por fora [construiu] outra muralha, e consertou o Aterro da Cidade de Davi, e fez armas de arremesso em abundância, bem como escudos.”

*** w97 15/6 p. 11 Jerusalém nos tempos bíblicos: o que revela a arqueologia? ***
Sim; em 1969, o professor Nahman Avigad descobriu ruínas daquele período. As escavações expuseram uma seção duma muralha maciça, a primeira parte dela tendo 40 metros de comprimento, 7 metros de largura e calculadamente 8 metros de altura. A muralha erguia-se parcialmente sobre rochedo e em parte sobre o lugar de casas recém-construídas. Quem construiu a muralha e quando? “Duas passagens na Bíblia ajudaram Avigad a fixar a data e o objetivo da muralha”, relatou uma revista arqueológica. Estas passagens rezam: “Além disso, tomou coragem e reconstruiu toda a muralha decaída e ergueu sobre ela torres, e por fora construiu outra muralha.” (2 Crônicas 32:5) “Também demolireis as casas para fazer a muralha inexpugnável.” (Isaías 22:10) Atualmente, os visitantes podem ver esta chamada Muralha Larga no Bairro Judeu da Cidade Velha.

*** it-1 p. 190 Armas, armadura ***
O “escudo” menor ou “broquel” (hebr.:
ma•ghén
) era costumeiramente usado por arqueiros e usualmente é associado com armas leves, tais como o arco. Por exemplo, era usado pelos arqueiros benjaminitas da força militar do Rei Asa, de Judá. (2Cr 14:8) O escudo menor costumava ser redondo e era mais comum do que o escudo grande, provavelmente sendo usado principalmente no combate de corpo a corpo. Que o tsin•náh e o ma•ghén hebraicos diferiam consideravelmente em tamanho parece ser indicado pelos escudos de ouro feitos por Salomão, sendo que o escudo grande era revestido com quatro vezes mais ouro do que o escudo menor, ou broquel. (1Rs 10:16, 17; 2Cr 9:15, 16) O ma•ghén, assim como o tsin•náh, parece ter constituído parte duma expressão geral para armas de guerra. — 2Cr 14:8; 17:17; 32:5.

(2 CRÔNICAS 32:8)

“Com ele há um braço de carne, mas conosco está Jeová, nosso Deus, para nos ajudar e para travar as nossas batalhas.” E o povo começou a firmar-se nas palavras de Ezequias, o rei de Judá.”

*** it-1 p. 377 Braço ***
O braço de carne, representando o poder humano, é descrito na Bíblia como indigno de confiança e como desapontando aquele que confia nele. Jeová avisa seu povo quanto à falácia e ao desastre de se confiar no braço humano. (2Cr 32:8; Je 17:5)

(2 CRÔNICAS 32:9)

“Foi depois disso que Senaqueribe, rei da Assíria, enviou seus servos a Jerusalém, enquanto estava em Laquís, ele e com ele todo o seu poderio imperial, a Ezequias, rei de Judá, e a todos os de Judá que estavam em Jerusalém, dizendo:”

*** it-1 p. 196 Arqueologia ***
Nínive, capital da Assíria, foi o sítio de escavações onde desenterraram o imenso palácio de Senaqueribe, contendo cerca de 70 aposentos, com lajes esculpidas que revestiam 3.000 m das paredes. Uma delas retrata os prisioneiros judeus sendo levados ao cativeiro após a queda de Laquis, em 732 AEC. (2Rs 18:13-17; 2Cr 32:9; FOTO, Vol. 2, p. 232)

(2 CRÔNICAS 32:21)

“E Jeová passou a enviar um anjo e a eliminar todo homem poderoso, valente, e todo líder e chefe no acampamento do rei da Assíria, de modo que ele retornou com face envergonhada à sua própria terra. Mais tarde entrou na casa de seu deus e ali se lançaram sobre ele com a espada certos [homens] que tinham saído das suas próprias entranhas.”

*** w93 1/6 p. 6 Um império perdido que embaraçou os críticos da Bíblia ***
E por que não podia Senaqueribe gabar-se de ter conquistado a capital de Judá, Jerusalém, do modo como se gabou da sua conquista de Laquis, fortaleza de Judá? Três escritores bíblicos fornecem a resposta. Um deles, testemunha ocular, escreveu: “O anjo de Jeová passou a sair e a golpear cento e oitenta e cinco mil no acampamento dos assírios. Quando pessoas se levantaram de manhã cedo, ora, eis que todos eles eram cadáveres, mortos. Portanto, Senaqueribe, rei da Assíria, partiu e foi, e retornou e passou a morar em Nínive.” — Isaías 37:36, 37; 2 Reis 19:35; 2 Crônicas 32:21.
No seu livro
Treasures From Bible Times,
Millard conclui: “Não há nenhum bom motivo para se duvidar deste relato . . . É compreensível que Senaqueribe não registrasse tal desastre, a ser lido por seus sucessores, porque isso o desacreditaria.” Em vez disso, Senaqueribe tentou dar a impressão de que sua invasão de Judá fora bem-sucedida e que Ezequias continuava em sujeição, enviando o tributo a Nínive.

(2 CRÔNICAS 32:23)

“E havia muitos que traziam presentes a Jeová a Jerusalém e coisas seletas a Ezequias, rei de Judá, e depois disso ele ficou elevado aos olhos de todas as nações.”

*** ip-1 cap. 29 p. 396 O rei que foi recompensado pela sua fé ***
Depois da derrota de Senaqueribe, nações vizinhas levaram a Ezequias presentes em ouro, em prata, e outras coisas preciosas. Em 2 Crônicas 32:22, 23 e 27 lemos que “Ezequias veio a ter riquezas e glória em abundância muito grande”, e que “ficou elevado aos olhos de todas as nações”. É possível que com esses presentes ele pôde reabastecer a sua casa do tesouro, que havia esvaziado ao pagar o tributo aos assírios.

(2 CRÔNICAS 32:25)

“Mas Ezequias nada retribuiu de acordo com o benefício que se lhe concedeu, porque o seu coração se ensoberbeceu e veio a haver indignação contra ele e contra Judá e Jerusalém.”

*** w05 15/10 p. 25 par. 20 Evite desenvolver um coração soberbo ***
20 Contraste isso com o exemplo do Rei Ezequias. Num certo período, sua boa reputação corria o risco de ser arruinada porque ‘seu coração se ensoberbecera’. Felizmente, ‘Ezequias humilhou-se por ter sido soberbo no coração’ e recuperou o favor de Deus. (2 Crônicas 32:25, 26) Note que a cura para a soberba de Ezequias foi a humildade. De fato, a humildade é o oposto da soberba. Portanto, no próximo artigo veremos como cultivar e preservar a humildade cristã.

*** it-2 p. 91 Ezequias ***
Erro e Arrependimento de Ezequias. O registro bíblico declara que “Ezequias nada retribuiu de acordo com o benefício que se lhe concedeu, porque o seu coração se ensoberbeceu e veio a haver indignação contra ele e contra Judá e Jerusalém”. (2Cr 32:25) A Bíblia não diz se a sua soberba estava, ou não, relacionada com o seu ato imprudente de mostrar todo o tesouro da sua casa e todo o seu domínio aos mensageiros do rei babilônio Berodaque-Baladã (Merodaque-Baladã), enviados a Ezequias depois de ele se ter restabelecido da sua doença. Ezequias talvez mostrasse toda esta riqueza para impressionar o rei de Babilônia como possível aliado contra o rei da Assíria. Naturalmente, isto podia estimular a cobiça dos babilônios. O profeta Isaías era contra qualquer aliança com a secular inimiga de Deus, Babilônia, ou de alguma forma de dependência dela. Quando Isaías soube como Ezequias havia tratado os mensageiros babilônios, ele proferiu a profecia inspirada por Jeová, de que os babilônios, com o tempo, levariam tudo para Babilônia, inclusive alguns dos descendentes de Ezequias. No entanto, Ezequias humilhou-se e Deus permitiu bondosamente que a calamidade não ocorresse nos seus dias. — 2Rs 20:12-19; 2Cr 32:26, 31; Is 39:1-8.

(2 CRÔNICAS 32:26)

“Todavia, Ezequias humilhou-se pela soberba do seu coração, ele e os habitantes de Jerusalém, e a indignação de Jeová não veio sobre eles nos dias de Ezequias.”

*** ip-1 cap. 29 p. 397 par. 30 O rei que foi recompensado pela sua fé ***
30 Aparentemente referindo-se ao incidente em que Ezequias mostrou seus tesouros aos babilônios, 2 Crônicas 32:26 diz: “Ezequias humilhou-se pela soberba do seu coração, ele e os habitantes de Jerusalém, e a indignação de Jeová não veio sobre eles nos dias de Ezequias.”

(2 CRÔNICAS 32:27)

“E Ezequias veio a ter riquezas e glória em abundância muito grande; e fez para si depósitos para a prata, e para o ouro, e para as pedras preciosas, e para o óleo de bálsamo, e para os escudos, e para todos os objetos desejáveis;”

*** ip-1 cap. 29 p. 396 O rei que foi recompensado pela sua fé ***
Depois da derrota de Senaqueribe, nações vizinhas levaram a Ezequias presentes em ouro, em prata, e outras coisas preciosas. Em 2 Crônicas 32:22, 23 e 27 lemos que “Ezequias veio a ter riquezas e glória em abundância muito grande”, e que “ficou elevado aos olhos de todas as nações”. É possível que com esses presentes ele pôde reabastecer a sua casa do tesouro, que havia esvaziado ao pagar o tributo aos assírios.

(2 CRÔNICAS 32:30)

“E foi Ezequias quem tapou a nascente superior das águas de Giom e canalizou-as diretamente para baixo, para o oeste da Cidade de Davi, e Ezequias continuou a mostrar-se bem sucedido em todo o seu trabalho.”

*** gl p. 21 Jerusalém e o templo de Salomão ***
Giom


Túnel posterior de água

*** gl p. 20 Jerusalém e o templo de Salomão ***
O Rei Ezequias tapou essa fonte e construiu um túnel para levar a água para um reservatório do lado oeste da cidade. — 2Cr 32:4, 30.

*** w97 15/6 pp. 9-10 Jerusalém nos tempos bíblicos: o que revela a arqueologia? ***
Suscitaram-se outras perguntas sobre o famoso túnel de Siloé, provavelmente escavado pelos engenheiros do Rei Ezequias, no oitavo século AEC, e mencionado em 2 Reis 20:20 e 2 Crônicas 32:30. Como é que as duas turmas de escavadores, escavando nas duas extremidades, conseguiram encontrar-se? Por que escolheram um rumo serpenteante, tornando o túnel bem mais comprido do que um túnel reto? Como conseguiram suficiente ar para respirar, em especial porque talvez usassem lâmpadas a óleo?
O periódico
Biblical Archaeology Review
forneceu possíveis respostas a essas perguntas. Dan Gill, consultor em geologia na escavação, é citado como dizendo: “Por baixo da Cidade de Davi há um bem desenvolvido sistema cárstico natural. Karst é um termo geológico que descreve uma região irregular de dolinas, cavernas e canais causados pela água freática, ao passo que penetra e flui através de formações rochosas, subterrâneas. . . . O exame geológico que fizemos dos sistemas subterrâneos de água, por baixo da Cidade de Davi, indica que foram essencialmente formados pelo hábil alargamento artificial de canais e galerias de escoamento naturais (cársticos), que foram integrados em sistemas funcionais de abastecimento de água.”
Isto talvez ajude a explicar como o túnel de Siloé foi escavado. Pode ter acompanhado o rumo tortuoso de um canal natural sob o morro. As turmas trabalhando em ambas as extremidades talvez escavassem um túnel provisório por alterar as cavernas existentes. Depois se escavou um canal em declive para a água fluir desde a fonte de Giom até o reservatório de Siloé, que se encontrava provavelmente dentro das muralhas da cidade. Foi uma verdadeira façanha de engenharia, visto que a diferença de altitude entre as duas extremidades é de apenas 32 centímetros, apesar da extensão de 533 metros.

*** w96 15/8 pp. 5-6 Lições práticas da Terra Prometida ***
Jerusalém recebia do reservatório de Siloé um suprimento de água. No entanto, no oitavo século AEC, prevendo um sítio pelos assírios, o Rei Ezequias construiu uma muralha externa para proteger o reservatório de Siloé, que assim ficou dentro das muralhas da cidade. Ele também tapou as fontes fora da cidade, para que os sitiadores assírios ficassem numa situação desesperadora, à procura de água. (2 Crônicas 32:2-5; Isaías 22:11) E não foi só isso. Ezequias arranjou um jeito de desviar um suprimento extra de água para dentro de Jerusalém!
O que Ezequias fez é considerado um dos grandes feitos de engenharia da antiguidade: a escavação de um túnel, partindo da fonte de Giom até o reservatório de Siloé. Era, em média, de 1,8 metro de altura e tinha 533 metros de extensão. Imagine só! Um túnel de mais de meio quilômetro de extensão, escavado na rocha! Hoje, uns 2.700 anos depois, quem visita Jerusalém pode caminhar por essa obra-prima de engenharia, comumente conhecida como túnel de Ezequias. — 2 Reis 20:20; 2 Crônicas 32:30.
Os esforços feitos por Ezequias para proteger e aumentar o suprimento de água de Jerusalém podem ensinar-nos uma lição. Jeová é “a fonte de água viva”. (Jeremias 2:13) Seus pensamentos, contidos na Bíblia, são capazes de sustentar a vida. É por isso que o estudo pessoal da Bíblia é essencial. Mas as oportunidades de estudar, e o conhecimento que se assimila no estudo, não caem do céu. Talvez seja preciso ‘escavar túneis’, como que através de sua atarefada rotina diária, para poder arranjar tempo. (Provérbios 2:1-5; Efésios 5:15, 16) Tendo iniciado, apegue-se à sua programação, dando prioridade máxima ao estudo pessoal. Cuide para que ninguém nem nada o prive desse precioso suprimento de água. — Filipenses 1:9, 10.

*** g96 8/6 p. 29 Observando o Mundo ***
Hipótese para o mistério do túnel
Os arqueólogos há muito se perguntam por que o túnel de Ezequias, escavado durante o oitavo século AEC, para evitar que Jerusalém ficasse sem água durante o sítio do exército assírio, seguiu um percurso tão sem rumo e tortuoso. Uma rota reta, mais eficiente, teria exigido apenas 320 metros de escavação, em vez dos 533 metros que o túnel exigiu. Uma inscrição em hebraico antigo foi encontrada na parede do túnel em 1880. Ela explica como dois grupos de trabalhadores começaram a cavar nas extremidades opostas do túnel aberto na rocha e se encontraram no meio. Isso levantou outra pergunta: como eles conseguiram fazer isso, considerando-se a rota tortuosa do túnel? Os geólogos acreditam agora que acharam a resposta. Segundo Dan Gill, do Instituto de Pesquisas Geológicas de Israel, os trabalhadores seguiram e alargaram canais naturais formados pela água que atravessava a rocha nos pontos onde havia rachaduras causadas pela tensão sísmica ou onde diferentes camadas se juntavam. Com o passar do tempo, esses canais talvez tenham se alargado bastante em certos pontos, o que talvez explique o motivo de a altura do túnel variar de 1,7 metro a até 5 metros, e também como os trabalhadores, usando lâmpadas a óleo, tinham ar suficiente. Os trabalhadores também eram hábeis, pois o êxito da escavação dependia de fazerem um declive suave de meros 31,5 centímetros no curso inteiro.

*** it-1 p. 200 Arqueologia ***
Um túnel, conhecido como o Túnel de Siloé, tinha em média 1,80 m de altura e fora aberto em rocha maciça numa distância de uns 533 m desde Giom até o reservatório de Siloé, no vale de Tiropeom (dentro da cidade). Parece assim ser o projeto do Rei Ezequias, descrito em 2 Reis 20:20, e 2 Crônicas 32:30.

*** it-1 p. 669 Davi, Cidade de ***
Ezequias desviou também as águas da fonte de Giom, trazendo-as para o lado O da Cidade de Davi, evidentemente, por cortar um túnel através da rocha, descoberto estar ligado com o reservatório de água de Siloé, na encosta SO do espigão. (2Cr 32:30)

*** it-2 p. 90 Ezequias ***
Uma das mais notáveis façanhas de engenharia dos tempos antigos foi o aqueduto de Ezequias. Ia desde a fonte de Giom, ao L da parte setentrional da Cidade de Davi, num trajeto bastante irregular, por uns 533 m, até o reservatório de água de Siloé, no vale do Tiropeom, abaixo da Cidade de Davi, mas dentro duma nova muralha acrescentada à parte meridional da cidade. (2Rs 20:20; 2Cr 32:30) Os arqueólogos encontraram uma inscrição em antigos caracteres hebraicos na parede do túnel estreito que tinha a altura média de 1,8 m. A inscrição reza, em parte: “E esta foi a maneira em que foi perfurado: — Enquanto [. . .] ainda (havia) [. . .] machado(s), cada homem em direção ao seu companheiro, e quando ainda faltavam três côvados para serem perfurados, [ouviu-se] a voz dum homem chamando seu companheiro, pois havia
uma sobreposição
na rocha à direita [e à esquerda]. E quando o túnel foi aberto, os cavouqueiros cortaram (a rocha), cada homem em direção ao seu companheiro, machado contra machado; e a água fluiu da fonte em direção ao reservatório por 1.200 côvados, e a altura da rocha acima da(s) cabeça(s) dos cavouqueiros era de 100 côvados.” (Ancient Near Eastern Texts [Textos Antigos do Oriente Próximo], editado por J. B. Pritchard, 1974, p. 321) De modo que o túnel foi cortado na rocha de ambas as extermidades, encontrando-se no meio — uma verdadeira façanha de engenharia.

*** it-2 p. 223 Giom ***
Todavia, possivelmente com referência a outra época, o registro de 2 Crônicas 32:30 mostra que ele tapou o fluxo de Giom através do seu canal já existente e desviou as águas para o lado ocidental da “Cidade de Davi”, bem dentro das fortificações de Jerusalém. Evidência da maneira em que isto foi realizado veio a lume em 1880 EC, quando se encontrou uma inscrição gravada na parede de um túnel de águas que terminava no que atualmente é conhecido como o reservatório de água de Siloé, na parte O da antiga “Cidade de Davi”. A inscrição, na antiga escrita hebraica, considerada como sendo do oitavo século AEC, descrevia a escavação do túnel através da rocha sólida por duas turmas de homens trabalhando das extremidades opostas para se encontrarem. Quando o túnel foi completamente desobstruído em 1910, verificou-se que tinha uns 533 m de extensão com a altura média de 1,8 m e estreitava-se às vezes para a largura de apenas 50 cm. Parece evidente que esta notável façanha de engenharia é o resultado das medidas adotadas por Ezequias para proteger e manter o suprimento de água procedente de Giom.

*** it-2 pp. 524-525 Jerusalém ***
Ele tapou as fontes de água fora da cidade, a fim de ocultá-las e tornar as coisas mais difíceis para o inimigo, reforçando a muralha e fortificando-a. (2Cr 32:2-5, 27-30) Parece que o “aqueduto” para trazer água da fonte de Giom para dentro da cidade já tinha sido construído nessa época, sendo possivelmente um projeto de tempo de paz. (2Rs 20:20; 2Cr 32:30) Se, como se crê, era o aqueduto que inclui o túnel que passava pela vertente do vale do Cédron, terminando no reservatório de Siloé, no vale de Tiropeom, então não se tratava dum projeto pequeno, a ser concluído em poucos dias. (Veja ARQUEOLOGIA [Palestina e Síria]; GIOM N.° 2.)

(2 CRÔNICAS 32:33)

“Por fim, Ezequias deitou-se com os seus antepassados e enterraram-no na subida às sepulturas dos filhos de Davi; e na sua morte, todo o Judá e os habitantes de Jerusalém deram-lhe honra. E Manassés, seu filho, começou a reinar em seu lugar.”

*** it-1 p. 820 Enterro, lugares de sepultamento ***
Não se pôde determinar onde se encontravam essas sepulturas reais. À base da referência às “Sepulturas de Davi”, em Neemias 3:16, e da menção da “subida às sepulturas dos filhos de Davi”, em 2 Crônicas 32:33, alguns acham provável a localização no morro SE da cidade, perto do vale do Cédron. Encontraram-se ali o que parece ser diversos antigos túmulos escavados na rocha, com as entradas em forma de poço retangular. Todavia, não se pode fazer uma identificação positiva; todo esforço de identificação foi complicado não só pela destruição da cidade no ano 70 EC, e novamente em 135 EC, mas também pelo uso da parte meridional da cidade pelos romanos como pedreira. Portanto, os acima mencionados túmulos encontram-se numa condição muito deteriorada.


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