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Recapitulação Setembro -- Outubro 2013

Referências ao Recapitulação da Escola do Ministério Teocrático Setembro -- Outubro 2013



Nota: Esta informação é fornecida como uma ajuda para a preparação pessoal, obtido em CD-ROM da Biblioteca da Torre de Vigia.
Será fornecido nenhum arquivo para download, mas você pode copiar as informações em seu processador de texto para o estudo pessoal e impressão.

Recapitulação da Escola do Ministério Teocrático


As seguintes perguntas serão consideradas na Escola do Ministério Teocrático na semana de 28 de outubro de 2013.

1. O que significa ter a "mente de Cristo"? (1 Cor. 2:16) [2 de set, w08 15/7 p. 27 § 7] Ter "a mente de Cristo"

(1 Coríntios 2:16) 16 Pois “quem veio a conhecer a mente de Jeová para o instruir?” Mas nós temos a mente de Cristo.
Significa conhecer sua maneira de pensar, compreender a plenitude de sua personalidade e imitar seu exemplo. (1 Ped. 2:21; 4:1) É importante estudar com muita atenção a vida e o ministério de Jesus.

2. Em que sentido 'fugimos da formicação'? (1 Cor. 6:18) [2 de set., w08 15/7 p. 27 § 9; w04 15/2 p. 12 § 9]

(1 Coríntios 6:18) 18 Fugi da fornicação. Todo outro pecado que o homem possa cometer é fora de seu corpo, mas quem pratica a fornicação está pecando contra o seu próprio corpo.
Por fugir da conduta imoral. Éstamos determinados a não apenas evitar atos de formicação, mas também pornografia, impureza moral, fantasias sexuais, flerte — qualquer coi¬sa que possa levar a formicação. (Mat. 5:28; Tia. 3:17)

3. O que Paulo quis dizer quando escreveu que as mulheres deveriam 'ficar caladas nas congregações'? (1 Cor. 14:34) [9 de set., w12 1/9 p. 9, quadro]

(1 Coríntios 14:34) 34 fiquem caladas as mulheres nas congregações, pois não se lhes permite falar, mas estejam em sujeição, assim como diz até mesmo a Lei.
Paulo aconselhou não só as mulheres, mas todos na congregarão que tinham o dom de falar em línguas e profetizar a 'ficarem calados' quando outro cristão estivesse falando. (1 Cor. 14:27-30, 33) É provável que algumas mulheres cristas estivessem tão empolgadas com sua nova fé que interrompessem o orador para fazer perguntas, como era o costume naquela região. Para evitar essas interrupções, Paulo as incentivou a 'interrogar a seus próprios maridos em casa'. (1 Cor. 14:35)

4. Como as palavras de Paulo em 2 Coríntios 1:24 afetam os anciãos hoje? [16 de set., w13 15/1 p. 27 §§ 2-3]

(2 Coríntios 1:24) 24 Não é que sejamos os amos de vossa fé, mas somos colaboradores para a vossa alegria, porque é pela [vossa] fé que estais em pé.
Paulo tinha certeza que os irmãos em Corinto amavam a Deus e queriam fazer o que era certo. (2 Cor. 2:3) Hoje, os anciãos imitam Paulo por confiar na fe e na motivação dos irmãos em servir a Deus. (2 Tes. 3:4) Ém vez de estabelecer regras rígidas para a congregarão, os anciãos confiam nos princípios bíblicos e na orientação da organização de Jeová. (1 Ped. 5:2, 3)

5. Que orientação encontramos em 2 Coríntios 9:7? [23 de set., g 5/08 p. 21, quadro]

(2 Coríntios 9:7) 7 Faça cada um conforme tem resolvido no seu coração, não de modo ressentido, nem sob compulsão, pois Deus ama o dador animado.
Por dar de bom grado nosso tempo, energia e bens materiais para o benefício de outros, estamos nos esforçando a 'amar, não em palavra nem com a língua, mas em ação e em verdade'. (1 João 3:18) Quando surge necessidade, como por ocasião de desastres naturais, consideramos um privilegio ajudar as vítimas.

6. Como nos beneficiamos por acatar o conse¬lho de Paulo em Gálatas 6:4? [30 de set., w12 15/12 p. 13 § 18]

(Gálatas 6:4) 4 Mas, prove cada um quais são as suas próprias obras, e então terá causa para exultação, apenas com respeito a si próprio e não em comparação com outra pessoa.
Ém vez de compa¬rar o que nos fazemos com o que outros fazem, devemos nos concentrar no podemos fazer pessoalmente e tentar o nosso melhor. Dessa maneira nos prote¬geremos contra o orgulho e o desanimo. Talvez a saúde fraca ou responsabilida¬des diversas nos impeçam de fazer tudo o que fazíamos antes. Ou talvez possa¬mos fazer mais agora do que fazíamos antes.

7. O que significa "observar a unidade do espi¬rito"? (Efe. 4:3) [7 de out., w1215/7 p. 28 § 7]

(Efésios 4:3) 3 diligenciando observar a unidade do espírito no vínculo unificador da paz.
Significa permitir que o espírito de Deus mude nossa forma de agir e produza seu fruto em nos. Esse fruto promove a paz e a união entre o povo de Deus e nos ajuda a ser pacíficos com outros. (Gal. 5:22, 23)

8. O que Paulo achava das coisas que havia deixado para trás? (Fil. 3:8) [14 de out., w12 15/3 p. 27 § 12]

(Filipenses 3:8) 8 Ora, neste respeito, considero também, deveras, todas as coisas como perda, por causa do valor superior do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor. Por causa dele tenho aceito a perda de todas as coisas e as considero como uma porção de refugo, para que eu possa ganhar a Cristo
Uma pessoa que joga fora lixo nao lamenta isso mais tarde. Da mesma maneira, Paulo nao se arrependeu de perder nenhuma das oportunidades que deixou para trás no mundo. Ele não achava mais que elas tinham valor.

9. O que significa o conselho: "Nao estejamos dormindo assim como fazem os demais"? (1 Tes. 5:6) [21 de out., w12 15/3 p. 10 § 4]

(1 Tessalonicenses 5:6) 6 Assim, pois, não estejamos dormindo assim como fazem os demais, mas fiquemos despertos e mantenhamos os nossos sentidos.
'Dormir' significa nao fazer o que Jeová diz ser o certo ou viver como se o tempo de Jeová para destruir os maus estivesse muito longe. Devemos também evitar que os maus nos influenciem a adotar seus modos e costumes.

10. Como a morte sacrificial de Jesus foi um "resgate correspondente"? (1 Tim. 2:6) [28 de out., w11 15/6 p. 13 § 11]

(1 Timóteo 2:6) 6 o qual se entregou como resgate correspondente por todos — [isto é] o que se há de testemunhar nos seus próprios tempos específicos.
Adato trouxe a imperfeição e a morte a bilhetes de pessoas. A Bíblia explica que a morte de "um so homem" proveu o livramento do pecado e da morte. (Rom. 5:15-19) A vida perfeita de Jesus correspondeu, ou foi o equivalente exato, a vida de Adão. "Um so ato de justificarão" de Jesus — sua obediência e integridade mesmo em face da morte — possibilitou que todo tipo de pessoas recebesse a vida eterna. (2 Cor. 5:14, 15; 1 Ped. 3:18)

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