Escola do Ministério Teocrático Semana de 18 de agosto ‒ Destaques de Números 10-13

Referências para a Escola do Ministério Teocrático

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Programa para a Escola do Ministério Teocrático: Semana de 18 de agosto


ss14 pp. 1-4 Programa da Escola do Ministério Teocrático para 2014
18 de ago. Leitura da Bíblia: Números 10-13
N.° 1: Números 10:1-16
N.° 2: Por que a fé precisa de “obras” (rs p. 340 §6–p. 341 §3)
N.° 3: Atos dos Apóstolos — O impressionante início e desenvolvimento da organização cristã (it-1 p. 272–p. 273 §4)

w14 15/6 pp. 1-2 Sumário
18-24 DE AGOSTO DE 2014
Você vê as fraquezas humanas como Jeová vê?
PÁGINA 23 CÂNTICOS: 77, 79

ws14 15/6 pp. 1-2 Sumário
18-24 DE AGOSTO DE 2014
Você vê as fraquezas humanas como Jeová vê?
PÁGINA 15 CÂNTICOS: 77, 79


Destaques do livro de Números 10-13

18 de ago. Leitura da Bíblia: Números 10-13

DE UM LUGAR PARA OUTRO NO ERMO
(Números 10:11-21:35)
Quando a nuvem por fim se levantou de cima do tabernáculo, os israelitas recomeçaram a marcha que os conduziria às planícies desérticas de Moabe — que levaria cerca de 38 anos. Talvez ache proveitoso acompanhar num mapa o caminho que eles percorreram. Poderá ver esse mapa na página 9 da brochura ‘Veja a Boa Terra’, publicada pelas Testemunhas de Jeová. A caminho para Cades, no ermo de Parã, houve pelo menos três casos de manifestação de queixa. O primeiro foi resolvido quando Jeová mandou fogo para consumir alguns do povo. Depois, os israelitas reclamaram pedindo carne e Jeová forneceu codornizes. A queixa de Miriã e Arão contra Moisés resultou em Miriã ser temporariamente acometida por lepra.
Enquanto estavam acampados em Cades, Moisés enviou 12 homens para espionar a Terra Prometida. Eles voltaram 40 dias depois. O povo, acreditando nos relatos maus de dez dos espias, queria apedrejar Moisés, Arão e os espias fiéis, Josué e Calebe. Jeová decidiu ferir o povo com pestilência, mas Moisés intercedeu, e Deus declarou que eles vagueariam no ermo por 40 anos — até que todos os que foram incluídos no censo tivessem morrido.
Jeová deu regulamentos adicionais. Corá e outros se rebelaram contra Moisés e Arão, mas os rebeldes foram destruídos por fogo ou tragados pela terra. No dia seguinte, toda a assembléia resmungou contra Moisés e Arão. Em resultado disso, 14.700 morreram num flagelo da parte de Jeová. Deus fez o bastão de Arão florescer para que todos soubessem que ele era o escolhido para ser sumo sacerdote. Jeová deu então leis adicionais referentes às obrigações dos levitas e à purificação do povo. O uso de cinzas duma novilha vermelha prefigurava a purificação por meio do sacrifício de Jesus. — Hebreus 9:13, 14.
Os filhos de Israel voltaram a Cades, onde Miriã morreu. A assembléia queixou-se de novo de Moisés e de Arão. Por que motivo? A falta de água. Visto que Moisés e Arão deixaram de santificar o nome de Jeová ao prover milagrosamente o povo de água, eles perderam a oportunidade de entrar na Terra Prometida. Israel partiu de Cades, e Arão morreu no monte Hor. Ao contornarem Edom, os israelitas se cansaram e falaram contra Deus e Moisés. Jeová enviou serpentes venenosas para puni-los. Moisés intercedeu novamente e Deus o mandou fazer uma serpente de cobre e colocá-la num poste, para que todos os que fossem mordidos ficassem curados ao olhar para ela. A serpente prefigurava Jesus Cristo que é pregado numa estaca para nosso benefício eterno. (João 3:14, 15) Israel derrotou os reis amorreus Síon e Ogue e tomou posse da terra deles.

Perguntas bíblicas respondidas:

12:1 — Por que Miriã e Arão se queixaram de Moisés? O verdadeiro motivo da sua queixa, pelo visto, era que Miriã desejava mais poder. Quando a esposa de Moisés, Zípora, se juntou novamente a ele no ermo, Miriã talvez temesse não ser vista mais como a primeira dama do acampamento. — Êxodo 18:1-5.
12:9-11 — Por que apenas Miriã foi atacada de lepra? É bem provável que a queixa tenha partido dela e depois tenha persuadido Arão a se juntar a ela. Ele mostrou a atitude correta quando confessou seu erro.

Lições para nós:

11:27-29. Moisés dá um excelente exemplo de como devemos reagir quando outros recebem privilégios no serviço de Jeová. Em vez de procurar glória para si mesmo, Moisés não sentiu ciúmes, mas ficou feliz quando Eldade e Medade começaram a agir como profetas.
12:2, 9, 10; 16:1-3, 12-14, 31-35, 41, 46-50. Jeová espera que seus adoradores respeitem a autoridade concedida por Ele.

*** w04 15/10 pp. 17-18 “Percorre o país” ***
Como as pessoas pensam e reagem?
11 Alguns talvez recorram a mapas bíblicos para determinar a localização de certos lugares, mas sabia que mapas podem revelar o modo de pensar das pessoas? Vejamos o exemplo dos israelitas que se mudaram do monte Sinai em direção à Terra Prometida. Depois de algumas paradas ao longo do caminho, finalmente chegaram a Cades (ou Cades-Barnéia). [9] Deuteronômio 1:2 menciona isso como uma viagem de 11 dias, uma distância de uns 270 quilômetros. Dali, Moisés enviou 12 espias à Terra Prometida. (Números 10:12, 33; 11:34, 35; 12:16; 13:1-3, 25, 26) Os espias foram para o norte, atravessaram o Negebe, provavelmente passaram por Berseba, depois por Hébron, e chegaram aos limites da Terra Prometida. (Números 13:21-24) Os israelitas, por terem acreditado no relatório negativo de dez espias, tiveram de perambular no deserto por 40 anos. (Números 14:1-34) O que isso revela a respeito da fé e da disposição deles de confiar em Jeová? — Deuteronômio 1:19-33; Salmo 78:22, 32-43; Judas 5.
12 Reflita sobre isso do ponto de vista geográfico. Será que os israelitas teriam andado tanto para chegar à Terra Prometida se tivessem exercido fé e seguido o conselho de Josué e Calebe? Cades encontrava-se a uns 16 quilômetros de Beer-Laai-Roi, onde Isaque e Rebeca haviam morado. [7] A cidade de Berseba, mencionada na Bíblia como estando na extremidade sul da Terra Prometida, estava a menos de 95 quilômetros de lá. (Gênesis 24:62; 25:11; 2 Samuel 3:10) Depois de terem percorrido o caminho entre o Egito e o monte Sinai, e mais os 270 quilômetros até Cades, eles estavam praticamente na entrada da Terra Prometida. No nosso caso, já estamos às portas do prometido Paraíso terrestre. O que aprendemos do que aconteceu aos israelitas? O apóstolo Paulo relacionou a situação deles com o seguinte conselho: “Façamos, portanto, o máximo para entrar naquele descanso, para que ninguém caia no mesmo exemplo de desobediência.” — Hebreus 3:16-4:11.

*** w95 1/3 p. 16 par. 10 Vivamos à altura da nossa dedicação “dia após dia” ***
10 Primeiro, Paulo advertiu-nos a não estarmos ‘desejosos de coisas prejudiciais’. (1 Coríntios 10:6) Isto talvez nos lembre a ocasião em que os israelitas se queixaram de ter apenas o maná para comer. Jeová enviou-lhes codornizes. Algo similar tinha acontecido mais ou menos um ano antes, no ermo de Sim, pouco antes de os israelitas declararem sua dedicação a Jeová. (Êxodo 16:1-3, 12, 13) Mas, a situação não era exatamente a mesma. Da primeira vez, quando Jeová forneceu codornizes, ele não repreendeu os israelitas por terem murmurado. Esta vez, porém, a situação era diferente. “A carne estava ainda entre os seus dentes, antes que pudesse ser mastigada, quando se acendeu a ira de Jeová contra o povo e Jeová começou a atingir o povo com uma matança muito grande.” (Números 11:4-6, 31-34) O que havia mudado? Como nação dedicada, eram agora considerados responsáveis. Sua falta de apreço pelas provisões de Jeová levou-os a se queixarem dele, apesar de terem prometido fazer tudo o que Jeová falara! Queixar-se hoje da mesa de Jeová é similar. Alguns deixam de apreciar as provisões espirituais de Jeová por meio do “escravo fiel e discreto”. (Mateus 24:45-47) Lembre-se, porém, de que a nossa dedicação requer que sejamos gratos pelo que Jeová tem feito por nós e que aceitemos o alimento espiritual suprido por Ele.

*** w11 15/1 pp. 27-28 Fortalecidos para superar qualquer provação ***
Ajudados a resistir à pressão de outras pessoas
8 Uma forma de oposição mais sutil contra os cristãos é a negativa pressão de outras pessoas. No entanto, visto que o espírito de Jeová é muito mais poderoso do que o espírito do mundo, podemos resistir aos que zombam de nós, que espalham mentiras a nosso respeito ou que tentam nos obrigar a adotar os seus padrões. O que foi, por exemplo, que habilitou Josué e Calebe a discordar dos conceitos dos outros dez espias enviados à terra de Canaã? Foi o espírito santo, que despertou neles um “espírito”, ou mentalidade, diferente. — Leia Números 13:30; 14:6-10, 24.

*** w11 15/7 p. 11 pars. 4-5 Você seguirá a amorosa orientação de Jeová? ***
As informações negativas daqueles dez espias rapidamente espalharam o medo e o pânico entre o povo. A maioria logo se convenceu de que seria um erro entrar na Terra Prometida, como Jeová havia ordenado. O que Josué e Calebe fizeram nessa situação explosiva? — Núm. 13:25-33.
5 Eles não ‘acompanharam a multidão’. Embora os israelitas odiassem ouvir isso, esses dois homens falaram a verdade e apegaram-se a ela — mesmo sob a ameaça de serem mortos por apedrejamento. De onde tiraram essa coragem? Sem dúvida, boa parte veio de sua fé. Pessoas de fé veem nitidamente a diferença entre as infundadas afirmações humanas e as promessas sagradas de Jeová. Mais tarde, esses dois homens falaram da reputação de Jeová como cumpridor de todas as suas promessas. (Leia Josué 14:6, 8; 23:2, 14.) Josué e Calebe apegavam-se ao seu Deus fiel e não queriam de forma alguma magoá-lo por acompanhar uma multidão sem fé. De modo que permaneceram firmes, deixando-nos um excelente exemplo. — Núm. 14:1-10.

*** w92 1/5 p. 24 Ele sustentou Israel no Sinai ***
Os israelitas haviam estado em servidão lá no delta do Nilo, mas não haviam sofrido carência. Murais em túmulos antigos retratam uma variedade de uvas, melões e outros produtos, bem como peixes e aves, que possibilitavam uma alimentação variada. Quão exata era então a almejante queixa no ermo: “Quem nos dará carne para comer? Como nos lembramos dos peixes que costumávamos comer de graça no Egito, dos pepinos e das melancias, e dos alhos-porros, e das cebolas, e do alho!” — Números 11:4, 5; 20:5.

*** w11 1/9 p. 14 Você Sabia? ***
Por que Jeová escolheu codornizes para alimentar os israelitas no deserto?
▪ Após o Êxodo dos israelitas do Egito, em duas ocasiões Deus forneceu-lhes carne de codornizes em abundância. — Êxodo 16:13; Números 11:31.
As codornizes são pequenas aves que têm até 18 centímetros de comprimento e pesam uns 100 gramas. Procriam em muitas partes da Ásia ocidental e Europa. Sendo aves migratórias, elas passam o inverno no norte da África e na Arábia. Durante sua migração, grandes bandos atravessam a costa leste do mar Mediterrâneo e sobrevoam a península do Sinai.
Segundo o The New Westminster Dictionary of the Bible (Novo Dicionário Bíblico de Westminster), as codornizes são “hábeis e velozes voadoras, que aproveitam bem os ventos; mas se o vento muda de direção, ou se as aves ficam exaustas por causa do longo voo, o bando inteiro pode cair, e as aves ficam inertes no chão”. Antes de continuar a migração, elas precisam descansar por um ou dois dias, tornando-se presa fácil de caçadores. No começo do século 20, o Egito exportava anualmente uns 3 milhões de codornizes para consumo.
Nas duas ocasiões em que os israelitas comeram codornizes era primavera. Embora essas aves sobrevoem a região do Sinai nessa época, foi Jeová que fez ‘levantar um vento’ que conduziu essas aves ao acampamento israelita. — Números 11:31.

*** w09 1/8 p. 26 Jeová dá valor à mansidão ***
Achegue-se a Deus
Jeová dá valor à mansidão
Números 12:1-15
ORGULHO, ciúme e ambição. Esses traços de personalidade são comuns entre aqueles que conseguem ter sucesso no mundo. Mas será que manifestar características como essas nos achega a Jeová Deus? Pelo contrário, Jeová dá valor à mansidão de seus adoradores. Isso fica evidente no relato de Números, capítulo 12. O cenário é o deserto do Sinai, após a libertação de Israel do Egito.
Miriã e Arão, irmãos mais velhos de Moisés, ‘começaram a falar contra’ seu irmão mais novo. (Versículo 1) Em vez de simplesmente falar com Moisés, falaram contra ele, provavelmente espalhando suas queixas pelo acampamento. Miriã, mencionada primeiro, pelo visto foi quem tomou a dianteira. O primeiro motivo das queixas foi o fato de Moisés ter se casado com uma mulher cusita. Será que Miriã ficou com ciúmes, talvez pensando que essa mulher ofuscaria sua posição — ainda por cima, uma não-israelita?
As queixas tinham raízes mais profundas. Miriã e Arão disseram: “É somente por meio de Moisés que Jeová falou? Não falou também por meio de nós?” (Versículo 2) Será que o verdadeiro motivo das queixas era o desejo de mais poder e reconhecimento?
No relato, Moisés não respondeu às queixas. Parece que ele suportou as acusações com serenidade. Sua paciência confirmou a descrição que a Bíblia faz dele como “o mais manso de todos os homens” na Terra. (Versículo 3) Moisés não precisou fazer nada. Jeová estava ouvindo e defendeu aquele homem.
Jeová levou aquelas queixas para o lado pessoal. Afinal, ele é que tinha designado Moisés. Ao repreender os queixosos, Deus fez com que se lembrassem que ele tinha uma relação ímpar com Moisés: “Boca a boca falo com ele.” Depois Jeová perguntou a Miriã e a Arão: “Por que, pois, não temestes falar contra . . . Moisés?” (Versículo 8) Por falar contra Moisés, eles eram na verdade culpados de falar contra Deus. Por causa dessa grande falta de respeito, sentiriam o calor da ira divina.
Miriã, a aparente instigadora, foi atacada com lepra. Arão imediatamente implorou a Moisés para interceder a favor dela. Veja só, o bem-estar de Miriã dependia agora da intervenção da pessoa que eles tinham injustiçado! Moisés, mostrando mansidão, fez o que lhe pediram. Na primeira vez que ele fala nesse relato, Moisés sinceramente ora a Jeová em favor de sua irmã. Miriã foi curada, mas teve de passar pela vergonha de ficar de quarentena durante sete dias.
Esse relato nos ajuda a entender quais são as qualidades que Jeová valoriza e quais os traços de personalidade que ele condena. Se quisermos nos achegar a Deus, precisamos nos esforçar para desarraigar quaisquer traços de orgulho, ciúme e ambição que talvez tenhamos. Jeová ama as pessoas mansas. Ele promete: “Os próprios mansos possuirão a terra e deveras se deleitarão na abundância de paz.” — Salmo 37:11; Tiago 4:6.
[Nota(s) de rodapé]
A mansidão é uma forte qualidade que permite que uma pessoa suporte injustiça com paciência, sem nenhum espírito de vingança.

*** w02 15/10 pp. 28-29 Os cristãos devem ser ciumentos? ***
Miriã e Finéias
Miriã era a irmã mais velha de Moisés e Arão, os líderes dos israelitas durante o Êxodo. Enquanto os israelitas estavam no deserto, Miriã ficou com ciúme (inveja) de seu irmão Moisés. O registro bíblico diz: “Miriã e Arão começaram então a falar contra Moisés por causa da esposa cusita que tomara. . . . E diziam: ‘É somente por meio de Moisés que Jeová falou? Não falou também por meio de nós?’ ” Pelo que parece, Miriã tomou a frente nessa rebelião contra Moisés, pois foi ela, e não Arão, que Jeová castigou com lepra por uma semana pela conduta desrespeitosa. — Números 12:1-15.
O que levou Miriã a agir contra Moisés? Teria sido a preocupação com a verdadeira adoração e o desejo de proteger o povo? Evidentemente não foi este o caso. É provável que Miriã tenha permitido que seu coração desejasse mais prestígio e autoridade. Por ser profetisa em Israel, ela era bastante respeitada pelo povo, especialmente pelas mulheres. Ela as havia liderado em tocar música e em cantar depois da salvação milagrosa de Israel no mar Vermelho. Algum tempo depois, porém, Miriã deve ter ficado preocupada demais com a possibilidade de perder parte de seu prestígio para uma suposta rival, a esposa de Moisés. O ciúme egoísta a fez incitar a rebelião contra Moisés, o líder designado por Jeová. — Êxodo 15:1, 20, 21.

*** w88 15/5 p. 22 Alguém já viu a Deus? ***
Quando Moisés falou com Deus e recebeu instruções dele, a comunicação não foi através de visões, como muitas vezes se dava no caso de outros profetas. Isto é dito em Números 12:6-8, onde lemos: “Ele prosseguiu, dizendo: ‘Ouvi as minhas palavras, por favor. Se houvesse um profeta vosso para Jeová, seria numa visão que me daria a conhecer a ele. Falar-lhe-ia num sonho. Não assim com meu servo Moisés! Ele está sendo incumbido de toda a minha casa. Boca a boca falo com ele, mostrando-lhe assim, e não por enigmas; e a aparência de Jeová é o que ele contempla.’” Em que sentido Moisés contemplava “a aparência de Jeová”?
Moisés contemplou “a aparência de Jeová” quando ele, Arão e certos outros homens estavam no monte Sinai. Em Êxodo 24:10, está escrito: “E chegaram a ver o Deus de Israel. E sob os pés dele havia o que se parecia a um trabalho de lajes de safira e aos próprios céus quanto à pureza.” Mas, em que sentido Moisés e os outros homens puderam “ver o Deus de Israel”, visto que Deus dissera a Moisés: “Homem algum pode ver-me e continuar vivo”? O versículo 11 explica, pois diz: “Ele não estendeu sua mão contra os homens distintos dos filhos de Israel, mas tiveram uma visão do verdadeiro Deus, e comeram e beberam.” Assim, a aparência de Deus que Moisés e os outros viram foi por meio de uma visão.

*** w02 1/12 p. 11 De que Josué se lembrou ***
A história dos espias também nos ensina que o nome de Josué foi mudado. Moisés acrescentou ao nome original dele, Oséias, que significa “Salvação”, a sílaba que indica o nome divino e chamou-o de Jeosué, ou Josué — “Jeová É Salvação”. A Septuaginta verte o seu nome como “Jesus”. (Números 13:8, 16, nota, NM com Referências) Fiel a esse grande nome, Josué declarava corajosamente que Jeová é salvação. A mudança do nome de Josué não pode ter sido feita por acaso. Refletiu o quanto Moisés estimava o caráter de Josué e correspondeu ao papel privilegiado que Josué desempenharia ao guiar uma nova geração para a Terra Prometida.

*** w06 15/6 p. 16 “Toma conta desta videira”! ***
“Toma conta desta videira”!
OS 12 espias percorreram toda a extensão da Terra Prometida. Moisés havia-lhes ordenado que observassem os habitantes e trouxessem amostras dos produtos do país. Que produto em especial chamou-lhes a atenção? Perto de Hébron eles encontraram um vinhedo de uvas tão grandes que foi preciso dois espias para carregar apenas um cacho. A produção era tão impressionante que os espias chamaram essa região fértil de “vale da torrente de Escol”, ou “Cacho de Uvas”. — Números 13:21-24; nota.
Numa visita à Palestina, no século 19, certo observador disse: “Escol, ou vale da Uva, . . . ainda está coberto de videiras e suas uvas são as melhores e maiores da Palestina.” Embora os vinhedos de Escol se destacassem, grande parte da Palestina produzia uvas excelentes nos tempos bíblicos. Registros egípcios indicam que os faraós importavam vinho de Canaã.

N.° 1: Números 10:1-16


N.° 2: Por que a fé precisa de “obras” (rs p. 340 §6–p. 341 §3)

rs p. 340 §6–p. 341 §3 Salvação
Efé. 2:8, 9, ALA: “Pela graça [“benignidade imerecida”, NM] sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie.” (A inteira provisão de salvação é uma expressão da benignidade imerecida de Deus. Não há meio de um descendente de Adão poder ganhar a salvação de per si, não importa quão nobres sejam as suas obras. A salvação é uma dádiva da parte de Deus, conferida aos que depositam fé no valor expiatório de pecados do sacrifício de seu Filho.)
Heb. 5:9, ALA: “[Jesus] tornou-se o Autor da salvação eterna para todos os que lhe obedecem.” (Grifo acrescentado.) (Está isto em contradição com a declaração de que os cristãos são ‘salvos mediante a fé’? Não, de forma alguma. A obediência simplesmente demonstra que sua fé é genuína.)
Tia. 2:14, 26, ALA: “Meus irmãos, qual é o proveito, se alguém disser que tem fé, mas não tiver obras? Pode, acaso, semelhante fé salvá-lo? Porque, assim como o corpo sem espírito é morto, assim também a fé sem obras é morta.” (A pessoa não ganha por mérito próprio a salvação mediante suas obras. Mas, todo aquele que tiver genuína fé terá obras que a acompanham — obras de obediência aos mandamentos de Deus e de Cristo, obras que demonstram sua fé e seu amor. Sem tais obras, a sua fé está morta.)
Atos 16:30, 31, Al: “Senhores, que é necessário que eu faça para me salvar? E eles [Paulo e Silas] disseram: Crê no Senhor Jesus Cristo, e serás salvo, tu e a tua casa.” (Se esse homem e a sua casa creram realmente, será que não agiram em harmonia com a sua crença? Certamente que sim.)

N.° 3: Atos dos Apóstolos — O impressionante início e desenvolvimento da organização cristã (it-1 p. 272–p. 273 §4)

it-1 p. 272–p. 273 §4 Atos dos Apóstolos
Este é o título pelo qual tem sido chamado um dos livros da Bíblia desde o segundo século EC. Abrange primariamente as atividades de Pedro e de Paulo, em vez de as de todos os apóstolos em geral; e fornece-nos uma história muitíssimo fidedigna e abrangente do espetacular começo e do rápido desenvolvimento da organização cristã, primeiro entre os judeus, e então entre os samaritanos e as nações gentias.
O tema dominante da Bíblia inteira, o Reino de Jeová, predomina no livro (At 1:3; 8:12; 14:22; 19:8; 20:25; 28:31), e somos constantemente lembrados de que os apóstolos deram “testemunho cabal” a respeito de Cristo e desse Reino, e realizaram plenamente o seu ministério. (2:40; 5:42; 8:25; 10:42; 20:21, 24; 23:11; 26:22; 28:23) O livro fornece também um notável fundo histórico para se considerar as cartas inspiradas das Escrituras Gregas Cristãs.
O Escritor. As palavras iniciais de Atos referem-se ao Evangelho de Lucas como “o primeiro relato”. E visto que ambos os relatos são dirigidos à mesma pessoa, Teófilo, sabemos que Lucas, embora não assinasse seu nome, foi o escritor de Atos. (Lu 1:3; At 1:1) Ambos os relatos têm estilo e linguagem similares. O Fragmento Muratoriano, de fins do segundo século EC, também atribui a escrita a Lucas. Escritos eclesiásticos do segundo século EC, de Irineu de Lião, de Clemente de Alexandria, e de Tertuliano de Cartago, quando citam Atos, mencionam Lucas como o escritor.
Quando e Onde Foi Escrito. O livro abrange um período de aproximadamente 28 anos, desde a ascensão de Jesus em 33 EC até o fim do segundo ano da prisão de Paulo em Roma, por volta de 61 EC. Durante este período, quatro imperadores romanos governaram em seqüência: Tibério, Calígula, Cláudio e Nero. Visto que relata eventos decorridos no segundo ano da prisão de Paulo em Roma, não poderia ter sido concluído antes disso. Se o relato tivesse sido escrito mais tarde, seria razoável esperar que Lucas fornecesse mais informações sobre Paulo; se escrito depois do ano 64 EC, certamente teria mencionado a violenta perseguição movida por Nero, que começou então; e, se escrito depois de 70 EC, como alguns argumentam, esperaríamos encontrar registrada a destruição de Jerusalém.
O escritor Lucas acompanhou Paulo em grande parte do período das suas viagens, inclusive na perigosa viagem a Roma, o que é evidente do uso que faz dos pronomes na primeira pessoa do plural, “nós”, “nosso”, “nos”, em Atos 16:10-17; 20:5-15; 21:1-18; 27:1-37; 28:1-16. Paulo, nas suas cartas escritas de Roma, menciona que Lucas também estava ali. (Col 4:14; Flm 24) Foi, por conseguinte, em Roma que se concluiu a escrita do livro de Atos.
Conforme já observado, o próprio Lucas foi testemunha ocular de grande parte do que escreveu, e, em suas viagens, ele contatou concristãos que participaram de certos eventos descritos ou os observaram. Por exemplo, João Marcos podia contar-lhe o miraculoso livramento de Pedro da prisão (At 12:12), ao passo que os eventos descritos nos capítulos 6 e 8 poderiam ter sido relatados pelo missionário Filipe. E Paulo, naturalmente, como testemunha ocular, podia suprir muitos pormenores dos eventos ocorridos quando Lucas não estava com ele.

Referências consultadas em: Watchtower Library 2013 CD‒ROM

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