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Destaques do Génesis

Destaques para a leitura da Bíblia: Génesis

Destaques para a leitura da Bíblia em Génesis - textos explicados e aulas práticas


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Leitura de Génesis


Referências para Destaques do Génesis


Resumo do livro Génesis em “Toda a Escritura é Inspirada por Deus e Proveitosa”

*** si pp. 14-17 Livro bíblico número 1 — Gênesis ***

CONTEÚDO DE GÊNESIS
9 A criação dos céus e da terra, e a preparação da terra para habitação humana ( 1:1-2:25). Remontando evidentemente a bilhões de anos, Gênesis começa com impressionante simplicidade: “No princípio Deus criou os céus e a terra.” Significativamente, esta sentença inicial identifica a Deus como sendo o Criador e sua criação material como sendo os céus e a terra. Com palavras majestosas e bem-escolhidas, o primeiro capítulo passa a fazer um relato geral sobre a obra criativa no tocante à terra. Isto se realiza em seis períodos, chamados de dias, cada qual começando com noitinha, quando a obra criativa daquele período é indefinida, e terminando no brilho da manhã, quando a glória da obra criativa torna-se claramente manifesta. Em “dias” sucessivos aparecem a luz, a expansão da atmosfera, a terra seca e a vegetação, os luzeiros para separar o dia e a noite, os peixes e as aves, os animais terrestres e, por fim, o homem. Deus dá a conhecer aqui a sua lei que governa as espécies, a barreira intransponível que impossibilita uma espécie evoluir em outra. Tendo feito o homem à Sua própria imagem, Deus anuncia seu propósito triplo para com o homem na terra: enchê-la de uma prole justa, subjugá-la e ter em sujeição a criação animal. O sétimo “dia” é abençoado e declarado sagrado por Jeová, que passa então a ‘descansar de todas as suas obras que tem feito’. A seguir o relato fornece uma vista de perto, ou ampliada, da obra criativa de Deus relativa ao homem. Descreve o jardim do Éden e sua localização, declara a lei de Deus sobre a árvore proibida, fala sobre Adão dar nome aos animais e daí a respeito de Jeová providenciar o primeiro casamento, formando uma esposa do próprio corpo de Adão e trazendo-a a este.
10 O pecado e a morte entram no mundo; predito o “descendente” (semente) como libertador (3:1-5:5). A mulher come do fruto proibido e persuade seu marido a unir-se a ela em rebelião e, assim, o Éden fica profanado pela desobediência. Deus imediatamente indica o meio pelo qual seu propósito será realizado: “E Jeová Deus passou a dizer à serpente [Satanás, o instigador invisível da rebelião]: ‘ . . . E porei inimizade entre ti e a mulher, e entre o teu descendente [literalmente: semente] e o seu descendente. Ele te machucará a cabeça e tu lhe machucarás o calcanhar.’” (3:14, 15) O homem é expulso do jardim, passando a viver em dor e labuta suada entre espinhos e abrolhos. Por fim, tem de morrer e retornar ao solo do qual fora tirado. Só a sua prole pode ter esperança na Semente prometida.
11 As devastações do pecado continuam fora do Éden. Caim, o primeiro filho varão nascido, torna-se o assassino de seu irmão Abel, fiel servo de Jeová. Jeová proscreve a Caim para a terra da Fuga, onde ele produz uma geração que mais tarde é exterminada pelo Dilúvio. Adão tem então mais um filho, Sete, que se torna pai de Enos; nessa época, os homens começam a invocar o nome de Jeová hipocritamente. Adão morre aos 930 anos de idade.
12 Homens e anjos iníquos arruínam a terra; Deus traz o Dilúvio (5:6-11:9). Dá-se aqui a genealogia através de Sete. Entre estes descendentes de Sete destacam-se Enoque, que santifica o nome de Jeová “andando com o verdadeiro Deus”. (5:22) O próximo homem de fé notável é o bisneto de Enoque, Noé, que nasceu 1.056 anos depois da criação de Adão. Nessa época, ocorre algo que aumenta a violência na terra. Anjos de Deus abandonam sua habitação celestial para se casarem com as lindas filhas dos homens. Essa coabitação não-autorizada produz uma raça híbrida de gigantes conhecidos por nefilins (que significa “Derrubadores”), que fazem um nome, não para Deus, mas para si mesmos. Portanto, Jeová anuncia a Noé que eliminará os homens e os animais por causa da contínua maldade da humanidade. Só Noé acha favor diante de Jeová.
13 Noé torna-se pai de Sem, Cã e Jafé. Ao passo que a violência e a ruína persistem na terra, Jeová revela a Noé que está prestes a santificar o Seu nome mediante um grande dilúvio e manda que Noé construa uma arca de preservação, dando-lhe planos pormenorizados da construção. Noé obedece prontamente, reúne dentro da arca a sua família de oito pessoas, juntamente com animais e aves; daí, no 600.° ano de sua vida (2370 AEC), começa o Dilúvio. O aguaceiro continua por 40 dias, sendo que mesmo os altos montes ficam cobertos por até 15 côvados (quase 7 metros) de água. Depois de um ano, quando Noé finalmente pode conduzir sua família para fora da arca, seu primeiro ato é oferecer um grande sacrifício de agradecimento a Jeová.
14 Jeová então profere uma bênção sobre Noé e sua família e ordena-lhes que encham a terra com sua descendência. O decreto de Deus permite comerem carne, mas exige abstinência do sangue, que é a alma, ou vida, da carne, e exige a execução de homicidas. O pacto de Deus de nunca mais trazer um dilúvio sobre a terra é confirmado com o aparecimento do arco-íris no céu. Mais tarde, Cã mostra desrespeito pelo profeta de Jeová, Noé. Este, ao ficar sabendo disso, amaldiçoa a Canaã, filho de Cã, mas acrescenta uma bênção que mostra que Sem será especialmente favorecido e que Jafé também será abençoado. Noé morre aos 950 anos de idade.
15 Os três filhos de Noé executam a ordem de Deus de multiplicar-se, produzindo 70 famílias, os progenitores da atual raça humana. Ninrode, neto de Cã, não é incluído nesta relação, evidentemente porque torna-se “poderoso caçador em oposição a Jeová”. (10:9) Ele funda um reino e começa a edificar cidades. Nessa época, toda a terra fala uma só língua. Os homens, em vez de se espalharem sobre a terra, para a povoarem e a cultivarem, decidem construir uma cidade e uma torre com o cume nos céus, para fazerem um nome célebre para si mesmos. No entanto, Jeová frustra a intenção deles confundindo-lhes a língua e, assim, os espalha. A cidade é chamada de Babel (que significa “Confusão”).
16 Os tratos de Deus com Abraão (11:10-25:26). Traça-se a importante linhagem de descendentes de Sem até o filho de Tera, Abrão, fornecendo-se também os elos cronológicos. Em vez de procurar fazer um nome para si mesmo, Abrão exerce fé em Deus. Aos 75 anos de idade, ele parte da cidade caldéia de Ur, às ordens de Deus, cruza o Eufrates a caminho da terra de Canaã, invocando o nome de Jeová. Por causa de sua fé e obediência, chega a ser chamado de “amigo [apreciador] de Jeová”, e Deus faz seu pacto com ele. (Tia. 2:23; 2 Crô. 20:7; Isa. 41:8) Deus protege a Abrão e sua esposa durante uma breve estada no Egito. De volta a Canaã, Abrão mostra sua generosidade e pacificidade, permitindo que seu sobrinho e co-adorador Ló selecione a melhor parte da terra. Mais tarde, socorre a Ló das mãos de quatro reis que o capturaram. Daí, retornando da luta, Abrão encontra Melquisedeque, rei de Salém, que, como sacerdote de Deus, abençoa a Abrão, e Abrão lhe paga dízimos.
17 Mais tarde Deus aparece a Abrão, anunciando ser Ele o escudo de Abrão e amplia sua promessa pactuada revelando que numericamente a semente de Abrão tornar-se-á como as estrelas do céu. Abrão é informado de que sua semente sofrerá aflição por 400 anos, mas será libertada por Deus, com julgamento contra a nação causadora da aflição. Quando Abrão atinge 85 anos, sua esposa Sarai, ainda sem filhos, lhe dá Agar, sua serva egípcia, para que ele tenha um filho por meio dela. Nasce Ismael, que é considerado o possível herdeiro. Mas, as intenções de Jeová são outras. Quando Abrão atinge 99 anos, Jeová troca-lhe o nome para Abraão, e o de Sarai para Sara, e promete que Sara dará à luz um filho. Dá-se o pacto da circuncisão a Abraão, e ele imediatamente circuncida os de sua casa.
18 A seguir, Deus anuncia a seu amigo Abraão a sua determinação de destruir Sodoma e Gomorra, por causa do grande pecado delas. Os anjos de Jeová avisam a Ló e ajudam-no a fugir de Sodoma, junto com a esposa e duas filhas. A esposa, porém, demorando-se ao olhar com anelo para as coisas deixadas atrás, transforma-se em coluna de sal. As filhas de Ló, para terem descendência, embriagam o pai com vinho e, mediante relação sexual com ele, dão à luz dois filhos, que se tornam os pais das nações de Moabe e de Amom.
19 Deus protege a Sara de ser contaminada por Abimeleque, dos filisteus. Nasce o herdeiro prometido, Isaque, quando Abraão tem 100 anos e Sara cerca de 90. Uns cinco anos depois, Ismael, de 19 anos, zomba de Isaque, o herdeiro, resultando em Agar e Ismael serem despedidos, com a aprovação de Deus. Alguns anos depois, Deus prova a Abraão, mandando que sacrifique seu filho Isaque num dos montes de Moriá. A grande fé de Abraão em Jeová não vacila. Ele tenta oferecer seu filho e herdeiro, mas Jeová o detém, suprindo-lhe um carneiro como sacrifício substituto. Jeová mais uma vez confirma sua promessa a Abraão, dizendo que multiplicará a semente de Abraão como as estrelas do céu e os grãos de areia da praia. Revela que essa semente tomará posse do portão de seus inimigos, e que todas as nações da terra certamente serão abençoadas por meio da Semente.
20 Sara morre aos 127 anos de idade e é sepultada num campo que Abraão compra dos filhos de Hete. Abraão envia então o principal servo de sua casa para obter uma esposa para Isaque, do país de seus parentes. Jeová conduz o servo à família de Betuel, filho de Naor, e fazem-se planos para que Rebeca retorne com ele. Rebeca vai de bom grado, com a bênção de sua família, e torna-se esposa de Isaque. Abraão, por sua vez, toma outra esposa, Quetura, que lhe dá à luz seis filhos. Contudo, ele dá-lhes presentes e os despede, fazendo de Isaque seu único herdeiro. Daí, aos 175 anos, Abraão morre.
21 Conforme Jeová predissera, o irmão consangüíneo de Isaque, Ismael, torna-se pai duma grande nação, fundada sobre seus 12 filhos-maiorais. Por 20 anos Rebeca é estéril, mas Isaque roga continuamente a Jeová, e ela dá à luz gêmeos, Esaú e Jacó, a respeito de quem Jeová lhe dissera que o mais velho serviria ao mais novo. Isaque tem então 60 anos de idade.
22 Jacó e seus 12 filhos (25:27-37:1). Esaú torna-se entusiasta da caça. Deixando de ter apreço pelo pacto feito com Abraão, ele volta da caçada certo dia e vende seu direito de primogenitura a Jacó por um mero bocado de cozido. Além disso, casa-se com duas mulheres hititas (e mais tarde com uma ismaelita), que se tornam uma fonte de amargura para os pais dele. Ajudado por sua mãe, Jacó se disfarça, fazendo-se passar por Esaú, a fim de receber a bênção de primogênito. Esaú, que não havia revelado a Isaque que vendera o direito de primogenitura, planeja então matar Jacó ao saber o que este fizera, de modo que Rebeca aconselha Jacó a fugir para Harã, para o irmão dela, Labão. Antes de Jacó partir, Isaque o abençoa mais uma vez e instrui-o a não tomar esposa pagã, mas sim a alguém da família de sua mãe. Em Betel, a caminho de Harã, Jeová lhe aparece num sonho, reanima-o e confirma-lhe a promessa pactuada feita em relação com ele.
23 Em Harã, Jacó trabalha para Labão, casa-se com as duas filhas deste, Léia e Raquel. Embora este casamento polígamo lhe seja causado por meio dum truque de Labão, Deus abençoa-o, dando a Jacó 12 filhos e uma filha mediante as esposas e as duas servas delas, Zilpa e Bila. Deus cuida que os rebanhos de Jacó aumentem grandemente, e daí instrui-o a retornar para a terra de seus antepassados. É perseguido por Labão, mas eles fazem um pacto no lugar chamado Galeede e A Torre de Vigia (hebraico, ham•Mits•páh). Prosseguindo a sua jornada, os anjos reanimam a Jacó e ele luta durante a noite com um anjo, que, por fim, abençoa-o e muda-lhe o nome de Jacó para Israel. Jacó providencia pacificamente um encontro com Esaú e viaja para Siquém. Ali, sua filha Diná é violentada pelo filho do chefe heveu. Os irmãos dela, Simeão e Levi, vingam-se, matando os homens de Siquém. Isto desagrada a Jacó, pois dá a ele, representante de Jeová, má fama no país. Deus lhe diz para ir a Betel para erigir ali um altar. Na penosa viagem saindo de Betel, Raquel morre ao dar à luz para Jacó seu 12.° filho, Benjamim. Rubem violenta a serva de Raquel, Bila, mãe de dois filhos de Jacó e, por isso, perde o direito de primogenitura. Pouco depois, Isaque morre aos 180 anos de idade, e Esaú e Jacó o sepultam.
24 Esaú e sua família mudam-se para a região montanhosa de Seir, e a grande riqueza acumulada de Esaú e de Jacó impede-os de continuarem a morar juntos. Fornece-se a lista da descendência de Esaú, bem como a dos xeques e dos reis de Edom. Jacó continua a morar em Canaã.
25 Para o Egito a fim de preservar a vida (37:2-50:26). Devido ao favor de Jeová e a certos sonhos que ele faz que José tenha, os seus irmãos mais velhos chegam a odiá-lo. Tramam matá-lo, mas, em vez disso, vendem-no a certos mercadores ismaelitas de passagem. Mergulhando a roupa listrada de José no sangue dum bode, apresentam-na a Jacó como prova de que o jovem de 17 anos fora morto por uma fera. José é levado para o Egito e vendido a Potifar, chefe da guarda de Faraó.
26 O capítulo 38 faz uma breve digressão para relatar o nascimento de Peres, filho de Tamar, que, por estratégia, faz com que Judá, seu sogro, realize o casamento que deveria ser realizado pelo filho dele com ela. Este relato frisa mais uma vez o extremo cuidado com que as Escrituras registram cada ocorrência que conduz à produção da Semente da promessa. O filho de Judá, Peres, torna-se um dos antepassados de Jesus. — Luc. 3:23, 33.
27 No ínterim, Jeová abençoa José no Egito, e José torna-se grande na casa de Potifar. Contudo, as dificuldades o perseguem quando se recusa a vituperar o nome de Deus, não consentindo em fornicar com a esposa de Potifar, e ele é falsamente acusado e lançado na prisão. Ali é usado por Jeová na interpretação dos sonhos de dois companheiros de prisão, o copeiro e o padeiro de Faraó. Mais tarde, quando Faraó tem um sonho que o deixa muito preocupado, a habilidade de José lhe é trazida à atenção, de modo que é imediatamente levado da masmorra na prisão à presença de Faraó. Dando o crédito a Deus, José interpreta o sonho predizendo sete anos de fartura a serem seguidos de sete anos de fome. Faraó reconhece “o espírito de Deus” sobre José, e nomeia-o primeiro-ministro para cuidar da situação. (Gên. 41:38) José, agora com 30 anos de idade, administra sabiamente, armazenando alimentos durante os sete anos de fartura. Daí, durante a fome mundial que se segue, ele vende os cereais aos povos do Egito e de outras nações que vêm ao Egito em busca de alimento.
28 Com o tempo, Jacó envia seus dez filhos mais velhos ao Egito em busca de cereais. José reconhece-os, mas eles não. Retendo a Simeão como refém, José exige que tragam seu irmão mais jovem na próxima viagem em busca de cereais. Quando os nove filhos retornam com Benjamim, José se revela, expressa seu perdão aos dez culpados e os instrui a trazerem Jacó e a se mudarem para o Egito, para o bem deles durante a fome. Concordemente, Jacó, junto com 66 descendentes, muda-se para o Egito. Faraó dá-lhes a melhor terra, a terra de Gósen, para ali residirem.
29 Quando Jacó se aproxima da morte, abençoa a Efraim e a Manassés, os filhos de José, e daí chama junto de si a seus próprios 12 filhos para lhes dizer o que lhes sucederá “na parte final dos dias”. (49:1) Ele dá então, em pormenores, uma série de profecias, todas elas tendo tido desde então um cumprimento notável. Ele prediz que o cetro do domínio permanecerá na tribo de Judá até a vinda de Siló (que significa “Aquele de Quem É”; Aquele a Quem Pertence”), a prometida Semente. Depois de assim abençoar os cabeças das 12 tribos, e de dar ordens sobre seu próprio enterro futuro na Terra da Promessa, Jacó morre à idade de 147 anos. José continua a cuidar de seus irmãos e da família deles até à sua própria morte, à idade de 110 anos, tempo em que expressa sua fé no sentido de que Deus levará outra vez Israel para sua terra, e pede que também seus ossos sejam levados para aquela Terra da Promessa.

Destaques do Génesis em "Estudo Perspicaz das Escrituras"

*** it-2 p. 203 Gênesis, Livro de ***

[Destaques na página 203]
DESTAQUES DE GÊNESIS
Registro da criação e preparação da terra, por Deus, para ser habitada pelos humanos, do papel da humanidade no propósito de Deus e dos tratos de Deus com homens de fé, durante uns 2.300 anos dos primórdios da história humana.
Abrange o período desde o começo da criação física até a morte de José no Egito (1657 AEC).
Criação de céus e terra físicos, e a preparação da terra para ser habitada pelos humanos. (1:1-2:25)
Pecado e morte penetram no mundo; predito um “descendente [lit.: semente]” como libertador. (3:1-5:5)
Serpente engana mulher; esta e Adão comem do fruto proibido.
Sentenciados serpente, mulher e Adão; o descendente (semente) da mulher esmagará a serpente.
Caim, primogênito de Adão e Eva, assassina seu irmão Abel.
Em cumprimento do julgamento de Deus, Adão morre aos 930 anos de idade.
Anjos e homens iníquos arruínam a terra; Deus traz Dilúvio global. (5:6-11:9)
Noé nasce na linhagem de Sete, filho de Adão; nos seus dias, anjos desobedientes casam-se com mulheres e geram os nefilins, que se entregam à violência.
Jeová decreta a destruição por meio dum dilúvio, mas manda Noé construir uma arca para a preservação da sua família e de espécies básicas de animais.
As águas do Dilúvio predominam na terra inteira; todos os humanos, criaturas voadoras e animais terrestres fora da arca perecem.
Após o Dilúvio, Jeová proíbe o consumo de sangue, autoriza a pena de morte para o assassínio e estabelece o pacto do arco-íris, prometendo nunca mais trazer um dilúvio.
Durante a segunda geração nascida após o Dilúvio, pessoas começam a construir uma torre, desafiando o propósito de Deus, de que se espalhassem; Jeová confunde-lhes a língua, dispersando-as.
Os tratos de Jeová com Abraão. (11:10-25:26)
Abrão, descendente de Sem, parte de Ur em obediência à chamada de Deus.
Em Canaã, promete-se a Abrão que seu descendente, ou semente, receberá aquela terra.
Ló separa-se de seu tio Abrão, estabelece-se perto de Sodoma, é capturado e depois é liberto por Abrão; Melquisedeque abençoa Abrão.
Abrão toma Agar como concubina, e ela dá à luz Ismael.
Jeová muda o nome de Abrão para Abraão, e o de Sarai para Sara; estabelece-se o pacto da circuncisão.
O anjo de Jeová informa Abraão que Sara terá um filho — Isaque.
Informado sobre o julgamento de Sodoma, Abraão roga pelos justos.
Anjos instam com Ló e sua família a deixarem Sodoma; a esposa de Ló perece por desobediência.
Nasce Isaque; a caçoada de Ismael quando Isaque é desmamado resulta em Ismael ser mandado embora.
Em obediência a Jeová, Abraão tenta sacrificar Isaque; e recebe garantia a respeito das promessas do pacto.
Após a morte de Sara, Abraão providencia uma esposa para Isaque.
Rebeca, esposa de Isaque, dá à luz Esaú e Jacó.
Jacó (Israel) e seus 12 filhos; vão ao Egito para preservar a vida. (25:27-50:26)
Depois de Jacó comprar de Esaú o direito de primogenitura por uma refeição, e, mais tarde, às instâncias de Rebeca, procurar obter a bênção que Isaque pretendia dar a Esaú, ele parte para Padã-Arã, buscando esposa.
Labão, irmão de Rebeca, engana Jacó fazendo-o casar-se com Léia; daí, Jacó casa-se com Raquel; com Léia e Raquel, e as duas servas delas, Jacó tem 11 filhos e uma filha, Diná, antes de partir com a família de Padã-Arã.
Jacó luta com anjo, e tem deslocado a junta da coxa; agarra-se desesperadamente ao anjo, a fim de receber uma bênção, e seu nome é mudado para Israel.
Após um encontro pacífico com Esaú, Jacó mora em Sucote, e depois em Siquém, onde Diná é violentada.
Raquel morre ao dar à luz o 12.° filho de Jacó, Benjamim.
Odiando José, primogênito de Raquel, seus meios-irmãos o vendem; ele se torna escravo de Potifar, no Egito.
Encarcerado sob acusações falsas, José passa por situações que trazem à atenção de Faraó sua capacidade de interpretar sonhos.
José interpreta sonhos de Faraó a respeito duma fome e é constituído em segundo governante do Egito.
Fome em Canaã obriga filhos de Jacó a ir ao Egito em busca de alimentos; com o tempo, José se revela aos seus meios-irmãos.
Jacó e família mudam-se para o Egito; José cuida deles.
Jacó morre no Egito depois de proferir bênçãos proféticas sobre Efraim e Manassés, filhos de José, e sobre seus próprios 12 filhos.

Destaques do Génesis em "A Sentinela" (1983)

*** w83 15/7 pp. 14-15 Gênesis — inspira fé, esperança e coragem ***

Por ler atentamente Gênesis, derivará grande benefício deste relato emocionante de fé, esperança e coragem. Nisso, porém, talvez tenha perguntas. Algumas dessas perguntas talvez sejam respondidas ao examinarmos mais de perto o livro inicial da Bíblia.

O MUNDO ANTEDILUVIANO

● 1:26 — De que modo foi o homem feito à imagem e semelhança de Deus?
O homem desconhece a forma de Deus. (Deuteronômio 4:15-20) Mas o homem foi feito à imagem e semelhança de Jeová no sentido de que foi criado com atributos de Deus tais como justiça, sabedoria, poder e amor. (Deuteronômio 32:4, Jó 12:13; Isaías 40:26; 1 João 4:8) Visto que o Filho de Deus, a Palavra, também possui essas qualidades Jeová disse-lhe apropriadamente: “Façamos o homem à nossa imagem, segundo a nossa semelhança.” — João 1:1-3, 14.
● 4:17 — Onde obteve Caim a sua esposa?
Adão “se tornou pai de filhos e de filhas”. (Gênesis 5:4) De modo que Caim tomou uma de suas irmãs por esposa. Mais tarde, a Lei de Deus, dada aos israelitas, não permitiu mais o casamento entre irmão e irmã carnais. — Levítico 18:9.
● 6:6 — Em que sentido “deplorou” Jeová ter feito os homens?
A palavra hebraica aqui traduzida por “deplorou” refere-se a uma mudança de atitude ou intenção. Jeová é perfeito, e por isso não cometeu engano ao criar o homem. Mas ele mudou de atitude mental para com a iníqua geração antediluviana. Deus mudou da atitude de Criador dos homens para o de destruidor deles, porque se desagradou da iniqüidade deles. Jeová lastimava que a iniqüidade do homem exigisse uma grande destruição de vidas, mas via-se obrigado a agir, a fim de manter suas normas justas. Ter ele preservado alguns humanos mostra que sua deploração se limitou àqueles que se haviam tornado maus em palavras e em atos. — 2 Pedro 2:5, 9.

A HUMANIDADE ENTROU NUMA NOVA ERA

● 8:11 — Se as árvores foram arruinadas pelo Dilúvio, onde obteve a pomba a folha de oliveira?
Sem dúvida, as águas do Dilúvio afetaram adversamente muitas árvores. Mas, o filósofo e cientista grego Teofrasto e o naturalista romano Plínio, o Velho, relataram que a oliveira tem crescido debaixo da água do Mar Vermelho, até mesmo retendo o seu verdor ali. De modo que é possível que uma oliveira continuasse viva debaixo da água por alguns meses durante o Dilúvio. Com o rebaixamento das águas do Dilúvio, uma oliveira submersa ficaria novamente em solo seco e poderia produzir folhas, uma das quais poderia ter sido facilmente apanhada pela pomba.
● 9:24, 25 — Por que amaldiçoou Noé a Canaã, quando o ofensor era Cã?
É bem provável que Canaã fosse culpado de algum abuso ou perversão contra a pessoa de seu avô Noé, e que Cã presenciasse isso sem interferir. Em vez disso, parece que Cã, filho de Noé, espalhou a história, ao passo que Sem e Jafé agiram para cobrir seu pai. Portanto, eles foram abençoados sendo o provável perpetrador Canaã amaldiçoado, e o observador e tagarela Cã sofreu pela vergonha lançada sobre a sua prole. Embora as Escrituras não fornecem todos os pormenores, o ponto importante é que Jeová fez com que Noé proferisse a profecia e Deus causou seu cumprimento, quando os cananeus que não foram destruídos pelos israelitas foram sujeitos à servidão aos descendentes de Sem. — Josué 9:23; 1 Reis 9:21.
● 10:25 — Como foi “dividida” a terra nos dias de Pelegue?
Pelegue viveu de 2269 a 2030 AEC. Seu nome significa “divisão”, e se ele recebeu o nome ao nascer, então era profético duma notável divisão que ocorreu durante a sua vida. Foi então que “foi dividida a terra [ou a “população da terra”]”. O registro bíblico indica que foi “nos seus dias” que Jeová causou uma grande divisão por confundir a língua dos construtores de Babel e ‘os espalhou por toda a superfície da terra’. — Gênesis 11:9; veja também 10:1, 6, 8-10; 11:10-17.

PATRIARCAS COM FÉ INABALÁVEL

● 15:13 — Como se cumpriu a predita aflição de 400 anos para os descendentes de Abrão?
Este período de aflição estendeu-se de 1913 a 1513 AEC. Quando Isaque, filho de Abraão, foi desmamado aproximadamente aos 5 anos de idade, em 1913 AEC, seu meio-irmão Ismael (então com cerca de 19 anos) ‘caçoava’ dele. A seriedade desta caçoada do herdeiro de Abraão se torna clara da reação de Sara e da aprovação, por Jeová, de sua insistência em que Agar e seu filho Ismael fossem mandados embora. (Gênesis 21:8-14; Gálatas 4:29) Este período de aflição de 400 anos terminou com a libertação dos israelitas da servidão egípcia, em 1513 AEC.
● 19:30-38 — Fechou Jeová os olhos à embriaguez de Ló e a ele gerar filhos com suas duas filhas?
Jeová não fecha os olhos nem ao incesto nem à embriaguez. (Levítico 18:6, 7, 29; 1 Coríntios 6:9, 10) Além disso, Ló, sobrinho de Abraão, deplorava as ‘ações contra a lei’ dos habitantes de Sodoma e evidentemente lamentou a conduta errada em que ele mesmo ficou envolvido, porque o Examinador de corações considerou-o como “justo”. (2 Pedro 2:8) O mero fato de que as filhas de Ló o embriagaram já sugere que se davam conta de que ele não consentiria em ter relações sexuais com elas enquanto sóbrio. Mas, visto que eram forasteiros no país, suas filhas achavam que esta era a única maneira de impedir a extinção da linhagem de Ló. O relato consta na Bíblia não para suscitar pensamentos eróticos, mas para revelar a relação dos moabitas e dos amonitas com os descendentes de Abraão, os israelitas.
● 28:12, 13 — Qual era o significado do sonho de Jacó a respeito duma “escada”?
Esta “escada” (que pode ter tido o aspecto duma escadaria de pedras) indicava que há uma comunicação entre a terra e o céu. Mostrava que anjos ministram entre Jeová e os humanos que têm a sua aprovação. — Veja João 1:51.
● 31:19 — O que eram os terafins que Raquel furtou de Labão?
Os terafins eram deuses ou ídolos domésticos. Descobertas arqueológicas na Mesopotâmia indicam que a posse de tais imagens tinha relação com quem recebia a herança da família. É possível que Raquel tivesse isso em mente e raciocinasse que ela tinha justificativa para tomar os terafins, por causa dos tratos enganosos de seu pai Labão com o seu marido Jacó. (Gênesis 31:14-16) Mas não há nenhum indício de que Jacó tentasse alguma vez usar os terafins para obter a herdade da família. O mais tardar, esses ídolos foram eliminados quando Jacó enterrou todos os deuses estrangeiros entregues a ele pelos de sua casa. — Gênesis 35:1-4.
● 44:5 — Usava José realmente um cálice para interpretar presságios?
José estava decidido a testar seus irmãos, que não o reconheceram. Por isso, ordenou que seu servo enchesse as sacas deles com alimentos, colocando o dinheiro de cada um na boca de sua saca e o cálice de prata de José na boca da saca de Benjamim. Em tudo isso, José se fazia parecer como administrador dum país pagão. Portanto, o cálice e o que se dizia sobre ele faziam evidentemente parte dum subterfúgio. Sendo adorador fiel de Jeová, José realmente não usava o cálice para interpretar presságios, assim como Benjamim tampouco o furtara.
● 49:10 — Há uma diferença entre um cetro e um bastão de comandante?
Sim. O cetro é um bastão empunhado por um governante como símbolo de sua autoridade régia. O bastão de comandante é uma vara comprida que serve de símbolo do poder de comando. A referência de Jacó a ambos evidentemente indicava que a tribo de Judá exerceria significativa autoridade e poder até à chegada de Siló. Este descendente de Judá é Jesus Cristo, aquele a quem Jeová entregou o governo celestial. Cristo exerce autoridade régia e tem o poder de comando. — Salmo 2:8, 9; Isaías 55:4; Daniel 7:13, 14.

BASE PARA FÉ, ESPERANÇA E CORAGEM

É evidente que Gênesis nos provê uma base para fé, esperança e coragem. Inspira fé em Jeová e esperança no prometido “descendente” de bênção. (Gênesis 3:15; 22:18) Este livro ajuda-nos também a enfrentar o futuro com coragem, assim como fizeram as primitivas testemunhas de Jeová.
Aqueles servos de Deus procuravam “alcançar um lugar melhor, . . . um pertencente ao céu”, e Jeová “aprontou para eles uma cidade”. (Hebreus 11:15, 16) Assim como eles aguardavam o arranjo do Reino, que nós, também, tenhamos confiança nele. E, iguais àquelas testemunhas de Jeová, tenhamos verdadeira fé, esperança e coragem.

Destaques do Génesis em "A Sentinela" (2004) -1

*** w04 1/1 pp. 28-31 Destaques do livro de Gênesis — I ***

“GÊNESIS” significa “origem” ou “nascimento”. É um nome apropriado para o livro que conta como o Universo veio à existência, como a Terra foi preparada para a habitação humana e como o homem veio a morar nela. Moisés escreveu esse livro no deserto do Sinai, e possivelmente terminou sua escrita em 1513 AEC.
O livro de Gênesis nos fala sobre o mundo antes do Dilúvio, o que aconteceu no início da era pós-diluviana e como Jeová Deus lidou com Abraão, Isaque, Jacó e José. Este artigo analisará alguns destaques de Gênesis 1:1-11:9, basicamente até o tempo em que Jeová começou a lidar com o patriarca Abraão.

O MUNDO ANTES DO DILÚVIO

(Gênesis 1:1-7:24)
As palavras “no princípio”, que abrem o livro de Gênesis, remontam a bilhões de anos. Os acontecimentos nos seis “dias” criativos, ou períodos de obras criativas especiais, são descritos como se tivessem sido vistos por um observador humano presente na Terra. Perto do fim do sexto dia, Deus criou o homem. Embora o Paraíso logo tenha sido perdido por causa da desobediência do homem, Jeová ofereceu esperança. A primeira profecia da Bíblia fala de um “descendente” que anularia os efeitos do pecado e machucaria a cabeça de Satanás.
Nos 16 séculos seguintes, Satanás conseguiu desviar de Deus todos os humanos, exceto uns poucos fiéis, como Abel, Enoque e Noé. Por exemplo, Caim assassinou seu irmão justo, Abel. ‘Principiou-se a invocar o nome de Jeová’, pelo visto, de modo profano. Refletindo o espírito violento daqueles dias, Lameque compôs um poema sobre como ele matou um jovem, alegadamente em defesa própria. As condições pioraram quando desobedientes filhos angélicos de Deus tomaram mulheres como esposas e tiveram filhos gigantes e violentos, chamados nefilins. No entanto, o fiel Noé construiu uma arca, avisou corajosamente outros sobre o iminente Dilúvio, e escapou da devastação junto com a família.

Perguntas bíblicas respondidas:

1:16 — Como Deus podia produzir luz no primeiro dia, se os luzeiros só foram feitos no quarto dia? A palavra hebraica traduzida “fazer”, no versículo 16, não é a mesma que a palavra para “criar”, usada em Gênesis, capítulo 1, versículos 1, 21 e 27. “Os céus”, que incluíam os luzeiros, foram criados muito antes de o “primeiro dia” sequer começar. Mas a luz desses luzeiros não atingia a superfície da Terra. No primeiro dia “veio a haver luz” porque a luz difusa passou a atravessar as camadas de nuvens e tornou-se visível na Terra. Com isso, à medida que girava, a Terra passou a ter dia e noite. (Gênesis 1:1-3, 5) As fontes dessa luz ainda eram invisíveis da Terra. No entanto, durante o quarto período criativo, aconteceu uma mudança notável. O Sol, a Lua e as estrelas passaram então a ‘iluminar a terra’. (Gênesis 1:17) “Deus passou a faz[ê-los]” no sentido de que passaram a ser vistos da Terra.
3:8 — Jeová Deus falava diretamente a Adão? A Bíblia revela que, quando Deus falava a humanos, muitas vezes fazia isso por meio de um anjo. (Gênesis 16:7-11; 18:1-3, 22-26; 19:1; Juízes 2:1-4; 6:11-16, 22; 13:15-22) O principal porta-voz de Deus era seu Filho unigênito, chamado de “a Palavra”. (João 1:1) É bem provável que Deus tenha falado com Adão e Eva por meio dessa “Palavra”. — Gênesis 1:26-28; 2:16; 3:8-13.
3:17 — Em que sentido o solo foi amaldiçoado, e por quanto tempo? A maldição lançada sobre o solo significava que seu cultivo passaria a ser muito difícil. Os efeitos do solo amaldiçoado, com espinhos e abrolhos, foram sentidos de maneira tão intensa pelos descendentes de Adão, que o pai de Noé, Lameque, falou da “dor das nossas mãos, que resulta do solo que Jeová amaldiçoou”. (Gênesis 5:29) Depois do Dilúvio, Jeová abençoou Noé e seus filhos, e declarou Seu propósito de que eles enchessem a Terra. (Gênesis 9:1) Pelo visto, a maldição de Deus sobre o solo foi revogada. — Gênesis 13:10.
4:15 — Como Jeová ‘estabeleceu um sinal para Caim’? A Bíblia não diz que Caim tenha recebido um sinal ou uma marca no corpo. O sinal provavelmente era um decreto solene, conhecido e obedecido por outros, que visava impedir que ele fosse morto por vingança.
4:17 — Onde Caim conseguiu sua esposa? Adão “se tornou pai de filhos e de filhas”. (Gênesis 5:4) Assim, Caim tomou uma de suas irmãs ou talvez uma sobrinha como esposa. Mais tarde, a Lei de Deus para os israelitas proibiu o casamento entre irmãos biológicos. — Levítico 18:9.
5:24 — De que modo Deus ‘tomou Enoque’? Pelo visto, Enoque corria perigo de vida, mas Deus não permitiu que sofresse às mãos de seus inimigos. “Enoque foi transferido para não ver a morte”, escreveu o apóstolo Paulo. (Hebreus 11:5) Isso não significa que Deus o tenha levado para o céu, onde continuou a viver. Jesus foi o primeiro a ir para o céu. (João 3:13; Hebreus 6:19, 20) O fato de Enoque ser “transferido para não ver a morte” pode significar que Deus o pôs num transe profético e então encerrou sua vida enquanto ele estava nessa condição. Em tais circunstâncias, Enoque não sofreu nada, nem ‘viu a morte’, às mãos de seus inimigos.
6:6 — Em que sentido pode-se dizer que Jeová “deplorou” ter feito o homem? A palavra hebraica traduzida “deplorou” neste versículo refere-se a uma mudança de atitude ou de intenção. Jeová é perfeito e por isso não errou em criar o homem. No entanto, mudou de atitude mental para com a perversa geração pré-diluviana. Deixou de agir como Criador dos humanos para ser o destruidor deles, por estar desgostoso com sua iniqüidade. O fato de ele ter preservado alguns humanos mostra que sua deploração se restringia aos que se haviam tornado iníquos. — 2 Pedro 2:5, 9.
7:2 — Em que se baseava a distinção entre animais limpos e não limpos? A base da distinção evidentemente tinha que ver com o uso de sacrifícios na adoração, e não com o que se podia ou não comer. A carne não fazia parte da alimentação do homem antes do Dilúvio. As classificações “puro” e “impuro” para alimentos só surgiram com a Lei mosaica, e acabaram quando ela foi abolida. (Atos 10:9-16; Efésios 2:15) Pelo visto, Noé sabia o que era apropriado como sacrifício na adoração de Jeová. Assim que saiu da arca, ele “começou a construir um altar a Jeová e a tomar alguns de todos os animais limpos, e de todas as criaturas voadoras limpas, e a fazer ofertas queimadas sobre o altar”. — Gênesis 8:20.
7:11 — Donde veio a água que causou o Dilúvio global? Durante o segundo período, ou “dia”, criativo, quando foi formada a “expansão” atmosférica da Terra, havia águas “debaixo da expansão” e águas “por cima da expansão”. (Gênesis 1:6, 7) As águas “debaixo” eram as que já havia na Terra. As águas “por cima” eram enormes quantidades de umidade suspensas acima da Terra, formando uma “vasta água de profundeza”. Essas águas caíram sobre a Terra nos dias de Noé.

Lições para nós:

1:26. Por serem feitos à imagem de Deus, os humanos têm a capacidade de refletir atributos divinos. Nós certamente devemos procurar cultivar qualidades como amor, misericórdia, benignidade, bondade e paciência, refletindo Aquele que nos fez.
2:22-24. O casamento foi instituído por Deus. O vínculo matrimonial é permanente e sagrado, e o marido atua como cabeça da família.
3:1-5, 16-23. A felicidade depende de reconhecermos a soberania de Jeová em nossa própria vida.
3:18, 19; 5:5; 6:7; 7:23. A palavra de Jeová sempre se cumpre.
4:3-7. Jeová se agradou da oferta de Abel porque ele era justo e tinha fé. (Hebreus 11:4) Por outro lado, conforme indicado por suas ações, Caim não tinha fé. Suas ações eram iníquas, marcadas por inveja, ódio e assassinato. (1 João 3:12) Além disso, ele provavelmente deu muito pouca importância à sua oferta e limitou-se a apresentá-la de maneira mecânica. Não é verdade que nossos sacrifícios de louvor a Jeová devem ser feitos de todo o coração com atitude e conduta corretas?
6:22. Embora a construção da arca tenha levado muitos anos, Noé fez exatamente o que Deus lhe havia ordenado. Por isso, ele e sua família foram preservados durante o Dilúvio. Jeová nos fala por meio da sua Palavra escrita e fornece orientação por meio da sua organização. Somos beneficiados por ouvir e obedecer.
7:21-24. Jeová não destrói os justos com os iníquos.

A HUMANIDADE ENTROU NUMA NOVA ERA

(Gênesis 8:1-11:9)
Com o desaparecimento do mundo pré-diluviano, a humanidade entrou numa nova era. O homem recebeu permissão de comer carne, mas com a ordem de abster-se do sangue. Jeová autorizou a pena de morte por assassinato e fez o pacto do arco-íris, prometendo nunca mais trazer um Dilúvio. Os três filhos de Noé tornaram-se os progenitores de toda a raça humana, mas o seu bisneto Ninrode tornou-se “poderoso caçador em oposição a Jeová”. Em vez de se espalharem para povoar a Terra, os homens decidiram construir uma cidade chamada Babel e uma torre para ganhar fama. Suas intenções foram frustradas quando Jeová causou uma confusão no idioma e os espalhou pela Terra.

Perguntas bíblicas respondidas:

8:11 — Se as árvores foram arruinadas pelo Dilúvio, onde a pomba conseguiu a folha de oliveira? Há duas possibilidades. Visto que a oliveira é uma árvore bastante resistente, ela pode ter continuado viva sob a água por alguns meses durante o Dilúvio. Quando as águas do Dilúvio baixassem, uma oliveira submersa ficaria novamente em terreno seco e poderia brotar. A folha de oliveira que a pomba levou a Noé também pode ter sido tirada dum broto que surgiu depois que as águas do Dilúvio baixaram.
9:20-25 — Por que Noé amaldiçoou Canaã? É bem provável que Canaã fosse culpado de algum abuso ou perversão contra o seu avô, Noé. Embora o pai de Canaã, Cã, tivesse presenciado isso, ele não interferiu, mas parece ter espalhado a história. No entanto, Sem e Jafé, os outros dois filhos de Noé, cobriram seu pai. Por esse motivo, eles foram abençoados, mas Canaã foi amaldiçoado, e Cã sofreu em resultado da vergonha imposta ao seu descendente.
10:25 — Como a terra foi “dividida” nos dias de Pelegue? Pelegue viveu de 2269 a 2030 AEC. Foi “nos seus dias” que Jeová causou uma grande divisão por confundir o idioma dos construtores de Babel e espalhá-los por toda a superfície da Terra. (Gênesis 11:9) Dessa maneira, “foi dividida a terra”, ou a população da Terra, nos dias de Pelegue.

Lições para nós:

9:1; 11:9. Nenhum plano ou esforço humano pode frustrar o propósito de Jeová.
10:1-32. Os dois registros de genealogia relacionados com o relato do Dilúvio — capítulos 5 e 10 — ligam toda a raça humana com o primeiro homem, Adão, por meio dos três filhos de Noé. Os assírios, os caldeus, os hebreus, os sírios e algumas tribos árabes são descendentes de Sem. Os etíopes, os egípcios, os cananeus e algumas tribos africanas e árabes descenderam de Cã. Os indo-europeus são descendentes de Jafé. Todos os humanos são aparentados e todos são iguais diante de Deus. (Atos 17:26) Essa verdade tem de influenciar nosso modo de encarar e tratar os outros.

A Palavra de Deus pode exercer poder

A primeira parte do livro de Gênesis contém o único relato exato da primitiva história humana. Por meio dessas páginas conseguimos compreender o propósito de Deus de colocar o homem na Terra. É muito reanimador ver que nenhum esforço humano, como os de Ninrode, por exemplo, pode impedir seu cumprimento!
Ao passo que faz a leitura semanal da Bíblia em preparação para a Escola do Ministério Teocrático, a consideração do que foi dito sob a seção “Perguntas bíblicas respondidas” o ajudará a compreender algumas das passagens bíblicas difíceis. Os comentários sob “Lições para nós” lhe mostrarão como pode ser beneficiado pela leitura bíblica semanal. Quando for apropriado, também podem servir como base para a parte sobre necessidades locais, na Reunião de Serviço. A Palavra de Jeová é realmente viva e pode exercer poder em nossa vida. — Hebreus 4:12.

Destaques do Génesis em "A Sentinela" (2004) -2

*** w04 15/1 pp. 26-29 Destaques do livro de Gênesis — II ***

GÊNESIS abrange 2.369 anos da história da humanidade, desde a criação do primeiro homem, Adão, até a morte de José, filho de Jacó. Os primeiros 10 capítulos, bem como os nove versículos iniciais do capítulo 11 de Gênesis, que abrangem o período desde a criação até a torre de Babel, foram analisados no número anterior desta revista. Este artigo analisará destaques do restante de Gênesis, relativos aos tratos de Deus com Abraão, Isaque, Jacó e José.

ABRAÃO TORNA-SE AMIGO DE DEUS

(Gênesis 11:10-23:20)
Uns 350 anos depois do Dilúvio, nasce na linhagem de Sem, filho de Noé, um homem que se torna muito especial para Deus. Seu nome é Abrão, mais tarde mudado para Abraão. Obedecendo a Deus, Abrão deixa a cidade caldéia de Ur e passa a morar em tendas numa terra que Jeová promete dar a ele e a seus descendentes. Em resultado de sua fé e obediência, Abraão vem a ser chamado de “amigo de Jeová”. — Tiago 2:23.
Jeová age contra os depravados habitantes de Sodoma e das cidades vizinhas, ao passo que Ló e suas filhas são preservados. Com o nascimento de Isaque, filho de Abraão, cumpre-se uma promessa de Deus. Anos depois, Abraão passa por um teste de fé quando Jeová o instrui a oferecer esse filho em sacrifício. Abraão obedece prontamente, mas um anjo o impede de fazer o sacrifício. Não há dúvidas de que Abraão é um homem de muita fé, e recebe a garantia de que por meio de seu descendente todas as nações abençoarão a si mesmas. A morte de sua amada esposa, Sara, o deixa profundamente triste.

Perguntas bíblicas respondidas:

12:1-3 — Quando o pacto abraâmico entrou em vigor e por quanto tempo vigorou? Pelo visto, o pacto de Jeová com Abraão, de que ‘todas as famílias do solo certamente abençoariam a si mesmas por meio dele’, entrou em vigor quando Abraão cruzou o rio Eufrates a caminho de Canaã. Isso deve ter acontecido em 14 de nisã de 1943 AEC — 430 anos antes de o povo de Israel ser libertado do Egito. (Êxodo 12:2, 6, 7, 40, 41) O pacto abraâmico é um “pacto por tempo indefinido”. E continuará em vigor até que as famílias da Terra sejam abençoadas e todos os inimigos de Deus sejam destruídos. — Gênesis 17:7; 1 Coríntios 15:23-26.
15:13 — Quando se cumpriu o predito período de 400 anos de sofrimento da descendência de Abraão? Esse período de sofrimento começou em 1913 AEC quando Isaque, filho de Abraão, foi desmamado. Nessa ocasião, Isaque tinha cerca de 5 anos de idade e seu meio-irmão, Ismael, de 19 anos, ‘caçoava’ dele. (Gênesis 21:8-14; Gálatas 4:29) Terminou com a libertação dos israelitas do cativeiro egípcio em 1513 AEC.
16:2 — Foi correto Sarai oferecer sua serva, Agar, como esposa a Abraão? Sarai agiu em harmonia com o costume daqueles dias. Uma esposa estéril era obrigada a providenciar uma concubina para seu marido a fim de gerar um herdeiro. A prática da poligamia apareceu primeiramente na linhagem de Caim. Com o tempo, tornou-se costume e foi adotada por alguns adoradores de Jeová. (Gênesis 4:17-19; 16:1-3; 29:21-28) Mas Jeová nunca abandonou seu padrão original da monogamia. (Gênesis 2:21, 22) Tanto Noé como seus filhos, a quem foi repetida a ordem para ‘tornarem-se muitos e encher a Terra’, eram monógamos. (Gênesis 7:7; 9:1; 2 Pedro 2:5) E esse padrão de monogamia foi reafirmado por Jesus Cristo. — Mateus 19:4-8; 1 Timóteo 3:2, 12.
19:8 — Não foi errado Ló oferecer suas filhas aos sodomitas? De acordo com o código de ética oriental, o anfitrião tinha a responsabilidade de proteger os hóspedes em sua casa, defendendo-os com a própria vida, se necessário. Ló estava preparado para isso. Ele corajosamente saiu da casa, fechou a porta atrás de si e enfrentou a turba sozinho. No momento em que ofereceu suas filhas, ele provavelmente já havia percebido que seus hóspedes eram mensageiros de Deus e pode ter concluído que Deus poderia proteger suas filhas assim como havia feito com sua tia Sara no Egito. (Gênesis 12:17-20) De fato, o desfecho do assunto foi que Ló e suas filhas não sofreram nenhum dano.
19:30-38 — Jeová fez vista grossa ao fato de Ló ficar embriagado e gerar filhos com suas duas filhas? Jeová condena o incesto e a embriaguez. (Levítico 18:6, 7, 29; 1 Coríntios 6:9, 10) Na verdade, Ló deplorava as ‘ações contra a lei’ dos habitantes de Sodoma. (2 Pedro 2:6-8) O simples fato de suas filhas o embriagarem sugere que elas sabiam que, enquanto sóbrio, ele jamais consentiria em ter relações sexuais com elas. Mas por serem estrangeiras no país, elas entenderam que aquela era a única maneira de evitar a extinção da descendência de Ló. Esse relato se encontra na Bíblia para mostrar a ligação dos moabitas (por meio de Moabe) e dos amonitas (por meio de Ben-Ami) com os israelitas, descendentes de Abraão.

Lições para nós:

13:8, 9. Abraão deu um belíssimo exemplo na questão de lidar com diferenças. Jamais devemos sacrificar a paz com outros por causa de vantagem financeira, preferências pessoais ou orgulho.
15:5, 6. Ao notar que estava envelhecendo e ainda não tinha um filho, Abraão falou com Deus sobre o assunto. Jeová o tranqüilizou. O resultado foi que Abraão “depositou fé em Jeová”. Se abrirmos o coração a Jeová em oração, aceitarmos as garantias que ele nos dá por meio da Bíblia e o obedecermos, nossa fé será fortalecida.
15:16. Jeová esperou quatro gerações para executar seu julgamento sobre os amorreus (ou cananeus). Por quê? Porque ele é um Deus paciente. Esperou até que se esgotassem todas as esperanças de melhora. Assim como Jeová, temos de ser pacientes.
18:23-33. Jeová não destrói as pessoas indiscriminadamente. Ele protege os justos.
19:16. Ló ficou “demorando” para sair de Sodoma e os anjos quase tiveram de arrastar a ele e sua família para fora da cidade. É demonstração de sabedoria não perdermos o senso de urgência à medida que aguardamos o fim deste sistema iníquo.
19:26. É pura tolice desejarmos as coisas que deixamos para trás no mundo ou permitir que elas nos façam ficar divididos.

JACÓ TEM 12 FILHOS

(Gênesis 24:1-36:43)
Abraão arranja o casamento de seu filho Isaque com Rebeca, uma mulher fiel a Jeová. Ela dá à luz os gêmeos Esaú e Jacó. Esaú despreza seu direito de primogenitura e o vende a Jacó, que mais tarde recebe as bênçãos de seu pai. Jacó foge para Padã-Arã, onde se casa com Léia e Raquel, e cuida dos rebanhos do pai delas por uns 20 anos antes de partir dali com sua família. Por meio de Léia, de Raquel e de duas servas delas, Jacó tem 12 filhos e uma filha. Jacó luta com um anjo, é abençoado e seu nome é mudado para Israel.

Perguntas bíblicas respondidas:

28:12, 13 — Qual é o significado do sonho de Jacó com uma “escada”? Essa “escada”, que talvez se parecesse com um lance de degraus de pedra, indicava que há comunicação entre a Terra e o céu. O fato de haver anjos de Deus subindo e descendo por ela mostra que os anjos desempenham um papel importante em ministrar entre Jeová e os humanos que têm sua aprovação. — João 1:51.
30:14, 15 — Por que Raquel abriu mão da oportunidade de conceber em troca de algumas mandrágoras? Nos tempos antigos, o fruto da mandrágora era usado na medicina como narcótico e para evitar ou aliviar espasmos. Acreditava-se também que era afrodisíaco e que aumentava a fertilidade ou ajudava a mulher a engravidar. (O Cântico de Salomão 7:13) Apesar de a Bíblia não revelar por que Raquel fez a troca, ela pode ter achado que as mandrágoras a ajudariam a engravidar e a pôr fim à desonra de ser estéril. No entanto, alguns anos se passaram antes de Jeová ‘abrir-lhe a madre’. — Gênesis 30:22-24.

Lições para nós:

25:23. Jeová tem a capacidade de detectar a predisposição genética do feto e de exercer sua presciência a fim de escolher antecipadamente quem ele quiser para cumprir seus propósitos. Apesar disso, ele não predetermina o destino final das pessoas. — Oséias 12:3; Romanos 9:10-12.
25:32, 33; 32:24-29. A preocupação de Jacó em obter o direito de primogenitura e o fato de ter lutado a noite inteira com um anjo para receber uma bênção mostra que ele realmente apreciava as coisas sagradas. Jeová nos confiou muitas coisas sagradas, como, por exemplo, nosso relacionamento com ele e com sua organização, o resgate, a Bíblia e a esperança do Reino. Imitemos o exemplo de apreço de Jacó!
34:1, 30. O problema que ‘trouxe banimento’ a Jacó começou porque Diná fez amizade com pessoas que não amavam a Jeová. Devemos ter sabedoria na escolha de amizades.

JEOVÁ ABENÇOA JOSÉ NO EGITO

(Gênesis 37:1-50:26)
O ciúme leva os filhos de Jacó a vender seu irmão José como escravo. No Egito, José é preso por seguir de maneira fiel e corajosa os padrões de moral de Deus. Com o tempo, ele é levado da prisão para interpretar os sonhos de Faraó, que prediziam sete anos de fartura seguidos de sete anos de fome. Com isso, José é nomeado administrador da distribuição de alimentos do Egito. Seus irmãos vão ao Egito em busca de alimentos por causa da fome. A família é reunida e estabelecida na região fértil de Gósen. No leito de morte, Jacó abençoa seus filhos e profere uma profecia que assegura grandes bênçãos nos séculos à frente. Os restos mortais de Jacó são levados a Canaã para serem enterrados. Quando José morre aos 110 anos, seu corpo é embalsamado para mais tarde ser transportado para a Terra Prometida. — Êxodo 13:19.

Perguntas bíblicas respondidas:

43:32 — Por que os egípcios consideravam detestável tomar uma refeição com os hebreus? O motivo principal pode ter sido preconceito religioso ou orgulho racial. Os egípcios também detestavam pastores. (Gênesis 46:34) Por quê? Talvez apenas porque, socialmente falando, os pastores estivessem próximos à classe mais baixa do sistema de castas egípcio. Ou pode ser que, pelo fato de as terras disponíveis para cultivo serem limitadas, os egípcios desprezavam os que procurassem pastagens para seus rebanhos.
44:5 — José realmente usava uma taça para interpretar presságios? A taça de prata e o que se disse a respeito dela eram evidentemente parte de um subterfúgio ou de um estratagema. José era um adorador fiel de Jeová. Na realidade, ele não usava a taça para interpretar presságios, assim como Benjamim, de fato, não a roubou.
49:10 — Qual é o significado do “cetro” e do “bastão de comandante”? O cetro é usado por um governante como símbolo de autoridade real. O bastão de comandante é comprido e indica poder de comando. O fato de Jacó se referir a esses objetos indicava que a tribo de Judá exerceria poder e autoridade significativos até o aparecimento de Siló. Esse descendente de Judá é Jesus Cristo, a quem Jeová concedeu domínio celestial. Cristo tem autoridade real e poder para comandar. — Salmo 2:8, 9; Isaías 55:4; Daniel 7:13, 14.

Lições para nós:

38:26. Judá não agiu de forma correta com Tamar, sua nora que havia ficado viúva. Mas ao ser confrontado com a responsabilidade de tê-la engravidado, ele humildemente admitiu seu erro. Nós também devemos admitir prontamente nossos erros.
39:9. A maneira de José reagir às investidas da esposa de Potifar mostra que seu modo de pensar estava em harmonia com o de Deus sobre questões de moral, e que sua consciência era orientada por princípios piedosos. Não devemos nos esforçar para também ser assim à medida que adquirimos mais conhecimento exato da verdade?
41:14-16, 39, 40. Jeová pode mudar as circunstâncias em favor daqueles que o servem. Quando ocorrem adversidades, é sábio confiarmos em Jeová e permanecer fiéis a ele.

Eles tinham fé inabalável

Abraão, Isaque, Jacó e José eram homens de fé, tementes a Deus. O relato de sua vida, registrado no livro de Gênesis, realmente fortalece nossa fé e nos ensina muitas lições valiosas.
Você pode tirar proveito desses relatos ao fazer a leitura bíblica semanal programada para a Escola do Ministério Teocrático. Considere este artigo e notará que o relato se tornará mais vívido.

Você pode consultar as referências no: "Biblioteca On-Line da Torre de Vigia"
Referências Destaques da leitura semanal da Bíblia: Génesis

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