Pular para o conteúdo principal

Destaques do livro de Primeiro das Crônicas | Leitura da Bíblia: 1 Crônicas

Destaques da leitura da Bíblia: 1 Crônicas | textos explicado e lições práticas

Crônicas, Os livros das

Dois livros inspirados das Escrituras Hebraicas, os quais, pelo visto, constituíam um único volume no original cânon hebraico. Os massoretas os consideravam uma única obra, e são considerados como um só livro nas relações que consideram as Escrituras Hebraicas como compostas de 22 ou 24 livros, e como dois livros na relação que considera o número total de livros como 39. A divisão em dois livros parece ter-se originado com os tradutores da Septuaginta grega. Nos manuscritos hebraicos, a divisão em dois começou no século 15. No texto hebraico, Crônicas aparece no fim da seção chamada de Escritos. O nome hebraico, Div•réh Hai•ya•mím, significa “Os Assuntos dos Dias”. Jerônimo sugeriu o nome de Chronicon, do qual deriva Crônicas, na Bíblia em português. Uma crônica é um registro de acontecimentos na ordem em que ocorreram. O título grego (na Septuaginta) é Pa•ra•lei•po•mé•non, que significa “Coisas Passadas por Alto (Não Ditas; Omitidas)”, isto é, dos livros de Samuel e dos Reis. No entanto, deve-se notar que as Crônicas de modo algum são mero suplemento destes livros.

Destaques de Primeiro Crônicas

Genealogia e pormenores sobre a verdadeira adoração no templo de Jeová, especialmente necessários após o exílio em Babilônia.
Escrito talvez 55 anos depois de Zorobabel reconstruir o templo, e antes da restauração das muralhas de Jerusalém.
Genealogias de Adão em diante. ( 1:1-9:44)
A posteridade de Judá através de Davi e Salomão (vital para a identificação do Messias).
A posteridade de Levi (necessária para identificar aqueles que corretamente podiam servir no templo) e seus diversos deveres no templo.
A infidelidade de Saul resulta na sua morte. (10:1-14)
Aspectos do reinado de Davi. (11:1-29:30)
Novamente ungido rei enquanto em Hébron; captura Sião; mais tarde constituído rei sobre todo o Israel.
Arca do pacto mudada incorretamente, em carroça; Uzá morre por tocar na Arca; a Arca é finalmente levada à Cidade de Davi com regozijo.
Davi expressa o desejo de construir um templo para Jeová; em vez disso, Jeová faz com Davi um pacto para a casa real por tempo indefinido.
Inimigos de Israel são derrotados em todos os lados.
Davi é instigado por Satanás a fazer um censo de Israel; 70.000 morrem.
Extensos preparativos para a construção do templo; Davi organiza os levitas, providencia 24 turmas de sacerdotes, designa também cantores, porteiros; entrega os planos arquitetônicos inspirados a Salomão; Davi e o povo contribuem generosamente.
Davi morre depois de Salomão começar a sentar-se no “trono de Jeová”.

5 DE OUT. LEITURA DA BÍBLIA: 1 CRÔNICAS 1-4


(1 CRÔNICAS 1:6)

“E os filhos de Gômer foram Asquenaz, e Rifá, e Togarma.”

*** it-1 p. 249 Asquenaz ***
Asquenaz
1. O primeiro mencionado dos três filhos de Gômer, filho de Jafé. — Gên 10:3; 1Cr 1:6.
Em escritos judaicos dos tempos medievais (e mesmo depois) aplicou-se o termo “Asquenaz” à raça teutônica, e mais especificamente à Alemanha. Assim, mesmo hoje, judeus de países germânicos são chamados de asquenazis, em contraste com os sefarditas, os judeus da Espanha e de Portugal.

(1 CRÔNICAS 1:11)

“Quanto a Mizraim, tornou-se ele pai de Ludim, e de Anamim, e de Leabim, e de Naftuim,”

*** it-1 p. 126 Anamim ***
Anamim
Descendentes camíticos de Mizraim. Visto que Mizraim tornou-se sinônimo de Egito, é provável que os anamins se estabelecessem ali ou naquela região. (Gên 10:13; 1Cr 1:11) Um texto cuneiforme do tempo de Sargão II, da Assíria (da segunda metade do oitavo século AEC), parece referir-se a eles sob o nome de “anami”.

*** it-2 p. 667 Leabim ***
Leabim
Nome que aparece em Gênesis 10:13 e em 1 Crônicas 1:11 entre os descendentes de Cã, por meio de Mizraim. Visto que o nome em hebraico é pluralizado, muitos peritos dizem que se refere a uma tribo que derivou seu nome de um dos filhos de Mizraim. (Veja, porém, MIZRAIM.) Os de Leabim são, em geral, identificados com os líbios e, pelo menos parece, constituíam uma das tribos que habitavam a Líbia nos tempos antigos. Ao passo que a identificação é difícil, eles eram provavelmente os lu•vím mencionados em outras partes do texto hebraico, como em 2 Crônicas 12:3, onde a American Standard Version diz “lubim” e outras traduções dizem “líbios”. — CBC; NM; PIB.

(1 CRÔNICAS 1:12)
“e de Patrusim, e de Casluim (dentre quem procederam os filisteus), e de Caftorim.”


*** it-1 pp. 464-465 Casluim ***
Casluim
Um filho ou povo descendente de Mizraim, filho de Cã. O registro bíblico mostra que foi de Casluim que “procederam os filisteus”. (Gên 10:6, 13, 14; 1Cr 1:8, 11, 12) Visto que outros textos falam de os filisteus procederem de Caftor ou Creta (Je 47:4; Am 9:7), alguns peritos sugerem que a frase acima devia ser transposta, para vir depois do último descendente mencionado de Mizraim, Caftorim. Todavia, não é necessário presumir uma contradição nesses textos. O registro em Gênesis (acompanhado pelo de Crônicas) é genealógico. As outras referências aos filisteus como procedentes de Caftor provavelmente são geográficas, indicando uma migração desde o território dos caftorins.

(1 CRÔNICAS 1:13)

“Quanto a Canaã, tornou-se ele pai de Sídon, seu primogênito, e de Hete,”

*** it-2 p. 114 Fenícia ***
Origem e Nome. A história dos fenícios começa após o Dilúvio com o neto de Noé, Canaã, filho de Cã. Canaã tornou-se progenitor de 11 tribos, uma delas, os sidônios, sendo descendentes do primogênito de Canaã, Sídon. (Gên 10:15-18; 1Cr 1:13-16) Portanto, os sidônios eram cananeus. (Jos 13:4-6; Jz 10:12) Eles mesmos, bem como outros, chamavam a sua terra de Canaã. Numa moeda do tempo de Antíoco Epifânio, descreve-se a cidade siro-fenícia de Laodicéia como “uma cidade-mãe de Canaã”.
Todavia, com o tempo, os gregos preferiram chamar esses sidônios cananeus ainda por outro nome, o de fenícios. De modo que cananeu, sidônio e fenício eram nomes às vezes usados intercambiavelmente para o mesmo povo. Na profecia de Isaías, por exemplo, a Fenícia é chamada de “Canaã”. — Is 23:11; CBC; PIB; NM n.

(1 CRÔNICAS 1:14)

“e do jebuseu, e do amorreu, e do girgaseu,”

*** it-2 p. 223 Girgaseu(s) ***
Girgaseu(s)
Povo descendente de Cã, através de Canaã. (Gên 10:6, 15, 16; 1Cr 1:8, 13, 14) Os girgaseus moravam ao O do Jordão. Embora poderosos, eles e mais seis nações cananéias sofreram derrota, porque Jeová os entregou nas mãos do Seu povo. (De 7:1, 2; Jos 3:10; 24:11) Isto cumpriu a promessa que Deus fizera a Abraão, séculos antes. (Gên 15:13-21; Ne 9:7, 8) Os nomes “Girgash” e “Ben-Girgash”, encontrados em literatura ugarítica, têm sido citados como confirmação indireta da existência dos girgaseus.

(1 CRÔNICAS 1:15)

“e do heveu, e do arqueu, e do sineu,”

*** it-1 p. 204 Arqueus ***
Arqueus
Descendentes de Cã por meio de Canaã, e uma das 70 famílias pós-diluvianas. (Gên 10:17; 1Cr 1:15) Estabeleceram-se ao longo da costa mediterrânea ao O dos montes do Líbano.

(1 CRÔNICAS 1:17)

“Os filhos de Sem foram Elão, e Assur, e Arpaxade, e Lude, e Arã, E Uz, e Hul, e Géter, e Más.”

*** it-1 pp. 782-783 Elão ***
Elão
1. Um dos cinco filhos varões de Sem, de quem descenderam “famílias, segundo as suas línguas, nas suas terras, segundo as suas nações”. (Gên 10:22, 31; 1Cr 1:17) Não se especificam os nomes dos filhos de Elão; seu nome, porém, designa tanto um povo como uma região na fronteira SE da Mesopotâmia.
Historicamente, o nome Elão aplicava-se a uma região no que agora é chamado Cuzistã, no SO do Irã. Incluía a planície fértil do lado oriental do vale inferior do Tigre, regado pelos rios Carun e Carque, e evidentemente se estendia até as regiões montanhosas que ladeiam esta planície ao N e ao L, embora estes dois limites sejam os menos definidos. Uma região chamada Anxã, segundo se crê, ficava nestas regiões montanhosas e é representada em inscrições como fazendo parte do Elão desde um período bem antigo. O Elão, situado no extremo oriental do Crescente Fértil, por conseguinte, estava numa posição um tanto fronteiriça, sendo uma das regiões em que o território, povoado e geralmente dominado pelas raças semíticas, se confrontava ou fundia com raças que descendiam dos outros filhos de Noé, principalmente da linhagem jafética.
A terra do Elão era chamada elamtu pelos assírios e pelos babilônios, e Elymais pelos escritores clássicos gregos, que, às vezes, também se referiam a ela como “Susiana”, segundo a cidade de Susa, ou Susã, que outrora, evidentemente, fora a capital do Elão. Sob o Império Persa, Susa (Susã) era uma cidade real. (Ne 1:1; Est 1:2) Achava-se situada nas rotas comerciais que levavam para o SE, e também para o planalto iraniano. Os esforços de obter o controle destas rotas tornaram o Elão objeto freqüente de invasão por parte dos governantes assírios e babilônios.
Língua. Ao tratarem de Elão, obras de referência costumam afirmar que o escritor de Gênesis alistou Elão sob Sem apenas em base política ou geográfica, visto que, dizem eles, o povo de Elão não era semítico. Baseiam este conceito na afirmação de que a língua dos elamitas não era semítica. A investigação revela, porém, que as inscrições mais antigas encontradas na região geográfica chamada Elão eram “meras listas de objetos anotados pictoricamente em tabuinhas de argila, com o número de cada um deles ao lado, indicado por um sistema simples de traços, círculos e semicírculos . . . seu conteúdo, nesta época, é puramente econômico ou administrativo”. (Semitic Writing [Escrita Semítica], de G. R. Driver, Londres, 1976, pp. 2, 3) Estas inscrições poderiam razoavelmente ser chamadas de “elamitas” só no sentido de que foram encontradas no território de Elão.
O peso do argumento daqueles que se opõem à inclusão de Elão entre os povos semíticos, portanto, baseia-se principalmente em inscrições cuneiformes posteriores, consideradas como datando já bastante dentro do segundo milênio AEC, bem como no monumento de Behistun (do sexto século AEC), que contém textos paralelos em antigo persa, acadiano e “elamita”. As inscrições cuneiformes atribuídas aos elamitas supostamente estão numa língua aglutinativa (uma em que raízes de palavras são juntadas para formar palavras compostas, diferente assim das línguas flexionais). Os filólogos não tiveram bom êxito em relacionar esta língua “elamita” com alguma outra língua conhecida.
Na avaliação da informação acima, deve ser lembrado que a região geográfica em que os descendentes de Elão por fim se concentraram pode muito bem ter sido ocupada por outros povos antes ou mesmo durante a residência dos elamitas ali, do mesmo modo como os primitivos sumerianos não-semíticos residiam em Babilônia. A Encyclopædia Britannica (Enciclopédia Britânica; 1959, Vol. 8, p. 118) declara: “O país inteiro [chamado Elão] foi ocupado por uma variedade de tribos, falando na maior parte dialetos aglutinativos, embora os distritos ocidentais fossem ocupados por semitas.” — O grifo é nosso; MAPA e TABELA, Vol. 1, p. 233.
Que as inscrições cuneiformes encontradas na região do Elão, por si só, não provariam que os verdadeiros elamitas originalmente não fossem semitas, pode ser visto em muitos exemplos históricos antigos que poderiam ser citados de povos adotando outra língua por causa da dominação ou infiltração de elementos estrangeiros. Há também exemplos de povos antigos que simultaneamente usavam outra língua junto com a sua própria para fins comerciais e internacionais, assim como o aramaico se tornou uma língua franca usada por muitos povos. Os “hititas” de Karatepe fizeram inscrições bilíngües (evidentemente no oitavo século AEC) em escrita hieroglífica “hitita” e em fenício antigo. Encontraram-se em Persépolis, cidade real persa, cerca de 30.000 tabuinhas de argila do tempo do rei persa Dario I. Eram na maior parte na língua chamada “elamita”. No entanto, Persépolis não seria classificada como cidade elamita.
Mostrando adicionalmente que é insensato considerar a tabela das nações, de Gênesis, capítulo 10, como puramente geográfica e não realmente genealógica, há a evidência em forma de esculturas feitas para os reis elamitas, e datadas, pelos arqueólogos, como remontando à época de Sargão I (cujo governo eles atribuem à parte final do terceiro milênio). Estas esculturas não só apresentam a forma de figuras tipicamente acadianas (assírio-babilônicas semíticas), mas também trazem inscrições acadianas. — The Illustrated Bible Dictionary (O Dicionário Bíblico Ilustrado), editado por J. D. Douglas, 1980, Vol. 1, p. 433.

*** it-2 p. 352 Hul ***
Hul
Filho de Arã. (Gên 10:23) No entanto, em 1 Crônicas 1:17, parece que Hul é alistado como filho de Sem. No Manuscrito Alexandrino e no manuscrito hebraico Kennicott 175, 1 Crônicas 1:17 reza como Gênesis 10:23, apresentando a frase “e os filhos de Arã” antes de alistar Uz, Hul, Géter e Más. De modo que a omissão das palavras “e os filhos de”, em 1 Crônicas 1:17, no texto massorético, talvez seja um erro de escriba. Mas, não necessariamente é assim; nas Escrituras, o termo “filhos” pode incluir netos e até mesmo descendentes posteriores. (Veja uma situação talvez comparável em 1Cr 1:4, onde Sem, Cã e Jafé não são apresentados como filhos de Noé, talvez porque seu parentesco com Noé era tão bem conhecido, que o escritor original achou desnecessário fazer tal identificação.)

*** it-2 p. 781 Más ***
Más
Descendente de Sem através de Arã. (Gên 10:22, 23; 1Cr 1:17, Sy e seis manuscritos hebr.) Em 1 Crônicas 1:17, o texto massorético reza “Meseque” em vez de “Más”. Todavia, este é provavelmente um erro de escriba, visto que Meseque é alistado como “filho” de Jafé. — Gên 10:2; 1Cr 1:5.

(1 CRÔNICAS 1:18)

“Quanto a Arpaxade, tornou-se ele pai de Selá, e o próprio Selá tornou-se pai de Éber.”

*** w05 1/10 pp. 8-9 Destaques do livro de Primeiro das Crônicas ***
1:18 — Quem era o pai de Selá: Cainã ou Arpaxade? (Lucas 3:35, 36) Era Arpaxade. (Gênesis 10:24; 11:12) “Cainã” usado em Lucas 3:36 provavelmente era uma corruptela (ou distorção) do termo “caldeus”. Se esse for o caso, o texto original poderia ser vertido para “filho do caldeu Arpaxade”. Ou pode ser ainda que os nomes Cainã e Arpaxade se refiram à mesma pessoa. Não se deve ignorar o fato de que a expressão “filho de Cainã” não é encontrada em alguns manuscritos. — Lucas 3:36, nota.

(1 CRÔNICAS 1:41)

“Os filhos de Aná: Disom. E os filhos de Disom foram Hendã e Esbã, e Itrã, e Querã.”

*** it-1 p. 145 Anrão ***
3. Nome dado a um seirita, filho de Disom, grafado “Hanrão”, na tradução de João Ferreira de Almeida de 1 Crônicas 1:41. — Veja HENDÃ.

(1 CRÔNICAS 1:42)

“Os filhos de Ezer foram Bilã e Zaavã, e Ácã. Os filhos de Disã foram Uz e Árã.”

*** it-1 p. 34 Ácã ***
Ácã
Último mencionado de três filhos do Xeque Ezer, dos seiritas. (Gên 36:20, 21, 27) O texto massorético reza “Jaacã” em 1 Crônicas 1:42, mas a Septuaginta grega (Códice Alexandrino) e 22 manuscritos hebraicos rezam “Ácã”, em harmonia com Gênesis 36:27.

*** it-1 p. 723 Disom ***
Disom
[possivelmente: Antílope].
Nome de um ou possivelmente dois homens diferentes, nas genealogias registradas em Gênesis 36:20-28 e 1 Crônicas 1:38-42.
Em Gênesis 36:20, 21 (também nos vv. 29, 30 ), alistam-se sete “filhos de Seir, o horeu”, como xeques, a saber, Lotã, Sobal, Zibeão, Aná, Disom, Ezer e Disã. Daí, nos versículos 22 a 28 , alista-se cada um dos sete xeques junto com seus filhos. No versículo 25 , um dos filhos de Aná é chamado Disom. Alguns acham que este Disom seja neto de Seir e sobrinho do xeque Disom, visto que todos os sete xeques eram “filhos” de Seir, no sentido estrito da palavra, quer dizer, da mesma geração.
Outros, porém, acreditam que este relato apresenta os sete xeques apenas como descendentes de Seir, não da mesma geração, portanto, “filhos” em sentido lato. Portanto, sugerem que o Disom do versículo 25 é o próprio xeque Disom (Gên 36:21, 26), não seu sobrinho. De acordo com este conceito, embora realmente fosse filho do xeque Aná, Disom é mencionado junto com os outros seis xeques, não por ser irmão deles, mas por ser igual a eles no sentido de ser xeque.

*** it-1 p. 722 Disã ***
Disã
[possivelmente: Antílope].
Seirita, xeque dos horeus na terra de Edom. (Gên 36:20, 21; 1Cr 1:38) Gênesis 36:28 diz que os filhos de “Disã” eram Uz e Árã, ao passo que 1 Crônicas 1:42, no texto massorético, hebraico, na Septuaginta grega e na Pesito siríaca, menciona “Disom” como progenitor deles. Esta diferença na vocalização, evidentemente em resultado do erro dum copista, é solucionada em muitas traduções em português (Al, ALA, BJ, BLH, CBC, IBB, MC, NM, So) por usarem o mesmo nome em ambos os textos, assim como faz também a recensão clementina da Vulgata latina.

(1 CRÔNICAS 2:6)

“E os filhos de Zerá foram Zinri, e Etã, e Hemã, e Calcol, e Dara. Ao todo foram cinco.”

*** it-2 p. 57 Etã ***
1. Um de quatro homens, cuja sabedoria, embora grande, era superada pela de Salomão. (1Rs 4:31) Este Etã talvez fosse o escritor do Salmo 89, porque o cabeçalho identifica Etã, o ezraíta, como escritor. Em 1 Crônicas 2:6, Etã, Hemã, Calcol e Dara são todos chamados de filhos de Zerá, da tribo de Judá, e possivelmente são os mesmos homens mencionados em Primeiro Reis. Etã é chamado de pai de Azarias. — 1Cr 2:8; veja EZRAÍTA.

(1 CRÔNICAS 2:15)

“de Ozem, o sexto, de Davi, o sétimo.”

*** w05 1/10 p. 9 Destaques do livro de Primeiro das Crônicas ***
2:15 — Davi era o sétimo filho de Jessé? Não. Jessé tinha oito filhos, sendo Davi o mais jovem. (1 Samuel 16:10, 11; 17:12) Um dos filhos de Jessé provavelmente morreu sem ter filhos. Visto que ele não teria relevância nos registros genealógicos, Esdras omitiu o nome desse filho.

*** w02 15/9 p. 31 Perguntas dos Leitores ***
• Por que 1 Crônicas 2:13-15 chama Davi de sétimo filho de Jessé, ao passo que 1 Samuel 16:10, 11, indica que ele era o oitavo?
Depois de o Rei Saul, do antigo Israel, ter-se desviado da adoração verdadeira, Jeová Deus enviou o profeta Samuel para ungir um dos filhos de Jessé como rei. O registro divino desse acontecimento histórico, escrito pelo próprio Samuel no século 11 AEC, apresenta Davi como oitavo filho de Jessé. (1 Samuel 16:10-13) No entanto, o relato escrito por Esdras, o sacerdote, uns 600 anos mais tarde, diz: “Jessé, por sua vez, tornou-se pai do seu primogênito, Eliabe, e de Abinadabe, o segundo, e de Siméia, o terceiro, de Netanel, o quarto, de Radai, o quinto, de Ozem, o sexto, de Davi, o sétimo.” (1 Crônicas 2:13-15) O que aconteceu com um dos irmãos de Davi, e por que Esdras omite o nome dele?
As Escrituras dizem que Jessé “tinha oito filhos”. (1 Samuel 17:12) Pelo visto, um dos seus filhos não viveu o bastante para se casar e ter filhos. Não tendo descendentes, não podia reivindicar uma herança tribal nem seria relevante aos registros genealógicos da linhagem de Jessé.
Consideremos então os dias de Esdras. Vejamos as circunstâncias em que compilou Crônicas. O exílio em Babilônia terminou cerca de 77 anos antes, e os judeus se encontravam restabelecidos na sua terra. O rei da Pérsia havia autorizado Esdras a nomear juízes e instrutores da Lei de Deus e a embelezar a casa de Jeová. Havia necessidade de listas genealógicas precisas para confirmar as heranças tribais e garantir que apenas os autorizados servissem no sacerdócio. De modo que Esdras preparou um relato abrangente da história da nação, incluindo um registro claro e confiável da linhagem de Judá e de Davi. O nome do filho de Jessé que faleceu sem ter filhos não era relevante. Por isso, Esdras omitiu o nome.

(1 CRÔNICAS 2:16)

“E suas irmãs foram Zeruia e Abigail; e os filhos de Zeruia foram Abisai, e Joabe, e Asael, três.”

*** it-1 p. 20 Abigail ***
No entanto, é digno de nota que o registro em 1 Crônicas 2:13-16 não chama Abigail e Zeruia de ‘filhas de Jessé’, mas, antes, de “irmãs” dos filhos de Jessé, inclusive Davi. Isto permite a possibilidade de que a mãe deles tivesse primeiro casado com um homem chamado Naás, a quem deu à luz Abigail e Zeruia, antes de se tornar esposa de Jessé e mãe de seus filhos. Não se pode, por conseguinte, declarar dogmaticamente que Abigail fosse filha de Jessé. — Veja NAÁS N.° 2.

(1 CRÔNICAS 2:17)

“Quanto a Abigail, deu à luz Amasa; e o pai de Amasa foi Jeter, o ismaelita.”

*** it-2 p. 555 Jeter ***
6. Pai de Amasa, ex-chefe do exército de Davi. (1Rs 2:5, 32) O texto massorético, em 2 Samuel 17:25, chama-o de Itra, e diz que ele era israelita, mas 1 Crônicas 2:17 chama-o de ismaelita, possivelmente porque morou por um tempo entre os ismaelitas.

(1 CRÔNICAS 2:24)

“E depois da morte de Esrom em Calebe-Efrata, sendo Abias esposa de Esrom, ela lhe deu então à luz Assur, pai de Tecoa.”

*** it-1 p. 260 Assur, I ***
Assur, I
(Ásh•hur)[possivelmente: Negrume].
De acordo com o texto massorético, filho de Esrom, nascido após a morte de seu pai; bisneto de Judá. (1Cr 2:4, 5, 24; veja ESROM N.° 2.) Teve sete filhos com as suas duas esposas. (1Cr 4:5-7) É também mencionado como pai de Tecoa, o que parece significar que era o fundador da cidade deste nome.

*** it-2 p. 43 Esrom ***
Segundo a versão do texto massorético em 1 Crônicas 2:24, Esrom morreu em Calebe-Efrata, e depois disso, sua viúva Abias deu à luz Assur, pai de Tecoa. No entanto, alguns peritos acham que o texto massorético não preserva a versão original, visto que Esrom está alistado entre as 70 “almas da casa de Jacó, que vieram ao Egito”, e, por isso, deve ter morrido naquele país (Gên 46:12, 26, 27), e parece-lhes pouco provável que um lugar no Egito tivesse o nome hebraico de Calebe-Efrata. Por isso, muitos tradutores emendaram 1 Crônicas 2:24 para corresponder mais à versão da Septuaginta grega e da Vulgata latina. A Bíblia de Jerusalém verte este texto: “Depois que morreu Hesron, Caleb casou-se com Éfrata, esposa de seu pai Hesron, que lhe gerou Asur, pai de Técua.” A tradução, em inglês, de J. B. Rotherham reza: “E depois da morte de Esrom, Calebe entrou em Efrata, e a esposa de Esrom era Abias, que lhe deu à luz Assur, pai de Tecoa.” Portanto, segundo estas alterações, “Assur” ou é “filho” de Esrom com Abias, ou é “filho” de Calebe com Efrata.

(1 CRÔNICAS 2:45)

“E o filho de Samai foi Maom; e Maom foi o pai de Bete-Zur.”

*** it-1 p. 355 Bete-Zur ***
O nome Bete-Zur aparece numa lista genealógica dos descendentes de Calebe, irmão de Jerameel, em 1 Crônicas 2:45. Diz ali que Maom era “o pai de Bete-Zur”. Muitos comentadores entendem que Bete-Zur se refere à cidade deste nome, sendo Maom neste caso o pai dos que se estabeleceram ali, ou talvez o chefe ou o principal da cidade.

(1 CRÔNICAS 2:46)

“Quanto a Efá, concubina de Calebe, deu à luz Harã, e Moza, e Gazez. Quanto a Harã, tornou-se pai de Gazez.”

*** it-2 pp. 184-185 Gazez ***
Gazez
[Tosquiador].
Primeiro Crônicas 2:46 diz que Efá, concubina de Calebe, deu à luz Harã, Moza e Gazez, e depois declara que Harã “tornou-se pai de Gazez”. Portanto, pode ter havido dois homens chamados Gazez: (1) um filho de Calebe, e (2) um neto de Calebe. Mas, se a expressão: “Quanto a Harã, tornou-se pai de Gazez”, for um simples esclarecimento identificando o Gazez mencionado inicialmente, não como filho de Calebe, mas como seu neto, então significaria que havia apenas um Gazez, a saber, o filho de Harã e neto de Calebe.

(1 CRÔNICAS 2:49)

“Com o tempo ela deu à luz Saafe, pai de Madmana, Seva, pai de Macbena e pai de Gibéia. E Acsa foi a filha de Calebe.”

*** it-1 p. 401 Calebe ***
Acsa é alistada como filha de “Calebe, irmão de Jerameel” (o N.° 1 acima), que viveu cerca de um século e meio antes de “Calebe, filho de Jefuné”. (1Cr 2:42, 49) Alguns comentadores dizem que havia apenas um Calebe. Mas o grande intervalo de tempo entre o neto de Judá, Esrom, e a povoação de Canaã, impede tal conclusão. Outros dizem que ambos os Calebes devem ter tido filhas com o mesmo nome. Entretanto, mulheres foram mencionadas em genealogias apenas quando desempenharam um papel importante na história do povo de Deus. E visto que havia apenas uma famosa Acsa, ela deve ter sido a filha do segundo Calebe, filho de Jefuné. Ainda outros comentadores retirariam do versículo (1Cr 2:49) a declaração sobre Acsa como adição deslocada de escribas, mas não têm para isso nenhuma autoridade textual. Entretanto, é mais razoável pensar que o escritor original incluiu intencionalmente esta nota abrupta no versículo 49 com um objetivo especial, usando “filha” em sentido mais amplo, para significar descendente, a fim de trazer à atenção o fato de que Acsa não era somente filha de Calebe, filho de Jefuné, mas também descendente direta de Calebe, filho de Esrom.

*** it-2 p. 735 Madmana ***
1. Este nome aparece na lista de descendentes de Judá através de Calebe. Diz-se que Maacá, a concubina de Calebe, deu à luz “Saafe, pai de Madmana”. (1Cr 2:49) No entanto, a maioria dos peritos considera que o termo “pai” usado aqui tem o sentido de “fundador” e acha que Madmana, neste texto, corresponde à cidade considerada a seguir, sendo Saafe tomado como o fundador ou talvez o reconstrutor dela após a sua captura. Pode-se notar que os nomes de Quiriate-Jearim e Belém ocorrem num contexto similar nos versículos seguintes. — 1Cr 2:50, 54.

(1 CRÔNICAS 2:50)

“Estes tornaram-se filhos de Calebe. Os filhos de Hur, primogênito de Efrata: Sobal, pai de Quiriate-Jearim,”

*** it-2 p. 193 Genealogia ***
Cidades, e nomes no plural. Em algumas listas talvez se diga que determinado homem é o “pai” de certa cidade, como em 1 Crônicas 2:50-54, onde, por exemplo, Salma é chamado de “pai de Belém”, e Sobal, de “pai de Quiriate-Jearim”. Evidentemente, as cidades de Belém e de Quiriate-Jearim ou foram fundadas por estes homens, ou foram povoadas pelos descendentes deles. A mesma lista reza adicionalmente: “Os filhos de Salma foram Belém e os netofatitas, Atrote-Bete-Joabe e metade dos manaatitas, os zoritas”. (1Cr 2:54) Aqui, netofatitas, manaatitas e zoritas evidentemente eram famílias.

(1 CRÔNICAS 2:51)

“Salma, pai de Belém, Harefe, pai de Bete-Gader.”

*** it-1 p. 326 Belém ***
Entre os primeiros descendentes de Judá, filho de Jacó, acham-se mencionados “Salma, pai de Belém” (1Cr 2:51, 54) e “Hur, primogênito de Efrata, pai de Belém”. (1Cr 4:4) Esta expressão talvez aponte esses homens como antepassados dos israelitas que mais tarde ocuparam Belém.

*** it-2 p. 193 Genealogia ***
Cidades, e nomes no plural. Em algumas listas talvez se diga que determinado homem é o “pai” de certa cidade, como em 1 Crônicas 2:50-54, onde, por exemplo, Salma é chamado de “pai de Belém”, e Sobal, de “pai de Quiriate-Jearim”. Evidentemente, as cidades de Belém e de Quiriate-Jearim ou foram fundadas por estes homens, ou foram povoadas pelos descendentes deles. A mesma lista reza adicionalmente: “Os filhos de Salma foram Belém e os netofatitas, Atrote-Bete-Joabe e metade dos manaatitas, os zoritas”. (1Cr 2:54) Aqui, netofatitas, manaatitas e zoritas evidentemente eram famílias.

(1 CRÔNICAS 2:52)

“E Sobal, pai de Quiriate-Jearim, veio a ter filhos: Haroé, metade dos menuotitas.”

*** it-2 p. 193 Genealogia ***
Cidades, e nomes no plural. Em algumas listas talvez se diga que determinado homem é o “pai” de certa cidade, como em 1 Crônicas 2:50-54, onde, por exemplo, Salma é chamado de “pai de Belém”, e Sobal, de “pai de Quiriate-Jearim”. Evidentemente, as cidades de Belém e de Quiriate-Jearim ou foram fundadas por estes homens, ou foram povoadas pelos descendentes deles. A mesma lista reza adicionalmente: “Os filhos de Salma foram Belém e os netofatitas, Atrote-Bete-Joabe e metade dos manaatitas, os zoritas”. (1Cr 2:54) Aqui, netofatitas, manaatitas e zoritas evidentemente eram famílias.

*** it-2 p. 808 Menuotitas ***
Menuotitas
[Lugares de Descanso].
Segundo o texto massorético, parece tratar-se duma família de Judá, descendente através de Sobal. (1Cr 2:4, 52) Mas, alguns peritos preferem emendar o texto hebraico para rezar “manaatitas”, como no versículo 54 . (BJ, Mo) E um comentário judaico sobre Crônicas apresenta a versão alternativa, de “que supervisionava metade dos lugares de descanso”, e observa: “Sobal estava encarregado da metade dos caravançarás na terra de Judá.” — Soncino Books of the Bible (Livros da Bíblia, de Soncino), editado por A. Cohen, Londres, 1952, p. 15.

(1 CRÔNICAS 2:54)

“Os filhos de Salma foram Belém e os netofatitas, Atrote-Bete-Joabe e metade dos manaatitas, os zoritas.”

*** it-1 p. 274 Atrote-Bete-Joabe ***
Atrote-Bete-Joabe
[Coroas [isto é: cercados circulares] da Casa de Joabe].
Nome que aparece entre “os filhos de Salma”, na genealogia da tribo de Judá. (1Cr 2:54) Alguns acham tratar-se do nome duma cidade em Judá, indicando a inclusão de nomes tais como Quiriate-Jearim, Bete-Gader, Belém e outros nestas genealogias. Todavia, a mera correspondência dum nome com o duma cidade não é indício certo de que se refere a esta cidade, visto haver diversos casos de pessoas e cidades terem o mesmo nome. Não obstante, a forma ou o significado de certos nomes nas genealogias parece ser mais de natureza geográfica do que pessoal. A solução talvez se encontre na opinião de muitos peritos, de que se faz referência mais precisamente aos habitantes da cidade, do que ao próprio lugar geográfico. De modo que a expressão “pai de”, em certas ocorrências, é entendida como significando o “fundador de” ou “principal colonizador de” determinada população morando no lugar indicado.
Deve-se notar que a palavra “pai” aparece no hebraico original em Gênesis 4:20, 21, mas em algumas traduções é vertida por “antepassado” (BLH; AT) ou “fundador” (NM). Léxicos hebraicos incluem entre os possíveis significados do termo hebraico “pai” o de “governante, chefe” (A Hebrew and English Lexicon of the Old Testament [Um Léxico Hebraico e Inglês do Velho Testamento], de Brown, Driver e Briggs, 1980, p. 3), “antepassado, ancestre de tribo, nação . . . dum lugar . . . fundador duma classe ou posição social, . . . dum ofício . . . fundador, magistrado principal dum lugar”. (Lexicon in Veteris Testamenti Libros [Léxico dos Livros do Velho Testamento], de L. Koehler e W. Baumgartner, Leiden, 1958, p. 1) — Veja Is 22:20-22.

*** it-1 p. 326 Belém ***
Entre os primeiros descendentes de Judá, filho de Jacó, acham-se mencionados “Salma, pai de Belém” (1Cr 2:51, 54) e “Hur, primogênito de Efrata, pai de Belém”. (1Cr 4:4) Esta expressão talvez aponte esses homens como antepassados dos israelitas que mais tarde ocuparam Belém.

*** it-2 p. 193 Genealogia ***
Cidades, e nomes no plural. Em algumas listas talvez se diga que determinado homem é o “pai” de certa cidade, como em 1 Crônicas 2:50-54, onde, por exemplo, Salma é chamado de “pai de Belém”, e Sobal, de “pai de Quiriate-Jearim”. Evidentemente, as cidades de Belém e de Quiriate-Jearim ou foram fundadas por estes homens, ou foram povoadas pelos descendentes deles. A mesma lista reza adicionalmente: “Os filhos de Salma foram Belém e os netofatitas, Atrote-Bete-Joabe e metade dos manaatitas, os zoritas”. (1Cr 2:54) Aqui, netofatitas, manaatitas e zoritas evidentemente eram famílias.

(1 CRÔNICAS 3:5)

“E os seguintes lhe nasceram em Jerusalém: Siméia, e Sobabe, e Natã, e Salomão, quatro de Bate-Seba, filha de Amiel,”

*** it-1 p. 789 Elião ***
1. Pai de Bate-Seba. (2Sa 11:3) Chamado Amiel em 1 Crônicas 3:5.

(1 CRÔNICAS 3:6)

“e Ibar, e Elisama, e Elifelete,”

*** it-1 p. 795 Elisama ***
3. Filho de Davi, nascido em Jerusalém. Este Elisama é alistado como Elisua em 2 Samuel 5:15, em 1 Crônicas 14:5, e em dois manuscritos hebraicos em 1 Crônicas 3:6. Acha-se em geral que Elisua seja o nome correto, visto que o nome Elisama aparece novamente em 1 Crônicas 3:8, e, portanto, pode ter-se introduzido facilmente no versículo 6 por um erro de escriba. Todavia, visto que o texto massorético, hebraico, a Septuaginta grega, a Pesito siríaca e a Vulgata latina rezam “Elisama” em 1 Crônicas 3:6, reteve-se esta forma do nome na Tradução do Novo Mundo, bem como em outras traduções.

*** it-1 p. 799 Elisua ***
Elisua
[Deus É Salvação].
Um dos filhos do Rei Davi nascidos em Jerusalém. (2Sa 5:15; 1Cr 14:5) Elisua é chamado Elisama em 1 Crônicas 3:6. — Veja ELISAMA N.° 3.

(1 CRÔNICAS 3:15)

“E os filhos de Josias foram o primogênito, Joanã, o segundo, Jeoiaquim, o terceiro, Zedequias, o quarto, Salum.”

*** it-2 p. 568 Joanã ***
4. Primogênito do Rei Josias. (1Cr 3:15) Visto que em parte alguma ele é mencionado em relação à sucessão ao trono de Judá, assim como são seus três irmãos mais jovens, ele deve ter falecido antes da morte de seu pai. — 2Rs 23:30, 34; 24:17; Je 22:11; veja JOSIAS N.° 1.

(1 CRÔNICAS 3:17)

“E os filhos de Jeconias, como prisioneiro, foram Sealtiel, seu filho,”

*** w05 1/10 p. 9 Destaques do livro de Primeiro das Crônicas ***
3:17 — Por que Lucas 3:27 faz referência a Sealtiel, filho de Jeconias, como sendo filho de Néri? Jeconias era o pai de Sealtiel. No entanto, Néri pelo visto deu sua filha a Sealtiel como esposa. Lucas se referiu ao genro de Néri como filho de Néri assim como fez no caso de José, quando o chamou de filho de Eli, pai de Maria. — Lucas 3:23.

*** w92 15/7 pp. 5-6 É a Bíblia contraditória? ***
▪ Quem foi o pai de Sealtiel?
Certos textos indicam que Jeconias (o Rei Joaquim) foi o pai carnal de Sealtiel. (1 Crônicas 3:16-18; Mateus 1:12) Mas o evangelista Lucas chamou Sealtiel de “filho de Néri”. (Lucas 3:27) Parece que Néri deu sua filha a Sealtiel por esposa. Visto que os hebreus costumavam referir-se ao genro como filho, especialmente nas listas genealógicas, Lucas podia corretamente chamar Sealtiel de filho de Néri. De modo similar, Lucas chamou José de filho de Eli, o qual realmente foi o pai de Maria, esposa de José. — Lucas 3:23.

*** it-1 p. 196 Arqueologia ***
Perto da Porta de Istar, em Babilônia, foram descobertas cerca de 300 tabuinhas cuneiformes relacionadas com o período do reinado do Rei Nabucodonosor. Entre listas do nome de trabalhadores e de cativos que então viviam em Babilônia, aos quais eram fornecidas provisões, aparece o de “Yaukin, rei da terra de Yahud”, isto é, “Joaquim, o rei da terra de Judá”, levado para Babilônia no tempo da conquista de Jerusalém por Nabucodonosor, em 617 AEC. Ele foi solto da casa de detenção por Avil-Marduque (Evil-Merodaque), sucessor de Nabucodonosor, e foi-lhe concedida uma porção diária de alimentos. (2Rs 25:27-30) Cinco dos filhos de Joaquim também são mencionados nestas tabuinhas. — 1Cr 3:17, 18.

*** it-1 p. 254 Assir ***
A versão Almeida, revista e corrigida, usa o nome Assir em 1 Crônicas 3:17; todavia, muitas traduções modernas (ALA, BJ, CBC, IBB, PIB) não encaram a palavra hebraica aqui como nome próprio, mas, antes, como adjetivo comum, descrevendo Jeconias (Joaquim) como cativo ou prisioneiro em Babilônia. (2Rs 24:12-15; 25:27-30) A Tradução do Novo Mundo reza apropriadamente: “E os filhos de Jeconias, como prisioneiro [ʼas•sír], foram Sealtiel . . .”

(1 CRÔNICAS 3:18)

“e Malquirão, e Pedaías, e Senazar, Jecamias, Hosama e Nedabias.”

*** it-1 p. 196 Arqueologia ***
Perto da Porta de Istar, em Babilônia, foram descobertas cerca de 300 tabuinhas cuneiformes relacionadas com o período do reinado do Rei Nabucodonosor. Entre listas do nome de trabalhadores e de cativos que então viviam em Babilônia, aos quais eram fornecidas provisões, aparece o de “Yaukin, rei da terra de Yahud”, isto é, “Joaquim, o rei da terra de Judá”, levado para Babilônia no tempo da conquista de Jerusalém por Nabucodonosor, em 617 AEC. Ele foi solto da casa de detenção por Avil-Marduque (Evil-Merodaque), sucessor de Nabucodonosor, e foi-lhe concedida uma porção diária de alimentos. (2Rs 25:27-30) Cinco dos filhos de Joaquim também são mencionados nestas tabuinhas. — 1Cr 3:17, 18.

(1 CRÔNICAS 3:19)

“E os filhos de Pedaías foram Zorobabel e Simei; e os filhos de Zorobabel foram Mesulão e Hananias (e Selomite foi a irmã deles);”

*** w05 1/10 p. 9 Destaques do livro de Primeiro das Crônicas ***
3:17-19 — Qual era o parentesco entre Zorobabel, Pedaías e Sealtiel? Zorobabel era filho de Pedaías, que era irmão de Sealtiel. Às vezes, porém, a Bíblia chama Zorobabel de filho de Sealtiel. (Mateus 1:12; Lucas 3:27) O motivo disso pode ter sido que, após a morte de Pedaías, Sealtiel tenha criado Zorobabel. Ou talvez, visto que Sealtiel morreu sem filhos, Pedaías tenha feito o casamento de cunhado, e Zorobabel foi o primogênito dessa união. — Deuteronômio 25:5-10.

*** it-2 p. 199 Genealogia de Jesus Cristo ***
Mateus indica que Zorobabel era filho de Sealtiel (Mt 1:12), e isto coincide com outras referências. (Esd 3:2; Ne 12:1; Ag 1:14; Lu 3:27) No entanto, em 1 Crônicas 3:19, Zorobabel é chamado de filho de Pedaías. Evidentemente, Zorobabel era filho do próprio Pedaías e filho legal de Sealtiel, em razão de casamento de cunhado; ou, possivelmente, depois de falecer Pedaías, pai de Zorobabel, este foi criado por Sealtiel como seu próprio filho e por isso passou a ser reconhecido legalmente como filho de Sealtiel.

(1 CRÔNICAS 4:1)

“Os filhos de Judá foram Peres, Esrom, e Carmi, e Hur, e Sobal.”

*** it-1 p. 432 Carmi ***
A designação “filhos de Judá”, em 1 Crônicas 4:1, onde se alista Carmi, evidentemente deve ser entendida como incluindo descendentes posteriores. — Veja 1Cr 2:4-7.

(1 CRÔNICAS 4:4)

“e Penuel, pai de Gedor, e Ezer, pai de Husá. Estes foram os filhos de Hur, primogênito de Efrata, pai de Belém.”

*** it-1 p. 326 Belém ***
Entre os primeiros descendentes de Judá, filho de Jacó, acham-se mencionados “Salma, pai de Belém” (1Cr 2:51, 54) e “Hur, primogênito de Efrata, pai de Belém”. (1Cr 4:4) Esta expressão talvez aponte esses homens como antepassados dos israelitas que mais tarde ocuparam Belém.

*** it-2 p. 357 Husá ***
Husá
Quer “filho” de Ezer, da tribo de Judá, quer uma cidade de que Ezer era “pai” ou “fundador”. (1Cr 4:1, 4) Se Husá se referir a uma cidade, então talvez seja o lugar de origem de um dos poderosos de Davi, Sibecai, que provavelmente também era chamado Mebunai. (1Cr 27:11; compare isso com 2Sa 23:27; 1Cr 11:29.) Alguns acham que Husá era o nome duma cidade e a identificam com Husan, a uns 6 km ao O de Belém.

(1 CRÔNICAS 4:5)

“E Assur, pai de Tecoa, veio a ter duas esposas, Hela e Naará.”

*** it-1 p. 260 Assur, I ***
Assur, I
(Ásh•hur)[possivelmente: Negrume].
De acordo com o texto massorético, filho de Esrom, nascido após a morte de seu pai; bisneto de Judá. (1Cr 2:4, 5, 24; veja ESROM N.° 2.) Teve sete filhos com as suas duas esposas. (1Cr 4:5-7) É também mencionado como pai de Tecoa, o que parece significar que era o fundador da cidade deste nome.

(1 CRÔNICAS 4:6)

“Com o tempo, Naará deu-lhe à luz Auzão, e Hefer, e Temeni, e Haastari. Estes foram os filhos de Naará.”

*** it-1 p. 260 Assur, I ***
Assur, I
(Ásh•hur)[possivelmente: Negrume].
De acordo com o texto massorético, filho de Esrom, nascido após a morte de seu pai; bisneto de Judá. (1Cr 2:4, 5, 24; veja ESROM N.° 2.) Teve sete filhos com as suas duas esposas. (1Cr 4:5-7) É também mencionado como pai de Tecoa, o que parece significar que era o fundador da cidade deste nome.

(1 CRÔNICAS 4:7)

“E os filhos de Hela foram Zerete, Izar e Etnã.”

*** it-1 p. 260 Assur, I ***
Assur, I
(Ásh•hur)[possivelmente: Negrume].
De acordo com o texto massorético, filho de Esrom, nascido após a morte de seu pai; bisneto de Judá. (1Cr 2:4, 5, 24; veja ESROM N.° 2.) Teve sete filhos com as suas duas esposas. (1Cr 4:5-7) É também mencionado como pai de Tecoa, o que parece significar que era o fundador da cidade deste nome.

(1 CRÔNICAS 4:9)

“E Jabez tornou-se mais honrado do que os seus irmãos; e foi a sua mãe que o chamou pelo nome de Jabez, dizendo: “Foi em dor que o dei à luz.””

*** w10 1/10 p. 23 O “Ouvinte de oração” ***
Analisemos 1 Crônicas 4:9, 10.
Tudo o que se sabe sobre Jabez está registrado nesses dois versículos. De acordo com o versículo 9, sua mãe “o chamou pelo nome de Jabez, dizendo: ‘Foi em dor que o dei à luz’”. Por que ela escolheu esse nome? Será que o parto de seu filho lhe causou mais dor do que o normal? Será que ela era viúva e por isso lamentava o fato de seu marido não estar lá na hora em que o bebê nasceu? A Bíblia não diz. Mas um dia essa mãe teria motivos para se orgulhar muito desse filho. Os irmãos de Jabez talvez fossem homens justos, mas “Jabez tornou-se mais honrado do que os seus irmãos”.

*** w10 1/10 p. 23 O “Ouvinte de oração” ***
O nome Jabez vem de uma raiz que pode significar “dor”.

(1 CRÔNICAS 4:10)

“E Jabez começou a invocar o Deus de Israel, dizendo: “Se tu sem falta me abençoares e realmente ampliares o meu território, e a tua mão realmente mostrar estar comigo, e realmente [me] preservares de calamidade, para que não me fira . . .” Por conseguinte, Deus fez [acontecer] o que tinha pedido.”

*** w10 1/10 p. 23 O “Ouvinte de oração” ***
Os Targuns, paráfrases judaicas das Escrituras Sagradas, traduzem assim as palavras de Jabez: “Abençoa-me com filhos, e amplia meu território com discípulos.”

*** w10 1/10 p. 23 O “Ouvinte de oração” ***
Jabez pelo visto tinha o costume de orar. Ele começou sua oração implorando que Deus o abençoasse. Depois, fez três pedidos que refletem um coração cheio de fé.
Primeiro, Jabez implorou a Deus que ‘ampliasse o seu território’. (Versículo 10) Esse homem honrado não era ambicioso; ele não desejava as terras que pertenciam a seu próximo. Seu pedido sincero talvez estivesse mais relacionado com pessoas. Pode ser que Jabez estivesse pedindo que seu território fosse ampliado de modo pacífico para que mais adoradores do Deus verdadeiro pudessem morar nele.
Segundo, Jabez implorou que a “mão” de Deus estivesse com ele. A mão simbólica de Deus é seu poder em ação, que ele usa para ajudar seus adoradores. (1 Crônicas 29:12) Para que seus desejos se realizassem, Jabez se dirigiu ao Deus cuja mão não é curta para os que mostram fé nele. — Isaías 59:1.
Terceiro, Jabez orou: ‘Preserva-me da calamidade, para que não me fira.’ A expressão “para que não me fira” talvez queira dizer que Jabez orou pedindo, não para escapar da calamidade, mas para não ficar excessivamente triste ou desanimado por causa dos efeitos do mal.
Em sua oração, Jabez mostrou fé no Ouvinte de oração e preocupação com a adoração verdadeira. Como Jeová reagiu? Esse breve relato termina com as palavras: “Por conseguinte, Deus fez acontecer o que [Jabez] tinha pedido.”
O Ouvinte de oração não mudou. Ele gosta muito de ouvir as orações de seus adoradores. Quem deposita fé e confiança nele pode ter esta certeza: “Não importa o que peçamos segundo a sua vontade, ele nos ouve.” — 1 João 5:14.

*** w10 1/10 p. 23 O “Ouvinte de oração” ***
Analisemos 1 Crônicas 4:9, 10.

*** w05 1/10 p. 9 Destaques do livro de Primeiro das Crônicas ***
4:9, 10. Jeová respondeu a oração fervorosa de Jabez, na qual pedia um processo pacífico de aumento de território, para que pudesse acomodar mais pessoas tementes a Deus. Nós também precisamos orar com fervor a Deus, pedindo-lhe que seus adoradores se multipliquem, já que participamos zelosamente na obra de fazer discípulos.

(1 CRÔNICAS 4:12)

“Estom, por sua vez, tornou-se pai de Bete-Rafa, e de Paséia, e de Teína, pai de Ir-Naás. Estes foram os homens de Reca.”

*** it-1 p. 352 Bete-Rafa ***
Bete-Rafa
[Casa de Rafa].
O nome aparece em 1 Crônicas 4:12, onde se diz que Estom tornou-se “pai de Bete-Rafa”. O uso de “Bete” (que significa “Casa”) no nome tem induzido muitos comentadores a encarar isso como aplicando-se a uma “casa” familiar ou a um lugar. O Commentary on the Old Testament (Comentário Sobre o Velho Testamento, 1973, Vol. III, 1 Crônicas, p. 88), de Keil e Delitzsch, observa: “Estom gerou a casa (a família) de Rafa, sobre a qual também não se diz mais nada; porque eles nem podem ser relacionados com o Rafa benjamita (viii. 2), nem com os filhos de Rafa (xx. 4, 6, 8).”

(1 CRÔNICAS 4:14)

“Quanto a Meonotai, tornou-se ele pai de Ofra. Quanto a Seraías, tornou-se ele pai de Joabe, pai de Ge-Harasim; pois tornaram-se artífices.”

*** it-2 p. 565 Joabe ***
1. Filho de Seraías, descendente de Quenaz, da tribo de Judá. Joabe era “pai de Ge-Harasim” (que significa “Vale dos Artesãos”), “pois”, diz o relato bíblico, “tornaram-se artífices”. Evidentemente, Joabe era “pai” ou fundador da comunidade de artífices que moravam neste vale. — 1Cr 4:1, 13, 14; veja GE-HARASIM.

(1 CRÔNICAS 4:15)

“E os filhos de Calebe, filho de Jefuné, foram Iru, Elá e Naã; e os filhos de Elá: Quenaz.”

*** it-2 p. 422 Iru ***
Iru
[possivelmente duma raiz que significa “jumento adulto”].
O primeiro filho mencionado de Calebe, o espia; da tribo de Judá. (1Cr 4:15) Alguns eruditos pensam que o nome era realmente Ir e que o “u” era apenas a conjunção hebraica e.

(1 CRÔNICAS 4:18)

“Quanto à sua esposa judaica, ela deu à luz Jerede, pai de Gedor, e Héber, pai de Soco, e Jecutiel, pai de Zanoa. E estes foram os filhos de Bitia, filha de Faraó, que Merede tomou.”

*** it-2 p. 478 Jecutiel ***
Jecutiel
Descendente de Judá e “pai de Zanoa”. (1Cr 4:1, 18) Zanoa, nas outras ocorrências, é nome duma cidade, em vez de duma pessoa (Jos 15:56, 57), de modo que Jecutiel, como seu “pai”, provavelmente era o pai dos que se estabeleceram ali, ou foi ele mesmo seu fundador e ocupante principal.

(1 CRÔNICAS 4:21)

“Os filhos de Selá, filho de Judá, foram Er, pai de Leca, e Laadá, pai de Maressa, e as famílias da casa dos trabalhadores em tecido fino da casa de Asbéia;”

*** it-1 p. 243 Asbéia ***
Asbéia
[Faça Eu Alguém Jurar (Prestar Juramento)].
A casa de Asbéia descendia de Selá, filho de Judá, e era famosa pela produção de tecidos finos. (1Cr 4:21) Os Targuns acrescentam que o linho que fazia destinava-se a reis e sacerdotes.

*** it-1 p. 455 Casa ***
(15) uma associação de trabalhadores empenhados na mesma profissão (1Cr 4:21)

(1 CRÔNICAS 4:22)

“e Joquim, e os homens de Cozeba, e Joás, e Sarafe, que se tornaram donos de esposas moabitas, e Jasubi-Leém. E as declarações são de tradição antiga.”

*** it-1 p. 580 Cozeba ***
Cozeba
[provavelmente: Mentiroso].
Lugar em Judá onde descendentes de Selá, filho de Judá, residiam. (1Cr 4:21, 22) A maioria dos peritos acha que Cozeba é Aczibe (“Quezibe” em algumas versões), mencionada em Gênesis 38:5 e em Josué 15:44, e nesta base é tentativamente identificado com Tell el-Beida (Horvat Lavnin), a 5 km ao OSO de Adulão.

*** it-2 p. 475 Jasubi-Leém ***
Jasubi-Leém
Nome que ocorre nas genealogias de Judá, possivelmente um descendente de Selá. Todavia, alguns tradutores acham que isto significa “retornaram a Leem”, isto é, “a Belém”. — 1Cr 4:21, 22; BJ, BV, PIB, So.

(1 CRÔNICAS 4:23)

“Eles foram os oleiros e os habitantes de Netaim e de Gedera. Moravam ali com o rei na sua obra.”

*** it-1 p. 580 Cozeba ***
Os homens de Cozeba parecem ter sido incluídos na expressão “eles foram os oleiros”. — 1Cr 4:23;

(1 CRÔNICAS 4:29)

“e em Bila, e em Ezem, e em Tolade,”

*** it-1 p. 290 Baalá ***
3. Cidade na região do Negebe de Judá (Jos 15:29), evidentemente mencionada como Balá em Josué 19:3, e como Bila em 1 Crônicas 4:29. Ela foi subseqüentemente aquinhoada à tribo de Simeão, como cidade encravada. Sua localização específica é desconhecida, mas, pelo que parece, encontrava-se ao SE de Berseba.

(1 CRÔNICAS 4:33)

“E todos os seus povoados ao redor destas cidades iam até Baal. Estas foram as suas moradas e seus registros genealógicos para eles.”

*** it-1 p. 290 Baalate-Beer ***
Baalate-Beer
[Senhora do Poço].
Uma cidade de Simeão, encravada nos limites territoriais de Judá. (Jos 19:1, 8) Também chamada “Ramá do sul” (ou Negebe), é pelo visto simplesmente chamada de Baal em 1 Crônicas 4:33, e talvez seja a “Ramote do sul” de 1 Samuel 30:27. As referências a ela a colocam ao S de Berseba, bem dentro do Negebe.

(1 CRÔNICAS 4:39)

“E passaram a ir até à entrada de Gedor, até ao leste do vale, a fim de procurar pasto para os seus rebanhos.”

*** it-2 p. 207 Gerar ***
Alguns peritos sugerem alterar 1 Crônicas 4:39, 40, para rezar “Gerar” (assim como faz a LXX), em vez de “Gedor”. Esta passagem relaciona Gedor com uma região originalmente habitada por camitas, e que tinha boas pastagens, e esta descrição se enquadraria nas referências bíblicas à região ao redor de Gerar.

12 DE OUT. LEITURA DA BÍBLIA: 1 CRÔNICAS 5-7


(1 CRÔNICAS 5:1)

“E os filhos de Rubem, primogênito de Israel — pois era o primogênito; mas por profanar o leito [conjugal] de seu pai deu-se o seu direito de primogênito aos filhos de José, filho de Israel, de modo que não foi registrado genealogicamente para o direito de primogênito.”

*** w05 1/10 p. 9 Destaques do livro de Primeiro das Crônicas ***
5:1, 2 — O que significou para José receber o direito de primogenitura? Significou que ele recebeu uma porção dupla da herança. (Deuteronômio 21:17) Portanto, ele se tornou o patriarca de duas tribos: Efraim e Manassés. Os outros filhos de Israel se tornaram o patriarca de apenas uma tribo cada um.

*** it-2 p. 451 Israel ***
Havia também a questão dos direitos do primogênito. Rubem, primogênito de Jacó, tinha direito a uma porção dupla da herança (veja De 21:17), mas perdeu esse direito porque cometeu imoralidade incestuosa com a concubina de seu pai. (Gên 35:22; 49:3, 4) Tais vagas, a vaga de Levi entre as 12, bem como a ausência daquele que tinha os direitos de primogênito, tinham de ser preenchidas.
De forma relativamente simples, Jeová ajustou ambos os assuntos por meio de um único ato. Efraim e Manassés, os dois filhos de José, foram promovidos à condição plena de cabeças tribais. (Gên 48:1-6; 1Cr 5:1, 2) Novamente se podiam contar 12 tribos, excluindo-se a de Levi, e também uma porção dupla das terras fora representativamente consignada a José, pai de Efraim e de Manassés. Assim, os direitos do primogênito foram retirados de Rubem, o primogênito de Léia, e dados a José, o primogênito de Raquel. (Gên 29:31, 32; 30:22-24) Assim, com tais ajustes, os nomes das 12 tribos (não-levitas) de Israel eram: Rubem, Simeão, Judá, Issacar, Zebulão, Efraim, Manassés, Benjamim, Dã, Aser, Gade e Naftali. — Núm 1:4-15.

(1 CRÔNICAS 5:2)

“Porque o próprio Judá mostrou-se superior entre os seus irmãos e o líder procedia dele; mas a primogenitura era de José —”

*** w05 1/10 p. 9 Destaques do livro de Primeiro das Crônicas ***
5:1, 2 — O que significou para José receber o direito de primogenitura? Significou que ele recebeu uma porção dupla da herança. (Deuteronômio 21:17) Portanto, ele se tornou o patriarca de duas tribos: Efraim e Manassés. Os outros filhos de Israel se tornaram o patriarca de apenas uma tribo cada um.

*** it-2 p. 451 Israel ***
Havia também a questão dos direitos do primogênito. Rubem, primogênito de Jacó, tinha direito a uma porção dupla da herança (veja De 21:17), mas perdeu esse direito porque cometeu imoralidade incestuosa com a concubina de seu pai. (Gên 35:22; 49:3, 4) Tais vagas, a vaga de Levi entre as 12, bem como a ausência daquele que tinha os direitos de primogênito, tinham de ser preenchidas.
De forma relativamente simples, Jeová ajustou ambos os assuntos por meio de um único ato. Efraim e Manassés, os dois filhos de José, foram promovidos à condição plena de cabeças tribais. (Gên 48:1-6; 1Cr 5:1, 2) Novamente se podiam contar 12 tribos, excluindo-se a de Levi, e também uma porção dupla das terras fora representativamente consignada a José, pai de Efraim e de Manassés. Assim, os direitos do primogênito foram retirados de Rubem, o primogênito de Léia, e dados a José, o primogênito de Raquel. (Gên 29:31, 32; 30:22-24) Assim, com tais ajustes, os nomes das 12 tribos (não-levitas) de Israel eram: Rubem, Simeão, Judá, Issacar, Zebulão, Efraim, Manassés, Benjamim, Dã, Aser, Gade e Naftali. — Núm 1:4-15.

(1 CRÔNICAS 5:6)

“Beerá seu filho, a quem Tilgate-Pilneser, rei da Assíria, levou ao exílio, sendo ele maioral dos rubenitas.”

*** it-1 p. 257 Assíria ***
Anteriormente, em seu reinado, Tiglate-Pileser III tinha iniciado a política de trasladar as populações das áreas conquistadas, para assim reduzir a possibilidade de futuras insurreições, e então passou a deportar alguns dos israelitas. (1Cr 5:6, 26)

*** it-1 p. 324 Beerá ***
Beerá
[Poço].
Maioral rubenita levado ao exílio pelo rei assírio Tiglate-Pileser III, aparentemente durante o reinado de Peca (c. 778-759 AEC). — 1Cr 5:6.

(1 CRÔNICAS 5:9)

“Mesmo ao leste ele morava até onde se entra no ermo junto ao rio Eufrates, porque o próprio gado deles se tornara numeroso na terra de Gileade.”

*** it-2 p. 61 Eufrates ***
Primeiro Crônicas 5:9 declara que certos descendentes de Rubem, no período anterior ao reinado de Davi, estenderam sua morada “até onde se entra no ermo junto ao rio Eufrates”. Todavia, visto que o Eufrates dista uns 800 km, quando se viaja “ao leste de Gileade” (1Cr 5:10), isto talvez simplesmente signifique que os rubenitas estenderam seu território ao L de Gileade até a beira do deserto Sírio, que prossegue até o Eufrates. (CBC reza: “até à entrada do deserto, que vai até o Eufrates”; BJ: “atingia a beira do deserto que o Eufrates limita”.)

(1 CRÔNICAS 5:10)

“E nos dias de Saul fizeram guerra aos agarenos, que vieram a cair pela sua mão; e assim moravam nas suas tendas em todo o país ao leste de Gileade.”

*** it-1 p. 63 Agareno ***
Agareno
[possivelmente: De (Pertencente a) Agar].
Aparentemente, era um povo pastoril que residia em tendas ao L de Gileade. Nos dias do Rei Saul, os israelitas que moravam ao L do Jordão derrotaram os agarenos, tomando 100.000 cativos, bem como milhares de camelos, jumentos e ovelhas. (1Cr 5:10, 18-22) O salmista alistou os agarenos entre outros inimigos de Israel, tais como os edomitas, os moabitas, os amonitas e os amalequitas. (Sal 83:2-7) Entretanto, durante o governo de Davi, Jaziz, o agareno, estava encarregado dos rebanhos reais. — 1Cr 27:31.
Muitos peritos acreditam que os agarenos são provavelmente os mesmos que os A• graí•oi mencionados pelos antigos geógrafos Estrabão, Ptolomeu e Plínio. Não se pode determinar com certeza se eram descendentes de Agar, conforme alguns supõem.

(1 CRÔNICAS 5:20)

“E vieram a ser ajudados contra eles, de modo que os agarenos e todos os que estavam com eles foram entregues na sua mão, pois clamaram a Deus por socorro na guerra e ele se deixou suplicar a seu favor por confiarem nele.”

*** w05 1/10 p. 9 Destaques do livro de Primeiro das Crônicas ***
5:10, 18-22. Nos dias do Rei Saul, as tribos ao leste do Jordão, embora estivessem em quantidade inferior — menos da metade —, conseguiram derrotar os agarenos. Isso aconteceu porque os homens valentes dessas tribos confiavam em Jeová e buscaram a sua ajuda. Tenhamos plena confiança em Jeová à medida que travamos uma guerra contra os inimigos que são mais numerosos do que nós. — Efésios 6:10-17.

(1 CRÔNICAS 5:23)

“Quanto aos filhos da meia tribo de Manassés, moravam no país desde Basã até Baal-Hermom, e Senir, e monte Hermom. Eles mesmos vieram a ser numerosos.”

*** it-1 p. 291 Baal-Hermom ***
Baal-Hermom
[Dono de Hermom].
Este nome aparece em Juízes 3:3 e em 1 Crônicas 5:23. No primeiro caso, descreve um ponto na região habitada pelos sidônios e pelos heveus, que não foram conquistados pelos israelitas, e refere-se aqui ao “monte Baal-Hermom”. Este costuma ser identificado com o próprio monte Hermom, mas talvez se refira à cadeia de montanhas do Antilíbano em geral, ou a uma parte dela. Em 1 Crônicas 5:23, “Baal-Hermom” é usado junto com Senir e o monte Hermom, e a região de Basã, para delinear o território ocupado pela meia-tribo de Manassés. Embora possa referir-se a uma cidade ou a um lugar perto do monte Hermom, também pode designar a região montanhosa do Hermom. — Veja HERMOM.

(1 CRÔNICAS 5:26)

“Por conseguinte, o Deus de Israel incitou o espírito de Pul, rei da Assíria, sim, o espírito de Tilgate-Pilneser, rei da Assíria, de modo que levou ao exílio os dos rubenitas, e dos gaditas, e da meia tribo de Manassés, e os levou a Hala, e a Habor, e a Hara, e ao rio Gozã, [ficando eles lá] até o dia de hoje.”

*** it-1 p. 257 Assíria ***
Anteriormente, em seu reinado, Tiglate-Pileser III tinha iniciado a política de trasladar as populações das áreas conquistadas, para assim reduzir a possibilidade de futuras insurreições, e então passou a deportar alguns dos israelitas. (1Cr 5:6, 26)

*** it-1 pp. 256-257 Assíria ***
Tiglate-Pileser III. O primeiro rei assírio a ser mencionado nominalmente na Bíblia é Tiglate-Pileser III (2Rs 15:29; 16:7, 10), também chamado “Pul” em 2 Reis 15:19. Em 1 Crônicas 5:26 são usados ambos os nomes, e isto levou alguns no passado a encará-los como reis distintos. No entanto, a Lista de Reis A, babilônica, menciona “Pulu”, indicando que ambos os nomes se aplicam à mesma pessoa. Alguns sugerem que este rei era originalmente conhecido como Pul e que assumiu o nome de Tiglate-Pileser ao ascender ao trono assírio.

*** it-1 p. 469 Cativeiro ***
Esdras, ao compilar Crônicas, escreveu que muitos daqueles dispersos em várias cidades no L ‘ficam lá até o dia de hoje’ (c. 460 AEC). (1Cr 5:26)

*** it-2 p. 250 Gozã ***
Em 2 Reis 17:6 e 18:11, algumas traduções rezam “Habor, o rio de Gozã” (IBB, BJ), em vez de “Habor, junto ao [ou: perto do] rio Gozã” (NM, So), tornando assim Gozã um lugar, nestes textos. Mas a versão “Habor, o rio de Gozã”, não se harmoniza com 1 Crônicas 5:26. Nesta passagem, Habor é alistada entre Hala e Hara; e Hara, não Habor, é alistada antes de Gozã. Isto indica que Habor e o “rio de Gozã” (IBB) não são sinônimos. Portanto, aqueles que identificam Gozã sempre como lugar se vêem obrigados a rejeitar a referência de Crônicas. No entanto, visto que o hebraico permite uma tradução coerente de “rio Gozã” em todos os três textos, há motivos para se crer que foi na vizinhança de um rio chamado Gozã que o rei da Assíria fixou alguns dos israelitas exilados do reino setentrional. O Qezel Owzan, do NO do Irã, tem sido sugerido como possível identificação do “rio Gozã”. Ele nasce nos montes ao SE do lago Urmia (no que costumava ser a terra dos medos), e por fim desemboca como o Sefid Rud, ou rio Branco (nome aplicado ao seu curso inferior), na parte SO do mar Cáspio. Segundo outro ponto de vista, o Gozã é um rio da Mesopotâmia.

*** it-2 p. 276 Habor ***
Habor
Cidade ou distrito para o qual o rei assírio Tiglate-Pileser III exilou muitos israelitas do reino de dez tribos. (1Cr 5:26) Alguns peritos associaram esta Habor com Abhar, uma cidade situada junto ao rio Qezel Owzan, no NO do Irã, a uns 210 km ao O de Teerã. Em 2 Reis 17:6 e 18:11, alguns preferem a versão “Habor, rio de Gozã” (CBC, IBB), e eles sugerem a identificação de Habor com um tributário do Eufrates, o rio Cabur do SE da Turquia e do NE da Síria. Todavia, de acordo com 1 Crônicas 5:26, esta frase pode, em vez disso, ser vertida por “Habor, junto ao rio Gozã”. — NM, Al; veja GOZÃ.

*** it-2 pp. 284-285 Hara ***
Hara
Lugar para o qual o rei assírio Tilgate-Pilneser (Tiglate-Pileser III) transportou israelitas cativos. (1Cr 5:26) Referências similares (2Rs 17:6; 18:11) a um posterior exílio assírio falam de israelitas serem levados para as “cidades dos medos” (texto massorético) ou para os “montes dos medos”. (LXX) Muitos peritos acham que a versão da Septuaginta seja a correta e sugerem que em 1 Crônicas 5:26 “Hara” (Ha•ráʼ, talvez uma forma aramaica da palavra hebraica para “monte” [har]) tornou-se nome próprio quando a frase “dos medos” foi inadvertidamente omitida. Se esta suposição for correta, “Hara” talvez se tenha aplicado aos “montes dos medos” ao L do vale do rio Tigre. Todavia, alguns dos que consideram a Gozã de 2 Reis 17:6 e 18:11 um lugar (como em BJ, BV, IBB), não um rio, acreditam que “Hara” possivelmente foi a designação local duma região montanhosa da Turquia.

*** it-2 p. 511 Jeremias ***
4. Um dos cabeças de casas paternas no setor da tribo de Manassés ao L do Jordão, nos dias dos reis. Os rubenitas, os gaditas e a meia tribo de Manassés ao L do Jordão (entre eles, os descendentes deste Jeremias) “começaram a agir de modo infiel para com o Deus de seus antepassados e foram ter relações imorais com os deuses dos povos do país, que Deus tinha aniquilado de diante deles. Por conseguinte, o Deus de Israel incitou o espírito de Pul, rei da Assíria, e o espírito de Tilgate-Pilneser, rei da Assíria, de modo que [nos dias de Peca, rei de Israel] levou ao exílio os dos rubenitas, e dos gaditas, e da meia tribo de Manassés, e os levou a Hala, e a Habor, e a Hara, e ao rio Gozã”. — 1Cr 5:23-26; 2Rs 15:29.

(1 CRÔNICAS 6:8)

“Aitube, por sua vez, tornou-se pai de Zadoque; Zadoque, por sua vez, tornou-se pai de Aimaás.”

*** it-1 p. 282 Azarias ***
4. Um dos príncipes de Salomão. (1Rs 4:2) Ele é chamado de filho do sacerdote Zadoque; pode ter sido o irmão de Aimaás. — 1Cr 6:8.

(1 CRÔNICAS 6:22)

“Os filhos de Coate foram Aminadabe seu filho, Corá seu filho, Assir seu filho,”

*** it-1 p. 110 Aminadabe ***
2. Talvez um nome alternativo de Izar, filho de Coate e pai de Corá. (1Cr 6:22; compare isso com os vv. 2, 18, 37, 38 ; Êx 6:18; 21; Núm 3:19, 27.) Algumas cópias da Septuaginta grega apresentam “Izar” em vez de “Aminadabe” em 1 Crônicas 6:22 (6:7, LXX).

*** it-2 p. 192 Genealogia ***
Identificação dos Parentescos. Na determinação dos parentescos, freqüentemente é necessário verificar o contexto ou fazer um confronto de listas paralelas ou de textos de partes diferentes da Bíblia. Por exemplo, “filho” pode na realidade significar neto, ou apenas descendente. (Mt 1:1) Novamente, uma lista de nomes pode parecer ser o registro de irmãos, filhos do mesmo homem. Um exame mais detido e a comparação com outros textos, porém, pode mostrar que é o registro duma linhagem genealógica, dando os nomes de alguns filhos, e também de alguns netos ou descendentes posteriores. Gênesis 46:21, evidentemente, alista tanto os filhos como os netos de Benjamim como “filhos”, conforme se pode ver na comparação com Números 26:38-40.
A mesma situação é encontrada até nas genealogias de algumas das famílias principais. Por exemplo, 1 Crônicas 6:22-24 alista dez “filhos de Coate”. Mas, no versículo 18 , e em Êxodo 6:18, encontramos apenas quatro filhos atribuídos a Coate. E o exame do contexto mostra que a lista dos “filhos de Coate”, em 1 Crônicas 6:22-24, é na realidade parte duma genealogia de famílias da linhagem de Coate, que tinham membros representativos presentes para serem designados por Davi para certos deveres no templo.

(1 CRÔNICAS 6:27)

“Eliabe seu filho, Jeroão seu filho, Elcana seu filho.”

*** it-1 p. 788 Eliabe ***
3. Levita da família dos coatitas e antepassado de Samuel, o profeta. (1Cr 6:22, 27, 28, 33, 34) Em 1 Crônicas 6:34, seu nome é dado como Eliel, e em 1 Samuel 1:1, como Eliú.

*** it-1 pp. 792-793 Eliel ***
2. Levita da família dos coatitas e antepassado do profeta Samuel. (1Cr 6:33, 34) Ele evidentemente é chamado Eliú em 1 Samuel 1:1 e Eliabe em 1 Crônicas 6:27.

*** it-1 p. 800 Eliú ***
2. Antepassado do profeta Samuel; filho de Toú. (1Sa 1:1) Evidentemente, Eliú é também chamado Eliabe e Eliel. — 1Cr 6:27, 34.

(1 CRÔNICAS 6:28)

“E os filhos de Samuel foram o primogênito [Joel] e o segundo, Abias.”

*** it-2 p. 581 Joel ***
5. Primogênito do profeta Samuel; descendente do N.° 2 e pai de Hemã, cantor levita. (1Cr 6:28, 33, 36; 15:17) Joel e seu irmão mais moço, Abias, tinham sido designados juízes por seu pai, mas sua desonestidade no cargo forneceu ao povo uma desculpa para pedir um rei humano. — 1Sa 8:1-5.
Em 1 Crônicas 6:28, o texto massorético (e certas traduções) diz que “Vasni” era o primogênito de Samuel. Os peritos, porém, concordam em geral que “Joel” era o que constava do hebraico original, leitura retida pela Pesito siríaca e pela edição lagardiana da Septuaginta grega. (Veja 1Sa 8:2.) A similaridade entre “Joel” e a terminação duma palavra precedente no texto (“Samuel”) possivelmente fez com que um escriba inadvertidamente deixasse fora o nome “Joel”. Pelo que parece, ele então confundiu a palavra hebraica wehash•she•ní (que significa “e o segundo [filho]”) com o nome próprio “Vasni” e inseriu a letra waw (e) antes do nome Abias.

(1 CRÔNICAS 6:34)

“filho de Elcana, filho de Jeroão, filho de Eliel, filho de Toá,”

*** it-1 p. 788 Eliabe ***
3. Levita da família dos coatitas e antepassado de Samuel, o profeta. (1Cr 6:22, 27, 28, 33, 34) Em 1 Crônicas 6:34, seu nome é dado como Eliel, e em 1 Samuel 1:1, como Eliú.

*** it-1 pp. 792-793 Eliel ***
2. Levita da família dos coatitas e antepassado do profeta Samuel. (1Cr 6:33, 34) Ele evidentemente é chamado Eliú em 1 Samuel 1:1 e Eliabe em 1 Crônicas 6:27.

*** it-1 p. 800 Eliú ***
2. Antepassado do profeta Samuel; filho de Toú. (1Sa 1:1) Evidentemente, Eliú é também chamado Eliabe e Eliel. — 1Cr 6:27, 34.

(1 CRÔNICAS 6:69)

“e Aijalom com os seus pastios, e Gate-Rimom com os seus pastios;”

*** it-1 pp. 72-73 Aijalom ***
Depois da conquista de Canaã por Josué, Aijalom foi designada para a tribo de Dã. (Jos 19:40-42) Mais tarde foi designada para os filhos de Coate, como cidade levita. — Jos 21:24.
Os danitas no começo não conseguiram expulsar de Aijalom os amorreus, mas parece que Efraim, do N, veio ajudá-los e então “a mão da casa de José ficou tão pesada que [os amorreus] foram obrigados a trabalho forçado”. (Jz 1:34, 35) Este talvez seja o motivo de 1 Crônicas 6:69 alistar Aijalom como pertencente a Efraim e como dada por eles aos coatitas. (Veja, porém, o caso correspondente de GATE-RIMOM N.° 1.)

*** it-2 p. 182 Gate-Rimom ***
Gate-Rimom
[Lagar de Vinho Junto à Romãzeira].
1. Cidade de Dã (Jos 19:40, 41, 45) designada aos levitas coatitas. (Jos 21:20, 23, 24) Primeiro Crônicas 6:66-70 parece constituir Gate-Rimom em cidade efraimita. Todavia, à base do relato paralelo em Josué 21:23, 24, hebraístas acreditam que, por erro de escriba, uma parte do texto foi acidentalmente omitida e perdida. De modo que sugerem que se insira o seguinte (correspondendo a Jos 21:23) antes de 1 Crônicas 6:69: “E da tribo de Dã: Elteque e seus pastios, Gibetom e seus pastios . . .” Esta pode ter sido a versão original. Todavia, não se deve desperceber a possibilidade de que Gate-Rimom era uma cidade danita encravada no território de Efraim.

(1 CRÔNICAS 6:70)

“e da metade da tribo de Manassés: Aner com os seus pastios e Bileão com os seus pastios, à família dos filhos de Coate que tinham sobrado.”

*** it-2 p. 182 Gate-Rimom ***
Gate-Rimom
[Lagar de Vinho Junto à Romãzeira].
1. Cidade de Dã (Jos 19:40, 41, 45) designada aos levitas coatitas. (Jos 21:20, 23, 24) Primeiro Crônicas 6:66-70 parece constituir Gate-Rimom em cidade efraimita. Todavia, à base do relato paralelo em Josué 21:23, 24, hebraístas acreditam que, por erro de escriba, uma parte do texto foi acidentalmente omitida e perdida. De modo que sugerem que se insira o seguinte (correspondendo a Jos 21:23) antes de 1 Crônicas 6:69: “E da tribo de Dã: Elteque e seus pastios, Gibetom e seus pastios . . .” Esta pode ter sido a versão original. Todavia, não se deve desperceber a possibilidade de que Gate-Rimom era uma cidade danita encravada no território de Efraim.

*** it-2 pp. 357-358 Ibleão ***
Ibleão
[possivelmente duma raiz que significa “engolir”].
Cidade no território de Issacar, mas designada com suas aldeias dependentes a Manassés. Os manassitas, porém, deixaram de desapossar os cananeus de Ibleão. (Jos 17:11-13; Jz 1:27) Ibleão parece ser a mesma que Bileão, em Manassés, dada aos levitas coatitas. (1Cr 6:70) Mas, o texto paralelo que menciona cidades levitas no território da metade da tribo de Manassés (Jos 21:25) diz “Gate-Rimom”, em vez de “Bileão” ou “Ibleão”. Geralmente se atribui isso a um erro de escriba, “Gate-Rimom”, o nome de uma cidade em Dã, provavelmente tendo sido por engano repetida do versículo 24 .

(1 CRÔNICAS 7:6)

“[Os filhos de] Benjamim foram Bela, e Bequer, e Jediael, três.”

*** it-1 p. 243 Asbel,asbelitas ***
Asbel, asbelitas
Asbel era filho de Benjamim, alistado como terceiro em Gênesis 46:21, mas como segundo em 1 Crônicas 8:1. Em 1728 AEC, ele entrou no Egito junto com a família de Jacó. Parece ser chamado de Jediael em 1 Crônicas 7:6, 10. Os asbelitas, descendentes dele, foram registrados no censo feito nas planícies desérticas de Moabe, por volta de 1473 AEC.

(1 CRÔNICAS 7:14)

“Os filhos de Manassés foram Asriel, que a sua concubina síria deu à luz. (Ela deu à luz Maquir, pai de Gileade.”

*** it-1 p. 250 Asriel ***
De acordo com 1 Crônicas 7:14, Asriel era filho de Manassés, que sua concubina síria lhe deu à luz. No entanto, parte duma aparente declaração parentética que segue reza: “Ela deu à luz Maquir, pai de Gileade.” Portanto, conforme não é incomum em genealogias bíblicas, Asriel talvez fosse aqui chamado de “filho” de Manassés apenas no sentido de ser um dos seus posteriores descendentes (por meio de Maquir, filho de Manassés com sua concubina síria). Mas, é possível que Manassés tivesse tanto um filho direto como um bisneto com o mesmo nome. “Os filhos de Asriel” estavam entre os descendentes de Manassés aos quais Josué distribuiu lotes de terra na Terra da Promessa. — Jos 17:1-4.

(1 CRÔNICAS 7:20)

“E os filhos de Efraim foram Sutela, e Berede seu filho, e Taate seu filho, e Eleada seu filho, e Taate seu filho,”

*** it-1 p. 786 Eleade ***
Eleade
[Deus Deu Testemunho].
Provavelmente filho de Efraim, que foi morto, junto com seu irmão Ezer, pelos homens de Gate, “porque desceram para tomar seu gado”. — 1Cr 7:20, 21; veja EFRAIM N.° 1.

19 DE OUT. LEITURA DA BÍBLIA: 1 CRÔNICAS 8-11


(1 CRÔNICAS 8:29)

“E foi em Gibeão que morava o pai de Gibeão, [Jeiel,] e o nome de sua esposa foi Maacá.”

*** it-1 p. 19 Abiel ***
O registro em 1 Crônicas (8:33; 9:39) parece bastante específico em apresentar Ner como pai imediato do segundo Quis, e este relato é claramente o mais explícito dos dois. — Veja QUIS N.° 2 e 3.

*** it-1 pp. 18-19 Abiel ***
Abiel
[(Meu) Pai É Deus].
1. Filho de Zeror, e descendente de Becorate e de Afia, da tribo de Benjamim. Uma comparação de 1 Crônicas 8:29-33 e 9:35-39 com 1 Samuel 9:1, 2 e 1 Sam. 14:50, 51, fornece uma base para se crer que Abiel também seja chamado de “Jeiel” no relato de Crônicas, visto que se mostra ali que Jeiel é pai de Ner, que se tornou pai de Quis, pai de Saul. Primeiro Samuel 14:50, 51, mostra também que Abiel (ou Jeiel) era o pai de Ner. O registro em Crônicas indica que Jeiel (ou Abiel) teve outros nove filhos, dos quais um se chamava Quis, e este Quis mais velho seria assim o tio do filho de Ner, que tinha o mesmo nome.
Presumindo-se que tanto Abiel como Jeiel sejam nomes da mesma pessoa, chegamos a uma genealogia como a apresentada nesta tabela.
[Tabela]
(Para o texto formatado, veja a publicação)
Afia (descendente de Benjamim)
Becorate
Zeror
Abiel ou Jeiel
Abdom Zur Quis Baal Ner Nadabe Gedor Aiô Zacarias Miclote
(Zequer)
Abner Quis
Saul
Portanto, ao lermos em 1 Samuel 9:1 que Quis (isto é, o segundo Quis, pai de Saul) era “filho de Abiel”, parece que o sentido é que ele era neto de Abiel, conforme muitas vezes se dá na genealogia bíblica, quando simplesmente se omitem um ou mais elos na genealogia.

(1 CRÔNICAS 8:33)

“Quanto a Ner, tornou-se ele pai de Quis; Quis, por sua vez, tornou-se pai de Saul; Saul, por sua vez, tornou-se pai de Jonatã, e de Malquisua, e de Abinadabe, e de Esbaal.”

*** it-1 p. 19 Abiel ***
O registro em 1 Crônicas (8:33; 9:39) parece bastante específico em apresentar Ner como pai imediato do segundo Quis, e este relato é claramente o mais explícito dos dois. — Veja QUIS N.° 2 e 3.

*** it-1 pp. 18-19 Abiel ***
Abiel
[(Meu) Pai É Deus].
1. Filho de Zeror, e descendente de Becorate e de Afia, da tribo de Benjamim. Uma comparação de 1 Crônicas 8:29-33 e 9:35-39 com 1 Samuel 9:1, 2 e 1 Sam. 14:50, 51, fornece uma base para se crer que Abiel também seja chamado de “Jeiel” no relato de Crônicas, visto que se mostra ali que Jeiel é pai de Ner, que se tornou pai de Quis, pai de Saul. Primeiro Samuel 14:50, 51, mostra também que Abiel (ou Jeiel) era o pai de Ner. O registro em Crônicas indica que Jeiel (ou Abiel) teve outros nove filhos, dos quais um se chamava Quis, e este Quis mais velho seria assim o tio do filho de Ner, que tinha o mesmo nome.
Presumindo-se que tanto Abiel como Jeiel sejam nomes da mesma pessoa, chegamos a uma genealogia como a apresentada nesta tabela.
[Tabela]
(Para o texto formatado, veja a publicação)
Afia (descendente de Benjamim)
Becorate
Zeror
Abiel ou Jeiel
Abdom Zur Quis Baal Ner Nadabe Gedor Aiô Zacarias Miclote
(Zequer)
Abner Quis
Saul
Portanto, ao lermos em 1 Samuel 9:1 que Quis (isto é, o segundo Quis, pai de Saul) era “filho de Abiel”, parece que o sentido é que ele era neto de Abiel, conforme muitas vezes se dá na genealogia bíblica, quando simplesmente se omitem um ou mais elos na genealogia.

*** it-1 p. 287 Baal ***
A má conotação que a palavra hebraica bá•ʽal parece ter adquirido, por causa da sua associação com a degradante adoração de Baal, é considerada por alguns como o motivo de o escritor de Segundo Samuel usar os nomes “Is-Bosete” e “Mefibosete” (bó•sheth significa vergonha) em vez de “Esbaal” e “Meribe-Baal”. — 2Sa 2:8; 9:6; 1Cr 8:33, 34; veja IS-BOSETE.

*** it-2 pp. 430-431 Is-Bosete ***
Is-Bosete
[que significa “Homem de Vergonha”].
O mais novo dos quatro filhos varões de Saul, e seu sucessor no trono. Pelas listagens genealógicas parece que seu nome era também Esbaal, que significa “Homem de Baal”. (1Cr 8:33; 9:39) No entanto, em outras partes, como em Segundo Samuel, ele é chamado de Is-Bosete, nome em que “baal” é substituído por “bosete”. (2Sa 2:10) Esta palavra hebraica, bó•sheth, é encontrada em Jeremias 3:24, sendo traduzida por “coisa vergonhosa” (ALA; IBB; NM) e “vergonha” (Al, nota; BJ). Em duas outras ocorrências, bá•ʽal e bó•sheth são encontradas de forma paralela e oposta, em que uma explica e identifica a outra. (Je 11:13; Os 9:10) Há também outros casos em que ao nome de pessoas se acrescentou “bosete” (ou uma forma de tal expressão) em lugar de “baal”, como, por exemplo, “Jerubesete”, em lugar de “Jerubaal” (2Sa 11:21; Jz 6:32) e “Mefibosete”, em lugar de “Meribe-Baal”, este último sendo sobrinho de Is-Bosete. — 2Sa 4:4; 1Cr 8:34; 9:40.
Não se conhece o motivo destes nomes duplos ou dessas substituições. Certa teoria apresentada por certos peritos tenta explicar os nomes duplos como sendo uma alteração feita quando o substantivo comum “baal” (dono; amo) tornou-se mais exclusivamente identificado com o repugnante deus da fertilidade de Canaã, Baal. Contudo, no mesmo livro bíblico de Segundo Samuel, onde aparece o relato de Is-Bosete, informa-se que o próprio Rei Davi deu o nome de Baal-Perazim (que significa “Dono das Rupturas”) a um local de batalha, em honra ao Senhor Jeová, pois, como ele disse: “Jeová irrompeu através dos meus inimigos.” (2Sa 5:20) Outro conceito é que o nome Is-Bosete talvez tenha sido profético da vergonhosa morte desse indivíduo e o calamitoso fim da dinastia de Saul.

(1 CRÔNICAS 8:34)

“E o filho de Jonatã foi Meribe-Baal. Quanto a Meribe-Baal, tornou-se ele pai de Micá.”

*** it-1 p. 287 Baal ***
A má conotação que a palavra hebraica bá•ʽal parece ter adquirido, por causa da sua associação com a degradante adoração de Baal, é considerada por alguns como o motivo de o escritor de Segundo Samuel usar os nomes “Is-Bosete” e “Mefibosete” (bó•sheth significa vergonha) em vez de “Esbaal” e “Meribe-Baal”. — 2Sa 2:8; 9:6; 1Cr 8:33, 34; veja IS-BOSETE.

*** it-2 p. 812 Meribe-Baal ***
Meribe-Baal
[possivelmente: Contendedor Contra Baal; ou: Baal Pleiteia em Defesa].
Neto do Rei Saul, filho de Jonatã, e pai de Micá. (1Cr 8:33, 34) Pelo visto, trata-se de outro nome de Mefibosete. Outros também tinham dois nomes, tais como Esbaal, também chamado Is-Bosete. — Compare 2Sa 2:8 com 1Cr 8:33.
O nome Meribe-Baal é encontrado em duas formas hebraicas um pouco diferentes (Merív bá•ʽal e Meri-vá•ʽal) em 1 Crônicas 9:40. A primeira forma é também usada em 1 Crônicas 8:34.

(1 CRÔNICAS 9:11)

“e Azarias, filho de Hilquias, filho de Mesulão, filho de Zadoque, filho de Meraiote, filho de Aitube, líder da casa do [verdadeiro] Deus,”

*** it-1 p. 283 Azarias ***
23. Um dos sacerdotes que viveram em Jerusalém depois do exílio. (1Cr 9:11) Numa lista paralela (Ne 11:11), o nome é Seraías. Possivelmente trata-se do N.° 22 acima.

(1 CRÔNICAS 9:19)

“E Salum, filho de Core, filho de Ebiasafe, filho de Corá, e seus irmãos da casa de seu pai, os coraítas, estavam sobre a obra do serviço, os guardas das portas da tenda, e seus pais, sobre o acampamento de Jeová, os guardas da entrada.”

*** it-1 p. 561 Core ***
1. Levita coatita “dos filhos de Asafe”, e descendente de Corá. (Êx 6:16, 18, 21; 1Cr 9:19; 26:1) Salum, um dos “guardas das portas da tenda”, é descrito como “filho de Core, filho de Ebiasafe, filho de Corá”, em 1 Crônicas 9:19. Este texto não menciona todas as gerações entre Salum e Ebiasafe, mas os nomes fornecidos pertencem a esta mesma genealogia. Primeiro Crônicas 26:1 chama o porteiro Meselemias de “filho de Core”.

(1 CRÔNICAS 9:26)

“Pois no cargo de confiança havia quatro homens poderosos dos porteiros. Eram levitas e ficaram encarregados dos refeitórios e dos tesouros da casa do [verdadeiro] Deus.”

*** w05 1/10 p. 9 Destaques do livro de Primeiro das Crônicas ***
9:26, 27. Os porteiros levitas ocupavam um cargo de grande confiança, visto que lhes foi dada a chave da entrada dos lugares santos do templo. Podia-se confiar neles para abrir os portões todos os dias. De maneira similar, fomos encarregados da responsabilidade de contatar as pessoas no nosso território e ajudá-las a adorar a Jeová. Devemos também ser tão confiáveis quanto os porteiros levitas.

(1 CRÔNICAS 9:27)

“E passavam a noite ao redor da casa do [verdadeiro] Deus; pois cabia-lhes o serviço de guarda e estavam encarregados da chave, sim, [para abrir] de manhã em manhã.”

*** w05 1/10 p. 9 Destaques do livro de Primeiro das Crônicas ***
9:26, 27. Os porteiros levitas ocupavam um cargo de grande confiança, visto que lhes foi dada a chave da entrada dos lugares santos do templo. Podia-se confiar neles para abrir os portões todos os dias. De maneira similar, fomos encarregados da responsabilidade de contatar as pessoas no nosso território e ajudá-las a adorar a Jeová. Devemos também ser tão confiáveis quanto os porteiros levitas.

(1 CRÔNICAS 9:35)

“E foi em Gibeão que morava o pai de Gibeão, Jeiel. E o nome de sua esposa foi Maacá.”

*** it-1 pp. 18-19 Abiel ***
Abiel
[(Meu) Pai É Deus].
1. Filho de Zeror, e descendente de Becorate e de Afia, da tribo de Benjamim. Uma comparação de 1 Crônicas 8:29-33 e 9:35-39 com 1 Samuel 9:1, 2 e 1 Sam. 14:50, 51, fornece uma base para se crer que Abiel também seja chamado de “Jeiel” no relato de Crônicas, visto que se mostra ali que Jeiel é pai de Ner, que se tornou pai de Quis, pai de Saul. Primeiro Samuel 14:50, 51, mostra também que Abiel (ou Jeiel) era o pai de Ner. O registro em Crônicas indica que Jeiel (ou Abiel) teve outros nove filhos, dos quais um se chamava Quis, e este Quis mais velho seria assim o tio do filho de Ner, que tinha o mesmo nome.
Presumindo-se que tanto Abiel como Jeiel sejam nomes da mesma pessoa, chegamos a uma genealogia como a apresentada nesta tabela.
[Tabela]
(Para o texto formatado, veja a publicação)
Afia (descendente de Benjamim)
Becorate
Zeror
Abiel ou Jeiel
Abdom Zur Quis Baal Ner Nadabe Gedor Aiô Zacarias Miclote
(Zequer)
Abner Quis
Saul
Portanto, ao lermos em 1 Samuel 9:1 que Quis (isto é, o segundo Quis, pai de Saul) era “filho de Abiel”, parece que o sentido é que ele era neto de Abiel, conforme muitas vezes se dá na genealogia bíblica, quando simplesmente se omitem um ou mais elos na genealogia.

*** it-1 p. 19 Abiel ***
O registro em 1 Crônicas (8:33; 9:39) parece bastante específico em apresentar Ner como pai imediato do segundo Quis, e este relato é claramente o mais explícito dos dois. — Veja QUIS N.° 2 e 3.

(1 CRÔNICAS 9:39)

“Quanto a Ner, tornou-se ele pai de Quis; Quis, por sua vez, tornou-se pai de Saul; Saul, por sua vez, tornou-se pai de Jonatã, e de Malquisua, e de Abinadabe, e de Esbaal.”

*** it-1 pp. 18-19 Abiel ***
Abiel
[(Meu) Pai É Deus].
1. Filho de Zeror, e descendente de Becorate e de Afia, da tribo de Benjamim. Uma comparação de 1 Crônicas 8:29-33 e 9:35-39 com 1 Samuel 9:1, 2 e 1 Sam. 14:50, 51, fornece uma base para se crer que Abiel também seja chamado de “Jeiel” no relato de Crônicas, visto que se mostra ali que Jeiel é pai de Ner, que se tornou pai de Quis, pai de Saul. Primeiro Samuel 14:50, 51, mostra também que Abiel (ou Jeiel) era o pai de Ner. O registro em Crônicas indica que Jeiel (ou Abiel) teve outros nove filhos, dos quais um se chamava Quis, e este Quis mais velho seria assim o tio do filho de Ner, que tinha o mesmo nome.
Presumindo-se que tanto Abiel como Jeiel sejam nomes da mesma pessoa, chegamos a uma genealogia como a apresentada nesta tabela.
[Tabela]
(Para o texto formatado, veja a publicação)
Afia (descendente de Benjamim)
Becorate
Zeror
Abiel ou Jeiel
Abdom Zur Quis Baal Ner Nadabe Gedor Aiô Zacarias Miclote
(Zequer)
Abner Quis
Saul
Portanto, ao lermos em 1 Samuel 9:1 que Quis (isto é, o segundo Quis, pai de Saul) era “filho de Abiel”, parece que o sentido é que ele era neto de Abiel, conforme muitas vezes se dá na genealogia bíblica, quando simplesmente se omitem um ou mais elos na genealogia.

*** it-1 p. 19 Abiel ***
O registro em 1 Crônicas (8:33; 9:39) parece bastante específico em apresentar Ner como pai imediato do segundo Quis, e este relato é claramente o mais explícito dos dois. — Veja QUIS N.° 2 e 3.

*** it-2 pp. 430-431 Is-Bosete ***
Is-Bosete
[que significa “Homem de Vergonha”].
O mais novo dos quatro filhos varões de Saul, e seu sucessor no trono. Pelas listagens genealógicas parece que seu nome era também Esbaal, que significa “Homem de Baal”. (1Cr 8:33; 9:39) No entanto, em outras partes, como em Segundo Samuel, ele é chamado de Is-Bosete, nome em que “baal” é substituído por “bosete”. (2Sa 2:10) Esta palavra hebraica, bó•sheth, é encontrada em Jeremias 3:24, sendo traduzida por “coisa vergonhosa” (ALA; IBB; NM) e “vergonha” (Al, nota; BJ). Em duas outras ocorrências, bá•ʽal e bó•sheth são encontradas de forma paralela e oposta, em que uma explica e identifica a outra. (Je 11:13; Os 9:10) Há também outros casos em que ao nome de pessoas se acrescentou “bosete” (ou uma forma de tal expressão) em lugar de “baal”, como, por exemplo, “Jerubesete”, em lugar de “Jerubaal” (2Sa 11:21; Jz 6:32) e “Mefibosete”, em lugar de “Meribe-Baal”, este último sendo sobrinho de Is-Bosete. — 2Sa 4:4; 1Cr 8:34; 9:40.
Não se conhece o motivo destes nomes duplos ou dessas substituições. Certa teoria apresentada por certos peritos tenta explicar os nomes duplos como sendo uma alteração feita quando o substantivo comum “baal” (dono; amo) tornou-se mais exclusivamente identificado com o repugnante deus da fertilidade de Canaã, Baal. Contudo, no mesmo livro bíblico de Segundo Samuel, onde aparece o relato de Is-Bosete, informa-se que o próprio Rei Davi deu o nome de Baal-Perazim (que significa “Dono das Rupturas”) a um local de batalha, em honra ao Senhor Jeová, pois, como ele disse: “Jeová irrompeu através dos meus inimigos.” (2Sa 5:20) Outro conceito é que o nome Is-Bosete talvez tenha sido profético da vergonhosa morte desse indivíduo e o calamitoso fim da dinastia de Saul.

(1 CRÔNICAS 9:40)

“E o filho de Jonatã foi Meribe-Baal. Quanto a Meribe-Baal, tornou-se ele pai de Micá.”

*** it-2 pp. 812-813 Meribe-Baal ***
O nome Meribe-Baal é encontrado em duas formas hebraicas um pouco diferentes (Merív bá•ʽal e Meri-vá•ʽal) em 1 Crônicas 9:40. A primeira forma é também usada em 1 Crônicas 8:34. O que indica uma identidade similar é que Mefibosete tinha um menino chamado Mica, e Meribe-Baal tinha um filho chamado Micá. (Compare 2Sa 9:12 com 1Cr 9:40.) As formas “Mica” e “Micá” se devem meramente a uma leve variação na grafia hebraica destes nomes.

(1 CRÔNICAS 10:1)

“E os filisteus, da sua parte, fizeram guerra a Israel; e os homens de Israel puseram-se em fuga diante dos filisteus e caíam mortos no monte Gilboa.”

*** it-1 p. 650 O tempo de Davi ***
Gilboa (Mte.) 1Cr 10:1-6

(1 CRÔNICAS 10:10)

“Por fim puseram a armadura dele na casa de seu deus, e o crânio dele prenderam à casa de Dagom.”

*** it-1 p. 199 Arqueologia ***
De interesse especial foi a descoberta de certos templos cananeus em Bete-Sã. Primeiro Samuel 31:10 declara que os filisteus colocaram a armadura do Rei Saul “na casa das imagens de Astorete e prenderam seu corpo morto à muralha de Bete-Sã”, ao passo que 1 Crônicas 10:10 afirma que “puseram a armadura dele na casa do seu deus, e o crânio dele prenderam à casa de Dagom”. Dois dos templos escavados eram do mesmo período e um deles fornece evidência de ser o templo de Astorete, ao passo que se acha que o outro seja o de Dagom, assim se harmonizando com os textos acima quanto à existência de dois templos em Bete-Sã.

*** it-1 p. 353 Bete-Seã, Bete-Sã ***
Bete-Seã achava-se em poder dos filisteus no tempo do reinado do Rei Saul, e, após a derrota de Saul, no adjacente monte Gilboa, os vencedores filisteus colocaram a armadura de Saul na “casa das imagens de Astorete”, e afixaram sua cabeça à casa de Dagom, pendurando os cadáveres de Saul e de seus filhos na muralha de Bete-Sã (Bete-Seã), evidentemente no lado interno, que dava para a praça pública da cidade. Israelitas corajosos e intrépidos de Jabes-Gileade, a uns 20 km de distância, do outro lado do Jordão, recuperaram esses corpos, talvez penetrando na cidade à noite. — 1Sa 31:8-13; 2Sa 21:12; 1Cr 10:8-12.
Em harmonia com o relato acima, nas escavações feitas em Tell el-Husn, foram descobertas as ruínas de dois templos, um dos quais é considerado ser o templo de Astorete, ao passo que alguns sugerem que o outro, mais para o S, seja o templo de Dagom.

(1 CRÔNICAS 10:13)

“Assim morreu Saul pela sua infidelidade com que agiu sem fé contra Jeová referente à palavra de Jeová que não guardou e também por pedir a um médium espírita que fizesse uma consulta.”

*** it-1 p. 50 Adivinhação ***
O desejo natural do homem, de conhecer o futuro, é satisfeito quando ele adora seu Grandioso Criador e o serve, porque Deus, por meio de seu canal de comunicação, revela amorosamente, com antecedência, o que é bom para o homem saber. (Am 3:7) No entanto, quando os homens se desviam de Jeová e se alienam do Único que conhece o fim desde o princípio, facilmente se tornam vítimas da influência demoníaca, espírita. Saul é notável exemplo de alguém que, no início, voltava-se para Jeová em busca de conhecimento dos eventos futuros, mas que, depois de ter sido cortado de todo o contato com Deus, devido à sua infidelidade, voltou-se para os demônios, como substitutos da orientação divina. — 1Sa 28:6, 7; 1Cr 10:13, 14.

*** it-2 p. 29 Espiritismo ***
O Commentary on the Old Testament (Comentário Sobre o Velho Testamento), de C. F. Keil e F. Delitzsch (1973, Vol. II, Primeiro Samuel, p. 265) refere-se à Septuaginta grega, em 1 Crônicas 10:13, que acrescentou as palavras “e Samuel, o profeta, lhe respondeu”. (Bagster) O Commentary apóia o conceito subentendido por estas palavras não inspiradas na Septuaginta,

(1 CRÔNICAS 11:7)

“E Davi passou a morar no lugar de difícil acesso. É por isso que a chamaram de Cidade de Davi.”

*** it-1 p. 669 Davi, Cidade de ***
Este lugar era muito apropriado para uma “fortaleza”, visto que era protegido em três lados por vales profundos, ao O pelo vale de Tiropeom e ao L pelo do Cédron, que se une ao vale de Hinom, na extremidade S do espigão. (1Cr 11:7) A cidade exigia mais proteção apenas ao N, e ali a cumeeira estreitava-se ainda mais, fazendo com que um ataque fosse extremamente difícil.

*** it-2 p. 523 Jerusalém ***
Parece que a cidade dos jebuseus, naquele tempo, estava situada na extremidade S da cumeeira oriental. Eles confiavam em que sua cidade-fortaleza fosse inexpugnável, com suas defesas naturais de vertentes íngremes de vales em três lados, e, provavelmente, de fortificações especiais ao norte. Era conhecida como o “lugar de difícil acesso” (1Cr 11:7), e os jebuseus zombaram de Davi, dizendo que até os ‘cegos e os coxos da cidade’ poderiam rechaçar seus ataques. Mas Davi conquistou a cidade, sendo o ataque liderado por Joabe, que evidentemente conseguiu penetrar na cidade através do “túnel de água”. (2Sa 5:6-9; 1Cr 11:4-8)

(1 CRÔNICAS 11:11)

“E esta é a relação dos poderosos que pertenciam a Davi: Jasobeão, filho dum acmonita, cabeça dos três. Ele tinha brandido a sua lança sobre trezentos que foram mortos de uma só vez.”

*** w05 1/10 p. 10 Destaques do livro de Primeiro das Crônicas ***
11:11 — Por que aparece aqui o número de 300 mortos e não 800, conforme o relato paralelo de 2 Samuel 23:8? O chefe dos três homens mais valentes de Davi era Jasobeão, ou Josebe-Bassebete. Os outros dois homens poderosos eram Eleazar e Samá. (2 Samuel 23:8-11) O motivo da discrepância nos dois relatos talvez seja que eles fazem referência às diferentes tarefas realizadas pelo mesmo homem.

*** it-2 p. 603 Josebe-Bassebete ***
Josebe-Bassebete
Cabeça dos três mais destacados poderosos de Davi. (2Sa 23:8) Em 1 Crônicas 11:11 ele é chamado de Jasobeão, forma provavelmente mais correta. Há outras dificuldades de escriba no texto de 2 Samuel 23:8, tornando necessário que o obscuro hebraico no texto massorético (que parece rezar: “Este era Adino, o esnita”) seja corrigido para rezar: “Ele tinha brandido sua lança.” (NM) Outras traduções modernas rezam de modo similar. (ALA; BJ; BLH; IBB; PIB) Assim se faz com que Samuel concorde com o livro de Crônicas e com o padrão de construção nesta parte da matéria. Fala-se de “três”, mas introduzir outro nome, Adino, torna isso quatro. Além disso, atribui-se a cada um destes três poderosos uma façanha, de modo que, se a vitória sobre os 800 fosse atribuída a outra pessoa, não haveria aqui nenhuma proeza a ser atribuída a Josebe-Bassebete (Jasobeão). — Veja JASOBEÃO N.° 2.
Existe a possibilidade de que a façanha atribuída a Josebe-Bassebete, em 2 Samuel 23:8, não seja a mesma mencionada em 1 Crônicas 11:11. Isto talvez explique por que o relato de Samuel fala de 800 mortos, ao passo que o relato de Crônicas menciona 300 mortos.

(1 CRÔNICAS 11:17)

“Depois de um tempo Davi mostrou o seu almejo e disse: “Oh! quem me dera beber da água da cisterna de Belém, que está junto ao portão!””

*** it-1 p. 326 Belém ***
Posteriormente, como fugitivo, Davi ansiava beber água duma cisterna de Belém, então lugar dum posto avançado filisteu. (2Sa 23:14, 15; 1Cr 11:16, 17) Pode-se notar que três poços ainda são encontrados do lado N da cidade.

(1 CRÔNICAS 11:18)

“Então os três romperam pelo acampamento dos filisteus e puxaram água da cisterna de Belém, que está junto ao portão, e vieram carregá-la e trazê-la a Davi. E Davi não consentiu em bebê-la, mas derramou-a para Jeová.”

*** w12 15/11 p. 6 pars. 12-13 “Ensina-me a fazer a tua vontade” ***
Veja o que aconteceu quando Davi expressou seu forte desejo de “beber da água da cisterna de Belém”. Três de seus homens lutaram para entrar na cidade — então ocupada pelos filisteus — e lhe trouxeram a água. No entanto, “Davi não consentiu em bebê-la, mas derramou-a para Jeová”. Por quê? Davi explicou: “Da minha parte, no que se refere ao meu Deus, é inconcebível fazer isso! Beberia eu o sangue destes homens que arriscaram as suas almas? Porque foi arriscando as suas almas que a trouxeram.” — 1 Crô. 11:15-19.
13 Davi sabia que, segundo a Lei, o sangue devia ser ‘derramado’ para Jeová e não ser usado como alimento. Ele também entendia por que se devia fazer isso. Davi sabia que “a alma da carne está no sangue”. Mas trouxeram-lhe água, não sangue. Por que Davi se recusou a bebê-la? Ele entendia o princípio por trás do requisito legal. Para Davi, aquela água era tão preciosa quanto o sangue daqueles três homens. Portanto, ele achava inconcebível bebê-la. Em vez disso, ele concluiu que devia derramá-la “na terra”. — Lev. 17:11; Deut. 12:23, 24.

(1 CRÔNICAS 11:19)

“E prosseguiu, dizendo: “Da minha parte, no que se refere ao meu Deus, é inconcebível fazer isso! Beberia eu o sangue destes homens que arriscaram as suas almas? Porque foi arriscando as suas almas que a trouxeram.” E não consentiu em bebê-la. Estas são as coisas feitas pelos três poderosos.”

*** w12 15/11 p. 6 pars. 12-13 “Ensina-me a fazer a tua vontade” ***
Veja o que aconteceu quando Davi expressou seu forte desejo de “beber da água da cisterna de Belém”. Três de seus homens lutaram para entrar na cidade — então ocupada pelos filisteus — e lhe trouxeram a água. No entanto, “Davi não consentiu em bebê-la, mas derramou-a para Jeová”. Por quê? Davi explicou: “Da minha parte, no que se refere ao meu Deus, é inconcebível fazer isso! Beberia eu o sangue destes homens que arriscaram as suas almas? Porque foi arriscando as suas almas que a trouxeram.” — 1 Crô. 11:15-19.
13 Davi sabia que, segundo a Lei, o sangue devia ser ‘derramado’ para Jeová e não ser usado como alimento. Ele também entendia por que se devia fazer isso. Davi sabia que “a alma da carne está no sangue”. Mas trouxeram-lhe água, não sangue. Por que Davi se recusou a bebê-la? Ele entendia o princípio por trás do requisito legal. Para Davi, aquela água era tão preciosa quanto o sangue daqueles três homens. Portanto, ele achava inconcebível bebê-la. Em vez disso, ele concluiu que devia derramá-la “na terra”. — Lev. 17:11; Deut. 12:23, 24.

(1 CRÔNICAS 11:20)

“Quanto a Abisai, irmão de Joabe, tornou-se ele cabeça dos três; e ele tinha brandido a sua lança sobre trezentos que foram mortos e tinha uma reputação igual à dos três.”

*** w05 1/10 p. 10 Destaques do livro de Primeiro das Crônicas ***
11:20, 21 — Qual era a posição de Abisai com respeito aos três principais homens poderosos de Davi? Abisai não era um dos principais homens poderosos que serviram Davi. No entanto, conforme declarado em 2 Samuel 23:18, 19, ele era o cabeça de 30 guerreiros e o mais destacado de todos eles. Havia uma rivalidade entre ele e os três principais homens poderosos porque Abisai realizou um ato poderoso, semelhante ao de Jasobeão.

(1 CRÔNICAS 11:21)

“Dos três se distinguia mais do que os outros dois e veio a ser chefe deles; e, no entanto, não chegou aos [primeiros] três.”

*** w05 1/10 p. 10 Destaques do livro de Primeiro das Crônicas ***
11:20, 21 — Qual era a posição de Abisai com respeito aos três principais homens poderosos de Davi? Abisai não era um dos principais homens poderosos que serviram Davi. No entanto, conforme declarado em 2 Samuel 23:18, 19, ele era o cabeça de 30 guerreiros e o mais destacado de todos eles. Havia uma rivalidade entre ele e os três principais homens poderosos porque Abisai realizou um ato poderoso, semelhante ao de Jasobeão.

(1 CRÔNICAS 11:25)

“Embora se distinguisse mais do que os trinta, contudo, não chegou ao grau dos [primeiros] três. Todavia, Davi o pôs sobre a sua própria escolta.”

*** it-2 p. 267 Guarda ***
A palavra hebraica mish•má•ʽath, que basicamente significa “ouvintes” e é traduzida “súditos” em Isaías 11:14, é usada com referência à escolta de Davi (2Sa 23:23; 1Cr 11:25) e à escolta de Saul, da qual Davi havia sido chefe. — 1Sa 22:14.

(1 CRÔNICAS 11:27)

“Samote, o harorita, Helez, o pelonita,”

*** it-2 p. 287 Harodita ***
Harodita
[De (Pertencente a) Harode].
Morador de Harode ou alguém que morava perto dum lugar chamado Harode. O termo é aplicado a Samá e a Elica, dois dos poderosos de Davi. (2Sa 23:8, 25) Se “Samá” e “Samote” forem a mesma pessoa, então o uso de “harorita” em 1 Crônicas 11:27 é possivelmente um erro de escriba em lugar de “harodita”, a mudança talvez surgindo por causa da similaridade entre as letras hebraicas “r” (ר) e “d” (ד).

(1 CRÔNICAS 11:38)

“Joel, irmão de Natã, Mibar, filho de Hagri,”

*** it-2 p. 823 Mibar ***
Mibar
[duma raiz que significa “escolher”].
Filho de Hagri; um dos poderosos das forças militares de Davi. (1Cr 11:26, 38) Alguns sugeriram que há uma discrepância no texto em 1 Crônicas 11:38, porque Bani, o gadita, não Mibar, é mencionado numa lista paralela em 2 Samuel 23:36. Eles sustentam que Mibar é uma alteração do hebraico para “de Zobá”, e que as palavras finais de 1 Crônicas 11:38 resultaram da leitura ben-hagh•rí (Mibar, filho de Hagri) em lugar de ba•ní hag•ga•dhí (Bani, o gadita). Isto continua a ser conjectura.

(1 CRÔNICAS 11:44)

“Uzia, o asteratita, Sama e Jeiel, filhos de Hotão, o aroerita,”

*** it-1 p. 194 Aroerita ***
Aroerita
[De (Pertencente a) Aroer].
Habitante de uma das cidades chamadas Aroer. Em 1 Crônicas 11:44, Hotão, pai de dois dos poderosos de Davi, chamados Sama e Jeiel, é chamado de aroerita. A associação dos seus filhos com Davi talvez indicasse que a cidade do pai deles se encontrava no território de Judá. — Veja AROER N.° 3.

26 DE OUT. LEITURA DA BÍBLIA: 1 CRÔNICAS 12-15


(1 CRÔNICAS 12:8)

“E havia alguns dos gaditas que se separaram para o lado de Davi no lugar de difícil acesso, no ermo, homens poderosos, valentes, homens do exército, para a guerra, prontos com o escudo grande e a lança, cujas faces eram faces de leões, e eles eram iguais às gazelas nos montes em velocidade.”

*** w05 1/10 p. 10 Destaques do livro de Primeiro das Crônicas ***
12:8 — Em que sentido as faces dos guerreiros gaditas eram como “faces de leões”? Esses homens valentes estavam do lado de Davi no ermo. Seu cabelo havia crescido muito, dando-lhes a aparência de um leão feroz.

*** it-1 p. 190 Armas, armadura ***
O “escudo grande” (hebr.: tsin•náh) era carregado pela infantaria fortemente armada (2Cr 14:8) e às vezes por um escudeiro. (1Sa 17:7, 41) Era oval, ou retangular como uma porta. Pelo que parece, um similar “grande escudo” é indicado em Efésios 6:16 pela palavra grega thy•re•ós (de thý•ra, que significa “porta”). O tsin•náh era bastante grande para cobrir o corpo inteiro. (Sal 5:12) Ocasionalmente era usado para estabelecer uma sólida frente de combate com lanças estendidas. O escudo grande é às vezes mencionado junto com a lança como forma de referência a armas em geral. — 1Cr 12:8, 34; 2Cr 11:12.

(1 CRÔNICAS 12:18)

“E o próprio espírito envolveu a Amasai, cabeça dos trinta: “Teus [somos], ó Davi, e contigo [estamos], ó filho de Jessé. Paz, paz seja contigo, e paz com aquele que te ajuda, Pois o teu Deus te ajudou.” Portanto, Davi recebeu-os e os pôs entre os cabeças das tropas.”

*** it-1 p. 105 Amasa ***
Alguns contendem que Amasa deve ser identificado com Amasai, um daqueles que se juntaram ao exército de Davi em Ziclague, mas tal identificação é incerta. — 1Cr 12:18.

(1 CRÔNICAS 12:21)

“E eles, da sua parte, foram ajudar Davi contra a guerrilha, porque todos eles eram homens poderosos de valor, e vieram a ser chefes no exército;”

*** it-1 p. 52 Adná ***
1. Valente oficial militar de Manassés, que desertou de Saul para o exército de Davi, em Ziclague. Ele lutou ao lado de Davi na perseguição à guerrilha de amalequitas, que devastou o acampamento de Davi em Ziclague, e ele veio a ser chefe no exército de Davi. — 1Cr 12:20, 21; 1Sa 30:1, 2, 17-19.

(1 CRÔNICAS 12:23)

“E estes eram os números dos cabeças dos equipados para o exército que chegaram a Davi em Hébron para transferir a ele o reinado de Saul, de acordo com a ordem de Jeová.”

*** it-1 p. 650 O tempo de Davi ***
Hébron 2Sa 2:1-4, 11; 3:2-5, 12, 20-27, 32; 4:8-12;
5:1-5; 15:7-10; 1Cr 12:23-40

(1 CRÔNICAS 12:27)

“E Jeoiada era o líder [dos filhos] de Arão, e com ele havia três mil e setecentos.”

*** it-1 p. 175 Arão ***
Descendentes Sacerdotais de Arão. A expressão “aronitas” aparece nas versões Rei Jaime e Moffat (em inglês) em 1 Crônicas 12:27; 27:17, e neste último texto também na versão Almeida atualizada. (O texto massorético, em hebraico, simplesmente usa o nome Arão. LXX [edição de Lagarde, em 1Cr 12:27] diz “dos filhos de Arão”.) É evidente que a palavra “Arão” aqui é usada em sentido coletivo, parecido ao uso do nome Israel, e representa a casa de Arão ou seus descendentes masculinos, no tempo de Davi, que eram da tribo de Levi e serviam como sacerdotes. (1Cr 6:48-53) A Tradução do Novo Mundo reza: “E Jeoiada era o líder [dos filhos] de Arão, e com ele havia três mil e setecentos” (1Cr 12:27), colocando entre colchetes as palavras “dos filhos”, para indicar que foram adicionadas.

(1 CRÔNICAS 12:33)

“De Zebulão, os que saíam para o exército, pondo-se em formação de batalha com todas as suas armas de guerra, havia cinqüenta mil, e para se reunirem [a Davi] não foram de coração dúplice.”

*** it-1 p. 555 Coração ***
Alguém pode também ter “coração dúplice” (literalmente: com um coração e um coração), tentando servir a dois amos, ou dizendo enganosamente uma coisa, ao passo que pensa outra. (1Cr 12:33; Sal 12:2 n.) Jesus denunciou fortemente tal hipocrisia dúplice. — Mt 15:7, 8.

(1 CRÔNICAS 12:34)

“E de Naftali havia mil chefes, e com eles, com escudo grande e lança, trinta e sete mil.”

*** it-1 p. 190 Armas, armadura ***
O “escudo grande” (hebr.: tsin•náh) era carregado pela infantaria fortemente armada (2Cr 14:8) e às vezes por um escudeiro. (1Sa 17:7, 41) Era oval, ou retangular como uma porta. Pelo que parece, um similar “grande escudo” é indicado em Efésios 6:16 pela palavra grega thy•re•ós (de thý•ra, que significa “porta”). O tsin•náh era bastante grande para cobrir o corpo inteiro. (Sal 5:12) Ocasionalmente era usado para estabelecer uma sólida frente de combate com lanças estendidas. O escudo grande é às vezes mencionado junto com a lança como forma de referência a armas em geral. — 1Cr 12:8, 34; 2Cr 11:12.

(1 CRÔNICAS 13:5)

“Por conseguinte, Davi congregou todo o Israel, desde o rio do Egito até à entrada de Hamate, para trazer a arca do [verdadeiro] Deus desde Quiriate-Jearim.”

*** w05 1/10 p. 10 Destaques do livro de Primeiro das Crônicas ***
13:5 — O que é “o rio do Egito”? Alguns chegaram à conclusão de que essa expressão se refere a um braço do rio Nilo. No entanto, geralmente entende-se que se faz referência aqui ao “vale da torrente do Egito”, ou seja, um desfiladeiro comprido que fazia fronteira com o sudoeste da Terra Prometida. — Números 34:2, 5; Gênesis 15:18.

(1 CRÔNICAS 13:10)

“Então se acendeu a ira de Jeová contra Uzá, de modo que o golpeou por ter estendido a sua mão à Arca, e ele morreu ali perante Deus.”

*** w05 1/2 pp. 26-27 Jeová sempre faz o que é certo ***
Por que Jeová tirou a vida de Uzá?
18 Outro assunto que para alguns talvez seja difícil de entender tem a ver com Davi tentar levar a arca do pacto para Jerusalém. A arca havia sido colocada numa carroça conduzida por Uzá e seu irmão. A Bíblia relata: “Por fim chegaram até a eira de Nacom, e Uzá estendeu então a mão à arca do verdadeiro Deus e segurou-a, porque o gado quase causara um transtorno. Nisso se acendeu a ira de Jeová contra Uzá, e o verdadeiro Deus o golpeou ali pelo ato irreverente, de modo que morreu ali perto da arca do verdadeiro Deus.” Alguns meses depois, uma segunda tentativa de transportar a arca foi bem-sucedida, porque os levitas coatitas carregaram-na sobre os ombros, assim como Jeová havia ordenado. (2 Samuel 6:6, 7; Números 4:15; 7:9; 1 Crônicas 15:1-14) Alguns talvez perguntem: ‘Por que Jeová agiu de maneira tão rigorosa? Uzá só queria proteger a arca.’ Para não tirarmos conclusões erradas, é bom considerar alguns pormenores úteis.
19 Temos de nos lembrar que é impossível Jeová agir de modo injusto. (Jó 34:10) Seria desamoroso se ele fizesse isso, mas sabemos, por estudar a Bíblia inteira, que “Deus é amor”. (1 João 4:8) Além disso, as Escrituras nos dizem que ‘justiça e juízo são o lugar estabelecido do trono de Deus’. (Salmo 89:14) Então, como poderia Jeová agir de modo injusto? Se ele fizesse isso estaria arruinando justamente o que constitui a base de sua soberania.
20 Não devemos nos esquecer também que Uzá deveria saber que não era correto agir daquela forma. A arca representava a presença de Jeová. A Lei indicava que pessoas não-autorizadas não deviam tocar nela, deixando claro que os violadores seriam punidos com a morte. (Números 4:18-20; 7:89) Portanto, o transporte daquela arca sagrada não deveria ser tratado como algo sem importância. É evidente que Uzá era um levita (embora não um sacerdote) e, portanto, devia estar familiarizado com a Lei. Além disso, anos antes a arca havia sido levada para a casa de seu pai por motivos de segurança. (1 Samuel 6:20-7:1) Permaneceu ali por cerca de 70 anos, até que Davi decidiu transferi-la. Assim, é provável que desde criança Uzá conhecesse as leis que envolviam a arca.
21 Conforme já mencionado, Jeová pode ler o coração. Visto que sua palavra descreve a atitude de Uzá como “ato irreverente”, Ele deve ter visto nesse homem alguma motivação egoísta que o relato não revela claramente. Será que Uzá era um homem presunçoso, que tinha a tendência de ultrapassar os devidos limites? (Provérbios 11:2) Será que conduzir em público a arca que sua família havia guardado o deixou convencido? (Provérbios 8:13) Será que sua fé era tão fraca a ponto de pensar que a mão de Jeová era curta demais para segurar a arca sagrada que simbolizava Sua presença? Qualquer que tenha sido o caso, podemos ter certeza de que Jeová fez o que era certo. Ele provavelmente viu no coração de Uzá algo que o fez trazer um julgamento rápido. — Provérbios 21:2.

(1 CRÔNICAS 13:11)

“E Davi ficou irado por ter Jeová irrompido numa brecha contra Uzá; e aquele lugar veio a ser chamado de Peres-Uzá até o dia de hoje.”

*** w05 1/10 p. 11 Destaques do livro de Primeiro das Crônicas ***
13:11. Em vez de ficar com raiva de Jeová e culpá-lo quando nossos esforços não dão certo, devemos analisar a situação e tentar ver por que fracassamos. Sem dúvida, Davi fez isso. Ele aprendeu de seus erros e mais tarde conseguiu levar a Arca com sucesso para Jerusalém, usando o método mais adequado.

(1 CRÔNICAS 14:11)

“Portanto, Davi subiu a Baal-Perazim e foi golpeá-los ali. Davi disse então: “O [verdadeiro] Deus irrompeu através dos meus inimigos, por minha mão, como uma brecha feita por águas.” É por isso que se chamou aquele lugar pelo nome de Baal-Perazim.”

*** w91 1/6 p. 21 par. 2 Continuemos avisando a respeito da obra incomum de Jeová ***
1 Crônicas 14:8-17

*** w91 1/6 p. 21 par. 1 Continuemos avisando a respeito da obra incomum de Jeová ***
Obedecendo a Jeová, Davi derrotou cabalmente o poderoso exército filisteu em Baal-Perazim. Mas os filisteus não admitiram a derrota. Pouco depois eles retornaram para novamente devastar e pilhar na baixada de Refaim, e Davi de novo buscou a orientação de Jeová.

*** it-1 p. 650 O tempo de Davi ***
Baal-Perazim 1Cr 14:8-12

*** it-1 p. 666 Davi ***
Quando os filisteus souberam que Davi era rei de todo o Israel, vieram para depô-lo. Como no passado (1Sa 23:2, 4, 10-12; 30:8), Davi indagou a Jeová quanto a se devia subir contra eles. “Sobe”, foi a resposta, e Jeová lançou-se com tal sobrepujante destruição sobre o inimigo, que Davi chamou o lugar de Baal-Perazim, que significa “Senhor [Dono] das Rupturas”. Num novo confronto, a estratégia de Jeová mudou, e ele ordenou a Davi contornar os filisteus e golpeá-los pela retaguarda. — 2Sa 5:17-25; 1Cr 14:8-17.

(1 CRÔNICAS 14:12)

“Por conseguinte, deixaram ali os seus deuses. Davi disse então [a palavra], e eles foram assim queimados no fogo.”

*** it-1 p. 291 Baal-Perazim ***
O relato em 2 Samuel 5:21 afirma que Davi e seus homens ‘levaram assim embora os ídolos abandonados pelos filisteus’. O relato paralelo em 1 Crônicas 14:12 mostra a ação final tomada, declarando: “Davi disse então a palavra, e eles [os ídolos] foram assim queimados no fogo.”

(1 CRÔNICAS 14:15)

“E suceda que, quando ouvires o ruído da marcha nas copas dos lentiscos, então sai à luta, porque o [verdadeiro] Deus terá ido na tua frente para golpear o acampamento dos filisteus.””

*** w91 1/6 p. 21 par. 2 Continuemos avisando a respeito da obra incomum de Jeová ***
2 Desta vez foi-lhe dito que fosse com as suas tropas para a retaguarda dos filisteus. Jeová disse: “Quando ouvires o ruído de marcha nas copas dos lentiscos, nesta hora age com determinação, porque nesta hora Jeová terá ido na tua frente para golpear o acampamento dos filisteus.” E assim se deu. Davi esperou até que Jeová produzisse o ruído de marcha nas copas dos lentiscos — talvez por meio de um forte vento. Imediatamente, Davi e suas tropas saíram do esconderijo e atacaram os distraídos filisteus, derrotando-os numa grande matança. Os ídolos religiosos que os filisteus deixaram no campo de batalha foram recolhidos e destruídos. — 2 Samuel 5:17-25; 1 Crônicas 14:8-17.

*** it-1 p. 300 Baca ***
Um balsameiro da família dos choupos (Populus euphratica) é recomendado por alguns botânicos, principalmente pela facilidade com que qualquer brisa agita suas folhas, produzindo um farfalhar. Todavia, a Bíblia não especifica como se produziu “o ruído de marcha” (quer por meio das folhas, dos ramos, quer por alguma outra parte da planta), e ela simplesmente indica que ocorreu “nas copas” das plantas. Pode ter sido um mero farfalhar que serviu de sinal, ou, conforme alguns sugerem, pode ter sido um ruído de certa intensidade, produzido por um vento impetuoso, que serviu para encobrir ou mesmo para simular o ruído dum exército em marcha. — 2Sa 5:24; 1Cr 14:15.

(1 CRÔNICAS 15:20)

“e Zacarias, e Aziel, e Semiramote, e Jeiel, e Uni, e Eliabe, e Maaséias, e Benaia, com instrumentos de cordas afinados segundo Alamote,”

*** it-1 pp. 76-77 Alamote ***
Alamote
[Donzelas; Moças].
Evidentemente um termo referente à execução de música. Refere-se provavelmente às vozes de soprano de moças ou ao falsete de meninos. Em 1 Crônicas 15:20, descreve-se instrumentos de cordas como “afinados segundo Alamote”, termo que é transliterado. Entretanto, no cabeçalho do Salmo 46, ‛ala•móhth é traduzido por “Donzelas”.
Em 1 Crônicas 15:21, no versículo que segue a citação acima, outra expressão musical é transliterada, a saber, shemi•níth, referindo-se a “harpas afinadas segundo Seminite”. Nos cabeçalhos dos Salmos 6 e 12, esta palavra é traduzida por “oitava inferior”. Embora os dois termos, Alamote e Seminite, não necessariamente sejam opostos em sentido, alguns peritos acham que se contrastam entre si. O conteúdo dos respectivos salmos também parece indicar isso: Ambos os salmos (6 e 12), que contêm shemi•níth nos seus cabeçalhos, são um tanto plangentes, portanto, viriam acompanhados por uma escala mais sombria, mais baixa; ao passo que o Salmo 46, que contém ‛ala•móhth no seu cabeçalho, é alegre e razoavelmente teria acompanhamento ou seria cantado numa escala mais elevada. — Veja HARPA; MÚSICA.

*** it-2 p. 288 Harpa ***
Por causa da incerteza que cerca a identificação exata do kin•nóhr, e especialmente o né•vel (instrumento de cordas), qualquer tentativa de comparar os dois instrumentos é especulativa. Primeiro Crônicas 15:20, 21, menciona “instrumentos de cordas [neva•lím (plural)] afinados segundo Alamote, . . . harpas [kin•no•róhth (plural)] afinadas segundo Seminite”. Se “Alamote” se referir a uma escala musical mais alta e “Seminite” a uma escala mais baixa, isto poderia dar a entender que o kin•nóhr era o instrumento maior, de tonalidade mais baixa. Por outro lado, também se poderia dar o inverso (segundo o consenso geral), se Alamote e Seminite, deveras, forem aqui mencionados por serem afinações excepcionais destes instrumentos. De qualquer modo, os dois instrumentos eram portáteis.

(1 CRÔNICAS 15:21)

“e Matitias, e Elifeleu, e Micnéias, e Obede-Edom, e Jeiel, e Azazias, com harpas afinadas segundo Seminite, para agir como regentes;”

*** it-1 pp. 76-77 Alamote ***
Em 1 Crônicas 15:21, no versículo que segue a citação acima, outra expressão musical é transliterada, a saber, shemi•níth, referindo-se a “harpas afinadas segundo Seminite”. Nos cabeçalhos dos Salmos 6 e 12, esta palavra é traduzida por “oitava inferior”. Embora os dois termos, Alamote e Seminite, não necessariamente sejam opostos em sentido, alguns peritos acham que se contrastam entre si. O conteúdo dos respectivos salmos também parece indicar isso: Ambos os salmos (6 e 12), que contêm shemi•níth nos seus cabeçalhos, são um tanto plangentes, portanto, viriam acompanhados por uma escala mais sombria, mais baixa; ao passo que o Salmo 46, que contém ‛ala•móhth no seu cabeçalho, é alegre e razoavelmente teria acompanhamento ou seria cantado numa escala mais elevada. — Veja HARPA; MÚSICA.

*** it-2 p. 288 Harpa ***
Por causa da incerteza que cerca a identificação exata do kin•nóhr, e especialmente o né•vel (instrumento de cordas), qualquer tentativa de comparar os dois instrumentos é especulativa. Primeiro Crônicas 15:20, 21, menciona “instrumentos de cordas [neva•lím (plural)] afinados segundo Alamote, . . . harpas [kin•no•róhth (plural)] afinadas segundo Seminite”. Se “Alamote” se referir a uma escala musical mais alta e “Seminite” a uma escala mais baixa, isto poderia dar a entender que o kin•nóhr era o instrumento maior, de tonalidade mais baixa. Por outro lado, também se poderia dar o inverso (segundo o consenso geral), se Alamote e Seminite, deveras, forem aqui mencionados por serem afinações excepcionais destes instrumentos. De qualquer modo, os dois instrumentos eram portáteis.

2 DE NOV. LEITURA DA BÍBLIA: 1 CRÔNICAS 16-20


(1 CRÔNICAS 16:15)

“Lembrai-vos do seu pacto, sim, por tempo indefinido, Da palavra que ele ordenou, por mil gerações,”

*** it-2 p. 206 Geração ***
Mas as expressões “inúmeras gerações” e “mil gerações” referem-se a algo que existe por tempo indefinido. (1Cr 16:15; Is 51:8)

(1 CRÔNICAS 16:30)

“Estai em severas dores por causa dele, todos [vós da] terra! Também o solo produtivo está firmemente estabelecido: Nunca será abalado.”

*** w05 1/10 pp. 10-11 Destaques do livro de Primeiro das Crônicas ***
16:30 — Qual é o significado de “severas dores” por causa de Jeová? A expressão “dores” é usada neste versículo com uma conotação figurativa para temor reverente e alta estima para com Jeová.

(1 CRÔNICAS 16:31)

“Alegrem-se os céus, e jubile a terra, E digam entre as nações: ‘O próprio Jeová se tornou rei!’”

*** w14 15/1 pp. 10-11 par. 14 Adore a Jeová, o Rei da eternidade ***
14 Davi trouxe a sagrada arca do pacto a Jerusalém. Nessa ocasião alegre, os levitas cantaram um cântico de louvor que contém uma declaração significativa, registrada em 1 Crônicas 16:31: “Digam entre as nações: ‘O próprio Jeová se tornou rei!’” Alguém talvez se pergunte: ‘Visto que Jeová é o Rei da eternidade, como é que ele se tornou Rei naquela ocasião?’ Jeová se torna Rei quando ele manifesta seu domínio ou quando estabelece um meio para representá-lo num determinado momento ou para lidar com uma situação específica.

(1 CRÔNICAS 16:34)

“Agradecei a Jeová, porque ele é bom, Pois a sua benevolência é por tempo indefinido.”

*** w02 15/1 p. 11 par. 6 Jeová, o exemplo supremo de bondade ***
Depois que Davi mandou levar a Arca à capital de Israel, Jerusalém, os levitas entoaram um cântico que incluía esta expressão: “Agradecei a Jeová, porque ele é bom, pois a sua benevolência é por tempo indefinido.” (1 Crônicas 16:34, 37-41) Quão agradável deve ter sido ouvir estas palavras dos lábios dos cantores levitas!

(1 CRÔNICAS 17:12)

“É ele quem me construirá uma casa e eu hei de estabelecer firmemente o seu trono por tempo indefinido.”

*** wi pp. 12-13 par. 9 Qual é o propósito de Deus para a humanidade? ***
9 O primeiro governante da linhagem de Judá, o Rei Davi, recebeu a seguinte promessa de Deus: “Tua casa e . . . teu trono ficar[ão] estabelecido[s] para sempre.” (2 Samuel 7:16) Deus prometeu adicionalmente: “Suscitarei a tua semente depois ti, . . . e estabelecerei seu reino. Ele Me construirá uma casa, e eu estabelecerei seu trono para sempre.” (1 Crônicas 17:11, 12, JP) O filho e sucessor de Davi, o Rei Salomão, de fato construiu a casa, ou o templo, de Jeová, mas ele obviamente não reinou para sempre. Contudo, um dos da semente de Davi seria o mesmo “Siló”, ou Messias, profetizado em Gênesis 49:10. (JP) Falando profeticamente sobre este, o Rei Davi escreveu: “Em seus dias floresça o justo e haja abundância de paz, até que não haja mais lua. Que ele tenha domínio também de mar a mar, e do Rio até os confins da Terra.” — Salmo 72:7, 8, JP.

(1 CRÔNICAS 17:16)

“Depois, o Rei Davi entrou e sentou-se diante de Jeová, e disse: “Quem sou eu, ó Jeová Deus, e que é a minha casa, que me trouxeste até aqui?”

*** it-1 p. 268 Atitudes, posturas e gestos ***
Sentar-se e prostrar-se. Sentar-se era outra postura adotada na oração, sendo que o suplicante evidentemente se ajoelhava e depois se sentava sobre os calcanhares. (1Cr 17:16) Nesta posição, ele podia curvar a cabeça ou encostá-la no peito. Ou, assim como fez Elias, podia inclinar-se para a terra e pôr o rosto entre os joelhos. (1Rs 18:42)

(1 CRÔNICAS 18:1)

“E sucedeu, depois, que Davi passou a golpear os filisteus e a subjugá-los, e foi tomar Gate e suas aldeias dependentes da mão dos filisteus.”

*** it-1 p. 77 Aldeias dependentes ***
Aldeias dependentes
Aldeias ou pequenas cidades na vizinhança de uma vila ou cidade maior. A capital, ou cidade principal dum distrito, era a metrópole, ou cidade “mãe”, como em 1 Crônicas 18:1: “Gate e suas aldeias dependentes” (literalmente: “Gate e suas filhas”).

*** it-1 p. 650 O tempo de Davi ***
Gate 1Cr 18:1; 20:5-8

(1 CRÔNICAS 18:3)

“E Davi prosseguiu, golpeando Hadadezer, rei de Zobá, em Hamate, quando ia para estabelecer seu controle junto ao rio Eufrates.”

*** w05 1/10 p. 11 Destaques do livro de Primeiro das Crônicas ***
18:3. Jeová é o cumpridor de promessas. Por meio de Davi, ele cumpriu sua promessa de dar a terra inteira de Canaã ao descendente de Abraão, “desde o rio do Egito até o grande rio, o rio Eufrates”. — Gênesis 15:18; 1 Crônicas 13:5.

*** si p. 77 par. 16 Livro bíblico número 13 — 1 Crônicas ***
16 As conquistas de Davi (18:1–21:17). Mediante Davi, Jeová cumpre agora Sua promessa de dar a inteira Terra Prometida à semente de Abraão. (18:3)

*** it-1 p. 166 Arã ***
Arã-Zobá era um reino arameu mencionado como inimigo do governo de Saul (1117-1078 AEC). (1Sa 14:47) Parece ter estado situado ao N de Damasco e exercido domínio ao N até Hamate, e ao L até o Eufrates. Quando Davi combatia os inimigos de Israel, veio a entrar em conflito com Hadadezer, poderoso rei de Arã-Zobá, e o derrotou. (2Sa 8:3, 4; 1Cr 18:3; compare isso com Sal 60:cab.)

*** it-2 pp. 276-277 Hadadezer ***
Hadadezer
[Hadade É Ajudador].
Filho de Reobe e rei de Zobá, reino sírio (arameu) que se pensa ter estado situado ao N de Damasco (2Sa 8:3, 5; 1Rs 11:23; 1Cr 18:3, 5) e que incluía vassalos. (2Sa 10:19) Antes de ser derrotado pelo Rei Davi, Hadadezer havia travado guerra contra Toi (Toú), rei de Hamate. — 2Sa 8:9, 10; 1Cr 18:9, 10.
Depois de os sírios, contratados pelos amonitas para lutar contra Davi, terem sido derrotados, Hadadezer reforçou suas forças por recrutar mais sírios da região do Eufrates. (2Sa 10:6, 15, 16; 1Cr 19:16) Talvez haja alusão a isso em 2 Samuel 8:3 (veja 1Cr 18:3), onde a referência parece indicar que Hadadezer procurava novamente exercer controle junto ao rio Eufrates. Sobre isto, o Commentary (Comentário) de Cook observa que o hebraico significa literalmente “fazer sua mão voltar”, e declara: “A força exata da metáfora deve . . . ser decidida pelo contexto. Se, como é mais provável, este versículo relaciona-se às circunstâncias mais plenamente pormenorizadas [em 2Sa 10:15-19], o sentido da frase aqui será quando ele (Hadadezer) foi renovar seu ataque (a Israel), ou, para recrutar sua força contra Israel, junto ao rio Eufrates.”

(1 CRÔNICAS 18:4)

“Além disso, Davi capturou dele mil carros, e sete mil cavaleiros, e vinte mil homens a pé. Davi jarretou então todos os cavalos dos carros, mas deixou remanescer cem cavalos de carros.”

*** it-1 p. 474 Cavalo ***
O Rei Davi, de Israel, mostrou-se consciente da proibição de Jeová contra a multiplicação de cavalos. Em sua vitória sobre Hadadezer, de Zobá, Davi podia ter acrescentado muitos cavalos ao seu exército, mas, em vez disso, conservou apenas o número julgado suficiente para seus fins imediatos, e ordenou que os restantes fossem jarretados. (2Sa 8:3, 4; 1Cr 18:3, 4; compare isso com Jos 11:6, 9; veja JARRETE, JARRETAR.

*** it-2 p. 277 Hadadezer ***
Davi capturou também muitos dos cavalos, cavaleiros, carros e soldados de infantaria de Hadadezer. A diferença no número destes, em 2 Samuel 8:4 e 1 Crônicas 18:4, pode ter surgido por erro de escriba. Na Septuaginta grega, ambas as passagens indicam 1.000 carros e 7.000 cavaleiros capturados, de modo que 1 Crônicas 18:4 talvez preserve a versão original.

*** it-2 p. 474 Jarrete, jarretar ***
Ao realizarem operações de guerra, os israelitas jarretavam os cavalos de seus inimigos; numa ocasião, Jeová mandou especificamente que Josué fizesse isso. (Jos 11:6, 9; 2Sa 8:3, 4; 1Cr 18:3, 4) Este era o método mais simples de pôr os cavalos fora de combate, e, depois de assim serem aleijados, os cavalos, sem dúvida, eram mortos, destruídos junto com os carros de guerra. Por não se apropriarem dos cavalos de seus inimigos para seu próprio uso e então empregá-los em guerra, os israelitas ficariam salvaguardados do laço de confiarem em cavalos, em vez de em Jeová, como fonte de proteção. — Veja De 17:16; Is 31:1, 3.

(1 CRÔNICAS 18:7)

“Além disso, Davi tomou os escudos redondos de ouro que vieram a estar nos servos de Hadadezer e trouxe-os a Jerusalém.”

*** it-2 p. 277 Hadadezer ***
Davi tomou também muito cobre de Betá (evidentemente também chamada de Tibate) e de Berotai (talvez a mesma que Cum), duas cidades do domínio de Hadadezer, e trouxe para Jerusalém os escudos de ouro pertencentes aos servos de Hadadezer, provavelmente os reis vassalos. (2Sa 8:7, 8; 1Cr 18:7, 8; compare isso com 2Sa 10:19.)

(1 CRÔNICAS 18:8)

“E de Tibate e de Cum, cidades de Hadadezer, Davi tomou muitíssimo cobre. Com ele Salomão fez o mar de cobre e as colunas, bem como os utensílios de cobre.”

*** it-1 p. 342 Berota, Berotai ***
Berota, Berotai
[Poços].
Na visão de Ezequiel a respeito da herança territorial de Israel, Berota é alistada como situada no termo setentrional, na região entre Hamate e Damasco. (Ez 47:16) Parece ser a Berotai de 2 Samuel 8:8, uma cidade pertencente a Hadadezer, rei de Zobá, da qual Davi levou “cobre em quantidade muito grande”. No registro paralelo, em 1 Crônicas 18:8, aparece em seu lugar o nome Cum. Berota (ou Berotai) em geral é identificada com a atual Britel (Bereitan), a uns 10 km ao SO de Baalbek, no vale conhecido como Beqaʽ, entre os montes Líbano e Antilíbano.

*** it-1 p. 344 Betá ***
Betá
Cidade mencionada junto com Berotai em conexão com a derrota infligida por Davi a Hadadezer, rei de Zobá. (2Sa 8:8) O lugar é desconhecido, embora o reino arameu de Zobá seja considerado como tendo estado ao N de Damasco. Num relato paralelo da vitória de Davi, 1 Crônicas 18:8 refere-se a “Tibate”, e alguns lexicógrafos consideram ser Tibate a versão mais correta. A Pesito siríaca reza “Tebá”, em vez de Betá, em 2 Samuel 8:8. Deve-se notar que, pela simples inversão das primeiras duas consoantes hebraicas, Betá torna-se Tebá. Visto que Betá (ou Tibate) era uma cidade araméia, alguns peritos a associam com Tebá, Filho de Naor. — Gên 22:24; veja TIBATE.

(1 CRÔNICAS 18:12)

“Quanto a Abisai, filho de Zeruia, golpeou ele os edomitas no Vale do Sal, dezoito mil.”

*** it-1 p. 754 Edom ***
Em 1 Crônicas 18:12, e no cabeçalho do Salmo 60, descrevem-se respectivamente Abisai e Joabe como realizando a conquista sobre os edomitas. Visto que Davi era o comandante-chefe e Joabe era seu principal general, ao passo que Abisai era um comandante divisionário sob Joabe, pode-se entender como os relatos podiam diferir nos créditos dados pela vitória, dependendo do ponto de vista assumido, assim como se dá nos tempos modernos. Similarmente, a diferença nos números fornecidos nesses textos se deve provavelmente ao conceito específico do narrador quanto aos diferentes aspectos ou campanhas da guerra. (Veja 1Rs 11:15, 16.)

(1 CRÔNICAS 18:16)

“E Zadoque, filho de Aitube, e Aimeleque, filho de Abiatar, eram sacerdotes, e Savsa era secretário.”

*** it-1 p. 21 Abimeleque ***
5. O texto massorético, que a versão Almeida segue, reza “Abimeleque” em 1 Crônicas 18:16. A Septuaginta grega, a Vulgata latina, a Pesito siríaca e 12 manuscritos hebraicos rezam “Aimeleque”, que concorda com 2 Samuel 8:17.

(1 CRÔNICAS 19:4)

“Hanum tomou, pois, os servos de Davi e rapou-os, e cortou suas roupas pelo meio, até às suas nádegas, e mandou-os embora.”

*** it-1 p. 308 Barba ***
quando Hanum, o rei de Amom, grosseiramente insultou os embaixadores de Davi por cortar metade da barba deles, Davi compassivamente disse aos seus homens que ficassem em Jericó até que sua barba tivesse crescido abundantemente. Os amonitas sabiam que isso era um insulto significativo para Davi e que se tornaram malcheirosos aos olhos dele por causa deste incidente, e por isso se prepararam para a guerra. — 2Sa 10:4-6; 1Cr 19:1-6.

(1 CRÔNICAS 19:5)

“Mais tarde, pessoas foram e informaram Davi sobre os homens; e ele enviou imediatamente [alguém] ao encontro deles, porque se tinham tornado homens muito humilhados; e o rei prosseguiu, dizendo: “Morai em Jericó até que as vossas barbas tenham crescido abundantemente. Então tereis de retornar.””

*** it-1 p. 308 Barba ***
quando Hanum, o rei de Amom, grosseiramente insultou os embaixadores de Davi por cortar metade da barba deles, Davi compassivamente disse aos seus homens que ficassem em Jericó até que sua barba tivesse crescido abundantemente. Os amonitas sabiam que isso era um insulto significativo para Davi e que se tornaram malcheirosos aos olhos dele por causa deste incidente, e por isso se prepararam para a guerra. — 2Sa 10:4-6; 1Cr 19:1-6.

(1 CRÔNICAS 19:6)

“Com o tempo, os filhos de Amom viram que se tornaram malcheirosos para Davi, e Hanum e os filhos de Amom passaram a enviar mil talentos de prata, a fim de contratar para si carros e cavaleiros da Mesopotâmia, e de Arã-Maacá, e de Zobá.”

*** it-1 pp. 166-167 Arã ***
Arã-Maacá é mencionado, junto com Zobá, Reobe e Istobe, como estando entre os reinos arameus dos quais os amonitas alugaram carros e cavaleiros para guerrear contra Davi. O rei de Arã-Maacá juntou-se a essas forças mercenárias que o exército de Davi logo conseguiu pôr em fuga. (1Cr 19:6-15; 2Sa 10:6-14) O reino de Maacá provavelmente se encontrava ao L do Jordão, com o monte Hermom ao seu lado N. — Jos 12:5; 13:11.

*** it-2 p. 817 Mesopotâmia ***
Foi provavelmente da parte setentrional da Mesopotâmia que o rei amonita Hanum contratou carros e cavaleiros para sua luta contra o Rei Davi. — 1Cr 19:6, 7.

(1 CRÔNICAS 19:16)

“Quando os sírios viram que tinham sido derrotados diante de Israel, passaram a enviar mensageiros e a trazer os sírios que estavam na região do Rio, tendo na sua frente Sofaque, chefe do exército de Hadadezer.”

*** it-2 pp. 276-277 Hadadezer ***
Depois de os sírios, contratados pelos amonitas para lutar contra Davi, terem sido derrotados, Hadadezer reforçou suas forças por recrutar mais sírios da região do Eufrates. (2Sa 10:6, 15, 16; 1Cr 19:16) Talvez haja alusão a isso em 2 Samuel 8:3 (veja 1Cr 18:3), onde a referência parece indicar que Hadadezer procurava novamente exercer controle junto ao rio Eufrates. Sobre isto, o Commentary (Comentário) de Cook observa que o hebraico significa literalmente “fazer sua mão voltar”, e declara: “A força exata da metáfora deve . . . ser decidida pelo contexto. Se, como é mais provável, este versículo relaciona-se às circunstâncias mais plenamente pormenorizadas [em 2Sa 10:15-19], o sentido da frase aqui será quando ele (Hadadezer) foi renovar seu ataque (a Israel), ou, para recrutar sua força contra Israel, junto ao rio Eufrates.”

(1 CRÔNICAS 19:18)

“Mas os sírios se puseram em fuga por causa de Israel; e Davi foi matar dos sírios sete mil condutores de carros e quarenta mil homens a pé, e entregou à morte o próprio Sofaque, chefe do exército.”

*** it-2 p. 277 Hadadezer ***
Em Helão, as forças de Hadadezer, sob o comando de Sobaque (Sofaque), enfrentaram as de Davi e foram derrotadas. Logo depois disso, os vassalos de Hadadezer fizeram paz com Israel. (2Sa 10:17-19; 1Cr 19:17-19) No conflito, foram mortos 40.000 cavaleiros sírios. Talvez, a fim de escapar através de terreno escarpado, estes cavaleiros tivessem desmontado e assim fossem mortos como soldados de infantaria. Isto explicaria por que são chamados de “cavaleiros” em 2 Samuel 10:18 e de “homens a pé” em 1 Crônicas 19:18. A diferença no número de sírios, condutores de carros, mortos na batalha, usualmente é atribuída a um erro de escriba, considerando-se correto o número menor de 700 condutores de carros.

(1 CRÔNICAS 20:1)

“E sucedeu, aproximadamente no tempo da volta do ano, no tempo em que os reis fazem surtidas, que Joabe passou a chefiar a força combatente do exército e a arruinar a terra dos filhos de Amom, e passou a vir e a sitiar Rabá, enquanto Davi morava em Jerusalém; e Joabe prosseguiu, golpeando Rabá e derrubando-a.”

*** it-1 p. 113 Amonitas ***
Na primavera seguinte, Rabá, capital de Amom, ficou sob cerco das forças de Davi. Durante uma surtida desesperada dos amonitas cercados, morreu Urias, o hitita. (2Sa 11:1, 17, 24, 26, 27; veja RABÁ N.° 1.) É difícil determinar a duração do cerco. O registro do nascimento do filho adulterino de Bate-Seba e o posterior nascimento de Salomão talvez se enquadrem cronologicamente no período do cerco ou talvez sejam simplesmente apresentados em forma completa para terminar o relato envolvendo Bate-Seba, embora um ou ambos os nascimentos possam ter ocorrido depois do cerco. Ao passo que o relato em 1 Crônicas 20:1, 2, não parece indicar um período prolongado, não seria estranho que o cerco durasse até o ano seguinte. A conquista total da capital amonita foi finalmente realizada por Davi. — 2Sa 12:26-29.

(1 CRÔNICAS 20:2)

“Mas Davi tirou a coroa de Malcão da cabeça deste e achou-a de um talento de ouro em peso, e nela havia pedras preciosas; e ela veio a ficar na cabeça de Davi. E foi muito grande o despojo que tirou da cidade.”

*** it-1 p. 113 Amonitas ***
Ao passo que o relato em 1 Crônicas 20:1, 2, não parece indicar um período prolongado, não seria estranho que o cerco durasse até o ano seguinte. A conquista total da capital amonita foi finalmente realizada por Davi. — 2Sa 12:26-29.
“A coroa de Malcão”, mencionada na captura de Rabá, era evidentemente uma coroa colocada na cabeça do deus-ídolo amonita, em outra parte chamado Moloque ou Milcom. Embora a versão Almeida traduza aqui o termo hebraico Mal•kám por “seu rei”, não parece lógico que isso se refira a um rei humano, visto que a coroa pesava “um talento de ouro” (c. 34 kg). Também parece provável que ser a coroa colocada na cabeça de Davi era apenas um ato momentâneo, talvez para demonstrar a vitória sobre este falso deus. — 2Sa 12:30.

*** it-1 p. 568 Coroa ***
A coroa (ʽata•ráh) que Davi tomou como prêmio de guerra dos amonitas, em Rabá, originalmente era mantida na cabeça do ídolo Malcão. A forma desta coroa não é revelada, mas era de “um talento de ouro em peso [c. 34 kg], e nela havia pedras preciosas”. “Ela veio a ficar na cabeça de Davi”, sendo que ele possivelmente colocou esta coroa pesada apenas brevemente na cabeça, talvez para indicar seu triunfo sobre a falsa deidade. — 1Cr 20:2; veja MOLOQUE.

(1 CRÔNICAS 20:3)

“E tirou o povo que havia nela, e manteve-os ocupados em serrar pedras, e com ferramentas afiadas, e com machados; e Davi foi fazer assim a todas as cidades dos filhos de Amom. Por fim, Davi e todo o povo retornaram a Jerusalém.”

*** w05 15/2 p. 27 Perguntas dos Leitores ***
Perguntas dos Leitores
Será que Davi, homem que agradava ao coração de Deus, tratava seus cativos de modo cruel, como alguns concluem dos textos de 2 Samuel 12:31 e 1 Crônicas 20:3?
Não. Davi apenas sentenciou os amonitas cativos a trabalhos forçados. As ações de Davi foram mal entendidas devido ao modo como algumas traduções bíblicas vertem esses versículos.
Descrevendo o tratamento dado aos amonitas, essas versões bíblicas retratam Davi como bárbaro e cruel. Por exemplo, segundo a Versão Figueiredo, 2 Samuel 12:31 reza: “Trazendo os seus moradores os mandou serrar, e que passassem por cima deles carroças ferradas: e que os fizessem em pedaços com cutelos, e os botassem em fornos de cozer tijolo. Assim o fez com todas as cidades dos amonitas.” O relato em 1 Crônicas 20:3 é vertido de modo similar.
No entanto, conforme observado pelo erudito bíblico Samuel Rolles Driver, a crueldade “não está em harmonia com tudo o que sabemos a respeito do caráter e do temperamento de Davi como pessoa”. Assim, um comentário na versão The Anchor Bible declara: “Davi está montando equipes de trabalho compostas de pessoas cativas para a exploração econômica do território conquistado, evidentemente uma prática comum entre reis vitoriosos.” A mesma idéia é transmitida por Adam Clarke, que disse: “O significado portanto é: Ele [Davi] fez escravos das pessoas e deu a elas o trabalho de serrar, fazer grades de ferro para arar, . . . e de cortar madeira e fazer tijolos. Serrar ou cortar em pedaços, retalhar e abater seres humanos não se enquadram nesse texto, assim como não se enquadram na conduta de Davi para com os amonitas.”
Refletindo esse entendimento mais exato, várias traduções modernas deixam claro que Davi não deve ser acusado de submeter as pessoas a um tratamento desumano. Note a tradução da Nova Versão Internacional (2000): “Trouxe também os seus habitantes, designando-lhes trabalhos com serras, picaretas e machados, além da fabricação de tijolos. Davi fez assim com todas as cidades amonitas.” (2 Samuel 12:31) “Trouxe também os seus habitantes, designando-lhes trabalhos com serras, picaretas de ferro e machados. Davi fez assim com todas as cidades amonitas.” (1 Crônicas 20:3) A versão da Tradução do Novo Mundo também está em harmonia com o entendimento desses eruditos. “Tirou o povo que havia nela para fazê-los serrar pedras e trabalhar com ferramentas afiadas e com machados de ferro, e fez que servissem na fabricação de tijolos.” (2 Samuel 12:31) “Tirou o povo que havia nela, e manteve-os ocupados em serrar pedras, e com ferramentas afiadas, e com machados; e Davi foi fazer assim a todas as cidades dos filhos de Amom.” — 1 Crônicas 20:3.
Davi não submeteu os amonitas derrotados à tortura e a massacres horríveis. Não imitou os costumes de guerra sádicos e cruéis dos seus dias.
[Nota(s) de rodapé]
Por uma diferença de uma só letra, o texto hebraico pode dizer que “ele os pôs na serra”, ou “ele os cortou (serrou) em pedaços”. Além disso, a palavra para “forno de tijolos” também pode significar “molde de tijolos”. Esse molde seria estreito demais para alguém caber nele.

(1 CRÔNICAS 20:5)

“E novamente veio a haver guerra com os filisteus; e Elanã, filho de Jair, chegou a golpear Lami, irmão de Golias, o geteu, cuja haste de lança era como o cilindro dos tecelões.”

*** it-1 p. 782 Elanã ***
1. Filho de Jair, que, na guerra com os filisteus, golpeou Lami, irmão de Golias, o geteu. (1Cr 20:5) Em 2 Samuel 21:19, Elanã é identificado como “filho de Jaare-Oregim, o belemita”, e diz-se que golpeou Golias. Todavia, muitos peritos acham que o texto original de 2 Samuel 21:19 correspondia ao de 1 Crônicas 20:5, tendo surgido as diferenças nos dois textos por erro de escriba. — Veja JAARE-OREGIM; LAMI.

*** it-2 p. 244 Golias ***
Uma passagem que tem causado certa dificuldade encontra-se em 2 Samuel 21:19, onde se declara: “Elanã, filho de Jaare-Oregim, o belemita, chegou a golpear a Golias, o geteu, cuja haste de lança era como o cilindro dos tecelões.” O relato paralelo, em 1 Crônicas 20:5, reza: “Elanã, filho de Jair, chegou a golpear Lami, irmão de Golias, o geteu, cuja haste de lança era como o cilindro dos tecelões.”
Ofereceram-se diversas sugestões para explicar este problema. O Targum preserva a tradição de que Elanã deve ser identificado como Davi. A obra The Soncino Books of the Bible (Os Livros da Bíblia, de Soncino; Londres, 1951, 1952), editada por A. Cohen, comenta que não há nenhuma dificuldade em se assumir que havia dois Golias, comentando também que Golias pode ter sido um título descritivo tal como “Faraó”, “Rabsaqué”, “Sultão”. O fato de que um texto menciona “Jaare-Oregim”, enquanto o outro reza “Jair”, e também que apenas o relato em Segundo Samuel contém o termo “belemita [hebr.: behth hal•lahh•mí]”, ao passo que só o relato em Crônicas contém o nome “Lami [ʼeth-Lahh•mí]”, foi sugerido pela maioria dos comentadores como resultado de erro de copista. — Veja JAARE-OREGIM; LAMI.

*** it-2 p. 461 Jaare-Oregim ***
Jaare-Oregim
Nome que aparece só em 2 Samuel 21:19. Acredita-se geralmente que um erro de escriba tenha dado margem para este nome e que a leitura correta seja preservada no texto paralelo em 1 Crônicas 20:5. “Jaare” é considerado ser uma alteração de “Jair”, e “Oregim” (ʼo•reghím,” “tecelões”) é tido como tendo sido copiado inadvertidamente duma linha abaixo do mesmo versículo.

*** it-2 p. 658 Lami ***
Lami
[Meu Pão].
Irmão de Golias, o geteu.
O relato em 1 Crônicas 20:5, reza, em parte, que “Elanã, filho de Jair, chegou a golpear Lami, irmão de Golias, o geteu”, durante uma guerra com os filisteus. Contudo, no texto paralelo de 2 Samuel 21:19, lê-se o seguinte: “Elanã, filho de Jaare-Oregim, o belemita, chegou a golpear a Golias, o geteu.” Neste último texto parece que ʼeth-lahh•mí (em português “Lami”, o termo hebraico ʼeth meramente denotando que Lami é o complemento de um verbo) foi lida erroneamente por um copista como se fosse behth hal•lahh•mí (“belemita”). Portanto, o original provavelmente dizia “chegou a golpear Lami”, como diz o texto paralelo em 1 Crônicas 20:5. Isto harmonizaria esses dois textos neste ponto. Lami, portanto, era evidentemente irmão do Golias que Davi matou. Por outro lado, é possível que tenha havido dois Golias. — Veja GOLIAS.

(1 CRÔNICAS 20:8)

“Estes foram os que nasceram aos refains em Gate; e vieram a cair pela mão de Davi e pela mão dos seus servos.”

*** it-1 p. 650 O tempo de Davi ***
Gate 1Cr 18:1; 20:5-8

9 DE NOV. LEITURA DA BÍBLIA: 1 CRÔNICAS 21-25


(1 CRÔNICAS 21:1)

“E Satanás passou a pôr-se de pé contra Israel e a instigar Davi a recensear Israel.”

*** w92 15/7 p. 5 É a Bíblia contraditória? ***
▪ Quem induziu Davi a fazer uma contagem dos israelitas?
O Segundo de Samuel 24:1 declara: “Novamente veio a acender-se a ira de Jeová contra Israel, quando se instigou Davi [ou: “quando Davi foi instigado”, nota] contra eles, dizendo: ‘Vai, faze a contagem de Israel e de Judá.’” Mas não foi Jeová quem induziu o Rei Davi a pecar, porque 1 Crônicas 21:1 diz: “Satanás [ou: “opositor”, nota] passou a pôr-se de pé contra Israel e a instigar Davi a recensear Israel.” Deus se desagradava dos israelitas e por isso permitiu que Satanás, o Diabo, os induzisse a esse pecado. Por este motivo, 2 Samuel 24:1 reza como se o próprio Deus o tivesse feito. É interessante que a tradução de Joseph B. Rotherham reze: “Acendeu-se a ira de Iahweh contra Israel, de modo que deixou Davi ser induzido contra eles, dizendo: Vai, conta Israel e Judá.”

(1 CRÔNICAS 21:2)

“De modo que Davi disse a Joabe e aos chefes do povo: “Ide, contai Israel desde Berseba até Dã, e trazei-mo para que eu saiba o seu número.””

*** it-1 p. 342 Berseba ***
Berseba veio a representar o ponto mais meridional ao se descrever a extensão da Terra da Promessa, conforme expresso na frase proverbial, “desde Dã para baixo até Berseba” (Jz 20:1), ou, na direção inversa, “desde Berseba até Dã”. (1Cr 21:2; 2Cr 30:5) Depois da divisão da nação em dois reinos, Berseba continuou a ser usada para indicar a extremidade sul do reino de Judá, nas expressões “desde Geba até Berseba” (2Rs 23:8) e “desde Berseba até a região montanhosa de Efraim” (onde começava o reino setentrional de Israel). (2Cr 19:4) Nos tempos pós-exílicos, a expressão era usada de forma ainda mais limitada, para se referir à região ocupada pelos repatriados de Judá, que se estendia desde Berseba “até o vale de Hinom”. — Ne 11:27, 30.
Na realidade, havia outras cidades da Terra da Promessa situadas ao S de Berseba, assim como havia cidades israelitas ao N de Dã. No entanto, tanto Dã como Berseba encontravam-se em fronteiras naturais da terra. No caso de Berseba, sua localização era abaixo das montanhas de Judá, à beira do deserto. Adicionalmente, era uma das principais cidades de Judá (junto com Jerusalém e Hébron), e isto se dava, não só porque dispunha de excelentes reservas de água, em comparação com a região circunvizinha, possibilitando assim tanto a lavoura como as pastagens de manadas e rebanhos, mas também porque importantes estradas convergiam para ela, vindas de várias direções. Do Egito, uma antiga rota subia pelo “Caminho dos Poços”, atravessando Cades-Barnéia até Berseba, unindo-se a outra estrada pela qual viajavam as caravanas de camelos dos “Reinos das Especiarias” da península da Arábia, em direção à Filístia ou a Judá. De Eziom-Géber, na cabeceira do golfo de Acaba, outra rota subia pelo Arabá e então se virava para o O, ascendendo a subida de Acrabim até Berseba. Em Gaza, na planície filistéia, uma estrada que saía da estrada principal levava ao SE, a Berseba. E, ligando-a com o restante de Judá, uma estrada ia de Berseba para o NE, subindo o platô nas montanhas de Judá até Jerusalém e outros pontos mais para o N. — Gên 22:19.

(1 CRÔNICAS 21:5)

“Joabe deu então a Davi o número do registro do povo; e todo o Israel somou um milhão e cem mil homens que puxavam da espada, e Judá, quatrocentos e setenta mil homens puxando da espada.”

*** w92 15/7 p. 5 É a Bíblia contraditória? ***
▪ Como se podem harmonizar os números diferentes dos de Israel e dos de Judá na contagem de Davi?
Em 2 Samuel 24:9, dá-se o número de 800.000 para os de Israel e de 500.000 para os de Judá, ao passo que 1 Crônicas 21:5 dá o número dos combatentes de Israel como 1.100.000 e os de Judá como 470.000. Os efetivos alistados no serviço real eram 288.000 soldados, divididos em 12 turmas de 24.000, cada turma servindo um mês durante o ano. Havia adicionalmente 12.000 a serviço dos 12 príncipes das tribos, perfazendo o total de 300.000. Pelo que parece, os 1.100.000 de 1 Crônicas 21:5 incluem estes 300.000 já alistados, ao passo que 2 Samuel 24:9 não os inclui. (Números 1:16; Deuteronômio 1:15; 1 Crônicas 27:1-22) No que se refere a Judá, 2 Samuel 24:9 parece incluir 30.000 homens dum exército de observação destacado nas fronteiras filistéias, mas não incluídos no número em 1 Crônicas 21:5. (2 Samuel 6:1) Se lembrarmos que 2 Samuel e 1 Crônicas foram escritos por dois homens com pontos de vista e objetivos diferentes, podemos facilmente harmonizar estes números.

(1 CRÔNICAS 21:23)

“Ornã, porém, disse a Davi: “Toma-o para ti, e faça meu senhor, o rei, o que for bom aos seus próprios olhos. Vê, dou deveras o gado vacum para ofertas queimadas, e o trenó debulhador como lenha, e o trigo como oferta de cereais. Dou-te deveras tudo.””

*** it-2 pp. 388-389 Implementos agrícolas ***
O trenó debulhador visava separar os grãos das espigas do cereal. O implemento utilizado nos tempos antigos provavelmente se parecia a dois tipos ainda utilizados em algumas partes das terras bíblicas atualmente: um consiste em pranchas de madeira juntadas e curvadas para trás, na frente. A parte de baixo é dotada de pedras afiadas ou de facas. (Veja 1Cr 21:23; Jó 41:30; Is 41:15.) O operador fica em pé sobre o trenó, para fazer peso. O outro tipo tem um banco para o operador e consiste em uma estrutura de carroça baixa, de quatro cantos. Nessa armação se fixam dois ou três rolos paralelos, giratórios, dotados de tiras de ferro. — Veja Is 28:27, 28.

(1 CRÔNICAS 21:25)

“De modo que Davi deu a Ornã pelo lugar siclos de ouro no peso de seiscentos.”

*** it-1 p. 177 Araúna ***
No registro de Crônicas, Araúna é chamado Ornã. — 1Cr 21:18-28; 2Cr 3:1.

*** it-1 p. 177 Araúna ***
Araúna
O proprietário jebuseu da eira comprada pelo Rei Davi para ali edificar um altar a Jeová. Esta medida veio a ser o meio divinamente indicado para terminar um flagelo provocado pela contagem do povo, feita por Davi. — 2Sa 24:16-25; 1Cr 21:15-28.
Araúna, pelo que parece, ofereceu esse lugar, junto com o gado e os implementos de madeira para o sacrifício, sem cobrar nada, mas Davi insistiu em pagar um preço. O registro em 2 Samuel 24:24 mostra que Davi comprou a eira e o gado por 50 siclos de prata (US$ 110). No entanto, o relato em 1 Crônicas 21:25 fala de Davi ter pago 600 siclos de ouro (c. US$ 77.000) pelo lugar. O escritor de Segundo Samuel trata apenas da compra, conforme ela se relaciona com a localização do altar e com os materiais para o sacrifício então feito, e, assim, parece que o preço de compra mencionado por ele se restringia a tais coisas. Por outro lado, o escritor de Primeiro Crônicas considera os assuntos segundo relacionados com o templo mais tarde construído neste lugar, e associa a compra com essa construção. (1Cr 22:1-6; 2Cr 3:1) Visto que a área toda do templo era muito ampla, parece que a soma de 600 siclos de ouro se aplica à compra desta grande área, em vez de à pequena parte necessária para o altar inicialmente construído por Davi.

*** it-1 p. 537 Compra ***
Parece que, posteriormente, acrescentaram-se outras propriedades vizinhas, para abranger uma área suficientemente grande para todo o local do templo, o preço de compra sendo 600 siclos de ouro por peso (c. US$77.070). (2Sa 24:21-24; 1Cr 21:22-25)

(1 CRÔNICAS 21:26)

“Então Davi construiu ali um altar a Jeová e ofereceu sacrifícios queimados e sacrifícios de participação em comum, e passou a invocar a Jeová, que lhe respondeu então com fogo desde os céus sobre o altar da oferta queimada.”

*** si p. 78 par. 17 Livro bíblico número 13 — 1 Crônicas ***
Depois de comprar o local de Ornã, Davi obedientemente oferece sacrifícios ali e invoca a Jeová, que lhe responde “com fogo desde os céus sobre o altar da oferta queimada”. (21:26)

(1 CRÔNICAS 22:2)

“Davi disse então que se reunissem os residentes forasteiros que havia na terra de Israel, e ele os pôs então como talhadores de pedras para lavrar pedras quadradas para a construção da casa do [verdadeiro] Deus.”

*** it-2 p. 523 Jerusalém ***
Perto do fim do seu governo, Davi começou a preparar os materiais de construção para o templo. (1Cr 22:1, 2; compare isso com 1Rs 6:7.) As pedras lavradas que foram preparadas talvez tivessem sido extraídas duma pedreira daquela área, pois da base rochosa da própria Jerusalém se extraem facilmente pedras, cortadas e lapidadas no tamanho e no formato desejados, as quais, ao ficarem expostas às intempéries, endurecem e se tornam pedras duráveis e atraentes para construção. Existe evidência duma antiga pedreira próxima da atual Porta de Damasco, da qual, com o passar do tempo, se extraíram grandes quantidades de rocha.

(1 CRÔNICAS 22:14)

“E eis que durante a minha tribulação preparei para a casa de Jeová cem mil talentos de ouro e um milhão de talentos de prata, e não há meio de se pesar o cobre e o ferro, porque vieram a ser em tal quantidade; e preparei madeiras e pedras, mas tu lhes farás acréscimos.”

*** it-1 p. 668 Davi ***
Davi sempre acalentou no coração o desejo de construir esse templo, e, embora isso não lhe fosse permitido, foi-lhe concedido constituir uma grande força-tarefa para talhar pedras e reunir materiais que incluíam 100.000 talentos de ouro (US$ 38.535.000.000) e 1.000.000 de talentos de prata (US$ 6.606.000.000), e cobre e ferro em quantidade impossível de se calcular. (1Cr 22:2-16)

(1 CRÔNICAS 23:24)

“Estes foram os filhos de Levi segundo a casa de seus pais, os cabeças dos pais, pelos seus comissionados, pelo número dos nomes, cabeça por cabeça deles, os que faziam a obra para o serviço da casa de Jeová, da idade de vinte anos para cima.”

*** it-2 p. 359 Idade, era ***
Mais tarde, nos dias de Davi, o limite de idade para começar o serviço no tabernáculo, que foi com o tempo substituído pelo serviço no templo, foi reduzido para 20 anos. — 1Cr 23:24-32; veja também Esd 3:8.

(1 CRÔNICAS 23:29)

“mesmo para o pão de pilha e para a flor de farinha para a oferta de cereais, e para as obreias não fermentadas, e para os [bolos] de assadeira, e para a massa misturada, e para todas as medidas de quantidade e tamanho;”

*** it-1 p. 581 Cozinhar, utensílios de cozinha ***
Os israelitas possuíam também potes ou panelas fundas, e também assadeiras. Freqüentemente, as ofertas de cereais eram preparadas nelas. (Le 2:5, 7; 7:9; 1Cr 23:29) Exemplos de assadeiras de barro foram descobertos em Gezer. Estas tinham pequenas depressões, comparáveis às dos atuais pequenos grill. Usavam-se também assadeiras de ferro. — Ez 4:1-3.

(1 CRÔNICAS 24:3)

“E Davi, e Zadoque, dos filhos de Eleazar, e Aimeleque, dos filhos de Itamar, passaram a fazer turmas deles para o seu cargo no seu serviço.”

*** it-2 p. 123 Festividade das Barracas ***
É provável que a primeira das 24 turmas de sacerdotes estabelecidas por Davi começasse a servir no templo depois da Festividade das Barracas, visto que o templo construído por Salomão foi inaugurado por ocasião desta festividade, em 1027 AEC. — 1Rs 6:37, 38; 1Cr 24:1-18; 2Cr 5:3; 7:7-10.

(1 CRÔNICAS 25:4)

“De Hemã: os filhos de Hemã, Buquias, Matanias, Uziel, Sebuel e Jerimote, Hananias, Hanani, Eliata, Gidalti e Romanti-Ezer, Josbecasa, Maloti, Hotir, Maaziote.”

*** it-1 p. 282 Azarel ***
2. Chefe da 11.a das 24 turmas de cantores do templo no tempo de Davi; também chamado Uziel. — 1Cr 25:1, 4, 18.

(1 CRÔNICAS 25:14)

“a sétima para Jesarela, seus filhos e seus irmãos, doze;”

*** it-1 p. 243 Asarelá ***
Asarelá
Filho de Asafe, que serviu nos grupos de serviço de músicos e cantores na casa de Jeová, no tempo de Davi. (1Cr 25:1, 2) É provável que Jesarela, do versículo 14 , seja uma variante do seu nome.

(1 CRÔNICAS 25:18)

“a décima primeira para Azarel, seus filhos e seus irmãos, doze;”

*** it-1 p. 282 Azarel ***
2. Chefe da 11.a das 24 turmas de cantores do templo no tempo de Davi; também chamado Uziel. — 1Cr 25:1, 4, 18.

16 DE NOV. LEITURA DA BÍBLIA: 1 CRÔNICAS 26-29


(1 CRÔNICAS 26:30)

“Dos hebronitas, Hasabias e seus irmãos, homens capazes, mil e setecentos, tinham a seu cargo a administração de Israel na região do Jordão, ao oeste, quanto a toda a obra de Jeová e quanto ao serviço do rei.”

*** it-1 p. 51 Administração ***
A palavra hebraica traduzida por “administração” em 1 Crônicas 26:30 (pequd•dáh) deriva da raiz pa•qádh, que significa “visitar; voltar a atenção para”. (Ru 1:6 n.) Também é vertida por ‘cuidado; supervisão’. — 2Cr 24:11; Núm 3:32; compare isso com 2Rs 11:18 n.; veja SUPERINTENDENTE.

(1 CRÔNICAS 27:1)

“Quanto aos filhos de Israel, segundo o seu número, os cabeças das casas paternas, e os chefes de mil e de cem, e seus oficiais que ministravam ao rei em todo assunto das turmas daqueles que entravam e que saíam mês após mês em todos os meses do ano, cada turma tinha vinte e quatro mil.”

*** it-2 p. 68 Exército ***
Todavia, Davi instituiu alguns planos novos, seus. Um sistema de rodízio mensal fornecia 12 grupos de 24.000 (num total de 288.000), de modo que o soldado, normalmente, servia apenas durante um mês por ano. (1Cr 27:1-15) Isto não significava, porém, que todos os 24.000 de determinado mês procediam da mesma tribo, mas, antes, cada tribo fornecia sua parte da quota mensal durante o ano.

(1 CRÔNICAS 27:6)

“Este Benaia era homem poderoso dos trinta e estava sobre os trinta; e [sobre] a sua turma estava Amizabade, seu filho.”

*** it-1 p. 110 Amizabade ***
Amizabade
[Meu Povo Dotou].
Filho de Benaia, que era o poderoso do Rei Davi posto sobre os 30 lutadores notáveis. Amizabade agiu por seu pai, Benaia, na supervisão do terceiro grupo de serviço real, a atuar no terceiro mês do ano. — 1Cr 27:5, 6.

(1 CRÔNICAS 27:7)

“O quarto para o quarto mês era Asael, irmão de Joabe, e Zebadias, seu filho, depois dele, e na sua turma havia vinte e quatro mil.”

*** it-1 p. 242 Asael ***
Em 1 Crônicas 27:7 alista-se Asael como comandante de uma divisão no rodízio mensal de tropas. Visto que Asael morreu antes de Davi se tornar rei sobre todo o Israel, sua menção aqui talvez seja mais com referência à sua casa, representada por seu filho Zebadias, mencionado no texto como sucessor de Asael. Outra sugestão é dada por The Interpreter’s Dictionary of the Bible (Dicionário Bíblico do Intérprete, editado por G. A. Buttrick, 1962, Vol. 1, p. 244): “É possível que tenhamos aqui o protótipo da milícia davídica, organizada no início da regência judaica do rei, e que esta lista original tenha sido atualizada pela inclusão de Zebadias, filho e sucessor de Asael neste comando.” — Veja 1Cr 12.

(1 CRÔNICAS 27:32)

“E Jonatã, sobrinho de Davi, era conselheiro, homem de entendimento, sendo também secretário; e Jeiel, filho de Acmoni, estava com os filhos do rei.”

*** it-2 pp. 592-593 Jonatã ***
7. Homem de entendimento, secretário e conselheiro do Rei Davi. (1Cr 27:32) No texto massorético, o parentesco de Jonatã com Davi é indicado pela palavra hebraica dohdh, que geralmente significa “tio”. Mas, em vista de duas referências nas Escrituras a um sobrinho de Davi de nome Jonatã, é provável que a palavra seja usada aqui em sentido mais amplo de “parente”, sendo neste caso “filho do irmão” ou “sobrinho”. (Ro; AS n; NM) Portanto, seria o N.° 4.

(1 CRÔNICAS 28:9)

““E tu, Salomão, meu filho, conhece o Deus de teu pai e serve-o de pleno coração e de alma agradável; porque Jeová sonda todos os corações e discerne toda inclinação dos pensamentos. Se o buscares, deixar-se-á achar por ti; mas, se o deixares, deitar-te-á fora para sempre.”

*** cl cap. 24 p. 242 par. 7 Nada pode “nos separar do amor de Deus” ***
O Rei Davi disse ao seu filho Salomão: “Jeová sonda todos os corações e discerne toda inclinação dos pensamentos.” (1 Crônicas 28:9) Ao sondar bilhões de corações humanos neste mundo violento e cheio de ódio, como Jeová deve ficar contente quando encontra um coração que ama a paz, a verdade e a justiça!

*** w10 1/11 p. 30 ‘Ele se deixará achar por ti’ ***
Achegue-se a Deus
‘Ele se deixará achar por ti’
1 CRÔNICAS 28:9
VOCÊ conhece a Deus? A resposta a essa pergunta não é tão simples como parece. Conhecer realmente a Deus envolve saber em detalhes qual é a sua vontade e como ele age. Assim, ficamos tão achegados a ele que isso afeta todo o nosso modo de vida. Será que ter essa amizade com Deus é mesmo possível? Se for, como conseguimos isso? A resposta pode ser encontrada nos conselhos que o Rei Davi deu a seu filho Salomão, registrados em 1 Crônicas 28:9.
Imagine a situação. Davi já governava Israel por quase 40 anos, e a nação havia prosperado durante seu governo. Salomão, que logo o sucederia no trono, era bem jovem. (1 Crônicas 29:1) Perto de sua morte, que últimos conselhos Davi deu ao seu filho?
Com base em sua vida gratificante de serviço a Deus, Davi começou dizendo: ‘Salomão, meu filho, conheça o Deus de seu pai.’ Com certeza, Davi estava falando sobre algo mais do que ter conhecimento intelectual. Salomão já era adorador de Jeová, o Deus de Davi. Cerca de um terço das Escrituras Hebraicas já havia sido terminado e, sem dúvida, Salomão sabia o que esses escritos sagrados diziam sobre Deus. Certo erudito diz que a palavra hebraica traduzida por ‘conhecer’ pode se referir a “familiaridade”. O que Davi realmente queria era que seu filho desenvolvesse algo que ele próprio já tinha: uma relação pessoal e achegada com Deus.
Essa amizade com Deus deveria afetar profundamente a maneira de Salomão encarar e viver a vida. Davi incentivou seu filho: ‘Sirva a Deus de pleno coração e de alma agradável.’ Note que o conselho sobre servir a Deus vem depois do incentivo para conhecê-lo. Conhecer realmente a Deus faz com que a pessoa queira servi-lo. Mas não se deve servir a Deus de maneira relutante ou hipócrita. (Salmo 12:2; 119:113) Davi implora a seu filho que sirva a Deus de pleno coração e de livre e espontânea vontade.
Por que Davi exortou seu filho a adorar a Deus com motivação e modo de pensar corretos? Davi explicou: “Porque Jeová sonda todos os corações e discerne toda inclinação dos pensamentos.” Salomão não devia servir a Deus apenas para agradar seu pai, Davi. Deus procura os que querem servi-lo com sinceridade de coração.
Será que Salomão seguiria o exemplo de seu pai e se achegaria a Jeová? A decisão era dele. Davi disse a seu filho: “Se o buscares, deixar-se-á achar por ti; mas, se o deixares, deitar-te-á fora para sempre.” Para ser alguém achegado a Deus, Salomão precisava se esforçar muito para conhecê-lo.
O conselho amoroso de Davi a seu filho nos garante que Jeová deseja que nos acheguemos a ele. Mas para termos essa amizade com Deus, precisamos ‘buscá-lo’, pesquisando as Escrituras com o objetivo de conhecê-lo intimamente. Isso deve nos motivar a servi-lo de pleno coração e de livre e espontânea vontade. Jeová quer — e merece — que o adoremos assim. — Mateus 22:37.
[Nota(s) de rodapé]
Outra Bíblia traduz esse texto assim: “Sirva-o de todo o coração e espontaneamente.”
Infelizmente, apesar de Salomão ter servido a Jeová de pleno coração durante um tempo, ele não permaneceu fiel. — 1 Reis 11:4.

*** w08 15/10 p. 7 Os “olhos radiantes” de Jeová examinam a todos ***
Mantenha um coração pleno
18 O Rei Davi disse a seu filho Salomão: “Conhece o Deus de teu pai e serve-o de pleno coração e de alma agradável; porque Jeová sonda todos os corações e discerne toda inclinação dos pensamentos.” (1 Crô. 28:9) Davi não queria que seu filho simplesmente acreditasse em Deus. Ele queria que Salomão tivesse apreço pelo profundo interesse de Jeová em Seus servos. Você tem esse mesmo apreço por Jeová?

*** w05 15/2 p. 19 par. 9 Resguardemos nossa identidade cristã ***
O próprio pai de Salomão, Davi, exortou-o a ‘conhecer o Deus de seu pai e a servi-lo de pleno coração’. (1 Crônicas 28:9) Não seria suficiente para o jovem Salomão apenas observar como seu pai desenvolvia fé em Jeová. Tinha de conhecer a Jeová por si mesmo, e fez isso. Ele suplicou a Deus: “Dá-me agora sabedoria e conhecimento, para que eu possa sair diante deste povo e para que eu possa entrar.” — 2 Crônicas 1:10.

(1 CRÔNICAS 28:11)

“E Davi passou a dar a Salomão, seu filho, o plano arquitetônico do pórtico, e das suas casas, e das suas despensas, e dos seus quartos de terraço, e dos seus escuros quartos interiores, e da casa da tampa propiciatória;”

*** it-1 p. 207 Arquitetura ***
Ele foi também usado para prover o divinamente inspirado “plano arquitetônico” para todo o arranjo e o equipamento do templo. (1Cr 28:11, 19) A palavra hebraica para “plano arquitetônico” (tav•níth) deriva da raiz ba•náh (“construir”, 1Cr 22:11) e em outros lugares é traduzida por “modelo” e “representação”. — Êx 25:9; 1Cr 28:18.

(1 CRÔNICAS 28:12)

“até mesmo o plano arquitetônico de tudo o que viera a estar com ele por inspiração, para os pátios da casa de Jeová e para todos os refeitórios ao redor, para os tesouros da casa do [verdadeiro] Deus e para os tesouros das coisas tornadas sagradas;”

*** it-2 p. 35 Espírito ***
O espírito tem força ou capacidade habilitadora; pode habilitar pessoas para um serviço ou para um cargo. Embora Bezalel e Ooliabe talvez conhecessem os ofícios antes da sua designação relacionada com a fabricação do equipamento do tabernáculo e das vestes sacerdotais, o espírito de Deus ‘encheu-os com sabedoria, entendimento e conhecimento’, para que a obra fosse feita da maneira intencionada. Aumentou suas habilidades naturais e o conhecimento que já tivessem, e habilitou-os a instruir outros. (Êx 31:1-11; 35:30-35) O plano arquitetônico para o posterior templo foi dado a Davi por inspiração, quer dizer, pela operação do espírito de Deus, habilitando assim Davi a empreender uma extensa obra preparatória para o projeto. — 1Cr 28:12.

(1 CRÔNICAS 28:19)

““Ele deu perspicácia para a coisa inteira, por escrito, da parte da mão de Jeová sobre mim, sim, para todas as obras do plano arquitetônico.””

*** it-1 p. 207 Arquitetura ***
Ele foi também usado para prover o divinamente inspirado “plano arquitetônico” para todo o arranjo e o equipamento do templo. (1Cr 28:11, 19) A palavra hebraica para “plano arquitetônico” (tav•níth) deriva da raiz ba•náh (“construir”, 1Cr 22:11) e em outros lugares é traduzida por “modelo” e “representação”. — Êx 25:9; 1Cr 28:18.

(1 CRÔNICAS 29:1)

“Davi, o rei, disse então a toda a congregação: “Salomão, meu filho, a quem Deus escolheu, é moço e delicado, mas a obra é grande; pois o castelo não é para um homem, mas para Jeová Deus.”

*** it-1 p. 465 Castelo ***
Escrevendo na linguagem dos seus dias, Esdras registra que Davi chamou o templo de Salomão de “castelo”, ao encorajar as pessoas a apoiar plenamente a sua construção. — 1Cr 29:1, 19.

(1 CRÔNICAS 29:4)

“três mil talentos de ouro do ouro de Ofir e sete mil talentos de prata refinada para o revestimento das paredes das casas;”

*** it-1 p. 551 Contribuição ***
As contribuições do Rei Davi para a construção do prospectivo templo incluíam sua “propriedade especial” de ouro e prata, numa quantia superior a US$1.202.000.000. Os príncipes e os chefes do povo, por sua vez, tiveram prazer em contribuir mais de US$1.993.000.000 em ouro e prata, além de cobre, ferro e pedras. — 1Cr 29:1-9.

*** it-1 p. 668 Davi ***
De sua fortuna pessoal, Davi contribuiu ouro de Ofir e prata refinada no valor de mais de US$ 1.202.000.000. Davi forneceu também os planos arquitetônicos, recebidos por inspiração, e organizou as dezenas de milhares de levitas em suas muitas turmas de serviço, incluindo um grande coro de cantores e de músicos. — 1Cr 23:1-29:19; 2Cr 8:14; 23:18; 29:25; Esd 3:10.

(1 CRÔNICAS 29:7)

“Por conseguinte, deram para o serviço da casa do [verdadeiro] Deus ouro no valor de cinco mil talentos, e dez mil daricos, e prata no valor de dez mil talentos, e cobre no valor de dezoito mil talentos, e ferro no valor de cem mil talentos.”

*** w09 1/8 p. 30 Quanto devo doar? ***
Por exemplo, quando o Rei Davi planejou construir um templo para Jeová, seus súditos doaram “ouro no valor de cinco mil talentos”. (1 Crônicas 29:7)

*** w09 1/8 p. 30 Quanto devo doar? ***
Em 2008, o preço médio do ouro era de 871 dólares a onça (28,35 gramas), o que faz com que o valor total desse donativo fosse de uns 4.794.855.000 dólares.

*** it-1 p. 551 Contribuição ***
As contribuições do Rei Davi para a construção do prospectivo templo incluíam sua “propriedade especial” de ouro e prata, numa quantia superior a US$1.202.000.000. Os príncipes e os chefes do povo, por sua vez, tiveram prazer em contribuir mais de US$1.993.000.000 em ouro e prata, além de cobre, ferro e pedras. — 1Cr 29:1-9.

*** it-1 p. 659 Darico ***
Em 1 Crônicas 29:7, uma das cifras da contribuição para o templo, durante o reinado de Davi, é declarada em termos de daricos, embora o darico persa fosse desconhecido no tempo de Davi. Evidentemente, o escritor de Crônicas converteu a cifra original em termos então atuais e conhecidos aos seus leitores. — Esd 8:27.

*** it-2 p. 117 Ferro ***
Mais tarde, porém, o Rei Davi reuniu enormes quantidades de ferro para uso na construção do templo. Sob o reinado de Salomão, contribuiu-se “ferro no valor de cem mil talentos”, ou segundo muitas traduções, “cem mil talentos de ferro”. (1Cr 22:14, 16; 29:2, 7) Se a referência for ao valor do ferro, e se os talentos eram de prata, então o ferro valia US$660.600.000. Se a referência for ao peso do ferro, então eram cerca de 3.420 toneladas métricas.

(1 CRÔNICAS 29:14)

““E, no entanto, quem sou eu e quem é meu povo, que retenhamos poder para fazer ofertas voluntárias tais como estas? Porque tudo procede de ti e da tua própria mão o demos a ti.”

*** it-1 p. 632 Dádivas, presentes ***
Por Jeová ser o Criador, ele é dono de tudo. Portanto, quando o dador dá coisas materiais para a promoção da verdadeira adoração, ele apenas devolve uma parte do que originalmente recebeu de Deus. — Sal 50:10; 1Cr 29:14.

(1 CRÔNICAS 29:19)

“E dá a Salomão, meu filho, um coração pleno para guardar teus mandamentos, teus testemunhos e teus regulamentos, e para fazer tudo, e para construir o castelo para o qual fiz preparativos.””

*** it-1 p. 465 Castelo ***
Escrevendo na linguagem dos seus dias, Esdras registra que Davi chamou o templo de Salomão de “castelo”, ao encorajar as pessoas a apoiar plenamente a sua construção. — 1Cr 29:1, 19.

(1 CRÔNICAS 29:23)

“E Salomão começou a sentar-se no trono de Jeová como rei em lugar de Davi, seu pai, e para ser bem sucedido, e todos os israelitas lhe obedeciam.”

*** it-2 p. 248 Governante ***
Os reis da linhagem de Davi no trono de Israel governavam como representantes de Jeová, seu verdadeiro Rei invisível. Por isso dizia-se que eram os ungidos de Deus, sentados no “trono de Jeová”. (1Cr 29:23)

*** it-2 p. 676 Lei ***
Na Lei, Jeová era reconhecido como Soberano absoluto, e também como Rei num sentido especial. Visto que Jeová era ao mesmo tempo Deus e Rei de Israel, a desobediência à Lei era tanto um delito religioso como um crime de lesa-majestade, um delito contra o Chefe de Estado, que, neste caso, era contra o Rei Jeová. Dizia-se que Davi, Salomão e seus sucessores no trono de Judá sentavam-se no “trono de Jeová”. (1Cr 29:23)

(1 CRÔNICAS 29:29)

“Quanto aos assuntos de Davi, o rei, os primeiros e os últimos, eis que estão escritos entre as palavras de Samuel, o vidente, e entre as palavras de Natã, o profeta, e entre as palavras de Gade, o visionário,”

*** w09 15/3 p. 32 Perguntas dos Leitores ***
Por exemplo, 1 Crônicas 29:29 menciona “as palavras de Samuel, o vidente”, “as palavras de Natã, o profeta” e “as palavras de Gade, o visionário”. Esses três casos talvez sejam uma referência coletiva a livros conhecidos como 1 e 2 Samuel, ou ao livro de Juízes.

Nota: Não está disponível para download.
Você pode baixar informações específicas para cada semana em arquivo digital que é fornecido para a escola do Ministério teocrática.

Destaques do livro de: Primeiro Crônicas

Posts mais vistos

Bigamia - Definição, conceito, significado, o que é Bigamia

Bigamia: definições, conceitos e significados Definição de bigamia Bigamia. O status do homem ou a mulher casada com duas pessoas ao mesmo tempo. Não é permitido no mundo ocidental.
Bigamia é um termo jurídico que se refere à situação que ocorre quando uma pessoa entra em qualquer número de casamentos 'secundários', além do original, que é reconhecido legalmente; e você pode ser punido com prisão. Muitos países têm leis específicas que proíbe a bigamia e considerado crime qualquer casamento infantil.
Bigamia entra a classificação da poligamia, que é mais geral. Isso gera:
"O tipo de casamento em que é permitido para uma pessoa ser casada com várias pessoas ao mesmo tempo."
De acordo com esta definição:
• Poligamia decompõe-se em: "poli = muitos" e "veado = casamento", referindo-se aos "vários casamentos".
Tempo:
• Bigamia é decomposto em: "bi = dois" e "veado = casamento", referindo-se ao "apenas doi…

O que é demisexualidad | Conceitos de Psicologia.

O que é demisexualidad?Desde o final do século XX, a sexualidade tornou-se um muito menos tabu e colonizou todas as esferas da vida. Sexo na arte, ciência sexo, sexo na família e até mesmo na escola. Afinal, não há nada de errado: Se você falar mais de sexo, mais se sabe, vai ter menos preconceitos e é muito mais saudável e responsável.Os seres humanos são seres sexuais desde o nascimento até a nossa morte e, portanto, a sexualidade é parte de todos os aspectos de nossa personalidade. A sexualidade é muito mais do que atração sexual e relacionamentos, portanto, mesmo se uma pessoa não experimentar desejos sexuais de qualquer tipo, é um erro chamar assexuada e que, além de não sentir atração sexual, a pessoa continua a ser um ser sexual.
Mas vamos deixar de lado a assexualidade chamada e se concentrar por um momento sobre a demisexualidad. Sobre o que é isso? É uma condição física? Será que a orientação sexual? Ou o que?
O que é exatamente o demisexualidad?O demisexualidad não é …

Sammu-Ramat e Semiramis: A inspiração e o mito | Origem e História

por Joshua J. Mark Sammu-Ramat (reinou 806-811 A.C.) foi a rainha regente do Império Assírio, que ocupou o trono para seu filho Adad Nirari III até que ele atingiu a maturidade. Ela também é conhecida como Shammuramat, Sammuramat e, principalmente, como Semiramis. Esta última designação, "Semiramis", tem sido a fonte de controvérsia considerável para mais de um século, como estudiosos e historiadores discutem se Sammu-Ramat foi a inspiração para os mitos relativos a Semiramis, se Sammu-Ramat governou até a Assíria e se Semiramis existiu como uma personagem histórica real. O debate vem acontecendo há algum tempo e não susceptível de ser conclui uma maneira ou outra num futuro próximo mas, ainda assim, parece possível que sugerem a possibilidade que as lendas de Semiramis eram, na verdade, inspirado o reinado da rainha Sammu-Ramat e tem sua base, se não em seus atos reais, então pelo menos na impressão ela fez sobre o povo de seu tempo.

Semiramis, recebendo a pa…